Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05016


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Full Text
Anno de 1843. Segunda Fera 31
de Jtilho
Tudo agora depende de noi mearao; di H< tinuemos como principiamos, e aeremos a|iuina'tt>a coin .doma a rqlre as "Nac;,"*, maig
cultea. ( Prodimig.io da As.emblea Giral do Brasil.)"
-----------------------------,-------------------------
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES
Goiinni, e Parahvba, e^umUs e eilil fcir. Hio Grandu do l\ re, quintal feirai.
lioniloe Garanliuiis, a !' e 24.
Cabo Sennli ieni. Kio formoio 0 .rio Cairo, MaoeitY e Alacia* no 1 H eJl.
Uoa-riitae floreaa ,i 2S. Santo Vatio qaittiw eirai Olmdi todoa 01 diai,
DAS D\ SEMANA.
31 Seg. a. Irnacio de Lorola Fundador. Aud do J de D. da J. i.
J Terg a. I'ed o V "fncala al. Aud. do J. de D. di 3. T.
Quart N 3ra rl njos ud do J. de I), da 1 r.
Uuiat. a, HermiU-i M Aud do J. de D. da t.
Sai. a. A istarc. B. Ni Aud do J. de U da i. V.
Sab. N Sr. d Neres. Ral. *od do J. de D. da 4 t.
Ilota. Traa.fi;o agio de Ghriito.
?
3
4
5
6
Anno XfX. N. 163.
~-m aiaWi\.waa*B>Ba
O Duain publica-aeliiil.noa diaq'ieno bmaj S niifi-adiw: o ata da aeiiR*ara
de iros mil rea por q inel ovos ediMladea Ot annni.-ioi doa .luraantai '"' tntrr\' _
gran* ui do que u io tiren 'i Mu do tiren p Ii.i'i A reclama (a* deren aer iri-
gidae a eslaTiu ruadjj Crurr N. '*, ou |>rag. ra lu.leueiideucia loj.de lirros X. >
CAalliusNo da .'J de Julho
Cambio aobra Londraa Jo. O, au-Moe.la da o,a(JU V.
Paria i- o rea por (raneo. N,
Lieba Ul) portUOdepriauo da 4,'JUO
PiaTa-Piici
M. da <" oobie l por canto. a Peina i. numnarte
1 u 1'HASE.S DA LA 1\0 HEZ DE JU SIO.
Loa Cheia i 11. a 2 horaa >< ".da larde I l.ua ora J7, aa 3 i rea a ?3 da
Quan.nung. i l9, ai lloaras' 22 4, m | Joan creu.a 4, aa boraa e 45 da urda.
compra
|6 HM
16JJ
y .00
i. u
l,iM
l,Md
renda.
-7.000
y 4oo
i 1M0
i i>
l.MQ
Preamar de huje.
ihoraeaSia. di urda.
PARTE OFFICUL.
Th *sotiririi di FazPirLi.
riXPKDItCTR DE 12 HO COMIENTE.
Quicio Ao Exm. Presidente da provincia ,
informando o requeriinento do Jos Fernandos
Eiras, em que p'lio or aforamentoos Ierren'*
demarinha ns. 33 o 31, na ra da Florentina
di'sta trida le
Dito Ao mismo Exm. Sr., dem de Horcu-
lann Al ves da Silva, ai quepo fio liceuca par
transferir Josu de Jess J.irdim, terreno de
in.irinh.i n. 10r, no lugir do Fura di Portas .
que Ihe fui concedido por titul-i do atoratncnlo
perpetuo.
Dito Aomosm Exm. Sr., informando so-
bre a incompetencia do reeiho do pretdoclarim
d> esquadra da guarda nacional do Pao do
Alho.
Ditp Ao mosmo Exm. Sr., dem o reque-
riment do Joo I) innelly em que pe lio por a-
orameiito o torren i do marinha em lugar de
Fra do Portas, do quo se acha do posse, ja me-
dido e avallado.
Hito Ao administrador da mesa do consu-
lado devolvendo algumas tlnvi las propostas ,
sobre a esoripturacao das despesas daquella re-
parlicaS, do anno flnanceiro prximamente
lindo.
dem no ni a 13.
Olicio Aos agentes do Brasil em Londres .
participando, que devendo o briffue invtea Li-
ma, que segua para Liverpool, cmn encala po-
la Parahiba do Norte, onde hia receber o sen
carren..nn'iito, levar la linn da ini'sma provin-
c liOO i 700 tarcas de aUodao por conta das
remessas deieiminadas pelas ord.msdo tribunal
do ihesouro publico nacional deslo imperio,
hotivessede proceder em tempo ao cumpelenli*
seguro.
idkm no ni a ti.
OfllcioAo inspector da th -souraria dos ren-
das provinciaes das Alaa^as, remetiendo a cori-
ta crrente entre osla, e aquella lliesourariu, at
o lim de junbo precedente
Dito Ao agente da dita thesouraria, disen-
do em rosposta ao seu ollcio de 7 d<> corrale ,
que nesta data remiiltfa ao resp'-ctivo inspector
a conta correte, deque Irjta o precedente of-
flcio.
Dito Ao contador da thesouraria, dando
vanas proiidencias sobro o meio sold, uuees-
to perebendo as viuvas, (lillas solleiras e li-
llios menores de 18anuos dos ollitiaes relorina-
dosna conlorinidade do uhara de 16 de djsein-
brode 171)0, e leis respectivas.
Dito Ao mesiiio, remoliendo para sua in-
tclligem-ia e execuciio na patio que Ihe tocar,
a tabella uue m rcou o quantdalno, que so
devo despender coin o'arsenal de marraba, no
crreme txercicio.
idkm do da 15.
Officio Ao Exm. Presidente da provin da,
informando o .equeruneido de i). Clara Melqua-
des do Curmo Porlolia, sobro a prestado que
Jilo deixmi nesta provincia seu marido ucirur-
giad Melquiades actualmente em servicu na do
Hio Grande do Norte.
Diio Ao contador da thesouraria comas
copias dos oillcios do Exm. Presidente da pro-
vincia, que demittio os promotores pblicos
dos termos do Olinda e luarass e da comar-
ca do Bonito, o nomuou esto para os daquelie.
EXTERIOR.
REPBLICA DO URUGUAY.
Montevideo, 23 dejunho.
____Tendo o encarregadu do i.eiiociosdo Bra-
sil Regs dirigido una reclamaad ao fforerno
oriental contra o suque dado pelas tripulacoes
da.- lanchas com nandadas porliaribalui na ca-
sa de um Brasileiro deu-so (aribaldi por ul-
fendido e diri-'io-se i legaead biasleira ve.-ti-
do paisana e propoz um desafio ao Sr. Re-
gis o qual r-acoSou acceilar e nesta clrcums-
tancia lrocaiao-se de parle a parte palavras in-
ultuosas, como pirata ecobaiue.
Aconteceu IM0 ao dia _'l to torrente, eoSr.
Regis i-xijto inmediatamente una saiislata do
governo oriental em lermos que, na nimba opi
na atbo demasiadamente fortes. Exigi u
Sr. Uegis a deuiisaati u (iuribalui do posto de
coronel da repblica, o em Post-Scriptwn o
seu banimonto, consorvando-so om cu-sto lia at
*n lito elTfet'uar, edouao s?overno Oriental o
pras para a respost. ateas 1 horas da tardo ,
ommunicando qtiehavia de embarcar-so a cssu
h >ra com o cnsul geral do imperio, se a nao
Mvesse recnbido. As 3 horas e 20 minutos um
rodante do governo dirigi-so le^aco brasi-
'eirao disseao Sr. Ron-is, quo a rosp>sta estava-
m fa*ondo o que nao" po lia tardar. Rospon leu o
ir. RogU qu i nao mudar a do resolucio, o, co-
no at As i h')ra< da tardo naS tivosse chegado
i rosposta lwco, o nbarcoii-so para borlo
lo briguc Imperial Pedro com o archivo da le-
sac.no.
As 5 horas recebou o Sr. Rogis a rosposta do
governo oriental na qual se nega a satisfaeao
nm tor'iio em quo oi exigida por considerar
governo o desacato de Garibaldi como caso in-
lividual, digno do lastima som duvida mas
io qual nao havia elle tonc.iona lo desacatar o
carcter dtplo^inatico dincarrogado brasileiro,
o olTerecendo como satisfaeao a prisao di Gari-
laldi, ea doclaragao publica pola fin prensa do
pie Garibaldi nao prelelora desacatar ocarac-
t'-r diplomtico do ^ncarrogado brasileiro. Com
elTeito, aribaldi recolheu-se proso a bordo da
lancha do seu co limando.
O Sr. Regis responden, insistindo pela sa-
tisfaeao previamente exigida, djsendo que, Ion-
io sido procurado na legaco brasileira como
encarregado de negocios do Brasil, por ter re-
clamado contra um saque dado pelas guarnicoes
das lanchas da repblica ao mando do Garibaldi
oshons de um sub lito do imperio, e tendo si-
do nesta oerasiao insultado a sanuue fri e com
pormedilacno.existo grave injuria irrogada ao seu
carador publico. Conciuiodisondoque, a se ne-
gar a s.itislaco exigida reclamava os sous
passa portes.
O governo oriental dirigi entaS aoSr. Regis
una extensa nota, na qual procurou mostrar,
que a nflnsa foi toda individual. Nesta nota o
ministro oriental queixa-se. com muita niode-
racao de que o encarregado brasileiro flxasse
nina satisacciio exorbitante, marcando o praso
imnrorogavel de breves horas, eembareando-se
estrepitosamente antes do nuvirexplieueAn algu
ma. Manifest o desojo de continuar as relacos
amiiaveis ; diz que o governo fez quanto onten-
deu ne justica dever fazor, que, se maisselhe
demonstrar quoileve faser mais farA; o que
entretanto propde que o a franjo deste negocio
so relira ao que for acordado entro o gabinete
imperial c o Sr. Magarinos, ou entre o gover.m
orintale O Sr. Cansansa, volvendo todava n
Sr. Begis a occuo^r 0 seu posto at final tle. isa
da queslafl. A esta nota (que quasi chamarci
humilde) acompantia um requer ment do -uri-
baldi preso no qual dinque desaliara o Sr. Regis,
poique se julgara por elle injuriado ; que esto
re usando o desalio o tratara do pirata o o a-
meaeara do manda-lo por fura do casa por mus
criados ; auoenlao ret'rquira com vehemencia
com a palavra cobarde expressa cji< valor
dea a disoriyao de quem a recebe; protesta qui-
nao leve nem levemente em vista faltar ao res-
peilo ou consideracao devidn ao ministerio pu-
blico do Sr. Regis, e que repeita tanto, quan-
to deve, o governo imperial e aos seos mi-
nistros
Km outra nn(a, em resposta, insisti o en-
carregado brasileiro pelos seus passaportes, quo
Ihe lorSo negados, declaran lo o governo orien-
tal que delles nao precisa o Sr. Regis por se ll-
enar a bordo do um vaso de guerra brasiLiro, e
por tanto fra do tenit rio oriental.
As cousas permanecen, neste estado, e este
obiquinho de obra com quo oSr. Cansanso
km de haver-se sua chegada.
OSr Regs nao ha de ceder porque entende
que o decoro do governo imperial f >i olTen litio.
Vlemdisso retirou-sea bordo por se nao adiar
seguro em tena depois das ameacas de Gari-
baldi (Carta particular.)
(Jornal do Commercio.)
i..... .1 ------------ i ---------1
te na Costa do Arroio Santa \taria Chico, entre
o bravo tonento-coroncl Francisco Pedro do A-
brou a frente de LIO pracas do S. corpo do ca-
vallaria e 56 d 6 "contra 5:)D rebeldes capi-
taneados pelos caudillos Joiio \nlonio, Por-
tinho Ismiol o Motta, sem iiuvida ornis
brilhante dos numerosos feitos do armas que
esto dislindo o'li -i.il ten praticado na sua glo-
riosa carreira militar Constando-mo que Por-
(jnbo o Ismael com pouco mais do com bomens
so achavfio acamoatlos cerca das caliecoiras do
Arroio Santa Maria Chico e que caso po-
dessein sor sorprendidos fcil seria batn-los ,
porque se achavao distantes de Joo Antonio ,
nentn-coronel Abren n aos seus companhelros
no combate; tenenl.'Joao Machado Moieira. al-
feros Polycarpo Jos Ma hado e Jos Rodiiguos,
beni como as de mais pracas que fora insepa-
raveis do stu Abeto, a bravura e deno.lo quo nol-
le dospregaro con'ra firras quatfl) vezes maio-
res, sem perderemum palmo de terreno por es-
pac > do uialsd" 8 h iras; e or leo a mosmo Sr.
lonente-coronel que on re os bravos ofTiciaes do
corpo sob seu commindo me proponha os mais
dignos de preencherem as vagas que deixara os
valento eapilaes morios nesso da no campo df
balalha.Itarade Carias.
Porto Alegre, 30 dejunho.
Cartas do exercito (llegadas no dia 27 e 28
contad o seguinte, e sua oxactida por nos as-
seu principal chote, orden.,, ao atado tenenle SC!?(irada nosS()S WtolWi
INTERIOR.
S. PEDRO DO SUJ,.
COMBATE DO AB.R010 DE SaNTA MARA CHICO.
Ouaitel general do commando em chele do
exercilo na estancia do Barrlo, 24 dejunho
de 1813.
r0RDEM DO DA N. 57.
O coinbatequo tete lugar no dia 8 do corren-
coronel Francisco Pedro que com a forea cima
unmcioniila procurass< bem desempenhar se-
molhanto empresa. Com ofleito na noilc de
(i tiesto mez ello parti do acampamento em
que nos achavamos juntos ao p sso do D. l*o-
drito ; marchou o contramarchou quasi toda
ossa noite e conseguio emiioscar-se a meia le-
gua do distancia alo campo rebelde som que
losso presentido por ellos : ah passou todo o
dia 7 e As 11 horas do dia 8 carregou sobre
o inimigo; porm al em consetpiencia da
distancia e do mo estad > dos nossos cnvallos ,
tove lempo para formar-se e tentar oppr-se ao
ataque dos nossos bravos ; mas tudo foi halda-
do; nossas forcas obrigriio os rebeltles a atra-
vesar o Arroio e entrando om seu campo se
apoderaran de 1 W eavallos inuitos arreios ,
toda a hagagom do inculcado general Joiio An
tonio onde foi encontrada a correspondencia
tiesto coin os seus partidistas polticos a
qual .noslra exuboranlooionlo o estado de des-
moraliscao o intriga que entre ellos existem.
Os rebeldes passado o primeiro inomenlo
de (error vendo o pequeo numero de nossos
soldados em relacao ao delles por sso que
urna hora antes casualmente Joo Antonio se
lbe> h.iviii reunitlo com mais 400 hnmens. re-
pissrao o .\noio um pouco mus cima e car-
regariio sob;.tjsnossos,
O 1." osquidh'ro de carabinoiios do mando
lio deslemido capilo SeverintT'fez lirecha nos
esquadroes iniIigos mas lortdo a'juello -api-
tao ficadoa p logo no principio do combato,
por ler sido ferido seu cavallo s iilgum lem-
po depois podo conseguir apossar-se de oulro ,
esendo-lhe enlao impoisivol rounir-se a mais
lorca clianioii junio a si os fondos e aquel-
los dous soldados do mesmo esquadro que em
eonsequencifl de sua intrepidez se achavao
i o lados da forca principal e com ellos om
numero do 42 marchou para o acampamento
em que soachava o exercil a coinmunicar-ine
o acontecido.
No entretanto o denodado tenenle coronel
l'rancttco Pedro j fer.do na cabeea e n mo
di relia pelejaVa contra forcas quadruplas e
espalhava a morte e o tenor no meio das lileirns
rebeldes podendo, apozar da superioridude nu-
mrica g-'iih.ir |iti>iiao vanlijosa em una casa
junto ao Arroio, onde, tendo um dos seus
llancos colierto por um muro de podra re-
cbaco todas as cargas que o inimigo ousou fa-
zer-lhe e lenndo-lhc com os catadores do 6.
corpo que >o liavio apeado, ciescido numero
de homons, eassim se conservou at que che-
gasso o 2. batalhao do catadores que por
prevoncao eu havia feilo marchar naquolla di-
recfio o quo obrigou o inimigo a por-se em
precipitada, luga.
Dezenove cadveres de rebeldes cinco dos
quues eraode oficiaes para mais de oitenta
feridos entre esses os cautlillios l'ortinho, que
me consta ja haver fallecido e o intitulado
major Molla que se acha gravemente ferido,
e acuna de com extraviados lorio os resulta-
dos de um combate no qual lodas as probabi-
lidades de (rumpho erao a lavor do inimigo.
Nos temos a lamci lar a perda tos bravos ea-
pilaes do 5.corpo de cavallaria Jul'0 Jos Vi-
auna e Jos Ferreira Soansquc inorrerio ma-
tando liem como a de sote prncas de pret, son-
do tres do 6." corpo da inesuia arma.
Aproveito esta occasiao pora louvar ao Sr. te-
(M rebeldes dep toa combate de 26 de malo
em Pon.-ho Verde, dosejan lo vingar a derrota
ali solTrida e animar com qualquer apparencia
de triuntpbo seus satellites forao atacar a for-
ca do coronel Arroda, composla do700 e tan-
tos homons; sua rhngada loj pido dilo coronel
receliida coin as formalidades do eslylo devidas
a tao altas personagens, quo na verdade bem as
dispensava : em consequ m ia disto tentara
por em sitio a mencionada forca, porem do no-
vo (liaran engaa os em seus planos, pols cho-
gnndoa divisao quo o Exm. general em choto
para ali tirilla mandado seguir, fugirao a car-
reira larga o de novo seguirn sua marcha en-
costados i linha das fr mloirus vindo na sua
retaguarda a mencionada dividi composta de
2,400homons, e segundo as disnosicoes que
ha fciloo Exm. Sr. bario de Caxias pareca i-
nevitavol um novo combato al o lim deste mez,
mi principio no segu rito. Que atropellados nao
andavao os inft lisos rebeldes! Dest.T'sorlo nem
lempo ellos (em para faser suas proclamaces !!
Ellos siin p ocisas !
O valento e mais que valente lenente-coro-
nel Francisco Pedro de Abreu que la* taro se
torna por sous muit .s o relevantes s rvicos e
boje al admlravel pelo hertiicu leiio do armas
em I. Petirilo, contina a obter inellioramon-
los das honrosas (ondas com lauta loragein re*
iebnlas em dolosa da le.alidade: seguniiodisem
os lacullativos, dentode um me/, puder de no-
vo cmpuiiliai as armas o coiiiuiuor seus u ilis-
siinus liablhos a prol da pa< a ti aca da pro-
vincia. (Commercio.)
i de julho.
Reinetto-lho copia da ordein do dia que rela-
ta o combato do Arroio Santa Maria Chico, mido
una grande vautagem mais obleve a iegalidade
ubre a rebelda, conde ovlente e distinto
Francisco Pedro, ganiiamlo novos louros ad-
quiri taiiibcm novos ttulos ao reconlieciinonto
nacional, louho visto c.rtas de olliciaes supe-
riores do exeicto em data de 10 o -Si dejunho;
dellas se v que, leudo o eneral om chele man-
dado o coronel Anuda ocrupar Algrete, e lo-
mar conla dos ariigos bellicos al tleixados pe-
leSrebeldes, levantlo una loiya de 200 caval-
loiros. e o sexto balalbo de, cacado.es, poz
i'anavairo sitio auuollo coronel com 1,000 ho-
inens, onliando ueste numero 200 iulunt.s
nioS, approxinian lo-se.o brigadeiro Bento Ma-
nuel tom asegunda divisao, retia.a-se os re-
beltles, soguinuo-os a mencionada divisao, o
espeiava-se w li- ia do alguuia nova accao pois
que il.afstorcas rebeldes procuravao unir-so a
i"auavarro.
A 22 de junho tinha o bara recebido um re-
torvo dccavulliada vindo do Kslado Oriental, e
corra quo retebera ao mesmo lempo coinmuni-
t atos de Fru Mo coin protestos de seus ardentos
votos pela prosperidude do imperio.
FrauciM-o Pedio acbava-so quasi pcrletamen-
lo reslabelocido, e os rebeldes Portuibo e Motta
t^ra fallecidos. As cartas a que alludo notao
que a ordein do da que Ihe remello, lingo de
ser exagorada dimioue o numero dos rebeldes
que entrarlo no con.bale do Arroio santa Ma-
na, pois sbese agora que era mais do 600,
: que tivorao acuna do 80 flidos, o 300 extra-
viados. Polo esamedt papis d^ J. ao Antonio
conheceu-se quo ha grande dtsiiitolligencia en-
tioos tauadhos pon que lramava-se entre (Ja-
navarro, Joao Antonio d outros a deposica
de Bento Gontalvese .Vello.
Nao fritad pois esperuntus de veimosem bre-
ve o termo a fatal lula: neos u traga, com el-
le a cura da republicouiania entre no. Ji houve
quem peisonaltsasse a repblica, e acompaias-
>e a D 'Guisote cstabelecendo o simile em que
de ambas as paites lia valenta c gcneros.du.Ue;


B
mas tambero a triste mana de atacar tudo, moi-
nhos de vento, odr;s, principio monarchioo,
lees conductores de lodos, corrcntus dogales,
ministros, rebanhos de carneiros sonadores |
deputados, tuto quanto eneontra em son ca-
minho. .toando a repblica nao esta embasba-
cada de amor pela libflrdade e pela hiiiuni lu-
de preciso que urlgue, que ataque exicta-
mentocim > seu similhanlo. que em honra e
lo ivor da sua princesa, puuha a lia lauca em
ristre, e Rosslnante entre as pamas, Sempra
que nao vira va ftamhntai, on fasia outras extra-
va.'an-ias. J). Q.|Kto honvera poli lo causar
desgracaa, a rupubllca tem a 4ot casalo: ms-aqni urna dissimiihanca: mas un
e nutro fallavaotao se.batnente como qialquer
outro em assumptosque nao fos-em tocar na
corda enferma* e com > I). Q lixote alfln curou-
o esperemos que um dia vira que junte a his-
toria do partido ata ultima feliz similitudecom
historiado hero da Mancha. Amen, amen:
j e teiupo que os nossos maniacos se conessem
prrepeadidns, e contricin prmne'tn emenda
parasempre. (Carla particular.)
Rio Grande, 5 de julho.
-----O commandant.; da divisad naval de S
Gonealo participa para aqui quesoubepor um
canal seguro quo em loirapuitam o barao de
Caxias ou Rento Manuel derrotara completa-
mente a Canavurro e Netlo. Seassim, ett lu-
do concluido.
Naoa vejo deimpossivol nesta noticia. Sabe-
ae qu! o coronel Amida frente de-200 (-avl-
lenos e o sexto batalhn de caladores esta va coi
Abrete sitiado por Canavarro com 2,0 >0 ho-
iiens, quandn chegou ali Bento Manoel com a
segunda divisad, e retirario-seos rebeldes, per-
seoitido-os a secunda divisao. Ora, o Ibira-
puain pasta porto de Algrete, e pode mullo
bein ser que oliliouvesse adunia ceo dicisi-
va; veremos. Cuido que nesie invern estar
lato concluido, porque (iracas a leos \) ja aqui
so buya, apesar dos rigores da eslaeao mver-
0Sa- (dem.)
5. PAULO.
S Paulo, 20 de julho.
.... Tiu'inos aqu um descosto no da de
Cnrpo de Dos produzido pela audacia de o-
t.ul..iitcs ilesordeiros no ibeatro. Nota-se que h
lempos ando elles atrev.los em lodosos lugares
em que se reunem capitaneados pelo lilho (
Snr Marlim Francisco, talvez dirigidos por
alguma man oeculla para apalparen! o campo.
Nos divertiincntos de cavallinhos que tem havi-
do apparerer&o excessos taes, que obrigou o
presidente a reprohendoi-os e agora parece
que forao de proposito no thealro provocar para
arlicofarem com ello, como fzerfio. O mo-
l m fol de t I gravidade que o chele de polica
interino l)r Joio Carlos vo-se ohrigado a man-
dar prender o< cabefas que erao ento o dito
llho do Snr, Marlim Francisco e um Tristao .
fiiho do vtsconde do Ro Vermelho. Urna por-
fo deestudantes ez resistencia ef-i preciso
que o presidente descesse para baixo para fa/er
euinprir a ordem ; e enlio a assuada tornou-se
Msnstudora para as familias, porque pulaviin
os desordeiros pelos camarotes; e quando se
SUppunha que era para se evadirem pjo con-
trario Coi para se amotinaron no pateo com gri-
taras injuriosas ao presidente e por fm as
sentaran uns 30 de requisitarcm a soltura dos
lousou a pristo (ainliem delles, e foro todos
para a cadeia. No dia aeguinto anda forao nl-
guns em ar de visita que quisorao ficar e por
tanto estilo na cadeia unsquarenta estudantcs.
lloiilcm lcava-se de principiar o procojgo
Algunsdos que |. esliio sao milito pacatos ; mas
iioiu i|ue lamhciii leveni nina pequea liciio ,
para que fiquem saliendo que estiio aqui para
Cktuddrcm e nao para se metlerem em desor-
dena. (Carla articular.)
Heluco offirial da assuada dos estiidai.tes
lllm. e Exm. snr Tendo rerebido a
poitara de V. Es em data de 17 oo torrente,
em que ordena informe os excessos commetti-
o -por alguns esludanies no theatro publico
desta eidade em a noute de 1S d( ste mez e ao
liiesino lempo remella urna lista dos que por tal
motivo lorio presos cuinpre-nie responder n
V. El, que motivos particulares tendo-me im-
pedido de comparecer no thealro cedo como
era do meu dever, nao preseneiei o primeiros
ex. e-sos coiiiiiietlidos por alguns estudantea na-
quelle recinto ; mas sendo informado de que
a pl.ila achava-se tumultuosa descomedida e
turbulenta, inmediatamentesegu pira o thea-
tro e lz entrar para a platea qualro soldados com
ordem de a-er retir r aos que secompnrlassem
menos comeddament-. Com esta providencio
restahcleceu-se a ordem na platea mas por
pouto lempo ; e nao tardou nuiito jue nao co-
iiioc.ssciii os amotinadores a perturbar o soce-
go e ordem que ali deva reinar com novosex-
cessos. Eulfio vendo cu que o principal cau-
sador delles era o esludanle Viutim Francisco
Kibeiro de A mirada Jnior ordenei a um dos
guardas que all se a. hava que 0 l/esse retirar
il platea ; e romo recusasse obstinadamente
eumprir esta minba determinacao, mandei-o
prender, e rccolhcl-o A cadeia. Immediala-
sultos directos as authoridades. retirando-se [ pois o Governo faz mal em dizer aos eleitores
a platea em acomoanhainento ao estudante
preso, e tentando directamente tral-o da es-
colta que o cond-iua cadeia sen lo-me ain-
da necesario fi/.cr prender ao estudante Tristao
le tal Maneaos que naquella occasio irais se
di tinguin por suas irfvo.rtivas contra as mesmas
authoridades. Julgando ontto haver-se rosta-
belecdo o soce?o e ordem voltoi para o thea-
tro e nrdiiri (}ue se continuare o espectculo ;
mis, sen lo loqo inform lo do qun no pateo do'
inesmo theitre a<:hiva-se um grupo considera-
vel de estudantcs que descomedidamente recia-
invito a soltura dos d us presos e continua-
vio nos mes-nos, se nao mlio es insultos, man-
lei-os por tres vezes intimar que se dspersas-
som e com sempre obstinadamente o reeusas-
sm fi/.chegar a elles a forca que all tinha
minha dsposicao o os mandei conduzr pre-
sos com o que flcou perletamente restabeloci-
la a ordem do theatro Devo anda dizer a V.
Kx. que, com quanto eu nSo presenciasse os
tirimeiros excessos eommettidos na platea fui
informado do que forao extraordinarios e* que
at algum ,s familias recpmmendaveis forao all
indultadas. Sobre os nomos dos estofantes que
mandei prender reinetto por copia o olTicio que
lirigio-me o carofeiro-aobre esse > ssumpto:
delle ver V. Ex."q;ftl, anda depois do presos
e recolhdos a cadeia 'mostr entes. Finalmente cumpre-me communicar
a V. Ex queja ordenei a formadlo do proces-
so relativo aos mesmos estudantes pelos fac-
tos ocrorridos.
Dos guarde a V. Ex. S. Paulo 20 de u-
nho de 18H IHm. e Exm. Sr. coronel Joa-
quim Jo/e LuzdeSouza, presidente e com-
mandante das armas desta provincia. Joo
Carlos da *ilva Telles, juiz municip;
gadosupplente.
29 de unho.
.... O juiz municipal Dr. Joo Carlos ,
a ordem de quem cstavaft presos os estudantes
me fi/erao a assuada no theatro foi soltando
alguns dos que tinhao do depois ; e afinal fo-
rao badousdias, sol tos todos por habeas- cor-
pus do juiz de dreilo Mulhoes. Este negocio
'ai tendo m.'io despacho porque aopposicao
extrema tem tomado parte pelos estudantes para
combaten! presidente sendo o resultado fica-
rfim as authoridades enxovalhadas e os esludan
les m .is altanados porque nunca deixrao de
earoar das authoridades durante os de/, das que
passro nacadea.... {Carta particular.)
(Jornal do Commercio.)
pal e dele-
PERNANIBUCO.
Tribunal da Itclapo.
SESSA I>B 29nEJLH0 DE 18i3.
A appellacaS civel da terceira vara desta eida-
de appellanle Francisco Jos de Mello, appel-
ldaa irmandade deNossaSeuhora da Assump-
caoda Estancia, escrivao Jacomo; se mandou
descer ao juiso a quo para ser avaliada.
ItEPARTICO DA POLICA.
Pessoas despachadas nos das 27, 28, e 29.
P.i de Janeiro Bernardo preto escravo
do Dr. Jos llernardo Galvo Alcanforado;
\laria prela escrava de Maximiano Francisco
talNeves ; Graca Jos Antonia Luiza ,
pretas IV'arcelina parda escravas de Ma-
noel Jos Vianna.
Rio Grande do Sul Marcelina parda, es-
crava de Manoel Jos Vianna.
Ass Joo da Silva Loureiro Brasi-
lero.
LegitimacOes.
Cidade do Porlo Padre Manoel Alberto
Nogueira da Silva Portuguez.
Lisboa Jos Joaquim dos Santos Homem,
Portuguez.
quem sao os opposicionistas?Seos eleitores obo-
decem com essa facilidade ao Governo, por que
Ihes nao dara o Governo a lista dos que a rasao
pede quo sejao excluidos? Seja porem a cousa
justa ou injusta a verdade he que o Governo
se nao oceupou com isso, e que he unta calum-
nia mais que a opposicao assaca ao Governo da
Provincia. Sefllgunm do circulo gove nista o
fe/., olirou muito hem fez o que devia ; mas
o Presidente nein poda obstar esse procodimen-
to, e menos por elle ficar responsavel Querido
os opposicionislas que dispde boje da mprensa
da praia sem freio nem vergonha e nao cesso
de intrigar, e de insultar e calumniar os go-
vern stas que estes vissem impassiveis os ne-
gros tramas c iniquas perfidias de que sao vic-
timas, sem applcar-lhes algum antidoto, o me-
nor correctivo ? E todava a a patina e indifTercn-
ca se descobrem nelles, que nao a actividade e
interesse que Ihes cumpra desenvolvere tomar ;
e anda a opposicao se mostra agastada, e se fin-
ge cscandalisada pela mentira que ella mesma
urdi Conhecem pnrm todos o alvo a que a-
tiro os jornaes opposicionislas e a sua estra-
tegia reverter contra e'les mesmos. Conscia a
opp ise8o de.que he preciso ser menteeapto a
nao ostar obcecado pelo espirito departidoomais
furioso para esrolher os legisladores da pro-
vincia entre os redactores collahoradores a-
(enciailores e inpressores do Diario Novo ,
Guarda e Cometa assenlou que para mpingir
os seus candidatos aos eleitores de Pernambuco.
era necessario laucar m3o de alguma intriga e
alvitrou como melhor a do os apresentar ro
mo perseguidos pelo Governo. Coitadinhos!
E quo lista. Dos de misericordia! Pode al-
guem acreditar que o Exm. Presidente so po-
desse lemhrar que a opposicao que tantas no-
tabilidades apregoa contar em seu gremio, jul-
garia seus mais recommendaveis candidatos cor
as personagens incluidas nessa lista dos jornact
da opposigo ? E se para completar mpnns dos
dous tercos da Asscmhla a opposicao nao arhou
entre os seus correligionarios individuos que a-
presontassem algum titulo de recommendacao.
lancando maode nullidades a quem ella mesma
tem feito representar os mais indignos papis .
avaliem os Pernambucanns quem sero os qua-
torzo que devem prehencher a chapa opp isici-
onista. Desacreditar-se-ha a opposicao se A
o nao estivera s por esle facto e pensando
com urna calumnia fntil derrotar o Governo,
a si propria se derrotou : fique toda a provincia
saliendo quem sao os corifeos do Diario Novo,
do Guarda e do Cometa por sua propria con-
fissao equem os adoptar, quem oselegercar-
regue com as imprecaces do paiz e a vergonha
da escolha.
O brigue inglez William Pitt, chegado
sahliado a este porto deixou o Rio em paz no
dia 22.do corrente.
MARIO DE PERXAIBUCO.
No seguinte numero daremos os pormeno-
res do desastre da Baha.
Com mullicado.
RECOLONISAQO E OLIGARCHIA NO BRASIL.
O designio de conseguir um fim sem escolha
de nieios qual he fa/.pr calar na parte menos
culta da populacao sentimentos de desordem
anarebia desfigurando todos os factos e falsifi-
cando lodas as ideas recuma de cada pagina
do Indgena. A esse pensamento ainda nao foi
elle infiel desde que escreve ; mas em dous
pontos especialmente tem patentiado a cegue-
ra do seu espirito nao menos que as si.as pr-
fidas intences procurando demonstrar que
o Governo do Brasil alimenta esperance, e em-
prega meios de redusira nacao a estado de co
lonia e que a forma de seu re imen de mo-
narchico representativo, que era degenerou em
nsuportavel oligarchia.
Una penna mais hbil que a nossa j lez
ver os erros absurdos atravez dos quaes leve o
Indgena de marchar, quando quz denunciar
as tendencias do nosso Governo para a sonha-
da recolonisacao cabendo-nos somonte o gos-
to de consignai aqui alguns primores de lgica
do ruslicojornalista.com que sehouvc na ques-
Appnrerro solidado os jornaes da oppositSo
' Diario \ mo Guarda e Indgena) com um
artigo similhanle em que peitendendo fa/er
persuadir que o Exm. Presidente da Provin-
cia alm do haver espalhado urna chapa de
candidatos seus para a eleico provincial, tem to. Disse elle, que o Governo projecta a re-
mandado aos eleitores da provincia listas de op- colonisa( ao do Imperio porque sectario do
pasicionistas ordenando ou rogando diz o D. regresso o qual significando conforme todos
Voro) que nao votem nelles Muito conhecido os lixecographos volta ao antigo estado re-
he o sistema de calumniar e mentir adoptado vela o plano de a7er retrogradar a nacao ao es-
por esses jomaos para quo alguem de senso tado decolonia, em que o Brasil longo lempo gc-
po-sa acreditar o que elles asseverao soh sua u-, meo primeiro que go-asse do Idro de povo li-
nica palavra ; e persuadir-se de mais esta men- vre e independente. Aqui objtrtou o Communi-
tira rujo intuito alias as vistas menos perspi- cante do n. 125 desta folha que atenta a de-
cazos (em penetrado. E quando o Governo in- finico dos lexicographos nao era licito ao In-
dn-asse aos homens da sua poltica e credo os digena suppor na poltica pro ominante o pla-
individuos intensos a ella que nao podem ser no de recolonisar somonte o Brasil senao lam-
sulicontcmenle conhecidos no interior da fWO- iioni u de arrasial-o a rondieo de hordas sel-
Minia i cndalo que Ihe enxerjjao os jornaes da opposi- mas o Mt'gtna ,
tanta r..||0
y-
phos acode dizendo que o systema predomi-
nante nao aspira a tanto porque nao faz isto
conta aos regressstas, que s lucrSo eom a re-
colonisacao, e nao com o estado primitivo o
anti-social. Logo confessa o Indgena que a
poltica nacional nao segu o rigor dos diccio-
narios as ideas que liga ao principio de re-
gresso que tem adoptado c so pode a polti-
ca dominante no sentido do Indgena parar no
estado de colonia e nao ir adianto, cmhora pa-
ra mais longe chame a forca da palavra co-
mo extranha elle dizcr-so que oregressma
poltica do Brasil igualmente por um desvo do
sentido commum da palavra nao significa volta
a um estado anterior mas representa um sys-
tema que todo se disvella por dar ao Imperio
urna organisacio mais conforme as suas sir-
cunstancias que d'antes nao tinha e Icis,
que fortifiquein o poder sem pnjuiso da l-
icrdade? Um Bysten a poltico qualquer defne-
se menos com a authoridade dos lexicographos,
>]iie pelo estado d'elle em s inesmo em suas
alisos e em suas tendencias e pela mi'ditaco
los factos soeaes, se a definicSo de um partido
so houvcsse de bascar nos diccionarios dga-
nos o Indgena se pode o que significara. '> no
Brasil cortos partidos, que h em algumas pt "0-
vncias, como sejao bom-tevi, tbano liaeL i,
rasgado &c. lie forca reconhec ?r por tanto,
pie o Ind gena propnndo-se explicar a nature/a
lo regresso que caracterisa em si a opinioo
-ystema que actualmente predomina no esta-
lo com a delinieao dos lexicographos nao an-
in muito acertado principalmente confossan-
lo elle mesmo que os partidos tem o direto
o se desviar das definiees ordinarias da lin-
;uagom conforme seus interesses c fins quo
tem em vistas.
llavia sido o Indgena interpollado jaque
icnisava o circulo dominante do plano de reco-
'onisacao para que derlarasse, a que paiz
inoriao os regressstas subjeitar oBrasu'como
olona mais eis que o impvido dolensurdas
he dades vem d/endo, fme todas ;.s provin*
as tem de lornar-se depende, tes do Rio de Ja-
neiro como outr'ora o Brasil intoiro de Lisboa ,
' n'isto consiste a recolonisacao I Primera-
mente se tal acontecer seria esse um novo es-
'ado e falhava a definicSo de regresso aos le-
xicographos porque pela primeira vez seria o
Brasil organisado de modo que urna Pro.incia
issumisse o Governo, e direcelo exclusiva das
miras. Depois quem no v a conlusao de
;das em que o Indgena apanhado ? Elle
iulga ser urna e a mesma cousa a centralsacao ,
e recolonisacao, e ponsa, que ligar todas as Pro-
vincias por urna cideia cujn primeiro annel so
prende ao tbrono Imperial, dar ao Rio de Ja-
neiro o exclusivo poder de governor c desruc-
tar o Brasil. Nao possivel argumentar com
inemassim discorre ceg e obstinado. Mas
lempo de deixar o rognsso e recolonisacao, pa-
ra fallar j da oligarchia.
Em o seu numero 10 de 15 do corrente mea
nublicou o Indgena o programma sobre quo
tem de largamente discorrer em ordem amos-
trar que os gahinetes fiis aos principios boje
dominantes tem alterado a estalnlidade de nos-
sas instituices polticas. O programma he :
que o governo do Biasil ainda, que de direito
monarchico representativo todava oligarcki-
cod* facto. Direi urna palavra acerca da esta-
lilidade das instituices. Bom que o Ind-
gena reconheca com os seus adversarios que
stabilidade el< monto ndispensavel dos Go-
vernos. e necessidade de grande momento, pois-
quo mostrar-lho quo seos comparlidariiis tem
por vezes ofTendido e procurio aniquilar a
firmesa e permanencia de nossas instituices,
tarefa assas fcil sem ouros argumentos que
os fornocidos pelo mesmo Indgena. Nao con-
fundimos de corlo como inculca o desleal op
posicionista a lorma do Governo com as pes-
soas dos gnvernantos mas cumpre reconheccr
entre ellas tio estreitas relceos que nio da-
do dirigir contra as pessoas cortos ata jues sem
que a mesma instituicao se resinta. Assina
comprohonde-so, que urna opposicao, que re-
presenta um grande interesse social pude fazer
eahir mais de um Minist rio at que Ihe che
guo a voz de subir ao poder sem quebra das
' nstiln ices sociaes; mas se sem um pensamento,
dbil em seus recursos infeliz em suas tenta-
tivas abandona a tribuna, e a imprens pa-
ra oppor harreiras ao Governo no campo da
batalha ou na tribuna e na imprensa em-
prega meios offonsivos de tudo quanto ha do
ma> justo e honesto essa opposicao de cerlo
eompromette a estabilidado das inslituices e
eis o quo tem pratieado a opposicao aclual, a
que pertence o Indgena
No jornal mesmo que combalemos se roco-
nheco, rnie 3 nossa lei fundamental tem con-
cillado a muoanca dos Ministerios eoin a sta-
bilidade das instituices politices do Imperio
roncedendo ao Monarrha o dreilo de Itvremen-
le demili I-os como meio de conservaco das mex-
;,;^:v ptyfvmjreav .v.u ^touante eui m-j yo f roisju ue veryonha ser opposivjooista ? gico ^uecido ja do u\'l]nyo Uos lwico|ra- Igtna |;I|jj mesmi p,os autfiorjita ^ dedusir a
sap
I
r""1'
I l>^ nmi 1 \Jll lir*0i


5
eeguintes consoquencias que a opposcao ex-
tralegal, que lancou miio das armas ein Minas
eS. I'.iulo enfurecida coitra o gabinete que
fizera passar nos cmaras, e recebar a sancefto
Imperial certas luis do particular antipathia
dVssi opposiufto alaeou a estabillade das ins-
tituicoes, por<|iio lent >u urna mu I mea no (5o-
estahilid re dasinstitui ("?< |))ltica eB'i dos Ministros pelo Imperador: une o parti-
do, que n'esta provincia faz ao Ex n Prwi lente
dellaa miisde.sapicl,idf'()|)o co n guerra, chaman, lo o povo asaruns, es-
f>a'riki lo a do tirina da resisteos nao fil-
iando- e do estillo com ju > en prosa o verso
te trvta li sui pnssoa, e a la< | i- l'ie presta.
infero apio, ataca a estabilida l das in-titui-
c.js polticas d estol.), auercirlo p >r fas o i
pir nefis u ni n i lan \i <|tin, en 'punto fo
tam cstiveis n mai in-fit-licl-s ptwt.'ocer
trnn ao arbitrio I > I m'ral >r secundo ta n-
toein noisa lei fuud niimtal. Agora vol.arom i
ao programma.
a la e mrs galn te, quu o molo, ponpie n
nt'g'm lenta do nonstrar que a forma de fo
torno ni Brasil oligirehica de fado si h.-m
que seja rmntrch ico-representa ti va de direito
Di', elle, que o Ministerio nfl.in absolutauen
te na "deieao dos representantes da nacao de la
arte que as cmaras s o um rehanho, que eli-
d rige a sen bel praser: ai-resi-cnta, que o po
dei judiciario tamb>m muto dependente d
ministerio que o iiomCa o que pode infl i
ni seus membros e at o jurv inilireetamonn
depende do poder execntivo visto que os Ma-
gistrados, ein quem o poder influo, examinan
avali os seus rerdiets s alias reservados pe
ndole da iislituicao sua i onsetenca ; e do
ta sunposta influencia o prepon ''rancia do mi
nisterio sobre os outros ramos la soberana na
cmnal tira n Indgena a conclosiio: ogo n g
cerno olgirchiro de felo. Se nao fura o re-
cejo de que o Indgena corresse pressuroso <
deixando a penna toimsse nova nenie ano e fl
xas, apprecinriainos esta ronsequenria oomnell
merece; dar-lhe-hmoso nome, que justamcnl
llie cabe : mas argumentemos seriamente.
Segundo as no des mas rorrentes na mate
ra todas as vezes que os poderes n"'0 se a-
cbo divididos e se oonccntriio lodos ein ;
mesmns ruaos ouadiv tal maneira que na onjanisaciio poltica ih
estado um ramo da soberana prepondera sobn
os outros e os dirige no sentido de seus inte-
resses da-se despotismo o qual resulta sem-
pre da real supposto, nue nem sempre oslen
s va accumiilaco de todas as funcedes do pode
publico. O despotismo nao fl igello propri'
do Governo de um s mus aflecta as aristorra
cas o at s democracias mns exaltadas um;
Vez, que se nao respete o principio da divisu
independencia dos poderes. Se pois no Bra-
sil os poderes polticos nao sao independentc
Uns dos outros se todos estao asrdense a>
servico do ministerio a consecuencia, que s<
pode dedusir be, que n despotismo est (lagel
lando a nacSo mas nao, que o Governo be o
liga rehiro.
A ol taren ia differo da aristocracia soment
to numero daquelles que disp'ie da autliori
dado publica : mas a primeira eom a segund'
indica una forma de governo em que o as
cimento, ac sin ou qualquer prerilegio as
segura a urna classe o uso exrlus'ro, mises
perniitle a expreaso, o m"nn< olio tas funecor
pul iras. A oligarehia consiste pois em qu<
lima classe de hom.ms privilegiados pouen nu-
m'osa concentre em suas nios todos os pode-
res de otado. Taesso as leas, que os puldi
cist s dao tiesta forma de enverno. Ora n>
Brasil nao lia classe, ni ha familias, das quai-
exclusivamente rtevao sabir os que governen
o estado. Km nossa trra qual u.-r individuo
do mus obscuro nascimento se lem Intento* i
virtudes pode cbeaar aos mais elevados tanjo--
do oslado,como to lososdiasnoxperieneia oest'
mostrando desorte que por ase lado o Brasil
deve nrcolloCvdo entre os pai es eminente
mente democrticos. O ministerio be ftcressH
volatodoohiiineindecaparidi.de, que mere-
ca a confanca do Mon-nha o qual escolbe
aem attender a rostas e privilegios porem o
mente aos dotes maraes e inlellerluues do indi-
viduo Como pois dizer que o Governo do
Brasil 6 de facto o igarchico porque o minis-
terio que alias A Iranro aos Brasileiros do to-
das asclassesinflue nos outros poderes do osla-
do ? O In-ligena parece que entende bein
pouco ilas formas de Governo ; ou onlao amia
grace|.in.loochama branco oque (.reto c
pau,o que 6 pe ra.
Nao e porem menos falco que o ministerio
entre ous influ nos uniros poderes polticos e
dirija. (> indgena na > sabir ilislngUrr con -
franca da dependencia. O Gabinete actual con-
tinuador .losjstema do de 19 de setenibro e20
de mar o teiu merecido da represen'acSo naci-
nn-il m. .nn n"*rotsril** e iMn*lmr*ii o or
vojsincero duuio Je suNar opa, amuis(
dedicada confianea : o Indgena chama a sto
sugecSo, e dependencia do poder legislativo ,
eoseu insulto representaco nacional chega
ao ponto de di er, que as cmaras sao um re-
/"mho, que o ministerio dirige a seu bel pra-
st. Compara-ao e p*>nsamento dignos do In-
dgena o a proprios de seren tracados oor elle
n'areia da praia com a tonta da sua flexa O
Indig'M er sem duvda que a oligarehia data
de ti) de setomliro ; mas se a le sobre eleicoes
q in ello da foita polo G iverno, tao moderna.
om > ve ello na< altoraeoes do systema eloitoral
i cama da oligarehia que deplora 9 A atxu-
i icao ao influir em eleicoes em todo o lempo se
ii foitoao minsterio mesmo antes da inculcada
'i he pois sdica a orgmisaco 6 materia
velha que cumpro desprezar.
\ao sabemos que o Governo do Brasil nllua
n Magistratura intromottendo se em questes
i hcianas; elle dexa aos jui/.es completa liber-
I i'le de julg ir serondo os impulsos desua cons-
encia nem o Indgena he capa* deabando-
i indo generalidades que doixao sempre subsis-
i r as mismos duvidns sem nada ailiant ir, apon-
' ir furtos que apoiem sua assercao do que o po-
I *r ju lituano em suas funcccs influido pelo
iiinsterio. E nbora nomeados pelo Monareha
i que al as d nittein os publicistas mais de-
io ratas atienta a incapaci-lade das massas para
i va liar os conhecimentos especiaos e aptidao que
quer a funceaode julgar) sao os nossos Ma
-Irados inicuamente independentos do Govor-
io em uas decisoes. Prouvera a Dos, que ou-
ras arbitrariedades nao houvessenios de lamen-
ir no foro o nao as que parlissem de illegili-
1a influencia do Poder Se o Indgena alinde
pouca independencia dos Magistrados quando
o seio da representaco nacional, osfactosahi
la Magistratura Brasilea eentretanlofa/.eniop-
losico ao Governo, o al^uns it'> asss immo-
'erada. osSrs. \unes Machado, Urbano, Men-
los Ferraz. Peixoto de Brito e outros.
Onanto ao jury, esso baluarte das liberdada
xtbliras preciosa garanta dos direitos<\n cida-
'3o, ou como Ihe queira chamar o Indgena ,
ido se pode dizer menos que esteja desnatuia-
'o por serem suas decisoes snbmeltidas a exa-
'"dejuizes, que se regulao pelo allegado e
irorada,
Quem nao se aoha hospede nestas mte-
las sabe perfeitamonte que o conbecimento e
approciacao dos factosalgada legitima dos
orados pertence agora como dantos, ao tri-
bunal do jury. O mi/, de direito podo em ver-
1 ido appcllar das decisoes dos jurados quando
videntemente dadas a despeito das provas, mas
> processo hado ser por ultimo se beni infer-
osla oi a appellaco submottido a novo ju-
rv que decido definitivamente a questao de
orto que o tribunal do piry he sempre o unico
ompetente para pronunciar sobre o fado, ap-
dirando os Magistiados a lo como determina a
lonstituicio.
A dosvairada imaginacao do Indgena de
obrio influenciado ministerio ate nnsdetenni-
lacesda Pessoa Sagrada o Tnviolavel, que esta
cima de todas as influencias. Mas como este ns-
ignalado triumpho dos Gabinetes regrossislas
eja no entender do Indgena obra da le do
'onselho de Estado cuja analyse protesta la-
er em breve nada respondemos por ora a essa
diosa e gratuita assercao aguardando a pro-
neltida analyse.
Ent otanto pomos termo a este Communica-
lo que j va i tao lonao reconbecendo no In-
ligrna ampia faculdadede entregar-so aos so-
dios o dovaneios desua exaltada fantasa, e pu-
!dical-os para instruciao i\o quemeoncier, pois
|ue em fim julga o eminente progressista ,
pie he chegada a pochade dizer verdades com
nscandah. Um governista.
COMMERCIO.
Pecasde6SW0velbas 17.2S0
oe novas 17,000.
Moodasde 18000... <800.
Prata ........... 102
Apolces de 6 por cento..... 69 'A a 70.



Allanarla.
..ndimento do da 29.......... 5:4708300
Ifrimirregiio hoje 30.
Marca Thonuu Mellor fazendas, e laxas do
ferro.
Marca Casimir Delavigne fazendas c fa-
rinba.
Barca Cathurina fazendas.
Polaca Silencio farnba.
linsue .S'rra f.irinha.
|Jri"uo lhorwaldren garrafcs vazos.
RIO BRJANEIBO.
' Cambios no dia 16 de julho.
Precos da ultima hura da ptaca.
Cambios sobre Londres..... 25 'A
I I'aris....... 373
,, Hamliurgo.. 605.
Metaes. Dobrcs hespanbocs. 3IS750.
,, da patria----- 31,200
Peus liesnanlioes.. 2.000
vltt'jiatra.... i$9W
IMPOKTVCAO.
Thomaz Mellnrs Barca Ingleza vinda
do Liverpool entrada no correte me/. con-
signada a Itussell Meilor ti C manifestou o
seuuintc :
7 caix is fazendas d'algodao 6 ditas miuilo-
zas 15 dius fa/.enlas de linho ; a M. Cal-
mont & C.
5 lardos e 10 caixas lazendas dalgodao; a
Jolm Mwart.
4 caixas folbas de cobre ; a SiNa Barroca
& C.
2 caixas fazendas do la ; a Fox Brothers.
10 fardos 26 aixis ditas dalgod 2 di-
tas setlas ; a B. Boyleo C
2 caixas la/.endas d'algodao ; a B. Lasserre
& C.
13 fardos e 11 caixas fazendas de algndao, 11
ditos ditas de linho 4 ditos ditas de la i 107
barricas, 4caixas eOOembiullios lerragens ,
I caixa e I6:>essas m leninismo 12 taxas de
ferro ; a J Palor & Companhia.
132 caixas e 6 fardos la/.on las tle algodao, 6
ditos ilelaa 2 caixas ditas do linho, 20 ca-
xascom vinbo e caixa tiiostras 1 canutra e
1 barrica ignora-se 1 barril com linguas; aos
("o signatarios. %.
4 caixas com gomma laca ; a Hy Zimmer.
2000 caixas sabao : a N O. Bkber& C
51 gigos louca 100 barris manleiga ; a J.
Co\chot.
8 fardos.fazcndas de alaotlao, 30 barris man-
leiga ; a Bozas Braga & Com anhia.
10 fardos o 66 'aixas f ondas de algodao 7
faidos o2 caixas ditas de laa 1 taixa objectos
do osi-riptorio, 1 caixa ignora-sc;-n J. Crablrc
& Companhia.
33 caixas fa/endasde al odao, 3 ditas quei-
jos, 4 tlitas conservas 2 ditas n.ustarda 10
pre/untos; a W. E. Smith.
2i caixas o 8 fardos fazendas de algodao ; a
L. G. Ferreira & Companhia.
4 barris cal de visgo; a Jos Kamos d'Oliveira
1 caixa com urna podra do sepultura ; a II.
Cowper.
1 embrulholivros, 4 lanos fazendas de laa .
17 fardos* 12 caixas ditas de linho 25 caixas
ditas de algodao 1 caixa com farinha ; a J.
Patn & Companhia.
6 lardoso 11 caixas fazendas do algodao 1
caixa objectos do cscriptono ; a cane Youlo &
Companhia.
12 barricas ferragens 199 fugareiros 1
caixa e 1 embrulho miudezas 2 caixas fazen-
das de algodao 1 barril com manleiga ; a G.
Kenworlhy & Companhia.
2 caixas", leanastra. 1 embrulho ignora-so,
1 barril com lingous 2 prezuntos ; ao Di'ulor
John l.oudon.
27 queijos e 28 prezuntos; a J. Carroll &
Filbo.
40 barricas ferragens. 5 fardos e 6 caixas fa-
zendas deblgodao, 3 fardos de laa 1 caixa
miuilo-as, 101 barris com manleiga; a Ordem
2 saceos com 29 tmbrulbos; a diversos.
PIUCA UO RECIFR 29 PE Jl LIIO DE 1843.
erista mercantil
Cambios Tem bavido traiizates a 25 d. por
18000.
AlgodaoAs entradas foro regulares, eo
preoo tem conservado-so a 4:800 rs.
Assucar Nao tem havido entrada c conti-
nua a 1 300 sobro o ferro do branco,
c 1:100 0 mascavado.
Couros Nao ten solrido alteraco.
Carne secta Ha em ser 40:000 arrobas e
lem-se vendido de 2:300 a 2:600
a (>.
Farinha de trigo O depozito anda por mais
Sardas........r j
Sueca.........t
Total..........< 39
Rio de Janeiro 13 de julho, t 5 horas da
larde.
Sobre Londres pa>s rao-se boje sommas do
alguma monta i 18 V. sobro Paris houvero
transai ces a 373.
>s neg cia oes de cambio para o paquete "e-
tirel podem considerar se terminadas. O go-
verno romotte I.. 80.000. urna somnia muito
grande desviada, em um paquete das ope-
races regulares da praea e que poda aflectar
o cambio; bouve-se por m o Sr. ministro da
fazenda com tanto corlo nesta transa cao, que
conseguio tomar es<. s minn avultada aem per-
turbar as iieaoeiacoes p.irli-ulares. ubtondo ao
mesmo lempo o cambio mais alto do dia e com
com ces milito favoravois.
De .quilicos hmive vendas a 69'A 70; do
acedes do banco commercwl a 5678000 e de
ornas da patria a 318200.
As vendas de cal o ea ao esta semana por
17,000 saetas. (h precos de hoje sao :
Suiierior........ 38*00 a 3S700.
l.'|,a........ 3g000 a 38200.
1."ordinaria .... 88000 a 28700.
2'boa......... 2SKH) a 2S"iO0.
2'ordinaria..... 2S000 a 28300.
Esculla......... 800 a 1S000.
Assucar: vemleu-se o resto quo bav a de Por-
nambueo a 28850 reis.
( onros :vomlerao-soa V.000 grandes a 180,
e 2,500, pequeos a 213 ris.
[Jornal do Com.)

llovmnito do Potio.
ni 1.a mao
das
e as
liacalh/io
de 5:000 bai ricas
quaes parte segu pwra o su
vendas regulao do 178 a 20S000 u
barrica.
O depo'ito be de 1:800 barricas ,
e as vendas de 9 j a 108800.
Genebra N endeu-se a 3.000 a duzia de bo-
tijas.
Manleiga A francesa vendeo-se a 600 reis a
lili. e a inle/ii a 700.
Queijos flamengos Vendero-so a 1050 reis
cada iini,
Sabao dem 106 rs. n lb.
EnibanacOes existentes no porto.
Americana.........
Austraca.........
brazileiras.........
Dinamarquczas........
I'ranteza.........
Hespanhola.........
Inuleas.........
Porluguczas ,.....
Narios entrados no dia 29.
Babia; 3 lias, brigue ingle/ Ann de 266
tunela nis. capitn Tiloma/. Williain equ-
pageni 12 carga Lslro a eane You.e &
Companhia.
Bio de Janeiro ; 7 das brigue inglez IFi'//-
aml'tt, do 193 toneladas, capitao Fian-
cisco Perree equipa^em 10, carga lasiro :
a Me. Calmanl S (..*
NOTICIv^MAlUTIMAS.
Emb: rcacoes sabiuas do Hio de Janeiro para
este porto.
No dia 2 do corrente biato 5. Jos, carga car-
ga carne sccea, e fumo.
Ditas entradas no dito e que sahiro deste.
No dia 2 brigue S. Judo liaplista com 24
das de viageui.
No dia i dito americano Poutlney com 18
diasdo viagom.
No da 10 dito dito Lbano com 30 das da
viagom.
No dia 16 polaca sania /T. S. da Guarda,
com 15 da* do viagom.
N o encontramos annuncio de cmbarcaces a
sabir para este porto.
Dcclaracocs.
i
i
18
2
1
1
No dia 31 do corrente pelas 11 horas da
manila se pora em arrematadlo n'esta secre-
taria pelo lempo que se i onvencionar a de-
correr do 1." ifa.iij.tii prximo, os lornecinien
tos tle bolaxa, pao, carne verde assucar vi-
nagro caf muido feijao arroz, toucinho,
e aceite dore, para os navios da armada, e pra-
as das einharcaccs uiiudas tiesto arsenal e o
de azeile para o farol. As pessoas a quem con-
venba faser qualquer d"estes fornecimentos sao
convida las pelo .ir. Inspector a comparecer e
presentar as suas propostas. Secretaria da ins-
pectao do arsenal demurnhs de Pornambuco
26 de julho de 1843. Alexandre iiodrigues
dos Anjos secretario.
AssiiciacOo Cummercial de Pernambuco.
OsSrs. socios sao convidados pelo presente,
acouipireceieni na t-aid das seSSOes d'uSSOciaclO
no da l."tl'agoto ao meio dia ein ponlu, para
em conlormiibido do artigo 5 do capitulo 3.a
dos estatutos proceder se a illeivfto da meza
da Dio lo, que ten. de suc eder a actual. Sala
das sosses d'assot i ao cominercial de Pernam-
buco 26 de juitio de 1843.
L. G. Ferreira.
Societario.
Le ilos.
=0 corrotor far loilao por conta o risco do
quem pertem er le um grande sortimenlo de
fazendas proprias il osle mercado : piarte-feira
2 de Agosto as 10 horas da manba no pii-
ineiro andar da casa desua residencia.
__Terca feira 1. de agosto no armazemde
8 Fernantlo Jos Braguez. ao fi do arco do N.S.
3 da Concoicao da ponte du Kccilo, bavera leiio


h
de urna porcio do cuita com passas, por conta
je risco de quem pertcncer.
Avisos diversos.
CHORA-MENINO N. 10.
|^ vuio hoe e esti a venda por 20 reis ;
M praca fia Independencia ns. 6 ti 8.
Aotso pira os Srs. de engenhos.
Na gran de. fabrica de distilaciio no Apipucos,
coinpra-.se constantemente, eetn lempo, qual-
quor porco de mu: paga-so dinheiro a vista ,
a 32J ) por barril de 22caadas ajusta-so
safras inteiras e lamban nssucar I,rulo de boa
qualidade.
ncTbort Rodrigues da Cunha Anacido
Peroira de Son/.a Vicente Ferreira da Canbu;
relrao-se pira (ora do imperio.
= 1).i-s IO030) rs. a premio com deus por
ccnlo ao wz sob ponhores de ouro bom por
un anuo 011 mais tcm o ; quetn quizer dirja-
se a ra do Cabug 1 loja = 'os Antonio Pereira retira-se para fo-
ra da Provincia.
asease \ntonio Mves da Silva, pretende em-
barcar a sua eserava Lu a para o Aracaty.
=J'io M.iri.i Julio Chaves, subdito francez.
retira-se para Tora da provincia.
?se JobiHlon Pdlr & (^ompanhia avisaoao
Srs. de oqgonliosecorrespondentesdos mesmo-
nesta pnuyi que se acba completo o seu esla-
belecimonto de muhinrs'ito pira engnnhos .
constan lo de mncmlis de diversos lamanhos .
miohmisde vapor, de coitdesacao o de alta
prossao Jj forca de quatro o ile seis cavallos in-
gle/es e titas Infidas e coalas, e pr^mettem
agradar aos seus frogiiezes tanto em preco como
cni qualid ule visto sorem todos estes ohjocto^
feitos n'uuia das principaes fundicesde Ingla-
terra : na da Madre de Dos n. 5.
LOTES IA D\ YlvTRlZ D\ BOA-VISTA.
= No dia 17 do Agosto prximo futuro te-
r lugar o andamento das rodas da lotera d..
Mitridi Boi-vista, seja qual for o numero
do bilbeli's nessa poca existente.
\flon-o Sunt Martin pretende embarcar
para o Rio de Janeiro a sua escruta crioula dt-
no "ie J.anriana.
Snrs Redactores-Como o Snr. Fran-
cisco Jos Das da <'.o.-ta tem-me tachado d
grande numero de defleitos e muitas nialda
des bom como falco o ungido devoto, papa m s
sa atrevido que tenbo feito minba fortuna
custa do publico e das incautase dormonte-
viuvas =Dirio n. 157. referindo o n 1i0 *:
s por motivo de eu spr indigno procurador de
sua sogra a Senhora D. lorencia Margan i
dos Praicrcs desamparada u'uva ; comlud
como considero por bom amigo o Sr que'en
a borulade aplicar- me os ineus defTeitos para o-
cnrr.'gir, e emendar, eu Ibe ngradeco tant
amor e earidade e na verdade eu andava des
confiado, que com ofteilo tenbo sido, e sou
o boinem mais ingrato fiara Heos, o para o pro
ximo e segundo a opiniao do Snr. he una
verdade, pelo que devo implorar o benigno
perdao e misericordia.
Rngo-lhc Sis. Redactores queira dar lugar
no seo Diario d sta minha connMio para satis-
facao do T. Costa e do sen obligado s Jos
A/ari1 di Cunha Guimi'es.
Hojp 91 do correte vai om praca um so-
brado na ra da Lana n 3 partencpote aos
herderrn* de Manool do Nascimento Costa n
requerment dos mesmos para receborcm as
partes, que tom na dita casa como a*sim re-
quererao visto estarem al mis ausentes :
qnem pretender dirija sea casad"Sr. luiz de
Orlaos defronte da Matriz da Boa-vista casa
da esquina.
Sociedad* apolnea.
A commksfi administrativa da mesm;
avisa aos Srs. Socios que no 1 ia o de Agosto
bave partid*, e os que qui/orem bilhetes pa-
ra convidlos dirijao-sc a 'OinmissSo no dia
primeiro de Agosto que os acharao reunidos
na rasa da Sociedad".
Jos Soares Pinto Corroa mudnn-se da
ra do Cebo para a ra da S. Cruz n. 60.
com um pedaco de crrante no p queira en-
tregar na ra Nova loja francesa n. 17, que
ser > recompensado.
Afuga-se um negro por 8* sendo para
o servico de sitio ; na ra da Cadeia n. 26.
t^uem annuneiou querer 200,000 rs. a
premio, dirija-seara do Queimado n 1 i.
= Os pais e mais do familia que desejo
vor os seus filbos bem adiantados em ler, escre-
ver contar os termos d poltica o civili-
dade, e ludo mais que for necessario para qual-
quer alumno ensina-so com toda perfeicdo e
aptido, e as alumnas costurar xo lavarin-
to do todas as qualidades bordar de marca e
ludo mais ((iie for mister para bem de qualquer
senhora segundo a vontade de seus pais; tam-
bem se recebe meninos de ambos os setos e
da-se o maior trato e esmere possivel con-
forme a recomendado do seus pais ou corres-
pondente dirijo-se a ra de S. Thereza n.
50, quese ajustaro polo mais commodo preco.
Avisa se ao Sr. J. U. A. R. P. B. ', que
deve ao abaixo assignado urna lettra da quantia
de 781,760 de principal cuja divida Ih tem
sido ped la por inmensas viagens, roga-se que
naja de mandar pagar o mais breve para nao
obrigar ao abaixo assignado a usar dos meios
judiciaet. equando nssim soja ptciso publi-
car sea nomo por ex tonco. = Elias Emiliano
Gome$.
Qdem precisar de diq mostr tanoeiro ,
o estilador annuncie.
=: O escrivao dos protestos desta Cidade
Tito Fiock Romano tendo e ir ao Cearfc, e
obtendo para esta viagem a respectiva licenen
deixaomsou lugar, nomeado o devidamenle
juramentado a Francisco Chrispiniano de Sa-
lioia.a qtiem se devem dirigir .,s pessoas que
intorassadas forem em ditos protestos, sendo
que o cartorio continua no mesmo lugar d ro-
sden.ia do annanriante.
= Alu>a-se o segundo andar de um sobra-
do ; no beco do Peite frito venda n. 5.
=Jose P;nheiro Jacomo subditoP.trtuguez.
retira-se para (ora do Impeirio.
= Precisa-se de um menino do 13 a 1 i an-
nos chegado de Tora para urna venda, dan-
do alguns me/es para aprender: no beco do
l'eixe frito venda n. 5.
= Offerece-se um rapa/ Brasiloiro, que da
'iador a sua conducta e est izompto do ser-
vico militar, para caixeiro de robraneas ou
para qualquer oufro emprego desta natureza ;
quem o'precisar dirija-so a roa dos Pires n. 60.
A commsso administrativa da Socioda-
de Harmonica-Tboatral, a,vs aos socios da
iicsma que toqdo-so ja principiado a dar o
andamento necessario parase levar a ofTeito a
obra do Theatro de Apollo, precisa da prestan-
te coailjuvacaodc todos os socios afim de que
sej5o prehencbdos os louvaveis dosejos da So-
< iedade o por isso igualmente avisa e roga a
todas as pessoas que concorrerao para o im-
oreslmo voluntario de 15 contos de reis a
realsarem as prestafoes que anda ostverem
1 dever levando-os o casa do thesoureiro Cae-
ano Pereira lonsnlvos da Cimba na ra da
Cruz n. 43 no que farao o mais importante
servico a Sociedade na actual si luacao.
Dpposito do firinba de mandioca na ra
la (ladeia de S. Antonio n. 19: os procos des-
la semana conliniio a ser da primeira quali-
dade 2.S60, da secunda dita 1,920 da ter
'eir i ,600 rpis, cada alqueirc o deposito se
conserva aborto desde as 6 horas da manbaa as
6 da tarde sem recusa de dia.
Compras.
= Compra-se um methodo de violao em
mcio uso ; quem tiver annuncie.
Compra-se una vacca que seja boa de
lete e que d \ garrafas nao seolha a pre
co ; na ra do Fogo n. 27.
= Compra-se a prosodia do Bento Pereira ;
na ra da Cadeia velha n. 31 luja de Joo
Cardozo A y res.
Compra se urna commoda antiga ; na
praca da Independencia ns. 24 e 26.
= Compra-se um moleque com idade, quo
nossa rarregar um caneco de agoa; na praca do
Corpo Santo n. 29
Comprao-se elTectivamente para fora da
Provincia mulatinhas molecas e molequos ,
o npgros de olTicio d 12 a 20 annos sendo
de bonitas figuras pago-se bem; na la da
Cadeia do S. Antonio sobrado de um andar
com varanda de pao n. 20.
Vendas
Vende-se urna
propria para todo o
boa eserava de Angola ,
servico ; na travessa do
Carino n 1. segundo andar.
Vende-se a obra de Mor I pp|o Exm.
Rispo do Rio de Janeiro por 16.000
Vende-se urna mulatinha de 14 annos ,
cose soflrivel o engomma ; quem a pretender
annuncie.
= Vende-se eicellente farinha de trigo de
SSF para bolaxa e por preco commodo em
relacao a qualidade ; no arma/.em de Joaqun
Lopes de Almeida atraz do theatro.
Vendem-se quejos londrinos presunto
para fiambre, conservas inglezas e franee/as de
sardinbase hervilbas vinhos do Porto de dil
ferentes qualidades dito da Madeira secca ,
Malvasia Moscatel de Sotubal gnnebra de
Hollanda em Irasqueiras, licores linos de diffe
rentes qualidades chocolate fino de ranella ,
tudo por preco commodo ; na rta da Cadeia
doRecifen. 2.
Manuel Alvos Guerra na ra do Vigario
n. 3 vende taxas d f Tro batido e coado de
lodosos tamanhos, por preco muito barato;
o travos de madeira superior de 36 a 50 pal-
mos e de 7 a 10 pollegadas de grossura.
Vende-se una casa terrea na ra das
Trincheiras n. 25 com bons commodos ,
quintal e cacimba por preco commodo; quem
pretender annoncie.
Vendem-se urna eserava de 22 annos,
perfeita costureira engommadeira borda de
susto e fax lavarinto ; urna dita, engomma ,
e cozinha tudo com perfecao ; duas ditas d
18 annos proprias para todo o servico; um
moleque de 12 annos; urna negrinha e una
nioiatinha de 12 annos : na ra do Fogo ao
p do Rozario n. 8.
= Vendo-so a maior parte da casa da ra
estroita do Rozario n. 22 em chaos propros;
na ra da Cadeia do Recife a fallar com Jos
ntonio Basto.
Vende-se um preto moco de boa figu-
ra entende de cozinha e he bom trabaja-
dor de caixas do assunar por ter bastante pratii ,1
deste servico ; no segundo andar d sobrado
novo junto do da esquina do beco do Serigado,
las 9 horas da manbaa em diante.
Vende-so urna negra de nacao Angola ,
le 24 annos, ptima para todo o servico de
urna casa; na ra das Cruzes n. 41, segundo
indar.
Vendem-se barricas com farinha de mi-
Iho, ditas com farello, ditas abatidas, mo-
Ihos de arcos c pregos pequeos para ditos, al
jodii para saceos; gangas amarellas lencos
le seda do cores fsforos e potassa do primei-
ra qualidade em harris pequeos; coi casa de
Matheus Austin piche novo n. !I8.
= Na praca da Independencia n. 39 conti-
nua-se a vender bichas ltimamente ebegadas o
tustio e as maiores at dous tustoes.
= Vende-se um rologio de ouro horizon-
tal e urna prensa de ferro para espremer car-
rapato ou outra qualquer cousa : na ra No-
va, n. 57.
No deposito de assucar' refinado esta-
belecido junto ao arco de S. Antonio, em fren-
te do caes do Collcgio ha para vender assucar
refinado segundo o novo systema de fabrica-
efio pelo qual se extrae a potassa e cal, dei-
xando-se-o no seu estado de pureza ; sendo o
proco da libra do de primeira sorte e em paes
160 rs. e o do segunda e tercoira em p ,
a 120, rs
= Cudeiras americanas com assento de pa-
Ihinha camas de vento com armacSo com-
inodas de angico ditas de amarello marque-
zas do condur camas de vento de amarello
muito bem feitus a 4500, ditas de pin lio a 3500
assim como outros muitos trastes ; pinho da
Suocia com 3 polegadas de grossura dito
serrado dito americano com diiTercntcs largu-
ras ecomprimentos, travos de pinho e bar-
rotes com difiorentes grossuras e comprimen-
tos ; tudo se vende mais em conta que outra
qualquer parte: na ra da Florentina em
casa de J. Beranger, n.^14
sr Vcndem-se presuntos para fiambre,
queijos londrinos conservas mostarda sa-
patos tudo ltimamente chegado ; no arma-
zn de J0S0 Carrol! & Filho na praca do
Commercio.
= Vende-se um caxorro atravessado pro-
prio para sitio, e urna porco de gingibre ama-
rello : na ra do l.ivramento n 38.
= Vende-se taimado do pinho a dous vin-
tenso.p; atraz do theatro armazem do Joa-
quim Lopes de Almeida.
Vende-se taimado de pinho de superior
qualidade e proco commodo ; na ra de Apol-
lo fabrica de Mesquita & Dutra.
= Vende-se potassa da Russia cbogada l-
timamente ; em casa de N. O. Bieber panhia na ra da Cruz n. 4.
em conta do queem outra qualquer parte, adve-
tindo-seque entre os de castor se acharao
una qualidade muito snffrivel e formas da ul-
tima moda pelo commodo preco de 4500,
dos broncos sen pello por 2560 e francezes
com copa um tanto baixa a 3200 bandeijas
muito tase bastantes fortes e de varios ta-
ma nhos sapatos de couro de lustro e marro-
3uim para senhora o meninas chicotes de to-
as as qualidades bonets para bomem e me-
ninos e diversos ohjectus que ostarao patentes
aos compradores.
= Vendem-se 200 telbas da melhor qua-
lidade que pode haver e bem cozidas, por pre-
co commodo materaes para obras e con cor-
tos de casas, como sejSo tijolos de ladrilbo,
e de alvenaria batida tapamento quadrados
grandes para ladrilho de fornos de pao cal
preta dita de calar, tudo por proco mais
commodo do que em outroqualquer armazem;
na ra do Caldcreiro n 12
= Vende-se um milheiro de tijolos qua-
drados para ladrilho de sala, com suas com-
petentes pontas, sendos os ditos de marca
maior que pode haver por ter um palmo e
2 dedos em quadro bem feitos e bem cozidos,
e do muito bom barro ; na otaria do fund.'o ,
junto a fabrica do fallecido Gervasio, assim
como telbas muito boas, ladrilho o tapamento,
por proco commodo.
=Vende-se urna porco do madeira a sa-
ber 180 caibros de 35, e 40 palmos, 40 tra-
vos de palmo em quadro o do 35 a 38 palmos
de comprmanlo o oulras madeiras, que po-
dem servir para enchamois ; na ra da Concei-
cao da Boa vista n. 58 e podem se por onde
convior ao comprador.
Vende-so potassa russiana, nova, em bar-
riz p quenos; em casa de H Mehrtons na ra
da Cruz n 47.
<= Vende-seo formulario ou guia medica
do Brasil pe'o Dr. Chernoviz.obra muilo ap-
(irovada pelo proco de 68 rs. superior v-
nho do Rordeaux em harris e outros om cai-
xas lustros e lampadas de bronze douradas pa-
ra sallas e oseadas e urna burra de ferro ; em
casa de Bolli & Chavannes.
= Vendem-se sementes frescas de horta-
lice ; na praca da Boa-vista n. 10.
= Vende-se o sitio denominado engenhoca
no lugar do Remedio com casa de vivenda as-
sobradada senzala para pretos tudo de po-
dra e cal, com diversas fruteiras como man-
liueiras e coqueiros, tem um vivoiro de bom
tainanho terreno para se fazer outra baixa pa-
ra capim, pasto para 16 vaccas, barro para
toda qualidade de obra de olaria com grande
vantagem de ter bem prximo a casa de vivenda
porto de embarque vende-so metade a vista o
rnctade a pagamon'o; a tractar no mesmo sitio.
\ endein-sc bichas grandes o preco ja
nao se ignora; na ma dasCruzesdoS. Anto-
nio n. 39.
Vende-se urna eserava de o annos, de
nacao Angola, cozinha e tem principios de
engommar : na ra Nova n. 19, quarto andar.
Ainda se vendo por barato proco para se
acabar de liquidar conLs um grande sorti-
mento do trastes de superior qualidade como
por esta mesma f0|ha se tem annunciado ; na
ra da Cruz armazem de trastes n. 63.
=r Vende-se urna venda na ra do Vigario
n. 22 com grande armazem para rccolher pi-
pas ; na ra da Cadeia n. 49.
= ^ ende-se para fora da provincia urna es-
erava crioula de 30 annos que cozinha en-
gomma tracta de meninos cose solTrivel ,
e he boa padeira ; na ra do Aragao n. 15.
Escravos frgidos.
rs *
~ yfjii* ucuar um papagaio cootraieito ,j livraria da praca da Independencia ns. 6 e 8.
Fugio no dia 27 do correte o escravo
Miguel Cabinda levou duas calcas do algo-
flaozinlio trancado camisa do bata o oulra
de algodozinbo e um cobertor de bata en-
carnada tem em urna das orcinas um golpe,
pucha por um quarto e lem as pomas arqui 1-
das porser canoeiro; quem o pegar leve a Ma-
noel Son res 15 ote I lio.
= NinRuem faca negocio algum com nen-
hum dos negros que desapparecerao no dia
25de Junbodo torrente anno e se supo te-
rom sido furtados osqu.es andavo ganhando
na ra e lem os signaos seguintea ; Joo,
do nacao Urubario ou Ctbunda bonita ngu-
ra alto re toreado do corpo bom ladino ,
cabello escantiado he canoeiro e cozinheiro.
Miguel, do nacao Mocambique bonita figu-
ra estatura regular cara redonda bem la-
dino risonbo quando falla pa ece crioulo ,
tem pcitoscomo mulber ambos com bastantes
marcas de chicote nts costas e nadegas que
por ordem superior apanharao na grado por cri-
men que comelorao ; quem os pegar leve a lo-
ja da vinva Cunha Guimaros na ra do Crea-
po ns. 10 o 15, ou na botica de Antonio Podro
* Na ra da Cadeia loja de chapeos n. 46
de Candido Jos de Salles, c no atierro da Roa- i
vista loja do Salles & Chaves acha-se um
grande sortiinento de chapeos francezes e in-
glezes o feitos na provincia lanto de castor/
bramo, como pretos e pardos para bomem ,
sc-jMnno o .ornMoa uiio brancos sem pello ,
de iiiassa e papolo, os quas se vender mais Ikcife: na Tu1, de M. F. de Farja. = 1843

i\UW.


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