Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05066


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Full Text
Auno de HM.
Segunda Feira 4
de Marca
i/. A: t IMIIOI KO
Pt,VW Camlnoa iftbreLonjIre |
| / ', >i ret* 3.U r.'is por frenco
' l/' Liitoe 1 S |Kir lili) (Ir |irrmin
Moedftde fi'ir-' / por eenta p au
dem de lelrit 'e bul! Bruti I I \\\
Anuo XX. I*. 32.
O DiAi.io |itiblica-fc t. don os das que n;n forern snni'liraoVs : o pceo da biiignliwa
lie de Ires mil rs. por <]ur.r!cl plgoe ailinnladns. Os anininciosdos eseigaales silo inseridos
satis, ol des que ii.in fnrem i rozan de SU res por linda. As n-rlaniecradevem ser diri-
gida*, esl Jvp na das Cruzes n. 34 ou ii nraga '"a Independencia I..ja de livrnin 6 r 8
PARTIDA DOS C0RRE10S TERRESTRES.
-Goiinna, e I'araliylia segundas e sextas feiras. Rio Grande do Norle, quinta"! feirsj
Cabo, Ssrinaejea Rio b'ormoso l'orin ('airo, Macev e Alagoas : no 1. o \\ r '21
de cada mci. Garanhuns e Uonilo a 10 e '24 de cala mei BOa-tiste e Flores a 4.1
e 23 l to. Oda le da Victoria, quintas feiraj. Olinda lodos os das.
DAS l).\ SEMANA.
4 Se s. Casimiro Aud.do J. do D. da '_'. v.
; Ierra s. Theulilo ltel, ud. do de D.da 3. t.
(i (jnarta s Olcgar'.o. Aud (O J. del), da 3 t
7 Oiiinta i. Thomai de Aqnino. Aud. do J. de D.da 2. Y
S Seda s. (luimillo And. do J. ileD. da 2. r.
I) Sab. a Catalina de olnnlia. Bel, aud. do J. de D. da 1 r.
10 lldin 3. e da quirosma s. ftiihio.
'.:;.-' *
ludo agora depende de i reesmoe; d io*i< prade-eii, n odetac.io- e aeergte: m-
linueinos como principiaroos e terevoi eponts.loi cora alniiia-io entre as (i
cultas (Proelamagae da Asterabla Gire, do ireiil.)
( Milu Mi DI I ? II H ni 0. ...
Oure-Moad.de O.lOt) V. I7.2W
,. N. d7.UlM)
, de 4,00 K00
PrM.-r.Ucoea *,W*
IVsosi iiliiinmnarc l.'.l'i"
Diloi raexieaaos 1,'JIO
B
o
PELASES DA 1.1 \ NO MEZ DE MAR?0.
I.ua c'eia a i asli lunas c "ij rain de Urde il.ua nina a 18 as ij horas e 1)7 min da urde
Mingeme a ll as 11 borai a manli.i Oescenlc i J7 as 2 b e Al m. da manlija.
'reamar de hojt,
l'rimeira as t borea e .'0 min di roenbe. | Seganda as 4 horas r 5b minutos da larde
aWBBaaWB3SSar._i;_!Sr02X^rzaTLT: ri^ZTnl'^TJt TL JJi1 iHM
uWaSufi
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE O DA 22 1)0 PAMA DO.
OITicioAo juiz (le direito da 2 vara do
civel determinando que passo a tornar con-
ta da dos feitos da fazenda, por acbar-se licen-
ciado por um mez pelo presidenta da rulaeo o
juiz do civel da 1.*, que interinamente a exer-
cia.Espedro se as precisas ordens, pora
quo o juiz municipal da 2 vara subslituisse
as unecoes civeis o jui/. licenciado visto a-
char-se impedido o da 1.a
DitoAo inspector da lliesouraria das ren-
das provinciaes ordenando que de con-
formidade coma sua informaeo de 17 mez, mande por disposicao do commandan -
to geral do corpo do polica a quantia de
332,768 r. para pagamento das despezas que
no 1." semestre do presente auno linanceiro se
li/ :iao com o respectivo hospital regirhei.tal.
jOinmunicou-se ao commandante geral do cor-
po de polica.
DitoAo commandanto superior da guarda
nacional d'este municipio scientificando-o
de ter concedido reforma no mesmo posto oo
capitao da 3.* companhia do 3. liatalhSo da
misma guarda nacional Lttil de Pinho Borges ;
por haver esteassim requerido allegando c
provando padecer de molestias que o impos
sibilitao de continuara servir
DitoAo commandanto das armas deter-
minando que mande desligar do corpo des-
tacado o guarda Francisco Rodrigues Seixas ,
cujo requerimenlo favoravelmente infnnou
m oflicio de 12 do corrente.
Dito -Ao presidente da cmara municipal do
Ilio-formoso, approvando a proposta, por
lie leita do cidadao Antonio Tbomaz Gar-
fia do Ainaral para reger o cadeira de primei-
ras lettras da povoacao de Una durante o im-
pedimento do respectivo professor. Partici-
pou-so ao inspector da lliesouraria das rendas
provinciaes.
PortaraDemitlndo a Jos Venancio da
Costa Alecrim do posto de capitao da 1.a com-
padbia do 6. batalbao da guarda nacional do
municipio de Goianna ; por assim convir ao
servico pblico. Communicou-se ao com*
mandante do referido balalbao e ao respecti-
vo commandante superior
DEM DO D!.*. 25.
Officio Ao director do arsenal de guerra ,
ordenando que como I he cumpre e foi-lbe
recommendado ein 21 de abril do anno pr-
ximo passado quande se I he remelleo copia
do aviso da secretaria da guerra de 20 de mar-
co do mesmo auno dfi pontual execuco ao
mencionado aviso, remeltendo 6 secretaria
d'esta provincia as relacoes do que elle trata ,
pertcncentes aos mezes de novembro e de-
zembro do anno (indo o Janeiro do corrente ,
e continuando envial as no lempo determi-
nado.
DitoAo inspector do arsenal de marinha .
determinando que com pofttvd hrevidade
contrete, e mande apresentar ao comman-
dente do brigue Tres-demaio um pratico da
costa que o condu/.a d'este pOrto ao do Par/i.
__Communicou-se ao commandante do brigue
Tittde-maio.
DitoDo secretario da provincia ao thesou-
roiro da lotera do Nossa Senhora do Guada-
lupe declarando quo o Kxm. Snr. Presi-
dente approva a transferencia do andamento
dasrodos da mesma lotera para o da 27 do
corrente Participando-so ao juiz nomeado
para presid) o dito ans.smcr.iOk
Comniandodas Armas.
KXPEDIENTE DE 20 DO PASSADO.
OfficioAo Kxm. presidente fazendo-lhe
remeso das nformaceJ deconducta.pertencen
tes ao segundo semestre do anno de 1843 re-
lacoes d'antguidade o da officialdade das
quatro classes do exercito desta provincia ; dos
PortaraMandando carregar cm recolta ao
thesoureiro da lazenda no litro caxa da subs-
tluiao das notas a quantia de cem coritos
de res cm notas novas de 5,000 10,000, e
20,000 rs. constantes da relaeo que-acom-
panbava, que entregou J. M. Ilcnriques, com-
mandante da barca de vapor Pertmmhucana ,
para ser applicada, conforme a ordem do tribu-
nal do tbesouro pblico nacional do 2- de Ja-
neiro prximo lindo que servio de aviso a es-
ta remessa a substituido determinada pelo
mesmo tribunal do thesouro.
t
(3.I
0R.
mapp s n. 1 da frca cflcctiva de linha n. 2
dos movimentos internos por altas o baixas dos
corpos, n. 3 estotistiio criminal, e n.5 dos ar-
mamentos municOes e pelrcchos de gue das fortalezas armazens e corpos militares ;
das contas correntes do estado das caixas admi-
nistraclivas de fardamento e rancho do bata-
llio de artilbaria relativas ao referido anno
do 18-3 tudo de conformidade com o que
dispoe o regulamenfo de 8 de maio nos ar-
tigos i 5, e 6, nao remetiendo o mappa n
4, perqu nSoexistiao as escolas e aulas de
in.stiiicco primaria nos corpos a quesero-
feria ficando S. Ex. corto que guac in-
lormocoY-s mappas, relacoes e contas foro
em dala de 20 de Janeiro directamente enviadas
secretaria d'estado dos negocios da guerra.
DitoAo mesmo Exm. Snr., para que hou-
vesse de promover a prompta remessa. do lormu-
lario dos medicamentos do hospital rgimen-
tal que I he foi enviado i 16 do novembro do
anno lindo para que tivts cado no resulamento de 17 de levereiro de
1832 ese podesse por cm arrematarn o for-
necimento dos remedios
DitoAo major commandante interino do
2."hatalhao deartilhara a p antorsando-o
contraclar com Manoel Antonio da Paixo
o ensno dos tambores do balalhao por tempo
de me/es tendo o mesmo Paixo a gratili-
caco de tambor-mr e os vencimentos como
tal e gosando da vantagem concedida aos
msicos de contracto do so servirem na pro-
vipcia.
DEM DO DA 22.
OfficioAo lllm. brigadero presidenta do
conseibo de guerra do coronel Buflameque e
outros, dizcndo-lbe, que, no impedimento do
coronel Salgueiro nomeara o tenente-coronel
Manoel Jos de Castro que ja servia de vogal
no mesmo conselho em snbstitucao ao filia .
brigadeiro Aleixo Jos de Oliveira.
DitoAo commandante do forte do Buraco ,
disendo-lbe que o destacamento a a ser
por outro substituido.
DitoAo commandante do corpo do guarda
nacional destacada communicando-lbe quo
o destacamento do Olinda ia ser rendido.
I'lu'souraria da Fazcnda.
EXPEDrENTE T>0 DA 9 DO PASSADO.
OfficioAo commandante das armas para
mandar satisfacer as requisieoes do commissa-
rio-fiscal do ministerio da guerra a fim de
ter lugar a liquidaca da conta do segundo sar- i us negociacoos com a Santa S serao.ultimadas
gento Jos l.ourcnoo Henriques Alvarenga com a brovidade,que as necessidades da igreja
conforme a dccUraco a margem do officio i luzitana imperiosamente reclamad, "'dados
(iue ncompanhava Cm lU('0 o direilos e prerogativas da corda.
DitoAo inspector da lliesouraria da fajen- | A tranrjuillidade publica o maior o princi-
da da nrovincia do Para participando, que' Pa> beneficio, que os povosdesejao o teem di-
ea oa provincia uo id.. i rt>Ho a cgperar do governo; a cortesa por tanto
na remessa que no da 8 do correte se Ihe de ^ ^ ,ra ||id8(le exislCi e tem sido n.
fez da quantia de *:002.0UO rs. para uespe/as vilavdl|iente mantjda c paia esta cmara um
da marinha d'aquella provincia deixou deaer 8gr,davei ,notivo de regosijo o salisavo.
mimes, par do reino, secretario. VnlyrarH>
Jos lachado, par do reino, secretario.
-
PORTUGAL.
CMARA DOS PAKS.
UesjUtsla fallado Ilirono.
Senhora A cmara dos pares do reino ou-
vio com respi'itosa attencao as benvolas ex-
pressoes do Vossa Mageslade, 0 apreciando de-
vidamente a importancia das (uneces, que a
lei fundamental do estado conl'ere aos represen-
tantes legaes da nacao, v com extremo praser
reunidos os membros das cmaras legislativas,
ijiiein a carta ttribue o carcter de legtimos
interpretes dos votos nacionaes
A visita com que V. M. e seas augusto espo-
so e fillios se dignaran honraras piincipaes po-
voaces do Alemljoe Estremadura uma nova
prova do desvello, e maternal solicitude, que V.
M. emprega para conbecer, o remediar as neces-
sidades dos seus subditos, os quaes devem ter
fundadas espcrancas.que d'abi bao de provir de-
cisivas vantagens aos interesses materiaes do
paiz.
O povo portuguez, que sempre se tem dis-
tinguido p los sentimental de fldelidade e amor
aos sous soberanos, nao poda deixnr de mani-
(enlarestes senlimentos Vossa MagOStade,
quem por tantos ttulos v com to justificados
motivos sao indubitavelmerile devidos: tdavia
a enmara sent a mais viva satisfacao por lera
cerlesa de que V M., no decurso do sua vlagem,
e em todas as povoaces do seu transito, rece-
bra publicse sinceros testemunhos de respei-
to e adheso sua real pessa.
O nascimento da sereuissima senhora infanta
um novo eassignalado beneficio, que a Pro-
videncia se digQOU conferir estes reinos, o um
peulior de seguranca o ostabilidade ao tlirono
de Vossa .Magostado, por cujo motivo a cmara
tem a honra de apresentar Vossa Magestade as
mais reverentes e cordiaes olicitacoes.
A cmara recebo com satisfatorio interesso a
(iiiesa de que as nacoes ainadas coniinua
dar ao governo do Vossa Magestade provas se-
guras de amisado, c tem plena confianca cm que
r.onsla-noscom cortesa, que Sua Mages-
tade imperial a Sra. duquesa de Braganca, e
sua augusta filha, tendo regressado Munich
da casa de campo de sua augusta mi sua alte-
ra real a Sra. duquesa de l.euclitenberg, em Is-
maning (quatro legoal distante daquella capi-
tal) alli pass.irao constantemente o verafi seni
novidadeem sua importante sade; porm no
principio do invern, soffrrSo um pequeo ata-
que de grippe, do que felizmente flcavao do to-
do restabelecidas. Sua Magestado imperial con-
tina com o seu costumado disvcllo dirigir a
educacodo S. A. I.
cumprida a ordem do tribunal do thesouro pu- Tratando de fixar a fOrca armada de mar e
hlieo nacional do 19 de Janeiro (indo, quo trra, a cmara nao seesquocer do altender aos
mandou incluir nestas remessas o maior nu- interesses da honra e seguranca nacional.
mero de notas de pequeos valores que fosse A cmara examinar com a seria attencao,
nossivel : nao sopor ter recebido a dita orden, que merece o orcamei.io da receita e despesa
,, ,mncco miiiii npla fal para o futuro anno econmico, procurando
nostenormente a d la remessa como peid .ai- y .
rM'"t-' .' noaia 'rftVnr.'quanto couber no possivel corresponder pela
Uinic evislia nresen emente nesla provincia m r r
, (|uetisuapicsn.ir.. r sua parte asesperancas e desejos manifestados
de taes notas; mas qued ora em oanlo se 10- K(,ra|ment0 pela naao> a qua, com juglo mti.
mariao de prevengo todas as medidas.para que vo considera a organisacao da fasenda pblica
tudo fosse satisfeilo. como urna das primeiras necessidades, assim
Dito__Ao inspector do arsenal do marinha como a principal origom da sua futura prospe-
envando seis exemplares da lei lei n."317 de ridade. Com o mismo desvelo e attenca a ca-
21 do oulubro ultimo que requisilou cm offi- mar se oceupar das difTerentes propostas, que
d j pelo governo de Vossa Magestade forem apre-
;' Dito-Ao 'inspector dalandega parlici- 'sentadas, o gostosamente prestar o leu apoio
uno ao inspcclu s .. a todas aquellas cuja utilidade a experiencia ti-
pando Pa W .ntelligonaa ter. H.^ol. dt.mJslrad u\oIem coillBll aos ,.
por decreto de 3 dede jane.ro ultimo nomea- ^^ fl (.ommodidades d()g povog
do a Jos Innorcncio Pereira da Costa guar- Acamara| flnalmenle. pode com verdad af-
da d'aquella alfandega para o lugar do ler (rmar a y M quo degeja [)()r mej(( dl) ne| do.
ceiroescripturario da contadura da thesourana, scinpenho de seus arduos o importantes deve-
e para declarar ao nomeado quedevia solici- res, corresponder cabalmente cunlianca, que
lar na secretara ila presidencia desta provincia tiella Vossa Magestade se digna depositar, l'a-
o referido decreto visto ler sido para alli re- lacio das cortes, em 16 do Janeiro de 1844.
ttido f Duque de Valmella, presidente.Conde de Lu-
NOTICIAS DE lll-SPAMIA.
l'olhasde Madrid ate 18 de Janeiro.Confrn
a participaco d'olcio da entrega de Kigueiras.
Iiro-se 47 passaportes individuos, quo
passo para Franca passaros gordos segundo
di/, oconespondentedo Correspotual.) Havia no
t astello 300enfermos. Parece que um dos arligos
da capitulaco c a perda de postos aos ofliciaes.
Soldados: O castalio do S. Fernando ni-
co j)onto da pennsula onde tremulava a ban-
deira revolucionaria est ja submetldo ao go-
verno, e a guarnico, que, o occupavo.reconbe-
ceo a autoridade real de nossa augusta rainba.
A' vossa constancia soldados vossa dis-
ciplina e ao oxcrllente espirito em favor da
ordem pblica que domina no paiz se devo
uin'triumpho, que hade assegurar a tranquilli-
dade o a ventura da nuco que cifra seu
porvir as virtudes, de quo acabis de dar to
relevantes provas.
Km nomo da rainba e da patria vos dou os
mais sinceros agradeciinentos em quanto o
governo a quem farei presente o mrito que
baveis contrahido toma em considerado os
padec montos o privacoej, que baveis aolTrt
do nos bloqueios das praeas de Barcelona e
Figueiras, e no sitio de (Jerona. Entretanto,
bem convencido do espirito que vos anima, me
glorio de achar-me vossa Irento o confio no
valor, e subordinaco que vos destingue, cha-
guo sedo o da em que assegurada a ordem
pblica nestu uislriclo recobrarn seu impe-
rio as leis, que nos regem ; e com ellas so con-
solidara mais e mais o throno da nossa excel-
sa rainba, elevando-se esta nacao ao grao de
esplenlor, de que to crodra porsuas virtu-
des. Conta comvosco nesta gloriosa mprezs,
que dever assegurar a paz o ventura da nossa
patria vosso general em ebefe De Meer.
Q G. de Figueiras 13 de Janeiro de 184i.
Parle recebida do ministerio da guerra
Exercito da Ctalunha estado maior gene-
ral. Exm. Snr. Em virtudedo que par-
licipei a Ex. no mcu officio do anles d'ontem ,
s dozo do da de boje foi oceupado por tropas
deste exercito o importante castalio do S. Fer-
nando coniecando evacual-o os sublevados
quo o bavio invadido depois de baverem de-
posto as armas conforme o estipulado na capi-
tulaco de que inclo a V. Ex, um exnmpiar,
conforme as bases approvadas pelo governo.
Em consoquencia agora que sao duas da tarde
uina salva de 21 tiros de peca e a bandeira
nacional quo se arvora na fortaleza annun-
ci&o aos povos da Catalunha o desejado termo
da crse quo promoverao os revolucionarios,
em principios de selembro ultimo exhalando
o ultimo suspiro a causa dos centralistas na Hes-
panha.
A pressa nao permitte especificar a V. Fx.
neste momento as municcJcs de bocea e de
guerra, quo se encontrarn : nnrm o veriS
carei logo que oscommandantes de artilharia
e engenheros, e o oncarregado da administra-
cao militar me apregentaremjos inventarios, quo
se eslao formando.
Regulado o conveniente para a guarnico ,
que ha de oceupar o castalio estou dictando as
medidas que julgo necessarias para assegurar
a tranquillidade do paiz, a fim de quo nao tor-
ne a ser perturbada pelos que, invocando ai


a
leis, e a patria, squcrcm a subvcrsSo de to- I monopolio o que se fazem crr campios da
dos os principios de ordem c justica para me- emancipacao africana aqui presto o benigno
drai i':n iias rovoltiis. auxilio do seu capital para se faer trabalhar o
Ton lio a honra de participar a V. Ex. por, machinismo e colhcros lucros da escravatura
extraordinario, lo desojado succeso para que all ; e osTboma's Harngs e toda a sua gen-
se sirva levl-o ao conhccimento de S. M. ,, tu esto fornecendo toda as naccs da trra
depondo i seus roses p( este louro que con- j productos, que a nodoa do trabalbo cscravo de-
e solTredores soldado. ve do excluir, sem dvida dos mercados d'es-
do Figueiras 13 do |a-
quistro os virtuosos
ilestc L'Xk'rciti. O. t
noiio do 18VV. Baro dr. Meer.
Sor. ministro da guerra.
(P. dos P. no Porto.
te paiz Oulra ve/ queremos saber para que
Exm | estas caprichosas dislinces entre urna, e outra
especie de productos ? Temos mostrado suffi-
cientemnnle que as distinccs que se pre-
tende estabeTecer entre elles riada valom. O
Lc-se no Globe de 22 do dozembro passado o Herald proinetteo n'outro dia instruir-nos
seguinto | ma n'estas materias so o desejassemoi. De-
Desejramos.quc o Herald tivesse a bondade sejaml o com efleito e o que mais 6 exigi-
do dizer-nos, o que sio essas alais municipaes
do Brasil que to deslavoravelmnte o distin-
guen! dos Estados-L nidos cm materia de escra-
vatura o o tornao tao particularmente inad-
missivol a tratar-se com olio em bons termos.
Nos julgavamos impossivel baver leis mu-
nicipaos que excedessem ou mesmo igua
lassura om horror s dos Estados-Unidos da A-
mcrica a espoito da sua populatao escrava.
Nao ousaremos aflirmar se ellas procedem do
una cruel nocessidade ; maso quo dizemos
que a le escripia dos estados que tCem escra-
vos, ca lei no escripia, dos que os nao tem,
sao infinitamente mais boilis aos negros, do que
lulo quanto ha no Brasil. Desojramos igual-
monte saber se tem .imais bavido n'aquellcs
estados algum exemplo de se poder libertar um
s negro, como acontece a cada passo n'este im-
peli'? Desojramos mais saber, o que ha no
Brasil quo se possa comparar com essas di fa-
tuidades legaes de que falla Tocquevillo as
quaes obslao a que so de a liberdado pes-
soas desoentes do escravos nos Estados-Unidos?
Desojramos finalmente sabor se a miseria
moral do seguinto quadro poder achar parida-
de em parle alguma do mundo fra dos esta-
dos que tCom escravos na Unio-americana ?
Succedeo me encontrar [\/. Tocqueville)
no sul da Unio um velho que tinha vivido
em comnicrcio illicito com urna das suas ne-
gras, e tinha tido d'ella muitos (ilhos que
iiascro escravos de stu pai. Elle tinha com
efleito concebido muitas vezes a idoia de fogar-
ines ao menos a liberdade ; mas tinbao decor-
rido os annos sem que elle pudesse vencer os
obstculos que so oppunhao sua emancipa-
cao e no entretanto adiantou se-lhe a velh-
ee c o hoincm ostava prximo da morle. Elle
se figurou seusfilhosnrrastados dopraoa cm pra-
ca c passando do poder de um pai ao frreo
jugo de um senhor etranho, al que estas hor-
riveis previses conveilrro as suas moribun-
das ideias em frenes. Ouandoo vi eslava
elle entregue toda a angustia da desosperacao,
e fez-mc conhecer por experiencia quiio ter-
rivel o a retribuidlo da natureza aquellos, que
t.mu infringido as suas leis.
A ftil distincao do Heralde tirada do trafi-
co de escravos nao Ihe aprovoitar Ha no in-
terior dos Estados Unidos urna frica, onde
se veda aos escravos a emancipacao eoduca-
cao por lodos os modos possiveis, onde entes ,
intitulados homens gero filhos do suas pre-
prias escravas. c de son carpos, para os expor
a venda Nao sabemos, se o governo federal
podoria lazor cessar esta extens peste; porm,
o que asseveramos, que olla peor a todos os
respeitos do que o actual estado de cousas no
Brasil. Nos Estados-Unidos um homcm de cor,
embra ja une por nascimento na reali-
dade escravo ; porque nao podo esercer direitos
de cidadao ; ao passo, que no Brasil di/em, que
os homens livres de cor pdem subir sem estor-
vo algum urna posicao elevada quer na vida
pblica, quer na particular; e a emancipacao,
o trafico de escravos, c o captiveiro discutem-se
to livremontc como na Inglaterra
Porm ncm se quer ha verdade formal o
nominal na comparadlo, quo faz o Herald entre
os regulamentos dos Estados Unidos e os do
Brasil. OTo ha all taesleis, como as quo fa-
zem doudcjar o Herald as quaes impecao o
Brasil de cumprir os seus tratados. Pelo con-
trario ha icis quo tem tornado o trafico de
escravos punivel, com 20 annos de prisao c
trabaho ha urna taxa sobre cada escravo; um
imposto de 10 por cenlo sobre todas as vendas
de escravos ; e um registro de taes vendas. Os
annuncios da sua repartidlo nacional de obras
pblicas provao que o governo nao empresa
escravos quando pdem servil o ; mas prefe-
re empregar homens livres. Como pois have-
mos nos de explicar a continuaeao do trafico de
escravos no Brasil? Prccisnncnto do mesmo mo
do quo a explicamos a respoito da eriacSo do
trafico de ecrivos rs Eslados-nidos. Ex-
plicamol-a pelo lucro d'esse trafico ; e pola im-
possibilidade do impedir a continuadlo desse
contrabando com urna costa de 3,000 uiilhas do
i \tmcao com abundancia do portos o fulla
do mais forte dos gmernos.Mas diz-se, Ol! nos
podemos cercear esses lu ros. Corto, que tal coli-
sa nao podemos fazer.
ml-o em
Ierra.
nome do illudido povo da Ingla-
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PHOVINCIAL.
Acta da primeira sessdo preparatoria em 27
de fevereiro de 1844.
Tendo concorrido poras 10 horas da manha
ao salao das sesses alguns Srs. deputados,
nomerao d'ontre si, por acclamaco, para pre-
sidente o Sr. Dr. Pedro Francisco de Paula Ca-
valcanti, para primeiro secretario o Sr. Anto-
nio Jos d'Oliveira, para segundo secretario
Francisco Joa Carneiro da Cunha, os quaes to-
mirao i n le i mente na mesa os seus respecti-
vos lugares. Formada assim a mesa, fra-lhe
a presentados pessoalmente os diplomas dos se-
guintes Srs., Pedro Francisco de Paula Cavalcan-
ti d'Albuquerque, Manoel Francisco do Paula
Cavalcanti d'Albuquerque, SebastiaS do Bogo
liarros, Manoel Joaquim Carneiro da Cunha,
Bernardo Uabello da Silva Pereira, Bemvenutn
Augusto de Magalhes Taques, Jos Thomaz
Nabuco d'Araujo, Francisco de Paula Cavalcan-
ti de Laceida, Felis Peixoto de Brito e Mello,
Joao Floripes Dias Barreto, Francisco Domin-
gues da Silva, Franci-co JosdeMedeiros. An-
tonio Baplista Gitirana, Antonio Jos d'Olivei-
ra, Pedro Alexandrino do Barros Cavalcante,
Custodio Manoel da Silva Guimares, o Franl
cisco Joao Carneiro da Cunha: tambem fora a-
presentados accompanhados de odelos, em quo
participava nao poderem comparecer 6 sessao
do hoje, por incommodados, os diplomas dos
Srs. Joao Haptista Pereira Lobo Jnior, Iptna-
ch de Barros Barreto. Alexandro Bernardino
dos Beis e Silva, Jos Bento da Cunha Figuoi-
redo, e JosTellisde Menezos. Verificado exis-
tir numero sulTiciento para haver sessao, o Sr.
presidente convidou os Srs. deputados,^ proce-
dorom eleiro das duas commisses encarre-
gadas da veriflcacao dos poderes.sendo urna para
verificar os poderes dos aprosentados, e outra
para a voiificacao dos poderes dos tres membros
da primeira comroissao; forao eleitos para a
primeira commissaS os Srs. Alcanforado com
detoito votos, Nabuco d'Araujo com 17, Bap-
lista com 8, soguindo-se-lhe em vot^s o Sr. Ta-
ques com 6: forao eleitos para a segunda com-
missao os Srs. Floripes, e Agular com 14 votos
cada um, e Bepo Barros com 8. Tendo vindo em
questao, se nao achando-se presente o Sr. Bap-
tisla, eraou nao legitima a votacao nelle recahi-
da, o Sr. presidente consultou assembla.
que decidi pela negativa, em consequencia do
que loi substituido polo Sr. Taques. Isto con-
cluido^ Sr. presidente convidou as commisses
a encarregarem-se dos seus trabalhos. e levan-
tou a sessao por a urna hora da tarde.
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Al-
buquerque, presidenle.------Antonio Jos de O-
liveira, i. secretario.Francisco Joo Car.
2. secretario.
Acta da segunda sesso preparatoria em 28
de fevereiro de 1844.
Presidencia provisoria doSr. Dr. Pedro Ca-
valcanti.
Feita a chamada pelas 11 horas da manhaa.a-
chando-so presentes os Srs. deputados,o Sr. pre-
sidente doclarou aborta a sessao. Lida a acta da
sessao antecedente fui approvada.
O Sr. primeiro secretario leo dous pareceres
da primeira commissad verificadora de poderes,
sendo dito parecer considerando legtimos os di-
plomas dos Srs. deputados.
Parece 6 commissad de poderes, que na5 se
tendo apresenado duvidas, v reclamadles res-
peito das eleicoes, e nao constando pelas actas
ra! c provinciaes, que se commettesso algurna
infracca das formas do processo eleitoral, as
mesinas i'leiecs se dcvem de julgar validas:
outro sim a mesma commissad verificou, e a-
chou conforme com a acta geral os diplomas
dos Srs. Dr. Pedro Francisco de Paula Caval-
canti do Albuquerque, Antonio Jos d'Oliveira,
Dr. Francisco Joao Carneiro da Cunha, Ignacio
de Barros Brrelo, Dr. Manoel Joaquim Carnei-
ro da Cunha, Dr. Bernardo Babcllo da Silva Pe-
reira, Dr. Joao Jos Forreira d'Aguiar, conse-
Iheiro Sebastiafl do Beo Barron, nr_ Manee!
"ranciseo de Paula Cavalcanti d'Albuquerque,
Dr. Custodio Manoel da Silva GuimarScs. Pedro
Alexandrino de Barros Cavalcante, Dr. Antonio
Baplista Gitiranoa, Dr. Francisco Jos de Me-
duiros, Dr. Jos Bento da Cunha Figueiredo,
llr. Francisco Dominaues Paula Cavalcanti de Lacerda, Dr. Joafi Floripes
Dias Brrelo,Dr. Jos Tellis deMenezes.Dr. Folis
Os mesmos ampios do Peixoto de Brito e Mello, Joao Baptista Pereira
Lobo Jnior, Dr. Alexandre Bernardino dos
Reis e Silva, e de parecer, que estes Srs. se-
jao reconhecidos. e declarados membros da as-
sembla provincial Saladas commisses 28de
levereirode 1844. Jos Thomaz Nabuco de A-
raujo Jnior.Jos Bernardo Galrd Alcanfo-
rado.Bemvenuto Augusto de Magalhes Ta-
ques.
Eo segundo julgando tambem legitimo o di-
ploma do Sr. Dr. Francisco de Paula Baplista,
postos em discussa, e sugeitos a votacao sepa-
radamente fora ambos approvados. Foi igual-
mente iido, sugeito discussa, e approvado
um parecer da segunda commissa verificadora
de poderes, declarando legtimos os diplomas
dos Srs. Alcanforado, Nabuco d'Araujo, e Ta-
ques membros da primeira commissa. Isto
terminado.o segundo secretario fez alista nomi-
nal dos Srs. deputados, cujos diplomas tinha
sido approvados pela assembla, o sendo Iido
foi approvado. Em seguida o Sr. presidenle
maudou, que oSr. primeiro secretario officiasse
ao Exm. presidente da provincia, por interme-
dio do respectivo secretario, remetiendo a a cima
menciooada lista, e sollicitando saber o dia,ho-
ra, e lugar destinado para a missa votiva ao
Espirito Santo, o que feito, suspendeo a sessao.
Continuando a sessa inlerrompida o Sr. pri-
meiro secretario annunciou haver o Exm. pre-
sidente declarado, em resposta ao officio, quo
|he havia dirigido, que para 1 hora da tarde do
dia 1. c de marco (presente) se acharia no paco
d'asscmbla para fazer o relatorio determinado
no acto adeional 6 constituica, tendo ja sido
dadas as providencias necessarias para que 6
hora competente fosse celebrada pelo Exm. his-
po diocesano na matriz de S. Fr. Pedro Gon-
calvos a missa votiva ao Espirito Santo. E por
nada mais haver tratar, levantou o Sr. presi-
dente a sessao pelas duas horas da tarde.
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Al-
buquerque, presidente.Antonio Jos de Oli-
veira, 1. secretario. Francisco Joo Car-
neiro da Cunha, 2. secretario.
de
Acta da sessdo da abertura no dia 1
marco de 1844.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanti.
Feita a chamada, achou-so presente nume-
ro legal do Srs. deputados para haver sessa. o
Sr. presidente declara aborta a sessa; lida a
acta da antecedente loi approvada.
OSr. primeiro secretario, dando conta do ex-
pediente, leo um parecer do commissa de po-
deres, julgando legtimos os diplomas dos Srs.
Dr. Alvaro Barbalho Ucha Cavalcanti, P. Mi-
guel do Sacramento Lopes Gama, tenonto Jos
Pedro da Silva, e Joaquim Jos da Costa; oqual
foi approvado.
O Sr. presidente nomeou para compor a
commissa, que devia receber o Exm. presiden-
te da provincia, os Srs. D. Manoel Joaquim Car-
neiro da Cunha, commandante superior Fran-
cisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque La-
cerda, e Pedro Alexandrino de Barros, e logo
depois suspendeo u sessa, convidando h as-
sembla a se dirigir a igreja ,'i ouvir a missa vo-
tiva do Espirito Santo: Ando o acto religioso, re-
gressra sala das sesses. Pouco depois foi
annunciada a chegada do Exm. presidente da
provincia, que, sendo introdusido com as for-
malidades docostume,tomou assentoe fez a lei-
tura do seu relatorio, .Ando oqual retirou-se
com as mesmas formalidades.
Passando-se a nomeaca da mesa, sahira e-
leitos para presidente o Sr. Dr. Podro Cavalcan-
ti com 23 votos, para vice-presidente o Snr.
Paula Lacerda com 19 votos, paru secretarios
os Srs. Alcanforado com 20 votos, e Oliveira
com 14, e para supplentes dos mesmos os Srs.
Francisco Joao com 9, o Felis Peixoto do Brito
com 3: emposda 8 nova mesa o Sr. presiden-
te deo para ordem do dia nomeadio de commis-
ses, e levantou a sessa as'duas e rneio horas
da tarde.
Pedro Francisco de Paula Caralcanti de Al-
buquerque, presidente. Jos Bernardo Galvdo
Alcanforado, 1. "secretario. Francisco Joo
Carneiro do Cunha, 2. secretario.
Rendimento da meza da recebedoria de rendas
internas geraes, no mez de fevereiro pr-
ximo /indo.
Decima de miio morta
Dita urbana
Novos e relhosdireitjs
Ditos de chancellara
Di'imn da mesrr>!
1 mpostos de lettras
Emolumentos de certides
Foros de terrenos de marinba
Laudemios
.wiza dos hensde raiz
Taxa do 1,000 e 2,000 rs.
escravo
Taxa do sello
Matriculas do curco jurdico
Impostos do tojas abertas
Dito de barcos do interior
Dito de seges e carrinhos
por
787.303
101 978
282,974
7,370
104,799
45,889
5.902
15.225
12.500
4:235,394
1:164.000
951,960
2:76^,800
K71.309
480
64.000
Rs. -11:163.394
No impedimento do escriv3o ,
O." escripturario ,
Manoel Antonio SimOes dt Amaral.
DIARIO DE PERMAMBIICO.
A OPPOS1CAO EM DELIRIO.
Todos tero observado, que na imprensa op-
posionista ha seus momentos de pausa ; mas,
em certas conjuncluras, manifesla-sc ntlla
urna especie de furor porque tudo combate
sem systema o sem que se mostr haver nossas
exarecbaces motivo algum comprcbcnsivel.
Entao atirao-te com urna violencia desusada ,
os seus directores contra quantos suppem elles
seivir de estorvo aos seu* Aonsofins: urna es-
pecie de hydrophobia que ou lenha sua causa
na anthipatia ao ouro e a tudo que orea por
interesse ou na verdadeira repugnancia a vida
fastiosade quem nao tem parte na alta direccao
dos negocios pblicos desojando servir a pa-
tria em elevadas funeces qualquer que teja
em fim a sede da molestia ella apparece em
cortos periodos ainda que com algumas modi-
icaces em seu carcter. Em laes circunstan-
cias constante virem luz pelos prelos da
corte alguns artigos, redigidos com arrebi-
ques de imparcalidade que por si se esto de
clarando nos quaes faz-se frca sempro em
conclusao com a demissao do actual Exm. pre-
sidenle de Pcrnamhuco : entretanto a impren-
sa provinciana vomita lavas de peconba contra,
os ceos, e a (erra por o mosmo motivo em
quo martcllao ha tanto tempo dous mingua-
dos AlsidoseTheseo. Verdadeiros monarchis-
tas e governistas, o Sr. Barao da Boa-visla
a podra de escndalo estos mimosos da pro-
vincia que nelle teem a razao de nao se acha-
rem pondo e dispondo d'esta parte do Brasil ;
inculcando se pessoas de decidida preponderan-
cia ante e governo de sua magestade imperi-
al paro o aconselharem muito para o bem de
todos, com abnegaco singular do su interesse
privado. Cirquemo-nosao objecto que leva-
mos em mira. ltimamente bem sabido ,
que no Rio de-janoiro foi trazida discusso
da imprensa a caneada inconveniencia da con-
servacao do actual presidente de Pernambuco ,
dando-so repetir.> dos mesmos motivos tan-
tas vezes apresentados, e combatidos que s
pdem hoje provocar o escarneo. Por aqui a
itnprensa da opposicSo segua marcha para a
sepultura oceupando-se em bufoneras pro-
prias dos escriplores d'esse circulo esenpto-
res que levantariao um padro de desdouro a
esta bella provincia so suas producres podes-
sem sobreviver 6 hora de seu nascimento, ou
em transcrever discursos do anuo passado na
tribuna brasileira luios, ha muitos inezes, e
ja esijuecidos e sem interesse para mnguem.
De repente sabio o principal orgao desse ludo
do seu torpor, masapresontou-se d'esta fei-
ta de modo sem exemplo e to extraor-
dinario quo nos leva concluir a alie
nucao mental dos seus directores. Comecoit
dar, em companhia aos massanles discursos ,
que ainda transcreve artigos de fundo s
du/as, sobre sedulas falsas, que diz, nos teem
posto no mesmo estado em que a Franca vio-
se com os assignados, sobre juramentos de em-
pregados pblicos, e com as suas perguntas in-
teressantes ; mas om compensadlo mingua
de ideias d'esses artigos, que se vao decuplando
sobre as mesmas materias toda a trovoada
contra as autoridades da provincia e o gover-
no Causa riso ver como sobre a cousa mais
frivola, e pueril, apozuoia muito mesquinha,
e inopia argumentadlo estoira um terremoto,
ou innundacao ( como quiztirom ) de palavras
companudas com o que va tudo raso quan-
to ha sobre a trra! Patria liberdade go-
verno ministropresidente arbitrario re-
organisadores os os vocabulos, que se a-
balroao passando da phantasia dos escriplores,
de que nos oceupamos, para o papel, e sob quo
gome o paciente pblico. Ascosos esses escrip-
tnscom a lnguagem a mais despejada e in-
solente elles teem agora frequenlcmento um
final, que poe remato tudo, e um emprasa-
mento para o valle de Josaphat, ou para o jui/o
finaLtodos os que nao sao aditados com perten-
ceresso bando esto ja minios ve/os notifi-
cados para o dia da geral punico, com que nos
ameacao esses coripheos Em Pernambuco
nunca se vio urna extravagancia d'estas c qual
pde-se supprseja a razao senao delirio re-
matado ? Nao claro quo a loucura apode-
rou-so d'cssas cacholas em que lo fcil Ihe
foi enraizar? E corno poderemos oceupar-nos
em responder a loucos eimbeceis? Nao,
o diaiiio oe PERNAMBUCO oceupar-se-ha em
objectos mais dignos de attent ao, com os quaes
nem Crsssrs a ic^ms da decencia peni
podora ser envolvido na mania dos escriplores
da imparcial. Pdem por tanto dcsenloar,
como Ihes parecer : esbravejom nsultem
vontade : o diario nesta parte nao Ibes da-
r rosposla ; masa provincia Iba dar comple-
ta no despreio merecido. Pernambuco nao so
entregar discripcao de meia du/ia de hone-
cros, instrumentos dos que se querem felici-
tar galgando sobro os outros ; os Pernam-


y.
himnos nao hito de servir de (legraos dous
h >mons que so procurao mamar com os seus
asalariados, que vivem de toda a sorte de
um anno outra idntica nossa s para o reino
de Portugal de que o hispo de Cabo-verde
r.Gcancia
i
Tir irnos mais alguns nmeros do Periodico-
dos-Pibres-no -Porto que alcaneiio a 27 de
Janeirop. passado. As noticias de Lisboa,por elle
dadas chegao a 21 o as de .Madrid a 18 do
mesp.io me;.: adiantio por cunseguinte aquel-
las smente oito dias s que recebemos di-
rectamente.
Eslava annunciado para esto porto o brigue
Marta-feliz chegado ltimamente iquelle a
sabir at o di i lo do fevereiro.
Na cmara dos deputados em sessiio do dia
20 de Janeiro fui approvado o projecto da
coinmissfio de res posta ao discurso da cora, por
80 votos contra 22. N'essa oceusio houvo na
mesma enmara um desaguisado entre os depu-
tados Jos Bernardo da Silva Cabral irmSo do
ministro do reino I) Joao da Tapada e Ga-
viao em r.izao de ler este concluido o seu dis-
curso di/endo Nao faco guerra prin-
cipios ncm a homens, mas trrada admi-
nstracao do governo ao que o ministro do
reino o seu irmao drAo apoiados irnicos ,
eseguindo-so a isto ditos pirantes entre este o
aquclles deputados, desalirao se ; e c ao sa-
bircm, forao-se s uiaos, entreportas, os depu-
tados Silva Cabral o D. Joao que forao se-
parados pelo ministro do reino o outros de-
putados que all aecudiro : mas (carao desa-
liados o mesmo Silva Cabral o o deputado
Gaviiio para um duello. O Hespanhol Olosu-
ga parece que fura testemunha d'esta scena ,
porque se achava na tribuna diplomtica.
Da Hespanha a noticia mais importante 6 a
entrega do Figueiras deque publicamos em
lugar competente documentos ofliciaes.
Parece, que a rninha Christina ao regres-
s;ir a Madrid, faria caminho por Barcelona e
Valencia.
Em Madrid na cidade, Olosaga obteve
2000 votos, e Martnez de la llosa 1000 ; os
outros candidatos e deputados, e senadores em
proporcao.
de 8,000 barricas pouco mais, ou mente no dia 3 do corrente o patucho Minerva
menos. recebe nicamente passageiros e escravos :
o presidento e do que recebi agora os estalu- Gonebra Vendeo-sc a 3^000 reis a duzia de os enhorca passageiros queirSo ir satisa/.or
botijas. suaspassagens para selbeguardarem os tommo-
Vinbo champagne dem de 17ji 22 reis dos; trata-se com Manoel Joaquim Pedro da
Correspondencias.
Snrs. Redactores. Nao posso deixar de
rectificar o que crticos mal informados dizern
sobre u sociedad', da F ; e Ibe rogo o favor de
publicar, as seguintes informaces.
Qualquer pessoa pode cstabeleccr a assnciaT
C.ao da F ondeo governo Ih'o nao prohibir,
com a simples clausula de tero beneplcito do
prelado ordinario da diocese.romo expresso nos
breves pontificios a tal respeito; porque n'isto se
nao etreo autoridad, nem acto do jurisdic-
vao. Assim coma simples permlssao do car-
deal patria relia, eu mesmo fundei em Lisboa ,
fui 4 anuos o chefe do (al associafo, empre-
o que deixel, na minlia retirada, outro his-
po. Chegado aqu, querendo cstabelecer no
Brasil a mesma sociedade, comecei por pedir
necesaria licenca: e tendo partido o prelado
para o Cear a concedeo o seu delegado por
escripto, com elogios e desejos de prosperida-
de. Nao contente com este cunipriinenio da
regra e persuadido que se o prelado se p<>-
sesse a tof'ta da sociedade ella ira com mais
rpidos progressos, fui na volta de S. Ex. Um.,
ao seu palacio, e lovando-lhc os estatutos, e
algn* folhetos dos annaes, ii<- ptopuz com
repelidas instancias isto mesmo, e at me oiTe-
reci a ser um da direccao, que elle quizesse
(orinar de baixo da sua presidencia. Bespon-
deo-me constantemente, que no se poda cu-
can egar disso que eu ines iiikii este negocio, e que fitesse o que podes-
se. Nao houve outro resultado, quando com
outros nmeros dos annaes Ibe mandei a bulla,
em que o actual papa recommenda esta associa-
fo lodos os bispos do mundo.
Desgostoso da lentido, com que ella aqui
progredia me agradou o novo plano que al-
guem me propot, isto de alimentar a i Bra-
sil onde anda ha povos a instruir e civilisar.
Na primeira junta que para isso oi feita ,
senomearao commisses dedousdos presentes
para cada urna das autoridades, ccme;ardo
pela do prelado diocesano, por se tratar de
materia religiosa e S. Ex. Rm. rospondeo aos
cominissarios lili. Gama e Joaquim Barrete,
que louvava muito, e approvava a nossa deli-
berafo C.c. Tratou-se depois da abertura, e
nomeacao da direccao: tornarao os mesmos
commissarios ir dar-lhe parte. Repeli as
mermas approvacoes e iouvores o offerecl-
mentos para ludo o que d'ellequitessem. Isto
mesmo me repeli S. Ex. o at offerecuo di-
nheiro, e a sua penna, mostrando-se mui con-
tente Cvii esto cstabelvCiroc-Do, Du cuuuuiro ,
que tivemos em 8 do dezembro, quando me
perguntou o estado do negocio o eu Ihe con-
tei a elcico dos directores, feita cinco dias
antes.
Em urna palavra os bispos de todo o mun-
do oceupados com outros negocios, incumbem
isto algum eclesistico grave ese limitfio ;
publicar pastoraes, e a recommendar aos*pa
rochoi a extenso da sociedade como se v dos
mesmos annaes. Eu Lisboa se cstabeleceo a
tos e 4 nmeros do seu jornal. Ja temos
bastantes divertimentos e evitemos mais esta
intriga, -ou, Snrs. Redactores, seu cons-
tante leitor eobrigado servo.
7'homaz, hispo.
Snrs Redactores. A fim de que o pblico,
e especialmente os herdeiros do finado Ijeao Jo-
ao da Silva da Fonscca conheco, que o ineu
annunclo relativamente a avalacjio da fazen-
da daquelle finado encravada dentro do termo
de Cimbres, por (Icar i quem do Biachao, fei-
ta pelo juiz municipal supplente do termo de
Garanhuns, foi escorado com a verdade, eco-
nhecimento pratico, que tenho dos limites do
meu termo segundo a altima resolucao man-
dada cumprir pelo general Luiz do Bego (Jar-
reto, queir Vs. ms.'fazer-me o especial favorde
publicar o documento junto com o que muito
obrirfaro ao seu mallo respeitador, e obrluadis-
simo creado Leonardo fezerra de Seque ira
Cavalcanti. Pesqueira "2i de Janeiro de 18ti.
O juiz municipal supplente do termo de
Cimbres, Leonardo Bezerra do Sequeira Caval-
canti, pede ao snr. secretario da cmara mu-
nicipal domesrno, que, revendo os seus livros
de registos, Ihe d por certido o tbcor da re-
solucao mandada observar pelo general Luiz
do Bego Brrelo, em 1819, acercados limites
destecom o termo da villa de Santo Antonio de
Garanhuns: tudo em modos que (ac f ; pelo
que R Me.
Certifico, que a resolucao, mandada ob-
servar pelo general Luiz do Bogo Barreto, de
desoll degosto de 1819, tendentes linha di-
visoria desto termo com o termo da villa de S.
Antonio deCaranhuns. do theor forma, e
maneira seguinte, sem cousa que duvida faca
Copia do ofiicio de S. F.x. de 18 de agosto do
1819, tendente a linha divisoria do termo des-
ta villa e de Garanhuns. Depois de ler pro-
cedido aos necessarios exames, tenho resolvido,
que de hnje em dianto fique sendo a linha divi-
soria entre os termos das villas de Cimbres, e
Garanhuns, a mesma que est dada econheci-
da por tal at agora com advertencia que no
lugar do Biachao devo servir o mesmo Biachao
de divisa; e desde as suas nascentes at a (a-
zeeda do Retiro do Jernimo Vieira Cinto, em
cujolugar, e (Tclle para osul, pertencem as
duas margeos villa de Garanhuns: o que (ac
saber a Vs. ms., para que fiquem na in-
telligencia de assim o havorem por determinado,
e de assim o cumprrem. Dos guarde a Vs. ms.
Becife 18 de agosto de 1819 Luiz do Reg
llarrclo Snr. juiz ordinario o mais olliciaos
da cmara de Cimbres. Villa de Pesqueira 'H
dejaneiro de 1841. Em teslemunho de ver-
dade O secretario da cmara Francisco
Malaquias Soares Giesleira.
Eslava reconhecido.
tnt.
%j
Alfandega.
''endimento do- dia 2.......... 5:135*196
Desearregdo koje 3.
Barca Elisa Johnston diversos gneros.
Brigue /llhina Clara diversos gneros.
Brigue folla cannos de ferro.
Brigue sueco Julie lijlos,
laiua Espirito-Santo eixos e rodas
d'arcos de pao.
Brigue Coloml/o sal.
eu w:.v no iikcii'k 2 uk m.\iigo DE 18U.
Revista mercantil.
Cambios Tom havido tranzacoes a 25 '/ d ,
mais a maior. parle forao effectuados
a 25 */ d por 1 s reis.
Algodao As entradas forao regulares e s,s
vendas de 5*200 a 5*300 reis por (g>.
Assucar As entradas continua) considera-
veis e as vendas al* reis sobre o
Ierro o bronco e 900 reis o mas-
cavado.
Couros Frito menos procurados e apenas
nlcancao 4*160 por @.
Agurdente caxaca Vendeo-se de 38* 43*
reis a pipa.
Bacalho Nao houverao entradas, e o deposito
pouco mais ou menos de 1,800
barricas.
Bolaxa Vendeo-so de 6* 7* reis a barrica
da ordinaria.
Carne-secca Entrou um carregamento de
Buenos-Ayres, inclusive o qual o de-
poziiO c o j^vuu Grrow*, ven-
das teem diminuido, alcancando a do
^ Rio-grande 2*720 3*200 reis e
a de Buenos A y res de 2*150 2* 500
reis por (G>.
Carvo-do-pedra Vendeo-se a 9i000 reis o
quintal.
Farinha-de-trigo Nao houverSo entradas e
a venda notada na revista passada
nao se concluio: sahro para Mara-
nbo 1,450 barricas, e o depozitoc
Cosa na ra da Cru/. n. 51.
- Para o Cear pretende sabir at 15 do cor-
3 rente o patacho S. Jos vencedor ; quem no
1 mesmo quizer carregar ou ir de passagem di-
12 rija-se ao Forte*do Mallos a fallar com Manoel
4 de Sousa Coulo ou com o meslre do mesmo.
SjCCS.
a du/ia de garrafas
Embarcaccs existentes no porto.
Austracas........
Americana.........
Brasileras...... .
Dinamarquezas. ... ...
Francezas..........*
Hespanholas.........2
Ingle/as..........8
Napolitana. 1 Russell Melfors & Companhia larao lei-
Norueguenso ... 1 ''"' Por ntervenrao do corretor Oliveira, do
Oldemburgue/.a ... 1 grande variedade do fa/endas inglezas, de la ,
Oriental ... 1 nho. algodao e seda as mais proprias do
Portu'uezas ... 4- i increado e algumas das quaes serao vendidas
Sardas 3 I por baixos procos ; auarU feira, G do corrente
Suecas ... ... .3 s 10 horas da nianhaa em ponto, ni seu arma-
/.em da ra da Cadeia.
C) corretor liveira far leilao da excel-
lente mohilia (inclusive um dos melhores pia-
nos de Broadwood, que a esta cidade leem vin-
do) um lindo carrinho e dos primorosos v-
nhos perlcncentes a um sr. negociante inglez ,
prximo a retirar se para fura do imperio ; na
casa da residencia d'este, na ra do Hospicio n.
6, e no dia prelixo que se annunciar.
llovimento do Porto,
Navios entrados no dia 1.*
Porto; 27 dias, brigue portuguez Importador,
312 toneladas capilao Jos Francisco Car-
neiro equipagem 18 carga lastro d'ara :
passageiros, Thomazia Mara de Jetas 2
meninos e t menina menor, Portugue/es
Valparaizo ; 7." das brigue inglez Melcolm ,
de 267 toneladas capilao James Melcolm,
equpagem 13 carga cobre : passageiros,
Marnslnss Jords, e Dovia Ross, Ingleses.
Navios sahidos no mesmo dia.
Maranhao ; brigue-escuna brasileiro Laura ,
capilao Luiz Ferreira da Silva Santos car-
ga varios getirros- : passageiros, Dr. Henri-
que Jorge Bahello, e sua senhoia um cria-
do, e 3 escravos, Francisco Joaquim de Cas-
tro Belfort, Brasileros Francisco Seflroy ,
Francez o urna escrava.
Canal inglez ; brigue inglez. Oypsy ca-
pitao Wliam Taylor, carga lastro, o 60 ca-
xas de assucar.
Liverpool por Mace; brigue inglez Jone, ca-
pitao Jorge Martel, carga lastro, e 50 caixas
de assucar.
Navio entrado no dia 2.
Assn; 12 das, brgue-escuna brasileiro lien -
riqueta de 139 V toneladas capilao Do-
mingos Antonio de Azcvcdo, eiuipagem 11,
carga sal, e palba : passageiros Francisco Jo-
s Pe re ira e Miguel Ferreira dos Anjos ,
Brasileros.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio-grnde-do-sul ; brigue brasileiro Feliz-
/Vfi'no,capit:io Man le Pereira de S, carga
varios gneros : passageiros Antonio Real ,
e MalliPiis Fernandos, Hespanhoes, Luiz de
Carvalho Portuguez e 16 escravos en-
tregar.
Triestre; barca sueca Fnnocence, capilao A. E.
Engstn carga assucar
Prlos do norte ; paquete de vapor Todos os
Santos, commandante .1. H. Oem : passa-
geiros Jos Sergio' Ferreira e 1 eseravo ,
Francisco Theotonio da Cruz Manoel Jor-
ge da Costa Velloso, Fr. Antonio do S Den-
t Nunes, Fr. Francisco de Santa Marian-
na e t eseravo, Brasileros, M.' Manjan
Daniels 2 lilhos menores, o 1 eseravo, In-
glezes, Francisco Jos Goncalvcs de Niacedo,
Portuguez.
As ; brigue brasileiro Americano-feliz, ca-
pitn Jo5o Antonio Gomes carga lastro.
Parahiha ; lanxa brasileira Santa-Cruz ca-
pilao Joaquim do Oliveira carga varios g-
neros
Avisos diversos.
LOTi:itIA
DAS
Memorias Itistor cas
PltBMTO GRANDE 8:000x000 l\S. !
As rodas desa lotera an-
dia
bi-
nas
sao
do impretipivelmente no
12 de marco p. I. c os
Hieles acho-se a venda
mesmas lojas em que
vendidos os da lotera do
thealro.
Na loja de cera aborta ltimamente na ra
larga do Bozario n. 32 tem para vender bixas
e tambem so alugao bixas de
geiras no seu pegar a 320 o
lleclaracoes.
- O hiato S. Jos Flor-do-mar recebe a mal-
la pora o Cear boje ( 4 do corrente ) as 2 ho-
ras da tarde
PUBLICAQA L1TTERARIA.
Acaba de ser publicada urna breve e bem
resumida instruccSo dada por um professor de
latn a seus discpulos ; a qual tem por fim
preparal-os para entraren na composicaodo
discurso ou seja compondo-o em latim ou
traduzindo-o em portuguez.
A brevidade, o claresa bem s deira vir
neste folheto ; bem como a utilidade que
d ello resultar para os que quizerom bem com-
prehender as linguas latina e portugueza.
Fsle interessante lolheto se acha venda na
loja de livros da Praa-da independencia n.
10, 11 pelo mdico preeo do urna pa-
taca.
.*r?T--f!Cf!l
SSSBBBBH-.'
rjw*'n-'~ac'^'
avisos raarifirnos.
Vm*>
Para o Uio do-januiro sabira iuipreleiivel-1 reiro n. 3,
hamburguesas
Lisboa muito
a 400 rs.
Precsa-se do um bom cozinheiro ; quem
estver nesta circumstancia dirija-se a ra da
("adeia-velba n. 52.
D-se dinheiroa premio com penborcs de
ouro mesmo em pequeas porces : na Ra-
nova n 55
= Aluga-se urna casa de sobrado de 4 anda-
res na ra do Trapixe-novo o outra dita ter-
rea na ra da Solidade; trata-se na ra da Au-
rora n. 58.
= D -se a quantia de 700.) reis a juros de 2
por /o ao me/., sobre alguma casa terrea livro no
barro de S. Antonio ; quem os pertender, di-
rija se a Rua-direita n 3, que l se dir quem
os d.
ss Cjuem tiver o Peregrino da sfnterica ,
que queira vender, anda que seja usado : an-
uuncic por esta flha para ser procurado.
= Anlonio Bacon retira-se da provincia.
= O actual chele intarino da polica desta
provincia Caetano Jos da Silva Santiago em-
barca para o Ro-grande-do-sul seu eseravo
Fredcrico de nacao Angola.
= O abaixo assignado faz publico pelo
presente, que, tendo constituido por seu bas-
tante procurador nesta cidade, para tratar as
suas pendencias judiciarias ; e qualquer, que
por sua ordem ouver de fa/.er-se ao snr. Bodol-
pho Joao Barata de Almeida o que teve lu-
gar no dia 15 de julho do 1843-, tem por tal
motivo tornado de nenhum efTeilo. e como que
nunca exstisse qualquer orocuracSo que an-
teriormente a esta data havia constuido qual-
quer outro procurador, em virtude do que
previne particularmente aos snrs. escrivaes dos
auditorios civel crime fa/enda eorphSos,
queso o dito Barata tem poderes para assig-
nar quaesquer papis', termos, &c. Do-
mingos Antonio Gomes Guimaraet.
= Da-so 900,000 ou um 1:000 000 rs. a
juros com firmas que agraden ou hypotheca
em casas: na ra do Costa n. 6.
= Jos Francisco de Azevedo Lisboa vai ao
Ri= de -andr.
Terca feira, 5 do corrente pelas 4 horas da
larde, na porta do doutor juiz do civel, Jos
Nicolao Rigueira Costa no pateo do Hospital
do Paraiso se ha do arrematar, de renda trie-
nal a casa de sobrado de 2 arrdares e sotao ,
na ra estreita do Rozario n. 24.
Urna pessoa, a pouco chegada nesla cida-
de se olTerece a ser ama de qualquer C8sa de
lamilia ou homem soltoiro ; quem a preten-
sa der, dirija-se ao heco confronto ao do Careo-


Quem annunciou querer comprar urna
morada de cas3 < in Ulinda querendo una na
ra doJogo da bollan. 1 dirija so a mesma
casa.
Precisa-se do um menino de idado do 12
a 16 annos para estar- cm urna casa do um lio-
mern solleiro, lmente para alguns mandados,
daodo-so o sustento o vosluario ; quem estiver
fiestas circumstancias, annuncie.
Os snrs. carregadore do ltriguc Tti-
iimpho-americano querao levar os conheci-
RlCOtos, na ruada Lriu n. 23 a fim de se
concluirem os maniostos; igualmente os snrs.
passageiros do mesmo brigue devero realisar
su;is passagens o quanto antes.
= Na ra do Mo'ndego casa n. 85 ha
urna e*cola de primeiras ledras para meninas,
ondecom omaior esmero o pcrfelgSo ensina-
so grammatica portugueza fazer llores bor-
dar do linda ouro froco, o matizo!, c mar-
car de difieren tes modos; os pais de familias,
que andedlo o adiantamento Je suas fillias pu-
dem dirigir-se a casa a cima mencionada
= AlexandroS. Martin vai para a Franca.
O Sr. Manoel Jos dos Santos Jnior di-
v rija-seo ra da Cadoia do Recife n. 39, para
receber urna carta vinda do Po.'to,
Alugao-so dous moleques de 14 a 15 an-
nos e pretos para todo o servico ; quem os
pretender, dirija-se a ra lo Vgario n 8, se-
gundo andar, ou na venda do Pontes, que
dir quem os tem.
OITereco-se um rapaz Brasileiro caza-
do com um filho, para cnsinar primeiras lel-
tras principios de grammatica latina e m-
sica para lora desta cidade ou engenho ;
ja-se a Rua-nova n. 8, ou annuncie sua mo-
rada.
P'ecS3-se do urna ama para casa de pou-
ca familia ; na ra do Noguera defronte do
sobra lo de um andar n. 40.
Precisase de um rapaz Portuguez de
14 a 16 annos, que tenba alburno pralica de
negocio para ir ser caixeiio ern Nazarcth ;
na ra Jo Rozario n. 39.
Arrenda-so a propriedade de um s an-
dar, sita na ra da Sen/.alla-nova n 37 com
quintal, e cacimba, com commodos para gran
de familia sotao para dormirem pretos, in-
depondentc do dito andar por ficar no esca-
da ; a tratar com Antonio Jos Coelbo do Ro-
zario no seu armazcm de movis na ra da
Cruz.
= Na casa de pasto da ra do Torres, n.
20 precisa-se de um hbil cozinheiro ; quem
estiver riestas circumstancias dirija-se a mes
ma ca*a que achara com quem tratar.
= Precisa-sede um padeiro que enlenda
detrabalhar em masseira tanto em p3o com
em bolaxa c que seja bom forneiro ; quem
estiver nestas circumstancias, e quizer ir para
Macei, dirija-so oo escriptorio de L. G.
l'erreira & Compendia para tratar do ajuste.
Quem annunciou querer comprar urna
casa terrea em linda dirija-se a Rua-nova ,
loja n. 35.
= Precisa-sede um rapaz Portuguez, de
15 a 16 annos, para caixeiro de urna venda ,
preferndo-sedoschegadosprximamente, ~uem
estiver nestas circumstancias annuncie.
= Urna mulher parda de bonscostumes se
olTerece a ser ama do urna casa de homem sol-
teiro ou estrengeiro ; quem de seu prestimo
precisar, dirija-so so cateo uo Carmo, sobra-
do do um andar, que faz esquina para a tra-
vessa do Sarapatel, n 3.
- Aluga-se urna casa terrea atrazda matriz
da Boa-vista n. 20 com grandes commodos ,
e quintal tambem bastante grande ; a tratar na
inesma ra n. 22.
CLLEG-IO-S -ANTONIO.
=3 As matriculas para os cursos de geome-
tra philosophia rhetorica geographia o
historia, comecao neste collegio no da 11 do
corrente marco eestao abertas al o dia 15 .
em que principiar o exercicio das aulas de
cada urna destas disciplinas O director. Rer-
nardmu Freir de Ftgueirtdo Abreo e C>$tro.
A pessoa que tem negocio a tratar com
o snr. Joaquim Rodrigues dirija-se ao pateo
de S. Pedro n. 3 sobrado de urn andar com
varandas de pao das 6 as 10 horas do dia e
das 4 as 6 da tarde.
= Tendo-se perdido urna carteira sexta
feira primeirodo correr.lo ondealmde mais
papis que existiao dentro tinba 4 lettras
saccadas por Antonio Muniz Pereira e accei-
taS por Domingos Alfonso Trreirt, da quan-
tia do 705,250 rs. cada urna, duas vencidhs om
30 Janeiro ue 1814 c duas a vencer-so em
3U de Janeiro de 1845. e todas eslao assig-
nadas pelo dito Muniz Pereira visto tel-as
traspassadoem negocio que fez ; o ochndo-
se prevenido o acceitante a nenliuina pessoa
podis servir ditas lettras por isso rogase a
quem as tiver adiado de as entregar na Pra-
= Perdoo-se um cachorro inglez cor de
rato, e raspado, corpocomprido, epernas cur-
tas; quem o achar, leve a ra da Gadeia do Ro-
cilc n. 39, cm casa'Je Russell Mollors& Com
panhia quesera recompensado.
D-se dinheiro a premio sobre penkores
de ouro o prata o nesmo sobre firmas da-
se lodaa quanlia.queos pretendentesquizerem;
na rui eslreita do Rozario segundo andar do
sobrado onde mora o doutor Raptista.
Procisa-sealugar um moleque sapateiro;
na ra de Hortas n. 8.
= Fernando do Lucco na ra da Cadeia
n. 16, avisa aos seus freguezes e ao publico
em geral, que tem um sortimento completo de
todas asqualidades do vinho assim como ex-
cellenlo vinhode Madeira-secca Chcry, Por-
to d'c.. vinho de Bordeaux em quarlolas por
55.000 at 75,000 rs. S. Julun S. Eslepho
Mcdoc ern caixas de urna duzia de 4000 at
12,000 rs. ; tambero se vendo vinho engarra-
lado cerveja superior, cognac, o outros mui-
los gneros por prego muito commodo.
Bernardo Fernandes Vianna embarca pa-
ra fura da provincia a sua escrava crioula de
norne Rila.
=s Alugiio-se as lojas do sobrado n. 1 da es-
quina da ra dos Quatro cantos na cidade de
Olinda ptimas para venda ou outnqual-
quer estabelecirnenlo ; quem a pretender di-
ririja-se a ra da Cadeia loja de Jos Gomes
Leal.
= Deseja-se fallar ao snr. Francisco Ma-
chado Brindeiro natural da Ilha-terceira ,
chegado i esto cidade a 20 de novombro de
1843 : nesta typographia.
= Quem tiver urn escravo quo seja bom ,
c sem vicio algum querendo o vender diri-
superior a 2i0 rs. o todos os mais efeitos por
preco muito commodo ; na venda de Francisco
Simos da Silva.
Vendem-ST moias de seda preta do peso
para senhora e meninas do 6 a 12 annos, lio -
tins de duraque com ponta do couro de lustro ,
para meninas sapatos o botins de liczerro pa-
ra meninos de 6 a -12 annos ligas do seda pa-
ra senhora suspensorios do seda para meninos,
sarja preta. azul e rouxa superior, do Lis-
boa pontes de fe Jiar, do marfirn e chifre,
meiasde lila para doentes, sendo para homem
e senhora, luvas de Ida facas de marfirn c oco
para fechar cartas conloes para esparlilho, di-
tos pretos para borzegiiins linhas de marca
em meadas de Lisboa oculos de armacao de
tartaruga muito bom leitos e com asteas do
prata c tambem de ouro, e um sortimento
do vidros para oculos ; na ra da Cadeia do
Recife n. 15 loja do Bourgard.
lissimos padrdes a 4000 rs, a peca com 8 varas;
e meias c a vara a 560 rs. mursolina a ~-0
rs. o ou I ras fazendas por por prego com mojo-
na ra do Cabug loja de Antonio Rodrigues
da Cruz.
= Vendem-se velas de espermacete em cai-
xas de 25 libras; lonas da Russia piimeira
sorle ; e farollo novo em saccas de 3 arrobas
cm casa de H. Medrlens, na ra da Cruz n. 46.
= Vende-se urna canda nova para abrir ;
na ra da Praia do Fagundes serrara n. 23.
= Vcnde-se urna ptima escrava de naefio
de bonita figura com algumas habilidades <
muito propria para o servico do campo; na ra
estreita do Rozario n. 3V, primeiro andar.
= Vende-se Jacaranda superior chegado do
Rio de Janeiro podras de marmore redondos
para mezas de mcio de sala, de muito bom gos-
to ditas para commodas cadeiras america-
nas com assento de palhinba camas de vento
ja-se Praca da independencia loja n. 21
na mesma precisa-se do urna ama para casa de
pouca familia que nao seja moca.
A oflicina de encadernacao, que o pa-
dreF. C. de Lomos e Silva dirige na Rua-hcl-
la n. 45, acha-sc provida de ricos ferros* de
dourar magnficas placas de relevo e excel-
entes couros o marroquins de todas a cores,
com o que pude executar as mais elegantes on-
cadernaedes que se exigirem quer nleirus,
quer cartonadas e o novo processo, que em
prega noapplicar, e bruir o ouro torna o
suu dourado de una permanencia infallivel. A
mesma oflicina se encarrega tambem de bro-
char quaesquer obras impressus, com a perfei-
cao que conbecida do publico, o a um pre-
go moperado.
Vcnde-se muito boa sarja preta hespa- com armago marquesas, sofs, mezas de
nhola propria para a quarosma veos pretos, jantar camas de vento mui bem felas a 4500,
chales e lencos do seda, e de garga, ricas man- ditas de pinho a 3500, assim como outros mili-
tas matizadas de todas as cores boas sedas pa- tos trastes ; pinito da Succia com 3 pollegadas
ra vestidos cortes de dita fazenda superior de grossura, dito serrado dito americano flores para chapeos um completo sortimento di floren les larguras o comprimentos ; assim
de calcado para homem senhora e criancas, como travs de pinho e barrles ; na ra de
cambraas adamascadas por muito barato preco, Florentina em casa de J. Rcranger.
lindos cortes do chita ranceza ditos de cas- _____________________________________,
sa longos pretos para gravata chapeos do -^ f* i
inassa francezes ditos do Chilo ditos de SCraVOS lUglflOS
chuva brins para caigas ricos cortes de col---------------------------------------------------------
leles pretos e de cores, luvas do pellica para Fugio no dia primeiro de marco urna
homem e senhora. ponnos finos superiores, negra de nagao Loanda donme Felicia, le-
bons para homem e meninos, do melhor Vou cabeeao de cassa do listras fina com hijo no
gosto, c otttras muitas fazendas, lano in- (8n,0 t vestido de cliila azul feilosaia, e urna
glSzas como francezas de bom gosto. o bara- dita branca por baixo altura regular, cara
Compras
^Compra-sealgumaporcSodecobre para troco
a 6 por cento; atraz do theatro, armazem de ta-
boado de pinho.
= Coinpra-se um pao para tipoia mesmo
com armacao ; quem livor annuncie.
Comprao-se duas voltas de Iranselim fino de
ouro, e sem feitio, c urnas (velas du suspensorio
com corrente de prata ; na ra de S. Rita-no-
va n. 91.
= Compra-se urna cerrentc de ouro sem
feitio ; 1 diccionario Magnum Lexicn, e urna
fbula de Phedro em ineio uso ; quem tiver
annuncie.
w u n un
5* VENDE-SE a linda fazenda Rainh*
da India nunca vista em Pernainbuco o mais
rico, qu pode ser, e tem mais de urna vara,
do largura sendo toda de listras, e todas oscu
ras, de seda e tambem algumas pecas claras;
esta nova fazenda torna se muito cornmoda em
consequencia de ter urna largura extraordinaria,
e por isto serem precisos so seis covados para 1
vestido s thIo o prego muito diminuto que
animar os compradores; na ra do Gabug ,
loja de fazendas inglezas, e francezas de Perei-
ra & Guodes ns. 4 e 6.
Vendo-se urna casa terrea em chaos pro-
prios e quinta! murado m ua ue o. ionio i
m Olinda ; na ra larga do Rozario, loja de
meudezas n. 20.
Vendcm-se ps de caf em viveiro, a es-
colha doemprador, a 4000 rs. o cento; a
fallar com Manoel Luiz da Veiga, ou com seu
filhoJoao Antonio da Veiga.
= Vende-se urna negrinha crioula de 12 an-
nos muito propria para casa de familia para
ser educada em ludo que se qnizer ; tambem
se troca por urna negra de Angola sem ha
bilidades porque poro ir para o matto ; na
ra do Livramento. venda n. 24.
Vende-se urna negra do nagao moca ,
paga diariamente 400 rs. e ptima para
qualquer servico; no Atterro-da-Roa-vista n. 3.
= Vende se macairao a 120 rs a libra ta
Ibarini a 120 rs., vinho do Estreilo a 180 rs. a
i a Ja independencia ns. 13 c 15 que ser garrafa, dito de Lisboa a 220 rs. ; dito da Fi-
n-compensado.
gueira a 240 rs. amendoas a 160 rs. letria
to proco ; na Rua-nova loja n. 52, de Bo-
nifacio Maximianno do Matlos.
s= Vendo-se urna obra nova de Gazaniga ,
pelo preco de 12,000 rs ; na ra deQueima-
do n. 37 primeiro andar.
Vendem se garrafas vosias a 5000 rs. o
cente ; erva-doco nova a 2i0 cada libra e de
8 libras para cima a 7090 rs a arroba e urna
porgao do barricas vasias que forao do fari-
nha de trigo ; na ra do Rangcl n. 81.
Vende-se um bonito escravo de elegante
figura, pereito cozinheiro de forno e fogo ,
faz massas. e presunto de fiambre ; urna es-
crava de 20 annos, engommadeira, cozinheira,
e cose, tudo com perfeigfio; duas dita de 20 an-
nos engommSo cozinhao e sao quitandei-
ras; unta parda de 20 annos de elegante fi-
gura sabendo perfeitamente engommmar e
coser; um bonito moleque e urna mulatinha
de 12 annos; na ra do Fogo ao p do Roza-
ro n. 8.
Vende-se leite sem mistura das 6 as 7
horas a meio tusto ; no sitio que fica por
Jotra/, do sobrad do finado Montero aonde
tem candas d'agua.
Vendem-se nos Arrombados as madeiras
seguintes : caibros para cohortes e andamos,
de 30 palmos de comprido ditos de 25 tra-
vs de 25, 32. 34, 36 e 40 palmos e couto
em quadro cnchams de 20, 25 30, 36, e
40 palmos', miios travessas de 30 palmos, tudo
por prego comliiodo posto aondo os preten-
dentesquizerem.
Vendem-se cortes de ianzinhas para ves-
tidos de senhora do bom gosto e pelo bara-
to preco de 2720 rs. cada corte assim como
cortes da dita suoeror para meninas, nn'o ba-
rato preco de 1000 1200 e 1600 rs, ; na ra
do Crespo, loja u. 12, de Jos Joaquim da
Silva Maia.
= Vende-se um cazal de rolas
Ibas de um pardo com urna branca
com um filho do 8 das muito lindo
de Aguas-verdes n. 36.
= Vende-se um excellente carrinho chama-
do Phaetnn em muito bom estado com os
arreios o dous cavados brancos, oj sem el-
les; no Hospicio terceiro sobrado passando o
quartel, n. 6.
= Vende-se um moleque de 15 annos, de
bonita figura ; e duas negras de 26 annos; na
ra da Cruz n. 51.
= Vende-se milho em saccas de 3 quartas o
meias a 2000 rs. ; no armazem, que foi do
Joaquim Gongalves Vieira Gumar3es, delron-
tc Jo caes da alfandega.
=2 Vende-se urna casa terrea na ra da La-
sa-forte com quintal, cacimba bastantes ar-
voredos de fruto con a frente para o sul e
o fundo para o norte a qtinl foi do fallecido
Jos Francisco, por preco commodo; cm Olin-
da ra do Bom-fim n 22.
Ypnri c.co de cTT!e?v!c? doce no
escriplorio de L G. Ferrfira & Companhia.
= Vendem-se meias de seda para *>omcm a
1000 rs. o par, lencos de seda superior a 800
rs. ditos de laa para senhora a 610 rs. bi-
cos pretos a 180 e 240 rs. cortes de chita de
13 covados a 3000 rs. chitas francezas finas
a 200 rs o covado ditas escuras a 180 rs. ,
ditas encarnadas a 180 rs. cassas de listras, e
quadros a 200 rs, o covado camhraias de bel-
mistcas fi-
e eslao
na ra
comprida, representa ter 40 annos, tem a testa
encolhida nariz grosso o beico inferior ca-
bido pcitos pequeos c cahidos, andava ven-
dendo laranjase melancias em um taboleiro ;
roga-se as autoridades polirioes, e caplaes de
campo de a pegar, e levar na Trompe sobra-
do n. 72. que serio recompensados.
Em a noutede sexta feira 16 de feve-
rero forao seduzidos e furtados por pessoas ,
que segundo informaees, os lera ou deve-
ro levar para as bandas do engenho Apua fra,
ou Rio-ormoso os cscravosseguintes: Emilia .
ilo rinrfu) Mina baixa rosto comprido de
25 a 27 annos c nao tem signaes da naco :
levou diversos vestidos de chita brancos e de
riscados, o urna cria de 3 annos de nome
Querina nao anda anda tem a barriga
grande o pernos finas Aurelio, do naco Mi-
ra com urnas riscas perpendiculares no ros-
to barba serrada, alto, representa 48 a 50
annos, ps grandes c mettidos um pouco pa-
ra dentro ; levou calcas e camisa de algodao de
Minas, chapeo Je palha e camisa rola atraz;
gratifica-se com 100,000 rs. a quem osapprc-
hender, ou delles der noticias no Recife,
tua do Amorim n. 15 ou no sitio do snr. dos
mesmosNuno Mara de Seixas, o qual protes-
ta perseguir os ludroes, j conhecidos, com o ri-
gor da le.
s= No dia 25 do corrente inez ao mcio dia-
fugio da casa do abaixo assignado, urna escra-
va parda de nome .Margando que represen-
ta ter 45 annos bastante amarolla de frialda-
de rugas pelo rosto muito feia ar trislo-
nho com falta de denles na frente no quei-
xo superior urn tanto rhetorica andar va-
garoso levando todo o seu fato em um sacco
de algoddo da trra e no corpo levou veslido
de chita preta j bastante ruca chale de metim
de assento escuro com ramagom amarclla ,
costuma tambem usar de vestido de cassa bron-
co com vivos encarnados. foi vista no mesmo
dia nos Amigados seguindo a estrada do sul ,
de onde ella linda vindoa 17 do de/embro do
anno p. p. valcndu-se doannuncianle para
a comprar, a qual escrava do Joaquim Jos
Jacobina, morador em Porto-calvo devedor
do mesmo annunciante do que j-i fez parta
cipar por diversas cartas, nao s ao snr. da
mesma escrava como aos procuradores bas-
tantes do annunciante, os snrs. Angelo Jos
da Silva iinauM ern "orlo-calvo Vlanoei ri-
delis de Almeida morador em Queimadas,
em que fazia ver ao snr. da mesma escrava, que
so nao responsubilisava pela fuga dola visto
que tem costume andar fgida : roga-so por-
lanto a quem dola der noticias ou a pegar ,
haja de dirigir se ao annunciante ou a seus
iiastanlss procuradores a cima mencionados ,
quesera gratificado seu trobalho. Joaquim
Gonpalves Vieira GuimarUes.
= Furo no dia 28 do feverero. as 8 para as
9 horas da noute, um escravocrioulo de nome
Luiz o qual linda vindo do Aracaly para esta
praga remedido a Jos Antonio Basto le-
vou camisa o calcas de algodao, secco do
corpo e barbado ; quem o pegar leve a ra
da Cadeia quesera recompensado.
Rn"R ni Ttp. dbM, FdbFarta.184.


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