Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05044


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Full Text
Anno de 1843.
m555
ludo agora depende de nos meamoe; d
unuemoa como jirmcijiiamos, e acremoi
eulua.
Ter^a Fera 5
no.a. Prudenc>., ooder.gao, energi,: con
|iomiiloa com .dmiracao enlre a, [<,.-.
gea maia
_____________( I'mclamagao da Aasembleia Ger.l do Bswu'
PA.UTIOAS DOS GORRES TERRESTRES
u"""'1 Fahyba, aeSundas e aexiaa feiraa. Rio Grande doN irte ;,..
ooiK. e G.rinhuna, a ltl e 24. ?u,n,M .
jalm, Serinh.em. Rio Formo Corto Cairo, \iaceio, e Ala-oa, 0 4 o .. ..
Bo-*itl..Floe.k.3. . u DIAS DA SEMANA. '*"'
4 aeg. a. Roa de Viierbo V. F. And. do J de D. d< 2. t
5 lerg. a. Antonio Al Kel. Aud. do J. de D.
O yuart. s. I.ibaui. V 4<1 do J. de D. da i r.
7 yj.iit. jejum a Joao" P. M. And do J. de D. di 2. t
Se. >j a. Not.Tidade de Nosa Senhora,
9
0
Sh. a Sergio P. Re. And do J. de 1). da 1
i'n. O Samiasimo Nome da lana,

AVISO.
A pessoa quenosenviou urna corresponden-
cia do Rio Grande doNor'e respeito do Snr
Deputado J. M. Carneiro da Cunhn, e do ox-
Presidento daquella provincia, queira mandal-a
receber nesta typografia; porque nao lhe pode-
mos dar publicidade.
de Setembro Anno XiX. N. 19F>
O Duilo publica-te lodoa oa dita quenSo forem Suntificadoa: o preoo da awigoatara n
^ de trea mil reia por quartel pa?oa adiantadoa Oa annuncioi doa saignantes sao neerido.
grana eos dos que a'io forem a rasJo de ftOreia pr linha. Aa reclamagdes derem er diri-
gida! a ata Tip., rna daa Cmiea fit, 34, ou apraca da Independencia loja delirroa N. 68-
m
ha-
a
camiiosNo dia 4 de Selemhro.
CaaaMo aokr. Londra. 15. Ooio-Moad. da ,400 Y.
f7 *" *' 5 rea por franco. N
/? LiaballporOOdapraaaio. I a g da 4,000
M a i. i PlAla-Patacoaa
Moadad.cobra por canto P.xo.Colu-nar.e
Ida. de letraa da boa. tu... 1 j ,. d|M Micino,
compra renda,
16,800 7.00
16,600 16,800
i,2uo y.wa
1,920 1,940
1,910 4 .MU
1,920 4,940
PHASES DA LA NO MEZ DE SEPTEYIBRO.
Laa Cheia 8, 4a 4 horase 7 at. da (arda I La ora 23, a 2 boraa e 50 m da jarr?,
Quart. hus, i 16, a 8 hora, a 53 a>. d. t. | qaul. oraao. i 1, ., boraa e 3
da manb;
da aatnhaa.
Preamar de hoje.
boraa a 41 m. da tarda.
*A8TE OFFICIAL.

mdart V113 Pr0p0Sla, dem Logo que cada carta fr depositada, ser a-
bei ti ese formar urna lista, em que se ins-
cievao, por ordem numrica o nome de eadfl
concnrrenle rom os d0cument0Si a(.hados sob
prune.ra capa, recebendo as segundas um nu-
mero, correspondente ao de cada concorrente.
1 assada urna hora se nao admittir mais con-
corrente algum, e retirando-se os queso acha-
ren, presentes, eo publico, a thesouraria discu-
tir acerca da validade dos documentos, por ca-
Regulamento para as arrematares, e feitura I'
das obras publicas da provincia, com as con-'"" arrema(antc apresentados declarando (ora
dicoes geraes, impostas aos arremallanles. do ocurso aquelles, cujos ttulos nao forem
Heclnraco. | adiados valiosos: feito isto serao novamente in-
As arrematacoes, quose llserem para a exe- .tro(usl cucao das obras ou .arles de obras publicas, |nsP*wrda thesouraria ser declarado oresul-
regular-se-hao pelas condicoes geraes, ou part- l"d0 e os motivos da deliberaca; depois do om-
culares, e pelo modo indicado no presente re- se Proce ulamento. gunda* capas das propostas dos concorrentes
CAPIIULO I. adm.tt.dos. e ser declamdo arremattante pro-
torma dos ornamentos, enaturesa das arre- v,sori,) aquclle, que ofTerccer maior abate sobre
matacoes. ?s Pri!Cos do orcamento lavrando-so de tudo
Artigo 1. Os orcamentos, que servirem de ba- !xt" um termo' em te s arrematacoes, serao todos redigidos sob a provisorio e seus Madores; o qual ser le-
mesma forma, quanto o permittirem as difTo- vad.oa Perica do Presidente da provincia pa-
rencas que entre as obras existirem, e cont- -ar' ou nc8ar sua approvacao arrema-
raoas divises principaes seguintes : tacao.
1." Adiscripcaocircumstanciada da obra or- A(t- 8- Na3 serao admittidas as propostas
jada com as principaes condicoes da sua execu- mcorrentes, que iserem qualquer mudan-
o easclasulasespeciaesda arrematacao. ca na descripcao das obras, ou das condicoes
2.a A medico das diversas especies de obras J?0.arrematado devendo as suas propostas re-
ra oreada. lerirem-se nicamente aos precos do orcamento.
, precos do orc.....i-.uu.
Jambcm nao serao admittidas as propostas
que nao mencionaren! um abate qualquer sobre
os precos do orcamento.
Art. 9. No caso de nao ser approvada a arro-
matavao pelo Presidente o arrematante provi-
sorio nao poder reclamar cousa alauma ; po-
| rem tambem na3ser a arrematacao concedida
que se houver de pa- a nfnhumdo oulros concorrentes, ea obra de
ver ir novamente pracai salvo seo governo
particulares que compoe a obra oreada.
3. A avaliacao dos precos da unidadcdccom-
primento, superficie, ou volume de cada urna
4. Urna recapitulado, que demonstre a im-
portancia provavel da obra.
Art. 2. A importancia provavel da obra, de-
terminada por esta retapitulacao nao IIxar
rigorosamente a quantia
gar ao arrematante; mas o governo peder faser jutu as obras, durante o tempo de sua execucao, as entender. mudancas, que julgar convenientes, e em tal Poroutr<>modo.
caso se far tambem na importancia da arrema- CAPITULO III.
dTe;LPerce"deSXrm;e?o;'Un,,'S;,aS ,0 <>^raba.htrXaT2rematadas
oreada luocomPea obra pnncipiaro nopraso, dete.minado no orVa-
Todavia se por causa das mudancas feitas a ^^r^S^^^
o7dSLdLa.Ta,aCa \ *"M^ ^ao arrematante" de have do arrernl
ou diminuid mais.de urna quinta parte do seu Cao approvada pel governo
rr;,CVtacaoarremattante Pdera CnCam- Fal,a"d ***<* a ta condifao |
Lt H l h 1 arrn'atac.aa ficar de nenhum eneito, e o arre-
*EL9t G |JOderem Calcular COm faci,i- '"atante pagar urna multa igual a vicsima
rat II;ir!ETT nfnt'i U -al,al,!S,.de"uli Parte do valor d, arrematacao, pesera eco -
cOes n Sfe r C dever,ao1as d,"',HI1- da wturedo thesouraria provincial,
toes, propostas pelos arrematantes sobre as Art. 11 As obras dever ser concluidas no
fr3rTdaS;rHdfmTlradaS PrUma praso' 'arcado no orcamento a
menciona unrif CS?SaS \ 'Sl *' Faltando natrtite a esta condicao, pa-
MfcSUS 5! "h' i!'*'* et;- garl uina"""ta. igual .decima parle do valor
por cento sobre a Importancia oreada da obra, da arrematacao, e isto por decisa do governo,
*frf/.w-. '-AiiuuMi. depoisdeouvir oengenh.-lro emchefe, sendo
Modo dse celebraran as arrematacoes concluidas as obras por administraos custa
Art. 4. As arrematacoes das obras publicas, do arrematante
celebrar-se-hao publicamente perante a thesou- Nesle caso se'observars as regras de contabi-
raria das rendas provincias com assistencia do lidade das obras publicas establecidas no re-
respeclivo engeoheiro em chele gulamento de 25 de maio de 18^2 dedusindo-
Art. S. Vinlodias. ao menos, antes de qual- se depois as despesas das obras, que restaren,
quer arrematacao, que imp. rtar em mais de da quantia, queexistir para pagamento'do ar-
trescontosdeieis, e dez dias, da que for de rematante, e quando nao fr bastante se cxiici-
importancia inferior so publicars pelos peri- r dos fiadores o excesso que houver emtaes des-
>s eseallixarS nesta capital e quando pesas.
lor possivel, as cidades. villas, e povoacSes, a
que mais interessar a obra, editaes, nos quaes
se deve declarar: ,
1. O valor da obia com os premios concedi-
dos a beneficio do arrematante.
2. As principaes condiede- da arrematacao.
3. Odia, e ora, em que se ha de celebrar.
Da data dos eaitaes ao dia marcado o orca-
Arl. 12. NaS se conceders aos arrematantes
novos prasos para conclusas da obra salvo no
caso de circumstancias extraordinarias e im-
previstas ; este novo praso naS poder oxceder
metade do designado no orcamento o a elle
ser applicavel tudo o que se tem determinado
no artigo precedente acerca do primeiro.
Art. 13. No caso previsto pelo 2. do artigo
-------- .v ,, ,. .,.,,, nrwMd pnii^ z. ao aniso
ment estara patente aos concurrentes no gabi- 11, se o governo entender, que as obras nao
nete do engenheiro em chele. devem ser concluidas por administracaS, o ar-
Art 6. Ninuuem poder concorrer a qual- rematante sempre pagar a multa dequetra-
quer arrematacao, sem que se mostr competen- ta o mesmo ; eentaSse proceder custa do
temente habilitado para contractarcom a tasen- arrematante una nova arrematacao c<>m to-
da provincial, e aprsente um, ou mais liado- das as formalidades, prescriptas no cap. 2.deste
res regulamento, exceptuada a 2." parte do art. 8.;e
Art. 7. No dia e hora, designado para a ar- o valordas obras que se tiverem de faser, s'e-
rematayao, cada anemalante depositar sobre r regulado pelo da arrematacao primitiva' No
a mesa da thesouraria una carta feixada, con- caso deaeram as oras propostas maii vaotaio-
*c"o : sas do que as primitivas, o bcnolicio ser para
1. Urna declaracao defianfa com osdocumen- a (asenta provincial, eno caso contrario oex-
tos competentes, e as provas de sua habilitacao cessu de despesa ser pago pelo arrerrialtante
para concorrer. piimitivo, ou por seus fiadores, naforinado^
2. IJebaixode urna segunda capa, tambem 3. dnartigo 1 i.
Art. 14. Finalisadas as obras, o engenheiro
em chefe lavrar um termo de recebiment. pro-
visorio e os arrematantes serad responsaveis
pela conservacaS das mesmas obras durante o
praso de um anno. contado da datado predito
termo; salvo se um outro praso fr especial-
mente marcado no orcamento: durante esse tem-
po os arrematantes seraS obrigados a ter as o-
bras em perfeitr estado de conservacaS, e assim
seraS entregues ditinitivamente; no caso porem
de fallarem a esta condiyaS, os reparos precisos
seraS feitos com as formalidades esob as ro-
gras prescriptas nos segundo e terceiro do
artifo 11.
Findo o praso de responsabilidade, o enge-
nheiro em chefe lavrar um outro termo de re-
cebimentodifinitivo das obras.
Art. 18. Os pagamentos que naS forem es-
pecialmente determinados no orcamento, se rea-
lisarSem quatro prestaces, regulares do mo-
do seguinte.
A primeira, quesera dos tres decimos do va-
lor da arrematacao, ser paga quando estiver
feito o terco das obras arrematadas.
Asegunda, quesera igual primeira, quan-
do estiverem feitos os dous tercos das obras.
A terceiro, igual As precedentes, quando se
lavraro termo de recibimonto provisorio.
A quarta c ultima, que ser de um dcimo
smentedo valor da arrematacaS, ser paga,
quando se lavraro termo de recebimento difl-
nilivo.
CAPITULO IV.
Obrigacdes geraes, e particulares, impostas
aos arrematantes.
Art. 16. As obras arrematadas serao feitas
pelalorma, e sob as condicoes o modo indica-
do no orcamento, as plantas geraes, e parti-
culares perfiz longitudinaes, o transversaes ,
orno tambem sob a direccao, e instruccoes do
engenheiro em chefe, ou de um seu delegado,
sugeitando-se os arrematantes s mudancas [
que o mosmo engenheiro ou o seu delegado
prescreverem sob sua responsabilidade, guar-
dadas sempre as restriccoes dos $ do art. 2.
Art. 17. Os materiaes do que se servirem
os arrematantes para feitura das obras, seraS
competentemente examinados o aceitos pelo
engenheiro em chele, ou o seu delegado; mas
se proceder a este exame nos oito dias conta-
dos da data da participaca, que o arrematan-
te iser. de haverem chegado os materiaes.
No caso de serem rejeitados alguns materiaes,
seaS estes transportados acincoenta bracas, ao
menos de distancia das obras, para que eraS des-
tinados.
Art. 18. ScrS demolidas as obras, que naS
forem feitas de conformidade com o que dispSc
os dous artigos piecedentes;e bem assim aquel-
las em que o engenheiro em chefe ou seu de-
licado dtesumirem haver algum defeltode cons-
truyas, o que ser extensivo as obras contiguas
quando se liser precis.) para a verificabas do de-
leito supposto; porem no caso de naS existir o
defeito presumido ser o arrematante indem-
nisado pela thesouraria provincial do excesso do
trabalho produsido por esta verificabas vs.
ta dos precos do orcamento.
Art. 19. O arrematante dever empregar na
direccaS dos diversos trabalhos da obra os res-
pectivos mestres de oflicios, que tiverem para
isso a precisa idoneidade.
Art 20 Tambem dever o arrematante ,
pcssoalmente ou por meio de um seo com-
missionado, assistir a Teitura das obras e ser
obrigado a acompanhar o engenheiro em che-
le ou seo delegado todas as vezes, que estes vi-
sitaren) a obra.
Art. 21. Asordens ou instruccoes, que ao
arrematante der o ngenheiro em chele, ou seo
delegado, smente serao oxequiveis quando
forem dirigidas por escripto.
Art. 22. Os arrematantes nao poderS tras-
passartoda ou parto da arrematacao sem con-
sent ment do Presidente da Provincia; o quan-
do inlnnjao esta determinacao, se proceder
urna nova arrematacao a custa do arrematante,
na lorma do quedispoe o artigo 13.
Art. 23. Nao podero os arrematantes sob
prfttextos de erros ou omissSes nos precos das
obras, exigir modificaco aiguma nos mesmos
precos; porin podero reclamar contra os erros
commetlidos na medicao dellas.
Tambem se nao
nos, resultantes da negligencia dos arrematan-
tes ou da m leitura das obras ; todava nos
casos inleiramente imprevistos ou de forca
maior se conceder una indemnisacao razoa-
vel, a qual so se verificar depois da p rtici-
pacao, que os arrematantes devem faz r no pra-
zo de dez dias contados d'aquelle, em que tiver
lugar o acontec meato, (indo o qual nao Ibes
ser mais permillido azer rJclamago aiguma.
Art. 24. Ficio a cargo dos arrematantes as
indemnisacoes que se houverem de lazer aos
particulares, em cujos terrenos se exlrahirem
os materiaes precisos para as obras; sendo ap-
plicavcis aos arromantes as disposicoea dos arti-
gos H, e 15 da le provincial n. 9 de 10 deju-
nho de 1833 reguladas as indemnisacoes pelo
referido artigo 13.
Todos os damnos, originados pelo transpor-
te ou deposito dos materiaes, e em geral to-
dos os que tiverem lugar por ccasio da feitu-
ra da obra serao indemnisados pelos arrema-
tantes se assim o exigirem os particulares.
O arrematante nao poder receber o quarto ,
e ultimo pagamento, determinado no artigo 15
deste regulamento ou qualquer outra quantia
durante o praso de responsabilidade sem que
primeramente mostr com documentos legaes ,
que tem pago as indemnisacoes, e damnos, deque
tratao os precedentes depois de julgados.
Art. 25. I'icao a cargo dos arrematantes to-
das as despesas para se tragarem as obras ,
para cordas, estacas bandeirolas &c. &c. ,
e em geral todas as despe/as miudas que o
Presidente da Provincia houver de determinar ,
tendentes a direccao da mesma obra.
Ficao igualmente seo cargo a extracao das
copias do orcamento e dos riscos do projecto,
que poderS haver no gabinete do engenheiro
em chefe, alm deum exemplar do orcamento,
da planta e do perfil longitudinal das obras ,
que Ihe sers prestados.
Disposices geraes.
Art. 26. As arrematacoes que se (izerem
um mez depois da publicacao deste regulamen-
to, em tudo sero por elle dirigidas, salvo quan-
do as condicoes especiaos, contidas no orna-
mento determinaren) o contrario respeito de
algum dos seos artigos.
Art. 27. Asduvidas, que se suscitaren! poi
occasiao da execucao do presente regulamento ,
sero resolvidas pelo Presidente da Provincia ,
ouvindo o engenheiro em chefe ou o inspec-
tor da thesouraria, na parto que tocar sua re-
particao.
Paiacio de Pcrnambuco 11 dejulho de 1843.
- BarSo da Boa-vista.
PERNAMBUCO.
!' I 1.1 -B
ApuracHo dos Collegios do Rtcife O linda ,
Cabo, Goianna Nazareth Pod'Alho,
Limoeiro, S. Ant&o, Bonito, Strinhdem,
liio For mozo t Brejo.
No mes.
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti
Sebastiao do Hcgo Barros
Barao de Suassna
Manoel f' rancisco de Paula Cavalcanti
Joo Floripes Dias Brrelo
Francisco de Paula Cavalcante Lacerda
Ignacio de Barres Brrelo
Francisco Joao Carneiro da Cunlia
Alvaro Barbalho UchSa Cavalcanti
Jos Thomaz Nabuco d'Araujo Jnior
Votos.
467
409
385
343
339
330
325
323
316
310
Bemvcnuto Augusto de Magalhes Taques 301
iiiuiinuoKIU
h M I I
IVIU
ADO
- *-- 'nu. umiiui ow ti
I gma por motivo de perdas avarias ou dam-
Felis Peixolo do Brito e Mello
Antonio Peregrino Maciel Monteiro
Joo Jos Ferreira de Aguiar
Jos Bento da Cunta Figueiredo
Jos Bernardo Galvo Alcanforado
AlptandreB. dos iieis e Suva
Francisco Uomingues da Silva
Jos Telles de Menezes
Francisco de Paula Baptista
Joaquim Jos da Costa
iuanoel Meadas da Cunda Azevedo
Manoel de Souza Teixeira
300
297
291
287
281
270
267
266
262
-O V
255
'IKK


^=as
=
Antonio Joaquim do Mello 251
Francisco Xavier Pacs Brrelo 2i9
Antonio Alfonso Ferreira 2V9
Manoel Tcixeira Peixolo 248
Jos Pedro da Silva 245
Antonio Bautista Gitirana 238
Bernardo Rabello da Silva Pereira 2:17
Joaquim 'cixeira Peixolode Ahrco Lima 235
Joao Baptista Pereira Lobo Jnior 233
Custodio Manoel da Silva Guimaraet 232
Urbano Sabino Pessrta de Mello 230
Miguel do Sacramento Lopes Gama 225
Jos Nicolao Rigueira Cosa 223
Antonio CarneiroM. Rios 219
Jzidro Francisco de Paula Mesquita 215
Pedro Alejandrino de Narros Cavalcaoti 215
Cactano Jos da Silva Santiago 20g
Francisco Ferreira Barretto 20S
Manoel Coelho Cintra 205
Joo Mauricio Cavalcanti da Rocha W. 20i
Francisco t.'amello Pessoa de Lacerda 20i
Lourenco Francisco de Almeida Catanho 203
Joa(|uim Nunes Alachado 202
Francisco Jos .le Medciros 198
Antonio Jos de Oliveira 192
Felippe Lopes Netto 191
Joo A. deS. B. Araujo Pereira 190
Laurentino Antonio Pereira de Carvalho 189
Jos Felippe de Souza Lea 187
Francisco Muniz Tavarcs 187
Manoel Ignacio de Carvalho Mondonca 18V
Luiz de Carvalho Paps de Andrade 182
Simplicio Antonio .Mavignycr 181
Manoel Joaquim Carneiro da Cunha 179
Domingos Affonso Nery Ferreira 178
Joao Paulo do Carvalho 173
Public uo a pedido
Un st vi merite pas qu'un peu de compas-
sion un fripon ne merile pas que beaucoup de
mpxis.
Um louco so merece alguma compaixo, um
cevundija muito despre/o.
Esta devia de ser a merecida resposta as san-
dices insertas no Diario-novo n 157 de 22 de
julho e aosdescomunaes dostos prod'galisa-
dos esmo, no Diario de Pernambuco n. 158.
de 24 do maslo mu ; por quanto refundinrio
toda a sarrahulhada de ideas dos taes commu-
nicados, nao restou ein nosso crisol ncm gra-
nitos de juizo do autor do primeiro nein de
educaco a mais commuin do segundo.
Foramos anda mais lirmes em nosso propo-
sito quando lemos o bem judicioso. c decen-
te artigo do Ilustre redactor do Diaiiode Per-
nambuco no seu n. 159, que completamente
confundi os atrevimentos de um c o-* delirios
do outro ; porem o segundo communii ado ap-
parecido no Diar o-novo n. 170 de 8 do cor-
rente e que he segundo lilho do autor do
Melanclico-- assaz nos obrigou a dcscer de
urna opinio que haviamos adoptado seria-
mente deixanno ao governo, aos sabios
aos amantes dos ultmenlos por jurados nossa
dele/a e a decisf o le urna lide que nao im-
porta menos, que a mortc, ou vida de un tri-
bunal olhado sempre como esteio das liberda-
des publicas.
CJuem mais grita mais ra/ao tem dizcm
as regateiras : Nos demos h luz um nico arti-
go todo firmado em direito expresso c so no
fim dellc algumas indirectas forao appcadas .
a alguem do superior tribunal da relacao de
Pernambuco inrencirel barreira s violen-
cias e perseguid/es dos m indoes diz o /)/1-
rio-novo ; mas corpo, de cujo scio tem sido ti-
rados membros, por bem nojentos motivos, cao
qual o Exm Sr. Pedro Chaves, outros oradores
da cmara tem porarialem/.urzido com van tagem.
este nosso artigo tivemos aqui urna resposta ,
ge bem que sem lei que a apoiasse ao menos
mais decente c comedida esta retnrqui-
mos e nenhum insulto ncm dito indirecto
proferimos que sejulgasse ataque formal aos
factores do amnnliante aecurdiio Nos com-
municados que nos referimos antes dos dis-
prales jurdico1: ataques sem escolha d ar-
mas soflremos Tudo de srdido de brutal .
de descomedido e de vil veio pello e a in-
nocente victima de taes assaltos o martyre por
nos foi o ex-promotor da Babia de 1838 o
aecusador dos rebeldes do ardite e agoazraz :
usamos para com o Sr. Dr. Vieira Rodrigues
deste titulo porque he elle o de que mais se
deve gloriar em sua vida publica.
Se os artigos dos ODposionistas Pernambuca-
nos oude al'gumenearaplicado pelos nossos ,
(osscm lgicos argumentos ; se para authorisar
o charco de improperios em que chafurdio, ao
menos nos mostrassem urna disposico de lei ,
quer antiga quer nova, que para tal determi-
nas se o tribunal nos Curvados a razSo dolo
do homem social, nota que o distingue do
bruto cederamos o canino e a nossa lanca ,
e broquel poseramos de lado ; mas da tormen-
ta aue levantaro sobre nossa cabeca nao res-
tou uro s edificio de nossos raciocinios por tr-
ra c smento dissipada a burrasca correm
debaixo de nossos pesas cnxurradas de venficas
invectivas.
Oh a que nao te arrojas, ignorancia I
Se por escopeta tua desconheces
Da seiencia as alturas que nao tocas ,
Po nada o inmenso abysmo onde te somes.
Se nao fofa assim so os magistrados que
votar pelo aceordao eseus defensores nao
eslivessem as trevas de certo supol-os com
lutos. c darem urna deciso similhante seria
lar lugar a urna pcior consequencis, seria pre-
varicado.
Estamos bem convencido de que o erro, em
que cahio a relacao est visivcl, e que os Srs.
do aceordao larao justicas s nossas iJas.
Todos os argumentos expendidos pelos nossos
contendores forao firmados no garanta, que
desta forma a relcelo presta aos opprimidos ;
que ella no devia sanecionar a nSo existencia
de um crimeas nuldades insanaveis no pro-
resso de culpa perante o delegado que nSo
appareca corpo de dilicto que a sediccSo
nao existi c nem a falsidade que no ha-
cino provas que o jury de julgaco fra ir-
regular no sorteio que fra composto de mi-
litares todos do lado op posto aos reos.
Para rebatermos de um s colpe as investidas
'le fracos mestres d'armas jurdicas bastar
apresentarmos as seguintes perguntas:
!. As relaces pelo cdigo do processo cri-
minal, podiao anullar os processos que Ihe
io por meio dn recurso o soltar por sua im
mediata deliberaco os sentenciados bem ou
mal pelo jury ?
2.* Podiao ellas conhecer se tinho ou nao
liavido nuldades no corpo do Tacto ou mate-
ria de sua existencia ?
3.* Quando eonhocio das nuldades re-
vertoo processo a novo jury ou por si des-
truido as sentcncas, e soltavo os reos ?
4.a Podiao, quando o juiz de direito ap-
nlicava ao crimino/o a pena correspondente pela
ji i ao gr*o decidido pelo jury, conhecer se es-
ta era maior ou menor em relacao do cri-
me do reo?
5.' Decid rao ellas algumas vezes estas ques-
toes pela aflirmativa ?
Gromos que ninguem nos rosponder que
sim Ou as relaces tinho este direito e por
ignorancia nunca usaro ou nao o tinho ,
e ontao prevaricarlo se o quizessem exercitar :
ora seria pela primeira ou pela segunda razo
quo nunca tal pratie.aro ? Julgamos que pela
primeira ; porque nao fazeinos to m io concei-
lode tantos magistiados instruidos que pre-
i-nchom nossos t ibunaes : logo olles intende-
ro comettio um crime s assim accordaSsem.
6.a '('|iiiis da lei das reformas judiciarias de 3
le dezemhro d 18V1 por ella ou pelo regu-
Inmentode 31 de Janeiro de I8V2 se deo al
,'iim direito especial s relaces para isso no ca-
pitulo dos recursos ?
7.a Nos casos novos do artigo 449 1.a e 2.*.
lieidindo-sc o recurso a relacao nao revene n
i>roccsso l\ novo jury? Decide desfa/endo lu-
lo e soltando os rospersi.oucondemnando os?
Se antes das reformas nao obraro assim as
relaces; se pelas relormas nao ha artigo, que
para tal authorize, devemos de applicar anda o
mesmo no ililmma peccou por ignorancia ,
ou dolosamente prevaricou.
Releva lembrar, ainda quando sofstica-
mente, se quizessem apegar as relacis ao 1.a
lo artigo 4i9 bem se v, nuanto errado inar-
i-havSo ; por quanto tudo all determinado
ponto principal da causa debates, depoimen-
los proras ; tudo se refere ao obrado peranle
o tribunal do jury e nao na 1.a instancia da
eulpa e conhecimento do facto ou sua exis-
tencia.
Ao que temos expendido de direito addcio-
naremos algumas reflexes. Se os defensores da
relacao de Pernambuco affrmo ter ella tido
sempre este direito, fa/em-lhe urna amarga cen-
sura quando vemos que foi agora smente ,
que delle lemhrarao-sc; e to filantrpica; e to
la; e to baluarte contra osmandes.deixou,
|iie estes opprimissem tantas victimas desde
1832 at agora sem que descobrisse o remedio
senao depois de 11 annos de pratca contraria.'!
Se fdi a legislaeao de 1841, que deo essa ar-
ma defensiva acaso ser ella to smente co-
nhecida d* relacao de Pernambuco? porque nao
tem as oulras usado della ? Ter sido esse tri-
bunal o nico para quero tenhao subido re-
cursos criminacs desde que se publicarlo as
reformas ?
Dando a lei similhante poder relacao para
conhecer das faltas do corpo de dilicto, injus-
tas pronunc-iasdos delegados; de tudoab ini-
tiopor outra das injuslicas manifestas. ou
nuldades notorias, que resta do poder do su-
premo tribuno! de justics? Que cabera a*f-
Ihe se a relacao j preven este mal, se est
prevento este direito?
So a relaca pode entrar nos nuldades da
culpa por que rasad no capitulo das appella-
coca itiu So ihc uv o iuv .u lio eonhecur das
! deciscs dos juizes de direito quando pronunciad
ou despronunclao em recurso dos juizes muniei-
l>aes? i.ogo a lei nao quiz quecousa alguma tives-
somcom as nuldades daculpa.que pelas leis
antes da reforma ero sanadas pela decisndo t"
conselhoaviso de K2 de julho de 183ie hoje
pelos cadinhos do fuz municipal artigo 290, e
juiz de direito, artigo 205.
Com um tal poder quo vera faser a relacao ?
Destruir todos os julgados do juizes ta letrados
como seus membros: ora mesmo admittindo-se
essa faculdade, sera as relaces to infaliveis
que nao julguem muitas vezes contra direito ex-
presso? Suas decises sero sempre captivas da
juslica e imparcialidade? No temos nos vis-
to corpos a ellas superiores, e com letrados
mais provectos decidirem com manifestos ab-
surdos ? NSo ha opinies, que s do ao su-
premo tribunal o direito de julgar dos crimes de
responsahilidadede seus membros, e dos do-
sembargadores, e nao vimos, elle tomar co-
nhecimento do crime de sedieco, ou rebclllo
do Exm. Sr. Limpo de Abreu ? Logo conclua-
nios, quesea lei nao deu similhante poder
relacao, nao marcou s partes este recurso ,
nao deve este tribunal por superior aos juizes,
por filantropa por se suppor composto de ju-
risconsultos mais antigos, por querer desfaser
partidos, maretar seus excessos, decidir dos
pricessosa seu mero alvitre.
So absolutamente, ou por interpretacao (co-
mo quer um dos defensores) o superior podesse
a seu bel-praser conhecer das causas fra dos
pontos marcados se podesse ampal-os ou
restnngil-os desfaser tudo, ou reorganisar tu-
do emboraa lei tivesse abalisado o caminho
seguir, seria estarmos no perfeito dispotismo,
monstro contrae qual tanto se esbofo os Srs.
da opposico Pernambucana.
As relaces nao tivero esse direito pelo cdi-
go do processo : pedimos que nos mostrem o
contrario.
As reformas nao lb'o derao : pedimos que nos
mostrem o contrario.
Logo obrou contra lei expressa a de Pernam-
buco : pedimos que nos dislruSo este syllo-
gismo.
Longe de toda a ida de partidos apprescnta-
mos nossa opinio ; conjuramos a que com as
armas do raciocinio nos comhatessem ; envida-
mos a todos para que delucidassem urna ques-
tro que firmar devra para sempre um impor-
tante ponto de direito ; mas o que recebemos
em resposta a este nosso cavalharesco desafo ?
<\ntes de disparates jnateos insultos viru-
lentos, injurias atrozes srdidos termos, a-
pdos a magistrados honrados desta provincia ;
nosso lado tasado de cruel de vingativo infre-
ne :
i i
Para defeza do lado a que pertencemos basto
os factos; o esquecimento que generosamente
temos feito do passado.
Todo oCear conheceo tyinhrrdo partido Ca-
ranguejo ; a manifestacu. da vonladedo Kxni
>r. Bitaneourt Presidente da provincia dese-
oso de armonisar os dous partidos nao seria
suffYicnto para fa/.er absolver um s desses cri-
minosos se acaso esse partido que he alcu-
nhadode inventor de crimes de perseguidor ,
nao quizesse feixar os olhos a todas as passadas
oflensas, passar urna esponja sobre tudo. Os
absolvidos o suhem e o Kxm. Presidente a
quem nao falta tino o conhece porque nao
fez seno acompanhar-nos no impulso, que ge-
nerosamente tullamos dado, no correr da opi-
nio quasi geral dos mais decedidos amigos da
ordem. Ha prova ainda he maiordo que acaba-
mos de escrever, quando vemos com baixa na
culpa os Srs. Joao Franklim Jos Lourenco ,
e Thomaz Lourenco ; e por quem ? Pelo Exm.
Sr. Machado e pelo Sr Dr. Pedrj Pereira !
L'in dos partidistas sempre aecusado de intolle-
rante por essa gente que hoje o bem-di/em ,
pela sua amnista interpretativa do aceordao !
Aggravar tantos ciilados.; urna provincia n-
teira, usar de expressesjo baixas para defen-
der magistrados' (como diz o segundo commu-
nicado do Diario-N-vo) honrados, ou pes-
soas que conhece he muita grosseria he tai-
ve/ dcscobrir, quo o esgaratujador dos commu-
nicados, ser a propria pessoa que se julga fe-
rida com as nossas expresses.
Se os magistrados do Cenr peceo por igno-
rantes, ou partidistas, no primeiro caso mere-
ce m compaixo no segundo sao mais nobres ,
que aquelles, que o fazcm smente pela s=
aun' sacra fames
A probidade do Sr. Dr. Vieira Rodrigues nao
est em problema, sua correspondencia em nos-
sa folha de 26 do que est a fndar-se he um
desafio a seus inimigos ; que o firao, se o achao
descoberto que patenteem seus crimes e ex-
torsoes, ai|ui, na Baha, em alguma outra par-
te onde tenha servido.
All fallaro por elle os Srs. Das Lima o
negociante Junot, Francisco Paraass a Sr.*
de Joao Augusto de Mattos o um sem nume-
ro de pessoas de quem os presentes grandes, ou
pequeos foro dignamente regeitados.
Fallaro alguns membros da assembla pro-
I vincial de 1838, que querendo proporem o dir-
seaoex piuiiiuui puo afinco e esmero em
l suas funcees, alguns contos de rti$, consultan-
do-o tivero em resposta que seus deveres no,
se vendi&o. '
Fallaro alguns Srs. eleitorcs que sendo
juizes de paz, e devendo serem aecusados por
irem contra a lei pronunciando rebeldes de
1837 nos artigos 137. 141 quando estes ti-
nho sido commandantes de corpos, c secreta
rios, o inspectores do thesouro republicano;
Ihc dissero, em vesperas de eleicoes de depu-
tados nao ha promotor que nos aceuse *
Ihes foi tornado entaovou promover jseus
processos para que me no nottm de ingrato st
votarem, ou de vingativo no caso contrario.
Fallara o Exm. Sr desembargador Thomaz
Xavier que deu dimisso a um atieres de po-
lica de quem se queixou por urna extorso fe-
ta a urna viuva dizondo a esta ser para fallar
ao promotor. ,
Fallar o Exm. Sr. Jos Joaquim Loelho ,
a quem sendo commandante de ai mas da Ba-
ha Ihe remetteo o ex-promotor o cadete e com-
mendadorG.preso, por umasemelhante.
Fallaro todos os Buhianos, que presao a
honra, e a inteireza dos empregados.
Na sua patria tem esse magistrado os nomos-
de austero e tollo, o primeiro porque aecusou
sem desculpar os grandes e criminar os peque-
nos porque nivelou os criminosos sem atlen-
derdisnces ou fortuna; o segundo porque
nao roubou.
Se o padre Quirino ficou escandalizado por-
que na denuncia dada contra os lentes- do Liio
da Baha ; que por estarem suspensos e sem
ordenados pedieo ao ex promotor o /ulianta-
mento de seu processo ; foi incluido seu nome,
talvez o seu antigo discpulo julgasse co.m isso
fazer-lhe beneficio ; e qual desses cidadaos foi
prezo? Qual perseguido? Se ordens houvi'ro
de prizo a natureza do crime ea lei o ma -
davo ao juiz da culpa.
Em outras eras talvez fosse isso, anda di"-
proposito, um catonismo, e titulo para louvor,
hoje he immoralidade Estas sao as ideas da
moral volante e amoldada s pocas que for-
mgo na vasia cadiola do autor dos communi-
cados ; ns Ihe perdoamos est louco de rai-
va. Os insultos e injurias irrogadas contra o ex
promotor da Baha cuja probidade c justica
ksU bem canonisada no ''ear, sao como o pa-
pel lancado contra o vento que de ordinario,
volta sobre o rosto d'aquelle que commeltco essa
indiscripeo.
Nao nos conspurcaremos mais em semelhante
lucta ; a raso, a honra a probidade se nao
halemcom rebuscadores de papel de tal jaez
que nodoo do fel a cada pahivra que vomi-
to : o desprezo extremo va i separar os conten-
dores. Appellemos para o goxerno, par os quo
ilevem explicar a lei, cortur os niales pela raz.
Quando urna explicaeo nos determinar que as
rulai'es lieo com este ducilo nos curvaremos
lei, porque as nterprctaces de hoje sao pu-
ras reformas; mas nossa opinio he I i re.
Se netto resposta houve excesso, perdo me-
recemos do publico sensato lomos provocados,
acremente nao tornaremos lica com cava-
Iheiios abastardados. [Pedro I.) -
COMMERCtO. ~~~
Alfanriega.
endimento do dia 4.......... 1:67SS669
Nao ha descarga para hoje.
ilovimento do Port.
Navios entrados no dia 3.
Portos do norte ; 20 das, vapor nacional Per-
nambucana, de 240 toneladas, capilaoJoo
Henriques Melito, equipagem 29. Passa-
geiros Baro de Itapicur-Merim len-
te coronel A. 1. *. Sewilon capilo de fra-
gata da A.N. I. Francisco Pires de Carvalho,
D. Mana Emilia de Burgos e 2 escravos, l-
ente coronel Francisco Xavier Torres, alfa-
res Klesbo Mara da Silva Bitaneourt. Joa-
quim Liberato Barro/o e 1 escruvo, Jos Joa-
quim da Silva Braga Benedicto Luiz dos
Santos, Eduardo Goncalves Valente D.
Anna Gelrudes Viei.a, D.Sancha Joaquina
Vieira e Jos Raimundo de Carvalho, bra-
zileiros ; Tito Fiok Romano, brazilero, e7
escravos ; Manoel Jos Salgado, portuguez y
e 8 escravos a entregar.
Rio Grande do Sul ; 28 dias patacho braz-
leiro Rrilhante de 79 toneladas, capilo
Agostinho Antonio Misquita, equipagem 11
carga charque.
Dito ; 28 dias brigue brasileiro Santa Mara
Boa Sorte de 222 toneladas capilo Jos
Joaquim Dias dos Prazeres, equipagem 12,
carga charque.
Philadelphia ; 51 dias brigue-escuna ameri-
cano Cumberland de 190 toneladas, capi-
lo Anthony PhilDS. Pnijinagem 7, CST^" .
farinha de trigo, fazendas, &c. : a Mathcus I
Austin&C.a'



.
Navios sahidos no mesmo dia
jS? !!U!.!n8,eaJf'^' caP'l3 John m.- m' ^nuantindctrescontosecem
. cargo assucar, c ataodao P-, ,,3-|'conslo ^i rsrriplura (Je 30
. John Hamillam, e Wiham NhivTe ^n Carlri daS b.vP0,hecas-
\ botera da matwiz l
Navto entrado no dia 4. Rn* VKt\
o doJ.ne.ro ; lidias, brigue brazilciro I- p. .BU?'} lSt *'
bao de 277 toneladas, c nilo Maooel Jer,,a vai d ora e,n ,,ianle ucceder
dadiva Braga equipagorn H carga no!- ,"'Pfe do.lne'ro pois que o importante da
vora. c mais gneros: a Amorim & Ir- ",,ra a m3os- rc*lU(;r Hue baja na sua acquisicao a n.aior sol-
eclaracoes.
?~P0rICXL?U<'6('8.,a fa/eni,a Provincial con-
tra seusdevedores Jos Claudino Leile, eJoao
Joaqu.m de Figoeiredo, o petante o Sr Dr
Jelto ju z supplentc dos feitos da fa/enda al
ohao-se em praca para serem arre.natados no
da 6 do correte, pelas 4 horas da lardo os
I)ens segunles: '
Urna morada de casa com bons commodos ,
sita no Poco da Panela.
De ronda annual, a casa terrea n. 49 na ra
d Agoas Verdes.
E mais un grando sitio em Santo Amaro
com boa casa de monda, e bastantes arvores
/rucureras outr ora do fallecido Joao Policarpo
tazenT "0S' je Pcrlenccnle a "'a
=== Os Srs.accionistas da Companhia de Be-
bir.be sao pelo pre/ento avizados A entraren,
com sois por cento, por, onta da segunda pres-
tacao de suas respectivas acedes, no prefijo pra-
so de 40 d.us a contar desla data, Kscriptorio
da Companhia 2deSetembro de 1843 O
secretario B. J. Fernandes Barros
baja na sua acquisicao .
iiuuo ; por tanto as rodas da prxima lote- aos sesmos senhores que a directo tara ses
na correrlo imprelerivelmento debaxo do s5 extraordinaria em os dias 5, o 6 pelas se
pb'no mira no dia 22 do andante setembro !
nquem ou nSo bilhetes por vender. Ditos blhe-
tea achao-se venda nos lugares do costume.
PUNO.
3125 bilhetes a 8,000...
25:000,000
visos martimos.
Para a Bahia.com a maior brevidade possi-
wl, porp ter parte de seu carregarnenlo, ^0r;
o muilo veleiro patacho nacional Conceico
agem dinja-so ao capilo Joaquim Jos Anto-
nio, a bordo ou aos consignatarios Novaes &
Companhia
= P.ra o Aracaty a sumaca Estrella do Ca-
bo mostr Jos Joaquim Alves, sai no dia 21
ao mestre ou a Mano-I Joaquim Pedro da
Costa na ra da Cadeia n. 46.
Para o Rio de Janeiro pretende breve ga-
ir, por ter seu carregamento promplo. a rel-
leira sumaca Conceico Navegante ; tem non
commodos para eseravos: quem os livor, e qui
zer na mesmo embarcar pode entendor-se com
Amonm & Jrmos na ra da Cadeia do Recita
n. 43.
1 premio...........
t dito..........".....
1 dilo........'.'.'."......
2 ditos 500,000.;!!.'""
5 ditos 200,000......
8 dilos 100.000
16 dilos 50.000 ...
32 dilos 25,000
64 ditos
910 dilos 10,000... _"
2 ditos 360,000 l"euit."b!.
1042
2083
6:000.000
2:500.000
1:000.000
1:000.000
1:000,000
800,000
800,000
800.000
2<>.000......... 1:280.000
9:100.000
720,000
25:000,000
3125
Descontando da totalidade cima 20p./o.
4 i2a\, e U""" ,,ran, o valor de Pe"-''eao paga-se bem no caso do agradar ao
da provincia o seu escravo pirJo, do nome
Francisco.
Francisca dasChagas, retira-separafo-
ra da Provincia.
Saudade Phllo-Thalia.
O thesoureiro avisa aos Srs. Socios, que
fazadistribuiaodos bilhelespara a recita de
7 do corrente, nos das 4. 5, o 6 das duas
horas as 5 da tardo na ra do Crespo n. 23 ,
meiro andar. O primeiro secretario avisa
ses-
---------. v vr ,,v.UJ seis
liasda tarde na casa da sociedado para ap-
provaco dos convidados ; prevenindo-os, que
aquellos, que nao comparecerem nao podero
passar o bilheto a outra pessoa.
Quem pertender alugar urna casa no
principio dos AITogados ra Imperial n. 11 a
qual nao excede de IOS rs. mensaes.com muitos
bons commodos; na mesma acha-se urna ar-
macaodevendademadeira dcamarello com
balcao dous caixoes com caxilhos envidraca-
dos, urna grande caixa para botar larinha, can-
teiros para pipas, medidas de pi edeolha,
pezose outros muitos utencilios, -e vende-se
ludo pela metude de seo valor, ou faz-so qual -
queroutro negocio; a penda que qui/cr di-
nja-se botica de Francisco Antonio das Cha-
gas amado Livramento que achara com
quem tractar.
Oferece-se uma mulher para cozer cus-
luras de alfaiale para loja c outras quaesquer
nisturas : na Solidado casa n. 12, defronle
da igrc|a.
"" Precisa-so de uma escrava crioula reco-
Ihida, que saiba engominar bem e cozer corn
M50 8los, vom a ficar estes 2 premios con-
vertidos em 118.000 reiscada um.
A commisso administrativa da sociedade
Apollmea convida aos Srs.socios da mesma, pa-
ra que comparecao no dia 5 do correrte na casa
'losuassessoes, ofim de se eleger umnovodi-
eclor.
Aluga-se um sobradinho de um andar e
sotao por traz do quartel de polica n 10
iiuem o pretender, dirija-se a praca da In-
dependencia ns. 24 e 26
A pessoa que perdeo uma porcao do di-
nheiroemsedulas, dirija-se ra do Trapi-
che n. 18, que, dando certa a quantia, Iheser
'n treguo.
= Jos M a noel Valdez emigrado do Pe-
J retira-se para oBio de Janeiro, levando
i'..... uv i|uiui.ie% granues corn
em aun companbia seo ilho menor de nome Jo- Por,o l^ra o rio, e duas estribaras; quem a
ao Naide/ i- ki>d /,;., i,, i ..:.. n:___ I nrpin,l,.r ,i;;: i n_- .._._ ._ .' .-
comprador; na ra da Cadeia velha n. 31
= Precisa-so do urna negra ou muleque
que sirva para vender a/.eite : no Recita ra do
Amonm n. 48.
= Aluga-se um bom rmazem com bastante
capandadoe proprio para recolher, para cou-
ros ou outra qualquer cousa ; bem assim o
I."andar por cima do mesmo com bons com-
modos para qualquer lamilla, ludo por proco
muilo commodo o junto, ou em separado :
para ver na ra da Boi. n. 10 e para tratar
noarmazem de Dias Ferroira & C. no caes da
alfandega.
= Aluga-se uma excellonte casa torroa na
povoacao do Mnntoiro para pascar a lesta. com
quatro quartos grandes cosinha tara quar-
tospara negros, dous quintaet grandes corn
L rilos.
Kalkma.iti & IWmmund Cario leilao, po
interven.ao do corretnr Oliveira de grandi
sortmienlo do a/endas Trancezas allomas, <
su.ssas, tanto de a seda, e l.nho como de
algodao. mu proprias para este mercado: larca
taira 5 do corrente a 10 horas da maohS impre-
terivelmenlo no seu armazem da ra da Cruz.
Jones Patn & C.a arao leilao, porinter-
vencao do corretor Oliveira de bom sorlimen-
lo de fazendas ingle/as para rtalisarem con-
tas: quarta taira 6 do corrente hi 10 horas da
rnanha ern ponto, no seu armazem da ra d Trapiche Novo.
Avisos diversos.
sociedade PHILO-DBAM TICA.
(oirrn*oitA natalensk. )
O Primeiro secretario avisa aos Srs. socios,
que os bilhetes para a recita do dia 7 do
corrento setembro principiao a dislri-
buir-se hoje do meio dia em diante na casa
do thesoureiro.
O Sr. Francisco de Salles queira decla-
rar sua moradia para se procuraron! ornas en-
commondas, que Ihes loro entregues pelo Sr.
Vicente Ferreira do Jezus, morador na Pipa ,
provincia do Rio Grando do Norte.
DO TflEATRO.
LOTERA
IVo dia 12 do corrente mez
de setembro, corre impreter-
,. i i pralos de crome queimado ovos de leile bnn-
*elmeilt esta lolCria, e O res dej.gdeboliolio.da todas as qualidadcV paa
ao \ aldez e seo criado I.uiz Picn.
= (onlina-se a tirar passaporles para den-
tro e lora do Imperio o despachao-so escra-
ravos lodo com brevidade; no atierro da
Moa-vista loja n. 18 ou na ra do Coegio n.
10 primeiro andar.
= Aluga-se mensalmenle um preto, para
ser em pregado rm servifo de otaria ; quem o
'iver. annuncie para so tratar do aiusle.
= Joo Franeisro do Carvalho e Jos de
Souxa Godinbo Freir, subditos Portuguezes,
nlirao-se para fra do Imperio.
= Precisa-se de um criado porluguez do 12
i 18 annos para servir n'esta praca e que d
dador a sua conduela ; quem osther nestas cir-
cunstancias dirija-se ao segundo andar do so-
irado n.15 da ra da Cadeia de S.Antonio das
(> as 9 horas da manl.aa. ou de 1 as 4 da tarde.
= A luga-se na estrada do Arraial, m cer-
rado com batanle pasto, quo admita 4a6
acras do invern e verlo, por preeo coturno
do; quem o pertender, dirija-se a ra do Hos-
picio casa n. 36.
= Aluga-se um primeiro andar de um so-
brado com commodossufiicientos para uma gran-
de lamilla assim como se alugao dous arma-
/ens, sendo um grande, o ouro mais pequeo ,
propiios para qualquerestabelicimenlo, porto-'
rem embarque a toda hora na porta ; tractar
na ra da Praia de \ Bita no sobrado de 2 an-
dares da parte da mar n. 37.
= No armazem da roa Nova n. 67 contina-
se a vender toda qualidade do movis tanto no-
vos como nsados ou outros quaesquer objec-
los, para vender por meio de>te estabelecimen
to assim como vende-se por proco commodo
camas, cadeiras, bancas, e outros muitos ob-
jectos, que a vista oos pertendentes se far pa-
tente. *
No primeiro andar do sobrado da esqui-
na do hoco da Pol que vira para a ra das
Cruzas a/em-se doces de calda de todas as qua-
lidades, d'ovos podins, bolos, pastis de nata
pralos de crome queimado ovos de leile, ban-
pretender dirija-se Moa-vista travessa do Veras
sobrado de um andar e sotao no beca
Quomfrodono de um cerneiro que
tai apprehendido a um rnoleque, que o tinha
tartado ; procure no assouguc delronce da
cadeia.
= Arrenda-se um sitio com boa casa tr-
ras para plantar, ter vaceas deleite, o com ar
voredos, porto da praca ; querendo viradle
einl.anado he pelacambda do Remedio cima
atea ultima olaria que tern em dita Camha.
Em oonsequencia do annuncio inserto n
"iario de 4 do corrente n. 190. que declara a
quem Iba faltar uma escrava dando os signaos,
equando desaparecer Ihe ser entregue, pe-
de-sea mesma pessoa, quo examino se a escrava
tem os seguinles signaos: cor preta idade de
12 a 14annos, de naci angola, de nome Do-
[ mingas ( podo tel-o mudado ) pouco ladina ,
barriguda, maos pequeas auzentou se em
29 de junho pela manhaa; sendoapropria man-
de entregar na ra Direita n. 2 que se gra-
tificara bem ao portador, e igualmente so paca-
rao as mais despezas.
- Da-se 4:000,000 reis a juros, com hypo-
thoca ern algum pred.o ; quem quizer dirija
so a ra do Queimado n. 26, quo se dir quem
os da. ^
Precisa-se alugar uma preta cativa para
servir emeasa depouca familia; na ruad'Aoas-
verdes n. 58,
contar, arithmetica e diversas realidades do
costuras; tamban recabe em sua casa algum.-ts
meninas do po.as, quo morao tara da cidado.
ou quo morando nella as queirao conliar a
Sua educaefio: qjcm pretender utilisar so do
seu prostimo dirija-se a ra Direita n. 6*.
Sociedade Terpsichore.
A commisso administrativa da mesma so-
ciedade convida aos socios a reunirem-se em o
da 6 do corrente mez pelas 6 horas da tarde a
brn de ter lugar a apprevacSo de socios,pois quo
boa 1.* vez quo os convida ; assim como re-
commenda os mesmos artigos quo trata das pes-
soas que os socios podem levarem em suas com-
panbias as partidas. .
OSr. Joao M. deAraujo Braga tenha
bondade de vir em Olinda nos Quatro Cantos
casa da esquina para receber umi carta vinda
pelo Rio quo n5 se entrega ao mesmo se-
nnor.
Quem quizer comprar um escravo pardo
do nome Jos, de 20 a 25 annos do idade
pouco mais ou menos com olicio de carreiro ,
o qual veio do Aracaty dirija-so a Antonio '
Rodrigues Lima na praca do Corpo Santo.
"Sr. F. X C. \. queira ter a bondade
de vrr no beco do Peiie frito vonda n. 9 no pra-
so do 3 das para concluir o quo muilo bem
sabe.
O thosoureiro da lotera de N. S. do Li-
vramento paga os bilhetes premiados da 2.
parto da !. lotera nos dias 5 6. o 9 do
corrente na ra dos Martyrios 1." andar n. 6 ,
e destedia em dianta nasquartas o sanados na
ra do Livramento n. 22.
- Quem livor para aludir ou vender uma
canoa que carregue de mil tijoltos para cima di-
nja-soa Fra do Portas venda n. 90 junto ao
eco largo.
rirfio-se folhas corridas e passaportes
para dentro e tara do imperio ludo com a
mais possivel brevidade e proco mais com-
modo que podo ser ; qnem pretender dirija-se
rua do Bangel n. 34, a qualquer hora que
achara com quem tratar.
Se o rapa/, que a poucos dias esteve pes-
cando na ra da Aurorada Boa-vista o pre-
senciado por outras pessoas achou na beira do
rio urna colher de prata pequea, e uma
outra maior quizer restitui-las a seu pro-
prio dono morador em a casa n. 2i da relerida.
ra ser generosamente recompensado.
Precisa-se para criado, um homem de
rneia idade sadio o bem comportado ; quem
esliver as circuns ancias exigidas, pode dir-
-rr-seacasa n. 7atzai da Matriz da Boa-vista,
onda acbar rom quem tratar.
Bernardina de Senna moradora nesta ci-
Jade faz corto ao rospeitavel publico para
|ue niqjguem compre nem faca negocio algum
corn Mara do O' do Nascirnento moradora
nesta cidado na ra du '-anta Rila sobro uma
escrava da mesma do O' de nomo Mara de
naci Banguella visto que a mesma escrava
so acha sugeila as despezas taitas pela mesma
annuncianto por ordem da referida Maria do
<>' do Nasciioento o para quo ninguem se
chame a ignorancia o taz pubico pelo Diario
desta cidade
A pessoa, que quer saber dos signaes de
uma negra quo desapareceo a lempos do casa ,
os signaes sao osseguintes: chama-so Mara ,
de naci Calaba [ebeia do corpo dcsapare-
ceu no anno 1834 no mez de tavereiro repre-
senta ter mais de 40 annos se for, dirija-so
a ra da Gloria n. 10, que sera recompen-
sada.
O Sr.
Em um clima 13o quente como o do Brazil,
onde as molestias terminao fatalmente as ve-
zes no espato de poucas horas he mister ha-
ver um remedio que possa servir ao mesmo
lempo como preventivo e curador. A \'e-
decina Popular Americana tem essa proprieda-
e. tomada as vezes em quanto ella impede a
ii... i x n-, """" ua iai em iiuaiiio tua i m pede a
Alexandre Lopes R.be.ro queira accumulacaodos humores conserva o singue
ia Be la outr ora Ha irUroni:-. ..... .._______ "euo
dos bilhetes aclia-se ven-
d. ., tese cria ; assim como tanuiem se
anos lugares l annlIhCl- suntos de fiambre cobertos de ovos
j(j/ic I co'iiba-se para fora como muilo a
cha e ludo o mais perlencento'a meza de do-
ces o cha ; assim como tambem se prepara pre-
lambre cobertos de evos e sem elies;
I.......- para fora como muilo asseio e da-
se almocosdecalecomfalias, pao-de-l tor-
u coronel Irancisco Antouio de >ousa rad e fresco contarme os donos quizerem
eao taz publico que, o Sr. Jos Joaquim ludo a vontade dos pretendentes e or nreJ
errs C.eiLduii ie hypoiiiecou o seu si- commodo. r
l'o denominado Sitio da Torre na estra-, = Maooel Joaquim Seve embarca para fora
M11T11 A n n
dirigir-se a ra Bella outr'ora da Florentim
que se Iho dezeja tallar.
^ Jobnslon Paler & Companhia avUiqaos
Srs. do engenbos e correspondentesdos mesoios
nesla praca que se acha completo o seu/errta-1
belecimento de machnisn.o para cngeimas
constando de moendas de diversoutaoi'dnbes '
machinas de vapor, de condesaelfo ale all
presso da forfa de quatro e de seisttwllns i-
?s e taxas batidas e coadas^^^omcii,.,,,
puro o conseguintemente para as pessoas menos
sujeilasa apanharem qualquer molestia, seja
jpMa contagiosa ou nao.
Becornnionda-se portanto ao publico em ge-
[raldocnsaiar este excellente remedio que,
pelo lado econmico he | relerivel a qualquer
outra medecina de s mi Man te nalureza tendo
as caixmhas maior numero de purgantes e por
menos proco.
O publico achara na Medecina Popular A-
,...,,. nccll r ------. .*-aPT"v":i "''" ,u""-o achara na Medecina l'opu ar A-
em qu a?a? v "to serom S ^'\ ^ '"""^ nM ^ ^- d Dt B"^
eTtoqsn'unadas ri.SMfe".0^'I ^ ',rol,r"',",es lu P'od^' eneito
el';: r,",^ naosofaZ
.. "I b x j .LT %? T'r S"'" "'^^ nos mesmos da,am que seto-
n. i hiki. i.ix.is le litRtidiBiftlo e roado de mar.
lodosos laniinho,; por. M, mu( \m{ Vende-se aqu em casa do nico acen.*
' \, !: Jf W***^ ,'1' frossuta commodidade don roB,oreclerej n. Zz .. q.
IB S. llioni prolessora deia emeasa de Joao Ca'rdozo Ayres ra Nova
e pr.me.ras leltras de Guerra Silva 4 C. atierro da Boa-vista Salles
__ M
substitua da
meninas,
ilarmeote !rj escrvVvr, {* Chaves.


VEITQI, BR.WO&C.
Vendem na sua botica e armazem de droga ,
na ra da Iiadre de Dos, n 1.
A preparado seguinte por preco muito com-
modo e de superior qualidade.
Extracto luid) e concentrado de salsa-parri-
Iha da Jamaica.
Asmuitas experiencias sobro estas prepara-
res tem fcito conhecer sabia corporac.lo me-
dica, que compoe o collegio de Londres, Edin-
burgh e Dublin ser ella a nica donde se
podem colher os beneficios e salutares cITeitos,
que se rcquerem nos casos, emquc so torna ne-
cessaria a indicacao da raiz de salsa-parrilha.
V. B. & C* nao podem deixnr de faz.er urna re-
flexao spessoas, que fi/.cremusodesta prepara-
cao ; que vcm a ser o nao abusaren! da pequea
quantidade, que prcscrevem os praticos ( duas
colheresde cha duas ve/es odia em meio co-
po d'agoa ) visto cada garrafa de doze oncas
conter a virtude de 5 li ras de salsa parrilba.
Na mesmn casa tambem se vendem tintas,
e todos os outros objectos de pintura ; venuzes
de super.or qualidado entre elles um perfoi-
tamente branco e que so pode applicar so-
bre a pintura mais delicada sem que produ-
za alteracuo alguma em sua cor primitiva. Ar-
row-Root de Bcrmuda,Sag, Sabonetes, -
Sabio de Wodwr,Agua deSeidlitz, Agua
do Soda,Agua de Seltz,l.imonaila gasoza ,
Tinta superior para cscrevor, Unta para
marcar roupa,Perfumaras ingle/.as,Fun-
das elsticas de patente,Escovas e pos para
dentes ,Pastillias de muriato de moiphina ,
e ipecacuanba, Pastilhas finissimas de hor-
tel-pimenta Pastilhas de bi-carbonato de
soda egingibre. As verdadeiras plalas ve-
getaes univeisaes do D.r frandrlh vindas
doseu author nos Estados-Unidos, &c &c.
Joao Floripes Dias Barreto faz ver a pes-
soa auo annunciou terem seu poder urna es-
crava fgida a tempos, eda qual pede os signa-
es ; que a elle annunciante fugio urna escrava
no meado de Maio desteanno a qual tem os
signaes scguintes ; representa 24 annos potreo
mais, ou menos, he crioula vinda de Po
d'Alho e aqui comprada pelo o annunciante
ao Fonseca he muito fallante tem as cos-
tas urnas costuras cmpoladas que diz ella ter
sido de um antraz tem no beico superior urn
pequeo talho ps pequeos bracos linos,
secca do corpo ; o annunciante mora na ra do
Queimado n. li segundo andar.
Precisa-sc de urna ama para cozinhar e
fa/.er as compras de urna casa de pequea fami-
lia ; na ra Direita n. 131.
A commissao administrativa da Socieda-
de Appollinea convoca aos Sis. Socios para se
reunirem em casa da Sociedade boje 5 do cor-
rento : s 6 horas da tarde afirn de proceder-sc
a elleicao para Director e \ ice-Director.
Troca-se urna bomba de patente com 33
palmos de comprido de cobre cnvdVnisada,
e com saca-nabos de bron/.o por 5 milheiros
de lijlos e urna canoa de metralha posta na
camboada Capunga ; quem a predender pode
a verem casa do Silvestre no atierro e fallar
com o dono Francisco de Freitas Gamboa.
= William Gray, subdito de S. M. Britni-
ca, retira-se para Liverpool.
Furtarao na noute do (lia 23 do p p.
urna colhe: de prata pesando 15 a 16 oitavas,
a qual tem no cabo as letras iniciaes U. M. C.
todas unidas; pode-se a qualquer pessoa, a
quem for offerecida de levar a ra da Cadcia do
Becife n. 39 que ser recompensado.
- Como o Sr. Bento de Barros Falcao nao
tem at hoje querido dizer. qual o litigio, que
tem o terreno do beco das Barreiras que como
proprietaria puz a venda c nem tao pouco e
cartorioonde existe csse litigio a annuncian-
te declara que he pelo de orfos (leste Beci-
fo e a vista dos autos se conhecor onde est
a verdade ; a quem convier comprar w dirja-
se a r ja da Gloria n 30 que se Ihe mostrar
os ttulos nao so illudindo pelo que dissero
mesmo Sr.; por nao Ihe lazer conta largara'pre-
za, as l'etronilha Florentina da Sol dude.
= Aluga-seum primeiro andar do sobra-
do em Fora de Portas n. 63 com cxceHentai
commodos para Lmilia cozinha (ora milito vwsxjjyi remo,
fresco ptima vista para o mar, e cacimba ;
a fallar com seu propietario Joaqun Lopes
de Almei.Ja caixeiro de Joao Malheus.
Faz-se todo o negocio com urna casa com
grande terreno ; quem pretender dirija se a
ruaoeS. Bento ao pe de S. Pedro velbo.
= Joao Conrado Heidemam retira-se pa-
ra Macei, e leva em sua Companhia um seu
sobrinho menor.
= Aluga-se um moleque de 18 annos ,
ptimo coinheiro tracta bem de urna sala ,
serve com promptido a urna mesa assirn co
mo faz todo o servico e nao tora vicio algum;
quem o pretender dirija-se a ra de >. Fran-
cisco ao segundo andar do sobrado n. 1G.
Precisa-se de urna ama de Icite- bran-
ca para acabar de criar um menino; na ra
das Cruzes n. 41, segundo andar.
A viuva do Burgos faz sciente a quem
convier, que Bernardino de Senna Ce zar dei-
xou de ser caixeiro desde o dia 4 do < torrente.
A commissao administrativa da Socieda-
de Euterpina convida aos Snrs. Socit >s a ap-
presentarem na sessao do hoje (5) as proposta
de seusconvidados para a partida de 23 do
corrente.
Na propriedade das Candcias per tencente
ao casal do fallecido Pedro Uchfla b.a pedra
do cal muito propria para com ella faz erem os
Agricultores bom assucar pelo novo m ethodo ,
e vende-se cada um carro pelo preco de dous
mil rs. ; os pretendentes dirijao-se ao ( wcripto-
rio do caixa da administracao do mesmo- casal ,
los Pereira da Cunha, na ra da C.tdeia do
Becile n. 14.
= Precisa-se de alugar um bom moleque
.le 10 a 18 annos c tambem urna prcta am-
bos para servirem no hotel do caes da Lingoeta,
sendo o moleque tao somente para ser vir a me-
sa ; advertc-se que nao se olha o prec a do alu- --Vendem-se merinsdecoresdesuperior qua-
nuel de ambos os escravos, com tanto quedes-
empenhem bem o servico ; a tractar n o mesmo
hotel com Lufa Postor.
= A fabrica de machinismo da ru a Aurora
acha-se sortida de moendasde cana dos model-
los mais approvados ; machinas de vapor de
lorca verdadeiramentedeb* cavallos, tendo os
cilindros 16 pollegadas de dimetro interior;
ditas de (orea de 4 ditos com dimetro de 14
pollegadas, dito de alto presso com dimetro
de 8 ditas, e forca de 6 cavallos a boa exe-
cucaode todas he garantida; taxas do fornos
em uso crivos e mais ferragens para assen-
tamento tudo feito na mesma fabrica onde
tambem se recebe encomendas de toda a qua-
lidade de machinismo.
Aluga sea coxeira da ra das Flores n.
20 com a frente para a travessa do Carmo, to-
da calcada de pedra e admite 4 carros ; a fal-
lar com o commandante geral do corpo do po-
lica.
__ Vende-se um cavallo bom passeiro, pro-
prio para menino por preco commodo ; na
ra larga do Bozario n. 50.
= Vende-se urna venda com poucos fundos,
e com commodos para familia por detraz do
S. Jos na ra dos Pescadores n. 7 ; a tractar
na mesma.
=-\ ende-se urna molata moca e de bonita
figura, coze, engoma, e cozinha ; quem a pre-
tender dirija-se ra do Crespo loja n. 2.
= Vende-so (na ra Nova n. 21 loja de Joao
Mendibour) chales de la e seda alistados e
lizos, padrocs novos e de qualidade superior ,
luvas de pelica com costura ingleza ditas com-
pridas com guamicao para senhoras e muitas
outras fazendas por preco commodo.
= Vende-so um sobrado de um andar e
dous sotaos n. 27 recom-redificado na ra do
Fogo : a tratar na ra estreita do Bozario n.
1 3.andar.
=\'endo-se um moleque de nacao de idade
de 14 annos, nao tem vicio algurn sabe fazer
o servico diario de urna casa, e tem bonita fi-
gura ; na ra do Cabug loja n. 9.
Compras.
=. Comprao-sc pellos de oncas tigres, porem
grandes e muito bellas e pagao-se por bom
proco: na ra da Cruz n. 38 2.a andar.
a Compro-se 200 oitavas de prata velha :
no beco lorgo loja de o rives.
Compra-se urna morada de casa terea, ou
sobradinho de urn andar; advertindo quo seja
era ra publica: quem tiver annuncie.
Vendas
Vende-se urna cama com todos os scus
pertences s falta acabal-a seis pranchoes
para remos de governar jangadas ou canoas ,
um pao de sutucuarana de 30 palmos de com-
prido e 2 c meio de largo em quadro para
tractar sobre o pao atraz do Carmo velho na
venda do Francisco ; e o mais tracta-se na ra
deS. Amaron. 20, de manhaa das 6 as 9
horas e de tarde das duas em disnte.
= Vende-so polassa daKussia, nova pri-
meirasorte em barris de 4 arrobas: em casa
de H. Mchrtens na ra da Cruz n. 47.
Vende-se um corrame de luslro urna
farda e um bonet para gnarda cional tu-
do em bom ostado ; e urna barretina para in-
ferior ; na ra do Qucimado, loja de ferragens
n. 13.
\ ende-se assucar mascavado a 2000 a
arroba, e 70 rs. a libra, dito branco trigueiro
a 2400 e a libra a 80 rs. caf do Bio a 3600
oa libra a 120 e dous couros espichados de
bonita cor ; na ra Imperial venda n. 188.
=. Vendern-se laboas de pinho a 40 e 50 rs
o p. muito largas at 3 palmos, e Je dille -
rentes comprimentos e urna pon ao a menor
preco dilo da Suocia assoalho, forro c pa-
ra fundos de barrieas ate 3200 a duzia ; atraz
doilhoatro armazem de Joaquim Lopes de-Al-
meida ; assirn como um batellao que anda a
,Acndom-se piannos e\cellentes, dos me-
Ihcwsaulhuies por proco commodo ; na ra
daCnW-r. 1(1.
v-tM.-rWndeui-se dous carros um de duas ro-
das eo oUtto do com arreios para urna ca-
\yllo : nnrja da < ru/ n. 10.
Voidein se chai utos da Havana r.hega-
lidado e pelo barato preco de 1500 e preto de
duas larguras a 3500 rs. o covado panno fino
preto a 3000 rs. princozas de cores a 640 ,
duraque preto o de cores a 800 superiores
cazemiras para calca a 800 brim trancado
escuro e branco de puro linho a 440 rs. a vara,
riscados trancados poprins para aqueta a 120
rs. o covado ditos americanos do linho a 140,
tostos para colete a 480 cortes de cassa pin -
tada a 2400 e em covado a 200, superiores cor-
tes do lanzinha pelo muito barato preco de 48
rs. chales de cambraia da India com borda-
do passado a 1000 ditos de mitim a 800 ,
chitas finas de assentos brancos a 120 de cores
e finas a 160 as bem conhecidas b etanhas*de
rolo a 2000 bicos e rendas de todas as largu-
ras por barato preco algodao dobrado ame-
ricano proprio para roupa de escravalura e
outras muitas fazendas por barato preco : na
ra do Crespo loja de Antonio da Cunha 'ua-
resGuimaraes ao p da viuva Cunha Cuima-
raes.
Vcndem-secaixos de llores francezas para
chapeos e para cabeca ; candieiros francezes
para lojas; suspensorios para meninos; the-
aouras douradas ; agulhas de enriar vestidos ;
papel de pezo de cor botons dourados para
coletos ceazacas e para guarda da alfande-
ga ; torcidas para candieiros francezes ; tinta
incarnada ; escovas para cabello, e para sui-
das ; ejogo de domin : na loja de miudezas
na praca da Independencia n. 36.
* Vende-se brim transado pardo de linho a
520 rs. a vara dito muito fino a 800 rs. a
dita sarjas escuras para coletes a 900 rs o
covado fustao alcoxoado a 400 rs. o covado .
cazinetas escuras para calca a 800 rs. o covado,
cortes de lanzinhas muito modernas e de lin-
dos padres cortes de chitas francezas largas,
ditos de cassa chita lencos de setim para se-
nhoras de muito bom gosto bicos de linho
de todas as larguras e outras muitas fazendas
por precos commodos : na ra do Crespo n.
12 loja do Jos Joaquim da Silva Maya.
\ ende-se urna escrava de nacao Costa ,
boa quitandeira : na ra da Gloria n. 62.
= Vendem-se couros de cabra, de bezerro, e
sola ludo de superior qualidade chegados l-
timamente do Aracaly : na ra da Cruz n.
51.
= Vende-se um escravo de idade de 20 an-
nos sem vicio esadio: na ra do Crespo
loja de Joaquim da S'lva Castro.
Vendem-se sellins de m< la inglezes de op
tima qualidade : no armazem de ferragens n.
5 na ruada Madre de Dos.
Vende-se urna flauta de 4 chaves e um
methodo da mesma tudo novo por proco
commodo : na ra do Vigirio armazem n. 16,
e um mulato de bonit figura cooi olicio de
carpina.
= Vende-se urna mulata do 20 annos re-
colhida e de muito boa conducta engom-
ina cose e cozinha ; duas escravas de na-
cao urna engomma cose e laz lenda ; e
a outra he boa cozinheira retina assucar, faz
doces e engomma ; dous escravos de nacao ,
um entende do servico de campo, e o outro
ptimo parapalanquim : na ra Direita n. 3.
= Vendem-se dous methodos modernos para
flauta 1 dito para piano 1 dito para vocali-
sacao 1 dito para accordeao e alguma boa
msica para una e duas flautas sem, ecom
aoonipanhaniento de piano : na ra da Cruz
38 no2.andar.
= Vende-se urna negra de nac5o moca ;
dosultimawieotts na rua da Cruz n. 10.
VendM-aBB'i^ escravas mocas com boas'n.
habilidades ; - o co/inhfiras ;*usna fruala do 30 annos boa' na rua do Queimado loja n. 4.
ama de casa, egdlhlT*aeira o cozinheira; 1 = Vende-se taboado de superior qualidade.
moleque peca da 16 aono^ bom pngom e de ama relio, louro, oleo anguo e de todas
serve bom a urna mi ;dous ditos bons paraos mais quahdades que seju precisas para
todo o servico ; um pwtO'para o mesmo ; urna i construcao de marcinaria com todas as bito-
"bT JosV")dr7uei"deCarvalho quei- loja de fazendas con, poi*, fundos sita em las qne se ao precisas ; na ri
Antonio
aa ir a loja de Joao Jos do Carvalho Moraes urna das boas ras do h,i'rl^B^- Antor
ou na rua da Senzala velha.
11
melhor qualidade que tem vindo : na rua do
Queimado loja n. 25 de Guilherme Selle.
= No deposito de assucar refinado, esta-
belecido junto ao arco de S. Antonio, em fren-
te do caes do Collegio ha para vender assucar
refinado segundo o novo systema de fabrica-
cao pelo qual se extrae a potassa e cal, dei-
xando-se-o no seu estado do pureza ; sendo o
preco da libra do de primeira sorte e em paes
160 rs. e o de segunda e tercera em p ,
a 120, rs.
= Vende-se urna canoa de conduzr agoa ;
um escravo ; e duas tipias ; no atierro dos
A (Togados em casa de Francisco Xavier das
Chagas na mesma casa precisa-se de um cai-
xeiro para engenho, que d fiador a sua conduta.
= Vende-se um preto ptimo canoeiro e
pescador, do 29 annos; um dito de 18 com
principios de olicio do pedreiro : na rua da
Cruz n. 51.
== Vende-se urna casa terrea no atierro dos
AITogados no correr do Brito com 3 portas
de fronte e com grandes commodos ; na rua
do lUngel n. 52.
= Vendem-sc saccas com arinha do man-
dioca a 2560 : na rua da Cadeia velha n. 35.
= Cadeiras americanas com assenlo de pa-
Ihinha camas de vento com armacao com-
modasde angico, ditas de amarello marque-
zas de condur camas de vento de amarello
muito bem feitas a 4500, ditas de pinho a 3500
assim como outros muitos trastes ; pinho da
Suecia com 3 polegadas de grossura dito
serrado dito americano com differentes largu-
ras e comprimentos travs de pinho e bar-
rotes com differentes grossuras o comprimen-
tos ; tudo se vende mais m conta que outra
qualquer parte: na rua da Florentina em
casa de J Beranger n. 14
Vende-se panno de algoda da trra em
grandes o pequeas porcoes a 220 a vara na
rua do Crespo n. 23.
Vende so urna parelha de cavallos alazao ,
muito i^uaes tanto em tamanho como em cor, e
gordos ; na rua Nova n. 43.
Escravos fgidos.
Fugio no dia primeiro de Abril a escrava
Thereza de nacao de 30 annos, estatura re-
gular cheia do corpo maos e ps giandes ,
tem urna perna cuchada com falta de dous
dentes na frente, signal de sua nacao, tem 4
bolocs ou calombos as ps, tambem signal de
sua nacao tem urna coroa na cabeca de car-
regar agoa por isso he muitoconhecida; quem
a pegar leve a rua Imperial n. 98, que ser re-
compensado.
No dia primeiro de Julho do corrente
anno fugio um escravo mulato de nome Vir-
ginio alto, e corpulento, bem parecido, ps
grandes cabello pegado boa dentadura,
falla manca pouca barba de 22 annos le-
vou um uniforme branco e outro de algodo
trancado azul um bonet de panno fino com
gomos ; quem o pegar leve a \ illa de S. Mi-
guel das Alagoas a entregar a Jos da Rocha
Wanderley, quesera recompensado.
Ha dous annos e dous mozos dcsappareceo
desta oidade urna escrava de nomo Mariana ,
de nacao tem urna orelha furada que cabe
no buraco a pona do dedo minimo tem urna
marca do queimadura de fogo em urna das per-
nasa baixo da curva se taes signaes conferi-
rem com a escrava annunciada por esta folha n.
90 procurein a Francisco Ramos Maia rua
Direita com loja de funileiro n. 102 que
a receber e gratificara ; a dita escrava re-
presenta 35 annos pouco mais ou menos, teve
ja um parlo e loi pojada com 5 mezes.
Fugio uo dia 29 do p. p. um escravo de
nome Joao de naco Qiiilamanc de Mocam-
bique alto retinto magro fallas mancas,
levou no peito um emplasto confortativo; quem
o pegar leve ao atierro dos affogados n. 67 a
seu senhor Vicente Thomaz dos Santos, que
ser recompensado.
= No dia 20 do mez p. p. dcsappareceo urna
escrava de nome Luiza de nacao Congo de
30 e tantos annos tem falta de 2 dentes na
frente levou vestido de chita desbolado com
babados, e um panno da costa um pouco usado,
saino a vender azeite e foi vista de noute no
batuque das 5 ponas ; quem a pegar leve a
ruado Cjueimado loja de fa-endas n. 52 ,
que ser recompensado.
No dia 21 do p. p. fugio do engenho A-
rariba de Pimenlel um preto crioulo de nome
Timotheo de baixa estatura corpo reorca-
do tor nao muita pela bem parecido cos-
tuma a trazer suicas por baixo do quoixo e he
muito ladino levou camisa e calcas do algo-
dao ejaqueta de lila ja usada; este escravo
foi do finado Carapeba : quem o pegar leveao
mesmo engenho ou nesta praca na rua do
\ gario n. 15. que sera gratificado.

-. T-~----M V mVimi ---

Full Text
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