Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05024


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Full Text
I I
Auno de 1843.
Quarta Feira 9
nm
*' '-.JMamt.u,jt.i'B!"rjr
Tqdo agor. depende linuemos como principiamos, e seremos pontiUo* com .Imita, o entre n Nicr, mu)
ou,", ( I'roclamag.io >..< Aaaembteia Geral do Brasil.)
PAMTOAS DOS CORKEfO TERRESTRES.
Coianna, e Parahyba, safundis e Mitas feiras. Kio Grande do .\ irle, quintas feiraa
Kiinito e Garanhmi*, a IQ e '.'4.
Cabo, Serinh.iein, Ilio Pormoso Porto Calvo. Wsoai, e Alacias no 1 1| f j|
lioa-vislac Floreak i3e 2 S. Santo \ntio quintas feirss Olinda lodos os diu
DAS l)\ SEMA.NA.
"i Seg. a, Caetano. Aud do J de l. da 2
8 Terg. s Cyri.co M. le. Aud. do J. de 1*. da 3 t.
!* Quart j-juai s. lloro/lo 4ud. do J. de D. da 1 .
4't Quii. + a Loaron go M_
41 Sci. as. Tiburcio e .""ur.ana Mn Aud. do J. de D. da 5. T.
4? Sab. s Ciar- V. P. Kel. AuJdo J. de D. da 1 t.
j3 Doiji. >8 Hypuliio e Cassiano.
PARTE OFFICIAL.
de Agosto
Anno XX. N. 171,
try^r?-1 t .iwjn.'.-T.'n"jia-
O Dlir.tn puhlina-se todos na das q'ie n.'io forem S milVa los: o p'f da issistara ha
/^\^'." de tres mil res por cuartel |ii;Di aili.ml.-.ilos O laanoiitOS dos ssijnantes silo inserido
iritis eos dos que n co forem j ras 10 de -0 res p r lian \ reclama oes devota ser diri-
gidas a ests Tip ra djs CraUS N. >"., ou apra :s da Io-lependencia luja de litros ft. Oo.
..yS' '( C1M1IONo dia j de Adusto compra *ei
i ( Y Guamo sobra Londres 2a a 25 Oi'Ho-.VJoeda dt ,400 V 1 HJU l7
V'W'/-'- a*naO raa por fraseo N. Ifl.JJ 6 1
'X^W V '% "V /" Lisboa ll por III de prrmio. ds ) >)0i) .*>< tt '
renda.
OtfO
sou
aWai
1)40
M edarecobr l por cento. Petos &>iusanarei l.tftO 4u
Iieadeleiraadaboa trmaa i | i, ... .| ,, 1,920 i ,04"
PHASES OA LUAIx HEZ DE AGOSTO.
Loa Cheia !0, is 2 llorase 5 a, di u l Loa ora i 25, ms ( minutos ds tarde.
Quart. mm<. a 1 S, is 1 tursa 2u m da m j t ,tn ,.,,. 2, *a 9 boras c 7 m da larda.
Preamar de huje.
i. a 3 horas t 42 a. da aanh n j ,r i t, li n i larda.
MINISTERIO DA JUSTINA.
3 "SeccSo.Illm. e Exm. Sr.Por determi-
nacadeS. M. o Imperador, e em rosposla ao
ofliclo de V. Ex n. 20, de 5 de abril deste an-
no tenho decommunicar a V. Ex. que aca-
mara municipal dessa capital proceded era re-
ra quando, para substituir ojuizdc paz do
3o anno chamou ao inmediato cm votos, a
quem perfpncia o 4o anno, pois o que se de-
prehende do artigo 10 do cdigo do processo cii-
minal que sempre o immediato em votos -
quelle a quem cabe o anno o sen 1" substitu-
to, seguindo-se na Taita desses os seus immedi-
atos, ates^otar-sealista nos quatro, porque
entao passa a substituicfioao doprimciro anno,
que vem a ser or consequoncia o primeiro subs-
tituto do quarto anno nao na vendo porconse-
quencia lagar a quetxa que forma da dita cma-
ra ocidada que obtivera maior numero de vo-
tos no requ rimento qm- junto devolvo a V. Ex.
Quanto porem consulta que V. Ev. em dito
Offlcio, luz cerca dos que fi< ao suspensos poi
serem uronunciados, devo declarar a V. Ex.,
por ordem do mesmo augusto senhor, que!
sendo temporario o impedimento da suspensfio^
nase Taz neressario que a enmara juramente
um novo suppiente, salvo ocaso de Acaremos
mais todos impedidos, quer para o exorcieio
das fune?6es em eral, quer para conhecerem
dealgum processo em particular, poripie entao
nesse caso somente cumpre que seja juramenta-
do mais um para servir somente durante o im-
pedimento de lodos.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do Rio de Ja-
neiro, em 13 dejulho de 1843 Honorio Her-
meto Carneiro Leao.Sr. presidente da provin-
cia do Espirito Santo.
3." Seccao. Illm. e Exm. Sr.Devolvendo
a V. Ex. oofficio juntodojuiz de direito subs-
tituto da primeira comarca dt-ss.t provincia ,
pedindo ser esclarecido sobreoprocedimenlo que
deve ter poroccasiao de icar impedido u effecti-
vo, depois de j ter declararlo perunte o jury
que anpellava ex-offlcio da decisio do mesmo,
(jantes que podesse lant.ar nos autos astases
porqu^entendia ser a dita decisfio contraria A
proVa d< santos, tenho decominunicar a V. Ex..
por determinaran de 8. M. o Imperador e em
resposta ao seu offlcion. 00 de 6 do crrenle,
ao qual acoipanhou aquclle dojiz substituto,
que por maneira nenhuina se pdciidmiltir que
soja lcito ao substituto nu successOr dojufz de
direito o desistir da appellacad etK>fflcio assim
inlerpos'a eqiieanlcs dos autos dove colher*
as rasos que a possfio rii:i;ianienlar. sem que
seja inhibido deouvir tambein aojjzappcllan-
te no caso do iinpedfmcfiti deste nao ser t,l
que prive deloda a Qommunica^o cun elle,
remetiendo em todo o (aso os autos a superior
instancia, anda quando nao possa encontrar e
ependoi rases sttil,cientos para a sua convic-
cao ; e, quanto ao praso marrado para o juiz
appcllautedar os autos com a suaevposicao das
sooreditiis rasoe?, aimla que a lei o nao leona
declarado especialmente para essa hypoihese,
todava da nuturesa do recurso bom se coliige
que deve sei o mesmo que lem as partes para
interporem a appeliaro s rer o Juiz em negligencia ou falla de execucao
no cumprimento de seus devores, se no dito
praso nao der os autos O que todo V. Ex. far
consta rao juiz que prop/ a din ida.
eos guarde a V. Ex. Palacio do Rio de Ja-
neiro, em 13 aejulho de I83. Honorio Her-
rtelo Carneiro Iso.St. presidente da provin-
cia de S. Paulo.
dasetapes, e forragens para a tropa do primei-
ra linha no semestre do Iodejulho ultimo 31
do dezembro pruximo futuro.
Dito Ao inspector da thesouraria da fasen-
da, ordenando, que envi secretaria da pro-
vincia urna guia para o Exm. coronel Joaquim
Jos Luiz de Sousa. presidente de S. Paulo, po-
der ali cobrar as vantagens, que Ihe sao devidas
pelo commando das armas, aue tambem ejer-
ce, com excepcao somente do sold de sua pa-
tente que he aqu pago ao seu procurador.
Dito Do secretario da provincia ao mesmo
inspector da thesouraria da fasenda, transmit-
tindo a ordem do tribunal do thesouro sob nu-
mero 98.
dem do da 4.
OfflcioAo chce interino da primeira legiSo
dagnarda nacional deste municipio, ordenando
em consequencia de roquisicao do inspector da
Ibesouraria da fasenda, que mande dispensar
doservico do segundo batalhao.ia mesma le-
Kio nos das Otis, em quehotiver trabalho na
repartirs, ao amanuen oda secretaria da dita
Ihosouraria, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
-Communicou-se ao inspector da thesouraria
da fasenda.
Di'o Ao administrador geral docorrcio,
determinando, aue informe, quaes os vencf-
mentos, quedevero peneberos administrado-
res parciacs, e agentes dos correios desta pro-
vincia.
Dito Ao inspector da thesouraria da fasen-
da ordenando, que informe eircumstanciadn-
mentc, quantossao os predios, contiguos ao
arsenal de maiinha peitencenles a fasenda pu-
blica, e em que moraO particulares sem paga-
rem o respectivo aluguel; quem os habita, e
ooiii que autorisacao.

Commando das Armas.
KXPKD1BHT8 OE 20 no PASSA no.
OfflcioA o Exm. Presidente, remetiendo por
copia o termo deexamo de contas a que se pro-
ceder na caixa ao hospital regimental, de con
forinidadecoiri o artigo I!) do regulamento de
17 do fevereiro de 1832, e exigencia feita pela re-
larlicao dos negocios da guerra acerca do saldo
que (cava existindo em caita.
DitOAo lllm. commandanfe das armas da
provincia do .Maranhao, remottendo-lhe a guia
fio alferes Francisco Jo" de Sonsa Alvos, que la
servir Dquella provincia, (i bom assim a do sar-
gento ajudante de fu|ileiros Antonio Jos dos
l'assosque regressava na escuna de guerra Ga-
ir es.
Portara Ao commandanfe interino do ?t>-
mmdo batalhao de artilharia a p mandando
dar baixa ao anspocada Andr Avelno, assen-
tando piara ao paisano Zacaras P.n'sd.. Conoc-
;ao, por elle ollerocido para o substituir.
Dita Ao mesmo, mandando excluir, e pas-
sar gua ao primeiro cadete addido Jos Pendra
Teixoira, que linha de seuuir para oexercito do
Sol, a encorporar-seao quarto batalhaS de lu-
sileiros, a que pertencia.
dem do da 21.
Offlcio Ao Exm. Presidente, remettendo-
Ihe a conla dasgratifleaces que seestavaoa do-
ver ao segundo sargento Alvarenga, at o ulti-
mo d junho prximo passado, afim de quea
mandasse satisfaser pela thesouraria.
DitoAo mesmo Exm. Sr., disendo-lhe, que
em cumprimento de suas ordons tisera desem-
barcar da charra Amazonas 89 pracas, sendo
68 da provincia do Maranhao, e 31 do Par, e
ponderando-lhe que tendo sido ltimamente e-
levada a forca do batalhao de artilharia, milito
converia lisrar 50 destas pravas como elTectivas
ao dito batalhao, que actualmente, alein do ser-
vico da guarnirlo da praca dava destacamen-
tos para a ilba de Fernando, e todas as fortifi-
caedes da provincia.
DitoAo mesmo Exm. Sr., encaminhando-
ihe pela segunda vez o requerimento do eapitafi
Antonio l'aes Cortez, que aexemplode muitos
outros officiaes, pedia ao governo imperial, o
pagamento da gra ilicaca do terca parte de sol-
de, durante o tempo que servio na guerra de
l'ancllaseJacuipo.
Dito Ao coronel commandanfe Interino da
forlalesa do Rrum, para que mandasse peto a-
judanteSalvad'> Coelho do Drumond, condu-
sir para a mesma tortalcsa. a peca de Ierro rom
o competente reparo, queseachava na ladeira
do Varadouro da cidadode Olinda, devendo na
que fossem nocessarias para transportar a peca
at o lugar do embarque, que devia sor effec-
tuado em alguma canoa ou jangada, apresentan-
do depois a conla da despesa para ser paga. E
mais ordenava, que o mesmo ajudanto infor-
masso qual omeio mais fcil e menos dispen-
dioso de secondusir as 4 pecas que se achavao
nos fortins de S. Francisco, e Monte-Negro.
DitoAo mesmo, communicando-lhe, que
otenente Jos Francisco dos Santos iria exami-
nar, se os seis barris do plvora arruinada, exis-
tentes no pniol, tinhao ainda alguna applicacao
no laboratorio.
Dito Ao commandanfe do forte do Ruraco,
para informar se ali haviao commodos para a
familia do ajudanto Mello e Albuquerque.
Dito Ao inspector da thesouraria, dcvol-
vendo-lhe aconta da despesa que le o delega-
do do tormo do Bonito com dous desertores e
disendo-lhe que nao julgava procedente o dis-
conto apontado pelo commissario fiscal nos ven-
imontos dos niOMiios desertores a pretexto da
gratifleacio que a le concede a quem aprehen-
de desortores porque o delegado a nao exigi,
loixando de parte a questad" de ter ou nao osa-
judanles de unlicia direito a tal gratifleacad, o
pondi rando-lbeque o abono da diaria fornecida
pelo delegado durante o lempo que estivorao os
desertores reclusos antes de cliogarom ao corpo,
ora mais econmica, d > que so se tivosse abo-
nado os vencimentos aos desertores desde o dia
em que fora presos.
dem do da 23.
Offlcio Ao Exm. Presidente, signifirando-
Ihe, que com o destacamento ltimamente re-
colhido da llha de Fernando vieran oitu pre
ceder ao ajuste do suas cuntas c abonar se-
llie os vencimentos a que linha direito.
DitoAo inspector do arsenal de marinha ,
rogando llie liouvesse de mandar colocar no
caes do (lollegio urna luna para coudusir
bordo do vapor Paquete do Vw i9 pracas que
as S horas da manhaa do dia 2(3 scguio para
a capital do imperio.
DitoAo commandanfe do vapor Pagete
do Sul, communicando-lhe que as 8 horas
do dia 26serian remllelas para seo bordo, a
liin deseguirem a capital do imperio 48 pra-
cas.
DitoAo commandante da fortaleza de Ita-
marac regpondendo oseo offlcio de 23, e
pedintlo informacao acerca di capacinade da ca-
sa destinada tara a residencia do ajudante.
Dito -Ao commandante interino do 2. ba-
lalhao (i artilharia, remettendo-lhe os papis
de contabilidade do destacamento da illia do
Fernando at o ultimo ile.lunlio doeorrente an-
no, o disendo-lhe que leudo o ex-com mandan-
te da illi.i de Fernando Manuel Jos de < astro ,
p.igo os vencimentos do destacamento no referi-
do mex ile Junho na importancia de 1:0728
rs. tal importancia Ihe devia ser paga polo
batalhao.
DitoAo commandante da companhia de
cavallaria remellendo-lhe os papis de conta-
bilidade porlencentes ao soldado Jos Tcixeira
de Souza e di endo-lhe que tenido o ex -com-
inundante da Iba abonado ao mesmo soldado
us vencimentos de abril: maio e iunho na im-
os inclusive o alleres da extincta segunda li- .,n>n,n i J j
nba Antonio Pires da Silva, que a este man- l""^'" ^ -^'-hO rs. devia ser pago della.
, 1 i- i ...... I I ..,.-., .v i i -. Iks. a I 1 ii I nr d. <-...>' -- "Ha-*^
uara recolherem prisao militar e os de mais
remettfa a Sua Ex. para Ibes dar conveni-
te destino, visto que nao erad militares, e nen-
buma participaca recebera a respeito dalles.
DitoAo mesmo Exm. Sr.,euviando-lhe pa-
ra ser presente a iuna de justica os proeessos
verbaes feitos aos reos, soldados do batalhao d,;
artilharia i p Jos do Si pieira Boeno,eGenuino
Antonio da Silva, pelo crime do deserco.
Dito Ao mesmo Exm. Sr., informando o
requerimento de Mara Monteiro Ferrefra mu-
Iherdo alleres Leal Ferreira do quarto batalhao
lo fusileirosein servioon -exoritodo Rio Gran-
IfiTiiiOR.
ASSEMBLA GERAL.
CMARA DOS SENHORES DKI'CTADOS.
5''*"o em '.o de junho
OSr. Pcssoa de Mello pela ordem) requer
a urgencia, para que entre era discussao o pa-
recer da coimuissao de constituidlo e poderos ,
acerca do con-entiineulo, que pede o (iovernu
para qoeconl nue na presiuenciadePeinamhO"
COO r, liarao da Roa-vista, o inuilo se admi-
le rio Sul, que ao governo Imperial pedia ihe,
ra que nao estejao na casa os honres ministros
mandasse abonar a cansignuea" mensul, que
para snis ulimentos deixara seu marido.
da marinha e da la/.cnda (pianito olios sabiao
iiiuesehavia de aposentar boje ote parecer;
Dito-Ao mesmo Exm Jjr., informando o ;0 eKtranba igu.iliiu>nte que nenhum dos mem-
requonmeuiod!.'Antomo Ifamos soldado (iiio i .
.-../,,......,;.............i........,. ,......,..:,.. .i..,,...!. bros da maioriu no fosse o pnme.ro que se
bi do oxtincto regiment de artilharia desta pro-1
Vincia quea S. M. o Imp.rador supplicava a
merc de o reformar em attencio a sua avanca-
da dado molestias, e indigencia.
Dito Ao inspector da thesouraria remot-
tendo-lhe a folhada companhia de artfices do
mezdejunbo para ter o devido destino, edi-
.endo-lhe, que o commissario fiscal sii tinni
apressasse a requerer a discussao d\ sta materia,
e pedisse a urgencia d'este negocio.
A urgencia eapoiada v entra em discussao.
OSr. Maciel lonloiro pronuncia-se contra
a urgencia o responde fl arguicao que li/ora o
Ilustre deputudo por Pcrnainbuco ( o Sr Pes-
soa de Mello ) aos nebros ministros da coru
' i --------------------- ------ -.....- a uu iiL-iio i aun iii'uiw iiiiiii-ihis uj roiou ,
rasad en. querer que a Macan de moslra osti- n4o Wachmm |ll(.M.(ll(.s ohsorvando que
vesso de acord com a folha, e nao na parte re- I'___ -,. i- t.i...,..i i i
. ,. ,. .. .. i o oarecer nao lora dado para ordem do d e
lativa a relormadas relatos e loltias anteno- i i
ros. uoisouea obsorvaca frita na folha ai. I'!"<'insun. quando so I.Kse e houvesto quem
ros, pois (pie a observaca feita na lolna aeju-,
(icaria adiado e assim a
desse suscitar sobre a tic. nca concedida pe._
ordem do dia de 26 de maio, combinada com a
de 6 de junho, a menos que se quisesse dar tor-
eada nterpretacao
Portara Ao cqmjnind|ntedo segundo ba-
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DE 3 DO CORRKNTE.
Offlcio Ao engonheiroem chofe das obras
publicas ordenando em consequencia de repre-
scutacn rio riosembargador chele do polica, que
mando loinecer o necesario sustento aos t.inta
sentenciados, constantes da relacao que Ihe
enva, e que se achaoempregados nos trabalhos
das inesmas obras: e scicnliliando-o, de que
este fnroecimeotu sera feita por cpnta da quota,
EMira eiias maicaoa na lei do oicamento provin-
cial.CaOinoiumeou-se ao (helo de polica ao
inspector da tnesouraria risrondas proviriciacs,
e ao inspector fiscal das obras publicas.
Dito Au inspector da tnesouraria aa rou-1 ra este nm levar qaatro pracas, pedindo a*ocom-1 atieres reformado Francisco Pedro do Rogo
das proviuciaes, remetiendo copia da tabella J mandante do destacamento dquella cidado as|Burretto, pois que sem ella, se nao poda pro-
talhao de artilharia a yp", ^abdando excluir com
guia de passagem para a oompanhia de cavalla-
ria ligeira de linha, o soldado Joaquim Jos da
Silva, recebendoem troca, o soldado Jos Ma-
ra da Encarnacao.
DitaAo commandante da companhia de ca-
vallaria autorisando a troca mencionada na
precedente portara.
I KM 00 DA 24.
Cilicio Ao Exm. Presidente, ponderando-
Ule que o {.lleres da extinta 2.a linha Antonio
Pires da Silva ftpouco recolhido da ilha de Fer-
nando de NoronhtfsJ com o lim de responder o
conselho de guerra, nao linha meins para se
manter na pristi, < rogando a expedico de suas
ordena, para que se Iheabonasse una diaria.
Ditoao Exm. Barode Caxias general
o commandante em (befe do exereito do Rio
Grande do Sul, exigiodo a remeesa da guia uo
alleres reformado Francisco Podro do Reg
UUJCI (|I\IIU IUIUI IIU nuil.i llC|ll-(
nho ao segundo tenenl" Marinho, era bastante PB",8^e |,'','|vri .......... -.
dar, edeslasia qualquor duvida que se p0_ I sua (liscussao para oulro da
desse suscitar sobre a lie, nca concedida pela Seguc-se una viva discussao em que tomao
parte os Srs. Carneiro da Cunha Pessoa de
Mello, liaireto l'ediozo e Barros Pimentcl.
Achao-se presentes os Lxms. Ministros da
marinha e da fasenda.
Fallo ma* sobre a urgencia os Srs. Nabuco
de A rau j o D. iManoel de Assis Mascaren has
e Silva Ferraz que uilercce a seguinte emenda
urgencia :
Cjuea urgencia seja para o parecer discu-
tir-so na horados requerimentos.
Depois de ainda falla rom mais sobre a mate-
ria os Srs. \ endes da Cunha Sebastio do
Reg Henriques de le/ende e Pessoa de Mel-
lo da-se por discutida a urgencia e posta a
votos regeitada por 36 votos contra 32.
E' poiem approvada a urgencia segundo a
emenda o Merecida pelo Sr. Silva Ferraz.
Continua a discusso (a proponte do gover-
no sobre os rucios de roalisar o dote e enxoval
da Princesa a Sra. I). Francisca Carolina.
Tomao parlo na discussao os Srs. Vianna ,
ministro !.nd;i RarriM Pi.......il T?--
eir Franca Carneiro da Cunha e Peixoto de
Drito,


E apoiada a seguinte:
Emenda additiva ao artigo uaico :
Substitua-se a parte do dote que consiste em
terrjs por trancos equivalentes.Salva a re-
daccao. l'eixotn de IJrito.
Julga-se discutida a materia e posto a vo-
tos o artigo da proposta 6 regeitado.
E porm, approvada coin grande maioria
a emenda da commisso
A oatra emenda reg tada e fica preju-
dicada a emendado Sr. Peixoto de Brito.
A emenda proposta remettida commis-
sao de redatvao.
Contini a discussao da emonda substituti-
va da commissao e outras emendas ao artigo
3 do orcamento sobre a receita.
O sr. >ilva Fcrraz com consentimento da
cmara relira a sua emenda.
Falla sobre o materia das emendas o Sr.
Henriquc de Re/ende e a discussao fica adia-
da pela hora.
PERNAMBUCO.
Tribunal da Ucla^iio.
SESSA DE 8 DE AGOSTO DE 18-3.
Aoaggravo depeticao dojuisodocivel da se-
gunda vara, desta cidade, agravante Antonio
Ignacio Ribeiro Roma, e aggravado Francisco
Goncalves da Rocha; se deo provimento.
Do aggravo de peticao de Antonio da Silva
Cabral do juiso da secunda vara do civul desta
cidade, contra Antonio do Sousa Raposo; se nao
tomou conhecimento.
Ao aggravo de icticiio do juiso dos orfaos
desta cidade, aggravanto Joaquim (Jtincalves
Vieira C-uimaraes, e aggravada I). Maria Can-
dida Pina; se nao deo provimento.
Na appellaco cjvol da comarcado Rio For-
moso. app .-liante Manoel Jos Goncalves Braga,
ap|)ellado Manoel Felis da Rocha oscriva Ja-
co no se mandou descer ao juiso da primeira
vara do civel desta cidade para se proceder a a-
va I i ac o.
Da appellaco crime desta cidade, appcllan-
too procurador da cmara municipal desta ci-
dade, appellado Luiz Jos da Costa e nitros, es-
criva Posthumo; nao tomara conhecimento.
fltt
Correspondencias.
Srs. Redactores.
Como nao estou bem ao fado de quaes se-
jao as obrigacoes dos liscaes rasiio porque ro-
go-lhe, queirao-me tirar da duvida em que me
acho relativo ao caso que passo a expr pois
a nao ser da atribuidlo do fiscal quero recor-
rer acamara. 'Pendo eu a perto de dous (ne-
jes representado ao fiscal dos Alionados sobre
um vatio, que se eslata entulhando na estrada
do Bongi, respondeo-rne que nao linha cavallo,
(boa evaziva) e por isso deixou, que se conti-
nuasse a entulhar o dito vallo depois disto
torno a leinlir.ir-lhe por meio de um annuncio,
por este mesmo Mario e nada de providen-
cias; e como acontece, que o inspector do mes-
mo lugar representarse ao sub-delegado em
rasio dos estragos, i|ue ostavAo a/.endo as agoaa
na estrada proveniente de se achar o vallo on-
tulhado; o sub-delegado sempre zeloso ilo bem
publico, rcmeteo imodiatamente ao fiscal, por
tr julgadoser quem competa providenciar: es
que appap'ce oditoSr., nao dando as provi-
dencia* que devera e sim desculpando-se, que
so decidoria com a presenca do sub-delegado, e
inspector.
Ora Srs. Redactores! estarei engaado, quan -
do pens que s, e s o Sr. fiscal he autho-
ridade sufilciento para mandar aiirir o vallo! ou
que se o nao faz he porque est.......
A vista da resposta de Vv. Mm. e do procedi-
mento do mesmo Sr., talvez ainda tenha ocea-
siao de o importunar o seo assignante. M.
Srs. Redactores.
Constando-me. ha poneos das, que o mui-
to honrado Sr Luiz Ignacio Ribeiro Roma dis-
sera a alguem, que eu Ihe havia ficado com o
importe de asignaturas do seo Diario novo ,
para o qual principio e com algum incom-
modo meo, promov aqui asignantes, a pedido
de urna terceira pessoa, albeia como cu, as con-
testarles polticas lo da ; vejo-me na necessi-
dade, Srs. Redactores de ir pelo vehculo do
seo jornal convidar ao rlito Sr. Roma, para que
se digne declarar se aun da assercao que nem
por isso me he I muito honrosa he realmente
sua e se esta disposto a suscntal-a em juizo .
aonde promptamente o chamarei no caso de
sua aflirmativa resposta.
Sirvan se portante, Sr. Redactores, admittir
no seo Oiario estas poucas linhas de convite,
que fa o ao sr Roma, as quaes, quando nao
venhao a figurar de preliminar a outras mui se-
rias, como bem pode acontecer, Sorviradaoi
menos para desengao de quem tiver sidoengd- |
nado sobre este objecto. Olnda 8 de agosto de
18-3. Seo venerador e criado,
B. Jos Vieira Coutinho.
"98HHP
Public.ic esa pedido.
O regente interino em No me do Impera-
dor o -enhor Dom Pedro Segundo faz saber
a toilos os subditos do imperio que a Assern-
bla Geral Legislativa decret >u e Elle sane-
cionou a lei segiiinto :
Artigo 1. contracto de locacao de servi-
ros celebrado no Imperio ou fura para se
verificar dentro dellc pelo qual algum estran-
geiro se obrigar como locador s pode pro-
var-se por escripto. Se o ajusto for tratado
com interferencia de alguma sociedade decolo-
nisaco reconhecida pelo Govcrno no municipio
da corte e pelos presidentes as provincias ,
os ttulos por ellas passados e as certddes ex
(rbidas dos seus livros terao f publica para
prova do contrato.
Artigo 2. Sendo os estrangeiros menores de
vinte e um annos perfeitos que nao tenho
presentes seus pas, tutores, ou curadores ,
com os quaes se possa validamente tratar se-
rao os contractos autorsados pena de nullida-
de com assistencia de um curador o qual
sera igualmente ouvido em todas asduvidas, e
accoes, quedos mesmos contratos seoriginarem,
em que algum locador menor for parte de-
baiso da expressada pena.
Artigo 3. Para este fim em todos os mu-
nicipios, onde houvcr sociedades de colonsa-
cao haver um curador geral dos colonos ,
nomeado pelo governo na corte e pelos presi-
dentes as provincias, sobre propostas das me
sasde direccao das mesmas sociedades.
Nos outros municipios servirao os curadores
geraos dos orfaos. as fallas ou impedimen-
tos de uns e outros nomearao as sobreditas
nesas de direccao para a a itorisacao dos con-
tractos e os juizes respectivos para os casos
das accoes que se moverem, pessoa idnea, que
o substitua.
Artigo 4. Nao apresentando os menores do-
cumento legal da sua idade. ser esta estimada
no acto do contracto vista da que elles de-
clararen) e parecer que podem ter ; ainda que
depois o apresentem este nao valer para an-
nular o contracto mas se est pela dade, que
no acto d'este se houver estimado para os
eITcitos somente da validado do mesmo con-
tracto.
Artigo 5. He livre aos estrangeiros de maior
idade ajustarem seus servicos pelos annos que
tem Ihes parecerem : mas os menores nao po-
dero contractar-se por lempo que exceda a sua
minorida te excepto se for necessario que se
ohr guem por maior prazo para indemnisaco
ilas despezas com elles feitas on se forem con-
demnados a servir por mais tempo em pena
ile terem faltado s condices do contracto.
A rt. 6. Em lodos os contractos de locacao de
servicos, que se celebraren) com os mesmos me-
nores, se designar a parte da soldada que elles
devao receber para suas depezas que nao po-
llera nunca exeder da metade : a outra parte ,
depois desatisfeitas quaesquer quantias adian-
ladas pelo locatario Reara guardada em de
psito na mao deste se for pessoa notoriamente
alionada ou nn sendo prestar fianca id-
nea para ser entregue ao menor logo que a
cabar o tempo de servico a que estiver oh igado,
e houver sahid da menoridade. Fra (lestes
casos ser recolhida no cofre dos orfaos do mu
nicipio respectivo.
Nos municipios onde houver sociedades de
colonisacao reconheridas pelo governo se-
rao taes dinheiros guardados nos cofres das mes
mas sociedades
Artigo". O locatario de servicos que sem
justa causa despedir o locador antes de se (indar
o tempo, por que o tomou, pagar-lhc-ha todas
as soldadas, que este devera ganhar se o n"o
despedir. Ser insta causa para a despedida :
1. Doenca do locador, por forma que fique
imposibilitado de continuara prestar os servi-
ros, para que f' ajustado.
2. Condemnaco do locador pena de pri-
sao ou qualquer outra, que o impeca de pres-
tar servico.
3. Embriaguez habitual do mesmo.
i. Injuria feita pelo locador seguridade ,
honra ou fazenda do locatario sua mulher ,
filhos ou pessoa de sua familia.
5. Se o locador tendo-se ajustado para o
servico determinado se mostrar imperito no
desempenho do m .smo servico.
Artigo 8- Nos casos do numero 1. e 2. do
artigo antecedente o locador despedido logo
que cesse de prestar o servico ser ohrigado a
indemnisar o locatario da quantia que Ihe de-
ver. Em todos os outros pagar-lhc-ha tudo
((iianto dever e se nao pagar logo ser im-
mediatamente preso e condemnado a traba-
lliar as obras publicas por lodo o lompr que
for necessario, at satisfazer com o producto
liquido de seus jomaos tudo quanto dever ao
locatario comprehendidas as cusas a que ti-
ver dado causa.
Nao havendo obras publicas em que pos-
sa ser admittido a trabalbar por jornal, ser
condemnado a prisao com trabalho por todo
o lempo que faltar para completar o do seu con-
tracto ; nao podendo todava a condemnaco
exceder a dous annos.
Artigo 9. O locador, que sem justa causa
se despedir ou ausentar antes de completar o
lempo do contracto ser preso onde quer que
for achado e nao ser solt em quanto nao
pagar em dobro tudo quanto dever ao locatario,
com abatnenlo das soldadas vencidas : se nao
tver com que pagar servir ao locatario de
graca todo o tempo que faltar para complemen-
to do contracto. So tornar a ausentar-se ser
preso e condemnado na conformidade do ar-
tigo antecedente.
Artigo 10. Ser causajusta paaa rescsSo do
conti acto por parte do locador :
1 Faltando o locatario aocumprimento das
condices estipuladas no contracto.
2. Se o mesmo fizer algum feriment na pes-
soa do locador ou o injuriar na honra de sua
mulher, folios, ou pessoa da sua familia.
3. Exigindo o locatario, do locador servi-
cos nao comprehendidos no contracto.
Rescindindo-se o contracto por alguma das
tres sobreditas causas o locador nao ser obr-
gado a pagar ao locatario qualquer quantia de
que possa ser-1 he devedor.
Art. 11. O locatario, lindo o tempo do con-
tracto ou antes rescindindo-se este por justa
causa he ohrigado a dar ao locador um attes-
tado de que est quite do seu servico : se recu-
sar passa-lo. ser compelldo a faze-lo pelo juz
de paz do districto. A falta deste titulo ser ra-
zio suficiente para presumir-se que o locador se
ausentou indevdamente.
Art. 12. Toda a pessoa que admittir, ou
consentir em sua casa azendas, ou estabele-
cimentos, algum estrangeiro obrigadoa outrem
por contracto de locacao de servicos, pagar ao
locatario o dobro do que o locador Ihe dever, e
nflo ser admittido a allegar qualquer defesa em
juizo sem depositar a quantia a que fica ohri-
gado. competindo-lhe o dreito de have-la do
locador.
Art 13. Se alguem aluciar para s directa-
mente ou por interposta pessoa algum es-
trangeiro ohrigado a outrem por contracto de
locacao de servicos, pagar ao locatario o dobro
do que o locador Ihe for devedor, com todas as
despezas, e cusas a que tiver dado causa ; nao
sendo admittido em juizo a allegar sua defeza
sem depositar. Se niio depositar, e nao tiver
bens, ser logo preso e condemnado a traba
Ihar as obras publicas por todo o tempo que for
necessario, at satisfazer ao locatario com o
producto liquido dos seus jornaes. Nao havendo
obras publicas em que possa ser empregado a
irnal ser condemnado a pris5o com traba-
lho por dous mezes a um anno.
Os que allicarem para outrem serao con-
demnados a prisao com trabalho por todo o
lempo que faltar para rumprimento do contrac-
to do fllliciado.com tanto porm que a condem-
naciio nunca seja por menos de seis mezes, nem
exceda a dous annos.
Art. 14. O conhecimento de todas iiscccocs
derivadas de contractos de locacao de servicos ,
celebrados na conformidade da presente lei, ser
da privativa competencia dos juizes de paz do
foro do locatario que as decid.So sumo aria-
mente em audiencia geral, ou particular para
o caso sem outra forma regular de processo ,
que nao seja a indspensavelmente necessaria
para que as partes possiio allegar e provar em
termo breve o seu dreito ; admittindo a decisao
por arbitros na sua presenca quando algum.
das partes a requerer ou elles a julgarem ne-
cessaria por nao serem liquidas as provas.
Art. 15. Das sentencas dos jui/es de paz ha-
ver nicamente recurso de apj ellaco para o
uiz de direito respectivo. Onde houver mais de
um juz de dreito o recurso ser para o da
primeira Vara, e na (alta deste para o da segun-
da e successivamente para os que se seguirem.
O de revista s ter. lugar naquelles casos, em
que os reos forem condemnados a trabalbar as
obras publicas para indemnisaco dos locatarios,
ou prisao com trabalho.
Art. 16. Nenhuma accao derivada de loca-
cao de servicos ser admittida em ju70 senao
for logo acompanhada do titulo do contracto Se
for de peticao de soldadas, o locatario niio ser
ouvido, sem que tenha depositado a quantia
pedida, a qual todavia nao ser entregue ao lo-
cador ainda mesmo que preste fianca, senSo
depois de sentenca passada em julgado.
Art. 17. Fico revogadas as les em con-
trario.
Mando por tanto a todas as autoridades a
quem o conhecimento e execucao da referida
lei Dertqncer, que a rumprao e faca o cum
.rir, c guardar t5e ineJretnente como nea
se contero. O Secretario de estado dos negocios i
dajustica encarregado interinamente dos o
imperio, a faca imprimir, publicar, c correr.
Dada no palacio do Rio de Janeiro em 11 do ou-
tubrode 1837 decimosexto da Independen-
cia e do Imperio. Pedro de Araujo Lima.
Bernardo l'ereira de Vasconcellos.
Copia da sentenca proferida no juiso de direi-
to da segunda vara do crime desta cidade em
os autos de contraveneno de posturas, em que
foi autora a cmara municipal, e reo Jos da
Ctinha.
Vistos estes autos, termo de achada, defesa
do reo Jos da Cunha, vistoria, depoimento da
lestemunhas, prova-se que o reo edificou um
armazem na ra da Moeda, sem que Ihe tivesse
sido dada a cordeaco o alinhamento pela parte
de detrs que deita para o mar, como se ve do
documento f.-5 verso, conra o disposto no ti-
tulo 7 $ 2. das posturas municipaes ; pelo quo
o condemno multa de 68000 a demolir a par-
te do mencionado aunasen que sabio lora do a-
linhamento segundo o plano adoptado, e cus-
tas. Recife 22 de desembro de 1841.entonto
Joaquim de Moraes Mira.
N. B. Desta 'sentenca recorreo o reo para o
tribunal da retacad, onde se proferio o accordao
seguinte:
Accordao em relaca, quercformo a senten-
ca recorrida (.-vistos os autos, vistoria (.-do-
cumentos f.-edepoimentos de lestemunhas do
f.-a (.-dos quaes se mostra tero appellantee-
dificadoa obra de que se trata conforme o ali-
nhamento que Ihe (Ora dado na liecnca que ob-
tivera a (-nenhurna conlravencao comettera
contra as posturas em que fora julgado incurso,
nao podendo por isso, sem notoria injuslica ser
multado somente por ir contra planos projecta-
dos para o futuro, e que ainda nao linha reali-
dadeou existencia alguma se nao na mente do
enpenheiro da cmara appellada, que assim o
jurou em primeiro lugar na inquirico do ap-
pellante f.-15. Portanlo reformada a sobiedita
sentenca absolvem ao mesmo appellanle da
sobredita conlravencao que se Ihe arge, mul-
ta ccondemnaca imposta, pagas as cusas pe-
la appellada. Recite 17 de setembro de 1842.
Belmont, presidente interino, Hamos, Libaneo,
Ponce, Pcixoto, Vedares, Amaral.
N. B. Deste justissimo accordao recorreo a
cmara para o supremo tribunal de jusiica, on-
de se prolerio o accordao seguinte :
Vistos, expostos, e relatados estes autos de
revista crime entre partes, recorrente a cmara
municipal da cidade do Recie, c recorrid Jos
da Cunha, negad a revista pedida por nao ha-
ver nullidade manifesta, nem injuslica notoria
no accordao de que se recorreo regressem os
autos ao juiso onde fora sentenciados, pagas
as custas pela recorrente. Rio 4 de jullu de
1843.Cirne, presidente interino, Araga, Pe-
tra, Nabuco, Silva Verneque Chaves, Frei-
tas, Pinto, i'ecanha, Duarte, Cunha.
i i ----------------
Variedade.
O CARAPUCE1RO.
CONTINUAgO DAS HARMONAS DA INFANCIA.
Fcil he de tracar o caminho do homem ,
quando stfacha entre dous vicios ou enlre
una virtude, e um vicio; mas nao assim, quan-
do est.i entro duas virtudes. Se o (lito tem um
pai desnaturalisado deve antes lugir da sua pre-
senca doquecabir em falta para com elle;
pon|ue a barbaridade do pai nao pode|Ustilicar
a ingratido do f I Lo ; mas o que far este se
tver de optar entre o amor, que deve a seus
pais, e o que deve sua patria ? Dever de-
nunciar de seu pai se este conspira contra o
Estado? Veri desangue (rio a sua patria bor-
da do precipicio ou dar a morte a quem Ihe
deo a vida! i.ita-.-e o exemplo do Co. sul Junio
Bruto, que mandou matar a seus dous lilhos por
haverem trahido Roma. Mas aqui nosetrac-
ta do dever de um pai revestido d'uma magis-
tratura soberana para com seus filhos crimino-
sos, porm sm do dever dos filhos a respeito de
seu pai criminoso para com a patria. Se Tatius,
e Tiberios filhos de Bruto, fossem revestidos
do Consulado e seu pai entrasse na conspra-
racao dos Tarquinios, deveriao ellescondemnal-
o morte? Certamente que nunca. Dir-me heis:
mais devemos p tria do que a familia : sim
sem duvida; mas pela mesma rasan mais se devo
ao genero humano do que patria ; porque
os direilos deste sao os da nalureza. A patria
nao foi cstabelecida senao para os go/ar o
destruir os deveres do amor filial pe os do a-
mor patritico he arruinados em seus mesmos
alcerces; he cortar a raiz d'um'ar concernir o tronco. Nao so deve anniqular
urna virtude por outra virtude nem punir um
crime por oulro crime. >e o filho tem um pai
crio noso para com o Soberano deve fa-er
quanto em s couber para impedir o successo
de seus projectos ; mas se o nao poder conse-
guir da as le recusal-o nao so de jui/.,
se nao de tescemunha. De mais o amor da pa-
tria nao proven senao do amor de nossos pais:
e so eu entrego a minha familia ; porque he
""!**5d! nSrn 'A'n 2 minha nglrjn j tef'-'i toda 5
rasao de entregar taro bem a minha patria, quan*
l


-r
3^eea7W^r""m08r,^l,,,T0-f,to q0,hes ^ade. abracao-no logo do
r SCna"."nialsm,ll: "b<,m contrario rntrao a nrdir a todo o mundo ratha-
errvMscont!H'Sn'OPrmC,,)'0 HCOndu/ira togos de nomos di/.em ellas bem bonitos, e
ainda nao conhecidos.
. Jcncias.
Todas as virtudes polticas no tem OUro ar-
rimo -nao as virtudes momos, e destruir sob
qualquer pretexto a pieda.le filial he derribar a !
ua primera Itase posto pela nature a ; nem1
d nutra Borle ponsavoos Romanos, cujos prin-
cipios algumas ve/es temos exagerado. Muilos
dos se, s motores homons w tu por rilo a cruel
justica de Junio Bruto. Seos filhos (leviaq sem
duvida ser punidos ; mas um pai devra rc-
cusar-se de ser seu juiz. Plutareo di/., queseus
costumes austeros nao tinhao sido adocados pe-
Ja raso, ecompara-oa urna espada de tempe-
ra dimasiadamente forte : mas o c.-rto he que
os Romanos nao deixariao de ver com horror
os lilhos denunciaren! a seu proprio pai como
succedeo no tempo das proscriptos, Vede pe-
lo contrario como se honrava nos bellos dias da
Repblica o amor filial! Foi condemnado um
homem a perecer de fume na prizao e mui
grande devora de ser o seu crime a julgal-o pela
natureza do suplicio. Talvez fosse contra o
Estado : mas que importa ? A (ilha do crimi-
noso introduzo-se na masmorra o ah o nu-
tri com o seu proprio leite. instruido o Senado
dcsta aeco ordenou. que o pai fosse restitui-
do a Riba e que no lugar da prisao se erigisse
um templo piedade.
Do que levo dito nao infira alguem que
qualquer deva amara familia mais que sua
patria ; pelo contrario em todo o caso deve-a
preferir familia e a si proprio tanto que
pelo mesmoamor da pitria he. que devenios
amar os nossos prenles. Como seremos fiis a
aquella, que rene em torno do nos todos o*
meios do sustentar a nossa vida, fe nao o somos
aos que no-la derfio ? Mas pergunta-se: oque
tara um lillio que encontrar a seu pai com as
armas na mao entre os inimigos da sua patria '
Epaminondas dizia, que um amigo que visso
nestas circunstancias elle desviara a Innoa ,1o
seu peilo: como pois a arremessart um filho no
seio paternal ? Uorramos se preciso for, pela
salvacao da patria ; mas vivamos para (eiieida-
de de nossos prenles; pois so vivendo virtuosa-
mente para ellos he que seremos dignos de
morrer generosamente por ella.
Jiem sempre as virtudes tem de combater pni-
xoes: ellas tambem se embatem urnas as mi-
tras, mormente em as dissonsoes ciis. A us-
tica e o interesse do povo sao militas vezes re-
clamados por dous partidos inimigos : e o que
deveremos azer neste caso ? Eu nao eonhoco,
senao um0 regra, que he, seguir, quanto for
possivel o justo meio ; ponpie be este o lu-
gar que oceupa toda a especie de virtude. Fi-
nalmente as leis da natureza siio claras; mas
mujtas vezes a sua applicaoiio he asssombnra-
cosa. Pelo que hem prudente, e proporciona-
nada as nossas precisos he a orariio que nos
ensina a pedir a Dos que nos naooxpnnhn
s tentaces. Se precisaos d'alguis consolhos,
(di/. Juvi nal) deixai obrar os deoses ; que ellos
inolbor que o homem sabem o que a este
convm ; pois que o homem Idos he mais caio.
do que o mesmo homem a si pronrio.
Muitas veos os nomos dos meninos influem
sobre o seu carcter : pelo que muito importa
dar-Ibes desdo liereo nomos do homons virtu-
osos. Podernos citar-Ibes a palavra (eoro, cu-
jo nome deriva em l.atim do cicer que sign fi-
ca grao de bico, nome, que lite vino do ami-
Jia : e como quer que Ihe aconcelhassom que
o mudass. Mu o la re i tao celebre (rospondooj
que muitosse honraro do o trazor : em fim
a influencia dos nomos sobro os homons he
maior do que se pensa. Por eff-ito de boa po
litica he que liorna moderna d i aos meninos,
que nascem e os dias do auno nomos dos
Snelos, que olla tem canonizado. Kstos no-
mes dispertan rocordaeoes do todas as virtudes.
(Ilernardin de Suint- /'ierre)
Tal he o juiz deste grande homem do im-
mortal auclor de Paulo o \ irginia relativamen-
te aos nomos que se devem impor nos meni-
nos no Baplismo. Elle com a igrej.i nossa Mai
quor que se Ihes appliquom nomos do Sane-
tos canonizados : mas entre nos muila gente do
born tom nao est por isso o 011 inventa
nomos, ou vai buseal-os as Novellas, o ato a
Mythologia : tudo serve urna vez que soja ex-
quisito que Roe bem, o que nao soja nomo de
Sancio : e o mais he que parece, que alauns
compozilores de Folhinhas accomodando-^e
ao gosto moderno apprcscnto nomos que
nao me tem sido possivel encontrar no Marti-
rologio', ou cathatogo de todos os Snelos, e
nlguns tenho topado sim em Novcllns. Os no-
mos Antonio Joo, Jos Joaqun
Alfandega.
Rendimento do dia 8.......... 8:016S831
Descarregio hojt 9.
Barca TVm. Rusnell fazendas.
Brigue Brandywine a/.endas, manteiga
de porco, farinha, bolaxinba, e luir-
ricas abatidas
Brigue Thorwaldven carvao.
A arremitaeao das mcrcadorias apprehendi-
das ao commandante do brigue sardo Eridano,
e a da potassa de Kalkmann & Rosemund an-
! I nunciada para o dia 8 do corrente tica trans-
1 lerida para boje 9. '
Alovimento do Porto.
Navio entrado no dia 8.
Ilha do Santa Hellena ; 50 dias tendo sahido
de Nawtukelt, llmezes, patacho ameri-
cano Tylesten, de 111 toneladas, capitao
Thomaz Brown equipagem 11, carga azei-
te de peixe : ao capitao.
Vario sahido no dia 8.
Maceio ; barca ingleza Thomaz Mellors ca-
pitao James Palothorpc ; carga lasiro.
Edita es.
48
38
108
28
5V8
68
3S
6S
68
28
28
28
68
28
28
manhaa : assegnrando-se que o pagamento
ser promptamente feito.
Cominuacao do* deredores da laxa dos escravos
do bairro do Recifs.
Joaquim Pcreira Pena
Rolli Cbavanni Freri
Antonio Annos Jacome Pires
.loaquim Forroira liamos
Antonio Rodrigues das Nevos
Domingos Fernandos Vianna
Gonealo Jos da Costa e S
Johnston Pater & Companhia
Antonio Pereira Monlciro
Jo/efa Francisca Roza
Luiz l'erreira de Mattos
Pulquera Maria da Conceicao
Franasco Rodio
Joaquim Antonio Pinto
Florinda Roza deSousa
Antonio Jos Teixeira da Fonte
Joao Francisco Lima
THEVTRO PBLTCO.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Cama go,
Commendador da Ordem de Christo ins-
pector d'alfandega 6c.
Faz sabor, que no dia 9 do corrente ao meo
dia na porla da alfandega se ha de arremar em
hasta publica 3 ca xas com 60duzias de brinque-
dos para crianca. no valor de 1308 reis, impug-
nadas pelo escripturario Jos Fidolis Bar-
roso no despacho por factura de Wolfhopp
itenkor & Companhia sob o n 428 e assim
tambem 1 caixa com 20 resmas de papel no va-
lor do 608 reis. 2 ditas com livros impressos no
valor de 352871 Ors., e 1 dita com 72 livros em
branco no valor de 1208rs impugnadas pelo
amanuense Domingos da Silva Guimaraes no
despacho por factura de Arvial Frcro n.. sondo
as airernatacoessugoitas a direilo e expediente.
Alfandega 8 de agosto de 1843.
Vicente Thomiz Pires de Figueredo Camargo,
commendador da Ordem de CMisto e ins-
pector d'alfandega, fc.
Faz saber, que boje 9 do corrente ao meio dia
na porla d'alandega se hao de arrematar 18
pontos de tartaruga para cabello, no valor de
i8S rs., sendo 12 de taboa dourada impug-
nados p, lo amanuense Gonealo Jos da Costa
o S Jnior, no despacho por factura de l.enoir
Puget & Companhia, sendo a arrematado su-
eita a direitos e expediente. Alfandega 8 de
agosto de 1843.
V. T. P. de F. Camargo.
Deelaracocs.
s/dministracao do patrimonio dos or/Sos.
Perante a administraco do patrimonio dos
orfaos se ha de arrematar a quem mais der por
lempo de 3 annos que hao do lindar em 30
de Junbo de 18V6 as rendas das seguintes ca-
sas :
N. 26 na ra da Madre de Dos.
36
38 do Torres.
Os licitantes podero comparecer com sous
fiadores na casa das sesses da dita administra-
cao no dia 9 do corrente mez as 4 horas da tar-
de. Salla das sesses d administraco do pa-
trimonio dos orfaos l.9 de Agosto de 1843.
J. M. da Cruz escripturario.
Extraordinaria funccSn Lyrica.
Quarto divertimento para hoje 9 do corren-
te de 1843. Em beneficio deRafael Lucci.
Primeira parte
O Ronoficiado com sua filha Mademoizelle
Carmela cxecutro um lindo e novo duelo
pela primeira voz, da Opera Torquato Tasso do
M.eG. Donizetti, qnando alia notte bruna.
Segunda parte
As duas rmicscant/irao amuiengracada sce-
na, em portuguoz. Tenho a nda um coraco.
Ter reir parte.
Mademoizelle Carmela com o beneficiado
exerut Tao pola primeira voz, um novo duelo, da
'Opera I Capuleti, od i Montecchi do M. V. Re
lint. "tollo a un sol mi* grid^: qual desem-
penhara.a parte do Joven Romeo.
Quarla parte.
Mademoizelle Manoela Caelana Lucci pre-
encher esta quarta parte, com linda e nova
Modinha Portugue/a
Quinta parte.
O beneficiado com sua lilha Mademoizel-
le Carmela rantrao o jocosodueto da Opera,
il Turco in Ttalia, do M.e G. Rossini Perpi-
acere alia Signora.
Sexta parte.
Oara fim o divertimento com um novo e mui-
to jocoso duelo executado pola primeira vez .
pelo beneficiado juntamente com o Sr. Joao
Wanimoil : do celebre M.e D.'Cimarosa da
Op,ra il Matrimonio Scgrcto Se /ato tn cor-
pa arele.
O beneficiado bem persuadido, que um di-
vertimento to lo Lyrico (e por ser mesmo a pe-
dido de muitas pessoas ) agradar mais aosa-
mantos da divina arle espera a sua proteccao
pela qual ficar eternamente grato.
N. R. Se o dia estiver muilo chuvoso nao ha-
ver divertimento translerindo-se o dia an-
nunciado por oulro annuncio.
Principiar as 8 horas e meia.
fez ver com os documentos recem-achados do
letra do proprio Sr. Padre Aguiar de dinhei-
ros que Un; dora enogaoSr annuncianto re-
ceben juando so leba o abaixo assignado
munido com recibos do u* propria letra .^ &c,
2 I muito estima parta da parle do Sr. annunciante,
128 P"'s l"!ind< a raild lalves imagino alcancar
por torea o que nao podo com man goit ; sen-
do cerno he duro paitar no Sr. annunciante o
que nao dovo o ahuixn asignado
Leopoldo Cato de Mello e Guararemas.
= Uinasenbora de bons costumes se en-
carroa da criacao de meninos de peito im-
Dedidos e desimpelidos e tambem recebem-
se meninos desmamado? para curar da sua edu-
cacao ; no que promette esmirar-se : quem do
seu prostimo so quiser utilisar dirijase ao patio
do Carmo n. 24.
Arrenda-se o sobrado de 3 andares no at-
ierro da Boa-vista com um grande armazem e
quintal que deila at a mar ; os pretendentes
dirijao-se a mesma casa a tratar com D. Maria
de Pinho Borges.
Precisa-se de 3:0008000 rs. a premio ,
com urgencia, d-se por seauranca um sitio
na estrada do Pombal, ou mesmo vende-se :
tratar com lana io Jo'odeCouto, ou com
Manool Pedro da Fonseca.
=0 abaixo assignado afim de desvanecer al-
guns boatos intrigantes aue certas pessoas
acost'imadas a mportarcm-sc com negocios ,
e vida do outro:n tom espalbado ; la/ publico
que tendo dadosociedade no sooostabolecimen-
to em fura de Portas ao Sr. Josu de Jess
lardim no me/, de junbo p. p. licou instincta
a dita soci dade fazomlo-se a liquidacao e
apartamento tudo do conformidade e amiga-
velmente. E tendo o abaixo assignado, tntado
vender o seo estahelecimenlo ao mesmo ''T Jar-
dim.e por motivos justos nao leve efleito a con-
ilusao do mesmo negocio: ficando sem nenhum
ffi'ito a projeetada venda. Tendo at o pre-
sente havido entre o abaixo assignado e o di-
to Sr. Jardim rnuito boa harmona o conti-
nuacaodeami/ade e aproveita esta occasiSo
nara dar ao Sr. Jardim os bons merecidos lou-
vores polo comportamenlo e boas maneras
com que durante o lempo da referida sociedade,
o mesmo ao depos se tem portado cujo pro-
eedimento merjeer o seo eterno reconheci-
mento. JoOo %/anoel Pinto Chaves.
O Sr. Henrique Jordo qseira vir tirar o
seu relogio no praso de 3 dias da data doste.
Leiles.
O correlor Oliveira far I ilao por conta
de quem pertenec de grande pon o de mo-
hilia e.deobras de prata comosejao salvas,
casticaes, &c.; boje quarta feira 9 do corrente as
10 horas da man ha, no armazem que foi do Sr.
Stewart, ra da Cruz.
i1
\visos diversos.
^IS!!*-'S
O AKT1LHEIRO N. 69.
J^AIO hoje e os -rs. asignantes que o re-
cobem na toja de livros da praca da Inde-
Oarsenal de guerra campra as madiiras pencia n.6e8 o podem mandar procurarde
manila.
>dro O abaixo assignado, respondendo ao annun-
com 30 palmos de comprido e palmo meio! ci do Sr. Joao de Alemao Cisneiro incort.
ou dous de largo ; 4 duzias de louro de assua- no Diario novo de segunda leira n. 169, tem
Iho inferior ; 1 pranxo de sedro do 30 palmos; a dizer ao mo-mo Sr annunciante, que ignora
de comprido, 2 de largo, e 9 polegadas dej de qual das 3 partes contactantes parte o seu
&c.&c..! grossura ; 2du/ias de tahuas de iouro de as-i nu queremos mais a acommoddco por uiodidade e prest/.a :
os do Maria, Auna, i hore/a, &<. tom bo- I sualbo de 30 oalmos de comprido, e 2 de lar- quanto esiamlo do indiligencia com o Sr. Jos n. 34.
lor, ja nlo nrestao: asora uns querem nomes { gu 2duiasdetaboasde assoaho deamarello da >ilva de Cisneiro Guimaraes oabaixoas-| Joao Dounolly
eno se vender para odevido pagamento.
Roga-se aoSr. B. S. G. tenba a hondada
do mandar levar a botica da ra Nova o que nlo
ignora.
Pede-se por favor ao Sr. J. R. S. vir
no assougue dofronte da cadeia concluir o ne-
gocio que bem sabe.
O Sr. Joaquim da Silva Paula Ramos.a n-
tes que se retire para fora do imperio, faca o
lavor de entender-se corn o morador da casa n.
91 as Cinco Puntas.
O abaixo assignado avisa ao Sr. A. J. P.
D., que no praso do tros dias v tiraros penho-
res quo tom em sua mao pois do contrario
serao vendidos, porque desdo odia 17 de julho
prximo passado quo se vencou o papel de trato
e nao poue ter mais o dinheiro empatado.
Perdeu-se ou loi desencaminhado un
cao pordigueiro, cor castanho escuro com pio-
las brancas, tem grandes orolln-s com urna
colleira de latao com o nome do donoescripto ;
quem otiver achadu e o quizer restituir, ou
d'ollc poder dar informacoes ser generosamente
recompensado dirigindo-so casa n. 11 do
largo do Corpo Sanio.
Aluga-se o armazem ou toda a proprie-
dade sita na ra do Amorim n. 14 ; a trjclar
na mesma ra n. 13.
Troca-se a morad a de urna casa terrea ,
com quintal cacimb e portao na Camboa
do Carmo, por um sobrado de um andar, ou
urn primeiro andar que soja no patio do" Car-
mo ou na ra estrella do Rozario ; quem es-
te negocio qui/.er fazer, dirija-se a ra estreita
do llo/ano n. 16.
I.oieria de S. Pedro Mrtir.
O Thesoureiro faz publico, que paga
o restante dos bilhetos premiados as quartas o
sahbados das 10 horas da manbaa as 2 da lar le,
na ra do Chiartcl da Polica n. 21.
O a.aixo assignado participa ao respeita-
vel publico que i.ao he mais seo caixeiro He-
meterio Maciel da Silva desde o da 5 do cor-
rente. Manuel Jos dos Santos.
=Thomaz de Aquino Foneca mudou a sua
residencia para ra do ^i isario n. 19.
=Tira-sepassaporles para denlro e torada
imperio, o foi has corridas com toda a com
na ra do Rangel
avisa aos seus froguez.es o
pasio iz ouiros do lloros como Jasmilinda com o mesmo cornprimenlo e largura acuna ; signado e nao menos estara com o Sr. an- ao publico em gorai, que mudou o seu estabe-
Perpetulina &c. &c A tanto i boira a oxlra- 2 duzias do tahoas de forro de amnrello com o nunciante a nao querer fosse o abaixo assig- lecimen o do alfaiate da ra da Cadeia do Re-
va.
de .
de sua directora uuslOasi uvnasua |auui*u aignauu mu bvmv< ^ vwm*v hv i ua
a.ancia humana As moas, em Ibes naseen- comprrnento e largura ja ditos; as pes- nada engaitado e Ihe pagasse o que o finado cife para a ra da Sen/alia: quem do seu pres-
to menino em casa coricm folbinha so oas (|ue tiverom taes madeiras coniparecos Sr. Padre Manoel Alves de Aguiar sogro do timo se quizer utilisar dirija-se referida ra
nena cncontro para esse da nomo nem exqui-1 na sai-
Wi.


4
= James Crahtree&CompBnhia avisioaosj Francisco Ferreira Bollar embarca para
Srs. assignanlos do correio particular entre esta! o Rio de Janeiro a sua esorava de nome Anto-
praca e Parahiba ; quedohoje cm diante se; nia quecomprou a Henrique Bernardos de
nao recbenlo rnais cartas algumas, sem que'Oliveira.
primeiro tenbao pago o competente porte no Precisa-se de urna ama de leite nao se
correio gera I, o tambem tra'ereui o competen- olha ser forra ou captiva, com tanVo que se
te sello e o mesmo se pr.iticar na Parahiha dedique nicamente a muntor a enanca en-
= Por o Juizo de Orlaos se ha de arrema- saboar e engommar; na pracinha do Livra-
tar de renda trienal a quom mais der (indos os' ment loja n. 42.
O Sur. Manonl Gabriel de Carvalho,
dias da le urna mol*: da de casa de 3 andares
n. 43 sita na rua da Cadeia do Recife ava-
liada em 800,000 rs. por anno sendo a renda
paga a quarteis prestando o arrematante no
no acto da arrematacao fianca edonea.
= Aluga-se um ptimo escravo padeiro:
na rua das Tbrincheiras n. 46 primeiro an-
dar.
= Precisa-se de duas negras ou moleques
para venderem azeite de carrapato pagando-se
a cruzado por ranada dando-se meia garrafa
para quehras ; na rua da Gloria sobrado n. 7
junto a fabrica do fallecido Gervasio; assim
como vende-se 2300 telhas bem cozidas e de
bom barro por preco commodo ; na olaria;
portio junto a fabrica do fallecido Gervasio.
- Precisa-se saber quern seja'nesta praca as
pessoa, ou ppssoas encarregadas dos negocios do
rs. Manoel Bernardino Vieira de Mello, Sr. do
engenho Pedregulbo em Nazareth do norte e
de Antonio Januario Paz Brrelo do engenho
Ararba de c ma, na freguezia da Escada ; por
obzoquioannuncie por esta folha.
Precisa-se de t ou 2 homens forros,
trabalha lores de enxaria e aue entendi de
ortalice, e da-se preferencia aquelle que for por-
tuguez e se Ihe 8z todo interesse ; no Beme-
dio sitio dos arcos n. 11, contiguo aoda groja.
= Aluga-se um segundo andar com grande
sotio na rua de Apollo n. 21 ; a tratar na
mesma rua armazem n. 22.
= Joaquim da Silva Paula fiamos, subdito
deS. M. F., retira-sc para lora do Imperio,
sealguemse julgar seo credor haja de declarar
por esta folha no prazo de 3 dias.
- Todas as possoas, que estio devendo no
botequim da rua dasCruzes, facio o lavor de vir
saldar suas contal at o da 20 do corrente mez,
e quando assim nao o faci serio os scus nomes
publicados porestenso nesta (olha.
O escravo que annunciou no Diario de
10 de Jullio r,o corrente nno que se ucha na
cadeia do Ico tiver o signaes seguintes : de
nome Joaquim crioulo de 35 annos, de
boa altura cor bem preta toteo do corpo ,
rosto comprido ostoporado de urna banda do
arde vento e ficou coixoda perna esquerda ,
e a mao do memo lado nao a pode abrir, e
orelbas furadas qualquer pessoa, que o en-
tregar nesta praca a Manoel Francisco Goima-
raos receber 100,000 rs. incluindo todas as
despe as.
Quem precisar de urna parda para ama
de casa de portas dentro, dirija-se a rua de
Hortas sobrado n. 72.
== Da-se 2:0008000 rs. a premio de um e
meio por cento com hypotheca em predios ,li-
vres nesta praca ; na rua do Cahugn n. 4.
= Jo^ \ alentim da Silva avisa a quem se
quizer utilisar de seu preslimo, que mudou
sua aula particular de grammatica latina para
a rua da Ale. ria casa de vidmeas n. 42 on-
de continua a ensinar emprimando todoo meio,
que Ihe he possivel para o bom adiantamento do
seus alumnos ; tambem recebe em sua aula
para ensinar gratis a qualquer moco que pro-
vr que nao pode pagar.
Engoinma-sc liso com muita perfeicao ,
promplidao, e preco commodo ; no beco da
Mceda n. 35. primeiro andar.
Aluga-se o segn lo andar do sobrado n.
129 na rua i ireila por preco commodo a
liouiem solleiro ; a tructar no primeiro andar
do mesmo.
= Aluga se o segundo andar da casa n. 23
da rua larga do fio ario ; na botica de Barlho-
lomeo & Hamos estio as chaves para se ver.
= Precisa-se de um feilor para um enge-
nho distante 8 legons dcsta cidade ; no atier-
ro da Boa-vista n. 63.
= Precisa se de um co/inheiro para urna
casa do pasto que soja perito ; na rua do Tor
res n. 20, prefere-se sendo escravo.
C^ut-m annunciou querer arrendar um
sitio perto da praca, querendo um com grandes
commodos boa casa estribara coxeira o
muitas arvores de todas as qualidades o qual
be na estrada do Monteiro. dirija-se a rua o-
va n. 5 lercefVo andar.
Quem annunciou querer saber da mora-
dia do fabricante de violas e quitarras que
morou na rila de S. Thereza dirija-se a rua
da Aleono n. 5.
Na rua da Conceicao da Boa-vista n. 26
existo urna carta viuda do Maranhio para o ti
Joo nusucida ( un ha.
= Urna parda viuva de bons costumes, qup
d fiador a sua conducta se o fe rece para ama
de casa de um homem solteiro ; na rua da Bo-
i- l
chegado ltimamente do Kio Grande do Norte,
queira annunciar a sua morada.
Quem annunciou no Diario n. 170 que-
rer comprar urna casa dirija-se a rua do Col-
legio n. 23.
= Perdeo-se duas estampas de desenbo em-
brujadas em urna lolht' de papel; quem as
achou querendo restituil--as dirija-se a praca
da Independencia, livrarifc ns. 6 e 8.
A pessoa que annunciou no Diario de
5 do corrente ter para alugar urna preta vende-
dera dirija-se a rua das Trincheiras n. 46,
segundo andar ; ba na mes ma dous negros pa-
ra alugar.
Um Brasileiro casado e de bons costu-
mes com as habilitacAes rrecessarias para ser
professor publicse propSea ensinar primeiras
lettras no matto; quem de seu prestimo se
quizer utilisar dirija-se a rua e S. Amaro
n. 8.
Compras.
Compra-se um canap em meio uso ; na
rua do Cabug loja de miude/as junio da do
Sr. Bandeira.
Compraose vidros para cspelhos mo-
fados, de todos os tamanhos ; na casa de ou-
rives francez no atterro da Boa- vista n. 17.
Comprao-se 2 pares de casticaes do v-
dro que fossem de lanlernas de boca de si-
tie por si so ou com as mesmas lanternas; na
rua Nova n. 55.
^. Compra-se urna geografa de Urc ulu ;
quem tiver annuncie.
Compra-se cera de carnahuba ; quem
tiver annuncie.
= Compra-se um cavallo que tenha bons
andares; na rua Ilircila n. 10.
as Compra-se urna mulata de 16 annos,
que seja de bonita figura e prendada que
he para fora da provincia ; quem a tiver an-
nuncie.
-a Compro-se6cadeiras em meio uso de
palhinha ou mesmo de pao; na rua do Ca-
huga n. 4.
Vendas
Vendem-se garrafes de vidro desempaca-
dos ; na rua Nova n. 55.
Vende-se urna escrava recolhida de 18
annos, com principios de engommar : na rua
do Hospicio n 21.
Vende-se urna escrava que engomma,
ecose, eoulraditade bonita figura; na rua
Velha n. 66.
Vendem-se algumas espadas prateadas
com roca dourada muito ricas para ofliciaes
superiores da guarda Nacional; na rua daCru/
n. 7 primeiro andar.
= \ ende-se urna morada de casa terrea por
508000 rs em chaos proprios nos A (Toga-
dos sita na rua de S. Miguel n. 62, a tractar
na rua deS Hila n. 67
= Vende-se urna porcao de queijos do ser-
tao muito frescaes por preco commodo e
tambem se vende a relaibo ; na rua da Penha
venda n. 33.
Vendem-se pannos verde, azul cor de
pinhao e preto por preco barato panno de
algodao da trra cm grandes e pequeas por-
coei a 210 a vara e um banheirode folha em
bom uso c pintado de novo com seu com-
petente cilindro; na rua do Crespo, loja n. 23.
= Venoem-se bichas boas ebegadas a pou-
co de Hamhurgo, em grandes e pequeas por-
ees, e tambem se vio applicar; na rua da
Cruz do fiecife n. 43, defronte do beco do Por-
to das canoas.
Vende-se uma estnte-commoda de lou-
ro boa para padre ou cstudante, que quei-
ra ter seus livros bem arranjados; na rua do
Nogueira n. 13.
Vendem-se um escravo de todo o serv-
co; dous moleques de 12 a 14 annos; duas
escravas muito mocas de todo oservico ; urna
negrinha e urna molalinha de 12 annos ; urna
cadeirnha de bracos com muito pouco uso ,
dourada e forrada de boa seda por commo-
do preco: na rua do Fogo ao p do Rozario
n. 8.
Vendem-se cartas de syllahas e palavras
em lettra redonda contendo duas de manu-
scrita e alguns conselhos moraes a 80 rs. ;
taboadas contendo algumas definicesarithme-
oas moe-
das do Brasil, e o meio fcil de as reducir a
algarismos, e estes a moeda ; c.onta Romana
e noedes sobre a naturnza dos nmeros e suas
diferentes especies a 80 rs. ; estes dous exem-
plares tornio-se uteis aos meninos, pela boa
maneira com que Torio redigidos havendo
a necessaria appicacao e diarios exercicios ,
como convem a urna escola bem repartida em
scus trabalhos : na rua do Nogueira n. 13.
V Vendem-se por preco muito em conta as
seguintes obras; Vctor ou o Menino da Selva,
4 v. ; historia do Brasil 6 v. ; dita do Por-
tugal 3 v. dita de Honriqueta de Orleans ,
1 v. ; a Estrangeira lv. ; noites de Young ,
1 v. ; Bocage 1 v. ; noticias Prolngeticas so-
bre as dores de Maria Santissima 1 v. ; no-
vclla galante 1 v. ; contos de Mogol 1 v. ;
Telemaco em portuguez, 2 v. ; Retiro Espi-
ritual 1 v. ; tartas sobre a educacao 1 v. ;
e mais diversas obras de bom gosto; papel pau-
tado para msica e urna estante de Jacaranda
miiito rica para msica e moderna ; na rua
da Conceioao da Boa-vista n. 26.
Vende -se urna marqueza de condur e
meiu dutia de cadeiras de Jacaranda em bom
estado ; na rua de Hortas n. 36.
= Vende-se um bom violao por preco
commodo ; na rua do Queimado n. 29.
Vende-se um terreno alagado na rua do
Hospicio com parte atterrado com algumas
plantas ; urna casa com viveiro, Taz frente
para a rua da Aurora e para o Hospicio, vende-
se cm conta ou a praso com boas firmas, ou
troca-se por predios: na travessa das Cruzes
n. 8.
Vendem-se dous meios toneis de madei-
ra de carvalho, arquiados de ferro e eitos
na America, muito proprios para deposito de
qualquer liquido por serem novos; na pra-
ca da Independencia n. 3.
Vendem-se urna commoda de amarello,
urna cama de angico urna marqueza de Jaca-
randa um cabide, um tocador urna mesa
com 5 palmos e 3 ditos de largo tudo em
bom estado e por preco commodo ; na rua
estreita do Rozario n. 32.
Vende-se urna escrava de naci de 25
annos ptima para todo o servico ou troca-
se por um moleque ou preto ; e familia de
mandioca a 3200 o alqueire da medida velha :
na rua da Praia n 27.
Vende-se carne doserlo muito gorda a
200 rs. ch-i a 2400 queijos do sertio com
10 libras a 2400 e de 6 a 1800, e de 10 a 2400
cada um vinho de labrodio sem composicio
algum a 1440 a caada ; na praca da Boa-vis-
ta n. 14.
= Na loja de livros no arco da Conceicao
de Recio ha para vender colleccio de traslados
para meninas quealmda moralidade do as
sumpto, ser propria do sexo sio circulados
de molduras por ondeas meninas aprendem a
faier bordados lavarinto, a p .nto de marca.
Vendem-se selins elsticos nglezes ene-
jados agora estribos de metal branco ditos
ile ac com mola selins inglezes e francezes
para monlaria de senhora bezerro de lustro
para calcado. espadas prateadas com roca p
sem ella talinsde todas as qualidades cana-
nas para ca\ aliara eeacador bandas ricas do
Rio de Janeiro ditas fetas no paiz ditas po-
ra sargento barretinas prompfas para eaval-
laria einfantaria por menos pro o do qup em
outra parte ; na rua Nova loja de Antonio Fer-
r-ira da Costa Praga ns 20 e 28 defronte -'a
Ln ja da Conceicao dos militares
^ ende-se o muito velleiro brigue-escuna
americano Virginia Trader forrado e encavi-
Ihado de cobre, e prompto a seguir viagem para
qualquer parte; os pretendentes dirijao-se aos
consignatarios Matheus Austin &C, na rua
do Trapiche Novo n. 18.
= Vende-se una mulata de 20 annos, en-
zomma, cose, e co/inha, he recolhida, e pti-
ma para murnbanda ; urna escrava de naci ,
com as mesmas habilidades ; um moleque de
naci que entende do plantacoes ; na rua
Dircita n. 3.
Vendem-se redes de superior qualidade ,
leitas no Maranhao por preco commodo : na
rua da Conceicao da Boa-vista n. 26.
= Vende-se um bengala de unieorne ver-
dadeiro est prompta e encastoada de prata ;
na rua do Cabug loja de miudeas junto da do
Sr. Bandeira.
Vendem-se 6 terrenos na Capunga cada
um com 300 palmos de frente e 500 de fundo,
sendo dous com frente para o rio : a tractar na
no mesmo lugar no sitio do Dr. Antonio de
Araujo Ferrcira Jacobina.
== Vende-se um methodo de rebeca com
muito boas msicas ; na rua da Cruz o. 37 ,
segundo andar
Vende-se muito boa farinha de tapioca
do Maranhao a 80 rs. e em arroba a 1920;
no patio do Carmo n. 1.
Vende-se por precisao um escravo de
Angola : na rua das 5 pontas n. 160.
Vende-se por preco commodo um ca-
vallo castanho de bonita figura e bom es-
tradeiro de baixoa meio ; na praca da Boa-
vista n. 20.
No deposito de assucar refinado, esta-
belecido junto ao arco de S. Anlonio, em Tren-
te do caes do Collegio ba para vender assucar
refinado segundo o novo systema de fbrica-
ci pelo qual se extrae a potassa o cal, dei-
xando-se-o no seu estado de pureza ; sendo o-
preco da libra do de primeira serte e em pies.
160 rs. e o do segunda e terecira em p ,.
a 120, rs.
= Vendem-se esteiras finas da India para
Torrar salas cha isson a 2240 ; na rua da Ca-
deia velha n. 31.
Vende-se vinho de Bordeaux, dito do
Langlade em barris e garrafas, Cbampanhe ,
Muscatel cognac licores finos de Bordeaux
e de Marseile. absintho, azeitedoce superior em
caixa- conservas surtidas frutas da Europa ,
confeilos com calda tudo chegado no ultimo
navio por preco mais commodo possivel; na
rua N va botequim francez n. 69.
Vende-so alguns sitios a margem do rio
Capibaribe trras do engenho da Torre livres
e desembaracados; no atierro da Boa-vista
n. 22.
Vende-se urna lancha propria para qual-
quer barca ou briguo por ser de boa cons-
truccao, e com pouco uso, com o fundo de
amarello roda quilba, cadaste e chainas-
seiras de sicupira e novo de dous remos, urna
ancora de Trro com sepo de pao, de 14 a 16
quintaes de muito boa qualidade de ferro ,
tor ter sido ja espenmenta Jo; em Fora de Por-
tas rua do Pilar n. 137.
= N ende-se urna commoda de amarello
usada urna geometra e Arithmetica de La-
croix urna flauta de bomba com variacoes em
msica e tambem algumas msicas de Igreja
como missa officio tudo por preco commodo;
na rua do Cotovello n. 36 das 6 as 8 horas
da rnarihaa.
Vendem-se chitas encarnadas com flores
arnarellas a 7600 e 200 rs. o covado pecas
de caca propria para cortinados com 8 varas e
meia a 1600, ditas de bretanha de 6 varas a
1280, cassas pintadas de di lie rentes cores ,
a 160, chitas com (lores a 200 rs. pecas de
liretanhas com 15 varas a 2V00 lustes bran-
coS com flores dito pintado a 400, veludo la-
vrado com algum mofou 1600, gana de se-
da com flores a 200 rs. lencos de gaica lisos a
240, chitas para cubera de assenlo escuro a
140, e mais finas a 160, chapeos de seda pa-
ra meninos a 32o ditos do sol com avaria a
640, chales de chitado asseuto escuro a 480,
dito- do cassa lavrados a 320. pecas de pani-
nho fino com 17 varas a 5000 o a 320 a vara ,
corles de cassa pintada para vestidos a 2400 ,
e outras muitas fa/endas por proco commodo;
na rua Ja Cadeia velha loja n. 6!.
= Vcndcm-se botins de bezerro borze-
guins para homern senhora e meninas gas-
piados c de pona de lustro sapalos do todas
as qualidades para homem senhora e menino ,
e de urna e duas solas; na rua da Madre de
Dos n. 28.
Escravos fiigrios.
vslo. ws pesos e meamos
Manoel Alvos Guerra na rua do Vigario
n. 3 vende taxas de f ;rro batido e coado de
todos os tamanbos, por preco muito barato,
e travs de madeira superior de 36 a 50 pal-
mos e de 7 a 10 pollegadas de grossura.
Vendem-se rutim de superior qualida-
de para assento de palhinha charutos da Ra-
bia ;'e superior qualidade em grandes e pe-
quenas porcoes. por preco commodo; na rua do
Trapichen. 19, casa de J. O. Elster.
Vendem-se bons couros de onca curti-
dos ; e duas canoas; na rua da Guia n. 31.
Vende-se urna preta perita cozinheira ,
e engommadera para lora da provincia : na
rua do Collegio n. 16.
= Vendem-se 16 bestas gordas e novas, fi-
Ihas do pasto e mnitn l.nas de roda p; juu
Nova n. 67.
Nodia 6 do corrente desappareceo um
moleuuede nome Pedro, de naci Angola,
de 14 annos estatura baixa corn um signa
na parte direita do rosto muito negro e com
cabello levou vestido calcas e camisa de al-
godio branco ; quem o pegar leve a rua da
lingoeta venda de Bernardo Boque, n. 5.
= No da 5 do corrente desappareceo de
bordo do Patacho S. Domingos capilio Ma-
noel Antonio dos "antos um escravo de nome
Joaquim de naci Mina estatura regular ,
rosto redondo com 3 (albos em cada fee ,
e mascando continuadamente, vestido com
camisa e calcas dn zuarte azul, e chapeo de pa-
Iha ; quem o aprehender levo a casa de Gaudi-
no \gostinreo de Barros na pracinha do Corpo
Sanio n. 66 ou a bordo do dito patacho Ain-
diado defronte da Lingoeta.
Rbcifb: wa Typ. de M, F. oe Fauia, = 18


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