Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04897


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Full Text
Afino de 1843.
Quinta Feira 23
Todo "'* depende le nos aa*jfaoa ; il nnsii prudencia mmlrrin. enerpia : oon-
jinuemo. como principiamos (tremol auonlados Com ailmiraruo entre ai Nacoe. sais
ulus. ( Proclamaco da Asserobla Geral do BbaiIL. )
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Coianna, Parehiba e Rio grande do Norte efunda-. aextas feira.
Bonito e Garanriuna a 10 e 24.
Cabo Serinbaem, Rio Formoao Porto CaWo M.ceio Alagoa. ao 4. 11 Jl
Bna-rifta e Florea a 28. Sanio Antie quintas feiras. Olinda iodos oa dina.
DAS DA SEMANA.
20 Seg. i. Eleuterio B. M. Aad. do J. de D. da 2. t.
2< Tere. Maxiraiann H. Aud. do J. de D. da 1 .
J Quart. s. Margarida de Cirlona F Aud. doj. deD. da 3. r.
53 Qoint. jeja s. Laaaro M^nge. Aud. do J. de D. da l. t.
j. Sen. Matbi Ap.
,5 Sab. a. Cetario irmio. Re. Aud. do J. di Di da 3. Y,
fi Uom. da quinquaesima a Torqualo Are.
de Fevereiro Anno XIX. JT. 4f.
O Dr.no publie.- *i........| -,,. forera t^ gE^
k*f a. ,re. -U re., por qu.rtel go. +*ffi- X rc^.?.. d.- m, h-
"CN?
Cambios.No dia i2 de Fevereiro
Cambio .obre Londre. 28 .1 por 100 OoBo-Moed. d. 6,400 V.
Paria350 rei. por franco. '
Lisboa 100 por 100 de preauo.l I. 4.0UU
I Pa.T.-Patac3a
Mord. d. cobre 2 por 100 de de. con CoIuavi.it.
Id?, de letra, de b.,.a firma, i 3 o mea. I d.lo. Mecano.
PHASES DA LA O MEZ DE l-EVEHEIRO.-
La Cl.ei. 14, 5 bor.. e 50 ai. da t.rd. I .....
Quart. cr.se. 7, 2 hora, M da ur 1.1 QU.Tt. -ig. 21 8 hora. 27
Preamar de hoje
1.- ,11 hora, a 4 da m.nhia. | 12 "> G **
compra
15.2U0
15,00J
8,400
1,780
1,780
1,780
venda,
15,40'
15.20Q
8,600
*>OJ
m.MH
1,800
dan.
"Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DO PA 16 1)0 CRRENTE.
QUlcio Ao delegado do termo do Bonito de-
clarando que deve toser recolher ao respectivo
corpo o corneta de polica que ali se acha e
de que trata o scu olllcio de 2 do corrente.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha ,
aecusando recepcao do oflno em que informa
que obriguoescuna Leopoldina somonte nece-
sita de um pequeo reparo no camarim de r ,
dedouscunhos treztoldos, urna vela de fu-
mo e de pintura : e significando em resposta ,
que pode mandar faser as referidas obras de
modo que naoembarnssem a viagem que el-
le tem de faser para a Parahibn.
Dito Ao mesmo approvando a medida ,
que participa haver tomado de passar para
bordo do patacho Pirapama a artilheria da es-
cuna Ubre, por ter este navio augmentado a
agoa, que faz.
Dito Aocommandante dar armas, auto-
risando-o addir como propc o ex-soldado
Ismael da Costa a companhia de cavallaria a
que pertenceo, afim de lhe ser diariamente abo-
nada urna etape ernquanto se achar doente :.
e intelligenciando-o de ter dirigido a convenien-
te participacao acerca dos te objecto ao governo
imperial.
Dito AoExm. e Rm. bispo diocesano, sendo queira expedir suasordens para que
se enchao de santos leos os vasos, que llic re-
mette, e que devem ser enviados para a ilha de
Fernando na embarcacao que tem de seguir
brevemente para ali.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha ,
ordenando em consequencia de requisicao do
Evm. Presidente da Bahia que mande receber
do inspector da thesouraria da fasenda a quan-
tia de 700>000 reis, em que importaran as duas
antenas, ornecidas naquella provincia escu-
na de guerra Leyalidade e acredite-a na conta
dos tanques de ierro, encommendadns pela in-
tendencia da marinha da mesma provincia para
a curveta D. Jan noria, sacando entao sobre a
referida intendencia pelo mais conforme as
remessas que forom feitas.OfTiciou-se a res-
peito ao inspector da thesouraria da fasenda.
Dito Ao agente da companhia das barcas de
vapor, disendo que pode fazer seguir para os
portosdo sul o vapor S. Sebastido, que acaba
dechegar do norte logo que tenha completa-
do as 48 horas de estacao no porto.
Dito Ao director interino do arsenal de
guerra autorisando-o comprar quatro eann-
das (medida nova j de azeite de carrapato para
continuacao do fornecimento aos corpos de ii-
nha guardas e fortalesas ; e40 toneladas de
carvo de pedra para as olficinas daquelle ar-
senal.
DitoDo secretario da provincia acamara
municipal da Boa-vista aecusando recepcao do
0lBc|0, em que partecipa ter marcado as para-
das dascompanhias do batalhao da guarda na-
cional daquella freguesia.
dem do da 17.
Olllcio Ao inspector da thesouraria da fa-
senda remetiendo um ofilcio do commandan-
te das armas acerca das patentes docapitao An-
tonio Francisco de Sousa Magalhaes desde o
posto de segundo tenenteato de capito as
quaes ainda lhe nao forao entregues nao obs-
tante ter-se ja feito por aquella thesouraria os
descootOS dos respectivos emolumentos aflu
de que baja de informar com o que constar por
aquella reparcao sobre este objecto.
Dito Ao commandante das armas, commu-
nicando ter concedido licenca para ir estudar na
academia militar ao primeiro cadete do segundo
batalhao de artilharia a p Alonso de Albu-
quoiqueMaranhao ; e que elle segu no \apor
S. Salvador.
Commando (las Armas.
EXPEDIENTE DO DA 14 DO CORRENTE.
OlTicioAo Exm. Presidente enviando-Ihe
para sercm defferitlus como lile aprouvesse, os
requerimeotOSdos soldados voluntarios Anto-
nio Rofino Rqo^s chda PedtoBorges Ifcboa,
e Rosendo MouteirO de Urna que ped5o iicen-
va para continuar seus estudos preparatorios.
osdous primeiros no lyco desta cidade, c o
ultimo no collegio das artes em Olinda.
n:i t___-w l.'v... r nn'-"!dO-!!!e ,,li
MflVKJ-----.ft II1VJIMW |l..... *. J -.-.-
recibos dos donos dos cavallos e da barcassa ,
que condusirao a bagagom da segunda compa-
gina do batilho destacado, de Goianrui pa-
ra esta capital com cuja remessa ficava pre-
henxidaa exigencia do commissario fiscal.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. informando o
requerimento de Francisca da Conceicao que
pedia demissao para seu filho Jos Custodio ,
que voluntariamente e sem idade assentou
praca na companhia de artfices.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. dando-lhe a
rasao porque o sargento qnartel-mestre Urbano
Fernandes Barros, e soldado Manual Rodrigpos
da Silveira deixarao de embarcar para acorte
no brigue imperial1 Pedro, esim como bata-
Ihao provisorio a que estavao ligados na qua-
lidadede addidos; rasao, que j havia dado
em offlrio de 15 de dezembro, que por copia lhe
rcmettia.
Dito Ao Sr. brigadeiro Antonio Bonres
Leal, mandando-lhe apresentar um soldado de
cwalaria, que o tinha de acompanhar a servico,
para Torada cidade d'Olinda.
Dito Ao desembargador chefe interino da
polica communicando-Ihe que os recrutas
Herculano Luis de Franca e Jos Miguel Dias,
assentarSo praga.
Dito Ao commandante interino do batalhao
d'artelharia a pe, exigindo inforinaces a respeito
da hora em que seapresentou no arsenal de ma-
rinha o sargento quecondusio para bordo do
vapor Paquete do 'Sulto 1" pracasque seguiSo
para a corte.e qual a rasao porque deixarao ellas
de embarcar.
Dito Ao mesmo exigindo a guia do soldado
Manoel Flix da Rosa, pedida ao seu antecessor
em offlcio de 10 de aneiro.
Portara Ao mesmo mandando dardemi-
cfioaoeabo d'esquadra Francisco Pinheiro por
ter assim o determinado S. M. I. em aviso da
reparticao da guerra de 11 de Janeiro em at-
tencao a haver sem nota concluido o seu engaja-
inento.
i OEM do da lo.
Officio Ao Exm. Presidente, ponderando-
Ule que visto nao poder por agora reuressar o
i't-sohlado Ismael Jos da Costa ao Hio Gran-
de do Sul onde tinha servido como rebelde ,
propunha que lhe fosse diariamente abonada
uma racao de etape pela companhia de cavalla-
ria em attencao ao seu estado de saude que o
impossibilita de llaveros meios de subsistencia,
e a nao ter pessoa que o proteja em circumstan-
cias taes.
DitoAo mesmo Exm. Sr. reinviando-lhe
o officio do inspector da thesouraria, involven-
do a avaliaciiodas etapes e forragens para o
presente semestre significando-lhe novamente
que se nao conformava com as rasdes apresenta-
das pelo mesmo inspector no final do seu fifTi-
cio para que a etape e forragem diminuisse de
valor, quando era sabido, que os gneros com-
ponentes da etape e forragem nao diminuirao
de preco e nem havia esperances de que di-
minuissem na prxima invernosa estacfio ; por
quanto a experiencia havia mostrado, que sea
carne no invern se tornava mais barata ; a fa-
rinha subia de preco conservando-se os mais
-eneros sem alteracao c que o capim sendo
plantado em lugares baixos tornavio-se ala-
gadizos no invern viudo a acontecer como
no anno passado que nesta estacao pouco ca-
pim houve, acrescendo que ainda mesmo no
tempo de abundancia nunca se vendeo no mer-
cado um fecho de capim por menos de 160, que
pouco mais tem de meia arroba. Expendendo
ontras rasdes, que a economa as despesas mi-
litares era necessaria ; mas que nao devia ser
levada a ponto de prejudicar, e que no calculo
do valor da etape, se devia attender, que da
racao, quandobem administrada se tirava a
quantia precisa para dar almoco aos soldados ,
que nao podiio passarcom jantar nicamente.
Dito Ao inspector da thesouraria exigin-
do a remessa da guia do batalhao provisorio,
afim de ser enviada ao Exm. Sr. Presidente, que
a reclamava em virtude de ordem do ministerio
da guerra.
Drto Ao delegado do termo do Pao do A-
Iho devolvendo-lhe os papis de contabilida-
de do destacamento pertencentesaeste mezafim
de seren reformados.
Dito Ao commandante do batalhao de ar-
lillieria remettcndo-lhe o novo modelo de in-
rormoces semestres. para que as dessedecon-
brmidade com as determinaedes do governo ini-
n..ii:il rnie lhe folio communicadas.
I^uaes remessas se fizerao aos commandantes,
da companhia de cavallaria e artfices.
Dito Ao commandante da companhia de
cavallaria autorisando-o a dispender da raixa
de economa a importancia do concert da 80-
via edagratiticacao arbitrada ao mestre dos
clarins.
Portara Ao commandante do segundo ba-
talhao de artilharia a p mandando de ordem
deS. M. o Imperador, communicada em avi-
so da repartcSo da guerra de 25 de Janeiro dar
baxa ao soldado Flix da Silva por ter con-
cluido o seu engajamento.
Dita Ao commandante da companhia de
cavallaria, mandando dar baixaao soldado An-
tonio I.ourenco, por assim oordenarS. M. o
Imperador em aviso de U de Janeiro, em at-
tencSo a ser casado e de bom compoitainento,
e haver por issosido recadado contra a lei.
II ESP A MA.
Publicamosdousdias, rererindo-nos a 6a-
zeta de Madrid que o cnsul Ingle em Barce-
lona ordenara aos navios da sua nacao que re-
cebesssem a bordo todos oseatrangeiios que se
rossem refugiar exceptuando desta medida de
humanidad!' so OS llespanhoes. Um jornal publi-
ca a carta que o cnsul de S. M. B. dirgiu ao
capitao general e que diz:
Ordenei que se recebessem a bordo, todos
os que pedissem asvlo preveninilo evpressa-
mentequese nao admittisse Bespanhol algum.
\8Sim nem dei passaporte nem protOCCO de al-
gum Ronero a subdito de S. M. C., epossoas-
severara V. V.\. (pie se admittisse fi protec-
c5odabandeirabritannica algum dos insurgen-
tes considerai-nie-hia como culpado de hosti-
lidade para com o governo perante o qual me a-
cho acreditado.
Temos repugnancia em nos associar-mos s
declamacoes svstemaliras de que um paiz Bufa-
do constantemente objecto, e sentimos que o
procedimentoe linguagem do cnsul de S. M.
Britannica em Barcelona nos obligue a sabir do
nosso systema de reserva. Se o cnsul de Sua
Magostado Britannica se contcntasse s com re-
cusar asvlo aos que delle mais precisavao sem
necrescentar urna affectac5o supe'rflua dos mo-
tivos do seu procedimento noscontentaria-
mos com exprimir quanto era vergonhoso para
elle e para a sua patria a interpretacao quedava
aos seus deveres, mas nao consentiramos que
indirectamente censuxasse os que comprehen-
dciaoa sua missao mais nobre, corajosa e hon-
radamente.
Este respeito mais que escrupuloso da dou-
trina da nao intervencao parecer talvez exagge-
iada a quem condece os hbitos da poltica in-
glesa e o tentar a acreditar que o cnsul bn-
lannicovio sem grande pesar as calamidades
que cahfo sobre a cidade mais industriosa, e
a provincia mais manufacturera de Hespanha.
Ha casos em que a neutralidade mais odiosa
que qualquer especie de intervencao, pouco
generoso querer saber a nacao dos que pedem
soccorro estando para se alTogarem e pedir
passaportos a desgranados que pedem a vida.
Quando a nu inglesa Formidable encalhou di-
antede Barcelona, os marinbeiros francezes
que a soccorrero nao perguntarode que nacao
era. Bem O saiao. Dos nos livre de realfar um
servico que os homensccristaos devem uns aos
ontros ; mas, se o cnsul ingles tinha empe-
nho em saber como se pode intervir sem of-
fender os direitosde neutralidade tinha vista
um exemplo. .
Quando os insurgentes arvorarao a bandeira
tricolor, o cnsul francez nao interveio, e nao
tratou de animar disposicoes que podio cha-
mar novos (lagei.08 sobre estas populaces sa-
crificadas ; mas interveio quando vio as pecas
de Monjuich assestadas sobre Barcelona ; in-
terveio de una parte para livrar as iillias do ca-
pitao general dos excessos da vinganca e da
ontra para salvar proscriptos sacrificados
Vindicta de um poder que nao conlieee amnys
tia. O cnsul ingle/, por urna excessiva deUoadc
sa deconscioncia diplomtica falln aos devore
imprescritiveis da humanidade, para nao atl
lar aos direifos dos neutros. Conamosem que
o governo ingle por decoro reprovara enrgica-
mente a lingoagem do sen agente, e estamos per-
suadidos (pie a nacao ingleza por sua hon'ra se
envergonhar do porte do seu representante.
(J. dos DA-lde de.iembro. )
Cinco mil quatro centas horas durou o sitio
que sofi'reu a inmortal Gerona na guerra da in-
dependencia ; durante este periodo pcrduravel
lancro os Franceses contra a cidade 32:000
projectis ocos isto seis bombas ou granadas
por hora: dez horas durou o togo que mandou
romper contra Barcelona o general Espartero;
ueste curto periodo cahiro na cidade 800 bom-
l.as, isto, 80 por hora. O furor de destruir
que animara o general hespanhol contra urna ci-
dade bespanbola comparado com o do geno-
ral francs contra nina cidade estrangeira est
em porporco de 6 para 80.
DO SOL DE 20.
Boktim da larde.
Parece que entre o cnsul Francez em Barce-
lona e o duque le victoria tem mediado agras
conlestacoes por motivo de haver atacado esto
aquello em ama communicacao feita em scu ne-
me. O general Espartero manifestou ao cnsul
a sua estranliesa de tractarcom pouco comedi-
inento o regente do reino: ao que o cnsul fran-
cei respondeu que nao havendo levado os seus
despachos a firma deum ministro responsavel,
s o havia considerado como um particular. Tal
a noticia segundo a d um peridico da manha.
ASSEMBLEA GEUAL.
CMARA DOSSRS. DEIH'TADOS.
si'ssdi) de 17 de Janeiro.
Contina a discusso do parecer dacommis-
sao de poderes sobre as eleices do Maranho ,
quelica ainda addiado.
O adamento Julga-se discutido e posto a vo-
tos approvado.
Contina a discusso do projecto da resposta
falla do throno.
O Sr. .Magalhaes Castro discorre largamente
sobre a materia notando que nao se creia que
pela censura que elle orador tem de fazer n'esta
casa actos do ministreio elle deseja a sua
mudenca; nao a deseja e observa que com
cssas mudencas que tem havido de ministerios a
nacao nada (em ganho. Conclue remetiendo .
mesa o segninte:
Aoparagrapho 6. do projecto do resposta
ralla do throno, una-seo seguinte:
(( gr< a cmara dos deputados, sollicita
pelo bem do paize cheia de fervor pelo systema
representativo, igualmente so oceupar na
forma da constituico de confeccionar urna le
de eloicoes que se a capaz de consolidar a forma
lo governo jurado, e de acreditar, quanto mais,
a representaco nacional, cuja proposicao mais
conveniente seria que partisse do poder execu-
tivo mais habilitado sem duvida pela pratica
dos negocios pblicos. A cmara dos ddeputa-
dos Sr., constantemente zellosa as venturas
da patria', sent sobremodo que fossem ainda
inelficases, se nao adversas em algumas das suas
disposicoes, as instrueces quebaixaroa este
respeito com o decreto n. 157 de 4 de maio do
anno prximo passado. Magalhaes Castro.
ti apoiada e entra em discusso.
Falla tamben, sobre o projecto o Sr. Sousa
Franco, fasendo algumas censuras a actos do
ministerio, declarando que elle orador gover-
nista e nao ministerialista. Trata mais larga-
mente sobre a administraco de sua provincia.
discusso fica adiada pela hora.
Sesso de 18.
Contina a discusso adiada do requerimen-
todas commissoesdefazenda e justica crimi-
nal pedindo informacoes ao governo sobre o
requer ment de alguns moradores da villa de
Silveiras.
I omo parte na discusso do requenmento
os Srs. Aguiar Yasconcellos Reboufas ,
Antonio Jos Henriques, Albuqucrque e D.
Manoel que vota para que venhao as infor-
ma! -oes do governo a respeito do objecto de que
trata o roquerimento e desejava que estivesse
n:, Casa o Sr. ministro da guerra para infor-
mara cmara a tal respeito.
() Sr. Pacheco aoprova a exigencia das in-
formacoes.
O Sr. Clemente Pcreira declara-se a favor


do requerimento das commissoes o presta al-
guns esclarecimentos acerca do procediment
das tropas da legalidade quando cntrarao na
villa dos Silveiras lendo um odicio que a tal
respeito recebera o governo em consequencia
de ter mandado averiguar esse facto em
que se declara que com efleito as tropas de-
pois de entrarem na villa dos Silveiras nao so
saquearo as casas dos rebeldes, como tambem
as dos legalistas masque o commandante da
columna nao pode obstar a estes excessos que
na verdade o governo muito sent.
Fallao mais sobre esta materia as Srs. Car-
neiro da Cunha Nunes Machado e Barreto
Pedroso.
Discutida a materia do requevimento
posto a votos e approvado.
Contina a discussao adiada do voto de gra-
cas com as emendas apoiadas.
OSr. Garcia da Almeida discorrendo sobre
a materia em quesillo, da dar que nao pode
dcscobrir no projecto da commisso nemcensu-
ras nem elogios ao governo ; antes Ihe pare-
ce que o projecto satisfaz o objecto a que e de-
dicado. Depoisdo nobre orador elogiar a e-
nergia do governo e as medidas que tomou
para apagar a lava da revolucSo entende que
a lei precisa do apoio da forra para ter execu-
cao ; e conclue votando pelo projecto, com
a emenda do Sr. Peixoto de Rrito 'aquella
parte que diz : Que a cmara acompanha
a profunda magoa dj S. M. I. pelo derrama-
ment de sangue brasileiro.
O Sr. Sousa Martins fez um longo discurso
em que censura alguns actos do governo e
com muita especialidade os relatorios rcpar-
ticao dos negocios estaangeiros: pergunta ao
Sr. ministro da justica se era certo que o Sr.
ministro dos negocios estrangeiros havia pedido
asua demissao ; ao que respondo S. Ex. que
era verdade queox ministro havia pedido
asua demissao.
O Sr. Mandes dos Santos vota pelo projacto
0 elogia a condu ita do governo.
A discussao lina adiada pela hora.
questao como o nosso correspondente o leo, foi
assaz mutilado; o que nao succede sua corres-
pondencia que alias pecca tambem em algum
.os vicios do communicado a que responde.
Nao temos a menor relacao com o Sr. D. Fran-
cisco nunca Ihe fallamos ; mas parece-nos ,
que um homem forasteiro, que procurou o nos-
so paiz, que aqui nao tem foito accoes que des-
merecao o bom conceito quedelle azem as pes-
soas que o conhecem sendo offendido algum
direito tinha a conseguir de nos a publicacaode
um desaggravo fosse este procurado por elle ,
ou por seus amigos ou afleicoados ; c foi esta
a rasao de prestarmos as columnas de nosso jor-
nal ao communicado em questao ; assim como
he por essa mesma raso que ora publicamos a
correspondencia sobre que fallamos; embora
esta e aquelle se desviem algum tanto do fim
proposto.
Correspondencia.
hamo m pmwBuco.
O BHIGUE-ESCNA OLNDA.
No dia 16 do correntc pelas 5 horas da tarde ,
como annunciamos em o nosso n.u desse dia ,
cabio ao mar o brigue-escuna nacional denomi-
nad) (Hind do risco e execucao do nosso h-
bil patricio, oSr. Francisco Jos Mariano. Es-
te navio teve principio em 7 de marco do anno
passado e foi laucado ao mar faltando-lhe so-
mente a cmara praea d'armas, belixes de
proa e mastriacao : nao he elle a primeira obra
do Sr. Marinho ; mas he, segundo os entende-
dores a mais perfoita ; prova de que o nosso
constructor ganha em experiencia e sabe dar dc-
senvolvimento sua intelligencia nao obstan-
te nao ter tiilo mestres. O brigue-escuna he for-
rado encavilhado e repregadode cobre, tem seis
portinholas por banda e calla a r 0 H ps, s
&.proa 5 '> : tem 74 l% de quilha recta 78 de
roda a roda 12 escassos de bocea e 9 V* de
pontal: tem o cavername, latas, vaos, curvas,
roda-cadaste m'ios de cintae alguns tales de
cicupira ; a quilha e sobre-quilha de pao d'arco;
o fundo, parte do cintado e borda no exterior de
vinhatico; a borda no interior e osenebimentos
de cedro; e o forro do exterior no fundo de
pinho.
Ahaixo publicamos urna correspondencia
assignada pelo Senhor Amigo do offendi-
do que nos censura por havermos publi-
cado em 18 do corrente um artigo, que elle en-
tende ser um infame e nSo provocado libello con-
tra um'i pessoa sagrada esquecendo-nos assim
da prudencia com que at entao redigiramos a
nossa folha. Sentimos na) estarmos de accordo
com o nosso correspondente c ainda mais ser-
mos obrigados a repelir a sua aecusacao; porque
desejavamos conservar na questao acetada per-
feita neutralidade ; he orcoso porem justificar
mo -nos; embora esta justilicacao seja mal in-
terpretada apezar da clareza, com que procura-
remos explicar-nos: desdeja porem protestamos
nao dar mais urna palavra sobre a materia. Urna
pessoa que nao he nem estrangeiro nem emigra-
do procurou de nos saberse publicaramos um
artigo a respeito de um facto succedidoentre dous
empregados do liceo desta cidade c nos res-
pondemos que sendo elle cscripto com decencia
e moderacao nao duvidariamos publical-o, pois
que se tratava de um objecto sugeito impren-
6a ; nem podamos lembrar-nos, que alguem
julgasse sagrado um empregado publico, quando
se tratasse do exercicio do seu emprego. Ver-
dade he que nao veio o artigo em tudo como
nos o haviamos exigido ; mas todos quantos se
prope a escrever sobre um objecto que Ihes in-
teressa por qualquer motivo que seja, saosem-
pre tao exigentes, que he preciso ser de urna in-
flexibilidade a toda a prora para nao condescen-
der em cousa alguma. Ainda assim o artigo em
Srs. Redactores.
Redigirao Vmc. o seu Diario com louvavel
prudencia at o dia 18 do corrente, em que pu-
blicro um infame e nao provocado libello con-
tra urna pessoa sagrada que cuida muito em
niio offender a ninguem, que he um modelo de
afabilidade e que agora mesmo nao quer ,
como bem podia perseguir a alguem, porque
he incapaz de urna vinganca. Essa vileabjecta
produccao hegeralmentcattribuida a dous emi-
grados p'jrtuguezesestreitamente amigos, Ar-
cades ambo, urn dos qu.es bsm conhecido pe-
las suas malevolencias, e outro de quem te-
mos grandes informacoes, e que em pouco tem-
po tem provado serem exactas viva em outro
paiz onde se achava segundo diz, carregado
de ttulos e empregos obtidos da singeleza deum
infeliz ex Monarcha que concede tudo o que
fingidos amigos Ihe vao pedir no seu desterro ,
menos dinhero porque o nao tem. Mas he no-
tavel, que estando este homem tao cheio de
honras l nessa trra aonde poda goza-las ,
abandonasse tudo, para vir habitar no estrangei-
ro Brazil aonde ellas nao podem ter logar,
nada valem, nada significao, e todava quer fa-
zer dellas grande ostentacao e aonde emfim se
arriscara a nao ter de que viver !!! Isto he um
enigma que ainda ser decifrado.....Foi re-
prehendido por quem tinha a autoridade e o-
brigacao de o fazer. Nem urna s palavra res-
pondeu entao; e rezervou-se para ferir oceulto.
e pelas costas, como fazcm os vis assassinos co-
bardes, allegando agora textos latinos, que pro-
vao muito mas nao o verdadeiro ponto de que
se tracta.
Dirao Vmc. que a sua folha est prompta pa-
ra receber a defoza do insultado : mas elle co-
nhece e sustenta assaz a sua alta digndade para
se abater a responder, e por peridicos a taes
individuos, e a tao atrozes vilezas, entretanto
8 do outubro de 1841 \indas no B. Port.
Turujo consignadas a Jos Rodrigues Taru-
jo contendo ervas medicinaes que por ar-
ruinadas nao tem valor, sendo o valor das bar-
ricas 2:000 rs. S. M. S. N. Urna caixa ,
entrada em Janeiro de 1842 vinda no Brigue
Escuna Portuguez Amelia consignada F.
B. de Medeiros contendo ropa velha suja ,
e em mo estado por isso sem valor sendo
o valor da caixa 649 rs. Alfandega 22 de fe-
vereiro 1813. ( Assignado ) V. T. P. de F.
Camargo.
Para comprimento do Art. 4. do regu-
lamento n. 113 do anno prximo passado sao
convidados por o presente as pessoas que se in-
teressarao para a admissao dos menores abaixo
declarados, na Companhia de aprendizes meno-
res a virem a este juizo omprir a disposicao
do citado Art. debaixo da pena ahi imposta.
E para que ninguem seachame a ignorancia
mandei com este publicar o Art., a que o mes-
mo se refere. Juizo dos Orlaos da Cidade do
Recife 14 de Fevereiro de 184.3. Carneiro
da Cunha.
Art. 4. Do regulamcnto cima citado.
Nenhum menor ser admittido as referidas
Companhias seu que sem pai, ou tutor obri-
gue por termo assignado do juizo dos Orfos
respectivo a pessoa do m;smo menor ao com-
primento dosonus, que no presente regula-
mento se impoem aos aprendizes menores; es-
ta disposicao comprehende os aprendizes meno-
i res actualmente existentes nos arsenaes, debai-
xo da pena de serem despedidos no caso de
recusa.
monto de Francisca Xavier das Chagas; da(i
quando admittido 9 annos.
15. Joao Marques Rodrigues fi||,0 de p
incgnito natural do Recife admittido en
17 de setembro do 1840
<< requerimento de
a olTensa est feita : e a quem e por quem
A um homim respeitavel por todos os titulos, a
quem Pernambuco (leve innmeros beneficios
e gratido : c por homens cujas recommenda-
cdi's sao a imp stura a fatuidade e a inso-
lencia : gozem pois da nica vantagem que tem
os descarados sobre os homens de bem insul-
tar e oTender, e terem em troco o desprezo das
victimas de sua perversidadp. Queirao ^rs. re-
dactores publicar esta carta em obsequio a urn
Amigo do offendido.
M? 11 I n o
JUI IUV..T.
Vicente Thnmaz Pires de Fiyueredo Camargo ,
Cmmendador di Ordem de Christo eIns-
pector da alfoudega c.
ra saber que no dia 25 do corrente se hade
arrematar em hasta publica na porta da alfan-
dega ao meio dia as mercadorias abaixo des-
criptas ja annunciadas por edital de 30 dias ,
as quaes se achao nos armazens d*esta alfande-
ga alern do tempo permittido pelo regulamento;
tendo os preces tao bem abaixo descriptos por
se rcharern avariadas menos os vidros de o-
podeldok.ASM urna caixa n. 2 entrada
em30 de agosto de 1841, vinda no B. Port.
Africano contendo 20 vidros corn opodeldok
em 48 30 ditos com vomitorios de Le Boy ,
valor em 400 rs. 39 ditos com purgantes de
dito, valor de 640 rs. 9 ditos de Elixir ,
valor de cada um lj} rs. dez ditos de dito
maiores, valor de cada um lg rs. 48 ditos
de agoa de colonia duzia lg rs. 66 ditos de
RelacSo dosaprendises menores existentes no ar-
senal de guerra desta Provincia, que precisao
preencher a disposico do Art. 4. do regula-
mento n. 113, de 3 de Janeiro do corrente
anno.
1. Belarmino Mendes, filho de Manoel Men-
des natural do Recife, admittido em 3 de ju-
Ihodol835, requerimento de Maria Fran-
cisca da Conceifao ; idade quando admittido 6
annos.
2. Manoel Ignacio filho de outro natural
ilo Recife, admittido em 5 de (evereiro de 1836,
requerimento de Maria Luzia ; idade quando
admittido 8 annos.
3. Francisco Borges, filho de Francisco Jo-
s Pereira, natural do Recife admittido em
17 de maio de 1837 requerimento de Maria
de Santa Anna; idade quando admittido 10
annos.
4. Belizario Andr da Silva filho de Joao
Rodrigues, natural do Recife, admittido em 19
de junho de 1837, requerimento de Benedita
Francisca da Silva ; idade quando admittido 6
annos.
5. Geraldo Jos Thomaz. filho de Jos Tho-
mazMariz natural desta Provincia admitti-
do em 16 de mareo de 1838 requerimento
de Joanna Thomazia ; idade quando admitti-
do 9 annos.
6. Romualdo Jos Thomaz filho de Jos
Thomaz Mariz natural desta Provincia ad-
mittiJo em 26 de marco de 1838 requeri-
mento de Joanna Thomazia; idade quando ad-
mittido 12 annos.
7. Thom do Espirito Santo filho de pai
incgnito natural desta Provincia admittido
um 6 de abril de 1838 pela administracao dos
estabelecimentos de caridade ;
uiJjiiiiudo 7 anuos.
8. Ludgero Cassiano Vellozo da Silveira ,
filho de Jos Theodoro Vellozo da Silveira, na-
tural do Recife admittido em 17 de setembro
de 1839 requerimento de Jos Theodoro
Vellozo da Silveira ; idade quando admittido
11 annos.
9. Joao Carlos da Silva filho de Carlos Jo-
s dos Santos, natural dos Affogados admit-
tido em 11 de novembro de 1839 h requeri-
mento de Carlos Jos dos Santos; idade quan-
doadmitido 8 annos.
10. Manoel Caetano, filho de Luiz Caetano,
natural de Olinda admittido em 17 de leve-
reiro de 18W por Portara do Exm. Sr. Pre-
sidente, de 17 do mesmo me e anno ; idade
quando admittido 11 annos.
11. Manoel Cassimiro do Sacramento, filho
Je Joao Correia natural do Recife admitti-
do em 6 de marco de 1840 requerimento
de Thcrcsa Maria de Jezus ; idade quando ad-
mittido 9 annos.
12 Francisco dos Passos Ramos filho de
Joao Paulo de Lira Flores natural do Recife
Jacinta Emilia de Barros ; idade quando ad
mittido 9 annos,
16. Joao Baptista filho de Joao Feliciano
natural do Recife admittido em 12deoutul
bro de 1840, requerimento de Lauriana Ma-
ria de Sena; idade quando admittido 10 annos"
17. Joaquim de Santa Anna, filho de outro
natural d'Agoa-preta admittido em 15 u
dezembro de 1840 requerimento de Fran-
cisca Pereira da Conceicao ; idade quando ad-
mittido 11 annos.
18. Claudino Jos da Silva, filho de Manoel
Simplicio natural do Recife admittido em
23 de novembro de 1840 requerimento do
Antonia Maria dos Prazeres ; idade quando ad-
mittido 11 annos.
19. Theotonio Jos de Santa Anna filho
de Joaquim Jos de Santa Anna natural do
Recife, admittido em 15 de dezembro de 1840
por Portara do Exm. Sr. Presidente de 5 do'
mesmo me e anno ; idade quando admittido
10 annos.
20. Alexandre Gomes, filho de Adriano Gu-
ies natural do Rio Gjande do Norte admit-
tido em 19 de dezembro de 1840 a requeri-
mento de Anna Francisca das Chagas; idade
quando admittido 9 annos.
21. Luiz da Silva Duarte filho de Clemen-
te da Silva Duarte natural do Recife, admit-
tido cm 22 de Janeiro de 1841 requerimen-
to de Luiz Antonio Barboza de Brito ; idade
quando admittido 8 annos.
22. Elizeo do Reg Barros, filho de Fran-
cisco Jacar natural do Cabo admittido em
5 de abril de 1841 por Portara do Exm. Sr.
Presidente de 5 do mesmo mez e anno ; idade
quando admittido 7 annos.
23. Juvenal Olinto d'Alcantara filho de
pai incgnito natural de Jguarass admitti-
do em 6 de abril de 1841 requerimento de
Firmina Maria de Jezus ; idade quando ad-
mittido 12 annos-
24. Justiniano Nunes d'Abreo, filho depai
incgnito, natural do Recife admittido em 4
de maio de 1841, requerimento de Carolnia
Nunes d'Abreo; idade quando admittido 7
nnos.
25. Vicente Nunes de Abreo filho depai
incgnito natural do Recife admittido em 4
de rnaio de 1841 requerimento de Carolina
Nunes d'Abreo
macass, valor de cada um 80 rs. -iOcaixi- joao i-auo ae Lira llores natural to iteciie ,
nhas de pastilhas de altea sem valor de- admittido em 4 de abril de 1840 a requeri-
saceis ditas de ortel pimenta a 320 cada urna ,! ment do mesmo menor idade quando ad-
22 vidros com vilete a 100 rs. cada um 4 I mittido 11 annos.
rs.
ditos de balsamo a 200 rs. cada um 9 ditos
de agoa medicinal para a toce valor 2:000 rs. ,
do/e folhetos com as virtudes do Elixir valor
1:000 B Tres caixas grandes vindas da
Babia, na lancha 5. Jos, entrada cm feve-
reiro de 1842, consignadas a M. B. de Freitas,
contendo charutos arauinados valor 40:000.
-BIC Duas hnrrr>s S. N entradas em
13. Joaquim de Paula Vasconcellos filho
de Joao Baptista de Santa Anna. natural do
Rio de Janeiro admittido em 19 de junho de
1840 requerimento de Maria do Carmo Ca-
valcante ; idade quando admittido 11 annos.
14. Fclis Ferrcira da Paixio filho de Ma-
noel Ferreira Portugal, natural dOlinda, ad-
imtC.lo IO A--------.,. ,1 ISn A.........-
idade quando admittido 6
annos.
26. Joao Jos Bom Capristano, filho de pai
incgnito, natural do Bccife admittido em 8
de maio de 1841, requerimento de Anna Gal-
dina ; idade quando admittido 12 annos.
27. Joao Eugenio, filho de Pedro Jos, na-
tural do Recife admittido em 13 de maio de
1841 requerimento de Joaquina Francisca
da Penha ; idade quando admittido 12 annos.
28. Amhroziodo Rozario filho de pai in-
cgnito natural do Recife admittido em 2
de julhode 1841 pela administracao dos es-
tabelecimentos de caridade ; idade quando ad-
mittido 7 annos.
29. Leocadio Flor d'Olinda admittido cm
19 de agosto de 1841 pela administracao do
estabelccimento de caridade ; idade quando ad-
idade quando I mittido 12 annos.
30. Theotonio Cezar de Almeida filho de
Jos Cezar de Almeida natural dos A ffogados,
admittido em 20 de agosto de 1841 reque-
rimento de Antonia Maria de Santiago ; idade
quando admittido 9 annos.
31. Manoel Joao Lins filho de Ignacio Jo-
s Gomes natural dos Affogados admittido
em 30 de agosto de 1841, requerimento de
Anna Maria da Conceicao ; idade quando ad-
mittido 13 annos.
32. Marcolino Soares Ferreira, filho de Car-
los Francisco Vital, natural de Jaboato ad-
mittido em 1. de setemhro de 1841, reque-
rimento do mesmo menor ; idade quandoad-
mittido 11 annos.
33. Miguel da Silva Neves filho de Manoel
da Silva Neves natural dos Affogados ad-
mittido em 2 de outubro de 1841 requeri-
mento de Francisca das Chagas Goveia ; idade
quando admittido 13 annos.
34. Siman Judas Thadeo filho de Manoel
Gcrmauo natural do Recife admittido em
12de outubro de 1841 5 requerimento de
Anna Roza de S. Joaquim ; idade quando ad-
mittido 9 annos.
35. Podro Jos de Carvalho filho de Luiz
Jos de Carvalho, natural do Recife admit-
tido em 15 de novembro de 1841 requeri-
mento do capitao Manoel Feruandes da Cruz ;
idade quando admittido 10 annos.
36. Dionizio da Cosa do Rozario filho de
Joaquim da Costa natural do Recife admit-
tido em 1. de dezembro de 1841 requeri-
mento rde Joaquim da Costa ; idade quando
uiiiiuido II annos.
I


37. Jacintho Jos Bizcrra filho de Jos A-
ixandre pa Silva natural do Cabo admitti-
do em 5 do fevereiro de tS2 A requerimcn-
todo Anna Joaquinu das Dores ; idade quan-
do admitido 5 annos.
38. Jos Henriqucs de Franca filho de
Ignacio Jos Vicente natural do Recife ad-
mittido em 13 de fevereiro do 18V2 rcque-
rimanlo de Anna Maria Joaquina Silvana ; ida-
de quandoadmittido 11 annos.
39. Manoel Ferreira filho de Ignacio Fer-
;-eira do Freitas, natural de Goianna admit-
tido em 16 da fevereiro de 18i2 requeri-
mento de Theroza de Jess ; idade quando
admittido 9 annos.
40. Prefiliano da Fonceca filho de Manoel
Pereira da Fonceca natural de Goianna ,
admittido em H do levereiro de 1812 re-
querimento de Anna Joaquina Dourado; ida-
de quando admittido 10 annos.
41. Marcolino Martins filho de Pai incg-
nito natural da ilha de Fernando admittido
em 30 de outuhro de 1837 a requerimento
do coronel Aleixo Jos de Oliveira; idade quan-
do admittido 5 annos.
42. Adriano Antonio Gomos filho de A-
driano Gom;s, natural do Rio Grande do Nor-
te, admittido em 19 de dezcnibro de 1840,
requerimento do Anna Francisca das Chagas ;
idade quando admittido $ annos.
Dos seguintos se ignora quaes as pessoas que
solicitro suas admisses, nao existindo no
archivo documentos que o declarem.
43. Silvestre Martins, filho de Pai incgnito,
natural do Recife admittido em 13 de maio
de 1811 ; idade quando admittido 9 annos.
44. Bernardino de Sima filho do Pai in-
cgnito natural dosta provincia, admittido
em 6 de abril do 1813 ; idade quando admitti-
do 9 annos.
48. Antonio Rodrigues Lima filho de
Francisco Rodrigues Lima natural da villa
do Cabo admittido em 23 do abril de I83S ;
idade quandoadmittido 12annos.
46. Joao do Paula filho de Antonio de
Paula natural dos Artigados, admittido em
9 de maio de 1828 ; idade quando admittido
9 annos.
47. Antonio Francisco do S'i natural do
Recife, admittido em !9 dejunho de 18 58;
idade quando admittido 9 annos.
48. Manoel Pantaleao da Costa Moreira ,
filho do Al'xandre Francisco da Costa natu-
ral doRecifo clmmittido em 10 do julhode
18 58; idade quando admittido l2annoj.
49. Antonio Joaquim da Silva filho de
Pai incgnito natural dos Aflbgados, admit-
tido em 14 do agosto de 1838 ; idado quando
admittido 9 annos.
50. Ma;iocl Ferreira de Sonsa ; filho do ou-
Declaracoes.
e escravos a frete, trata-se rom Domingos Alvos
da Silva na ra do Rosazion, 13.
A linda ebem construida barca nacional
Isabel forrada e pregada de cobre, de superior
marcha de que capitao Jos (Jomes de Amo-
rim segu em multo breves dias para o Rio de
Janeiro, por ter prompta a maior parte do seo
rarrogamento quom quiser carroar ou hir de
passagem para o que tem exrellentcscommortos,
dirija-seao sen consignatario Joaquim liaptista
VIorcira na ra d'Apollo, ou ao capitao a
bordo.
Os Srs. Accionistas da Companhia do Bo-
biribe sao polo presente avisados pan, no es-
criporio do caixa o Sr. Manoel Gonralvos da
Silva realisarem mais 1 por cento sobro o va-
lor de suas acedes (cando assim conclu la a
entrada da primeira prestadlo A vista do re-
cibo serao entregues no esrriptorio da Com-
panhia na ra Nova n. 7 as c impotentes A-
polices ; sendo os Srs. Accionistas advertidos
de quo as nao devem transferir sem que pre
viamente sejao averbadas no tnesmo cscriptorio.
Jos Rento da Cunha Fcgueiredo 1. Se-
cretario da Companhia.
O patacho Restaurarlo recebe a mala para
a IhadaMadeira, hojo (22) s 10 horas do
dia.
= Pela secretaria de polica desta provincia
se faz publico para conhecimento de quom Briguc inglez Emma -carvao.
interessar que na cadeia da c.dade de Macelo, Rrigue hamburgus Principe Roza ba-
provincia das Alagoas, existe em custodia un
preto de nome Jos e de nacao Cassango o
qual confessa ser oscravo de Francisco Pereira
morador nesta cidadedo Recife, e ter sido fur-
tado com outro seu parceiro de nome Manoel
que ainda nao foi descoberto : assim como que
na cadeia da cidade do Penedo da mesma pro-
vincia existe igualmente em custodia um cre-
oulo de nome Liborio que declara ser oscra-
vo de Joiio Raptista, morador no bairro da Roa-
vista desta cidade.
O Laneador dos predios do bairro do lo-
cife faz publico que nos dias 23 e 23 do cor-
rente tora lugar o lancamonto pelas ras do
Porto das Canoas principal, Mar-grandc, Ma-
r-pequena, ctravessasdoPascoal e do Toixeira.
CIRCO OLMPICO.
Grande o extraordinario espectculo para sba-
do 23 de fevereiro, devidido da maneira se-
guinte :
tro uatural do Recife admittido em 7 do
novembio de 1838 ; idade quandoadmittido
12 annos.
51. Jos Joiio Franco, filho de Manoel Fer-
Toira de Souza natural do Recife admittido
em 7 do novembro de 1838; idade quando
admittido 7 annos.
32. Jos Ignacio do Freitas, filho de Jos
Ignacio natural dosta provincia admittido
em 5 de julho de 1^39 ; idade quando admit-
tido 8 annos.
53. Jos Francisco Ribeiro filho de Jos
Pereira natural do Aracatv admittido em
I2de outuhro de 1839 : idado quandoadmit-
tido 9 annos.
51. Joao Jos do ^ouza Botelho filho de
Francisco Jos de Souza Rotelho natural
desta provincia, admittido em 28 de marco de
18 58 ; idade quando admittido8 annos.
55 Emidio Jos Cardozo, filho de Jos
Cardozo natural do Recife admittido em
27 de julho de 1837 ; idade quando admittido
6 annos
56. Ambrozio da Silva filho de Pai incg-
nito natural do Recife admittido em 19 de
maio de 1837 ; idade quando admittido 7 an-
nos.
57. Estcvao Jos Ferreira dos Nascimcnto ,
filho de Pai incgnito natural do Recife ; ad-
mittido em 19 de maio de 1837 ; idade/piando
admittido 7 annos.
1.a Parle.
DilTerontes o dilTicois dancas sobre a corda
forte entre outras os dillicultosos equilibrios da
cadeira.
A macaca africana se apresentar pela 2." vez,
mostrando sua habilidade em diTorentes, e no-
vas passagens.
2.a Parte.
Novos, e diTorentes exercicios atleticos apo-
sentados por Achules.
3.a Parte.
1. A mui interessante mmica scena do mari-
nheiro em naufragio, apresentada por I5ernab a
cavallo.
2. DiogoClak apresentar pela 1.a vez no-
vos volteios aorios sobre um cavallo em pello ,
pulando harreiras junto ao cavallo.
3. O Palhaco proseguir a divertir o respoi-
tavel publico com novas jocosidades.
4. Joao Berna li entre outros diliceis traba-
Ihos equestres, executara pela 1.* vez o diflieul-
toso pulo dos pannos.
5. A grande pirmide volante apresentada por
6 pessoas sobre dois cavallos.
4.a Parte.
Terminar o espectculo com urna nova c
graciosa pantomima do -Velho Doculd ou o
amante Dentista.
Principiar as 7 horas e meia da noile,
Proco dos bilhetesdo camarote^...... 6,000
Ditos de platea.................... 1,000
COMiWERCIO.
A lan (lega.
Rcndimento do dia 22......... 6:589S806
Descarrego hoje 23.
I'rigue inglezPrincipe Jlhert bacalho.
o
calbo.
Barca frilliant carvao.
Barca Eliza Johnson fazendas ferra-
gens, chumbo cobre, sabo e a-
mostras.
Rrigue Ckantelur bacalho.
Barca Espirito Santo fato do passagei-
ros e fructas.
Ifovimputo do Porto.
Navios entrados no dia 21.
Ass ; 20 dias, hiato braziloiro Vingador,
de 52 toneladas, capitao Domingos Antonio
Araujo equipagom doz carga sal, o poixe.
Navios sahidos no dia 22.
Babia; hiato braziloiro Minerva, capitao Fran-
cisco Jos de Santa Anna carga varios g-
neros.
Parahiba ; lancha brazileira Pureza de Mara
mostr Jos Maria.
Leao.
= Os credores do A. Faton, successor do rc-
lojoeiro Dubois na ra Nova, continuarao por
interveneao do corrector Oliveira, quinta feira
23, e sbado 25 do corrente s 10 horas da ma-
nila em ponto, a venda em leilao publico, o por
todo o proco da armaiao da loja o dos seus
efleitos consistindo em rologios d'ouro e prala
para algiboira ditos do parede, e de cima de
moza traucelins, frontins, caixas para tabaco
do prata o douradas alfinefes de poito, au-
nis brincos, pulcoiras adereoos riqusi-
mos para sonhora caixas do msica e varie-
(lade de galanteras d'ouro prata e de pe-
dras preciosas &c.
n:f,
de varar.da.
4 uon
A venda dos mesmos acha-se nos lugares ja an-
nunciados.
N.R. Informa-se ao respeitavel publico, que
como a companhia pretndase ainda demorar
por poucos trabalhos, resolveo meter o preco
dos camarotes a 68000 res.
Avisos martimos.
58. Appollonio do Sacramento.
filho
Jernimo de Souza natural da Boa-viagcm
admittido cm 25 de Janeiro de 1857 ; idado
quando admittido 8 annos.
59. Manoel Gregorio Lopes filho de Ma-
noel Bizorra natural do Recife admittido
mi. de marco do 1836 ; idade quaudo ad-
mittido 9 annos,
60. Louronco Jos filho do Pai
sa Freta-se para qualquor porto o brigue
inglez Chase capitao D. Cook forrado e en-
cavilhado de cobro ; quena nelle quizer carregar
dirija-scaosconsignatarios Me. Calmont & C.a
= Para o Cear o hiato nacional Flor de La-
rangriras, portende sabir no dia 30 do corren-
te ; quom no mesmo quizer carregar, ou hir de
passagem para o que tem excellentescommodos,
dirija-se a bordo, confronte ao trapiche Novo
incgnito
ou ao proprietario Bernardo de Souza na
l.ingoeta venda do Rebello.
A barca inglesa Columbus pertende sabir
para Liverpool no dia 26 do corrente e s Ihe
faltao 200 saccas de algodao ; quem quiser ir
de passagem dirija-se aos consignatarios M.
Calmont & C.a.
Para o Rio do Janeiro partir dentro de
tao
ha,
Avisos diversos.
Sahio hoje luz um novo periodbo ,
cntitulado o Paisano : e acha-se venda na
na loja de livros do Sr. Pinto no pateo do
Collegio pelo preco de 40 rs.
Pedo-se ao Sr. Vicente Ferreira da Silva
Coitinho que diz ter em seu pudor varios es-
cravos evadidos do dominio de seus senhores, o
obzoquio de averiguar se entre esses so achao 2
com os signaos soguintes: um moleque do nacao
Casange, de nome Paulo fugio 11 annos, e
rfeVA l"T )" :innn ili> .I >.I {; 553 testa 'J2
esfoladura, marca da sua trra, bem preto. com
os denles da trente de sima largos, e tem a per-
na direita arquiada e os dedos polegaros dos pez
grandes, e ja teve um braco quebrado pola cana
ao p do pulco ; este escravo pertence senhora
D. Francisca de Sales Gondim de Neivas viuva
do falecido Joo Jos de Figueiredo: c urna ne-
gra do nacao Benguella ou Bacca, de nomo Del-
fina fgida em julho de 1838, e deve ter de
idade 30 annos estatura regular, testa liza, bo-
ca grande, boicos rouxos, tem duas pintas
pretas na ponta da lingoa o tem varios calom-
binhos as costas que parece ser de rclho, foi
comprada em Macei a Pedro da Costa preto
forro o casado com Tereza da Costa preta fam-
bem forra
rija-so pracinha do Livramcnto n. 50 para
se ajustar o seu aluguel.
Andr cozinheiro francez, tema honra
r do participar ao respeitavel publico, que se pro-
* poe a fazer jantares, tanto por casas particula-
res como em casa do proprietario do assouguo
francez, tudo por muitocommodo preco.
Na loja franco/.a de A. Saint-Martin, uar
do Cabug n. 6 ha alem de um surtimento
completo de fazendas francezas, recentemente
chandas, solios estofados elsticos de primeira
(lualidade e charutos regala superiores aos
da Ha va n a.
Na ruadoVigario n. 21 vonde-se su-
perior vinho engarrafado di< madeira secco, o
malvasia o do bucellas do 838.
= Precisa-se do una possoa para caixeiro ,
que oiitonda alguma coisa de escripia ; na ru
do Pilar ra Fora-de-portas, passando o arse-
nal de marinha n. 122.
= Procisa-so do un escravo para alugar ,
para o sorvico de una casa e tambem se com-
prar agradando os seos sorvicos ; na ra do Pi-
lar em Fora-de-porlas n. 122.
==A Santa casa da Misojicordia da cidade de
Olinda avi/.a a todos os seos devedores quo
queirao pagar o que devem at o ultimo de
marco, o nao o fazendo serao executados. Con-
sistorio da Santa Casa 20 da fevereiro de 1843.
Mannrl Monteiro escrivSo da Santa Casa.
Precisa-se d'um menino portuguez para
caixeiro de idade do 10 annos pouco mais ou
monos, distante desta praca 20 legoas ; quem
pretender dirija-se ra do (ueimado loja n. 4.
Anda est por alugar a casa no atiero do
Affogado contgoa do finado Machado, com
commodos para urna grande familia ; a tratar
na ra Direita n. 82 primeiro andar.
Gaslell Johnsson rotira-so com sua fa-
milia para Europa.
Dionisio Moreira da Silva Pinto, subdi-
to portuguez retira-sc para a Babia.
A possoa quo annunciou no Diario de 22
do corrente, querer um rapaz para caixeiro ,
queentenda alguma cousa do escripia ou pa-
ra outra cousa dirija-se ra do Livramento
loja do sapatos n. 25 das 9 horas at ao meio
dia.
Thouiaz Sayloaviza ao respeitavel publi-
co quo no dia vinta o quatro do corrente ( dia
de grande lostejo no Montoiro ) partir com
seu oxplondido mnibus como costuma da
Igreja da matriz, na ra Nova, pelas 7 horas
da manhiia.
Quem precisar de um rapaz portuguez ,
do 18 annos para loja de fazendas ou ra,
oxecto yenda que do mais tem bastante prati-
ca baja de annunciar por esta folha.
= Quem tiver para arrendar urna olaria quo
soja boa em bom porto e lugar annuncie.
Roga-se ao Sr. Capitao Antonio Benedic-
to queira ter a bondade dirigir-so a ra da
Cadeia do Recife loja de chapeos para dar
eoncluzoao negocio que sabe bem pois j
bastante as vezes que se tem mandado em sua
casa, c S. S. prometidovir comluilo.
No dia 25 do corrente pela segunda va-
ra do civel arremata-se em asta publica urna
arrnacao de venda, com dous caxilhos envidra-
cados, com todos os pe/os e medidas e varios
cascos, e outro objectos pertencentes a mesma
venda ; adverte-sc que a casa que oceupa a
dita vond, tem commodos suflicientes para mo-
rar qualquor familia : no principio do Atierro
dos Allogados lado esquerdo casa n. 6 ao
p do sobrado da viuva do finado Raptista.
Aabaixo assingnada como senhora pre-
judicada avisa ao rospoitavel publico que pes-
soa alguma contrato comprar um moleque do
nome Florencio idado pouco mais ou menos
de 20 annos o qual diz ser captivo da Sr.a D.
Francisca Cactana dos Santos, moradora no
Rio Formozo pois o dito escravo he sem du-
vida captivo da abaixo assignada tanto pela ida-
de pouco mais ou menos como pelo nome, e
urna costura de ferida que tem na perna direi-
ta cima do tornozello da parte de fora ; este
escravo esteve no moz do outuhro na casado Dr.
Francisco do Paula Baptista pois o dito escra-
vo viera do Rio Formozo, procural-o para o
natural do Recife admittido em 22 do rve_ | poucos dias o brigue brazileiro Ful, capi
reiro de 1836; idado quando admittido 9annos. Manoel Marciano Ferreira, de superior maro!
61. Jos Bento filho de Pai incgnito e commodos paia passageiros ; para carga e es-
natural do Recife admit ido om 1. desetem- eravoa afrete, a tractar com Firmino Jos F.
bro de 1834 ; idade quando admittido 6 an- da Rosa, ra da Moeda n. 7 ou com o capi-
tao a bordo.
nos.
Arsenal de guerra 11 do Janeiro de 1843. Segu para 0 Rio de Janeiro o brigue N.
Erancisro Jos Martins |S.r*daBoa viagem no da 28 do corrente ; para
Coronel director interino. ; passageiros porque tem excellentes commodos,
e por isso roga-se ao Sr. Vicente
Ferreira da Silva Coitinho caso sejao alguns. comprar aondo abaixo assignada e seo marido
dostos de os mandar a seus senhores Francisca vio e o reconheceo em virlude do annuncio feito
de Sales Gondim de Neiva, e Jos Vieira de Fi-1a 22 de Outuhro do 1842 pelo mesmo Sr. Dr.
gueiredo na ra estro i ta do Rozario n. 22 ,! Baptista c liando-sc abaixo assignada no di-
primeiro andar que so pagar toda a despeza ,' to >r- nlo pois o seu escravo em seguranca .
c se gratificar aos portadores.
= O Sr. Jlo Ferreira Pinto caixeiro do
Sr. Manoel de Macedo natural de Prado ao
p da cidade de Braga queira -se dirigir ra
de Santo Amaro n.30, para recebar urna ear-
o quando nao esperava diz o mesmo Sr. Dr.
Baptista que remeteo o escravo para D. Fran-
cisca Caetana dos Santos, sem que o abaixa a
presentasse o papel de compra que tem do dito
escravo o mais documentos que para isto tem;
ta vinda da cidade do Porto na barca Espirito portanto pode o roga-se aos Srs. empregados na
Santo. polica, o mais pessoas particulares capite
1-'. da Silva Lisboa tem urna carta para :> de campo odesempenho deste negocio visto
Sr. ajudante Antonio Luiz de Souza e con'> >er > mesma sua schora declarada privada
nao se sai ha do sua morada roga-lhe o fa\<.r por tantos annos dos servicos do seu escravo a
do a procurar na ra do \ igario n. 24 casa do 'I1'"' pagar todas as dispezas e ficar asss agre-
Sr. J. O. Elster. decida ; a possoa que o descubrir e o trouxer
Precisa-se alugar duas negras, ou dois na ra das Trincheiras sobrado n 19 f
moloques ; quom os tiver e os quizer alugar di- meiro andar. Maria Joaquina.


I
S
= Um moco de muito boa conducta que
escreve soffrivelmentc c conta se offerece para
caixeiro de ra loja de fazendas ou trapiche,
e dar de si toJo o conhecimento : na ra de
Apollo n. 15.
= Precisa-se de urna "pessoa 'dosa Q1"3
saiba cozinhar, dando-se-Ihe de comer c
vestuario, prefere-se homem : na ra das
Cruzes, armazem de trastes n. 63.
Retraclos por Daguerreotypo em sua perfeigao.
J. Evans, artista no Daguerreotypo ultima-
mente chegado da corte do Bio de Janeiro ,
tem a honra de informar ao respeitavel publico
desta cidade que tem estabelecido seu gabi-
nete na na Nova n. \\ primeiro andar. O
annunciante esta convencido que satisfar
completamenteas pessoasque sedignarem hon-
ra-lo o convida aos ama lores das artes e todos
os que desejarem ter um retracto n3o si perfei-
to mas mais delicado e lindo que algumas
pinturas, ou de Mezzo tinta mais fino, de visita
rem seu gabinete.
= Aluga-se urna casa de dous andares ,
na praca da Boa-vista n. 6 a fallar com
seu proprietario Prxedes da Fonseca Couti-
nho ou com Ignacio Jos de Couto, que tem
a chave da mesma.
= Para se fazer entrega de urna olaria bo-
la-se no porto mais immediato de qualquer
obra tijolosdeakenaria a 188 rs. o milheiro,
sendo de marca propria para parede dobrada ,
pois dous lijlos ao correr com a competente
junta, dao justamente um ao ticao resultan-
do disto gastar-se menos cal o tempo do pe-
dreiro : os pretendentes annunciem.
=fc Pretende-se alugar urna casa terrea em
qualquer dos 3 bairros pagando-sc 6 mezes
adiantados ou os que conviercm sendo o
seu aluguel de 0 a 8000_rs. por mez ; na ra
do Queimado loja n. 14.
Alguma preta Africana ( que seja forra ,
de meia idade e de bons costumes ) que sou-
ber tractar dos arranjos de urna casa sendo
queira prestar seus servicios a urna pequea fa-
milia pelo sustento e vestuario dando-se-Ihe
alguma vaga para tractar doalgum negocio seu;
annuncie.
Precisa-se de dous moleques para se en-
sinar o oficio de cozinheiro e pasteleiro : na
ra das Trincheiras, n. 14. ou aluga-se um
somente por mez, sem comprometer-se a ensi-
nar-se o dito officio.
Aluga-se por preco commodo um bom
armazem de ra a ra sito na ra do Amo-
rim n. 29 : a tratar na ra do Nogueira ,
n. 13.
Pede-se ao Sr. Fiscal do bairro de S.
Antonio, que faca o obsequio de laucar as suas
vistas na ra do Calabouce atraz da ra Nova,
para prohibir queum dos moradores d'alli bote
entulho defronte da casa n. 32, pois quando
chove entra dentro das casas e (ka a ra in-
transitavel.
__Precisa-se alugar 4 escravos sendo to-
do o servico de baixo de sombra da-se o sus-
tento c dormida ; quem tiver annuneie.
Aluga-se urna ama para casa de homem
solteiro oudc pouca (amilia : na ra do Col-
Jegio n. 16.
= O Bacharcl formado Joiio Antonio de
Souza Bel t rao Araujo Pereira professor
adjunto de rhetorica e potica do J-iceo ,
avisa a quem conviv qui; so piu|jGe a eiismar
em sua casa duranteo anno lectivo da academia,
rhetorica, geografa, e geometra; quem de
seu prestimo se quizer utilisar dirija-se a ra
de S. Francisco n. 15 segundo andar das
6 as 8 horas da manha ou do meio da as 4
da tarde.
Aluga-se urna negra por 10,000 rs. men-
saes ; quem a pretender dirija-se ao Forte
do Mattos prenca n. 3.
= Quem tiver para alugar umaescrava para
todo o servico que nao exceda o seu aluguel
de 10,000 is. mensaes annuncie,
Aluga-se urna canoa grande que pega
em 800 a 1000 lijlos de alvcnaria : na ra da
Conccicao da Boa-vista casa de Rufino Go-
mes da Fonceca.
Da-se 400,000 rs. a premio de um e
meio por ceno ao mez com pinhores de ouro
ou prata ; quem prccisarannuncie.
Lotera de S. Pedro Martyr.
Em consequencia da transferencia do an-
damento da Loleria do theatro o thesoureiro
da lotera a favor da Matriz de S. Pedro Mar-
Ivrde Olinda tem transferido para odia 8 de
Marco do corrente anno o andamento impiete-
rivel das rodas desta loteria
Joao Teixeira de Souza mudou a sua
residencia para o atierro da Boa-vista n. 34.
__ Precisa-se de um caixeiro para venda :
na ra Direita n. 36.
__ Os devedores da loja de couros de Joao
Augusto da Silva na ra Direita n. 58 e
os que tem pinhores na mesma, queirao no
.,.,;!- ''as mandaren iwjr n seus deb-
lila-'*' ***- ** j
tos, e tirarem os pinhores, quando nao se
publicar os nomos dos primeiro?., e passar-se-
ha a vender os mencionados pinhores dos se-
gundos.
Precisa-se de um feitor para um engenho
distante desta cidade 9 legoas que tenha pra-
tica antiga desta oceupacao sendo casado he
preferivel dando conhecimento de sua pessoa :
na botica da ra do Mondego.
Urna mulher de bons costumes se prope
a tomar criancas com ama para se criarem
de leite, impedidas e desimpedidas e tam-
bem se recebem as que estiverem ja desmamadas
para se acabarem de criar, com todo o mimo e
amor: na ra Direita n. 50, segundo andar.
= Aluga-se o segundo dos 3 andares do so-
brado n. 88 defronte do beco do Serigado na
ra Direita tem sala e gabinete na frente e
commodossufficientes para familia, por 2i0
mil rs. por anno e nunca menos deste tempo ,
com fianca idnea e tambem aluga-se todos
os 3 andares a urna so pessoa pelos procos que
actualmente pagao os inquilinos pelo mesmo
lempo e condicao; quem pretender falle com
o negociante Antn;o Joaquim de Mello de-
fronte da sacrstia do Livramento.
O Sr. M. R. dos P. segunda vez an-
nuncia-seque va resgatar os seus corazes que
tem empenhado pelo quantia do 2i,4i0 rs a
mais de 7 annos, sem que neste decurso de
tempo tenha pago premio algum do que so se
Ihe espera que venha resgatar o dito penhor at
o fim do corrente alias ser vendido para em-
bobo da dita quantia e para so nao chamar a
ignorancia faz-se este ultimo annuncio.
= Da propriedade da Conceicaodo Medico,
no Jang, desapparecerao dous novilhos, um
castanho, e o outro preto ,com casta tourina, e
com as marca seguintes: P na anca esquerda, e
3 s na esquerdi", um triangulo no qucixo, urna
vacca castanha laranja com as marcas a ci ma,
menos P quem dos ditos animaos souber aon-
dc existem dirija-se a propriedade a cima ou
no sitio das Rozeiras ao Major Joaquim Klias
de Moura ou na ra de S. Goncalo a Ma-
noel Elias de Moura que gratificar com ge-
ncrosidade.
Quem precisar do um menino chegado
agora de Portugal com idade de 12 annos ,
propriopara caixeiro de loja de fazendas di-
rija-se a ra do Qucimado n. 32.
Roga-se aos Srs. carregadores do brigue
N. S da Boa-V iagem queirao mandar seus
conhecimentosa casa da ra estreita do Roza-
ro n. 13.
Quem annunciou vender lijlos de alve-
naria a 18,000 rs. o milheiro posto na obra ,
dirija-sii a ra da Aurora n. 44.
Aluga-se o armazem C o segundo andar
da casa da ra da Cruz n. 27 : a tratar no
primeiro andar da mesma casa.
Na propriedade do advogado Amaro Jos
Lopes Coutinho, morador na Villa de Nazareth,
;i|>|iareceo procurando snr. um moleque, que
representa 18 annos c diz ser de um lavrador
do engenho Guararapes; a quem pertencer
dando os signaes cortos Ihe ser entregue cer-
tode que oannunciante nao se responsabelisa
pela fuga do dito moleque, e ncm tao pouco es-
tar por annuncio algum feito por este Diario,
que'liga respeito ao mencionado moleque,
Sendo assaz o bom tractamento que o
Sr. Capitao da barca Espirito Santo Antonio
Gonsalves da >ilva e o Sr. Piloto Rodrigo
Joaquim c ui^naro ar aos passagciros ua
dita Barca no dicurso da viagem da cidade do
Porto ao Porto de Pemambuco e ellos pi-
nhoradosda mais viva gratido Ibes agradecom
todas as suas contemplacoes, e previnem ao pu-
blico os merecimentos de suas pessoas. = Ma-
noel Joze de Magalhaes Bastos Joaquim
Antonio de Aguar Joze de Souza e Sil-
va Francisco Alves de Miranda Guimaraes,
Jos Moreira Martins da Fonceca, Manoel Pin-
to da Fonceca Carlos Augusto Duarte e Sou-
za Joaquim Ferreira da Costa Ignacio Joze
Vieira Antonio Goncalves Rossa Boa-ven-
tura Ferreira Pinheiro Ezequiel Medeiros de
Vasconccllos Bernardino da Costa Jos Ba-
ptista Pereira Torres, Joaquim Nunes da Silva,
Francisco Joze Gomes de Oliveira Manoel Jo-
ze Goncalves Antonio Joze de Azevcdo Ber-
nardino de Oliveira Joaquim Pereira Ramos ,
Justino Moreira Nunes Pacheco.
bom ouro sendo sem fetio ou com meio di-
to ; quem tiver annuncie.
Vendas
Compras.
= Compra-se urna negra moca que nao
tenha vicios nem molestias, com habilidades
de engommar e coser bem e se for mais
prendada melhor : na ra Direita, n. 120 se-
gundo andar.
Compra-se urna venda que seja em bom
lugar : na ra do Queimado n. 6.
Compra-se o Museo Universal do Rio de
Janeiro dos annos de 18 \0 e 1841 : na bo-
tica da ra do Mondego.
= Dous nares de brincos de ouro um par
com diamantes, e outro sem elles sendo de! planta de capim terreno para outras lavouras,
Vende-so um terreno por detraz da ra
das cinco Pontas com 100 palmos de frente e
de 80 do fundo os pretendentes poderao en-
tender-se com Antonio Carlos Pereira de Bur-
gos Ponce de Len que dir quem vende.
Vende-se rap fabricado no Rio de Ja-
neiro em libras, e meias libras, por preco
barato bem como charutos superiores em
caixas de cem na agencia dos vapores no Re-
cife na ra de Apollo.
= Vende-se salitre refinado muito alvo ; na
botica da ra da Cadcia do Recife n. 3, a 180
res a libra.
Vende-se urna vacca de leite com cria ,
acostumada ao pasto : na estrada nova da Ca-
punga segundo sitio depois da ponte.
Vendem-se ladrlhos de marmore, muito
bom na frente do trapiche Novo n. 6, segun-
do andar.
Vende-se urna cadeira de arruar ja uza-
da e urna carteira de escriptorio de duas faces
com 9 palmos de comprimento; na ra da Cruz
n. 20.
Cortes de colletes de verdadeiro setm de
maco bordados a matis com delicadas flores a
14$ rs. cada corte na ra do Apollo, agencia
dos vapores.
^ Biquissimos botoes para abertura de
brilhantcs, e de diamantes, anneis de dito de
muito bom gosto ricos brincos de ouro com
diamantes de modello o mais elegante e moder-
no &c. tudo prximamente chegado e por
mais barato preco : na ra do Apollo agencia
dos vapores.
Vende-se um escravo de todo servico a-
inda moco e por preco commodo som vicio ,
ou molestia : na. Solidade ra do Joao Fer-
nandos Vieira casa visinha a do sr. Antunes.
Vende-so tambem se aluga bichas supe-
riores por preco comino : na ra do Trapi-
che novo, loja de Barbeiro n. 28 defronte
da lingoeta
Vende-se urna pipa vasia de Lisboa c
duas meias ditas, por preco commodo : na
ra do Bom Jess das crioulas, boje travessa
dos Quarteis em urna venda.
Vcnde-se urna escrava de elegante figu-
ra muito moca de 20 annos engomma-
deira cozinheira e cose ; urna parda de 1\
annos boa figura perfeita costureira en-
gommadeira e cozinheira capaz de dirigir urna
casa ; duas pretas de meia idade de todo o ser-
vico por 5008 icis; quatro escravos mocos pro-
priospara todo o servico; um molequinho por
200$ re's uma mulatinha de 12 annos ; urna
escrava moca muito prendada para fora : na
ra do Fogo ao p do Rozario n. 8.
= Vende-se um oscravo de nacao bom
carreiro cujo da-se a contento ; um mulali-
nho de 12 annos muito lindo ; um escravo
ja vclbo ptimo para sitio pois ja tem pra-
tica por preco muito em conta : na ra Di-
reita n. 43.
= Vcnde-se na ra da Cadeia do Recife n.
45 sachas do farinha de mandioca de boa qua-
lidade de Santa Catharina a razaode 4$ ca-
da uma sacca para liquidar-se.
= Vcnde-se um negro crioulo bom offici-
a! de carpina ', uma negra mulher do mesmo,
cose lava engomma cozinha refina as-
sucar faz doce tambem crioula ; um filho
dos mesmos de 10 annos, proprio para qual-
quer officio ; outro dito moleque de 4 annos;
tambem uma negra moca de nacao Angola ,
lava engomma cose, cozinha e faz todo
arranjo de uma casa ; uma filha da mesma de
2 annos crioula adverte-se que se vende
por precisao e nao por defeito : na ra da
Cadeia volha n. 59, loja de ferragens, da
viuva de Anacleto Antonio de Moraes & Com-
panhia a tratar com Jos Dias da Silva.
= Vende-se effectivamente todos os dias das
6 as 8 da manha leite fresco sem agoa da
melhor qualidade que he possivel a 60 rcis a
medida : na ra das Cinco Pontas n. 11 ; tam-
bem se vende pelo mesmo preco a quem o qui-
zer tomar quente ao p da vaca com oonus
de hir bebelo a 6 horas da manh em ponto ;
pode-se tambem afreguezar para de manha ,
e de tardo na mesma casa.
Vende-se uma preta de nacao muito
moca bonita figura sem vicios e nem mo-
lestias avista do comprador se dir porque a
mesma he vendida c o que sabe fazer : no fim
da ra Augusta sobrado da esquina n. 94 ,
das 9 horas em diante.
= Para pagamento vcnde-se por menos de
seu valor permuta-se arrenda-so, e faz-se
todo negocio um sitio bastante grande na
estrada da Casa Forte para o Monteiro perto do
banho casa antiga bastante baixa cocheira.
estribara casa para escravos portao cacim-
ba do muito boa aorta tudo novo rmivn nrs
bastantes ps de caf, 150 coqueirosvelhos e no-
vos prximos a darem, laranjeirasdeva riasq uali-
dades grande quantidade e qualidades de fruc-
teiras como tudo ver quem o pretender que
poder entender-se a este respeito com o Padre
Mestre Lopes Gama.
Vende-se banha de porco derritda a, 480
a libra : na ra Vclha n. 115.
= Yende-se interessantes traslados para me-
ninos aprenderem a escrever com perfeicao : na
loja de lvros da praca da Independencia n.
6, e8.
Vende-se na ra Direita padaria n.
129, confronte ooitao da lgreja de N. S. do
Terco pao de folha muito superior qualida-
de que aqui se nao fabricou assim o mesmo
do commum fabricado de boa farinha ; tambem
se vende ua mesma biscoito de agoa e doce ,
e bolaxas de todas as qualidades.
Vende-se por preco muito commodo ,
12 cadeiras de palhinha uma banca de abrir ,
um candieiro de meio de salla um cabide com
cortinas uma meza de jantar, um relogio
com caixa de prata urnas cadeias de ouro ;
tudo por commodo preco : na ra dos Quarteis,
sobrado de dous andares n. 19.
Vende-se um sobrado de dous andares ,
sito naiua da Senzalla nova, n. 16, oqual
paga foro a cmara de Olinda : a fallar na ra
do Queimado n. 45 loja de fazendas.
Vende-se uma venda com poucos fundos,,
e commodo para familia em muito bom lugar
por ser no meio dos armazens de sal, e muito
afreguezada para o matto e o aluguer muito
commodo uma casa de pedra e cal, sem repar-
timentos um alicerce com uma meia agoa que
se aluga por 48 vende-se por precisao : no
Atterro dos Affogados defronte do viveiro do
Muniz venda n. 75 a fallar come Francis-
co de Barros Reg.
Vendem-ec por preco commodo duas
partes do grande sitio de Beberibe que foi do>
fallecido capitao-mor Antonio Jos de Souto ,
importantes ambas 418:499 reis cujas partes
se vendem com as rendas vencidas de quasi 5
annos ou sem ellas tendo sido esse grande si-
tio avahado ha muitos annos pelo diminuto pre-
co do 6:400:000 : a tratar na ra do largado
Rozario n. 30 primeiro andar.
Vende-se caixas com cid re barricas
com carne devaca, e meias barricascom farinha:
emeasa de Henriquc Forster& Companhia, ra
do Trapixe n. 8.
Escravos fugidos.
No dia 20 de Dezembro do anno passa-
do fugio um preto de Angola de 50 e tan-
tos annos baixo cheio do corpo, bastante
cabello branco barbado carrancudo cos-
tuma andar com a camisa por cima das calcas,
porque foi do matto, c porque parece quebra-
do tem os dedos dos pos tortos levou cal-
ca e camisa azul, e mais roupa de seu uso : no
pateo do Carino, venda n. 1 se recompen-
sar a quem o pega r.
= Fugio no dia 19 do corrente um escravo
de nome Davi, crioulo cor fula estatura re-
gular rosto comprido, sem barba as per-
nas um pouco quebradas para traz os peitos
um tanto saludos para fora representa 20 a
25 annos ; quem o apprehender leve-o no For-
te do Mattos, prenca n. 3 eutenda-sa com
Joao Baptista de Medeiros que ser generosa-
mente gratificado.
= No dia 14 de Janeiro do corrente fugio
de bordo do Brigue Formo/o o escravo Anto-
nio marinheiro nacao Mocambique e de
pouco mais ou menos 30 annos, estatura re-
gular cheio. do corpo, levou camisa c caifa
azul, c chapeo de palha tem marcas de nacfio
bem veziveis as fontes o quando falla he bas-
tante atrapalhado consta ter sido visto pelos
Affogados e he de supor nao ande por longe
da Cidade por ser a primeira vez que vem a es-
ta ; quem o descobrir leve-o a Leopoldo Jos
da Costa Araujo no Forte do Mattos ou a bor-
do do Brigue Paquete do Pemambuco fundia-
do ao p dasescadinhas do Palacio que ser
bem gratificado.
Fugio no dia 15 do corrente uma escra-
va crioula de nome Thomazia do 16 aneos,
bem parecida a qual tem de costume fazer es-
tas fgidas e andar por diversos cazebios jadi-
ando intitula-se por forra ; quem a pegar Ic-
ve-a a ra Nova no primeiro andar do sobra-
do onde mora o Dr. Aguiar, ou no beco do
Marisco no primeiro andar do sobrado n. 9 ,
que ser recompensado.
= No dia primeiro do corrrente fugio um
cabra de nome Manoel, com os signaes se-
guintes : altura regulaa quando falla gaguei-
ja os dous dedos dos ps ambos sao finos por
ter sido pizado das rodas de um carro levou
vestido camisa do riscado e calca de brim par-
do de listras e chapeo de massa branco ; qu'''11
o pegar pode leva-Io na ra Nova n. 60 que
ser generosamente recompensado.
RECIFE NA TYP. DE M F. DE F. =1843
I


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