Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05040


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Full Text
w
Anno de 1843.
Quinta Feira SI
'**"
de Agosto
'mili
linucmu
califa.
.K..r. depend de no, me.n,o. d. ,.,.. prod.nci., moder.go, .....
como priaciuiimoi. e eremu.........J. ~.___i____.... """'a.
.eremo. .ponudo. com .dn.,r.La ,Blr. mNooom,
_______( rinclinugao da Aeoiblei Gert] do Biaiil.)
PAKTIDAS DCORREIS TERRESTRES
fco.nn. e Paranrfao, aeSunit o ,... fo.r.a. lio Graoda doN >., ,unlM ,.:_
Bonilo a Garanhuna, lil e >4. 1"""" '"
C.bo. Serinh.e,n R.o Porawao Parto Cairo. M.ceiA, a Ua.oaa ,,40 44 91
lioa-nalao llore. ,e2i. Sanio Amio quintan feiraa Olinda todo, a.' d .
das da semana. '
58 Oeg. 1. Agostmho B. Aud. do J de D. da l. f.
J9 Terg. a. Adolfo H el. Aod.do J da D. da 3 t.
30 Quan. s Koj.dc'Li And do J. de U. da 4- .
Jl Vmot. a Raymundo No'nalo Card. Aod do J. de D. da S. r.
i Sea. a. E;ydeo Ab Aud do J. de I). da 2. t.
2 Sab. a Este rao re. Re. Aud do J. de D. da 1' r.
3 Dom. Nosaa enhora da Penba,
PERNAM8UC0.
AnnoXX. N. 187
O Di.aio pabliea-aaiodoa01 diaa qua n)o fnrem Salificado*: o prefo da aaaigoalara ha
de iraa mil rea por quartel pagua adianladoa Oa aannonioa doa aaigoaalea ao iaeeridoa
graiia oa doa que o 10 forem a ra1JU de sOraia p. gidaa a eta T.p., roa daa Cruiea N. 3, ou apraca da lodepaadaocia loja dolirroa N. 6a.
CiMiiotNo da 3 da Apiaio. ooaapra toada,
Caaiio aobra Loadroa ib.
-Ho da 3 da Aguato.
Ooio-Moada da 8,400 V.
rarn J,(j rea por franco.
Liatia 110 porlOOdapraaaio.
N.
da 4,000
Pltta-Palacdaa
Pato Colaaanaraa
ditoe Meticano
compra
10,8lr
10,6JJ
S,200
i,ao
1.9J0
1,920
17.000
16,800
9.400
1,940
*,MU
1,040
Moedadocobia 2 por oanlo.
lites da latraadaboaa 6r*aaa 1 | a i.
PHASE5 A LA NO HEZ DE AGOSTO.
Loa Clieia i 10, a t hora, 5 m. da m 1 Loa ora a 25. aoe 16 aianloa da tarda:
Quan. aaiag. i 18, la 4 fcoraa a 20 da | ^a. en*,, 2, a S* boraa a 7 a>. da Urdo
, Preamar de hoje.
*. a 9 boraa a 18 aa. da eaanh.U. j ?., ai boraa a 42 aa. da laido.
Votos.
37
Remita do Alho.
No mes.
Joo Hogino da Molla S'lveira
Francisco Jo P.iulu Rodrigues de Almeida
Vrancisco de Paula Baptista
Luiz Jos de Sampaio
Luiz de Barros Reg
Jos lelos de Munezes
fienvenuto Augusto de Magalhaes Taques'
Joo Mauricio Cavalcanli da Roxa Wan-
derley
Jos Thomaz Nal>uco de Araujo Jnior
J'edro Francisco do Paula Cavalcanti do Al-
buquerque
Jos dos Sanios Nunes de Oliveira
Manoel Joaquim Carneiro da Cuiiha
.Sebastio do liego B.irros
Francisco JoSo Carneiro da Cunha
Joaquim Manoel Vieira de .Mello
,Joo Floripes Dias Barrelto
Baro de Suassna
Jo o Baptista Pereira Lobo Jnior
Lourenco Bizerrra Carneiro da Cunha
Joo Jos Ferreira de a guiar
Jos Bernardo Galvo Alcanforado
.Manoel Francisco Cavalcanli Jo Albuquer-
quo
Manoel Jos Pereira do Mello
Lourenco Francisco do Almeida Catanho
Jos.; Fr >ncisco do Costa Gomes
Francisco Xavier Paz Brrelo
Francisco Barboza Nogueira Paz
Pedro Alejandrino de Barros Cavatcaoli
A'varo Barlialbo Uelirta Cavalcanti
Joao Mauricio da ConcoieSo
Francisco Elia-i 1I0 Reg Dantas
Antonio Jos de Olivi'ira
3:1
32
32
31
31
31
30
25)
28
28
28
27
27
27
2i>
26
2a
25
33
23
Joaquim de Aquino Fonseca
l'idro Francisco de Paula Mesqoita
Joao Manoel de Borros Wonderley
Joaquim Ignycio Goncalves da Luz
Francisco Muniz Tavaics
Joaquim "I eixeira Peixolo
Fe
is Peixolo de Brito e .Mello
enlomo Hcrculano de Sou-a Bandeira
Tiburtuio Pmlo de Almo da
Jos Fclippc de Sonsa l.eao
J Antonio Baptista Gitirana
Chrisiovo de Holanda Cavalcanti de Albu-
querque
Florencio Jos Carneiro Monteiro
Antonio da Silva Nevcs
Francisco Joaquim de Barros Correia
'Simplicio Antonio Mavignier
Amaro Baptista Guimares
Jos Maria lldefonco
Bernardo Rebollo da Silva Pereira
Joao Francisco Cavalcanti de Albuquerquo 12
Antonio A flonco Fen eir 12
Francisco Xavier Camello Pessoa deLacerda 12
2:5
23
2!
22
22
22
21
20
20
1!)
1!
18
17
17
17
10
10
16
10
lo
15
15
14
14
13
Monoel Coelho Cintra
Joaquim Francisco do Farias
Rento Jos I.emenh
Felippe Carneiro de Olinda
I' rancisro Rodrigues Selle
Antonio Joaquim de Figueiredo Lisboa
Jgnario do Barros Brrelo
Joao Paulo de Arnujo
Jos Joaquim Nones Machado
l rlmno S. bino Pe Lourenco Trigo de Loureiro
Pedro Re/errado Araujo ButrSo
Miguel do arraniento Lopes Gama
Francisco Oomingues da Siiva
Antonio Coelbo de Sn Vlbuqucrque
\ntonio Joaquim de Mello
Rento Jos de Sousa
Antonio Joaquim de Moraes i Iva
llenrique Jorge
Victorino de S Albuquerque
Jos Rento da Cunha Figueiredo
Jos Francisco de Paiva
Joaquim do Castro Vilella
Joo Pereira dos Santos
Jos Rebello da Silva Pereira
Jos Raimundo da ("osla
Joo Valentim Vilella
Jos Perca Campello
Joaquim Corroa de Araujo
J080 Paulo do Carvalho
Jos'de Barros Falcao
Jos Joaquim Re/erra Cavalcanti
Jernimo \ iloila Tavares
Manoel Cavalcanti de albuquerque
Manoel Ignacio do Carvalho
Miguel Arcan jo do S ntos
l.uiz de Carvalho Paos de Andrade
I u iz (arlos Coelho da Silva
Lu/ Rodrigue! Setie
Lourenco Bezerra Cavalcanti de Albuquer-
quo
Felippe Lopes Netto
Francisco de Barros Falco Cavalcanti
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquer-
i|ue Lacerda
Francisco Gomes da Roxa Jnior
Francisco Manoel de Barros
Jos Btrnardo Fernandes Gama 11
Fernando Afl'onso de Mello 11
Joaquim Pinto de Campos 10
Firmino Pereira Monteiro 10
Bernardo Jos Marlins Pereira 9
Manoel Mondes da Cunha Azevcdo 9
Joao Jos Pinto 8
Custodio Manoel da Silva Guin'araes 8
Jernimo Salgado de <'astro Axiules 8
Joao Francisco de Arruda 8
Francisco J erreira Bar eto 8
Antonio Ferreira de Borba Jnior 8
Joaquim Francisco de Mello Cavalcanli 7
Nomo iodoS. J080 Goabertb 7
Joo Antonio aeSousu Beltrao do Araujo
Poieira 7
Antonio Vicente do Nascimento Feilo/a 7
Ailonso.Artur de Almeida Albuquerque 0
Antonio Cerdoso de Quero* Funseca g
Rouiinaos de Sousa l.eao 6|
uarle oolho do Alb.iqiierque Mello (
Leonardo Ifezerra de Siqueira Cavalcanti 0
Pedro Gaudino de Sousa Ratos 5
M'inoel I eiMMia Peixolo 5
Manoel do Sonsa Tcixeira 5
Alexandra Bernardino dos Reis e Silva 5
Francisco Jo-" de Medciros 5
Chrisiovo X.ivier I oiiei 4
Antonio Peregrino Maciei Monteiro 5
45
43
36
36
36
36
35
34
29
28
28
27
27
26
Resultado das eleigBes do Collegio do Cabo.
Antonio Joaquim Aires do Nascimento
Alfonso Artur de Almeida e Albuquerque
Manoel Carneiro Lins
Joao Jos Pinto
Joaquim Jos da Costa
Francisco Xavier Paes Brrelo
DuartcCoelho de Albuquerque
Sebastia do Reno Barros
P. F. de Paula Cavalcanti de Albuquerque
Joaquim Teixeira Peixolo
Antonio Allonso Ferreira
Antonio Coelho S
Joo Floripes Dias Barreto
Simplicio Antonio Maviitnler
Renvenuto AurusIo de Mau.ilhos Taques
A. B. Uchoa Cavalcanti do Albuquerque 25
Antonio l'erogrino Maciei Monteiro 24
tiarii re Suassna 24
Jos l.ibanio de Sousa 24
Jos Til >maz Na buco d Araujo Jnior 2i
Joo Baptista Pereira Lobo Jnior 23
M. F. de Paula Cavalcanledo Albuquerque 23
Joaquim de Aquino Fonceca 23
Ignacio de Barro* Brrelo 22
1*. de Mene/es Vasoneellos de Drumond 2
Friiiicisio
Jos Dentado lalv" Alcanforado 2:'
Antonio Carneiro Machado Itios 22
1.1-onardo Bi/erra do Siqueira Cavalcanti 21
Felippe Lope* Noto 2
Benlo Jos Lomeiiha Lins 21
lloinin^osde Sou-a Leo 21
Joao Jos Ferreira de Aguiar. 20
Francisco MunizTavaies 19
CintiinoJos r;i Silva SanlioM al
Jos Felippe de Sousa LcSo %81
Jos Nicolao Riiruoira Costa
Firmino Peroira Monteiro
Luizde Carvalho Paes de Andrade
Francisco Joo Carneiro da Cunha
Manoel de Souza Teixeira
Francisco Ferreira Brrelo
Manoel Jos Carn.iro da Cunha
Joo Manool de Barros Wanderley
Pedro (uadiano de Kalis o Silva
Podro Alexandrinodo Barros Cavalcanli
Victorino de S e Albuquerque
Florein jo Jos Carneiro Monteiro
Manoel Francisco Barbos 1 Paz
Francisco de Paula Cavalcanti do Lacerda
Antonio Heretilano de Souxa Bandeira
Alexandre Beroordino do B is e Silva
Joaquim Bi/orra Cavalcanli
Manoel Coolho Cintra
Felis Peixolo de Biilo o Mello
Loonnrrlo Bi/orra Cavalcanli
Jos Batnos do liveira
Bernardo Batidlo dn Silva Pereira
l/idro Francisco de Paula Mosquita
Jos Tollos de Menosos
Joo Paulo de Oirvalho
Jos Pedro da Silva
Jos dos Santos Nunes de Oliveira
Jos Benlo da Cimba Figueiredo
Tiburllno Pinto do \lmoida
Antonio Baptista Cetiranna
Domingos Alfonso No.y Ferreira
Crimno Sabmo Pessoa tle Mello
Manoel Teixeira Peitoto
Laurentino Antonio Pereira de Carvalho
Francisco Dominu'ues da Silva
Luiz Francisco Paes Barreto
Joaquim Nunes Machado
Manoel Pendes da Cunha A/.ovedo
Miguel do Sacramento Lopes Gama
Francisco Elias do Rogo Dantas
loo \ nlonio de Sousa de Aiaujo Pereira
Beltrao
Antonio Joaquim de Mello
Joo de Barros Falcao de Albuquerque Ma-
ranho
Joaquim Pinto ('ampos
Francisco Camello Pessoa de Lacerda
Joo Mauricio da Rocha Wandcrley
Joo Hogino da Molla Silveira
vnlonio Jos de Oliveira
1 \pelinario Florentino de A. Maranhao
\ Chrisiovo de Barros Wandcrley
\ Bernardo Jos Monteiro Pereira
Domingos.Malaquiasde Aguiar
j Francisco Jos de Medeiros
j Joaquim Manoel Vieira de Mello
1 Sebastio Antonio do Reg Barros
Joaquim Balael da Silva
Manoel Jos de Mello
Manoel Ignacio de Carvalho Mendonea
Manoel Carneiro de Souza Lacerda
Felippe Carneiro de Olinda Campello
Lourenco de Almeida Catanho Jnior
Antonio de Vasconcellos \leno/.es Druraont
Antonio da Silva Nevcs
Visconde deGoianna
Joo Baptista Cordeiro
Francisco Joaquim Pereira Lobo
"ornando Allomo de Mello
Firmino Hcrculano de Moraes Ancora
Louremo Trijjo de Loureiro
Jironimo Salgado de Castro Acriolle
261 Joo Francisco Cavalcanti d'Albuquerque
5
4
3
4
4
4
4
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
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1
1
1
1
I
18
17
17
17
17
17
17
17
17
16
16
16
16
16
16
15
14
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1.1
13
13
12
12
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11
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II
II
II
10
10
0
^ Resultado do collegio thitoraldt Goiann:
P. do I'.Cavalcanti d'Albuqueruue Lacerda I
querque Lacerda 50
10
10
9
9
8
7
7
7
7
Francisco Joo Carneiro da Cunha
Vntonio Peregrino Maciei Monteiro
Alvaro Barnalho Uchoa Cavalcanti
\nlonio Jos d'Oliveira
rancisco Xavier Paos Brrelo
Sebastio do Bogo Barros
los Tlioma/. Na buco d'Araujo Jnior
Ignacio de Barros Brrelo
los Benlo da Cunha e Figueiredo
Francisco ominguos da Silva
l'rancisco do Paula Baptista
lleandre Bernardino dos Beis e Silva
Pedro Francisco do Paula Cavalcanti
Joo Jos Ferreira d'Afiuiar
los Nicolao Rigiieira Cosa
loo floripes Das Barreto
\nlonio Coelho do s,i e Ubuqucrque
Domingos AITonso Nery Ferreira
Lui/. do Carvalho Paos de Andrade
loo de Caldas Biboiro Campos
Jo Bernardo G.iLo Alcanforado
danoel-Fnncisco do Paula Cavalcanti
Antonio Baptista Gilirana
Benvenuto Augusto de Magalhes Taque*
Bernardo Rebollo da Silva Pereira
Manoel Jos da Silva Vieira
N ictorino de S e Albuquerque
Francisco Jos de Medeiros
Custodio Manoel da Silva Guimares
loo Paulo de Carvalho
Mai.oel Coelho Cintra
Jos Pedro da Silva
Caetano Jos da Silva Santiago
Joo Baptista Pereira Lobo Jnior
Joaquim Francisco de Faria
Jos Ramos d'Oliveira
Joaquim Teixeira Peixolo
Pedro Alexandrino de Barros avalcanti
Domingos de Souza Lio Jnior
Antonio Joaquim de Mello
Antonio da Costa Rogo Monteiro
L'rliano Sabmo Pessoa de Viello
Jos Telles de Mene/os
Manoel de Souza Teixeira
Lourenco d'Almeida Catanho
49
47
45
43
43
43
42
42
41
41
40
39
39
39
39
39
38
38
38
37
37
36
35
35
35
34
34
34
33
33
33
32
31
31
30
30
29
28
27
27
25
25
25
25
25
loo Goncalves da .Silva
llenrique Jorge Babollo
Francisco Xavier de Brito
Francisco Carneiro .Machado Ros
francisco Allonso Ferreira
Francisco de Barros Falco de Lacerda
francisco Carneiro Paos de Andrade
Joaquim Francisco de Mello Cavalcanti
Jos Cardo/o de (jueiroz Fonceca
Baro da Boa-vista
ntonio Jos Joaquim Figueira da Silva
Jos Lourenco de Castro
loaquim Pedro Patrila
los Bernardo Fernandes Cama
De/ombargador Belmonle
ta noel Cavalcanti d'Albuquerqne
Joo Valentim Vuelta
l.i^l'i lt:l(l 6 Francisco de Paula Rodrigues d Almeida
6 'gario Francisco Ferreira Barreto
6 Miguel do Sacramento Lopes Gama
6 Pedro Gaudiano de Rutes e Silva
6 Joaquim Numes Machado
6 Antonio Carneiro .Machado Bios
5 Visconde deGoianna
5 Joaquim Jos da Costa
S Francisco Muniz Tavares
5 Felippe Lopes Netto Jnior
5 Antonio do Nascimento Feitoza
5 Luiz Francisco de Barros Reg
4 Joaquim V illela do Castro Tavares
4 Jeronymo
4 Francisco Joaquim de Barro* Correia
4 Joaquim Jos d'Azevedo
4 Antonio A (lonco F rreira
4 Joo Jos Pinto
4 Domingos Lourenco Vaz Curado
4 Pedro Bizerra de Araujo Beltrao
4 Manool Ignacio de Carvalho Mendonea
3 Lui/ Ignacio Ribero Boma
3 1 Joo Francisco de Arruda Falcao
3 l'rancisco Carneiro Machado Ros
3 Jos Bandeira de Mello
3 Joo Paulo de Miranda
3 Joo de Carvalho Paes de Andrade
3 Joo Antonio de Souza Beltrao Araujo P.
3 Manoel 'J eixeira Peixolo
3 Manoel .Mendos da Cunha Azevedo
3 Joaquim Jos Nunes Machado
Jos Felippe de ouza Lio
Baro do Suassna
Luiz Paulino Vclitf
Joaquim l'rancisco Cavalcanti Lins
rets Poix lo de Brito e Mello
Joaquim Pinto 1 l.no 11'incultos (tierra
Velle* de Cunara
\ onppe iiurneiro de Ulmda
I Laurentiuo Antonio Pereira de Carvalko
3
:t
2
2
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2
2
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24
24
24
22
23
23
22
21
21
21
21
20
19
1
19
18
18
18
18
17
16
15
13
12
12
12
12
11
9
9
9
8
8
8
8
8
8
7
7
7




mmmmmmm
"~F

9
Fernando Alfonso de Mello
Manoel Carneiro Lins
Joan Mauricio da Bocha Wanderley
Manoel Caneiro do Soma Lcenla
Antonio Herculano do Souza Bandeira
Felippe Mena Callado da Fonseca
Manoel Joaquim Carneiro da Cunha
Parle do resultado das eleices docollegio.
do fecife.
140
Barita de Suassuna
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de
Albuquerque
Sebastin do llego Barros
Mano.'l Francisco de Paula Cavalcanti de
Albuquerque
Francisco JoaoCarueiro da Cunhe
Domingos AITonso Nori Ferreira.
Jos liento da Cunha Fguoircdo
Miguel do Sacramento Lopes Gama
Ignacio de Burros Burrelo
Jos Ramos de Oliveira
Manoel Mendes da Cunha Azevedo
I/.idro Francisco do Paula vi esquila
Francisco Ferreira Brrelo
Alvaro Barbalho L'cha Cavalcanti
Jos rhoma/. Nabuco do Araujo Jnior
Simplicio Antonio avignier
Antonio Peregrino Maciel Monteiro
Francisco de Paula Albuquerque Caval-
ronti Lncerda
Jos Bernardo Galvo Alcanforado
Dr. Rae* Barreta
Felis Peixoto de Brito c Mello
Jos Pedro da Silva
Manoel C'.oelho Cintra
Manoel Teixeira Peixoto
Francisco Camel'o Pessda
Jeo Baptista Pereira Lobo Jnior
Renvctiuto Xugustode Magalhes Taques
Joaquim Jos da Costa
Manoel (oaquiui Carneiro da Cunha
Joo Floripes Dias Brrelo
Jo Nicolao Rigueira Costa
_ Antonio AITonso Ferreira
Francisco do Paula Baptista
Urbano Sabino Pessoa de Mello
A ntonio Joaquim de Mello
Joo Jos Ferreira de Aguinr
Joaquim Manoel Vi* ira de Mello
Manoel de Souza Teixeira
Caetano Jos ila Silva Santiago
Joaquim Teixeira Peixoto
Jos Felippe de Sousa Leao
Joao Jos Pinto
Sendo todas estas relacoes sendo obtidas
por particulares nao podemos garantir a ua
authencidade.
135
115
108
101
98
92
91
90
87
8fi
85
8>
8-J
80
7(
70
76
71
T
69
69
67
67
65
6 i
61
59
59
5S
57
57
57
57
5<
50
55
52
51
51
50
50
Testemunhas.
domingos AITonso Vieira de Mello e Albuquer-
que.
Joaquim Jos dos Santos.
Jos Francisco do Sousa Lima.
Victorino Jos de Souza Travasso.
Jos Ignacio da Assumpcao.
Joaquim Ferreira Mendes Guimarles.
Jos Leoncio Luiz de Albuquerque.
Bernardino Jos Monteiro.
Recito 28 do agosto de 1813.Promotor Pu-
blico Bencenuto Augusto de Magalhes Taques.
PROMOTORIA PCBLICA.
O Promotor Publico do termo denuncia ante
V. M.#, Sr. Dr juiz municipal siipple-ite da 3.*
vara, do mejor Jos Gabriel de Moraes Mayer
pelos fundamentos, que passa a expon No di
17 do corrente mez de agosto achando-se no
consistorio da matriz da -Boa-Visto o Dr. Jos
Nicolao Higueira Costa juiz de direito interino
dosfeitosda fasenda. presidindo a exlraco d
lotera concedida em beneficio da mesma matriz.
e havendo o di lo magistrad i deliberado, como
Ihe romp tia acerca do menino, que devia lirai
os bilhetesda urna o denunciado como frivo-
lo pretexto de haver sido olTendida a limando-
de, deque elle be membrn, erecto nessa matris,
prorompeoem vote* altas laxando de injusta .
e arbitraria a decisao, conciandooutros raos
para a ella opporern-se e sendo-lhe oraenado
silencio, eordem pelo mencionado juiz, deso
bedeco a similbante detenninacOo escanda-
losamenieretorquindo que a ordem chamara
elle aomesmo juiz ajuntando expresses in-
sulluosas a esle. e em desar c menoscabo de
sua dignidade e auloriilade, em publico c em
acto de mu ollicio, dizendo-lho, que nenhiim
caso falla delle. e continuando, nao obstante a
piisao, que Ihe loi intimada com grande tu-
multo, e perlurbucao. o que obriuou o nitn
ministro a suspendei o acto, a que presidia .
como tudoconsla do acto junto, nanceasiad la-
vrado. Por este procedimen o visto ter com-
mettido o denunciado oscrimes dos ailigos 98.
128 e236$ 4 e 5 combinados om os artigos237
2c 238 do cdigo criminal com a circumstan-
cia aggravante de ter sido impedido pelo moti-
vo do artigo 16 $ 4 do mesmo cdigo. Por tai.to
ltenla a disposico do artigo 5 da le de 26 de
ootubrode 183! excitada pelo artigo 263 do re-
glamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1812, re-
quero promotor publiio u v. me. haja de au-
toada esta com o documento junto proceder
contra o denunciado nos termos do- artigo* 205
e seguintcs m> con d" proc. crim. 198,5H$<, p
61 do regulamcnl" citado e M conlormidade
do artigo 486 d mesmo reuulamento Inquerin-
du as leslcmunhas abaixo d laradas com ci-
lacm do denunciado condemnando-o aflnal
iius peniisdos rticos citad-1$ do cdigo criminal
RESPOSTA A') DI ARIO-NOVO N. 18L
Grande espanto deu algumas pessoas a res-
posta do Diario-novo de segunda feira ; masa
nos que ainda nao tivemos o praser de ver urna
polmica dessa folha nad diremos joeirada d,.
lalsdades e insultos, mas mesmo em que o ra-
ciocinio e a verdade tivessem boa parte n in-
huma admiracao nos causou v-lo voltar a car-
ira com maiores despropsitos o sempre coro
mentiras, sobre um objecto cujo fundo to-
lo de calumnia e intriga. Seria pois escusado
liara os que lessem esso Diario vestal com re-
flexad e imparcialidad!' responder mais nada ;
porquanto ao p >nto cssencial da queslad isto
he; declarar quem erad as pessoas que propo-
sera ao Diario-novo, e mais peridicos da ou-
posicftn praieira nina roneliacao, para que es-
tas declarassetn so estava aulorisadas pelo
Exm. Presidente para tal transaeco, a isto
nao resp luden o Diario-oco cousa algiima ;
mas como nem todos se dad ao trabalho de lr
arligos de gazeta com urna attenco proporcio-
nada ao objecto delles, e nem todos tem nestes
casos a devida imparcialidade, (orcoso he que
sustentemos oque allegamos, e mostrem-s ,
pie anula ladeando o jornal innocente, nao fal-
lou menos verdade, nao intrigou nem ca -
lumniou menos. Acompanha lo-hemos para
'iiaior claresa. tpico por tpico, e para que na-
la fique no tinteiro. diremos que a mesma e-
mgrapne, que o vario eseriptor adoptou para o
'filo artigo com que brindou o Diario-noto he
un emplastro milito mal npplcado, pois que
ciri paixao c com juiso nad pode elle querer
er hilo, se nad que elle entende, que o ho-
mem de juiso e sem paixao he o do sou parli-
lo, (uno ilelinio o bem intencionado.
Foi o Diario-novo mu i fcil, quandn se per-
suadi, que nos conten tarjamos com a respos-
la que nos havia dado fundando-se com de-
masiada ligeiresa nos crimes que temos no car-
torio: cile hem sabia que a sua resposta era
um aieive, em que nao podamos consentir ;
mas enganou-sn completamente quando aere
ililou queestavamos persuadidos do que elle
nao tivesse a necessaria coragem para dar des-
sas re-postadas, para continuar na sua honro
sa trela de calumniar c intrigar, o que no dia-
lecto especial dos redactores varios tic sem du-
vida o que significa desmascarar tramas: nad,
nad podamos ter essa persuasao e antes a li-
ndamos de que elle era rapaz de inculcar que
na narrar urna historia ab initio sem todava
turar na realidade, nem no principio nem no
llmoella como logo mostraremos
Acivilamos, como da man de quem vem a
i'eflnlclnque da o vario escriptor do termo
hem intencionado: ella he sem duvida tirada
(H certo author, que defini o que era homein
de hem, c h.: urna asserco que todos deven,
acceitar como provada rando entendidos que
16-a do partido do Diario-novo nullaest redemp-
tio. Escusada era porem a que se consumi em
dar-nos da palavraarteiro(que tambem sig
nifca manlioso) cujos significados todos poden,
ser um grande elogio ao modo do Diario-novo,
pois que entonan que o homem bem intenciona-
ilo pode serao mesmo tempo arteiro e manho-
so. mas nao para muita gente que nad segu o
se.u dialecto : quantoa nos que nao podemos
lera finura dos varios cscriptores, entendemos
que a cousa cheira ao que quer que seja de de-
sagradavel, que nad lisonjear a todos os ol-
phatos.
Nad consentio o enro redactor, que attribu-
issemos impunemente ao redactor do prestan-
tissimo Gu'arda a bella producen" do n. 178 d"
Diario-novo c nos arrumou um panal de ba-
snlias 'aoextravagantes que malario mais a
parle) ria dos leitores, do que mesmo o tal pres-
tanlissimo: mas descobriino Ihe urna raan, e
\em a ser ; que um homem que entre nutras
bellezas cominette um err> de giammalica em
ipii' so e,i he u m menino de primeiras leltras ,
nao deve consentir, que as suas obras (se he
que os dous arligos sad irmasj sejad atlribui-
oas a umdoutor nad obstante a avaliacad de
bellos que os ranos vad reciprocamente dan-
do aos seus arligos : he um fundo de juslica ,
que admita nnS redactores do Diario-noto, :on-
cide-la-bemosporem de barato c sem esperan-
ca de retribuirn. Mas quer essas basoias ,
quer a de mais palbada anterior, escusadas se-
no se o Diario-novo livesse a intcnco de
res mnder cabalmente i nossa exigencia; :ou-
sa he esta que nao ensina a cartilha do jornal
virgem ; he umdewrque elle nao poda pre-
enclier e nos vjiiiios ver como elle o satisiez.
Assevprara i> Diario-novo no seu citado n.*,
iiueelie hala sillo I,otado para urna certa con-
i iliacio <|ue o Sr. Ilara da Roa-Vista quera
em um novo peridico; ousara afflrmar que
esse nobre ecavalheiro Pernambucano se qui-
zera bandear ao seu lado etc. etc. Ora, dizen lo-
Ihe nds que declarasse elle quem havia sido a
pessoa que Ihe prop- zera essa conciliacao em
nome do Sr. Bara, afimdeque esta declaras-
se tambem a autorisacao que tivera pareca
claro que a resposta mais obvia era dizer:
(oi fuad.Mas nao, isto seria resposta para um
mal intencionado, e o Diario-novo que o nad
he, (em tad boa hora seja dito) responde:
Quanto ao Guarda nao estamos autorisados
para revelar negocios alheios; foi (aliado, e el-
lo que nad he homem de torcer ludo recusou;
e quanto a nds l vae urna historia ab initio.
Conta entad o puro jornal, como que (Ora
o Sr. Roma fallado etn Janeiro pelos Srs. teen -
tes coronis Paos Brrelo, e Lins Caldas, e om
fevereiro pelo Sr. Gustavo Jos do llego, nao
so para nad fazer opposicao ao Exm. Presiden-
te, como tambem para a fazer ainda mais for-
temente ao governogeral, ofjerecendo-se-lhe di-
nheiro, emprego, typos etc. etc. ele eque tudo
recusou o Sr. Roma com um desapego, com
urna dignidade com um patriotismo de glo-
riosa me noria. Com eftoito seria tudo isto
muito bonito da sua parte, ainda que Ihe es-
capasse exprimir, que essa proposicao Ihe causa-
ra certo sen ti ment; mas o que pro va ria a propos-
ta ainda mesmo quando assim se hou vesse passa-
do? Por certo nao pode provar nem que oSr. Ra-
lad se quera conciliar com o paitido da praia ,
nem que essas proposlas poiLssem ter relacan
alguma com o peridico em questad: quando
muito fariao crer que o Sr. Barad tentara com-
prar o silencio da imprensa do Sr. Roma a seu
respeito, eque <> honrado impressor se recu-
sara a isso quando mais nad l'o>se para nao
comprometter a M \|ORI.\ da provincia reDie-
sentada pelo partido da praia. Se o Sr. Luiz
Ignacio Bibciro Roma quizesse remontar-se um
pouco mais ao ab initio da sua narraco, de-
via contar-nos como e para que hia elle clan-
destinamente ao gabinete do certa persona-
i/em que hoje finge detestar tanto ; como e
para que levava ao Sr Pedro Alexandrino de llar-
ros Cavalcanti os utograplios anda nao publi-
cados que o Sr Urbano e outros oppnsicionis-
tas Ihe punhadnas maos para o seu jornal ;
como e para pie certo militar que hoje figura
em outra provincia, e que tinha empenho de
o ver arranjadn, la/ia certas communicaedes, e
instava por urna transaeco o Exm. Presidente:
assim com effeitosem ir ainda ao ponto de par-
tida chegar-se-hia o Sr. Roma mais ao ab ini-
tio; mas do modo quo o fe foi dar a entender.
que a sua existencia jornalislica datara de te an-
uo, o contrario do quesab? todo o mundo. E
se elle nao loi ao verdadeiro principio, tambem
nao qniz tocar no lini os (actos que elle a pon-
tn nada tem com o da apparicao do peridico;
mas quando tivessem eis-ahi estad as declara-
res das pessoas a quem o Sr. Roma se referi,
e o publico que decida do merecimento teste-
munhal de um edos outros. Quanto a nds po
demos declarar que nao ignoravamos todas essas
(correncias, e nutras mais ; porem que o Sr
(tarad da Boa-Vista sempre se recusou a essas
transacedes que tinhad por fim obter ou o si-
hncio ou a moderaran dos jornaes da praia.
A vista do que levamos dito, e dos documen-
tos que apresentamos, ver-se ha quad salis-
facloriamente com quanta Ihaneza e sinceri-
tlade nos respondeo o Diario-novo, que em sua
ridicula arrogancia nos ameaca com cousas
maiores.....em r.-sposta ao que elle ha por
bem chamar nossa provocado. Escusado he
tambem dizer urna s palavra sobre a nova des
nberta do jornal casto, de se haver mandado
buscar urna typograpbia fdra destu provincia .
para o novo peridico ; porque seria isto para
nunca mais acabar, visto como cada artigo do
Diario-novo traz um novo aleive.
Pelo que nos diz respeito pessoalmentc nos-
sa conviccao he quo nad devenios responder aos
insultos e calumnias da gente da praia poi
mais uuo a isso nos provoquem: suas bravatas
nad tememos, nao queremos-as suas simpa-
Uas e despr sanios o seu juiso ; e quanto ao
UIAKIODE PERNAMBUCO, sua constante opiniao
tem sido de que depois do 1831 ainda nao hou-
ve governo que pdese excitar sinceros recelos
pelas liberdafles publicas e por isso tem jul-
gado fazer mais servico ao seu paiz, prestando
o seu fraco apoio ao governo, ou pelo menos
guatdando o silencio. He oque tem (eito. e (ari
para o futuro o que entender, sem Ihe importar
a marcha do Diario-noro que nad quer nem
pode tomar por guia.
no aru mximo couiattencadau seu aitigo 61, Hlectuar como preliminar de urna opposicao ,
e as cust.

.... I
proatevsi a eviciuu geiiy
Sr. Redactor. A proposta que eu flz ao Sr.
Luiz Ignacio Bibeiro liorna em fevereiro dcste
anno foi a ae se Ihe dar tresentos mil reis por
mez para elle communicar-me o que se passasse
nosclubsd opposicao.A isto me respondeo o Sr.
Boma que nad se prestava nao sd pelo re-
ce de vii a ser descoberlo como porque na-
turalmente se Ihe suspendera a mesada logo
que elle descoberlo nad podesse continuar o
servico que de'le se exiga ; mas que se se
Ihe alcaneasse o oluYio de escrivad dos lej-
os da (asenda pa.'ando-se-lhe urna divida,
com que se via atrapalhad elle se obrigava a
acabar com todos os jornaes da opposica i
llei esto respoaia a quem me haia incumbido
da coiiiuiissad e como nadfosse aiceita a sua
propo>icA'i, assim lh',1 ummuniquei. Palera
o Sr Roma evitar me esta declararan ( jst,i
que o Diario nao Hih perguutara por esta Ins.
luna, que alias oad vinha aocaso neiu pro-
vou o contrario do que se disse a meu respeito
e delle a cerca da nossa entre-vista na ai-
fandega; mas elle assim o quiz, assim seja. Re-
cito 29 de agosto de 1843. Son ele
Gustavo Jos do Reg.
Sr RedactoT do Diario de Pernambuco.
Pensva eu que vi vendo quasi como particu-
lar c cuidando tmente em cumprir as mmhas
obrigaedes e adquirir a subsistencia da vida ,
estara a abrgj das po.tomicas que se susci-
tan nos jornaes sd pelo espirito de maledi-
cencia e inveja ; nao suc.cedeo porem ass.m o
apezar do meu recato e to llerancia o Dtarto-
fovo escriptoou dirigido p> 'lo Sr. Boma me %eio
provar mais urna vez quf quando o mal vem
ao mundo he para todos. Es se jornal querendo
sustentar o absurdo de que o i r. B i rao da Bna-
vista intentara bandear-so ao s^u partido, refe-
re urna historia quesepassou e "tro mun. meu
mano, e o Sr. Boma, na qual ha inexactiddes e
fatsidades que eu nao posso dcix ar passarem
s ilencio. Eis aqui como se passou v "fte negocio,
que eu referirel principiando daem revista que
meu mano leve com o Sr. Boma.
Sabe muita gente desta cidade, que t* Sr. Luiz
Ignacio Ribeiro Roma frequenlava a nv "^ssa ca-
sa onde era arolhido com benignidade e o
Sr. Boma nos cnchiadelouvores e prott 'stava
todos os dias a sua gratioao eamizade ; e ape-
zar do caminho que o seu jornal ia todos os
dias tomando cada vez mais lora das vas da de
concia e da justica apezar das i.flcnsas e insu I-
tos que o Sr. Boma publicava diariamente con-
Ira o nosso amigo c prente o Sr. KarftO da Moa-
vista, nunca nos deslizamos daquelle tratamen-
to que elle de nds anteriormente recebia. Em
Janeiro deste anno em um artig assignado
Intrpido creio eu di ia-se naquella folha,
que alguns commandanles de corpas desta c-
dade nao linho opinido publica, e erao odiados
de seus soldados sc. e sendo meu mano um
delles, escandalizado desta falsidade oflensiva,
dirgio-tu ao Sr. Roma, e Ihe pedio umaexplica-
vao; pois uue s existindo enlo lies baialhdes
tiesta odi.de nao titido possivelque elleauizesso
incluir no seu insulto o seu correligionario um-
inandanto de um do> corpos era elle ne-
cotsariamenlc incluido ; procumu o Sr. Boma
iludir o resentimento de meu mano dizendo-
llie que aqudlo era com o tenente coronel Fa-
villa, e com outros escapatorios seinelhaiites ; e
insistindo meu mano, e dizendo-lho que sedei-
xasse de adoptar o sistema de insultar ecalum-
niar a todo o mundo, que disso nao tirara pro-
veito e que particularmente com elle nao se
lemasiasse, porque talvez nao tivesse elle a
exemplar paciencia de outros ; respotidro-lhe o
Sr. Roma, que o Sr. Baratera o culpado de
se elle haver hincado nos bracos da opposicao ,
ijue era um ingrato, que Ihe faltara protn-ssa
doofficioque Ihe pedir, &c. &c. : a isto pon--
derou-lhe meu mano, que se era pelo interesse
que elle assim se torna va um instrumento de
iinmoralidade elle se obrigaia a lazer-lhe
urna coitipensaco do seu prejuiso dando-
se-lhe urna mezade forte : o Sr. liorna fechou
adiscusso dizendo que s um officio o poderia
arranar, porque essa mensalidude no podia
ser duiavel: e pedio-lheque medissesse que Ihe
uiandasse um cavallo para me vir fallar.
Mandei-lhe com effeito ocavallo e ello veio
a inin ha casa onde se encontrn com meu
mano e nutras pessoas ; renovou-nos os mes-
mos protestos e as mesmas queixas e nos Ihe
Rumos o mesmo oflerecimento ; mas insisti
pelo ollicin que era o de escrivao dos (eitos da
l'azenda dizendo que se Ih'o dessem elle se o-
brigava por escriptura a pagar ao serventuario
um cont de reis por anno ; e dara com a op-
posicao por trra eque do contrario nada to-
na pelo recelo de (car mal com um e nutro
partido e sem cousa alguma : e replicando
nos como era possivel, quo elle acabasse com
esses escriptore.; respondeo-nos, que isso fl-
cava a seu cuidado que ellos acabaran por
guerrear-te uns aos outros c que assim que
elie tivesse oolTIcio o seu jornal s elogiara o
Sr. Barao : concluimos dizendo-lhe quo como
isso de officio nao dependa de nos entender-
nos-hamos com o Sr. Barao da Boa-vista,
o elle fieou de ir saber a resposta a casa de meu
mano.
Com efieito fomos fallar ao nosso amigo, e
elle nos respondeo; que nao quera transaeco
alguma nem com a opposicao nem com o
Sr. R.rnia ; queconhecia bem essa gente, eque
agradecendo-nos muito os nossos boiisdeejos,
nem pi r isso apoiava os nossos passos. Estu
resposta fui eu dar-lh'a em sua casa por ello
haver adojcido, e no Ih'a communiquei pela
razo por elle apontada o nada mais houve.
Nao Ihe fallamos por t nto nem eu nem meu
mano em lazer opposicao ao gover.io geral,
assim como elle nao nos respondeo, que nao
annuia a proposicio alguma por estar compro-
metido com um partido ou por achar vergo-
nhoza essa transaeco ; nem tilo pouco so Ihe
rogou que viesse a minha casa nem se Ihe
pedio por amixade nem por ludo quanto houve,
que nao faIlasse contra o Sr. Barao.Offeroci Ihe
dinheiro para que elle nao consentiste que o
meu amigo loase descomposto pela sua iiiipren-
-< por quo elle quera UUta recompensa pela
cessacao desdes descomposturas ; mas elle que-
na uni emprego, e eu nao Ih'o poda alcancar,
nem ai -hu apoio em quem poderia concorrer
i para js?.. t ? joj por esto ruo que so nao con-
i tluio a transaeco.


,-.-.
t
Fazendo esta decfaracao rcsta-me o desprazer
de entrar em polmicas joinalistiras, a que tc-
nho profunda aversao.
Sou &c. Eiigenho Dous-lrmaos 29 do a-
goslo iel843. Fianasco da Hucha Pues Oliveiro.
13 fardos fazendas de algodo 1 caixa fitas.
3cajxascgpelhos; a J. B. Herbstr.
2caixas cora um relogio ; ao inspector das
rendas.
1 ditacom 54 mangas de vidro; a F. A. de
Confirmo a narracao fcit
a por meu iimao ,
3 ditas suspensorios 6 ditas louga 9 ditas
carneiras. 29 .litas vinho 4 ditas chap os ,
; t, ,, ,. i- i-------""" s* iws imuii mi.ii cuan os,
I ~,oqeml?l l,rl"U'i,rrntr rW|,el" Jacaleado, 1 dita chapeos de sol. 1 dita
iar'loJ!! ,;M.awf'!l -" '* '"ros em branco papel. &c. tditaagoade
parto. entonto Ltns < aldus. colonia ; aos consignatarios.
O que refere a carta do lllm. Sr. lente co-
ronel Francisco da RochaPaesBrrelo he a er-
, dado do que se passou havendo nos presenci-
ado parte e sendo-nos coinmunicado iinme-
diatameute o de mais da narracao. Rccife 30
de agosto de 1843. Antonio Clemente Fs-
teves de Larraz. Sebastian Lopes Guima-
ret.
e pin-
Tudoquantodi/ aprsenlo correspondencia
foi-me communicado pelos senhores tenentes
coronis Caldas, e Paes Brrelo parle antes
doSr. Moma ira casa daquellos Senhores, e
parte immediatamente depois da cooerencia
ihavida entre elles. Jos ebello Paailha.
Publicado a pedido
A SENTIDA MORTE
DO
ilm.m" Desembargador JosLt'lam'o d* Sousa.
SONETO.
Desd'a infancia aos esfudos dedicado
Provate de Vi inerva ser dilecto,
Raro no porte gravo o circunspecto
^up'i ior oh Lihanio fosle ao lado :
A sorte aliviar do destacado
Da tua alma fatia o nobre aspeclo ,
A* jusli. a i razo t sempre afecto
Os infles minoravas do coi fado
Bom consorte bom pai, e bom amigo
So donaste de ser ja morto agora
Q'utfi I eos le chainou estar com sigo:
A |ulrca tua morle as-az deplora ,
A' consorte se carpe sem abrigo ,
minerva le lamenta Astrea chora.
Por
Justniano Antonio da Fonceca.
COMMERCIO,
A! Tan dega.
fiendimento do dia 30........
Descarrego hoje 31.
Brigue Armorique fazendas.
3:245S7S\S
0 leilao do calcado, lencos, e grvalas,
d apprrhensao do brigue sardo Eridano ficou
addiado para boje 31 de agosto.
IMPORTACA.
Armorique, Brigue Franeei, vindo do
Havre ale Graca entrado no crrante mes ,
consignado a Bolli & Chavanne ; manifestou
o secunde :
1 caixa rendas de algodao 1 fardo fazendas
dito 1 caixa suspensorios 3 (lilas papel 4
ditos selins 4 (lilas carneiras 2 ditas espin-
gardas 1 dita pe ucia e chapeos de sol I dir
calcado, 1 dita penles peonas, ojoins, 1
dita pentes de cbifre 1 enibiulbo amostras ; a
V. Lasserre 1 caixa botms 1 dila carneiras, 1 dita cal-
cado 1 dita brides o esporas 1 dita instru-
mentos 1 lardo sedas; a Didier Roberl
&C.
1 caixa fazendas de l'ia 1 dita selins e cas-
ticaes 1 dita perfumara lapes c papel 1
dita mantas fitas, chapeos, e fil 1 dita cal-
cado 1 dila chapeos de sol ; a Cals-ain.
1 caixa fazendas e oulrosobjeclos 1 em-
brulho ignora-se ; a A. Millochau
3caixas apparelhos chimicos 2 ditas dro-
gas 1 dita vidros 1 dila peneiras 1 dita
goma laca 2 ditas papel, 1 dita termmetros,
1 dita globos de vidro 1 dita roupa o salchi-
chos ; a Saisset & C
2 barricas cadinhos 1 caixa agoa de flores ,
22o h.irris manteiga 1 embrulho amostras ;
a B. Lasserre & C.
2 lanos c 2o caitas fazendas de ulgodio .
1 dita sedas 1 dita calcado 1 dita papel
pintado, 60 gil OS vinho chamiiane 2 em-
brulbos amostras ; a Kalkeman & Roseuiund.
1 caixa vidros I dita louca 3 ditas diver-
sos artigos ; a L A Duboun-q.
3caixas lazendas de algodao, 1 (lila spdas ,
I dita seda algod to i dita zaconat, Sem-
brados amostras; a Keller.
1 cava focnda< de algodao; a H. Lult-I
kins.
50 barricas farellos 1 cy ropa e ferro*1
igni
150 barris manteiga; a J. J. Monteiro.
1 caixa difioreoles ohjectos; aThard.
1 embrulho gazetas 1 dito ignora-se ;
VVauthier.
1 caixa tintas livros merciarias,
Wis ; a i. J. de Carvalho.
2 .uartolas vinho a Robert.
3 caixas chapeos 2 ditas livros impressos ,
1 embrulho livros 2 ditose 1 bah perfuma-
ras 1 caixa pedra marmore 1 dita charope,
1 fardo drogas 2 caixas agoa de colonia, 1
dila miudezas 3 ditas calcado o outros oh-
jectos 1 dita fazenda d'algodo 4 ditas Telo-
nios e miudezas 1 dita ignora-se ; a Or-
aem.
250 barris manleiga ; a N. O. Bieber
& C.
1 caixa globos 2 caixoes e 1 embrulho
livros impressos ; a Bez Deshayes & C.
1 caixa forros para chapeos ; a II. Zim-
mer.
1 lila riendas de seda : a Charla Roop.
1 dita fazendas de seda 1 dila conservas ,
4 qoartolas vinho ; a Brandar a Brandis.
4 fardos e 2 caixas de fasendas d'algodiio 1
d.ta ditas de seda 1 dila filas de seda 2 ditas
estampas, I dita livros em branco 1 dita miu-
dezas 5 ditas chapeos 1 dita ditos de sol ,
4 (lilas carneiras 1 dita obreias I dita per-
fumarias 4 dilas calcado 1 dila (dirs de
iiapelao 100 barris manteiga 1 embrulho
ignora-se ; a Lenoir Puget & C.
2 caixas fazendas de aleudan 2 ditas calca-
do 1 dita suspensorios 1 dita chapeos 1
lila ditos de sol I dila fitas de seda 1 em-
brulho amostras; al. Bruguiro.
I caixa chapos 1 dita ditas de sol, i dilas
i>ael de imprimir; 1 dita selins. 7 ditas ntica ,
4 ditas panel, 2 ditas hezerros, 2 ditas espedios, 2
lilas perfumaras, II ditas raleado 3 ditas li-
vros em branco 1 dita caixas para tabaco 1
lila musanla 1 dda suspensorios, 1 dita
lionets, 1 dita cameras, 5 ditas vidros, 1
dita bengalas 1 dita obreias e lacar 1 dita
fazendas de seda I ditas roldas, 3 dilas fa-
'endas de alsrodo 12 quartolas vinho, 2
barris agna-ardente 1 embrulho amostras ,
I caixa tvpos; i Avrial Freres.
200 barris mante;ga ; a Chabrillar & C.
100 ditas manleiga 20 barricas farinha de
trigo ; a Le Bretn Schramm & C.
15 barris tintas, 5 caixas drogas, 1 dila
fazenda de algodao 1 dita miudezas 1 dita
fsforos 1 dita nerfumarias 1 dita obreias ,
2 dilas pertences para chapeos ; a C. Kruger.
2 barricas e 8 caixas drogas G fardos papel,
1 embrulho livros, 1 d lo amostras; a B. F.
ilc Sousa.
blicu no dia 2 desetembro na porta d'alfande-l ce/, que negociava com fazendas para neg
ga ao meio dia, 96 chapeos do pello d'algodo, co deseu interesse e sendo seja fallecido ,
para homom a 2,520 reis cada um. um dito de entao com algu.is de seus herdeiros na ra da
seda por 5,100 reis 10 massos do cordas do Cadcia velha loja n. 52.
tripa a 2,100 reis a libra, 300 burdes para ins-
trumento a 1,230 reis a duzia, inclusivo o aug-
mento de 5 p. /a mandado facer ltimamente
nos precos da Pauta ; e 53 veos do fil do al-
godao no valoreada um de 2,560 res, 61 lon-
gos dito de tres ponas no valor cada um de 6K)
reis, 21 carnizas parasenhora no valor do OVO
reis cada urna, 11 lencos de camliraia no valor
de 3,000 reis cada um 33 veos do cores no
valor de 3.000 reis cada um 26 cortes de fa-
zenda para colotes a 2.000 reis cada um. e 100
charuteiras de couro a 500 reis cada urna ;
mercaderas aprehendidas ao commandante do
brigue sardo Eridano; a arrematacao he livre
de direitos e expediente ao arrematante. Alian
lega 29 de agosto de 1843. V. T. Pires de
F. Camargo.
Heclaracoes.
**
O administrador da meza da recebedoria
das rendas geiaes internas, tendo demandar
proceder ao novo lancamento do escravos do
correle anuo linamciio de 1843 a 1844. avisa
aos proprietarios de escravos embregados no
servico de mar de apresentarem nesta reparti-
rn at6 o dia 4 deseiembro prximo vindouro ,
ccrtiilao do arsenal de inarinba.que prove acha-
rem-se ditos escravos inatriculados no referido
servico sol pena de deixarem de ser iluminados
lo lancamento passado odoquevai proceder-
se novamenle Becebedora 28 de Agosto de
1843. Francisco Xavier Cacatcanti d'Albu-
querque.
Aviso > til ntimos.
Para o Aracaty segu viagem imprete-
rivelmente no dia 6 do septembro prximo a
sumaca bra/.ileira Hom >UC$iO't i|uem na men-
ina quizer carregar ou ir de passagom dirja-
se a sen proprielario Jos .Manuel l'iu/.a ou
a bordo aocapitaoda mesma Joao Antonio da
Silva
Para Liverpool o superior e veleiro bri-
gue ingle/. Cicelg do primera classo (Al)
forrado, eencavilhado de cobre Sabir com
a inaior brevidade e tem lugar para 500 sac-
ras com algod o a Irete de 7/16 de um pen-
ny ; Iracla-se com os consignatarios Jones Pa-
t in A C*
=Para a Bahia.com a ma ior brevidade poss-
vel, por j i ter parte de seu carregamenlo, sair
o muito veleiro patacho nacional Conceico ;
quem no mesmo qui/.er carregar, ou ir de pas-
sagem dirija-se ao capitn Joaquim Jos Anto-
nio, a bordo ou aos consignatarios Novaes &
Companbia
LOTEKIA DAS MEMORIAS HISTRICAS
DE PEKNAMBUCO.
Tendo-se eito difficil a extraccao da nica
lotera concedida a favor da publicaciio das me-
morias histricas de Pernambuco nao so por
ser composla de cinco mil bilheles numero
excessivo para tima prompta extracto como
pelo alto rusto de cada um dos bilheles foi a
mi'sma lotera tomada do Bonhuill elleito o
dividida em duas mea> loteras.
Em consequenca do que o ihesoureiro res-
pectivo faz publico, que do da 28 do cor-
ren le mez cm diante os possuidores dos bilhe-
les da dita lotera, quamlo inleira devero ir
trocal-os por outros da 1.a meia lotera que
ora sevaiextrar dirigindo-se para siir.ilhan-
te troca as lojas, onde os compraro, cquando
os nao queirao trocar deverao recolhel-os ao
escriptorio do mesmo thesouroiro nos dias de
quartas feiras csaldados para so Ibes resti-
tuir o seu importe visto ter licado sem elleito
a dita lotera. Os bilheles da mencionada pri-
mera lotera achao se a venda as mesinas lo-
jas, em que Sil venden, os bilheles do Ihealro ,
U est designado o dia 5 de Utiluhto prximo
futuro para o andamento imprelerivel das rs-
ped vas rodas.
Urna mulhcr do bons coslumes, eque d
liador sua conduela se ollerece para ama do
casa de bonein solleiro ow de poura familia ,
aqual s be cozer com perleico cosinha e
engornma ; quem do seu preslimo se quizer
uiibsir dirija-se ao bnco do Adiquo n. 20.
- O lie re-se para ama de bomem solleiro ou
de pequea familia una crioula forra a cosinha, compra, efa- todo o servico de urna
casa ; quem a pretender procure na travessa do
Leudes.
llovimenlo do Porto.
Narios sahidos no dia 29.
Barcelona ; pol ca hespanhola Marcial, ca-
pilao Heraldo l'en.p; em lastro.
Ass : brigue liras leiro Feliz "estino, crpi-
fio Manoel Percira de Sa equipagem 14 ,
carga sal.
Rio de Janeiro ; briguc-escuna brazileiro Pe-
hberago de 215 toneladas, capilao Anto-
nio Eernandesda Silva, equipagem 13, car-
ga varios gneros.
Navios entrados no dia 30.
Ro de Janeiro ; 12 dias, barca braileira Fir-
meza de 224 toneladas capitn Narcizo
Jos de Sania Anna equipagem 17, carga
varios gneros: a Gaudino Agostinho de
Barros.
Camaragibe ; 24 horas, h ia te brasi leiro Des-
tino, de 21 toneladas capilao Estevao Ri-
beiro equipagem 4, caiga madeira: a Ma-
noel Dias da Costa.
NewZeland tendo Subido de New lledford ri
44 mezes galera americana <'mega de
304 toneladas equipagem 30 carga azei-
te de peixe : ao capilao
Afario su/tillo no dia 30.
Pesca; barca americana A oog ly. capilao Hen-
ry O. Townswd carga a que trouce.
=Kalkmann & Rosemmundfarao leilao, por
intervencao do corretor Olivera, do mais com-
pleto sorlimenlo de fazendas francezas, allernas,
e su issas tanto de seda la, elinho, como de
algodao, as maisaprnpriadas para este merca-
do ; quinta feira 31 do crrante as 10 horas da
manli em ponto noseu armazem da ruada
Cruz.
Leilao de qunze quartolas corn toucinho .
chegado do Rio, por conta e risco de quem
pertemer hoje 31 de agosto defronle das es-
cadinhas d'alfandega.
Avisos diversos.
Edlaes.
Vicente 7 homaz Pires de Figueirrdo Camargo,
('mmftidiiihr da Drdem de Christo ms-
pector d'alfandega ffC
ain-i, ETi iilwua uu arigo 2lM do
F..-
deengommar; a Belenot.
O ARTILHEIRO N.75.
J^AIIIO hoje e os Senhores assgnanles ,
que o recebem na loja de livros da praca da
Independencia n. G e 8 podem-no mandar re-
ceber.
=Qucm liver foles de formigueiro, e sou-
ber a/er es ja-se ra Imperial n. 74.
Arsenal sobrad > de um andar n. 13.
= Precisa-sede um rapaz de idade de 13a
I i anuos pouco mais o menos para urna
venda dando alguns me/es pan aprender: no
liceo do Peixe-hilo n. 5.
= Precisa-so de um menino portuguez de
Lia Liannos paracaxeirode loja de miudezas:
no atierro da Boa-vista n. 70.
Joao Alvesde Carvalho Porto embarca para
o Rio de Janeiro o seu escravo Valentim, com-
prado a Joaquim Francisco Alero
= Tirao-se passaportes para dentro e fora
do Imperio e folhas corridas; na ra do Kan-
geln 34.
Na noite do dia 22 para 23 do corrente ;
mez achou-se um cavado na ra da Solidado
quem forseu dono dirija-se a mesma ran.
50 que pagando as despesas e dando os sig-
naes certos Ihe ser entregue.
- Quem precisar de um crinlo oflicial de
carniceiro para trabalhar em assouguc dirija se
ra do Collegio botica do Cypriano Luiz da
Paz, que achara com quem tratar.
Roga-se ao Sr. que empenhou na venda
da ra do S. Bom Jess das crioulas n. 19uns
penhores de ouro por tras semanas haja no pra-
/o de Ires dias dos vir tirar pois o tempo ja ha
de sobra, do contrario scrao vendidos para
pagamento, ao depois nao se chame igno-
rancia
= Precisa-sede um portuguez, destes che-
gados ltimamente, para feilorde um engenho;
na ra das Trinxerasn. 22.
s= Bernanlino Jos Montciro & Irmo avi-
san ao respeilavel publico que Antoto Jos
Guimaraesdeixou de ser seo caixeiro desde o
dia 24 do crtente.
Lina mulhcr capaz se olTerece para ama
de casa de hornero solleiro para todo o servi-
co interno de urna casa; quem a pertender, di-
rija-se a travessa do Pocinho n. 12.
Pela sub-delegatura da S d'Olinda so
aporendeu um quarlu castanho ; quem for
seu dono compareca na mesma, que Ihe se-
r entregue depois de prcenxidas as formalida-
des da le.
as Jobnslon Paler & Companbia avisaoaos
Srs. de engenhosc correspondentes dos mesmos
nesta praca que se acha completo o seu esta-
belecimento de machinismo para engenhos ,
constando de moendas de diversos tamanhos,
machinas de vapor, de condesacao c de alta
pressao da forca de quatro e de seis cavados in-
vle/es e laxas batidas e coadas e pn.mettem
agradar aos seus fregueses lano em preco corno
ero qnalidade visto seren lodos esles ohjectos
feilos n'uma das principis fundicesde Ingla-
terra : ma da Madre de Dos n. 5.
Manoel Alvos Guerra na ra do Vigario
n 3 vende laxas de frrn balido e coado do
lodosos tamanhos, por proco muito barato,
No Rocife raa da Cruz, escriptorio de Jos n travs de madeira superior de 36 a 50 pal-
Antonio Gomes Jnior n 23 se vend- por
proco com modo sao-as com alqueire no farinha
de mandioca muito fina e alva leda iuMn.
ribera.
mos e de 7 a 10 polegadas de grossuia.
Alguns donos de barcassa, que quizerem
min I regulamento se bao de arremular em basta pu- Dezeja-sc fallar ao Sr. Antonio Jos Ma-
.r <-
mj ni-1u-tii< no uainu .
dirijan-se a praia do ragundes acnde se lavra
pedra.


TT
4

O Sr. Manoel Jos V auna procure urna
carta vinda do Rio de Janeiro na ra do Col-
leaion 16.
= Ofierece-se urna mulher para determi-
nar urna casa que seja de homem solteiro, ou
viuvo sabe cose, bordar engommar de to-
das as qualidades marcar o tambem cose
bem de alfaiato; quetn de seu prestimo se
qui er utilisar annuncie.
= Jos Valentini da Silva avisa a quem se
quizer utiiisar de scu prestimo, que mudou
sua aula de grammatica latina para a ra da
Alegra casa de vidracas n. 42 onde continua
a ensinar empregando as melhores explica-
coes que Ibe sao possiveis para o bom adian-
tamento dos seus alumnos da segunda e de
traducSo ; assim como assevera que conserva
em sua aula bom regime o que tem sillo pre-
senciado por alguns pais dos seus alumnos ;
tambem recebe gratis a qualquer moro que
provar que nao pode pagar.
Aluga-se um sotao de urna casa terrea :
a tractar no principio da rna Direita ao p da
rcfinacao de assucar tambem se vende urna
mesa e orna tina de banho.
O Coronel Francisco Casado Lima em-
barca para o Rio de Janeiro o seu escravo
Samuel.
=s Arrenda-se um sitio na estrada dos Alllic-
tos ao pede Joaquim de Oliveira com casa
de pedra e cal, toda envdramela, estribaiia
anexa a mesma a casa tem cmimodos para
grande familia com mudos arvoredos baixa
para canim ; tractar na loja de cabos defron-
te do Corpo Santo.
ss Manoel (.arlos Percira subdito Brasi-
leiro retira-se para o Arae alv.
Quem llie fallar urna trave que a ma-
rcarregou procure na'liba sitio ao norte
do collegio S. Antonio.
O bilhete n. 816 da segunda parte da
primeira nova Lotera a favor das obras da Igre-
a de N. S. do l.ivramenlo portenre ao Snr.
JOS* Foliada Cmara Pimentel do engenho
Caipi. e fiel em poder de F da Silva Lisboa,
Pn-cisa-se de um Inmem trabalbador ,
para um sitio que *niba botar canoa : quem
estiver tiestas circunstancies procure o Dr.
Pereira na rna tloRangel para se ajusfar ; tam-
bem so precisa de urna preta para vender fructas
e se aluga mensal mente.
Theodoro da Silva Damas pretende com-
prar a homingos Jos Rodrigues de Azcvedo
um terreno no Carino velho confronte a ra da
Concordia com 50 palmos de Irente at bai-
xa mar se bouver algum embanco queiro
declarar por este Diario no praso de 8 dias
Pri'cisa-se de 6008 rs. a juros sobre hy-
potheca em urna casa terrea nesta praca por
tempo de 12 mozos: quem quizer dar annuncie.
Lotera do l.upe.
= Asrodas di'sta l.oteria correm nodia 27
de^ctembro m ireterivelm -nte liquem ou
nao bilheles os auaes a-hao-se a venda nos
lugares do cosfume e na praca da Indepen-
dencia loja do Fortunato.
__ Aluga-se um p oto olTinal de serrador ;
na ra Dimita n. 11 ; na mesmi casa se gra-
tilioa a quem entrega r urna caita de prata ,
que fui perdida no dia 28 do crrente pela
estrada da Boa-vista tendoa mesma a firma
C. R. C.
Aluga-se urna casa nova por traz da ra
da Aurora com d ias salas 5 qnartos muito
hons co/.inha fora bom quintal e cacimba ,
duis ditas na ra da Solidado do LIS men-
saes urna loja de 88 rs. na ra do Cebo e
um sobradnho no Manguinho Papa-Ierra a
margem do rio com excellenles commodos
para se passar a festa : a tractar com Manoel
vro dizendo que logo no da* seguinte os ia
buscar queira lera bondadedi' os procurar ,
ou dizer se os quer, pois ja se tem perdido de
vender. v
Um homem de meia ida de se olTerece
a quem precisar de seu prestimo para criado
particular, ou caixeiro pois sgdie bem ler ,
escrever e contar; quem precisar annuncie.
A pessoa que nmndou do urar u m es-
lid lio grande no atierro da Boa-vista l.oja de
pintor n. 43, queira ir buscar no praso de 8
dias do contrario sera vendido.
Quem annunciou querer comprar um
violo, dirija-se a ra do Livramento o. 3.
\J Thesourciro da Sociedade Api (linea roga
todos os Srs. socios, que se a chao de-
ver as suas mensalidades at 30 de t tembro do
correnle anno hajao de as satisf izcr alien de
nao ser executada pela cotnmissao administra-
tiva adeliberacotomada emscsso de22do cor-
rente de serem expulsos todos os socios, queso
nao acharem em dia ; esta adver tencia se torna
anda maisrecommendavel para com os Srs, so-
cios, que esquecendo os deveres que Ihe impe
os estatutos nocomprimento (\o pagamento das
mensalidades e joia de entrada cumparecem
ma sociedade.
= Pede-se ao Sr. Jos Jf.cinlho dos Santos,
que baja de ter a bondade ',ie vir ou mandar na
dja de (azendas n 62 da ra da Cadeia velba
concluir o negocio, que a mesmo Sr. nao ig-
nora que ja ha passado o tempo, que o mes-
mo Sr pedio de e pera -.jue mandou-se annun-
ciar em de/embro de l'2.
Aluga sea cotoira da ra das Flores n.
20 com a frente para a travessa do Carino, to-
da calcada de pedra e admite i carros ; a fal-
lar com o cominandante gcral do corpo de po-
lica.
= Hoje 31 do correnle pelas 4 horas da
tarde, na Roa vista a porta do Senhor
Dr. Juiz ile rfos, se na de arreenatar de ren-
da trienal a q icen mais der a enorada de casa
n. 41, sita na roa da Cadeia do Recife, na
qual morn o tinado Capto-mor AntonioJos
Quaresnia e se a ha avallada em 800* rs. por
anno, sendo a renda pigapor trieneslre, e
prestando o arrematante fianca edonea no acto
da arremalaco.
Compras.
Comprao-sc eTectivaenente para fora da
Provincia enulatinhas molecas e moleques ,
o negros de ollicio de 12 a 20 annos sendo
de bonitas figuras pagao-se bem; na ra da
Cadeia de S. Antonio sobrado de um andar
com varanda de pao n 20 ; assim como um
preto pedroiro. cmhora ten ha vicios.
Coenprao-se electivamente para fora da
provincia osemos de ambos os sexos; de 13 a
20annos, pagao-se bem sendo bonitos; na
ra larga elo Rozario n. 30, primeiro .miar.
v <]ompra-so o segundo tomo do Almocre-
ve de petas em bom, ou een mo estado e
vistas para cosmorama ; na ra Direita n. 30.
" = Compra-sea historia universal por Ros-
suet, novaou usada : na ra do muro da Pe-
nda sobrado de 2 andares n. 36 das 6 as 8
luirs da manuiia e das 3 da tarde em diante.
Vendas
Vende-se urna escrava de Angola de
'4annos, propria para todo o servico ; na
Joaquim da Silva, caixeiro de Francisco Anto- ra da Cadeia do Recife n. 25.
nio de Oliveira.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado na
ra de Agoas verdes n. 48; a tractar na ra
Direita tonda de marrinoiro n. 98.
Quem precisar de una ama de leite ,
dirija-se ao largo do Corpo Santo n. 13.
= Aluga-se urna casa terrea novamentc edi-
ficada na ra da Solidado com commodos
para uena grande familia tem duas grandes
salas, 6 quartos corredor ao lado, co/inha
fora grande quintal murado c cacimba com
boa agoa de beber ; na ra da Aurora n. 58.
l-'urlarao da praca da Boa-vista n. h um
papagaio mu to Tallador c bonito, tem os
encontris encamados c he muito man o ; a
quem for oflerecido pode mancar entregar na
mesma e-asa a cima que ser gratificado.
Precisa-se ele urna ou duas pessoas pa-
ra trabalharem em babus ainela mesmo que
nao saibo tambem servem ; a fallar na ra do
Ceille-gion. 15.
= Peideo-sc urna crente de relogio des-
de a ra do Fbgo at Fora de Portas ; roga se
a nnem a acheiu queqo^nndo restituir leve
a i'ua de Agoas veriles n. 22, segundo anejar ,
que ser gratificado.
- OSr. Acaelemiro que mais de 15 de avaria a 320 a vara brinquedos para me-
dias aparlou no largo do Paraso n. 8 uns li- nios, muito baratos. unia'ilw*J- -
= Vende-se um mnleque de naco de 14
annos de bonita figura la/, todo o servido
de urna casa e tem principio de cozinha ; na
ra do Cabug loja n. 9.
Vendem-sc charutos muito finos da Ba-
ha em caixasde 250 clu.rulos, assim como
em molhos de 25 ditos por preco commodo ;
na ra da Cruz venda nova n. 26 por baixo
do deposito do rap arcia preta.
\endem-se saccascom bom mlho che-
gado ltimamente do Rio de Janeiro a 2000
rs. cada urna ; o armaiem defronte da esca-
dinha da Alfandega.
\ endem-se dous escravos proprios para
todo o -en ico ; na ra larga do R o/a rio se-
cundo andar por cima da botica do Barlholo-
ine-o.
\'ende-se um sortimento de fitas lavra-
das e lisas de todas as cores c larguras. por ba-
rato proco hahuzinhos para se guardar agu
Ibas tmelo elenlro um espolho e em cima
tima almoladinha de veluuo a 320 e em pon-
to maior a 640 estampas cloridas de Sanios a de aparar pennas a 2V0
320, ditas mais ordinarias a 200 rs. papel
dros de molduras douradas, de dous palmos
e meio de comprido e dous ditos de largura ,
e 3 casaesde pori|uinhosda India a 6M); na
ra Direita, loja defronte do beca da Penha
n. 30.
% .=Vendem-se cortes de chaly de lia e seda ,
dos mais delicados enovos padioes e em til-
do da missnperior qualidade ; na ra do Ca-
bug n. 16.
Vendem se 11 duzias de costado de ama-
relio, muito superior ; no Recife ra da Cruz
n. 49.*
Vende-se um preto do Angola de 24
annos ptimo para o servico de campo ; na
ra da Praia n. 22.
Vende-se um moleque crioulo, de 17
annos bom oflicial de alfaiate e de bonita
figura para pagom ; na esquina do beco da
Congrcgacao n. 41.
Vendem-se 6 colheres novas de prata ,
para soupa, urna pouca de prata para desman-
char um par do fivellas para suspensorios 1
dito para sapatos um ponteiro tudo de prata,
1 transelin i.e ouro de moderno modello para
relogio ou para sonhora um bonito alfinete
de ouro com diamante e esmalte outros ditos
de outros modellos, e muito baratos, boles
para abertura muito lindos, e com grandes
eliamantes um apparelho de porcelana dou-
rada para cha. um bahu novo de 6 palmos; as
5 pontas n. 45.
Vende-se urna venda no patio da Penha
n. 6, com Roneros do prompta extraeco, e
tudo em estado perfeito armaco nova e
ptima para outro qualquer cstabelecimento ,
e encllente casa com commodidaele para fami-
lia com quintal murado e cacimba tem co-
municacae independente ao laelo da venda ; lo
cal famoso para negocio havendo bom sorti-
mento ele intoresse ; o nico inconveniente que
apparece para se nao continuar he a pessoa
que a dirige querer regressar com a familia pa-
ra sua provincia do Maranho ; a tractar na
mesma.
V= Vende-se um Atlas geogrfico contendo
47 cartas, 36 modernas e 11 antigs, outro
de 10 muito moderno, um Telemaco em fran-
cez urna grammatica italiana por um dos
melhores authores tambem se troco estes l-
vros por um Diccionario de Constancio an-
da que seja usado ; natravessa das Cruzes n. 8
Vendem-se caixas com arroba de vellasde
cebo vindas do Porto a 8000 rs. cada urna ;
no armazom da ra do Encantamento por bai-
xo do sobrado do Reverendo Vigai o do Re
cife.
= Vendem-se duas escravas com habilida-
des meicas e de bonitas figuras; e urna mu-
lata de 25 annos tambem com habilidides;
na ra velha n. 66.
Vendem-se boas bichas grandes e peque
as tambem so alugo e vo-sc applicar, por
preco barato ; na ra Direita n. 123.
- Vende-se um preto de Angola de meia
dado par,, to o o servie-o: na ra larga do
Rozario n. 36, segundo andar.
Vende-se urna parto do encapelado de
Porto de Calinhaa por proco commodo: na
ra Nova n. 58.
Vende-se urna escrava de nacao Angola ,
de 26 anno cozinheira ptima engomina-
eleira e he recolhida ; na estrada da Solidade
para o Manguinho sitio n. 5.
Vendem-se boas pennasde ac com cae-
ta esem ella emgrosasea retalho e papel
de peso de primeira qualidade a 2800 a res-
ma ; na pracinha do Livramento n. 53.
^ Vendem-se os livros seguintes ; o pri-
meiro c segundo volume do Ramalhele ador-
nado com ricas eslampas ; o Panorama enca-
dernadode!839 historia do Brasil, 6 v. ;
Noites de Yung, 1 v. ; Clara de Albas, 1 v.;
a Estrangeira 1 v. ; Contos do Mogol, 1 v. ;
liba Incgnita 3 v. ; Retiro Espiritual 1 v. ;
o primeiro e segundo volume donovoCommen-
tario sobre o regulamento da Marinba em fran-
cez ; papel pautado para muzica um livro
grande proprio para escripturaco e urna fe-
cbadura de broca ; na ra da Conceicao da
Boa vista n 26.
Vendem-se fitas de veludo com enfeites
dourados das que eslao em moda, ditas em
varas de diversas larguras abotuaduras de du-
raque grandes e pequeas ditas de massa a
320, ditas de veludo esetim ditas para far-
damento de pagens brancas c amareilas, e
amare-Mas para lan amento de- tropa de primei-
ra linha, em grosas, hotes de seda de es-
quisitas cores para cnfeite'S de vestidos de se-
nheira pescoeinbeis de lil de linho a 200 rs.,
ihe-souras finas de diversos tamanbos a 40 .
hiena e litas de todas as larguras, luvas de pe
Iicaa480, e de seda a 320 o par, caivetes
tinta encarnada ,
e verde oculosdo arma< o bramos o
pintado a 80 o 120 a lolba e praleado a 200
rs brim traneiielo paidei ele linho com loque
azul
'de cores, de muitt. Im gndiiaco ; na ra do
Cobuga. loja de miudezas n. 3.
ss Vende-se urna esclava de bonita figura ,
da Cadeia do Recife loja de Joao da Cunha
Magaluaes.
=; Vendem-se as seguinles muzicas ultima -
mente chegadas; fantezias rondos, variaefies,
contradanzas, valcas, galopes, sonatas, e es-
tuelos, tudo pi'ra piano de diflerentes autho-
res ; na ra Sva n. 35.
Vende-se urna escrava de nacao cozi-
nha lava e cose ; na ra da Penha n. 23.
ss Vende-se urna preta moca de b nita fi-
gura engommadeira, perfeita cozinheira e
com outras habilidades quo serao patentes aos
compradores ; no patio do Carino n. 20.
= Vende-se urna porcao desoa escolhida ,
por preco commodo ; na ra do Livramento,
loja de calyado n 11.
= Vende-se um excellente cavallo alazao ,
muito novo com bons andares; na ra do
Crespo loja n. 10, da viuva Cunha Guimaraes.
-a Vende-se excellente farinha de trigo de
j SSF para holaxa por preco commodo em
; relaco a qualidade : noannazem de Joaquim
; Lopes de Almeida, atraz do theatro.
= Vendem-se dous escravos de na?ao, com
! bonitas figuras um entende bem do servico
decampo, o he carniceiro ; urna escrava de
nacao. de 30 annos cozinheira de ludo re-
fina assucar, faz doces e engomma. a qual
se da a contento ; na ra Direita n. 3.
= Vende-se potassa Russiana de boa quali-
dade a 200 rs. a libra : na ra da Cadeia do
Recife armazem n. 12.
= V ende-se urna casa terrea com bom quin-
tal, sita na principal ra da Casa Forte, a
qual precisa de algum concert por pro. o
commodo; na ra das I arangers loja n. 21.
= \ ende-se setim preto de maco muito
fino para colletc a 48 r o corte ; na loja da
viuva elo Burgos.
Vende-se um relogio ingle/ de sbemete
de prata I om regulador : na ra do Oueima-
do loja n. 3.
Vendem-se sapatos deduraque, e de Lisboa
para Sra. 800 o par: na ra do Crespn. 16,
~ No deposito de assucar refinado esta-
belecido junto ao arco de S. Antonio, em fren-
te do caes do Collegio ha para vender asiucar
refinado segundo o povo systema de fabrica-
cao pelo qual se extrae a potassa e car, dei-
xando-se-o no seu estado do pureza ; sendo o
proco da libra do de primeira surte e em p3ea
160 rs. e o do segunda e terecira em p ,
a 120, rs. .
Escravos fgidos.
No da 21 do correnle fugio um preto de
nome Themotio crioulo baixo um lanto
reforcado do corpo cor nao muito preta. bem
pa eeido i bastante ladino, tem pouca barba,
geista ele tersuissas por baixo do que-ixo per-
feito de pese mos, levou camisa e ceroula
de algodo grosso jae|uela de lila preta ja
usada e chapeo de pulha grossa ; quem o pe-
gar leve no largo elo Carino venda n. 1 que
sera gratificado.
= Na madrugada do dia Terca-feira 29 do
correnle fugio do sitio elo Medito Pereira de
Brito um escravo crioulo de nome Luis O
qual nasceo em a \ illa de Iguarass e reme-
dio por muito tempo em o engenho lnhaman ,
sendo escravo de Manoel Caetano de Almeida ,
a quem o mesmo Medico comprou em Marco
do 1834 ; he alto secco, tem cabellos bran-
cosnacabeca anda sempre a passos largos,,
he canholo tem officio de sapateiro porem a
2 annos quo trabulhava de enchada no dito si-
tio ; fugio com calcas de ripeado azul rom lis-
tras brancas, camisa de bata encarnada e
mais roupa cobertura de baeta da mesma
cor ; da-se 408 rs. de gratificacao a quem o
pegar e levar ao atterro da Beia-vista n. 43.
= No dia 25 elocorrente fugio de um sitio
na estrada dos Afilie-tos um mulatinho de ida-
de de 15 annos, de nome Manoel muito es-
porto acahocoladei, cabello mais de aboclo ,
quede mulato he grosso do corpo, barriga
grande tem bastantes manchas brancas pela
sintuta que pare.com serem de surras que le-
vou em pequeo e um signal por cima da so-
bransclha do olho dire-ito que di/ elle oi de
um couce de cavallo levou camisa e calcas de
algodo/inho tramado ja velho costuma an-
dar com as cale;s amarradas pela cintura com
umeordo, e a camisa por cima das calcas,
suppoe-se estar oceulto em alguma parte;
na ra da Cadeia velha n. 24 em e-asa de Anto-
nio Jnai|iiim ele Souza Ribeiro.
Fugio no dia 25 elo correnle o moleejue
Julir de nacao Benguella altura ele 6 pal-
mos e mi'ios se-eeei do corpo bastante1 einbi-
gudo urna orelha fu rada e a mitra com um
taquinho lirado levou calcas ele brim bramo,
camisa do mesmo e do mangas curias, tenda
cangicn ; quem o pegar leve a rna ela Guia ,
sobrado de 3 andares n. 53 a sin senhor Mano-
el Antero de >ousa Res quesera gratificado.

i ai a iuuv v v nyif |
aman: m *" oa M. f. DB t AttiA. = i8*


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reanetosa homenagem a riraeira autorida- h.h?""""1" I T""* {:,om"1' i,ssim
de .da Provincia qando a'ella se tivesse d^ SSS^r^Si ?*" ^ ? "'""
dirigir, cinsrindo-se. neln mor,.,. ".." w '^ n e8aocom aoaeacas depri-
oes, eoutros destemperos pnoprios de ehe-
dirigir, cmgindo-se, pelo monos, a vero-
similhanca na revelaclo dos relos, e que
com dissimulada decencia empregasse sas
expressoes; mas o crapuloso JoscLuiz Paes
de Mello, ou antes seu esganicadn, o ener-
gmeno mentor, me convencro com seus
libellos famosos cognominados por corres-
quarteirHo 'documento n. 4 em ne me
commumea a batolha, queseacabavadedar
<"' ,ll('" engenho sen, que apparecesse vi-
vaalma para se oppr a tto valeroso* assassi-
nosde cabecasevaporadas, e lantofoiver-
dade que liouverao esses loques de reunir,
e av:jCar con, que se quer embaciar a
r' ;1 e ai,i,Ma M,!n n '"ais '> *****
nw. n, C c<>"! ",audit0 descaramento,
que no encamisado combate nfio se vio ne-
' de meos, moradores, ou esclavos, e
"mqueseenviouacommunicaro que por
lasepassava sollVeu homa descara!fde fu-
, da quahnilagrosameme escapa Ora
es de tao boa conducta e sobrada educacao
seguramente adquirida pasanzalla do en-
genho Mamucabaa, e com a eommunicacao
le gente sallara, de que boje abunda os nos-
so* campos os quaes coin osle lado ,> <>
podcneia-;-e'olid;rqu"ai;Huh!ciren" Km.....en, f ? nflo W" W
fumnia quando cent a isao-le e uncnr'i vni 8 qU.em hT,"su,tao' e :1 **** P"
C0 maligno faz emmudecer o'deverSi mata exm*n,|.?ni^|S3?T,l,t8 demn8trad a! Z' d" ** ^'^^me^a^u %'ra'
puros, esingellos; e saltando or i od-w >< ,>, '' ino,al|dde ** tanto se elogia, 9. Redactores i>odor-se-i I J :.'
Lreiras .laboral, e Honra > >s mh em seromais ESE!S?i ^ ad* I**0 0st* i, do e a"
holocausto a probidad,., e repulacao albeia n is W^l^^ffiSUe,iB^,,e T* M5 ,,a,,isl'' ^reunidosSm
como victimas de seu negregado triumpho mente de nn Iviio-! ^mediata- "a ecomoi.aohadeserassim.Srs. Hedatores 1 c na n ,1 er pu nflo veri- tos para razerem disturbios convocado
seoexerciciodomaispi.ioemprego, Jn^lSi^'S^^.^ffi^ "T iaW' Y*} l^ituindo d" "odo
diego de se possuir alguna bous de fortuna i emprende! i,n b'rc n V 'S d S^' ''!l''^1'1""1' insignias deslas
he boje o maior sacrillegioque o cidadao pa-. ca llu" ,X Z- ''' -' '- U' desua crea- Dtenles azando mata a classl
CIICO C toleran!' nruia ...........i-_
tem de vive
comocrime,.
gados do pude
desacataren,, ou' invadirem Z~lBuZ l^h%nVuS^oZTl XW !,e" ?SdesSa DhalanSe nSwroi;j3
lbe.os, sejaoqnaes forem os meios de que rr toda U^^^^^ RJS qUC *'' "" em huma' u
mister o sacrificio. A appariclo das nojen- nhacoSdoP ?.n,2^qJif W S" '-",''"' p,ua e meia da Icoolica pro-
tas sand ceaDUb Cadas no/Maraiuim tne :..,'. "mriui,l)\ quoiei-M' continuar nao duccao de nossos alambinnos- ,,.-.
I'aes.Sr. dongcidio Maragi, oqual impru-
aentemente, e sem a menor inteligencia co-
niigo se atreveo a mandar picar uira liidii
do meu cercado do engenho: sciente desse
atontado mandei tomar bum desforco
costumeiro.eapplicar-lbeape.iade Taliao,
razendo-Ihc o mesmo, em parle das cer-
cas do seu engenho. Pensei ler acabado
esta arle com a imprudencia do meu a-
gressor,quandohontem son informado que.
senotiQcava gente para bum ajuntamento
iiiioito o requisiedo do Capitfio de Guarda
Nacional do Batalhao de luna UanoeJ Xa-
vier Paes, e do Tenente Coronel do mes-
rno BatalhAo loffo Baptista Paes Barreta.
ambos irmflos do p/edicto Jos Lua Paes:
jleixando entSo a pofteflo de mero particu-
lar passe a providenciar como empregadode
PJJJ'cia em exercicio de minhs funeces,
i iciei a meu contendor primeramente,
e logo depois ao Tenente Coronel obser-
uo-ihc que cumpria-lhe em observancia
co, e a continuaco da reuniao dos mes-
mes individuos, segundo tenho sido infor-
mado, com certeza. A face do expendido
go do meu dever levar. quanto antes ao
m^smmimmm mm^ eiiii
SuT^Sa5o^is^
minba propriedade com quatro escravos e dasNa'cfone .JSi2iff8"^0 Cuar" ('.'"s ,SnIoto8entreos bomens, com-,
picado porcao do cercado do dito me. ,... "lai\r(!,ltl! P-"'a se acam- Jos Luiz, e Joao Baptista Paes, ,,; o con-
^SSiSto^ '-"escom todas as I;rovocacoes'colllln!.n-
insolito, quanto olTensivo'ordene?ao meu JoVo lrnt SVV-, i ... ^ COTOnel\ti' S**"*}*! 'ncolumes, esobranecirosI
administrador, no dia 13do mesmo^z J nC r K" :.^ 1 ?^e-sc oprimeiroa
\.
nhoso offensor procurar a decisSo d'este
conflicto no foro competente, furioso nos de-
lirios de sua embriaguez habitual, e mal in-
sinuado por algum genio sdenlo de intrigas,
e doutrinario do pernicioso aforismo de Ma-
chiaveli = dividir, para reinar, =d'algum
s^'lm^r'l^nrT?'"1'1'1 V8Cera de *u^^l^lfime7%rt^dede"ft: avergonhosos vicios, queso inculcan
SVa l 0Kfeld0,mW coroso l.c.a da Comarca o co.nmamlanle do ha- a gerencia .los cargos ,le polica v > I i ,) tiesU 1'1''
"?S2 hum 8.eT d Vn" ta hS de Serinhaem Domingos Allbnso Fe I donados ou procurados por qum leni ,e ?
W^r^^Sitl^Sni^ll?^- relra "* ovlos pretextos communicadosviver, e a ,,!,,. so a cnsulr ca J7, C
S2!!S^-^?^J?*?-?!MI^.,I?Pnt0?* ao mesmoSr. Delegado; mas que loi allir- diencia aoGoverno,eo reeeio de que?afa
nevla, incitou o miseravel mumia ambu-
lante para servir de instrumento ao seu ge-
nio de intrigas, franqueia, com descarada
impostura, seu imaginario, e ridiculo va-
bmento, para fina de se consumarem cri-
mes; embora apparecer podesse funestas
consequencias, se a prudencia cm contrac-
cao de ignobeis paixes nao aconselbasse a
tolerancia com a conducta, que o vulgo es-
tupido qualifica de tinidez, ou covardia:
mas que os homen~
com o carcter d
tropia; nenhum
maldades lbe col
atrozes occorridos
marca falla em meu apo
viz paixes com a mira de se elevar por sen-
das taes En nao descubro seu nome por
lie se ter acobertado com o de bum misera-
vel no momento de iiijuriar-me no prelo;
mas elle se deixa bruxelear por sua conduc-
ta publica na villa do BoFormeso. No .lia
inmediato (ii de Agosto veio-me a noti-
cia que Jos I.uiz Paes e seus irmflOS Mauo-
el Xavier Paes, e Joao Baptista Paes Barrete
s tinnfio coiivii-iwin i'in Mjfjg ,' tratavSo
de reunir, com lodos osesforcos os seus
moradores, e a Guarda impropriamente cba-
opes, -
(uezia do itio Formoso.
N. ;j.
i lllm. Sr. Hnvendo eu requisitado a V.
S. huma forca de Guarda Nacional do hala-
iIho deSerinhaem que Gcassea minba do-
mado por pessoas serias, e dignas de con- em poder de invasores taes faz^exercer
coito,, que Antonio Allbnso Ferr ira, juizicom detrimento de seus negocios o i n te-
de direito docivel do Rio Formoso, e pri- resses. Os lugares de Camarista Juiz de
mo do pnmeiro se bavia instantemente ,,i,z. ? Eleitor attestar devem a uizo do
empenhado com elle para uo coadijuvar publico, o conceito, que de mim faz a par- Pos,ca lm"a desempenho do servieo publi-
a polica calumniando (na formada seu l mata sSa dos meus comarcanos nemhe co desta subdelegatura, em consequencia d>
custume, e por ser boje meu acrrimo ini- ocargode subdelegado que me veio fazer ser reiteirados ajuntamentos, que tem tido Iniar
migo, por motivofc.de eleicoes e adulto- conhecido no mundo, co mo a miseros taes, i no engenho Maragi, reunidos neto uZlZ
ramo as cousas segundo as inspirares desua dos quaes so se falla ou para se lamenta ccn.nefjoao Dantist, 1 ^ rLS
tresloucadacahec;a;fosseporeinoquefosseo seusvicios, ou aponlar seus crimes e V- tro di mi \u\ P \T< U~
cerlobequenaosesalisfe/a requiaicffo ur- kilos. Finalmente, Srs. I.e.laclo.vs i, ,",""' ",dls do Emquanto eu
com que as leis
e receiava a perpet
huma sucia audaciosa, e sem moral era
respeitoa nada ao passo que se me l'rus-
travSo os meios lcitos, e decorosos de
------w.,....., uitioti. ; j-T......'" -mi wi rninna narrac-io "umingos A lonso lerreira n,iM nn din 1<.u
assim solhcitava os meios ailllla q"' a aggressao com niiofni i*r..i ,.,,rr .itMLMd Pa-a no ia iy do
quizerao auxiliar a policia! ^' <"<>' vehemfnte frente mez se acbar nesta Villa, lmde po-
etracrio de novos crimes d ,!i() Formoso l!) de Setombro de 1843 ......r mellior esta reguezia ; atiento o que hei
aciosa, e sem moral, era /. ,,, exposto, atea data destenao fui wtsfeitaa
Jos rntonio //,
lesempenhar minhaa funeces de Subde-
""ado, anda encaminheio oflicio deN. 3
N. I.
communicando a denegaciodo requisitado
a-i .o iiu,iii..o ue Serinhaem, e no lllm Sr arhanHn ....,,.. .. i-
mesmo dia as 7 horas danoite chea-mea u Invm; laXiJanodia
participaefio official do Inspcctoi ; i. .V, o 11 H ................uSne, porque cenha da-
r -' '""" '"l""' ,,,Na'!' l'or Jos Li i de sor auxiliado o serVo desta Snbdela-
minha requisito, Demtaopouco prestada a
exigida forca : ora se a policia tem direito de
se servir com a guarda nacional na falt de
tropa policial em vrtndn H.-> ]>[ A* 3 A nc
/emhro de lg|| eregtdkmento o.* 120, de
30 de Janeiro do anuo passado nao posso
o motio plausivel porque tenha i.



2

I
jalara, mrmente ruando aulorsado por V.
S. pola forca de hum motivo tao urgente.
Insto portanto para que seja satisfeita ininha
requisicao, levando-se o resultado deste ne-
gocio ao conhecimento do Sr. Desembarga-
dor chefe de polica, e do Exm. Sr. Prest-
dent da Provincia. Dos guarde a V. S.
Subdelegatura da freguezia do Rio Formoso
18 do Agosto de 1813. Illm. Sr. Gaspar
de Mene/es Vasconcellos de Drumond, Dele-
gado Supplente da comarca do Rio Formoso. =
Jos Antonio Lopes, Subdelegado Supplente
da freguezia do Rio Formoso.
N. 4.
Illm. Sr. Constando-me que no dia 15 do
enrrente se achava reunida huma grande por-
oso de gente commandada pelotenente coronel
Joo Raptista Pacs Rarreto, seus dous irmaos
Manoel Xavier Faes, e Jos Lui/. Paes de Mello
noengenho Maragi, pertencente a este quar-
teirao, cuja gente era reunida com o im de
ircm ao engenho Rom Jardim (tambem per-
tencente a este quarteirao)coin ofim de se coin-
metter attentados em dito engenho, tomci a
deliberacao em cumprimento do mea dever,
de ir a este ultimo engenho para me verificar
se seria certo ou nao o que me era affirmado
por diversos moradores do meu quarteirao ao
chegar ao engenho Rom Jardim pelas 4 para
5 horas da tarde, no dia 15 do corrente, ouvi
diversos tiros, e grande algazarras, e aproxi-
mando me do lugar em que suava esta desor-
dem fui testemunha ocular, de huma tropa do
trinta c tantos cavalleir-*, poueo mais ou me-
nos assim como hum grande numero de pes-
soas de pe huma porcao de escravos, todas
estas pessoas armadas de granadeiras, clavi-
notes e outras armas que picavo o cerca-
do do predico engenho Rom Jardim da pro-
priedade de V. S-, e acompnnhava esta gente .
i) upradito rmente roronel, t seus irmosj
bem como o elebre Jo5o de Maceno, homem f lugar hum t5o sinistro acontecimento em pro-
suadeiro sem mcios de vida e reo de polica, priedade minha na occasiao, em que me
como he notorio cm toda comarca. Nao po-1 achava tolhido pela gerencia de hum einprego
dendo en dar a menor providencia sobre os es- \ de polica, que hoje com bastante desgosto
tragos c procedimentos de tal gente, nao so exerro, digo com bastante desgosto porque se
pelo siipetao com qne foi feito este altentado ,' eu hornera de deliberar-me como mero par-
como pelas pessoas que attesta da gente se acha- ticular outra sem duvida deveria ter sido mi-
vao, Apenas posso apressar-me em levar ao nha conducta, porque desgracadainentc cs-
conhecimento de V. S. o que presenciei pa- tou convencido por huma experiencia quotidia-
ra deliber.r o que julgar mais acertado, cons- na, que a prudencia, ea qualidade de paci-
tando-me que ainda se acha reunida at esta! fico cidadao, e mesmo o exercicio dos einpre-
datafl mesma porceo de gente no mesmo en-! gos publico nao servem hoje em alguns iu
genho Maragi, sem respeito as autboridades de ; gares se nao para offerecerem a cada mo-
nolicia. Dcvo ainda communicar a V. S. quo'mentoo fel do desgosto o menospreso que
na noitc do dia 14 em que houvc de marchar deve custosamente acarretar quem quer que
a dita gente, pralicrao o que levo dito, houvcr de exerce-Ios ou apresentar-sc com
houverao muitos tiros algasarra e embriaguez qualidades taes quena sociedade dos homens
no engenho Maragi, como era de esperar do civiz, e pessoas morigeradas muito so deviao
semelbantc gente que se rcunia para hum fim respeitar. Custa-me explicar, ou mesmo com-
semelhante; para nao ser mais fastidioso dcixo prebender como nesta comarca no centro de
do relatar outios promenores que me loro; todas as aulhoridades policiaes, o judiciarias
communicados c por que supponho que para : so aprsenla hum tcnentc coronel com mais
o procedimento da lei deve haver sobrado mo- alguin official da guarda nacional do hatalho
tivo. Dos guarde a V. S. como lio mister. de L'nna lancao mao da forca publica para
Inspectora do 6. quarteirao da freguezia do commclter, com maior arrojo e escndalo
Rio Formoso 18 de Agosto de 1813. Illm. aggresses proprias dorbanos em proprieda-
Sr. Jos' Antonio Lopes Subdelegado sup-, des allicias ; e o que mais he com hum com-
plcnte da freguezia do Rio Formoso. Carlos \ pleto excarneo da polica sem que se Ihe pres-
Jos Cavalcanti, Inspector do 6." quarteirao. te a menor vassalagem.c at mesmo ( como
i ja fiz vera V. S. ) despresando-sc c dcsohc-
decendo-se flasrantemente suas ordens ofli-
N. 5.
Illm. Sr. Depois das minhas participa
toes officiaes a V. S., em datas de 14 c 15
do torrente houvc lugar no engenho Rom Jar-
dim ( de minha propriedade ) hum picamenlo
de cercas acompanhado este facto das cir-
ciaes No meio deste comflicto eu me sinto
na necessidade do ser bastante explict ro-
gando a V. S. de levar ao conhecimento do
ixm. Rarao Presidente da Provincia a serie
de acontecimientos que acabao de ter lugur
nesta freguezia para que se digne de dar as
mais serias providencias a fim do que os agen-
cunstancias mais extravagantes, o odiosas pa- tes de polica nao se tornem meros authoma-
ra a polica como melhor se deprehende da los no exercicio de suas funecocs, ou o ludi-
participaco inclusa do inspetor do 6." quar-
teirao (esta freguezia. Cumprc-me relatar a
V. S. que me he bastante sensivnl ter havido
bro de qualquer prctendente que com mao
armada se ouse apresentar despresando suas
ordons e desenvolvendo a larga escala dos cri-
I mes sem que possao os mesmos dispr dos
ineios, e principalmente de alguma forca.
que a lei tcm posto a sua disposicao. He bem
1 notorio a V. S. o msera ve I estado, em que
se acha a forca policial desta Villa, que at
tcm sido desfeitiada, nica rom que apenas po-
do contar para algumas ordens os emprea-
dos de policia quando os mesmos mutas ve-
sea como ha succedido dao lugar a dosordens ,
e intrigas entre os mesmos, e alguns soldados
da guarda nacional com que se acha de mis-
tura o actual destacamento oscommandantes
(lotes avezados a hum malentendido espirito
de proteccao para com seassoldados umitas \e-
zcslem de fazer peditaH&s. por alguns crinics
commetidos pelo* ditas saldados e quando as
authoridades, a cu jan onlfefiS elles sao presos
tem de se mostrar SSgfras yem a ser disso
consequencia desgastar, c rivalidades, que
umitas ve/es ( como no presente caso succede
pelo processo por V. S. ordenado de hum
soldado da guarda nacional do commando do
(cuente coronel em questao Joao Raptista
Paes, ) aborto cm attentados de maiorespoera.
Eu cont que V. S. me auxiliar com os pre-
cisos mcios para que solTriio os aggicssorcs des-
te cstrondoso attentado o grvame da lei, pa-
ira que nao se tornem elusorias as disposicoes
' da mesma nem escarnecidas as creaturas que
a tem de executar pondo ao meu alcance algem
meio, que por ventura se torne necessario pa-
ra a concecucao destes fins pois no momen-
to em que me julgue desfalcado dos mcios li-
citos, e legaes protesto desonerar-me de hum
emprego com que nao possa contar ao menos
com o apoo da forca publica. Dos guarde a
Y. S. felizmente Snbdelegatura da fregue-
zia do Rio Formoso 18 de Agosto de 1843.
Illm. S Coronel Gaspar de Meneres Vas-
concellos de Drumond Delegado Supplente
da comarca do Ro t-'ormoso. Jos sintona
Lopes, Subdelegado Supplente da freguezia
do Ro Formoso.
*
Pernambuco na Typographia de 31. F.de Faria i843.


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