Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04931


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Full Text
aaaaaal
Auno de 1845.
Quinta Fera 6
lulo ^. dapenck .1 n. me,,, ; d. no, pto.tenc. ,
Bumus cobk> pruKnp,.o* e reBoi .p.,,,,.,1,,, Cum ,dmlrti d,ene Nae, m,,
'0"1,__________________( Proclamado da A embira Geral do BaiIL.>
PARTIDAS DOS ( OKKElOS TERRESTRES.
Guian- Perahiba e Riu grande do Norte aegunda ascua feraa
Bor.i'o c Garanhuna 4l) e 24
Caiu, 3 rinhem, Rio Formutu Porlo Calvo Macelo, a Alagues no 1. 44 a 24
Bua-via-ae Floree a 3 e 2S. Sanio Aino, quimas fenas. Olinda lodos ua diae
DlAS A nliHAAA.
3 Stff. a. Riordo B. And. do J de 1). da 2. v.
4 lerc, a. hodaio Aro. .ud. do J. de t. da 1. v.
5 (tan a. l'ioenie Ferreira Aud. doj. de D da 3. v,
6 O'.ioi Mareellino M. Aud doJ. de D da 2. v.
7 Seal. Ai 7 dores de N Sra. Aud. do J. de t. da 1 T.
S Sai), a. Am-uc o B. Bel; Aud. do J. de t. da 3. v,
9 llou de Bamos i Dme rio 11.
5".
^?T& >5 "^ x
de Abril
Anuo XrX. N. 1$
O Diario publica se to.loaoa diaaque n.i forera .Santihcarloa o preOo da aeaignalura b,
f- de ires mil tei* por quailf l pagoa aJiamadoe. Os annuncios dos assignanles sao inserido.
V graus, e os di que o r.Jn forera remo ile S) res >i linha. As reclamacoes d.-veaa. selidiri a
guias a esia Ijp., ra ikeX'ntm caaaioi i>i"iia J >ie Abril. compra venda.
Cambio sobre Londrea :7 a V7 l| d. |>. H'. (Ji'ho-.Yleda da 6,400 V. 45,500 15,700
Pars 50 rea p.,r iranou ) N. 15 J0J 15 500
a Lisboa l uor UU vle premio da 4,000 a.oOO 8,700
. FfUTa-Palaces i,S0fl t,80
Moeda de cobre 2 por 100 da descont. a Feaus Uilomnares i,Mil) i,S20
dem de leiraa de boas firina i por } I ditos Meiicanoe 1,600 1,8.0
PA0EauA_DAWDMEt DE lilil..
La Chela 14, lis 0 m. da lrd J La* nova ,i t9, a I lora e 59m. da Urd.
(^'.: -i.. u.n'. *1, as lOouraj e o da m, 1 uaft. cresc. u 7, as i uoras a -: a. da tsrd,.
Preamar de lioje
10 horas e 6 as. da maniaa. | a Id horas e 10 a da larda.
rw.nt. .uraiBBchagra
PARTE Dfn
Govurno da Provincia.
EXPEDIENTE DE 29 DO PASSUIO.
Oficio Ao inspector do arsenal de mari-
nha, intelligenciundo-ode lerS. M. o Imperadoi
determinado que o briguc Chipla, comprado
pulo Conindore Morris para servir de transpor-
te, seja considerado como navio do guerra, per-
tenccntenogovernodos Bolados-Unidos d'Ame-
rita,Olllcioii'-S respeito ao coinmantlanlc
das armas, e ao inspector da lliesouraria da fu-
sonda.
DitoAo coronel Francisco Jos Martins ,
ordena.ido que no dio 30 do crrante (marco
faga entrega do arsenal de (morra ao respectivo
director, o tenente-coronol Jos Mara Ildefon-
so Jacome da Velga Pessoa.Communieou-se
ao mencionado tenente-coronel.
Ditos Ao inspector da thesouraria da fa-
senda e ao director interino do curso jarico de
Olinda remetiendo copia do aviso da secreta-
ra do estado dos negocios do imperio de 27 de
fevereiro ultimo ," que manda abonar Joao An-
tonio de Oliveira Marques bedil do cmso ju-
rido de Olinda pelos sen icos que presta no
impedimento do respectivo porteiro as grati-
ficacoes estabelecidas pelos estatutos de 7 de
novembro de 1831 e lei de 20 de outubro de
1838.
Dito A admnistracao dos eslabelecimentos
decaridade significando que approva a resolu-
gao, quetomro, de estabelecer no hospital de
caridade urna botica, onde se preparen) os me-
dicamentos de que precisaren) os mesmosea-
tabelecimcntos ; visto de umatal medida resul-
tar dimiiftiigao as despesas daquella adminis-
tragao e o nao pequeo beneficio de serem os
remedios aviados com mais promptidao e es-
mero.
Dito Do secretario da provincia aos mem-
bros da sociedade de medicina enviando dous
xemplares do folhetoescripto por G. Constan!
a cerca da colheta e preparacao do caf.Re-
metteo-se cada urna das cmaras municipal'*
um exemplar do referido folheto.
ma ra/iio podemos encontrar as ditas queixas.
As intencoes da flrao-Bretanha segundo
diz o //migo do frazil, sao renovar o traalo.
Ora, esta rcnovacfio pode ter lugar sem olte-
racSo d que es estaboletido actualmente no
tratado, ou rom aquellas que as nossas nstitui-
voes, nossos interesses e nossa experiencia a-
i'onselliao. A renovagao por esta ultima ma-
nelra crea o Amigo do frazil nenlium lio-
uem sensato a repelle : repelle-so sim n
continuacao do tratado actual tal o qual ; por
que ella nao nos pode olTerecer vanta^ens que
nao tendamos sem tratado ; porque ella nos
sujetara a obrigacao que boje nao temos c
que a experiencia nos tem mostrado serem limi-
to fataes.
Sem toearmos em mu i tos pontos do tratado
que man i Testamente atacao nossas Iris e iis!i
tiiicoes reconlieeidas pela Grao-Brelanli;;, para
dennos urna nrova evidente do que avancanios ,
basta lembrar urna d.s esiipulacoes do tratado.
A Inglaterra tem a faculdade de importar para o
rVazil cm navios proprios todas as suas mer-
cadorias sem maior onus do que qualqu -r dos
nossos nacionaes ; tem por ventura esteso mes-
rno direito de transportar seos productos In-
glaterra da mesma n aneira ? Nao. Eis-aqui
POllTAlUA.
Tcndo entrado no exercicio do seu emprego o
juiz municipal do termo de Olinda o bacharel
Amonio da Silva Noves, e cabendo-llie a subs-
tituigo de urna das varas de juiz de direito do
ciime, ou civel desla comarca, o Presidente
da provincia encarrega-lhe a substituigao da I"
vara docivel que era at agora exercida pelo
jui* municipal desta cidade Francisco ItoJrigues
Sette. O dito juiz municipal Francisco Hodri-
gues Sette passara substituir o juiz do direito
do crime da segunda vara. O juiz manioipal
desta cid. deJo.se Nicolao Kigueira Costa co.iti-
nuarA a substituir ojuiz dos feitos da fasenda.
O juiz municipal Jesta cidade VLente Ferrei-
ra Gomes substituir ojui de direito do cri-
me da I" vara, e ojuiz municipal do termo de
Iguarss passara a substituir o juiz do civel
da segunda vara. Ofliciou-se a respeito aos
mencionados juizes. ('alacio de Pernainbuco ,
l.du abril de 18 V3.Baraoda Boa-Vista.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
COMMUMCADO.
Foi distribuido em as nossas cmaras legisla-
tivas um poqueno impresso, assignado por Um
amigoduUraz.il, em que se trata da questao
da renovacodo tratado com a luglaterra e se
fazem amargas queixas contra a ingratido dos
Brazileiros que esquecidos dos favores re-
cbidos da Grao-Bretanha p.irecem proceder
como se dola tive-sem recebido graves injurias.
Somos llrazileiros e do numero daquelles
que, bem longo do termos anpatbia aos sub-
dits da Grao-Bretanha pelo contrario a-
mamos o espcitainos seu carcter, suas leis .
suas instiluices porque estamos persuadidos
do (Me nenhiini i naca o tem opposto dentro de
si masino mais fortes barrei as ao arbitrario ,
nenbuMa tem dado a liberdade ejusliea mais
elli a/ e mais solida proteegao ; mas nem por
isso estamos dispostos a sacrilicar-llie os interes-
lo dos pontos os mais essenciaes: nos susten-
tamos milhes de trabalbadores inglezes; a
Inglaterra nao sustenta um s de nossos traba-
Ihadores.
Mas, diz o Amigo do frazil, a Inglaterra
tem feito inmensosbeneficiospolitirosemercan
tisao lmperiodoBrazil. Quandoassimfosse.nem
anda assim teriao os Inglezes direito a pedir
renovado do tratado tal qual porque ella nos
evidentemente ruinosa; mos examinemos a
verdade deslas proposiges.
Pelo que respeita aos beneficios polticos que
nos tem feito os Inglezes vejamos a que se
reduzem.
A Ingl? trra diz o Amigo do frazil nao
oppflz dfficuldade alguma .1 independencia.
Nao o querernos contestar; mas nisto leve a
Inglaterra em vista favorecer-nos? Duvidamos,
porque ora seu inleresse nao sepultar nos hor-
res da guerra osen principal consumidor na A-
merica .Meridional. Este procedimenlo foi
conseqnencia do mesmosystema que proclamou
o sen grande ministro Canningde rcconlicer a
independencia de todas as narfica transattanti-
cas. Era doseu interesse m mifesto e os in-
glezes nao sabem suflocar a voz do sen interes-
se em attengao a outras qnaequer eon-iileracoes
polticas; e tanto isto ns-im que elles forao
a causa de pagarmo- pela independencia a Por-
tugal talvez mais de L. 2.000,000. Om os
Inglezes que tropas protuguezas que nao pde-
nlo manter-se nem no Para, nem no Maran-
hiio nem em Pernambuco nem na Babia ,
nem no Rio de Janeiro ou Rio Grande do Sul ,
oodessem outra vez conquistar o Brasil? De-
pois nos nada mais faziamos do que sustentar a
independencia que el-rei nos liavia dado e
sob a direcgo do successor da cora a quem el-
rei mesmo nos linha confiado ; era isto motivo
para compra-la de novo ? Se isto um benefi-
cio eu nao sei que aousa poda fazer maior
mal a urna nacao nova como o Brazil, c que ti-
nha a maior necessidade do dinheiro para desen-
volver os seus recursos.
A Inglaterra ( contina o mesmo fmigo di
brasil} n8o ten) tratado nossos ministros eni
l.ondres com menos respeito do que >s das ou-
tras nagoi-s ; nem injuriado eopprimido nosso-
-ubditos as suas possessoes.
K' una coa retada bem semeante anlere-
li-ute e quo nao mereca resposta ; conitudo.
irgiintaiomos ao Amigo do frazil. por<|iie
nao se lembron elle do que tem praticado com-
anscoos lngli'/is sompro que bavemos reclma-
lo contra insultos recebido* do seus vasos de
guerra dentro ibis nossos proprios portes? Por-
que nao se lemhrou duque tem coninosco pr.i-
ticado os Inglezes a respeito das reclamacoes do
'lagamento de nossus novios apresados sob pre-
tcxlo do trafico e que forao absolvimos pelos
cus tribunaes ? Porque nao se leuibrou o -/-
migo do Brazil do que prati'crao comnoscoos
liigbzcs quando com maior injustiea nos li-
/erao pagar as presas feitas mili leg.'.lmente se-
gundo os seus principios no RO da Prata ? Ali!
De corte nesles fictos e outros ochara sem
diivida o Amigo do frazil materia abundante,
nao para exaltar, mas para diividar milito e
milito dos favores que entende termos recebido
da nacao ingleza quanto (i guarda* o respeito de
nossos direitos.
Supponbamos porm que todas estas colisas
foro beneficios; nao forao ollas completamen-
te compensadas com o tratado da abolicao do
trafico feito em exclusiva vantageni da Grao-
Bretanha e com o tratado decommercio cm
que nao conseguimos ludo quanto devenimos
visia das vantagens que por elli
conoorrom
nos un grande nn
Corto co"cedidas aos Inglezes? mbora nao
houvesse violencia em nenlium dclles porque
pedesuppT-se que pido menos houve ameaca
do sustentar os direitos da casa de Braganca ,
que alias roinava no Brazil anda quandocom
as novas condices que exigiao as necessidades
do lempo e estado da nacao, nos doloroso o
recordar que os Inglezes que primeiro mos-
trarlo ao mundo as condedes essenciaes de um
governo regular nos quizessem contestar o
direito de as estabelecer. Mas examinemos
as vantagees que nos vierto do tratado de com-
mercio que conclumos com a GraoBrclanha,
e que se nos exalta com tanto afn.
As exporlaces da Grao-Bretanha para o Bra-
'il em IS'iO forao. diz o Amigo do frazil a-
valiadasem!.. 2,628.700, ou rs-2:{:(i.{0.000S.
Suppnnhnmos que assim seja ; quem gnba
oeste negocio? V.' sem duvida a Grio-Brela-
nh.-) porque por este meio nos Ihe sustenta-
mos urna grande porc.lo de trabalhadores, e as-
sim concorremos poderosamente para a sua paz
opulencia interna. Faz outro tanto a Grao-
entretanto que nos que lnha-
de navios de alto mar
Hites do anoo de 18 0, ludo temos perdido
em consequenria dus tratados com a Inglaterra
B outras na-oes. Ivn segundo lugar nos da-
no.. poressemeio ao Inglezesoccupacio a gran-
le numero de marinheiros de navios mercantes,
viveiro incxgotavcl da marinha real, entretanto
pie nos que temos necessidade de urna forga
le mar respeitavel porque temos I ti provin-
cias martimas, catamos sempre na dura neces-
sidade de engajar marinheiros estrangeiros ou
le cria-los desde a mais tenra mocidade com
milito trabalho e despeza. Em terceiro lugar ,
evidente que seos Inglezes adinittissein no
seu pai/. estes 23,630 contos em mercadorias
ou producas brazileiros nos poderianios ven
der directamente outro tanto a essas nagoes ,
uara quem boje os transportao os Ingle/es, o
por consegunte multo ganliaria nosso trabalho
interno nossos oreos, e finalmente nossa ri-
queza. Deixaromos de fazer outras refleedes
que nos occorrem e pergiintaremos simples-
mente : verdade que os Inglezes rcalisao o
producto de sua importaefio em gneros do paiz
que transportao ou (ue lr,.nspassao dentro do
paiz por letras, nSo levando nunca daqu es-
pecies? B'questfiodigna de examinarse por
sua grande importancia o porque eren os quo
della estfi pendente grande parte de nossa fe-
cidade interna.
Seja o primeiro fado de que langamos mao
o que traz Smitii tom. 3 cap. G que es-
criptor inglez e por conseguinte sem suspeila,
qnando, fallando do tratado de Metbuen e da
moeda que a Inglaterra tirava de Portugal, a
despeito de todas as prohibieres da le, diz o
seguintc :
//envcnt tous les ans une grande partie
en Anglelerre liten retour des mareliandi-
ses anglaises soit pour cellos des nutres nati
ons europennes qui recoivent leur retour par
l'Angleteire. (ln a dit M. Barreti quo lo
paquebot hehdomadaro do Lisbonnc apportait
chaqu semaine Tune portant l'autre plus
deemquante uiic li.res en or de l.isbonne en
Anglelerre. (.'elle sommc inonterail plus de
2,600,0601b. paran.
Ora, se em [iriucipins do anno de 1700 ji
era to forte a oxportaco de moeda de Portu-
gal; (uando as colonias inglezas pouco pro
ilu/ifio e ipiando anda OS vinhos portugue-
zes linhao em Inglaterra o maior pre;oe consu-
mo o que nao seria em lempos posteriores ?
Nao duvidamos que boje OS Inglezes nao trans-
portao muita moeda preciosa do Brazil ; mas 6
porque ja estamos esgotados della ; e porque
Os Ingles* ( contina o /tmiqo do frazil )
nao tem intervindd em nossos negocios inter-
nos ; nao tem favorecido as comrno-oes polti-
cas antes tem sempre ajudado a iini.lo Oh r
grande Dos! E possivel ouc n Inglaterra con-
sidere como um favor feito ao imperio nquillo
que desua rigorosa obrigac.lo ; aqnillo que ,
se nao praticasse, a constituira no ultimo de-
gro da escala da cvilisaiaoe moralidade De
certo o -/migo do frazil nao considerou o que
dsse poisque, se o fizesse vera que linda
rebaixadoa Inglaterra at borda de salteado-
res que em gercl nos tem incommodado em
nossas commoces internas. Por respeito no
carcter ingle/., mister es<|uecer esta coarcla-
da e considera-la fillia de pouca reflexao o
es do nosso paiz e por consequencia iicnnu- i nada mais direi sobre ella.
Bretanha comnosco ? E' evidente que nao. Co- j nao possivel que ebegue mais casa da moeda
mu pois pretende que este tratado nao nos d (um grao de ouro sequer para converler-se em
perda que justo e igual oque o devenios moeda ; porque nadamos em um ocano de
renovar tal e qu I ? Mas diz o /fmigo do fra- I papel triste resultado de erros passados en-
;/'/, desta importacao a nago brazileira lucra tro os quaes figurao em primeiro tugaros nos-
sos mos tratados de commercio Nao desen-
volveremos esla idea que vasta para quem
estuda a historia econmica do paiz e para
logo 20 por certo e se os [rigieres nao con-
somem prestito os seus navios a levar impor-
tacao igual de gneros do Brazil a outras nacoes;
examinemos pois.
Pela importacao dos Inglezel o Brazil lucrou
logo 20 por rento, (lomo ssiii ? E* sem du-
vida porque os direitos e outras contribuidla
quem sabe que tem crescido grandemente nos.>o
consumo e iroduccao e lendo-se compensa-
do exuberantemente a abolirto de pequeos
imposlos por outros muitos mais rendosos
queso colu.lo na alandega das mercadorias in-Iconitudo hoe nossa receita geral e provincial
glezas import.lo nessa cota. Em moeda pdt
ella pois avaliar-sn em 4,726,000.000 mais
de urna quarta fiarte de todas as nossas rendas
publicas. Mas sao os Inglezes, ou nos os Bra-
zileiros, que pagamos essa quantia ? E' evi-
dente que tudo pesa sobre nos que pagamos
ocla merendona nao s o seu prego de pro-
ducan e de transporte como toda a despeza
do pagamento de direitos, arinazenages com-
i issdes &c (levemos aos Ingbves e elles nao tem motivo
para se gabarem (lisio. Mas os Ingiezes levfio
em seus navios os producios do Brazil para a
outras nacoes. S:m isto verdade mas (
beneficio anda c mais vo-so (lo que nosso. Elli
primeiro lugar, nos damos por este meio un
grande auxilio a construir:To naval mercante dos
menor em valor real do que tinhamoseiu 1820;
tal a consequenca dos tratados e da influen-
cia soberana do commercio cstrangeiro dentro
do paiz!. .
Veja agora o Amigo do frazil se procede en-
tre as nacoes o argumento que forma do honiem
que vende um cavado e que se nao importa
da direi cao que o comprador Ihe da ; veja apo-
r se o cultivador de caf, assurar c iilgodao
de ter inleresse em que seus productos \ao a
uglaterraoii a outros portos docontinente da
Europa. Embora sejo os Ingieres grandes
compradores de caf embora trago elles pora
o paiz capilaese aqui os empregucni, sempre
incontestavel (ue o tratado tal como esta1 nos
arruina ou pelo menos d aos Inglezes
um lucro que nio p< de soflrer comparato al-
nglezes ctodos os traiiamos que puiu cuua_umucom aqueiie que ao mesmo iruiauo ura-
I



inos. Tambem do que cima dissemos pode
inferir-se a poura exactido do Amigo do Hra-
xit, quando 'ITi.-n i que ,
vos do Brazilein Inglaterra o valor lo trauco
(ica no rossm > p para o Braijl, c quo toda a
parda preveniente ilo estado actual do cousas
recabe sbreos negociantes inglezes, anda que
admitinos que ossjs negociantes podido ganhar
mais con o cominorcio directo
Nao queremos contestar que o caf brazilc-
to, preparado segundo o gusto do consumi-
dor britannieo oche mais algum consumo em
inglateira ; nao queremos costestar quo o ne-
gociante britannico as suas transacedes com
o luarlciro olTereee maiores vantagens que
os das outras naenes; nao queremos contestar
que ellos tcnlio urna grande porco de capital
activo empregado em nossa inincraco ; damos
que tudo islo seja verda le e mesmo o eremos,
essa a ra/o da nossa estima pido fogleies ;
ni as ludo isso serve para que fagamos aos In-
giezesmais algumas vantaguns, e nao para que
4-oncluamos com ellos un tratado que nos ar-
ruine ou que pelo menos, seja muito de-
sigual para nos. Nao basta que a Inglaterra s
pretenda aos favores concedidos s mais nadoes,
o renuncie lixacaoda quota dos direitos; para
isso na > ha necessid ule de tratado, nao hn
necessidade de ligar-nos a obrigaedes com na-
ques poderosas. Na falta absoluta de indus-
tria a que nos tein re lurdo os tratados urna
tal estipula-fio na la Valeria para nos c tudo
valora para a Inglaterra que (icaria no mes-
mo p em que boje se aeha ; para isso nao o
mistar tratado, que se deve fazer com troca
de favores igu.cs.
Tal a opiniio de um Bra/.ileiro que deso-
ja o tratado e que muito
Amigo di Grtlo-fretanha.
( Jornal do Commvrcio. )
COMETA I.AUGIER.
Hontcm, pelas 9 horas da noito lendo-so
dsssipado um pouco as nuvens que escureciao <
reo pido lado d oeste pode ver-so poi alguns
instantes 6 cornea Laugier; porm o corno |!
eslava abaixo do horizonte, o por isso toda :n
observaco se tornou iinpossivol. Todava p-
de-se notar uina dimnuiroscnsvcl no sou es-
plendor ; c assim devia ser ; porque, segundo
as oliseiva oes feitas na Europa devia passar
pelo seu periholio no 1842. Pnanlo nos o loriamos visto algn*
ascendente..... 208"
Incli.iaco da
admittidos os gene- rbita........ 73
Lognrithmo da
distancia mais curta 97
5' 19" 208" 31'
52' 22" 74, 31'
428'
das depois no seu maior esplendor
se potito
na estivesse quasi todo entranhado nos raios
dcksol. Porm so observamos aqoi, pela pri
nuira voz no da 28 de fevereiro passado o tal
era anda o seu esplendor que so via fcilmen-
te a olhos ns, anda que est vesso muito pr-
ximo do sol. Infelizmente depois daquellc
fia i o estado ilo co nao ronsentio que podesse
ser observado com oxactidao e o movimento
prodigiosamente rpido que onrrasta longo d.
nos, nos l\/. receiar de nao pdennos faer to-
das as observarnos desoja veis.
Foi no da 28 de outubio do 1842. s 7 ho-
ras da tarde, que.M. Laugier do Observato-
rio real de Pars descubri oslo cometa na
constollaco dodrago. Kntao noappareria.
Cun o auxilio de telescopios, senao romo urna
mancha escura muito pequea, o som annaren-
cia alguina e cauda. s 10 horas o 10 mi-
nutos a ascensao directa deste cometa ora de 16"
horas e I 4 minutos e a sua declinarn bor n'
de 68a 44". Km G horas a sua ascensao directa
nao tiiiha augmentado senao de 31 segundos;
porm a sua declinar O diminuir de 20".
Pelas 9 horas da mesma noito ou tro obser-
vador, M. liourais, descobrio tambem estero-
meta ; c por isso M. A rogo fazin notar na ses-
so da academia das sciencias de 31 de outubro.
que agora poucos cometas, mesmo telescpicos,
podio escapar observaco.
M. I.augier p de novamente observar osou co-
meta nosdias2. 4 e5 de novembro, o essa obser-
vaces serviro-lhe para carcularos seuselemen-
tosparablicos. Outroastronomo,M.Hoguslaws-
ki.de lireslau, vio o cometa no dia 8 de novom-
bro, o p*>dc lazor tres observadlos: estava ontao a
Gpouco mais ou menos ao noroeste de Wegn. e
pareca dirigir-so para esta brilhantc estrella.
O seu movimento lornava-se muito rpido, o
seo esplendor augmentara definitivamente e
ji se poda distinguir a sua cauda.
M. Schumacher de Aliona, participava por
carta a M. Litlrow que nao tnha podido ob-
servar o cometa em Vionna por causa do mo
lempo, que M. Pettersen determinara pidas
obserxacoes dos 28 de outubro e 5o8deno-
veaibro os chenlos da rbita som se im-
portar com a aberra o e paralaxo. Eis os eos
elementos parablicos comparados rom os de-
terminados por >.!. laugier, segundo as suas
proprias observarnos dos 2. 4 o 5 do novembro
Segundo M. Petternen. Segunda M. Laugier.
Passag. periholio. 1,"ido dez. de 1842dozembro
I on L'i tilde do
periholio....... 327" 37' 21" 338*22'
Longitude don
M. Schumacher accrescentava :
A distancia do periholio ao no, a inclina-
cao e n distancia periholio tem muita scmclhan-
ca com os meamos elementos do cometa que foi
imrferfeitamente observado em 1780, n. 79 do
catalogo de Olbers; mas os outros elementos
uno concordfio bastante entre si para que sepos-
sa crer que haja identidado entre estes dous
cometas.
Mr. Pettersen annunciava tambem que o es-
plendor do cometa Laugier tinha augmentado
il o dia 28 de novembro ; mas pensava que
nao havia de ser visivel por muito tempo as
altas latitudes bureaos por causa da sua gran-
de doclinacao austral oque nao havia de sor
observado novamente na Europa seno depois
le tor passado do nutro lado do Sol, no da 17
le aneiro de 1843, o que finalmente havia do
hogar ao seu n descendente, islo que dei-
xara de ser visivel no dia 27 de marco.
Na BessKo da academia das sciencias de 11
lo novembro do 18 42 Mr. I.augier, depois de
ter dado a conhecor os elementos parablicos do
;ou cometa, mencionados cima accrcscentou
pie tivera um movimento retrogrado que a
ma mais curta distancia, ou a sua distancia po-
ihollo ora de cerca de 0,512 o que signifi-
a que este ronvta achar-se-hia ontao a mais de
I 4 milhoes de leguas martimas do sol; que a-
iroximar-se-hia da torra ato odia 15 do de-
embro. em que dola achir-sc-hia afastai.'o um
ouco menos del I milhoes de leguas martimas.
No dia 2 de novembro de 1842 a cauda do
ometa tinh apenas 10 de comprimento e o
liametrodo ncleo nubloso formava um angu
'o do 5
Segundo Mr. I.augier Lingr faz menoo
le um grande cometa observado na China no
mno de 1301 cujos elementos conrordo (\<'
ima maneira notavel rom os do seu cometa. E
iossvoI que Mr. I.augier tivesse a fortuna do
tero primmro a fa/or a segunda observaco de
un cometa quo apparecia de novo passados tan-
'os seclos; mas s os astrnomos futuros po-
b-ro o isso daqni ha mais de quinhentos an-
os verificar este fado. A este respeito e
>a carta que ja citamos M. Schumacher oh-
-orva que nao provavel que um grande cotnrta
ilirel na ('hia, sem naux lio dt imlrumnn-
0*. tenha-so tornado tao pequeo que nao ap-
lareoa mesmo com o sorcorro dos telescopios .
eno como nina pequea mancha inrerla e cs-
ura Mas boje que essa mesma pequea
mincha escura nos appareceu com um esplon-
lor que dosafioii os rams do sol, c com urna
mmonsa cauda que chegou a ter cerra de 70"
le comprimento desojaramos conhecer a opi-
niiio dosse distincto astrnomo.
Gamboa 8 de mareo 'lo 18C3.
Soulier de Sauve.
( Jornal do Com. )
ASSEMRT.EA PROVINCIA!..
\cla da 27.a sessrlnordinaria da Assemhlq J.e-
grslaiira Provincial de Pernambuco em 4 de
abril de '813.
Presidencia do Sr. Podro Cavalcanti.
Feita a chamada arharo-so presentes 28
s>s. denotados, fallando os Srs. Pereira de Rri-
'o. Mello. Machado Itios, e Kara. O Sr. pre-
sidente deelaron aherta a gassao ; foi lida e
ipprovada a acta da antecedente.
F.XPEOIKNTF.
Um ofilcio do seerctariri da Presidencia, par-
ticipando lera presidencia supprim'doascadei-
ras de latim das comarcas do Uio Formoso e
Orejo, por liaverem sido abandonadas pelos res-
necli vos profossores desde julho do anno prximo
'inssado e serem frequentadns por poneos a-
lumnes :sciento. Ontro do mesmo secretario
remetiendo um requorimento do coronel Tibur-
tino Pinto de Alibeida iirofossor jubilado da
radeira do lallm da comarca de Santo Antao,
pedindo o pagamento da gralilcaco que dei-
\ou de roceher, por se julgar romprehendido
na disposirao do artigo 2 da lei provincial n.
76 de 30 de abril de 1839: h commissao de
instrucciio publira. Outro finalmente rohrindo
una reprcontacao do desembargador chofe de
polica interino sobre a importancia do alimen-
to dado aos presos pobres de jultica: a com-
missao de orcamento provincial. Um requori-
mento dos donos das padarias rJVsta cidade ,
pedindo urna providencia contra a postura mu-
ORDEM 00 DIA.
Continou a segunda discuss3o do projectp de
lei do orcamonto provincial. Ao artigo 31 vie-
rao a mesa as seguintes emendas que forao
appoiadas e entraro em discussao:do r. N.;-
toaoS'28em lugar das palavras construc-
c8o de urna casa para esta assembla diga-so
edificacao de urna casa para as audienci-
as c sessoes do tribunal dos jurados: da
commissao de orcamento additiva ao pargrafo
27depois das palavrastaxas das barrtiras
das pontos o estradas accrescente-se collo-
cando-se tambem barreiras us ponlesdo Man-
guinho na de B.ijari na estrada de Goianna ,
na do Anjo na estrada do sul, e na de Santo A-
muro na estrada de Olinda : o mais como no
artigo:do Sr. Jos Pedro supprima-se ao$
29 depois das palavrasa lei geral n. 2*3
Slpprina-se o resto:additiva : com ojuro da
divida activa provincial conformo o artigo 38 da
lei n. 91:suppressiva ao 27 depois da pala-
vraestradas supprima-se o resto :do Sr.
rerefr do Carvalhosuppressiva supprima-se
o S 10:do mesmo Sr. ao S 5- accressente-se
nosecomprehendendo ah asrezes. que os
individuos mataren) para sustento das suas ra-
millas ou compradas, ou tiradas de suas pro-
prias fasendas:do Sr. Btj.'tro substitutiva ao
S IIdez mil reisde cada escravo despachado
para fora da provincia:do Sr. Jos Pedro subs-
tituitiva ao dto$ II cinco mil res de c'da
escravo despachado para fora da provincia :
doSr. Pereira de Carvalho, quando nao pas-
sea minha emenda suppressiva do 10 seja o
imposto redusido 1 por cont.
Encerrada a discussao foi approvado o artigo
com a emenda substitutiva do 11 do Sr. Jos
Podro (loando prejudicada as emendas do Sr.
Lopes Neto ao 28, e do Sr. Jos Pedro ao 29, e
sendo rejeitadas as demais emendas e o ad-
ditivodoSr. Jos Pedro. O artigo 35 foi ap-
provado. O Sr. Lopes Nelo mandou a mesa a
declaraco seguinte :declaro que votei con-
tra o 20 do artigo 31 do projecto de lei do or-
camento em discussao.
Ao artigo 36 o Sr. Jos Pedro mandou a 88-
guinte eme. da:depois da palavratriennio
diga-seservindo de base para a rematacao o
que render no ultimo anno so for mais do que o
oreado: salva a redaccao: appoiada entrou
em discussao (inda a qual foi approvado o
artigo com a emenda. Os artigos 37, e 38 fo-
r5o approvados. Ao artigo 39 o Sr. Jos Pedro
mandou a seguinte:supprima-se o artigo em
discussao :appoiada.
Dada a hora o Sr. Loubo pedio a palavra pe-
la ordem, e mandou a mesa o requorimento
seguinte :requeiro a prorogaco da sessfio por
mais urna hora afim de t rminar a segunda dis-
cussao do projecto de lei do orcamento ap-
provado.
Continuou a discussao, (inda a qual foi re-
ioilada a emenda suppressiva e approvado o
artigo. O artigo 40 foi approvado e pa-sou o
projecto em segunda discussSo. O Sr. Bi/erra Ca-
valcantl mandou o requerimento seguinte :
-eqoeiro a urgencia para entrar logo em tercei-
ra discussao a lei do orcamento amanhaa :ap-
provado. O Sr. presidente deo para ordem do
dia a rontinnarao da de hoje tercoira discus-
sao do projecto de lei do orcamento provincial,
eprimeirado orcamento municipal, o do nu-
mero 13 deste anno e levantou a sessao pelas
duas horas e mia da tarde.
Pedro Francisco de Paula Caralcanti de Al-
buquerque, pr sidenteFrancisco JooCa m da din ha 1." secretarioAntonio Jos de
Oliveira, 2. secretario.
presentemente n5o podem faser face as suas
despasas pelodesaprjciamento da mooda e ca-
resta dos gneros da primeira necessidade no
m ;rcado ; conhecea commissao que Ihes assis-
te alguma raso, porcni que a justica pede, que
nao s pelo oslado actual dos cofres provinciaes,
que nos impoe o dever de nao auguentarmos des-
posas, e porconseguinteodellrit.uias tambem
lembra a commissao que esto neg-io so po Je ser
tratado depois da discussao dos regulamentos
de 10 de agosto de 1835 ede25 de maiode 1812
que, rege a mesma reparticao. Hi por* tanto a
commissao do parecer qi'e nosse sentido se
Ihes difllra. Sala aas commissSes 3 de abril de
1813.Pereira de BritoLeal.
Os empregados da inspeccao do assucar
doalgodoinderecaro na sessao de 1811 um
requerimento a esta assembla pedindo aug-
mento dos seus ordenados por serem inesqui-
nhosaquellesque (oro marcados aos inspecto-
res pela lei provincial de 11 de junho de 1836 e
dos mais empregados pelo governo at a ap-
provacao desta assembla. A commissao julga
que nao se pode de Herir aos supplicanles sem
que se discuta o rcgulamento das ditas reparti-
ces e neste sentido j por veses se tem pro-
nunciado a cmara : alem disso pensa a cm-
missao que cmquanto houver dficit qualqutr ,
que seja nao deve-se augmentar despesas, e
por tanto se deve indeffirir o requerimento dos
peticionarios. Sala das commissoes 3 de abril
de 1813.Pereira de BritoLeal.
Rend ment da meza da receberia de renda*
internas geraes, no mez de marco indo.
Direitos novos e velhos......... 516S753
li os de chancellara.......... 48580
Dizima da dita............... 2818092
Impostos de letras............ 798041
Matriculas do curso jurdico..... 2:4578000
Cartas do hachareis........".. .. 48000
Emolumentos de certides...... 88040
Poros de terrenos de Marinha... 228975
Laudemios...........i...... 8OS00O
Siza dos bens de raz.......... 5:8118500
Taxa do sello addicional-----
Dita anterior.............
2.* dcima de mo morta....
Dcima dos predios urbanos..
1axade2g res por escravo.
3148850
6008030
4038932
2258898
98000
DitadeISreis............... 1:1118000
Impostos do lujas abortas..
dem deseges...........
11508600
258600
13:1748891
Pertence ao rend-
mento geral....
dem applicadu ao
papel moeda... .
10:2818061
2:8938830
13:1748891
Recehedoria 1. d'abril de 1843. O e&-
crvo Estanislao Pereira d'Uliveira.
Pareceres de Commissilo a que se refere a acta
publicada no n. antecedente.
A commissao de ordenados (o endererado o
requerimento dos fiis das bataneas da rasa da
inspereo do algodo. em que representan a os-
la assembla que devendo conforme o pacto
social ser a lei igual para todos quer premie,
qner castigue^ inverso se observa a respeito dos
upplieantes pois que sendo elles deis peree-
bem o mcsqoinho ordenado de 325$ res an-
nuaes. entretanto que os guardas da mesa do
consulado, e da alardega tem 4008 reis, eque
urna taldesigualdado acinlosa 'palavra, que em
quanto ao ver dacommiss3o deveria ser retira-
da ') on nao deve existir mi a continuar ser
rnente conservar um incentivo conlra a eons-
t'hiicaodo estado : acreseentao em suas allega-
roes, que quem quer os fins sem applicaros meios
deve abrir mo dos fins. A commissao vendo
oue a roceita que entra para os cofres geraes nao
tem rolaco com as dos cofres provinciaes, r
que por consegiiinte estes nao podem retribuir
aos seus empregados, como prrlem faser as re-
partimos cernes, por ronsesninte he a commis-
sao de parecer que se indifilra aos supplican-
tes. Sa'a das eommiss5es 3 de abril de 1843.
Pereira de BritoLeal.
A commissao de ordenados a quem foi rernet-
I ido o requerimento dos empregados das obras
nicipal, que Ihes impoe a obrigaco de muda- publicas para dar o seu parecer a respeito ; de-
remas ditas padarias para outros lugares den-' pois de o ter lido acuradamente, e posado as
tro do praso dedeos meses: commissao de allegaces, em que se fundo os peticionarios
negocios das cmaras. Foi lido julaado objec- | para pedirem a esta ascmhla augmento de
to de rielIbetftfSO ea imprimir o seguinte pa- I i-u ordenados fundadas etwas em que de-
recer da commissao de leiu'slaco. (') pois da creaco daquolla reparticao tem-se-
Foi approvado o seguinte da mesma com-
missao (*j
Ficou addiadoo seguinte (*)
Ihes conservado os mesmos ordenados nao
obstante o arrescimodn trabalho provenientedo
regnlamento de 25 de maio do annop. p pelo
i. .. -. ------------------ 'jupi i -"' ii i ii 111111 i i* M*r7a"rc vs"r> ncr.iM^ ct piVr-
(*) Os pareceres a que se refere esta acta se- gados fieando desta sorte elles mais onerados
I rao publicados no n. seguinte. Ideservico; equo alem disso esses ordenados
Rendimento total da meza do consulado do
mez de margo indo.
Direitos de 7 p. Td'exportaio.. 55:456,275
Ditos de '/ p. /o de dita........ G2.796
Ditos d'ancoragem para fora do
Imperio................. 9:311.952
Ditas de dita paradentro dodito.. 319,397
Depsitos, quo cxcedrod'anno.. 05,319
Siza de 5 p. / da venda das em-
harcacocs nacionaes......... 104,500
Dita de 15 p. da venda de ditas es-
irangeiras................ 360,000
Emolumentos de certides...... 20,4'0
Papel dos passaportes impenaes.. ,400
Multas por infraccoes do Regula-
mento................... 39,900
Rendimento das provincias.
Dizimo do assucar das Alagoas...
do algodo da Parabiba..
do assucar da dita.......
do dito do Rio Grande do
Norte................
do aigodo do dito......
05:740,979
2:620,555
330,075
1,577
6.754
2.143
68.602.083
Dizimo do assucar desla provincia. 21:565,376
do algodo da dita...... 3:674,399
do fumo..............
do caf..............
Taxa de 40 reis por sacco d'ulgo-
do......................
Dita de 160 reis por caixa d'assu-
cor......................
Dita de 40 reis por fexo de dito..
D.ta de 20 reis por barrica e sacca
de dito...................
7,086
28,295
127,880
667,200
5,280
545.980
93:221,579
Meza do consulado de Pernambuco 3 de a-
,,rl -le 1843. O administrador. Aliauel Ar~
chanjo Monteiro d'Andxade.


mm*
**
imwn m PEB\mwxn._
N'umcommunicado ao Diario novo.dc 4 d
corrent.' convida o cohete a populacao dcsta
provincia a fazer a gunrra por ter sido u Sr.
Dr. Lu/ Oblarte removido da substituido da 2.1
vara do crime para a do civel. Attriliue o com-
municante este acto do governo ao recurso, que
o redactor do iario-vovo intentou para o Sr.
Lu/ Duarte, da condemnacao que sofTreo no
jui municipal da 1. vara, por ter injuriado o
director do collegio Santa Cr iz.
E itraria por ventura esto e.strangoiro para o
circulo d uninante de que scin;>re n>s falla o
Diario-novo ? Tantas pessoas do probidade af-
feotas ao governo e com ell.- tan ligadas, tem
sido insultolus^o Diario-novo, o nenliuma pro-
curou perseguir o respeitavel redactor, ou seus
cotnparces e s J ao director do collegio Santa
Cruz por injurias muito particulares que
eslava reservado perseguido, nao pordesaggra-
vo de sua Jnnra vilmente ofiendida, mas por sa-
tisa/er o Governo ?
O que admira 6 a impudencia com queso
screvem estas cousas cm Pernambuco.onde to-
dos sabem das circunstancias dos tactos! He ver-
cade, que o fin do Diario-novo he outro : sua
missao be cazur crer na corte alguma de suas fal-
sidades, vis.to que os seus deputados l na cama
ra dizetr., que he verdade tudo quanto aqui as-
severe. o Diario-novo e nao se contesta sem
attenderem que deve-se despresar a mentira
por todos reconhecida.
Era ocah re, ja que se melte aescrever, obli-
gado a saber, que pelo reglamelo feito de-
pois da reforma do cdigo ao presidente com-
pete marcar as substituyes dando preferencia
a estes, ou aquellos juizes municipaes. Entran-
do o Sr. Dr. Menes nos trabamos da asscmbla
provincial cbamou-se o Sr. Luiz uarte, que
tieo5.juizsiipplente, por estar impedido o
Sr Neves que he o 4. na ordern das substilu-
ices.
No l.de abril apresentou-se ao governo par-
te do Sr. Nevos, queestava desimpedido, e no
e.xcrcicio de suas funecoes, edo Sr. luiz Duarle.
que ia para Iguarass presidir ao jurv. Estavfm
pois dados por promptos, tolos os |iiiz.es sup-
plenles, e era lempo de tomar cada urna vara,
quelhecoinpetia por sua categora visto que
antes as oceup ivao pela prioridade, que Ihes ra-
bianos impedimentos, que forao tendo logar.
Tollos sabem, que o juiz do crime faz eorrei-
cao quando vai abrir o jury nos termos fora di.
capital, e i|ue nao era possivel ao Sr. Luiz Du-
arle juiz de igaaraas, fzerali correicSo; con
vinha pm'a, que outro fosse o substituto do ufo
de dir ,t0 t piira qUC 0 iermo ,|e Iguarass ti-
vesse. n correicao de que tanto precisa.
Devia o cahel saber, que as varas do crime ,
eas dos feitosda fazenda sao mais graduadas
do que as do civel segundo as leis vigentes:
compotiio por tanto estas varas aos juizes muni-
cipiesdaci lade.que tem prece dencia peloregll-
lauealo do governo pan as swbstituices eas
d > civel aos jui '.es d >s termos de lora. Fis o que
pratisrj a presidencia : aqui esta a decisao, que
o cahel tem o ousa lia de chamar escandalosa .
ede attribuir a perseguidlo do redactor do Di-
ario-novo I Taivez que S. Ex nem BOObessc
de tal processo ; e po lemos assegurar que se
sou'ie. Jelle so nao lembrou porque despre-
sa tu lo isto o ninguem melhor, que o tal re-
dactor o sabe. Antes esta mudanca livra o re-
dactor de ser, como elle tema, novamente pro
cessado pora de d Sr. Sette por queixa do di-
rector do collegio. O Sr. Sette nao pode ser juiz
do recurso : onde descobre o cahele a persegui-
cao *?
Enjrta a impudencia com que se diz que
o governo quer sufTocara imprensa eque tem
visto baldados os meos de suffocal-a com pro-
messas, e olleras. Equo imprensa?? A do Dia-
rio novo que est na opposicao, porque o go-
verno assim o quer. A imprensa do Diario-
novo, que se dobra mais leve promessa de um
cartorio, ou de urna cadeira. a mais lenue me-
lada Todos sabem disto e melhor que nin-
guem a sucia do Diario-novo, em cujo numero
entra o cahel tunas convem mentir na provincia
para sera reditado na corte e terem os do-
pn lados da i m prensa da praia materia para toma-
rom tempo a cmara dando-a por verdadeira,
porque ninguem contestou.
O governo nao quer sulTocar a imprensa por
peita, nem por soborno : foi elle, que abando-
nou sempre estes muios que se Ihe tem offere-
cido. conscio de sua lorca, c integridade ; tam-
bem nao quer perseguir com pronuncias, alias;
s->riao denunciados tantos artigos virulentos, que i
dio lugar a aecusacao publica, e mu i tos com a- j
taques a vida privada depessoas probas, os quaes
njo nolio ileijnr de arrastrar a condemnacao
dos seus vis auinores.
Os juizes que estilo as varas do crime, nao
forao empregados nos rugares que oceupao por
S. Ex.1 nem s.io desua intimidado. Queixe-
8e o redactor da mpunidade passada, que Jije,
*m
deo azo pora injuriar outro com o (im de desa-
creditar o seu estabellecimento suppondo que
todos os jui/es tcmessem os ataques e as ame-
acasda sucia do Diario-tumi,
de partidos sem coadjuvacoCs dd qnem quer
que seja n^o tem que Jar satlsfacao de sila di-
reccao a pessoa alguma. A vista (lestes princi-
pios de que o proprietario desta tipographia
osla intimamente conveincido que diabo do
O Diario-novo do 1. do corrente, no seu ar- monopolio poda ello querer fazer ? qualquer
ligodeunlo procurando defender o sen im- j pode comprar urna imprensa dirigi-la como
pressor responsavel, increpa o proprietario des-1 quizer ; isto nao loza os seus interesses i faca
te Otario por tcr a redaccao delle annuido s re-'esse impressor oque bem Ihe parecer, elle far
quisicos de seus subscripto! es, publicando duas
correspondencias em defe/a do Sr. Chvese Mel-
lo e allega o servico de se haver negado pu-
blicado de artigos sobre o processo intentado
pea cmara municipal dcsta oidade por inju-
outro tanto : nao quer imprimir istoou aquil-
lo j est no seudireito, sem que ninguem tc-
nba de que ouexar-so. O proprietario desta
typografia tem recusado os seus prelos militas
vczps a insultos le pessoas que al Ihe sao do-
rias a ella irrogadas pelo dito propiietario desta saffectas, e pelos quaes se Ihe olTereciao pa.'..s
folha. O intento do Diario-novo he sem duvida j extraordinarias: ser isto um monopolio ? Go-
fazer crer ao publico que o negocio era vergo- I vornisla e ordeiro por genio e conviccao tem re-
nhoso, pois que havia empenho em que elle j cusado militas obras no sentido ultra-opposicio-
no fosse publicado; mas nos, que temosacons- nista &c. Ac. : he isto um monopolio ? Pois
ciencia, de que taes injurias nao havio, vamos'bem ; coinprem os amantes da liberdade de im-
referir o caso em pomas palavras visto que o prensa entendida ao seu modo qiantas im-
Diario-noVo a isso nos obrga.
Em dias do mezde mafcft o anno passado .
um Sr. Vereador da cmara se dirigi ao pro-
prietario do Diario ik l'trnamhuco dizeudo-lhe,
prensas qui/erem e publiquein tudo, eeis-
ahi por trra o sondado monopolio. Urna es-
pecie d monopolio podia fazer, e era, pagar-
se exuberantemente das obras que imprimisse ,
|ue ella mandava saber quanto exiga elle pela : quandj por militas vezos se tem ochado em cir-
|iublca:ao de seus ocios e foi-lhe respondido,'
que a quantia de 2008 reisannuaes, obrgah-
do-se a redacto a fazer essa publicacao nos tres
ilM inmediatos aoda entrega com tanto, qu
nao viessa mais dv. una acta de cada vez ; exigi
mais o mesmo Sr. Vereador, que no caso de ser
pprovado este trato so principiasse a contar
do I. de Janeiro visto que havitio sido publi-
cadas ale erttao sem um ajuste h'xo no que
so convierao e noque a cmara ganh-
va nao pouro : este negocio foi levado o
onhecimento da mesma cmara, que o np-
unstanctas de por o proco como bem quizesse :
mas que tem elle feito ? Os seus procos sao
sempre regulares settipre moderados. A inda
mitra especie de monopolio e este exercem
lodos os fabricantes lodos os especuladores a-
mostrados pela experiencia da vida nuninna ; e
he; occnltar os seus meios nao indicar o en*-
niirhn mais fcil de obler um bom resultado ,
nao deseobrir os aporle'eonmcntos doscobertos e
alcanzados com a perseveranca e applica ao :
mas infelizmefite nem (leste pode ser aecusado o
proprietario dcslo tvpograjrhia pois que lano
trovou como consta da acta de sua sesso de'aosSrs. Santos & rompnhia como mpropro
9 de marco, publicada non, 118 dente Diario Sr. Roma, faeilitou ellequantas insinuacoes
quizerao ohrou com ellos como bom collega .
como amigo, subminislrando-lbes. quanto delle
exigir!) ou da sua casa ; e o Sr. Roma que na-
da entendia de imprensa aprovoilou-so larga-
mente desta faeilnl .de. Se he isto fazer mo-
nopolio da imprensa, o D.-noco nao tem de
que aecusar-se.
le V (lo Junlm tudo do anno passado oeujo
,,r'iginal por letra do Secretario se aeha junto aos
autos, esenito ge lavrou um contracto, nao
foi por(|ue o preprielario o nao reclamasse ou
norque a Cmara so reciisassea isso', esim por-
ine continuando os offoitits delle. como se exis-
tisso porescriplo foi-se o negocio proirasti-
nando de clin em dia ate que aparcero um an-
nnneio da mesma Cmara em dias do me/de
Sotembro convi lando o< jomaos desta cida le
a concorrerom para a publicaiao dos trabalbos
lella como se nada houvcssc anteriormente
ontratado. A vista do semolbante oceurron-
iwa0 proprietario do Diario dirigi ao Sr. Pre-
siente da ("amara um offioio em tormos forte*
as nflo insultantes expondo oque se ha\ia
oassado e reclamando o cumprimento do que
pie elle julgou e nos jiilgamos ainda dever da
Tmara ; mas esta enlendoo que tal dever nao
exist* e que antes < evia promover a aecusa-
cao do queixoso, que nao obstante ter sido con-
demnado lo i em recurso absolv ido pelas mes-
mas nves que emsua defesa allegara. Ora o que
ha nistode vergonhoso ou infamante para o
nroprictaro desta folln ? Tanto havia que
quicemos publicar o offioio denunciado, expr
niiidamento todo o negocio e ajuntar a ludo
;*to as senlencas de condemnacao edeabsolvi-
eao, e j lindamos dado para ser composto um
artigo rom todos estes domnenlos f quandoo
mesmo propr otario instou com noco que o
nao fize^semos movido por corlas razos para
elle ponderosas c pe i repugnancia de denun-
ciar o Secretario da ('amara ( como seria ol ri-
fado para ser coherente ) por erro de odloio.
Por esas rasos o por vermos quanto o nosso
amigo, proprietario deste jornal, se apouquen-
taria corn n puhl'raoo deste negocio pedimos
ao Sr. Major Joao Pe Iro que se fosse possi-
vel fizesse com que o Sr. Roma nada disto pu-
blicasse pelo Diario-poro o que aquello Ma-
ior fez ; mas temos raziio d(> suppor que o Sr.
Roma neste obsequio nao fez sacrificio alguin ,
nem leve de resistir a tantos pedidos como quer
f izer crer. O corto he que o proprietario desta
folha nao soube dessa nossa diligencia so no
muito tempo depois c quindo juignmos que
tal objMn nunca mais oceuparia osjornaesde
Pernambuco.
Oulra aecusacao fa? ainda o D.-noro ao pro-
prietario impressor desta folha aecusacao de
que se tem servido quantos colaboradores tem
tillo o D,-noro a de querer elle Ifl'er um mo-
nopolio da imprensa. Coua be*ssta mais gara
rir do que para tomar em grosso ; mas convem
responder por urna vez a esta banal e fulil impu-
tadlo. Cr muitn jeaSk e he pena que os sa-
bios escriptore* do D.-Aoro entrom ueste nu-
m
prensa he ser um impressor o esrnno de quan-
tos qnerem fazer imprimir o que Ihes ven a ca-
lleen : no quando um homem emprega os
seus oapitaes, nao he sem duvida para que o
primeiio que se aprsenla disponba (bdles a seu
bel prazer ;' urna imprensa ho urna propriedade
com
bilr o do seu prop
Correspondencia.
Sf$. frdartnm\ssnsfei-me quando come-
cei a ler o commiinicado Cahel para o D-n. ,
por fallar-me o homem em r.orscuicao i, m-
prensa e remocao coral em todas as varas dos
ni/es ; o tranmiilNoi-me logo que fui-me adi-
antando a leitura da proclamacSo patritica,
por ver, me apenas se tracta de substltuicoes,
a respelto das quaes o governo tem arbitrio o
por lr no mesmo escripto do Cahel que sao
Infundados os recelos, que elle, seos socios
tem (>eserem perseguidos. A mparcalidade do
anverno t> tal nue o mesmo Cahel declara ser
infundado qualquer recelo do porsemn'ciio, J
vem Vm.CM oue a impronsa nao perseguida.
Tamhem dosisli rio modo da morra para a
oual chamou o Cahel os seos socios por nos
dizer n mesmo homem que a opposico est
com torpor e sepultada no cahos da dosmo-
ralisacao. urna verdade : a opposicao consta
de cinco on seis miseravois sedentos deempre-
ros ou dealiinm salario ja cabio em torpor,
e esla c tocar a deresperacao com as tristes no-
ticias da corlo que tanto latncniou ltimamen-
te o ('.. destacado. f!ongraluleni-se os Pernam-
hicanos com a man ha do governo com os
ini/es qiiovaopiinindo as calumnias o injurias
feilas com tanto desaforo o tranquillisem-se ,
oue o Cahel nlo pode concitar o povo, porque
elle mesmo denuncia a sem-rasaodos seus ri-
tos e a fraquesa da sucia limitada que o ro-
dea ; e que se estes esfaimados livoiem o attre-
vimento depassar das vozes aos actos con'rarios
a ordern publica o governo os sabara castigar.
Nisto confia O legalista.
j^MERCIO,
Al Hu dega.
Rendimento do dia 5.......... 13:6018928
DescarregSo hoje 6.
p,arca Nararre, bolaxinha carne salga-
da, e banha de pono.
Brigue /fmazvn farinha de trigo e
fazondas.
Brigue bltcart fazenlas, chumbo, louca
em gigos, e forragens.
firicue Cora fazendas, barricas com fer-
ragons. e pas de ferro,
ero. ao que parece ; que a liberdadetde m-FBwgue. (onceigao de Mara fazendas sec-
cas.
Brigue J< mes Walte carvao.
Brigue Progress can So.
' rom forragens 10 di tas com cerveja, 100 bar-
rilinbos com chumbo de municao, 13 caixascoav
linbas, p.lcotc com toucinho 10 fardos com
fazendas d'algodao, :{() gigos e 70 meios com
louva, 1 caixa com amoslra da mesma : Or-
' dem.
9 toneladas o V de ferro em barra ; a Silva
I Barroc. & C.1
i caixas fazendas d'algodao, 6 ditas de linbo;
a B. Lasserra & C.1
18 caixas fazendas d'algodao ; a A. Mackay.
30 gigos e 30 meios com louca 1 embrulhc*
com an.ostras ; a A. Schramm.
i caixas com fazendas d'algodao, 1 caixa com
diales de >fi e algodao, 2 barricas com forragens,
i 1 caixinha com 1 queijo ; a Geo Kcnworthy &
I Gompanba
10 fardse 16 caitas com fazendas d'algodao,
7 caixas ditas d'algodao e linho, 20 fardos fa-
1 zendas d linho '.i caixas com selins e peles de
porco, 1 dita diversos objectos, 32 barricas,9 di-
tas pequeas e 1 picote com forragens, 1 barri-
I ca o I caixa com\idros.70duzias de pas de fer-
ro ; a Jobnston Pater Si C1
15 lardos com fazendas, 400 barris com pl-
vora, e 100 ditos com chumbo de municao; a:
L. (i. Ferreira &(...*
5 barricas com tintas em p ; a Saisset &C."
23 fardos fazendas d'algodao; a Doune Youlo
& Conip.1
21 fardos c 17 caixas fazendas d'algodo 1
(ardo ditas do la 1 caixa ditas de dita, 12 di-
tas ditas rio linho ; a Jones Patn 4C
7.'j barris com manieiga, e 400 ditos com pl-
vora ; a N. O. Biober&C.1
1 pacoto com livns impressos; a P. Torby.
0 fardos com fazendas de linho ; a Me. Cal-
itiont&C*
4 caixas c 10 fardos lazendas d'algodao ; a
Russell .Mellors & G.1
23 fardos o 17 caixas lazendas d'algodao, 6
fardos ditas de linbo 2 caixas ditas de la; a
Rosas, Braga, & G."
4 caixas fazendas d'algodao ; a \Y. I". Smith.
1 pacoto com forragens; a Kenwortby Bran-
dis&Ca
I:l barricas com forragens, 1 fardo fazendas
de la e algodao 7 lardos ditas de la 8 ditos
ditas d'algodao, 1 embrulho com liwos impres-
sos ; a James Crablreo & C1
42 barricas com cerveja ; a l.atham ft IIb-
bert.
2 barricas com quoijos e 30 prcznntos; ao
capilao.
1 caixa com visluario ; a D." W.m May.
omenlo do Porto.
Navio entrados no dia 4.
Bermud ; 33 dias escuna ingleza General
Granl, de 61 toneladas, capilao Joseph Bow-
lings, equipagcm 8 carga lastro ; a L. G.
l-'erreira.
Rio do Janeiro ; 18 dias, brigue nacional Rom
Jezus, de 223 toneladas capilao Francisco
Ferreira Marques equipagciii 18 carga
carne o vanos gneros; a Custodio Francisco
Ramos ; passagoiros, Antonio Jos de Curva-
Iho bra/ileiro Jos Pinto Neves, D. Flo-
rencia Mara de Jezus portugu^-zes Mag-
dalena, Izabel, o Balbino crioulos escra-
vos do dosembargador Am. ral ; Maria o Pe-
dro crioulos, escritos de D. Florencia Ma-
ra do Je/us.
Sahidos no dia 5.
Rio de Janeiro ; brigue inglez Dos le guarde ,
capitn Joao Gon. alvos Res carga assucar.
Barbadoes ; brigue americano Messenger ca-
pilao Charlo F. Alien carga gello.
Navio entrado no da 5.
Mace ; 2 das, hiato braziloiro S. Jos Flor
do Mar do 38 tonelladas capilao Antonio
Jos Barreiros equipagem 7, carga couros;
ao capilao.
I'dilal.

Por ordern do Illm. Sr. inspector da thc-
souiaria da fazendd desla provincia se (az pu-
blico que no da 19 do trrenlo moz se ha
de por a concurso os lugares da mesma thesou-
raria annunciodos pelo edita I de 17 de Janei-
ro deste anno Secretaria da ibosouraria da fa-
zenda do Pernambuco V de abril de 1843.
Joaquim Francisco Uastos ,
oflicial maior.
Ileclaracoes.
U brigue ingtv ( ora ,
IMPORTACAO.
tapitSoJobn Mlicr,
orno qualquer outro lleve sor dirmii'la a ar-' viudo de Liverpool, consignado a iogo Cooks-
iir'o do son proprietario ; e uuando este n3o ott* C .entrado no correle moz : manifcs-
depoiidede nimuem para a conservar, isto be; ton o -ogunle.
quando elle a tem comprado sem wui.uiSes! 40 cacfcdas de carrSe de pdn.. 27 barricas
=r O administrador da meza da recebedoria
de rendas goraos internas declara a todos os de-
ved ores da laxa de 1$ res por escravo, deste hair-
ro de Santo Antonio que ainda espera ate o
dia 15 dosle moz pelo ri-tnrMlonjigameniOiCauo
no dia 16 remeter para uizo a fin de proce-
der a oxceutivo conlra osquedeixarem de pa-
gar, liecebedoria 1. de abril de 1843.Fran-
ciso Xavier CavaUanti de Albuquerqut,

\-
1


'v.7- -
I
A
Comnanhia de Rebirbe.
= Os Srs. Accionistas sao pelo presente con-
vidados para rcalisare 4 p. c. sobre o valor de
suas accocs cassim conipletarem a primeiro
prestarao. A vista dos competentes recibos se-
rao entregues as Apolices no cscriptorio da
Compnnhir na ra Nova n. 7 devendo fica-
rem os rnesmos Srs. Accionistas na inteligen-
cia de que nao podeni transferir suas accocs an-
tes de serem averbadas nos livros da Companhia.
O l'aeharel formado Manoel Joze Porei-
ra quinto suplente da :t.* vara do Juizo Muni-
cipal acha-se em exeroicio da mesma, e d
andiencia nos das ia manados.
CIRCO OLYMPICO.
Joao Bernarb participa ao respeitavel pu-
blico, que o espetaculo annunciado para hoje.
pela ultima vez nao pode ter lugar em conse-
buencia de nao ter tido lempo para aproinplar
o que indispensavelmente necessa para a re
presentarlo de uin tal extraordinario espectcu-
lo prehenchiiKi de novos, e admiraveis exer-
ci ,io<; fica transferido para domingo 9 do cor-
rente.
Um pequeo resto de b'lhetes achao-se a
venda nos lugares ja annunciailos.
Aviso-; martimos
Para a Bahia segu viagem em poneos da?
o muilo velleiro biate Esperanza, capitao An-
tonio Alexandre Gonralves ; quem nelle qui-
zer carrogar, ou liirde passagem dirija-so ao
seu consignatario .Manoel Joaquim liamos v
Silva.
Para Lisboa o muito velleiro patacho Por-
tuguez Paquete Ja Madeira a sabir rom bre-
vidade ; quem nelle quizer carregar, ou ir de
|ussigem diriji-scaoseu pro|trietario Vicen-
te Tbomis dos Santos na ra do A
igano ca-
sa n. 5.
.cao.
O Corrctor Oliveira fara leilao, sex'a
fera7 d-j .corrente as 10 horas da manha no
armazem que loi do Sr. Stewart, ra da Cruz,
di mais esplendida mo!)ilia nova e outra usa-
da ronsistindo em magnficos leitos para ca-
sados lindos guardas vestidos, secretarias mo-
dero, s, tremas, loucadores riquissimos, es-
tantespara Hvro*, cadeiras sof'is urna me-
za dejantar para 36 pessoas, aparadores, urna
burra de ferro grande loura c numerosos ob-
jeclos inclusive dous escravos e muitas obra-
de prata de le de bons feitios, principalmente
o doum escolente taboleiro pesando cerca de
36 libras, inui proprio ate para remetter para
a Europa como mais lucrativo retorno do
que em letras ao actual baixocambio.
Avisos diversos.
didas que julgarem convenientes para liqui-
daeao do que falta para pagamento do saldo.
A medicina popular americana que ha
tantos annos estemuzo as Indias Oeoiden-
taese Orientaes Costa d'frica, &c. &c. tern
provado como urna medicina inestimavel sendo
preparada de prepsito para clima quente, e
composta de ingridientes que nem requerem
dieta nem resguardo, o pode ser administrado
as enancas as mais ten ras.
As vantagens deste.celebre remedi em curas
ile molestias de ligado, gotta, dores de cabcea ,
nflamaces em geral retencoesd'ourina, pe-
Ira na bexiga crysipcla ataques nervosos ,
lombrigas, &c. &c., tern causado grande extrac-
cao ejn todas as provincias como nico e ver-
ladeiro purilicador do sangue.
A medicina popular americana composta de
lous principios diflerentes um 6 purgativo e
lesobstruente removendo os humores viciados
las diflerentes partes do corpo e assim purifi-
cando o sangue; o outro tnico dando forra
i vigor aos orgaos da digesto e por tanto impe-
lindo a cumularn dos humores nos intestmos,
*c. urna combinacao como esta nao pode ser
! sendo vegetal esta combinado pode ser adn\-
listrada a crea tura mais delicada sem receio al-
jum e com certeza de benficos resultado?..
Aqui vende-sesomonte em casa do nico a-
r.mte JoaoKeller, ra da Cruz do Recife n.
18, o para maior commodidade dos compra-
lores, na ra da Cadeia do Recife, em rasa de
loao Cardozo Ayres, na ra Nova na de Guerra
Silva & C.\ e atterro da Boa-vista, na de Sal-
les & Chaves.
Nestas mesmas casas tambem endern-se as
pilulas vegetaes do Dr. Brandreth.
QualquerSnr. que se queira encarre-
?nr decobrancas fora desta praca dr.ndo fia
lor idneo dirija-seas 5 Pon tas n. 71.
- Aluga-se, ou vende-sc urna ca noa que
pega 4800 rs. de agoa acabada de construir
de novo por proco commodo, e tambem se
alaga urna dita aborta de 300 lijlos:: na ra do
Cabug loja n. 3.
= O Thesoureiro da Matriz do S. Pedro
Mrtir do Olinda faz publico que continua o
pagamento dos bilbetes premiados nos dias 8,
o 12 o depois dos dias Santos de Pascoa as
t reas c saxtas na ra do Quartel equina do
becoda Pole primeiro audar das 10 a urna
hora da turde.
- Copia-se msica, quaesquer papis o mes-
mo passa-se a limpo qualquer cscripturacao ,
por mdico preco: na ra do Livramento
n. 35.
= Antonio Joaquim Massa natural da
Bahia, retira-so desta proviuc a a tractarde
seus negocios.
n Aluga-se urna casa do um andar, que
tenha cmodos para urna familia, em ra prin-
cipal no bairro de S. Antonio ; quem tiver di-
rija-se a ra da Senzala velba n. 116.
Aluga s o segundo andar da casa n. 37
do atterro da Boa-vista : a tratar no terceiro
andar da mesma.
OSr. Victor Theroner, queira appare-
ccr no botequim da oslrela para tratar do ne
gocio que nao ignora.
O annuncio inserido no Diario de 3 do
corrente que diz ser loriado um pente
de ouro da cabcea de urna senhora na Igre-
a do Corpo Sanio foi engao porque o dito
ponte foi adiado pendurado as franjas de um
challe de seda cuja pessoa por ser muito ca-
paz mandou entregara sua dona, no mesmo
dia que sabio dilo annuncio.
A Meza regedora da Sancta casa da Mi-
sericordia da cidade de Olinda avisa a qualquer
pessoa que o sitio denominado Cumbo no
lugar de Bebiribe esta hypotherado por 500
bom gosto : na ra do Cabug loja de miu- A bordo do Patacho Especulador de-
dezas junto do Sr. Bandeir. fronte da escadinha do caes da Alfandega ven-
^-- Compra-se a obra o Feliz Independente do-se carne de Montevideo de superior qua-
do Mundo e da Fortuna, em bom uso; na lidade e por preco muilo em conta islo por
ra dio Livrameuto, loja de fazendas n. 14. ter de partir.para Santos o dito patacho por
Compra-se a obra Principies of Poltical todo mez.
Eco i lomy hy J. R. M.c Culloch ; quem tiver Vendem-se o vacuas de muito boa quali-
annuncie. dado: na passagem, no sitio que loi do fallec
Compro-se garrafinhas que tcnhSo do Joaquim Gonzaga.
serv ido de Le Roy : na praca da S. Cruz, n. 4. ^ endem-se alcatifas de muito ricos pa-
Compra so um hoi acostnmado a carroca, droes e bom gosto por preco muito barato:
cric julo e manco : na ra da Solidado n. 38. na praca da Independencia n.'24e26.
\ endem-se urna duzia de cadeiras de
i Jacaranda em bom estado urna flauta de mola
! com sette chaves de prata : na ra estreita do
Rozario n. 2 primeiro andar.
Vendem-se dous alicerces no atterro dos
A (Togados com 50 paimos de frente 90 de
Vcnde-sc urna boa casa com muito gran- fundo e 60 para quintal, prompto o atlor-
' = Compra-se um carrinho para crianca,
no vo ou usado : na ra Nova n. 7.
Vendas
da ribera em Olinda.
Vendem-s um cavallo castanho duas
moradas de casas terreas de taipa no becodo
Quiabo nos AlTogados e duas cabras bixos ,
tendo urna muito bom leite ; na ra do Ran-
gel, n. 6.
= Vende-se um negro de 20 annos talha-
dor de carne; na ra estreita do Rozario, n. 12.
Vende-se um nreto trahalhador de en-
ehada ; na nraestreita do Rozario, n. 12.
Vendem-se dous cavallos de estribara ,
gordos com bons andares, e proprios para
carro ; na ra Augusta n. 58.
Vendem-se os superiores presuntos de
carneiros, ltimamente chegados de Santos :
no armazem do Braguez, junto ao arco da Con-
ceicao.
Vende-se urna porco de lenha para Tor-
no de olaria ; no sitio das jaqueiras na estrada
do Arraial, a tratar com Marcelino Joze Lopes.
Vendem-se caixas de tartaruga, mui bem
traba I hadas ; na ra da Roda n. 16, defronte
do beco que fica no oitao do sobrado da roda.
Vendem-se ou arrendo-se terrenos at-
torrados, com porto de desembarque, e por isso
com capacidaJe para se estabelecer pilaras e
Muniz na ra da Praia n. 4%
Vende-se una armaco mui bem cons-
truida propra para loja do fazendas, ou
miudezas em muito bom local : na ra do
Queimado loja de Manoel Joaquim Silveira ,
n. 33.
y Vende-sc urna geografa de Urculo 3
annos do Universo Pittoresco e mais alguns
livros : na ra do Queimado n. 14.
Vende-se por preco commodo, urna toa-
Iba de lavarinto toda aborta de muito costo ,
com vara e meia do compiido; na ra do Cjuei-
mado n. 34.
= Vendem-se laranjas para embarque : no
sitio da alagoa do consclho na estrada do Ro-
za rinho.
Ven''e-se sal do Ass a bordo do patacho
Maria Luiza fundiddo no forte do Mattos:
tracta-se a bordo ou com ^Antonio Joaquim
de onza Ribeiro na ra da Cadeia do Recife,
n. 24.
sss Vende-se urna venda com poucos fundos,
tudo em bom estado; na ra de A polio defron-
te da fabrica dos Srs. Mosquita & l'utra.
= Vende-se para fora da provincia urna
mulata, muito boa cozinbeira, engommadei-
tendas de ferreiro sitos nos Coelhos da Boa- ra e lavadeira com um lilho de 8 annos ;
= Bonto Correia do Mello subdito Por-
tuguez retira-so para a Parabiba.
= Jos Ferreira da Cosa subdito Portu-
guez retira-se para a Parabiba.
== O Sr. Antonio Lima Gomes dos Santos,
queira dirigir-sj a ra Nova botica n. .'7.
t= Samuel Hancock Filipe enginbeiro in-
gle residente em Tigipi na (reguezia dos
AlTogados, o florero os seusservieos aos scnbo-
resde ongenhn desta provincia, compromet-
tendo-se a cllocar toda sorte de ma hinismo
' por preco commodo e com pronipt d.le para
moer os engejihns e serrara tanto por ineio
de vapor como por bostas, ou com agoa.
Tirao-se lollias corridas o passaportes ,
tanto para dentro do Impo io romo i ara fo-
ra, com prompiidao, e pre?o commodo; na
ra do Bangel n. 43.
Precisa-sede um homem que entonda
perfeitamente de retinar assurar e nao soolba
ao ordenado : em Fora de Portas ra do Pi-
lar n. 122; tambem se precisa de um bom
trabalh.idor de masseirn forro ou captivo.
O abaixo ass:gnado declara ao respeitavel
publico: que sendo nomcado pelo Exm. Snr.
Bario da B.)a-visla, em 2 de Morondo iorrcn-
leanno, thesoureiro das subscrirdes da rasa
de correciio queso abriu nesta provincia, en-
tregou ao Sr. Thesoureiro das rendas provin-
ciaes 0858 rs. recebidos em lodo aquello mez. Compra-se ma oscrava
* Manoel Ferreira Ranw. ra D:reila n. 2 primeio andar.
_ c propoe a ser administrador de enge- Compra-se um moinbo grande de Ierro,,
nlioumivssoa, que tern 16 annos de pratira [de moer caf ; em Fora de Portas, r'ua do
desta agricultura : e ronhecimentos necessarios Pilar n. 122.
para esta fabrica, o de qualquer obra queso'-----Compra-so a historia de Carlos Magno;
ouert-cer ; quem o pretender annuncio. {quem livor annuncio.
_ Os administradores do caza! do fallecido Compra-se urna certeira de urna s face ,
joaquini Antonio lorreira de \ asconcellos,' que possa oscrever duas pessoas ; e urna dura
convidar os ere ores do mesmo casal para se \ de cadeiras cm bom uso; na ra da Moeda ,
reunirem as 11 horas do da 10 do corrente i n. 7, ou annuncie
noescriplorio da Administraran afim de sel r= Compra-se urna cadeirinha de bracos,
lh pstspcarcaj 2: ecalss, c tomareu as me-
mil rs. a mesma S Usa alem do sette annos
de juros que dove.
OSr. Bento Correia de Mello, subdito
Portuguez que bnve retira-se para a Para-
biba baja de boje iafalivclmente apparecer na
loja da viuva do. Hurgos para certo negocio ,
que lalvez bom Ihe inferessa.
Precisa-so de urna pessoa para fazor um
mappa de Irabalho de 8 dias: na ra de Apollo
n. 13 segundo andar.
Compras.
no\a ou com pouco uso o do
vista a tractar com Marcelino Joze Lopes.
= Vendem-se tijolos de ladrilho lelhas e
cal branca por preco rasoavel ; em Olinda no
varadouro venda n 18.
- Vcndcm-se casacas de superior panno
preto a 28000, calcas de dito a 12000, col-
letes de setim preto liso a 8000 ditos de ve-
llido dito a 8000, ese faz toda e qualquer
obra com brevidadee commodo feitio : no at-
terro da Boa-vista loja dealfaiate do Manoel
\ enancio de Souza na esquina da travessa do
Martins.
Vendem-se dous crucifixos urna cruz de
caixao com duas voltas de cordao c um alu-
nte de diamantes para abertura tudo de bom
ouro : na travessa do Queimado venda n. 5.
^ ende-se um pianno perpend rular de
muito boas vozes por prero commodo: na
ra da Cruz n. 48.
Vendem-se Irascos de hora larga, e de
rolha esmirilada de 4 at 12 libras, proprios
para bichas e para botica garrafinhas para
purgante o vomitorio do I.e Roy, em grandes
e pequeas porroos : na ra da Cruz n. 18.
Vendem-se charutos de boas qualidades ,
tanto de Hamburgo como da Bahia, em cai-
vinhas de 250 : na ra da Cruz n. 48.
Vendem-se motado da casa de um andar
e sotao sita na ra Diroita n. 1, e a do um
andar no boro do Padre, n. 8 e outra terrea
n. 1 na ra do Ncgueira : na ra da Senzala
velba n. 116.
Vendem-se riras bandejas do diversos l-
mannos superior sarjas largas verdadeira-
menle Hespanhola veos protos e braneos mui-
10 finos ti bem bordados por commodo proco :
na ra Nova n. 35.
Vende-se urna negra de narao de meia
dade lavadeira e cozinbeira ou trora-se
por uina negrinha ou mulatinha ; em Fora
de Portas n. 96.
= ^ ende-se urna eserava crioula, cozinhei-
ra eengomma suffrivel: na ra do Queima-
do n. 14 segundo andar.
Vende-se por preri-o urna negra de
narao do 20 annos com boas habilidades .
mi trora-so p#r outra mais pequea que s
cozihhe e#ngomme ; na ra Diroita n. 50 se-
gundo andar. A
"* Vejidonfi meies de seda pretas do peso
j)ara senhora e meninas de 6 a 12 annos roliio
Hamburgiiez- ovamente chegado, pontos do
marlim para alisar facas de marfim de. fechar
cartas % pentes So fechar para trazer na algibei-
ra : na ra da Cadeia velba n. 15 loja do
Rourgard.
Vcndo-so nnfissa d* Rnssla de primeira
sorte em barris de 4 arrobas: em casa de
Hermano Mehrtens, ra da Cruz n. 47.
Vende-se muito boa sarja Hespanhola ,
com vara de largura pelo barato preco de
modello de 12500: na ra Nova n. 29.
na
quem pretender annuncie.
= Vende-so urna (echadura de broca de
segredo para porta de qualquer eslabeleci-
mento: na ra da Ctdeia n, 1 venda de
Francisco Joze Alves Pitomha.
= A endem-se sarja de superior qualidade a
2000 e 2500 rs. o covado da larga e ra es-
treita a 1200 e 1600, lencos protos muito
grandes e bons pannos pretos e de coros de
todos os preros e qualidades merinos protos o
decores, setinse veludos para colletes meias
pretas de soda curtas e compridas e chapeos
francezes da u'lima moda : na ra do Queima-
do loja n. 25 de Carioca & Sette.
= ^ ende-se urna eserava de idi.de de 20 an-
nos rccolhida he ptima mumbanda cozo
cha cozinha o diario, relina assucar e faz do-
ces ; um molatinho muito lindo com idade de
10 annos ; na ra do Santa Rita n. 27.
= Vendem-se presuntos ingle/es, queijo
londiinhos btalas, o mustarda tudo mui-
to novo, e chegado ltimamente de Inglaterra:
na ruada Allandcga velha n. 44.
= Na (abrica do fazorsabao na ra Imperi-
al do Atierro dos AlTogados ven ile-se sabao es-
curo amarello e somenlo de arroba para ri-
ma. llOrs. a libra som caixa e a 120 rs.
comcaixa afiancando-se ser o melhor a deso-
jar superior ao sabao ostrangoiro tanto na
consistencia romo na economa do rousumo.
Na mesma fabrica compra-se todaporc3o de se-
bo fe quaesquer manteigns, e gorduras em es-
tado delriorado cujos procos all se ajustarao
a vista das amostras.
== Vende-se urna mulata rom habilidades ,
de 20 annos: no a'terro da Boa-vista ra
Formosa em casa de Emigdo de Sou/a.
Vendem-se urna prota lavadeira e ro-
zinheira ; e um pianno forte com oxee.lentos
vozes: na ra da Conceiro da L'oa-vista n. 5:6.
Escravos lgidos.
= Fugio no dia 3 do corrente, o crioulo
Fidelios, de 40 annos alto cor bastanto
negra rosto chcio olhos afumacados ," ar se-
rio he ranoeiro, e rostuma viajar para o
Poro da Panella onde tcm muitos ronheci-
mentos e anda quasi sempre vestido com duas
camisas e duas < alcas ; quem o pegar leve no
atierro da Boa-vista aosahir da ponle no- se-
gundo andar do primeiro sobrado a esquerda ,
que ser gratificado.
i Fugio no dia 31 do p. p. a prela Luiza ,
crioula, de 30 annos, criatura alta cheia do
corpo, com falta de dous denles a diante da
parre de cima, uina oreba rasgada com um
taco tiado ; quem a pegar leve a ra do Livra-
mento n. 20 que ser recompensado.
Recife: naTyp. deM. F. deFabu.=1843
I


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