Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04988


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Full Text
)
Annojgl843. Segunda Fera 26
Tndo agora depende de as meamos; da nnsaa imiiWi. i
_ _____________( I foclami^ao ,|. Aase-blei Geral do BwTii;
PARTIDAS DOS COUHEIOS TEnRESTRFS
o,.. P.nyb., e Rio Grande do Nwe, segundas e se.., fo.
Bonito e G.ranhuns, & 1 e '.'. '
Cabo eriBhJjen, Rio Forn.oso. Porto Calvo. M.rei, e AlaSo, i o i, ,.
1*",.,., Flores, 3. 2,. SantoA uinlfeir.s Q^d.'JoVo, di!. '^
.. c "lAb DA SLMaNa.
3o >eg. as. Joao e Panlo Irs. Mm Aud. do J de D. da 2. T
27 Terg. s Ladislao re. Re. Aud. do J D. de da 3 T.
?* Quart. jejum s. Leao seg P. Aud. do J. de da 1. T.
J9 Onint. g Pedro e s Paulo
30 Sex. a. Margal Ab. Aud do j. de D. di 5. y.
4 Sab. a. Theodorico \b. Re. And do J. de 1). da i r
i Dom. Visiugao de Nossa jenliora
4bw
de Junho
Anno XX. N. 135.
cambiosNo da
Ciaabioaobra Luaiiraa 2 a j.
n a ii'nj.i f 11 |r franco.
ai Lisboa ll por lUO da preauo.
.2 de Junho coaipra
Ouo-Modadt ,100 V. 4, N. OJ
do 4,000 .000
I'ala l'at.cas MJ
< Petos Coluaanaraa 1,'JOJ
ditos Meiicanoa 1,VJ0
Mocda fe eob/e 2 por cento
Ide de letras da boa. hnaas 1 f a |.
MIASES UA LA NO MEZ DE JUNHO.
Loa Cbeia 12, ,,4 horase 50 d m I La ora 7, as 5 horai da Urda,
(uirt.mwg. 10, as 6ooras a 10 aa. da t. | yu.rl orMO 5) ,0, ij, outoa da Urdo,
P reamar de ha je.
auli.ia. | 2. a 4 horas a ti da larda.
renda-
iO,600
16 40
y 20o
'OJO
i i'2U
1 a 3 horas a 42 a, da
PARTE OFFICIAl
DECRETO K, 281 DE 6 DE MAIO DE 1843.
Fiza as forcas navaes para o anno nanceiro de
1843 18*4.
Dom Pedro II, porgraca de Dos e unnime
acolamacaSdos pnvos, imperador constitucio-
nal e defensor perpetuo do Brasil: laxemos sa-
ber a todos os nossos subditos que a assembla
geral legislativa decretou e nos queremos a le
se^uinte:
Artigo 1. As torcas navaes activas cm lempo
ordinario para o anno flnanceiro que ha de cor-
rer de 1843 1844 constars de 2 500 Bracas de
todas as classes, edos navios de guerra que o
governojulgar conven^,, armar, Em lempo
asarsT mam de pracas poder* L
Alt 2. O corpo de artilharia da mannha po-
nera ser elevado ao seu estado completo.
Art. 3. O corpo de imperiaes marinheiros se-
r elevado, logo que seja possivel, ao numero
Art. 4. Alm das companhias mencionadas
no artigo antecedente, haver outra de aprcu-
wes mannheiios que podor ser elevada at
ao numero de 200 mem.res de idado de 10 at
47annos, que icar addida ao corpo de impe-
riaes marinheiros.
Art. 5. Crear-se-ha na provincia de Matto
Orosso urna companhia de imperiaes marinhei-
ros para o servico u tripulacao das barcas canho-
nheiras nella empreadas, com a mesma urga-
nisacod e orca quanto as pracas de pret, que
tem as companhias do imperiaes marinheiros
oesta;corle.
Art. 6. O governo, para completar as (breas
ora decretadas, fica autorisado para ajustar ma-
ruja apremio, nacionaes ou eslrangeiros, e pa-
ra reeftitar na forma das luis em vigor.
Arar 7. Fica tambero autorisado o governo
paraJalcm do sold, dar as pracas do corpo de
artilrlaria da marinha, que, concluindo o seu
tempo de servico quiserem nello continuar,
urna gratificacao igual ao sold de primeira
praca, emquanto forem pracas de pret, e a re-
erular, na foima das leis, as pracas precisas
para completara forca do referido corpo.
Art 8. Os olliciaes de l'azenda e nutica que
nao tem graduacocs, bein como os olliciaes ma-
rinheiros, nao comprehendidos no decreto n.
260 do l.de dezembrode 1841, continuars a
pereeber, quando embarcados em navios arma-
dos o meio sold que Ihes marca a lei de 15
de outubro de 1836. Os clrurgioes e (-apellaos
da arreada vencer tambem a gratificacao de
408 rs. Iincnsaes, quando embarcados ou effec-
tivamcnle em pregados nos hospilaes.
Art. 9. A gratificacao addicional dos cirur-
gtoes ecapellesde artilharia da marinha ser
tambem de 408 rs- mensaes.
Art. 10.vOs marinheiros, em geral, que, por
motivos de servico, se inhabilitaren) para con-
linua-lo activamente, seao conservados com
os seus vencimentos nos arsenaes e estabelec-
mcnlos de marinha em nue al{ sao prestar. Os Inteiramente inutilisados con-
servar seus vencimentos e serao recolhidos ao
asylo de invlidos do excrcito at que urna lei
permanente regule a sua sorte e a daquelles.
Mandamos pot tanto a todi>s as autoridades a
quem oconhecimento e execuca da referida lei
pertencer que a cumpra e facaft cumprir e
guardar lo inteiramente como nella se contcm.
O secretario de estado dos neg ios da marinha
faca imprimir, publicar c correr. Palacio do
Rio de Janeiro em 6 de maio do 1843, vig-
simo segundo da independencia e do imperio.
Imperador com rubrica e guarda.Joaquim
Jos Rodrigues Torres.
Governo. da Provincia.
EXPEDIENTE DE \\ DO (JRRENTE.
('fllcio Ao commandante das armas de-
\olvendo o pret, e documentos que acompn-
nharado seu ouicio do 2 dcste mez acerca dos
vencimentos dos municipaes permanentes, Al-
varo de Luna Freir, e Francisco Xavier de
Freitas que se achao addidos ao deposito, a
Hin de ano naja ae satisfacer o que exige o com-
missario Bacal do ministerio da guerra no pa-
recer, que remeta.
Dito Ao mesmo, autorisando-O rubricar
.todas as requisicoes ordinarias de objectos, que
tem de ser fornecidos pelo arsenal de guerra a
i m de que tacsfornecimentos so facao indeuen-
donto de despacho da Presidencia : e declaran-
por queo dito arsenal so forne 0 eneros;e que
fetasquaesquer despesas devem os, que as fi-
serem, requeror o seu pagamento, como qual-
quer otitro, afim de ser processado, e ter o
Cimente do commissario fiscal antes do compe-
tente despacho. -Offlciou-se respailo ao di-
rector do arsenal de guerra, e ao inspector da
Ihesourana da hienda.
Dito Ao.juiz relator da junta de justica
enviando o processo do soldado do corpo provi-
sorio de primeira linha da provincia da Parahi-
ba Felic.an > Jos Rodrigues, para que depois
e visto, o aprsente em sessao da mesma junta.
_ dem do da 16.
OiRcio Ao juiz de direito do crimo da co-
marca de Garanhuns. declarando em solucao
dasduvidas, quo propoz em oflcio de 22 de
maio pretrito, e deconformidade com o pare-
cor, que a respeito dellas deo o presid inte in-
terino da relacao : primeiro que os artigos 144
do cdigo do processo criminal, e 285 do reg-
lamento n. 120 sao espressos, para que o juiz
nao deixe de obrlgar o pronunciado priso c
ivrament todas as vezes quo a prisao tiver
I lugar ou se nao der a excepcaOdo artigo 299,
em cujo caso ser sempre reo obrigado li-
| vramenlo ; na tendo p >r consequencia os jui-
zes o arbitrio de pronunciar so livramcnto nos
enmes, em que tem lunar a flanea, ou nos cri-
I mes inafancaveis, como S. me. pergunta : 2.,
que os promotores pblicos, ou aecusadores
particulares, sao abrigados aecusar os reos
pelos crimes, cuja naturesa for declarada no
despacho de sustentafao da pronuncia na for-
ma rio decreto do 13 de outubro de 1834, earti-
go 285 do referido reglamento, podendo ape-
nas variarem as cireurnstancins do dificto se-
gundo a permissao do artigo 261 do cdigo do
processo criminal, asquaesem alguns dilictos
fazem variar o artigo do cdigo, em que est
decretada a pena; e que como o jury decide es-
pecialmente respeito das circunstancias nao
tem o juiz de direito embaraco algum para pro-
ferir a sentenca: lerceiro que os juizes munici-
paes, quando Ihes lorem piesentes alguns au-
tos para sustentar, ou revogar a pronuncia ,
d.ida polos delegados, ou subdelegados po-
den), para esclarecimento do crime, e suas cir-
cuinstancias, e mesmo para descobrir sous au-
tores, ou cmplices, proceder todas as dili-
gencias, que enlenderem para isso necossarias,
pronunciando aquellos, contra quem cxislil
rom pruvas de criminalidade. c despronuncian-
do outros, contra quem nao exiatao e-sas pro-
vas ; nao estando por tanto sujenos ao quo so-
mente fez o delegado nos restrictos termos da
pronuncia, como bom se deprehonde dos arti-
gos 289, 290, 291. 292, e 293 do mencionado
regulamento: quarto que smente ao aecusador
he permitlido preeedendo licenca do juiz, de-
nunciar, eaceusar por procurador, na (orina
da lei de 3 de dezembro de 1841, artigo 92, por
onde deve ser entendido o artigo 355 daquelle
regulamento, e nao o aecusado; tanto porque a
lei deste nao faz mensao no dito artigo 92, co-
mo porque, admittindo-lhe no artigo 42 escu-
sa de comparecer, para na5 ser julgado revel ,
nao Iho d a faculdadc de de(ender-se por pro-
curador:quinto finalmente, que aos juizes de di-
reito as correices nad compete fazer inventa-
rios de orlaos por nao Ihes sur conferida essa
attribuicao n > artigo terceiro e no 37 do re-
gulamento n. 143 de 15 de marco do 1812, no
artigo 209 do regulamento n. 120 e nem em
algum outro regulamento, ou lei.
Dito Ao juiz municipal, de orlaos do ter-
mo do Flores, significando em resposta ao seu
olliCode26do mez Ando que segundo o dis-
posto no artigo 22 do regulamento n. 160 de 9
de maio de I42, deve propor um dos dous es-
crivaes de orfos daquelle termo para cscrever
nos processos dos bens vagos : que em caso de
urgencia pude nomear um interinamente: e que
o curador, ou administrador, deque falla o ar-
tigo 24do citado regulamento, nao he ocuradoi
dos orlaos, e sim um especial, que se deve dar
cada heranca jacente.
Portara Concedendo jubilaco ao profes-
sor da eadeiraoeprimeiras lettras da freguesia
deBarreiros. Fcente Ferreirada Pa; por nao
poder corlinuar no servico contar mais de 10
annosdeexercicio nao interrompido, e estar
por couseguinle nos termos do artigo 10 do ca-
pitulo segundo da lei provinci.il do 10 do unhr
de 1837: e suppriminJo a refori la ca l.ira.
i]ommuni<:ou-soao director do lycflo e ao ins-
pectorda thusjuraria das ron las provinciaes.
dem dodi.v 17.
OlTlcio AIoSo de Moura Borba, concelen-
ilo-lho dispensa do lugar de segund supplente
do juiz municip il do t rma do Liinoeiro. Par-
ticipoa-se respectiva cmara municipal.
Dito A cmara municip il do>ta cidade.ap-
provando o plano, eorcamento p:ira a factura
de pequeas pontes nos lunares destina los para
despejos, assim como de privadas a) lado das
referidas pontes para uso publico; o autorisan-
do-a dar principio a estas ibras.
Dito Ao inspector do arsenal do mannha,
intelligenciandb-o de ha ver Sua Magestade o Im-
peador determinado, que os commissarios, e
despenseiros fossom oncarrogados das municos
de guerra 9 bordo dos navios (('armada ; e quo
so Ihes abonasso portal motivo, as (ragalas,
e cnrvttas agratiicagade 163 rs., e nos ou-
tros navios a de 107 rs.
Dito Do secretario da provincia i Francis-
co de Sales da Costa Montoiro, scienlificando-o
de ter havido S. M. o I. por bem fazer-lhe
merc do ollkio do tabolliaodo notas desta ci-
dado; e prevonindo-o de quo deve sollicitar o
respectivo titulo pela secretara do estado dos
negocios da guerra.
Ntesouraria da Fazenda.
KXPED1KNTE DE 29 DO PASSADO.
OITicio Ao Kxm. Presidente da Provincia ,
rogndose dignasso decidir sobre o pagamen-
to do pret do destacamento que servio na
villa de Pajaliu de Flores de 19 a 26 de de-
zembro prximo passado quo posto o com-
missario liscal do ministerio da guerra o a-
chasse exacto, duvidava eom ludo da lo por
corrente sem que S. Ex. tivesseconhe-
cimento de tudo que ello expunha em sua n-
formacSo.
DitoAo contador da thesouraria remet-
iendo para sua intelligencia, as copias das que
acompanharao oolicio do Exm. Presidente da
Provincia de 26 do passado sndo urna do
imperial aviso de 29 de abril ultimo queap-
provou a resoluco tomada pela presidencia
a'encarregar a um dos juises municipaes desta
capital, na (altaabsoluta de juiz do civel ou
direito do crime na comarca a vara dos eilos
da l'azenda ; ecutra da portara da mesma pre-
sidencia de 23 .do passado que designou os
juises municipaes e a ordem em quo estes se
achavao para tal encargo.
dem do da 30.
Olicio Ao Exm. presidente da provincia
rogando se dignasseexpedir suas ordens para o
commandante do vapor Rahiana recelier na
thesouraria a quantia de frinta contos de reis,
para entregar na thesouraria do Para.
Dito Ao administrador da meza do consu-
lado mandando suspender*- o servico do esca-
ler da saude e pagar a despeza at o mr pas-
sado visto se achar dispendida toda a impor-
tancia que se deu pelo ministerio do imperio
para as suas despezas.
Dito Ao mesmo, participando ter sido in-
deferido por a thesouraria o requerimento de
Jos Antonio Alves da Silva em que pedio li-
cenca para poder descarregar izentas de toda a
fscalisacao urnas caixas com assucar vindas da
provincia do Rio Grande do Norte ,* na sumaca
Laurentina, sob pretexto de ser para consumo.
Dito Ao juiz municipal supplente da ci-
liado do Olinda pedindo liou'vesse de remelter
thesouraria a lotacao das congruas e mais
vencimentos dos conejos e mais empregados
da cathedral d'aquella cidade, queja liavia"pe-
dido cm20dc marco prximo passado.
IllKM do da 31.
OlicioAo Exm. Sr. presidente da provin-
cia, in >rmando o requerimento de Marcellino
los I.opos e Antonio de Souza Rangel es-
cripturarios da extincta repartico das obra pu-
blicas, em que pedirao a S. M. o Imperador Ihes
conccdfSSe pagar em prestadles aunuaes de 100$
reis cada nina os ordenadas que como apo-
sentados recbenlo da thesouraria.
Dito Ao inspector da thesouraria da jzen-
da da provincia do Para com o conhecimento-
di quantia do trinta contos do reis em notas
que lecebeo o commandante da barca do vapo r
liihian, para entregar n'aquella thesouraria,
por conta do suprim jnto determinado pola ordem
do tribunal do thesouro publico nacional de 9
de se tem lira ultimo, o tractando do mesmo sup-
pri monto.
Dito Ao mesmo di/en Jo om resposta ao
seu officio de 22 do passado (abril) quo nao-
constando haver lei, ou ordem que mande fa-
zer a correspondencia entre as thes urarias por
ntermedio dos respectivos presidentes, nenhu-
ma duvida linha em mandat pagar ossaquesd'a-
quella thesouraria sem esta intervenco logo
que constasse dos olicios reservados, que eslava
em practica.
Dito Ao inspector da thesouraria provin-
cial rogando enviasse as proprias lotaces doa
"li o-, ile justica de algumas comarcas da pro-
vincia, para so poder organisar as tabellas, quo
exigi o tribunal do tbusouro publico nacional.
EXTERIOR.
L-so no Jornal do Commercio de 8 do cor-
rente
S hontem nos vierao m3o os nossos jornae*
de Montevideo pelo patacho Matozinhos. As
noticias que nelles encontramos sao favoravjis
s armas orientaos.
O coronel reverista D. Faustino Lpez rierro-
tou em S. Jos urna partida forte de Oribe, o
oceupava as Yeguas Blancas.
O coronel Fortunato Silva dcstrocou comple-
tamente no dia 4 de maio, no Sauce Solo, ao.
chefe oribista Melgar.
Os coronis Estivoe Cuadra, depois de ba-
terem todas as loicas quo sujeitavaSo deprta-
lo ufo de Mercedes ao dominio do general Ro-
sas, tomaras viva orca a capital do departa-
mento.
O grosso do exercito oriental, s ordens im-
mediatas do general Rivera, acbava-seno dia 8
de maio nopasso do Soldado.
O governo oriental apresentou a assemba
geral um projecto de lei para concederle aos
Francezes e Italianos que pegaro em armas em
dceza da independencia da repblica vinto le-
guas de trras lavradias e vinte e cinco mil ca-
becasdegado, sum prejuiso de outras recom-
pensas que Ibes sero dadas logo que termine
a guerra. A commissao da cmara de deputa-
dos, a qu::m foi reutettido este projecto, apro-
vou-o, elevaodo porem o numeio das cabecas
de gado a 50,000
A legiao rancesa, Teunida emgrando parada
no dia 12 de maio para receber a sua bandeira
apresentou e n forma 2,904 pracas. A bandeira
foi dada pera esposa do general Rivera em no-
me das senhoras orlentaes. Ocoronel Thiebaud
chefe da legiad, ao recebe-la dirigi aos legio-
narios a iguinte aliocufo: Soldados! Eu e>
todos os vossos olliciaes juramos atrancar em
derredor deste symbolo sagrado a victoria ou a
morte. Juris v..s tambem vencer ou morrer t
Sim, resoou em toda a linha com o maioren-
thusiafino; nos juramos victoria ou morte
Os estrangeiros establecidos na camuanha
estavao reunindo-se na villa de Minas para de-
fondei o departamento de Maldonado. Havia j.
500 homens em armas.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
MVERSAS NOTICIAS.
OSr. Paulino Jos Soares de Souza foi
nomeado ministroosecretariod'estadodosnego-
cios estrangeiros.
Os >rs Limpo de Abreu e mais dona
deportados que por aqui passaro chegrao
ao Rio no dia e loro reco Indos presos
por estarcm pronunciados no processo que alli
se izera pela revolta de Minase S. Paulo.
MINAS (ERAES.
Itabira, 16 de maio de 1818.
. Ha rtac 'Hkii-M-'i...... z\r.T------* -^__
----- %.rr..wvu pvi aiju U1Q SUjOln


.*#
to chamado Cyrillino Antonio de tal, espalhan-
do olas falsas da 2O$0O0; e corno felizmente se
desobrisse ortl lempo, nao conseauio passar
jnais dp que sette. Acha-se na cadiVi.
O leilio das notas pode engaitar os que nao
forcm prevenidos. Examinando-as com alten-
ffo, obseiva-se notavel differenca no papel e
no execueo das notas. Nao tein nenhuma mar-
ca de agua. As firmas assemelho-se as verda-
deras. As notas falsas appreliendidas j forao
remettidas ao governo com o competente pro-
cesso (Carta particular.)
a felicidadepublca.Seallustracaonaosecom-lsetodososmeios a um Ministerio anti-nacio-
bina com o despotismo, a exposicao, que j de- nal e que leva ao abysmo anaci, que pode
mos acerca dos administradores de provincias ser sai va por bracos inais valentes. ou mais bein
da confianca do actual Ministerio patenleia i dirigidos. Mas quando esto extremo nao pode
que bem longe de querer governar lora dacons- I ser convertido em systema segundo a conjunc-
tituicao e das leis elle s sesforea, porque ellas tura,entao fa/er mal puramente, obrar de-
sojan rospeitada*e cumpridaa. Sesem socegopu-
blico e sem forta que contenlia os violadores
sarrazoadamonte, nao descriminar aquillo, de
que precisa todo o Ministerio, c nao se Iho pode
IIIAKI DK PHYAMM
NDLL1DAPE DA OPPOSIQA5 DO D.-NOVO.
A opposicao d'oD.-noi'o incomprehensi-
vel como j por muitas vezes se tem mostra-
do sem principios certos, sem pensamento al-
gum decidido, ella tem apresentado as mais es-
pantosas variacoes, sem attentar, a que um par-
tido poltico por tal forma nao pode permane-
cer, e que essdS mudamos ligeiras nao consen-
tindouniao o systema transtorno-o lodo, a-
fasto, e poe ci'n desharmonia os seus diversos
concurrentes, e patenteio nos directores a ver-
satilidude de suas vistas, que niio tem outro al-
f> \o, que o proprio inleresse sem relacao com o
bem aoral. As diversas phases d'esta opposii-ao
j i forao notadas no Diario de Perrumb'uco ,
pondo-se patente, que o intitulado partido, que
s exprime pelo D. -novo ostentando ao principio
o carcter imparcial de conselheiro do Minis-
terio de 23 de marco e protestando n> se-
guir o trilito da velha opposicao renegando
seus [helos de Torca e inteira denegacaoe recu-
sa a todas as medidas eactos do governo, s reti-
rando seu apoio ao actual delegado do governo
em Pernambuco dentro empouco lancou-se
contra o governo do Imperio e furiosa essa
Opposicao atacou com virulencia bs membros
do Ministerio passado ; cahido est quando su-
bi ao poder o Ministerio de 20 de Janeiro ,
bem sabia a opposicao do D.-novo, que os cha-
mados pela conlianca do Monareha para com-
pg lo erao membros muito distnetos no parla-
mento (lo partido cujo pensamento triumphou
em 19 de setembro do 1837 e que de rienhum
moda se ligaran aos principios o s vistas dos
bmens de julho mas em tanto, que da ele-
vaco do novo gabinete corriao ratas espera ri-
cas aos GuiOei da opposicao do D.-novo tam-
bcMnjiio recosarao-se a esperanca, de que esse
Ministerio merecera o seu apoio ; mas apenas
appnrecm alguns mallngros de pretencoes par-
tic jlares o gabinete que mar-ha procuran-
do dar devida preeminencia razao, j nao
capaz de ser apoiado por aquelles em cujo ptito
pulsa com Tona o patriotismo, ecredor de ge-
ral anathema, 6 traidor a patria; porque perten-
ce a poltica tenebrosa de 19 de setembro
continuador*) Ministerio de marco e nascido
da terrivel oligarcbia tem em mira plantar o
despotismo reduzr o Imperio a colonia, lici-
tar por trra asliberdades publicas, tornar escra-
vos os brazileiros.e acabar suas existencias mes-
mo no matadouro do Rio Grande do Sul. Gr-
ta-se contra esse Ministerio exterminio e
niorte guerra aberta, c inexoravel at o ul-
timo de seus Tautores e adherentes baqueem
todos os meios, que tem empregado para forta-
leceropoder, triumphe a anti social liberdade
sem restrieco. -Mis a (lU(,rB ser' subrnettida a
renovada colonia quem sero os senhoresdos
brazileiros escravos quem .lera satnico orri-
so ao ver esta torra despovoada e empobrecida ,
nao se diz | nem se pode conceber. Os que
assim escrevem na deficiencia de rucios para
comlwter no campo das discueses atrazoadas o
partido actualmente triumphante,- querom des-
loca r tudo por meios violentos querem a de-
sordem c a anarchia pra no meio deltas sa-
tsfa/eremseusinteresses e como nstromento
pretendendo abusar das classes menos esclareci-
das e mais suspeitosas, fall.-lhcs liiiguagcm
de quem pugna multo pelos seus mais caros di-
retos. figurao-lhes todos os males ain la que
nada, do ve consideracao nem tcnba o menor toque de
sensatez.
Ebriamente, que os bomens, que procla-
mao-o exterminio, e a morte sao os que se
prope a lazerdo Brazl um montan d estragos
e ruinas ; os que pretenden, que so nao obc
deca asleis. que as rebetiOes sigaosua mar-
cha que o estado nao tenha defensores ( feliz
tempranea reservada opposicao do D.-novo )
sao estes, que querem, que as classez inferiores
da sociedade se exponhao a todos os revezes a
todas as miserias, que trazem as agitacoes in-
testinas a pobresa e a escace/ de capilacs cm-
prcados, para ellos somonte sem mais incito,
que de se aprgoarem finertadores da patria ,
sem mais trabalho, que o de fomentaron, e con-
cluirem a anarchia darem pasto as suas des-
regradas .mb< oes. Os artos do actual Minis-
terio ;, tudas as luzes mostro suas intencoes pa-
lioiicas, a o de/.tjo Cv&m d procurar
das leis e as sustente nao pode haver liberda- recusar sem prejuiso da nacao, e aquillo, que so
deve ser deferido de baixo de urna confianca
purtieulaT; poi isso nao admira na Inglaterra
ver-se Pcel obter una maioria extraordinaria
em favor dealgumas medidas de manifest in-
teresse geral approvadas sem distinccSo de
partidos por todos que asjulgo uteis
Poirri se o dever ordena este proceder pru-
dente c nico consentaneo com a razoccom o
bem publico que se dever dizer dos que que-
rem, que tudoseja regido conforme osseusdc-
sejos e quando assim n5o acontece procuro
totapar as bases da ordem social perturbar a
tranquillidado publica resistir com forca aos
poderes constitucionaes recusar obediencia s
leis e por em convuleo e desordem toda a so-
ciedade? Estes verdadeiros inimigos da patria
de tambem no Ministerio actual vemos que
nao se deixa ao abandono a tranquillidado pu-
blica, e sem proteccao osdireitos do cidado.
Se uttenae-se para a industria nacional veml-o
cuidar seriamente em desenvolvel-a o fomen-
tal-a : ahi est para proval-o de maneira clara,
o novissimo decreto de 17 do maio e o relato-
rio, que oacompanhou acerca da nova tarifa das
alfandogas. Se lancao-sc osolhus para as nossas
retacees exteriores encontra-se a recusa de
concluir com a Gro-Bretanha um tratado, em
quo o Brazil nao obtonha vantagens que com-
pensen, as que concede em quo sua industria
nao seja beneficiada ; e se o negociador Bri-
tnico nao est promptn a Tazer as exigidas con-
cessoes nao tem mais que esperar retira-
se levando para a sua patria a noticia de que o merecem d'ella eterna maldicao.
governo do Brazil saliendo respeitar os direitos
das nacoes, conhece tambem os direitos e in-
teresses da sua, sabe propugnar por ellos, e tem
Nos estados, que gozao dos beneficios do go-
verno representativo mister respeitar as maio-
rias e por ellas a naciio manifestando seos vo-
que em Pernambuco pertencem poltica do
23 de ulbo e que como sempre foi regeita-
ita por todas as pessoas notaveis d'este partido ?
Objecto do despreso e escarneo dos que nesta
Provincia representao a antga opposicao, a no-
va pheiujc nao duvida deixando o primeiro
nome, inculcar se por unida com aquellos com
quem nunca se eniendo para tentar sahir do
acanhamento de pandilha que nunca leve im-
portancia. Nao se i I luda a joven nem espero
illudir ; nao se atordoe sobre o seu nada com
grande algazarra pretendendo tomar lugar, quo
lite nao cabe cobrir-se com valimento alhcio,
e engaar aosque tem confianca em pessoas ,
que nao po'lem alliar-se aos directores da Im-.
parcial ; ^io seu pequenino circulo estreilado
conheca, que nada que nao ha de ter como
nunca teve consideracao, e que se pode latir co-
mo o gozo rabugento, seus arreganhos nao me-
ten mdo.
cao, as suas circunstancias, os seus pensamen-
tos que sao devidamente considerados nao
tendo-se jamis visto no Brazil tomaren as c-
maras legislativas lao largamente em atlencSo
os negocios estrangeiros, e o Ministro, queoc-
eupa a pasta respectiva declara ( sessao de 11 de
maio) altamente, que naoprocurar apoiar-se
em nacao estranha, que s procurar o apoio do
paiz e que ten o campo livre, nuem qui/er
conquistar o poder com apoio eslranho. Eis
como procede o Ministerio que se diz tem o
lirmesa e babilidade para nao ceder do que dic-1 tos nao podem elles ser contrariados se nao com
to-lhe a razao politica, e os interesses naci- I grande desmoralisnci: n5o urna oligarchia,
naes. Em quanto os bomens mais habis sSo col- j que aclualmente tem a preeminencia no Brazil,
locados as missos mais importantes, easnossas ( como com grande abuso dos termos, se preten-
relat Oes con as potencias eslrangeiras oceupao ; do inculcar. Um Ministerio fundado na von-
em grande parte os cuidados do artual Minis- tade nacional de accordo com o parlamento ,
terio, elle com Tranquesa at onde permitte-o de que 6 parte um senado vitalicio niio sugei-
a diplomacia expe aos representantes daa- toa mudanca, c independente em seu todo, co-
mo cada um dos seus membros o na maior
parte individualmente nada lendo, quo esperar
do governo e nascido de um partido, que tri-
umphou pela Torca de suas ideas desenvolvidas
na tribuna e pela imprensa elevando-se ao
poder depois de vigorosa bita, quando suas con
vicees haviao tomado vigor e consistencia e
axangeado o voto geral, nao sshido de urna
oligarchia mas sim da nacao pois com ella
identifica-se o grande partido que venceo sem
empregar violencia como pretenden, os que niio
tem a opiniio nacional nem dppositao confi-
anca nos meios legilimos e constitucionaes.
A Torra em prega da na faifa de apoio geral .
se por urna r.-voluco oolloea no poder o che-
es de um pirtido ft sen voncimento estril e
minguado.e sen predominio transitorio, poisde-
cahe por fim e tudo volta ao ant'go estado; por
quanto a vonfade nacional irresistiyel. Cum-
pro portanto trabalhar com paciencia por ob-
ter a confianca publica, na seguranca, do que
ella nada pode substituir e quo se os pensa-
mentosdeum partido forem conformes ao bem
da nBcao elles um din venrorao e \ seus at-
tletas ser entregue a elevada misso de dirigir
o estado. Que de tempo no esteve o famoso
Duque de Welington fra da influencia nos
destinos da sua patria e como nao supporto
resignados Mell ourne e Palmerslon a perda do
seu lado ? Em Franca Berryer o grande orador
legitimistn a 13 annos na opposicao entrega se
esperanca, de que a naeSo abrace ainda o pen-
samento, que elle sustenta. N8o procuro re-
volucionar e rasgar o veo da sociedade estes
grandes bomens, que concorrem para tudo, que
6 em beneficio del la.
Mas voltando a nossa opposicao do D.-novo .
dissemos. que ella era incomprehinsivel porm
mais que suis espantosas wariac5es deve admi-
rar a maneira porque une-?e a um partido, com
que nao tem a menor ligaoflo Vemos em di-
versas nardos difleren'es circuios em opposicao
ao governo cada um com seus principios e
systema suas particulares condenes e fim com
inteira exelusao at uns dos outros, e assim ,
que nunca poderioreunir-seem Franca os par-
tidos que capitaneao o ora lor legitimista a-
pontado e o republicano Arngo.
A opposicao do D.-novo teve de ver o Diario
e Pernambuco mostrar sun irregularidade, e que
nenhuma rolacao tinha com a politica geral e
reeonhecendo a extravagancia com que pro-
ceder a qual declarou o seu mesmo Guarda
clamando para que se cuidasse em combater o
governo supremo, e nao smentc em afeiar os
actos do seu delegado, e sem dar resposta as ar-
guices que llie forao feitas mudou de rota,
e cumprindo ter urna aparencia de partido,deo-
se por identificada com a opposicao cujos ebefes
llanoile redu'iro Brasil escravidao, e ao esta
ilo colonial.
A igualdade, e a ustica do Ministerio de Ja-
neiro rcssalta dos seus actos ainda os do menos
consideracao. urna necessidade a Torca pu-
blica e nao pode ser obtida sem o rigor do re-
crutamento tenha elle lugar ; mas seja sem
distinccSo do rico, nem do pobre os que tra
halho em um emprego ou industria, de que
nao podem ser desviados sem grande detrimen-
to do estado sejo sent* geralmente, mas nao
seja oque tem 6008 reis dispensado sopor
isso de concorrer para deTeza da patria. Os il-
ludidos pelos que, como os escriptores do D.-
novo se apregoarao amigos do povo sejo sub-
meltidos aos tribunaes que devem julgal-os a
vista dos seus actos e das leis ; por ni nSo baja1
perseguidlo e quem assim distingue o actual
Ministerio um inemhro dos mais extremos da
opposicao que tem na cmara dos deputadns
aquello gabinete O Sr. Ferraz quem diz
na sesso de 2i de abril Eu nao quero por
maneira nenhuma que d'esta casa parta um
incentivo, para que o governo se desuse da sen-
da, que at agora tem seguido de nao perseguir
na provincia de Minas.
O Ministerio trata de examinar o verdadeiro
litado da divida publica e de tomar as medi
das necessarias, para que noconfinueacrescer,
e o dficit com que ludamos seja preenchido
da maneira menos onerosa ; nao tem o Minis-
terio pesta parte motivo para censura niio obs-
tante pao se acliar,ainda tudo deslindado; pois
Tjuo bem sabido quanto entre nos 6 difTic.il a
exacta-eontabilidade, o bastarao para abonal-o
as palavras de um Ilustro Senador, cuja lin-
guagem nao suspeita. Confesso. diz o "-r.
Hnllanda Cavaleanti na sessao de 16 de maio ,
que se dizendo, que nao votaa pelo crdito pe-
dido por nao estar demonstrado e triumphan-
do a rninba opiniao fosse chamado ao poder ,
conTcsso digo, que nao obrara melbor que
o nobre Ministro
Muito grande dilerenca ha em verdade en-
tre as eflusos de patriotisu o do Ilustre Sena-
dor cujas palavras referimos e os grasnujos
da opposicao do D.-novo. Cortamente, que
urna opposicao conscienciosa e regular noa-
O vapor paraense chegado a este porto a 24
docorrente tiouce-nos jornaes da corte at 10,
e da Babia at 19 augmentando assim as no-
ticias, quo tinhamos at 5 de o dias somenle. O
que nelles encontramos de interesse copiamos
sob suas respectivas rubricas, A Babia goia-
va da mesma tradquilidade. as Alagoas tem
havidoalgumas desordons na comarca da Ata-
laja as quaes nao tundo cor politica tem to-
dava origem as intrigase odios suscitados pe-
la eleicao de senador. He o quo colligimos do
urna carta de pessoa fidedigno.
Copiamos o parecer de commissaoapprova-
do pela cmara dos deputados admittindo um
supplente menos votado quo o Sr. Pinheiro de
Vasconcellos pela Bahia em consequencia do
ter este senhor participado que nao ia cmara ,
praticando o mesmo que o Sr. Baro da Boa-
vista. Se a cmara entendesse.que nao lici-
to ao deputlrdo ficar na presidencia de urna pro-
vincia em vez de ir tomar assento quando esta
aberta a sessao da assemblea geral teria decla-
rado nesta occasiao. Temos pois confirmado
nossa opiniao a respeito da escolha que en-
tendemos pertence aos representantes eleitos
da nacao para continuaren! em seos emprego
em vez dos deixarem para irein exercor aquel-
lo cargo.
A commisso de constituyo examinouo
diploma, quo aprsenla o Sr. Luiz Antonio Bar-
boza de Almeida deputado supplente pela
provincia da Bahia no impedimento do Sr. de-
putado Antonio Pereira Reboucas e na falta
do segundo supplente n Sr. Joaquim Jos Pi-
nhoiro de \ asconcellos, o qual, segundo cons-
ta participara respectiva cmara da capital
da provincia impedimento para nao comparecer;
e como o dito senhor seja na ordem da apura-
cao geral o terceiro snpplente e tenha fal-
lado o Exm. >r. Arcebispo est nos termos
de tomar assento como a commisso de pa-
recer sendo admitlido a pro-tar juramento.
*>alla d(|6 comisses, 7 de junhode 18 V3.
Gnncalves Martin*. D. M. A. Mascare-
nhas. Paulino Jos Soates de Souza.v
poiando o Ministerio, em que seu pensamentp: largaro o timao do estado em 23 de marco ,
poltico nao domina combate-o sem poupar
seus Vetos mos, ou perigosos, e com grande re
entendeo que os podia chamar seus ,
toda a opposicao orn a mesma cousa.
o que
serva, havendo-se lom inquietacao, e muito Bem via ojortn do D.-noro a sua nutlidade,
escrpulo acerca do seu procodimento, e do uso presenta quanto seria ridiculo apresentar-se
que Tara dos meios, que Ihe sao dados nega- por si, e que nao poda Inzer po em politica.
Iho medidas de confianca e coarcta-lbe quanto Porm, que relacao tem os Tacciosos, que por
pode o arbitrio, sem que pnrm embarace a ad- aquelle jornal o seus salelliles tudo alaciio, sem
ministraco e que o governo faca, o que for nada reconbecer de sagrado e involavol cor
de bem geral. as grandes crses, em que tor- a velha opposicao, em que figurao homens dis
no-se nooessai os procedimentos fru do com- lindos no Brazil? Quem nao sabe, que a oppo-
miim, que sao a par das circunstancias, e que sic.o do D -novo Tormada do chimanguismo
puvtu sasaxcr um m tem lugar negaruui-J mais arrojado nao tem o menorconlacto,com os
Correspondencia.
_! I I I...... M^ I '
rs. Redactores.
Fiquei admirado quando vi noD-n. de 22 de
junho um artigo no qual o Redactor altribuo
a minha demisso de subdelegado de (raval ao
Exm. Sr. Baro por ser eu prente do >r.
Urbano principalmente estando eu desdo
hontem restituido ao meu emprego pelomesino
r. presidente da provincia logo que moslrei
nao terem funoanientos as queixas que hou-
vero contra mim.
lim marco um meu inimgo por nomo Ma-
noelTeixeira de Carvalho deo urna denuncia
levantando-mc muilosexcessos e'violencias ,
eo delegado supplente a enviou a S. Kx. ;
o Sr. Ifaro liada resolveo sem se informar, o
dirigi estes papis ao Sr. desembarglidor che-
fe de polica interino para que se informasse
do delegado' e juiz municipal que foi quem
meapresentou de principio para subdelegado :
aceontecou porem aue os oflicios do chele de po-
lica chegassem ao Bonito quando o Sr. )r.
Bocha estava de juiz de dircito e viero con-
tra mim as segundas informacoes dadas pelo
juiz municipal supplente qu*e he prente do
delegado que primeiro dirigi a denuncia.
A vista destas informacoes o Sr. chefe do poli-
ca interino propor em maio ao Sr. presidente
a minha denrissao e foi ella approvada. As-
sim que chegou ao meu districto a noticia da
demisso, vim para esta capital defender-me de
falsas denuncias na presenta do ^". uio o
do T. chefe de policia. O Sr. presidente de-
pois de conhcccr a intriga, que deo motivo a
to falsa denuncia ofliciou ao Sr. chefe de
Dolicia declarando oye*!! elnvn Mistificad' -
no caso de ser restituido ao meu lugar, se



S. S. conviesse,
- ~, ^ ..au uuiusse nesta uecisn'
a gum embalo aoservico da policio ,1o 2
?a conveniente a minha
baha.
cambios, 11 dejunho de 18 W.
25/*d. p. igOO.
>
, queacha- Londres...."."."..
portara de hontcm foiTe ellfc^nfend'a. Vste BE?'' *'''' '''' 35 rs"
he a verdadc do que se passou. S Kx inn ff?7 '' ........ *10 P- c-
rava quecu fosse prente do Sr. urbano aNW i J.ane!ro....... ao P*
^uc fu, se.npre nomeado por Corre dc7,el|o I fekZT d Norlai idem-
enaoporPcssoa de Mello; ^ffiH^ | ^f68 ^P*<*S... JlfiOOOa 31gS00,
do Sr Dr qlreh,mC k JUSt(a- Sou Pa<
do br Dr. Urbano mas fu s '
tendo MTHMp do governo da provincia Jor-
que souc.dadao agr.cultor q'ue 2 vi.S de
Agradecoavistadoque levo dito o cuidado
do Reductor do D-. aquem nio fa tu| *
. comrnenda. Sou de Vm.
Entrado no mesmo din.
Cal>o de Boa Esperaona ; 30 dias barca ingleza
Mericumbo, de 2M) toneli,las, eapitao John
Well, equipagom 14, carga lastro.
Mexicanos... OgSOO a 318000.
Pecas de GSiOO...... 16$800 a logia
JfQ as de 48000..... 8S800 a 9S000.
rezos hespanhoos..... loo p c
Prata cunhada....... 100 p. c.
Atiento venerador
Antonio Correa Pessoa de Mello.
COMMERCIO.
Alfandega.
Bendimento do dia 22.......... 1:958810
Deicarrego hoje 26.
Brigue Maypo bacalho
Bngue -Adolpho- f. endas, vinho, massas,
o larmha. '
Polaca Otar farinha de trigo
Brigue Eredano fa, endas se'ccas
"a* E'Ster ~~ Carv0" de Pe~
PRACA DO RECIPE 22 Jl'NHO de 1843.
_ Revista mercantil.
Cambio Continua firme 2o Vi' d. por 18000
res.
- As entradas continuao a ser di-
minutas cas vendas do bronco a
Assucar
1:200 c do mascavado a 1:100 po.
@ sobre o furo emcaixado o de
*m 2:700 por o do bronco a
, I:/0 niascavado embarricado.
Algodao As entradas foraa mais avultadas
e as vendas de 4:600 por @.
Agurdente caixaca Tem-se vendido de 44S
a 50g rs. a pipa.
Couros So pouco procurados aos precos de
130 a 135 rs. a Ib.
Aze.te de peixe Vendeo-se a 1:000 o ga-
lo.
Bacalho Tem liavido vendas limitadas aos
precos do IOjSOO a 10S700 e o
deposito de 2800 barricas.
Carjwsecca O deposito 6 de 24:000 arro-
bas e os precos variao segundo a
qualiJude tendo-se vendido a do
Rio Grande de 28a2S200,a deMon-
teviJo a 2400 e de Buenos-Ayres
de 1800 a 2S rs. a arroba.
Farinha de trigoTen, ebegado 150 barricas de
Philadelfia, que se vendern a 19j ,
e 200,le Alarsellia a 19S500: o car-
regarnento notado a semana pasuda
de 1:800 barricas indas de iVicsie
inda nao oi vendido.
Farello A endeo-se a 2000 a barrica,
familia de mandioca Tem entrado porfo
do centro e apenas alcanza 3:000 a
sacca.
Cenebra em botijas Vendeo-se a 3:120 a
du/.ia.
Louca ingleza ordinaria dem a 200 por
cento sobre a factura.
Massas sortidas dem a 4:800 a @.
embode Lisboa dem a 80o rs. a pipa e
de autores de segunda notla.
Embarcaces existentes no porto no dia 22
dejunho.
Austraca......... j
Americana......... j
Hraziieiras......... 24
Dinamarqueza........ j
Franceza......
Inglesas......!.".".' 6
^ortuguezas......... 6
Sardas .......... 3
Dos precos correntes do Rio de Janeiro em
do crreme extramos os seguintes:
Agua raz 150 Ib.
A/ete doce do Medilerrranco 1900 o galao
Portugal 2(0S000 rs. a pipa.
Cabos do linbo 23 quintal,
jarneiras francezas decores 16j rs. a duzia
Carvao de podra grado 13j a tonelada.
miudo 16S dita.
Cera branca 1S080 Ib.
Dita aniarella 18040
Chhyssoin 1680 a 1900 rs. a Ib.
Chumbo din barra 118500 o q.
emlentol 148000 >.
municao 178000
Carnes do Rio da Prata secas 176 a 215 Ib.
I'.rva doce 000a@
Eslanho em verguinba 830 a Ib.
1 arinha de trigo de 1"8 a I9S rs. a b.
Ferro da Stiecia 7S a 78200 o q.
Kolha deFland,es24Srs caixa.
Lona da Ruscia larga 3So 348 rs. pessa.
Ingleza estreita 18. a 19j
.Machados do Porto 560 a 600 um.
Massas sortidas 7000 @.
Oleo de linda, a 240 a 250 rs. a Ib.
Pimenta da India 200 rs. Ib.
Pinho Americano 40 rs. p.
Plvora em Larris 470 Ib.
Retros sortido 8.) a 12S a Ib.
Sabao do Mediterrneo 200 Ib.
Sal 400 rs. o alq.
Vinagre 30j a 60S rs. pipa.
Vinho tinto de Lisboa 70S a IGOi pipa.
I'ito bronco 120^ dita.
Rito de Cbampanha emgarrafado 15$ a 18? d.
Dito Moscatel dito 5& dita.
Aroz 88 a 9> a sa<-ca.
de Sanios 11$ a 12S dita.
Assucar redondo 2:700 a 2:800 g>,
batido 2:500 a 2600
dePernambuco 2:700 a 2:800
Cal superior 3:400 a 3600
l.'q- boa. 2:950 3150
> 2.* 2:5002600.
ordinaria 2:000 2300
Carne seca do Rio Grande 1500 2100 $$.
Farinha de mandioca 3800 4800 saca.
grossa 2400 2800
Jacaranda locueira 1. q. 13083G08 duzia.
2n. fiOft 120S
10
Editis.
O PAISANO N. 21.
I^Aiiio boje, o est venda no patio da
Santa Cruz na botica do Snr. Jos" Maria
xwnriTwT,TI7Tr.c Frcirc Ga,,,(!ro: enaloja de livros da praca
.. JO riCIAs MARI TIMAS. da Independencia n. 6e 8. '
ro o vapor ,S. Sebastiao, e nod.a 5 o bngue de talo cacimba, as ras seguintes: Direita
Tdiit n ',;"ac ,0R/W"'^ Pri,ia ,!a"^1 "* R Tfc
IS da 9 do dito sano do R.o de Jane.ro pa- ra roes.,- purto com escala pela Babia patacho seguranza; .ario da RilJra n. .9
l\Z tCarr,'S" 1f Car"eTa- I = Na ^"''a Sen-ala ve I ha 98', conti-
Lstaroo annuncados no R,o de Janeiro para nua-se a fabricar o afamado pao de Iba 0
ste porto o bngue & Manoal Augusto e o btala oe primeira qualidado.' '
Late 6. Jos ; o na Rabia o hiate Ligeiro.
^^S abaixo assignados fazem publico ,
que desde o dia 18 do corrente esta dis-
solvida f amigavelmentu ) a sociedade, que g-
rava sol, a firma Carioca \ Selle ficando a ca-
sa no mesmo giro com a firma do 2 abaixo
assignado, a quem o l.o na mesma oica/iao ,
toro vendido o trespassado toda aparte qno
tinba na mesma como consta do balaneogo-
ral nesse dia dado ; pelo ipie lica o 2.o abaixo
assignado ncarregad de lequidar todas as
tranzacoes da ex ti neta sociedade e obnga-
do a satisfazer todo o debito passivo sendo
com tudo o Lo abaixo assignado responsavel
pelo mesmo at s^a final reali/acao. O l.o a-
baixo assignado aproveitando-se desta occa-
si lodeclara que de muto livre vontade ha a-
parlado a sociedade que tinha em sua loja com
o seu amigo Guilhermo Augusto Rodrigues
Sette ecommuita satisfacao I he tem vendi-
do, e cedido a dita loja ; sendo grato aodito
sou amigo pelos seus servicos prestados ja
como caixeiro ja como socio, durante mais
denoveannos, quo estove em sua esa.Joa-
quim Luis de Mello Carioca. Guilherme //u-
gusto Rodrigues ^etle.
-- Deposito de farinha de mandioca ; na ra
daCadeiado bairro deS. Antonio n. 19. Os
Pela administracao da me/a do consula-
do se faz saber, que no dia 27 do corrente me/.
se ha de arrematar porta da mesma adminis-
tracao urna caixa de assucar mascavado apre-
hendida pelos respectivos empregados do tra-
piche Novo por inexactidao da tara ; sendo
a arrematacao livre dodespezas ao arrematante.
Meza do consulado de pernainbuco 22 dejunho
de 1843. O administrador interino .
slntonio de Souza Reis.
Drclaracoos
2.'q. (JOS 1208
Meos de sola ;000 um.
Tabaco Maepeedim 4S a 5j g.
> aquetas de Pernambuco 1600 a 2S rs urna.
A administracao dos estabelecimentos de
caridade manda fa/er publico que no dia 27
Jo corrente pelas 4 horas da tardo na sala de
suas sessdes continua a 3.a e ultima praca das
casas seguintes :
Ra do A/ete de Peixe n. 1 dita do Rur-
gos n. 2 dita do encantamento n. 3, dita do
Padre Floriano n. 43 dita de S Jos n. 5 ,
dita de Manoel Coco n. 32 e 38, dita das Cin-
co Pontos ns. 98, 116, el 18. (litada Vira-
cao ns. 7 o 19 travessa de S. Pedro n. 2, ra
de Hortas n. 33 dita da Roda ns. 5 c 9 (oito
lojas) ra da Gloria n. 63.
Sala das sesses d'administracao dos estabele-
cimentos de caridade 20 dejunho de 1843.
O escriturario F. A. Cavalcanti Cousseiro.
O vapor Paraense recebo as mallas para
norte no dia 28 do corrento as duas horas da
tarde.
Hojo pelas 4 horas da tarde a porta do
Sr. Dr. juiz dos orlaos, se hado arrematar
um cawllo ala.ao urna cangalha um jogo
de mallas umajaqueta doduraque azul, duas
carnizas, duas calcas doalgodo, urna rede
dois lencos de tabaco um chapeo de pello ve-
Iho um couro velho de cobrir carga e um
saco de algodo tudo perlencente ao falleci-
do Agostinho Co'rea que repentinamente fa-
leceo na Estrada nova.
Avisos martimos.
M ovimenlo do Por lo.
Navios entrados no dia 22.
43
RIO DE JANEIRO.
Cambios no da lOde junho.
Precos da ultima hora da tarde.
Cambios sobre Londres..... 25 V*
* Paris....... 373
Ilamburgo.. 690.
Mctaes. Dobroes hespanboes. .{1S700.
da patria___ 31,500 a 31,600
Pezos hespunhoes.. 2,050
da patria___ 1S900.
Pecasde6840() velhas 17,800a!7,900
de novas 17,000.
Moedasdo S00O... 98400.
Prata ........... 104
Apojiccs de 6 por cento..... 72 '.





Rabia ; 8 dias barca ingleza Rriannia de
270 toneladas eapitao William Edwards ,
equipegem 14 carga algodao, e assucar : a
Russell Melln & C Passagdros, Mr.
Cuthen l.yon e Fdward Resen ingleses.
Rio de Janeiro ; 15 das patacho nacional >.
Doming i do 106 toneladas eapitao Ma-
noel Antonio dos Santos equipagem 10 ,
carga carne.
Maroim ; 3 dias, hiate nacional Especulador ,
de 38 toneladas mostr Jos Mauricio da
Silva equipagem 4 carga assucar, e cou-
ros. Passageiros, Antonio Manoel do Mat-
tos e 1 escravo seu-, bra/ileiro; Dominico
Boaventura e 1 dito francez.
Navio sahido no mesmo dia.
Parabiba ; lancha nacional Pureza de. Maria ,
mestre Jos Mara carga varios gneros.
Sahidbs no dia 23.
Maranhiio ; patacho nacional Carolina, mestre
Francisco Bernardo de Mallos carga varios
gneros. Passageiros, Bruno Bernardo Be-
nedicto, sardo ; Angelo Albuquerque e Mel-
lo e 2 irmaos menores, i. Rita Benedicta
Miquelina d'A/evedo 2 filhos menores da
mesma e 3 escravos ; a parda Theodora com
2 filbos menores, brozjlcros.
Para os portos 'o norte ; vapor nacional Pa-
quete do :ul, conimandaiite Mathias de Bar-
ros Valcnfc. Passageiros, os mefimoi que
frouce 2 pracas que forio do exercifo, e 1
pie/o de jiisliea ; Manoel Vcrissimo da Cos-
ta bra/ileiro.
Macelo: brighe ingfez Ro/fe, ^niSo George
Miller assucar e lastro.
Para Lisboa segne imprefcrivelmente no
dia2dejulho o brigue portuguez Josefina N
Emilia ainda recebe algunia carga a (rote e
passageiros; tracta-se com o consignatarioTbo-
mazd Aquino Fonceca na ra Nova n 41 ou
com o capiao Izidro A)res de Souza na praca do
Commercio.
Leiles.
O corrector Oliveira nao tendo podido
concluir no dia 23 por causa da chuva o
leilao da mobilia prata, carrinho e caval-
lo &c. do lallecido Dr. Loudon transie-
re o mesmo para quinta fera 29 do corrente as
10 horas da manhaa, no casa que loi da resi
dencia do dito fallecido no atierro da Boa-
vista.
Avisos diversos.
1
I^JAIIIO
O CHORA-MENINO N. 5.
boje e est venda por 20 reis
na praca da Independencia n. Ge 8.
precos desta semana sao os seguintes: l.'qua-
lidade 2S240 2.a 1S920, o 3. 18280 reis o
alqueire ; o deposito conserva-se aberto das 6
horas da manhaa as 6 da tarde sem reserva
de dia.
Na Pracinha do Lvramonto loja n. 5l ,
existo urna carta vinda do Serid para o Senhor
Ovidio Gonsalves Valle genro do Sr, Ma-
noel Pereira da Serra Negra.
Lotera de N. S. do Guad'lupe.
As rodas da lotera concedida a favor das o-
bras da groja de N. S. do Guad'lupe de Olinda,
correm impreterivelmcntc no dia 4 do prximo
mez dcjulho, fiquem ou nao bilhetes, eo
restante acha-se a venda nos lugares do eos-
turne.
- Aluga-se o primeiro andar do sobrado na
esquina da ra Augusta com bastantes com-
modos e acabado de pouco : a tratar do se-
gundo andar do mesmo : na mesma casa com-
pra-se urna escrava do qualquer naco que
saiba bem cozinhar e-he para foro desta cida-
dc; assim como tambem aceita-se urna ama pa-
ra casado pouca familia que saiba cozinbar.
^Precisa-so de urna escrava que saiba co-
zinhar % engomar e mais servico : dirija-se
a ra doQucimado n. 32, segundo andar.
= A pessoa, que annunciou por esta folha
dias passados ,' que desejava fallar com o padre
Francisco Jos Coelho de Goes dirija-se ra
do Collegiovenda n. 5.
\ Johnston. Pater & Companhia avisaoaos
Srs. de engenhos e correspondentesdos mesmos
nesta praca que se a'cha completo o seu esta-
belecimento de mashinismo para engenhos,
constando de moendas de diversos tamanhos,'
machinas de vapor, de condesafo o de alta
pressao da forca de quatro e de seis cavallos in-
ulezes o taxas batidas e coadas e prmottom
agradar aos seus freguezes tanto em preco como
emqualidade, visto serem todos estes objeelos
fetos n'uma das principacs fundiiesde lnla-
terra : ra da Madre de Dos n. 5.
^Terca feira 27 do corrente, pelas quatro
boros da tarde, a porta do l)r. juiz do civel in-
terino da primeira vara, na ra Nova, a re-
querimento do depositario A. da Silva Gusmao,
se hade arrematar de renda annual a casa deso-
biado, e sitio do Atierro dos AiTogados. perten-
cente a Antonio Luiz Hiboiro de Brito, cuja
avaliacao he de quinhentos e scenla mil ris
annuaes: o escript., se acna em mao do res-
pectMo porteiro, onde esto declaradas as con-
dices.
yuem precisar d'um criado estrangeiro
que saiba filiar ingle/ Jrancez e portuguez
e Ibumem ulguma cousa de cosinha; dirija-so ao
erro da Boa-vista, eoxeifa do Emigdio.
Lina scnbora de bons costumes se en-
oarrega da cria, o de meninos de peito empe-
didos e de/empedidos e tambom recebe me-
ninos desmamados para curar da sua educaco
noque prometi esmerar-* : na ra direita n'
50 no segundo andar.
Na n uu Miii-ca/.ado n. 10 engomao-
se vestidos desenhora. de (oda a qualidado
i com maita perfei^io, e proyo coumiodo.


= Aluga-se o primeiro andar do sobrado
na ra do Queimado n. 33: a tratar na loja
do mismo.
= Ninguem faca negocio algum com urna
letra de cem mil rs., sacada nesta praca por
Manoel Jouquim Vieira e acceita por Mano-
el Jos de Magalhaes, com o pague-se a or-
dem de tiento Pereira de Mendanha pois por
esta letra ter desaparecido e tiento Pereira de
Mendanha tcr-se ausentado para o Rio do Ja-
neiro se faz este annuncio porque ficar de
nenbum elleito qualquer negocio quo se faca
coma dita letra.
A mulher branca viuva e sem filhos,
que se olTerece para ser ama de casa, no Diario
de 22 do corrente n. 134 annuncie a sua mo-
rada ou dirija-se a ra estreita do Rozario
n. 31, torceiro andar.
Precisa-se do dous meninos Portuguezes
para venderem pao; no atierro dos Aflbgados,
padaria n. 120.
Da-se 2008000 rs. a premio de dous por
ccnto ao mez por tempo de 5 mozes sobre
firmas a contento ou penhores de ouro; na
ra do Nogucira n. 27.
Antonio Jos^ Alves subdito Portuguez,
retira-se para (ora da provincia.
A possoa que annunciou no Diario n.
129 querer saber do testamento ou codicillo
de Joo Pas Rarreto o velho feito em dous
de Janeiro ue 1617, procure em Olinda na
ra do Rom-m n. 22.
Precisa-se de pretas fiis para venderem
azeile pa. ando-sede vendagem 320 por ca
nada : na ra du Nogucira n. 13.
Manocl Antonio da Silva Motta avisa
aos Srs. que tem ponhores om seu poder os
qiiaesse venccm em 10 e a 11 do mez do Ju-
lho vindouro queosvo resgatar no dia de
.seu venciment por n5o Ihe convir mais res-
ponder por ditos penbores.
Aluga-se urna casa do lado da sombra ,
comcommodos para familia sita na ra de
S. Goncalo na Boa vista; a tratar com Jos
Bernardo Piniche, junto a mesma casa oucotn
Marcelino los Lopes
__ Jos Lui' Pereira morador nesta cidade
pretende embarcar para o Rio de Janeiro a sua
serava Anna de Angola que comprou em
18 de Junho a Mara da Conceicao Ferreira.
__ Precisa-se de um refinador de assucar :
na ra da Sen7ala nova n. 4.
Precisa-se de dous rapazcs um que sir-
va para halcao e outro para padaria ; na Ri-
beira n. 15 a fallar com Antonio Ferreira Ma-
chado. .
= A pessoa que annunciou no Diario de
Quinta feira, 22 do crrante querer alugar
urna escrava que saiba cozinbar e engommar,
dirija-se a ra da Cruz n. 50.
as Aluga-so o primeiro andar da casa de 2
ditos, por cima da segunda venda em Fora de
Portas j a tratar na mesma venda.
O Sr. que no dia 2 l do crrante levou
do botequim da estrella um chapeo de sol novo
dcixando um \elho qoeira manda-lo no mes-
mo botequim destrocar, do contrario ser o seu
nome publicado. ,
= OSnr. Elias Francisco Mmdello oiri-
ja-se a fora de Portas na segunda vende, para
receber urna carta, vinda da Parahiba do Norte.
O thesourciro da lotera de N. S. do Li-
gamento paga os bilhetcs premiados da pn-
moira parte da nova lotera nos das 26 -7 ,
e 28 do crrante das 9 hocas at as duas da
tardo na ra dos Martirios, n. 6 primeiro
andar e destes (lias era diante as quartas e
satinados, na ra do Livramento botica n.
22; eos bilhetcs da segunda parte da pnmeira
lotera, aqualdeve correr nfalivelmentei no
dia primeiro de Agosto do crrante anno, achao-
se a venda nos lugares do costume.
Os Srs. carregadores da Rarca Espirito
Santo queiro ter a bondade de mandar os co-
nhecimenbs em casa do consignatario Fran-
cisco Alves da Cunha na ra estreita do Ro-
zario n. 13. '
Francisco das Chagas Cordeiro he mo-
rador na ra da Ordem terceira de S. Francisco
loja do sobrado, onde mora o Sr. Major Castro;
quem Ihe pretende fallar ali o achara.
= Acha-se em praca pela primeira vara do
chel, umaolaria no lugar do Barbalbo defron-
te da Povoacao do Monteiro de pedra o cal,
com casa para morar e quartos para pretos ,
com bom e bastante barro com baixa para ca-
pim avaliada em dous contos de res.
-1 Jos Cordeiro de Carvalho comprou no
crrante mez a Antonio Luiz de Mello em
Coroa-Crande o escravo Antonio de naco
Angola de 40 annos, para embarcar para o
Rio de Janeiro.
= Quem precisar de um Portuguez sem
familia para qualquer servico nesta praca ou
para caixeiro de engenho dirija-se a ra do
Gollegio n. 19. ., .,
__ Quem quizer negociar urna letra ae ga-
do da quantia do435o000 i, o aor. uiti&ei
pa Cruz Gouveia socio do Sr. Padre Ambro-
zio Rodrigues Machado e da nova companhia
da marchantaria dirija-se a ra do Hospicio ,
sobrado n. 5i, onde existe dita letra para li-
quidacao de certo nogocio, pendente dessa
cobranca; na mesma casa deseja-se fallar ao
Sr. Francisco das Chagas Ferreira Duro de
Iguarass ou ao seu procurador nesta praca.
= Troca-se ou compra-so um negro oDcial
de pedreiro por um molecote com olcio de
alfaiate e cosinheiro -, quem tiver annuncio ,
para se procurar.
= Aurelio Ferreira Antunes subdito Por-
tuguez retira-se para o Rio de Janeiro.
Sicieduk Euterpina.
A commissao administradora avisa aos se-
nhoras socios, que estao debitados para com a
sociedade que devem realizar as seus dbitos
empreterivelmente at o dia 30 do crrante ,
paraoqual fica transferida a eleicao da nova
commissao na corto/a de que ficaro despedi-
dos desdo logo aquelles socios, que o nao fise-
rem, conforme dispoe o artigo 6. dos estatu-
tos : o thesoureiro at o dia 29 do crrante
manda receber pelas casas dos senhores socios ,
o no dia 30 achar-so-ha em sua casa na ra
Velha n. 69 onde podero mandar pagar os
quo quizerem.
= O Sr. Francisco Rodrigues Pinheiro, n5o
ho mais caixeiro do abaixo assignado desde 20
do crrante mez Antonio Francisco dos San-
tos Braga. .
= Aluga-se o 1. andar da casa da ra Uire-
ta derronte do beco do Singado com bastantes
commoaos, e as se a ra do Livramento a fallar com o negoci-
ante AntonioJo.quim de Mello.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
no beco do Peixe frito ; a tratar no mosmo be-
co venda n. 5.
Compras.
Compra-se um Diccionario Magum Le
xicon egaiolasde rame para passarinhos ,
em bom uso: no atierro da Boa-vista n. 80.
= Compro-se ps de saputis frua pao ,
e limoeiros que tenho mais de 3 palmos; quem
tiver annuncie com o preco de cada cenlo.
= Compra-se urna morada do casa terrea ,
quo seu valor nao exceda de 1500,000 rs. e
no caso de exceder se pagar o resto com de-
mora de 2 mezes, nao sendo em ra esquisita :
na ra de ". Francisco n. 50 antes ra
do Mundo novo.
Compra-se a obra de Cuniliati em portu-
guez : o o primeiro e quinto tomo dos Diccio-
narios de Pontes ; o a obra de Bento 14; quem
tiver annuncie.
= Compra-se urna negra ou moleque de
nacao : na ra atraz da Matriz da Boa-vista ,
n. 26 primeiro andar,
Vendas
__Vendem-se listas geraes das loteras do Li-
vramento e Theatro, que corro ultima-
mente ; na praca da Independencia, loja de li-
vros ns 6 e 8.
=. Vende-se urna morada de casa de 2 an-
dares, com sotoe quintal, na ra do Quei-
mado n. 2i ; a tratar na ra do Cabugf, lo-
ja de ourives n. 1.
__ Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca que deitSo um alqueire raso pela medi-
da velha, 2560 cada sacca; nobe;o doTrem
armazem n. 2.
__ Vende-se urna casa assobradada com
oitoes dobrados, muito terreno no fundo, e
dos lados, com porto de desembarque, e com
suficiencia para qualquer estabelccimenlo do
fornos sita no lugar do C >elho na Boa-vista ,
e junto a olaria do Snr. Miguel Carneiro ; a
tratar na loja de Seleirono atterroda Boa-vista.
__Vende-se potassa nova chegada ultima
mente de Hamburgo: no cscriptoro de Le Bre-
tn Schramm & Companhia na ra da Cruz
n. 55.
__ Vende-se umcaixilho por preco commo-
do : na praca da Independencia n. 4.
__ Vende-se urna moleca de 15 annos, co-
zinha engomma e cose; no principio do
atterro dos Affogados casa de Silvestre Joaquim
do Nascimento assim como compra se urna
liteira que sejabem feta.
= Vende-se um escravo do gento de An-
gola do 20 annos; na ra do Crespo loja
n. 6.
__ Continua-se a vender caf em grao a 160
a libra cevada nova a 80 rs. pacas a 200 rs. ;
no patio do Carmo esquina da ra de Hortas,
ado direilo n. 2.
= Veitch, Bravo & C. tem a honra de par-
ticipar ao respeitavcl publico, que na sua botica
e armazem de drogas n. 1, vende-se o seguinte:
extracto fluido contratado de salsa parrlha da
iMiCSv unc ix \J. mua uui..0"" "
eflicaz preparaco desta raz, que at hoje se
tem descoberto o que prova o grande apreco
e repetidas indicares que della fazen as
phannacopeias de Londres. Dubln Edimburgh
&c ; o celebre Colirio anti-ophthalmico, cujo
medicamento he bem conhecido por seus bons c
salutaras eleitos para distruir nevoas, Doli-
das nflamacoes e outras doencas d olhos em
quo nao he preciso para o seu curativo radical,
recorrer aos meios preparatorios agoa de
Seidlitz, e 'oltz, Soda-Water, limonada ga-
zoza, verdadeiro e finissimo Arrow-Root do
Bermuda Magnesia-Calcinada ptima, sag,
escovas e pos mui finos para dentes mostar-
da ptima para mesa pos de Seidlitz e de So-
da e um grande numero de preparares de
diferentes objectos que so encontra a venda
as prnclpaes bobeas da Europa, na mesma
casa se vendem as verdadeiras pilulas Vegetaes
universaes do Dr. Brandret, vindas diroc a-
monte de sou author e compositor nos Esta-
dos-Unidos ; assim como urna porco de salsa
parrlha nova recentemente chegada. Parti-
r.ipo a todas as possoas zelozas de sua escriptu-
rac5o ( como principal e nica garanta da
nossa honra e probidade ) que sao agentes da
ptima tinta de escrever do seu amigo Doutor
Thompson cuja preparaco novamente des-
coberta se torna digna dos maiores elogios por
tora particularidade de se tornar tanto mais
preta quanto maior he o espaco depois de Ihe
termos confiado nossos negocios e cuidados.
Vendem-se frascos com duas libras de
polpa de tamarin los proprio para limonadas,
elevar para o Rio de Janeiro ; na ra estreita
do Rozario, botica com a frente pintada de
amarello.
= Vende-so muito boa farinha de mandio-
ca a 1000 o alqueire da medida nova ; a borda
da lancha Bom Jess dos Navegantes que es-
t fundeada defronte da escadinha do caes do
Collegio, aond podero chamar o bote a qual-
quer hora. .
= Vendem-se 8 a 10 duzias de vmho de
Champanhode excellente qualidade por 12
milrs. a duzia para fechar contas : na ra da
Cadeia do Recife armazem n. 55.
Vendem-se charutos da Bahia de excel-
lente qualidade massos fe 25 a 500 rs. e
em caixas rnais em conta ditos da Ha.ana a
30 rs., rap do Lisboa o de outras qualidades e o
restante do urnas arias para cantoria e pianno
dedicadas ao feliz deaposorio de S. M. I. ; e o
resto de urnas mo linhas modernas, que tem por
titulo ; os melindre de sinh amor e um hixi-
nho vejo os teus olhos os modernos cupi-
dinhos pega na lira sonora : na ra do Ca-
buga loja de Antonio Jos Bandeira e Mello.
Vende-se urna escrava de 22 annos, pe-
rita cozinheira engommadeira, o cose chao;
na ra do Cotovello ti. 57.
Vende-se superior graixa de lustro em
latas, mui propria para soldados: no atterro
da Boa-vista loja de ferragens n 76.
Vendem-se barricas pequeas vasias ,
que lorao de azeite doce e ditas para azeite
de carrapato : em Fora de Portas n. 56.
Vende-se um caxorro atravessado de
boa qualidade na ra velha n. 67.
Vendem-se banha de porco nova e alva a
280, manteiga ingleza a 720 e franceza a 700
dita Americana a 480 dita de tempero a 200
rs. letria a 280 macarro a 200 rs. talba-
rim a 200 r. carne de porco a 50 rs. o todos
os mais gneros por preco barato ; na ra do
Aragao na esquina que volta para a S. Cruz
n. 43.
Vendem-se charutos da Havana de su-
perior qualidade e farello em saccas gran-
des ; na ra do Trapiche, n. 19 em casa de J.
O. Elster.
Vendem-se taxas de ferro batido e coado,
em sortmento por preco barato para sal-
dar contas ; na ra do \ gario n. 3 a fal-
lar com Manuel Alves Guerra.
= Vendem-se assucar refinado a maneira
da Europa de 3 qualHades a 160 120 e
100 rs. a libra licores finos agoa de cheiro
lina xaropes de muitas qualidades como de
limao, tamarindos, ananazes, &. e vellasdecebo
a 6400 a arroba vinho tinto a 1120 a cana-
da eoutros muitos productos: no deposito
da ra das Trincheiras, n. 22.
= Cadeiras americanas com assento de pa-
Ihinha camas de vento com armacao com-
modas de angico ditas de amarello marque-
zas de condur camas de vento de amarello
muito bem feitas a 4500, ditas de pinho a 3500
assim como outros muitos trastes ; pnho da
Succia, com 3 polegadas de grossura dito
serrado dito americano com differentes largu-
ras e comprimentos travs de pinho e bar-
rotes com differentes grossuras e comprimen-
tos ; tudo se vende mais em conta que outra
qualquer parte: na ra da Florentina, em
casa de J Beranger n. 14
Vendem-se duas escravas de 20 annos ,
engommao c cozinbao ; urna dita perfeita to-
i _____ .i: J- ^
.iiiiiiia Ulllu uitfi UC 1J omiwo vii(jvi..i..u ,
e cozinha ; um molequinbo de i annos; duas
negnnbasdo 12 annos; eum moleque da 12;
annos na ra do Fogo ao p do Rozario n 8.
- Vendem-se urna rotula velha anda or-
te urna porco de prata velha um par do
vidrosazues do quinto grao para miope, o
duetto intitulado a dos senhora que ou parto
bem copiado e novo, urna porcao de papel pau-
tado e pintado, marca grande e algn* li-
vros classicos latinos e francezes ; na ra de*
Noguera, n. 13.
= Vendem-se superiores caivetes linos
com mola que motondo-se a penna sabe per-
feitamente aparada ; na ra do Cabug loja
de miudezas junto do Sr. Bandeira.
__ Vendem-se travejamentos e linhas do
madeira superior de 36 a 50 oalmos de com-
primento, e grossura de 7 a 10 polegadas, na
ruado Vigario n. 3.
- Vendem-se taboas de pinho a 40 rs. o p,
largas e de todos os comprimentos, para fechar
conUs; atraz do theatro, armazem de Joa-
quim Lopes de Almeida caixeiro do i>r. Joa5
Matheus ; assim como da Suecia.
Escravos fgidos.
= Roga-se as autoridades policiaes, e mes-
mo a pessoa particulares, que souberom, ou ti-
verem noticia por alguma va (por se suppor es-
tar oceulto segundo os indicios que tem appa-
recido ) do preto Benedicto naco Cabund ,
idade 40 annos pouco mais ou menos alto
e grosso do corpo tem urna sicatris em um o-
Iho e urna mo pintada de branco, mostrando
ser foveiro, cor bem preta, e quando falla cus-
ta a entender-se levou vestido serolas do li-
nhagcm meias uzadas, e carniza encarnada do
baeta ja velha ; cujo escravo dezappareceo em
7 do crrante junho de lora de Portas andan-
do atterrar junto da casa que est fa endo Jos
da Silva Mendonca Vianna sendo visto o re-
ferido negro naquelle mesmo dia por pessoas.
daquelle lugar fallando com quem nao se du-
vida terem-no oceultado dando todos os in-
dicios justamente suppostos; por isso no caso
do referido negro nao apparecer por estes das ,
se publicars as pessoas que tem motivado a fal-
ta deste contra as quaes so protesta com todo
o rigor da lei: c no caso de o querercm man-
dar a seo -Sr. na ra da Guia n. 28, ou a Joa-
quim da Linguflta o podem fazer que se pa-
garo todas as despezas que houverem.
No dia 20 do crrante fugio um mole-
que de nome Pedro de nacao Angola, bem
civilsado, sem ter defleito algum levou ves-
tido jaqueta e caigas de panno azul camisa
de madapolao com pregas na abertura ;, quem
o pegar leve a ra do Agoas verdes n. 52 ,
que sera recompensado.
No dia 21 do crrante fugio a esreava
Mara de naco Beir de 20 annos, alta e
secca do corpo cara redonda bem augura-
da peitosem p, temem um dos bracos urna
marca Jequeimaduia antiga o em urna das
pomas urna pequea ferida de urna banda ps
e mos bem feitos caneluda levou vestido de
chila a?ul trancado sem camisa e panno da
costa usado ; quem a pegar leve a ra Nova ,
n. 67 que ser recompensado.
= Em 18 de Marco do crrante anno fugio
desta cidade um negro vindo do Sobral, pro-
vincia do Cear o qual he natural da Villa
de Canind da mesma provincia de nome Se-
bastio alto e grosso bastante preto ros-
to redondo barbado olhos grandes o re-
dondos bem fallante bebe agoardente o
embriaga-se tem de costume quando conver-
cadizer, que sabe a oraco de S. Marcos, por
cuja balda ja foi preso de outra vez quo fugio ;
quem o pegar levo a seu senhor Cezario 1er-
roira da Costa na Villa do Sobral hoje ci-
dade Januaria, ou nesta Cidade a Manoel Gon-
calves da Silva na ra da Cadeia do Recife ,
quesera recompemado.
No dia 22 do crrante fugio do abaixo as-
signado um mulato de nomo Feliciano, esta-
tura regular ebeio do corpo cara discarna-
da nariz comprido cabello crespo costu-
ma andar calcado, fugio com calcas alvadias,
cjaquet preta, chapeo de seda usado, mas
levou com sigo toda roupa he natural da Pa-
ragiba ; quem o pegar leve a travessa da Ma-
dre do Dos n. 9 que ser recompensado.
Jos Jernimo Monteiro.
Fugio no da 23 do passado a preta An-
tonia de nac3o costa que vendia frutas na
praca da Independencia com os signaes se-
guintes; alta magra tem o ddo do meio
da mo direita cortado pelo meio ; consta que
tem andado pela ponte de Uchoa vendendo o
so intitula de forra. Roga-se a pessoa que
de boa f Ihe tenha dado asilo'de participar nes-
ta Typoxrafia ; assim como se recomenda ao
capitcs ae campo a captura da referida preta ,
certos de que sero gratificados.
Rrcife: naTyp. deM. F. wsFaria.=l*3


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