Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05055


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Full Text
Anno de 1843.
Terca Fera 19
de Setembro
ludo agora depende de nne mo, d. eoee,
l.nu.mo. como pr.nc.p.smos, e remo, .p,.d con, .dmira, .. enire .. N.'?. 1.1.
** (Proclamado d.
rflit p>>r .parid iM^Oi >tiaauj(i<
(rtu
INTERIOR
Anno XfX. N. 202
nue .w.crf~- r-
O Di.hi.i puhlmi-w tod/wns diti q'ie a 'm tona S-atileadn*: o pre;' {tare, he
0* tnnim.riiH lm ine>tnte< "ineidoe
(relie, oe doa que lo torea V, ras lo it* l) 'en p r lui'n Vi mtla** ;,ie dere ser diri-
gidas teilt Tip ra iIj Cfuf.es \. l-, ou iprata da I n leprndeacie ioj de lirue N. oeo.
PARTIDAS DtJSCORRElOS TERRESTRES
Une, e P.r.hybe, segando i, hv,.t. K,o brande do N .re, qun, (.....
Honiu. e Gertnhutn, a til e 24. 4U" leiras.
Celw lerintuem Rio rorm.so Orlo Cairo M.oeiA. e Me;oi no \ o H e 21
BoirUe Flore. ,it 2 i. Santo Vniio niataa feiraa Olinda todos oj din
DAS DA SEMANA.
18 Seg. i. Jote de Cuperlino F. Aud. do J. de 1>. o 2.?.
11 lei4. Janunrio H bel. And do J. de l). daj. .
SU VMr|, s ru.laquio M aud do J. de D. de 1 y.
21 Vu.ii. 4 i nalheoa p Evang.
21 S-. i. Mauricio M Aud do J. de D da 2. T.
2 S e Uno P. riel, aod do J. de D. de T.
21 )'>>. JSo>ba denhora dea Ubres.
...... }.......II i na
Cusios>u da lS de ."CBmbro eoaipra
Canthio obre Londra Ja. Oueo-.tuada de ft.eJU V "> *'u
,, Pana .1. 5 fenp.r .'raneo. a a a N. '-i'"-
Lieboa 41o por lOdepreeuo. a a da a.000 v,*00
PeaTa- ateedex '' 8
M.eda de cobie 2 por celoesefM I tO
le deletrea da h"e-"ri 1 J a i 4ir.i. M-u-ka.u *MU
PHA.SES DA LL'AMJ HEZ DE SEFTEMBRO.
Loa Cheia a S, l 1 horas e a- '< tarde I La nota a .3, > 2 b..rs e 50 m da larri.
Qutil. aing. 16, as 3 uurese 53 o ,1. i | j.jari oreao, a 30, ai il horas e l a da a.
Prcamat de hvje.
' eO doras t 30 a. da asnina. I i. a boteeeMa.de larde.
rende
t7 OJO
Vi 800
J 4 i 40
I '.'iu
i a4
hhs*
PAIWHUU DD N )RTR.
Oitcurso com que o Rxm. Sr. /'residente trino
a sessrl) dq amembla legislalira provincial.
(Continuado i|o n antecedente.)
Forca publica.
Guarda nacional.Nad Ignoiaifl, sonhnres .
que a.Fnr$a publica 011 a reuninft rte todos os
cidadafx rmalos em virtude da loi diidi-si'
naturnlmr>nt0 om parles d.;>linctas, diversa-
mo iteorjjanisadas si'iitido as librante* bs-
pi!ciis de iiiiiiiios do estad que ella tnm de
combaterou reprimir, e sam-is, Igqalmtnte,
que a guarda nacional, oti milicia cvica, he
aquella tiestas partes desuada essejicialmente a
sustentar a ordern publica o defender a cons-
tituicaeas leis contra os inimios internos;
auxiliando o exercito de linha em caso de RUer-
ra tMranxcira na delosa das fronteiras t"-os-
tas, sendo por elle auxiliada no interior quan-
do a audacia das laceos assim o exifre. A or-
ganisacad pois, o ludo que consi-rve a manu-
tenca o disciplina da guarda.nacional, nao so
na forma das leis como pola naturesa o im de
sua instituicoo. nao pode perlencor ao poder
provincial ; e limitar-me-hia por tanto a fal-
revnf.i p.n parte as dsooii(Hjj do artigo 00 la
le de 18 de agosto e h*itmh dintr Inex-qoi-
vel por nao indicar o (iWlo jratico do ei.'ctu-
ar-se a rcsponsa'jflidadn rwntli'iaes suspensor.
I'inalmont" os artigrts8 ef*f)'li'a(i na p ovin-
cia os consclhos de quiliflcacad e o jury de re-
vista fiadores da boa eomposvao' da guara
nacional, e substituirn aos prlmelros os com-
Miandanles de companhias ri fis dos enrpos,
ao segundo o chefe da respectiva legiad. Anda
concedido que o poder legislntlvrt provincial po-
l-sse revogar os artigos lie -2\ a -25 da lei ile
18 de agosto, na5 devAra na mlnha npiniafi.
subsistir o nethodo adoptado de qualifleacad e
revisad por vicioso, ineficar. e injusto. Kilo ti-
ra ao alistamento da guarda nacional o carcter
cvico e municipal que develar, incumbe este
alistamento a pessojs privadas de meios licites
e directos para ter animalmente conh cimento
nao s dos n >vos domiciliarios do distrlcto e dos
habitantes que attingem a idade da lei, como
do estado de fortuna de uns e outros e iote-
ressados alem disto em abusar e exagerar o nu-
mero dos qualificados, alias sem recurso sonao
para um terceiro igualmente interessado. Urna
oulra observaban seofferece a este re vem a ser; que pertencendo as cmaras dos res-
pectivos tormos, depois de concluido o alisla-
lar-ios do quo respeita a forca'de poela, des- !S^7SmS!!U'W nmiona(S* om c'""
panillas e batalhoes. como exercerao os com-
tinada a prevencao u repressa dos crimes, se
um acto legislativo provincial anterior a in-
terprelavao da reforma constitucional, e anda
nao derogado nao embaracusse seriamente a
presidencia de promover como Ihe compre, a
orxanisacaoe disciplina da guarda nacional, a-
bolida defacto nesta provincia pela lei de Hfle
marco de 1837. Seria bastante referir-me aos
relatnos apresenlados esta assembla as
-flessAes de 1839 c 1812. em os quaes a presi-
dencia assignalou os fin ves inconvenientes dos
ainos ti e 8 desta lui; mas como as represen-
taci'S dos meus dignos antecessores nao pode-
rao anda ser Hendidas, nao hesitare! em re-
petir as consideracoes por el les expendidos, e
chamar novamente a vossa attencao sobre a ne-
cessidade de revogardes as disposicoes da so-
bredila lei de 14 de marco, que mais se oppde
disciplina da guarda nacional, e as leis org-
nicas de 18 de agosto de 1831, e 25 de oiilubro
de 1812, \igenles em ludo imperio : o artigo I.
rm&ringe nfete proil icia a disposivao do artigo
43 da lei de 25 de outubro mas parece b se-
a .--se, bem como o artigo 2., na inlelligencia
daua pelo governo no artigo 9. das instruccocs
de 9 de desembro de 1835, tcitamente (onlir-
mada pela assembla geral nos artigos 5 e 6 da
lei de 9 de outubro de 1837, que altern o mo-
do de eleica dos ofli laca e odiciaes inferiores
da guarda nacional nicamente no municipio da
corte. Quiito aos arligos 3 e 4 nada observare!
por Stieiii as suas di*posicoes potieo importan-
tes e sem in outeiiientes na pralica. O artigo 5
iiiinda passarcm ionna de paterte os ttulos
de noiiicarao dos olTiciaes, assemelliando-os aos
das extinctas fnilii ias, as quaes alias gosavad.
como segunda linlia d>exercito, de certas pre-
rogativas que nao podem pertencer a guarda
nacional senao un virtude de lei geral. ti arti-
go 6 laz extensivo a<>s oiliciaes da mi arda n*i to-
nal o privilegio das patentes que a constituicao
do imperio concedeo aos do exercito e armada.
ao ihcmiio passo que permita tirar-Ins o eier
cicio dos pastea, logo que nao sirvad bem, con-
lorme enlcudeo o meu predecessor, o qual fe/
mu bem sobresahir no ultimo ndaiorio a lie
giliinidade c ii.conv. nientes de tal privilegio; e
acresceiilarei siuenle, que tendoo go\emo pro-
vincial o direito de nomear e demitlir conveni-
entemente aos coronis e majorca de legiad, nos
termos dos arligos 59 da lei de 18 de agosto e
14 da de 25 de outubro, parece nao haver ra-
sad para que nao tenha a mesina laculdade a
respeito dos olliciaes dos corpos. De juliio de
1841 fevereiro de 1843 finad desligados dos
.lespeclivos corpos e legides, e substituidos pm
outro- nos seus postos, 5 coronis de legiad, 11
tenantes-coronis, 10 majores, 19 capitaes. p
25 lenles calieres lirondo estes 70 gua da>
naciouaes iuulilisados para o ser vico, gosando
dcsla tomo da evcinpcaii e do trata-liento que
IheM-ompetum por suas paleles. Ora as cir-
ciioistaiiius e o bem doservico podem ainda
obrigar o govemo a irauginentando este nume-
ro ja coosideravel de guard s naciouaes lora de
todo o serviv-ii; v bastara esta s cnMideracad
para decidirvosa revogar, ao uumos nota par-
mandanles o direito do alistamento so nao ha
districtos marcados? Ou poder/id estes chefes
i'ecrutar organisar seus lulaIhoi's sem depen-
dencia das cmaras ? A decidir-se pela allirma-
tiva ser isto mais urna offensa ao essencial da
instituicao. Taes sao os principaes inconvenien-
tes edefeitos da lei de 14 de marco de 1837, que
pde o administrador da provincia na triste al-
ternativa do deixar do executul-a ou de infringir
urna lei geral, que nao pode deixar de regar to-
do o imoerio, como loi declarado em aviso da
repartico dos negocios da justica. de 4 de a-
bril deste anno. En'.relant > c mtina a suspen-
sad do alistamento da guarda nacional ordena-
da pelo governo da provincia em 19 de julho de
1841, na expectativa de um exame do poder
competente a este respeito; pouea alteracao de-
le porlan'o ter occoriido na forca numrica da
Miesuia guarda nacional constante do mapua
junte ao relatorio do anno p tasado; nao apre-
-cntando-vos novo mappa desta forca, un que
he tal o estado de organisacao e expe Mente dos
commandos dos corpos e legidi-s, que leudo exi-
gido com uigencia inormacdes e inappas par-
iaes em circulares de 26 de abril ultimo, a-
oenas recebi-os de urna legiad jIos dous bala
Ihdes avulsos. Depois de res ablecido o legili-
mo inetho lo de alistamento e qualifleacao da
guarda nacional, seria tal ve/, convoilienle que
imitasseisas assemblas dealgurnas nutras pro-
vincias, como Maranhao o S. Paulo decretan
d<> o arrola ment e organisacao em companhias.
pm* dislrictos de todos os cidadaos menores de
50annos que por (alia de renda nao podem ser
alistados na guarda nacional, e ileao assim de
inelhor partido que os individuo- das classi s a-
bastadas tanto mais que acuelles co isomem
os .-cus proprios productos, ee.soapao intuir*
mente a 8CCO d >s nnpostos. Rsta (orea sob a
denomnaco deForca auxiliar da policaou
qualquer nutra muilo coadjuvaria a polica
municipal e a judiciaria emsuas diligencias nao
sendo mingados a fardar-seou vestir-se u ilor-
inemento, eolo tend armas em SUU poder se
nao as occasies de servico.
i..; .i.. r. a,. /\ adu
va uv uu IUUIVO, \* UIVIqV/

Corpo policial. Este corpo, composto in-
(eirainenle de voluntarios eng. jados, conlina
i lnief Satisfactoriamente o pesado servic que
Ihe he destinado,- e que consiste principalmen-
te em diligencias destacamentos, guardas, e
conducc&o de presos e torna-se muito recom-
mendavel pela disciplina e soliordin.icao em
que o-mantom o zelo c pericia do respectivo
commandante. O mappa sob n I fa/. ver o es
lado actual da sua lorca, a maneira, por que se
icha distribuida o o numero de guardas que
exige o servico ordinario, t^uasi lodos os dele
gados, e iiiesmo subdele.ados tem por ve/e
iei|uisitado e c ni muita ra/ao pequeos
Iestecamentos de polica allagando entra ou-
ros motivos a fraque/a das pnies dos lermOa
e dislrulos e a iinpossibilidade de guan il as
le outro modo ; mas seria talvez necessario tri-
plicara forca do corpo policial para poder sa
vv|taiif iv \,^,
I. C. .,,c r. ,,.,!.. A.Sa
rVSi
trevo a pronor-vos augmente ahum na forca
leste corpo fixaii para o presente anno em
attenCiiQ ao asta lo 11 fa '.en 11 provinci il grava -
di de um i enorme divd i p issiia ; m is espero
le io*9 illmtracao e criterio, que sen elle con-
serv ido no ihttsmo pi? mu que se acha. Qual-
quer niliice.V no minim existente a preti xto
ife economa, seria porcerte erra lissimocalculn,
nois que o e npro^o transitorio d s escoltas di
urla nicional pira gu irla e conducto de
irevos 11 uUe.i e ojtras diligen-ias na filia
le gua dis policiaes, acarretaria despesas e,|iii-
vilentes senao superiores as supprimid.is pela
limiuuirao de alguns guar las; co.n a ea porm de nao p i ler o governo contar co n a
disciplina de mais es-as nrac.is para manuteneao
la segura ma in divido il o publica. Cabe agora
la-er-vos obsersar que a resolu ao de I \ de maio
de 18-2, molificando o regula uento deste cor-
po torna-se quis impraticavel nesta guarn -
cao na parte em que sujeila-o s leis e tribnnaes
militares ; por causa ila deficiencia de offiriacs
da l.'ou 2 linh.i para formar os consolaos de
disciplina de investigacao e de guerra ; e abs
trahind i inesmo desta falta do olTiciaes, nao
me atreveri. pela minln parte, em presenca da
legislacao geral vigente, asujeitaros individuos
de urna corpnracao estranha ao exercito aos jul
^amentos dos jui/.es e tribunaes militares. Nao
ha porm inconveniente emque contine ornes
mo corpo sujeito a disciplina e rgimen doexer-
cito exceptuados os casos em que a applicacao
das penas e castigos depende esscncialmeiito de
cooselhos ou tribunaes militares nos quaes ,
em conl'nrmidaJe das leis nao podem entrar
como jui/.es os olTiciaes dj polica.
Culto publico.
O estado do cubo devido a Dos nota pro-
vincia he bem deplrale! segundo as inforu a-
rdes que ten lio. Os templos estilo auasi de-
sertos nao si'i nos domingos e listas de guarda ,
co no as miiores solemnidades da groja e
com mingoa do culto puldico como di/ia um
digno prelado lentamente leare o espirito
le piedade e com esle .-. religiao quo he a
liase da una mora1. Diversas causas coneorreui
nara entorpecer na populicAo os progrcssns ilti
entimonlo e lervor da leligiAo sendo i o m 'ti
entenders principaes : a falla ou a ruina dos
templos; o desuso em que tem cabido as so-
lemnidades religiosas em militas rejas, quase
privadas (le ornamentos e alfaias ; o (lesleixn
la edu-acao religiosa dos meninos no seio das
lamillas ; a omissao dos parochos relativauenle
aspraticas, e exhortadles que devein la/ei nos
dhis nrigaedes ;* finalmente a pouea austeridade de
COS tu mes do clero em geral. cora as devidas ex-
cepedes a quem entre nos he licito, fundidos
no corpo social tomar parle em todos os ne-
gocios e intrigas di vida civil e poltica, e con-
i-oner com os mundanos toda sorte de divert-
mentes e recreios, Nao cabe cortamente nsf
\oiSas aUribucei providenciar sobre todos o
pontos que acalio de in licar mas podis e
deveis ao menos nos remediar o mal no que lo-
ca a falta de direcrao religiosa no espir'lo da
inocidaile, o a ruina, e indecencia dos templos;
l. facilitando a instruccao elementar do sexo
feminino nico meio de haver boas mais de
familia ; 2." estimulando os parochos a fa er a
devid.i applicacao das quandas que recebem a
titulo de fabrica o (Icen-lando a rejiaracoo e
concert das inatri es mais neeessitadas.
Instruccao publica.
Km virtude das leis de 8 de novemhro do an-
no pascado e 27 de Janeiro ultimo que sup-
primiao ditersas cadeiras i!e l.itiui odepri
inciras letras tanto dfl meninos como de me.ii
as, lie rao exisimdo em tda provincia, al m
ilai cadeiras da lyceo est^belccido na capital .
diias aulas ile latm una no Rrcjo outra em
l'ombal o 2(i il primeiras letras sendo ds
par* meninas e 2 i-para meninos, .squao
.nliao-se todas prvidas a saber : as Je latn,
o 19 de primeiras letra? com professore no-
meados vitaliciamente anles da relenda lei de8
lio nrtsr.Kr/\ / K <*% r.e>1.f,."---"- KivmOailiv.
w U VW.II
,..,
interinamente e \ s [ulgastes conveniente despensar os mestres,
pela lei da orea monto eorrente da ohrigaela
que tin'iao pela lei anterior de apresentar tri-
uiensalmente ao governo osmappns de seusa-
lumnos o nao estou por isso habilitado para
inform ir-vosdo numero de discpulos, que fre-
queniAo actualmente todas estas aulas. Em
le/eiiiliro de ISV2 esto numero nao exceda
milito a 6K). Presentemente as duas aulas do
meninas sao frecuentadas por \ I di-cipulas,
Vi no Varadouro e I I na cnlade Alta sendo
ootavel esta dillerenca n.i frequencia das 2 au-
las que nao sei a que attnbuir ; lanto mais
que ell.i veriliiii-sona ordem inversa relativa-
mente as aulas de meninos nos mesillas hairros,
roiiland j-se I!) no \ ar.idouro e I2 na cilia-
do Alta. As aulas ue primeiras letras da Cruz
do Espirito Santo, de Alhan-ira e o Biejo
sao apenas f e juentadas a priiucira por 20 me-
ninos a segunda por 27 e a ultima por 9.
As duas escolas de primeiras letras da capital fo-
rao eslahelecidas polo metliodo do en ino mu-
tuo, em virtude do artigo i da loi do 15 do ou-
tubro de 1827 e anda sao consideradas desta
classc ; mas com quanto nao lenba tido occa-
siao de vistalas pcssoaluicntc creio segundo
informaedes, que o systema do Lencaster adia-
se ahi bem modificado de mistura com o an-
tigo methodo individual. O cnsino mutuo nun-
ca existi rigorosamente no Brasil, porque a
mesma escola normal, que estabelcceu-so na
Corto em 1823, consta nao t-lo praticado em
toda perfeicao na Corlo e em quasi todos as
provincias, tern-sc procurado remediar a falta
de inspeccao eficaz sobre as aulas de primeiras
luirs ereconhecido a vantagein quohaveria
em sujeital as a urna inspeccao central que re-
du/isse todas a um sjsiema uuilormc. Pida
mirilla fiarle, entend' que esta cenlralisacao lio
por ora impossvel atienta a difllculdade das
communicaidcs cque a lei do l.de outuluo
ciio competente e que alias uxerco-a perleita-
uienlc em todos os painel bem constituidos; o
urna ve/, eliectiva esta inpecoo as omuIus do
cada municipio o que dependa da boa orga-
nisacao e /co administrativo das cmaras na-
da sera mais Irfeil do que e.stdhcloccr um nico
Sistema lo onsillO para toda as escolas da pro-
vincia. Estou persuadido uuo o artigo 70 da
citada le nao exdue da inspeccao da camarag
assenlas particulares mas lem-se o contra-
rio entendido ; o milito convm nao s que es-
tas se,ao sujeita-. a mesma inspecedn das estolas
publicas como que iieubuma possa abrir se
sem pievia I cenca c exame competentes da
mor.iliiladc ecapacidado do incslre. Dos pro-
lessores desempregados cin consequencu da
suppress'io das cadeiras o (po nao foro dc-
mitidos ou aposentados no decurso do anno pas-
cado tres requererao e oblivoiao aposentado-
ria no presente anuo em corloimidade como
artigo I ti y\ lei de 8 de novemhro, restando s-
uieiite fura do oxercicio urna profestora e tres
prolcssoies de primeiras letras provsionaduf.
. evo declarar-ves que em allcnca > as justas
reciamaides do reverendo guaidio de Santo
Antonio e a mu aecoininodaiao em que a au-
la da cidado Alta se achava na Sala do seu elei-
torio maiidei desocrupar a dita sala chando-
so provisoriamente a escola na propria casado
prolcssor onde nao podo continuar poa causa do
consideravel numero de discpulos e do grande
espato (|ue exigem os accessuriui do cnsino mu-
tuo. I eolio pois mandado alugar urna casa a-
propriada a esle mster, e espero que contem-
plis no ore.iiiienlo a precisa quantia para o seu
duguel. Se i que loi o estado linameiro da pro-
vjniia que mutivou a suppnssaodas cadeiras da
primeiras letras para meninas creadas as prin
ipaes villa- da provincia pela resolucao de 0
ejunhode I8H Sobre proposla do exlinclo
consolho geral mas julgodever lembrar-vos a
leceskdade de ir pouco u pouco reslaheKendo
aquellas aulas, segundo a forca dos colres, pois
que os inconvenientes de falta da instruccao
i0......pu onu louifiiuu ao uiuuo man


graves do que para o masculino, quo ncho mo-
nos estorvosem aproveitar-sc dos metros p.irti-
cuiares ; accrescendo a sto que Oini| llanto .as
mis de familia nao podcrcrn cowcrar por si
m sino a cducaco elementar do sen* lhos des-
de os primeiros annos nao deve nos esperar
progrosso na educaro a <|u ti, depon da ten-
raidade mal p6lc sor supprid pela nstrue-
c-j secundaria ou superior, c pida praoa do
mundo. O lycfio tein continulo a regor-se
pelos novos estatuios rom allomas molilica-
coes que o Kxm. Vire-Presidente da Provin-
cia tesolvi'u a/cr na parte disciplinar e econ-
mica das suas disposicOes autorisado pela loi n.
9 de 23 de Janeiro deste auno. O digno din>c
tor deste cst.iboleciinento sempre desolado
pela sua poreieo e progressos .'i me tem re-
presentado a necessidado de mais algumas rolor-
mas e exp|caco"S aos estatutos de 1SV2 mas
aguardo para deliberar nao so as oais obser-
varnos quo a experiencia poder suggTir ate o
fim do anno lectivo como principalmente a vossa
approvaco na parte (undamentai firando s-
mente ao governo e a congregacao dos profes-
sores o direito de aperfoicoiro emendar com o
teinpo tudo nue fdr puramente disciplinare
econmico Omesino director le/, dom gratui-
to, a beneficio dasdespe/as miudas do Ivcfio. da
dcima parle do seu ordenado presente mi futu-
ro e entendeu a Presidencia quo devia aceitar
esta generosa ollera. Do mappa n.2vereiso
pessoal do lycfio e o numero de alumnos que
frequonto as diversas aulas. Ha presentemen-
te mais 21 alumnos do que oenno panado, cm
que so frequenlavao 47. Km virtude d artigo
9.'da Ici do orcamento deste anno deu o go-
bern provisao de aposentadoria dous dos pro-
iessores do lycfio por occasiao da relorma.
Obras publicas.
Este deveria ser o ponln mnisinteressante do
presente relatorio se o estado da fazonda pro-
vincial permiltisso desde ja todos os melhor-
mentos materiaes de que carece a provincia ;
como porm o apuro do lliesouro provincial exi-
ge a maior restriceo as despe/as, limitar-me-
liei a tratar das poucas obras que tivcro anda-
mento e do algumas outras que creio indis-
ponsaveis. Continou-sc a obra da nova casa
para administraco de rendas al principios de
maio era quo de accordo com o mestre della ,
mandei suspender o trabalho em altencao as
chuvas da estacan e a ter-so quasi esgotado a
respectiva (piola. Despendeu-se com esla o-
bra al o ultimo de de/ombro do anno passado
2:7-57S-7- rcis, e do 1 de Janeiro al o fim
de maio deste anno 2:9718570 reis, importan-
do por consequencia at aqui asna despoza en
reis 5:709 .>OVV. A parede da frente deste edili
ci acha-se na altura do ar< hitrave tallando
para ser conclu lo parte deste o friso c a cor
nija ; as outras paredes inclusive a que divi-
de a casa em duas parles estilo pouro mais di
dous palmos abaixo do arebitrave. Os pilares .
na parte do edificio que tem de servir Taran
inspeceo do algo lao achn-sc na altura dn
nnd.ime, o na parte destinada para o expedi-
ente da reparticao na altura da imposta ou
nafren a do arco Kxislem junto a obra (>
un telheiro G2 pos pira o madeiramentn d.
casa, c cinco a s-is mi tullas. ludo na in por
tanda de r-i* 593$iOO incluida no lolal ar
ma men ion (I i. Infelizmente os fundamento*
d.i obra cedern um ponco por (alta ao i||]i
parece, i'e nao lia\er-se bem consolidado o ter
reno vasoso em que ella est '< asscnle ; algum*
p ue les apresento fendas mais ou menos pro-
nunciadas e dous arcos acbiio se lio abatidos
que Ra opinio do mestre exigein ser demoli-
dos e novainenle construidos Nestas rircuns
tandas, sendo agora unpnssivel remediara fal
ta ile consistencia do terreno inferior aos a
cerces. nao julgo prudente continuar similban-
le obra seui primeiro examinarse bem se a de-
press.io do terreno nio lera de augmentar con
o peso do madeiramento e telbado. \ eonclil
sao do edificio, com a repararan dos dous arco
ora abatidos be oreada em reis 1:2 oOSOOO. O
Exm. \ ice-Presidente sobre representacao do
director di lycfi > mandou principiar a cons
truccao de duas notas salas que l.illa\io pr>'
ser-irem de aulas ficando litre a sala reser-
vada para osarlos; e esta obra foi concluida em
principio de junlin, imporl.mdociii rs. 587$X:{0.
pagos pela qu"ta das pventuae*. Nao podendo
a cmara municipal desta cidade por falta de
meios como repre.senlou mandar procede!
ao concert da ponte do Saribo que se bavi.i
tornado inlransita\el por lerem anodrerido va-
rios paos da catite, ordeuou o governo este con -
ccrlo por conta lambom das eventuaes encar-
regando-o ao major Severo de Mornes que
com diligente zelo e sema menor gialilica-
cao, o eflcrlUOU, despendendo-se em madcira e
mo de obra reis 11S 80. A outrn parte da
estiva ha de pracisar de suhst'tuico dentro em
pouco lempo c o aterro, ja levantado o anno
passado, precisa novamtnle ser elevado em rer-
tos lugares. Ao upsjpo. mejor incumb de exa-
minar o estado da poete w llio Manducara, e
orear a despeza necesaria para o sen concert ,' primeiros quo ignoro a porc3o do povo quo
que hade laeff.'ctu.irat0 lim desleanno, nos Ibes he subordinada ; tondochegada a tal pin-
to a in lilTerenca e desinteressu p tas ousas pu-
blicas, que nein os muios do frca, e de energa
podem se npreaproveiter. Nao serei eu todava
quem vos proponha a creac3n.de urna com mis-
sao de estatistiea, j lumbrada por um dos
meus antecessores nao so por causa das des-
posas a que ella obrigaria como porque nao
mu consta que naja na pnvineiaas procisas pp.s-
soas habilitadas parj o oo n desemoonho de tiio o novos tributos para o juro ,
' I .._.. i,., imron
impor para a amortizarlo desse novo empres -
timo. His-aqui o resulta lo du um novoom-
hmites di quntia pira isso consignada. U.im
parte da estrada entro o Gthedcllo e a mesn
ponte 11 est i moldurada sem despega alguma ,
com o trab ilho d i alg i as con demonios. Ai -
torisei igu lmente a reparadlo o cairamente de
alguiiias laleins o hocos di cidade miislre-
quentailos que se acli ivo ora pnssimo estado,
com o represento i a misma cmara municipal ,
cojo presidente tem a i nspeccao dessus obras ,
administradas inmediatamente pelo fiscal. O
concert da ponte do Miriry mencionado no
rotatorio pissado foi concluido em principios
de, fevereiro. J i dei as providencial para nroce-
der-se ao desentupimenlodo R,o Mamingoane,
mas sou informa lo que asonina de -l)') >()')()
res para este (i u consigo id i n"io hosu'Ti ;ientu
O Sub lelegado e habitantes da B.ihia da
iraicao. lem por vezes representado a noeessi-
dado de desobstruir-so o Rio ini nb, quo por
entupido espraia-se militas vezes e occasiona
o espraianiento do (irupiuoa impedinl) o
transito entre a p ivoaco o aljiuns engenhos das
im uediacoes; e c msta que ain la ein das do
m z linio, as familias que morad entre a alagiia
eo mar tiverao desoiT er urna completa innun-
ilacad. Reclamad igualmente o restabelocimen-
lo da ponte <|ue existi junto aoxtincta villa de
S. Miguel, e o concert d'outra no Rio (uru-
piuna. \"s tomareis de certo tudo na devida
consideraca.
MumcipaUdaie$.
Pouco tenho a dizer-vos sobre esta bella ins-
tituicao enlre nos desnatura la e sem vida poi>
nao cabe as vossas aitribuicoes a revisao da
lei do 1. de outubro de 1828, que urna expe-
riencia do mais de 1 i annos tem mostrado nao
ser completa e adequada as nossas circumstan-
cias principalmente sendo o 1. funeciouario do
municipio o presidente da cmara o vereador
mais votado, o quo he o mesmo que a munici-
pa I iila le nao ter chelo dislincto dos outros tnom-
bros senao pelo numero de votos, donde re-
sulla que todos os vereadores sao presidentes
cada um por sua vez, e nao da-se nos negocios
Unidade de pensamento nom du aecao primei-
ra causa da lalta geralmente sentida de admi-
nistracao municipal. Refiro-me ao que tem di-
to sobro esta materia os meus antecessores, o
s accrescenlarei quo tem augmentado ainda
mais a tibiez das cmaras sendo escusadas in-
di rectamente do promover as obras e melhora-
mentos muoicipaes de sua competencia os quacs
sao de ordinario encangados ao governo as
leis do orcamento. He mais conveniente supprir
as que nao lem rditos como a da capital para
as suas obras, conservando-Ibes o oever do a*
promover dirigir, do quedesonerando-as des-
la obfgacio, mandarcomo at aqui cTTuctuar a
obras sob a inmediata inspecca do governo.
Vaccina.
Eis um objecto nteiraniente municipal a que
todava ascamaiasda provincia parecom indif-
lerentessem exceptuar mesmo a da capital!! O
servicodesta providente inslituica ) segundo in-
forma o respectivo cirurgio-mr acha-se nter-
rompido na capital e em toda provincia desde
o principio no anno em consequencia de havor-
se perdido o un/ fresco pelo nao comparecimen-
to dos vaccinados.ode .iao sefor conceguido, em
presenta da estacan chuvosa desenvolver o pu/
se, co recebido de fra. Durante todo anno paS-
-ailo foi ailministradocste soccorro a 532 Indi-
viduos de ambos os sexos e de todas as idados,
a lem d'aquellrs que o recebera em casas par'i-
ulares ; iuas a mor par; dos vaccinados nao
lomarn a presenca do cirur^io-inor que ig-
nora por lso o numero dos que auroveilario.
Tal he B-deploravel uegaco o a falla de da
i pnlaco para reueber o beneficio da vaccina.
I''clismcnte o contagio das bexigas nao tem a
lempos flajzelado a provincia.
Ettalittica e limites da provincia.
A estatisii-a provincial, que a reforma cons-
liluci-nal incumbi as asseuihlas provinciaes
cumulativamente com ageral en governo, nao
lem (ido ncsla provincia andamento alguiii. Nao
existe Ulna caita cnrographica ainda aproxima-
diiiiiente; ignora-se nao s o que diz respeilo ao
li-rritoiio sua verdadeira extenso, seus limi-
tea com as provincias visinhas, a divisan natu-
ral de suas parles ele.; mas todos os outros ra-
mos da estatistiea eral, e nein existe mesmo ro-
ii'iiscaineiito da pnpulaco, queheomais im-
portante de conbecer, quer considerado absolu-
ta mente iiuerem relacocom a extenso e par-
les do territoiio.
Pnpulaco o industria As inlnrmncoeselis-
ias dos vigarios e iui/.es de paz por occasiao das
ultimas eleires derao em toda a provincia
iS:5"t f>g>s: ralcuiaro-se termo m 'dio 5 pes-
soas por cada fo(t i, e achou-se que havia na
nrotinria337.870habitante*. Ristodo o nosso- ;,, ... ..
conhecimentopreenles.breapopulacao. Esto ,. ? **?* que o Brasil carrega com urna
resultado porem merece tanta fe que comparan- divida deporto, ou mais de duzentos mi-
do-o com o ultimo mappa peral ria guarda na- Ihoes do cru ados de nossa moeda cu|0 pre-
cional, teriamos por 17 habitantes de todos os mi, que se paga annual, e entra na desposa,
sexos, condlcdea e idades um vario Itere de 18 excede de quinze milbes! 5>e por ventura hou-
A 60 annos. com a renda liquida annual de rs. vcsse (Je se azer um novo emprestimo do trinla
1008, e seria assim esta provincia o mais pros- m||,oes t p0Uco mais ou menos quanlo a
pero paz do mundo. Bosabido que nem todos delBcienoa do th.zouro, augmentara annual-
os moradores do completamente a rol suas la- mpnte fl deg nacona, com 0 acrescimo do
m,|ins, que mudos tratan seus escrav-.s s-m- perto de trea milhow : pa-
tiesmenie como cousas eos negao ao r autoridad.' civil ou por svstema ou por temor da ra este augmento de des esa sena preciso um
imoosicodedireitos, e'queos nronrios viga- tributo, que a sua importancia chegasse : para
ros, Juises de paz e mais autoridades lo o a sua satisfaco alem do que mais se teria de
prestimo Acrescimo du despesa ; o sompre
um novo imposto quo tardo ou nunca ces-
porjuo os emprestnos sendo em
urna medida momentnea, eliihade
urna necessidade urgente concedido a repet-
idlo do sua causa necossanamuntu nao so to-
romos do vor reprodu-idos novos cmprcsiimos ,
e sua amor-
sana
regra
ardua o diNlul tarefa que d-pon le de conhe-
cimentos prolissionaos, alom de milita constan-
cia e boa vontado. reten.lo formular, e man-
dar imprimir modelos de breves mappas esta-
listicos para serem distribuidos e cheios pelos
inspectores deqmrteiro de cada um dos dis-
tritos das nossas i're^uesias. sob a direceo dos
sub lelegado*, sen lo-lne a idiciona las as expli-
cacos necessarias, inclulrrlo-su com tuto nus-
sasbreves in lieacoes t > los os m ra lores de ca
da quarteiro, com distlncco de livres e escra-
vos, e suas idades graduadas por chases doce-
narias de um 8* annos, o numero do logos ,
-Inanliil.ido de cabecas de gad >s das diversas es-
pecies, ramos principies (('agricultura, enge-
nbos de assucar, otarias, e quaesquer cstabe-
locimentos de industria manufactuP'ira, vendas
ou tabernas, e oTficinas. i Irabaiho que deve re-
sultar nao ser cortamente exacto eperfeito, ma?
servir, na falta d'outro e aproximar-se-ha mais
la verdado ao monos quanto ao recenseamonto
la populaco, doque as indicacoes que nos tem
lado os vicarios eos jui'esdopaz. Elle evitar
talvez,senao todas as oni issdes no pagamento dos
lisimos.ao menos o grande escan Jalo com que o-
rase fascm essas omisses. Ser porem necessa-
rio animar com pequeas gratifleaces aos ins-
pectores que mais diligentes se mostraren) neste
servico oneroso, e incommodo, por causa das
execusoes que exige.
Commercio. Posto que este ramo da es-
tatistiea industrial deva comprebonder varias
partes essenciaes, nao posso aqui mencionar
seno o quo rospeita a importaco e exportaco,
e ainda isso imperfetamente porque tenho de
relerir-me aos despachos da alTandega quando
boa parto da produccao.da provincia be expor-
tada por Pernambueo e Cear.
O valor dos gneros importados, e despacha-
dos na alfandega. no decurso do anno financoi-
ro do I8i2 a 1813 he de rs..... 537:793,070
O da exportaco do gneros do
paz no mesmo anno foi de.. 765:312,122
Havendo assim a favorda provin-
cia a dillerenca de......... 227,519,3i6
\ importaco de 18U a 1812 foi
de..................... 601:012.110
K o da exportaco de......... 508:055.017
3) i ir: i n ii o por tanto alizuma cousa o total dos
valores importados, tendo augmentado consi-
leravelmenlo o dos valores exportados nao
obstante haver continuado o desfavor do algo-
do nos mercados da Kuropn.
Lmites da provincia A duvida sobre os
'imites do termo do Alhandra com a provincia
do Pernambueo parece decidida a favor da Pa-
rahyba, e a resnlucao da cmara dos deputados.
(Ueoncorpora didinitvamcnte a freguezia da
Taijuara a esta provincia pende actualmente
la approvaco do senado. Restar porm regu-
lar a divisodas duas provincias em Podras di
Fogo sendo impossivel policiar aquella povo-
aco, e colir. r all os impostes, separada como
se acha em du. s partes sujeita cada una sua
provincia.
( Continuar-se-ha. )
Comn nicario.
E' melhor a imposico de novos tributos,
do quo a contnuaco de novos emprestimos ;
na impossiblidado de urna reduco tal de (tes-
pesas que podesse fazer desaparecer a deli-
cioncia do thezouro publico, de mais de tez mil
con tos queso ha demonstrado no orcamento
da rece i ta e despesa geral para o anno se-
gu n te. Assim tem pensado o ministerio ac-
tual preferindoa maor imposico de alguns
tributos um novo emprestimo. Mas a op-
posico que de tudo grita para desacredi-
tar o Governo, e o deiter por Ierra ( quod Dos
ai erial ) sem allender aos principios da Sci-
oncia econmica e s circunstancias do paz ,
illecta um grande zelo pelo povo na opposi-
co que faz na tribuna e nos seos peridi-
cos de que o Governo sobre-carrega a naco
com novos, eexcessivos impostes mal distri-
buidos e subversivos das liberdades publi-
tisaco. m.s mesmo sua perpeluidado; que
o que so tem viste do resultado do ja-
tean de emprestimos que adptaro os mi-
nisterios trnsalos t
Nao accontece assim na imposico de tribu-
tos ainda mais fortes quando sed como
no nosso caso urna deficiencia nas rendas,
para oppora urna necess-dade da naco inda
mesmo que essa necessidade lenha de durar
por pouco lempo. Jmpe se os tributos to-
dos gemem com o seo peso verdade; mas"
a esperanca salutar de sua exlincco nlallvcl ,
mais eedo, ou mais tarde sen mil va/es
preferivcl. do que o systjma dos emprestimos ,
de cujoonus ainda nenhuma naco antiga e
moderna que o tem adoptado ha podido li-
vrar-se A guerra um estado excepcional,
durante a sua existencia, as despesas, uue
ella faz, necesariamente devem causa- urna def-
iciencia no thesouro nacional: essa defiiciencia
deve ser supprida com o emprestimo, di/cm os
amigos do systema nao s pela promptidao
dos lundos para ocorrer promptamente a
necessidades de momento ; mas porque sen-
do a divida amortizada lentamente eem di-
minutas parcellas nao lo sensivel ao povo
o imposto para este fim !
Demos porem urna hypotheze quo alies,
nao gratuita. Suponhamos que a guerra
dura por mais lempo do que o termo prova-
vel de sua dura iio e sobre que se toma o em-
prestimo ; nao ser preciso um novo empresti-
mo? Sem duvida : ainda se nao acaba a guerra,
nos termos do novo emprestimo ; e que fazer
om tal caso ? novo emprestimo : acaba-se a
guerra que ento exista o logo principia
autra ; qual o remedio ? outro emprestimo *
continua este guerra ; oque se ha de fazer?
mais dinheiro emprestado. Ora, ese nao lera
estahelecido tantos ou mais tributos para
a satislaco dos juros de todos estes empresti-
mos c sua amortisaco, do que a juelles ,
que se terio estahelecido no principio da
primeia guerra dado quo se nao hnutesse to-
mado o emprestimo ? Se no principio da guer-.
ra se cstabclecesscm tributos cuja importancia
annual chegasse para a despesa lamben, an-
nual da guerra temos que acabada a guerra
cesaariSo os tributos: o que nao acontece com
emprestimos, cujos tributos para o juro, o
mortisaco do principal se eterniso como
se tem visto na Inglaterra eem muitasoutras
naces, que uzro desse systenin nos lem-
pos de suas guerras ; o desgracadamente temos,
entre nos esto exemplo.
Trataremos agora do merec ment dos impos-
tes, pie se tem de eslabelecer. Os imposto sao
sempre menos onero/os para o povo quando
rios da vida e proporcionados n circunstan-
cias dos contribuintes Fumlado neste prin-
cipio de eterna verdade loi que o Governo
propoz cmara competlente os seguintes im-
postes ( alem de alguns menos notateis, que
por isso os omitimos ) : 1., cinco por rento,
pouco mais ou menos nos ordenados dos em-
pregados pblicos ( exceptuando os militares ) ;
2., o sello de lodosos papis que ten han um*
carcter de contrato, proporcionalmente as suas
importancias; 3., cinco reis por rada folha
de peridico ou gazetta. I'ein se v puis ,
que na necessidade de impor romo lira de-
monstrado os ramo de impostes estabelcci-
dos pelo governo, isto osacima mencionadas,
sao,nas nossas circunstancias,os menos onerosos,
eos mais proporc onados possiveis. O primeiro
imposto pe/.i nicamente sobre os empregados
pblicos que sendo alias os seos ordenados
sempre cortos, na quantidado para a devida
proporco devem romo todos os individuos,
n >s lempos de apuro soflrer alguma diminui-
rn nos seos lucros : alem do que sendo elle
os garantes da pa/ e da est.ibilidade publica ,
sao obrigados maiores sacrificios, que OS do-
mis cidauos que Ibes pago os seos serviros.
O segundo imposto que a primeira viste pa-
rece pesar mais para o commercio ; nao as-
sim quando consideramos o commercio um
meio termo nas transarnos da vida. O com-
iiierciante compra e vende rom o fim de
ganhar; se elle compra caro vende caro, sem-
pre com oseo ganho ; e por issso se elle ti ver
de pagar o se1 lo do papel, para essa ou aquel-
la venda claro que o objecto vendido ser
mais caro a pontos de so indemnisar do custo
dn sello. Nao ha duvida que as pessoas
mais abastadas da sociedade sao as que irais
estao silicuas este imposto r pO!**lo s? qu?
mais contractos azom, que dependem do es-


5
/triplos &c A pohrora compra e vende in-
depeii.lonle de escupios; e por issv*ta, pa-
ra asaim di/or exenta derte tributo, o lercei-
tu anda monis uner /o para o pobre que
Avisos martimos.
Pira a Rabia, no dia 22 do corrento mez ,
rio ou moradia de pessoa soltcira ; o tratar na rospeitavel publico que davendo-Iho dosap-
mesma. parecido urna sua crava erioula de nomo I eo-
/).'-se (OOSOOOreisa pieiniocom pcnlio- cadia do id ule de 7 auno* pouco inaisou mo-
res : nueni precisar fallo coiii Liuri.-no nos na mandila do dia 17 do corronte sou-
quo a sua tran*inisVi na, que a qui/erem
ler Ape-ar de (odas estas rasos p.raquo
pe verilicasse esse imp uto a cam ira tmnppra-
ria tod't escrava do ministerio como vil
mente diz a opposirao nao voto por elle ;
sem duvida a li n de alTistar do Guverno qual-
quer supeita de COiltraredade a bordado de
imprensa Escreva portanto a opposico um
sem numero do poriolieos, certa de que o
eeo merecimonto estar senipro na ras." o directa
da justica ou injustica de sua causa e nao
do numero de seos escupios!
COMMERCIO.
A lan (lega.
Rendimento do dia 18......... 2:9043108
Descarrego hoje 19.
Barca Elize Johnson fazendas seccas.
Slovmento do Porto.
Navios sahidos no dia 17.
Terra Nova ; brigue ingle/ Siren, capitao Cat-
chpolo carga lastro d'area.
Kio de Janeijo ; sumaca bra/ilcira Conreicti
Navegante capitao Vicente Ferreira d'Ale-
inanlia carga diversos geni-ros,
Enlra UbadeWaio; 20 dias, patacho inglez Mes-
senyer de 155 toneladas, capitao Charles
Latialustior equipagem 9, carga sal: a Lo
'letn Schnimm & C
Nano entrado no dia 18.
IMarseilles por Gibr.iltar ; 70 dias trasendo do
ultimo 30 polaca sarda (iore de 127 to-
neladas capitao Juo Baplista Chiozza
quipagem 10, carga vinho, azeite doce ote.
a (iaudino Agostnho de Burros,
-= Pretende seguir breve para o Rio de Ja
neiro o brigue escuna Ytvegfite por ter urna
parte duseucarregintento pro n.tto ; qu'-m no
mesmo quizar carregir ou embarcarescravos,
pode ooton Icr-si! i-oin os consi natarios Amu-
rim Iruio no bVife ra da Cadoia n |S.
- Sae pira o G -ara o hiato Oliadi emprele-
rvi-lmentn a 22 do correte ; quem.no mesmn
quizer carrogar alguuia carga miuda podo
iirigir-so a Narciso Jos Ferreira na ra do
Crespo n, 11 ou a Manoel Jos Salgado.
Lciles.
Editaos.
O lllui. Se inspector da thosouraria das ren-
das provineiaes manila fa/er publico que por
nao loretii apparecido licilanti-s as arremalace
da I.* e s parle do 8 lamo da mirada do
Pao-do Albo annunoiadas para odia 11 irn
novanienle praen no dia 30 do correle pelos
preces e sob as clausulas especiaos publicada*
pi'lo Diario de 19 di- ogosjo prximo Masado.
.Secretaria da tbesouraria das rendas provin-
eiaes de Peroambuco 10 de setembro de 18V3.
O secretario,
Luiz da (osla Porto-Carreiro.
O escrivio e administrador do meza de di-
versas rendas pmvinciaes desta cidade, fa pu
blico para que ebegue o conlu-cimcnto de to
dos os Srs. proprieUroi de predios urbanos dos
tres bairros desta culada e povoaciio dos A (lo-
gados que tendo-se (indo o praso marcado
|r le para o pagamento a boca do entre da res-
pectiva denota, do segundo semestre financei-
rode 1*42 a 1813. e anuos anteriores, vai pro-
ceder evolutivamente contra todos os deu-do-
res pelo principal e ju os di-corudos ; e pura
q>je conste mandei abitar o presente e publi-
cal-o pela imprenta. Reeie 18 de setembro de
184-3. L /'. de Mello Caralcanti.
a
Jones Pi ton & C* farao leilao. por inter-
venciio docorretor Oli.eira, de bom sortiinen
to de (a/endas ingle/as algumas das quaes se
venders para ultimar contas : quarta leira 20
do correte as 10 horas da manba ein ponto ,
no seu arma/cm da ra do Trapiche Novo.
Kalkmann & Roseinmund la rao leilao. por
intervencao docorretor Oliveira.de grande sor-
timento de lateadas Irancczas, allomaos, e suis-
sas, tanto de seda, la, e linho, como de algo-
dao mui proprias para esto mercado : terca
leira 19 do correte s 10 oras da manba em
ponto no seu armazem da ra da Cruz.
Johnston.Pater & C." larao leilao, por in-
tervencao do corretor Oliveira de grande sor-
timentode suas bem condecidas fazendas in-
clusive pannos de la, ditos di; linho chapeo*
decastor, liabas de nnvello para alfaiale o
dilas de lindo sortidas para sapaleiro ; sexta
leira 22 do correnle as 10 horas da manda en
poni no seu arina/.em da ra da Madre di
Dos.
Alisos diversos.
LO ER* DE N. S' MI
HA 1JE (U D'LUJ'B.
^er o di 50 do curenle
mez de selcmbro, corrern im
nrelerneliiitnte as rudas des-
la iofera fiqnem ou uu b-
llieles por vender, o restante
iclio-se a venda us lu".are>
^^* No da 2? do crrenle
mez de setembro currem
imprelerivelmeiit as rudas
desta lotera, iquem ounu
bilhetes por vender.
= () abaixo nssign.ido tein no lugar do Cor-
deiro duaa mrulas deessas para ahlgar an-
oual, ou pelo lempo, que romencion.ir sendo
ambaa de mui boa con^nnao grandes rom-
modos, salas, cozinba lora, casa para escra-
vos, estribara a corheira sao ndependenles.
e dominio o rio Capibiribo ; a ouem convier
-lirija-seao patio do Carino no sobrado o. 17.
Gabriel Antonio.
=Aluga-se o segundo andar da casa da ra
da Cadeia do Recfe n. 17, com muilos com-
modos; os pretendenles poilcm procurar na loju
de cabos ao lado da igreja do Corpo Santo
Oeelanicoi's.
O lllui Sr. inspector do arsenal de mari-
nda manda fazer publico que no dia 23 do
correnle mez pelas I I horas da manda contra-
tar nesta secretaria o fornecimento de carne
verde para as embarcaces da armada pelo
tempoque se convencionar contado do l."de
outubro prximo em dianle ; e convida a todas
as pes-oas a quem o mesmo rurnecimento possa
convir a compan cerem em o dito dia e dora com
as suas propustas. Secretaria da inspeccSo do
arsenal de marinba de Pernamduco em 14 de
setembro de 184-3. Alexandre Hodrigues
dos Anjus.
Ujuiz de dircito Manoel PJendes da Cu-
nda Azevedo est no exercicio de suas lunc-
do eoslume.
O Dr em inederna Alexandre de Sousn
Pereira dnCarino, eda-se reaidindo nesta ci
bule no segundo andar da casa n. 13 da ra d.
Cadeia do bairro de S. Antonio onde pres-
ta r-sc-b a s pessoas que precisarem dos soc
corros de sua prolissao.
LOT.JUA 1)0 TIIEATRO.
Hoje 19 do correnle me? sao pagos os pre-
mios obtidos pela exlraccao da 2 parle da 1 V."
lotera das del doras da iminb a urna n.
larde no esciiptorii, do respectivo Ibesoureiro ,
onlinuamlo o dilo pagamento nos dias 20 e 22
e desle ultimo dia em diante smenle as
liuartas e sabhados como he eoslume.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n
V da ra da Cacimba com commodos sulTici-
entes p-ra una pequea familia ; a tratar no
primeiro andar do mesmo.
= hesejase fallar com o Sr. .uiz Cezar Pin-
to de laiiasa negocio de seu inleresse ; na ra
do Livramenlo n. 0.
- Pertende-se fallar ao Sr. Mathias Pereira
dn Silva a bem deseos interesses.sobre um vin-
culo que possue na ilha da > adeira ; roga-so
ao mesmo Sr. ou pe noticia dirija-se ra do Vigario n. 21 casa
de Mendos & Oliveira.
U meio di I lete n. 810 da 1.* parle da 2.a
lotera a favor das obras da igreja de N S. de
Guadelupe pertence a Luiz Cezar Pinto
pe Faria Sr. do engendo Acude Grande.
Aluga-se urna casa terrea na ra Bella ,
our'oia da Florentina ; a tratar na mesma ra
no sobrado prximo mar al as no\e doras
da manda.
n. 23.
= Aluga-se o sitio que loi do padre Anto-
nio Soares, na passagem da Magdalena com
encllenlo casa cochoira, oslribara, frutoiras,
e baixa com capim ; na ra Nova no segundo
andar do sobrado n. 44, a fallar com Dellino
Gonealves Pereira Lima.
Precisa-so de tim foitor que trahalhe, e
entenda de arvoredo doria e vaccas para
um sitio na Magdalena ; a tratar na ra d A-
uas verdes n. 00.
= Precisa-se dealugar um qunrlo para um
'lomein solleiro em oma rasa particular pre-
erindo-se cusa com lamilla ; quem o tixer dei-
w quanlo antea o sen nnine e morada no Porto
lo Mallos em o escriplorio do Sr Kabullo n. i.
Emily Kdwards subdito ingle/:, retira-
se para Inglaterra.
Manoel 'os da Silva avisa a lodos os Srs ,
que tem penhnros em sua inAo que lenbao a
inmlaile de dira're a sua casa no praso de
pialro dias para cena odri^acao ; ibrijo se
i i na do Oiioimado no primeiro andar do so-
brado n. 2, cojo sobrado tem a entrada pelo
beco do Peixe frito.
- Um hniuem, que escreve sufr>el,se ofTere-
e para escrever em rarlnrin c por iBsn qual-
|oerescri\o nu advoaado que do seu pres-
imo se qtii/i r u'il zar nnuiuie por esia lollin.,
Dn nuilbcr parda de boa conduela
"fferece-se pura ana de raS de |ioiiea familia '
quem a pretender dirja se a l'Vancisca das Cha-
gas no beco do Camncllo n I.
LUTElilA DAS MEMORIAS Hl TNICAS
HE PERNAMBliCO.
As rodas desta lotera andiio iinprelerivel-
menlo no dia S de oulubro prximo luturn .
e os bilhetes arillo-se A venda nos lugares do
eoslume j.i annunciados.
O Ibesoureiro ,
Jos Antonio l!a-to.
Para trahalhar em masseira se ollerece um
portugura ; quem prceizar dinja-se a nadara
da ra da Senzalla n. 98.
Aluga-se urna (asi na ra do Sebo rom
bous commodos sendo terrea quintal mura-
do e eaiada ; outra no lugar do Casanga,
lendo 7 quarlos duas salas co/inda ees
Iribiira ; quem pretender procure na ra .Nova
n. 03.
Aluga se urna casa no Cocido na ra dos
Prazeres n. 12 com bastantes commodo* :
duassallas Ires ((liarlos cosinba lr;i quin-
tal e carimba c por precn commodo : quem
pretender dirija-se a mesma la n. 10.
A pessoa que nnunciou no Diario di 4
do corrento ler em seu poder urna osera va fgi-
da a lempos, sendo que a referida escrava le-
uda os Suguntes signaos : edama-se 'Idere/a ,
de 40 annos de dado pouco mais ou menos ,
de nacao Congo estatura baixa corpo secco,
rosto redondo, com falta de dous denles do
lado dcima cor preta ps pei|iienos toma
tabaco semblante alegre ; porem muito feia ,
falla grossa fgida em 17 de Maio de 18S0 ;
pode a mandar entregar na ra Nova n. 21 ,
quesera generosamente recompensada, o se
pagarao todas as dispezas.
Aluga-se o 1. andar do sndrado em IVna
de Portas na ra do Pilar n. 147 : a trulur no
=Aluga-se o primeiro andar da casa n. SO' 2o. andar da mesma casa.
A* >.* -i. /-..!:- '^mILa ^~.sr*~:~ .or.. rtci^ I r?i^-^.i r-.. -. i t i i
j -- iuu V.UUH1-IWM, j,v/jJliu |.u.u v^kll|/lu- ----- IUIIUUU V-.UU99CIIO UU J-IIUdUL', a'iSS (>
para vender doces de < uj e pitanza ludo
muito bem frito e por commodo proco i o na
::i-siiia (0 fa/ bolinbos de varas qualidadese
bem Icilos o hiideijas do lucidor gosto pos-
sivel.
A pessoa que annunciou no Diario de 4
dn correnle ler em seu podar Ulna oscravo fu-
jiid. a lempos vejase (em os signaos seguin-
ics : de nome Joaquina, altura regular cor
uieia lula cdoia do corpo idade 20 annos
uouco ma i s ou nenos mu o Debollo nariz
um tanto glande e i balo pirada de |.exijas ,
leiu o nai i/ na parede de dentro lurado boca
regular tem da cintura pata cima o corpo
lodo sarjado a moda de sua trra at>- os l..rgntos
dos bracos os msmoa enfeites tem a especie
de urna renda em Ulna das pomas tem urna
cicatriz cima do torno/ello, e o mesmo p
tem um pouco m is chcio do que o outro esta
preta fugo no primeiro de Agosto de 1840 r
sendo dita escrava leve-a na ra Nova n. 32 ,
que lora I00.> rs. de gratificacao.
O abaixo asignado Uz publico, que a casa
terrea sita no beco doCalabouco n. 20 e de
prsenle n. 38 se eolia enbargada por exocu-
eo movida contra :Varii Francisca dos Praze-
res como se mostrar em lempo pelo juizo com-
petente ; ningucm poisa vista do prosontn po
den de boa fe la/er negocio algum relativa-
menle a dita casa sem se < omproiiielter ao
pordiinonto do seu valor, 'c sem incorrer no
cume de uma Ir.ui/aoo em prejuizo de ter-
ceiro. Constantino Jos {apozo.
Dorante o Sr. Dr. juiz do civel da I va-
ra por eslarem qua/e lindos os das Ha lei. vai
a iraca a casi de sobrado da roa larga do Ho-
zaro em que mora o Sr. Joo Manoel Hodri-
gues Vabnca a pxoepofto da parle le urna or-
fa que,de 2:00ISO^9 r be a requcrimcnln de
Ju- Caelaim I -'argos o Martimann Jo< Pas-
cual: o-scrpln de edilal ai ba-se amando
porleiro Serra Grande : os pretenden te* podem
tratar rnni o dito Farges na ra Dirnla n,
9, (onfionle ao beco do Serigado ou na
pracinha ib l.i> runenlo n. 42 como Sr ller-
cnl.uio lose de I're i las.
Peidoo-se .'IOS rs em sedulas sendo urna
de 208 encarn.ula ; ouira de 10$, branca,
o ja ruta, qiierendo retiluir lar Ulna arelo pia,
o nao qm-rendo apello para o trilunal Divi-
no ela re>tiluicao peco enlo que annuncie
para ser | rucuiadn.
Ollerece 8C urna erioula de idade para
ama de nina casa de poma familia nu de
bomem sidteiro a qunl'fa/ lodo o sorvico in-
terno o externo de urna casa ; quem preten-
der annuncie ou dinja-se na ra d Orlas
n. 18.
= Precisn-se de um olTicial dechapelciro,
que sej i pe felo no offi o de oinbreireiro
na ma do ( rospo n. 11 : na mesma casa ha
para tender '20 barril de azeite deoarrapato
po> proco commodo.
Jos Jacomu Tasso rctira-sc desta pro-
vincia.
Desoja-w em pregar em alguma occupacSo
de i.egoi io excepte venda ) um menino brasi-
leir. de 13 a 14 anuos o qtial sabe ler es-
i rever, c contar sofrivelmoiile o lie mui di-
ligente liel e ib- boa conducta : a tratar na
iua do Noguoira n. 13 ou annuncie.
Aluga-se urna paida viuva de ineia idade,
sabe engum mar ensalmar, cnsinhar, o fa-
zer lodo o sorv ico de urna cusa de bomem sol-
icito rajado ou viuvo de porta a dentro ;
levando em sua loiipanhia urna (ilha de 12
anuos para .. nju.lar : na ra das S Pon tes na
luja do sobrado doSr And re.
= No dia 17 do correnle mez ( as seis doras
da tarde } ilcsapurecco da luja de couros da ra
do Livramenlo n. 13 um rologio london com
ciiixa de sabonca do prala fallando do lado
que descansa sobre o vidro que tem no lugar
onde tem os ponteiros que demonstra as doras,
com a chave do mesmo presa por urna fila de
retroz prolo ja com uzo ejulga-so ler sido
lurlado sendo o rologio pequeo ; e pede-so
a qualquer Sr. relojoeiio ou pessoa quem for
ofloreciiio o favor de o ornar e ievar a mesma
loja cima que ser' recompensado.
Manoel i\ Silva Sanios embarca para o
Rio de Janeiro seo cscruvo por nome Joo ,
i-----------r. V-------....II.,
MUTILADO


1
VEITCH. BRAVO *C
Vendem na suu butica e armazem de drogat ,
nu ra da Madre de Dos, 1.
A prcparacao segu ule |>or preco muitu com
modo e de superior qualidado.
Extracto /luid' e concentrado de salsa-parri-
Iha dn Jamaica.
Asmuitas experiencias sobre estas prepara-
cSes tem feto conhccer sabia corporaco me-
dica, que compSe o collegio de Londres, Edin
burgli e Huilln ser ella a nica donde so
podem colher os beneficios e salutares edeitos.
que se rcquerem nos casos, emque se torna nc-
ccssnria a indieacao da raz de salsa-parrilha.
V. B. X! C.^ nao podem deixar de fazer una re-
fte'xao As pessoas, que fizcremuso desta prepara-
dlo ; que vem a ser o nao abusarem da pequea
quanlidade, que prcscrevem os praticos ( duns
colhercs de cha duas vez.es o da em meio co-
po d'agoa ) visto cada garrafa de doze oncas
contar a virtude de 5 li. ras de salsa parrilba.
Na mesma casa tambem se vendem tintas ,
e todos os outro* objectos de pintura ; vermzcs
de super.or qualidade entre ellos um perfei-
tamente branco e (|ue se pode applicar so-
bre a pintura mais delicada scm que produ-
za aiteracSoalguma em sua cor primitiva. Ar-
row-Rol de Bermuda,Sag, Sahoneles, -
SahAn de Windsnr. Agua de Soidlitz, Agua
do Soda,Agua de Sel/,Limonada gasoza ,
I inta superior para eserevcr, 1 inla para
marcar roupa.Perfumaras inglozas,--Fun-
das elsticas le patente,Escovas e pos paia
denles .Pastillias de muriato de inoiphina ,
e ipec.ieuanha, P.islillta linissiinas de hor-
tel-pimeuta Pastilhas de bi carbonato de
goda e ginnibre. As ver.larieirns pilulas ve-
getaes univeisaes do D.r Hrandrlk vindas
de sen autlior nos Estados-Unido*, &c &e-,
= Precisa -se para um engenho perto desta
cidade .lo urna pu*> que entenda de borla e
para servir igualmente da feilor de moend..
dunnte a moagem proferindo-se alguma
pessoa idosn : na ra estrella do Rozario n.
31 3.o andar.
= .i se dinheiro a premio sobre penhores
de ouro ou prata ; na ra da Cruz n. 38, se-
gundo andar.
s Precisa-M de prclos para Irabalharem em
um sitio no Mmteiro, dando-se comida, casa .
e s.il.iru oa^o pm mez ou inno ; trata-se com
oengenbeiro Boyer no atierro da Boa-vista
n. 6
= Na ra do Rangel n. 34 ha quem tire
pnssaiwrtes para dentro c fra do Imperi b-
Ihas corridas, pasaportes para escravos, ou
nutro quaosquer despulios; assim como te
copia qualqiier papel, tudo com brot idade c
preeo coinmorio.
= Precisa-se assucar; a tratar na ra da Mooda casa n. 11.
= Po dia 20 do torrente pe as 4 horas da
tarle perantc o Sr. Hr. juiz supplente dos leitos
da fazenrin no atierro da Boa vista em pra-
ca publica se ha .le arrematar os bens abaixo
declarados, penhorados por exeeu ao da fa-
zenda provincial a seus llovedores : Jos Clau-
dino Leite e Joo Joaquim de Figueiredo.
Urna morada do casa sita no Poco da Panella ,
com bons commodos, de renda annual ;
outr'ora dita na ra d Aguas-verdes; lies pti-
mos escravos ; e mais um grande sitio com
muitas arvores fructiferas e rom urna bello
casa do vivenda no Lgar de Santo Amaro ;
ouira do fallecido Margado Joo Policarpo do
llego Barros e boje pertence mesma lazen-
da provincial.
__ \\ gao-se duas propiedades na ra da
Man"ueira no Pi o da Panella urna (tollas he
na esquina que vira para o Caldereiro.e a
ouira he a immediata, com grandes commodos.
I a cacimba d'agoa de beber e tem 4 quar-
tos; quem as pretender dirija se a ra da Cru?
n. 6; como tambem na praca da Boa-vista alu-
ga-se urna casa rom 3 portas de Ircnte o com
armacaode venda.
== Desappareceo no dia 11 do correte um
escravo de nomo Manoel Luiz crioulo de
30 annos piuco mais u menos, barbado ,
olhos pequeos, e tem urna perna meia arquia-
da por um tiro ^uc levou e que o nao faz
andar hem desembaracado; andava de mostr
da barcaca Florentina pertemenie a .Manooi
Vieira da Silva Jnior da liba de Itamarae ,
de quem e escravo: quem o aprehender o po-
den levar na mesma liba a seu senhor ou na
ra da Cadeia do llecile n. 1 que ser re-
compensado.
__ Manoel Gomes da Cruz deixou de ser
caixeiro do Candido Jos do Salles, desde o'
dia 17 do crtente.
= Quem precisar de um contra mostr del
alfaiate (bogado a pitucos dias do Rio de Ja-j
neiro que sabe cortar toda -obra dilija se,
a Iravessado uvidor n. 1.
Ouem annunnou querer comprar prata/
X ,- .. ti twl..i..- O *" '
vpma mrt|*-*fc i........' \
= A luga-so um sobrado relili.ado de no>o, I
na povoacao do MoOiCro j a tractar na serra-1
ria do Montciro ou no armazem de vidro ao
lado da cadeia ra de S. Francisco n. 17.
sx O Coronel J'ao Francisco de Ch-iby
comprou a Manoel Vieira da Cunha urna mu-
lata do nome Antonia para o Conselhoiro
Francisco Jos de Freitas e pretende na pri-
meira occasio remetel-a para o Rio de Janei o.
__ Precisa-se do um mulhorde idade que
sirva para ama do urna casa de pouca familia,
sugeitando-se a comprar na ra ; na travessa
do Queimado outr ora beco do Peixe-frito n.
3, segundo andar.
Compras.
- Compra-se um negrinha crioula ou de
nacao, de 14 a 15 annos que seja reoolhida
e nao tenha vicio algum quesaiba fazer ren-
da e engommar paga-se bem agradando ; no
patio do Carmo sobrado n. 13.
-= Cornpra-se um sino pequeo que sir-
va para urna capella, servindo algum que tenha
sido de embarcacao ; quem tiver annuncie.
Compra-se eflectivameiite para fora da
provincia mulatinhas, erioulns, e mais escra-
vo* de 13 a 20 annos ; e urna parda, ou criou-
la de idade que sirve para ama de casa, e que
saiba coser engommar; paga-se bem sendo
bonitos i na ra larga do Rozario n. 30, pri-
meiro andar.
= Compra-se prata velha ; quem tiver an-
nuncie.
= Compra se um preto cozinheiro, que
nao tenha vicios e seja moco : na ra da Ca-
deia do Recife n. 39.
Vendas
Tendem-sc urnas bcsLs e uns quartos,
boje ( 9) na ra da Cadeia das 7 horas da
manhaa o meio dia e de tarde no sitio da
>invado fallecidoguarda-mor na estrada de
Joao de Barros.
Vende-se urna preta lavadeira cozi-
nheira ongommadeira, e cose elguma cousa,,
do nacao Angola e de 30 annos; na ra da
Senzala velha n. 46
Vende-se urna porcao de palha secca ,
oropria para queimar embarcacos por preco
'oinmodo e bota-se no porto: no atierro dos
Mingados n. 63.
= Vendem-se ricos cortes de chali de l o
seda fazunda que ha presentemente de me-
lliorgosto para vestidos.* na ra do Cabug
n. 16.
= Vendem so urnas pounas de candas de
arreira que esto delraz da Carmo velho;
e urna porcao de eaibros ; e tambem se aluga
um arma'em grande sito na ra Augusta n.
13 ; na ra do Rangel esquina que volta pa-
ra o tren venda n. 11.
= Vendem se champes de diversas quali-
dades entre ellos o de soda para fazer limo-
nadas, e tambem orcbala em p : na ra No-
va botica n 57.
= Vende-se um terreno de 90 palmos do
fronte e 120 de fundo, ou em pequeas por-
edes ou troca-se por tijolos de alvenaria ou
escravos no lugar da ra da Palma por traz
de S. Thenr/a; a traclar na ra da Cruz n. 5 '.
-= Vende-se urna cadeirinha nova ainda
por pintar : na ra do Cabug n. 16.
js Vende-se urna duzia de cadeiras de pa-
Ihinha um canap um ogo de bancas e
par de lantornas tudo com pouco uso e por
proco commodo : na ra Bella n. 43.
=. Vende-se vinhoda Madeira muito fino ,
em quartolas e em meias ditas, ancorotas e
lucas ditas, mui proprio para casas particu-
lares e por preco commodo : na ra do Vi-
gario n. 12 armazem de Mondos & Oliveira.
Vendem-se na praca da Independencia 4
bostas para qualquer snico, hoje das 7 horas
da manna at-> uomcio dia, e do tarde no sitio
da viuva do fallecido guarda-mor na estrada
ile Joo de Barros.
Firn-.inoJ. F. da Roza vende muito boa
farinha de trigo por preco commodo assim
cmodo mandioca a s.cca a 2560; no arma-
zem de Francisco is Ferrcira dofronte da
escadinba da alfandega c oleo de linhaca.
= Vende-se urna porcao de carne do ser-
to vinda do Aracaty e a retalbo de meia ar-
roba para cima por preco commodo ; ao p
do arco da Conceico. arma/cm do Braguez.
\ ende se um preto bom carreiro, e de
toda o irabalho de campo ; um moleque de 18
annos bom canoeiro e serve bem a urna ca-
sa ; 2 ditos de 12 a H annos ; 4 escravas mo-
cas de boas figuras engommao cozinho ,
o iavo ; 2 mualas com boas habilidades : na
ra de Agoas-verdes n. 44.
__ Vende-se um preta de Angola com
urna cr a de 8 annos e a negra tem 30 annos,
. |... dn iTvii-o de campo e taboleiro : na ra
la Gloria sobrado n. 59.
__ Vendem-se duas escravas, sendo urna
da Costa, para todo o servico ; urna dita la-
vadeira, equitandeira; um moleque de 14
annos, sabe lienieervir a urna casa e tractar
docavallos, e be bom pagem ; urna preta de
boa figura, de nacao por 350.J rs. : na ra
do Fogo ao p do Rozario n. 8
= Vendem-se sapatos de burracba, pti-
mos para evitar umidade dos ps, e commodos
para quem padece dos calos ; na ra dos Quar-
teis n. 24-, e na-ra da Cadeia do Recife laja
n. 20 de VictoTrino de Castro Moura.
ss Vende-se sal do Ass a bordo do hiato
Flor de Larangeirat, fundiado defronte da
Lingoeta ou na ruada Cadeia do Recife, lo-
ja de fazendas n. 37.
= Vende-se um bonita moleque de 12 an-
nos; eum negro,bomtrabalhador, para qual-
quer sitio por estar acostumado a esso servico ;
na ra do. Queiroado n. 42, segundo andar.
\ Vendem-se. pecas de chita encarnadas
com flores amarellas a 7600, e o covado a 200
rs. pecas de cambraia adamascadas a 5000 ,
e lisa muito, finia 3200 e 3500 lencos de se-
da de cores ,. e de bonitos padres a 1200, pe-
cas de chitas de assento escuio a 6700 e o
covado a 180 dita a 6000, e o covado a 160,
orles de velludo lavrado para collete a 1600,
pecas do bretanha de 6 varas a 1000. dita de
15 varas a 2400 panno fino verde escuro a
3000 o covado dito azul fino a 5500 lencos
de garca de bonitos padrees a 1410 pecas de
casa lisa coro 17 varas a 5000 e outras mui-
tas fazendas por preco commodo ; na primeira
loja ao p6 do arco da Conceico do lado d-
reito.
Vende-so urna venda com noucos fundos,
,uo Forte do Mallos, ra do Codorniz n. 9;
tractar na mesma.
- Vende-se um negro de nacao de bonita
figura ; e dous caixoesenvidracados para mos-
trador de venda ; na venda da esquina da ra
Imperial n. 2.
= Vende-se urna venda com poucos fundos
no atterro dos A (togados ra Imperial o. 145;
a tractar com Caetano Jos Rabollo delronte do
palio do Collegio.
Vende-se urna escrava de 1^ annos, en-
gomo a ecozinha muito bem ; urna dita boa
cozinhoira, e engommadeira. por 4008, 4 ditas
para todo o servico ; ama molequinha de 8 an-
nos ; duas ditas por 5008 rs. ; um lindo mu-
latinho de 13 annos .proprio para pagem ; um
mulato mostr carpina de 20 annos ; um dito
de 19 annos bom pagem ; um moleque ; 8
escravos para todo o s> rvico ; e um escravo bom
co/inheiro por 500 rs. : na ra de Agoas-ver
des n. 46
A endem-se dous pardos de 23 a 24 an-
nos robustos para qualquer trabnlho e com
pratica do servico de campo; a tratar < om Cus-
todio Luiz Reis defronte da Madre de Dos.
= Vendem-se 3 pretas mocas de bonitas fi-
guras e um moleeote, proprio para todo o
servico : na ra Velha n. 11.
= Vende-se um escravode Angola, moca,
bom trabalnador de enchada e he canoeiro :
na ra Nova venda da esquina defronte do
porto.
= Vende-se urna cadeirinha nova que
ainda est por pintar: na ra do Cahug n. 16.
K =. Na ra atraz da Matriz da Boa-vista n.
29 vendom-se calxas para chapeos de homem e
senhora a 1280 ej 440 ditas para chapeo de
palhinha de arinacao para senhoraa2000a du-
zia e a 2560 e com tornos para para suspen-
der o chapeo a 2880 e 3500 a duzia ditas pa-
ra touquinhasde meninas a 800 rs. ; tambem
se fazemde feilio por commodo proco e com
toda preste ga-se courinhos fazem-se chapeos de | alhi-
nha coberlo de seda pagando-se o feilio e
com toda a perfeicao; tambem se toma fregue-
zia em qualquer fabr.ca que queira dar o ser-
vico de ca xas a cascos de palinha lodo anno ,
promettendo-se fazer por preco muito commo-
do e com promptidao.
=s Vendem-se uns calderotes antigos, de
ferro coado por proco barato que se achao
a sabida do arco do Bom Jess no areal : na
ra do V gario n. 3.
= Vende-se a obra intitulada Diccionario
Apostlico de Montargon em 15 volumes ,
novos, e sem uso aluum : na ra da Vnza-
la velha armazem n. 106.
= Vendem-se accas com arroz pilado mui-
to bom a 8000 rs a sacea e caf da Ierra a
120 a libra: na praca da Boa-vista venda
n. 15.
= Vende-se a maior parte d'uma casa de 2
andares com grande armazem. em chaos pro-
prios capaz de se levantar outro andar, e ren-
de toda a casa perto de 600,000 rs. ; tambem
;c feudo o restante da mesma : a fallar ao nr.
Jos Antonio Bastos na ra da Cadeia do Re-
cife que est authorisado a vender por preco
commodo.
= Vende se vinho.do Porto muito velho ,
rjiu de Madeira secca 4l> de Uiamanhea
158 8'8 b'woito majaes, mustarda
ranceza conservas inglezas. tudo chegado l-
timamente e por preco commodo ; em casa
de Fernando de Lucca ra da Cadeia do Re-
cife n. 16, e no seu armazem do passeio pu-
blico.
=s Vendem-se chapeos francezes de seda a
7000 borzeguins gaspiados para homem e
meninos de todos os nmeros sapatos de cou-
ro de lustro para ditos botins e nieius ditos
de bezerro Irancez, e de Lisboa sapatos de
couro do lustro pora senhora e meninas bor-
zeguins gaspiados para ditas sapatos com pal-
la para homem e meninos, sapalos abotina-
dos, ditos de entrada baixa inglezes, botins
de lustro para homem, borzeguins deseca para
senhora luvasdeseda para homem e senhora ,
ditas de pellica para homem, ditas enlejiadas
para senhora, espartilbos para senhora a 1800,
meias deseda para homem e senhora ditas de
algodflo muito finas para meninas lencos de
seda para grvala ; ludo por preco commodo :
na praca da Independencia ns. 11, 13, e 15.
Vendem-se 8 meias pipas arquiadas de
ferro rebatidas de novo por preco commo-
do : na ra Direita n. 3 primeiro andar.
= Vende-se o excellente oleo para a enfer-
midade dealporcis ou glndulas enlartadas ;
na ra velha da Boa-vista n. 55.
Escravos fgidos.
= Fugio no dia 11 de Agosto do corrente
annodoengenhoBom Jess da Malta, Fregue-
sia da Gloria do Goit os cscra>os seguinles :
Roza de 40 annos estatura alta bem cor-
polenta rosto liso gordo e comprido, a tes-
ta com bastantes enrugas tem os paitos gran-
des e de pelle entre elles tem bastantes talhos,
signal da Ierra della que he de nacao Cuica-
m eflr preta pomas grossas e ps grandes ,
carcunda quando falla balanca com a cabeca,
olhos vermelhos foi conduzida por um escra-
vo crioulo de 40 annos bem, barbado e suis-
ado de nome Miguel, do Sr. Anlonio f-
cente de Araujo, senhor do engenho Novo
Goita de Franco ; e levou mais ouira escrava
de nome Luzia ; quem os pegar lveos ao
mesmo engenho ou na ra da Conceico da
Boa-vista n. 43 quem ser recompensado.
a= Havendo fgido na noule de 3 para 4 do
corrente de horno da sumaca Omceico A-
regante dous escravos de nome Antonio pei-
tencentesao dono da mesma; um de nacO'
Mina alto magro rosto escamado pouca
barba tem no p esquerdo urna ferida sobre
o tornezelo, representa 40 e tantos annos o
outro de nacao Angola, baixo, grosso, ps po-
quenos e os dedos abertos, pouca barba ,
representa 30 annos; levarao vestido camisa de
bata e calcas de batao tendosido este ul-
timo remet ido daqui para o Rio de Janeiro ao
negociante Joao Gomes Netto e naturalmen-
te sabe dos arredores desta provincia. Roga-
se a todas as authoridades e capitacs de campo',
a apprehencao dos mesmos levando-os a casa
dos consienatarios Amorim Irmaos na ra da
Cadeia do Recife n. 45, aondesepromette re-
compensar generosamente.
Funjo o negro Jos de nacSo Costa Be-
nin baixo grosso rosto carnudo e fe;o,
beicudo, pmbigudo pinta de branco e os
cabellos seltos, levou urna carapuca velha na
caneca pouca barba levou vestido camisa o
ceroulas de algodao ; quem o ppgar leve a ra
de Agoas-verdes n. 70 que ser recompen-
sado.
Fugio no dia 14 de Agosto do sitio'do
fallecido cirurgiao l'eixoto no oaminho dos
Afilictos um cabra de 20 annos, estatura baixa,
corpo grosso rosto redondo cor escura, falla
muito devagar, baixo e meio embarazado le-
vou chapeo envernisado de pagem camisa e
jsqueta de chita azul, e calcas brancas ; quem
o pegar leve ao ao mesmo sitio quo ser gra-
tificado.
= Fugio no dia 8 do corrente da casa do
abaixo assignado urna preta crioula de ne-
me Feliciana com marcas do glndulas por
baixo do queixo, um dente tirado e hem visivel
a falta baixa, secca do corpo, um pouco ca-
beeuda, ps pequeos, pescoco comprido e fino,
costuma andar calcada de meias e sapatos, saia
de sarja e panno preto forrado de lafet rouxo;
quem a pegar leve a ra doCaldereiro casa do
ibaixoassignado quesera recompensado.
C. de Gahauliere.
= No dia 3 do corrente lugio urna preta
rioula de nome Benedicta, baixa, grossa do
corpo, cara larga nariz chato ; levou ves-
tido dechita escuro, panno da Costa, ban-
dado de matamos br.ncos venda frutas e
calcado para senhora em um (landres jul-
ga se estar acoitada om alguma casa ; uuem a
pegar leve a ra Direita sobrado n. 12, de-
fiontp das catacumbas rio l.ivramonlo, ou a es-
trada de Joao de Barros sitio dofronte da Igre-
ja da Conceico, que ser recompensado.
Rrcifb: na Typ. db M. F. db Fahia. =1843.


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