Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04983


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Full Text

Atino de 1843.
Sabbado 17
Tudo agora depende de nos meemos ; de noeee prudencie aoderscao, e energa con
inueino. como principiemos seremos eponledoe com edmireouo enlre es N.coes meii
"*. _____ ( ProcUmeoao de Assembla Gere] do Blata.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goienno- Parahibe e Riogrende doNorle eegunda e selles feiras.
Honilo o Garanbune 10 e 24.
Cebo Sarinhaem, RioFormoso Porto CsIto Meoeio Alegoee no 1. 11 21
Boa-Yistae Flores e 13 e 28. Senlo Anlao, quintes feiree. Olindi todoe o das
DAS da semana.
41 Seg. i, Joao de s Fecundo. Aud. do J. de D. de 2. r.
4i 'Une. i. Antonio F.
44 Qiie'rt. Usiilio Magano. Aud do J. de D. de 1. y.
45 Ouinl. Fes le do Corpo de Dos.
46 Sel!, e. Joao Frencisco Regs Aud. do J. de D. de 2. y.
47 *i>. e. 'Hirese Reinhe Re. Aud do J. de O. da 1 t.
38 Dea, e. Leoncio M. e. Amado B,
de Jan lio
Atino XIX. N. ISO.1
O Diario pubiica-s. todos os dies qu. nao forern Santifioadof: e pra?o da ateignatnra
de tres mil reie por quertel pajos adiantados. Os annuncios doi essignantes sao inser o
ereus.e osd..sHueo aaoforea reao de 80 reis ,.rlinhe. As redaroacoes deem serdiri-
gidas a esleJjf., ra des Cruin N 34,on pra.-a de ln.lependepcie loja de litros M. O O.
CiMBloS.So dia 16 de Junho. comora Tende.
Cambio sobre Londres J j. OoBo-Moede ii Par 3.0 reis por franco, N.
* Lisboa 110 por 1U0 de premio. a < da 4,000
IP*T*-Patacoee
I'eoe Caimaneras
K dito Menanos
PHASES DA LA M MEZ DE JUN110.
La Cheie i t?, i, i llorase 50 m.da m. I La nota 27, as 5 horas da tarde.
(Juan.rain*, 19, a 6boras a 10 m. da t. | Quar. cresc. A 5, ios 15 notos da tarde.
compra
l,40
46,i0i)
9,000
1,900
1,901)
1,900
16,600
16,400
920U
1,5)20
1,V>21>
1,820
1
Prcamar de hoje
a S horas e 30 W W W ^ W A f> WkTiHP' T>
LEI N. 118.
O BarSo da Boa-Vista, Presidente da provin-
cia de Pernambuco. Faco saber a todos os scus
habitantes que a assembla legislativa provin-
cial decretou, e eu sanecionei a rosolucao se-
guinte:
Art. nico. O professor do primeiras lottras
da povoacaS aeTijucupapo, Vasco Marinho Fal-
cad, fica jubilado com motado do ordenado, qu
que a lem da despeza com o recrutamento ,
pola forma que ltimamente se Iho tem do-
terminado nonliuma outra Ihe podo ser leva-
da em conta sem que a ordom que a autori-
sar Ihe seja transmitida pela thesouraria.
NOTICIAS DO BIODA PRATA.
Montevideo, 29 de abril de 18*3.
Hontem de manhaa pralicarao os soldados de
snszzssstFici0 re,08a u.B^nA..L'A^,.... -j j nao s a exaspexacao da populacao francesa ao
Mando por tanto a todas as autoridades a quem
e correr.
de Pernambuco em
proscriptos, e foi envolvido pela cavallaria de
^nHrnSmVrff gU da ,nde- Oribe. Os seus patricios avancara log para
pendencia e do imperio protege-los, seguidos por um corpo do tropa
1 nacional, o retirando-se oinimigo depois do um
pequeo lirotoio, encontrara>-sc os corpos dos
Carta de le pela qual V. Ex. manda exocutar
a resolucao da assembla legislativa provincial ,
que houve por bem sanecionar. cjncedendo ao
professor de primeiras lettras da povoaca do
Tijucupapo, Vasco Marinho Falca, jubilacao
corn metade do ordenado, na forma a cima de-
clarada.
Para V. Ex. vCr, Jos Xavier Faustino Ra-
mos a fez.
Francezes fie-capfirfos e postos em flleira, o as
cabecas em fronte formando urna secunda li-
nha !
Os corpos forao conduzidos para a cidade ; o
vio-se que so dous tinha sido fundos, o que
prova que estes infelisos forao barbara o delibe-
radamente assassinados, depois desotercm ren-
dido ao inirnigo.
Sellada e publicada nesta secretaria da pro-! Esto fado urna illustraca das ideas do ge-
Vincia de Pernambuco em 10 de mam rJel843.- ncral Oribe sobre as lois da guerra e os diroitos
da nacao. ( fritannia)
Casimiro de Sena Madvreira.
Rogistada a folhasl9f> do livro l. de regis-
to de lois provinciues. Secretaria da provincia
de Pernambuco 20 de maio de 83.Jnlonino
Jos de Miranda Falca"o.
Thesouraria da Fazenda.
KXPKD1ENTE DE 11 DO PASSADO.
OITicioAo Exm. Presidente da provincia
informando os requerimentos do Francisco Gar-
brigue de guerra ingle* l'hantome sabio
hontem deste porto para Colonia,em consequen-
cia do actos de violencia que so diz forao prati-
cados polos Argentinos contra alguns subditos
Ingleses. (dem)
Cde maio.
As cousas mudarn inteiramente do aspecto ;
depois de nosso ultimo numero occorrerao suo-
cessos quo muilo devem influir na tomiinacao
da guerra. O mais importante desses successos
quegoralmnteso suppoe quo as proposices
envolvem a concesso do admittir como niidia-
doros o commo loro o o almirante para um ar-
ranjoque tenha por (im a cessacao da guerra
martima, oom acondico de que as fortalesa
do Monte(Mount)eda illia d varo neutraos sob urna bandeira estranueia.
Nao podomos porjin assogurar (uo esto boato
tenha outro fundamento alem de urna mera con-
jectura.
O que deu lugar a esta negociaciio foi a mal
succedida tentativa das torgas navaes do Buenos
Ayres para apoderarom-so da ilha dos Ratos ,
onde desembarcarao urna torca na noitc de sab-
bado passado o a intervencao do commodore
durante as hostilidades que comegarao de novo
no dia seguinte, depois de cuja intervencao sa-
lu'rao do porto os vasos de Bucnos-Ayres.
A maneira, por que a tentativa de Brown foi
repellida pela guaniicad da ilha e pelas canho-
neirascoininandadas por (aribaldi,.digna de
todo o Imvor, especialmente por seren os meios
de defesa da ilha insuficientes para aserem
frente a forfa que a atacava.
Diz-soquo oobjecto que oinimigo tinha em
vista para apoderar-se da ilha era o de obter um
lugar coinmodo para embarcar o grande nume-
ro dos couros que o general Oribe tem reunido,
e que forao olTorecidos venda nesta cidade por
agentes secretos que seobrigavao a embarca-los
dentro do porto. (tritannia. ]
(J. doC.)
tenentes-coroneis.Das outras 8 serao 6 presi-
didas porjuizes de direito, duas por desembar-
ga do res ambos da rolacao" da Babia.
( Tanto estas como a* ntiias do n." antece-
dentet&otxtrahidasda Vtntnella, excepto o ul-
timo artigo que he do Brazil.)
Variedades.
na de Souza Ramos, oMathias Fcrreira de, o a revolta de toda a provincia do Corrientes
Souza em que pcdiro a S. M. o 1. o pagamen-
to de seus sidos que deixirao do receber
desde 1827 a 1831.
DitoAo contador da thesouraria partici-
pando a licenca concedida ao ni/ de direito da
comarca de Nazareth lrancisco Elias do Reg
Dantas.
DitoAo commissario fiscal do ministerio da
guerra participando ter sido pago pela paga-
doria das tropas da corte o tenenle reforma-
do Jos Mariano de Albuqucrquo Cavalcanti ,
de seus sidos vencidos de 1827 em diante e
inscriptos na divida publica os anteriores; o que
constava oor aviso da secretaria d'estado dos ne-
gocios da guerra communicado pelo Exm.
Presidente da provincia a fin de mandar por
as verbas necessarias.
PortaraAo collector de diversas rendas do
municipio de Goianna.O inspector da the-
souraria da fazenda, tendo em vista o olicio do
collector de diversas rendas do municipio de
Goianna em que pede eselarecimentos sobro
a maneira por que deve proceder a respeito de
diversos moradores da mesma cidade que pre-
tendem matricular os seus escravos depois do
linda a matricula; declara ao mesmoSr col-
lector que deve cumprir exactamente o que a
lei determina mas que podendo acontecer ,
que esta sendo pouco lempo posta em exe-
cuco nao seja anda de todos conhecida a po-
sar dos annuncios a que so tem procedido no
caso de isto verificar-se nao tendo a mesnia
lei em vista prejudicar os que oh rao de boa fe ,
deveomesmo Sr. collector mandar admitlira
matricula os que faltarem dentro do pr,so de
15 das, fazendo isto publicar poreditaes e
accrescentando esta parte da matricula como
suplemento a mesma.
DitaAo do Bonito declarando em res-
posta ao seu olTlcio de 13 do passado ( abril)
que obrou com acert em Bao entregar ao
coinmandante do destacamento da mesma com-
marca as quantias que este Ihe pedio para pa-
gamento da despesa de agua azeite e pavios
narii o miarlfl o rnrnn da onarAa contra as autoridades ali levantadas sob a influ-
encia de Rosas. E>te moviment,)., que so pre-
parava ha algum tempo, foi levado a elTeito no
dia lOdomez passado por urna torca do 2,400
lioniens commandados por Avalos, Ramrez e
Madariaga. Contra esta gente marchou urna tor-
ta consideravel commandada por Taouub, a
qual foi completamente destrocada. Apenas se
divulgou esta noticia levantou-sc o povo em
massa para derribar as autoridades de Buenos-
Ayrcs. O governador rosista Cabral co seu se-
cretario Araujo, com mais algumas pessoas do
partido argentino, cscapnrao com diffk'jldade e
refugiarao-se na cidade da Bajada sobre o Para-
n: corre agora que j chegarao a Buenos-Ay-
res.
Consta-nos que partiraoj algun.c ofTiciacs ca-
pazos e veteranos para auxiliaren! com seus ta-
lentos o experiencia as trppas correntinas. Cin-
co pecas armas e municoes devem ter chegado
hoje a villa de Santa Anna na Fronteira.
A consequencia inmediata desta revolucao 6
a necessidade que inipSc a Rosas de manter um
exercito em tao grande distancia da scena de o-
peraces contra o Estado Oriental, e a crescen-
to dilTiculdade de mandar reforcos grandes ao
exercito do general Oribe, sem os quacs nao so
nao pode conseguir o objecto da guerra, senao
que fica em opposicao ta precaria, que, ou se
fortifique ou se retire, parece quasi inevitavel a
sua total destruicao.
As noticias recebidas do general Rivera e dos
oflkiaesquecommandao as divisos do seu exer-
cito descrevem una serie de triumphos sobre as
tropas inimigas onde quer que tem tentado ga-
libar pe no interior. As operaces do exercito
de Buenos-Ayresestao agora circunscriptas a u-
mas poucas de leguas em derredor desta ca-
pital.
Est pendente actualmento urna negociaciio
entre este governo e o commandante das torcas
navaes de Buenos-Ayres, Luseada em algumas
proposicoes feitas por este .erca das hostilida-
des por mar entre os dous paizes. Correm dilTe-
rentes boatos a respofto, mas nada transpirou
anda ofllcialmeote. Nao ;o pode duvidar porem
que oobjecto tegrande importancia, pois quo
tanto o i-omrnodorc Purvis como o almirante de
Clerval tomarao nclle parte o foi subineltito
clcbragao da asciiibia gerai.
Queda da Torro de Valenciennes.
Depois da torre da Cathedral do Cambraia ,
em 1809, nao se tinha visto um desastre tal qual
a queda datorrede Valenciennes. A municipa-
lida.le havia ordenado, que esta torre fosse repa-
rada. Infeli/menteos reparos (orao arrematados
pelo lanzador queofToreceu o prego mai; baixo.
Os obreiros lizerao grandes fondas e buracos ,
eem vez de repararen) solaparao-na. As podras
comecaraoa cahir e apparecera rachas. As cor-
nijas superiores, assiin como os sinos um dos
quaespesava 9,000 Ibs., crao em demasa. El-
la tinha 210 ps de altura ; e as quatro horas o
meia veiu abaixo, opprimindo a Praca d'Ar-
mas com as suas ruinas. Muitas das casas pr-
ximas kmi5 por ella inteiramente destruidas.
O cimborio foi cahir na Praga do commercio. O
guarda ou vigiada torre estava no seu cume ,
quandoella cabio, O pobre lioinem estava ali a
trabalhar, e achou-sc moribundo depois da
queda. Os trabalhadores tinha sabido a tem-
po; mas M. Milot, director das obras ficou gra-
vemente ferido. Morrerao mais um official e sua
mulher, que viviao n'uma casa ao p da torre.
Urna criada moca tambem ficou sepultada as
suas ruinas, mas foi tirada com vida, e salvou-
se por inaravilhososesforcosefelicidadc. A por-
tel ra no p da torre ficou abafada pelas pedras,
ou pelo fumo, porque a obra de madeira tinba-
se incendiado. Muitas das outras pessoas que
tinha suas oceupafoes ao p da torro forao
mortas; e de tocto ignorase o numero das vic-
timas.
(Extrahido de urna folha do Valenciennes.)
[Morning Chonicle.)
QueixadoSr. Ferraz D-putado novel da oppo-
sirlo nu sessao da camin de'J de Maio.
Nos aqui senhores (ao menos por mlm jul-
go aos outros), nao queremos nem a impu-
te oidade de rimes, nem sympathisamos com
as ideas dosregradas que npparecern em todos
ostempos. Entretanto o nobre deputado se
K diriga sempre a mim que Iho licava ao la-
do, como querendo l'azer-me carga de senti-
montos que nao tendo a mim que aindo ha
poucos das fui cacetcado no pharol (segundo
dizem) pelo membro mais proeminente do
ministerio de 23 le julho a mim que nesse
peridico sou chamado corvo, immoral, dis-
o
RIO DE JANEIRO.
RZ>* O boato da entrada do Sr. Paulino pa-
ra o ministerio, que ha dias publicamos, depois
de ter tomado grande consistencia, a ponto de
seasseverar que estava lavrado o decreto de sua
nomeaea, e que S. Exc. retomara a pasta da
jastica, anle-honlem 17 do corronte (maio), vai
perdendo um pouco dessa consistencia; e hoje
parece duvidosa tal entrada, e mes no a conser-
vaga do ministerio tal qual est organisada ,
em virtude de algumas coniplicacocs parlamen-
tares ltimamente occorridas, o de que nao es-
tamos sufllcientemento inteirados. O publico es-
pera com anciedade o desfecho de ta inslito
marombismo !...
Presidencias de Provincias.
Substituido o presidente do Para polo Sr. co-
ronel Jos Thomaz licnrirjues, e verificadas as
demisses aomeiaces nltimamente annuncia-
das no Jornal da Commercio, s duas das is
provincias do imperio Acarad governadas por vi-
ce-presidentes; edellas, dc Rearad sendo pre-
sididas por militares,1 tenante-general. 3 ma-
l I rochaos de campo, 2 brigadeiros, 3 coronis, 2
cipulo doSr. Paulino (que nao gosta de mim)
{risadas) e outras cousas desta naturesa..,
Um Sr. deputado:E de jesuta.
OSr. Ferraz:De jesuta tambem.
Mas, Sr. presidente estou resolvido a cer-
rar os ouvidos, quer injusticia do nobre de-
putado, quer os convicios dessa gazeta, se ai-
guma cousa houvesse de quo me podesse eu
arrepender, se alguma pena podesse ter ho-
je era de ver que i;sse homom, que s conhe-
co pela sua repulaco litteraria, e tambem
pelas suas ideas desorganisadoras o pelo mal
que fez ao paiz, se persuadisse por um s
A opposi'ca da imprensa da praia nao tom
systcma poltico. Ella ao passo que apregoa a
poltica do gabinete de 23 de julho recommenda,
a iodos a opposicao do Sr. Ferraz, e outros de-
putados da Baha e o Sr. Ferraz que at se
peza de que o membro mais preeminento des-
se gabinete se persuadisse por um s momento
de que elle adliiria a sua poltica desorganisa-
dora!
Nao he s esta a contradiccao, a inconheren-
cia da opposicao da imprensa a quo nos referi-
mos. Depjis de ter o-correspondente do
Diario-n. rcbaixado esta provincia ao ultimo
extremo, para aecusar com isso o governo, de-
pois de ter afTIrmado, quenellano ha espirito
publico absolutamente, e depois de nos ter re-
plicado a defesa que nesta parte fizemos Per-
nambuco, na qual mostramos que se o espirito
publico anda sjnte-se pouco no Brasil, toda-
va esta provincia he amis adiantada do im-
perio nesta parto, surge o Demcrata correspon-
dente da mesma gazeta, um dos inventores da
opposicao acntosa, gritando que na provincia
ha muito espirito publico, e faz dessa opnio
arma para toril a presidencia, s porque esta no
relatorio assembla confessou quo a ousadia
dos criminosos nesta e em todas as provincias
do Brasil vinha da impunidade a que dava lu-
gar a dilliculdade das provas, e indulgencia dos
tribunaes, e a falta de espirito publico.
Quando se falla do todo o Brasil nao ba inten-
ca de ofrende, esta ou aquella provincia, nem
o governo tem o menor inteiesse de elogiar as
outras a despeito daquella a que tem dado os
seus cuidados: elle bem conhece que esta intri-
ga contra Bahianos contina a ser obra de quem
a plantou em 1831 contra seus comprovincianos
o he apenas seguida por algum degenerado e
sempre foi e ser repellida pelos homens sensa-
tos, e pela grande maioria da provincia
Voltando a incoherencia dos opposicionistas
parece que devem elles o Demcrata e oL-i
sustentando suas coovicedes argumentar um
com outro pelo prelo da praia, afim de que o
seus sectarios saibo qual tem mais raso.
O CARAPUCEIRO.
Dos doutos e pessoas que cultivtto as c.im-
cias e as bellas artes.
Nem sempre se deve chasquear ; por que a
monotona em tudo desagrada e cumpre mul-
las ve/es ser serio quando o assumpto alias
intcressante o pede. Em todos os tempos e
lugares tem as sciencias merecido aos que as
possuem o resnoiro c *-,. c Kas coril/;a_
daos. Na origem das nacoes os homens mais H,


lustrados, mais doutos, e dotados do maior ex-
periencia adquirirao tanto crdito sobre os po-
vos, que estes delles recebro as leis, eos con-
ciderro como orculos, e entes sobre natu-
raes. Os sacerdotes no Egypto os Caldeos na
Assiria os Magos na Persia, os Bracmancs no
Indostao os Filsofos entre os Gregos foro
personagens respeitadas por suas luzes assim dos
Soberanos, como dos povos, aos quaes se fizerao
uteis com os conhecimenlos com suas deseo-
bertas c com sua sciencia. A historia no-Ios
mostra como os inventores das Mitologas, das
Religies, dos cultos e das Legislacoes que
se estabelecrSo em a mor parte das nacoes ; e
os primeiros doutos muitas vezes se tornro os
primeiros soberanos, e algumas vezes forao Reis,
Sacerdotes, e Juizes.
Dizia Aristteles, que os doutos tem sobre
os ignorantes as mesmas vantagens que tem os
\ivos sobre os morios: que a sciencia he um or-
namento na prosperidade, e um refugio na ad-
versidade. No sentir de Diogenes a sciencia ser-
ve de Ircio mocidade de conforto, e alivio
velhice de riqueza aos pobres e de brilhan-
tismo aos ricos. As sciencias e lettras diz Ci-
cero, sao o alimento da mocidade e o divert-
monto da velhice : ellas nos dao esplendor na
prosperidade e sao um reeurso e urna con-
solaco na adversidade : ellas sao as delicias do
gabinete ; noite fazem-nos companhia e nos
accompanho as viagens e no campo.
Se a ignorancia he urna fonte fecunda de er-
ros, e de vicios dos povos, as sciencias s3o mis
das virtudes. Sao ellas que subministrSo ao
homem soccorros para viver como sabio ; que
Ihe faz conhecer os motivos, pelos quaes deve
refrear asproprias paixes; equanto maiores
sao as luzes que adquire, tanto mais conbecc
o seus verdadoiros interesses. Muitos Principes,
mullos grandes e ricos viciosos nao o foro ,
se nao por que Ihes faltro os conhecimentos
necessarios para bem so conduzir; e a Historia
appresenta-nos os povos tanto mais ferozes.cru
eis, e deshumanos quanto mais profunda era
a sua ignorancia. A cultura da rasao e o en-
crement das luzes sao os meios que podem
civilisar as nacoes aperfeicoar a vida social, a-
bolir todos os usos insensatos todos os prejui-
zos pueriz e nocivos a felicidade dos ho-
mens.
D'aqui se nao deve inferir, que o tornar sa-
bia, e culta urna nacao seja obra de poucos das.
Esta reforma nao pode ser, se nao o resultado
de longos disvellos e esforcos constantes para
ombater oserros e curar os homens de suas
ioucuras. Nao obstante o que tambem cumpre
reflectir que para fazer rasoavel um povo nao
be mister, que todos os cidados sejo doutos, e
profundos filsofos : basta, que sejao governa-
dos por gente instruida, e honrada. Os povos,
dizia Plato serao sabios, quando forem go-
bernados por sabios. Todas as sciencias sao su-
periores capacidade do vulgo e todava sao
Uteis ao mesmo povo. Os homens mais grossei-
tos todos os dias fazem uso de principios, e re-
gras que forao descobertos pelos esforcos dos
maiores engenhos. Afirma-se, que Democrito
Jora o inventor das abobadas; e boje vemos abo-
badas construidas abi por quaiquer pedreiro se-
gundo todas asregras darte. Muito engenho
cabe, que tenha quem faz descobertas, e inven-
ces ; mas para aproveitar-se destas basta pos-
suir bom senso.
Todo o escriptor deve ser claro sincero e
verdico, odeixar o ju izo das suas produeces
aos homens honestos, ilustrados, e imparciaes.
A Filosofa, diz Cicero contenta-se com um
pequeo numero de juizes: ella recusa ojuizda
multidao que he sempre suspeita e a quem
deve desagradar muitas vezes. O Filosofo escre-
ve para os homens pensadores de todos os tem-
pos e de todas as nacoes. Aquelle, que escre-
ve para obter os aplausos de seus contempor-
neos o favor dos grandes e as iouvaminbas
do publico torna-se commummente escravo das
opinies, que esto em vigor, e a estas vil-
mente sacrifica a sua ra/ao, as suas luzes, e bem
pode ser que at o interesse do genero huma-
no. Para procurar a sabedor a he mister auda-
cia, e para annunciala aos outros fazem-se pre-
cisas franqueza, dignidade, e coragem. S a
verdade torna duradoras as produeces do espi-
rito ; e para agradar a todos os seculos releva ter
um'alma isenta deprejuizos, que sao variaveis,
e de pouca duracao.
He tambem summamenle necessario que o
litti rato regule os seus costumes antes de im-
prchender dar preceitos aos mais. Ninguem v
o que tu sabes, dizia um anligo mas todos
esto ao alcance de ver o que fazes. O homem
douto cujos costumes sao desregrados, he jus-
tamente comparado a um ceg que trazendo
na mo urna lanterna accesa, Ilumina aos mais,
e nao a si mesmo. A sciencia dizia Tales, to
nociva be a quelles que nao sabem servir-se
della, quanto be til aos mais. Nao basta co-
nhecer os proprios deveres se nao com as pro-
prias aeces provar, que se est convencido del-
les. Poucas pessoas esiao no caso de julgar de
talentos : mas todos esto ao alcance de julgar
do proceder de outrem.
Nao ha cousa que mais damno cause as let-
tras, do que a arrogancia, e o tom despresador,
que algumas vezes tomo aquellos, que as cul-
tivao. A altivez. e o desprezo sao insuportaveis
a todos e basto estes vicios para destruir os
sentimentos de estima e de gralido, que do-
verSo excitaros talentos mais raros e uteis. O
homem verdaderamente douto deve ser affavel,
e humano para com todos; deve respeitar as
Auctoridades o os grandes; mas sem vilania'
e baixeza ; nao deve fazer sentir a ninguem a
sua superioridade e deve usar de compaixao,
e indulgencia para com os fracos, e ignorantes.
Nao ha gloria alguma em oflender aos mais, e
nao he baixeza o respeitar o amor proprio de
outrem, especialmente d'aquelles, que por sua
dignidade, e jerarqua podem fazer muitos
bens, e muitos males s Naces.
As sciencias, e as lettras sao armas perigo-
sas as mSos d'um malvado ; e este d'ordinario
s deltas se serve para ferir aos mais, e a si mes-
mo. Com rasao quera Eptteto que a Filoso-
fa fosse reservada s pessoas de bem ;' e vendo
um dia um voluptuoso que quera applicar-se
a ella em que pensa ? (Ihe disse) Cuida em
cuidar limpo e puro o teu vaso, antes de nelle
despejar quaiquer cousa. Prostituem-se, e des-
honro-se os maiores talentos, quando sao pos-
suidos por homens immoraes, e corrompidos.
Aristteles dizia, que a vantagem, que Ihe trou-
xera a Filosofa fora praticar, sem que ihe or-
denassem o que outros praticavao por temor
das leis. Por isso a conscencia do sabio he um
froio mais poderoso, que o terror; e as pessoas
de bem abstem-se do mal por amor da virtude.
Por um prejuizo muito commum no mundo
a m conducta dos homens doutos vai ferir a sua
doutrina ; e esta he regeitada toda vez que des-
conforma dos costumes de quem a ensina. Nao
ha duvida que um homem morigerado pode
ter ideias falsas, e um malvado pregara verda-
de : mas he tambem inegavel, que quando o
fazer, oodizeresto em perfeita harmona,
ento o ensino adquire toda a forca e triunfa
no espirito de outrem.
D. Chiquinha, e sua Jv6.
Dialogo em versos que me enviou certo a-
migo, o qual assevera-me ter presenciado essa
altercacao entre a Av e a Neta.
Av.
Menina deixa essas modas,
. Nao facas de tudo chuta ,
Tu ja bem viste no co
O castigo do cometa.
A minlia comadre Anica
Chegou a ver sem engao
('endurado dessa estrella
O pobre do Fre Caetano.
E tua tia Robera
Aqui mesmo no Recifc
Vio no ceo bem estrelado
Quatro vellas e um esquife.
Depoisdisso nessas nuvens
Apparecem cousas taes ,
Que sao de grande castigo
Bem manifestos signaes.
Em Franca dizem, que anda
Um sancto Padre a pregar,
Que (acarnos penitencia ;
Que o mundo est p'ra acabar.
E eu creio, que assim he;
Pois pelo que temos visto ,
Parece que he j chegado
O tempo do ante-Christo.
Tanla moda do tinhoso ,
Tanta palavra estramblica ,
Denoto que por hi anda
Algum'irte diablica.
Natalenses P Un ages
Poinhas, e mais Tripinhat
NSo hoje urna perdicao
De homens, e de mocinhas.
Era impossivel, que Dos
Deixasse de castigar
Os desaforos d'agora,
E os modos de trajar.
Homens com barbas de bode,
Mulheres d'anca postica.
Que s sabem ir a bailes ,
E nunca ao Sermao, e Missa :
Mogas de peitos no seio ,
Que s querem namorar :
Qual he deltas a que hoje
V-se Igreja confessar ?
J as tontas, e rozarios
Nao pego nem mais, nem (Ibas,
S trazcm no pensamento
Os calores, e as quadrilhas.
Oiba, qu'eu tambem fui moca ,
E meus cabos merecia ;
Mas nunca vi no meu tempo
Tamanha patifaria.
Com homem fra meu pai
Nunca pude conversar ,
Se fallei com teu av,
Fui s depois de casar.
Minha mai dizia, qu'homem
Era cousa do diacho ;
At tirou-me um caosinho
Somente porqu'era macho.
He verdade, qu'ella niesma
Tal averso nao mostrava ;
Porque sempre annualmente
Um irmozinbo nosdava.
Qu'eu fosse a urna s funecao
Nunc'ella quiz consentir;
P'ra casar c'o meu defuncto
Foi-me preciso fogir.
Qual era o pai d'outro tempo,
Que permittisse aprender
Sua (Iba com ninguem
A ter e mais escrever ?
Que carencia h de mulher
Estas cousas ensinar ?
Basta, qu'ella saiba bem
O cozer, e o remendar.
Hoje sao todas doctoras ,
Letradas, e Bacharellas,
Que vivem lendo Diarios,
E livrinhos de Novel las.
E vivem to presumidas,
E c'um costume tao mau ,
Que at na gente mais velha
J pretendem dar quinau.
D'aqui vem stare'm perdidas ,
E em erro to profundo ,
Que j nonhuma quer crer
Em almas do outro mundo.
A tal ponto tem chegado
Das mocas a rebelda ,
Que tua irma j me disse ,
Nao cria ern feiticaria.
Rio-se por eu Ihe fallar
Em olhos maus, e quebranto :
Os bereges, o judeos
Nunca chegarao a tanto.
Que h gente, que corre fado
Tu por peta nunca tomes;
Pois nao h cousa mais certa,
Do que haverem lubishomes.
Teu av o foi, coitado !
Annos antes que casasse ,
E parece, qu'esperava
Que eu o desencantasse.
Porque noite no meu sitio,
Depois de soltar um urro ,
Espojava-se no chao,
E convertia-se cm burro.
Eu tinha delle tal magoa ,
Tanta pena tanto d ,
Que para mudallo em gente
Quizera fossemos s.
Hoje vejo um novo mundo
To che o de confusa o ,
Que tudo caminha certo
Para a sua perdicao.
Das lezes ninguem faz caso ,
AndSo por hi a granel ,
Temos tudo de vapor ,
T dinbeiro de papel.
Files e ellas s cuidao
Na maldicta maganagem,
He tudo patifaria ,
He tudo libertinagem.
Menina po cobro em ti,
Attenta para o perigo ,
Cuida em fazer penitencia ,
Antes que ebegue o castigo.
I). Chiquinha.
Minba av, nSo cuide nisso ,
Nao cngula tanta peta :
Que tem que l nesses ceos
Apparecesse um cometa ?
Pergunte, a primo Quinquim ,
Que est para se Lrmar ;
E saber que o cometa
Nenbum mal pode causar.
Elle diz, que a sua cauda
He effeito natural;
E j quiz mostrar-me tudo
No Bogron e no Pascoal.
Av.
Natural? Oh! qu'heresial
Nao creas nesse doctor ;
Acredita minha neta ,
Qu'he castigo do Senhor.
He signal do fim do mundo ,
He castigo e tenho dicto ;
Vai rosando a S. Antonio
Junto com S. Benedicto
Grandes males desses astros
J n'outros tempos houverSo,
Estragos mortes, ruinas
Sempre os cometas trouxero.
D. Chiquinha.
A quem foi, que Dos failou ,
Que acabava o mundo j?
Talsegredo, minha av ,
Na mente Divina est.
Os cometas sao uns astros,
Que leis, como os outros tem:
Se sao castigo sol la
Sero castigos laiiiucm.
Como porm o seu curso
He de mui grande extensao ,
Quando v-se, a novidade
Nos causa admiracSo.
Se na ordem de castigo
Esse cometa estivesse ,
Haveria homem algum ,
Que o tempo Ihe prodissesse*
Essas cousas no ceo vistas x
Esses tmulos, e vises
Sao de rusticas pessoas
Mentiras ou illusoes.
A respeito de costumes
O mundo foi sempre assim ;
Pois que nelle sempre houve
Gente boa e gente ruim. ^
E que tem que criminar ^
As nossas modas d'agora ?
Quasi todas, qn'hoje s'usie
Sao imitadas d'outr ora.
Se hoje varias pessoas
N3o vSo Missa o ao Sermao ,
He por ser livre a quaiquer
AsuaReligiao.
Av.
Quem te deo tanta sabanea ?
Olhem como est doctora !
Valhao-me as almas bemdictas,
Valha-me Nossa Senbora.
Nunca tal pensei ouvir
Depois de to longa idade:
O inferno ha de levar
Toda essa liberdade.
Ah! meu tempo, tempo d'ouro,
Em que quaiquer maleficio-
Era logo castigado
C'o fogo do Sancto officio.
D. Chiquinha.
Se nSo vou desobrigrar-me ,
He porque o confessor
Pode ensinar-me maldades ,
Que causem damno ao pudor.
Olhem que bella desculpa !
Qu'assisada advertencia!
Nao te confessas velhac .
Por nSo perder a innocencia,'
Escutar a um Sacerdote
He cousa que damno faz :
S nio he mau conversar
Nos bailes c'um machacaz.
D. Chiquinha.
Os jovens, minha avozinba ,
Se tem boa educaco ;
Quando falli com Senhoras
He em cousas d'instrucco.
Av.
Sim sSo todos innocentes r
Nenhum em maldade sonha l
NSo h maior desaforo ,
Nem maior pouca vergonha.
Por isso a taes adjunctos
Eu comtigo nunca sato;
Tenho medo, que ali mesmo
Nos venha do ceo um raio.
Dizem, qu'um Padre no mato,
Qu'andava Misses pregando
Vira o cao c'o a sua gente
Nos ares contradansando.
Chiquinha cuida na morte ,
Vai-te logo confessar :
V que te digo a verdade ;
O mundo esta-se a acabar.
No ceo j vemos signaes
Tambem os vemos na trra,
Por toda a parte apparecem
A peste a fome o a guerra.
Quando se vio tanto crime ?
Tanta morte desgranada ?
Nunca vi a nossa trra
To triste, to perturbada.
D. Chiquinha.
Minha Av, si ja o que for,
Nao stou p'ra m angustiar ,
E antes que acabe o mundo
Cuidarei de me cazar.
Av.
Menina nao fagas tal,
Pensa s na penitencia,
Para que Dos nos conceda
A sua innata clemencia.
Veste-te logo de f.eira ,
Corta o cabello bem rente ,
Jejua toda a quaresma ,
E reza continuamente.
D. Chiquinha.
Eu e meu joven esposo
Sempre amantes sempre unidos
Bem podemos provas dar
D'estarmos arrependidos.
Se mais pedem dous, que um ,
Por isso quero casar ;
Porque eu e o meu Adao
Podemos ambos orar.
COMmERCiO.
Alfandega.
Rendimento do dia i.......... :2tijj3S
!


Descarrego hoje 17.
Briguo Josefina Emilia miudezas.
Brigue Eredano fazendas.
Brigue Janes $ Ehter carvo.
Brigue Tarujo 1. o resto.
Brigue Rolla eanos de ferro.
Barca Bette diflerentes mercadorias.
IMPORTACAO.
Maypo brigue inglez, vindo de Torra-
Nova entrado no correnlc mez, consignado
a Latham & Hihbort = manifestou o seguinte :
1948 barricas com bacalho ; aos consigna-
ros.
MovimciKo do Porto.
Navio sahido no dia 14.
"New Zeland ; galera americana Halmilton
copitao Daniel Hord com a mesma carga!
que trouce.
Fundiou no lameirao o brigue inglez Rosaly.
Entrado no tnesmo dia.
Rio de Janeiro e Bahia ; 17 dias, paquete in-
glez Crane commandante Luis.
Navios entrados no dia 15.
Baltimore; 53dits, brigue americano Powlt-
ney, de 231 toneladas capito James Mo-
nat, ecjaipagem 9 carga farinha do trigo,
e oais gneros; a L. G. Ferreira & C."
Txr.ste ; 72 dias, galera austraca taz, de
TMO toneladas capito Biaggio Babirovich,
equipagem 10, carga farinha de trigo : a N.
O. Bieber & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro ; brigue americano Poteltney,
capt5o James Monat com toda a carga ,
que trouce de Baltimore.
Ditos no dia 16.
LArcrpool; barca ingleza Priscilla capito J.
Taylor, carga algodao, e assucar.
Editaes.
O 111 m. Sr. inspector da thezouraria das
rendas provinciaes manda fazer publico qus
-em virtude da lei perante a mesma thezourae
ira se bao de arrematar em hasta publica a quem
mais der nos dias 19, 20 e 22 do corrente
pelas 11 horas da manha os seguintes im-
postes :
Por tempo de 3 annos acontar do l.de ju-
Jho futuro,
Taxa da barre ira do Giqui avahada an-
imalmente em........4:100g000
Taxa da barreira da Magdalena avahada an-
imalmente em........2:652<'000
Taxa da barreira do Motocolomb avahada
.annualmento em.......1:6008000
Taxa das passagens do rio nos lugares do
Cordeiro e do Caldereiro idem 80$000
Furo das caixas e fechos dassucar
idem...........1:0808000
Por tempo de 2 annos a contar da dita epo-
cha.
Vinto p. % na agurdente de consumo nos
municipios de Goianna avahado trienalmentc
em............I:0t7j000
Pao do Albo idem...... 273000
Limoeiro idem.......2498600
Bonito idem........ 153*000
Cimbres idem....... 848000
Garanhuns idem...... 938000
Flores e Tacarat idem .... 93*000
Boa-vista idem...... 938000
As pessoasquo se proposerem a e*tas arrema-
Aacoes compareci na salla das sesses da mesma
thesouraria nos dias cima indicadas munidos
de fiadores idneos, e competentemente habili-
tadas.
E para constar mandou o mesmo Illm. tr.
inspector alixar o presente, e publicar pela
imprensa. Secretaria da thesouraria da ren-
das provinciaes dePernambuco 10 de maio de
843. O secretario
Luiz da Costa Portocarreiro.
Iho, farinha, fei|3o agurdente, assucar,
car moido azeite doce e de coco para o farol,
carne verde pao, e bolaxa. As pessoas a
quem possa convr qualquer dostes fornoci-
mentos, que dever sor feta com o genero
da melhor qualidado, sao convidados pelo Illm.
Sr. inspector a aprezontarem nesta secretaria
as suas propostas em carta feixa la at o referi-
dodja.Secretaria da inspeceo do arsenal de
marinhado Pernambuco 7 dejunho de 1843.
Aloxandre Rodrigues dos Anjos,
Secretario.
Companhia do Uiberibe.
Acho-se no escriptorio da compauhia do en-
canamento cartas para serem entregues aos Srs.
ahaixo declarados, ou a quem por elles repre-
sente.
Aos Senbores :
Antonio Nohre d'Almeida Jnior.
Herdeiros do tenente coronel Torres Galindo.
Ditos do almoxarie JoSo Rodrigues de Mi-
ran la. /
Francisco Nunes Corroa.
Jos Luiz Innocencio Pogges.
Joa'iuimJos Lody.
Joao Paulo Moroira Temporal.
Joao David Melequet.
Jos Gomes da Silva.
JosMarinho Prcira dos Santos.
Jos Jacintho Moreira.
Jos Vieira Brasil.
Francisco Antonio Coelho.
Manoel Antonio da Silva.
Manoel Antonio Tavares.
Manoel de Souza Rapozo.
Miguel da Costa Bapozo.
Paulo Jos de Almeida.
Francisco Manoel da Roza.
O brigue Fiel. recebe a mala para o Rio
de Janeiro no dia 19 do corrente.
Cartas seguras na administracao do correio
para os Scnoores:
Francisco Jos Germano de Aguiar.
Pedro Thom de Castro Araujo.
=A administracao do patrimonio dos orlaos
manda scientificaraosinquilinos das casas n.*
9, 18, 21, 23, 40, 47, 49, 52, 53,56, 67,68,
81, 82, 83, 96, e 100, cujos fiadores ainda nao
assignrSo os termos d'arrematacao que o fa-
cao at o dia 20 do corrente mez para o que
se devoran dirigir casa do abaixo assignado no
largo doCarmo n. 5, (sendo de manh at s
8 horas, e de tarde das 3 em diante J sob pena de
se porem novamente em hasta publica as res-
pectivas rendas. Sala das sessoesd'adminis-
tracaodo patrimonio dos orlaos 10 dejunho de
1843. J. M. da Cruz.
Lotera do thealro.
As rodas desta lotera andao impreteri-
velmente no dia 20 do corrente junho fi-
quem ou nao bilhetes por vender o o restante
Jos mesmos acho-se venda nos lugares j
annunciados, e tambem na loja do Sr. Guerra,
na ra Nova n. 11.
vapor sendo o casco da melhor 'onstruccao
Sueca com o forro de cobre quazi novo, tem
govornadura de lome &c. ; os mastros sSo de
pinho de Flandrcs o mais suporior, e as cor-
rentes e ancoras do lote do fragata: tudo se
vende em separado, impreterivclmnte (piarla-
eira 21 do corrente as 10 horas da manha, no
escriptorio da companhia do vapores ra d'A-
pollo ondo tambem se far a venda publica
dos salvados do navio naufragado no Rio Gran-
de do Norte consistndo em carilhas do fer-
ro curvas, pessas de hollnete escovons ,
cano de fogo e dois barris de cobre e pre-
gos de ferro tic. Para exame da galera di-
rijo-se ao lugar onde se acha ancorada perto
da Barreta do Recife e para o dos mais objoc-
tos salvados, na prenca do Sr. Mendonca no
Forte do Matto.
= O corrector Ovcira far leilo, sexta-
feira 21 do corrente s lOhoras da manha ,
de toda a mobilia da caca do finado Dr. Lou-
don aqurtl ser vendida por todo o preco na
casa que loi da sua residencia no atierro da
Boa-vista comprehondendo-se um carrinho
de duas rodas com os competentes arreios e
um cavallo de mojitaria &.
Avisos diversos.
Avisos martimos.
Declaracoes.
Companhia de Bebiribe.
Restilo 400 a 500 acedes das, que se achavo
destinadas aos subscriptores que nao rea I isa rao
as suas entradas : as pessoas que as pretenderem
dirijo-se ao escriptorio da caixa da companhia,
oSr. Manoel Goncal ves da Silva, aonde as po-
de m obter entrando com a 1.* prestaco a
qual corresponpe a 58 rs. por aeco. Escrip-
torio da Companhia de Bebiribe 7 de junho de
1843.O secretario B. J. Fernandes Barros.
= ordem do Ilhn. Sr. inspector do arsenal
de marinha se faz publico que no dia 20 do
corrente mez pelas 11 horas da manha se
pora em arrematadlo os Iornecimetilos dos se-
guintes gneros para o mesmo arsenal, e em-
barcaedes da armada, pelo tempo que&econ-
vencionar : arroz toucinho vinagre baca-
Para Macei a lancha .>, Jos Flor do Mar;
quem na mesma quizer carregar, ou ir de pas-
sagem dirija-se ao beco da Lingoeta venda de
Joaquim Jos Rebollo ou a bordo da mesma ,
que se acha fundiada defronte do trapichedoAl-
godo.
Para o Rio de Janeiro sahir com toda a
brevidade (por ter a maior parte da carga) a
hem conhecida barca Firmeza, capito Narci o
Jos do Santa Anna ; quem na mesma quizer
carreger, ou ir de passagem dirija-se a Gaudi-
no Agostinho de Barros, na pracinha do Corpo
Santo casa n. 66 ou ao capito.
Para o Bio de Janeiro o briguo Convncelo,
capito Joaquim Antonio da Costa, sahir com
toda a brevidade por Ihe faltar muito pouca car-
ga : para o rstante della passageiros e es-
cravos, dirijo-se a Gaudino Agostinho de Bar-
ros ou no capito.
=Para Benguella e Angola e de l a Lis-
boa o patacho portuguez Pagete da Madei-
ra quo sahir com muita brevidade e ainda
recebe alguma carga miuda ; quem quizer car-
regar pode dirigir-se ao seu consignatario Vi-
cente Thomaz dos Santos na praca s horas
do costume.
Le loes.
= O corrector Oliveira continuar o leilo de
fazendas i nglezas francesas esuissasde la,
nho algodao e seda as mais propriasd'este
mercado as quaes scro vendidas sem reserva;
terca feira 20 do corrente as 10 horasda manh,
no armazem que foi do Sr. Stewart, ra da
Cruz.
ss O corrector Oliveira far leilo por con-
ta e risco de quem perlencer do casco mas-
tros e mais utencilios da galera Brasil, per-
tencenle /> companhia brasiieira de paquetes de
A pessoa que no Diario de 14 do corrente
mez annunciou para vender um sohradinho do
um andar, que rende mensalmento dezasseis
mil rois dirija-se ao 1." andar desta Typogra-
phia que se Ihe dir quem o quer comprar.
O abaixo assignado por si, e como bas-
tante procurador de outros herdeiros da casa do
fallecido Andr Alves do Reg esto havia
tomado conta d'administraco da casa de seu fi-
nado mano Luiz Francisco do Reg, de
quem foi herdeiro conjunto com outros en-
tre os quaes secontavo o padre Joo Jos do
Rcgoe Manoel Alves Simos que doaro to-
da a sua heranca liquida ja verificada no sotu-
rna de 11 contose tantos em a pessoa de sua
sobrinha Francisca da Assumpco Rogo fi-
Ihadesso administrador Andr Alves do Re-
g c cazada com o abaixo assignado. Fal-
lecco dito Andr Alves e ficou sua consorte
Florencia Margarida dos Prazeres na posse e
fruicao de todos os bens e acedes do casal, e
assim proseguio na administracao a cargo de
seu marido sem jamis quarer dar conta des-
sa administracao letigando dolozamente com
o abaixo assignado como filo em lezal-ode
mos dadas com quem a domina que tem for-
mado simulados dbitos activos e passivos, a
fim de ocultar o apurado ; o abaixo assignado
por si e como bastante procurador de outros
herdeiros alcm dos acautelozos annuncios in-
sertos nos Diarios do anno de 1838, ns. 188 e
195 ; no de 1810 n. 66 e nos de 1843 ,
ns. 14 18 42, 122 o 126 ; faz publico
pelo presente annuncio que ja em juizo tem
proposto a aeco de prodigalidad contra a dita
senhora por esta se achar com setenta e tan-
tos annos de idade sega de ambos os olhos ,
e por este facto incapaz de reger sua pessoa c
bens, por que em taes circunstancias est su-
geita a ouvir tudo quanto Ihe quizerem dizer .
e a assignar qualquer titulo ou documento, que
Iho seja aprezentado por pessoa ou pessoas
que a dominem sem saber qual seja o seo con-
teudo e menos o aue assigna o os mesmos
dominantes e ainda outros valendo-se da in-
capacidade em que se acha a dita senhora podem
a seo bel prazer rom seos proprios pnribos for-
mar ttulos e documentos do dbitos simula-
dos fingir e fazer quantas assignaturas quize-
rem em prejuizo do abaixo assignado e mais
herdeiros em geral assim maiores como mo-
res : a vista do expendido ninguem contrete
negocio de hypotheca venda e outro qualquer
que seja com a dita senhora nem com outra
qualquer pessoa que seja em bens do seu cazal.
o da dita administracao da casa do finado Luiz
Francisco do Reg. Ninguem poi a vista do
prezente poder de boa f contractar negocio de
qualidade alguma a tal respeito sem se compro-
meter ao perdimento de seo valor e sem in-
correr no crime de urna tranzaeco doloza em
prejuizo de terceiro.
Francisco Jos Dias da Costa.
Um rapaz portuguez do idade de 13 an-
nos pretende arrumar-se de caixeiro em qual-
quer arrumaeo ; na ra do Livramcnto n. 3.
- A pessoa que annunciou querer um
caixoiro que saiha bem escrever para loja
do fazendas e para ra dirija-se a ra do
Cabug loja de relojoeiro n. 3 o 7.
Perdeo-so no dia 4 do corrente um par de
brincos de relevo, tendo estas pedras na cora,
um brilhantc no laco urna stira e na mendoa
urna ismerarda ; da-so o mesmo importe na
loja de Jos Ignacio do Monte n. 61.
Nu ra d'Ortas sobrado por cima do assougue,
n. 30 ha urna mulher comm uito e bom lei
to sem filho que se propoe a ser ama cuja
conducta se afhanca.
A pessoa que annunciou no Diario de 16
do corrente, precizar de um caixeiro para ra;
annuncie.
Arrenda-se ou vende-se um engenhoda
hestas perto desta cidade ; quem o pretender
dirija-se a ra do Sol, sobrado da esquinada
ra dos Quarteis n. 13.
- A pessoa que no Diario de 16 do corrente,
annunciou querer um caixeiro para ra e que
tenha boa letra;dirija-se a travessa do Poucinh
n. 6 ou annuncie.
Manoel da Costa Pereira fazscienteao
respectivo thesoureiro da lotera do Livramento,
que ha de nao pagar dous meioa bilhetes da
mesma lotera que esto assignados por fulano-
de tal Campse o cima; pois o respectivo,
thesourero queira s p gar se forem todos dous.
receber ficando o dito na responsabilidade r
se assim o nao fuer para o que se faz o pre-
sento annuncio.
=Offerece-so urna pardinha escrata, de mul-
to bom genio para servir em alguma casa de
homom solteiro ou de pouca familia sendo a
paga mensalmente ; sabe engomar coser xSo ,
cosinhar clavar; quem a pretender dirija-se a
ra do Collegio n. 19.
Precisa-se alugar urna escrava ou escravo ,
para todo o servico de urna casa de familia, que
soja fiel, pagando 108 mensaes : na ra da
Cadeia de Santo Antonio armazem u. 16.
-i-Quem annunciou precisar de um caixeiro ,
que escreva bem e sirva para ra ; dirija-se a
ra do Rangel n, 34, das sete horas em vante.
- Ha para alugar quatro pretas : no armazem
da ra do Vigario n. 5.
= l)a-se 2008 rs. a juros com penhores do
ouro ou prata: na ra Nova n. 9.
A pessoa que annunciou precisardeumaama
para cosinhar engomar e custurar dirija-
so a ra Direita casa n. 33.
Osr. que annunciou no Diario de 16 do
corrente precisar de um caixeiro para ra e
que tenha boa letra querendo um homem que
dezempenha bem o seu lugar procure na roa
Nova loja de seleiro n. 3.
OTerece-se um perito ofTicial de pintor.che-
gado poucos tempos da liba de S. Miguel,
para todo o servico que pertencer a este officio;
e Tara as obras mais emeonta que os mais, tanto
nesta praca como fora della; quem do seu pres-
timo precisar dirija-se defronte do passeio pu-
blico em casa do sapateiro.
= Continua-se a dar dinhoiro a premio: no
patio do Paraizo sobrado n. 8 segundo an-
dar de huma hora as 3 da tarde.
Na ra dos Pescadores n. 32 aluga-se um
negro.
= Precisa-se fallar com o procurador de Dio-
go Thomaz ofTicial militar do tempo do ge-
neral Luiz do Reg Barreto ou com pessoa
por elle nesta cidade para objecto de interes-
se ; quem nestas circunstancias estiver dirija-se
a casa de Joaquim Gonsalves Vieira Guimaraes,
junto ao arco da Conceico n. 63 segundo
andar.
A pessoa que annunciou no Diario n. 129,
precisar de um caixeiro que saiba bem escrever
e sirva para ra ; dirija-se a ra do Rozario es-
treita n. 12 segundo andar.
= Quem precisar de um homem Portuguez
sem familia para caixeiro nesta praca dirija-
se a ra do Collegio, n. 19, assim como x
pessoa que annunciou precisar de um cai-
xeiro para a ra dirija-se a mesma casa.
Quem annunciou querer urna ama que
engoma cosinh e faz alguma costura para
casa de pouca familia ; dirija-se a ra da La-
rangeira sobrado n. 15 segundo andar.
Rita Benedicta Mequelina de Azevedo ,
brazileira retira-se para Maranbo levando
em sua companhia sa lilha menor, tres escra-
vos, e os pardos livres Theodora, Muran na e
Profiro.
Da-se dinheiro a premio em pequeas por-
edes com penhores do ouro ou prata : na ra
do Cabug loja de miudezas n. 5.
A pessoa que. annunciou precisar de um
caixeiro para ra em urna loja de fazendas ;
dirija-so a Fra de Portas casa n. 141, ou'
annuncio.
A pessoa que no Diario de sexta-feira 16 do
corrente diz preciser de um caixeiro para es-
cripta e loja de fazendas queira procurar na
ra da Madre de Dos loja do Sr. Jos Anto-
nio da Cunha n. 34.
Deposito de farinha de mandioca ; na ra
da Cadeia do bairro de S. Antonio n. 19. Os
procos desta semana sao os seguintes : 1.* qua-
lidade 2g240 2.* 18920 e 3.M8600 reis o
alqueire ; o deposito conserva-so aberto das 6
horas da manh a as 6 da tarde.
O juiz municipal interino da 2.' rara mu-
dou as suas audiencias para as quartas feiras e
sabbados em consequencia de impossibida-
de nos Jias marcados por haverem outras au-
diencias n'essesdias.
A pessoa que diz precisar de um rapaz para
escrever bem, e queentenda de loja de fazendas,
dirija-se a ra do Cabug loja de miudezas n,
n. 4 que se agradar com a vista do mesmo,


A
< *
I
recisa-se alugar um bom negro que
, retira-se
litando o
== Johnston Pater & Companhia avisaoaos
Srs. de engenhos e corrcspondentesdos mesmos
nesta praca que se acha completo o seu esta-
helecimento de machinismo para engenhos ,
constando de moendas de diversos tamanhos,
machinas de vapor, de condesado e de alta
presso da forca de quatro e de seis cavallos n-
glezes, e taxas batidas e coadas, e promettem
agradar aos seus freguezes tanto em preco como
em qualidade visto serem todos estes objectos
feitos n'uma das principaes fundicoes de Ingla-
terra : ra da Madre de Dos n. 5.
= Na padaria da ra da Senzala velha n.
98 se fabrica o afamado po de folha feito
da melhor farinha que existe ; assim como bo-
]axa de primeira qualidade.
== Pi
seja perito em massas tanto de pao como de bo-
axa ; assim como tambem vendem-se barricas
e meias ditas de farinha de trigo : na ra da
Senzala velha padaria n. 98.
= Francisco Fernandes Thomaz
para Lisboa a tratar de sua saude ,
eu estabelecimento no mesmo giro e por seus
bastantes procuradores os Srs. Vicente Alves de
Souza Carvalbo e Antonio Coelho de Mello ,
a pessoa que se julgar seu credor aprsente suas
contas para serem pagas.
t = Antonio Augusto de Abrou Mura rc-
tira-sc para a Bahia.
= Na entrada da ra do Rangel do fado d-
reito a primeira escada no primeiro andar, se
neaderna todas as qualidades de livros da ma-
neira que se desojar com toda a perfeicao ,
e por preco mais commodo do quo em outra
qualquer parte.
_ J. B. C. Trcsso avisa ao respeitavel pu-
blico e particularmente aos Srs. Thesoureiros,
epessoas encarregadas das Igrejas, que abriu
urna tendaonde fabrica orgaosde todos os ta-
rnanhos para Igrcja com trombeta clarim ,
cromorno, voz humana e rouxinol ; dito
orgao, ( que sendo ouvido nao tem apare-
cido aqui ) duas finas a clavier e a chave
de realejo, para falta de organista ou por
falta de saber toca-Ios, entao se toca com a
chave como se fosse um realejo obtendo a
mesma voz de um orgao de Igreja contendo
nos cilindros a missa os hvmnos para todas
as festas e das sanctos do anno tudo reu-
nido na mesma obra; orgao para recreio de
casas com machina tocando s a clavier e a ci-
lindro tudo reunido na mesma obra; realejos
com tambor e trombeta para recreio de casas,
comquadrilhas para dancar pantaln ett ,
poules, trenis finales, e valsas, outro realejo de
todas as dimences para Igreja, com a missa, e
os hymnos com a mesma voz de um orgao de
Igreja ; as pessoas que o quizerem honrar com
a sua presencia acharad ja em sua casa algumas
obras promptas ; tambem concerta os ditos
instrumentos e poe marchas novas ; assim
como compra orgaos e realejos ja usados: no
atierro da Boa-vista n. 3.
= Domingos Felippo Ferreira Campos e
Joao Antonio da Silva Braga ; retirao-se para
lora da provincia.
Preciza-se de urna ama para casa de pon-
ca familia que saiba engommar bem ; na ra
Novan. 26.
Amga-se urna luja na ra do Rozario es-
treita e um segundo andar na ra do Livra-
mento n. 14: assim como vende-se farinha de
mandioca muito boa; no porto junto ao Trem,
c junto a serrara de vapor.
O solicitador Caetano de Assis Campos
Codem oferece seu prestimo relativo ao seu
emprego e promette toda actividade, e prom-
ptidiSoem ditas funeces ; quem de seu pres-
timose quizer utilisar dirija-se a ra do Co-
tovello, n. 37.
Qualquer pessoa que fe julgar com di-
reito a casa de sobrado da ru j larga do Rozario
n. 48, sena que nao seja seus proprietarios Jo-
s Caetano Farges e Martinianno Jos Pascoal ,
e urna orf que he de 2 contos, e 6008 rs-
hajao de annunciar por esta folha.
Felis Jos Coimbra de Andrade faz pu-
bfico aos credores do finado Manoel SebastiSo
de Mendonca Lins que no dia 19 do corren-
teas 10 horas da manhS devem comparecer
na ra Direfta n. 36 segundo andar, a fim
do certificarem-se do estado das contas do mes-
n.o fallecido.
Jos de Alenquer Simfies do Amaral ,
deXou de ser caixeiro de F. Rigor & Compa-
nhia desde odia 13 do correte e agradece
aos mesmos Snrs. o bom tratamenlo, quesem-
pre retfebeo em sua casa.
Francisco Antonio da Silva comprou
eml5de Setembro de anno passadoao Snr.
Resende Joaquim Duarte moiador na ra es-
trella do Rozario um nera de nome Rita ,
de nacSo Angola a qual pretende embarcar
para o Rio de Janeiro.
- Quem annunciou no Diario do 10 rio
correte precisar de um caixeiro de ra di-
rija-se a ra da AssumpcSo n. 20.
Previne-se a quem pretender comprar a
Ladislao- Pinto a cscrava l-ui/.a crioula,
que a mesma se acha letigiosa e para evitar
contestaces e despezas, se faz o presente
annuncio.
= Joaquim Antonio doAguiar; retira-se
para Portugal.
No dia 8 do corrente perdeo-so um
primeiro tomo de Voltaire com duas firmas;
quem o achou sendo queira entregar, dirija-
se a ra do Livramento n 10, que ser re-
compensado.
A pessoa que annunciou precisar de
um caixeiro que sirva para ra; dirija-se ao
mundo novo n. 17.
Deseja-se fallar com SebastiSo de tal,
natural da Villa de Barcello em Portugal, a
negocio de seu interesse ; na ra da Madre de
Dos, n. 9.
A pessoa que annunciou precisar de um
caixeiro para escripia ra, e foja de fazen-
das, dirija-se a ra da Cadeia do Recite n. 38.
Um rapaz Portuguez pretende arrumar-
se de caixeiro em qualquer arrumacSo ; na
ra do Livramento n. 3.
Roga-so ao Sr. Tenenle Coronel Alexan-
dre Luiz de Araujo ( no caso de ser vivo ) ou
algum de seus herdeiros, o favor de annun-
ciar por esta folha onde se Ibes poder fallar.
A pessoa quo annunciou precisar do
caixeiro de ra, dirija-se a prensa do Braga
velha.
= Jos Maria Gonsalvos Ramos, retira-se
para o Rio de Janeiro.
maz e o ndice alphabetico do Bacharel Al-
berto Antonio de Moraes e Carvalho ; Por ... ,
advogado Brftileiro ; na ra da Cadeia do Re-
cie n. 37.
=Vendem-se lipassaros de differentes qua-
lidades todos mancos, e bons cantadores ,
com suas competentes gaiolas ; assim como 3
Vende-so um quartao russo foveiro,
bastante grande muito ardigo novo e bas-
tante carnudo, proprio para carro;, na ra
estreita do Rozario botica de Jo3o Pereira da
Silveira.
Vendem-se 4 casinlias, sendo urna de
pedra e cal, e trez de tabpa com um quin-
quartolas arquiadas de paos e urna porcao de tal grande, cOm bastantes arvores de fruto
Compras.
Compra-s um Thavelau do PavilhScs ;
na ra do Queimado n. 5 primeiro andar.
Compr5o-se garrafas, que tenhSo sido de
vinbo francez bra.icas e protas : na ra larga
do Rozario n. 4i.
^= Comprao-se os dous Diccionarios de
Constancio e Moraes ja usados, quer sejao
separados, quer cada um de persi ; quem t-
ver annuncie.
Compr8G-se duas arrobas de capim do
planta diariamente ; na ra Direita n. 36,
terceiro andar.
Compra-seuna escravo que seja bom
padeiro moco e no tenha vicios agradando
nao se olha a preco ; na praca da S. Cruz n. 8,
defronte da Igreja.
"Sr- Comprao-se os primeiros tomos das obras
de Tito Livio, o Horacio, novos ou usados, an-
da mesmo que tenhao traduc5o a margem : na
ra de Agoas verdes n. 86, segundo andar.
Compra-se urna preta cozinbeira, en-
gommadeira e costureira ; na ra da Con-
ceco da Boa-vista n. 26.
Vendas
Na praca da Independencia loja de livros
n. 6 e 8 vendem-se livros desortes de 4 qua-
lidades differentes, para o divertimento da noi-
te de S. Joo.
= Vendem-se chapeos do Chile de abas lar-
gas i > rs. e de copa alta a 5000 rs. ditos
de seda superiores borzeguins gspiados para
homem e senhora sapatos de lustro para ho-
mem borzeguins de seda para senhora e me-
ninas sapatos de bezerro com palla para ho-
mem e meninos, botins e meios ditos de be-
zerro francez e do Lisboa sapatos de lustro
para senhora c meninas botins de lustro para
meninos, espartifho para senhora e meninas a
1800 luvas de pellica com enfeites para se-
nhora e meninas, ditas para homem pentes
de tartaruga garrafas de agoa de colonia, len-
cos de seda para grvalas meias de seda pro-
tas e brancas para homem e senhora e ditas
do algodao para meninas ; na praca da Inde-
pendencia n. 11,13 e 15.
Vende-se urna venda na ra do Calde-
reiro, esquina que volta para a mar com
muito poucos fundos ; na praca da Boa-vista ,
n. 14 adverte-se que he muito boa para ven-
der para trra.
Vendem-se superiores vinlos engarrafa-
dos da Madeira secca Malvasia o ftuccllas de
1832 ; na ra da Cadeia do Recifo n. 37.
= Vende-se um engenho de moderna in-
veneSo para moer milho com todos os per-
tencese machinismo moderno para trabalhar
com um cavllo ; na ra da 'Cadeia doRecife ,
n. 37.
= Vendem-se duas camas de armacao, sen-
do urna de angico e outta de Jacaranda no-
va rica, e com cpula ; na ra da Cadeia do
Recife n. 37.
barris e barricas de differentes qualidades e
urna armacao de venda com seus pertences : na
ra das Trincheiras n. 34.
= Vende-se sal do Ass muito alvo a bor-
do do hiate Flor de Larangeiras ; trata-se na
ra daCadeia doRecife, loja de fazendas n. 37.
= Vende-se urna balanca grande propria
para armazem de assucar ; na ra da Cadeia do
Recife loja de fazendas, n. 37.
= No deposito de chocolate na praca da
Independencia n. 39, confinua-se a vender
chocolate feito no mez passado sendo em li-
bra do de frreo a 1000 rs. de baunifha a
= No deposito de assucar refinado esta-
blecido junto ao arco de S. Antonio, em fren-
te do caes do Collegio ha para vender asquear
refinado, segundo o novo systema de fabrica-
cao pelo qual se extrae a potassa e cal, dei-
xando-se-o no seu estado d pureza ; sendo o
proco da libra do de primeira sorte e em p5es
160 rs. e o de segunda e tercoira em p ,
a 120, e 80 rs.
Vendem-se a retalho telhas tijolos de
ladrilbo alvenaria e tapamento cal bran-
ca de caiar e preta o ripas tdo da melhor
qualidade ; em Olinda na venda da esquina do
varadouro, n. 18.
Vende-se urna pipa de aparar agoa ar-
quiada de ferro por6g rs. na ra Direita.
n. 59.
Vende-se urna venda com poucos fun-
dos e em muito bom lugar, por ser no meio
dos armazens de sal, e o aluguel he muito em:
conta ; e tambem vende-se ma casa de tijo-
lo com SO palmos de fundo e 20 de frente,
sena repartimento, no atierro dos Arrogados*
defronte do viveiro do Muniz, n. 75; a tra-
tar com Francisco Xavier das Chagas.
Vendem-se couros de carneiros de 100 a
160 rs. e as pessoas que forem conhecidas po-
bres Ihe serao dados ; assim como cebo de rim
de carneiro derretido em garrafas ; no assou-
gue francez defronto da cadeia, de Jo8o Dubois.
Vendem-se um cascavel de prata um
par de esporas e estribes modernos de prata ,
pares de brins de ouro de lei de differentes nao-
dellos um bonitojalfinete para senhora anc-
los do diflerentes modellos com diamantes e
brilhantes, pares de oculos de armacSo urna
corrente com sinete para relogio botos com
diamantes para abertura, ditos de ouro para
punho um apparelho de porcelana dourada
parach, urna porco de prata de boa quali-
dade para obras, urna colher para soupa, urna
dita para arroz 3 voltas de cordao uns co-
razes azues para braco um crucifixo peque-
no um alfinete de topasio com diamantes pa-
ra abertura: as 5 pontas, n. 45.
Vendem-se couros de cabra vindos do
Ass sola e bezerros tudo por preco com-
modo ; na ra da Cruz n. 51.
- Vende-se urna mulatinha de 13 annos ,
muito linda, ja com principios de custura, en-
gomma e ptima para se mandar ensinar
vende-se por precisSo ; na ra do Livramento
sobrado de varanda de forro n. 17.
Vende-se colla fabricada em Pcrnam-
buco a 200 rs. a libra, e 5800 a arroba; na ra
do Rangel, n. 52.
Vende-se urna venda na praca da Boa-
vista n. 11 onde se dir o motivo porque
se vende ; a tratar na mesma
Vende-se urna porcaode prata velha:
na loja de Jos Ignacio do Monte.
Vendem-se encorduacScs completas para
violao : na ra Nova n. 6.
Vende-se um prcto, e urna preta ca-
sados ; no atierro da Boa-vista venda n. 20.
r- ^ ende-se excellente rap princeza da
fabrica de Gasse : noalterroda Boa-vista, lo-
ja de miudezas de Caetano Luiz Ferreira.
Vende-so urna negra de nacao boa en-
gommadeira e cozinbeira : na roa Direita
n. 98.
Vende-se urna preta de mcia idade co-
zinha e he fateira e mariscadeira : na ra do
Caldereiro n. 56.
Vende-se o superior rap princeza da
fabrica de Gasse ; na pracinha do Livramento ,
loja de Florencio Alves de Moraes n. 57.
Vende-se um moleque do gento de An-
gola de 18 annos ; na ra do Crespo n. 6.
Vendem-se um selim usado com seus
pertences ; urna estante de Jacaranda propria
na b iquinha de S. Pedro em Olinda ; no
principio do atierro dos Affogados .no sobra-
do do Lima.
= Vende-se urna casa de sobrado de 2 an-
dares com sola o e quintal, na ra do Quei-
mado n. 24; a tratar na ra do Cabug ,
loja do ourives n. 1.
Vendem-se urna negra o um moleque ,
aptos para qualquer servico ; na ra Augusta,
n. 22.
Vende-se um sbralo de um andar em
Olinda na ra de S. Bcnto chaos proprios,
quintal tem bastantes commodos, portao
para a ra, o este o penltimo antes de dro-
gara Matriz de S. Pedro Mrtir: a, follar na
mesma cidade na ra de Bom fim com o Cone-
go Ferreira.
Vendem-se urna banca de Jacaranda para
meio de sala urna poltrona por 5000 rs o
duas bancas de condur por 14,000 rs. : na
ra estreita do Rozario n. 32.
= Vende-se fumo em folha da Baha, pro-
prio para charutos, por preco commodo ; no
armazem do Braguez junto ao arco da Conceii
CSo.
Vendem-se 3 barras de prata com 188
oitavas por preco commodo: na ra do Quci-
mado n. 5.
= Vendem-so chitas finas em retalho a 120
e 160 o covado ; na ra do Queimado, loja de
Carioca & Sette, n. 25.
Escravos fgidos.
= Vendem-se repertorio alphabetico das
Icis do Brasil promulgadas desdo 1829 at o' para msica ; na ra da Conceleod Boa-ma
fim do anno de 1840, dos decretos, instrueces,' n. 26.
regulamentos avisos, portaras, ordens, cr-j Vendem-se charutos da Havana de su-
co lares e oficios expedidos pelo poder executi- perior qualidade e farrello em saccas gran-
o para execucao deltas, em continuacao ao des; na ra do Trapiche, n. 19 emeasadoj
repertorio geral de Manoel Fernandes Tho- O. Elster.
=s No dia 9 do corrente sendo mandado a
recado de seu senhor o pardo Joaquim n8o
voltou mais julga-so ter fgido por isso ro-
ga-se as authojidades policiaes capitaes de
campo o apprehendao e levem-o a seu se-
nhor Antonio Jos Pires na ra do Queima-
d > n. 4JP/'...ou no sitio da Ponte de Ucha da
viuva do coiiMiel Bento Jos da Costa ; o qual
heoficial de carpina marcineiro pintor e
bolieiro, he claro, tem falta de denles, c tam-
bem Ihe faltaS asunhas dos dedos grandes do
ps; levou vestido calcas c jaqueta branca 1
bahu de madeira pintado de azul com frisos
mais claros onde levava entre outras pecas
um casacao de acompanhar no carro calcas e
jaqueta de panno azul fino e ferramenta de
carpina e alguma de marcineiro ; quem delle
der noticio certa ser bem recompensado.
= Do engenho Macaxeira em Hamacara ,
um mulatinho de nome Joaquim de 18 a 20
annos fugio pelos diassantos dos Fspirito San-
to cor mestissa tirando a tapuia, cabellos
corridos grosso do corpo altura regular ,
pernas bastantes quebradas para traz quando so
pe em p e bastante cabelludas dentes da
frente compridos e principiao a podrecer pe-
los lados, e os dedos dos ps com poucasunhas;
quem o pegar leve ao sobredito engenho que
sera recompensado.
Fugio no dia 14 do corrente, o mula-
tinho Agostinho de 12 annos, levou calcas
de brm e camisa azul n5o he feio de figura ,
muito ladino o conhecido, consta andar pelo
forle do Mattos, ra da Senzala e em outros
lugares nos ranchos dos moleques ; quem o
pegar leve a ra do Vigario n. 21 casa de
Mendos & Oliveira que ser recompensado.
- Fugiro duas negras urna no dia 7 de
Junhode nomo Maria de nacao Benguella ,
de 19 annos estatura baixa bastante cor-
polenla peitos grandes ps pequeos e os
dedos grandes dos ditos desapartados dos ou-
tros, levou vestido de chita branco pintado de
encarnado e contas no pescoco quando fu-
gio levou um flandres de vender azeito de car-
rapato esta escrava foi comprada a Senhora
Dona Thereza Bella de Jess. A outra de
nome Maria de nacao estatura baixa cor
fula, dentes limados, com bastantes espinhas
no rosto muito ladina de 22 annos levou
vestido roxo claro panno da costa ja vdho o
brincos de pedras azues as orelhas ; consta que
ambas tem andado no lugar dos A fie tos ven-
dendo frutas c foi escrava de Hcrculano Maria
Besson !; quem as pegar leve a ra da Con-
ceieo da Boa-vista n. 18 que ser recom-
pensado.
. Fugio a mais de 15 dias urna escrava
crioula, de nome Josefa tem urnas costuras
pmpoladas as rostas abaixo do talho do vestido,
um pequeo talho no heico superior, ps pe-
queos, secca do corpo ; levou panno da cos-
ta com listras azues c encarnadas ; quem a pe-
gar leve a ra do Queimado n. 14 que sera
gratificado.
Rkcifb: naTtp. de M. F. deFaria.=1843


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