Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04880


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Full Text
Anno de 18*3.
Sexta Feira 3
Todo agora depend de noa turno. ; di no... prudencia Boderac 3o, acarpa : con-
,,,.. como prinoipiamoa e aeremoa apontado eom admiracao enire ai Nac5a aiaii
nurmo. como p p pT00l.B.cio da Aaae.bl. Ger.l do B.iUL.)
culta.. _______________*______________________________
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
r ... Patahiba e Rio grande do Norte aeganda, a aektas {airaa.
Ootann. 40 e 24
r"hn Seri'nbSem, lioForooao Porto Calo Maceio a AI.ro.a no i. 41 a 14
- '... a Florea a 28. Sanio Anle quinta fcira. Olinda todoi oa diaa.
B-",u" DAS DA SEMANA.
,n C a. Martinba V. M And. do 3. *.*. *
3 gli.tt--* IR-oBvAud. dJ. dD. da 3...
0 ('(..m Porificacao de Noma benhora.
\ Sext |Rr B M. And do J. de D. da 4 ;
1 S.b a. Andre' Corsino B Re. Aud. do J. da D da 3
5 llnm. a Agneda V. M.
de Fevereira Aun XIX. N ^
O Diario pnM^.do.0. di..^no ^ ^^^T" tt^
,J> da .ra. -U rai. por qnartel pago. *"",) linn.. A. reda-acoe. '* *'
.ja* Hur am
f c*mbioj.No da 4
C Cbio tokra Londraa J7 4,4 a -j7 i Nom.
/ Paa 360 rea por franco.
Liaba 400 por 400 de praaaio.
c-.os.-Nodi.4.d. Fr.ro
Ooo-Moeda de 8,400 V.
a N.
da 4,000
PiATa-Patacdaa
, PeioaColaan*"1
ditoa Mexicanoa
ipr.
45,300
45.40J
8,500
1,800
4,800
1,800
Moada da cobre i 3 por 400 de dea cont,
"" ''*' VhTseTdV m m DE FEVSKE.BO,
ZZSi.Wli&Tt =3:1 -"<' '"9 "
Preamar de hoje
i u* I 1 a 8 hora a m da Urda
a 4) da manbaa.
venda.
16,503
15,300
8,700
1,820
1,820
1,820
, da ra.
PASTE OFFICIAL.
PARA.
Illm. eExm.Sr.Tenho a honra de envia-
a V Ex. dous exemplares do n. 271 do perior
dic intitulado 13 de Mato em que se publicou
o projecto de associacao para a navegaeo por
vapor na provincia do Grao Para, rogando a Y.
Ex. que se sirva fazer publicar igualmente o di-
to prejecto em algum dos peridicos dessa pro-
vincia, e chamar assim a attencaode seus ad-
ministrados para este importante objecto.
DB8 Guarde a V. Ex. Palacio do Governo do
Para 29 de dezembro de 181-2.Illm. e Exm.
Sr. Baro da B;ia-Vista Presidente da pro-
vincia de Pernambuco.Rrodrigo de Souza da
Silva Pontes, presidente.
Projecto da Associacao para a navegando
por vapor na provincia do Grdo-Par.
Feito a 16 de dezembro de 1812 pelos nomea-
dos do Exm. Governo da provinciaJoo Marta
de Moraes.Jodo Baptista de Figueredo Ten-
reiro Aranha.
De acord como emprehendedor Joaquim
Francisco Danin.
CAPITULO 1.
Da organisacao da Companhia.
Artigo 1 Formar-sc-ha na cidade de Beth-
lem capital da provincia do Gro-Par huma
companhia para com seus fundos e privilegios
fazer a navegado e transportes por meto de
barcas de vapor pelos Bios, Bahias e Agoas
desta provincia at chegar aos paizes limtrofes
sendo possivel.
Art. 2. Esta companhia ser composta de
accionistas nacionaes e estrangeiros sem limita-
do at prehencherem o fundo estipulado, e o
que para o futuro se augmentar.
Art. 3. O fundo capital da companhia sera
o de duzentos mil pesos, divididos por duas
mil accoes decem pesos cada huma, coja entra-
da ser feita em prestacoes da quarta, ou tejfca
parte oudametade como se exigir em tempe.
competente.
Art. 4." Este fundo poder ser augmentado
quando a companhia o adiar conveniente ; e el-
la nao poder tomar responsabilidade por mais
do que tiver.
Art. 5. A duraeo desta companhia sera de
10 anuos, e ella comedir em suas operar oes
desde logo que tiver o primeiro barco de vapor
para emprega-lo no comeco da navegacao a que
sepropoe etiver obtido privilegio.
Art. 6. A companhia tomar suas delibera-
res em assemblageral, e esta ser composta
indistinctamente de todos os seus accionistas
"rescates esitcndcndu se por estes nn *o os
que se acharem nos lugares da reunio, como
os que mandarem procuradores suidentemeiito
auctorisados que os representem.
Art. 7. Os negocios da .companhia serao
rondados huma direceo, que a assembla
geral dos accionistas eleger de trez em trez an-.
nos, sendo para ella elegiveis quaesquer dos
accionistas, que residirem na provincia.
capitulo 2.
Da assembla geral e suas funecoes.
Art. 8. A assembla geral tem por attribui-
coes:
1. Eleger para as suas sesses em cada anno
o seu presidente vicc-presidente e dois se-
cretarios dos quaes ser o pirmeiro o mais vota-
do e em igualdade de votos o mais antigo em
idade.
2. Nomeardetrezem trez annos os membros
da direceo.
3." Demittira um ou mais directores por jus-
ta causa quando essa medida Ihe for pedida
pelodemittido, ou requisitada pela terca par-
te dos socios residentes nesta capital da pro-
vincia.
4." Tomar contas semestralmcnte direceo
viste dos batneos, livros e relatnos que ella
lheaprcscntarem sesso de 10 de Janeiro e 10
de julho de cada anno podendo noniear nina
commissodereviso de cinco membros atim de
obtermemores esdarecimentos.
5. Resolver sobre dividendos e sua particao
como mais conveniente for aos accionistas.
o." Assentar no augmento do capital da com-
panhia quando o ulgar conveniente.
7. Aprovar as DomeacSes e o regulamento
interno que li/.er a diretro podendo ditera-Ios
se adiar conveniente.
dos presentes artigos e Armar outros additivos
que sejo necessarios aos interesses da compa-
nhia. ,
Art. 9. A assembla geral devera reunir-se
duas vezes cada anno em sesso ordinaria que
dever comecar a 10 de Janeiro e 10 de julho,
extraordinariamente quando for convocada
pela direceo ou pelo seu presidente e a requeri-
mento de huma terca parte dos accionistas resi-
dentes nesta capital.
\rt. 10. A assembla geral tomara as suas
deliberares pluralidade de votos dos accio-
nistas presentes fl pela maioria relativa. Em
caso de empate ter o seu Presidente o voto de
qualidade para o decidir. Enas eleicGes proce-
der por escrutinio secreto.
CAPITULO 3.
Da Direccdo.
Ar. 11. A direceo ser composta de cinco
membros necessarios sendo o Presidente della
disttnota, e separadamente eleito d'entre eiies.
Art. 12. Tamdem havero membros adjun-
tos direceo, que sero nomeados, e eleitos
pelos accionistas nacionaes, ou estrangeiros
nao residentes na provincia na razo de hum por
cada 300 accoes.
Art. 13. Estes membros adjuntos, huma
vez eleitos pela maneira determinada, faro
parte integrante da direceo da companhia ;
mas os accionistas qu os tiverem elegido nao
lero voto na cleico dos membros necessarios
da direceo.
Art. i. compete direceo :
1." Dar direceo e expediente a todos os ne-
gocioso objectos da companhia.
2. Fazer elTeetuar as entradas das accoes na
forma do artigo S., e com previo aviso de
quinzedias aos accionistas.
3. Formar o seu regulamento interno, pMO
einexecucoeleval-o approvaco da assem-
bla geral. ,.
4. Convocar a assembla geral extraordina-
riamente nos casos que exigem a sua reunan.
5. Nomearosempregados e agentes que jul-
gar necessarios para o andamento de todos os
negocise objectos da companhia; c estabeie-
cer-lhes seus vencimentos, dando prelerencia
para taes empregOS aos accionistas que o re-
quererem com aptido levando todo ao co-
nhecimentoe aprovaco da assembla.
6." Prestar contas e balaneos acoinpannados
de relatorios circumstanciados de todos os ne-
gocios da companhia quedeverser aposen-
tados a 10 de Janeiro e a 10 de julho de cada
anno.
Art. 15. Os directores ser responsaveis
pelosprejuizos quede sua negligencia fraude .
ou ommisso provierem companhia devendo
iidemnisa'.-os & casta de seus propTto* nena.
CAPITULO 4.
Dos Accionistas.
Art. 16. Os accionistas tem direito aos car-
gos e interesses da companhia conforme ao de-
terminado pelos artigos precedentes, e tem a fa-
culdadede enderessarem memorias e peticoes a
assembla geral e direceo sodre os objec-
tos de interesseda companhia e de exigirem
esdarecimentos direceo durante o tempo em
que a esta se estiverem tomando contas.
Art. 17. Os accionistas dever fazer efTec-
liva entrada de suas accoes logo que lhe forem
exigidas pela direceo : o que assim nao ellec-
tuar no todo ser eliminado e obrigado a huma
multa detrinta pesos por cada acejio para in-
demnisaco dos prejuizos que de sua falta re-
sultem. ..
Art. 18. Os accionistas nao poderao ser
responsaveis como taes por mais do que a im-
portancia das aeces que sobscreverem ; e tan-
to que faco entrada dellas as nao poderao re-
tirar por motivo algum, em quanto durar a
companhia ; porcm elles ou seus legtimos her-
deiros, ou successons as poder ceder por
traspasse ou deixa testamentaria requerendo
o novo Interessado assentemento no livro com-
petente dos accionistas. .
Para 17 de dezembro de 1812. Joao Mana
de Moraes.Joaguim Francisco Danm.Jodo
Kantista de Figueredo Tenreiro Aranha.Lon-
forne.Miguel Antonio Nobre secretario do
owrno.
taleza do Brum um offlcial de tanoeiro com os
competentes accessorios aflu d'ali concertar
os toneis que serveni de deposito d'agoa.
Dito Ao Ex.mo commandante das armas n-
rino da corte enviando-lhea guia de um ca-
dete que hia servir no Bio Grande do Sul.
Dto_ Ao inspector da thesouraria remet-
tendo-lhe os papis de contabilidade do desta-
camento de Agoa Preta relativos aos mezes
outubro novembro e dezembro do anno pas-
sado allm de serem pagos com deducio da
ipiantiaabonada por contados vencimentos de
outubro.
Dito Ao coronel chee da legio da comar-
ca doLimoeiro dizendo-lhe que de ordem do
Exm. Sr. Presidente segua para ali um des-
tacamento composto de um ofllcial, um infe-
rior dous cabos um tambor e 15 soldados
do batalhodcinfantaria de guardas nacionaes
destacado destinado a fazer o serviCO da po-
lica e que ooflicial commandante hia autho-
risado a recetor 19 pracas capazes do activo
servico, para elevar o destacamento ao nu-
mero de 50. ,.- j
Dito Ao rtete interino do 5. batalhao da
guarda nacional deste municipio dizendo-lhe ,
que ficava sciente dos embarcos que havia en-
contrado para organisar as relceos, e mappas
pedidos relativos a Inspeecito, esperando que em
breve sejo sanados ditos embaraces confor-
me asseverava no seu ottlcto.
DitoAo tenentc-coronel commandante do
batalhao de guardas nacionaes destacado, or-
denando-lhe, que hoje a tarde (izesse partir
liara a villa do I.imoeiro um destacamento com-
posto de 1 inferior 2 cabos 1 tambor e 15
soldados, commandado pelo alteres Miguel da
Bocha Vaseon. ellos cujo destacameuto devia
ser augmentado ali com mais 19 pracas, que
licario pertcncendo ao batalhao do seu com-
mando. Conclua dando varias disposicoes so-
bre assentamentos pagamentos de vencimen-
tos etc. etc.
Dito Ao delegado do termo do Bonito pe-
dindo-lhe esdarecimentos sobre a pretencao dos
recrutas Francisco de Paula Peixoto e Joa-
quim Rodrigues de Couto.
Portara Ao tenentc-coronel commandante
do batalhao de infantera de guardas nacionaes
destacado mandando de ordem do Exm. r.
Presidente excluir com guia para o respec-
tivo corpo. o soldado Joao Bento de Barros,
por ser o arrimo de sua familia.__________
Ronda geral. ta*UN
Dita applicada. 41:287,811
Rs. 175:890,36*
O escrivao da alfandega Jacome Jerardo Ma-
ra Lumachi de Mello.
Rendimento- total da meza a'o consulado delta
cidade no us de Janeiro prximo pass t*
a saber:
Direitos de 7 p. ? de exportaco 64:9 498258
de1,1 p. 0, dito....... 144579*
de ancoragem para fra
do imperio......... 10.179$6o5
de ancoragem para den- Q..,,t
tro do dito......... W235
depozitados, que exce-
dro do anno...... 368757
Siza de 15 p.00 de venda das em-
barcajes estrangeiras....... 781JJO50
Emolumentos de certides..... 248120
76 :3268469
Rendimentos das provmciaa.
Dizimo de assucar das Alagas.. 2:2858814
de dito de Sergipe..... $126
de algodo da Parahyba. 1558426
do do Rio Gran-
do Norte.......... 118549


78:7798384
Do assucar desta provincia..... 24:5158676
algodo de dita.......... 1:1758149
caf dedita............. 38190
fumo de dita............ .EX
Taxa de 40 rs. p. saca de algodo 468240
(( de 160 rs. p.caixa de assucar 7378600
de 40 rs. p. fecho de dito... 78280
de 20 rs. p. barricas e sacas. 8048960
1 06:0738199
PERNAMBUCO.
Rendimento total alfandega em Janeiro
de 1843.
i).
,,1:........ .,.!
Restituicoes
176-189.742
599,378
175:890,364
Cha 50 p. V a di-
nheiro!....... 257,0W
Dito dito em assig-
nados......... 819,000 1:076,040
PolvoraoOp. adinheiro...... 655,529
Vinhos, e lquidos espirituosos a
saber: 48'/'P.0/0
adinheiro..... 3:274,845
Dito ditoemassig-
nados......... 15:998,029 19:272,874
Diversas outras mercadorias a sa-
ber: 15 p. T a di- .
nheiro........ 26:450,670
Dito ditoemassig-
nados......... 84:040,459 110:491,129
o n !....____MAAnXfan ^ ..w.Hwvr raYaCAi*;nncin fin
Commando das Armas.
EXPEDIENTE DO NA 23.
Officio Ao Ex."'0 Presidente requisi!'"-
do-lhe a oxpedieco de suas ordens para que
do arenal do tutm fnsse mandado para a for-
Meza do consulado de Pernambu.co 1. de fe-
vereiro de 1843. Miguel Archa njo Montti-
ro de A ndrade.
Rendimento da meza da recebedoria de rendas
internas geraes do mes de jane.iro findo ,
a saber:
Direitos novos e velhos....... 3368000
Ditos de chancellarte.......... 58120
Yerbas..................... 18050
Dizima..................... 2518408
Impostes de letras............ 898633
Cartas de hachareis........... 48000
Emolumentos de certides......
Foros de terrenos de marinha----- 468100
Ladennos.................. 258000
Siza dos bens de raiz.......... 6:5958500
Taxa adicional dos ditos........ 1888380
2.' dcima de mo niorte....... 728208
Direitos de legitimaco........ 48800
Decima urbana.............. 77R292
7:7088231
Rendimento appticado ao papel tnoeda.
Impostes de tojas............. 1:8X8X
Ditosdeseges............... "gw
Taxa de 18 por cscravo........ qoa
Dita do papel................ _^T.
2:690,460
JoiasSp. T................
Armazenagem addicional de 3 "
por00....................
Beexportacio 2 p.
Bxpedienta de 1 y
Gneros nacionaes p. -----
Premio dos assignados p. ,.
Vrina/cnagem do 1 p. .".....
.Multas...................
Emolumentos de certides-----
o o
12 p.
43,990
28:152,074
111,620
13:063,443
45.307
2:269,191
170,179
534,508
4,480
Rs. 175:890,364
19:3988621
Recebedoria 1. de fevere.ro de 1843. O es-
crivao Estanislao Pereira d'Oliveira.
EXTERIOR.
PORTUGAL.
O Nacional de Lisboa e o Diario do Governo
recebdos pelo ultimo navio alcanco adate de
2 de Janeiro p. p. porem sao destituidos de nc-
ticias de mor interesse para leitores estrangeiros,
alem do que se conten no seguine extracte.
S. M. a Rainha dignou-se attender as ur-
'


'*'-

Mi
gencfas do thcsouro no crrante anno com o
ofleiecimento espontneo do cineoenta contos de
res, bem como S. M. El-llei com o de quaren-
ta contos. S. M. 1. a senhora duqueza de Bra-
gMa havia igualmente cedida em beneficio do
estado a quantia de cinco contos de reis dedusi-
da das dotacOes a ella consignadas esua augus-
ta lilha, O mesmo fez S. A. R. a senhora in-
fanta Izahel Mara com a quantia de trez
contos.
ReunirBo-se as cortes no da 28 de dezembro
em sessao extraordinaria que foi encerrada no
seguinte por commissfio dada por S. M. a llai-
nha ao ministerio ; devendo ter principio no
dia 2 de Janeiro a sessao ordinaria, em confor-
midade (loque dispoe a carta constitucional.
Tinha-se recebido em Lisboa folhasde Lon-
dres ate 2 \, de Pariz at 22, ede Madrid at
23 de dezembro; porer quer urnas quer ou-
tra nao ofl'erecio noticia alguma iinportanle.
HESPANHA.
Os ltimos acontecimentos da Catalunha sao
o principal assumpto que oceupio as columnas
tanto das Iblhas de Londres, como das de Pariz,
chegadas ante-liontem.
O coinmercio no Reino-Unido conlinuava
com progressiva animaco.
Havia em diferentes pontos frequentes e nu-
merosas iviiiiuks de carlistas e dos associa-
dos contra as leis dos crea es ; porm sem oc-
correncia alguma notavel.
Tinhafallecido nodia 10 Lord Ilill um dos
inais distinclos generaos inglezes que combate-
rao nacampanha te Ilustre militar est cheia de recordacoes glo-
riosas entre as quaes figura com distinecao
os portuguezes.
As noticias da America ofl'erecio pouco in-
teresse por agora ; entretanto excito huma vi-
va expectacao acerca das questoes que devem
agitar-sena prxima reuniao do congresso nos
Estados-Unidos. A guerra entre as repblicas
do Mxico e Texas tomava uin carcter mais ac-
tivonao havia com tudo anda resultado al-
gurn decisivo.
Segundo as ulteriores correspondencias de
Constantinoplaefe Alexandria os negocios do
Oriente parecan complicar-se cada vez inais.
A Syria eslava em completa anarqua. Urna es-
pecie de peste no Egipto causava de ha lempo
huma assustadora morlandade nos animaes, o
que tinha em eonsternacao os habitantes dos
campos, pela falta daquelles indispensaveis
auxiliares nostrabalhos da agricultura.
Nao conten os Jornaes de Pariz objecto que
maraca especial attencao pelo que diz respeito
0 poltica interna e externa da Franca.
8^
por corrompidos, c immoraes deixao impunes
os criminosos assim mesmo nunca deve vin-
gar-se por si proprio. Accusando e perse-
guindo judicialmente o ro.que oolTendeo, tem
exercido hum direito tem-se mostrado ami-
go da le e da ordem ; c isto Ihe deve bastar.
Mas infelizmente muitos dos nossos concida-
daos nao pensiio assim: tem presumpeao de va-
lentoes e tudo querem decidir forca d'ar-
mas como praticSo os selvagens. Onde quer
que asociedade divide-seem homens livres ,
e em escravos ( diz o Snr. Gustavo de Beau-
mont) he muito d'esperar que s'encontre a
tyranma de huns e a haixeza" de outros, o
desprezo aos opprimidos o odio aos opprcsso-
res o abuso da forca o sobre tudo a vingan-
ea, Desde que abrimos os olhos vemos a
enorme distancia do senhor ao escravo aveza-
mo-nosa orgulho e nos tornamos insofridos
na satisfarn dos'nossos desejos e caprichos.
Rodeados de submissos escravos que promp-
ta,e machinalmente obedecem a todas as nossas
volitarles habituamo-nos sobranceria : tudo
ollende o nosso amor proprio e qualqucr op-
posirao nos disperta os mais cegos furores da
Correspondencia.

A nossa Constituido, alias tao bella, c huma
las melhores que se reconheccm apenas se
j'xmta tal e quejanda em as Cidades do nosso
litoral: mas pelo interior ahi por esses malos
"ao ha Constituido nem le alguma a que
se nao a vontade de certos valentoes, que sao
os que decidem de tudo a fortiori. Por mais
instruidos, e bem intencionados que sejao os
Ijiizes de Direito dessas Commarcas, o que po-
Icrao fazer contra os desejos e caprichos de
certos poderosos e valentoes da trra? Ave-
zados a ser cegamente obedecidos 6 por seus
escravos, j pelos forros seus vassallos, que mo-
ran em sua pro|)riedade esses homens em na-
da querem ser contrariados, nem sofrem o me-
nor obstculo satisfacao de suas paixoes des-
regradas. Se algnem os demanda no foro civil,
Srs. Redactores.Da ordem do diadoquar-
tel general do commando superior da guarda
nacional do municipio da corte de 27 de de-
zembro do anno lindo publicada amo Juina/
do Commereio n. 344 de -28 do referido mez,
se v que o esquadrao de cavallaria tam-
bem obrigado a fazer ali a guarnicao da pra-
ca : quao bom seria que esta escalla de servico
fosse entre nos imitada I cntfto o nosso esqua-
drao, nao estara sempre de Iblga, fazendo a-
penas algiini exercicio de vez em quando e
romparecendo somente as grandes paradas,
no entretanto que os demais corpos da guarda
nacional fazem um servico pesado ; e que mais
gravoso se tornar dando como consta-nos ,
quevo agora mana ; e seria menos atropelado
Um yuuidu nacional, sem ser o da praia.
msm
Varicela de.
O CARAPLCE1RO.
O nossos valentoes.
Asss conhecida he j no mundo a coragem
dos Pernaiiibucanos para pruva da qual bas-
tavo as nossas tao gloriosas victorias sobre as
forcas respeitaveis do Holandez que por lar-
gos an nos nos impoz o seu jugo de ferro; e
desd'entao at boje anda se nao desmentio a
bravura do soldado Pernambucano. Este es-
pirito brioso, e destemido he sem duvida huma
grande qualidade d'huin povo e pode sera
fon te das mais heroicas virtudes. Quando a
Patria h mister ser defendida entao he que
deve apparecer a coragem., e denodo de seus
Albos. Mas fra deste caso o verdadeiro Cida-
do o bom Patriota nao reconhece outra va-
lenta, que nao seja o cumprimento das leis do
sea paiz e a obediencia respeitosa s Auetori-
ridades que as fazem executar.
Pa \ ida social as forcas parciaes residem na
mao dos govemantes para bem de todos, e sem-
pre de conformidade com a lei: pelo que so es-
ta tem o poder de punir os criminosos e nao
qualquer individuo seja qual for a sua gra-
duacao e jerarchia. Todo o homem pois .
que procui.i uig.u-M- por Mas inos nao me-
rece o nome decivilisado ; he sim hum selva-
gein que nao reconhece outra norma do
C7 m ~------------...... 7
que a satisiacao de suas paixoes brutaes; he
Iiuiii isi:r.igq publi nni* .;:, ,;,. sanear
hum mal com oiilro maior. Aindaquando o
cidado observe que ostribunacs do seu paiz
uando veem a sua causa mal parada, tem o re-
curso das armas; e se pessoas, que lhespertencem
comettem crimes nao ha quem se atreva a pu-
nidos por causa dos poderosos, e terriveis pro-
tectores. Estes de ordinario accolhem guar-
lao, e patrocinan huma clientella de assassinos,
e malvados, que sao os ministros fiis, e pon-
tuaes de seus barbaros mandados. Admira, e ao
mesmo passo horroriza o sangue fri com que
esses valentoes mandao perpetrar homicidios ,
e s vezes por motivos bem futeis, e insignifi-
cantes! Basta que dous desses potentados se
desamistem ese declarem guerra para pr-se
em conflagrado huma commarca inteira; ea
rasao he ; porque pelos nossos matos fra dos
donos da trra e d'algum lavrador abastado ,
tudo o mais he propriamente vassallo feudal ,
he mero locatario, nao tem nada que o pren-
da ao terreno ; porque nada possue e conse-
guntemente em sen senhor matando boi, e re-
partindo com elle, est s suas ordens, e promp-
to para em seu favor perpetrar os maiores
crimes.
Por vezes hei dicto, e eontinuarci a repetir,
que em meu humilde pensar o mal radical do
nosso centro est no feudalismo que nelle se
observa. Em quanto pois essas trras forem pro-
priedade exclusiva de hum pequeo numero de
homens e parte dellas n8o Por cedida por foro a
quem as quizar cultivar, em quanto finalmen-
te a mor parte da popnlaco dos nossos matos
for como he composta de gente girvaga e
meros locatarios, os propietarios valentoes se-
rao outros tantos Bardes dos tempos feudaes ,
c SO se far por ali o que elles muito quizerem.
Tudo nos leva a crer que o brbaro trafico de
carne humana vai a sessar e he imperiosa sem
duvida a necessidade de colonias, que suprao os
bracos que nos bao de ir faltando. Mas como es-
ses estrangeiros largarlo a sua patria como se-
rio excitados emigraco se se Ihe nao anto-
Ihar outro futuro, se nao o de meros jornaleiros.
e nada mais ? Pelo contrario a ideia de estabe-
lecimentos fixos, a certeza de acharem trras
para aforar e nellas assentarem propriedades
suas os convidaran a cultivar o nosso solo Alias
prodigiosamente productivo. Desta maneira po-
voar-se-hio os nossos matos de familias seden-
tarias e laboriosas, e desapparecerio tantos
calaceiros, tantos radios, quejazem na maior
niizeiia apenas cacando para comer e sempre
disposlos acumprir os mandados dos valentoes
do lugar. Desta maneira finalmente es filhos dea-
ses novos agricultores iccelierio alguma educa-
cao e as virtudes domesticas trariao as virtu-
des publicas.
Os meamos proprietarios, se bem conbeoas-
sem os seus verdadeiros interesaos, paraca, que
leviao per si meamos ensaiar este novo systema.
hita do terreno preciso para a sua industria a-
"ncola doque servem a bum proprietario le-
divsao dotrabalho ; porque nao ha quem as
desconheca. Hum dos maiores erros he quere-
rem muitos dosnossosproprietariosagricolascm-
pregar-se em varias especulaces ao mesmo tem-
po para que veem-Se na dura necessidade de
carecer de um horroroso numero de bracos. Pa-
rece-me seria muito mais vantajoso que di-
vididos os terrenos por varias familias, esta ,
por ex. So seoecupasse em plantar a cana,
aquella em mola aquell'outra em purgar,
e aperfeieoar o assucar &c. &c. Dest'arte to-
dos terio que fazer todos lucrariiio e te-
amos huma populaco abastada laboriosa e
conseguintemente feliz.
H senhores d'engenhos com duas e mais
legoas de trras, corn dous e trez engenhos ,
em os quaes emprego duzentos trezentos e
mais escravos. Parece que taes homens de-
vino possuir urna riqueza colossal e transmet-
tila a seus filhos : mas n5o succede assim ; por-
que os seus lucros nao corresponden] proporcio-
nalmente ao capital que tem em pregado em
bracos africanos nem s despezas da produc-
cao. Eu entendo pois que o aforamento das
trras de sobra vira a ser urna consequencia da
falta de bracos escravos assim como a divisao
do trabalho,deque a cimaifallei: logo que ses-
sede todo o trafico d'escravara o que hao de
fazer de tanto terreno inculto e improductivo
os seus proprietarios ? A necessidade os for-
ear aos aforamentos.
Os forros pobres do nosso paiz j pela sua
m educaco, j pola mesmafertilidade da trra,
que espontneamente produz com que sustentar
a vida, sao ordinariamente vadios, e remissos :
mas h alm disto o grande obstculo dos es-,
cravos; porque nos paizes onde osh.os homens
livres sao nimiamente ciososda sua liberdade ,
a toda hora cncontron'aquellesinfelizes outros
tantos termos de compararn e d'aqui o mais
pequeo trabalho os rcvolta c preferem huma
vida quasi nmada sujeico de trabalbadores
jornaleiros. Por outra parte os nossos propri-
etarios acostumados ao servico machinal e
cega submissao dos escravos querem achar o
mesmo em os forros que alugao ; e por isso
tambem todos fogem a essa servido.
Que moralidade pode haver entre nos que
respeito lei, se nos mais elevadossomosto mal
educados e tao cheios de vicios ? Nao he
na classe inferior, que existem os caprichos
e paixoes brutaes : he sim entre nos que es-
tao os orgulhosos e valentoes que naoco-
nhecem outra lei se nao de seus desordena-
dos apetites : he dos da nossa classe que sur-
gem os mandantes dos assassinios ; que os pe-
queos nao sao se nao executores das nossas
ordens e meros instrumentos de nossas vin-
gancas. Quando roflicto nestas cousas quan-
do concidero que nao he raro entre nos ver
erguidos e exaltados aos mais culminantes car-
gos do Estado a individuos cobertos de crimes
liorriveis e saturados de vicios vergonhosos ,
quasi que desespero do melhoramcnto da minha
patria.
As virtudes publicas (dizia o grande filosofo c
Orador Romano) compdc-se das virtudes parti-
culares : ninguemamaasua patria, se nao do
modo porque ama aos seus semelhantes; e
ninguem serve a estes se nao proporefto que os
ama. Quem nao he bom amigo, bom pai ,
bom lilho bom prente bom esposo nfio
pode sor bom cidadao. YerdadeasS estas de
todos os tempos e paizes : mas parece que
lia em o nosso Brazil huma conjuracao dos ve-
Iliacos egostas, impostores e tractantes
contra os cidadaos honestos honrados, e vir-
tuosos. De ordinario estes jazem escondidos, e
dcslcmbrados: os beneficios, e vantagens do
Estado sao monopolizados por aquellos esperta-
llioes que o desfructao a seu talante e quasi
sem opposicao. E como sessara entre nos os
vicios, e crimes, se quotidianamente se v que
estes nao servem d'empecilho para se consegui-
reni as melhores cousas da patria antes militas
vezes he desatendido o cidado benemrito e
premiado o vadlo, o adulador, o intrigante,
o valento Ac. &c. ? Em tal paiz he um erro
le calculo o ser cidadao honesto probo pa-
cifico e virtuoso. O Rgimen Representati-
vo alias tao bello e Uio benfico ainda en-
tre nos nao teve realidade. Oque tem havi-
do ,'com poucas c honrosas excepcoesi he hum
trafico d'espertezas e hum circulo de ambicio-
sos especuladores desfructando tudo e embacan-
do o pobre povo, e engolo/inando-o com doces
patarras de liberdade, dedireitos, e garantas,
que na realidade s existem na Constituico es-
cripta o nos Peridicos.
Talvez me Iluda a respeito dos negocios do
meo paiz ; talvez seja mu curta a minha vista
para alcancar a realidade das colisas ; mas so-
bre maneira me eseandefin e magpa o esta-
do de iminoralidade em que vejo o Brasil mi-
nha patria e concluo com o celebre Abbade
tendo. Pode ser que me descarreiem da
verdade os meus rancosOs principios : po-
de ser, que a Poltica seja huma arte toda d'aa-
tucias e tranaaces e que a virtude nao se-
ja mais, do que hum bello ideal. Todava
presistirei em minha humilde opinio em
quanto com Platao com Scrates com Aris-
tteles com Cicero e com os mais respeita-
veis filsofos estiver convencido que s o que
he justo c honesto merece o nome de ver-
dadeira Poltica e que nao h outro meio de
promover o bem., ea felcidade dos homens
no estado social se nao o dar a cada um o quo
Ihe compete.
Cliton ou o homem nascido para a digeslao,
Cliton em toda a sua vida nunca se oceupou
se nao de dous negocios que sao ; jantar de
dia e cear de noite de sorte que parece, s
nascera para digerir e nao conversa se n3o
em cousas de comer. Elle diz qual a prmeira
coberta do ultimo banquete em que se achou:
diz a quantidade e qualidade dos vinhos: tra-
cta depois do cozido dos assados dos guiza-
dos : lembra-se sem a menor discrepancia das
fructas doscretnes dos podios das tortas ,
das massas das jaleas, dos doces, de que
se compozera a sobre-meza. Elle nomeia
todos os licores que beber e tem de me-
moria toda a terminologa das cozinhas. Es-
te homem excitame desejos de comer em huma
boa meza onde elle se nao acha : o seu pala-
dar he tao seguro que nunca se illude, nem
jamis se vio exposto ao horrivel inconvenien-
te de comer hum mo molho ou de beber
hum vinho mediocre. Cliton he huma perso-
nagem Ilustre no seu genero e que levouat-
onde podia chegar o talento de comer bem.
Ainda se nao vio homem, que comesse tanto ,
e tao bem : era arbitro dos bons bocados de
maneira, que a ninguem era licito, gostar do
que elle desapprovava. Elle ja nao existe; mas.
ao menos fez que o levassem para a meza at
o seu ultimo suspiro. Dava um banquete no
dia em que morreo: onde quer que elle este-
ja ainda come ; e se tornar a este mundo, nao
ser senao para comer. ( La Bruyere.)
Os Novelistas.
H certa nacao, que se chama dos novelistas,
cuja occiosidade est sempre oceupada. Elles
sao absolutamente inuteis ao Estado; todava
julgo-se concideraveis; porque cntretem-se
de projectos magnficos, e tractao de grandes
interesses. A base de sua conversacao he huma
curiosidade frivola e radcula. Nao ha ga-
binete tao mysterioso que elles nao pretendo
penetrar e nem consentem se diga, que
ignorao cousa alguma. Apenas tem explorado
o prezente ja se arremesso no futuro, e mar-
chando em frente da Providencia, previnem-na
a respeito de todas os passos humanos. Elles
conduzem pela mao a hum general, e depois de
o haver louvado por mil asneiras que nunca
fez preparao-lhe outras tantas, que o ho-
mem de certo nunca praticar. Elles fazem
voar excrcitos, como grous, e cahir muralhas,
como cartas de jogar : elles tem pontes em todos
os rios estradas escondidas em todas as monta-
nhas immensos celeiros em as areias ardentes :
tudo tem elles: s o que Ibes falta he bom senso.
( Montesquieu. J
COMMEBCIO,
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1.......... 3:B99$91i
Descarrcgao hoje:
Barca ingleza W.m Itussell, carvao de pedra.
Barca franceza Casimir Delavigne ideui.
Brigue americano Sterltng madeira.
Patacho portuguez Restauraco vinho azei-
te toucinho carnes, e miudezas.
i ...... |jjj------------ *- ---------- i**--------- ...........-.............--------------------
goas e legoas de (erras baldas, e occiosas'.' Caliani : que aquelle que nao sabe calcular
NSolhes ser muito mais conveniente, e pro-jos valoread fransgrcssJLodaSicis, nadaentcn-
veitosoasi, e a seus lilhos aforadas a familias I de darte de governar. Digo franca ,e leal-
que asaproveitem., emelhorem? Excuso ex-1 mente o que entendo sem todava nutrir a
U ndi i me em mostrar as grandes vantagens da pretenefto de que seja exacto o mesmo que en-
IMPORTAgO.
0 brigue escuna Portuguez Amelia vindo da
lhade S. Miguel entrado no correte mez,
consignado a Joo Jozt da Cruz.
Maniftstou o seguinte :
1 pacote fazendas 1 sacco favas, 1 tremlos
a Manoel Nunes Pires ; 3 saceos favas, 1 tre-
mocos a Antonio Joaquim de Mello; 1 sacco
favas a Manoel Cabial de Mello ; 1 sacco favas
a Francisco Ferreira da Silva ; 80 saceos feijao
a Francisco Guedes de Araujo ; 1 barril car-
ne 3 ditos vinho 300 molhos de cebollas a
Joao Ignacio de Menezes ; 1118 lages de pe-
dra 20 saceos fefo ; a Joao Joze da Cruz ;
1 fardo fazendas a Joao Jacintbo Pereira Ca-
bral ; 2 saceos favas a Joo Lourenco da Silva ;
20 ancorctas figos, 20 ditas alpista 9 barri-
cas amendoas, 1 fardo alcassuz llbarrisa-
/(oiias ajo/e de Medeiros Tavares, 2 ditos
carnes, 1 dito vinho, i caixote doce a Ma-
::.::! !(! Guala Neves juiuui m CciwS uu!iuS,
I barrica batatas, 2 panellas manteiga a Ma-
noel da Silva Gasparinbo; 1 sacca alfaaema a
Henrique Jo/e Sampaio Jnior; 1 barril or-


/
lalice 2 vasos plantas a Manoel da Cunha Me-
diros; 1 caixote calcado a Manoel do Rogo Li-
ma ; 1 sacco %os a Bernardo Jo/e Carneiro
Monteiro ; 2 saceos favas 8 caixotes queijos a
Germino Serrao Arnaud ; 8 barris vinho a Jo-
ze Antonio Gomes ; 1 sacco favas a Jo/e de Fa-
rias Costa; 1 caixote clioiitieas a Christiano Jo-
ze Tavaras ; 1 barril pimenta 2 ditos carnes,
1 puu'Ila mmteiga a Joao Mtiniz .Machado J-
nior ; 1 oatM miuJe/as 1\ barris peixe 1
barrica sardinha 3 saceos 2:700 patacoes a
Joio Ignaaio de Honores ; 1 cmbrullio fazen-
das a Antonio Luis Ferrcira ; l oratorio a Jo-
zc A'i Ir; 1 condena com roupa a Jo/.e Jacin-
thodxK'is; 3 caixites di)so a Francisco An-
tonio de Minases ; 1 cmhrulho carne 1 dito
cestinbas & miude/as a Francisco Bjnto de Mo-
deiros ; 1 caixote carne a Jaeintbo Furtado 1
einbrulho roupa a Manoel Antonio Sampaio ; 1
barril carne de porco 1 torno de condesas a
Francisco Pacheco Soarcs ; 3 lardos fa/.endas a
Manoel Jo/.e Bastos; 1 cmbrulho fazendas a or-
den] 111 barricas btalas, 20 caixas batatas a
Joaquim Bem-saude; 1 caixote quadros 2
presuntos a Joao Jo/e do Monte ; 1 einbrulho
sementesa Jacintho Jo/.e de Andrade ; 1 dito
fazendas a Joaquim Joze Moreira ; 1 dito a
Basto Jo/e Benevides; 1 dito a Antonio Fur-
tado de Medeiros llego ; 1 sacco feijo, 1 far-
do fazendas a Jozi AITonco Moreira; 1 barril
carne a Pedro do llego Mein-Mes; 1 fardo fa-
zendas, 1 einbrulho roupa a Joao Joze do Mon-
te ; 4 fardos fa/.endas 1 einbrulho carne a Jo-
ao Tavares Cordeiro ; 1 barril com chouricas
a Manoel Muniz de Souza Borges ; 1 caixa fa-
zendas 1 dita carnes a Francisco Joaquim Pe-
dro da Cos; 1 dita macella, 2 barricas cuscuz,
1 ancoreta carne a Manoel Joaquim Gomes; 1
fardo fa/.endas a Mendos & Oliveira.
LISBOA.
CAMBIOS EM 31 DE DEZEMURO,
Dinh.0
Amsterdam................. **
Hamburgo *8 7/8............ *9
. (53..........d.v. 53 3/4
Londres... (53 3^ 54 90 d. v. 54
Genova........ ........... 522
Pariz...................... 525
Letras.
43 3/4
48 3/4
53
524
526
Valor de metaes e papis de crdito.
Objectos Compra
Pecas de 78500......... 7gT80 a
On^as Hespanholas.....14g350
Soberanos............. 48^50
Ouro ccrceado......... 18930
ni barra......... 25
Patacas hespanholas----- $920
Brasileiras..... 8905
Mexicanas...... 8900
Prata embarra......... 28 a 28 1/4
Venda.
78820
I4S450
48450
18950
26
8f3()
8915
8910
11 ovimenlo do Por lo.
NAVIOS SAHIDOS NO DA 31.
Maranhao ; barca ingleza Golden l'leece cap.
Matheus Hubbuck carga assucar.
Philadelphia ; brigue escuna americano R. F.
Lo per capitao Abraham Sheed carga as-
sucar.
Genova ; polaca sarda Abdul Migid capitao
Loureneo Canevaro carga assucar.
Falmouth ; brigue austraco ida capitao J. J.
Forgenson carga assucar.
Trieste ; brigue austraco Arone cap. Carlos
Constantino carga assucar.
Fundiou no lameirao para acabar de carregar a
barca ingleza Izabella.
Dito; brigue Norweguense Desacete de maio.
NWIO ENTRADO NO MESMO DA.
Babia ; 13 dias brigue austraco Elise Lonise ,
de 151 toneladas capitao Andr Nororona ,
equipagem 10, carga lastro : a Kalkniann &
Roseinund.
NAVIOS ENTRADOS NO DA 1.
liba de S. Miguel; 27 dias, brigue portuguez
Amelia, de 132 toneladas, cap. Joao Igna-
cio de Mene/es equipagem 13 passagei-
ros 19 carga lages batatas &c. : a
Joao Jos da Cruz.
Lisboa ; 28 dias patacho portuguez Restau-
raco, de 131 toneladas, capitao Jo/e Fran-
cisco Caiado Jnior equipagem 8 carga
vinho &c. : a Mendes & Oliveira.
Bremen ; 49 dias barca dinamarquesa Ca-
tharina de 23i toneladas capitao II. 1.
Dreschcr, equipagem 14, carga lastro : a
ordein.
Edil al.
DomJoSoda Purificaco Marques Perd gao ,
amego regente de S. Agosnho por graca
de Dos e da S. S Apostlica hispo de
Pernambuco e do conselho de S. Magestade,
Imperial t Conttiiueional, \V.
Ppr especial mandado de S. Magestade o Im-
perador, communieado pelo imperial aviso de
Hile maio de 1820 expedido pela secretaria
do estado dos negocios da justica^ pomos a
Conceicio das Agoas-Bellas a de S. Rita do
Bio Proto, a de N. Senhora do Rio das Egoas,
a de N. Senhora da Pona do Boriti a de
Atalaia a de S. Goncalo a de S. Romiio
da Manga a de S. Jos dos Angicos, a de S.
Joao Baptista de Porto Alegre, a de S. Rita
da povoacSo da S Cruz a de S. Jos de Ca-
rinhanha a (le N. Senhora do Livramento
da Parahiba adeN. Senhora da Conceicio
da villa do Conde ou Jaeea a de S. Antonio
ilo Mi'irim a de Guarabira a de N. Senhora
dos Milagres do Coit a da Matta Grande a
de N. Senhora da Conceicio da Loga de Bai-
xo a do Senhor Bom Jess da Fazenda Gran-
de a do S. Amaro de Jahoat&o e a de Batu-
rit.
Todo o Reverendo sacerdote ou clrigo ,
que queira faser opposicao as igrejas a cima
referidas apresento-se com os seos papis pron-
tos e correntes na forma do estillo para se-
rem admittidos fazendo termo de opposicao
dentro do prazo de secenta (fias lindos os
qunes se far o concurso eni o qual responde-
i ao os reverendos oppositores nove casos de mo-
ral e conseieneia e farao urna exposicao ou
homila ao evangolho que assignarmos para
propormosaS. Magestade Imperial, o Cons-
titucional os queso julgarem nias dignos na
forma dos Sagrados Caones, e Concilio Tri-
dentinn.
Dado om 01 inda sob o sello da chancellarla,
e nosso signal aos 3 de feverero de 18V3. K
OU 0 padre Joaquim d'Assumpeiio eserivao da
cmara episcopal osobscreviJoao Bispo Dio-
cesano. A ssumpco.
Edita!pelo qual manda V. Ex. Rm. pora
concurso as grojas vagas deste bispado na con-
4. O Palhaco fara' todo o possivel para desem-
penbar os seus trabalhos com o inaior zolo o
exactido aprosontando a corrida da cabeca
sobre o cavallo e inais difliculdados.
5. A scena do Indio Tapaj manobrando
com massa arco, o romo terminando com
a brande corrida do nadador, execueao deBarna-
bo a cavallo.
6. O pequeo cavallinho divertir' o res-
poitavel publico com novas.passagons, entro ou-
tras conhoeera' os nmeros que lhe serlo eseri-
ptos.sobre um pedaco de taboa, com gosso.
7. A velha av carroganilo seu neto assen-
tadaom urna cadeira sobre o cavallo a galope,
siena esta muito graciosa ; terminara" o diver-
t ment urna jocosa scena intituladaO Cor-
reio de Londres ou as desgracas dos viajan-
tos appresentada por varias possoas da compa-
nhia.
Principiara' as 7 horas o meia da noite.
Procos dos camarotes 8:000 rs. ; ditos de bi-
Ihetes de platea 1:000 rs. ; varanda para senho-
ra 1:300 ris.
P. S. Advorte-sc que para mantor melhor or-
dem nos corredores dos camarotes e evitar al-
guno ineoinmodo aos que os alugarom resol-
voo-se o seguinte Cada possoa que alugar
um camarote reeebor solo bilhetos, devo-
ran (mtrega-los na porta da entrada nao ad-
miftindo-se mnis numero do possoas do que os
bilhetos pormittem ; a venda dos mesmos he
nos lugares j annuneiados.
Tendo sido informado que o P. S. in-
serto no Diario da quarta leira passada 1. de
fovoreiro, tem escandalizado a alguinas possoas,
vejo-me obrigado a esclarecer melhor o meo
sentido pedindo aos mesmos Srs. queirio-se
formidado das imperiaes ordens como no mes- persuadir que a minha intenciio nao foi para
Dio sodeclara. Para V. Ex. Rm. Assignar. impor nova loi ou tirar por esse meio algum
melhor intoresse foi nicamente para evitar a
confuso e o aporto nos corredores causado
|M>r pessoas que nao perlcnciao aos camarotes ,
Declaracoes.
O lancador dos predios urbanos do bair- romo ja no futuro nao poder acontecer o mes-
rodo Reeilo faz publico que no dia 4 do corren- ; mo tendo cada um o seo competente bilheto.
te tora lugar a colleta as ras da Madre de
Dos forte do Matto e Torres. Francino
de Paula e Si Ira.
j* lotera do taeatro.
= A Ipteria do tboatro transiere o andamen-
to de suas rodas para odia 14do correntc me/
impreterivolmente, em consequencia de ter
a lotera do Guadelupe mudado as suas rodas
do dia 2i do passado me/, para o dia 31 do ines-
mo. Os bilhetos acho-se a venda no bairro do
Recife na Ioja do cambio do Sr. Vieira e na do
Sr. Cardozo Ayres Jnior, e no bairro de San-
la Antonio naslojas dos srs. Jos de Menezes ,
ra doCollegio ; S Leitao ra do Quoimado,
e viuva do Burgos na |)racinha do Livramento.
= Pela reparticao das obras publicas se pre-
cisa comprar para os concertos da ponte do
Recife a madeira seguinte:
6 linhas de 54 palmos de comprido e 12 e
13 pollegadasem quadro a rasao de 40,000
.2 madres de 18 ditos dito de 13 e 1(5 pol-
legadasem quadro a .......40,000
30 estivas de \\ ditos dito do 7 por 8 pol-
logadas om quadro a.......10,000
As qual dados destas madeiras serao sapo-
caiadopilao, massaranduba verdadeira c pao
de arco recebondo-se tambem as estivas que
forem de pao ferro coraeao de negro o to-
das ellas sem defeitos. As pessoas que as tive-
icni doverao entendor-se com o ongenheiro
oncarregado da mesma obra Floriano Desir
Portier antes do dia 20 do fovoreiro cor-
rentc. Reparticao das obras publicas 27 de
fovoreiro de 1843. D. de Portier.
Partecipa tambem que um bilheto
dous meninos. Joo Remaba.
serve para
Avisos martimo
Para Macei o hiate S. Antonio Flor
do Brazil, com a maior parto da carga promp-
ta ; quem no mesmo quizer carregar dirija-
so ao hoco da Lingueta venda de Joaquim Jo-
ze Rabello ou a bordo, fundiado defrontc do
t r a picho do algodiio._____________^__
Leilao.
, egym-
dividido
AMPHI-THEATRO.
Na ra da Florentina.
Estraordinaro espetaculo equostro
mstico para boje 3 do feverero .
da maneira seguinte :
Dama de corda forte.
1. Parte.1. Una dansa de carcter com
maromba, appresentada por Bernab.linalisando
com grandes elevacoes, pulandopor cima de una
mesa.
2. As jocosidades do palhaco sobre a dita
corda.
3. Bemab dansar na corda com urna pes-
soa nos hombros.
2. Parte. Volteio gymnastico novos do-
bros do corpo diferentes pirmides variados
saltos engracados jogos chinezes appresenta-
dos por toda acompanhia.
Exercicios Equrstrcs.
3. Parte. 1. Novos volleios aeros execu-
lados por DiogO Clak sobro o cavallo a galope.
2. Os diflicultosos exercicios dos arcos, ap-
presentados por Bernab o qual devera' putar
entre eles com a maior franqueza, o facilidade
a cavallo acarreira,
3. O admiravel cavallo Romeo oxecular
todos os uiovimeuto aa lnuu^ s do de seu dono, dansara' ama vajea a toque de
= Gaskell Johnson, estando prximo a re-
tirar-so para Inglalorra fan'i leilao por intor-
voncao do corrotor Oliveira do toda a mui va-
liosa mobilia o mais adornos da sua caza ,
aquella quazi toda nova e foita na Europa se-
gundo os modellos do primoroso gosto e da
inaior durabilidade pela excellencia das madei-
ras o sua perfeita construcciio ; os adornos
como obras do prata, oastices, lanternas, man-
gas do vidro galhoteiros bandejas, loueas ,
cristes lampios&c. sao das molhores qua-
lidades o eseolhidos padrees ; o entre tilo a-
prociavois artigos se vonderio lcitos de ferro de
varios tamanhos um carro de quatro rodas
com arroios para um ou dous cavallos o um
bonito earrinho para dois cavallos, exaetamen-
teeigual ao do Sr. A. J. de Magalha'es Baslos,
feito at polo mesmo fabricante o 2 burras de
ferro batido: Segunda foira 0 do corrente (con-
tinuando-so na Torca foira inmediata se a
multiciplicidadc dos objectos nao pormittir a
venda do tudo no dia antecedente ) as 10 ho-
ras da manh no lugar do Hospicio sitio de
Avisos diversos.
asseyumes igre-
concurso pelo presente eaiiai
jas vagas desde bispado. A de >. Senhora da
msica,
morto.
Iimil.^1 JHUIU ii -vcw
.1..
I..
Pede-sc ao Illm. Sr. Dezombargador ,
em poder do qual seacha una habilitacao vinda
da provincia da Parahiba pertenecnte a Joze
Antonio Lopes da Silveira, a qual habilitacao ja
subi para arolacao desde junho do auno p. p.,
escriva Posthumo, que por especial favor baja
de a despachar.
Na ra do Quoimado Ioja n. 14, vnde-
se um selim com os competentes arroios e
por prego commodo.
= John GeorgePoingdestro, subdito Britan-
nico retira-se para Inglaterra.
Arrenda-so annualmenteuma olaria na
Boa-vista pordetraz do rocolbimonto da Gloria:
quem po8 quizer arrendal-a procure oDr. Pe-
reira na na do Rangel. Elle tambem aluga
diias moradas de casas na ra da Alegra una
de 10 outra do.7 mil rcis.
=r. Dm moco braxileiro, sem pai, e mai,
branco solbro sabe ler cscrever e con-
tar sufrivelnionto izento de guarda nacio-
na!, doze'a-se empregar coi algunaenprego de
caixeiro de ra, ou do alguma escrpturaco .
.... afmovotn i|" sni-nr nois da (ador (la con-
. duda po8 quem o temionar dirija-so a
ra do Padre Floriano poisdetudo isto tem
bastante pratica.
Ad. Fatton roga a todas as pessoas com
quem possa ter contal, a bondade de as man-
ijar a ra Nova n. 30 para seren pagas.
O Sr. Placido retratista queira dirigir-
se ao pateo de S. Pedro n. 16 que se lhe
desoja fallar.
Joze Bernardo Ventura faz sciente ao
rcspeitavol publico que tendo sido encarrega-
O das cobranras da fabrica de rap, que tinha
o Sr. Manoel l'erroira Lima & Companhia; as-
sim como tambem das cobrancas do estabeleci-
mento do dito Sr. queso acba deaonerado des-
de o dia 2 do corrente me/, das inesmas cobran-
cas tanto as da fabrica, como tambem asdoes-
labelocimento do mesmo Sr. Lima ao qual
protesta toda a gratidao o respeito pela boa fe,
e honradez com que sempre o tratou.
Manoel Francisco Coelho professor de
grammatiea latina do. collogio Santa Cruz se
propoe a ensinar a lingua latina a tarde em sua
i asa ; quem se quizer utilizar dirija-se a ra
do Mondcgo casa n. 50.
Proci/a-se do una ama de leite forra ou
cativa, o que tenha bom leite ; na ra doCa-
bug Ioja de miude/as n. 3.
Prociza-se do una ama de leite ; na ra
do Amorim n. 7, ou annuncie sua morada.
Boga-so ao senhor do engenho Caxoeira,
que faca o favor.de ver se o escravo de que tra-
ta seuannuncio, tem ossignaes seguintes
chama-so Benedicto ( pode mudar o nonie )
dado 50 annos poueo mais ou menos esta-
tura regular cheio do corpo, cabeca puntuda,
olhos pequeos e cor de fogo, rosto cheio e
comprido, barbado bastantemente, faz-se ma-
luco mas he muito ladino encrusa os bra-
cos quando se fala com elle : no caso de ter os
ditos signaos far particular favor de remete-lo
ao major Mayor que pagar todas as despesas
alem de litar muito obrigado.
= Quem tizer o quizer vender urna casa ter-
rea no bairro de S. Antonio que nao seja forei-
ra dirija-se a ra de S. Rita nova n. 54 a
toda hora do dia que achara com quem tratar.
Lina crila j idosa se propoem a ser ama
do una casa a qual d (iador a sua conducta;
quem a pretender annuncie.
Quem tiver para alugar urna preta que
saiba comprar cosinhar o ordinario e ven-
der o que se lhe der pelo proco de doze mil
reis meneaos, e dando-se o sustento ; annun-
cie ou dirija-se a ra das 5 Puntas sobrado
n. 11.
Aluga-se um quarto a qualquer Sr.1 ca-
paz ou mesmo a um cazal a um cazal que
soja desonorado do familia pois o interesse de
alugar-se he para fazer se companhia a urna
Sr." viuva tendo a vantagem quem alugar ter
loda casa por omenagom ; quem este negocio
convior annuncie para ser procurado.
OSr. AnastacioJosde Azevedo quei-
ra declarar sua morada para se lhe falar.
Quem tiver um sobrado para alugar, que
seja na ra do Rozarioostreita, patio do Carino,
ra de S., Francisco; annuncie.
Precisao-se de quatro contos de reis a pre-
mio com hypotheca em um engenho perto da
praca cinco ou seis leguas distante; assim co-
mo mais vinte escravos do mesmo engenho ;
quem este negocio convier aununcie para ser
procurado.
Quem precisar de una as:s forra que ss-
bo cozinhar bem e engommar dirija-se ao
heco da bomba casa n. 3.
Quem annunciou querer cem mil reis a
juros ; annuncie para ser procurado.
= Jos6 Dias da Silva testamenteiro do fi-
nado Loureneo Jos de Carvalho vendo o an-
nuncio no Diairo de 11 de Janeiro em o qual
previne que ninguem contrate ou compre o
sitio do torras em Bobirihc de que esto de
posse os herdeiros daquelle falecido e que os
annunciantes sao consenhores, responde que
ignora quem sao os annunciantes e pode-Ibes
declaren) seus nomos e moradias ou do con-
trario dirija-se a sua casa aonde vero justos e
legaes documentos por onde consta pertencer
aquello sitio de torras ao finado Loureneo e
hoje a seus herdeiros ; assim como de estar pa-
go o foro ate ao auno de 1853.
Quem precisar do urna ama forra que
sabe cosinhar bem o engomar : dirija-se ao be-
eo da Bomba casa n. 3.
O eserivao da irmandade da matriz da
Boa-visln o administrador das obras da mes-
ma matriz roga a todos os Srs. que tem pro-
met ido dar suas osmolas, e que ainda nao de-
rao ooncorrao para so poder ir continuando
atmbalhar; porquanto dividindo-se o lucro
da lotera ultima para se mandar para Lisboa
pnra pagamento das pedras o restante justo
rom as osmolas dos ficis he a penas o dinhei-
ro com que se tem feilo agrande coberta ,
hoie a primeira de Pernambuco segundo o ris-
co dado polo insigne arquitecto o Sr. Andr
! Wilmes; assim como toda a mais obra que
{se fez mistar, tendo aparecido ruina emquasi
I


-^-
toda a greja : brevemente se dar ao prelo toda
a esmola para esse lim recebida ; assim como
tanbcm a esmola tirada para o frontespicio at
o estado actual.
= Joo Keller ; retira-se para fora da Pro-
vincia.
= John Mac Iver subdito Inglez retira-se
para Inglaterra.
- Henrique Zimmer retira-se para fora
da provincia.
Alugao-sc duas casas urna na ra da A-
legria asohradada, com commodos para gran-
de familia ; outra na ra de S. Gonoalo da
parte da sombra, com tres quartos: trata-se com
Marcellino Jos Lopes.
=Aluga-se ou arrenda-seum citio pequeo,
ou mesmo qualquer casa,sendoque tenha gran-
de quintal, sendo na estrada dos Adictos ,
Joao de Barros ou Cruz de Almas; a quem
convier esto negocio queira annunciar por esta
folha para ser procurado ou dirija-se ra
daSenzalla Velha n. 110 segundo andar por
cima de um arma/em de assucar Hcando certo
que no caso de agradar nao se olha preco do a-
lugner.
= O abaixo assignado reoga ao sr. Francis-
co Antonio de Santa Cruz queira dirigir-se
a ra das Cinco Pontas n. 32, no prazo de
oito dias a negocio de seu interese. Jos da
Silva Moreira.
Perdedeo-se no caminho de Olinda um
conhecimento assignado em branco pelo Snr.
Fernando Francisco de Aguiar Montarrois, pa-
ra se rebeber da Thezouraria Provincial a
quantia de nm cont de reis : quem o achou ,
levando a praca da Independencia loja de livros
n. 6 e 8 dar-so-ha o achado.
= Precisa-se de um pequeo portuguez ,
que seja chegado prximamente para caxeiro
de venda ; quem estiver nesta circunstancia an-
nuncie por esta folha.
MariaTheodora Vianna de Carvalho, pro-
fessora do bairro d S. Fr. Pedro Gonsalvcs ,
avisa ao respcitavcl publico que abre asuaaula
nodia3do corrente por se terem acabado as ferias
da lei.
Quem quizer dar dinheiro aqui para re-
beber na cidade do Porto ; dirija-se a ra da
Cadeia no primeiro andar da casa n. 34 a
fallar a Jos Antonio Bastos.
Quemannunciou no Diario-novo querer
comprar urna geometra de Euclides; dirija-se
a ra do Rozario larga n. 27.
O abaixo assignado avisa ao publico que
no annuncio que fe/, a pouco dias pelo Diario-
novo sobre a hypotbeca do engenbo Cotungu-
ba, pertencente ao sr. Antonio da Silva Pessoa,
se esqueceu de declarar que os onze contos e
oitocentos mil reis quedeve o dito sr. Pessoa
ao sogro do abaixo assignado sao provenientes
da compra que o sr. Pessoa fez ao sogro do a-
baixo assignado do dito engcnho Cotunguba e
queconstao de letras de um cont de reis com o
prazo primeira de um auno asegunda de
lous ; cassim a propon. o-, -de sorte que a ulti-
ma he do prazo de doze anuos e de oito cen-
tos mil reis.Joao Antonio de Souza Beltro
Araujo Pereira.
Precisa-se de um homem que entenda de
paderia perfeitamente: na Camboa do Car-
ino n. 12.
Pede-seaosr. Vicente Ferreira da Silva,
que diz terem seu poder varios esclavos evadi-
dos ao dominio de seus senhores o obzcquio
do averiguar se entre esses se achao dous com os
signaos seguintes : 1. c um inoleque que fu-
gio a 7 annos e deve ter 26 annos, de nome
Jos ladino cor fulla alto seco do cor-
po cara redonda falla descancado os dentes
doqueixode sima acangulados, e um dos den-
tes quebrado ps apalhetados ; o 2. por
nome Antonio fgido a 12 annos, idade de
50 annos, baixo soco do corpo queixo agu-
do olhos vermelhos com aparencia de cobre ,
3uando anda primeiro assenta o peito do p ao
o carean liar; por isso se roga ao Sr. Vicente
Ferreira caso sejao alguns destes de o mandar
a seusenhor Jos Fernandes Eiras na ra Bol-
la queja foi da Florentina no sobrado novo
prximo a mar.
Aluga-se ou vende-se urna canoa de con-
, muito bem construida e de boas
madeiras, acabada de novo eja esta curlida :
na loja de miudezas na ra do Cabugii n. 3.
O abaixo assignado avisa a todos os Sis.
que tem em seo puder cartas de bancas de casas,
que ficaro de nenbum feito ou vigor de boje
em diante, por assim Ihe convir;JosJoa-
quim de Su Pegado.
Communica-se ao publico que nin-
guem compre nom hypotheque a loja, e pre-
dios do Antonio Gomos Pessoa visto que tan-
to aquella como estos estao sugeitos as divi-
das que o mesmo deve provenientes de fa-
zendas, que comprou nesta praca.
TenaA hido um Dreto na loja do Bandei-
ra a procurar linhas e por esquecimento
ilpvnii i;;:: pcqi'.O? 'miixa confondn q-jatr:;
pecas sufrrveis que sao : trez calcas e urna ja-
queta; qualquer que se concideredono, dndoos
signaes da qualidade do panno Ihe ser entre-
gue, visto ja andar por 8 dias.
Perdeo-se urna carteira contendo a quan-
tiadq 114:000 e tantos rs. em um embrulho ,
e igualmente tres bilhetesda loteria do theatro ,
e tambem alguns recibos e cartas e um co-
nhecimento de Smith e uns oculos ; ro-
ga-se a pessoa que achou e quizer restituir ,
pode levar na praca da Independencia, loja de
livros n. 6 e 8 que receber seo achado.
~ No dia 29 de Janeiro p. p. desencami-
nhraodo sitio junto aodoSr. Bernardo Jos
Carneiro Monteiro um cabocolinho forro de
nome Pedro de 12 a 13 annos pouco mais ou
menos que tinha vindo da Capital do Cear
junto com a familia doExm. Sr. Prezidenteda
mesma provincia a fim de se educar ; roga-
se a quem oconhecer esouber aonde elle est
queira dar parte a dita familia para o mandar
buscar, levou camisa de chila e calcas de
riscado de algodao trancado e de chila.
= Alexandrina de Lima e Albuquerque ,
professora da primeira cadeira de meninas do
bairro de S. Antonio faz publico que no
dia 3 do corrente abre sua aula no segun-
do andar do sobrado n. 20 da ra da Praia
da Cadeia.
= OfTerece-se um rapaz portuguez de 20
annos de idade para' caixeiro de qualquer
ocupacao sendo para fora desta praca o qual
tem bastante pratica de negocio ; quem do seu
prostimose quizer utilizar dirija-so ao largo de
S. Pedro n. 5, que se dir com quem se ha de
tratar, e sendo preciso d Hador a sua con-
ducta.
= No dia 26 de Dezembro p. p. appareceo
no engenbo Caxooira freguezia de Ipojuea ,
um escravo de idade de 40 annos, pouco mais,
ou menos e diz chamar-se Ignacio; quem
sejulgarseu dono, dando os signaes certos
Ihe ser entregue no mesmo engenho.
= Aluga-se escravos que sejao bons e
possantes, para o servico diario, principiando
das 7 horas e meia da manhaa at as trindades,
pagando-so 900 reis diarios; quem convier,
dirija-se a o reca nto da Cacimba, no primeiro
andar de manhaa at as 9 horas, ou de noite.
== Deseja-se saber a moradia do Sr. Anto-
nio Leite de Pinho para se Ihe fallar a nego-
cio de seu interesse.
= Quem precisar de roupa engommada
com perfeico e em conta dirija-se ra
do Caldereiro n. 80, que ser-sen ido prompta-
inente.
= Boga-se ao Sr. Vicente Tavares da Silva
Coutinho se entre o numero de escravos, que
tem em seu poder existe un negro de nomo
Joaquim bem feito o preto com urna pe-
quena cicatriz em a fonte esquerda junto a raiz
do cabello e os olhos appertados fugio em
22 de Agosto de 1832 entregar Luiz Jozo
de Souza na ra do Queimado n. 14.
= Precisa-se de urna ama de leite que
nao soja captiva o nao tenha filho : na ra
dasCruzesn. 20, primeiro andar.
Compras.
Compra-se escravos de ambos os sexos pa-
ra fora da provincia, sendo bonitas iguras, pagao
so bem : na ra da Cadeia S. Antonio em um
sobrado de um andar de varanda de pao n. 20.
---- (inmnra-io yin npfi> d mpjn dade* 2"
nuncie para ser procurado ou dirija-se pra-
ca da Boa-vista botica n. 20.
no bairro de S. Antonio com quintal e ca-
cimba pelo preco de 700,000 rs. livre e de-
sembarazada ao comprador se dir o motivo
por que se vende : os pretendentes annunciem.
Vende-se urna vaca magra sem vitello ,
por 12,000, no assougue defronte da cadeia.
Vende-se urna marquesa de angico : na
ra da Senzalla velha n. 20.
Vende-se smente de coentro de touceira,
agarrafa a 1,000: na esquina do pateo do
Carmo que volta para a ra das Trinxeiras ,
numero 2.
Vende-se chitas escuras de lindos pa-
dr5es com largura de quatro palmos chega-
das ltimamente de Franca: na ra do Quei-
mado n. 16 loja de Joo Botelho Netto.
Vende-se canastras com muito boas casta-
nhas do Porto a 2,500, batatas novas em ar-
robas a 400 rs. : no caes da alfandega arma-
zem defronte da escadinha.
Vende-se urna negra boa cosinheira e
engomadeira, urna dita propria para servico do
campo: na ra nova, 3, venda de M. F.
Lima.
Vende-se um garrote em grao muito
manso acostumado ao pasto otimo para car-
roca pois se vende muito em conta : na ra
Bella que ja foi da Florentina sobrado pr-
ximo a mar.
= Vende-se urna espingarda de espoleta de
superior qualidade assim como um viveiro
para canarios : na ra do Livramento venda
n. 38, a'tratar na mesma.
Vende-se ptimos charutos d'Avanna e
de fama-va em caixas e a retalho : na loja
do Bandeira ra do Cabug.
Vonde-se um armaco propria para qual-
quer estabelecimento tendo a casa commodos
para familia por preco commodo : na ra do
Lramcnto n. 11.
Vende-se urna banda de retros nova, um
telim um fiel urna guitarra com muito boas
vozes, um marco de meia libra, tudo por pre-
co commodo : na ra do Livramento n. 11.
Vende-se carne de porco muito gorda a
140 rs. a libra e toucinho a 160 rs. : no as-
sougue defronte da cadeia.
= Vende-se Queijos londrinos, muito fres-
caes ressentemente chegados de Inglaterra ,
por preco commodo : no beco do capim ar-
mazem de Jos Rodrigues Pereira & C.
Vende-se na Casa Forte urna casa com as
frentes de tijollos oitoes de taipa tendo vinte
c sinco palmos de largura e cincoenta de fundo,
oo quintal com trezentos palmos de fundo : no
Forte do matos ra do Cordoniz D. 2.
= Vende-se um escravo de idade de 25
annos de nacao ptimo para todo servico :
nina mulata moca coze engoma e cosinha ;
urna escrava de nacao vendedeira de frutas :
na ra do Fagundes n. 27.
Vendas
dusir agoa
Vende-se um sobrado de um andar o
soto em chaos proprios, na ra de S. Rita n.
14 o urna porco de barricas que foro do fa-
rinha ; a tratar na ra do Rangol n. 81.
= Urna canoa de amarello com 55 palmos
de comprido muito propria para se fazer bar-
cafa ou canoa de carrogar agoa ou tijolos :
na ra da Cadeia do Recife n. 30.
Urna mulata ptima para o servico de
qualquer casa de familia
lava de sabao e varrella e cozinha
mente : na ra da Cadeia do Recife
engomma cose
sofrivel-
, n. 30.
= l ni escravo do 20 annos crioulo ,
bom ollcial de sapateiro com principio de se-
leiro o sem vicios ; tratar no atterro da
Boa-vista loja de soleiro.
= Lina parte ou partos da propriodade n.
49 no atterro dos A (Togados de dois andaros ,
quintal amurado at a mar com grande com-
primonto c foi do finado Jos Francisco Pedro-
so, e hojedeseus herdeiros ; tambem se per-
muta por cazas ou torras em Santo Antao ;
quem convier este negocio annuneie para
sor procurado.
Sacas com arros pilado, por preco com-
modo ; na prava da Boa-vis'a venda n. 15.
Vende-se um palanquim em bom uzo ,
por preco commodo : na praca da Boa-vista ,
nni mu n 20.
Vende-se por precizao urna casa terrea

> ende-se urna i escrava cosinheira en-
gomadeira e rendeira para fora da Provincia;
assim como um negro para o servico do campo ;
o um moleque : na ra do Mondego n. 82.
Vende-se farinha de maj em saccas ,
por preco commodo : na ra da Moeda, n. 7,
assim como de qualidade regular a3,000 a sac-
ea Mann em caixas de 16 libras : no caes
la Alfandega armazem de Antonio Annes ,
saccas com milho a 4,000 no armazem de
Francisco Dias Ferreira & C.
= Yende-sc no Botequim Franeez da ra
Nova t T 96 an n Ha nontp t Vinlin Frnn-
062 de Bordeaux, dito de Sanglada de boa qua-
lidade tanto em garrafas como em barrica ,
juntamente vinho de Champagne muscatel,
madeira e outras qualidades tambem azeite
doce Franeez, agurdente de franca (dita cog-
nac) licores finos, rhum, biscoitos chamados da
reims : tudo por preco commodo.
Vende-se urna bonita escrava sem defeito
algum cozinha com urna linda cria de 8
mezes duas ditas engomadeiras cozinhei-
ras ; urna parda de muito boa conducta engo-
ma cosinha muito bem, duas negras da Cos-
ta, boas quitandeiras e lavadeiras, por 600,000
rs. una moleca de naco, dous escravos pro-
prios para palanquim dous moleques pecas ,
idade 12 a 14 annos, um pardo idade 20 an-
nos bom pagem e creado de servir um dito
oflicial de alfaiate um malatinho idade 30
annos : na ra dAgoas verdes D. 46.
Vende-se urna venda sita na ra de Santa
Rita nova n. 7 com poucos fundos, tem
duas frentes de ra a ra com commodos para
inorar urna familia na mesma vende-se urna
cama de amarello, envernizada e nova que
ainda nao foi servida ; e urna canoa nova com
45 palmos de cumprido muito boa para se
abrir; e mais 26 caixas novas para assucar:
na mesma venda se dir.
Vende-rse um jogo de Breviarios novos e
urna batina
Vende-se urna escrava de 18 annos sa-
be cosinhar ensaboar e muito fiel; e un
preto que d por dia 480 reis : na ra das Cru-
ses n. 12.
Urna parelha de cavados castaqhos para
carro, como tambem um carro inglez quasi no-
vo muito lindo ; tudo junto ou separado : no
Manguinho casa terrea defronte do sitio do Sr.
Francisco Antonio d'Oliveira.
= Dous escravos um de idade 35 annos,
queentende de padaria e trabalha de enchada;
e o outro moleque, muito bom que sabe ce
zinhar o ordinario: na ra velha da Boa-vista,
n. 55.
Urna preta moca, do nacao com habi-
lidades : na ra da Cadeia do Recife n. 53 ,
segundo andar casa de Joo Mara Seve.
ss Urna espingarda de espoleta de. superior
qualidade ; e um viveiro proprio para canarios:
na ra do Livramento venda n. 38
Galaria Pitoresca da historia Portugueza,
ou victorias, conquistas, facanhas e factos
memoraveis da historia de Portugal, e do Bra-
zil, obra destinada instruccao da mocidade
Portugueza e Brazileira ornada de 34 es-
tampas representando os acontecimentos mais
celebres e mais gloriosos da historia dos dous
paizes acontecidos as 4 partes do mundo ,
pelo mdico preco de 2:500 rs. : na ra do
Crespo n. 23, loja de Manoel Jos de Souza &
Companhia.
^ Cortes de Laa com 14 covados para ves-
tidos desenhora a 3500 ; ditos de chita pre-
ta com 16 covados em retalho a 1600 o cor-
te ; chitas de cores a 160 o covado ; ditas finas
o fixas em cores com algum mofo a 180 o co-
vado ; ditas sem defleito a 200 e 220 rs. o co-
vado ; ditas finas para coberta a 2i0 ; riscados
brancos com listras azues, muito encorpados ,
o proprios.para escravos a 160 o covado; brim
pardo trncadode purolinhoa 480 a vara; dito cor
de chumbo a 560; dito branco trancado a 800 rs.;
dito branco muito encorpado e tambem da
cores a 1600 a vara ; pecas de bretanha de
Franca com 5 varas e meia a 4500 a peca ;
ditas de algodao com 20 varas a 380 e a va-
ra a 200 rs. ; pecas de madapoles finos a
3800 ; dito superfino a 48Q0; e a vara a 200
0 2i0 rs. ; bretanha de linho a 560 a vara;
pecas de esguio de linho a 11:000 rs. ; peca da
sanas com alguma rotura a 1600 a peca ; atoa-
Ihados de linho estreitos a 320 a vara ; cas-
sas finas de listras e tambem de quadros a
00 rs. a vara ; challes de seda pretos com al-
gum mofo a 6:000 rs. ; ditos de cadaco muito
encorpados a 2:000 ; ditos de lanzinha muito
finos a 3:000 ; panno preto fino e de cores a
i:000 rs. o covado ; meias curtas de borra
de seda de cores a 400 rs. o par ; lencos bran-
cos de cassas a 240 e 320 ; ditos de cambraia
recortados a 480 ; ditos de metim de franja a
1280 ; ditos de seda de franja para sonhora, a
1600 ; luvas de seda pretas ordinarias sem de-
dos a 320 ; ditas decores finas com burracba
no bocal a 720 rs. o par ; algodao-zinho liso a
160 rs. ; dito muito encorpado a 180 a vara;
dito trancado americano a 280 rs. ; lencos de
seda de quadros, proprios para pescoco de ho-
mem a 1760; pannos de quadros para mesas a
1:000 rs. ; e alem destas fazendas um comple-
to sortimento de ditas : na ra do Queimado,
loja n. 1 de Francisco Joze Teixeira Bastos
& Companhia.
Os Diarios desde o primeiro de Julu
do anno prximo passado at sta dacta ; um
violo com muito boas vozes ; una casaca azul
claro, em bom uso; pedras de marmore com urna
flor dourada em cima que servem para se
botar em cima de papis : na ra Direita nu-
mero 30.
= Cadeiras americanas com assento de
1 i,i Ni i n ha ; camas do vento com armacao c sem
ella mui bem feitas a 4:500 ; ditas de pi-
nho a 3:500 ; marquezas de condur ; mesas
de jantar; commodas de amarello ; ditas de
angico ; assim como outros muitos trastes ; e
pinho da Suecia com 3 pollegadas de grossura;
dito serrado ; tudo mais em conta que em ou-
tra parte : na ra da Florentina em caza de
J. Berangr.
Escravos fgidos.
Fugio desde Agosto do anno passado um
preto de nome Fructuozo naco Benguela,
idade pouco mais ou menos 30 annos corpo
regular cor fula beicos grossos tendo por
maior signal o ser cambito das pernas en-
contrando um joelho com outro trabalhava
as caixas de assucar ; quem o pegar leve no
Forte do Mattos na prenea de Manoel Igna-
d'Oliveira
co d (Jliveira Lobo que ser generosamente
recompensado,
capa e volta de lila fina bandada j joSo Manoel Pereira de Abrcu faz publico
de tafet rouxo : no principio do Atterro do Af- que tem jous escravos fgidos, ambos croulos ,
togado, n. o7. u SU,L.| f um tiiuieque de iiunio joao e una de
Vende-se um bom relogio de parede por
nreeo barato : na TUS ds Conceipo da Rnn-vje_
ta n. 15.
nome Rita : quem os pegar ser gratificado.
Recife na Typografia di Manoel F. de F. 1843.


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