Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04900


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Full Text
Armo de 1848.
Terca Feira 8
e A!roh no!.0, H
Olimli toiius M dias.
awar.trframrai
l^TS OF?
de Feverero
A mo XIX. N. 47.
tullo agora pende -le n me>mui da nosa. prudencia KodaracSo, *MI(a : Con-
iir.-^:!i como irinci|iiaaios e seremos apcnia.'.us com admira ...o'enlre as NarCes'mais
ullte, ( Pro.lamriao da Assembla Geral do DllilL.)
PARTIDAS DS CORUEIS TERRESTRES.
GVmn.i&, Parahiba o Rio grande o Norte segunda a srxias feir
Bosi'o e Garanhuns a iO e 1
CaltC 3 rinhaeni, Rio Formoso ['orlo Calvo Macelo,
Bu-v:s:e Flores a '3 e 28. Sanio Ar., quinlas Oirs.
DIA$ DA'&EiANA.
27 5eg, e. Leandro Are. Aud. d#M. de 1). da 2. T.
IX ItrC, i Rom.'io Ab. Aud. do J\ de 1). da i T,
4 (..ari Cinja s. Adri.io M. Auil. doj. de B. da 3. t.
2 y.:ut, s. SimpKeio P. Aud. do J. de D da 2. y.
3 Seal. s. Heinctro M Aud. do J. de U. da 1 T.
4 .Sal. t. Casimiro Rei Re. Aud do J. de 1), da 3. r,
5 J)oit, 1. da quaresma s 'i'heulilo B.
O Diario puMfea-alodosOi ra de Ires mil rea uor rjuanrl pagos adiantad.n. Gs anooncios dos assignantei s.io inserido
- ,, gralis, e os dos <|ue o n.'iu forera rata de .SU rtis por linba. Ai reclamaeiiea devaneardiri-
gidas a esta Typ., ra das Cmiri N "*"' \* -a .a In.Wndencia loja de lirroi N. 6e .
''/ cambios.Modia -7 de Ferereiri).
f Cambio sobre Londres tS d por 100 Orio-Moeda de 8,100 V.
/ i, Pars 350 fia por franco. < N.
Lisboa 400 por 1 de premio. de 4,000
. PaUTa-I'aiacee
Moeda de cobre 2 por-100 de des cont Peros Columnares
dem de letras de boas Crmas i { i J ao mci. I a ditos Mexicanos
PHASES DA LOA WO MBZ DE FEVERETRO:
f.na Chci* i 14, A 5 horas e 50 m. da tard. I
Qjart. cresc. '/, s 2 llorase 13 a. da tari. { Qusrt. ming. H 5i 8 borsi t 17 a. da m.
Preama le ho'e
i. ti boras e 42 ra. da aMasla., I i. ai horas e fi m. da larde.
compra enda%"
,2u0 45.40>
i5,00J 45.500
8,400 8.600
1,780 l.fO'J
1,780 l.'-U
1,780 1,801)
axmmmmmamamrmnrzmi&rm*-


.- .'-.I... -"-'-' -7 | ->"r .rF5l
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DO NA 21 lia CORRATE.
OiTicio Ao Exm. c Rui. hispo diocesano,
participando que no da l de marco prxi-
mo futuro deye abrir-so i sess ordinaria da
assombla legislativa provincial, para queha-
ja do ir celebrar a missa votiva do Espirito-San-
to a igrejn matriz de9. Fre Pedro Gonclves.
e preonchor as domis formalidades, que le
Ihe incumbo. --Dotcrminoii-se. a cmara muni-
cipal dosta cidado, que fisesse preparar o neees-
sario para aqnollo acto.
Dito Ao commandante das armas signi-
ficando, que para poder resolver a cerca da in-
demnisacSo da caixa doterceiro batalhao do ar-
tlihera fhqje secundo] pelas pecas defardamen-
to que solfrerSo avaria, ede qO trataem seos
olicios de 2.\ de maiodo armo lindo e > de Ja-
neiro do corrento compre que ha|ado dar os
esclareoimentos pedidos polo procurador fiscal ,
ecommissario fiscal do ministerio da guerra nos
pareceres que acompanhao oofficio do inspec-
tor da tbesouraria da fasenda, que llio remetto.
Dito Ao delegado do termo do Garanhuns,
ordenand > que informe acerca do con leudo do
oflicio do commandante geral do corpo de poli-
ca que por copia Ihe enra, acmpanhado
das reiacoesdo armamento e municao, quefal-
tao pertencentes ao destacamento d polica ,
por S. me. mandado desarmar.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha ,
declarando que deve lser embarcar no brlgue
escuna Caliope que acaba de chegar da pro-
vincia da Baha os \-2 tanques ao ierro, on-
commondados pola intendencia de marinha da-
quella provincia para a crvela Regenramelo, e
quepartecipa acharem-se promptos ; e udvei-
tindo-o do (ue no caso de nao poderem ir to-
dos no dito brgoe escuna deve remetter os ,
que licarem em qualquer embarcacao anda
nicsmo mercante i que tenha de seguir para a-
quclle porto segando requisita o Exin. Presi-
deoteda mencionada provincia.
Dito Ao promotor publico da comarcado
Brojo, declarando em resposta ao sen oflicio de
: I de Janeiro ultimo, que deve proceder na for-
ma da lei sobre a nomoacao Ilegal do escrlvS
Berdardin Leite da FoncecaGalvSo; visto com-
potir-lhe em cumplimento do sou em prego ve-
lar sobre a execucao das leis e denunciar dos
que as infiingirem.
pela morto no foro civil ; o caso distincto :
trat-s d um crlmc commottido polo comman-
dante do Primciro de Abril, servindo-se da
influen.Ma do sou posto dos meios que linha
suadisposicaocomo commandante: este crime
i'puramente militar: e assim decidiessa pro-
vls8o Crime commottido por influencia do
em prego militar.
O Sr. N. M. : Nao : o caso milito claro.
O Sr. fabuco: O nobre daputado presu-
me muito do si, decide inagistralmento em urna
questSo tito complicada da nossa jurisprudencia;
os jurisconsultos os mais abalisados lem dado
tratos ao joizotpara descriminarem e qualifloa-
remoscrimesparamente militares, eo nobre
deputado decide istocom (anta facilidad^ Mas
MTSOB.
A88EMBLA GERAL
CAMAKA IlOS SUS. DEl'l'TA DOS.
Smsto de -2.) de Janeiro.
L-se um ol.ciodo Exm. Sr. Maia parteci-
pando estar nomeado ministro de estado.
DoSr. ministro da fasenda declarando que
com a copia aulhentica que remelle do avi-
so dirigid! ao presidente de Pernambuco em 17
(iedesembro ultimo para a suspensao da lei
provincial n. 94 de 7 do malo do mesino anno,
na parte em que impe novas eontribuiees so-
bre objectos ja tributados pela asscinbla geral ,
satisfaz ao que Ihe lo i requisiado i>or esta c-
mara : e acrescentando que em desasseis d'esto
me/ lisera ao dito presidente a de< laraco cons-
tante da copia tainbein junta para prevenir qual-
quer intelligencia errada que so p.issa dar ao
citado oflicio delle- ministro. (juem fez a ro-
quisicao.
O Sr. Fiabuco:Observa que o ofllci do Sr.
ministro da fasenda, respondendo a esta cma-
ra sobre o a viso que mandara suspender a lei
provincial de Pernambuco deve ser remetti-
'I" commissao de assemb'as provinclaes.
O S. /'c'jo/oenlendeque o oflirio deve ser an-
tes remettido commissaode constitufeao.
OSr. presidente consulla a cmara si o ofli-
cio se remelle commissao de assemblas pro-
Viaciaca se decide pela negativa.
Consulta a cmara se deve Ir commissao de
constituirlo, se decide pela afirmativa.
lem 3. icitura ejulg8o-se objectodedelibe-
"jeid as duas proposlcoes do Sr. Reboucas, re-
formaudo alguns artlgos da eonstituicSo.
Contina a discussSo adiada do requerimen-
lodo Sr. Urbano.
OSr Nabuco:Levanto-me, nao paracom-
batero requerimento do nebro deputado pela
-.mu juuiiiniu puiuuG uSSiitu que se jiuo
devom recusar quaesquer informales que o de-
putado exige, como incio para o prenchimen-
to do sen dever; e levo a tal ponto a gen rali-
dadedestaregraque presuppuz, que. mesmo
quando ocnhecer o Um que o deputado ten em
vista, nao entrarci na InapeccSoda convenien-
cia, a eflicacia dos meios que ello por ventura
escolher, pbrquanto entendo que sao mais gra-
ves os inconvenientes que resultSo do coarctar-
so a llbrdade do deputado que os inconvenien-
tes contrarios : a esta rasao sobreleva outra que
para mim de grande peso : seniores a repu-
laeao de um distinclo servidor do estado como
0 nobre Baranda lioa-Vista ntetBSSa muito ao
pai', cciimprepor consequencia que fique a
abrigo de quaesquer suspeitas e por SfO 6 que
me promineiarei sempre em favor dos rqupri- j eu prescindo J de-sa provisao', e citarei dous
mentes que os nobres deputados flzerem p -1 artigodo cdigo do procesas que vem em apoto
!mlo informantes cercada administracao do daminha opiniao : Art. I5$.3.4 ; art. 171,
nobre la rao ponpteellas sem duvida nos ha-l$l.: (l) Por este artigOS se v que OSmi-
bilitaro para confirmar o conceito de que dig- litares respondem no sen fTo pidos crimes do
noesse cidad&o prestante 'apoiados) Eambem emprego militar; o BarSoda Boa-vista obrou
nS quero atlenuar a atrocidde do faoto que os bem, e obrou de accordo com habis juriscon-
nol>res deputados trouxera ao conhecimento da saltos da minha provincia, cujas opinifies me-
easa se e que ello succedeu como (bl referido:, recem tanto peso como as do nobre deputado,
esse fa-to deve mover a indignacao de todos os que se est rindo. So O nobre deputado pela mi-
homens livres, do todas as almas generosas ; nba provincia conlessou que a nossa jurispru-
causa mesmo estranlie/. que em o nosso pai- e dencia eonlrovorsa co i.o so pode atribuira
soba forma degoverno quu nos rege esse offl-'m f, a espirito deproteceo, o procedimento
cial tivesso o arrojo de laucar os ferros em um'do nobre Baroda Boa-vi la ? So prevalece es-
cidado brasileiro! I te diroito de interpretar tao mal as convieces
En me levanto, seniores, para contestara!- alheias serli licito tambem diser que a opinio
gU mas proposlcoes que os nobres depuados e-do nobre deputado nao nasce da sua COnViCfao,
mittirao (piando reeriraoo fado que consta do que o nobre deputado tomado de indignacao o
requerimento que se discute proposiedes que tal vez por resontimento pensa de molo contra-
sao desairosas ao nobre laiao da Boa-Vista e rio?
nao poden) deixar de ser repellidas pelos seusl OSr. N. M. : Kesentimento! porque?
amigos. OSr. Xabnca : Nao sei; mas so a questao 6
Os nobres deputados inculcarao quo esse el- controversa como se attribue a m f quando
dadSoprestante tinha dado proteceSo ao com- alias nao ha mitras provas se nao a mosma de-
mandante da escuna Primeiro de Abril.' O la- [ ciso?
rao da Boa-Vista protector de um crime tao a-1 Eu nao admilto controversia na hypolhose de
trox!! Senhores, quando se dirigem ceusa- queso trata ; o commandante abusou do seu
roes tao graves Contra um cidadao que tem por posto e .los meios que tinha sua disposi
si precedentes t30 honrosos e urna reputacjo embora fossecommettido contra Um pai-ano b
fundada, compre que ellas venhao logo acom- crime militar. Mas, quando mesmoopresi-
pa nhadas depravas irrecusaveis ; mas que pro- dente nao desse urna decfsflO boa, nfio havia
va produsirao os nobres deputados? I razan nenhumaparaattribuir easadecisao n'i
r, c ., /-,,. f ou proteccao dada aocrime; nafi: elle tem di-
OSr. Ihnirs Macelo :-0 laclo em si. r(>t() a ser meili ,r rs.len.do; 0 conselho lo
OSr iM^^YmMktn^n^i^^^^^ |Kim(,a,, ,, h. a
os nobres deputados romarao-sede tanta mdig- lusticaVvil ; podia o nobre Baio ter nomea lo
verosimeibanca de proteccao da absolvicao pro-
nunciada pelo concelho de i.nvestigac9o ; o no-
bre deputado parece que linha mais eonanca
nos tribonaes civis.
Sr. presiden!", eu entendo que o espirito do
patronato, que o carcter da nossa poca tem
penetrado os di! naos militaros como os civis :
i p rl nfio alcancasse melhor justica nos
tribunaes civis do que a quo alcancou no conce-
di militar .Alas o que corto quo o de-
legado julgou (neo crime era militar, e assim
decidi; masuessad cisao do delegado havia
recurso; e usou por ventura aparto desse re-
curso? O presidente impjdio esse recurso?
.Nao poda ter lugar o mesmo recurso ausento
o offcial ?
O nobre deputado anda disse que estes ac-
os que elle linha relatado tinhSo sido inseridos
nacao contra este crime, que ereio deseja-
I o conselho de investlgacSo, podia este conso-
procederom
esmo exame
nao que o Barfio da Boa-\ lata, ello mesmo un- ,,() oc ,r aQ (,xam(, ^ {l
puzesseaponadolal.ao a esse offlcial, que- iiiii-in s tribunaes civis ao mo<
brasse os ferros da victima, e os lancasse do op- havera BntaoC()nllctos do jurisdiccao e a otro
ssor; mas se, despidos de prevencao, m- tri!)ini.lI(.oml).Ma (le(.i(lir.
;armos quaes as providencias que cabiaq na Mas d () n(),)n, dBpatado 0 Bar8o da Boa
presa
da
autor.da.le do presidente, quaes as que empre- ?i9ta p0l 0 criran09(> fra do alcncela justica
gou o nobre Barao veremos quo e lepreencheu mlll,,ia,ull).0 sahr _0 I1()brc do|)Utai|0 faz
o seu dever ; mandou soltar a victima restl- .lia njur,a a()S seus (.onht,.imontos jurdicos a-
tu.ro marinlHuro ladeadamente recrutado e| vaI!(,,.1(Io ,,stl ,r si ao! p0o commandante
responsab.l.saroofr.oial que perpetro., o cr.nie ; daescuna ,.., IV)ra do alcance da ustica por-
mandouresponsab.l.sarao o l.c.al por me.o do que velo para O Rio de Janeiro 2 Po'is o roo nao
conselho do .nvest.gaCaoque lo. nomeado no dia .)i|(, sor [)r0cess:ido ausento? Isto sao princi-
ododesembro, sendo o cruno comii.etliuo no piS Illilito comozinhos da nossa urispruden-ia.
da ."!.
OSr. Nune Machado: E as testemunhas
, que vinhaocom elle ?. Isto sabemos meninos
dente nomeando o conselho de investlgacSo pre- d'a osco|a
Mas dizem os nobres deputados, o presi-
venio a jurisdicao dos tribunaes civis; e por
ven!ura pododar-seprevencaodejiirisdiecao en-
() Sr. Nabuoo :Os nobres deputados derao
r, > a entender que as testemunhas vieran na escu-
tre as autoridades de diversa nri>(liccao : pre-i ,. ,.
: i (> L,t,.riA*,\c a it na; mas a parte queixosa diz o contrario ; diz
vencaode jurisdiccao entre autoridades civise .. ,. __.._ u-_j_ ._ i......
militares ?
Nao podia, nem pode dar-se essa prevencao; o
queppderia haverera conflicto do jurisdiccao,
quando por ventura os tribunaes civis discor-
dassem da opinio do presidente; a decisio do
presidente nao inhiba portante o procedimento
das autoridades civis que se nao proce.leao
porque concordaran em que o crime era pura-
mente militar.
.Mas que razos nos derao os nobres deputa-
dos para provar que o crime era civil ? Senho-
res, a nossa.jurisprudencia sobre a qualiieaco
dos crimes puramente militares lem sido at ho.e
muito controversa mas, na hypothese de que
se trata ella est firmada na rcsolucSo do con-
selho supremo militar de 20deoutubrode 183},
S .
O Sr. N. M.: Um capitSo fardado matou
um bomem ; logo commotteu um crime pura-
mllitar!
OSr. Nabuco : Isso 6 dlferente : se ocom-
mandante do Primeiro de Abril, no exercicio do
seu posto, hoiivosse morto o capilao do brigm-
Aurora, entao responderla pelo aboso de po-
uer c inuencia do seu posio no loro militar, e
que as testemunhas esta vio a bordo ilo Aurora.
Y.u \ Logo as testemunhas estavo a bordo do bri-
gm', a (tarto nao tinha rasao do quoixar-sc con-
tra o Barao. E quando mesmo assim fosso, se
as testemunhas fos.cm os marinhoiros da escu-
aa Primeiro de Abril, pergunto: so, preteri-
das as nocessidados do wrvico dovia a escuna
conservar-so surta era Pernambuco nao sendo
ali necessaria espera queso formasse o pro-
cesso quando havia necossidade de quo ella
^iesse para o Rio de Janeiro? Quera o nobre
deputado que o presidente suspendesse o com-
mandantedocommandoda escuna, para que
ali fcasse esperando a decisSodo negocio] .Mas,
senhores, o conselho de InvestlgacSo absolveu
este commandante ; elle nfio foi pronunciado;
se O presidente O suspendesse dessa maneira :
naa se liiiia quetii.lia invadido o poder judicia
rio, queobrava urna violeneia?
O Sr. .V. : Dava urna satisfacSo publiec
OSr. Salmeo : K o que ou digo ; o no-
bre deputado injera a pona de TalSo e urna
sati'slacfio ilegal?
U nobro deputado tambeni quiz deduzir una
em urna correspondencia publica la em Pernam-
buco e iie nao forflo contestados. Mas cu
iiqui tenl.o o Diario ponde a ossa correspondencia e lenhooutro
por onde consta quo << commandante do briguo
Aurora est chamado a jurados! Por conse-
quencia os fados nao passro (So livres do
contestacSo como diz o nobro deputado. Eu
\ou ler cmara os motivos pelos quaes o de-
legado juLmu quo nao dovia continuar o pio-
cesso [J).
Aqui vem tamhem a correspondencia do de-
legado desmentindo a parto. O delegado con-
testa o tacto; diz (pie nunca tiveraconversa-
cees com a parte diz 0,110 tudo foi calumnia, o
por isso chama va a jurados o calumniador.
O Sr. funes Machado: E o Sr. Brafldo,
nao ?
O Sr. Nabuco : E sim senlior.
Parece-ine pos, Sr. presidente, ter demons-
trado que nao Iiouve proteccao da parte do pro-
le da provincia mandando proceder a con
celho de investigacSo, por considerar que o
crime era puramente militar ; assim como ello
entendeu entenderlo muitos jurisconsultos de
minha provincia ; demonstroi que o presidente
nao fez mal em mandar sabir a escuna porque
assim exigiao as necessidadesdoservico publico,
e nSo devia a escuna licara disposicao do quei-
xoso ; demonstroi quo o presidente nosubtra-
hio o commandante do Primeiro de Abril ao
alcance do procedimento judiciario porque,
ido o nosso diroito o roo pode ser pro-
cessado c pronunciado ausento e elle s 6 quo
penlo porque deixa de assistir inquirefia das
testemunhas e de contesta-las ; nao licou esso
commandante fra do alcance da justica por-
que pdeser requisitado logo que fr pronun-
ciado c o posto e as suas vantagens sao urna
garanta contra a fuga ; demonstre! que a sa-
bida ila escuna nfio privou o oflendido dos meios
de proseguir na acensa o, como se disse, por-
quanto as testemunhas que a parte queixosa
quera prodiizir nao eio marinheiros do Pri-
meiro de .Ihril mas do briguc Aurora; creio
pois que se desvanecerlo essas suspeitas que os
nobres deputados qui/.erao lancar contra o meu
amigo.0 Barao da Boa-vista.
OSr. AlmeidaAlbnquerqut: Sr. presi-
dente, eu entendo que o requerimento nao po-
de passar tal quul os! redigido. Nao meop-
ponho norm a que os Sis. deputados pccSo ao
govcnio os Bsclarecimcntos que julgarem con-
venientes para sua illustracSo ; pelo contrario ,
darei sempre o meu voto a requerimentos taes.
No (inal ueste requerimento pedem-se ao go-
verno osclarecimontos que me parece nao
devem sor pedidos. final do requerimento
pergunta ao governo qual o motivo que leve o
Exm. presidente da Pernambuco para mandar
: .iiir daquelle porto a escuna de guerra Pri-
meiro de Abril; ora, Sr. presidente, podendo
> governo disprda forfa publica como convier,
segundo as necessidades do servico parece que
a camera dos deputados nao pode pedir urna in-
formacao tal. Por ventura seria admissivel que
a cmara pergunta se ao governo o motivo que
teve para mandar servir nesla ou naquclla pro-
vincia o olicial Fuo (ro!n ntjn r.z?; o rr.cs-
1110 succede a respeito do requerimento de que


se trata. A escuna de guerra Primeiro de A-
bril eslava surta em Pernambuco ; o presiden-
te tinha de mandar sabir para oOrte, segun-
do ordens do governo imperial o corpo pro-
visorio de 1.a linha essa escuna pois vcio com
outros transportes conduzir esta forca. Isto 6
um facto que todos sabem ; nao ha pois noces
sidade de se perguntar ao governo qual o moti-
vo que teve o presidente de Pernambuco para
mandar sabir esta escuna. Eu, querendo que
os Srs. deputados pecio todas as informacocs
que ulgarem necessarias, nao posso lar o meu
voto para que se pecio esclarecimentos que de
nada podem servir. Votarei pois contra o fi-
nal do requerimento.
Quanto primeira parte do mesmo requeri-
mento quizera que solTresse alguma modifi-
caoio. Pela leitura lo requerimento se v que
se da por averiguado um facto que apenas cons-
ta a alguns Srs. deputados. Se o nobre depu-
tado dissesse no seu requerimento que Ibe cons-
tava a existencia do facto a que se refere e
queassim pedia esclarecimentos, cu poderia
votar por elle ; mas urna vez que da por ave-
riguado um facto s porque Ibe consta nao
posso prcstar-lbe o meu voto.
Dovo tambem Sr. presidente di/or algu-
mas palavras em abono do nobre Barao da Boa-
vista. Talvez me devesse poupar aesse traha-
Iho depois da exposico que acaba de fazor o no-
bre deputado que fallou ha pouco ; todava di-
rei que summainente estranho o modo porque
se censorio nesta casa as autoridades. Nao sei
como s da existencia dasso facto relatado pelo
nobre debutado se posso tirar referencias e I-
hres menos favoraveis conducta do presi-
dente da tninha provincia. O nobre deputndo
que tirou essas lacdes contrarias i conducta do
nobre Barao da Boa-vista nao exhibi na casa
u:n s i documento ; s'i se referi a urna corres-
pondencia de urna parte e eu creio Sr. pre-
sidente, que essa base nio 6 sulflenlo para que
possamos lazer um juizo que tenda a ennegre-
cer ou a conde.uar a conducta de um empre-
ado publico e de um empregado publico lao
distincto como incontestavelmente o nobre Ba-
rao da Boa-vista.
Nao se apresenta repilo um s documen-
to nem talvez urna s razio da qual se possa
deprehender que o nobre da Boa-vista obrou
ueste negocio por espirito de protoccio. O no-
bre deputado por Pernambuco que fallou a fa-
vor do requerimento disse que o nobre Barao
tinha oficiosamente mandado proceder contra o
commandante la escuna; entretanto, pida sen-
tenca do delegado, pubc. da no Diario de Per-
nambuco, consta que a parte ofendida se quei-
x'ii a ao nobre Bario. Se houve pois urna quei-
xa da parte dirigida ao nobre Barao o proce-
dimento deste n'.o foi offi :ioso ; c mesmo que
nao houvessequeixa bastava que constaste ao
nobre presidente da provincia a existencia de
um facto attontato/0 das liberdades publicas,
para mandar proceder contra o seu autor (a-
poiados). Nao pode poisconsiderar-se officioso
semelhante procedimento.
Eu nao posso narrar o acto como elle Bucco-
deu, porque nao tenho para isso os precisos da-
dos: diz-se que o commandante da escuna Pri-
meiro de Abril prendera a seu bordo um paisa-
no e que o presidente da provincia mandara
r.isponsabilisar o olicial isto por ter recebido
umi qucixa da parle offendida, e mandou-o
responsabilisa-lo peh foro militar porque en-
teau que o crime era puramente rr;!:tr.r. ^ra,
Sr. presidente, porque o nobre Barao da Boa-
vista mandou responsabilisar um oflcial paran-
te o foro militar, porque praticou um acto cri-
minoso, seguc-se que elle o quizes.se proteger?
Creio que nao. Sr. presidente tanto no Toro
militar com:) no civil podem apparecer muitos
octos de condescendencia mas entendo queso
nao pode dizer com justica que no foro militar
pde/haver mais condescendencia que no civil ;
pelo contrario estando convencido de que olla
se pode dar em ambos os foros, julgo que no
foro militar onde se deve conservar mais os
principios de vigor ou de oxactido indespen-
saveis para a disciplina, os julgamentos sao mais
vigorosos nao lao fcil a condescendencia ;
esse foro garante mais a punicio dos dolidos do
que o civil. Nao sep idcpo s tirar illacao alguma
desse procedimento do nobre Barao da Boa-
vista, pela qual so prove que houve da sua par-
to espirito de protoccio ; pelo contrario ou-
tra se deve tirar. -Mas disse o nobre deputado:
o concclbo de disciplina absolveu o aecusado :
ergo o presidente da provincia protegen esse
aecusado! Parecc-me que essa illacao mul-
to toreada.
Nos sabemos a que ponto o espirito de con-
descendencia tem chegado entre nos mas, por
ventura, porque um ou outro tribunal, um ou
outro juiz da urna sentenra injusta deve-so
inculpar o administrador da provincia ? Creio
que nao; se semelhante mo o de raciocinar de-
ve ser admiltido temos de inculpar o nobre
presidente de Pernambuco por todas as sentn-
dos tribunacs militares, &c. Parece-me que
esta maneira de censurar nao conveniente,
parece-me ser antes ilha da prevencao do nobre
deputado por Pernambuco contra o nobre Ba-
rao da Boa-vista ; ao menos sou autorisado a
assim pensar quando vejo que se produzem cen-
suras muito acres muito violentas sem fun-
damento algum. Eu faco justica ao nobre de-
putado estou longo de o querer offender, mas
talvez que a prevencao que tem contra esse em-
pregado publico faca com que Ihe irrogue cen-
suras taos censuras que julgo infundadas.
vista do que tonho dito voto contra o re-
querimento.
A discussao fica addiada pela hora.
O Sr. 1. Secretario { pela ordem ) lo um
oficio do Sr. Joaquim Francisco Vianna, par-
ticipando ter sido nomeado por S. M. I. mi-
nistro o secretario do estado dos negocios da
fazenda.
Contina a discussao do parecer da commis-
sao de poderes sobre as eleicoes da Cachoeira e
Jacuipe.
Falla largamente sobre a materia o Sr. Quei-
roz o a discussao fica adiada.
Contina a discussao do adiamento da discus-
sao da resposta falla do throno.
OSr. Maciel Monleiro : Sr. presidente ,
quando em urna dassossoes precedentes se pro-
;>oz o adiamento desta discussao, a cmara so
Jembrari sem duvida que cu o impugnei com ar-
gumentos que me parecem do maior fundamen-
to e forca. Eu disse senhores, que nao con-
sidorava a falla do throno urna historia circums-
bres deputados so cu ainda dra crdito a al-
gumas assercSes que lorio proferidas no senado,
deveria acreditar que membro havia nesse ga-
binete que nao mereca a sympathia da nacao
nem do corpo legislativo [apoiados.) Mas nao se
pitra dahi que o gabinete vivia em permanente
hostilidade nao so infira dahi que havia esse
azedume, esse rancor que o nobre deputado quiz
inculcar; ao menos nao podorei affirmar, apezar
do crdito quedou s palavras do nobre depu-
tado, nicamente pelas suas asserooes Para mim
ainda duvidosa a causa que o nobre deputado
assignou para a mudanca que houve do gabi-
nete.
O nobre deputado senhores, disse-nos ain-
da que nao havia mudanca alguma ; que o es-
tado em que estamos o estado em que nos a -
chavamos ha poucos dias ; pedirei ao nobre de-
putado licenca para lhe fazer algumas observa-
coes a este respeito. O seu dito to simples, tao
singular, tao terminante faz-me recordar o
dito que se attribuia a Carlos X conde d'Ar-
tois, quando entrava em Franca: '(Nao ha nada
de novo em Franca; ha um Francez de m is.
Senhores disse-nos o nobre deputado ainda
que a poltica que sustenta o gabinete actual a
mesma poltica que foi proclamada, que foi sus-
tentada pelo gabinete transacto. Eu pedirei ao
nobre deputado que me permita observar-lhe
que qualqu s que soja a perspicacia, qualquer
que seja a penetracao com que se possa exami-
nar essa poltica ella por assim dizer, sabe
fra da nossa comprehensao, nao podo ser qua-
ficada nao pode ser exactamente determinada
lanciada dos actos da administrado um rea- aqu. Sr. presidente eu peco licenca a V. Ex.
torio geral de todos os feitos de um ministerio j para observar que no gabinete que seacha actu-
]ualquer. Disseque, no meu conceito, a falla
lo throno devia con ter nicamente urna idea
cral a respeito do estado do paiz o de mais a
indicacao desuas primeiras nocessidados taes
i|uaesentenda o governo. Estabelecida assim
i natureza verdadeira deste documento, me pa-
reca fra de proposito, extemporneo que a c-
mara dos Srs. deputados para o im de convi-
lar os ministros a assistrem As suasdiscussoes ,
houvesse do sobrestar neste debate; pareca mes-
no alguma cousa indecoroso ao throno que se
houvesse de reclamar do poder executivo docu-
mentos comprobatorios dos actos que se acha-
vaocontidos na mesma falla do throno. Enten-
lia eu que as assercoes do throno deviao ser a-
creditadas ; e como muitas cireumstancias ulte-
riores se offereciao para que todos os factos con-
signados na falla do throno para que todas as
assercoes ahi estabelecidas fossem examinadas ,
averiguadas nio havia absoluta necessidade dt
adiar a discussao.
Mas, Sr. pre-idente, preciso confessar que
urna perfoita mudanca so operou as nossas cou-
sas ; preciso attender bem que as cireumstan-
cias em que actualmente nos achamos nao sao as
mesmasemque nos achamos ha poucos dias,
isto houve urna mudanca de gabinete, houve
urna mudanca na administracao.
Um nobre deputado pela provincia de Minas
Genes, que seencarregou de fazer a historia
desse processo, que considero de alta importan-
cia
cas injustas da refago u< uisincto ojury |iiiumquc
nos disse que o ministerio havia abando-
nado o seu posto por cansaco por dosfalleci-
mento cansaco o ilcsfallccimento que tinhao
sido occasionados pela I uta activa que havia sus-
tentado pido esforco demasiadamente heroico
que fizera para debellar as faeces ; esforco he-
roico chamo eu e continuarei a chamar he-
roico o esforco feito pelo ministerio que acabou
para salvar o paiz da crise medonha porque pas-
sou [apoiados geraes. j Mas, Sr. presidente, es -
taria o nobre deputado muito habilitado para nos
assignar as causas que opcrrfio essa mudanca ?
Estaria elle muito informado para vir em tom
positivo dizer cmara que o cansaco e des-
lalecimento forao a causa da mudanca do mi-
nisterio quando alias, compulsando os relat-
nos dos nobres ministros, nos vemos a cada pa-
gina que essa administracao pretendia fazer pro-
postas ao poder legislativo ,_ pretendia sustenta-
las? (Muitos apoiados.) crivel senhores,
que urna administracao que assim promette ao
poder legislativo sustentar os principios em que
funda as suas propostas caia nesse torpr nesse
desfallecimonto nesse cansaco poucos dias de-
pois ?
O nobre deputado a quem meeurefiro tambem
cstabeleceuoutrascausas para a mudanca da admi-
nistracao. Elle nos revelou que havia azedume,
que havia divergencia deopinioes entrescusmem-
bros.Eudou grande aproen s palavras do nobre
deputado quandoassimso constitueurgaoda pas-
uda administracao: mas permit- nc elleque lhe
eu observe que nao vejo acto nonhum externo ,
que nao vejo acto nenhum official em que seme-
lhante divergencia appareca que d mesmo a
entender que esse gabinete vivia desunido. Pode
ser senhores 'e eu aceito como um lacto indu-
bitavel' que todos os ministros que entao exis-
tiao nio mereciao igual conianca do poder le-
gislativo que nao merecilo igual conianca da
naci [apoiados.) Se eu prestass ouvidos at-
jiiMie au uu<: fui dilo e airmado pin alguns ac-
lmente organisado existem alguns membros
muito respeitaveis sem duvida muito esclare-
cidos mas cujos principios politicos o parla-
monto inteiramentc ignora [apoiados.) Eu nao
posso comprehender, nao posro dizer os princi-
pios p.diticos do Sr. Salvador Jos Maciel [apoi-
ados) ; nao posso determinar qual soja a linha
de poltica seguida pelo Sr. consclheiro de esta-
do Jos Antonio da ^ilva Maia pessoa a quem
nesta occasio tributo o maior respeito o consi-
deracao ; eu nao sei mesmo senhores se um
dos ministros actuaes que foi membro desta casa
o ministro da fazenda} pdeserconhecidocomo
tendo no gabinete urna opinio determinada
apoiados.) Eu vejo que ninguem reno maior
hbilitacao vejo que ninguem promette mais
ao paiz ; mas vejo tambem que do lugar em
ipie so achava de inspector do thesouro foi
chamado pa-a fazer parle di. gabinete ; donde
infiro que nao foro as suas doutrinas politicas,
quo nao for5o os seus principios que o chamirao
ao timao dos negocios pblicos. Ora se a mai-
oria deste ministerio composta de elementos
que nao podem ser reputados como inteiramen-
tc politicos, perguntarei ao nobre deputado por
Minas que nos assignou quo nao havia seno
acontinuacoda mesma politica, se por ventu-
ra eu posso inteiramente receber a sua propo-
sicio.
Ainda mais senhores : o nobre ministro
da justica tinha opinics muito conhecidas ;
suas opinies que alias eu respeito e com
que sympathiso tendom a entender a consti-
tuico do estado em pontos muito delicados e
fundamentaos de um modo governativo de
um modo inteiramente restricto ; entretanto
que o nosso digno collega o Sr. ministro da
marinha aqui nos declarou que tinha duvidas ,
que nao reconhecia na aiiuiiiiioirai o passada o
direito de fazer cortos actos que sao de urna na-
tureza tal queso podem ser feitos admittida a
politica que sustenta o nobre ministro da jus-
tica.
Se portanto a maioria do gabinete nao tem
principios politicos conherdos, se dous novos
elementos politicos que existem no seu scio nao
eslaoi-m perfoita harmona perguntarei eu :
a continuacao da mesma politica? Eu entendo
que nao, entendo, senhores, que em presenca
do parlamento, que as cireumstancias graves
em que se acha o paiz, talvez conviesse urna or-
ftanisacio mais completa ( apoiados), mais ho-
mognea ( apoiados) mais concorde porque
emfim osados que tem de ser cxercitados polo
uvnisterio actual nao sao aclos puramente admi-
nistrativos. Nao basta senhores quo um
homem se ache habilitado na profissiio para ser
ministro da guerra para que effectivamento
venha a s-lo ; nao basta que um individuo ,
qualquer que soja a sua habilitaco ou respeito
que merece ao paiz se dedique a urna ou ou-
tra profissao ;-ara ser chamado para o gabinete ;
seus principios politicos que devem ter grande
forca devem ter grande influencia cm taes
nomeaces.
Mas Sr. presidenlc que mudanca extra-
ordinaria se fez no paiz? Qual seria a causa Ic-
g:tima dessa mudanca ? Eis-aqui questoes de
urna ordem muito superior que mereccm um
exame muito a'urado [af.otados). Segundo as
opinies sustentadas pelo nobre deputado por
Minas, parece liquido parece evidentissimo ,
>;c o ministerio de 3 uhhv a cjos >hu-
cipios eu meconsorvarei sempre alliado aban"
donou o poder na occasiao a mais critica dos
negocios. E' preciso que arrede desse gabine-
te semelhante imputacao que seria de grande
forca toria diminuido muito o crdito de cada
um dos membros desso gabinete se por ventu-
ra fra real : ella provaria ou cobarda ou ne-
nhum patriotismo. Ora nao posso senho-
res conhecer em nenhum dos membros desse
gabinete nem cobarda nem falta de patriotismo;
entendo que quaesquer que fossem as cir-
eumstancias quo determinro esta mudanca
ellas nao podem deixar de ser muito honrosas
para o mesmo gabinete.
Sr. presidente cu nao sei se tudo quanto
se refere nos circuios a respeito desta nova or-
dem de cousas exacto ; mas a dar-so crdito a
alguns factos communicados por pessoas que se
dizem bm informadas parece que o ministe-
rio nao se retirou inteiramente isto que o
gabinete passado nao pedio a sua demissao. Se
com eeito iste assim se o facto da demis-
sao com as cireumstancias que o acompanhro
nao um myslerio impenetravel julgo que o
parlamento brazileiro deve attentar muito na
sua opposicao. Senhores, segundo os prin-
cipios que regom o nosso systcma nao se pode
adrnittir no poder genio quem tem os principios
que mereccm as sympathias do parlamento [a-
poiaios) senao aquellos que pela sua babi-
lidade parlamentar pelo cuidado e desvelo com
que seguem a marcha dos negocios pblicos ,
pela sua dedicacao ao paiz se tem com efeito
mostrado dignos das sympathias da maior parte
dos seus collegas [apoiados)
O Sr. Reboucas : O monarcha quem
cscolhe.
O S. Maciel Monleiro : Eu nao faco se
nao referir, ostabeleccr os principios que re-
gem as organisacoes ministeriaes. O nobre de-
putado pelo seu aparte d a entender que appa-
rece quem conteste ao monarcha o direito de e-
legcr. Asseguro-lhe que cu com toda a cma-
ra reconhecemos religiosamente no monarcha
o direito de escolher os ministros^ muitos apoi-
ados ) ; nem sera da minha boca que o nobre
deputado ouvir um principio urna so doutri-
na que possa por em duvida esse direito da co-
rrta. Mas o que digo que pela historia dos
parlamentos segundo o syslema representati-
vo os bomens que mais habililacos tem para
exercer esses cargos sao aquelles que mais sym-
pathia tern no parlamento sao aqueles cujos
principios tem por si a victoria no combate dos
outros principios__
OSr. Reboucas : O monarcha o juiz.
O Sr. M. Monteiro : Portanto .senho-
res a imputacao feita ao gabinete passado de
haver abandonado o seu posto em occasiao mui-
to seria imputacao que nao procede im-
putacao que lhe nao cabe; porque em cireums-
tancias muicriticasemquoo paizse achava intei-
ramente abalado, esse ministerio sou be haver-se
com energia ( apoiados ) pela sua robustez ,
pela sua dedicacao soubo salvar o paiz debel-
lando as faeces. O ministerio que se apresen-
ta com taes ttulos de gloria ao parlamento
ministerio que nao podia abandonar o seu pos-
to sem receber do parlamento a aureola de gloria
que lhe caba ( muitos apoiados).
Ainda Sr. presidente, se por ventura esta
modificacao ou antes mudanca que se ope-
rou tivesse lugar quando o parlamento nao
estivesse reunido poderia tomar-se semelhan-
te facto como muilo ordinario e udependeu-
te de cireumstancias que nao caba a cada um
de nos examinar. Mas lembre se a cmara que,
se discuta a respeito falla do throno poda
succeder que nesse voto de gracas um elogio
coubesse administracao ; e perguntarei eu :
a
IUUCBBO _ admin:stracao que fosse elogiada pelo parla-
mento estaria no caso de ser demittida ?
O Sr. Rebotigas : O monarcha quem
julga.
O Sr. M. Monteiro : -- O monarcha o se-
guramente ojuiz para nomoar os ministros; nos
somos os juizes para examinar as razes que ha
para tal nomeacio ( apoiados ) para exami-
nar se por ventura um tal ministerio preenche
inteiramente as nossas vistas as vistas do par-
lamento : entendo que desse jogo, que c des-
te contraste reciproco que podem resultar as
boas comhinacoos ministeriaes as boas orga-
nisacoes administrativas. Nem pens senho-
res que o monarcha brazileiro, que tantas
provea tom dado de sua dedicacao ao paiz "e
sua inteligencia mui subida queira nomcar
ministros que nao mereci a conianca do par-
lamento f muitos apoiados )...
O Sr. presidente : Eu peco ao Sr. depu-
tado que se cinja ao ponto da questao : nos
discutimos o adiamento. Parecc-me tambem
que nio parlamentar fallar no nome do im-
perador ( a poiados). .
OSr.M. Monleiro:-y. Ex. lembre- se
que nao fui eu quem o trouxe ; o nobre depu
lado foi quem me obrigou a fazer a deelaracao
mais expressa.
O Sr. presdeme :
ja
, i i _--1- 4a fine
icnuw iciiii"""


.
grs. deputados que nao devem interromper a'
quem est fallando ; nao tenho mcio mais forte
i lancar mo do que lemlirar a cada un o cuin-
primento dos seus deveres.
OSr. M. Monteiro : Sr. presidente, de
tuJo quanto eu a acabci de dizer inuito lacni-
camente entendo que nos nos adiamos em cir-
ctimitancias diferentes daquellas em que a ca-
ara se achava quando a comnisso do vol de
cragas apreseatou os seus tralnlhos. Senhores,
se par ventura se con;id:!rasse que a falla do
tlirouo nao era ama pe'a ministerial una pe-
ca que tonha referencia ao systema poltico ,
s djutrinas govern itivas aos fados ou cir-
cumitancias que podem ser encarados como ne-
cesidades p>r un, e nao necessidades por ou-
tros, se fra emlm r^ie:n appareoeste neste
acto urna entidade moral c nao o governo eu
nao teria duvida nenhuma em votar pelo pare-
cer da nobre commissao por urna ou outra
emenda que se apresentou. Mas nao entendo
assim entendo que 6 urna peca ministerial ; 6
preciso portanto que a resposta falla do throno
esteja em harmona com esla peca ministerial.
Ora quem ler com attenco tanto o pro-
jecto da nobre commissao como as emenda*
que apparceoro ver que alii ha referencia
fcita ao gabinete transacto e nao ao actual ; que
se mencono fados que sao do gabinete passa-
do; queabi mesmo se referem necessidades que
foro encaradas como taes (tela administrarn
passada e que talvez nao sejo assim encala-
das pela actual administracao. E pergunto
neste estado de cousas seria prudente, seria
regular seria consentaneo com a sabedoria da
cmara que ella houvesse de votar por lima res-
posta falla do throno que nenhuina applica-
cio livesse ao gabinete actual? Eu creio que
nao. creio que a resposta falla do throno ,
tal qual foi apresentada pela nobre commissiio ,
que as emendas offerecidas consideracao da
cmara formo verdadeiro anachronismo com
essa falla do throno a que se ella refere ; sao
cousas to differentes que nao podem ser con-
fundidas sem realmente confundir todas as no-
cocs todos os fados.
De tudo quanto acabo de dizer concilio que
v, ndispensavel o adiamento proposto pelo no-
bre deputado nao para que o governo seja a-
qni chamado para fazer a expsito dos seus
principios ; porque acho que essas chamadas
feitas pelo corpo legislativo a cada instante ,
nao sao nteiramente conformes com os prece-
dentes da casa nao sa < mesmo decorosas para
o governo; mas para que a commissiio do voto
de gracat refundindo o sen trahallio eli-
minando o que ahi adiar de inaplicayel ao mi-
nisterio actual accrescentando aquillo que a-
cbar convir ao ministerio presente baja de
siibmetter nossa approvocSo algum outro
projecto que inteiramente quadre actual ad-
ministracao. Supponho Sr. presidente, que
estas considerantes milito perfilndorias serio
bastantes para mover a cmara a nao discutir
j nem o projecto da nobre commissao nem
as outras emendas. Voto para que o trabalho
da commissao e as emendas na conformidad,'
do requerimento do nobre deputado pelas A-
lagdas sejo remettidos commissao para in-
terpdr nova mente o seu parecer.
Sr. presidente eu devo declarar a V. Ex.
que com algum constrangimento que voto
por semelhanse requerimenta de a liamento ;
devo declarar a V. Ex. que desejaria tomar
parte na discussao na resposta al mesmo
porque tenho necessidade de defender un ami-
go meu ausente que foi aqui aggrcdido com
animosidade que o Sr. barao da Boa-Vista.
OSr. presidente: Perdoe-me o Sr depu-
tado que Ihe advirta que sabe fra da questao;
na occasro competente pode tratar disto.
OSr. Maeiel Monleiro : Eu quera di-
zer que o Sr. barao da Boa-Vista nao precisava
de urna defesa instantnea pelo que se disse
aqu ; e que lendo eu una das ralbas da ca-
pital, o Hraxil, em que se di/.ia que um dis-
curso proferido por um meu nobre collega ba-
ta produzido urna sensaco desusada mu
profunda desejaria attenuar esla sensacSo ,
desejaria responder s censuras feitas ao Sr. ba-
rao da Boa-Vista.
Voto pelo adiamento.
Tomo ainda parte na discussao os Srs. Coe-
lho, Magalhes Castro Paulino, Sousa Mar-
tina e Harreto Pedroso que com conscnli-
mento da cmara retira o seu requerimento,
visto ter cessado a trise ministerial.
Segue-se urna pequea questao de ordem so-
bre a emenda do Sr. Cansansao que posta a
votos nao se approva.
Contina a discussao do projodo de resposta
a falla do throno que (ica adiada pela hora.
Desmrregfto hoje 28.
Brigue ingle/. frazilinn bacalhao.
Barca Eliza Johnston forro.
B riguc Emprehendedor o resto.
Barca Espirito Santocaixas eaixfles.
condeces sosias pedras arcos e
saceos.
Brigue Gulmare vinho pcixc e car-
neiros.
Barca Brilliant carvao.
a 'do bobada a avall galope, jno, ra do Collegio toja do Sr. Menezes;
eeendoco,. franca pron.ptido ao mando do ra do Cobug .botica do Sr More ira; na
dono finalizando con, urna valca a toque da praca da Independe,,,-,;, ^"""J*
. .__: i___*,oa nma-nia.1 Fimi.-ira : Boa-vista botica do hr. Jos Ma-
in
,1
!
COMMSRCIO.
Alfnndega.
Rendimento do din 9?
glezes.
Navios entrados no dia 20.
nusca-15. Amuielegantetoen, aprsenla- Figueroa; Boa-vista, boUcado^. ,-
I., ,,or Bernab e seu dicipulo Francisco so- na Freir Gemeiro ; en. Olinda nos cantos,
orVdoiscawIlosem pelo executando grupos. loja ,1o Sr. I) jingos Joro Alvos I. !* a
iiuur.s, eall ludes; sorte esta que foi mu i o (averna lo Sr. .lo/e Minoe dos Santos, e na
aplaudida pelas primeiras capitaes, e cidades ruado S. liento catan.)
da Europa conlo tamben, na corle lo B.o de A pessoa que tingla roupa a ru.do S.
Janeiro e cidades de S. Paulo e Babia. Rita nova muden-te para a ra 1) ruta dJ
( Principiar as 7 horas e meia ) onde continua a tingir con, promptidao e as-
Preco dos biI hteles de camarotes 68000 aoo, do qualquer c6r principalmente para
Dito de ditos de veranda 18800 preto a rogo-te as pessoas que tem roupa ja
Dito de ditos de plateia 18000, prometa en. seu poder as mande buscar com
Avendadosiiiesmosacha-se em casa do an- lircvidac.e,
i,uncante ou na loja de miudezas n. 39 na \ lim.-se i negros para servro muito l-
a da-se-lhes de comer e casa ,
por mezes: annuncic.
Ifovimcnlo do Porto.
Navios saliidos no dia 26.
Marselha ; brigue francez Circonstunce, capi-
tn Bcrandogue c;irga assucare couros.
AtS ; sumaca nacional Bom Succe to Jos Antonio da Silva, carga diversos
gneros. Passageiros Angelo Francisco do
Paula Joo Francisco Pereira e sua familia,
Antonio Jos da Fonceca hrazileiros.
Liverpool ; barca ingleza Columbus capitn
Daniel Greem, carga diversos gneros. Pas-1 prieada Independencia na loja do Sr. ler- : ,r(,ro .j'J'rXir;
samuros. Gllele Johnson e sua familia, in- nando di Luca ra da Cade n. !(i,e na lojade ^ aiuslo-se i>,
miudezas ra do Bozario larga n. 22.
N. B. Eis o espectculo que o beneficiado tem
Pescara ; 28 das, hiato nacional Ligeiro, do escoHiido, no qual promete a*> rospeitavel pu-
34 toneladas, capto Antonio Jos dos
Res, equipagemS, carga peixe.
Edital.
lilico nao poupar-se a dispezase Irabalhos es-
perando com este merecer a contemplar,) dos
seus benficos protectores, estando bem infor-
mado quanto magnnima he a generosida-
O Illm. Sr. Inspector da thezouraria das
rendas provinciacs manda (azer publico que em '
cumprimento do offlcio do Exm. Presidente da
provincia de t \ do corrento sero arremata,las,
a quem por menos fizer nos dias 6,8, 10
=r Boga-se a quem for ollerccida urna ja-
quel.! de panno lino \erde que loi furlada na
praia dos Martirios, no dia 2 do crrente,
queira mandar por obsequio na mesma ra ,
venda u. 27.
: Jos de Mello Osla com armazem na
ra da Praia faz publico, que por haver ou-
de dos Ilustres habitantes desta cidade pelos (ro (|e quaes protesta desde j um eterno reconlicci- ,0 j0S('. ,|,, \,,.||0 cs|a Qliveira.
ment.
Avisos marilimos
=r= Procisa-se de urna mulher, forra edes-
eropedida para fazer as compras diarias de urna
casa de penca familia: na ra da ConceicSo da
Boa-vista loja de tanoeiro por baixo do so-
brado.
ruantia de 21:7408325 reis, devendo ser exe- i cavilhado' de obro; quem nelle quizar carregar Oabaixo assignado acoeitou a mais do
ufadas conforme as condiedes publicadas neste diriia-se aosconsignatarios Me. Calmont &('..' umanno, duas letras de 300,0(MI rs^ caoa u ia,
le abril prximo vindouro as obras do 11. Frota-te para qualquer porto o brigoe
lanco da estrada de Santo Anto orcadat na ngloz Chote capito D. Cook forrado e en-
cn
Diario, e as plantas descripedes, e orcanien-
to respectivos que sero franqueados aos lici-
tantes pelo enjtenheiro em chele das obras pu-
blicas na reparticSo competente. Os licitantes
habelitados na forma da le devero comparecer
tiesta thezouraria nos dias indicados. Secre-
taria da thezouraria das rendas provinciacs de
Pernambuco 1(5 de fevereiro I8-3. O Secre-
tario L. da C. Portocarrciro.
Declaracocs.
inja-
-- Para Lisboa imprelerivelmente no dia
2de Marco prximo., sahir o Brigue portu-
gUCZ TatVJO /'rimero capitn Manoid de
Oliveira Faneco; ainda pode recebaralguma
carga a frele bem como passageiros para o
que ofierece os melhores com modos ira lamen-
to ; a quem convier dirija-se aos seus consigna-
tarios Mendes & Oliveira, ra do Vigario n. 12,
ou ao referido capito.
a um Doutor, ora residente nesta cidade, quan-
do se achava em certa comarca; mais essas le-
das nao furSo resultado de traotaeSo mercan-
til de qualquer natureza que fosse, porm sim o
estipendio de um acto, a que o l)r. se obriga-
ra o quo nao se eflectuou ; e portanto sao do
nenhum valor. o quo sabe tanto o Dr. quo
nem as protestou nem procurou embolcar-so
directamente do annunciante da (pianlia nellag
= Pela secretaria de polica desta provincia
se faz publico para conhecimento de quem
interessar, que na cadea da cidade de Macei, lix d
provincia das Alagoas existe em custodia um
prelo de nome Jos e de naci Cassange o
qual confessa ser escravo de Francisco Pereira ,
morador nesta cidade do lecife, e ter sido fur-
tado com oulro seu pareciro de nome Manuel
que ainda nao foi descoberto : assim como que
na cadea da cidade do Penedo da mesma pro-
vincia existe igualmente em custodia um cre-
oulode nome Liborio que declara ser escra-
- Barao Bio de Janeiro seguir dentro de figurada: porm como oDr nosonlotem retti-
poueosdiati o brigue Brosileiro FM com tuido ao annunciante as roferidaitetfaa, como
excellentes commodos para patsagoiros, anda m de seu dever ; mas ale tratpassou urna dol-
as aoSr. Claudio Dubeux desta cidade, a
vo de Joo Baptista, morador no bairro da Boa-
vista desta cidade.
O Arsenal de Guerra compra 600 sac-
ias de farinha de mandioca, no dia primeiro
de Marco; quem as tiver comparece com as
amostras as 10 horas do referido dia.
!)0080o
CIBCO olmpico.
Grande, extraordinario e inteiramente novo
espectculo gimnstico equestre para 5." feira 2
de de marco em benefi, io do artista Achules.
epois que os habis professores da orquesta
tiverem executado urna das escolhidas overturas,
dar comeco ao diverlimenlo seguinte :
1.a parte danca de corda forte 1. A arias,
difficeis e anda nao a presentadas passagens so-
bre a corda forte aonde particularmente Joo
Bernabalem de executar diliciiliosos o ad-
iniraveis equilibrios pular adiante catraz de
una mesa.
2a. parte exercicios atleticos 2. O desa-
fio dos dous gladiadores atleticos, saltando e
executando os mais naturaes, e figurados gru-
pos como tambem elegantes poscoes acad-
micas tiradas da niilhologia histrica apre-
senlado pelo beneficiado e Joao Bernab 3.
A columna perpendicular levantando urna
pessoa i. A suspenco de urna mesa com
qualro pessoas que eslo bebendo 5. A gran-
de barra de ferro 6. A columna orisontal com
seis pessoas 7. O braco de ferro-- 8. Admi-
ravel e arriscada passagem dos cavallos com
mus con,plenles cavalleiros sobre o corpo do
Kr, ules estandodeitadono chao9. O incendio
da columna infernal estando um bomem de ca-
bera para baixo na exliemidade da mesma.
;.i parte. 10. O joven Francisco apresen-
lar pela 1.a vez os difiieeis equilibrios dos pra-
tos 0 bacas como lam bem nao deixar de
empreg.-.rtoilos es esforcos paro cntrelor ores-
peitavcl publico com suas engracadaa ideas.
'i.' parle, caeicios equestros 11. No-
vos volteios areos a cavollo a galope 12.
Joao Bernab anresentar a mu aplaudida p
para pas
recebe alguma carga miuda a escravos a fre
os pretenden tes dirijo-se a Firmino Joze Fe-
Roza, amada Mo-da/n. 7 ou ao
apitSo Manoel Marciano Ferreira.
Loi loes.
O Corretor Oliveira far leilao sexta
feira 3 de Marco as 10 horas da nianh no
primeiro andar da casa n. 18, na ra f'as Cru-
;es bairro de S. Antonio da excellente mo-
bilia toda moderna e quasi nova, do urna pes-
soa capaz prxima a retirar-se desta cidade ,
consittindo em uma meza redonda para n,e;o
desala com lindo tampo de pedia marniorc,
cadeiras e canaps, solas e bancas de Jacaranda,
feitas de encomend evindas do Porto um
aparador riquissimo commodas lavatorios ,
ieitot, meza de jantar marquesa toucado-
res bandejas linas rologio de cima de meza,
dito de ouro com correntes muilas colheres ,
e outras obras de prata coxa de damasco ,
aderecos de ouro com diamantes alfinele de
paito cristaes de todas as qualidades appare-
Ibos para cha, e meza, ianternas, mangas,
frasqueiras, espingardas para caa pistolas ,
c muitos outros objectos de grande apreco.
L. G. Ferreira & Companhia faro lei-
lao por intervenco do Corretor Oliveira 0 por
conta c risco de quem pertencer de varias fa-
zendas inglezas averiadas ; quinta feira 2 de
Marco as 10 horas da manh no seu armazem
na ra da Cadea.
Avisos diversos.
O PAISANO.
quem o annnnciante foi obrigado a declarar que
nao pagava dila letra e que o motivo o Sr.
!)r. sabia : assim para prevenir outra transa-
eo adverle o annunciante ao Sr. Dr. que SO
no praso do :! dias nao restiluir-lhe as letras em
questao, declarar o seu nome ,e as circuns-
tancias que dero existencia a taes letras ;
porque nao est disposlo a deseinbolear dinhei-
ro, que nao foi ganbo por modo algum. = Jo-
o Marinho Paes Brrelo.
Ach3o-so justos e contratados a vender o
sitio do Mondego, os herdeiros do fallecido Pa-
dre Manoel Abes de Aguiar, Leopoldo Caio de
Mello Guararema como administrador de sua
mulher I), luiza l nibelina de Aguiar, e Jos
da Silva (uiinares, como administrador de sua
mulher I). Mara Antonia Cisneiro Aguiar,
e Joo de Allemo Cisneiro; (|uem se julgar
com direito ao dito sitio seja por penbora, by-
potheca direito de beranca ou outro qual-
quoruiu'io annunciepui wt iwmw dentro uo
(i dias isto para livrar de questoes judiciaes
paia o fucturo ; assim como os Srs. credores do
dito sitio queiro ter a bondade de se dirig-
rein a ra da Madre de Dos a casa do abaixo
assignado para tratarem de seu embobo, isto
al o dia 3 de Marco. Manoel Pereira Cal-
das.
z O Barliarc formado Joo Antonio de
Souza Bidlro Araujo Pereira professor
adj ui.lo de rhelorica e potica do Liceo ,
avisa a quem convier que se propoe a ensinar
em sua casa duranteo auno lectivo da academia,
rhet. rica geografia e geometra; quem do
seu prestmo se quizer ulilisar dirija-se a ra
de S. Francisco n. tS segundo andar das
Sabio a luz o n. 2 (leste "jornal; vende-sc no 6 as 8 horas da manh ou do meio dia as *
lugar do cosime. da tarde
= Aluga-se um sobrado de um andar com | = >'o lugar da Cruz d Almas ha urna pes-
solo na ra Nova, n. 42: a tratar na loja soa que prope-se a ensinar meninos a ler ,
do mesmo sobrado ou detraz da Matriz da Boa- eserever, contar pereilamente, a lingoa nacio-
vs(a t ,} | nal, e tambem da alguna coiibeciinentos de mu-
= Quem tiver para arrendar una olaria que
seja boa em bom porto e lugar aniiuin ie.
Lotera de S. Pedro Mariir de Olinda.
__ Fin consequencia da mudenca do dia do
andamento das rodas da lotera do tbeatro o
zica ; alguma pessoa do mesmo lugar que qui-
zer-se ntilisarde sen prestimo dirija-se ao Sr.
Francisco Carlos Teixeira na Cruz d'Almas
ene dir quem he.
__ Na na do Pilar em Fora-de-portas, pas-
hesoureiro, faz certo que esta lotera corro im- sando o arsenal de marinha n.122, preci-
.releriveiniente no dia 8 de .Mar,;,, prximo fu- za-se de um Irabalhador pira masseira e um
ira o servir de casa e um caixeiro
duro, por ja se ter vendido grande numero d< escravo para oservicodeca
hilhetes. O resto dos bilhetes se acbio a ven,: desembaracado para balcSo.
dos losares seguintes: Recife porto das ca- Respondendo pergunta deste Diario n.
o abaixo assignado declara ser bem conhe-
noas, na taverna do Sr. Joze Pereira; na ra 45 .
daCadeia, na loja do Sr. \ iera cambista r culo nesta prara porcaixeirojlo Sr. coronelMe-
('
loSr caoito Jo/e Coins I .e.-.l eSi'S. A'-C
nnfflc


i
? I-MBWK WSWUilM:
ftrra^.grrHEiU*:'aiMrMia**xg^^
Aluga-se um pequeo sitio na Capunga ,
com casa de pedra e cal tendo duas salas 2
quartos cozinlia fora e com poco de boa
agoa; quem pretender, dirija-se a ra do Cres-
po n. 23.
((lies : na ra do liivratnento n. 13, ou na ra
da Senzalla velha n. 32.
Compra-se um moleque de lia loan-
nos sendo bonita figura e de nacao ladino
OH bucal ; na ra da Cadeia do Recife loja n
Aluga-se urna pieta com.lcite sem cria,) 20; e tambem se premuta pelo mcsmo, ou se
e igualmente um pianno de boas vozes : no be
co da Bomba n. 32.
<) Sr. A. F. da S. G. far o favor de vir
acabar o retracto que a alguns mezes abandonou
o qual pertence a urna pessoa da pracinha do
Livramento de quem nao ignora e quando
nao venlltl da publicaoao (leste a 3 (lias passa-
r pelo desabor de ver o seu nome por exteneo,
c o motivo porque nao o concluio.
Otereceso urna mulher para ama e de
todo servico de urna casa para isso da fiador :
na ra do l.ivramcnto loja n. 7.
= Custodio Jos Alvos faz sciente ao res
pcitavel publico ou a quem convier, que o
biate Flor de Larangeira presente a carga pa-
ra o Maranhao Ilie he responsavel pelo valor
de urna porcao de carga que lhe nao entregou
na riagem que fe/ a Camama em Marco do
annopassado que o proprietario, e correspon-
dente do mcsmo ale boje nao tein satisfeito
dita liquidaran, a que dito biate est sugeito.
Na praca da lioa-vsta por cima da bo-
tica da viuva do fallecido Joao Ferreira no
segundo andar se offerecc urna parda de mili-
to bous costumes, para ser criada de urna casa
capaz.
= Precisa-se de um caixeiro que tenha bas-
tante pratica de laverna nao se olba a orde-
nado : no oitao do Livramento n 2.
Joaquim Antonio de S. Tiago Lessa ,
omprou por contado Sr. Franciscos. Tiago
Ramos morador em (Jnna, dous incios bilbe-
tos da primoira parte da primeira loteria a fa-
vor da Igrcja Matriz, de S. Pedro Mrtir da ci-
dade do Olinda que corre a 8 de Marco pr-
ximo de n. 712c 723.
Precisa-se alugar urna ama de lcite, for-
ra ou captiva dando-se bom tratamento : na
ruado \ lita Nova n. 01.
Roga-se ao Sr. Ur. Frederico Augusto
Pamplona, deannunciar a sua morada, alim
de se lhe entregaruma carta.
Lotera do Theatro.
= O thesoureiro paga os premios sabidos
na extraccao da segunda parte da 12.* loteria,
nos dias 1, 2, e 3 de Marco em seu escriplo-
ro na ra da Cadeia velha, das 10 horas da
inanha a nina da tarde e do ultimo dia em
diante somente fazsemelhante pagamento as
quarlas o sabbados como he costume.
Precisa se de um caixeiro para tomar
conta de urna venda por bataneo dando fiador
a sua conducta: no atierro da Boa-vista n. 72.
Quem precisar de urna ama de leite, que
nao tem lilho dirija-se a ra do Fivramcn-
to, n. II.
Aluga-se urna casa na ra da Viracio ,
n. 28: a tratar na ra lar^a do llozario, n. 26 ,
no primeiro andar.
Quem annunciou precisar de 000$ rs. a
premio de um e moio porcento com hypothe-
ca em urna casa terrea querendo a dous por
cento dirija-se a ra das Cruzes na loja do
sobrado n. 32 ; assim como da-se 300,000 rs.
a juros de dous por cento sobre penhores de
ouro ou prata.
Alaga-se a casa de campo do Exm. Sena-
dor Manoel de Carvalho Paesde Andrade sita
no corredor do Hispo ; os pretendentes dirijao-
se a mesma casa onde existe com quem tra-
tar.
Precisa-se de discontar a quantia de
200,000 rs. de ordenados que se bao de ven-
cer de um empregado aposentado da meza do
consulado fazendo-se grande descont; quem
quizer este negocio dirija-se a ra dos Quar-
teis n. 12.
Dionisio Moreira da Silva Santos, sub-
dito Portuguez retira-se para a Bahia.
Dase 200,000 rs. a juros sobre p-
nhores de ouro ou prata c tambem da-se em
menos quantias : na ra da Florentina, beco
que volta para a ra Bella n. 37 primeiro
andar.
Joao Ferreira Salgado subdito Portu-
guez retira-se para Portugal.
Roga-se aos Srs. criadores de cabras da
cidade de Olinda, que ponhfio cangas as mes-
mas do contrario as perderao. O atrope-
lado.
vende um negro do 21 a 28 annos proprio pa-
ra o servico de campo.
Vendas
Compras.
__Compia-seo livro intitulado Secretario
Portuguez : na na Direita n. 17.
= Compra-se urna negra moca que saiha
ongommar e coser: no armazem da ra da
Alfandega velha n. M ou em Fora de Por-
tas n. 133 primeiro andar.
__ Compra-se dous escravos una preta para
todo o servico de casa e vender na ra ; um
moleque de 12 a IV annos, para os mesmos
servicos que nao tenhao vicios e ncm acha-
"s Na toja de novo aherta na ra Nova n.
50 acha-se a venda por mais baixo preco que
em outra qualquer parte os seguinfesartigos :
ricos chales de seda ; ditos de cassa adamasca-
da guarnecidos de rendas ; lencos de seda para
senhora ; ditos pretos muito bons para homem;
sarjas largas e cstreitas para vestidos ; luvas pre-
tas sem dedos e com elles ; lindos cortes de
cassa pintadas e adamascadas ; lencos decam-
braia muito finos para maos ; inserados ingle-
zes para meza ; ditos para forrar sallas ; lindas
cortinas para varandas, ou janellas muito
proprias para as casas que Ihes bate o sol ; Lin-
ternas de fina porcellana que mostrao urna
linda vista; diversas pecas de vidros de varias
cores ; galheteiro com garrafas e copos encarna-
dos e dourados ; campoteiras sopeiras para do-
ce ; copos ; calix para champagne e vinho ; vio-
los ; rabecas ; rabecocs; trompas ; clarine-
tas cornetas de latao e de cobre ; flautas de
bano c de buxo ; cordas para violSo ; eou-
tros nniitos olijectos.
-----Vende-se urna cadeira de arruar nova
vinda prximamente da Bahia pelo preco de
120:000 reis: na ruado Vigatio n. 21.
Vende-se rap do Lisboa de superior
qualidade em libras e oitavas : na ra do Col-
legio toja do Mcnezes n. 4.
= Vende-se urna casa de taipa com frente
de pedra c cal trras proprias na ra do Ca-
liral da parte do nascente em Olinda : a
tratar no sitio das Ortas, abaixo dorecolhi-
niento da Conceicao das Freirs.
Vende-se superior vinho engarrafado de
madeira secca malvasia e de bucellas de 1832:
na ra do V gario n. 21.
Sahio a luz e acha-se a venda as lo-
jas de vros do Arco da Conceicao da ponte do
Recife e na esquina da ra Collegio n. 20,
a segunda adicta do Compendio da Doutrina
Corista" extrahido de Montpellier e Flcury ,
c accrescentado do modo de azer o examc da
consciencia para a conficao e oracScs apropri-
adas para antes c depois delta ; o methodo pa-
ra assistir o S; nto Sacrifi-.io da Missa ; asOra-
eos de Santa Maria Eterna Virgen* das Vir-
gens ; e a do Santo Agostinho ; os Hymnos de
Sania Barbara, e o do pranto da Virgen) Mai
de Dos ; o Olicio de N. S. do Carmo ; as Pa-
lavras Santsimas contra os raios o tempestades ;
aLadainhadeN S. ; oTe-Dcum T audamus ,
a Magnficat, o Tantum ergo e muitas ou-
tras Oracoes ulilissimas findando com uns ver-
sos dedicados a N. S. do Amparo para seren
cantados em sua novena ; pelo Professor publi-
co de primeiras letras da freguezia de S. Pedro
Marlir da Cidade de Olinda S. H. d'Albu-
querque : preco 800 reis tambem as mes-
mas lojas se vende composta pelo mesmo Pro-
fessor Grammatica portugueza 4 a cdi'cao a
040 reis e Arithmetica dedicada as Profasso-
ras para uso de suas alumnas contendo somen-
te as quatro operacoes d'inteiros pelo preco de
240 reis.
= Vende-se peixe fresco secco e salga-
doa bordo dos navios da pescara defronte do ca-
es de Palacio ou em Fora de Portas ; os com-
pradores encontrar ali as commodidades pre-
cisas para hirem a bordo sem dispendio algum.
Vende-se um eordao com 43 oitavas e
mcia ; um par do fivellas quebradas com 21 oi-
tavas e 3 quartos ; tudo sem feitio : na ra das
Trincheiras n. 18.
Vende-se muito supeiores bichas do Ham-
burgo aos centos, e a retalho muito em
conta: na ra estreita do Rozario", na esquina das
I.aranjeiras, e na esquina do beco do Bozario, e
arroz de casca a 4$ o alqueire.
Vondo-se uma boa canoa aborta que pe-
ga .'00 a 000 tijollos de alvenaria : no arma-
zem de capim na ra do Sol, n. 23.
^ ende-se una negra de naco Angola,
de bonita (gura de 22 annos cozinba bem,
lava perfeitamente de sabio e engomma liso,
e propria para todo o arranjo de uma casa; uma
dita de naciio de 35 annos, perfeita coz"nhcra ,
e lava de sabilo sabe comprar bom o arranjo de
uma casa: na ra estreita do Rozario, n. 22,
primeiro an 'ar.
Vende-se familia de mandioca em saccas
de dous alqueires e moio muito boa: no ar-
mazem de Francisco Dias Ferreira & Compahia,
no caes da Alfandega defrontc da cscadinha a
3$500 n sacea: e na ra da Moeda n. 7.
Vende-se um sufa ; duas bancas ; uma
du/ia de cadeiras de angico por proco com-
niodo e at com praso ; c bons bicudos : na
ra da Pcnba n 21 segundo andar.
= Vende-se uma duzia de cadeiras de oleo | Vende-se trez escravas mocas, com be*
com assento de palhinha duas banquinhas de as figuras e habilidades ; urna molatinha do
angico, ummeiosof, duas mangas de vidro 6 annos boa para f zer companhia a uma me-
com casticaes dito tendo estos muito pouco nina que ande na escolla ; trez pretos mocos ,
uso
por preco commodo : na ra das Trinxei-
ras casa n. 32.
= Cadeiras americanas com assento de pa-
lhinha camas de vento com armacao e sem ra de Agoas verdes, n. 44.
para todo o trabalho ; um dito de 20 annos ,
com bons principios de oflicio de pedreiro o
tem muita vontade de acabar de aprender : na
ella muito bem feitas a 4S500, ditas de pinho
a 38500 commodas de angico e amarello,
marquezasde condur, mezas de jantar, assim
como outrosmuitos trastes e pinho da Suecia
com 3polegadas de grossura,dito cerrado, tudo
mais em conta que em outra parte: na ra da
Florentina em casa .de J. Beranger.
= Vende-se a Medicina Popular America-
= Vende-se interessantes traslados para me-
ninos aprenderem a escrever com perfeico : na
loja de livros da praca da Independencia n
6, c8.
= Vende-se uma escrava de nacSo, com uma
cria de 1 anno, cozinha engomma coso
chao lava de varreHa, faz toce de todas as
qualidades, e refina assucar : na ra estreita
tem feito tantos milagres na Cidade da do Rozario sobrado n. 19 primeiro andar.
Continua-se a vender na loja da viuva do
Burgos cortes de chitas finas e tintas seguras a
hemorrh'o'ides," molestias"urinarias, toda quali- 2:880 3:000, e 3:500, covado de chitas
na que
Rio de Janeiro em curas de Indigestos Tizi-
cas febres intermitentes, remitentes, &c.
dade de chagas incommodos de senhoras &c.
&c. em fim todas as molestias produzidas pe-
escuras muito finas a 200 o 420 reis fitas do
seda a 40120 160 200 320 reis avara, estojos de
nnureza de sangue. Vende-se em todas as navathas finas a 3:200 sarja preta deduas lar-
Provincias do Brasil e nesta Cidade na ra da i guras a 2:000 o covado lencos de seda pretos
Cruz n 18 casa do nico agente nesta Pro- a 2:500 chales de lanzmha a 800 e 1:000 ,
rinda Joao Keller para commodidade dos pannos finos a 2:560 3:000 3;200 e 4;500
compradores, as lojas dos Sr.5 Guerra Silva
& Companhia, ra Nova Chaves c Sales ,
Atierro da Boa-vista e Cardozo Aires ra da
Cadeia do Recife.
N f. as mesmas casas cima vendem-se
tambem pilulas vogetaes do Doutor Brandrctte. I faxcr bem lavannto cose chao c faz todo o
Ermitaqe. servico interior de uma casa : na loja da viuva
o covado merino prcto do duas larguras muito
bem tecido e do mais superior que n'est mer-
cado tem aparecido a 4,200 o covado ; o outras
mais fa/endas baratas.
----A ende-se uma negrinha crioula sabe
Ermitage,
= Uma porcao de serveja de boa qualidade
f como se poder mostrar ) a 320 rs. a garrafa,
licores superfinos a maneira de Bordeaux e
da Martinique em duzia a 12, e 18,000 e em
garrafa a 1280 e 1920, charopes muito de-
licados de varias qnalidades limSo, tamarindo,
e de maracuj a OVO relias de carnauba mul-
to airas a 10,000a arroba, e de sebo pelo
mesmo modello a 6400 charutos do superior
qualidade assucar refinado a maneira da Eu-
ropa por um processo muito simples, sem
empregode potassa carvao animal ou san-
gue de boi de 100,120, 160 rs. em arroba
se da um abate proporcionado, espirites de
cheiro de cravo canella agoa da imperatriz ,
dita de colonia ern duplicada rectificaoao pol-
pa de tamarin'lo conservada ao natural, e outros
varios ohjcctos que se poderao ver no deposito
da ra das Trincheiras n. 22 : adverte-se que
tendo-so por economisar maiores despe/as,
transferido para uma casa particular, algumas
vezes suceder estar fechada das 9 ao niio dia ,
mas sempre estar aborta no restante do dia.
= Vende-se barris grandes e pequeos de
carne de vacca salgada, ditos pequeos de po-
tassa branca americana barricas com farinha
de milho, o gangas amarellasi: em casa de
Matheus Austin & Companhia ra do Trepi-
do Burgos se dir quem vende.
Escravos futidos.
xe novo n. 18.
= Vende-se uma moenda horisontal com
eos seus ompetentes perlences em muito bom
estado c por um preco bastante rosoavcl: t ta-se na ra de Ortas n. 140.
= Vende-se;uma morada de casa terrea nos
AlTogados com chaos proprios sita na na de
S. Miguel: na ra de Ortas n. 82.
= Vende-se um carro de ducs rodas com
lanternas e arreios em muito bom estado as-
simeomo uma cadeira de arruar da Babia ; tu-
do por commodo preco : na ra do Hospicio ,
casa n. 14, a primeia pnssando oQuartel.
j~
. A~'.
.ii.i ri l
- Vende se um banheiro ae maSira fouo
pintado c por preco commodo : na ra de Or-
tas n 140.
= Vende-se um negro crioulo bom oflici-
al de carpina ', uma negra mulher do mesmo,
cose lava engomma cozinha refina as-
sucar faz doce tambem crioula ; um filho
dos mesmos de 10 annos proprio para qual-
quer oflicio ; outro dito moleque de 4 annos;
tambem uma negra moca, de nacao Angola ,
lava engomma cose cozinha e faz todo
arranjo de uma casa ; uma filba da mesma de
2 annos crioula adveite-sc que se vende
por precisiio e n3o por dofeito: na ra da
Cadoia velha n. 59 loja do ferragens da
viuva de Anacite Antonio do Moraos & Com-
panhia a tratar com Jos Dias da Silva.
= Para pagamento vende-so por monos de
sen valor permuta-se arrenda-sc, e fa/.-sc
todo negocio um sitio bastante grande na
estrada da Casa Forte para o Monteiro porto do
banho casa anliga bastante baixa cocheira.
estribara casa para escravos portio cacim-
ba de muito boa agoa tudo novo baixa para
planta de capim terreno para outras lavouras,
bastantes ps de caf, 150 coqueirosvelhos o no-
vos prximos a darem, laranjeirasdova riasq uali-
dades grande quantidade c qualidldes de fruc-
teiras, como tudo ver quem o pretender que
poder entender-so a este respeito com o Padre
Mestrc Lopes Gama.
Vende-se uma casa terrea ao p da ponto
do Tocolomb n. 38 em chaos proprios com
grande quintal e cacimba; a tratar na ra do
l!ni..|.| n A V
Fugio no dia 30 de Janeiro um mula-
lato acabocolado de nome Cosme levou vesti-
do camisa de riscado j desbotada e calca, da
mesma fazenda e quando falla vira o rosto pa-
ra o lado ; quem o pegar leve a ra da Cadeia,
emeasa de Me. Calinont & Companhia ou na
ra do Collegio em casa de Francisco que
ser generosamente recompensado.
No dia 2fi de Fevereiro pela manha desap-
pareceo do tanque de agoa da ra da Cadeia do
bairro de Santo Antonio uma negra ('abunda,
de nome Felizarda que foi escrava da Sr.a D.
Thereza dos Bulhes, alta cheia do corpo ,
cabeca pequea cara redonda cor retinta ,
dentes alvos levou vestido de chila azul, cabe-
cao'da mesma e panno da costa de listras azu-
cs e brancas largas bastante sujo ; quem a pe-
gar ousouher onde ella se aclia dirija-se a
seu "t. o bacharcl \ cente Pereira do Bogo na
ra Nova n. 5 primeiro andar, onde ser
recompensado
Sabio a 26 de Fevereiro do presente anno,
um moleque comprar carne de nome Bened c-
to de a 13 annos pouco irais ou menos com
os signaes seguntes : rosto redondo othos
grandes e avernielhados una costura de tallio
de duas polegadas em urna da parte da calida ,
peito descarnado o estomago um tanto cresci-
do ps e maos a proporcSo, sabio sem chapeo,
levou rostido camisa de brim fino e calca de
estopinha julga-se est acoitado aqui em al-
gunia casa ; quem o pegar traga na ra das
Trincbeiras sobrado n. 42 ,'que ser bem
recompensado.
=Ema noite de 29 de novemhro p. p. fu-
gio do citio da Palmoira no Cuca a preta Joan-
na de naciio Snnwo de -.!? annos de id"de ,
meia fula, foi escrava de Jos Antonio do Bom-
im morador na Piranga consta ter andado
por esse lugar c pelo Remedio ; da-se 508 rs. a
quem aprender e entregar no diso sitio Palinci-
ra ou na 'ra da Cadeia do Recife loja de er-
ragem n. 56.
= Na noite de 13 para 14 de dezembro p.
p. fugio do sitio Palmeira no Cuca o preto Joo
de nacao Gabo de 20 annos de dado bo-
nita figura alto, ps grotados tem urna
marca de uma chaga por cima do p direito ,
conduziu uma caixinha com toda a roupa; da-se
508 rs. a quem o aprender ou der noticia serta
aonde est ; na ra da Cadeia do Recife loja de
ferragem n. 56.
Fugio no dia 24 do crrante Fevereiro,
um negro de nome Manuel de 28 a 30 annos,
caba branca muito suja camisa de riscado
azul suja, com principio de oflicial de chape,
loiro estatura regular cor fula, com una co
roa na cabeca de exeiticio de canegar na cabern-
os dentes das piezas deitados para fora; osajp-
prebendedores levanto na ra estreita do Ito/.-
rio n. 23, que sero bem recompensados.
Fugio no dia 20 do correte as 9 horas
da noite um preto Congo de nomo Jalo ,
alto bem barbado representa ter 30 'i0
annos, levou um baln pequeo com roupa da
seu uso um cobertor e um cbapco fino e
consta (|iie foi i onduzido por uma preta : quem
o appronendcr leve-o a praca do CommerciOi
casa de Angelo Francisco Carneiro que grati-
ficar com ,'jOS reis.

.t. xir. ju i, a
Dt 1' AIWA.-----*vr


8&&SQSS
DA
RECEITA E DESPEZA


S>&
administra(;ao do patrimonio
dos oiipiiaos
do
$Qh t* I* <
ONU
(V
mwvo

1842.


NA TYPOGRAPHIA DE M. F. DE FAMA. 1845.



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I
__
111.* Exm. Sr. Em cumpnmento do officio de V. Exc. de 7 docorrente mflz em que exige o relato*
rio do estado do Cullegio dos Orph&os e do respectivo patrimonio tetn esta Administrado a honra de sub-
metler ao conhecitn nto de V. Exc. as quatro inclusas relaces, que mostrao o estado do mesmo patrimonio ,
conhecendo V. Exc. por ellas as alterares que tem havido.
Da relnQo n. 1 se v ser o rendimento annual de 24:378^900 rs., e da do n. 3 ser a despeza ordinaria,
e annual de 16:891 #549 rs., e montando o saldo a favor do patrimonio de 7:687#35l rs., d'elle se deduzem
asdespezas que extraordinariamente se fazem com roupas e medicamentos para os Orphos ; utencis para
as aulas, e Collegio dos mesmos, concertos dd predios, 4c.,
Constando o patrimonio dos Orplios de 105 predios antiquissimos forcoso tem sido a Administrarse
para que elles seno deterioren] cada vez mais os estar constantemente reparando, e se bem que ellos so
achem em urna grande parte reparados, todava os de n. 64, e 70 existem inulilisados e quasi todos demo-
lidos, eos de n. 63 e65exigindo um gran'e reparo o que nao tem emprehendido esta Administrago,
por ser assaz dispendiosa esta reedificago, e nao ter podido despender no p. p. auno mais do que despendeu
com os reparos que man Ion azer, e que julgou de maior urgencia por ser em predios que se achavo ar-
rendados e ameagarem inminente ruina.
O Patrimonio neste anno tem desoffrer augmento por ser o em que tem de ir os arrendamentos dos
predios a praga para serem novamente arrendados ; e a diviJa passiva da Administrago mencionada na rela-
jo n. 4 ter dedesapparcer, porque obtendo j a AJmnistraco pelo suppremo tribunal de justig, sen-
tenga a seu favor"rias causas que lhe movio os negociantes Nicolao Otho Bieber & Comp. e os extinctos
congregados Laurentino Antonio Moreira de Carvalha e Joaquim de Freitas espera igualmente obter as
que presentemente lhe movem os tambem extinctos congregados JosGoncalo Vicente Pereira Francisco
Sabino, e Francisco Rodrigues Machado por se acharen) em circunstancias idnticas as daquilles.
Para que o patrimonio dos Orphos ten lia maior augmento he de urgente necessidade ; que se exima
a Administrago de pagar a decima dos seus predios e foros, pois sendo encorporados aos Proprios Nacio-
naes pelo artigo 2. da lei de 9 de dezembro de 1830 as propriedades que foro pertencentes a Congregarlo
de S. Filippe Nery tiesta CiJade para com o seu rendimento crear-se urna casa em que se educassem os
Orphos desamparados de ambos os sexos, foi pelo artigo 3 da mesma lei commettida a sua AdministiagSa
a Fazenda Nacional e por isso julga esta Administrago que individamente se paga esta decima de que
resulta o prejuizo de 2:139327 rs. annuies as rendas do mesmo patrimonio.
Semejantemente se deve addicionar ao patrimonio dos OrphSos, o quo foi dos extinctos Carmelitas
descalcos ou There/.os pois montando o capital a 8:664,* 880 rs., que renda o juro de 407*919 c os foros
a 21 300 tem estado privada de promover a sua arrecadaco se bem queja estivesse sob a sua dirergao ,
por ter o inspector da Thesouraria da Provincia reclamado estes fundos como pertencentes a Fazenda Nacio-
nal porque a lei que destiiou a casa em que habitavo ditos Therezos para Collegio dos Orphos nao fez
menco das rendas, que lhe ero pertencentes.
Nao podendo a A Iministraco vista do artigo 7 do decreto de 11 de novembro 1831 vender alie-
nar e permutar os lieus do patrimonio ,'todava pareoe-lhe que se devia conceder a faculdade deaf"iar,
precedondo pareoer do procurador fiscal da fazenda, eapprovago doGoverno da Provincia pois estando
os quatro sitios mencionados na relacaon. 1 arrendados por to baixos pregos (excepto o de n. 2, por peiten-
cerem todas as bemfeilorias ao respectivo inquillino) nenhuma vantagem tem obtido a Administrago,
desses arrendamentos nao s pelo pouco ou nenhun zelo que tem mostrado os inquillinos na conser-
vago dos mesmos sitios como por se ver a Administrago obrigada em cada triennio a fazer abatimento as
vendas afim de haver quem os arremate, ludo devido ao receio que os meamos inquillinos tem de se verern
desalojados no fim dos seus arrendamentos e nao haver sobretudo quem queira fazer bemfeitorias em trras
alheias. ^M
A cerca do Collegio dos OrphSos nada pode esta Administrago dizer por nao estar sob sua inspecgo
pela independencia em que o tem posto os estatutos adoptados ; e o Collegio das Orphas ainda nao esl em
andamento por nao ter a Administrago casa para elles adaptada e nao se achar autorisada para emprehen-
der o arrendamento de alguma.
Os estatutos que presentemente regera o Collegio dos Orphos julga esta Administrago, que de abso-
luta necereidade devein ser reformados, pois alm de nao dar autoridade a Administrago para o inspencio-
nar, e tomar conta ao respectivo director, nao preenebe o fim para que foro feitos. Iguaesestatutos
carecem o Collegio dos Orphos e mesmo a Administrado para seu governo
Eisoquanto esta Administrago julga dever levar aoconhecimento de V. Exc. a bentficio dosestabele-
cimentos dos Orphos e do patrimonio, que tem a honra de administrar pois se se nao devem as provi-
dencias pedidas e que por tantas vezes tem sido constantemente reclamadas, com difliculdade se poder ad-
ministrar e mu tardo ser o seu progresso. J
D*us Guarde a V. Exc. Recifa em Sessao d'Administraco do patrimonio dos OrphSos H de fevereiro
de 1843. III.0 e Exm. Sr. Baro da Boa-Vista Presidente desta Provincia. Laurentino Antonio
Moreira de Carvallio. Joo Francisco de Chaby. Francisco Xavier Pereira de Brilo. Antonia
Rodrigue de Almeida.



4
Demonstradlo da Recea e despeza animal da Administra-
?a do Patrimonio dos Orphos.
Pelo que rendem os predios segundo consta da
relacSo .........n. t 23:57o$5o
dem os sitios dito dito........ 5Cis'ooo
dem os foros de casas dito dito a iMisVpo
dem os dos sitios dito dito ........ 266^180 24:578^000
Pelas despezas ordinarias dito dito.....3 16:891 #5q
Stld0.............., 7:687^
Salla das sessoes da Administracao do Patrimonio dos Ornhaos em 3i de
Dezembro de 1842.

fono Francisco de Chaby,
Thesoureiro.
Jos Mara da Cruz ,
Escripturario^



*


mm
V
6
N. .
Rclacao do que rendem por auno as casas e sitios,
rao da extincta Congregado de S Felippe Ncry,
do Patrimonio dos Orphos.
que fo-
boje
Largo do Collegio.
Huma morada do casas de 2 andares............
Ra do Collegio.
dita de 2 andares..............
Ra do Crespo.
3 ditos............... .
Largo do Hospital do Paraizo.
1 dito...............
Ra das Larangeiras.
terrea................'
Ra do KangeL
dita................
Praca da Moa-vista-.
de 2 andares ............
Ra velha da Boa-vista.
terrea. ..............
Ra da Gloria.
de 1 andar.............
Ra de S. Goncalo.
terrea ...............
dita....... ........
Ra da Sebo.
dita.......... ......
Rita atrs do Assougue.
dita meia-agua.........
Ra do* Rozarioi
dita.....i.........
Ra da Cada do Recife
de 1 andar..............
dito................
de 2 ditos..............
dita................
de 3 ditos-. ..........M
de 2 ditos: .............
dito.......*.........
Ra da Madre de Dos.
de 1 dito...... .-......
de 2 ditos ...........
dito................
{Ja 1 rfjto .: .
terrea -..............>
dita.............. ..
dita.....'..............
dita.................
dita................
Huma dita
liorna dita
Huma dito
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma' dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
Huma dita
N* 1 rende por anno
3
4
5
6
7
8
9
10
11
1*
13
14
lo a
16
17
18
19
20
21
22 i
23
24
k s
26
2T
28 a
29
30
721*000
980*000
620*000
360*000
97*000
167*000
350*000
46*300
200*000
110*000
110*000
122*000
37*000
113*000
28o*OO0>
70i#00d
801*000
751*000
632*000
551*000
721*000
201*000
621*000
190*000
. t\r. .*./*/
JJUJUUU
601*000
151*000
151*000
201*000
251*009
11:027*300





V..- v
-
6
Transporte..............
Ra da Madre de Dos.
Huma morada de casa terrea..........
Huma dita dita.........-
Huma dita dita..........
Huma dita dita.......
Huma dita dita.........
Huma dita dita......
Ra do Torres.
Huma dita de 2 andares........
Huma dita dita........
Huma dita dila......''...;
. Ra da Lapa.,
Huma dita terrea ........
Huma dita dila........
Ra da Corduniz.
Huma dita dita........
Huma dita dita.......
Ra da Moeda.
Huma dita dita ...........
Huma dita dita .'....,,
Huma dita dita....... .
Huma dita dita....... '. .
Ra do Amorim.
Huma dita dita ........
Huma dita dita......,
Huma dita dita.......
Huma dita dita......
Huma dila dita.......'.'.']
Huma dita dita........
Huma dita de 2 andares.....
Hema dita terrea........
Huma dita dita......." *
Ra do Azeite de Peixe
Huma dita dita.........
Huma dita dita.......\
Huma dita de 1 andar.....
Huma dita tenea.......
11 nina dita dita ......
Huma dita de 1 andar.......
Huma dita dita........
Huma dita de 3 ditos.....,
Ra da Cacimba.
Hnma dita de 1 dito ........
Huma dita terrea .....
Huma dita dita ...
Ra do Burgos.
Huma dita dita.....
Huma dita dita......
Ra do Vi gario.
Huma dita de 2 andares........
~.~.. iiild uo u unuo.........
Huma dita de 2 ditos.......
Huma dita de 3 ditos .........
Ra do Encantamento.
Huma dita terrea .
'i H:027#300
31 rende por anno 231. 000
32 201 #000
33 12l#000
34 25l#000
35 451#000
36 9 l8i#000
37 301#000
38 i 151 #0(10
39 l#O00
40 6l#000
41 75#000
42 151#000
43 85#000
44 i80#000
45 49#000
46 73#000
47 85#000
48 101#000
49 97#O00
50 49#000
51 75#000
52 97#000
53 72*000
54 4O7#O00
55 8o#000
56 49*000
57 120#000
58 75#000
59 201#000
60 25#000
61 73#000
62 a 150#000
63 48#000
64 inutilisada 1
65 rende por anno. 48#00Q
66 IOOjOOO
67 43#000
68 * 971000
69 97#O0O
70 inutilisada I
71 rende por anno 470#000
72 351*000
73 500*000
74 i: 74*000
:352*300


7
Transporte............ 17-352* 300
Huma morada de casa terrea ..... 75 rende por auno 74*000
}um" 'ta 2 and,rei........ 76 482OO0
Huma d.t. dito. ; ^ 350,000
/iwa Uma !S ?.......... 78 4o'00
Huma dita dito.......... 79 25o ()o0
Huma d.t. dito .......... 80 m
SUmi .to K1...........8l 97,000
Huma dita dita...... 82 97|000
Ra da Guia.
Huma dita dita........... 83 97,o00
Huma dita dito ........... 84 91f0oo
Ra do Trapiche.
Huma dita de 3 andares........ 85 301 #000
Beco da Lingota.
Huma dita de 2 ditos......... 86 398*000
Ra da Cruz.
Huma dita dito.......... 87 641,000
Huma dita dito............88 641,000
Huma da dito.......... 89 320,000
Hum Ata Ato.......... 90 | 260,000
Fra de Portas.
Huma dita terrea ......... 9, 97,o0o
Huma d.t. dita ......... o2 97000
Huma dita dita ,....... 93 97i00o
Huma dita dita.......... 94 97,000
Huma dita dita.............. 95 a 151,000
Jum* Ata dita......... 96 49,000
Huma dita dita.......... 97 100,000
Huma dita dita ......... 9g 100,000
Huma dita dita........... 99 100,000
Huma dita dita.......... 100 > 100,000
Huma dita dita......... 101 J00#000
Huma dita dita ......... 102 a 97,000
Huma dita dita.......... 103 97,000
Huma dita dita.......... 104 100,090
Huma dita dita.......... 105 100,000

23:570,300
Sitios.
Hum sitio na estrada de Parnamerim ....
Hum dito dito.....
Hum dito do Rosarinho .
Hnm dito dito na estrada Miroeira
observacSes.


161,000
16,000
301,000
83,000
561*000
Todas as casas cima mencionadas, excepto as loias da de n. I, as de n. I. 7 8, 9, J4 5, 39, 41, 43, 44 62 .
71 73 77 .79, 80 89 e 90 que se aclio arrendadas por nove annos a fiodar. em junho de 1848, acho-se arrendadas
at o im de junho do futuro anno de 1843. A de o. 4 sofl'reii abatimento na respectiva renda de 4 \ rs. porque esUndo de-
signada para concerUr-se e nao podendo effVctuar-se o concert bou ve quem olierece-se essa renda. Aden. 15, por causa
- ier iiecido em novembrodo anno p. p- o rendeiroque pela secretara de estado dos negocios da fazenda obtivera eon-
nrmacSo do contracto que por sua vida fzera com os eitinctos congregado!, anda se no acfia arrendada pela lide judicial
Iue com os berdeiros corre a administraco sobre a ultimaco do mesmo contracto, Aden. 19 soflreu tamban o abalimento
e 482|820 rs na espectiva renda por ler o inquillino obtido sen lenca a seu favoi pela i elaco desta cidade, e confirmada
pelo suppremo tribunal de justica, approvando o contracto por elle celebrado com os ditos congregados em 9 de marco de
182T por espaeo de 60 annos. de n. 84, em virtude do seu estado de ruina, soflreu o abatimento de 343/ rs. impor-
tancia da sua renda.
Salla das sesses da Administraco do Patrimonio dos Orphios, 81 de dezembro de 1842. J. M. da Cru, escriturario.
I


,*rw
*'*
Relajo das casas c sitios que sendo foreiros a extipcta Con-
gregado de S. Felippe ater, e sao hoje do patrimonio dos
Orphos, com declarado do quanto p*igo por auno.
a.
Huma morada de
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
Idam dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem di ti
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
dem dita
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Ra de Santa Rita Nova.
-casa terrea,
dita .
dita .
dita t
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
de 1 andar
terre.
dita .
dita .
de i andar
terrea,
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
Ra por
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
dita .
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deS
Joze.
.
N
1
2
1
4

6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
64
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
1*600
1*280
1*440
1*000
1*200
1*700
1*600
1600
1*440
1*360
1760
1*120
lfl20
2*240
1*4)00
2*400
2*400
1*600
lf400
1*000
2*160
1*200
1*000
1*320
1*000
6*120
1*000
1*600
1*920
1*200
1*200
1*280
1*120
1*200
1*600
1*600.
1*500
1*200
1*120
1*120
*950
#720
#730
l*6O0
1*600
1*880
1*520
4
70*780


1
r-"-
uakMlMataK :
9
Transporto
Huma morada de casa terrea.
dem dita dita .
Idera dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
Iitem dita dita .
Idam dita dita .
dem dita dita .
lem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
Idtm dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dili dttdoi.
dem dita terrea
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
dem dita dita .
ravessa
la
Ji
Ra da
res
na
Travessa
de
de
Calcada
Jo 7.
Joze
Joze
70*780
Ne 48 4*440
49 1*440
50 1*440
51 1*520
52 4*000
53 1*440.
54 1*680
55 4 600
56 1*600
57 ' 2*000
58 4 s'520
59 #520
60 4^200
61 1*800
62 1*360
63 2*000
61 2*440
65 1*050 1
66 lfOOO
67 1*50
68 3*500
69 1*500
70 1*500
71 #720
72 #720
73 #720
74 1*600
75 1*920
76 2*520
77 4 #600
78 4*760
79 1*760
80 1*120
81 4 #120
82 1*520
83 1*440
84 1*440
85 s 1*000
86 4*200
87 1#600
88 1*440
89 1*440
90 1#0
91 1*360
92 1*760
93 4*120
94 1*120
95 4*120
.96 1*120
97 1*520
98 1*520
99 4*520
100 1*520
!


I! .
149*190


- V
10
Transporte...............
Huma morada de casa terrea.............* N* 101
dem dita dita............I ? 1O2
dem dita dita.............['.. 103
No fin da Rita de S. Rita.
Hum terreno sul>.............,...... toj
Fora de Portas.
\cm........................ 10o
}em...................... 106
Idem- .... ....... ^ 107
Meia-asoas.
No fundo da casa. ..,............... j4
dem. ...........'...... ig
\iem- .......... .'.'.*;; ; 28
lea.......................... 46
dem. ...... .......'.,. ....... 52
!em- *.................'.'.'.'. 63
H. .... s ...................
Estrada do Arraial.
Hum sitio sub. -.. .... *...... y. 2
Hum dito. ............* .*.".* .' .* 3
Hum dito............... a
Hum dito............"!!..*..!. 5
Hum dito...........!..!!!.. 6
Hum dito...........'."...*..!!! 7
Salinas.
Hum dito. .. ..... 1
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Hum dito................ ]' a
Hum dito. .. .#........ 3
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Hmu. dito. ........... ] .' .' .' [ \ 6
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Hum dito...........' jj
Hum dito. #.......!.!!!!." 12 '
l1 orno da Cal.
Hum dito.................. J3
149*190
1*520
1*520
1*600
IO-OO
5#160
*800
5*120
*620
1*6C0
1*120
1*000
*520
*600
*550
181*420
4*500
10*000
6*000
6*000
5*000
8*000
50*000
4*000
9*000
10*000
10*000
3*200-
1*600
3*000
4*000
1*920
l2*5t0
9*000
10*000
100*000
266*180
OBSERVACAO.
Do sitio n. 1
aforado a Fehppe Mena Callado da Fonceca por 58*000 res e do de n. 13 a
Antonio Ribeiro Campos por 100*000 reis nada tem a Administraco recebido no s por terem os
mesmos pago 10 annos adiantados aos extinclos Congregados como por que sobre a invaiidade de iaes afo-
ramentos corre a mesma Administracio letigio com elles.
Salla daj Sesses d*Administrac*o do Patrimonio dos Orphos en* 31 de Dezembro de 1842.
/. M. da Cruz.
Escripturario.


- T
* .c-)iw< l..

,
'
M. 5.
Relajo da despeza animal e ordinaria da Aministra^So do
Patrimonio dos Orphos.
Escripturario ." .
Procurador .
Advogado ...
Solicitador .
Administrador das obras
Empreados da Administra cao.
Ordenado 300*000
Gratificado 150*000 450*000
Ordenado .... 300*000
..... 200*000
150*000
.... 200*000
Extinctos Congregados.
Dous Sacerdotes a 10600 diarios..... 6 S a. i a mu
Hum Le* to.........:.::;::: *imZ
Director ...... CoUe^O dS 0rP**o,.
Vice Director ......! "'............ 52*25
Mordomo...................* ^0*000
portero ................ 400*000
Prophesso'r de primeirasLet'r.s' \ \ \ \.....\ SS2
da Msica............
Cirurgio....... ...........
Comprador a 400 rrfis diarios ....'*.'.........
Eofermeiro dito ... ............
Refeitoreiro dito ..'.'.'.'.''.......'
Duas lavadeiras dito ........... liJ^l
Roupeiro dito \ \\ \- \ \...... '0
Cozinheiro 560 ruis ...i*..........
Cinc serventes 320 ris .....
Commedorias .o Director, vi-ce Director, Mordomo .'Po'rtclro," Comprador',
Ma^r^^^ .p.' g*2g
DiU a 5 serventes 120 ris .* .* ......." 8:5',25
Para a Festa da Maternidade de JN. S. Pad'roc'ira dos Orph'aos. '. '. \ 250*000
600*000
300*000
146*000
46*000
H6*800
204*4O0
584*000
A D. Jozepha Mara Francisca de Paula
Ao Encapellado da Concejero da Boa-Vista
A Joaquina Canuto de Figueiredo .
Foros.
3*520
5*760
3*000
n, Decima.
Pea dos prepios urbanos ;....; 9.191*197
Pela dos foros.dos sitios -......'.'.'.'.',','.'.[] 18*142
1:300*000
1:387*000
12:053*800
11*280
2:139*469
1:6891*549
observac5es.
utencif nTS^L!!^TrSi '* !?,encODfio as 1 se hw com roupas e medicamentos para os Orpbos,
orear sil. hwIJ i a? *'? dos mesmos' concertos de predios 4c por se nao poderem percisameate
or5.r. Sai, da Sessao da Administrado do patrimonio dos Orpbos em 31 de Dezembro de 1842.
/. M. da Cruz,
Escripturario.



N.4.
Relacao da divida passiva da Administraco do Patrimonio
dos Orphaos dos Congregados da extncta Congregado
de S. Fippe Meri, que esto habelitados a receberem as
diarias marcadas nos artigos 8 e 9 da Le de 9 tle De g m-
bro de 4850, c dos que se acho nessa pretencao.
NOMKS.
OBSERVARES
IMPORTANCIA DA DIVIDA.
Padre Manoel Jos tioncalves. Estes coagregados esto habilitados por sen tenca,
Leigo Antonio Teixeira. que obtiverao a seu favor, percepco das diarias
marcadas nos artigos 8 e 9 da lei de 9 de dezembro
de 1830.
Padre Jos Gonealo.
Padre Viceute Perein
Estes congregados obtiverao pelo tribunal da re-
lacao desta provincia sentenga a seu favor; subirfto
por appelacSo da Administraco ao supremo tribu-
nal .de juslica, e ainda nao forfio definitivamente
decididas. Devendo-se ao primeiro 5:078 0 460 e
o segundo 6:022 ft 400 ; estfto recebendo estas
quantias em prestaos de lOj rs. cada hum, e
deve-se ainda ao primeiro 2:578i400 rs. e ao se-
gundo 5:222*400............
Estes congregados pretendem ser habilitados, e
ainda andio em litigio com a Administraco :
obterem sentenca a seu favor est a Administra-
do obrigada a pagar a cada hum destes at o fien
do correnle mez 6:846400.......
Sala das sess0ei d'Adminislraco do Patrimonio dos Orphaos em 31 de dezembro de 184!.
/. M. da Cruz,
Escripturirio.
7 800/806
7:00#800


15
Conta da
1342
Receita e Despeza da Administrado do Patr
imio
Juihc
Agosto
1
31
Setembro 30
(>n I uhro 31
Novembro 30
RECEITA
A balando por saldo do mez precedente em dinharo effectivo
1 elo que se recebeu do procurador dos rudimentos arrecadados neste
me/ segundo consta do livro respectivo
irr^T/eCebe,U d ,rocura,,,,r da Adminiitrio dos rudimentos'
arrecadados neste mez segundo consta do livro respectivo
TIdem.....dem..........''
W*m .... dem.....
Pelo que se recebeu do procurador da Administrado dos" rendimentos
arrecadados neste mez segundo consta do livro respectivo ....
319*916
3:670*100
1:026*010
496*000
5:231*250
335*350
1*:278*5*6


14
dos Ori'hosdo I. de Julho ao fim de Dezembro de
*8y52 DESPEZA.
Julho 18 Pelo que se pagou aos empegados da adniinistracfio de seus ordenados
vencidos, em junho ultimo....... 4
Aos rxrtiutos Congregados suas diarias idem '........2
Ao Reverendo Jos Goncalo da 20' p.esUcoes por conta de suas'diarias 3
Ao rteveiendo Vicente Pereira da 3 dita'dila.......4
Pelo que setntreguu ao director do collegio dos rphaos para paga-
mento dos ordemnsdos dos respectivo, empregados vencidos no
trimestre (indo em julhu ultimo...........5
Ao dito para as dispezas diarias do corrente mez ..".'. .' 6
Ao administrador das obras do patrimonio para as dfspezas a seu cargo 7
Agosto 2 Pelo que se pagou aos empregados d'adniiiiisirco do seus ordena-
dos vencidos em julho ultimo............8
Aos citinetos congregados de suas diarias dem ...... 9
A Nicolao tioHieber & Comp por conta d 1MO 0 783 rs. em
que eslava para remelles Abitada a e&lincta Congregaco. 10
o Ao Reverendo Jo; Gonzalo da 21 prestac&M por conta de suas diarias
vencidas........ |j
. Ao Reverendo Vicente Percha da 4* ditas idem '. *. '. '. 12
18 A Jos iVioieira da Silva por huma mesa p.ra a sala da Administ aco. 13
26 > Jobo P-uloFerrelra por medicamentos que aviou para o Cllegio
dos pilaos des.Je set. mbro de i8IO a siembro de 18-41 14
P. lo que so entregiu ao dir.clor do Collegio dos Orpbos para as
despeas do torrente mez.............15
ndito pri pagamento do Mtio das rt-uaa*dos orphins '. '. 16
Pelo que suentivgou ao administrador das obras do Patrimonio pa-
ra as despezas a seu cargo......... t 17
Setembro 23 Pelo que se p,r.lU aos empregados da Administradlo de"seus rdnal
dur. veniido en, ago^o ultimo...........18
Aos txliuctoB congrega os de tua/diarias idem.......19
24 Ai) Reverendo Jote Gonzalo da 22 pres.tuc.ao por conta de suas dia-
lias ven idas......... t 20
Ao Reverendo Vicente Pe.eira da 3.adita idem' !!!".!!! 21
Pe j que se entn goii ao director do CuiJ< g.o dos Orpbos para as des-
p z#s dianas dj coneiite iihz............22
26 Ao administrador as oLrs uo Patrimonio para continuado das des-
peas a seu largo...............23
Oulubro 11 Pelo que sm pag >u ao Ibes, uniro da mesa de rendas internas do 2.
semestre do ai.noue 184 La IBIS da decima dos preuios do Patrimo-
nio do bairruda Moa Vista .........24
Ao dito idem do ba.no de is.,nto Antonio.........25
21 Ao aito dem do baLrrQ do Recite............20
Aus hinpr g.ios d'V.iiiiniatia^ao de seus ordenados vencidos em se-
Uu.biu ultimo............... ,27
Ao exctfnioscocgrogaJos de su diarias i-lem ........ 20
22 Ao IL ven ndo .loi-e Guncvlo d 23. preslaco per c uta de suas durus
V. mi .as......... 29
Ao Reverendo Victott Partir a 6 dita dem .......... 30
m Pelo que se iuImU. a din ctor uo Coll gio dos Orpbos paa a. de-
pcbas dianas o .un ni' u- ...........31
> Ao uito p la t..g ius ord dados dos npeitivos emprt-g dos
uo tmnestn nrkio cm Miembro ultimo .... 32
P L ques, |.a u rcdoi ,*. 1. II gr> des Oriiacs do f ii leu
{6. a e cubera* | raos>.'Or; La s..... 53
P'u> q.n-s i..... lutiaor uas oblas do imli.ni
iBiu 1842.
108/1336
1&2 0OOO
loo 0000
100 }O
475 000O
784 0 826
50 0 000
108 0 332
107 0 400
400 0 000
100 #000
100 0 000
24 000
160 0540
761 0 306
53 0 160
200 0 00O
10 0 332
167 0 400
OO0OOO
1OO0OO
728 0 866
100 0000-
500018
138 ,) 753
925 0 834
108 0 336
162 0OOO
100 0 000
100 0000
724 0 906
400 0 000
8 0 520
100 0000
7:077 0 6O&


I
15
i
RECEITA.
Dazembro 13
1842
TfariSPdfta : ; ; ; ; ;
dem a Joo Mara Se ve era cineo letras a vencer por saldo do que deve
da renda da casa n. 19 em consequencia de se fazer effectivo ocoo-
tracto celebrado por elle com os extractos congregados ; e do alcance
em que eslava para cora a Administrtco o falecido procurador Ig-
nacio Jos de Moraes de quem era fiador ....
31 Pelo que se receben do procurador da Administrado dos rudimentos
arrecadados neste me* segundo consta do livro respectivo .
11:279*326
7:000*000
2:439#106




16
1842 DESPEZA
Transporte.................- 7.9771665
25 Pelo.que se pagou a Manoel Figueiroa de Faria da impressSo papel
e destribuicjo da conta da receita e despeza da administrado do
simestre lindo em junho prximo passado.......33 30 f 000
Outubro 27 Pelo que seeutregou ao administrador das obras do patrimonio para
continuado das despezas a seu cargo.........30 200 0 000
31 Pelo que se abona ao respectivo thesoureiro importancia do que des-
pendeo com divercos utencis para a aula de 1." letras do Collegio
dos Orphos ................37 31 0 000
Ao dito dem para a aula de msica dito.........38 16 0 060
Movembro Pelo que se pagou aos empregadcs d'administracio de seus ordena-
dos vencidos em outubro ultimo..........39 108 0 332
Aosextinctos congregados do suas diarias idem......40 167 0 400
Pelo que *e entregou ao director do Collegio dos Orphos para as des-
pezas diarias do correte mez...........4l 704 0 786
Pelo que se pagou ao Reverendo Jos Gongalo da 24 prest 580 por
conta desuas diarias vencidas........'. 42 1000000
Ao Reverendo Vicente Penira da 7. dit.i idem.......43 100 0 000
Pelo que se entregou ao adm nistrauor das obras continuado das despezaa a seu cargo.........44 200 0 OO
30 Pelo que se abona ao respectivo (hesoureira valor de urna letra que
por intermedio de Vicente Jos de Brito remeteu a Bruno da Sil-
Ycira encarregado na Corte do Rio de Janeiro do piocUratorio das
causas d'administraco..........., 45 100 0 000
Dezembro 7 Pelo que se pagou aos empregados d'AdministracSo de seus ordenados
vencides pni novembro ultimo...........46 108 (532
Aosextinctos congregados >le suas diarias idem 47 162 0000
Ao. Rey JusGnnralo da 2o* preslago por conta desuasdiarias vencidas 48 100 0 000
Ao Reverendo Vicente P.-reira da 8.' prestsgo dito .... 40 100 0 000
Ao procurador do enea pella io da Coiiengo dos Coqueirosde cinco an-
nos de foro das casas ns. 7 13 a 14 vewveis era 31 lo correnM .50 2i> 0 920
Pelo que se entregou ao administrador das obras do patrimonio para
contimnarAo das dtspezas a s< u cargo.........51 200 0 000
Ao director do Collegio dos Orphos pal a ss despezas diarias do cor-
rente mez .,..., ...........52 732 0704
15 Peloquese pagou ao thesnureiro da mesa de rendas inlernas impor-
tancia do 1 semestre do corren te snno QmoCeiro dn decima dos
predios do palrimon o do Biiiro di B>a-Vista.......3 48 ft 974
Ao dito i lera to Bdrro de Smto Antonio.........M loo 0 855
Aodiloidem doBiirrodo Rerif............88 903 I 547
31 Pilo que s'abona jo respectivo lh deu comdivers sobjjii<>s piraaauUdjuiusicadoColleliiodosOiphos 56 50 0 560
Pordivuic>s despezas miudas............ 19 0 04o
12:542 0787
Por sjIJj existente em caixa ....:....... 8.'llft 0 895
20:738 0 632
EXPLICAf.O DO SU-DO.
Em moeda..............1:415*895
Em cinco letras avencer de junho de 1813 a junho de 18IG 7:000*000 8:415 0 895
Salladas SessOes d'AdminUrac.o do patrimeniodos Orphos em Jl de Duzcmbro de 1842.
I
O Padre P-mirgas Cwmmno Afomo R"gur.va. Prusidmto.
Laurcnilrio Antonio Mo'i'iin df Cai'valhu I'-scrivo.
Juo /'" n < o de Ui/tby, TI s un ir 1.
Francisco Xavier Peieia d<- Rria Procurador.
A'.tonto 11. d iguts d .dimitida, r'ornei c lor.
I


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