Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05000


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Full Text
Anuo de 18/53.
Ter^a Feira II
Tudo agora dcpene de ns mesmos; da nossa prudencia, modrracfio, e rnrreia con
linuemos como principiemos, e seremos aponlados com (Imira.'i" enlre ns \,.?>,mi
culta*. ( Fioclamag.'io .1 Assembleia Geral do Brami
PARTIDAS DOSCORREIOS TERRESTRES
Goianna, e Parahyba, segundas e nexlaa fciri. Rio Grande do N r4e, quintas feira.
Bonito e Garanhuns, a e '.'4.
Cabo -erinhicm Rio Formoso Hurto Calvo Msceio e *l;i>s 4 o jj e jj
Ijjn-ristae Flores i i e 2^. *(> *nl 10 quintas feirs Olinda todos os din
DAS a semana.
40 Seg. a. Januarioe enacomp. Mm. Aud do J de I, da 2. ,
H Terg. i. Sabino. Kl Aud <> *> R. da 3
42 Quart i. Jo.io Gualberto Ab. ud do J de U. da 4 .
4. Qaint. Anscleto P, M. Aud do J. de D. d t.
41 Se. *. boaventura H. Aud do J. de D da .'.
4 i Sb. a. Camilo de Lelis. Ksl. And do J. ale D. da 1 t.
A6 Dora. / Vnjo Custodio do Imperio,
de Jtilho
Anno XfX. N. 147-
aonai
O Ditr.to publica-se todos os dias q'ie nlo forern S ntifcados: o pre-jo da aaiignatura be-
de tres mil r.-n por quirtet sagoi diatitados Os aananmoi dos asignantes a.io inserido
grilis -os dos que n 10 tillen) i ras.I i de 0 res p r ImH. As rei'l ama .-fies dere* aerdiri-
gidas a esti Tip ra iIjs Cratei \. ou tpr* -. ra la lependeacia loja de livros N. 6e8.
casieius.No di 40 de Jullio
C
    io aobr* Lonilrca ia j, O ... >!iw,l ,1. o, UU V.
    Ha'i i. o /en |>ui franco a' a N.
    Liaba 14u por tutl M ei> e ;ot..e 2 por cen.. pei, ...umi.r.t
    i e u oe era .ir b"a r* 1 i lu.rsM-ii ....a
    l'UA>ES DA i.LA MJ HEZ DE Ji H.
    l.u Cbeia a 11, < hurase '6 m da tarde 1 l.u.i ora |7 3 oras e 21 a. da m.
    gu.n.mmg. 1, d il loraaa 2 .,. m | /u.r. 'i.^. a 4, i horas e 4-m da larde.
    compra eniia
    l4,t>U io.iUD
    16, 1)1 i'i 4d0
    tlm/O V20,
    l BOd 111)
    i 'jjj 1 '2o
    t.tfju i y.'o
    SB
    1. a 3 horas 42 sa. da
    Preamar de lioje.
    i i." .4 horas. O da tarda.
    S^*
    t-
    I
    %*&.$& ^ ^;> > jg
    INTERI01V
    ASSE.MBLA GEKAL
    CMARA IIOS SEJHORES DEPTADOS.
    Sessdo do I ."dejunho.
    Continua a I.' discussaa do projecto que ele-
    va provincia a comarca da Coriliba : fallo os
    Srs. AnlunesCorreia, que combate o projecto.
    oSr Kodrigues Torra, que mostra a sua'
    conveniencia.
    Entra ern discussiio o seguinte :
    Art. 7. O ministro e secretario d'estadodos
    negocios da fd/enda e autorisado para despen-
    der com osobject s designados nos seguintes
    paragrapho a quantia de.. 9,180:119.671
    a saber :
    1 "Divida externa fundada L.
    391.550 ao cambio par de 43 '/= 2,175:277,776
    Dillerenca entre o camino a-
    cima e o medio de 30pjrquo
    tal\ez se faro as remess,is___ 957:122.224.
    2. Divida interna fundada. :i, 1 G3:2fJ^t5oO
    3." Caixa d'amortisacao, filial
    na Ddhia e empregados no
    resga e e substituirlo do papj
    mfd_................... 40:060.000
    4. I ensionistas do estado... 421:668.552
    5." Aposentados.......... 848:654.353
    b. Empregados de reparti-
    eses extinctas..............
    7.Tliesouro publico nacin I
    8. Juiso dos l'citos da Calen-
    da nacional...............
    9.u i besourarius..........
    10. Allandegas...........
    11. Consulados...........
    12. Mesas de rendas, e rece-
    bedorias e collectonas........
    13. Casa da moeda........ 29:200,000
    14. Tvpograpbia nacional... 27:700,000
    15. Ollicina das apolices.... 2:660,000
    16. Administracao e costeio
    de proprios nacin, es........ 14:760.000
    manuense na caixa de amoiti-
    sacao. 1:000.000 para o cobra-
    dor de bilhetes 480.000 para
    oselador, e quatro amanuen-
    ses para a substituicao do papel
    a 480.000 cada um.......... 36:260,000
    O 7. Diga-se tbe-
    souro publico nacional su-
    primidas asgratilicacoes naoau-
    torisadas por Ici; 4:000,000 na
    prestaco ao Jornal do Coin-
    mercio ; e creados dois amanu-
    enses para a secretaria dolhe-
    souro..................... 72:735.000
    O $ 9 Diga-so the-
    sourarias.................. 247:000,000
    O 10 Diga-seAlfan-
    as..................... 700:000,000
    O 12. Dja-se me-
    sas de rendas recebedorias e
    collectorias................ 170:000,000
    O 16. Diga-se Ad-
    ministrado c costeio dos pro-
    prios nacional............. 10:374,000
    ferentes outras autoridades. que attribuiao ao
    BUCoeno carcter poltico, que ameacava a tran-
    quillidade publica. Mcu antecessor den imflia-
    diatamente enrgicas providencias; all o chefe
    de polica da Provincia Jos Vieira Rodrigues
    de Camino e Silva. que embarcando com tor-
    va armada, ebegou sem perda de tempo Gran-
    ja e fazendo tolas asililigencias rom apru-
    dencia e energa qtm o distngnem. nao encon-
    trou csses grupos armados que di/.iito existir ,
    nem descobrio cousa alguma que poltica-
    mente fi/.esse carga a alguein 'l'ratou pois tic
    proceder contra os assassnos.e retron-se. dei
    x.imlo desassombrados aquellos habitantes da
    falta de seguranca de que sesupunhao ame-
    acados.
    71:980.000
    79:100.000
    56:900,900
    252:034.000
    725.030.000
    133:522,000
    179:488.000
    1:750,000
    1:950,000
    5:000,000
    200:000,000
    30000.000
    12:000,000
    6:000,000
    17 Alinoxarifados existentes
    18 Ajudas de custo a em-
    pregados de fazenda......... 4:000,000
    19. Commissoes ao curador e
    escrivo dos a.ricanos........
    20. AJedico de terrenos do
    marinbas..................
    21. Premios de letras com-
    missoes e corretagens........
    22. uesconlodeescriptosd'al-
    fandega...................
    23. Seguros.............
    24. Juros dos emprestimos
    dos cofres dos orpho>.........
    25. Pagamento dos mesnios
    emprestimos............... 25:000,000
    20 Dito de bens de defuntos
    ai'/t-ntes.........."....... 25:000,000
    27. Iteposices. e re.tiluicoes
    de dircitos e outras.......... 50:000.000
    28. Corte, (conduccao e ven-
    da do pau liftSll............ 80:000.000
    29 Obras............... 100:000,000
    30. Gratilicacoes.......... 16:000.000
    31. Evenluaes........... 50:000,000
    32. Exercicios findos...... ,
    Emendas da eommiuOo a proposta do goterno
    sobre o ornamento da fazenda.
    ARTIGO 7."
    O 1. Redija-se assim
    divida externa fundada Ls.
    343.99 o cambio par de 43 l ,911:050,000
    illerenca entre o cambio a-
    cima o o medio de 27 porque
    taho/ se faco as remessas-----1,146:630,000
    div:
    Os 20 e 23 suprimidos.
    21. Redija-se assim
    piemios de letras, commissoes,
    oorretagens e seguros........ 200:000,000
    O 30. Dig.i-se gratifica-
    coes...................... 10:000,000
    O 31. Diga-se even-
    tuaes.................... 40:000.000
    Paco da cmara dos deputados 29 de mar-
    co de 1843. S. Martin C. Carneiro de
    Campos Ribeiro.
    E apoiada a seguinte emenda *
    Snprimento a tbetour.ria provincial do
    Cear rs 30.000,000 ( trinla conlos) dedu-
    zindo-se desta quantia o ordenado dos juiz.es
    Je direito Albuquer^ue Fernandez Vi-
    eira
    Tomo parte na discussao os Srs. Snuz.a e
    Mello, ministro da fasenda Sou/a Martins ,
    Paula Candido.
    n
    o
    Diga.
    da interna fun ada..........2.482:116,000
    3." lledija-se assim
    caixa d amortisacAo Kiiai da
    Haba o empreados na substi-
    tuirn do papel iiiiicoa supri-
    rnidos os ordenados e gratiuVa-
    'Oes nao autorisados nof lei.es-
    ceptubdos 480,000 pura um a-
    CEARA.
    Copiamos do Relatorio do Exm. Presidente
    do Ccari os seguintes trechos que nos parece-
    rao mais interessantes.
    O Artigo 8.da carta de lei de 12 de Agosto
    de 1834, providenciando a respeito do conbeci -
    ment quecumpre tenbao os legisladores das
    necessidades das respectivas provincias, incum-
    bi aos presidentes de Ibes upresentarem os re-
    latnos d'essas necessidades indicando os con
    Aenientes nieios de satisfazel-as ; he isto o que
    devoe venho fazer para desempenhal-o. Lina
    Assemhla orno esta em cuja presenca me
    bonro d'estar, eheia de salier e amor da Patria,
    sciente pelos relatnos luminozos de mcus an-
    tecessores e anda mais por seus proprios co-
    nbecimentos ganlx'S no eslodo do seu gabine-
    te e ja principiados a desenvolver no primei
    ro anno da presente legislatura, do<|uecon--
    M'in an Pai escusa minhas ideas que nao
    podendo deixar de ressentirem se da corteza de
    mcu ntendimei.to nem se quer tiverao lem-
    po | ara se estabelecerem ; todava pteh^ncherei
    meu dever comosouberse me faltao principi-
    os sobr^o-me Itrios para querer acertar : se-
    de indulgentes, e attendei me, Senhores.
    Nodia 2 d'Abnl prximo lindo touiei posse
    da Presidencia desta Provincia cujo governo
    se achava exercido por seu primeiro vicc-Presi-
    ilente por ter partido meu antecessor tonar
    assento na Asscmbla Geral Legislativa.
    As communicaces que tenho recebido .
    me a ctorisao a dai-vos a grata m liria deipie
    o Cear est em paz ; c desdo o ultimo relato-
    rio, que vos foi bpresentado s tem ella sido al
    (ciada porexcessos d'alguns mal intencionados,
    na Villa da Granja e incursdea das bordas Sel-
    vagens dos Quipapaz llumoes v Xocs no
    crino do Jaro'im. Aquel les assassinaro a
    (andido Jacintbo de Carvalho Antonio Lo-
    pes d Ainofii'. e o sub-delegndo de polica Jo
    %. Ki.'/.l>ir rio 4o* rvnjl.n ntl*. r\nn ni.rnepn r\ I
    que motivou a virem refugiar-se capital dif-1 no.
    Quanlo as correras dos Indios as estradas
    prximas \ illa dojardim, mo passarao do
    incendio dnlgumas casas de pallia e do roubo
    c mo trato de viajantes com quanto se mos-
    tr ssemelles maisfero/cs nos lugares das Pro-
    vincias de Pernambuco e Paraiyba. Para a-
    quella- raa foi mandado um destacamento de
    guarda nacional, recommendando-se-lhe o uso
    dos moios brandos e devendo empregar
    (urca em casos extremos. Este destacamento,
    que tem-se dirigido aos pontos, t|ue segundo as
    noticias pdenlo precisar de seus sccorros, e
    do acord com as forcas de Pernambuco tem
    sido bastante para os conservar em respeto e
    ate 27 de Marro docorrente ( ultimas noti-
    cias qued'alli tenho tido) nao tem havido es-
    tragos.
    O primeiro d'estes acontecimentos segun-
    do o juizo do chele de polica nao pode deixar
    de ter relaeoes mais ou menos intimas com o
    movinifutos revolucionarios das Provincias de
    s. Paulo, e Minas, e mesmo do lugar do Ex;
    e eu se bem me incline a sua opiniao porque
    crmes d'esla ordeni escapte muias vezes a ac-
    cao da justica criminal pelas diliculdades das
    provas que agentes esprlos prepa o nao os
    posso presumir ; mas aguardo com vigilancia o
    procedimento futuro.
    O segundo he (Iho de erros antigos, que
    urna poltica similhante a que tiverao esses ss
    bios da Companbia de Je/us pode anda re-
    mediar.
    Alm destes dous Tactos mais recomendavois
    s me consta terem havido rixas pessoaes, (Ibas
    dos ressentimenlos dos partidos e do conflicto
    d'auctoridadts o que (leve acabar a bem < om-
    binaila prudencia c energa na acciio do gover-
    no. Se por <"sla parte o quadro se aprsenla
    d'alguma forma lisongeiro mo podere tlizer
    outio tanto dos rucios d'engrandecer a Provin-
    cia : suas rendas tem e< rescdo O t.eo be-
    nigno ha regulado as estaques com mais ou me-
    nos favor e nao tem venado os Ccarenses
    com molestias epidmicas: as lavouras e crea-
    ces deviao te prosperado; mas o cominercio
    delinando-se amiuncia o contraro nao p de
    pois deixar de atnbuir-se esto Icnomeno seno
    a louca ambicSo de governar que infelizmen-
    t; divide os homens. Ninguem quer obedecer ,
    e todos se julgao idneos para mandar, guerrear
    se pelos empregos. e n'esta bita perdendo-se os
    babitos da vida domestica adquire-sc a indi-
    ferenta ao mal. Tal be o estallo em que nos
    adiamos. Extincto o commercio seica e*la
    fonte de pros leridade ludo be mizera Con-
    vem pois tornal-a perenne. Animai o tralialbo.
    que vira o coinniereio protegei esle. e aquel-
    le ser buscado. Eis a tbe/e, (jue vos cumpre
    resolver poros muitos meios. que tendes. a fin
    de fa/er presprrar a Provincia no seio da paz.
    Apontarer al uns d'esses meios.
    OBK S BCBI.ICAS.
    Logo que tomei conta da Adminislracao da
    Provincia busquei nformar-me do estado das
    obras publi as. a nao tenho cessado de inspe-
    cional-o por mim mesmo nesta cidatle c vil-
    las maiS vi/iiibas onde as unirs niinbas n-
    dispensaves obrgacoes tem permiltitlo de ir ;
    e note limitado espaco tenho j i collcgido a a-
    marga verdade que vos nao oceultarei de que
    n ('um i i '2!:':: ::: i: : t\,;;\.; ;:\?.r.'F,>c,i 2\:::v.'.\o-
    A matriz da capital, principiada umilo ,
    foi deixaila sem cobertura aos estragos do lem-
    po. Os templo* de outros lugares, &lguns
    dos quaes in ulco an li gil primitiva gran-
    deza, esto inteira nenie estragados; as cadeas
    acho-se em ruina ; os chaf.iriz.es. em que so
    deviao ter despen lido quantias avultadas, sem
    agua assudes arrombados pontes urnas ar-
    ruinpdas e outras derrubadas estradas obs-
    truidas de matlo em parte e n'outras esca-
    vadas pelas aguas em urna paiavra Srs. ludo
    clama poruma protectora mo E quul ser
    es*a senao a vossa ?
    Nao he minlia inten.ao debuxar n"esle qua-
    dro, nem mesmo em morte-cr aecuzaco al-
    guein : todos conlu'cem as circunstancias em
    que se ton adiado esta provincia desde de al-
    guns annos. Tambern nao perlendo conlristar-
    vos; o mal tem cura e he essa que re-
    clamo.
    Hbilitai-me pois Senhores com os meios
    necessarios eeutomarei peilo os indispen-
    saveisreparos para conservar o que existe, e
    mellioraro que filr possivel e nao me descui-
    dare! de pri cipar as novas obras cuja falta
    par.di'o o commercio na es'aco invernoza.
    V011 particularizar ininlias informaces sobro
    o objecto. A ponte do Taupe mais prxima a
    capital na estrada de Mecejana mo segu a sua
    direccao c por isso sofrem as guardas queja
    so ach.o arruinadas, bem corno os alterros
    correspondentes.
    Agrande, e pequea ponte do Co quo
    se st'guem na mesma estrada tarecem de re-
    paros nos lastros e atierros correspondentes ,
    il.'veinloa pequea.que foi construida com me-
    nor altura, eque ja se acha sem guardas, ser
    levantada ao nivel da grande. Um pontilhao so
    deve construir prximo a eslas no lugar, em
    que as aguas pluviaes cortan a estrada enca-
    minhando-as por meio de urn pequeo canal.
    Sem elle os estragos so Tridos nos passados in-
    vernosserao repetidos nos vindouros.
    O atierro da l.agoa de Mecejana demanda
    pequeo reparo. Sua pontesolTrer sea cal-
    cada de pedra quo l'.ni debaixo arruinada
    pelas aguas, quesangro a alugda, nao for re-
    parada elimpo todo o sangradouro. A im-
    portancia de conter estas aguas ern seu assude
    inunla cres'ido numero decontos de reis, que
    em propriedades partbulares seriao levados de
    rojo se ellas inn da o vingassein.
    A ponle do Cauliuss na estrada de Mece-
    jana para o iquirai, tem seu lei'o j estraga-
    do bem como o atierro correspondente. Me-
    rece que se cuide de seu reparo vista do
    despendi, que truria a comtrucco de ou-
    na.
    A pequea ponte de Juruculunca logo depois
    d'esta foi derrubada pelas aguas he misler ser
    de nr'vo reparada.
    A ponte do l'upui esti em bom estado e
    s precisan de reparos os alterros que a ella
    conduzem.
    Para occorrer as despezas dostas obras ainda
    resta da quantia que destinasles s obras pu-
    blicas o que julgo neiessario. As que passo
    a detalbir precisan que Ihes decretis fundos.
    Principi.irei polas da eapitul.
    A laga do Garrote junta a esta cidade pre-
    cisado mu sangradouro que dt> sabida livre s
    agu 'S superabundantes paia a hacia de Pajah,
    doconlrarioollas correrlo a estrada, sempra pie
    a quantidade, que recetar, for maiordo que se
    poder esgotar pela infiltra iodo terreuo.
    O assude do Pajah cija ulilidade est em
    those para muitas pessoas, depois de u.ai- se-
    guro exame tlever i sor reparado ou cuidadosa-
    mente demolido. O primeiro caso dar lugar
    a reparaco do chafan;
    na ai .1 00 1.11,1110
    o segundo a sua inulilidade. Convem por lan-
    o autorisar o Governo para que leitas as mais
    detaihadas obsorvaioos, negondo os principios
    darle, siga o devido arbitrio. A idea da con-
    serva.-ao me loca sempre de mais perto ; nao
    tomis pois que alguma consideracio alem
    ,1.. :^...:i: 1., 1.. .1:,::.,
    M .1 11 l H. i." ..,.J

    |U'*v i."s *s\j m*I V\
    ireniu as avcii^Ucu; sem com tudo entre-
    1



    OPI UHI IIIU.I>IIIW> "O'.- XW.W* !
    ,*. n. i !"" lawsiMWewi
    Ir a Ti me abracar, gozar cbmtigo! ,
    Por um seu rcrdulciro Amigo.
    Varieiladc.
    gar a cstragadoura loicc do tempo essa obra,
    que pode ser til ao povo.
    O cbafari/. da Praia tantes d'aquclle lugar e ernbarcacOes que
    surgemoo nosso porto ha milito lempo que
    nao corre. Seu encanamento esta estragado ,
    edeve ser reparado. Prximo a elle ha um
    manancial que o poder fornocer d agua mais
    potavel se de voro se nao reduzir a pequea
    quantidade.
    Ochafariz do Povo este til monumento
    das solicitudes de um dos ieus antecessores ,
    caneado deservir ao publico demanda repa- | ses da vida. Jim qu nio n
    ros indispensaveis tanto no tanque como na violentamente envolto cin quotidiana luta, sol-
    i)omba. He dever reparal-o e eu ficaria con- i riadi da imprensa, sem arma, sem apoio, sem
    tentesefossebabillitadoauma similbantecons- fortuna senao a minha penna, corra excepta
    trucao na outra parte .ia cidade emqueexis-
    Mas ouve, caro Cunli!... o que leu digo: dicaedes achava-sc no rosto do deputado um
    Inda espero nos ('.eos, da Estancia fria nao sei que, qunmanifestava um rico propnc-
    tario j maduro transplantado pelo impul-
    so da embicad* do seu feudo provincial para o
    terreno parisiense.... Hoje nao acontece o mes-
    nio: para a deputacad a oseada dos annos a
    vida ommurn desde os 30 annos atea extre-
    ma velhice, e a da riquesa bem que nad a-
    branja a grande generalidade da vi la social, a
    tem cacimbas de boa agua e vos gozariois do
    prazer de ver a utilidade de vossa obra.
    Passarei a duas obras de maior de/.cnvolvi-
    raento de^peza o tambem de maior urgen-
    cia, l'',llo do extenso aiterro e ponles do
    Pacuty na varea do Aquira/. que tem me-
    recida -js atlencoes das Assembias que vos
    pre-aeder8o e do projecto de obra similhante
    r.roximo a Soire ou rio Cear. Para esta umi-
    tas madeiras que j nao existem estver&O
    juntas no lugar da obra e para aquello atter-
    ro e pontcs sommas n"io pequeas tem sido vo-
    tadas e consumidas c por lim o atierro se ai ha
    bastante estragado cortado nos tres lugares ,
    em que teve as pontes que insuficientes para
    dar sahida massa d'agoas, que se despejSo
    por aquella bailada o quic impropriamente
    construidas, forao levadas pela corrento, exs-
    tindo anda urna solada no moio do rio, e
    como fluctan io da qual s se poderd appro-
    veitar rlgumas travs.
    Na secretaria do Governo existem os contrac-
    tos assignados por o empresario daquella obra .
    que vos serao apreseniados, com as informa-
    coes a respeito; se o julgardes becessario. En-
    tretanto nao me privarei dedzer-vos, qu;'es-
    tas obras unem por assim di/.er a capital como
    interior ila provincia a prosperidade do com-
    mercio as exige. Sem essas ponles e atierros
    nao podero durante o invern virem ao mer-
    cado da capital os productos de que abunda o
    interior do provincia e seus habitantes serd
    priva los dos recursos d'esta.
    Lembrarei por fim quanto convem que se
    nao pernio tantos despe/as e fadigas na aber-
    tura d'estradas que pela mor parle precisan
    de limpe/.a o pequeos concert que le
    vossa noca encarregar nos dones das tentadas,
    Sem essas vas de Iransporte nfo he dado espe-
    ranzar a prosperidade do Cear.
    PRISOhS PUBLICAS.
    As cadeas <|iie existem na provincia, sao
    pela maior parte to ms, que nem morecem
    esse nome ao passo que sao esses edificios
    indispensaveis. lieconhecida a impossibilida-
    de de consignar fundos para a repara'Tio e
    concluso do todas as que o carecem julgo a-
    certado que totmis primeiro em considerarlo as
    das caberas de comarca.
    A casa de detenco e correccao que exis-
    te na capital, nao tem as proporedes para o lim,
    i que esla destinada; todava algumas refor-
    mas em seu regulamento pequeas modilica-
    coes as divisos das prisSes e insignificantes
    reparos, que se farad mui econmicamente ,
    a tornarn incomparcvelmente nnior.
    Ocalaboucodoquartel dobatalhSo proviso-
    rio he que serve de cada civil n'esta cidade,
    elle se tornar insiifli.iente logo que crescer o
    numero de presos ulm de vinte.
    (Continuar-te-h.)
    Public.ico a pedido.
    __

    :
    ..v
    A quasi sbita, e solitaria inorle do Sr. Fran-
    cisco da Cunha Machado em 7 do andante a
    22 leguas distante d'esta cidade e detua pre-
    zada familia.
    SONETO.
    Do negro Mausoleo 6 campa escura
    Pesceste ah CaiO Amigo em soledade! ?
    Recebe nos Ceo ntinbs saudade .
    Da Mi, dos Filbos teus, ais o lernura!.. ..
    Com muilos cruel foste, Parca dura !
    Tantos orphos lazendo em lenra idade ;
    Uns aqu outr'alem! sem piedade
    Escondeste um Thezouro cm sepultura!!!
    <"... l.iL-rinia pud Fado, um da
    Il
    decuidados a vida delle, na trra em que nas-
    cra na casa de S6US pacs. Depois dos annos
    sua educacao consagrados, teve todo o socego
    necessario para examinar por que porta mais
    llieconvinlia entrar no mundo ; nao se apres-
    sou foi de vagarzinho, e, cm admiravel so-
    cego de espirito urna vez, ao amabbecer, disse
    comsigoquero ser deputado.Tinha 36 annos
    qiiando isto aconteceu
    Surprebendeu-me inquietou-me essa reso-
    lucao ; masquando Augusto me decaTOU que
    sua oppulencia Ibe davaem sua tena inlluencia
    sempre disponi vel que de algum modo o collo-
    cava senao cima ao menos lora das rivalida-
    des eleitoraes, tranquilisei-mc, c nguardei o re-
    sultado do escrutinio .. Augusto foi proclama-
    do deputado. Ha disso dous annos.
    Quando ebegou a Pars, a mim primeiro v-
    sitou. Eslava quasi assUStado do que se atreve-
    r a fazer: a teniivel honra que tinha solicitado
    o obtido o assombrava, pedia-me consolos: es-
    lava perturbado, angustiado tinha verligens
    como so de sbito tivesse sido transportado ao
    cume de altissimo edificio. Soceguei-o como
    pule, nao me atrevendo a rirdosseus pavores,
    por p.trcebcr que no meio delles scintillavo fa-
    iscas de secreta vaidade, o at de orgulho pelo
    titulo de qu.: se achava revestido.
    Nos primelros lempos buscou metls consc-
    Ihos, depois offereceu-mo a sua proteccSo.
    Realisou-so na pessoa de Augusto prompta e
    |uasicompleta metamorpbose. A primeira c>u-
    sa a que den de mad foi a sua natural timidez,
    ladizendoa sua modestia. Cenesso que bem
    poude conceber alta idea no man lato electivo ,
    vendo a rapidez com que no meu amigo desen-
    volver as facilidades intellectuaes, o dom de
    ver, o de prever, e mais que ludo pasmosa ap-
    lido para dirigir,
    No lim do primeiro mez debalde procurava
    nelleo hoiuem a qnein tinha visto to trmulo
    diante das obrigaedes 'que Ihe havia sido im-
    postas e tad lstame le cioso de ter de
    as desernpenhar. Augusto j do nada du-
    vidava. Tinha-o ouvdo fallar com humilde de-
    dcacaddo que dosejn obter para o seu circulo :
    pnuco dcpoisj annunciava projectosde melho-
    rament para a sua provincia, ..gora nao pensa-
    va mais sead na prosperidade, na sal vacad da
    Franca e as votes chegava a arranjar os riego
    cios dos don* mundos. Verda lee que lad a^i-
    ganlados pensamentos nao Ihe deixavaS tempo
    de lembrar-se do que prometiera aos seus cons-
    liluinles: assim chamava aos leitores,
    Vendo lano adianlar-se, julguei que perti-
    naz esludo, assiduo exame das mais importan-
    tes questoes absorviS < todo o tempo que naopns-
    sava na cmara e que a-siin se preparava pa-
    ra o brilhanle porvir, pensament oceulto dos
    seus sonlios parlamentares. E na verdade sua
    casa sita em Uina das mas mais tranquillas da
    cidadeesl,iva estudiosamei te atulhada de pa-
    pis de unpressos, de livros de brochuras de
    todos os formatos de todas os cores, ao me-
    nos ras capas. Exlasiava-me, admirava, iiud
    me animava a por mad profana nesse -mont.d
    de sciencias de luzes luiir para a prosperidade nacional. Ani.nei-me
    entretanto a pegar em moa brochura, as folbas
    anda na6 tinhad sido cortadas; tomei um li-
    vro ; eslava intacto: olliei para um masso de
    impressns: anda cstavad vtrgens. Pergunteia
    augusto oque pretenda (azer de lodos esses
    Itiesouros de erudiccaC poltica ; respondeu-me
    atando a grvala que erad impressos que Ihe
    distribuan na cmara OU que Ihe mandavao
    ra/ercasa; que tinha querido examinal-os
    que pens ivaem consciencia ser a isso obrigado,
    mas que sendo-I/ie impossivel ler tudo toma-
    ra para nao ter injustas preferencias o expe-
    diente de nada ler.Demais accrescentou ,
    conversamos muito, ea conversacao instrue,
    prefjrivel aos livros; nao foi de outra sorte que
    se habilitou Casimiro Perer.Fquei estupe-
    facto. Osfidalgos do lempo an'igo, e ses filhos
    de boa raca que tudo saldad sem ter aprendi-
    do, nad se gaba vad de leitores; mas para se
    desculpaiem na la tinhio adiado de tad enge-
    nhosocomo o que acapava de.ouvir.
    Veiu-me vontade de saber quaes podiad ser
    asdoutasconversacoes deque tanto aproveita-
    va-seomeu amigo ; acompanhei-o enmara ,
    subi para a galera: a sessSo devia sei interes-
    sai te: ludo esteva atulhada de gente.
    Oque mais surprehende a quim vea assem-
    hla legislativa a eonfus'So e o barulho ; im-
    )o sivel distinguir un.a s das perfeii oes des-
    da physionomia movedica e sempre agitada. Afi-
    lo 1830 era possivH designar algum dos ca-
    gas ondas de gente quo as duas portasSateraes
    vomitavo na sala das sessdes.
    Nao deve aifligir ver que um deputado se pa-
    rece com qualquer outro homein entretanto
    no se< o que que se sent o modo de dcs-
    .rsto e de dtspeito ao ver que tanto entrad em
    vulgar cathogorla. Temos no coracao extinctos
    m
    nnito mais aristocrticos do que pensamos.
    o deputado da opposfc&o s dlfftfe do depu-
    a lo ministerial em ser o defensor de opinioes
    contrarias. Olhae paia esse homem ainda mo-
    o e cujo trajar de estudada elegancia ; seu
    rosto serio e fri, o seu andar tem certa arro-
    gancia seu ardesdonhoso, seu gesto, tudo
    nelle indica certa disposic.ao que parece orgulho:
    um dos mais valentes athletas do dogma da
    gualdade. Olhae para esse cujo trajir 6 tao
    simples cujo rosto 6 tad franco e aavel cu-
    jos modos sao toamaves e obsequiosos, cuja
    nalavra cujo cesto indicio tanta benevolencia,
    'o maior propminador das dtstinccdes sociaes.
    Oue'eisvoro mais Influente dos nossos estadis-
    tas'' Eil-o ali: aquelle homemzinho cujas
    gracinhas fazo rir aquelle grupo que ali esla
    o peda tribuna direita ; tem tola a mages-
    ladede um menino quando saheda esc da. Ro-
    pa rae agora nesse, cujo vestuario to solem-
    ne o andar tilocompassa lo, acabeca taojne-
    litava e sobrequem como que de.scancao os
    1,'slinos'dasnncdes; 6 o homem mais leli/mcn-
    '..desocenpado da assembla; n id ha exeinplo
    de que tomasso parte em trabalho nenlium. Es-
    s- fleuma que o envolvo da cabepa aos ps tra-
    /in i sua casa n'um cortado; era cm casa um
    consor Inwmmodo o inamomivel que tudo oon-
    lemnavacom insupportavel gravidade e sove-
    i I He inperturbavel ; sua miilher para ver-sc
    'ivre delle, empenhou-se na eleicad. trino
    nhou e obse piiou a cmara com esta estatua de
    relo. S) ha umaclassede pessoas que pelo seu
    numero d n s oihos do emectador, a dos a I-
    voaados; e tende a hondada de vos capacitar
    les de que nao 6 porque do advogad s se llierin
    ] 'potados mas porque sendo deputados tica-
    rao advogados.
    Vi Vugusto: realmente estava n'uma roda de
    r.'itadissiinaconversacn; mas tanto riad todo
    ;i aleares ndivertidos estavafi, quede corlo nSo
    rao qiiesldes polticas as que diluc.lavad O?
    interlocutores, todosarmad"s de luneta leva
    vadseusolharespiraas tribunas dassenhoras.
    parece que era o que observavafl que alimen
    t.na a sua conversacao; at alTeclavad deixar
    que lodos vissem que assim era e querer qu<
    os tomassem por moinhos travessos: o corlo (
    que niloera preciso tantoaladigarero para mos-
    trar que nadero homens polticos. Sahi da ga-
    sa volta de molestia levada alem do medo a-
    lem de suaantiga timidez, me surpr henda.
    Quo lim tinhal levado sua seguranca, sua con-
    fianca as proprias foreas, e o seu contenta-
    mente do ructo que tirara de suas Ilustres con-
    versacoes. Gomo sbito se tinhad esvaendo os
    motivos que ainda ha pouco Ihe davao urna
    quasi arrogancia ? que no.mciode suas mais
    vivas preocupares tinha Augusto um bom sen-
    so que a vaidade havla desviado mas nao lal-
    sificado : lembrava-se nesse momento dos jo-
    vens oradores que logo a sua entrada na cma-
    ra tinho-se arrojado tribuna e, como im-
    prudentes mari musas tinhao ficado queima-
    dos. Ilecapitulou os nomes de todas as celebri-
    dades de todas as glorias de provincias, de
    todas as eminencias de aldeia. de todos os phe-
    nix de circuios que tinhad vindo cahir de r di-
    culo e de pateada da platea da imprensa ; Icm-
    brou-se de todos os arredores de reforma, de
    todos os zelos de aperfeicoamento de todos os
    lerveres patriticos de todos os maravilhosos
    sonhos que tinha visto naufragar. E por i-so
    trema as vsperos de urna prova que Ihe ia
    marcar urna poslco entre os seus collegas,
    aos olhos de seus concidadaos. Em sua tama-
    oha perturbado ainda pois dominava a vai-
    dade !
    Tres das inteiros forao consagrados a impro-
    visar o discurso de Augusto ; para estar bem
    corto em sua eloquencia repeli muitaS %exes ia
    de cor, j com o manustripto vista. T.-'dia eu
    longa experiencia de debates parlamentares, sa-
    ina como os mais famosos oradores se prepar.a-
    vafl para fallar tinha visto um d'entre elles
    corrigirnas provas impressas o discusso que
    havla improvisado: tinha acompanhado no ma-
    nuscriptoo discurso de um orador que o havla
    decorado como um sermo ; tinha eudito urna
    ve?.F... brevemente hade fallar pois na 2
    me/es que toma nota de tudo quanto ouve do
    bomera me de muito prazer examinar nos
    longospasseiosde um homem, cuja palavra
    tinha peso considera vel, o laborioso pato do
    un discurso. Todos os segredos de prenh z o-
    raloria uieerad pms familiares. O iinprovis ) na
    amara, conioem todas s reunides fallantes,
    6como a amisade no mundo, nada mais oom-
    inum do que o nome nada mais raro do que a
    nousa. Algumas organisavOOS poderosas quer
    vivificadas pelo estro da inspirado quer por
    singular proniptidad o picsenca de espidi, ou-
    Iros dominauos por oonvceoos profundas e
    heosoa mais variada erudiccao, evilad sos
    essa le commum que torna tad dillicil ^o ho-
    nein o uso da palavra que Ihe c dada para ex-
    primir OU |)ara dislarcar seus pensameiilos.
    Houve eniliin no quarto de Augusto um cn-
    viiogeral; representava eu a asscmblea fiz o
    jue pude para emilar o tumulto cm, lodos os
    >eus periodos de as- imento e de desenvo vi-
    nionto, no susurro das conversacoes, as on-
    las de apartes, eat na tempestude e subleva-
    rlo geral. Amestrci-o em seguar no seu ma-
    auscripto de modo a poder acompanhal-o com
    os olhos para evitar o que aconteceu a esse o-
    rador novico a quem, em quanto procurava suas
    nalavras e suas ideas disse desapiadado o Sr.
    'iipm : Veja no seu caderno. O coilado
    cheio de vergonha e de conluso desceu da tri-
    era fui ter com Augusto a quem tinha algn
    esclarecimentos que pedir. Nos corredores d.
    amara convdav5o-separa jantar; na salla da;
    commissdes rallava-sedeolaunsquadrosdo mu
    seo no archivo liad peridicos na salla doc
    refrescos riad as gargalhadas e na de espern
    havla renhidissimo debate sobreo mereciment.
    le urna actriz. Entend que Augusto nao podi,
    estar em ranchos que com taes futilidades si
    ociipnvad procurei-o pois em outros lugares;
    nooacliei. noite lili opera ; a primeir,
    pessoa com quem cneontrei foi Augusto. Di
    manha na cmara trajava elle como un.
    iondy, agora pareca un grave magistrado
    ninguem mais eslava presente ; acenou-me sem
    fazer a menor bulla, que (osse ter com elle sem
    perturbar nem incommodar aos mais... Pareca
    que abi se disculiio os pontos mais vitaes di.
    poltica actual.
    Terrivel momento arneacava a Augusto: via-
    o triste, pesaroso, ludo icvelava secreta angus-
    tia. Escrivio-lbe de sua trra admirando-se de
    seu silencio; estavad descontentes; uns duvi-
    lavad at de sua capacidade pessoal, outros da
    sinceridade de suas opinioos. Cumpria fallar.
    Sem embargo de toda a sua tagarelice acerca
    de economa poltica, de interesses gcra.'S, de
    sua dedicacao causa do progresso ea mil u-
    topias generosas e explendidas Augusto nao
    tinha visto na depulaco senao um meio de bem
    apparecerem Pars. Orno titulo de deputado,
    ai hava-se sem mais dependencia aeceito cm to-
    das as reunides tinha um valor, urna signli-
    cacad pessoal, at mesmo urna posicio; pois
    um v>.to cousa sempre procurada e elle des-
    punlia de um vol. Hecordava-se de que o con-
    dede ''- joven diplmala nue lora candidato
    em um circulo visinho do seu Ihe havia militas
    ve/es repetidoEm Paiis, ?d haattencio para
    quem deputado.Essa considerado e de-
    poisn amor ilo nem publico o tinha decidido a
    implorar os eleitores. Ffeou pois um tanto a-
    lordido quando se viu em frente du urna obri-
    io que desarrarjava sua encantadora exis-
    in. a ramera ia disentir uma lei quealtamen-
    res particulares do deputado A idade de 40 U* importa va a localidado que o havia el.ito:
    era o mnimo de sua mocidade. eopaga- nada podia justificar o seu silencio, preparou-
    lo de mil francos de conlribuivdes indic8va ra fallar.
    i ajudado por essas duas lo* I -roe ioexplicavel oreceio que o agitava. Es-
    iiuna.
    No dia seguinte, aguerrido contra taes atla-
    rues, e at contra o derrainamento em sua
    inflo trmula do copo d'agua, subi tribuna,
    e proferid o scu discurso sem erro sem desas-
    ir, e o mais correctamente possivel. Ninguem
    Ibe deu atteiuo; poucos deputados eslavo pre-
    sentes ; sd foi ouvido por algumas senhoras, que
    Ihi havia convidado para irem tribuna sem
    que ninguem, senao eu, estivesse na confiden-
    cia desse convite. Actualmente um deputado
    illerece belleza o seu primeiro discurso, como
    Tilomas Diaforius olTerecia sua noiva a these,
    que sustcnlava sobre uma mulhe. mora como
    seu embrio.
    Estava eu vido por verificar as sensaedes do
    orador; esperava alguma fanfarronada algu-
    mas ga bol ices: enganei-mc ; achei-o modesto;
    confessou-me, que tinha reconhec do que a In-
    titula eslava em singular eminencia ; tinha sen-
    tido verligens a lingua se Ihe tinha grudado
    na boca sua garganta ai ida e secca nao tinha
    deixado sabir palavra alguma sem que Ihe abris-
    se caminho um trago de igua assucarada : suas
    pernas hambaleavao; tinha cmfim sentido com-
    ino ao igual a que Cbarlet presta ao soldado ,
    que dispara o seu primeiro tiro. Consolei-o co-
    mo pude : De Prat, dizia-lhc nunca se atre-
    ven a subir > tribuna ; pois ahi nao se lembra-
    va de nem-um los argumentos. que tinha ela-
    borado no gabinete para esmagar os seus contra-
    rios ; una vez exclainou angustiado Trocara
    d'z annos d< experiencia por seis me/es de Iri-
    liuna 1 uitos oradores env.lhecidos em nos-
    s.is aasemhtas polticas me declararan,que nun-
    ca tinhao subido tribuna sem inex|dicavel sol-
    friment; e que para come arem a fallar era-
    Ibes semnre indispensavol violentos esforeo.
    Rem presuma, que odia urso de Augusto
    prolerido em circunstancias to pomo favora-
    veis coco as que o cercavo ero do para
    quem as gazetas lem sempre preparada a phrase
    .-/ dos "" orador i><~i<> /<>' por nos oi/rnta
    Tudo linba eu previsto; tinhamos quatro copia?
    I
    I
    i


    O improviso levei-as a diversas folhas e foi inventada o pedantismo em assutnptos
    note Augusto o eu fomos emendar as provas, c' polticos. '
    pflr no fim dos paragraphos alguns pareutlieses Coneluireicom urna ancdota que resume to-
    (apoiados) (mutos apoiados) (bravos) | do o meu pesamonto nesta materia,
    (profunda sensaciio | ^-".Mordamos alguir.as pa-l Depois de uina noito divertida alguns mo-
    lers escapadas no calor do improviso : alguns1 eos, montados emburreos, percorrjSo O bosque
    techos aecrescentados depois da discussao lize- de Boulogno. As grdese taviio fechadas eos
    rao realcar certas bellezas e com essas precau-, guardas nao as queriao abrir antes que ama-
    cooszinbas, quo um deputado intelligento e nheresse. No bando folgisao havia um deputa
    cu i ladoso do sua reputacao nunca oinilte, pode Ido; a todas as objec.oes do guarda responda

    Augusto esperar de seus committentes legitimas
    clicitacGes.
    Nao esperou muito chegarao aos cardumes;
    proclamado -o o protector do sen circulo, o sal-
    vador de sua trra, a gloria de sua patria. Cada
    carta de congratularn continha tambein um
    pedido una s ipplica, um requerimento, urna
    sollicitacao o;i u.na cncoiniiicnda. Cada com-
    iiiitentc man .fe itava um dosejo um voto, urna
    VOObtde, o deputado era proclamauo por to-
    dos a previdencia dosiu circulo mas ninguem
    quera, que fosse sso uina sine-cura.Incum-
    I iao-1 jc compras para todas assenhoras, livros,
    modal, utensis, porcelanas, joii.s; deviadeser
    o advogado de todas as pretemes, fa-er valer
    lodosos direitos antigos, recentes, passados ,
    presentes e futuros ser echo de todos os des-
    contentes, patrono de todas as ambiebes, de to-
    ilas as exigencias; confiavo-lhe a sorte de dous
    .)U tres meninos a quem devia visitar asidua-
    mente nocolle.io levar a passeio e tratar
    sua mesa nosdias de su to ; fazio-o responsa
    vel pelos despropsitos de ineia du/.ia de eslu-
    dantes de direito ou de medicina a quem de-
    via proteger vigiar. O circulo e eiloral (inha
    tamliem suas vistas sobre a fortuna do estado ,
    cumpria sust ntal-as sem restrieco, obter soc
    corros, favores em dinheiro em livros ern
    quadros em estatuas, fazer construir pon tes ,
    abrir estradas, levantar ter enos baixos, ahai-
    xar montanhas, dispor dos rgimen tos do exer-
    cito e desviar rios. .. Augusto suecumbia .
    esmagava-o o peso dos portes de caitas no cor-
    reio ; e einprestimos continuos devoravo sua
    opulencia.
    A nda nao cstava no fim do seu papel de Pro-
    videncia, s sollicitadores apinhavn-se na sua
    porta desde quo amanhecia ; as pequeas audi-
    encias absorviao-llie todo o lempo. Todos os
    infortunios provinciaes vinho ter Cun elle, suu
    bolsa se despejava em esiiiolas, ou emprestioio-
    (sao palavr.is mais synonimas do que parecem).
    sua chegida cmara, chovio sobre ell no
    vas importuna' oes ; vinho de proposito da su;,
    trra para vel-o paraouvil-o; nao podio ne-
    gar o esses billietes de entrad i as tribunas, car
    tas lie recominenda oes para poderem ir ver os
    monumentos pblicos, e algumas horas de seu
    tempe para OS a presen lar aos ministros.
    bes-es I bulacoes >icro-o as honras conso-
    lar: fui convidado para um baile no palacio.
    Dsta vez. insiderou-se alta personagein; lem-
    brou-sed is, e depois de tantos haver
    pedido ara oulri, julgou que podia tratar dos
    seu* ntimos do ; is. Se.n ser exaltado em suas
    opinides politii ns. peni ter injusto s preven, oes,
    sem pretender dar-sc por <> camponoz do Danu-
    bio Augusto linba loma le a prudente resolu-
    e.io de allastar- se de tudo quanfo podia com-
    prometiere sua independencia.
    Nao sei se nmdou de idea a esse respeito ,
    disse-me porem ltimamente que se quantos
    censurarn o poder de perto o conhecessem ,
    seriao cortamente menos severos.
    K' verdade, que-Augusto esta condecorado ,
    affiruiou-ine tmil)em, que era sso indispensa-
    vel num deputado. No neu entender cssa hon-
    ra longe de ser-lhe urna distinceao serve paia
    confundi-lo no dominio commum.
    deputado acompanha a lei das idades, aual
    a tracaro os poetas. .Moco, arden!e innova-
    dor prompto a obedecer s impressoes exte-
    riores. Na idade madura ambicioso, e quul
    quer que seja a estrada, que siga, nao adop-
    lou senao para alcanear renome e podei. cons-
    tantes objeetos de suas predilercoes. Velho, ha
    um passado ao qual louva, ama, e engrandece
    linge acreditar em si mesmo e qui/era persua-
    dir aos mais que chura o tempo de suas con-
    v(roes, em quanto so prantea o tempo do seu
    vigor physico e de sua superioridade inlellec-
    tual.
    Geralmente pode ser reconhecido o deputado
    porrera pedantesca grvida le, certa euipbase
    com que cheio de si expoe seus principios, qual-
    quer que seja o campo em que combate. Seu
    gesto provimHal recebe desta nova poso uina
    gegiiranea umitas ve/escmica; pnrmuitu trac-
    tor .o n os grandes no p6 da igualdade julga-se
    com iliroito de tractar aos mais sem tanta al-
    ien ;.,>: gota de lallar. do que pretende fazer,
    do que liad,: umedir, do que hade prohibir, do
    que h de'consenlir.
    elle de cima de seu burrico com pasmosa segun-
    dado Abra, pois sou meinhro da cmara dos
    deputados.
    Os homanssimplices, dedicados aos seus man-
    datos, estranhos s sed uceos quer da corle, quer
    da cidade os homens laboriosos e que se con-
    sagr io a uteis e obscuros esludos com paciencia
    e desinteresse as nnbres organisaces os ho-
    mens do vistas elevadas os talentos superiores
    e brilhantes, os homens rectos e ntegros os
    qiiecontribuem humildemente corno amor da
    patria e com o conliecimento das suas neeessida-
    des, nao faltan em nossas assemblas; achao-se
    porem ao lado de uelit-mtres infactuados de
    gente nulla, servil o de moscas, que sem cessar
    zuncm ao redor do carro do estada......
    C0VI!IRC!3.
    AI fon riega.
    tendimento do da 10.......... 2:577S885
    Descurrego hoje 11.
    Rarca GUM fazendas, farinha, e difieren-
    tes mercadorias.
    Irrigue Cecilij -- o resto, e carvo.
    Barca Sueca Urelte fazendas e farinha
    do trigo.
    llovmcnto do Poiio.
    Navio entrado no dia 8.
    Vcarac ; 2i dias brigue escuna brazileir
    guia, de IG) tonda las. capitn Antoni0
    da Rocha Lima equipasen- 15, carga sola0
    ecouros: -a Novaos & C."
    Pilos no dia 9.
    Rio de Janeiro ; IC dias, brinue bnzileiro Dos
    le guarde, de 137 toneladas, capit. jpo
    Goncalves Reis, equipasen 10, carga carne
    secca : a Ainorim & Irmos.
    Babia; 8 lias, brigue inslez Urna, de 177 to-
    neladas, capitn John Towns equipagem
    11, carga lastro : a L. G. Ferrdra cv C.a
    Macei ; 4 dias brigue brazileiio Boa Viagein,
    de 341 toneladas oaoitto Joaquim Martina
    dos Santos, equipagen 10, carga assucar,
    e idgodiio : a l)omuigos Alves da Cuaba. Se-
    guio para o Porto.
    Edita!.
    ss Pela thesooraria das rendas provinciaes ,
    em curnpriniento de ordem superior se ha de
    i'Ontractar no dia 7 d'agosto desle anno o alca-
    Lroamenlo de loil is as madeiras da ponte do Re-
    pile oreado em Rs. 1:6 58^59 5 sob as comli-
    oi publicadas no Diario n. I ti de tdejulho.
    \ discrip'ao da obra poiler ser examinada na
    repartcio das obras publicas pelos concurre:
    que devero dirigir h Ihesourara as suas
    postas com antecedencia em cartas fechadas,
    serao abertas no dia aprasado.
    Meclaracdes.
    -=Oadminis'rador da mesa da recebedoria da
    rendas geracs internas avisa aos moradores do
    bairro de S. Antonio que no da 10 do cor-
    rele mez principia a coleta de lojas taber-
    nas c (odas as casas que estao sujeitas ao im-
    posto do banco : todos os colelados, que se a-
    charem prejudicados nosalugueis hajaodecorn-
    narecerem nesta repartico munidos los papis
    de renda e recibos para avista d'elles seren
    attenddos. Recebedoria 8dejulhode l8'.3.
    Administraco do patrimonio dos orfos.
    Pela administra" o do patrimonio dos orfaos
    se bao de arrematar a quem mais der por lem-
    po de '.\ annos que bao de ler principio do 1.
    de julho do crrente anno ao fim de junho de
    isiti as rendas das seguinles casas :
    \." :}(i na ra da ladre de I). do bairro do R.e
    38 na dita do 'forres
    'j\ na dita do A mor m
    <) silio na estrada do Rozarinho arrendado a
    Joaquim Jos da Costa.
    Os licitantes p-.der comparecer na sala das
    THEATRO PUBLICO.
    l'RIMKIRO BENEFICIO DE MaDAME MAN0EL4
    CAETANA LUCCI.
    Primiira parle.
    dendo) ao roubador e feva!-as a dita foja jun-
    to ao arco de S. Antonio na esquina que vira
    para a Cadeia. ou annunciar por este Diario.
    i A pessoa que por engao tirou urna
    carta do correio para Joaquim Francisco I or-
    do
    O dueto da Opera f.a/za Ladra do celebre m ^ -n iinm,nciar ou leval-a em casa
    do na ra M. G. Rosini. Como frnale itpiailo.
    Segunda parte
    A beneficiada pela piiineira vez excculan
    um lindo duetio juntamente com sua irrniia <
    Cauela ; fazendo a parle do oven Pipo da -
    opera Ga/./a Ladra do celebre M. G. Rosini.
    Eben per mia memoria.
    Terceira parte.
    Pola primeira vez .Mr. 4adre Ii-rron e a So-
    i hora Julia exceular io um novo Bolleiro les-
    panhol.
    Quarta parte,
    fafael F.ucci e sua lilha Carmela execu-
    tarao o dueto |ocozo do opera II Posto Aban-
    dnalo do M. Si.erio Mcrcadantc. Jovor-
    rei che il tuob-ll (ore.
    Quinta e ultima parte.
    Urna nova pantomima em uous actos: inti-
    tulada (Jj ladras da l/i/danti ou A cafada
    dos Principes da Vallaehia Dando liin o di-
    vertimento com um Radiase Grotesco.
    A beneficiada liem persuad di que um
    divertimento integramente novo muito agrada-
    espera que os benvolos e honrad >s ha-
    LathanS H.bbert, ra do Frapiche n. i'i
    Aluga se um segundo andar de um sbra-
    los Burgos, ii.ni bastantes lommodos
    a tractaf na ra da Madre de Dos
    ra
    hitantes de Pernambuco se dignarao prote-
    gel-a.
    N. R. Se cliover continuamente das 6 horas
    em vante nao ha vera divertimento, transfe-
    irndo-se o dia annuncirdo por nutro anouncio.
    ( Principiar "S 8 horas c meta. )
    A viso > marilmos.
    Parao Vraeat. seguecom Orevidade. por le
    parte de sen carirtgani"iilo prompto o patacho
    nacional / aiircntina Brasil ara, forrado e pre-
    gado de cobre ; quem no inesillO qui'er carre-
    gar, ou ir de pnssagem dirija--e ao seu proprie
    (ario l.oureirxi Jos oas \'e>es na ra da Cruz
    n. GV ou ao capitao do mesmo Antonio
    Germano das Noves,
    Para qualquer parte da liuropa segu
    viagemo brigue Inglez Cicely de primeira
    classe forrado eneavilhado de cobre, e de lo
    le ile "23,j tonel! idas, com excellentes com modos
    para passageiros Irada se na ruado Trapi
    ilie n >vo n. 10, con o seu consignatario Jones
    Patn & Coinpannia.
    ufia
    S i mo sei que de grotesco na idea, que tem sessocs da diU adminislracao no dia \> do cor-
    de s ia |or a poltica : a seriedad.1 de nossas n- i reme mez as i oras da lard > con. seus fiadores,
    lituiedes n o l.a-ta militas vefts para suotar Sala das se soes da administraro do patri-
    o ris quo no le excitar Iao porl.....OSO entono. monio dos .-raos () de |iilbo de 18*3. J-
    Baurnacousa,queojtr'ora nao exista nos >/. da cruz escriplurario.
    nojsos custumes, e que por alguns deputados j '
    licuad.
    -
    O corrector Oliveira far;i leilao por cunta
    de diversos ,. e por todo o preco de um es-
    plendido sormento de fazendas inglesas, fran
    rezas, e snissas as mais proprias d este merca-
    do, alguma) recen te mente despachadas : quar
    ta-feira 13 do correle as 10 hor s da manbaa,
    ni> arma/em da casa de sua rezidencia pri-
    meiro indar.
    avisos diversos.
    ----------^-----------_------------------------------------
    Quem precisar de nina ama de leite, parda,
    proco i Nova n. 63.
    .iiiz l'ereira pertende embarcar para
    anel > as suas escravas Kita, de naco
    e l/abel mu ata.
    dinheiro a premio sobre penbo-
    u prata ; passando o muro da '. e-
    guudo sobrado "i.0 andar.
    ^Juem precizar de um homem para andar
    rom afgma carro a o qual tem bstanle pra-
    tica e he hom carreiro ; annuncic para ser
    procurado.
    Antonio Fcrrcira Teixeira embarca pa-
    ra o R'O de Janeiro o seu escravo Joaquim, que
    o houve por titulo de arremalaco em praca pu-
    blica.
    Aluga-sc a casa n. 38. na ra da Alegra
    no bairro da Roa vista rom muitos bonscom
    modos para qualquer familia ; quem a per-
    tender, dirja-se a ra da Cadeia do Recife,
    luja de ferragein n. 4V.
    s= No botcquim ao pe do theatro que foi
    do Sr. \ianna boje de Paiva & Temporal ,
    ha caf todas as tardes com leite e sem leite
    uiuito bem feito muito bons xarones boa
    champanha serveja e nutras umitas bebidas
    excellentes. assim como dous bilhares muito bons,
    ludo com o llldior asscii, possivol.
    Deposito de firinliade mandioca na ra
    ila Cadeia de S. Antonio n 19, os precos des-
    ta semana ronlinu a ser da primeira qunli-
    dade2,2W, da secunda dita 1,920, datar-
    reir 1,600 reis, cadu afqueire, o deposito se
    conserva aherta desde as (i horas da manbaa as
    6 da tarde sem recusa idade.
    I uriarao da luja de Gomes (k Carvaiho ,
    Da-se a juros a quantia de VOOj a 500o(
    rs. a dous por cento ao me/ com hypotheca
    emum i morada de casa terrea no bairro da
    Boa-vista ou um sitio pequeo perto da pra-
    ca que esteja livreedesembarassado ; na ra
    do Calinga loja de nmide/as n. 9.
    Antonio Vives Marta, capitao do brigue
    Indiano deseja fallar com 0 Sr. Manuel Joa-
    quim de Carvaiho que velo de passagem do
    Rio de Janeiro para esta oidade no dito biigue,
    o como se ignora a sua morada, por isso he
    nese Ihe faz este annuncio.
    S= No atierro da Boa-vista loja de calcados n.
    >\ de .loa |uim Jos Ferreira arana de recebor
    pelo ultimo navio vind.) de Lisboa um novo
    mrtimento de calcados de bizerro para homem o
    menino sendo bolina para homem o ditos para
    uiuiher meiosbotins, sapa tos abotinados pa-
    ra homem dito- para mininos, sapatos do
    marroqiiim paraSra., locos de marroquim pa-
    ra menino boln* de bi erro franco' para ho-
    mem sapatoes de 2 e d solas para ditos iodos
    lixiados propnos para invern ,
    ditos oara me-
    ninos sapatos de uala adianto, ditos para me-
    nino sapatos de duas palas de bizerro, ditos
    de bizerro de lustro sapatos de marroquim,
    leduraque preto e de cores, ditos de corda-
    vao ede couro de lustro para senhora ditos
    las mesmas quididades pira meninas e mitras
    nuitas quididades de calcado* por preco muito
    com modo: no atierro da Boa-vista n. 2V, o
    na praca da independencia n. 33
    Bolao-se tqolosein obr s a 3000 rs. o mi-
    Iheiio quem Ihe convior dir ja-se ao sitio quo
    Irr.i por Ira- do sobrado do M .ateiro quea-
    < liara com quem trat.r e tambein aluga-so
    luis canoas de condu ragua ; quem preten-
    der dirija-se ao mesmo sitio.
    - Alu a-s" ou vemkm-sa um ou dous pre-
    tos, uina crnica e um ou dous cavallo* a-
    . ustuinados a putar a mesma tambein
    se alugio ou vondem-se algumas das cousas se-
    parado : na ra Nova n. 88.
    .Roga-se ao Sr. que foi comprar no domin-
    go 9 do correnle pelo meio dia na loja di pra-
    im lia Independencia n. 39, um pente de pren-
    der cabello de Sra. que tinha o custo de 480
    rs., ecomo nao Ihe agradas, o simn que
    estavao no fiteiro que erao de tartatuga e ti-
    rasse dous para levar para amostra e deixou
    de penbor a quantia del. >000 baja por favor
    le os ir restituir senao passara pelo disgusto
    de ver o seo nomo publicado por este Diario,
    pois urna pessoa que cstava na dita loja bem o
    conhece.
    L'ina homem se offerece para ensinar em
    algum engenho ou sertao as primeiras let-
    de nrammatica latim o
    '8l
    ras
    grammatica,
    princip os
    rancei 0 sua Sra. cusma a custurar ; a quem
    convier annuncio ou dirija-se a ra do Ran-
    gel n 34.
    No dia 18 do correnle pelas i horas da
    tarde na ra No a a porta do Sr. Dr j liz do
    civ I da 1." vara, se bao de arrematar 40 bar-
    ricas de farinha de Irigo nova americana, pe-
    nhoradas a Jos Kpifanio Durao por execucao
    de Jones l'aton tfc C.a
    Gontinua-se a tirar passaportcs para den-
    iro c fora do Imperio e folhas corridas com
    toda a presteza e commodidado; na ra do
    Rangel n. '\.
    ss Precisa-se de um menino porluguez de
    idade do 10 a 12 anuos, chegado ltimamente ;
    no atierro da Boa-vista loja n. 72.
    No (la H du (oiroulr corre
    (> veliiicnlo a Latera de S.
    Miirtyi' ele Olinda
    ii*ii> hillieies.
    Quem precisar de um homem com prin-
    cipios de carpina, para caixero de engenho, com
    ia anuos de dado, annuneip.
    Na ra da Madre de Dos n. 10, concer-
    ta-se bem toda a quahdadede relogios, ecaixas
    de inuzica, por preco commodo,
    Precisa-se de serventes para aS obras da
    matriz da Boa-Vista.
    = Aluga-separa criar urna pretn esrrava
    com muito bom leite ; na ra da Sen/ala ve-
    Iba no le ceiro andar do sobrado do Braga,
    contiguo .i destilaco.
    A rommissao administrativa da Socieda-
    do Apollinpa convida os Snrs. Socios pera se
    reunirem boje as 6 horas da tarde em vasa da
    tui|)r IVdro
    ni
    (i quem
    no dia ^50 de junho pass.ido un carlm pequeo ', mesma Sociedade.
    )uem tiver para alugar um a prola qus
    saib.i vender na ma dirjase a ra do Colu-
    papelao com ile>'iiove inanias de lito .le li-
    o a (iiieiii ditas mantas lo-
    roga-SP pulanlo a quem
    . i
    /.
    I leill OllOreCIUtta apicui:iiui.i-iij, uim uuiiiw \['v- j vcu uii un uniiuiiv-ic.
    II FGIVEL



    = 4
    Aluga-se ama das casas da ru de Pala-
    10 velho deFronte do thoatro novo ; os pro-
    tendentes dirija-se a ra da Cadeia do Recife
    n.4.
    Ouem precisar de um homom para for-
    neiro ou mesmo para wasseira dirija-se a
    ra larga do Ho/.ario boloquim do Aibuquer-
    Aloga-e, permuta-sc, ou vende-se urna
    mor ida de casa terrea sita no Monteiro do
    lado da (groja pegada a casa de Jos Fernan-
    dos Jorge a qual tein duas salas 5 quartos ,
    urna sala atra/ inuito grande utna anti-sala ,
    co'.inlia fura e fogao casa para pretos hoin
    quintal murado com ;>ortao, e mais oulru quin-
    cercado dos lados com mil palmos de terreno;
    na ra Direita n. 72.
    >o dia 3 do corrcnte perdco-se urna car-
    ta com soliscripto do Jos Goncalves da Silva ,
    com 100 > rs. dentro ; quem a achou querendo
    restituir dirijo-se a ra do (^ueimado n. 11 ,
    qu e nao se exige o dinheiro massim a carta.
    Johnston Patr & Companhia aviso aos
    Srs. de engon los e corresponden tos dos mesmos
    nesta praca que se acha coiiqdeto o seu csta-
    beleeimnntu de machinismo para engenhos ,
    constando de moendas de diversos lmannos ,
    machinas de vapor de condesaco e de alta
    pressao da forca de quatro e de seis cavados in-
    glozes, e tixas batidas ecoadas e promottem
    agradar aos seus fregueses tanto em preco como
    em qualidade visto serein todos estes objectos
    Mos n'iima das principaos fundicesde Ingla-
    terra : r"tia da Madre de Dos n. 5.
    = Manoel Jos da Castro Araujo morador
    na Villa do Rio Fonnozo pretende embarcar
    para o Rio Grande doSul a entregar a seu
    fillio Manoel Profiro da Castro Araujo olicial
    de primeira lina o escravo de nome Joa-
    qun que Ibc pertenceoem partidla por par-
    te materna.
    = O arrematante do imposto de 20 /o sobro o
    consumo das agoardentes de produeao brasi-
    leiro avisa aos Srs., que ani consumo, veirho l"a/el-o nos diasll 12,
    13 14 18, e 16 do correle no largo de
    N. S. do T;rco n. 11 (indos os quaesse pro-
    ceder oa forma da le contra os que deixarorn
    de pagar.
    =A pessoa, que se dirigi ao engonho Tape-
    ra freguezia de Joboatao a fim de dar no-
    ticia^ de um preto que se acba preso na cda-
    de do Ico, farj o avor dever se o dito preto tein
    os signaessegnintes : alto, seco, espaduado ,
    pernas linas tein urnas marcas de fogo ou
    cbicotadas nos costas o qual chama-so Pedro,
    e tolvez tenha mudado o nome : tendo o men-
    cionado preto ditos signaes, pode essa pessoa
    dirigir-seao engenho Pereiras na supradita fre-
    guezia a inlender-se com o proprietariodo mes-
    mo engenho, que gratificara corn gencrosidade,
    sendo o escravo do dito propietario.
    Sociedade /'uterpina.
    A commisso administradora tem designado
    odia 21 do correte para sua partida : econ-
    vida aos Srs. socios para appresentarem as pro-
    postas de seus convidados na sessao de 13 para
    o fim convocada.
    = Aluga-se o sagundo andar do sobrado da
    ruadas Trincheiras n. 46; no 1.o andar do
    mesmo.
    =Precisa-se de alugar urna escrava, que sai-
    na bem cosinhar e fazer o mais servico inter-
    no de urna casa de pequea familia : na ra do
    C'abuga loja de miudezas junto a do Sr. 15an-
    deira.
    = Osabaixo assignados fazem publico, que
    desde o da 15 de Juubo p. p. est dissolvida
    ( ainigavelmente ) asociedade, que girava sobre
    a firma de Zimmer Ramm & C., e juntamente,
    que a extincta finita nada lirn a dever a pessoa
    alguma por ter saldado todas as suas tontas ;
    assim como deelarao aos seus devedores ( a
    excepcao dos Srs. S. & Cha. e D. R. &C os
    quedevem pagar ao Sr. Candido Jos de Salles)
    que os seus dbitos passrao a pertencer ao Sr.
    JHenrique Zimmer.llenrique '/.immer como
    procurador da viuva de I. D. Ramm.Kalke-
    munnH Husemmnnd. Candido Jos de sal-
    les.
    A pessoa que por engao tirou urna car-
    ta do correio, vinda do Maranho pelo \apor
    fahiana para Joaquim da Silva Mourao ,
    queira porob/equio entregal-a no estado em
    queestiver, na ni i da Cadeia \elba loja de
    erragem ao p do arco de N Sr.* da Contei-
    cao que se Ihe litar obrigado.
    = Compra-se a -enhora D. Mara Louren-
    ca da Comriro o sobrado de um andar n. 7
    da ra do f'agtindes no bairrode S. Antonio;
    quem ti\er dircito sobre ella queira annunciar
    por esta folba
    Precisa-sede um hoiicmtrabalhadorpara
    um sitio que soja brasiloiro ; ou portoguez ;
    na ra Direita n. 12.
    = Jos de l.irna Soares retira-se para o Rio
    de Janeiro.
    __ Quem annunciou querer vender um par
    Ue nveiiasde pma |ia k>pwm com i oiu- |
    vas ; as 5 pontas n. 45 na mesma compra-
    se robins de todos os tamanhos.
    = Precisa-so alugar urna casa no bairro da
    Boa-vista que tenha quintal, e que o alu
    guel nao exceda de 6 a 8000 rs. ; no atierro da
    loa-vista o. 5 K
    Manoel Jos> ,l arma comprou para em-
    barcar para o llio do lanciroa Manoel Joaquim
    Pascoal Ramos urna negra de nomo Mara ,
    de nacao Loanda del6annos; c a D. Ale-
    xandrinba Mara dos Anjos, urna negra de
    nomeCatharina crioula ie 25 annos.
    Ofierece-se urna mulher de hons oostu-
    mes para o servico da cozinha d'um homem sol-
    teiro; tra to se na ra do Mundo novo n. 32.
    Roga-se aos Snrs. credores do fallecido
    Major Manoel Leite de Albuquerque o favor
    deapresentarem suas respectivas contas no so
    lirado das 5 pontas n. 62.
    A pessoa que aoounciou saber curar
    erizipela nos escrotos, dirija se ao patio do
    Hospital do Paraso n. 8, segundo andar.
    Na ra do Passeio publico na fabrica de
    chapeos de sol eontinua-se a cubrir chapeos
    da mais superior qualidade de seda e de ou-
    tros pannos; e vende-se chapeos do sol muito
    fortes e todos os tamanhos; assim como con-
    cerlao-se os mesmos rom toda promptido e
    brevidade ; e roga-se a todas as pessoas, que
    tem chapeos de sol na mesma loja para con-
    certar de os ir buscar o mais breve possi-
    vel ; o acha-se na mesma loja um grande sor -
    timento de cobertores para cama muito em
    conta.
    reseja-se fallar ao Sr. Guimaraes vin-
    do llio de Janeiro no Brigue Indianno na
    praca da Independencia n. 23.
    O Sor. Jos Xavier da Bocha Wanderlei
    senhor do engenho Mulato ou seu correspon-
    dente nesta praca queirao drigir-se a ra do
    Qucimado n. 23.
    Precsa-se de 2008 rs. a juros por tempo
    de-6 mezes com hypolheca em um escravo de
    15 annos ; na ra da S. Cruz n. 50.
    Precisa-sede um oicial de chapeleiro:
    na ra do Hospicio n. 13.
    No da 13 do correte ser a ultima pra-
    ca pela primeira vara do Civel, as 4 horas da
    tarde da arremataco da olaria no lugar du Bar-
    balho a margem do rio Capiharibe defronte
    do Monteiro com casa para leitor, e dita para
    escravos, bom barro ao p e baixa para ca-
    pim avaliada em 2:000,000 reis.
    No da 4 do correte oo eogeoho Inha-
    maa o meu cunhado o Teneote Coronel Fran-
    cisco d'Olanda Cavaicanti estando no seu
    servico, mandou um seu escravo de nome Joao,
    cortar uns espinheiros, que tinho lirado no
    moio do rucado no lia antecedente ; e como
    (.ai(liis.se l'oi saber da demora e no mesmo
    lugar dos espinhoiros achou o dito escravo, e
    com elle brigou por nao tor acabado dito ser-
    vico e dando-Ihe as costas ao retirar-se o
    malvado escravo approveitou o instante, e deo-
    Ihe urna finteada por detraz de um lado da
    cabeca que o botou em trra: foi a elle, e Ihe
    deo duas facadas nos dous peitos que o ma-
    tn ; outro parceiro por nome Joaquim que
    era conivente eslava em casa doeoTe o a noi-
    te se ausentou e ajustaodo se com o assassi-
    no fugirao : supponhoestarem no Recife ou
    proturario o sertao, por isso a qualquer pessoa
    que os pegar darei 300,000. Joaquim Ca-
    vaicanti de A Ibuquerque.
    N. B. = Os signaes dos escravos sao os se-
    guinlcs; um de nome Joao, cabra, quasi ne-
    gro baixo barbado dentes abertos, bem
    cabeludo ps apalbetados as untas dos de-
    dos dos ditos grandes isto be torios, os ca-
    bellos desandados cangote grosso falla cofn-
    passada olbos prelose nariz chato : outro ca-
    boculo de nome Joaquim pouca barca, es-
    tatura mediana, grosso,espadaudo, barrigudo,
    os dedos grandes dos ps menores que os ou-
    tros bem empernado, e as pernas cabelludas;
    levarao um quartio russo capado, que tem um
    defeito na bocada banda esquerda, islo be ras-
    gado que apparecemos den'es, e dous selins
    novos o duns brides urna de couro de lus-
    tro e nutra branca.
    = Vende-se urna burra de ferro ; no Forte
    do Mattos na prenca de Jos Ribeiro do Brito.
    - Vende se um negro de 30 annos para
    todo o servico ; e 12 cadeiras de Jacaranda ; oa
    ra da Cadeia velha loja o. 60.
    = Vende-se cevadinha muito nova, em pe-
    quenas porces do 16 libras ; no beco do Ca-
    pim armazem de Jos Rodrigues Poreira.
    Vendem-seuma negrinhae um moleque
    do t3 annos a negrinha cozinha cose e
    he recolhida ; na ra do Cordoniz n. 9, pri
    meiro andar.
    - Vendem-se sedas de listras e de cores ,
    proprias para forros a meia pataca o covado ;
    __ Vende-se essencia de aniz superior a
    5 mil rs. o frasco ; na ra Direita n. 120 se-
    gundo aodar.
    Vende-se a armaco e pertences da ven-
    da da praca da Boa-vista n. 11 a dinheiro ou
    a praso ; a tractar na ra da Calcada do Manoel
    Coco n. 12; assim como se vende a vende da
    i ra do Fogo.
    V ende-se o muito velleiro hiale Ameri-
    cano Runner forrado e encavilhado de cobre ,
    e prompto a seguir viagem para qualquer parte;
    os pretendentes dirijo se aos seus consignata-
    rios Mathcus Austin & Companhia.
    Vendem-se vinho d Bordeaux de varias
    na lojadeGuilhenneSettenaruado Queima- qualdades en meias pipas, eemcaixasde
    do n. 25.
    Vende-se urna arthmetica de M. Bour-
    don anida nova e rica enea lernarao : na
    ra de S. Thereza n. 26
    Vendom-se p ;s de sapotis e larangeiras
    da china hons para se inudarem ; em Olio-
    da, ra do Bom-lim n. 2.
    urna duzia de garrafas por varios precos dito
    engarrafado ; vinhos da Madoira secca Mos-
    catel frontyno Champanhede marcas coohe-
    cidas, licores finos de Bordeaux agoardento
    de Franca, absinto, queijoda Suecia de Groyre>
    maces bisco i tos des Resines em grozas, con-
    servas .le ervilhas sardinhas soupas azeite
    Vende-se um canario de imperio muito doceemgigos, mostarda ingleza e francesa ,
    espermacete rap rolao vinagre de Groyere ,
    tudo por preco commodo ; na ra da Cadeia
    cantador; defronte da ribeira deS. Antonio
    n. 8.
    Vende-se um relogio patente inglez de
    prata proprio para nutico por preco com-
    modo : na ra larga do Boza, io loja de miu-
    dezas n. 35.
    =s Vende-se um casal de es ravos de na-
    cao Angola proprios para todo o servico, a
    negra he lavadeira ; quem os pretender annun-
    cio sua morada.
    Vendem-se queijos do sertao, em por-
    cao ou a rctalho por preco commodo ; na ra
    do \ gario, armazem o 18.
    = Troca-se urna Imagem da Cooceicao de
    pedra viada prximamente da Bahia ; na ra
    do Vgario n. 23 primeiro andar.
    Vende-se por proco commodo urna mu-
    lata de 19 annos, bonita figura, na ra do
    Cabug, lola que foi de S Martim.
    \ ende-se um escravo peca de 2i aooos,
    proprio para pagem : no pateo da S. Cruz, em
    casa de Joao Sebastiiio Pereti.
    velha n. 16 casa de Fernando Luccas.
    = Vendem-se todas as bemfeitorias de um
    terreno foreiro com 64 palmos de frente e
    500 de fundo enlre as duas puntes da Magda-
    lena com casa nova de taipa bem arranjada ,
    pintada, n. 12; na ra eslreita do Rozario
    botica de Joao Pereira da Silveira.
    5s \ ende-se para pagamento de urna divida
    um excedente relogio do ouro muito bom
    regulador; chapeos de sol do Porto e france-
    ses e outras umitas fa/endas de gosto por
    preco commodo: na ra da Cadeia velha n. 49.
    = Vendom-se pentcs de tartaruga da moda,
    abertos e lisos, e tambem de marrafas, e se
    concorta toda obra do tartaruga o compra-so
    porcodella; no patio do Carmo na loja da
    esquina da ra das Trincheiras n. 2.
    \ende-se um pequeo sitinos AfToga-
    dos com casa de vivenda para grande familia,
    com ni i tos rom modos, o trras proprias ,
    = Vcndc-sc um preto crioulo de 24 annos, a praso ou a vista, como melhor convier ao
    Compras.
    Compra6-sc eiTectivamente, botijas
    garrafas vasias assim como pipas de agoar-
    pente, que nao sir%ao para exportar por ser Tra-
    ca ou corada ; nu restilacao da ra de S. Ri-
    ta n. 85.
    Compra-so um cao de filia bravo para
    se trazer na corrcnte ; c urna safra de Ierro :
    i na rna da Sen/ala veillfl n. 132.
    Vmrlas
    = Continua-se a vender panno de alg ido
    da tarro, em grandes e pequeas porcoes a1
    ''rlO \ vara ; na ra do Crespo o. 23 loja de
    ttuvei Jos ce Soma trabalhadorde pedreiro: oa ra Direita, pa
    dara o. 22.
    Veode-se um moleque de nacao de 18
    annos cozinha alguma cousa: as 5 pontas
    n. 71.
    Vendem-se charutos da Havaoa de su-
    perior qualidade ; oa ra do Trapiche n. 19,
    casa de J. O. Elster.
    - Vende-se um negro para todo o servico
    decampo: oa ra da Vnzala velha, padaria
    n. 56.
    Vendem-se dous negros de meia dado ,
    robustos e ptimos para todo o servico de
    campo por trabalharem bem do enchada : na
    ra de Agoas verde- n. 70, das 6 as nove horas
    da inanli e das duas da tarde em diante.
    Vende-se um preto ainda meio bucal,
    proprio para campo : na ra Nova n. 33.
    Manoel Alves Guerra na ra do Vgario
    n. 3 vende taxas de ferro batido c coado de
    todos os tamanhos, por preco barato, e tra-
    vos de madeira superior de 37 a 50 palmos e
    de 7 a 10 polegadas de grossura.
    Vendem-se um bonito escravo de 20 an-
    nos de todo o servico; um dito da costa, per-
    feto canooiro ; duas escravas quitandeiras ,
    urna de bonita figura, esabe vender fa/endas ;
    urna negrinha e urna mulatinha de 12 annos;
    urna cadeirinha muito rica e com pouco uso ;
    umcavallonovo, de bonita cor com muito
    bons andares: na ra do Fogo ao p do Ro-
    zario n. 8.
    = JosSaporit ainda tem um resto de lijo-
    Ios de marmorede 12 polegadas, brancos.e
    pretos que vende por preco commodo; no
    armazem do Sr. Annes defronte das escadi-
    nhasda Alfandoga.
    =^ endein-se duas moradas de casas terreas na
    Roa-vista, urna na ra da Matriz esquinada
    ra Velha onde tem venda com lampio na
    esquina, o. 54; a outra na ra Velha no
    fundo da casa cima n. 35. Adverle-sc que
    se Aendem a dinheiro avista, parte a vista c
    parte em ledras com boas firmas ou todo o
    importe em ledras conforme o ajuste : quem
    as pertender dirija-se a praca da Boa-vista n.
    30 segunde andar.
    Vendem-se 3 escravas mocas com boas
    habilidades, cosinhao e engomo; urna dita
    recolhida de 20 annos, cose, e engoma, 2
    mulatas ambas de 30 annos cosinhao en -
    gomo boas para tomar conta de urna casa ,
    por terem boa conducta: na ra das Agoas ver-
    des n. 44.
    = Vende-seo muito veleiro lanxo Pom Je-
    Mi dos \avegatilps, fabricado aosu da Baha,
    de excedente madeira, nparclhado de um ludo
    e prompto para emprender qualquer viagem ;
    quem quizer comprar dirija-se a bordo do mes-
    mo defronte do raes do Collegie.
    = A ende-se vinho de Chan panhe de boa
    qualidade a 12.000rs. a duzia; na ra da
    comprador ; a tractar no mesmo lugar n. 28 ;
    assim como vende-se ou aluga-se urna rede pa-
    ra viveiro.
    = Vende-se um engenho novo feito em al-
    tura de moer com agoa ja com as madeiras
    necessaras tiradas para o dito fim mas do pro-
    sete est prompto para moer com animaes o
    qual he edillicado sobre pilares (ochados com
    paredes do lijlo boa moenda nova boas
    taxas, etod'sos mais airan jos necessarios ,
    grande casa de purgar casa de encaixamento ,
    e destlacao casa de vivenda, estribara, sen-
    zala e mais 4 casas para lavradores, com
    bons sitios e outros commodos situado ern
    Cana-braba do Cruangi, comarca de Nazareth,
    em meia legoa de Ierra quadrada toda regada
    de vertentes permaneotes com bastantes mat-
    tas muito boas para caoas com safra ja cria-
    da para ao p de mil paes; a tractar no atierro
    ta Boa-vista ou no Forte do Mattos com Ma-
    noel (laclano ""oaresCaroeiro Monteiro ou no
    mesmo engenho com o "seu proprietaro Joa-
    quim Jos \ elho de .Mello.
    Vendem-se bezerros de lustro para calca-
    do em duzias e a retalho, por preco commo-
    do : na praca da Independencia loja n. 23 de
    Antonio Felippe da Silva.
    = Vende-se a troco de tijolos de alvenaria ,
    urna grande canoa ainda em muito bom uso, do
    carga de 1200 lijlos ; quem a pretender diri-
    ja-se a loja do Sr. Joao Maria Se\e na ra da
    Cadeia do Recife.
    A ende-se vinho de Lisboa labrado sem
    'omposirao alguma a 144o a caada dito da
    Figueira a 1760 dito de Lisboa PP.B a 1760,
    carne do sertao muito gorda a 200 rs. a libra ;
    na praca da Boa-vista n. 14
    Escravos fgidos.
    No dia 5 do crrante fugio o preto Jos ,
    de nacao Cabinda de 40 anuos bem ladino,
    por ter vindo pequeo levou vestido camisa do
    madapolo fino calcasde brim e chapeo de pa-
    Iha ;, quem o pegar leve a ra \ elha na Boa-
    visla obrado n. 63 ao Tenenle Coronel Jos
    da Cunha Moreira.
    as No dia 2 para 3 do crrante mez fugirao
    tres escravos um de nome Goncalo de na-
    cao Angola, altura regular, grosso, tem urna
    marra no meio das costal que parece ter si-
    do castigo. Outro de nome Pedro, tambem de
    Angola baixo groso do corpo bem bar-
    bado tem nimias marras de lie higas. E o
    outro tic nome Jone lambern Angola tein
    duas marcas em ambas as perna- de um lalbo ,
    c outra de urna ferida estoja he bastante ve-
    Iho ; quem os pegar leve ao sitiu por liaz do
    sobrado do finado Monteiro que ser.i genero-
    samente recompensado.
    caea uo ncciie n oo.
    IUcifb: nIvp.deM. F. deFakia, = 183
    i


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