Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04871


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Full Text
Auno de 1843.
Segrmda Feira 23
Todo 5 depende de no* aeimoi; de noaaa prudencie modereoo e enerfit : oon
iaaemoa eoo prineipiemoe e eeremoe eponltdoe cora admirado entre ee Ntcoe mis
iltm, ( Proel.mi{.in di Asaembe Gercl do B&AHL.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Colina, ParaMba e Rio prende do Norte ganda- e tenas feirae.
Bonito e Garantan! 40 e 24
Cebo Serinbem, Rio Formoao Porto Cairo Maeeio e Alaron no i. 11 Jl.
|oi-Tite e Floree 28. Santo Antas quintas feirae. Olinda todoe oe diae.
DAS DA SEMANA.
J3 Sef. Oj Despotorios de N. S And. do J. de D. da 2. T.
}4 Tere. N. Senhorada P. Aud. do J. de D. da 1. r.
}6 Quart. Convenio de s. Paulo. And. do J. de D. da 3. t.
Jt (Jaint! Policarpo B. Aud. do J. de D da 2. t.
?7 Sexl. ^0io Chrisostomo B. Aud do J. de D. da 1. v.
jS Sab. e. Cyrillo B. Re. Aud. do J. de D da 3. y.
5!) De, e Francisco de Seles B.
de Janeiro:
Anno XIX, N. 18.
O Diario publicare todoe oe diaa que n3o forem Santificados : o preco da aaniRnatara a
de tree muris por qoartel paSos adiantedos. Os annunc-ioa dos assignantes aao inserido e
gratis, e os dos que o nlo tona 6 raiao de SO reis por linh.. As rrol.maefies deyem sel diri-
pidaseestaTyp., ra das CruiesN. 34.on a arana da Independencia loja de liro N. Oe 8.
venda.
15.400
15,200
8,000
1,800
cambios-No dia 21 de Janeiro.
Cambio eobre Londres 27 { Nominal. l Oono-Moeda de rj,400 V.
Paris 350 reis por franco

t.
compra
15,200
5,03J
8,400
1,780
1,7*0
1,780
Lisboa 400 por 100 de premio. de 4,000
| PiuTi-Patacei
Moeda de cobre 3 por 400 de descont. PeosColumnaree 1,70 1,800
dem de letras de boas firmas 1 |. I ditos Mriicanos 1,780 1.80
PHASES DA LA NO HEZ DE JANEIRO
Loa Nora n 30, i 9 horas e 42 m. da manh. I La cheia ,i 4fi al S boras e 36 m. da manb
Quart. cresc. 8, 4s5horaje52 m. da tard. | Quar!. min;. 2-',is 10 horas* 42. dar
Preamar de hoje
1. a '1(1 horas e 54 da manha. | 2. a 1 1 horas e 1S m. da tarde .
DIARIO
1C
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 13 DO COMIENTE.
Olioio Ao inspector da thesonraria da fa
zen la cornmunicando ter sido declarado em
aviso da secretaria do imperio de 24 de De-
zerabro ultimo, que S. M. o Imperador, pa-
ra obviar os inconvenientes que resulto da
execugo do aviso da mesma secretaria de 29
de Jumo de 183o que alterou a dsposigo
do art. 155 do regulamento de 3 de Margo de
1829, relativamente formago,e remessa dos
ruappas, ou contas de receita e despesa das
administrag^s dos correios das capitaas das
provincias, houve por bam que, Picando de
nenhum effeito o mencionado aviso lite-
ralmente se observe o disposto no citado ar-
tigo do regulamento ; e determinando que
neste sentido expessa as convenientes ordens
ao administrador do correio geral d'esta ci-
dade.
Dito Ao inspector da thesouraria das ren
dat provinciaes ordenando que vista das
novas condiegOas que Ihe remette para se-
rem publicadas pela irapiensa torne por
em arrematago o fornecimento de lijlo para
a ponte do Caxang ; os raparos do atterro
dos affogados, e ponte do mesmo nome; e as
obras da estrada do Recite para Olinda pelo
val deTacaruna; e recommendando-lue, que,
quando convidar licitantes as referidas arre-
mata<}68S declare que os respetivos orna-
mentos plantas e perfis acho-se patentes
quem os quizer consultar em o gabinete do
Engenheiro em chefe das obras publicas.
Communicou se ao mencionado Engenheiro.
Dito Ao commandante da escuna = Le
bre=, ordenando em cumprimento do aviso
da secietaria da marinha de 27 de D^zembro
ultimo que mande passar guia de desembar
que ao 1." marinheiro da mssma escuna, Do-
mingos Joze Pereira ; eque informa se elle
quer gozar dob-neicio da lei n. 192 de 30
de Agosto de 1841 que manda abonar os
respectivos vencimentos, empregandose con-
venientemente, aquellos, que podem pres-
tar algum servigo; fim de remetter-se o pa-
ra o arsenal de marinha da corte.
Dito Ao commandante das armas en-
viando para dar o conveniente destino, co-
pia das duas relacOes que acompanhro o
imperial aviso da secretaria da guerra de 22
de Dezembro p. p.; sendo urna dos officiaes
nomeados para esta provincia; e outra de dif-
erentes individuos que por incapazei foro
escusos do servico.-, entre os qutes se noto
alguns presos rebeldes da provincia de S.
Paulo.
Dito Ao director interino do arsenal de
guerra, autorisando-o comprar o azeite de
carrapato e o de coco as vellas de esper-
waceto e as vassouras de que trata em of-
ficio de 11 do correte, pelos precos, que no
esmo ollicio indica ; visto serem os mono-
res por que taes gneros se podem obter.
Dito Ao chefe da legio da guarda naci-
onal de Olinda ordenando que vista das
pegas officiaes que por copia Ihe remate ,
e na forma da lei de 18 de Agosto de 1831 ,
faga entrar em conselho de disciplina ocapi-
to do i.4 batalhfio da dita legio Joo Bau-
tista da Silva Manguinho por nao ter compri-
do a ordem da Presidencia de 26 deNovem-
bro, que por S. S. Ihe foi transmitida, e pe-
la qual se determinou que o dito batalho ,
enlo sob commando do menciona Jo capito ,
desse a guarnigo da praga no dia 1.* de De-
zembro ultimo
Portara Demittindo ocapito do 1." ba-
talho da auarda nacional do municipio de
Olinda, Joo Bai.tista da Silva Manguinho,
do lugar d'instructor do mesmo hataltlto. =
Participou-se ao chefe da respectiva legio ,
* o inspector da thesnnraria da frzenda.
Dita Ao inspector do arsenal de marinha,
ordenando que lomees ao commandante do
vapor = Paquete do Sul = o que elle preci-
sar para seguir ao porto do seo destino.
Ollicio Ao commandante das armas, de-
terminando em cumprimento d'ordem impe-
rial que mande escusar do servigo militar o
soldado de 1/ linha Domingos Candido Xa-
vier filho de Clara Maria do Monte ; visto
estar, pela sua idade isento do recrulamento.
Dito Ao juiz do civel interino Francisco
Rodrigues Sbtte =a Participando-me o Cnsul
jeral do Brazil em Lisboa em offi.no de 5 de
D'zembro ultimo, qm pelo brigus Portuguez
= Tarujol.=, capito Mano'l de Oliveira
Franco remettia o espolio do finado subdito
Brazileiro Joaquim Joe da Foncuca, cons-
tante do inventario por copia incluso ex-
cepto mil meios de vaquetas e 180 meios de
sola que licavo em poder de Antonio Joa-
quim do Oveira, quem linho sido consig-
nados e cuja vend, segundo elle diz a-
inda ufo procedeo pelo baixo prego em
que taes gneros existem actualmente naquM-
la praga ; e que do dinheiro, mencionado no
lito inventario entregara ao referido capito
312 reis, valor do nvreado de 40 pegas e
6*255 reis de 15 crinados novos ; o que per-
faz a quantia do 318ji2od reis como se v
pelo conherimento junto ; e dentro d'um dos
bahus7#0i0 reis, moeda Portugueza, e 9(50
reis moeda Brazileira que mquelle paiz
corre por 920 reis cujas parccllas reunidas
importo em 326*215 reis lquidos : ordeno
Vm. qu<) mande tomar conta de todos es-
tos objetos para serem entregues qu-m de
iireito possp pertencer. = Com este sao re-
metidas Vm. as chaves dos bahus.
Dito Do secretario da provincia ao com-
mandante das armas participando, queS.
VI. o Imperador houve por bem mandar de-
mittir do servigo do exercito Trajano Aus-
trecliano da Costa que foi d'aqui remetlido
para o mesmo servigo por achar-se isento
.lo recrulamento em consequencia de ser es-
tudante como provou com certidoes origi-
naos d'exames.
Dito Do mesmo ao inspector do arsenal
de marinha cornmunicando que S. Ex. o
Sr. Presidente ha submettido deliberarlo do
Exm. Sr. Ministro da marinha o resultado
do exame feito na escuna de guerra =a La-
bre =; e determina que no entretanto se
nao proceda concert algum em a referida
escuna.
Dito Do mesmo ao inspector da thesou-
raria da fazenda remetiendo em satisfaco
ao quj requisitou o commissario fiscal sobre
o pagamento das forragens requeridas pelo
ex-delegado de Flores, Manoel Domingues da
Andrade para os cavalios das pragas, que
all estiverSo em servico um officio do ac-
tual delegado d'aqueile termo acompanhado
da avaliago d'um alqueire de milho : e de-
volvendo-lhe os papis relativos semilhante
pagamento.
Dito Do mesmo ao commandante das ar-
mas scientiicandoo de que S Ex. o Sr.
Presidente nenhuma resolugo poda tomar a-
cerca das obras militares de que S. S. trac-
ta em officio de 11 do correte; por que, ten-
do logo que as mandou suspender, dado con-
ta ao Governo Imperial, reclamando provi-
dencias e dirigido nesta data urna nova re-
presentaco aguarda a deciso dominio
Governo', para ento resolver definitiva-
Dito Do mesmo a Marcelino Joze Lopes,
intelligenciando-o de haver sido mdeferido
or S M. o Imperador oseo requenmenlo ,
em que pedia o pagamento da gratiieagao de
campanha pelo tempo, em que servio na guer-
ra de l'anellas e Jacuipe ; por isso quenes-
sa^noea naoesUva a diU gratificaclo aulon-
sada por lei.
n,r,__Do mesmo ao bngeDheiro em cue-
le das obras publicas participando que S.
Ex. oSf. Presidente ha aDDro\ado osorca-
mentos para o empedramento das areias do
(iqui na estrada de Santo Anto; e ordenan-
lo-Ihe, que organiseas condiegos, com quo
deve ser arrematada aquella obra.
TRIBUNAL DA RELAC.\0.
SESSaC DE 21 DE JANEIRO DE 1843.
Na appellago crime desta cidado app;l-
lante Manoel Ciprianno Eerrura Rebellu, ap-
pelladq Jos Theodoro dos Santos escrivo
l'osthumo ; se julgou pela reforma da sen-
tenga appellada.
Na appellago crime dos jura los desta ci-
dade appellante o promotor publico ap-
pellado Francisco fulla escravo d>5 Manoel
de Santiago escrivo Rgo B.irige 1: sa jul-
gou improcedente o recurgo.
Na appellago crime dos jurados desta cida-
de appelhnte a justio a app'dlado oreo
prt-zo Joze LuizTeixeira escrivo Bamleira;
julgardo procedente o recurgo.
N* appellago ci ime do jury de Goianna ,
appellante Paulo Joze do 0' appellada a
justiga escrivo Jacomo ; julgaro improce-
dente o recurgo
A revista civel entre parles recorren te
Joze Maria da Natividade e recorrido Joo
Joze de Siqneira escrivo R. Rangel ; foi
jula;da a favor do recorrente.
Na appeHgo crime dos jurados de da-
ranhuns appellante Gerardo Pereira ap-
pellado o promotor publico ; julgaro impro-
cedente o recurgo.
Na appellago civel desta cidade appellan-
t Francisco tle Brederoie Andrade appel-
lados a viuva Costa e lillios escrivo Bindei-
ra ; se julgou pela conlirmago da sentenga
Na appellago crime de>ta cidade appel-
lante Luiz Antonio Barboza de Brito appel-
lada a cmara municipal desta cidade escri-
vo Ferroira ; se julgou pela conlirmago da
sentenga.
Na appellago do jury do Cear appellante
a justiga appellado Joo Joze N pomuceno ,
escrivo Bandeara ; se julgou nullo todo o
proressado.
Na appellagSo crime de Goianna appel-
lante Joze Correa da Silva appellado ojui-
zo. escrivo Bandeira ; se julgou procedente
o recurgo.
Na appellago crime da Goianna appel-
lante Alexandre Alvcs appeado Ancelmo
Pereira de Lucena escrivo Reg Rangel ;
se julgou improcedente o recurgo.
Mandrfo-M descer aos juizos do civel desta
cidade para eram avahado os pedidos as
cauzasseguintes,
A appellago civel desta cidade appellan-
tes Antonio Rebello da Silva Pereira e ou-
tros e appt-llado Antonio Bappista Rebeiro
de l'sria escrivo R. Rangel.
A appellago civel desta cidade appellante
Filippe Ancelmo de Faria appellada a ir-
mandade de N. S. do Livramento escrivo
Postbumo.
A appellago civel desta cidade appellan-
te Bento Bandeira de Mello appellado Ja-
cinto Antonio de Mello escrivo Jacomo.
A appellago civel da comarca do Penedo ,
appellante Joze Martinz Baio appellado
Theodozio Francisco Bizerra escrivo R.
Rangel.
IIIARO DE PrTOlim'"
forgos de sabir do circulo de vagas e inep-
tas accusags em que urna vez cahira: era
um facto, nem urna censura nem urna s
palavra que o leitor nao toaba lido militas
vezes. Variando porem agora s<; nao na
materia ao menos na forma eis que o col-
lega procura attrahir a altengo do publico
com urna linguagem scietUiGca ecom argu-
mentos deduzidos da economa poltica para
argir erros e defeitos na admiuistrago da
provincia. Os colaboradores do D. n. tai-
voz saiba que a economa poltica de
moJernissima data e anda pouco ludibrio
depreconceitos o antipatliias.que a l'tso des-
prezar he hoje um ramo das sciencias sociaes,
quo ha feito tantos progressos, e por tal ma-
neira adquiridoaestima e favordosliteratos q'
reputa-se elemento indispensavel de urna boa
tducago sendo reconhecido que n > podem
os que nVlla sao hospedes envolver-se com fe-
licidade na poltica jul^'ar da marcha do
governo e da admiiistrago e muito espe-
cialmente guiar pelo jornalismo a opinio
do paiz eesclarecel-o acerca de seos verda-
deiros interesses. Era pois mister que o
D. n. oslentassj seo saber neste ramo de
conhecimento to essencial ao homem de es-
tado, como ao Jornalista e comegou as mil
inaravilhascom a correspondencia do arre-
pendido publicada 23 de D'z.'mhro i-ltimo ,
e com o artigo que sabio 9 do corrmte ,
cajo author, senos he licito fallar com Iran-
queza bem se devera airepender de tractar
e discutir um assumpto em qu3 se muito
tem lido pouco ha dirigido. Esta artigo j
foi analysado em o n*. 11 de nossa folha : a-
gora tractaremos da correspondencia do ar-
rependido.
O correspondente do D. n. dcil as re-
llixesdo seo compadro doutor assevera ,
que o mrcalo lio estreito em Pernambuco ,
e elevado o prego dos gneros por culpa do
Nao
na
na o-
O GOVUnNO ClcNSL'KAnO l'ELA caresta dos
gereros.
Nascida nao i muito, pois a penas con-
ta alguns mezea de existencia j parece que
se revolve nos ltimos paroximos da vida a
nnnn*icin lo I), n. dntiniMr>;ao do Fxm.
Barao la B. Vista. De certo tempo a esta
parto nao iiiz o entomporanse outra eousa
mais que repetir calumnias mil vezes pulve-
*A*>
tur :\ lilla
( noaar* Jo Svi* CC
Exm. BarSo da Boa-Vista,
pinino dos opposicionistas um scommodo
dos mu tos que a populacho deafrueta nesta
quadra ( nao receianios allrmal-o ) de relativa
prosperidade (|ue seja devido actual ad-
ministrago e pelo contrario nenhum mal
ou calamidade sollremos que nao proceda
da Presidencia e Ihe nao lancem em conta
seos adversarios : roubos assassinatos, pre-
varicagi5*s todos os crimes sao efeitos da
negligencia da faifa de prestigio do Exm.
B. da B. V. e at a estreitesa do mercado ,
t alto prego das mercaduras sao obra sua !
Nao sabemos como se n diz, que o Exm.
Baro foi o culpado da endiente do Capba-
ribe e seos estragos e do intenso calor que
to incommoda torna a habitago do Recife
na presente estagio Vejamos porem corno o
arrependido demonstra a sua these. Reco-
nhece o correspondente do D. n. que a Pre-
sidencia nao taxa o prego dos gneros nom
tolhe cada um a liberdade de vender o que
he seo do modo e por quanto Ihe apraz; mas
entende que aadministrago he real e verda-
deira causa da caresta dos gneros porque
pela marcha que leva e segundo as medi-
das de rigor e do arbitrio que adopta, pOe
embaragos e difficulta a produego da rique-
sa, e conseguinteincnte eleva o prego doa
gneros que est sempro na raso de seu
custo.
Ninguem nega ao arrependido nem ao
economista seu compadre que o custo da
produego regula e determina, geralmente
Miando o prego dos objectos que se ex-
poem venda assim como de barato se Ihe
concede que o despotismo com snas vio-
len: ias e rapias como na Turqua he ca-
pa/ mais que qualquer outra calamidade, mais
t.;vezque a guerra civil a peste ea fome,
fazer deflnhara industria, e encarecers
uercadorias pelo muito que em U sysiema
torna a produego dispendiosa. Mas para
quo esta doiilrma que somente he nova
pulve- i para quem nao tem urna s ideia de sciencias
tov. CS 'sociafs, ihk ppliasr*u ao UOWU csUdu uo



coueas e se possa diser com verdede que
o governo di provincia he cansa do alto pra
o que nella tem chegado os gneros, exi-
ga a lgica que o arrependido provssse
com evidencia, que a administraco do Exm.
Bario tem sido fatal a producco da riquesa ,
dificultaudo- com medidas desacertadas-e
despticas. Onde porem a pro va de que o
cusi dosproduclos esteja mais alto por indevi-
da influencia a administrado ? O arrepen-
dido parece haver lido alguma Tez, que o
gorerno sendo arbitraria pode influir sobre
a estreitesa do mercado o alto prego do
gneros, e sem mais indagar, nem Ihe impor-
tar saber, com quantp sej esieo ponto essen
cial, seo actual Presidente da provincia me-
rece a imputaco de oppressor da industria ,
quiz logo titulo de opposicco impingir
ao respeitavel publico urna doutrina que
pode ter applicao outros tempos outros
lugares e outro governo mas nunca a
administraco actual de Pernambuco.
Verdade he que mais de urna vez tem apa-
recido nos jomaes da opposico que o D
n. se presa de guiar um brado aterrador
contra o governo provincial taxando-o de des
??!:'CK0.e..0fre!,,jr \ m" "Pendido se
coma parece dev-
nao he desmemoriado
lembrar-se que com factos e argumentos
irrisisl.veis tem sido batidas as columnas
do nosso jornal to ineptas mputac-s nes-
ea artigos que a pareialidadedo D. n. nao
o impedio de chamar rajadas quesepodem
ter sem nojo e pe-iodos certos artigos ,
que ou nunca sao respondidos, ou apenas
tem um principio de resposta, Picando para
outra occasioo resto da supp09ta refutacao ,
que nunca mais apparece.
Se pois o arrependido suppondo nconcussas
Mal accusacOis fetas anteriormente ao go-
verno e logo pulverisadas quiz firmar nel-
lasa pretendida influencia do Eim. Presi-
dente da provincia sobre a limitacao do nos-
so mercado e caresta dos gneros proce-
deo permuta que Ihe digamos d- um mo-
do que pouco abona sua dialelica e o a-
presentacomoescriptorinerto ou de m f
Podera tambem o arrepenliJo notar, se
nho fosse to miope q,,,. ha urna grande
contradigo da parte do circulo que perten-
ce em argir de oppres^dra e tyranica a ad-
ministrag&o do Exm. Biro da Boa-Vista ,
quando por outro lado nao perde occasio de
propalar que o governo de S. Ex. he fruu-
xo, sem tnergia, e t8o negligdnte que
cada um pode fazer o que quiser calcar aos
pt a le como Ihe p .recer sem recear da
parte da presidencia a menor represso ,
de sorle que no modo de sentir da opposico
ora o Exm. Presidente he um despota cuja
yontada he a lei da provincia lei caprixasa ,
inconstante e desregrada ora lie um ad-
ministrador apalico que nao ata nem desa-
ta e que consent com nica norma de
proceder aos s"us administrados a vontade e
arbitiio de cada um Na presenca das consi-
deraos ex postas fica o arrependido plena,
mente convencido de haver edificado sobre a
areia, ou de afilrmar que o Exm. Presiden-
te da provincia tem com o seu despotismo
carceado o nosso mercado e encarecido os
gneros quando esse dispotismo que he o
ponto principal da questao nao foi demons-
trado em sua correspondencia nem poder
swr jamis provado pelo arrependido ou por
qualquer outro. Consideremos por um pou-
co o governo do Eim. B. da Boa-vista em re-
Jaco a industria que no juiso dequem for
intelligente e imparcial so merecer louvo-
res.
Dois sao os deveres capitaei de urna admi-
nistrado qualquer a respeito da riquesa pu-
blica manter a seguran?* da propriedade e
de pessa e a liberdade de industria. O ar-
rependido he o primeiro confessar que a
administrado nao monopolisa nenhum ramo
de industria nao se intromette na prois-
80 dos particulares assegura-lhes completa
liberdade de seguir o mister que Ihes agrade
e de cada um fazer do producto de seu traba-
lho o uso que Ihe convem permutando ou
vendendo a sua vontade:he o mesmo que con-
fessaro carrespondente do 1). n em t xplicitos e claros que a administraco da
provincia prehenche exactamente urna das
primipaes funccdo de um governo liberal e
intelligente manter a liberdade de indus-
tria.
vida e propriedade dos habitantes de
Parnambuco nao sao to complelameutega-
rantidas que a primeira nao sucumba as
vezes aos golpes de feroz assassino e da se-
gunda nao seja seo dono despojado por insi-
dias e violencias ; mas em qun parle do mun-
do responda o), n,, por mais culi-que
aoja oflerece a sociedade perfeita fguranca
Un p ccioaoa oLjectos ? Sob a Presidencia do
Exm. Bario da Boa-Vista commettem-se ar
tenUdos qua igualmente manchrSo a
transactas adminitrac/.es e que ho do af-
ligir por muito lempo as vindouras em
quanlo a fonte perenne dos Crimea que nos
horroriso a eorrupco e mmoralidade que
lavra nos tempos actuaes eque b8o heobra
leste ou daqualle mas para a qual todos
concorrem com o seo contingente nao
estancar. Hum anjo que Yiesse doceo as
sentar-senacadeira presidencial nao evitara
qua o excesso e a desordem das paixes pro-
duaisseem uma gerac*o tito corrompida las-
timosos efleitoa. Mas ha inquestionavel o
*elo, com que o Exm. Birfo da Boa-Vista
procura manter por toda a parte o respeito de-
vldo i propriedade e a vida do cidadflo em-
bora lute s vezes com a deslealdade dsquel-
les mesmosem quem deposita sua confianza ,
a sempre com a predisoosicSo para o crime ,
que n8o asta ao alcance da eoverno algum
dissipar am um momento. Por outro lado
ninu^m ha qu* contaste administraco do
Exm. Baro da Boa-Vista a gloria de haver a-
nui reprimido cimnhtamente os imptos da
demagogia to fataes em outros pontos do
Tmp-irio assegnnndo Pernambuco por al-
uns annos a tranquilli lado e socego que
dantes nSo (rosara em ciijo seio tem se de-
vnvolvido olhos vistos nao meno* as letras,
qu a induitria nSo menos o moral que o
material da provincia. E ha de o arrependi-
do negar que muito ea deve to Exm. Bario
da Boa-Vista pelo lado da seguranza da pro-
priedade e da vida ?
O Exm. Baro da Bia-vista ha positiva-
mente beneficiado a industria do seu paiz ,
facilitando, no que est ao seu alcance, a
produrcoda riquesa. O arrependido, ou
oor elle o seu compadre ha de saber quan-
to na econonia so"ial sSo valiosas as estradas
para facilitar'o transporte dos productos e
ostreitar as re!aco>s dos habitantes de um
miz ; o quem mais que o Exm. Baro da
Bia-vista que administraco mais que a sua
s tem distinguido no empenhode fazer es-
tradas em todos os pontos da provincia? E
o tSo arden tes e fervorosos os desejos que
animSo S Ex. de ver progredir a nossa in-
dustria atrasada por n8o dizermos retrogra-
da que sob sua influncia acaba de instalar-
se uma sociedade cujo fim he promover o
melhoramento ep progressoem todos os ra-
mos da producSo da riqueza. Assim possa
ella vingar, como esperamo evitando o
destino commum quasi todas as sociedades ,
que entre nos, por falta de espirito de asso-
ciaco dissolvem-se sem attingir o seu es-
copo O aclual Governo da Provincia he pois
protector da industria ; longe de Ihe ser dam-
noso 5 elle ha eito o possivel para que desen-
volva poresse lado a propriedade publica. O
Exm. Bar8o da Boa-vista nSo sonha revolu-
cfljs para ter a gloria de abafal-as com estre-
pito, e com prejuizoda produccio ; mas he
enrgico em supplantar a anarchia sempre
que lenta espalhar entre nos os seus estragos ,
pondo as fortunas dos particulares a salvo
dessesterriveisabilos porque ha tantas ve-
zes passado entre nos : nao aquartella e des-
taca por ostentoso a guarda nacional nem
cria corpos desnecessarios mas anhela ver
na provincia que administra uma forca ,
que imponha silencio ao furor demaggico ,
que respiro os descontentes arrependidos :
o8o recruta finalmente camponeses laborio-
ameacio subverter a ordem. Eis algumas das
causas que estreito o nosso mercado e
fazera encarecer os gneros : reflicta sobre
ellas o arrependido e consulte a quem en-
tenda mais que seu compadre da sciencia de
Smith ; e diga-nos entSo se he o Exm. Ba-
rio da Boa-vista o autor d'estes males, o
Exm. Bario da Boa-vista que tanto toma
peito minorar essas grandes causas do nos-
so atraso, e s acha pela frente a cohorte
de intrpidos arrependidos e doutoret ti-
ra duvida.
Nem mais uma palavra ao arrependido.
C0MMERC10.
ALFANDEGA.
Rendimento dodia2l........ 8:518|847
DBSCARREGA.' HOJB 2S DR J1KEIR0.
Barca = Casimir Delavigne = o resto.
B Brigue portuguez = Tarujo !. = vinho,
carne e sebolai.
Patacho = Paquete da Madeira :=vinho, e a-
zeite.
Brigue portuguez = Ventura Flix = tras-
tes.
Brigue francex = Circonstance = batatas.
Barca =Globe = farinha e bolaxinha.
Barca = Osenla = fazendas e bolaxinha.
Galera ingleza = Iris = carvio.
Barca = Ramblen = carvio.
Brigue inglez as Eliza Bell
vio.
batatal. e car-
sos ehomens uleis industria mas fiel
execulor da legislaco relativa ao recrula-
mento manda para o exercito gente, que
nao faz falta, antes he nociva a industria por
eus hbitos desregrados e avarso ao tra-
l.alho.
O* gneros estio sim ; mui caros em
Pernambuco e muito estreito he o nosso
mercado ; mas o que tem com isto a actual
administraco da provincia P A caresta dos
gneros e escacez do mercado sao males,
que soflre todo o imperio |e antes que o
Exm. Baro da Boa-vista encetasse a bri-
Ihaole carreira em que tanta gloria tem ad-
quirido j Parnambuco sentia os males,
que o arrependido lamenta : sao pois effeitos
de causas geraes. O suor dos Africanos, que
cahe em bagas sobre o ameno e frtil solo do
Brazil como quede todo o eaterilisa. Estes
bracos porem que anda assim sao os ni-
cos que lavro nossos campos e pe em mo-
vimentoa nossa industria agora nos falto ,
e nena ha por ora um expediente seguro pa-
ra remediar to grande mal As machinase
instrumentos que substituem e disp^nsio o
esforco do homem nao sao entre nos em
pregados como convem. O nosso numerario
acha-se grandemente desapreciado. Os capi-
lar riaciuiidtrs o esirangeiros fogem d'enlre
nos com justo receio da guerra de morte que
lhes declario intrpidos aventureiros qua
MACA DO RECIPE 21 DE JANEIRO DI 184S.
Revista Mercantil.
Cambios Nao houverio transacc,es duran-
te a semana pela falta de sahida
de navios.
Algodio Foro mui limitadas as entradas,
e os precos continulo de 5#300 a
5*400 a @.
Assucar As entradas forlo menores que
na semana anterior, e continua a
ser procura lo e as ultimas ven-
das fizero-se a 1j050 sobre o
ferro em caixas, de2200 a 2*500
o branco embarricado, e a 1 jiOO
o mascavado dito, e em sacos por
menos 50 reisem arroba.
Couros Vender3o-se do Aracati a 14o res
a libra e os da trra sio procu-
rados a 110.
Sola dem de 1 #600 a 1 *800 o meio.
Bacalhau Continua a retalho a 10*800 por
nio teram havido novas entradas,
e odapozitoter diminuid).
Carne secca Chegou um carregamento com
i6> i de Montevideo com o
qual augmentou o depozito a 46*
(S) : as vendas tem variado entre
1#400 e 2*800 a @.
Cha hysson Vendeo-se a 1*900 a libra.
Cobre para forro dem a >0 a libra.
Farinha de trigo Entrrio na somana cer-
ca de 6,500 barricas, dasquaei
dixem vai alguma para os portns
doSul; o preco varia entre 16*
e 9* reiss barrica.
Garrafas vaziasVenderio-se a 7#o00 a groza.
Manteiga Chegro do Havre 840 barris
que forio vendidos de 480 a 540 ;
e alguma da ingleza a 540.
Papel almaco branco Vendeo-se de 2#000 a
2*200.
Potassa da Bussia Tem-se retalhado a 260
a libra.
Rap de Lisboa Vendeo-se a 2*700 a libra.
117 Botijas de ginebra.
i28 Garrafas de licores.
48 @ e 14 Ib. de la de barriguda.
61 Guarilas de melaco I ma Kot
640 Barris con27;584c.n.
68? TaboasMadera9deCOnStru?io-
1 Cmca 5/8 d'Ouro. ) Qb
174 2/8 de Prata. ) "DrM*
546 Libras de cobre em obras.
25522 Quintaes de Pao Brasil.
125 PassaroS seceos.
225 Pelles miudas.
50 Libras de Rap.
73 (6> de Salea parrilha.
17932 Meios de sola e vaqueta.
211 Quintaes de Tatajuba.
80000 Unhas de Boi.
50 Quintal
Rs. 34:835*560 Moedad'Ouro, Prata.
Rs. 26:253*762 Gneros miudos gasto e
Fabrico.
Rs. 5.456:542 # 962 Valor da exportadlo.
Rs. 658:257 } 211 Valor dos direitos.
Esta exportaco foi efectuada em 241 na>io
sendo 15 Brasileiros, 69 Inglezes 8 Fran-
cezes 35 Portugueses 40 Americanos 19
Sardos, 12 Hespanhoes 10 Suecos 7 Hol-
landezes, 7 inamarquezes, 11 Austracos 5
Hamburguezes, 1 Russiano, 2 Orienlaes; tri-
puladas por 2791 pessoas e do porte de 66526
tonelados. *
com 170:341 cao*.
EXPORTA5A PARA FORA DO IMPERIO DR
JlDlll'l A DEZEMBRO de 1841.
JA-
eon 1*7:744 can.
27237 Saccas d'algodo com I45:l94@l5 Ib.
23478 Caixas d'assucarx
2176 Fechos / 01 _,_ _
.,,, B f com 2,217:712 '
85374 Barricas \ 05 11
66469 Saceos l
216 Caras blatas /
1060 Pipasd'agoas-ardentes
75 Quartolas
80 Barris >
477 Garrafas m
968 3t Alqueires d'arros.
139041 Couros salgados.
104515 Chifres.
20b83 Libras de cobre velho.
172 '/, fr de caf.
182050 Charutos.
40 Chapeos de seda.
8730 Libras de doces.
284 Alqueires de farinha.
503 ti, de fumo,
EXPORTACA PARA FORA DO IMPERIO DE JANEIRO
A DEZEMRRO DE 1842.
21245 Saccasd'algodo com ll6:244(g 11 Ib.
20065 Caixas d'assucarl
1258 Fechos / ,,92i:876 Q
79325 Barricas > 29 Ibs
59979 Saceos l
418 Caras* latas )
1034 Pipasd'agoa-ardente-
9 Quarlolas
27 Barris
566 Garrefoens
315 Alqueires d'arros.
129969 Couros salgados.
29637 Chifles.
44344 Libras de cobre velho.
99200 Charutos.
506 (D 18 lbs de caf.
52 i de Cravo.
189 Chapeos de seda.
11687 1/2 @ deduces.
6825 1/2 Alqueires de farinha.
278 @18 lbs. de fumo.
444 Botijas de ginebra.
563 Garrafas de licores.
18 Pipas de melaco i
6 Qnartolas [ com 9:642 caadas.
181 Barris J
373?aL>drasdeWnMrU^-
22 Oncas d'Ouro em barra.
591 4/8 de Prata em obras.
14586 Pelles miudas.
453 Pecas de roupa.
100 Libras de R a (j.
52345 Meios de Sola &Vrgueta.
481 Quintaes, e 3 1/2 @ de Tatajuba.
158 @ 4 lbs. de Tapioca.
182 ( 17 lbs. deTouciuho.
112800 Unhas de Boi.
Ks 445:900 $ 765 Moeda d'Ouro e Prata.
Rs 27:574f 895 Gneros miudos, gasto*
Fabrico.
Rs. 4,911:347 } 996 Valor da Exportaco.
Rs. 534:845 0 437 Valor dos direitos.
Esta exportaco foi efectuada em 200 navios
sendo 8 Brasileiros 58 Inglezes 1 Paquete
dito, 16 Francezes. 33 Portuguezes 23 A-
mericanos 5 Haniburguzes 2 Hollan1le7.cs ,
6 Hespanhoes 12Suecos. i\ Austracos, 9
Dinamarquezes i2 Sardos 1 Benence 1
Napolitano, 2 Orienlaes; tripuladas por
2490 pessoas, e Jo porta de 56575 toneladas.
1841.
De Janeiro a Junho esteve o cambio sobre
Londres firme a i-d. de Julho a Dezem-
bro llntuon entre 50 1/2 e 29 Andando o an-
no firme a 29.
OAIgodo de Julho a Dezembro esteve de
6 H 300 a 6 /f 800 e de Julho a INovembro
de 6 /f 400 a 6 # 600 porem declino de|K>is
de 15 de Novembro e o maior preco das ven-
das de Dezembro foi 6 # 250.
O Assucar principiou o anno a 1 } 000 sobre
o ferro porem foi decahindo gradualmeme a
500 preco por que ouvero vendas em Junho ;
de Julho a Setembro de t'00 a 700 de Ou-
tubro te meado de Novembro de 400 a 450, e
depois subi l a 550 prego em que terminou
0 anno.
A Prata regulou durante este auo de 1 1620
a 1 & 700 fexaudo o anno de 1.1.620 a
1 650.


m
1842.
Em Janeiro deste anno Hzerao-se saques a
<) e 29 1/2 d. em Fevereiro a 29 e 2K 1/2 ,
-ti Marco e Abril esteve o cambio firme a
58, em meado de M.iio t Juuho conservot-
sea27-d. em Julho a 26 1/2, Agosto 25
4/2 e 25 Setembro 2i 1/2 e 25 em Outu-
bro a 25 1/2 26 1/2 e 27 Novembro 27 e 27
3/4 cna De/.embro finalmente overao saques
a 27 3/4 e 27 i/2 preco com que fexaro-se
astransaces deste anno.
O Algodo vendeo-se em Janeiro de 6 fi 100
a 6 300 em Fevereiro e Marco 5 $ 900
5 & 800 e 5 700 em Abril de 5 0 600 e
5 800, em Maio, e Junho 5 # 500 a 5 } 700,
Julho Agosto e Selembro te meado de Outu-
bro de 5 & 800 a 6 000 desta poca foi sem-
pre em declinaco concluindo-se o anno de
5 0 200 5 H 300.
O Assucar em Janeiro vendeo-se de 450 a
600 rs., em Fevereiro chegou a 700 rs. e da-
hi te Maio nao excedeo de oO rs. em Junlio
principiou a ser mais procurado e obteve 700
rs., em Julho ouverao vendas a 800 rs. e
dabi tornou a declinar tendo em Setembro lia-
vido vendas a 450 e 500 rs. e de Oulubro
principiou a ser mais procurado lendo-se feito
vendas em Dezembro.a 900 rs. e fexaJo o
anno de 800 a 850 rs.
A Prata principiou o anno a 1 f 6i0 e
hegou a 1 H 920 em Selembro, depois varion
fexandoo auno a 1 fi 780.
<&
M0V1MENT0 DO PORTO.
I NAVIO ENTRADO! NO DA 20.
Santa Helena ; lo das brigue ingle/ Reiiance,
de 191 tonela Jas capitao Henry Deneh ,
equipagem 11 carga carne secca : a W."
E. Smitji.
Maroim ; 15 diaa hiata brazileiro Esperu
lador, de38 toneladas, capitao Marcelino
Jos Bitaueourt, equipagem 8, carga cou-
ros : a o capitdo.
NAVIOS SAHIDOS NO DA 20.
Lisboa ; escuna portugueza Liberal, capilSo
Manoel .loaquim Pereira : carga assucar.
t Macei ; brigue dinamarquez Proven capi-
tao Rofd carga lastro.
NAVIO ENTRADO NO DA 21 .
Phil'adelpliia ; 34 dias, barca americana Glo-
bo de 260 toneladas capitao Nicholas
Esling equipagem 13 carga farinha de
trigo cha e mais gneros : a L. G. Fer-
reira & C."
SAHIDOS NO MF.SMO DA.
S.Miguel das Alagoas ; sumaca nacional Li-
vramento Feliz capitao Luiz Jos da Sil-
ra, carga varios gneros : passageiros, Do-
mingos Jos Fernandos Damio Soares ,
Antonio Jos Pereira dos Bentos, padre Mi-
guel Joaquim de Araujo Brazileiros.
EDITA ES.
= O lllm. Sr. inspector da thesouraraia
das rendas provinciaes manda fazer publico ,
que em cumprimenio do ofieio do Exm. Pre-
sidente da provincia datado de hoje vai a
praca para sor arrematado quem por me-
nos ftzer o fornecimento de cal e das ma-
deiras precisas par a ponte suspensa do Ca-
xang sob as condieces abaixo transcrip-
tas.
Os licitantes devidamente habilitados de
fiadores idneos deverao comparecer nesta
thesouraria nos dias 27 28 e 30 do correte.
Secretaria da thesouraria das rendas pro-
vinciaes de Pernambuco 19 de Janeiro de
18130 secretario Luiz da Costa Forto-
ea-reiro.
Fornecimento de cal para a obra da ponte
suspensa do Caxang.
Condicoes do contracto.
1/ A quantida'de de cal que se hade fornecer
he de mil e oi tocen tos alqueires de dez pal-
mos cbicos cada nm ; a remessa far-se-ha
na razao de quatrocentos alqueires cada mez,
depois dd se notificar ao arremattante, pelo
engenheiro em cl^fe das obras publicas, a
approvacodo presente contracto pelo Presi-
dente da Provincia.
2 O arremattante fornecer a cal ao p da
obra sobre as d< be em Caxang nos lugares que designar o
engenheiro da obra.
Todo o trabalho da condurco da cal fica
a cargo do arrematanto ; mas se lhe prestar
juda pira dscarregar a que vier a costas de
cavallos.
A medico da cal hr-se-ha debaixo da ins-
peccAo de um agente das obras publicas com
med4as verificadas pelo rremaUite no
lugares do deposito ou em outrolu^ar que
for mais rommoiio ao arrematante e da appro-
va^o do enenheiro das obras.
3.* A cal ser da qualidadechamada cal pre-
ta de ttamarac deveri ser bem cosida de
pouco tompo sem partes cruas ou cosidas Je
mais, e nao se cceitar a que tiyer estado ex-
posta ao tempo.
4.* A cal s*r paga a razSo de quinhentos'e
SBSswnta reis o alqueire pela thesouraria das
rendas provinciaes na forma determinada
pelo regulamento da contabilidade das obras
publicas de 25 de maio de 1842 e de tal
modo que no im de cada mez seja paga toda
a cal forneci ja ao p da obra at o da 15 do
mesmo mez.
5.* Njcaso de nao fornecer o arrematante
asquantidades de cal determinadas pela pri-
meira condicSo as pocas respectivas que es-
tao proscriptas na mesma elle ser obriga-
do a campletar no mez seguinte as quantida-
desque tiverem faltado no mez antecedente ,
e pagar urna multa por cada alqueire que
faltar regulada do modo seguinte as diver-
gas pocas do fornecimento.
No im do primeiro mez .... 100 reis
segundo ...... 180
terceiro ...... 240
quarto.......280
quinto........300
Alim disto no caso previsto por esta con-
diccaoo Governo podera contractar o forne-
cimento de toda a cal que faltar n'uma certa
poca com urna outra pessoa sendo obri-
gado o arrematante a pagar para os cofres do
Governo a differenca resultante da segunda
arrematarlo no raso de ser esta diflerenca
em prpjuizo do Governo.
o.' O arrematante prestar flanea idnea
pela importancia de quinhentos mil reis a
qual licar responsavel pelas multas em que
o arrematante incorrer e outras quantias
qua seja obrigado a pagar em virtude da 5.
condico.
7.' Para a execucjlo do disposto pelo pre-
zente contracto o arrematante se sugeitar
inteiramente s decisofts provisorias do enge-
nheiro em chele das obras publicas, e defini-
tivas do Presidente da provincia sem recor-
rer em caso nenhum aos tribunaes ordinarios.
Repartico das obras publicas 13 de Janei-
ro de 1843.Oengenheiroem chefe L. L.
Wauihier.
Fornecimento da madeira para a obra da pon-
te suspensa do Caxang.
Condicoes do contracto.
1.* A madeira que se hade fornecer he de-
terminada em quanto as quantidades di-
mensese presos pela tabella seguinte :
ai
a
es
<
-
a
3
I en
a o
a, g
Si
i
C ;2
: e
V
' ^
. e* a
: SI
. o *
s
E
cj-
E
1 ; 50pecas '. 31
2; 35 ditas; 30
3 25 ditas; 30
i 120ditas; 30
9
8
8
8
8 : uooo
8 :10*000
6 : 7j500
4 : 5*400
: 6 : 5i|2 : 4*8oo
: 11|2: 16 : 5#soo
5 : 50 ditas ; 30
6; 125tabo-: 30
; as de as- :
; soalho '.'.''
2.1 Toda esta madeira ser de vinhatico a-
mareiio e ser fornecida b?m serrada de
quinas vivas livre de branco piolho po-
drido, brosio lascoes e fendas as bei-
rasdo rio Capibaribe em Caxang nos luga-
res que designar o engenheiro da obra.
Dentro de 5 dias depois da chegada de urna
porco dessa madeira dever ser examinada
pelo dito engenheiro e por elle acceita ou re-
geitada.
3 A entrega da madeira ao p da obra
principiar no prazo de trez mezes contados
po dia da participaco leita ao arrematante pe-
lo engenheiro em chefe das obras publicas da
approvago deste contracto pelo Presidente da
provincia e continuar regularmente entre-
gando- cem pecas ao menos mensalmente
at se acabar no fim do sexto mez depois da
dala da mesma participaco.
A ordem que se ha de seguir na entrega
das diversas pecas dever ser a que est indi-
cada na tabella da primeira condico.
4/ No caso de faltar o contracUnte ao que
est pela precedente condico determinado, a
porco de madeira precisa as obras comprar-
se-la a custa dtlle e pelos precos que se a-
charem.
5 O pagamento da madeira acceita far-se
ha pela thesouraria das rendas provinciaes na
forma determinada pelo regulamento da con-
tabilidade das obras publicas dfl 2a de maio
de 1812 e de tal modo que no lim de cala
i mez seja paga s madeira acceia at o dia 15
1 do mesmo mez.
6.* O coiitractanle prestara nanga idnea
i pela importancia do um cont de reis a qual
flear responsavel pelo augmento que houver
sobre os precos da primeira condico no ca-
sodese applicar odisposto pela quarla con-
dico
?,* Para a exerucSo do disposto pelo pre-
sonte contracto o arrematante su sugeitar
inteiramente s decises provisorias do enge-
nheiro em chefe das obras publicas e defi-
nitivas do Presidente da provincia sem re-
correr em caso nenhum aos tribunaes ordi-
narios Repartico das obras publicas i3 de
Janeiro de 1813.O engenheiro em chefe ,
L. L. Wauihier.
DECiARACES.
_____________ ? _______^^
so O Thezoureiro das Rendas Provinciaes
paga nos dias 21 e 23 Jo corrente mez o
quartel vencido de Julho Setembro aos em
pregados da Secretaria d'Assembla e Se-
cretaria do C >verno que nao vencem emo
lumentos aos do Liceo desta Cidade Se-
minario Episcopal de Olinda professores de
latim, e professoros de pri-meiras letras. The-
zouraria Provincial de Pernambuco 20 de Ja-
neiro de 1843 Joo Manoel Alendes da
Cunha Azevedo, Thezoureiro.
AVISOS MARTIMOS.
asi" O bergantim Jpiter para o Rio de Ja-
neiro pertende sahir tere a feira, os Snrs.
carregadores e passageiros devero aprezen-
tar-se com seus conhecimentos para o em-
barque dos negros para se tomar nota
__ Para o Rio de Janeiro segu viagem o
brigue americano Chipla com excellentes
com'modos para passageiros ; os prndenles
dirijo-se a Matheus Austin & C*, ra do
Trapixe novo n. 18.
= Para Falmouth o muito velleiro bri-
gue inglez Fanny para passageiros somente,
para o que tem excellentes commodos: sahir
no dia 3 de fevereiro prximo.
Agencia dos Vapores.
- A barca de Vapor Pernambucana de-
ver chegar do* portos do nortf, at o fim do
eorrente mez e partir para Macei. Bdna,
e Ri'o de Janeiro depois das 48 horas nVste
porto ; os Srs. passageiros podero dirigir-se
ra d'Apolo.
tsr Para Lisboa segu viagem com toda
hrevidade, o bem condecido e acreditado bri-
gue Portuguez -Tarujol.#-. capitao Ma-
noel de Oliveira Taneco ; quem no mesmo
quizer carreger ou hir de passagem para o
que tem excellentes commodos dirijo-se
aos seos consignatarios Alendes & Oliveira ,
ou ao capitao.
LE LOES.
Luiz Btuguiere frr leilo por in-
tervengo doCorretor Oliveira conla e risco
de quem pertencer e por ordem do aenbor
cnsul de Franga e em presenca de um sen
delegado da porco de cruros salgados e
do caf, salvados do navio fr-nez Vdillanl
Pasque naufragado em 4 do corrento pr-
xima a llha de llamarac : Segunda feira 23
docorrentes 10 horas da manda mo ar-
mazem do dito Bruguiere ra ds Cruz nu-
mero 1.
ssr* Jones Patn & Companhia faro leilo
por intervenco do Correlor Thomaz Dowsley,
conta e risco de quem pertencer, de urna por-
co de fazendas Inglezas avariadas chegada
ltimamente de Liverpool no dia Segunda-
feira 23 do corrente as 10 horas da manh.
tsr O Cnrretor Oliveira continuar se
gunda feira 23 docorrente s 11 horas da ma-
nh noarmazem de Balthar, ruad'Apollo ,
o Leilo por conta e risco de qu^m pertencer,
dos restantes salvados do Brigue Inglez New-
burn naufragado na costa do Rio Grande do
norte consistindo os mesmos em Enxarcias
reaes, mcame o mais cordoalha inteira ,
amarra de ferro grossa onze folhas de co-
bre &c. ; e do todo o excellente Vellame do
navio Francez Vaillant Basque naufragado
em 4 do corrente prximo liba dilamarac.
tsr L. Sclaeffer estando prximo a seguir
para o Bio de Janeiro por este motivo far
leilo por intervenco do corrector Oliveira.
quinta feira 20 do corrente s 10 horas da ma-
nh na casa de sua residencia ra do Vi-
gario da mobilia da mesma casa edo seu
escriptorio consistindo em boas mezas para
jantar d'amarello. e de mogno ditas para
iogo ditas de cosinha sofs cadeiras, al-
marios commodas, guarda-louca espe-
Ihos carteira nova e moxos haico, louca.
gsrrafss linas copos para yjnho e atrn
relogio de 'arede trein de cosinha lanter-
nas maguiicas de bronze dourado com pin-
gantes de cristal castices leito, camas
de vento e muitos outros objectos to ne-
cessarios, quanto uteis para o arranjo de qual-
quer casa.
=r Diogo Crabtree & C* faro leilo por
intervenco do corrector Thomaz Dowsley,
de urna porco de fazendas inglezas avariadas
o limpas incluindo algumas chitas amarel-
lafl no dia quarla feira 25 do corrente mez s
10 horas da manh no sen armazera na ra
da Cruz.
AVISOS DIVERSOS.
SOCIEDADE NATALENSE.
O primero secretario aviza aos Srs. So-
cios que hoje (23) ha sessao, pelas seis
meia horas da tarde para tratar d'objeclos de
urgencia.
= Adverte-se ao Sr. Cavado Joven Penti-
ado que por s>gunda vez o avizo que por
me considerar seu amigo faco o presente, avi-
sando-oque se deixe de andar com as sua
adulacOes o que nao he proprio s bo-
as qualidades que orno a pessoa de S.
S. o que sopponho que disso nao ti*
rara muito interesse, antes pelo contrario he
muito mal agradecido em suas imprezas o
desta maneira tirar sem algum conceito e
como eu me considere ?eu a roigo acho muito
dezacertado o S. S. depois de ser um humen:
bonito, gintUe, e liemfeito, nao sei por que
motivo se quer impragar em um to relaxa-
do emprego o que de alguma maneira me
magua meu coraco, por me |. mhrar ser meu
patricio, nSoob-lante as suas decendencias
ser da ilha de S. Ufgiiel porem o menino
(oi aqui educado.... e por ser seu amigo e
patricio se que o lhe pesso deixe isso
para a nene pois se lhe prestar para alguma
cousa me oceupe que oservirei com aquella
attenco dada a S. S.
0 de gancho no braco.
= So alguma pessoa aqui na praca ou
mesmo fora a pequea distancia, que tenha
lilhos de menor idado precisar de um mos-
so porluguez de idade de 19 annos chegado
prximamente, para Ibes ensinar ler escre-
ver e francez queira ler a bondade de an-
nunciar por este Diario para ser procurado.
= Quem prerizi.r de urna ama para cozer,
engomar, e tambmi penliar para casa de
pouca familia prorure na ra dos Assougui-
nhos n. c 10 ou miiiincie
LOTERA DO LUPE,
As rodas desta lotera concedida
a favor das obras da Igreja de N.
S. de Guadelnpe de Olinda andao
impreterivelmemte no dia 24 do
prsenle mez de Janeiro no consis-
torio da Igreja de iN. S. da Concei-
cSo dos Militares f e o resto I he les acha-se venda nos lugares
j annunciados.
tar A pessoa que pertender urna balanca
com seus competentes pzos dinja-se pra-
ga do Commerrio n. 17.
tar Aluga-se um preto para padeiro do qua
tem mi'ita pratica : na ra do Queimado nu-
mero 1 4.
0f Preciza se de urna tnulh'r para dar de
mamar a urna crianra de pouco nascida ; na
ra do Cabtig n.
tsr Dezap< do corrente um cavallo russo pedrs ; quem
delle souber ou tiver noticia dirija-se ao si-
lio na estrada de Joflo de Barros junto ao si-
tio do Patricio ou no cart.trio de Orfos na
ra das Flores que ser generosamente gra-
tificado
tsa^ No dia It do corrente dezapareceo da
ra Nova da Cidade de Olinda um cavallo a-
lazam fazendo a ultima muda e tendo o
signaessegninles quatro ps calcados, fren-
te aberta al em baixo bebendo em branco ,
magro e pequeo, dina muito rente, e cau-
da bem grande ferrado de novo com o Ierro
seguinte : S-; quem desse cavallo souber le-
ve-o a ra de S. Bento leja de eouros doSr.
Joze Alvesde Faria, que ser recompensado.
asr- Fugio no dia iodo rorrele do pri-
meiro andar do s tbra lo n. 20 atraz da Matrit
la Boa-vista um galo minio bonito, gran-
de e capado ; quem o tiver e quiser resti-
tuir dirija-se ao mesmo 'sobrado que tere
de gratificarlo dous mil rs.
ssF" Boga-se por favor a um passageiro
chegado do Porto no Brigue Mara Feliz o
qual veio estabelecer-se em Pernambuco,
casado com urna senhora Porlugueza de ne-
me Boza Leopoldina de dirip,ir-se loja
,l.. S illes .V r.imvea atierro da Boa vista n.
20 alim de recwber una carta de imporun-
cia vinda la Balna pertencente a um aeu
cunhado.


4
.....
a
ssr Quem annunciou querer comprar urna
meza redonda; pode dirigir-se ra da Sauzal
la b. 116.
..*^" Quem quizer alugar un moleque: di-
rija-se rua Direita n. 34.
W Joaquim Barboza Je Mello taz scien-
te ao publico que deixou de comDrar n'Alfan-
dega para o Sr. Manoel Joze Rodrigues de An-
drade desde o dia 20 inclusive do corrento.
r Henry Greenway sudito Ingles ; reti-
ra-se para o Rio de Janeiro.
* *- Da se 200ji reis a premio : na rua do
-Noguaira n. 27.
ar Aluga-se o segundo andar da caza de
sobrado na Gamboa do Carmo n. 19.
tsr A commisso administradora da Soci-
edade Apollinea avisa aos Srs. Socios que
esto devendo joia de entrada e nasalida-
des que se at o dia 8 do mez de Fevereiro
prximo nao mandarem satisfazer ao thesou-
reiro respectivo o que devem at fim de De-
zembro ultimo deixaro de s.-?r considerados
Socios e nao podero ter ingresso no baile
de abertura no dia 4 de Marco seguinte. A
4 comm.sso f .z este avizo era cumprimento do
seo dever e em virtude do artigo 8 dos es
tattos.
tsr O fabricante de obras de palhinha ,
com tenda ab rta na rua da Larangeira n.
6, faz sciente a todos os Srs. que tenho ca-
deras ou marquezas e mais obras que per-
tencem a palhinha e queiio mandar con-
sertar, ou fabricar de no>o que da data
deste annuncio em diante faz assentos em
marquHias ordinarias a 6,, reis, e mesmo em
obras finas as far mais a commodo prego que
ate o prezente e isto com brevidade como
tem de costume e he notorio.
- Da se 3,000,* reis a premio com hvpothe-
ca em algum predio nesta praga ou em me-
nores quantias com pinhores de ouro ou pra-
ta ; a Miar na rua da Prata no armazem de
Map.oel de Souza Guimares.
Preciza-se de urna ama forra ou cati-
va para cozinhar engomar eensaboar :
quem esliver restas circunstancias dirija-se
rua de Santa TVreza venda n 25.
Domingos Jos de Lima mestre alfaiate
trespassa as chaves de sua casa, com todos os
pertences de seu officio ; quem Ihe convier
pode apparecer na casa que tem a frente para
o beco do Peixe Frito, hoje travessa do Quei-
mado n. 9 entrada pela rua larga do Ro-
sario que achara com quem tratar.
= Gffereee-se um mogo portuguez da ida-
de de 20 a 22 annos para qualquer arruma-
co, nesh praga ou para o mato eda fia-
dor sua conducta : quem o pertender dirija-
se rua do Collegio n. 13.
r Antonio Nobre de Almeida Jnior ,
Brazil.-iro ; vai a Corle do Rio deJaneinj.
ty Bernardo Antonio de Uliveira ,' reti-
ra-se para fora da provincia.
sr Aluga-se o primiro andar da casa n.
5 da rua da P^nlia : a tratar na mesma.
ssr Precisa-se de urna ama de leite para
criar um menino sendo captiva : no atier-
ro da Boa-vista n. 48.
f> Offc;rece-se um mogo portuguez, para
caUeiro de qualquer cstabelecimento ; a ex-
cepgSo de Y^nda tendopratica tanto de rua
como de lo.ja de fazendas ; quem precisar an-
nuncie.
r Oabaixo assignado avisa a quem eon-
vier que tem passado de boje em diane a
sua moradia para esta praga e morador
as 5 ponas lado do poente sobrado n 62
Honorato Joseph de Oliveira Figueiredo
or Francisca de Paula Jovita Pernambu-
co profesara particular em Oiinda, faz scien-
te assuas alumnas, que ja deu principio a
seus trabalhos.
r A viuva do Burgos pariecipaaosnr.
Alvaro de Lima Freir que chegou ltima-
mente oducumento que sedisseachara-sefora
desta praga portanto haja de vir procura-lo
ou pessoa que as suas v-'zes fizer.
T Roga-se ao snr. Joze Eleuterio Garnei-
ro, deOlinda queira ter a uondade de diri-
gir-se a rua Njva n. 12 para negocio de seu
interesse.
ssr Alugo-se negros de servico de enge-
nho pagando-s bem para em quanto se
tirar a safra de um engenho : na rua da Sen-
zala nova sobrado da esquina n. 42.
= Est para .-.e vender um preto que esta
clugado em servigo de padaria, e nao obstan-
te nao ser rnuitu corpulento trabaiha muito
diligente, e su nao entende bem de infornr;
boa marmelada em bocelas e latas argalias
de gomma elstica de todos os lmannos, cor-
das para viol8o, e caff moido e em gro, por
grosso e miudo.
tsr A quem faltar urna vaeca sem cria ,
queira dirigir-e a estrada dos Afflictos litio
de D. Francisca defronte de Joaquim de
Uliveira que dando os signaes se Ihe entre-
gar pagando as des pe zas.
W O Sr. Vicente Ferreira da Silva, se
entre os escravos que annuncia tiver algum
dos dous apontados qu falto ao abaixo as-
signado desde 1837; Valenlim de nacSo
Gosta cor preta secco do corpo, cabega e
orelhas pequeas olhos grandes e abugalha-
dos e meio vesgos nariz mais afilado que
chato boca abicudada denles acangulados,
pescococomprido peito ouvado nios ps,
ealtura proporcionaes pernas linas, idade
quefugio 16 a 17 anuos. Francisco, de na-
go Rebolo oqualfoi escravo do fallecido
Gervasio Pi es Ferreira e apellida-se por
Francisco de Veras por ter sido tambem es-
cravo de um tal Veras o qual official de
pedreiro e trabalhou muito tempo as obras
puhficas baixo cabega sobre o grande, olhos
tambem grandes abugalhados e um tanto
afumagados nariz mais afilado que chato ,
boca grande beigos grossos peito batido ,
idade em que fugio de 23 a 24 annos fugio
em 1840. PodendooSr. Ferreira da Silva,
m indar avisar pelo Diario ou entrega-lo ao
annuncianle que gratificar com lOOj rs. a
quem pertencer. = Manoal Elias de Moura.
ssr Quem annunciou querer comprar urna
casa com quintal |acimba e commodos
suficientes cm Oiinda, querendo um sobrado
r>a principal rua daquella cidade, com os
commodos que exige e alem dos mais ex
relente vista, muito fresco granda quin-
tal murado porem sem cacimba tendo pa-
ra a construcgo da mesma toda a suficiencia
pela proximidad ao lugar de um pogo sem-
pre abundante de agoa no vero : no Recife
no segundo undar do sobrado de Manoel An-
tero de Souza Reis na esquina da ru da
Guia defronte do porlo das canoas das 6
horas da manh as 8 e das 3 as 6 da tarde ,
dos dias uteis e em Oiinda na rua de Ma-
thias Ferreira n. 44.
ssr Aluga-se a casa n. 6 no atierro da
Boa vista onde presentemente habita Fran-
ciscj Antonio de Oliveira com t andares e
s.to forrada de papel no maior asseio pos-
si vel, e com excellentes commodos para urna
grande familia ; aluga-se tambem a casa n.
4 com os mesmos commodos urna das no-
vas da rua da Aurora, rua da Solidado e
no sitio des Amaro, tratar com o dito a
cima ou com seu caixeiro Manoel Joaquim da
Silva.
ssr Aluga-se o segundo andar do sobrado
n. 46 da rua das Trincheiras : a fratar no
primeiro andar do mesmo*
SST Precisa-sede urna burra chamada ju-
menta que tenha leite por espago de um
mez paga-sa bem : na rua Bella que ja fui
rua da Florentina sobrado novo prximo a
mar ou annuncie.
wr O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel publico, que pessoa alguma compre
ou faga transago com a botica da rua Direita
pertencente a Francisco Joze do Sacramento ,
visto que o mesmo Ihe he devedor da quaulia
de 00* rs. de duas letras sicadas pelo abai
xo assignado : e acceitas pelo dito Sacramen-
to as quaes esto ajuizadas pelo Juizo da
primeira vara do Oivel, escrivo Magalhes ,
o para que nao haja ignorancia faz o pre-
sente atinuncio. Victorino Ferreira de Car-
valho
or A pessoa que quizer tomar conta de
una venda de sociedade entrando com al
guns fundos, dirija se a rua da s. Cruz n. 28
adverte-se que se faz este negocio por seu do-
filicientes em Oiinda; dirija-se mesma
Oiinda sitio defronte do Lupe, ou annuncie
sua morada.
= Dezappareceu na madrugada do dia 20
do corrente um cavallo russo pedrez, com as
dinas aparadas e com duas cicatrizes urna
na sarneia e outra no espinbago proce-
didas de urna bexiga, o quat est alguma coli-
sa discarnado ; quem delle souber ou tiver no-
ticia dirija-se ao litio da entrada de Joao de
Barros junto ao sitio do Patricio ou na rua
das Flores no cartorio do orfos que ser ge-
nerosamente gratificado.
= Ollereci se urna mulher de bons eos tu-
rnes para ensillar meninas a 1er, e cozer to-
da a qualidade de costuras, as quaes serlo bem
ensilladas e por prego mais commodo que
em outra qualquer parte; os senhores que do
seu prestimo precizarem dirijao-se rua da
Santa Cruz da Boa-vista n. 44.
= Quem precizar de um pharmaceutico
para caixeiro de botica ou para administrar
nesta pragaou (ora delta : dirija-se rua Di-
reita n. 49.
COMPRAS
mt Efectivamente para fora da provincia
mulatinhas crioulas e mais escravos de
13 a 20 annos pago-se bem sendo bonitos:
na rua do Livramento n. 3.
Um folies em bom uzo para ourives :
dirija-se a rua da Roda o. 122, ou annun-
cie.
VENDAS.
quem o quizer comprar dirija-se rua Velha
n. 57, que se dir onde elle trabaiha.
tw Precisa se de um caixeiro de idade de
14 annos, queentenda de vjnda : na pra-
ga da Independencia n. 21.
WT Joze Teixeini Bastos chegou de Lis-
boa e tomou posse do sua casa na rua das
Larangeiras n. 6 e tem para vender muito
no estar ausente da mesma e se entregar
livre de dividas com 800* rs.
tsr 0 snr. que quer alugar urna olaria no
Remedio a beira do rio e com barro pode
agora dirigir-se rua de Agoas verdes' p-
cima do assougee n. 1.
ar Oabaixo assignado por si e seus i-
llios assim maiores como menores faz pu-
blico pelo presente que ninguem contrate
negocio de hypothfca venda ou outro qual-
quer e de qualquer natureza que seja com
Florencia Margarida dos Prazeres encabe-
gada nos Inris do casal do tinado Andr Alves
do Reg; ninguem pois a vista do exposto
poder de boa l contratar negocio de quali-
dade alguma com sobredita a senhora sem
se comprometer do perdimento do seu valor ,
e sem incorrer no crime de urna transago
doloza em prejuizo de terceiro. Francisco
Joze Dias da Gosta.
A pessoa que annunciou querer urna
Um escravo do gentio de Angola anda
bugal, com 18 annos de idade, bonita figu-
ra e muito sadio : na rua Augusta n. 58.
Um cilio no alto do Monteiro que foi
do senbor ooronel Martins e agora perten
cante ao Reverendo Sacerdote Inglez : dirija-
se aoescriptorio de A. S. Corbett & Compa-
nhia na rua da Cadeia n. 46 ou a Diogo
Grabtree & Companhia rua da Cruz.
Urna escrava de idade de 22 annos com
bonita figura, cose,engoma e cozinha ptima-
mente : urna mulata com idade de 23 annos
e com as mesmas habilidades : uma preta de
nagao de idade 23 a 30 annos, he quitan-
deira, todas se dfio a contento : na rua Direi-
ta n. 43.
r Um relogio de sabonete caixa de ou-
ro horizontal um dito tambem saboneta
de caixa de prata urna corrente moderna
para relogio uma caixa de prata para rap .
um par de esporas modernas um torago d.
ouro com diamantes argolasde pedras en-
castoadasem ouro, um anel com amalisU
roxapara padre ealgodode carosso muito
alvo : as 5 pontas n. 45.
^" Um preto que est alugado em padaria,
e entende de fazer pao e bolaxa : na rua ve-
lha n. 55; na mesma aluga-se uma meia
agua.
W Marques e Veiga vendem no arco da
Conceigo, batatas em porgo de 10 arrobas
a 450 rs. a arroba e em menos porgo a
oOO rs.. e gigos com 40 libras liquido a 64o.
aw Uma venda sita em um dos melhores
lugares da rua Direita e com poucos fundos:
a tratar as pontas n. 23.
^iaW" Voiumes da Leys do Imperio do Rra-
zil desde 1822 a 1841 Historia do Brazil ,
dita Natural Guias dos Juizes de Orfos ,
Guias dos Collecrores e Coll ciados Os se-
guintes Archivos Theatral Captivo de Fez ,
Gastellode monllouvier Tancredo Doen-
tes Imaginarios Diogo Tenoco o Ralha-
Jor Alfageme de Santarem Fayel, Aizi-
ra
Farinha de mandioca de Santa Catari-
na em saccas de dous alqueires e meio do
Rio de muito boa qualidade e por preco
commodo : na rua da Cadeia dentro do Reci-
fe casas ns 12 e 14,
mr Um escravo pardo de 17 annos sadio
e sem vicios, proprio para qualquer appfica-
go esabe lidar con carros e bois vnde-
se por preciso : na rua da Cruz n. 51
tar Uma armagio que se acha feita em
um armazem no bairro do Recife e que ser-
ve para qualquer estabelecimento uma ba.
langa grande com correntes e pesos.de fer-
ro e outra pequea cora pesos e correntes de
bronze, e outros muitos objectos que serfio pa-
tentes avista dos pretndanles dn ijo-se rua
de Agoas verdes n. 46.
aarUm boa casa em Oiinda com snffici-
entes commodos, bom quintal ecacimba
e seu jardim ; tratar na mesma Oiinda '
rua da Boa hora n. 25. *
tor Barricas com farelos por prego commo-
do chegadas ltimamente de Lisboa no Brigue
Tarujo primeiro : na rua do Vigario em casa
de Mendes & Oliveira.
sr- Vende-se ou aluga-se pelo tempo que
quiserem a padaria da passagem da Magda-
lena com todos oo seus utencilios forna
feito a moderna e com commodos para
morar urna familia ; na mesma se far o ne-
gocio com quem quisr.
T* Uma escrava de bonita figura pro-
pria para todo servigo por ser possante e
sabe cosinhar lavar de sabio e muito boa
quintandeira : om Fora de Portas casa n. 18
do lado do poente.
- Um ptimo escravo que ganha 640
por dia carniceiro entende de pescar e
da caiador muito fiel e sadio tem fio an-
nos de idade : na rua de Agoas verdes n. 2t.
r Vellas de espermacete de 4 5.6
em libra em caixas de 25 libras : em casa
de Hermano Mehrtens rua da Cruz n. 47.
Em Fora de Portas n. 135, uma ne-
gra de idade 18 annos pouco mais ou menos.
Um negro com cilicio de caroeiro, bom
no seu oflieio muito mosso e Sonta figura,
vende-se para fora da trra e ao comprador se
lira o motivo na rua do Queimado joja nu-
mero 14.
10 fiteiros de varios t < man nos por pre-
go commodo : no atierro da Boa-vista n. 24 ,
loja de calgado.
ESCRAVOS FGIDOS.
r No dia 4 de Setembro de 1837 fugio
um preto de nome Matheus ntgo Loanda ,
om os signaes seguintes : proporcional ,
,'rosso do corpo, ps grandes, fallante a ma-
-inheiro e barbado, entende de officio de
os- A pessoa que annunciou querer uma das de bom gosto chegadas prximamente
casa com quintal e cacimba e commodos su- do Rio de Janeiro : na raa do Vigario n. 21
, Francisca de Remini Jogador Gil Vi-
cente Mithridates Falgo Herosmo Joao
Pinto Randeira novellas seguintes : Os Te-
nebrozos misteriozos da Torre de Londres ,
Serao Gabriella ou um ardil de amor Um
Corsario os Dous Erros Noivo Alem T-
mulo os Dous amores Carlota de Leymon,
Pedro ou o Criminozo por amor o Gallo e a
Perola, a cagada dos amantes para nao se-
ren 13, uma s Paixo Joo Fernandes An-
deiro Quinta para vender, Genrudes ou a
R-digioza Italiana, JoSo ou o poder do amor ,
Amelia de Sennevdle Artista e o Soldado
Lucy ou o amor materno, Procurador do Rei,
Ladro por amor, noivo Defunto Constancia
do amor, Segredo da ConfissSo, Confiso ge-
ral do marujo Vicente, Fdho da Louca, amor
offendido e vingado a Heranga do meu Tio,
os cincoenta annos lzaura ou o premio do
amor eda virtude Janny Lille ou os aman-
tes desgragados Paulo Duvet, Cardeal de
Villon a Pelle do Lio Tomada de Lisboa ,
o Rei de ouros Noiva Brasileira Ileligiu
amor e Patria ; eoutras muitas novellas to-
das^de bom gosto chegadas prximamente
ourives e trabaiha de enchada tambem ; o
*prehendedores que o pegarem levem ao at-
ierro da Boa-vista loja de Joaquim de Olivei-
ra exmza, qu*receber 200*; assim como ou-
tro de nome Felippe com grande potra, e uma
negra ja velha de nome Mara pucha por uma
perna foi escrava de Ignacio Joaquim Dias
le Oliveira morador em Goianinha e Ar-
naud Ponchet vendeo ao mesmo Joaquim de
Ol.veira ; quem os pegar receber 100* por
cada um.
tw Fugio no dia 10 do corrente um mo-
leque de nome Joao de 15 annos de nago
mogambique tem uma roda na testa, nariz
meio chato denles abertos querendo fazer
o mesmo roda da testa ; quem o achar diri-
ja-se rua do Brum n. 11.
W No dia 17 do corrente fugio um mo-
leque de nome Joaquim do gentio de Ango-
la de 16 annos pouco mais ou menos es-
tatura baixa e reforgado do corpo .pescogo
curto beigos pouco puchados dentes um
tanto separados, ralla bem corrente cor na-
tural ps largos, com o signal de um tu-
mor fechado a poucos das no alto da cabega ,
e marca L sobre o peito esquerdo levou
caiga de metim preto desbotado e camisa
de nscado roxo de mangas curtas ; os apre-
hendedores olevem casa n. 26 da rua da
Cadeia velha.
tsr No dia 17 do corrente fugio um preto
de nome Antonio de nago Rengela, anda
algum tanto bugal, com os signaes seguin-
tes : estatura alta bem preto cabega re-
donda cabello algum tanto russo fino do
rosto, beigos ditos, anda nao barba barriga
grande e embigudo em cima do p.direi-
to tem uma cicatriz de urna ferida hvou
vestido camisa de madapolo, e caiga de brim,
jaqueta de brim trangado ludo usado nao
levou chapeo ; quem o pegar leve-o rua de
Santo Amaro n. 6 cu no atteiu da Boa-vis-
ta ao arremamtante do impedramento
mesma que ser gratificado;
da
RECIFE NA TYl\ DE M F. DE i\ = iS3,
l


Full Text
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