Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04909


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Full Text
Afino de 1843.
Sexta Fera 10
Tlo gora depende .le ni mesmoi ; di nos prudencia Herirn, e eneren : Con-
inttfpai como principiados e seremos apuntados com admira. .10 entre es ISaces mu
tului. _____________( Proclamacao de Aeaemhl'a Gerel do BiAUL.)
PARTIDAS DOS (OIUIEIOS TERRESTRES.
Gnianat, Parahiba e Rio grande do Norte segunda senas feiras.
Uoni'l e Garanhuna a 10 e "4
tnu 5:rinhem, R.. Formlo Porto Cairo Macelo e Alagte no 1. l e Jl
Bu-*1* Elorea a 13 e 28. Santo A m.i, quimas feiras. Olinda todos os das
lAS A ."^EVIAfcA.
6 >eff. Olegario R. Aud. do J de I), da 2. .
7 lirc. *. Thouii d'Aquino B Aud. do J. de D. da i. .
H .t.i'1. Jo.io de Dos Fun ador Aud. do J de D. da 3. .
9 tjuict. Francisca Humana Viur. Aud do J. de da 2. t.
40 Seit Temp. o misterio da paix.iode J. C. Aud. do J. de D. di i. T.
i I Sai. Temp. :. Candido W ttel. Aud do J. de L). da 3. T.
|2 Dom. 2 da quaresma s. Gregorio P. Dunt. di Igr.
de Marc;o
Anno XIX. N- 56L
O Diario publici-aetodoaoadiaa que nio forem Santificados : o preco da leaignatoraih
He tres mil reis por quirtel pegos diamados. Os annuncios dos nsignanles avio inserido-
grilia. e os dos que o nio forem mo de 80 reis por l.nha. As reclamicdes dere-, seii din
gidis sti Typ., ra das Ornea N a4.no a t'raca d. Independencia loja de lirroe O 8-
Camiio.viNodia i) de MlfOO.
Cambio sobre Londres 28 d por 100 Oeao-Moeda de 6,400 V.
Pars 35U res por rinco.
Lisboa 100 por 100 de premio.
a N.
de 4,000
I'T -I'atacoea
Petos Coloanans
x ditos Mexicanos
cumpra
15.UJ0
44 8JJ
8,400
1,760
1,T60
1.76J
senda_
15.209
15 000
8 600
1.780
1,780
Moeda de cobre 2 por 100 de des cont,
dem de letras da boas firmas 11 1 {) aii MI.
PHAaEbUA. LAINOMEZ DEMARCO.
Lu Cheie i lf, s 3 boraa e 3> na.dam. Il.ua nova 41., as 3 loras e 43 m. da manha.
Qu.rt.ming. U, aa 8 Horas a 14*. da urd. | ^uari. creso. S, as 7 horas tf a, di m.
P reamar de fio je
I.* a Choras e 30 m. da manilla. I l. 0 horas e 54 m. di larde.
PfBSBUG
BINADO.
D. JoGo da PurificafSo Marques Perdigao ,
Conego Rrgiantt de Santo jgostinho pela
Gracade Dos, e di Santa .S Apostlica ,
Hispo de l'ernambuco do Concelho de .
M. I. e C., $c.
Anda este anno gosamos a ventura de nos di-
rigir ao rehanho, que apascentamos para o
excitar piedado corista no tempo em que a
Santa Igreja mais anhela exhortar seos fillios ao
cumprimento le seos deveres.
Possuidos d'aquelle praser, e gloria que
nos pode resultar da satisfaoo do dever pasto-
ral imposto a mu ministerio divinamente ins-
tituido esperamos quo os nossos diocesanos
tributem perfeita consideradlo doutrina, que
constantemente Ihes annunciamos, temi em
vista quanto nos interessanios em graval-a em
seos coraces para prestaren, sua alma os
b'jns olicios de que he credora soh a protee-
?o da Paixao do Redemptor, cujo misterio a
Santa Igreja annualmente expc recordaeiio
dos fiis que sinceramente querem pertencer
ao numero dos que parlicipSo dos fructos de tao
copiosa Redomprao.
He verdade que em todo tempo devenios ser
exactos observadores dos preceitos Kvungelicos,
nao s porque (levemos estai unidos em carida-
de com aquelle, que no-Ios implz, mas purgue
a tod'o o momento ouvimos a voz amiga que
nos admoesta prepararan para a morte, sem-
pre prxima posto que ignoremos o momento
em que o lugar onde e o modo porque deve
acontecer este terrivel golpe o termo final de
nossa precaria existencia, isernos terrivel, em
consideradlo fragilidade humana, pois se des-
ta nos podessemos dispensar tendo fielmente
observado no decurso de nossa existencia todos
os preceitos c confiando as livinas promes-
sas deverianios denominar ditoso um mo-
mento que nos constilue na proximidade de
gosar a presenea do Criador c Remunerador
do premio eterno infinitamente mais aprecia-
vel que a miseravel mansito no desterro em
que estamos detidos.
Smente para os peccadores nao contritos,
ou impenitentes pode ser t< rrivel o transe em
que se deve verificar a cxhalaco d'alma Se
para estes porem he f.ital a dissolucao corporal,
outra, e mui diversa sorte exp.rimcnto os que
se santilie5o pela penitencia.
Ne a f em nos tlofeceM;, n5o coriiercrmo>
o desterro em patria Mas em quantos abis-
mos nos nao precipita a extintao ta extinco se nao realisasse nao procedera-
mos a preferir desastrosamente o menor ao maior
bem, quando os que verdadeiramento se amito,
costumao antepor o maior ao menor.
Quanto a nos dilectissimos filhos seria
melhor que a Omnipotente Providencia isesse
terminar nossa mortal carreira para que ao
nosso conhecimento nao seja mais noticiada a
imniedade a iniquidade aoorrupoao ea
immoralidade que geralmenle grassa por to-
d'o Universo com a mais escandalosa iwipuni-
dade qual nos tem sido mui sensivel, nao si
port|ue deploramos tito espantosa postergaco
das leis Divinas e humanas, como porque- ig-
noramos a <|ue precipicios nos conduz nosso ir-
regular procedimento se um prodigio da 1."
ordem nos nao proteger c qual nao devemof
esperar, atienta a depravada conducta da maior
parte dos habitantes do Globo.
Se a escritura em mu i tos lugares nos refere
a Divina miserat o em favor do genero huma-
no enviada posteriormente a comminacfio da
pena em conseuuencia da penitencia exercida.
igualnu-nte nos refere a fulminacao d'aqneHr
pela carencia d'csla. Nao prolonguemos a in-
aignoc&O de um Pees provocado a tod'o mo-
mento pela olvidat ao peral das leis.
onsuftemos o testen.nnbo da recta rasilo .
e nos persuadiremos que mesquinha ou ne
nhuma esperanfa nos resta de presencame
o termo dos males que nos opprimcm en
quanto os habitantes do orbe pertenderem viver
sem lei, e o progresso nos excessos que nos
tem attrahido omnmodos flagelos nilo for co-
hibido.
Nao duvidemos que a Providencia tenha per-
mittido que a maior parte dos homens se te-
nlic abandonado a si mesma para com a com-
missao dos presentes crimes castigar os tran-
sactos com a dos novos, os velhos. Nos tre-
memos com a narraeo de tantos assassinios .
perpetrados com ) maior descamnenlo a mai>
itr.-vida impudencia e inaudita temeridade .
reputando-so de nenhum valoi oobjecto que
nos he mais caro, a existencia humana, e como
se os assassinos nao hajao de responder pelas fu-
nestas fonsequenras esp;rituaes, e lemporaes de
tito atroses, e execraveis factos, alguna dos (uaes
perpetrados durante a luz meridiana e contra
os quaes altamente declamamos na qualidade de
IVspo das almas confiadas a nossa vigilancia ,
para que o nosso silencio nos nao faca respon-
saveis por estes e outros dolidos aos quaes
llevemos occorrer do modo ao alcance de nossas
attribuices.
At quando permanecer smente escrita a
lei que garante a seguranea individual ? Seria
decretada esta lei para nao estar em vigor? Tal
naopodia sera mente de nossos Augustos I e-
uisladores. Paraca porem que sua postenraefio,
foi substituida pela observancia que Ihe deve-
nios Mas que fatalidade quando divisamos
profanados os territorios Christaos que pro-
fessf o o Evangelhol Nao nos maravilhemos po-
rem que estopo convertidos em profanatoes ,
quando a Caridade primeiro objecto de nosso
dever, esl inleiramenle extincta. Mas se es-
ta virtude nao impera no assassino cohiba-se
este em quanto vivo pela saudavel rellexao do
inferno para que a este nao desea depois de
morto corporal e espirilualmente.
E que diremos acerca do nefando vicio da in-
continencia occasionador de todos os vicios .
que a muiros precipitao na impenitencia final?
Nao lie esta a paixao dominante em tod'o Orbe?
Se por algum lempo reflexionarmos em seo*
efTeitos convencer-nos-hemos que sao os mais
funestos que podem occorrrer mente huma-
na. Olanlas familias honradas nao tem gosta-
do as maiores amarguias, e sofTrido os golpes
maisconsideraveis occasionados jclo impeto
da sensualidade !
Alguns factos acontecidos nesta Capital de
cuja noticia esta sciente o nosso ministerio, nos
obrigo a exhortar os chefes de familia para
que tomem urgentes cautelas, preven indo suas
incautas ilhas e nao consintao que ellas fcil-
mente se illudao ou deixem Iludir dos falsos
attractivos da concupiscencia.
E o roubo que em todo mundo est como
na ordem do din Este vicio nao pode ser re-
parado se nao pela restituicao sem a qual
a salvacao est interdicta quelles que a elle
sao afTeicoados. Esta paixao radicada no co-
rac'o de muitos occasiona males incalculaveis
quando rouba a honra, c o decoro das familias.
em a menor comiseraco quando aniquilla o
rdito alheio para com a publicacao das fal-
tas estranhas ainda mesmo nao comedidas ,
esquecerem as propras sendo evidentissima-
menle farisaico o zelo que em taes occasif.es se
patentea ; usurpa a existencia humana, do qut
j fallamos os bens adquiridos, ou bordados,
e os emprepos dos que esto na pacifica posse de
sua adminislraco.
Em quanto porem a Providencia nao occorre
a tanta precipitacao, lamentamos caridosa.e pa-
cientemente que os precipitados vivan entregues
ao dilacerador remorso em quanto existem
tranquillos os agredidos pela maledicencia, sem
iluvida oprobriosa paro aquellos que d'est'ar-
te pertendem singularisar-se.
Postas de parte lodasas mais reflexcs que
nos occorrem para que nao parecimos impor-
'iinos e ronvlMO comen orar as pias nlencoes
la Igreja Catholica proprias do lempo em que
ella nos aprsenla pelo Evanpelho 1 a seo es-
poso suportando a morte para felicitar aquel-
los, por qucni baixou do Cco trra, he mis-
tnr que lembremos os meios de evitar a perpe-
trato de to abominaveis faltas.
O amor virtude e o odio ao vicio sao as
bases que devem consolidar o edificio espiri-
tual. Attrahidos pela suave e armnica me-
loda da voz celestial que vos convida a repa-
rar pela penitene a as fallas transatas e a re-
putar de pouco momento os transitorios, e vaos
praseres, cujo incauto smente illude os que a-
preco algum tribulo s eternas delicias, entre-
mos no cumprimento de nossos devores chris-
!aos e civis, se athe'gora fomos remisss em
>na exactido. Nenhum tempo mais proprio .
que aquelle que foi santificado por 'esus C.
Ojejum, aconlissao e a comunho pascal ,
prescrita pela Santa Igreja seja para nos oes-
te sanio lempo o 1. dever.
Nlo nos estape a demonstrarlo d'aquella
yratidao e reconhecimento que devenios
Esposa de Jess C. extremamente solicita na
prosperidad' de seos filhos. Ella nos recomen-
da assisttncia dos sermoes que nesta Capital
s.io frequenles no tempo quaresmal esperando
que a doutrina Evanglica fique gravada nos
coracoesdos que a esculo para cujo fim e
pelo poder, que divinamente nos foi rommu-
nicado admoeslamos os nossos diocesanos a
que compareeSo no lugar Santo com o intuito
de prestarem fervorosa altentiio misteriosa
IVacio do pao da celestial doutrina para que
dora em diante nao mais lamentemos o dimi-
nuto fructo, que a Sement Hvi.ngulica ate'go-
ra tem produsido.
E tu, oaprasivel Pernambuco, a quem ain-
da n.o consideramos manchado pela prevarica-
cao geral, anlcs em ti divisamos adhesao I!e-
giliao que professas, manifesta-nos eviden-
tes provas de tua (idelidade aos preceitos ta lei,
que deve estar esculpida nos coraces de teos
filhos.
Convence-te urna vez que se em (i se veri-
ficar a'bominaco, que mui longe deve estar do
lugar Santo, pode a Omnipotente mao do Dos
Excelso dcscarregar sobre ti o furor do sua ira ,
e derramar pelos maos anjos ocalix desuain-
dIgnacio cujas fosos estao reservadas paraos
percadores que profano a jusliea pela nimia
all'eicfio aos objectos terrenos. Contluz-te de
maneiraqueem ti se nao realisem as justas a-
mtacas, que estao predctas aos que postergo
a lei, que os devia santificar.
Tem sempre em lisia la prosperidade tco
bom nome, tua Iranquilidatle. Evita qualquer
perlurbacao, piolege a indigencia defiende
a innocencia detesta e abomina a intriga ,
que dilacera a Caridade ebrista ere osartigos
ta fe pratica as obras de misericordia e se-
gu fielmente a doutrina que professas, na cer-
lesa de que sers feliz se procederes segundo
as mximas Evanglicas. Residencia Episco-
pal no Palacio da Solidade aos 4 de Marco de
Marco de 1S43. Jo7o Pispo Diocesano.
Commanclo das Armas.
EX PK DI ENTE DO PA 2 DO COR RENTE.
Ofino Ao Exm. Presidente enviando-lbe
para ser presente a junta de justiea o proces-
so verbal feilo ao 1. tenente da 3. classe Ma-
noel Ferrcira de Almeida.
pitoAo mesmo Exm. Sr. communican-
do-llie a nomeacfto que lisera, dos officiaes que
tinho de render aos que se acho destacados
na Iba de Fernando e rogando-lhe houvesse
de mandar abonar aos nomeados tres mezes de
sold adianlados para os arranjos da viagem.
DitoAo mesmo Exm. Sr. informando o
requerimento do soldado da companhia de ar-
tfices Manoel da Silva Leito que S. M. o
I. supplicava deniicao por ter tlnalisado o seu
engajamento.
DitoAo mesmo Exm. Sr. a cerca do pa-
gamento da folha dosempregados no hospit. !
egimeolal no mez de dezembro do anno pr-
ximo passado.
pitoAo mesmo Exm. Sr. ponderando-
Ule a impossibilidade demandar agora substi-
tuir o commandante da ilha de Fernando e a
lea hir o pitacho no dia 3 como se ordenara,
>inr asao de nao estarem ainda preparado os
olliciaes que para al i deslacavao.
DitoAo mesmo Exm. Sr. enviando-lhea
relat ao das pracas inspecionadas e considera-
das incapa/es do servico pela junta desaude em
sessc.0 de 28 do mez lindo para que os hou-
\esse de piopor para demicao aogoverno de
S. M. 1.
|)toAo mesmo Exm. Sr. sobre os venci-
inentos que pelo decreto e intruccoes de 10
de Janeiro tiesto anno licavao compotindo aos
cirurgioes directoresdo hospital regiiiienlal;mos-
trando que ts actuaos directores nao queirao
continuar a servir com (JOS rs. mensaes com
as obrigaces a queso sugeitaro pelo ultimo
contracto e pedindo que levando suas refle-
xcs aogoverno supremo, adoptasse porem
quanto urna medida, para que o hospital n5o
litasse abandonado e os corpos sem ter mu
facultativo que fisesse as visitas.
DitoAo commandante superior da G. N.
tle Csoianna a cerca dos papis de contabilida-
de do destacamento que nao forio pagos,
por nao se ter declarado no alto do recibo o
batalhao a que perlencia o dito destacamento.
DitoAo inspector da thezouraria remet-
tendo-lhea guia que pela pagadoria das tro-
pas da cortt! foi passada ao tenente do estado
maior de 2a classe Jos Ignacio de Medeiros Re-
g Monteiro.
DitoAo mesmo remettcndo-lhe os papis
do contabilidade do destacamento do termo do
lguarass relormados no sentido indicado pe-
lo commissario fiscal.
Dito-Ao commandante do 2. batalhao de
artilbaria a p para que no dia 3 pelas 10 ho-
las ta iiianha estivesso com o capito Lopes de
Sania Auna na secretaria militar como vo-
gaes do concelho de diietcao des soldados Amo-
ros do batalhao do seu commando.
Dito--Ao delegada supplente do termo do
Bonito acensando a entrega dos recrutas Ale-
xandre Bi/erra da Silva Joaquim Antonio
Muniz Rarreto e Jos Francisco de Souza ,
que assentaro praca.
DitoAo delegado supplente do termo do
Pao do Albo, disendo-lhc em soluco ao seu
ofUcio de -2( do passado queso se pode eflec-
tuar o pagamento dos vencimentos do deslaca-
menlo em |iresenca dos papis que devol-
vero para seren informados.
PortaraNomeando o.concelho de direc-
cao tos soldados do'2. batalhao deartilhariaa p,
Aiiuiv AmIoo de Mcr.czcr, Amcrim, Francisco
Jos de Meneses Amorim Jnior, Joao Jos de
Meneses Amorim o Jos Francisco Meneses
Amorim devendo o coucelho reunir-se ama-
nha pelas 10 horas na secretaria militar.
[)taAo commandante do batalhao de I.
deG. N. destacado mandando excluir o ca-
bo de esquadra Galdino Cardcal da Cmara e
tambor Manoel Marlins Ayres por serem jul-
gados incapaz.es pela junta de saude em sesso
de 28 do mez lindo.
Quartel do commando das armas de Pernam-
buco 8 de Marco de 1843.
Ordem addicional adodia
Convindo que as folhas dos corpos e re-
cibos dos officiaes nao arregimentados sejSo
organisadas de acord com is ordens expedidas
pela secretaria de estado dos negocios da guerra
.i repartit ao fiscal desta provincia delermin o
commandante das armas sobre requisico doSr.
inspector da thezouraria que do 1. desle mez
em diante se observe o seguinte
1. Os sidos dos officiaes reformados empre-
ados no batalhao de I. de G. N. destacado ,
-ero cobrados por meio de recibo; isto os
sidos que Ibes competirem pela tabella de 28de
mano do 182o e o excesso com as de mais
vantagens desta tabella para a do 1. de dezem-
bro 1841, pela folha do balalhao conser-
va ndo-se nesta a casa reformados para di-
signar a patente e declarar-se na observaco
o exceso mencionado.
2. Os officiaes reformados, empregado em


1 s.
1 \

I


T
_<
i*


,


fortificacoos, e estabeleci montos militares .co-
mo arcenal de guerra laboratorio &c. devcm
cobrar os seus vencimentos por igual mancira ,
querdizer os sidos pela antiga tabella em um
recibo, o cxcesso com as vantagens da antiga
para a nova pela folha das fortalezas ou das
reparlices onde servirn.
3. Os recibos dos oliciaes, e empregados
militares, ecivisdo exercilo (pial querque
seja a classo a que pertencSo domiciliarios na
capital, deven declarar no verso a freguezia,
ra en. da casa onde residirem.
i. Oue os oliciaes eflectivos que cobro seus
vencimentos por meio de recibos, devem nel-
!es declarar a patente o vencimento do mez ,
se estao avulsos dezem iregados ou emprega-
dos e a nafureza do emprego.
5. Que se nao podendo abonar de sold a
msica dos corpos mais de 4:600 por dia o
sold dos msicos deve ser tirado nos prets em
separado e indicado as relaces de mostra ,
fio bem em separado da mesma sorte que se
pratica com as pracas aggregadas, e a Ididas,
;ilim de se poder promover a competente lis.ali-
saco. Antonio Pedro de farrelo. '
EXTERIOR.
ni'ASSICII.IAS.
aples 23 de dezembro.
As ratificacoes do contracto de casamento en-
tre S. A. R. a Senbora Princesa I). Thercz.
Christina Maria de Capoles e S. M. 1. o Se-
"hor I). Pedro 2. Imperador do Brasil forao
trocadas Logo depois da cbegada do plenipo-
tenciario imperial que se espera n'uma esquadr;:
brazileira ter i lugar o casamento por procura-
do e a Piinceza partir para o Rio de Janeiio.
S. A. K. o conde de Syracusa 6 quem ha de re-
presentar o Imperador na ceremonia.
(La
Presse.)
Pariz 10 de Janeiro.
Cahiouma tempestade extremamente violen-
ta sobre Pariz no decurso da noite pasada, e
causou estragos assaz consideraveis em muitos
bairros. I.evou telbados, derribou ehamins,
arrancou ou quebrou arvores. O Sena cresceo
desde liontcm 80 centimetro ; neste momento
est a tres melros da estiva da ponte Real. O rio
tcndc so a trasbordar do sen leito ; e em conse-
quencia desterpido crcscimento vai ver-sea na-
vegacao momentneamente nterrompida.
[dem.)
INOLATBRRA.
Londres 7 de Janeiro,
Const ue-se em Blackwall, por conta do go-
verno russo, cinco fragatas de vapor que sao
destinadas a obrar no mar Negro contra os Cir-
casianos. Para Iludiros regulamentos que pro-
hibem a passagem dos ardanellos aos navios de
guerra, as fragatas em questao deposerao as suas
pecas que sero transportadas em embarcacoes
de carga, e tornar/o a recebe-las depois que t-
verem passado o estreito.
Londres, 8 de Janeiro.
Abrio-se em Londres una prisao na qual se
introdusio a reclusao solitaria e o silencio com-
pleto. Ella conten 520 cubculos mobiliados
com urna meza, urna cadcira, urna maca e duas
ou tres parteleiras. Cada cubiculo tem urna por-
ta gros-a de carvalbo com urna pequea fresta de
Viga de maneira que o chaveiro pode ver ludo
sem ser presentido. Os presos rccebem o susten-
to por una maquina que o transporta a cada an-
dar ; ha carretas que transporto os alimentos a
todos os cubiculos e nestes ha sinetas para os
presos poderem chamar o guarda a qualquer
momento. Cada prest recebe por dia oitogaldes
d'agua fresca. Todos os prezos assistem diaria-
mente aoofficio divino. A capella organisada
(I urna maneira muito engenhosa a fim de que
os presos nao se possao ver uns aos outros. Pa-
ra cada centena de presos ha um mestre encar-
regado de ensinar-lhes diferentes oficios. Oes-
tabelecimento d*esta prisao custou 85,000 lib
estol. (7t3,750<>000 reis); isto 1,4308000
e tantos reis por cada individuo. (dem.)
vfio prnunciar-se sobre omesmo principio desta
niel ida, cujo momento alias anda nao era cho-
cado.
Dssemos e este fado nao foi contestado ,
que a c'isposicao do artigo 3. do tratado de 1831,
que quer que o numero dos cruzeiros seja ixado
cada anno por urna convencao especial, nao ti-
nhasido executada o anno passado. nem talvez
nos annos precedentes e que este incidente
complicava ainda as dilieuldades da questao.
provavel que o ministerio nao se julgue autho-
risado para resolver todas stas d.liculdades se-
nao quando as cmaras se tiverem pronunciado
sobre o mesmo essencal desta questao.
___________________ (La Presse.)
ASSEMBLEA GERAL.
CMARA DOS SKS. DEPCTADOS.
Sesso de 28 de Janeiro.
L-sc um oliciodo Sr. ministro dos nego-
cios eslrangeiros que em resposta ao que Ihc
foi exigido por esta cmara isto toda a cor-
respondencia com os agentes diplomticos do
i?rasil residentes em Montevideo e Buenos-A y-
res nestes ltimos tempos a respeito da n's-
sa posicao poltica com aquellas duas repbli-
cas significa a esta cmara que podendo re-
sultar la publcacao de documentos semclhan-
les detrimento s negociacoes de importancia
que devem haver entre o imperio e os referidos
estados visinhos nao julga o governo imperial
adequada a poca para se fazer a sollicitada
o Pharol foi mal informado, e nos esperarnos
que elle concordar com nosco n'este ponto.
N. B, Aqu transcrevemos as palavras doSr. mi-
nistro da marinha em resposta as interpellacoes
de que cima fallamos:
Farei algumts observacoes em r.:sposta a
varias interpellacoes que me forao dirigidas pe-
los nobies deputados. Pcrguntou-sc-me se o
ministerio actual tem de ser modificado. Res-
ponderei ao nobre deputado que fez esta nter-
pellaco que a entrada de maisum membro
para o ministerio possivel e mesmo muito pro-
vavel ; se porem entende por modificacodo
gabinetco sahida de algum membro d'elle eu
posso asseverar-lhe que nao ter ella logar sal-
vo se Ihe faltar a coniianca da corda ou o apoio
da representado nacional ; mas n'este caso nao
haver modifieacao de gabinete; ser completa
a sua dissolucjio. Chamou-se a attencodo go-
verno sobreo estado da provincia de Pernam-
buco; e eu devo assegurar a cmara que o gabi-
nete nao se tem descuidado d'este importante
objecto. Equanto ao presidente d'esta provin-
cia devo observar, em resposta a urna inter-
pollacao que hontem me foi feita que nao tenho
motivos para pensar que tenha elle desmerecido
a coniianca do governo ; entretanto, seenten-
dermos necessario que contine elle noexercicio
de presidente, pediremos a cmara a necessaria
licenca;
Pcrguntou tambem o nobre deputado pela pro-
vincia do Rio de Janeiro se o goveruo pretende
amnistiar os reos envolvidos nos ltimos acon-
tecimentos de Minas eS. Pau'o. Pelas opinioes
que m;iis de urna vez tenhoemittido n'esta casa,
deve ella estar convencida de que o gabinete ac-
i tual nao pensa que as amnistas sejao o remedio
mais edicaz para reprimir as paixes anarchicas
que tantos males teem feito ao Brasil ( apoiados).
lommunicaco da sua correspondencia. Fica
acamara mteirada. Cumpretodava observar que isto nao'quer di-
Lc-se e fica adiado porse pedir a palavra, zcr que, seo governo entender que em umou
o parecer da commissao de instruecao publica outro julg; ment houvc injustica, nao trate elle
solire o requerimento de Joaquim da Costa Ro- deremedial-a.
sado da provincia de Pernambuco. *-------------
Entra em discusiSo o seguinte requerimento: Fixacdodasforcasnaraes.
Requero que se pedio ao governo as se- Tem Progred do, na cmara dos Srs. deputa-
guintes inlormacoes: 1." os nomos dos oliciaes t^ZTlSl t l VS* ** ^^ *"
militaros *: m i J mar ,ara a"no "c 18i:l a 184 e, por urna
militares ass.m como dos pa.sanos remett.dos bem natural associacao de ideas. o nomo do Sr.
do Pernambuco panicsta corte, como presos Barao da Boa Vista invocado a cada momento.
em junho oujulho do anno passado por sus- logo que, com a chegada do repectivo minist o,
peitos de conspiradores ; 2* que autoridade or- principia o debate sobre a m. teria. Quem tiver
donou a uiellas prises; 3a em que dia forao assistidoa algumas das ultimas sesses da ca-
ellas efectuadas o em que forao sollos os pre- mar dos Srs. deputados na > poder dexar de
sos ; i" copia das parlicipacoes oliciaes do- ,amenlar a Pra P^rda de tempo que all tem
'umentos e pravas justificativas das mesma's pri- havido com digresses e discursos inteiramente
^oes: 5o s se Ibes formou culpa e s os pre- ''
sos forao ou nao pronunciados. Paco da cma-
ra
de
13 de Janeiro de 18V3. Urbano S. P.
4/.
Igum sr. deputado q
continuara mostrar os erras, ou Crimea do no-
bre Baranda Boa Vista, nao basta a discussao
d'essesrequerimentose indicacocs quej apresen-
tarao consideracao da cmara
.--------------------v vu...u.a cujo debate se
egue-se urna discussao em que tomao parte tem tornado interminavel ? Que tem a fixaciio
os Srs. Macicl Monleiro e Nunes Machado e j das foreas de mar com os actos do Sr. F. do R.
fica adiada pela hora. j Barros? Nem nos persudimos de que o Sr. Ra-
O %r. Maciel Monteiro requer a urgencia jra0 tenha tommettido os crimes que se lhe im-
para que continuo a discu-sao do requerimento ; I)ulao nm vemos que seja opportuno tratar de
A urgencia apoiada porrn nao se anrova a1,'c,lsa|- e abandonar inteiramente a discussao
OSr. Reboucas remelle a mesa a sesuinte ^S^^^Sj^^^?^-1^^
tro da marinha o qualdecerto adiar a expe-
dirs de ordens a cerca de muitos objectos a seu
cargo para comparecer na cmara e fornecer
os esclarecimentos que>e lhe pedirem sobre a
fixaciio das forcas navaes. Respeitamos muito
aos Sis. deputados que teem tomado a peito a
aecusaefio do Sr. Barao da Boa Vista mas nao
respeitamos menos a este distincto empreado ,
cujos relevantes ser\ icos a favor da ordem e tran-
quillidade publica o fasemeredor da maior esti-
ma ; e nao podemos, por maneira alguma ,
concordar na opportunidade que se escolheu paia
discutir a sua administracao : tudo tem seu lo-
car ; quando competentemente se fallar dos ac-
tos do Sr. Barao da Boa Vista nos tambem nos
acharemos em campo dizendo o que entender-
mos e son lennos.
Seri sem duvida til dar publicidade a um
projecto concebido na Inglaterra de muir todos
os grandes barcos de vapor de duas largas barcas
desalvacao, que para poupar espato serao a-
commodadas sobre as caixas que cncerrao as ro-
das. O almirantado acaba de ordena
mesa a seguinte
proposta depois de havel-a motivado:
Proponho que as Ilustres commissOes de
ustica criminal e civel, sejao especialmente en-
carregadas de rever a lei de 3 de dezembro de
1831 e os regulamentos respectivos, haven-
do do governo todas as informacoes dos Tactos
occorridos mediante sua execuca' de maneira
que fiquem habilitadas para com todo o conhe-
cimento de causa propor a esta augusta cmara
os melhoramentos necessarios. Paco da cma-
ra dos deputados, 26 de Janeiro de 1843.Re-
boticas.
E' remettida s commissoes de justca crimi-
nal o jnstica civil.
Continua a discussao do voto de gracas.O
Sr. Reboucas discorre largamente sobre a ma-
teria offerecendo urna emenda ao projecto da
commissao que he apoiada; e a discussao fica
adiada pela hora.
RIO DE JANEIRO.
EXTRACTOS DA SEJriNELLA.
Tambem o Sr. ministro da marinha respon-
dendo a outra interpellacao disse que o gover-
no esta va persuadido de que as amnistias naos do
o melhor meio desocegar o imperio ; eestas suas
palavras destroem completamente as asserces
do Pharol sobre transaccoes do ministorio com
a fente de Saneta Luzia. Sendo o Sr. Torres
um homem circumspecto merece-nos inteiro
crdito na sua resposta aoSr. deputado que o in-
terpellou sobre aquello obecto ; eaaui segui-
mos inteiramente o principio de direito que o
Sr. Eusebio invocou em outra occasiao que
deremos dar crdito a um empreijudu publico ,
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta da sexta sesso ordinaria da Assembla
Legislativa Provincial de Pernambuco em 8
de marco de 1843.
Presidencia doSr. Carneiro daCunha.
Feita a chamada acharao-se presentes 21
Srs. deputados faltando sem participacao os
Srs. PedioCavalciinti. ManoelCavalcanti, Pau-
la Lacerda Lopes Gama Jos Bento Mello ,
e Barao de Suassuna. O Sr. presidente doclarou
aberta a sesesao : foi lida e approvada a acta da
antecedente.
EXPEDIENTE.
Um o/Ticio do secretario da provincia partici-
pando a suprestao dacadeira de latim de San-
to Antao; commissao de orcamento. Ou-
tra da cmara municipal do Limoeiro, par-
r que se pro- '("""f0 no* falla em raz'7 do sp" ofpcio ; e o ticipando a nomeacao de um advogado para de-
tidn o n 'Sr 'orr __.*. q 1 a favo>" co quotn se nao pode invocar aauelle anni
bla a sua approvacao. Outroda mesma cama-
codos cstabelecimentos de caridado, renietten
do quatio exemplares da contada sua reeeitn"
e despesa verificada do 1. de ouliibro do ane
passado a 31 de dezembro do inesmoaimo na_
ra o archivo. Um requerimento dos guardas
marcadores da inspeceo do alsoJao, pe;lin(i0
augmento de ordenado: respectiva commis-
sao. Outro de Estanislao Pereira de Oliveira"
pedindo.que na lei do orcamento soja consignada
a quantia prreisa para paijamento do que tem
o suprjlicante do haver do cofre provincial co_
mo foi roconhecido pelo parecer approvado da
commisso de fasenda e orcamento em 3| ,i(
marco do anno passado : commissao de or-
camento. O Sr. Faria mandn mesa o seguin-
te projecto. Estando arruinadadissima a i-re-
ja de NossaSenhora do Rosario dos pretoTda
cidade de Olinda ponto de chuver sobre os
altares, c nao podendo a respectiva irmandade
curar dos concertse reparos indispensaveis por
nao ter a referida igreja su luciente patrimonio
nom ser possivel recorrer a beneficencia e esuiol
las dos fiis nao tanto pela avultada quantia
que ho necessario dispenoer com os sobreditos
concertns como principalmente pelo resfria-
mento da caridade, e espirito religioso da po-
ca actual, c nao sendo conveniente deixar dcs-
moronar-se um excelente templo, monumen-
to da religiosidade do nossos antepassados, un
templo destinado ao culto publico da Relegiu
do Estado, que nos inoimbe promover o mais
possivel ; porque sem culto publico e ex-
terno nao hareligiao, sem religiaO nao ha mo-
ral sem moral nao ha costumes, sem costu-
mes nio ha lei, porque sao inteiramente impo-
tentes e sem leis nao ha sociedade. A assem-
bla legislativa provincial do Pe nambuco de-
creta :
Art. 1. Ficao concedidas igreja de Nossa
senhora do Rosario dos pretos da cidade de in-
unda qualro loteras de 64 contos do reis cada
urna.
Art. 2. Estas loteras correrao segundo qual-
quer dos planos actualmente adolados.
Art. 3. Os empregados necessarios sero no-
meados pela respectiva irmandade, e approva-
:los pelo presidente da provincia.
Art. 4. O producto de cada urna destas lote-
ras ser entregue um administrador nomea-
lo [ida irmandade e approvado pelo presiden-
te da provincia para o applkaraos necessarios
.oncertos de acoido com a respectiva irman-
lade.
Art. 5. Este administrador, que ter urna
porcentagem igual a do thesoureiro, fica obri-
nistrado no juizo de capellas.
Art. 6. Ficao revogauas todus as leis e dis-
posicoes em contrario. Pavo da assembla legis-
lativa provincial de Pernambuco 7 de marco de
1843.O deputado padre Faria, foi apoiado,
e julgado materia de deliberacao, e a imprimir.
OSr. Jos Pedro mandou o seguinte requeri-
mento: requeiro que esta assembla sub-
metta commissao de constituido a resposta,
quedeooExm. Presidente da provincia s ex-
plicaces pedidas respeito do corpo de poliiia,
e forca, que o deve substituir para que a relerida
commissao interponha o seu parecer respeito
da competencia ou incompetencia da assembla
em faser estase outras idnticas requisices:
foi appoiado, e entrou em discussao. O Sr. Ne-
to requereo por dous dias o adiamento do re-
querimento do Sr. Jos Pedro, foi apoiado, e
entrou em discussao ; oSr. Pereira deBritofez
o seguinte requerimento : requeiro o addia-
mento por 24 horas, apoiado, entrou em discus-
sao. O Sr. Neto pedio licenca para retirar o seu
requerimento o que lhe foi comedido: incer-
rada a discussao forao rejeitados tanto o reque-
i imenlode adiamento do Sr. Pereira de Brito .
como o do Sr. Jos Pedro. Os Srs. Neto, e Alen-
des pedira, que se declarasse.na ata terem vo-
tado pelo requerimento do Sr. Jos Pedro ; o
este Sr. requereo que se declarasse tambem
na acta que o seu requerimento caira por 11
votos contra 10.
ORDEM DO DIA.
Entrou em segunda discussao o artigo 4. das
posturas da cmara municipal da Boa-Vista e
a este artigo veio mesa a seguinte emenda do
Sr. Netoem lugar de aberlas diga-se ro-
cadas apoiada c appiovada juntamente com
o artigo. Ao artigo 5. o Sr. Lobo fez o seguin-
te requerimento:
Constando-me existirem nesta assembla 2
posturas da cmara municipal da lioa-\ isla od-
dicionaos que ora se discute requeiro, fique
addiada a discussao,e que sejao lodas remctlidas
respectiva commissao para dar o seu parecer
approvado. E por ser dada hora o Sr. Presi-
dente levantou a sesso dando para ordem
do dia segunda discussao do projecto n. 16 de
I8V2, el. dosestatutos do collegio dos or-
laos.
veiao d'ellas todos os vapores do estad..,
J. i i i r i M a ravor de quem se nao pode invocar aquell
se l a essas barcas de salvacao toda a solidez e as I principio. Parece-nos posque com a resposta do
dimensoes necessanas para poderem servir no Sr. Torres cahiu toda a allcgaco do Pharol; o ra pedindo a restituicao da cadeira de latim
caso de necessidade de ancora desalvacao da ; governo nao pactuou nao propoz nem acei- pelas rasoes nelle expostas; commissao de ins-
equipagem. (Le tecle.) tou condices para allianca alguma com a gente truccao publica. Outroda mesma cmara,e d i n-
dc Snela Luzia ; pode ser que alguem abusassi- du esta assembla a approvacao dos arts de po;
Pedro Francisco de Paula Caralcanti de Al-
ual de 808000 res, ejjecHndo esta assem- \buqueraue presidente.Francisco Jodo Carnei-
ro da Cunha 1. secretario. Antonio Jos de
Oliveira 2." secretario.
O Const itutionel, assegura que o ministerio I *a b"a f do redactor do Pharol, e que ofizesse1 liii^addieionaes de 21 de outubro do anni p.
ntes para os cruzeiros ingle- J''r.a,q,'tlla,no!iria'lanto a nos, nleiramente
uida de fundamento. Se o governo quiser, dencias tomadas pela mesma cmara cerca de
ja entregou as patei
t
passado, e fasendo ver assembla as provi-
na cmara c<
gado, visto ser o terreno daquelle municipio
- ura rauoe Minas., lern coragem para lazei-o proprio de plantacao, eque a-
tomado sobre si a responsab.l.dade d urna tal, e nunCa ha-de negar em publico parlamento o \ gado com urande nreini/odo* sgRCSKsrca : ^-....._____- -m
fsia&S. 20 mesmo montes!? c.t. que ss ca.T.araf, qucprometieua alguem em suas conierencias: | a commissao de posturas. Outro da administra- j ment que na acta deixamos transcripto. A-
zes de 1843 Esperamos que esta noticia ser des- ^ [kaos nM a(:ont<1(.imentos
mentida. .mpossivel que o ministerio tenha deS. Pauloe Minas., tem corag,m para fazel-o ,, proprio de plantacao, eque apesar disto se cria
REFL'MO DOS DEBATES.
Sessdo de 8 de Marco.
Approavdaa acta da sesso antecedente, o
mencionado o expediente foi apoiado e julga-
do materia de deliberacao mu projecto conceden-
do loteras igreja dos homens pretos de Olm-
i 11...1.
..>.i~..


missaoa que pertcme, sao inrlisp-nsaveis os
esclaieolmentos plidos nos qusitos *. e5 do
requerimento approvado. U, cin Iguns lu-a-
ros, o relatorio iia presidencia, ecom elfo com-
bina, e-confronta a resposta econclue mos-
trando que niio rol occloso o requerimento que
pela assembl.i ro approvado. Nota que lia con-
tradicao no mesmn relatorio O sr Rarms rs cm"i lT........iu"j ""....."' "'".""" "" ",_ iddiamenlo por
21" I *T[*?_r acolh,,, novo rm.pn[0 ne" I falla sobro o primeiro requerimento do Sr. Jos
Doutor Mendes, elle aiz que iiao'oiilic'v prove- I" Me afirmar, que o sr. Dr. Padi.ha esta rem no seio do sitas familias de nao serem ar-
to ou vantagem no requerimento, quclembra pramptosemprepara defenderogovcrno. Con- reda.iot de quotprooincifu, deseos lares, de
o mosmoSnr. ')outor Mendes: que os li >mens, oluo votando p lo requerimento doSr. Jos Pe- suut tu fluencia! Qawn jurou andeiras esla su-
e pedindo I cenca que llie fo concedida, [jeito a seguir para ondeo governo o mandar ,
em geral, e principalmente os que se mino
certa cafhegoria
"'"S"'"'! c I"i"oi|i.iiiiieiue os que se anuo nm uro, e piMinilo liccnca que me 101 concedida, jwtu a seguir para onue o gim-mu o m.miiar ,
certa cathegoria ; sao teimosos, e que nansa- para retirar o que fez de add amento. O Sr. ou por conveniencia ou por urgencia do servico,
beseo&ir. Presidente, estar nessa elasso, ou Dr. Drito, marida Um requerimento pedindo|edisciplina militar. Nisto se comprehende o
nao l ergunta, se o Presidente, apozar da as- ,d,|iamento por 2\ horas. O Sr. LauWino mum-iG. V. destacado.
Maisoutra confnsao grossera fazo intrpido
ro que tinha sido approvado em mitrases- 'entre deiniss.'io e substitualo de empreados.
valcanti d uns a partes, que niio ou vimos b-m
en, consequenci,, do que o sr. Jos Podro di que i 'J '"^""T ^ se httr Mi l,,|ro que tin!...
elle est dar a partes, que nao tem retadlo na r! L M0BdM' louvar a 'V,K sffo^dis que por ele votou e desde ja protesta O governo diz que reeonheceo a neeessidade de
comoob>tc>. Osr. Barros Ca valcanti: ten mu- ?'' N m.ostra ('"( Ex-m Pres|- votar por todos os requerimenlos do tal natre- sustituir as authoridades policiaea do Rio For-
ta. O sr. Jos'edro diz que entSo elle no en- I 1 ,0l.'nJusf0 quando os remette ao SOU rela-
passado o que agora rnais se coniima pela res-
posta fallada. Que do relatorio deste aunse de-
dil/, um monto de con trallenos, uma eseu-
rido:
ivuih mm iiumiu.'i. i i '' ''
asquaes tendem parafivarao da foro* policial. pedido.nOo era ele um deputado i mas d
Que se viorem s,t.sfetorias infrrmaodes, elle vo- \ seml)l(>a nt(1ra f ;1[1[irovando-o ,
tara con, o governo noque d.Z cerca da foro, m0u-o como seu. One o Presidente da
policial no relatorio mas ge o remetler para
este dir-lhe-ha o vosso relatorio nada,
e votar contra.
Quer nos parecer, que o Sr. Dr. Neto disse
que agora nao rnais precisa tanta forra com.
i que lia ao que disse o Sr. Dr. Mendes srPois
ni; 6. = ) Sr. Dr. Neto =Eanda temos
rasgas ? = O Sr. Dr. Mendes
O Sr. Dr. NetoEllas sao mu pequeas, sao
tendeo a questao. Osr. presidente pede, que torio : dlz *lue tem notado a repugnancia do
soevtem esses a partes. Ilepois de ter demons- i mesmo Sr. para dar informacoes desde o anuo
trado o sr. Jos Pedro a neeessidade dasi nfonna-
da assembla na materia sujeita. Diz que ella
mu competente, o no desenvolvimento de sua
proposicao porgunta se assembla nao podar
onhecer e tomarcontas de um abuso que o
presidente commetter? Osr. doutor Brito
apoiado Condue sustentando o requerimen-
to em discussao e por elle volado. O sr. dou-
tor Mendes entendequea resposta do E\m
presidente nao pr risa ir commissao abruma
pois a assembla por si e sem o parecer da
commissao pode dar as providencias. Que nao
pode entrar em questao a competencia da as-
sembla de que falla o requerimento. Juina
que o negocio de urgencia : que a commissao
ter demora em dar o seu parecer sobre este
bavor a discussao etc. : que se soubesse fa*er
algn, requerimento mandara agora um no
sentido de notamente a assembla pedir as in-
formacoes que o Presidende nao deo : pede ao
A. do requerimento em discussao, que faca
outro no sentido dito, para o qual julgi que
ninguem recusar osen voto e condue ao
menos o meu c est. O sr. Laurentino pens
que o presidente responden bem pois nao per-
tencea assembla provincial conhecer dob-
jeclos dointeresse geral ou. a classe som du-
vida perlenee o objecto sobro que se pedio in-
formacoes. hiz quena casase clama p-lo seria
exercieio das attribuces que a le deo asas-
sernbts orovinciaes; entretanto que agora Jft
se pretende o contrario querendo-se inrorma-
coes de un objecto cujo conhe.-i liento esl Po-
ra das attribuces da casa. Continuando fel-
larsobrea materia alguna similores depulados
Ihe dirigem a partes a- une o sr. presiden-
te diz que nao pode consentir que o orador
seja tito interrompido. O sr. Laurentino con-
<-luio sustentando sua opinio. O senhor dou-
tor Carneiro da Cimba dcixa a cadeira da pre-
sidencia para tomar parte na discussao: oran-
do di* que nao entrar na questao da compe-
tencia da assembla para tomar contas presi-
dencia por nao ser ponto que se possacontestar:
nao ntga a necessidade dos eselareciinentos pe-
didos, poisvotou pelo requerimento respectivo:
oppe-se ao que est em discussao por nao co-
nhecer utilidado alguma do parecer da commis-
sao. Declara que est prompto votar pelo re-
querimento, que apparecer pedindo nova-
mente eselareciinentos rnais explcitos, bem que
za poisaeha injustira negar aos deputados os umm por pessoaa, que nao fewem residentes na
esclarecimentos, que pedirem. Concilia o re- comarca e estivessem zontas de relaroes de a-
latori no slugares donde qucremdeduzir contra- roado, ou parentesco com os autores das de-
dicois -- O Sr. Dr. Brito admiro o procedimen- sordens: e que esta medida s o governo impe
to daquelies que dizem, que o Em. Presiden-1 "'a! poda lomar ero oonsoquenoia do regula-
te nao tem obrigacao de satisfazer o pedido no ment n. 120 : o intrpido responde que era li-
: que por isto se deve pedir as nformacOes, n.qn(.rim(,n(() do Sr. Jos Pedro : diz que esse I vre a demisso do delegado e do sub delegado.
da as-1 Oueria que fbssern demittidos os empregados
to-' policiaes, e licasse acephala a commarca. A
pro- elBcacia das medidas lomadas a 6 de Janeiro pa-
vinela obrigado dar contas assembla 8-
qual est em seu direito, quando villa na guar-
da da ronstiluico e das feis. Kntende que
na respostn do I-aiii. Presidente liouve erro do
redacSo. (Juo os conselhos graes de provincii'
erao rnais acatados, que as assemble&s provn-
ciaes, eassim que vae-se retrogradando. Oue
- Mas temos el- os diios conselhos por una lei especial, po-
leicoes que vale o mesmo.
diSo pedir todas as inlormacoes que ulgassein
convenientes, e estas erao concedidas e satis-
[irovinciaes: aljrino, que por estas ninguem ser i feitas. i)n aquellos que nego a assembla o
deportado Continuando rotar, mostra i direito de pedir esclarecimentos ao governo ,
que o lxin. Presidente obrigado pelo acto nnnhum servico Ihe presto pois dao lugar A
addicional dar contas assembla ; econclue contentarlos. Pallando sobre o relatorio da
votando pelo requerimento. O Sr. Barros Ca presidencia, elle diz, que o Kxm. Presiden-
valcanti dizque principia pnrsensurara maneira fe nodo anno passado loi rnais explcito que
pouco urbana por que o tiatou um dos seus; no deste anno. Justificando O seuTequerimen-
ollegas, qiio o precederao : que entende nao i to o orador declara que pedio o admenlo
hnverduvida que o Kxm. Presidente s tem para se ter tempo de consultar a legislacao que
obrigacao de dar contas ao governo geral, niio ha na casa. O requerimento do Sr. Dr.
i resposta de S. Ex. : entende que se deu os : Brito fe i regeitado ; assim com o do Sr. Jos
esclarecimentos pedidos, nrtisjo por artigo. Pedro O Sr. Dr. Neto pela orden, pede
Niio sabe que rnais esclarecimenfo se pretende : 0(1 Sr. Prndente que na a 'la se declare que
vota contra o requerimento. O Sr. Dr. Neto elle volou fevor do requerimento do Sr. Jos
manda um requerimento de addianiento. O Pedro--O Sr. Jos Pedro, pela orden, pede
"^r. Dr. Paililha declara que votou contra o que n acta se declare o numero de votos vence-
requerimento do Sr. Jos Pedro, em que so i dores.' vencidos. O Sr. Presidente acba este
r;; evitar o assissinato de Antonio I'rancisco se
ellas fossem como podiao, e deviao ser cum
pridas, todos reconnecem. Tambero jama-
tera velha n mputac&o dcstes assassinatos, e de
todos, que tem havido nesta provincia folla pela
sucia do D.-n. aqui e na cflrte ao Ex n, Baro,
assim como o frade dospeitoto tudo lancavaem
conta do seu guardin ; por isso nao perdemos
rnais tempo em replicar ao intrpido cerca d'u-
ma accusacSo lao mcurial,e t8o repetida ; ape-
nas oceupamenos deste communtcado em at
tenco aos miseraveis e grosseiros equvocos ,
a que elle se reduz.
Corres; ondenca.
.i-
pedia ao P'xm. Pre-dente as informacoes deque
i casase tem oecupado [ior prever, que suc-
edera o que succedeo isto por entender ,
Me o governo dara a resposta que deu a
[nal Ihe parece muito acertada, por ser o mes-
mo Kxm. Sr. mu claro no relatorio que pre-
tentou assembla. Jnlgaque j mana doSr.
Dr. Neto sempre torcer o relatorio, trnalo
scuro para ter o gosto de sensurar sempre o Sr.
Presidente. O Sr. Dr. Neto Mas note que 6
igora a primeira vez que netlo fallo O Sr.
Dr. Padilhas. Porem todos os annosa mes-
roa cousa Ellogia a presidencia e diz que ;i
nao argua a presidencia quando em sua res- nao ser sua energa em Pernambuco tinha a
posta se refere ao relatorio. Diz que bem con-
vencido est que o Ex.moSr. Presidente da pro-
vincia nenhum interesse tem em oceultar
u negar taes esclarecimentos. O Sr. Jos Pe-
dro insisto sobre o seu requerimento : declara
que. sem as informacoes pedidas a commissao
nao pode fixar a for?a policial. Quedo relatorio
da presidencia nada po le concluir visto que
em uma parte seafirmava uma couza, que n'ou-
tra prtese desmenta. Fallando sobre a idea do
Sr. doutor Mendes dizque nenhum proreito
se pode tirar do requerimento que elle se re-
fere : entende que o novo requerimento nao ar
mudar a opinio do Presidente: qu : ser rnais
fcil isto consaguir-se approvandoa assembla
o parecer da commissao de que elle trata em seu
requerimento em discussao ; o que sese no mu-
dar a opinio do Presidente deve-se ter paci-
encia, e sugeitar-se a vontade de quem impera.
Parece-nos que foi isto o que disse o Sr. Jos-
Pedro. O Sr. doutor Neto Dos nos livre.
O mesmo Sr. doutor Neto diz, que entende
que oEx.mu Presidente naoquiz irrogar injuria
revolta apparecido ; e cita um exemplo de un
orto lugar cujo nomo nao podemos ou\ir. O
Sr. Dr. Neto Isso foi urna patuscada. O
Sr. Dr. Padilba Patuscada.-. ? O Sr.
Presidente aconselha aos Srs. deputados que
uzem nos seus apartes de palavras mu decentes,
segundo podemos ouvir. O Sr. Sr. Dr. Neto
Patuscada nao he termo indecente : d me efi
odicionario de Moraes ( para o continuo ). O
Sr. presidente declara, que nao diz que o termo
seja indecente faz esta lembranca para preve-
nir o que possa succeder O Sr. Pad:lha con-
tinua fallar ; evota contra o requerimento
do Sr. Jos Pedro. Este senhor diz que quer
que o Sr. Barros Cavalcanti explique se re'irio
'i elle a maneira pouco urbana de que falln ,
e a ameaca que tez. Declara que nenhu-
ma ntencao tove Je agravar, e isto scconhece
de suas palavras. Diz que o Sr. Barros Caval-
canti Ihe fez uma injuria e a dignidade da
casa o a sua exigen, explicaedes. O Sr. Pre-
alguma assembla na man ira porque se ex- sidente declara que niio pode admittir isto por
pnrnio na resposta, de queseoecupa o requex
amento em discussao : pensa qu a inlelligen-
cia, que no sentido de injuria seda a citada res-
posto, devida redaco do olicio, a que8.
Exc. o Sur. Presidente, prestou a sua as-
signatura, oecupado em seus trabaliios: asaim
que S. Exc. nenhuma injuria quiz fazer As-
sembla o que bem se conbece da promessa
ranca que fe* em o seu Relatorio do. prestar
ai informacoes que forein pe lulas: que nao
pode supir, que otovcrno em tao poneos das
cabisse em contradico tal r.'speito, (liante da
Provincia inteira. Vota pelo requerimento em
discussao. Diz que a Assembla na > pedio con-
tas ao Governo : que como inembro da casa e ,
eamo Qdado nio pode deixar de estranhar,]"ea "T51*0 tm ^r- l>r- P^,1h" s<"''"
q'ie o Presl lenteda Provincia negUCOS esclareci- *ou nmi" '. e suppnndo quec-te taz delle orn-
roentos que se Ibe pedio : que estes nao lo rao dor bAa dem apoto r de militar em fleira*
dados no Rotatorio, comodizS. Exc. Contiuu- oppostaa. Pede ao mesmo Sr. que declare ol -
audog fallar toca nos attrihuiee* Ha qiin esbtv? Je o reltnriy ."Jaro pus u ra escuro, e
depone as Assembleas Provinciaes, em sua [muito rnais depoia que o Sr. Dr. Padiihafallou;
ser contra o regiment. O Sr. Jos Pedro in-
sisto sobre esto ponto e protesta ao Sr. Bar-
ros Cavalcanti que qualquer que seja a amea-
ca que Ihe fez nao se curva. Falla con'ra
o addiamento. O wr. Dr. Neto pede a pala-
vra para responder ao Sr. Dr. Padlha mas
antes de o fazer diz que nao uzou de palavra
alguma indecente na casa como o Sr. Presi-
dente deu entender, pelo que nenhuma cen-
sura se Ihe pode fa'er. O Sr. Presidente diz que
nenhuma censura Ihe fez : que falln em geral,
para aquelle quem podesse a lembranca apro-
veitar. O Sr. Dr. Neto admira-so do que A
requerimento contrario ao regiment da casa.
OSr. Dr. Mendes pela orden, entende, e
demonstra que esse requerimento est em
termos, c de conformidade com o regiment
OSr. Dr. Brito da mesma opinio do r.
Dr. Mendes Diz que nao pede que na acta
se declare que elle votou pido reqiiermenfo do
Sr. Jos Pedro por ter fallado neste sentido : e
hen, que nao hajo na casa tachigrafos, toda-
va na gallera ha pessoaa que o ouvirao e
que podero dixer qual foi o seu voto. OSr.
Presidente rezolveo o caso na forma que se
l na acta.
Aqui damos o rezultado da votaeSo do reque-
rimento do Sr. Jos Pedro declarando os
Srs deputados, que votaro pro econtra
A' f-vor votariio os 'rs. Mendes Neto Faria,
A Sonso, Brto. Laurentino, Carneiro, Ti-
hurfino Jos Pedro e Costa Contra vo-
taro os Srs. Getirana Beltrao Domingues,
Custodio I.iao Oliveira Padilba Lo-
bo Jnior, .ial Barros Cavalcanti. Lou- de AfEuquergue Maranhflo.
renco Bizerra. Continuou a discussao das pos-
turas municipaes da comaica da Boa-Vista.
Art. \. I'oi approvado com uma emenda
do Sr. Dr. Neto. Art. '!. Foi approvada urna
emenda do Sr. Lobo Jnior : vide a acta ,
da qual consta a ordem dodia eguinfe Le-
vantou-se a sesso pelas 2 horas da tarde.
rt. RedactoresA (ratidao nao podo servir
de nota a nenhum hoinenide bem ; c he por is-
so que Ibes rogo a inserco da dedicatoria que
tive a honra de consagrar ao Exm. Sr. Haro
da Boa-Vista, enllocando-ana dianteira da mi-
rilla traduccao da memoria sobre a cultura do
algodBo ultra que no seu original bu devda
a M. Rohr.
Rogo-Ibes por tanto bajo de a inserir no seu
Diario. Eu sonde Vuics. flre. Joo de Bar-
ros l'atiilode AUntquerque Maranho.
Illin, e Exm. Sr. Haro da Hoa-Yista. A
nenhuma oulra pessoa conviria que cu dedicas-
se a traduevo da memoria sobre a cultura
do algodSo, escrita por M. JulosPhilippc
Beajamin de Bobr. Se o presente be quasi sem-
pre injusto para os liomens benemritos espe-
ra-os a posteridade para Ibes faser justiea. Os
inellioranientos l'eilos nesla provincia no tempo
da adiiiiuistracode V. Ex. sero um monu-
mento para a gloria de V. Ex. qnai do se a-
calmarem os ospiritos e destruido o tumulto
de paixoes violentas, surgir um dia delicioso ,
que espalbe urna luz novae benfica para reve-
lar aos vindouros que V. Ex. amou sua patria:
cntao o porvfr desassombrado de prcocupaedes,
e por isso niesmojiisfocollocaro Sr. Baio da
Boa-Vista no catlogo daquelies bonicos que
souberao melhorar, e enriquecer o seu paz por
meio de obras uteis. Paro para depositar, na
unios de Y. Ex. a memoria da minba gratidao,
que referindo-se a patria ser tamben, do seu re-
conhecimento. Dos (nardo a V. Ex. por dila-
tados HUIOS.
Eu tenbo a honra de ser de V. Ex. atter.to o
obsequioso admirador. Joo de Barros Faleo
AI Tan (lega.
3:862g675
Bendimento do dia 0...
DesearregSo Aoje 10.
Irrigue Skeltcftem o resto, e canos pa-
ra as obras da companhia de Bebe-
ribo.
Brigue Astra sal.
Ditas palavras ao intrpido do D.-novo de Rrjgue ^eopoij0 ._ carVa0.
7 do corrente. |{arca Espirito Santo pedra.
Esperavamos que pelo D.-n. nao se perdesse r^igue Armorique fazendas.
occasio de morder a administra! o provincial [jr assim (pie sahisse impresso o relatorio frito por Bruc__Laura__barricas.
>. El.' assembla. porque esta peca pode abrir i .
um campo vasto polmica, que n alimento' % OV'ilK'IllO (lo PortO
do D. n. torcendo elle o sentido das palavras.
Nao tardou porem a realisacao de nossas previ
ses; o pigmeo intrpido foi o proprio que
sabio J cnciro mas fod. scoberlo, que nem
ao menos arranjou um sofisma que illudisse.
Depois do exordio em que vem esta belleza
*/pplique-se, examine se, creio poder deixa
0 unimos convencido, diz que s a Presi-
dencia entende a diflerenca que lia entro a segli
ranea publica e seguranca individual. Enl. .-
Navios entrados no dia 8.
Mar Pacifico, leudo sabido de New Bedford
41 mezes. hara americana Equalor, de
203 toneladas, capillo B. N. Fisher, equi
pagem 19 carga azeitc de peixe : ao capi-
tao.
Sarios sahidos no dia 9.
New-York ; barca americana Sardius ,
Joseph I endescv, carga lastro.
nao ha dilTcrcnra? Quem commette muitos eri- Parahiha ; brigue* ingle/ f'rasiliam ,
mes particulares estar c pitulado nos crimes \\.m l'oay.
carga lastro d'assucar.
captSo
capilo
pblicos? Quem oliendo a muilos individuos, tilia de Fernando : patacho brazileiro Pira-
;ii.'i coiiiineiiiiio un, enme nao particular ? Ri- mu capito Baltbasar Jos dos Res, carga
SUIll tentatis ? I rlivnrsos rronorne
diversos gneros.


4
Declaracocs.
,:!
l


GABINETE LITERARIO.
Lcm jra-se aos Srs. Socios a entrega dos
livros como se nnnunciou no n. antecedente.
Manoel Joao do Espirito Santo Fran-
cisco Marcos do Amaral, e Germano Ferreira
Pita este soldado que Ibi do extincto regimen-
t de Infantaria de Olinda e aquclles do de
artilheria comparecao na secretaria mititar ,
afimdesepoder informar sobre suas preten-
ces de reforma.
Leudes.
Hoje finda o leilo doscredores do relo-
joeiro A. Faton.
DeaneJonle & Gompanhia faro leilao
por ntervenco do corretn Thomaz Dowrlcy ,
de 110 barricas de serveja branca o preta, che-
gada a poneos das no brigue Suecco Kclleftia
de Londres; amanh 11 do correnteas 10 ho-
ras da manha, no seu armazem na ra do Tor-
res n. 4.
Avisos diversos.
O PAISANO N. 5.
Kino hontcm e est venda.
SOGIEDADE AM1ZADE NOS UNE.
" Lcmbra-se aos Snrs. Socios a sessao do
dia 12 annunciada no n. antecedente.
O morador da ra das Cruzes n."
46 pede ao Sr. Francisco da Gosta calafate ,
o annuncio de sua inorada.
Na loja de tanociro da ra da Concci-
co da Boa-vista ainda se alugao duas negra'
para venderemna ra. \cja-seon. antecedente.
Ainda est'i por alugar a casa, que tem
nicho fin Fora de Portas ; e se tracta na ra da
Gloria n. 9a.
dem o sobrado de 2 andares n. 6 da
praca da Boa-vista ; e se tracta com Prxedes
da Fonceca Goutinho ra do Hospicio.
lndem a casa terrea n. 3 da ruada Con-
cei;5o; o se trata no atterro da Boa-vista n. 34.
Na ra de S. Francisco n. lo 2 "an-
dar, ainda se precisa de urna ama de leite lor-
ra. Veja-su o n. antecedente.
Precisa-sede um sobrado ou 1. andar ,
com quinlal as ras, estreita do Bo/ario.
Cruzes Livramento e pateos do Carmo e
S. Pedro ; na ra do Sol n. 25 primeiro
indar.
O bilbete n. 3493 da Ia parte da 1
lotera a favor da igreja Matriz do S. Pedro
Mrtir da cidade de Olinda, pertence ao S r.
Joze Flix da Gamara Pimentel, do engenho
Gaipi e lica em poder de F. da Silva Lisboa.
Acha-se no engenho Qucimadas do des-
tricto de S. Antao um escravo de nacao; quem
forseu dono appareca no mesmo engenho, que
a vista dos signaes se Ihc entregar.
Roga-se ao Sr. que foi ao quintal da casa
em que est Melquades Antunes de Almeida na
ruade Matliias Ferreira em Olinda, na noite
de 6 para 7 do corrente tirar 3 pirs o favor
de os mandar restituir do contrario passar
pelo desgosto de ver o seu nome publicado, pois
o annunciante nao ignora quem foi o moco da
graca.
Alugao-se dous pretos muito robustos o
babes para qualquer servico sendo um bom
cozinheiro, por proco commodo : no armazem
da ra Nova n. 67.
Pelo Juizo da primeira vara do civel so
ho de arrematar hoje pelas 4 horas da tarde as
fazendas crditos e letras penhoradas a Joa-
quim Domingos scus credores sendo a arremataeao no bair-
ro do Recife na porta da loja do mesmo Joa-
quim de Souza.
O Professor de Philosophia do collegio
das arles presta-se a dar licoes particulares de
Geometra na casa de sua residencia em Olinda
do dia 15 do corrente em diante.
=N'odia 27 dop. p. urna preta lavadeiracon-
duzindu urna trouxa de roupa fina para o Mon
teiro se desencaminhou a dita roupa, por a
negra se embriagar e foi para as bandas de S.
Amaro ; a pessoa que della tiver noticia e a
queira restituir o poder fazer no armazem
de vidros ao lado da Cadeia ou na loja de se-
ra da ra do Gabuga que sera recompensado.
Da-se 200 a 300,000 rs. a juros a dous
por cento ao mez sobre penhores de ouro : na
ra dos Quartejs n. 3.
= Precisa-se de urna escrava boa cozinheira,
e engommadeira sem vicios conhecidos : na
ra estreita do Rozario n. 31, terceiro anj
dar.
Quem annunciou no Diario n. 55 que-
rer vender um sobrado em Olinda dirija-se a
ruadeHortas, n. 10i.
familia de 3 pencos que pretende
urna ama de meia idade he na ra do Noguei-
ra n. 13.
O Sr. Joao Jos Ribeiro dos Santos ,
queira ter a bondade de apparecer na ra Direi-
ta no segundo andar do 'sobrado n. 82 para
se Ihc fallar sobre negocio de seu particular n-
teresse ; de manh at as 9 horas e a tarde
das duas as 4.
Na ra dasTrincheiras sobrado n. 42,
cosc-se costuras chas lavarintos e tambem
se marca roupa tudo porpreco commodo ; na
mesma casa precisa-se de pretas ou moleques
para venderem azeite de carrapato.
Obra dedicada as senhoras brasileiras.
\= Sabio a luz a Guia Medica das Mais de
Familia ou da infancia considerada na sua
hvgiene com suas doencas e os respectivos
tratamentos, precedida de alguns conselhos so-
bre os cuidados e precauces que reclama o es-
tado de gravidez seguida de um formulario
medical, appropriado natureza e objecto da
obra e terminado por algumas considerares so-
bre a homcopathia, comparada com a medicina
elassica pelo Doutor J. B. A. Imbert, caval-
le;ro da ordem de Ghristo.
Este volurne in-8", grande de qualrocen-
tas e vinte quatro paginas impresso sobre bom
papel, acha-se no Rio de Janeiro em casa do
autor ra da Quitanda n. 61 e na de Agos-
tinho de Freitas Guimaraes ra do Sabao ,
n. 06. preco 4:000.
Esta guia materna que o autor se tem es-
forcado para apresentar ao alcance da intelii-
;cnca das mais de familia Brasileiras e na
qual examnou tudo o que Ihes pode interessar ,
e principalmente para as guiar com seguranza ,
nao s relativamente a gravidez como sobre a
iducaco hygienica e molestias de seus filbos ,
he o fructo de doze annos do experiencia clnica
local e de urna constante e perseverante medita-
o sobre o assumpto.
Destinada para servir de continuacao ao Ma-
nual do Fazcndeiro esta gua completa os tra-
'talhos sobre a medicina domestica hrasileira e
o benigno acolhimento que a primeira obra, re-
eebeo co publico faz esperar para esta urna ac-
ceitaoo nao menos favoravel e tao lisongeira.
Do mesmo autor segunda edico do Manual
do Fa/cndeiro ou tratado domestico sobre as
enfermidades dos negros generalisado as ne-
cessidades medicas de todas as classes dous vo-
luntes in-Oitavo grande preco 8:000.
O Sr. que se offerece para robrar dividas
fora desta praca querendo cobrar urna na
Villa Federal da Cabacera destrictode Cari-
na velhos, falle com Victorino Francisco dos
Santos na na do Rangel n. 54.
No dia 8 do corrente desapareceo um bi-
chinho de nome furo elle he muito conhe-
cdo porque tinha por costume andar pelas
ras; quem o tiver pegado ou der noticia
onde elle existe dirija-se a ra larga do Ro-
zario junto a botica das Srs. Bartholomeo fe
Ramos no segundo andar que ser recom-
pensado.
Quem precisar de um padeiro dirija-se
ao beco da Pol n. 10.
Quem annunciou precisar de 500,000
rs. a premio com seguranca em urna casa no
bairro de S. Antonio dirija-se a loja do so-
brado da ra das Cruzes n. 32.
O secretario actual da Irmandadc de S.
Joze de Agona erecta no Hospicio de N. S. da
Penha pelo presente convida a todos os Ir-
maos a comparecerem no Domingo 12 do cor-
rente no consistorio da mesma para se proce-
der aelleicao da nova mesa regedora para o fu-
turo anno.
= Jos Soaresde Azovcdo lente de lingoa
Franceza do Lyco tem aborto em sua casa
ra do Collegio n. 14 primeiro andar um cur-
so de lingoa Franceza e outro de Philosophia.
\s possoas que desejarom estudaruma ou outra
des'as disciplinas, podem dirigirse a casa do an-
nunciante de manha atasS horas, ede tarde
das 3 em diantc.
Quem precisar alugar toda a propriedade
no Recife junto ao ferreiro Caetano dirija-se
a mesma cima declarada.
A sra. Maria Manoela que se mudou
para o Recife, e o sr. Amaro Jos Perera,qirei-
rao dirigir-sc ao patio da Riheira a negocio de
seu interesse no sobrado n. 15.
Avista do cdital do .fc'enhor inspector da
thesouraria das rendas provinciacs publicado
no Diario de Pernambuco de 6 do corrente o
nbaixo assignado faz publico que os alioerccs
principiados para a rasa da barreira na ponte
dos Carvalhos forao edificados em seu terreno
sem sen consentimento e sim pelo poder da
forea, e para que em tempo nonhum baja quem
se queira chamar a ignorancia por isso faz o
presente annuncio e quem quiser ver os rom
ptenles ttulos pode-se dirigir ao Recife ra
da Gruz n. 23 ou a cmara de Olinda que
ali achara o termo de afforamento feito pela
mesma ao alfares Jos Barboza de Lima aos 9
de Marco de 1768 onde se v hem a demar-
cacu do cfcrio terreno ,
achara na mesma cmara no livro 3. de aflbra-
mentos e trespassos a folhas 88, o.trespasso
que me fez a viuva do referido Jos Barhoza de
Lima e seu filho o Reverendo Joao Gomes ,
em o 1. dAbril de 1812. Engenho Meguahi-
pe de baixo 7 de Marco de 1843. Por procu-
racao do Sr. Manoel Joao Ferra Jos Mo-
nto Gomes Jnior.
A medicina popular americana que ha
tantos annos est em uzo as Indias Occiden-
taese Oriontaes, Costa d'frica, &c. &c. tem
provado como urna medicina inestimavel sendo
preparada de prepsito para clima quente, e
composta de ingridientes que nem requerem
dieta nem resguardo, o pode ser administrado
s mancas as mais ten ras.
As vantagens deste celebre remedio em curas
de molestias de ligado, gotta, dores de cabeca ,
inflamaces em geral, retencesd'ourina, pe-
dra na bexiga erysipela ataques nervosos ,
lombrigas, &c. &c., tem causado grande extrac-
cao em todas as provincias, como nico e ver-
Jadeiro purilicador do sangue.
A medicina popular americana composta de
dous principios differentes um purgativo e
lesobstruente removendo os humores viciados
Jas differentes partes do corpo e assim purifi-
cando o sangue ; o outro tnico dando forca
e vigor aos orgos da digestao e por tanto impe-
Jindo a cumulaco dos humores nos intestinos,
Src. urna combinaco como esta nao pode ser
senao proveitosa na maior parte das molestias ,
e sendo vegetal esta combinaco pode ser admi-
nistrada a creatura mais delicada sem receio al-
gum e com certeza de benficos resultados.
Aqui vende-se somentc em casa do nico a-
?ente Joao Keller ra da Gruz do Recife n.
18 e para maior commodidade dos compra-
lores, na ra da Cadeia do Recife, em casa de
Foao Cardozo Ayres, na ra Nova na de Guerra
Silva & G, e atterro da Boa-vista, na de Sal-
les & Chaves.
Nestas mesmas casas tambem vendem-se as
pilulas vegetaes do Dr. Brandreth.
Jacnlho Augusto de Miranda retira-so
para a Europa.
=: GandidoJos Antunes, Portuguez re-
tira-sc para o Rio de Janeiro.
= Antonio Valentim da Silva Barroca, re-
tira-se parj fora do imperio.
Compras.
= Compra-se urna corrente de ouro : na ra
Direita n. 17.
Compra-sel oratorio comas suascompetcn-
!es imagens. sendo em conta: na ra da Cadeia do
Recife n. 49.
Gompra-se urna forja de caixo : na ra
de Ortas n. 82.
Compra-se efiectivamente para fora da
Provincia mulatas negrinhas moleques, e
negros de oficio de 12 a 20 annos sendo de
bonitas figuras pago-se hem : na ra da Ca-
deia de S. Antonio em um sobrado de varan-
da de pao n. 20.
Vendas
A ende-se 'sal de Lisboa superior e a
preco barato a bordo do Brigue Sueco Astrea :
a tratar com Leopoldo Joze da Costa Araujr
no Forte do Mattos esquinada ra da Lapa.
Roberto Jamisson aviza ao rcspeitavel
publico, que tem para vender asseguintes fa
zendas de varias qualidades a saber chales de
merino bordados dito de flores dito de me-
tim pintados, dito de la fina, lencos de chalins,
dito de seda e escomilha para senhora cortes
de cassas pintadas. Vende-se por preco muito
em conta eem porces, conforme o ajuste ;
na ra da Gruz n. 13.
Vende-se barricas vasias: a traz do the-
atro n. 18.
Vende-se urna escrava recolhida : na ra
da Cadeia de S. Antonio n. 13.
Na loja do Cascao na ra da Cadeia ven-
de-se um grilhao um par de brincos, outro
de pulceiras um alfinete ; tudo de ouro pe-
dras para ladrilbo de n ais de dous palmos em
quadro a 720 res e urna canoa de agoa que
tambem se aluga.
Vende-se urna caza terrea no lugar do
Mondego : na praca da Boa-vista n. 20 ou
na ra Nova casa de Manoel Pereira Maga-
Ihes veja-se o Diario antecedente.
No Hospicio n. 14 vende-se um car-
ro arreado, e urna cadeirinha da Bahia ; tudo
em bom estado.
A endem-se 66 palmos de terreno na ra
da Concordia sobre 400 at baixa mar dos
quaes 250 atterrados : na ra do Sol n. 25 ,
primeiro andar.
= Vende-sc assucar refinado em paes a
160 reisa libra, primeira sorte c em p a
120 rs. segunda sorte, e a 80reisterceira. me!
a 80 rcis a garrafa o assucar he puro de potas-
sa e cal : no deposito do assucar refinado ao
assim como tambem j pe do arco de S. Antonio. |
X Vendem-se lencos de cambraia borda-
dos de linha de cores a 200, e 2i0 reis fita
de sinteiro e suspensorios e fita de gana a
160 reis a vara ; e outras muitas miudezas ba-
ratas : na praca da Independencia n. 39.
No armazem de trastes da ra da Cruz ,
n. 63 vendem-se cadenas sofs bancas, e
mezas de meio de salla, e cadeiras para meninas
de Jacaranda oleo angico c cerdeira mar-
quezas mezas, de jantar guarda-roupas ,
guarda-loucas sacretarias com estantes me-
/.asde costura carteiras de urna s face la-
vatorios, moxos depianno, cadeiras dealco-
va tocadores camas o ou tros trastes tudo
de amarcllo armarios de pinho pndulas ,
bandejas e encerados; avio-se en.ommen-
das com brevidade, e tudo por commodo pieco.
Vende-se urna escrava moya com uma
lillia de poucos mezes com bom leite e bo-
nita figura sem vicios : na ruado Cabug,
no primeiro andar do sobrado por cima da loja
do Sr. Bandeira cuja entrada he na ra das
Laranjeiras.
Vende-se um par de caxilhos para janel-
las de peito com os competentes vidros: na
ra Nova loja de ferragens n. 20.
= \ endem-se dous pian nos de superior gos-
to chegados recentementc dos quaes um he
de forma horisontal e outro perpendicular ,
ambos de vozes muito boas por procos com-
rnodos vista a qualidade: na ra da Cruz, n. 55.
Vende-se uma bonita escrava com 30 an-
nos de idade boa engommadeira muito ro-
busta sem vicios de beber agoaruente fugir ,
o furtar o que se afianca de baixo de pala\ra:
na ra do l'ogo n. 27.
Vende-se as verdadeiras pilulas da fami-
lia chegadas ltimamente do Porto : na ra do
Queimado loja n. 6.
A ende-se uma canoa de conduzir agoa :
na ra do Queimado loja n. 6.
= Vende-se 360 patacoes sendo 190 hespa-
nhes, e 170 brasilciros : na ra do (Queima-
do loja n. 14.
= A ende-sc a Escuna americana Mary de-
\-?8 toneladas, rcccntemcnte chegada de Boston;
os pretendentes podem-se entender com os con-
signatarios Henry Forster& Companbia.
\ ende-se cal virgem de Lisboa em barris
grandes e pequeos : no escriptorio de Francis-
co Severiano Rabello.
Vende-sc Lajedo: no escriptorio de Fran-
cisco Severiano Rabello.
= Vende-se trastes de casa e arranjos de
louca tudo em bom estado; um caxorro
grande de corrente, ptimo para guardar loja:
no Forte do Matto ra da Moeda n. 21 ,
por cima da loja de sapateiro.
= A ende-se um cavado rodado de rnuito
bonita figura bastantemente gordo com to-
dos os andares: a tratar na ra do Queimado ,
loja do sobrado n. 18.
A ende-se uma boa (ama de angico corrr
muito pouco uso por proco barato : na ra
da Conceicao da Boa-vi ta n. 10.
Vende-se sorvetes de diversas frutas to-
dos os dias de 3 horas da tarde al as 10 da noi-
te : na ra dos Quarleis botequim grande
junto a Polica.
= Vende-se uma morada de casa terrea nos
A Rogados em chaos proprios sita na ra de
S. Miguel : na ra do Orlas, n 82.
Vende-se urna casa terrea em Olinda ,
ra do Bomfim : a fallar com o destribuidnr do
Diario na Boa Hora ; assim como toma-se
100:000 reis a juros dando-se penhor em ouro;
quem quizer da- los annuncie por este Diario.
= Vende-se uma preta de 35 a 40nnnos ,
coziaha sofrivelmente cose ch5o : na ra por
detraz da ra da Aurora, junto ao Collegio S.
Antonio casa de Francisco Xavier Alvos Bas-
tos.
= Vende-se uma duzia de cadeiras, um so-
f e 2banquinhas, tudo de angico muito
hem feto, eem conta : na ra da Penha n. 21.
= Vende-se oleo de linhaca em botijes,
em maior ou menos porcao : na ra do Viga-
rio n. 13.
Escravos fngidos.
-- Em o dia 19 de Fevereiro fugio o pre-
to escravo do Teen te Coronel J eal Com-
mandantc da fortaleza do brum de nome Joa-
quim, o qual tem os signaes seguintes: he bai-
xo, grosso do corpo, com marcas de bexigas no
rosto os ps bastante largos, nacao Congo ,
representa ter 40 annos he vagaroso no andar,
e tem passo mudo sabio com camisa de estopa
grossa calca de riscado que pela lavagem ja
est branca e levou comsigo uma bala \erde;
quem souber poder pegar, e levar a seu Sr.
quesera bom recompensado ; j esteveein H<'-
beribe na engenhoca do Major Felippe com
os esclavos do mesmo por espasso de alguns
dias.
Recifr: na Typ. de M. F. de Faiua.=:1843.


Full Text
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