Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04869


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Full Text
Anno de 1813,
Sexta Feira %0
Todo agora JP^_e <> ; da noaaa prudencia moderado aaargia : con-
Doemn C0*0 prinoipUmna a remos apnntadoa com admirado enlre Nacoea maia
oltu, _____________ < ProclamacSo da Aasembla Geral do Bina.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
------*- Parabiba Rio grande do Norte aeganda a un feiraa.
Cotana)^ _L__ .40.9*
Bonito
eGaraahana a 10 e 24.
Cabo Seriabaam, Rio Formoeo Porto Cairo Maeei e Alagoaa no 1. 11 ,
0,.Ti,tae Florea a 28. Santo Anta quintaa feiraa. Olinda todo o dina.
DUSDA SEMANA.
i ; *,* I. Marcello M And. do J. de D. da 2. t.
17 x-rr Antio Ab. Aud. do-J. de D. d. 1. t.
1 fWrt '. P" V- M" Aod do] de D- d
40 OaiV Cnn,0 rei- Aud- do J" de D d* ?'T-
n W aa Sebaato Fabiao Mu, Aod do J. de D. da 1. T.
21 slb Ig"e V' M Rel- Aad do J" de D d' 3 T-
11 lo. Vicente Anaetacio Mm.
Anno XIX, N. 16.
de Janeiro:
O Diario publica-ae todoi oa diaa qo n.o (ore SantiEcadoa o preco da aatipaatnra b.
delreamilreiporquartelpa?oa adiantadoa. Oa annoocio doa aaaiSnantea aao inaenao,
e,.lii, otdnaqoeo nao for-m k raiiio de 80 reis uorlinha. Aa re.Um.coe, ere>rdui.
Ri Cambios.No dia \) de Janeiro;
Cambio aobre Londres 27 \ Nominal. Ooio-Moeda de 6,400 V.
Paria 350 reis por franco. "
Liaba 100 por 400 de premio. I de 4,000
I PiT-Patac5ea
Moeda de cobre S por 100 de descont. Pei,) Columnare
dem deletreada boa firmaal J. ditos Mmcanni
PHASES DALANO MEZ DE JANEIRO.
Loa Nora i 30, 9 horaa e 41 aa. da manh. I La cbeia i 46 aa 5 horaa e 36 m da
Quart. creac. 8, a5horaae52 m. da tard. | Quart. min?. 21, a 10 horaa 42.
Preamar de hoje
l. a S horaa e 30 m. damanhSa. | 2. a S hora e 5* m. da tarde.
compra
15,200
15.00J
8,400
1,780
1,780
1,780
rrnrla.
15.400
15.200
8,600
4,800
.KOD
4,800
manh.
. da l.
DIA
DE PE
erratas-
No Diario de hontem no edital dos jurados,
]in. 14 Antonio Joaquim do Almeida Leal,
leia-se Antonio Joaquim de Almeida Guedes;
lin. 19 Clarindo leia-se Clorindo ; lin. 24,
Francisco de Paula Ferreira, lea se Francis-
co de Pauta Freir ; lin. 46 Joao Raimun-
do da Silva Guimares leia-se Joo Facundo
di Silva Guimares ; lin. 50 Lujz Antonio
Alves Vasconcelos leia-se Luiz Antonio
Alves Mascarenhas ; lin. 54 Manoel An-
tonio Ribero de Andrade leia-se Manoel
Antonio Monteiro de Andrade.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 12 DO COMIENTE.
Oficio Ao engenheiro em chefe das o
bras publicas autorisando a compra que
mandou o mesmo fazer de urna linha de 40
palmos por 25* reis e d'outra por 20* res
para a obra do varadouro de Olinda apezar
de terem sido oreadas em iba reis cada urna,
vista avanacao, que segundo informa tem
havido nos precos : e declarando-lhe que
pode comprar as madeiras pelo preco corren-
te embora naorcasio da compra esteja elle
abaixo ou cima da quantia porque foi or-
eada cada urna das pecas visto que o orna-
mento das br03 he todo fundado era pre-
sumpQio que deve ceder reaiiddde e o
SI. doart. lldoregulamentod'aquella re-
partido s determina a confronlago dos cer-
tificados como orea ment paraquo os pre-
cos dos materiaes nfto sejo excessivamente
dierentes afim de que a total despesa or-
nada para cada obra d.iixe de ser excedida.
Communicouse ao inspector da thesoura-
ria das rendas provinciaes e ao inspector fis-
cal das obras publicas.
Dito Ao commandante das armas par-
ticipando ter dispensado do exercicio de aju-
dante do director do arsenal de guerra ao se-
gundo tenente Joo Marinho Paes Barreto :
e ordenando, que o faga recolher a compa-
nhia de artfices que pertence.
Dito Ao inspector da thesourana das
rendas proviriciaas determinando que fa-
culte ao engenheiro em chefe das obras pu-
blicas a leitura e exame das contas das des-
pesas relativas ao exercicio prximo passa
do apresentadas pela administrado fiscal
daextineta repartico respectiva.Commu-
nicou-se ao engenheiro em chefe das obras
publicas enviando-se-lhe o relatono do es
tado das mesmas obras apresentado no an-
no findo pelo ex inspector geral-
Dito Ao inspector da thesourana da la-
zenda remetiendo copia do aviso da secreta-
ria da fazenda de 16 de dez<;mbro ultimo ,
approvando a deliberarlo tomada pela Pre
sidencia de ordenar que as causas inten-
tadas pelo procurador fiscal das rendas pro-
vinciaes fossem isemptas do previo pagmon-
to dos dous por cento que substituio a dizi-
ma da Chancellara assim como o sao as ,
que in t"iitSo os procuradores fiscaes das th
sourarias ; e determinando qub esta deli-
beraco se observ* como permanente, em-
quanlo o contrario nao for ordenado pela as-
sembla geral legislativa.
Portara Nomeando a Joaquim Pereira
Bastos, em consequ^ncia de proposta do com-
missario fiscal do ministerio da guerra e au-
torisago do governo imperial para interi-
namente exercer o emprego de amanuense
ia repartico do dito commissario fiscal, com
o ordenado annual de 360* reis.Participa-
se ao commissario fiscal do ministerio da
guerra e ao inspector da thesouraria da fa-
zenda.
Oficio Do secretario da provincia ao de-
legado Jo primeiro districto do termo do Re-
cife aecusando recebida a participaclo que
fez d'haver conseguido prender o portu-!
sao Jos Joaquim de Figueredo que pedia taleza de Uamarac sobre o pagamento do
ser transportado para o Maranho no vapor
concert da canoa que conduz a agoa para
= S. Salvador =, que eslava a partir para a guarnirlo.
FOLHIIT
CARLOTA DE LEYMON. O
IV.
Erao cinco horas : a camarelra tinha en-
trado no quarto de M" de Leymon po.s ha-
va visita, para jantar e era chegado o mo-
mento de adornar-se. Nao a achando fo.
procura-la na cunara de sua mal e assim se
veioa descobrir a ausencia de. Lar,oW..
guarda-portao a tinha visto sabir so. m
d'Hauterive sentio um fri glacial que lhe
penetrava at o coraclo e lhe pareca seccar
as fonte. da vida-, entretanto, esja senhora
,...., .. ...i .nnraanin consequeneias funestas poda arrastar com.-
o Norte.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. rogando-
Ihe houvesse de dar os esclarecmentos pedi-
dos em otlicio de 23 de maio do anno prxi-
mo passado acerca do farda ment do tercei-
robatalhodJ artilharia, que se arruinou em
junhodel84l quando o batalhoombareou
para a corte por ter cabido ao mar ocaixo
em que hia acondiccionado.
|),to Ao commandante interino do tor-
ce i r> batalho de artilharia para que pas-
sasse nova guia ao soldado de cavallaria Ma-
noel Flix da Roza por estar inexacta a que
pelo seu antecessor fura passada quando es-
te soldado fez patsagem para a companhia do
cavallaria.
Dito Ao mesmo remettendo-lhe a guia
! do capito Pedro Ivo Velloso da Silveira, que
Dito Ao tene.nte-coronel commandante !j nesta provincia fez a sua apresentasao
interino do terceiro batalho de artilharia a vindo da do Para.
pe, para mandar receber da thesouraria a
Dito Ao commandante da companhia de
importancia de 8.>6i0, do alluguel de dous cavallaria, previnindo-o a respeito da no-
cavallos, que conduziro a bagagem do des-' meaco do tenente Campcllo para vogal do
tacamente, do Rio Formoso para esta ca- conselhode gue-tado AlfercsCordem.
pital. i > m '
Dito Ao major gradu&Joe commandante
da companhia de artfices para fazer reco-
lher ao arsenal de uuerra o armamento e
corrame constante da relaco que acom-
panhara o seu officio de 22 de dezembro pr-
ximo passado.
dem no DIA 10
EXTERIOR
NOTICIAS DA CHINA.
Alexandria 12 de novembro.
O imperador da China aceitou o tratado de
20 de agosto e o'>rigou-se a ratiica-lo logo
OficioAo Exm. Presidente, e comman-
4uez Manoel Moreira Maia que na madru- i danto das armas da provincia do Cear, com- dc-pois do aviso da ratilicacSo por S. M. B.
^ada do dia 24 para 2o de dezembro ultimo | municando-lhe que a prestigo de 50* rs. I Elle propoe-se a enviar um embaixador a Lon-
onduzira o franciscano frei Caetano de San- que nesla provincia deixara o major Manoel i di-es. Um vapor veio directamente de Nan-
ta Engracia Muniz Falco, e Ignacio Cardo- Joaquim de Oliveira licava elevada a 70* kin a Suez para trazer esta noticia. Vmha
so dos Prazeres para o lugar onde forao as- reis do 1. deste mez em diante. a bordo d'elle M. Malrolm, secretario da le-
sassinados de ter feito ao dito Maia as per- Dito Ao inspector da thesouraria, com- | {jaQo mgleza. A esquadra ingleza invernar
-untas do estilo e ordenado prisao dos municando-lhe o exposto no ollicio cima em Chusan onde se emprehendem vastos
cmnplices no mencionado crime por elle para por de acord contahilidade militar. Irabaihos para tornar a i/na si.
declarados. Dito Ao mesmo remettendo-lhe para
Dito Do mesmo ao inspector da thesou- serem pagos no caso de estarem conformes
.aria da fazenda remettondo copia do aviso os papis de conlabilidade do destacamento do
da secretaria do imperio de 14 de dezembro termo de S. Anto pertencentes ao mez de i tratado, mas recuzou assignar antes de S. M.
ultimo que determina sejo abonadas as dezembro do anno pretrito, inclusive os B. O motivo desta recuza e bascado sobre as
judas de custo aos deputados que a reque- vencimentos do oficial commandante do mez
rerem afim de que lhe d a devida exe- de novembro.
. Dito Ao mesmo para fazer cessar o pa-
Dit Do mesmo ao engenheiro em chefe gamentoda prestaco, que nesta provincia fragata Blond que parti immed.atamente
das obras publicas participando terem sido deixara o coronel graduado Manoel Muniz j para a Inglaterra. As forcas inglezas de torra
approvados os projectos das duas partes do Tavares. e mar estarlo sempre en, Nank.n.
6 lanco da estrada do Pao do Alho que re- Dito Ao tenente-coronel Manoel Ignacio
Malta., 25 de novembro.
O imperador da China do a sua outorga ao
exigencias da etiqueta observada na China.
To lavia amelad da primeira soluco esti-
pulada pelo tratado foi effectuada e confiada
metteo com officio de 11 do corrente : e di- de C.rvalho Mendonfa parlicipando-lhe em
zendo, hajade redigir as condicQes com resposta ao seu cilicio de .) que hav.a no-
auedevem ser arrematadas as respectivas o- meado o tenente Campello para vogal do con-
que devem ser arrematadas
bras.
, ceibo de guerra do alferes Cordem em lu-
gar do alfores Leoncio que se achava impe-
dido.
Dito __Ao teente-corond commandante
da fortaleza do llrum communicando-Iho
(*) Video Diario N. 8 8 9' e l3.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 9 DO CORRENTE.
Officio Ao Exm. Presidente commu- qe""a "barca Ingleza = Harver_t_IIome = fre-
nicando-lhe a fuga do calceta Felppo Jos
dos Santos que se achava a sercico do Hos-
pital regimental e requisitando outro cal-
ceta em substituieao.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. envan-
do-lhe o requerimento do alferes < commis-
go essa desgraca que para evitar algumas,
tada para o servico do -governo Britnico ,
emquanto eitivesso neste servigo ; devia ser
reconhecida como transporte e isempta da
observancia dos regulamentos a que esto
sugeitos o* navios mercantes.
Dito__Ao commandante interino da for-
ma advinhou ludo o a seu turno sahio sem
20 essa aesanva hu- v""------- T- i
^Pixarnarao futuro entrever algum raiO dizer nada.
de esperanc foi sobranceira sua dOr e Quando o barfio transpunha a porta do sa-
'- um criado annunciou dous convidados
, esperanza,
horrivel impressao que evpenmentava de
modoa occulta-Iaaos olhos de todos, para
evitar as conjecturas. Fingi lembrar-se de
um projecto de Carlota convencionado en-
tre ellas que ne.se momento a tinha obnga-
doa sahirs, pela primeira vez. Porque ,
ainda que a imaginado de M"" d Hautenve
.stivesse bem longe de suppr um aconteci-
mento que a gelava de susto : su coralo ma-
terno recusava-se a acreditar nelle e quena
deixar o passo imprudente de Carlota ,
urna reparado no segredo que o envolvesse.
Leopoldo tinha se mostrado a principio me-
no senhor de si. S esse costume de suHn-
mentos e desgracas ignoradas que contrahe o
cor. cao das mulheres capaz de lhesgran-
g.ar essa presenca de espirito e coragem que
nellas se admira ou censura. Quiz sahir lo-
go indagar: perseguir, Proc"rarua"P-
s< foi csse tambem o parecer de M- d Hau-
teri've. A velha Durand nio foi do segredo ,
ISo Ui.....
que esperavo na ante cmara. Assustou-os
o semblante de Leopoldo que reparando
nessa sorpresa e receiando inicia-los em
sua desgraca pretextou sorrindo, um
negocio importante que exiga sua pre-
senta. Entrrao no salo onde eslava M1"
d'Hauterive. Pouco depois lor3o chegando
mais convidados enlre os quaes Autliur de
Bival, M"de Ferriores csua familia ; er3o
aotodo quinze.
No momento em que se sentavao mesa .
rhfgou Leopoldo. Depois de o ter esperado
ir* quartos de hora, que longo penar M
d'Ilauterivo leu em seu rosto que elle nada
tinha descuberlo. Qucm poder pintar a an-
xiedade que lhe foi preciso desfarcar ? lm-
possivel fazer urna idea exactd dessa luta
cruel entre os movim-ntos da natureza e a
tranquilidad* que impunha a sociedade.
Emfim, terminou esse triste jantar ; pas-
L-se nos jornaes da India.
Recebemos cartas da China pelo barco de
vapor Auckland que locou em Colombo a
17 d'outubro seguindo em direitura para
Suez. Os despachos sao datados da esquadra
vista de Nankn a ll> de setembro. Ellas
aimuncio a ratiicaco do tratado pelo impe-
rador ; mas com certas modificar/Oes. Era asta
ratificarlo que o barco de vapor transportava
a Suez com o restante do pagamento da pri-
meira prestacAo, da indemnidade a qual
monta a 7 milhoes de pezos. Dous regimen-
tos de iufantaria europeos formarO a guar-
nirlo de Chusan, at que seja realisada a ter-
ceira soluto pelo imperador da China, a
sarao todos ao sali. Meia hora depois a
velha Durand entrou com o pretexto deaen-
tregar pessoalmente una cartea M" dTIau-
terive, e lhe disse bauinho : Sei onde est
Carlota -, tranquillisai-vos Foi impossivel
fallar a Leopoldo Una vista d'olhos que
langou a sua sogra Iho deu a conhecerqueo
maior dos scus cuidados lesapparecra ; a
noite passou menos tristemente.
Resultava das indagicObS da boa Durand
que Carlota tinha sabido s p: que tinha
entrad) na oocheira de um alugador de seges,
naquella mesma ra e que ah esperara at
estar posta a carruagem. Tinha ido a Hau-
terivo Ierras ds sua mai a trinta leguas
de P-ri-i. Na noite seguinte receboro dol-
a una carta que s contiuha estas palavraa :
J nao me sinto com forjas para sup-
i ntar das como os que tem decorrido. Se
* alguma compaixomerecem asaillicQOes que
par* sempr tohlrAo mmha Ycntara, pe-
o co como urna grsga que me deixem em
k paz esperar em ilautonvc o liai doa meus
males.


quem se concede dous annos para faze-lo. Nes-
sa poca pagar elle 5 por cento de juros e
as tropas europeas conservars a posseda iiha;
oas segundu parece, o imperador nao exi-
gir lempo para fazer os seus pagamentos.
O major Malcolm poilador do tratado de-
raorar-se-ha apenas alguns dias na Inglater-
ra e vollar China com a ratifcaco da
Rainha. O barco de vapor Auikland espera-
lo-ha em Suez.
Eis aqui como se distribuirn os 21 milhors
convencioriados pela China : 3 millies para
as dividas dos mercadorts hongs; 6 para o
po ; e o resto para as despezas da guerra.
Um interprete chinez quo est no servido
da Inglaterra transmute asseguintes infor-
roa$f3es que nos parecen? apresmtar um ceito
inleiesse :
< Atravessamos um do mais bellas rios do
mundo oJang-Tree Ue Nankin e des-
abrimos urna grande rota para a Asia central
mil vezes mais importante do que todas as des-
obertas pelo Niger.
i A doenc.a fa/.ia estragos entre as tropas
do trra e de mar, e lodos se alegravSo com a
perspectiva de deixarem este clima insalu-
bre.
A esquadra Ingtoa descera de Nankir
para o meado de Setemb'o e chegar eni
15de Outubro a Hong-Kong. Lord Sallour
Acara com o com mando das forjas que se
deixsr na China. E' opinio geral que a ter-
ceira solueo de Gmilhes ser paga em Ja-
neiro ou Feveriro. Ento serO evacuadas
Chusan e Amoy e todas as forjas se con-
centraro em Hong-Kong. Ha tantosdotn-
tesque em todo o regiment 98 ha ver a pe-
nas se houver 250 homens em estado de
fazer servico. ( Bombay Monthly Times.)
De resto a Inglatorra nao perde lempo pa-
ra tirar vantagem das suas relacoes com a
China. 0 (lobe annuncia que se prepara
em Londres servidos de correspondencia pa
ra Hong-Kong e Maco a bordo do Possi-
done |e para a China a bordo do Sapho,
Esta semana acrescenta elle partir para
a China oarregamentos cuja arqueado mon-
ta a 1800 tonelada?.
( Le National )
___COMMUNICADO. ~
FEITO PELO IM ROS KALCA DE ALBIOlKROl'E MAItANII.U).
Perisse t'ame J'roide insensible strri e ,
Que n'en'lam/na jamis le p.'ailir J ir Utiie,
BOHAT.
Pernambuco, do qual o Ilustra Brazileiro Fiti Jo-
a de Santa Hita Ituro fez a mais risonha pintura ,
no seu poema intitulado Caramur Pernambuco
que antes da Presidencia do Exm liaro da Boa-
vista exista attonilo e inconsolavel, vend ame-
drentado o j enio .pie outr'ora altivo estendera suas
andidas pennas matizadas d'ouro sobre os alcantilados
montes da formosa Oiinda ; taciturno militas vez.es
si mesmo pergunlava a causa le seus males ? Cha
uppunha encontradas na ignorancia Ja filosofa .
M'o, da investigacio dopiincipio de todas a< ins-
tuices policas, e religiosas, dos conhecimentos
histricos, doesmdo do coracSo humano, e dos di-
reiMs natura es do hoinem ou tras vezes no indif-
ferentiarao poltico descobra o pavoroso cancro mo-
tor de suas desgracas j va com desesperaro suas ri-
quezas seren abandonadas a discrico das monopo-
lizadas Jis do or-amento por falta de denodado
patriotismo de seus Depulados geraes prezente nina s resolneo nao conscgui'rio em bene-
iieio da Provincia que nem se lembrrio de mani-
festar a escandalosa injustica com que a Provincia
de Minas (icraes lend.. igual populaso e limita-
dissima receva desde a Independencia seus 20 De
putadus conseguem victoriosamente, ludo o que pre-
tendem: a semelhanca do leSo da fbula em socieda-
de com o cordciroi
tio ero estas as principaes causas de seus males
Tal vez ento deixarO de aborrecer a in-
? feliz Carila (Uvallos a carrua-
gero partimos! disse Leopoldo.
Partir, meu amigo disse M" d'Hau
terive ; sim deveis partir; mas eu...no
vos acompanharei.
Leopoldo nao responden e rom elleilo
dispoz-se a partir .. O semblante pallido e
alterado de .M d' Ha u ten ve eslava lavado em
lagrimas. No momento de entrar na carrua-
gem elle lbe ppgou namo, e longos mi-
nutos ficrSo ambos immoveis e em silencio
encontrro-sc seus oihos : ento os de Mm*
d'Hauterive se elevro ao co. L smente
disse ella solucando : depois foi refugiar-se
na cmara ea carruagem rodou velozmente.
A inda a este choque resisti a saude de M""
d'Hauterive mais forte que asua razo. A
principio a idea de um grande sacrificio e
a consolaco de ter podido triumphar de si
mesma Ihe dero urna exalUco qUC dobrou
sua coragem ; mas depreaM desvaneteu
essa momentnea energa e achou-se iso-
Necessn io era um Presidente poderoso em rea So i i S os invejosos de
sua familia para por silencio aos polticos surra-1 ama as sciencias .
teiros escravos dos pais da Patria que nao ten- J
do poder para realizar suas loucuras nem instrnc-
co necessaria para dirigir revolures ora deixo-
se Iludir por absolutistas desfalcados com a capa da
monarqua forte ora submelter-se ao jugo da pseu-
da-moderaro causa de muitos de nossos males,
l-'ra necessaro um Presidente que amigo da Pro-
vincia que lbe deo o ser promovesse a sua pros-
peridade Kra necessaro um Prsideute ojueamas-
sc a iuslrncco publica ; por quanlo a desigualda-
de da nstraccSo segundo a opiniSo de Condorcat,
urna das principaes fontes da tyrannia. Era neces-
sario um Presidente que no besitasse as empre-
tas uieis ao bem da Provincia e do Brazl inleiro ,
que trndo as sympatbias do (lommercio desse-lbcs
execuro ; por quanto um bonsem ppossado de
hens ou abalizado em litterattira de que serve ,
*e elle nao ne em pratica todo o modo de ser util
aos nutroa ? semelbante a estatua esculpida eom
todas as regras da arte conforme ao natu al em
que se deviza um ar nobre magestoso e engracia-
do ; pon-m sA nos contenta a vista, de nada nos ser-
ve Era necessaro um Presidenta que nao tizesse
o bem fundado somente na gloiia a que esta nao
eonsistisse em derramar o sangue innocente ; por
quanto a gloria nao pertenee aquelles homens que
nascero para a daagnea do seero humano ; que
fe vendo Ibes no peto o dezejo de nadar em san-
gue e cevar o animo com borrivel carneraria as-
solo toda a trra : aquelle que so i grande e vir-
tuoso com os olhos na {loria ser pequeo e vi-
cioso quando no for visto re alguem Kra neces-
saro um Presidente que concliasse as sympatliias
do Govemo (ieral, por ser amigo da inte^ridade do
Imperio com'o progresso da Provincia e que prc-
sidindo por muitos annos conseguisse a coroa cvi-
ca de que merecedor e que pondo silencio aos
desordviros sem eiercer tyrannias, fosse idolatra-
do dos verdadeiros patriotas e amasse o povo sem
as zumbaias dos traidores porque ordinariamente
n'um Paiz pouco Ilustrado, o povo persegue o ho-
mem de p,enlfl para ellevar seus tyrannoi adulado-
res : pois que verdade ncontestavel; que de nada
serve ao povo a e*periencia,- a preocupaco o ama-
ta e a intriga fecha-lbe os olhos., e quando o povo
desmoralizado e sem f'reio nao t otvranno me-
nos injusto .nem menos cruel ; os 30 tyrannos de
Alhenas tinlio salva o Scrates o pov<> o mandn
matar : militas vezes os aduladores do povo clamSo
contra as dislinces para oble-las com mais faci-
ldade ; em Franca Chemier e Savoie Rollin grit-
ro com o maior calor contra as distineces de Napo-
leo ; e no outro dia apparecero com as insignias da
legio de honra E ento que tyrannos insuppor-
taveis sao os pais da Patria o povo para elles j.i
nao Soberano e sim besta feroz Contra estes
brado justamente os homens de bem. Mizeraveis!
se sois uns hachas ou ofl'endidos nao sejaes tio
insensivelmente barbaros que apperteis as cadei.is
de vossa naco ; peusai que quanto mais estrei-
taes o jugo tanto mais escravos sero vos-os (ilhos,
que nao podem ser todos hachas Que desgrana-
dos expondes' toda vo*aa posteridad* a gemer en-
tre ferros pelo prazer de serdes tyrannos subalter-
nos durante algn? dias! Eis a razan porque
diz La Rruvere que a maior par-'e dos homens *rv-
prego melade de sua vida a tornar a outra mizera-
.vel. Era neccsario finalmente um Presidente nue
"mandasse os descendentes do Vieii as. Lacerdas e Re-
bellos contra os rebeldes do Rio Grande, que tem
alimentado a guerra que a nao ser extincla com a
vclocidade do rao ha de cauzar a ruina do Impe-
rio a vista do deploravel estado das Ruancas das
fetoes discordias, intrigas, e doiudillereiitismo aos
males pblicos. "
Sim, a respelo da Provincia do Rio Grande do
Sul muito se devein empenhar os Rrazileiros amigos
do Throno mas poi fatahdade parece ser esta a
origem do odio que ronservio ao Exm. haro da
ffoa-vista os Redactores do Diario Novo, e do Guar-
da Nacional. o q-.ic bem se comprehende da oppo-
sico que lbe fazem por ter mandado reenitar e
remelle' tanta tropa guerreira para aquella Provin-
cia. Muito lem declamado aquelles Redactores con-
tra os estrangeros que o Presidente tem emprea-
do nas obras publicas entietanto Luiz 14 c Pedro
Grande da Russia nao s empregaro est'angeiros,
como para os conseguir gastario milhdes pois que
um homem sabia no deixa sua Patria para servir
n'outra ern ter certeza de que ser bem acolbido .
e que seus interesses Ihe faro amar o Paiz adoptivo ,
onde serve com fidelidade e zlo no declamen)
pois, e lembrem-sc das obras da Matriz da Roa-vista,
&c cmfessem que os Portuuezes nos derio plnravel educarn, e que o formoseamento desta
Cidade foi por elles tratado com o maior desprezo; e
nue dezejando o Exm. BarSo dar-lbe a bailesa que
lbe convem digno do maior elogio quem poder
negar os progressos que tem alcaucado a Provincia?
sua gloria o podero negar. Elle
e as artes lease a lei orgnica
do Liceo ; a Agricultura se inda nao est no au;;e ,
em qne mu breve deve ficar no devido ao seu
i'squecimento e sim aos Deputados Geraes a da
Provincia ; nao obstante a sociedade composta de
capitalistas e pessoas Ilustradas e patriticas, que
fazem o seu brilhaulismo : de minha parte lembro o
estabelecimento de um banco a ;ricula com as ba-
zes da organizaco dos bancos Escocezes e para o
que necessaro ler-se a brochura que foi publi-
cada em 1835 po M. Leopold Malepevre ; e a re-
unio das propriedades retalbadas conforme o pla-
no da Caza Rustica do Seculo 19, tomo 4. livro
6. parte I. capitulo 4- ; e urna Commisso para
pieparar as hazes da revizo das nossas leis ruraes;
e tamben) as escolas ou nstituires de Agricultura .
das quaes Tbaer parece ter sido o fundadoi na Ale-
manha onde s!o multiplicadas e que Mr. de Dom-
basle tem to felizmente introduzido em Franca, <)s
diversos ramos de ecconOmla rural nao sao assas
multiplicados ou condiuidos por una escalla suf-
icientemente estensa para fazer adquirir aoi alum-
nos a experiencia necessaria nestas materias Veja -
seThaer, principios razoaveis de Agricultura J.
Kdiceo tomo I. p. 24 e seg. As sciencias ac-
cessoiias que esclarecera as operaces da Agricul-
tura sao a Cliimica a Physioa, a B itanica as &CJ-
encias Veterinarias as Mathematicas a Eccono-
mia Poltica e Commercial e o Direito. Alguns
conhecimentos na arte do dezenho isto um pou-
co de habito no dezenho das plantas dos animaes .
e das machinas sero muitas vezes vantajosas a um
agricultor.
Quando pois Pernambuco tomar gosto pelas sci-
encias uteis veremos os intrigantes unirerfi se como
irmos para o engrandecimento de sua Patria to
bella e to cruelmente desprezada pelos Presidentes
anteriores ao Exm. BarSo E' lempo pois Je unio,
e nao de intrigas o Paiz nao est to rico, para des-
prezar a industria e to Ilustrado, para menos pre-
zar as sciencias e arles : insultar portanto os estran-
ueiros sabios incorrer na sencura de Homero i os
que maltrato os estrangeiros sabios sao como os
cae* que f^zem afanos ao mais vil escravo de caza e
ladro ou mordem ao mais honrado bomem de fo-
ra. E Sao Bernardo diz: Que a lingua do murmura-
dor e maldizente o pincel do demonio, com o ma-
tiz do inferno.
Cumpre agora fazer tima declaraco indispens'aveb
nas mnhas circunstancias.
Sei que se me lanca a nodoa de deias exaltadas
n Repblica Federativa. Nao pensem deshonrar-
me com isto. A minha franquea a minha justifi-
caco No calor de nina idade inexperta (aneado
em urna Academia enjos alumnos ero nutridjs
com o logo das ideias nimiamente livres dado lei-
tura de theorias republicanas collocado n'um Paiz
cercado de Repblicas ; imagnav com efTeito que
s um Govemo idntico poderia confraternizar-nos ,
e abrir em nossa Patria urna poca de gloria Pas-
sados porm alguns annos conhecendo os homens ,
e as consas dado reflexo e comhinaco me-
tbodica de systemas comprehend pefeilmente ,
3ue cu abysmaria minha Patria de um modo irreme-
iavel se conliuuasse na propagaco perigosa dessas
inuihas ideias Kis o pensamento de um homem
honrado Rey nal esse genio cheio de vivacida-
e de fogo depois de cimentar na Franca as
meus ligeiros interesses Uuho podido fazer um p.
queno gabinete de litteratura de grande seleceo ,
e de excedentes mestre, e veslindo parcamente fo-
fa do luxo aziatico ou ridiculo do meu Paiz u me
conservo na mediocridade de um verdadeiro Repu-
blicano entre os bandos Constitucionaes e cor-
rompidos que por ahi se encontro. Contemplando
astas mizerias e rindo-me na minha obscuridade
das ineuraveis maielas dos homens, exi~to hoje no
vigor de outras ideias, conhecendo, que os meus
antigos principios nao podem ser appicavis cvr-
rupcixo da poca Desengaado pois t&o matra-
qui'ado de imposturas reputara hoje um momen-
to de felicidade aquelle em que rae fosse dado ap-
parecer diante do Monarca Brazileiro e expender-
Ihe ahi, com a franqueza de um Cidado honrado ,
o> sentimentos de ordem que abundo no meu co-
raco. Cheio de dignidade longe das objeceoes do
servilismo produziria em sua presenca^ a lingua-
gem vigorosa, que os indignos da Patria no saberio
nunca presentar ao Monarca- Taes sao meus sen-
timentos hoje crimine-os embora a impudencia ou
a malicia dos homens Cumpre de minha parte dar-
Ihes esta desengao e proseguir alia tado de tantos
delirios, que fuero a minha perdico.
COMMBRCJO.
Jada porque fizera do *eu amor a Leopol- quezas humanas. s tinha lentidb a
do e de sua ternura por Carlota um asylo im-
penetravel, em que se refugiara o seu cora-
gao surda a seus interesses e a eus propri-
os prazeres. Tudo o mais Ihe era to indife-
rente que em nada fixra o s?u penaamen-
to ; e como as pessoas s tinho para ella
merecimento em relajo tom esses seres a-
dorados s Ihe podio as;ora offerecrr dolo-
rosas recordigoese nenhuma distracgfio.
Horas inteiras estiva immovel olhando
para um livro sem o 1er e pareeendo iotfi
ramente eslranha s ideas a que M"" de Fur-
rieres e Arthur de Brval tentavo despertar-
Ule interesse. Este ultimo a visitava sempre,
e estavaa seu lado horas inteiras porque a
carnareira Ihe h i va dito que as horas mais
crueisero as que estava s. Lia para ella
ouvir, e procurava chamar-Ihe a allen^So
sobre urna inini lado de objectos para dis-
trahi la do nico que a ocrupava. Arthur |
de carcter observador se dedicara com nf.
zer a eatudar essa natureza to dist neta, to
elevada que dos errns das paixes e ira-
de
revoluces Republicanas parou atemoiizado eco-
herto das angustias do remoren lamentando no ter-
mo de seus dias os males que os seus escritos cau-
lrfio a sua Patria Depois de sacrificios penosos nas
minhas circunstancias ; de segregar-me da minha
propria familia pela exageraco das minhas ideias ;
de nao reconhecer como meus irmos e meus p-
renles seno aquelles que pensavo comigo; depois
de me achar sequestrado de todos os meis de sub-
sistencia e sustenlando-me anda assm destas dou-
trinas quefazio o meu dolo : que resultados t-
rei ? A convieco dos meus desvos o conheci-
mento dos hinnent, e um/i experiencia amarga Es-
crevi Peridicos tiacei Poemas, fiz traduces e
tudo isto foi olliado com a insipidez da indiferenca.
Quasi sem parantes conservando urna existencia
rnesquinha vilipendiado pelos meus cormos de
poltica eu me tenho echado no mais rigoroso apu-
ro sem que se lembrassem I a excepeo do Exm
Sur. Presidente da Relaco Thomaz Antonio Maciel
Monteiro que alias nao par til non nunca destas mi-
nhas ideias ) de contemporizar ou proteger um ho-
mem que tanto os coadjuvou em seus principios
polticos Levou se a ma s o improperio en fui me-
nos prezado por esses mesmos alem do seu total
abandono. A razo veio ento em meu soccorro ,
rellect sobre nim mesmo conheci, anda em lem-
po os meus erros e sem trahir a minha Patria ,
que vive em meu coraco arrepie carreira e to-
mei aquelle trilho que a experiencia de um ho-
mem de bem deveria ndicar-me. Abrazado no a-
mor das lettras apezar da extrema reduccao dos
mais
desculpavel, o amor. Essa sen hora tinha
vivido no grande mundo e de lodo desco-
nhecia a inveja o egosmo e a vida Je ; aa
miserias, maldades, resentimento injus-
ticas que traz comsigo tudo igualmente Ihe
era desconhecido. Tinho-lhe pascado pelos
elhos, sem que ella os visse era urna es-
lranha linguagem que nao poderia fallar nem
comprehender. Eeom prgressivo alian es-
tudava Arthur essa mulher victima de urna
flr que Ihe despedacava o corafio sem tirar-
lhnsua resignarn anglica.
Dias depois, Leopoldo escreveu d'Haute-
rive. Carlota tinha recusado ve-Io ; conser-
va va-se fechada no quarto. Tentara anda
lallar-lhe dizia elle ; se aeobstinasse vol-
taria.
M"' d'Hauterive respondeu :
Demorai-vos : mostrando-lha que a a-
mais venceris sua resolurAo. Nao d-
veis voltar sem eiia. Nunca mais nos lor-
ie naremos a ver ; foi um ultimo adeos o que
recebesles quando parlistes. Obtivero de
mim alguns amigos a promesaa de fazee
ALFANDEGA.
rtendimento do dia 19........ 7:453#405
DESCARREGAfi HOJE SO DE JAHEIRO.
Brigue portuguez = Tarujo = vinho,
vinagre ,
azeite carnes fazen-
das, senolas e sardinhas.
Brigue sardo = Zefiro ss ladrilhos de mar-
mure.
Barca portugueza =Tentadora=ourisos, fer-
ragens vinho, fazendas feijo ,
azeitonas miudezas, caixOes e ar-
cos.
Brigue austraco = Sollicto Bocchus = fa-
rinha.
Barca sarda = Paquete de Trieste = farinha
de trigo.
Brigua americano = Sterling = farinba ,
vellas e barricas.
Barca ;= Casimir Delavigne = farinha ba-
tatas, vinho, queijos encomen-
das, e manteiga.
Brigue france2 = Circonstance = fazendas ,
e manteiga.
Brigue portuguez = Ventura Felii = casta-
nhas.
Barca = Osceola = bolaxinha.
Escuna = Oliveira = vinho, tintas, peixe,
o caf.
Brigue inglez = Eliza Bell = batatas.
Galera ingleza = Iris = carvo.
Barca = Bamblen = carvo.
Barca ngleza = Thomaz Mellors oss carvlo
Barca = Johann = carvo.
Sumaca = Carolina = manteiga fazendas r
vinho canella drogas e folha
de flandres.
M0V1MENT0 DO PORTO.
NAVIOS SAHIDOS NO DIA 18.
Genova ; polaca sarda Catharina, cap. Fran-
cisco Massona carga assucar.
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 18.
Boston; 37 dias, brigue americano Sterling,
de 201 ton., cap. Jonathas Triming, equi-
pagem 8 carga farinha de trigo e mais
gneros : a Henry Forster A C.
iihas da Sandwich tendo sahido de New Be-
dord 25 mezes ; galera americana Bra-
guara, de 497 ton. cap. C. C. Watermaw,
equip. 22 carga azeite de peixe aoca-
pilo.
Cabo de Boa Esperanca pela i 1 lia d'Ascenc.8o ;
30 dias trazendo do ultimo porto 8, bri-
gue inglez Olivia de 140 toneladas, ca-
pto William Broome, equipagem 8,
com elles urna longa viagem ; dentro de
lo dias deixo Pars : irei primeira a Mar-
eille onde me raunirei a elles. 0 vos-
so amigo o Sr. de Brval me acompa-
nhar Todas as vossas ideas Leopoldo,
todas as vossas aeces pertenc^o aquella
a quem solemnemente jurastes fazer di-
tosa
Chegrlo novas cartas do baro : em urnas
annunciava o projecto de voltar ; em outras
ptdia a Mm d'Hautervo que fosse ter com el-
les para abrandar o espirito de Carlota que
nao quera ouvir a menor explicado e de
modo nenhum quera v-Io.
M-* d'Hauterive chorava soffria a leitura
de cada carta ; e responda como primeira :
Deveis commov-lae ama-la; nisto con-
siste a vossa veutura.a
Arthur, vendo o efTeito dessas cartas os
SOffriaaeotO da pobre mi apresiava ospie-
paralivos da viagem ; e a 30 de julho M"'
d'HauttTive sabio de Pars.
.........------- IMinunimr-i*-'/
I
I


carg* viriho peixe Silgado, e 4c. : a Me.
Calmont & C.
jPhiladelphia; 42 das, barca americana Oseo-
la de 265 ton. cap. W. P. Whipple ,
equip. 17 carga cha farinha de trigo, e
niais gneros : a Matheus Austin & C.
EDITA Es.
0 111.a" Sr. Inspector da thesouraria das
rendas provinciaes manda fazer publico, que
em cumprimento do olii'io do Ex m* Presi-
dente da provincia de lodo corrente, Tai no-
tamente praca para ser arrematado a
quem por menos fker o fornecimenl > do ti-
jolo para a ponte do Caxaog sob as condi-
ces abaixo transcriptas.
Os licitantes devidamente habilitados de
fiadores idneos deyeio comparecer nesla
thesouraria nos dias 57 28 e ?0 do cor-
rento mea. Secretaria da thesouraria das ren-
das provinciaes d6 Pernambuco 16 de Janeiro
de 1843.
O Secretario
Luiz da Cusa Portocarrero.
PROVINCIA DE PERNAMBUCO.
Estradi do Pao do Alho.
Ponte doCaxang.
Fornecimento do tijolo para a obra da pon-
te suspensa do Caxang.
Condicoes do contracto.
1 .* A quanlidade de tijolos que se hade for-
necer nao est inteiramente determinada ;
pode variar de cento a cento e cincoenta mi-
lheiros : a entrega far-se-ha na razio de vin-
te milheiros no primeiro mez e trinta mi-
lheiros nos mezes seguintes depois da noti-
ficacio feita pelo engenheiro em chefe das o-
bras publicas da approvacio do presente con-
tracto pelo Presidente Quando terao sido en-
tregues cem milheiros dir-se-ha ao arrema-
tante quantos milheiros sao ainda necessarios;
esta ultima porco entregar-se-ha na razio
de um milheiro por cada dia.
2.* O arrematante dever fornecer os tijo-
los ao p da obra sobre as duas margens do
rio Capibaribe nos lugares que Ihe designar o
engenheiro da obra inteiros, e sena defeitoi ,
nao se recebendo os que e^tiverem quebrados
em mais de dous pedamos e destes mesmos
nao se admittindo irais do que cem por mi-
lheiro. Todo o 'vrabalho de fabricar carre
gar e conducir o tijolo fica a cargo do arre-
matante mas se lhe prestar ajuda para des-
carregar o que vier s costas de cavaos.
3.* O tijolo ser das dimences ordinarias
do tijolo d'alvenaria do paiz feito com o bar
rodamelhcr qualidade poisivel, bem amas-
sado e moldado esendo 300 tijolos porcada
milheiro comprimidos por ma machina de
comprimir que ser fornecida pela adminis-
trado eque podem os concurrentes visitar
na fundicSo ir.gleza da ra d'Aurora. 0 cosi-
mento do tijolo ser perfeito e he o ponto em
que o arrematante mais dever cuidar nao
se accitando o tijolo que estiver fracopor fal-
ta de cosido ou muito frgil por excesso.
4.' O tijolo entregue ao p da obra como
est determinado na 2.* condicSo ser pago
a vinte eseis mil reis o milheiro pela the-
souraria das rendas provinciaes cujos pa
gamentos se faro na forma determinada pelo
.regulamento da contabilidade das obrai pu-
blicas de 2o de maio de 1842 e de tal for-
ma que no fim de cada mezseja pago todo o
tijolo fornecido ao p da obra al o dia lo do
roesmo mez.
5.a No caso de nao fornecer o arrematante
asquantidades de lijlos determinadas pela
l.'condico naa pocas respectivas que esto
prescriptas na mesma elle ser obrigado a
completar no mez seguinte as quantidades que
tiverem faltado no mez antecedente e paga-
r urna multa por cada milheiro que faltar
regulada do modo seguinte, as diversas po-
cas do fornecimento.
No fim do 1 maz..... 5,000
2........ 9*000
3. ....... 12*000
4.......14*000
No fim do 5/ e por todo o
mais tempo.........15*000
Alem disto no caso previsto por esta con-
diclo o Governo poder contraclar o forne-
cimento de todo o tijolo que faltar n'uma cer-
ta poca com urna outra pessoa, sendo obri-
gado o arrematante a pagar para o cofres do
governo a differenca resultante da segunda ar-
rematadlo no caso de ser esta differenca um
prejuizo do governo.
6* O arrematante prestara flanea idnea
Pela importSC.'t de un; COOtO d re*, aqu-n
ficar responsavel pelas mults em que o ar-
rematante incorrer e outras quantias que
aeja obrigado a pagar em virtude da 5.* ron-
diejo.........._
7." Para a execucio do disposto pelo pre-
sente contracto o arrematante se sugeitar
inteiramente s decisdefl provisorias do engo
r.heiro em chefe das obras publicas e defi-
nitivas do Presidente da provincia sem re-
correr em caso nenlrim aos tribunaes ordi-
narios.
Reparticlo das obras publicas 17 de dezem-
bro de 1842.
O engenheiro em ehefe
L. L. Kauthier.
= O doutor Vicente l'erreira Gomes juiz
municipal da 3 vara e interino na sogun-
da do civel faz publico para conhecimento
de quem pertencer que lhe fot enviada pe-
la secretaria da presidencia a portara abaixo
transcrita. O Presidente da provincia em
execuQo do decreto numero 218 de 22 de
novembro de anno prximo passado pelo
qual foi extinta a primeira vara do civel des-
tacidadedo Recife fican lo reduzidas du's
as ditas varas tomando a segunda a deno-
minado de primeira e a terceira de segun-
da resolve provisoriamente o seguinte 1.
Perante o juiz da primeira vara do eivel des-
ta cidada conforme a nova numeradlo esta-
belecida pelo decreto cima referido continua-
rlo a ser processados os foi tos pendentes da
primeira vara extinta e da segunda que
passa a ter o numero da primeira 2. Na
segunda vara do civel desta cidade continua-
rlo a ser processados os feifos pendentes da
terceira vara cuja denominadlo fica cessan-
do 3. Os tres escrives do civel do ter-
mo desta cidade passarlo a escrever pranteos
dousjuizes do civel por destribuico, igual
as acortes novas deste mesmo termo 4.
Os ditos tres escrives dxi civel do termo des-
ta cidade continuaro a escrever privativamen-
te nos feitos pendentes em seos cartorios pe-
rante cada um dosjuizes cujas varas pr-
tencem por esta nova denominadlo o.
O escrivSo do civel d terceira vara dos ter-
mos de Olinda e lguarass, Jos Justino Fer-
nando de Souza ficara processando perante os
dousjuizes do civel dostacomarca em lodosos
feitos pendentes e as aecea novas dos di -
tos termos por se acharem em exercicio
perante o juiz municipal e de orfos do ter-
mo de Olinda os antigos escrives da pri-
meira vara do civel destes termos 5 em con-
sequencia do que passaro para o cartorio do
dilo escrivo todos os auctos pndenles dos
mencionados termos. Palacio de Pernam-
buco 14 de Janeiro de 1813 Bario da Boa-
vista Presidente. Est conforme O olli-
cial maior Antonio Joze de Oliveira Es-
t conforme com a propria a qual reporto.
Recite 18 de Janeiro de 1843.
O escrivo
Joze Justino Ferreira Souza.
DECLARARES.
O Mncador da decima dos predios ur-
banos do bairro da Boa-vista aviza aos pro-
pietarios, e indinos dos predios do dito bair-
ro que continua o lancamento no da 20
pelas ras, alrai de S. Goncalo, Jasm.m,
e Prazer : continua no dia 21 na do Rozarlo ,
22 na do Pires.
Continuaro d tes no Cotreio Gcral em Pernambuco
Autos em que slo partes Jus Fernandes
Barata com Claudino Fernandes liara a.
Ditos dito Joze Antonio de Carvalho e
Mano-1 Rodrigues dos Santos.
Ditos dito Gabriel Antonio, eJoaquim da
Silva Regadas.
Ditos dito Joo B.ptista do Reg Cavalcan-
te ,e Braz da Costa de Medeiros.
Ditos dito Thereza de Jezs Bandeira e Mel-
lo e Francisco de Ollanda Chacn. _
Ditos dito Felippe Justiniano da Costa l'er-
reira com Luiz Francisco Pacheco e outros.
Ditos dito Flix Gomes de Oliveira e i-
mo Gomes de Souza.
Ditos dito Antonio Borges da Fonceca, con-
tra os vereadores da cmara municipal .An-
tonio Bodrigues de Almeida Manoel Fran-
cisco de Dos e Amaro Victoriano da Gama.
Ditos dito a cmara municipal do Reciie e
o cpto Manoel Joaquimde Oliveira.
Ditos dito Bento Jos Dourado e outro, Jo-
s Antonio Gomes Jnior e outro.
Ditos dito Pedro de Azevedo Ciui e An-
tonio Pedroso Gomes da Silva.
Ditos dito Victoriano Pereira Maia com
Bento Martins Manoel Pereira e outros.
D.ios diio a c.ruara municipal uo Recite ,
e o tenente-coronel Joo Francisco de Chaby.
' Ditos dito Manoel de Carvailio 1 aes de An-
drade e o dezembargador Tliomaz Antonio
MsCii -MonUiro.
Ditos dito Jlo Ribeiro da Cnnha, e Niso
lo Joaquim Rodrigues.
Ditos dito Manod Francisco da Fonceca.
Ditos dito Anin i o Pedro de Mendonga Cor-
te Riel e Joaquim de Basto.
Ditos dito Joo da Cruz da Motta com
Joo da Motla Cardoso e outros.
Ditos dito Ignacia Maris da Conceico e ou-
tro com Francisco Rodrigues Correia e
outro.
Ditos dito Luiz Fernandes Lima e Jos
BoJrigues de Oliveira.
Ditos dito Manoel Pereira da Silva Lordel-
lo e a justica.
Ditos dito Francisco Pereira Pinto Caval-
te e o promotor publico le Pernambuco.
Ditos dito Manoel de Ollanda Cavalcante de
Albuquerque e Francisco Jos do Pr.ido.
Ditos dito Joaquim da Silva Pereira, e Jos
da Silva Mendanha.
Ditos dita Manoel Jos G mgalves Braga,
e Candida Montt-iro de Queiroz.
Ditos dito Manoel Antonio Baptista e Vi-
cente Ferreira de Oliveira.
Ditos dito Manoel Caetano de GouVa e
Luiz Martins de Paula.
Ditos dito Maria dos Santos de Moraes e
Manoel Joaquim Alves.
Ditos dito o reo preso Barlholomeo Joze de
Carvalho e Joo Joze do Espirito Santo e
outro.
Ditos dito Vicente Ferreira de Paiva com
Joo do Albuquerque Maranhfto e outros.
Ditos dito Lourengo Alves Lima e sua mu-
Iher com Reinaldo da Costa Lima e sua
mulher.
Ditos dito Joze Francisco da Cruz e Luiz
Maria da Conceigo.
Ditos dito Antonio Pereira Pinto de Paria,
e Gabriel Antonio.
Ditos dito B^nto Luiz da Gama Haya e D.
Auna Joaquina de Vasconcellos e outros.
Ditos dito D. Luiza Antonia de Albuquer-
que e o procurador da cmara munipal de
Flores.
Ditos dito Joo Manoel dn Oliveira Miran-
da e Ignacio Correia de Mello.
Ditos dito Bento Fernandes do Passo Gara-
pa eo juiz de Paz do Aracaty Joaquim Li-
berato Barroso.
Ditos dito Candido Msxado Sivirino e
Francisco Coreira de Araujo.
Ditos ditoGeneri Patrimonio Moribundo .
Benedicto Jos de Mattos Lima.
Ditos dito Joaquim Euzebio de Barros e
Januaria Maria de S. Anna.
Ditos dito Joo Pinto.
Ditos dito do juiz de paz da villa do Prin-
cipe para a relaco. Correio 18 de Janeiro de
1843. Antonio Joze Gomes do Correio ,
ajudantc.
AVISOS MARTIMOS.
Correia Gomes Joaquim Correia de Araujo ,
I Antonio de Oliveira M -lio, Francisco da Pau-
lo-Carneiro Joo Anastacio da Cunha Ma-
noel Joaquim Pereira Lobo queifio no pra-
zo de trez dias diripirem-sea casa do annunci-
ante. O mesmo vende em sua casa na ra da*
Trinxeiras n. luda data deste a trez dias,
uns corazes transelins finos cordOes um
bollo com solitario de brilhante um par de
brincos de dia mentes um a Hete com um
brilhante un par de flvellas com 21 i |2 oi-
tava um p^r de atacas com eorrentes de ou-
ro um cbrdSo COBl una cruz anneis, urna
chavinha para relogio ama correntinha pa-
ra dilo pares de biincos modernos com bri-
dantes abra muito delicada ditos feitos na
Ierra da moda um relogio inglez pezando a
caixa l5oitavas leouro e i"iS 112 oitavas
de prata em diflerentes obras. Estas pegas
se vendem visto que seas dorios tendo abusa-
do da conlianca do annuuciante e do tracto
que fez nao tem feito caso algum dos an-
nuncios a tste respeito feitos.
tar 0 abaixo assignado fez rcienteao res-
peitavel publico que l-iido emprestado ao
Sr. Luiz da Cuaba do Btio vinte e trez mil
res, em sedulas em 18 de setembro de 18 2,
e por elle paguei 38# reis ao lllm. Snr. Joa-
quim Canuto ile Figaeredo de 19 annos do
loros, que o dito Sr. Pi ruado Jardim n. 2 como consta do re-
cibo do dito lllm Sr. Figu"redo e por
tudo he devedor o dito Sr. Luiz da Cunha do
Ipgo a quantia desessenta e um mil reis : o
como at vinte e sete de oulubro nao lhe te-
nha pago o suppcante pedio-lhe urna obri-
aco deste dinheiro e fazendo a obrigaco
a eotregou o supplicante para o dito assig-
nar como prazo de quatro mezes e nao
pagando no dito praso licava correndo os ju-
ros de dous por cento ao mez at<'' seu real em-
holco e como dito Sr. Reg tom*u a obri-
KaQSo e a tem em sen puder e nao tem en-
tregado esperando talvez que se venga o tem-
po para dizerfque a pagou < abaixo as-
signado faz publico que esta obrigaco nao
tem vigor em tempo algum sem o seu compe-
tente recibo, Joaquim Francisco de Aze-
vedo.
ir Roga-se ao Sr. que no Diario n 13
pedio a A L. S. 4.>s-2i) que deve a um
anuo baja de declarar se as letras iniciaes
se seentpnda com Antonio Luiz da Silva.
XgjT Troca-so urna meza de Jacaranda nova,
bem feita do meio de sala por um jogo de
bancas que sejao tambero de Jacaranda; a
quem convier annuncie ou dirija-sa ao At-
terroda Boa-vista casa de sobrado n. 80.
tas- Precisa-se de urna ama de leite para
criar um menino si-ndo captiva : no atier-
ro da Boa-vista n. 48.

Para o Havre sai impreterivelmente no
dia 31 do corrento a muito velleira barca
Franceza Hortense capito Morvan Keval ,
ainda pode receber couros ou algodo em car-
regamento ; quem quizer carregar ou hir
de passagem para oquu tem excellentes Com-
modos dinja-se a os consignatarios Kallk-
mann & Rosemmund na ra da Cruz 11. 10.
L EIL ES.
Luiz Biuguiere far leilo por in-
tervengo do Corretor Oliveira conla e risco
de quem pertencer e por ordem do senhor
cnsul de Franca e m presenta de um seu
delegado da porco de couros salgados e
do caf, salvados do navio fr.naez Vaillant
Pasque naufragado em 4 do corrento pr-
ximo a llha de llamarac: Segunda feira 23
do corrente s 10 horas da manh no ar-
mazemdodito Bruguiere ra da Cruz nu-
mero 1.
= Leilo de 10 carneiros vindos do Cabo
da Boa Esperanca na escuna Ingleza Olivia ,
e de urna porco de arenques da Escocia de
qualidade muito superior, boje 20 de Janeiro,
no caes da all'andega as ll horas da manila.
AVISOS DIVERSOS.
= Arrenda-se um sitio na estrada dos af-
ilelos, com casa de pedra e cal toda envi-
dra^ada na frente pintada de novo com
comroodos paia grande familia estrivaria
anexa, e cacimba tem muito arvoredo de
frurto, baixa paracapim e parte delle ja plan-
tado e capaz de se corlar comniudos sufii-
ci. otes para outra qualquer plantadlo 5 os per-
tiiiilentesdirijo-se loja de ferragens deron
te 1I0 Corpo Santo a Joo Leite de Azevedo.
w tsjr Gaspar da Silva Froes faz scienip
1 aos Srs. Manoel Ignacio da Conceic.10 Joo J ^alve:.
LOTERA DE GUADELUPE
As rodas desta lotera ando cmpreterivel-
mente 03 dia 2 i do prezente Janeiro ; os bi-
Ihetes se aclio a venda nos seguintes lugares:
Recife loja do Sr Vieira cambista Ar-
co da Conceico botica do Sr. Antonio Pe-
dro das Nevos -- Ra do Collegio loja do
Sr. Menezes--Ra do Crespo loja doSr.
Cunha Ra do Cabug botica do Sr. Mo-
reira Pracinha do Livrameuto loja doSr.
Burgos -- Praga da Independoncia loja de
miudezas do Sr. Fortunato Atterro da
Boa-vista bolica do Sr. \lorira ~ Praga
da dita botica do Sr. Victorino Em Olin-
da loja do Sr. Domingos nos quatros Can-
tos.
mr Joze Luiz Pinto, subdito portuguez ,
relira-se para fura da provincia.
a sua morada para ser procurado.
%sr Arrenda se 011 vndese um sitio na
eslrada Corredor do Bispo com urna grande
easa de sobrado terreno bastante para so
plantar e grande baixa para capim com
duas cacimbas sendo urna de muito boa
agua de beber e mudas arvores de fructas
de dilerenlesqualidades murado na frente;
osxos sao proprios e tem outras qualida-
des que com a vista melhor se saber :
fallar ao major Majfer.
i**" Francisca Trixeira Cavalcante faz pu-
blico que na procuiago bastante que passou
aseo lillio Antonio Francisco da Silva Caval-
can'e para com ella cuidar e tratar dos ne-
gocios da annunciante licou sem effeito e
como que nao existase por outra que passou
:>eo genro Manoel Francisco da ,slva pela
qi.al da por derrogada a primeira procuraco,
. mi comidera desde 17 do correute mez de
Janeiro por seo legitimo procurador bastante
jo dito seo genro.
HT" A pessoa que annunciou querer alu-
jar urna canoa de car reir que leve 6 a 8
I .as ; dirija-pe ao atierro da Boa-vista lo-
m iip nijriw; 1. N7 .Je Custodio Mauoei Gon-


Os


Fugio no da lo do crrante do pri-
meiro andar do sobrado n. 26 alraz da Matriz
da Boa-vista um gato muito bonito, gran-
de e capado ; quem otiver e quiser resti-
tuir dirija-se ao rnesmo sobrado que ter
. de gratificado dous mil rs.
W Boga-se por favor a um passagciro
cbegado do Porto no Brigue Mara Feliz o
qual veio estabelecer-se em Pernambuco,
casado com urna senliora Portugueza de no-
me Boza Leopoldina de dirigir-se loja
de Salles & Chaves atterro da Boa vista n.
20 afim de recuber urna carta de importan-
cia vinda da Bihia pertencente a um seu
cunhado.
sarAtraz do Theatro armazem junto a ma
r precisa se de serradores parar serrarem
pinho : fallar com Joaquim Lopes de Al-
meida caixeiro do sur. Joo Malheus.
tsr Aluga se o segundo andar do sobrado
n. 46, da ra das Trincheiras : a tratar no
primeiro andar do mesmo.
ar Quem precisar de urna mulher parda ,
de bons costumes, que sabe lavar, cozinhar,
e fazer todo o mais servigo de urna casa, diri-
ja-se Cidadj de Ulinda, na ra da Coixo nu-
mero i
j^ Aluga-se um sitio na estrada da en-
trada de s. Amaro com urna casa de pedra
e cal, com -4 quartos duas salas, cozinha,
cacimba com boa agoa de beber e porto
na dita estrada e bastantes ps de fruteiras;
quem o pretender dirija-se ao mesmo lugar
em s. Amaro fallar com seu proprietario
Joo Baptista Claudio Tresse.
tsr Perdeo-se no dia ll do corren te da
ruadas. Cruz, atea sociedade Natalense ,
um anHo de ouro lavrado com chapa ,
pesando o oitavas pouco raais ou menos ;
quem o achou querendo restituir dirija-se
ra a cima n. 72 que ser recompensado.
sr Aluga-se ou vende-se urna canoa de
600 a 70 lijlos de alvenaria grossa duas
folhasde dita com 58 palmos de comprido.
propriss para barcadas ou canoas grandes:
tratar na ra da Praia serrara do Cardial
n. 15 e 17.
tsr A pessoa que annunciou querer alu-
gar um armazem na ra da Praia querendo
um na mesma ra, ompcc.o de emb^riuc
a tola hora falle com o Cardial na mes-
ma n. 17.
tsr A pessoa que recebeo da cidade do
Porto os Peridicos dos Pobres do mez d
Outubro at 19 de D-zembro do anno p. p ,
recebidos da mo do snr. Antonio Alves da
Cunha vindos pela barca Tentadora en-
tregar nesta praga Antonio Dias da Silva
Cardial ; os poder entregar na ra da Praia
por detraz da Bibeira n. 17.
tsr Quem tiver um primeiro andar de so-
brado com alguns commodos e que tenha
cozinha : e que nao va o fumo a safa e te-
nha sufficienciencia para grande trafico de fo-
go que ainda nao tendo fugo se possa fazer,
ou segundo an lar com a cozinha no soto ,
e as mesmas commodidades, dirija-se ao pa-
teo do Carmo sobrado de 2 andares n. 18
por cima do assougue.
tsr Perdeo-se da escadinha da alfandega
at o passadigo da ponte 3 varas de bico
largo de correntecom llores soltas supe-se
ter sido achado por um moleque por isso
roga-sea quem for offerecido ou delle tiver
noticia dirija-se a ra da Conceico da Boa-
vista n. 10 que ser recompensado.
tsr Perdeo-se urna sedula de 100* rs. ,
no dia 19 do corrente des de a ra estreita
do Bozario atea ra da Cadeia do Recife; ro-
ga-se a quem achou e quizer restituir, leve a
ra estreita do Rozario loja de marcineiro de
fronte da botica nova que ser generosa-
mente recompensado.
tsr Aluga-se o primeiro miar da casa n.
5 da ra da Penha : a tratar na mesma.
KSr Precisa-sealugar um sobrado de
e sistema que j manifestou ao respeitavel pu-
blico ; o podem procurar a qualquer horado
dia em dita casa.
O rmsmo padre mora de Liturgia da administragao dos San
tos Sacramentos e mais deveres pertencen -
tesa cura ammarum : aquelles srs. Reveren-
dos sacerdotes quo quiserem ser opozitores ao
comcurso das freguezias desta Dioceso po-
dem dirigir-se casa annunciada.
O Artilheiro n. 13
n.
est as ordens dos fregue-
ses no higar do costume;
e liles offerece ueste nume-
ro I artigo oV polmica com
o G. N. -'- a revelacao do
ea vallo unas dcimas
tpanhada'sao Guarda e
ou tras cousin has mais.
COMPRAS
W Urna casa com quintal cacimba e
oommodos sufficientes em Olinda ; quem
liver annuncie.
VENDAS.
um
andar, e que seu aluguel nao exceda de 12,
a 14* rs. sendo as ras do Rangei, Fa-
gundes s. Rita Praia, e p.teo da Penha ;
quem tiver annuncie.
tar Da-se um pouco deentulho a quem o
quiser tirar r na ra do Arago n. i5.
tsr Precisa-se de urna ama que tenha bom
leitc forra ou captiva : na esquina da ra
larga do Bozario que volta para a ra do Ca-
bug no terceiro andar.
tsr Precisa-sede urna ama para urna casa
de pouca farnili < a qual possa sabir a ra
comprar quando for necessario : na loja do
carroceiro francez na praga da Boa vista casa
do snr. Brigadeiro Almeida.
tsr O padre I). Florindo Taboada tem
aberto a sua aula de Latim, Filosofa, e Theo-
logia na travessa do Queimado ( antes beco
do Peixe pnto ) na primeiro andar da casa
n. i: os alumnos que quizerem frequentar
atyurnas destasauies, segundo o methodo.
tsr 6 colhres de soupa 6 ditas para cha,
urna concha para assucar, paliteiro, urna fa-
'a aparelhada de prata, pares de brincos mo-
lernos com diamantes corazes azues en
fritados para braco de senhora pares de bo-
'oes pequeos para punho ditos para aber-
lura de diversos modellos um alfinete de
topazio com diamantes prata de galo e
m obras quebradas para desmanchar dia-
nantes soltos ; e urna escrava que serve bem
\ urna casa : as 5 ponas n. 45.
tsr Um garrote muito manso criado no
oasto e acostumado a corda ptimo para
arroca por preco commodo : na ra Bella
i que ja foi ra da Florentina no sobrado
novo prximo a mar.
tar Sal do Ass a bordo da sumaca Del-
'iiif a : a tratar com Antonio Joaquim de Son-
a Ribeiro na ra da Cadeia do Recife.
tsr Urna commoda um toeador, urna
ama de condur um bahu e urna caixa,
ludo por prego commodo : na ra Augusta
numero 32.
tsr Urna cadeira de arruar nova vinda
prximamente da Baha : na ra do Vigario
numero 21.
ts^- Um quartao castanho de ambas as se-
las possante carrega debaixo muito no-
vo por 55* rs. um dito fino russo rudado,
m boas carnes muito novo por 70* rs. ;
urna parHha de bicudos urna dita de papa-
apm urna dita de guriato, e um cori
pardo : na ra da Solidade defronte da Igreja
numero 6.
tsr Carne de toucinho de Santos, lombo
de dito a 100 rs. e banha de dito em pelle,
a 120 a libra e passas novas a 240 rs : na
ra do AragSo na venda da quina que volta
para s. Cruz n. 43.
> tsr Carrnhos inglezes de duas e 4 rodas ,
para um e dous cavallos, com eobertas ar-
reios lampies e tudo completo, por pre-
co muito commodo : na ra da Cadeia n. 4
em casa de Me. Calmont & Companhia.
V Pianr.os ltimamente chegados de
Londres do Ilustre autor Beodwood os
melhores instrumentos sem duvds que at
agora tem aparecido e visto as qualidades,
por preco barato : em casa de Me. Calmont
Companhia.
Nr Urna moenda de ferro para engenho de
bestas de muito boa construyo ; ensera-
dos de um s panno e promptos para alca-
troar ; vinho da Madeira em barris e meias
pipas ; algodo para saceos de assucar ; pre-
gos americanos de todos os tamanhos por
preco muito barato ; e urna factura de tinta
brancae preta chegada poucos dias, que
se vender muito em conta : em casa de Me.
Calmont & Companhia na ra da Cadeia do
Rcife n. 4.
tsr Urna armaco de venda com todos os
pertences, e um caixo envidracado, grande,
por prego commodo dous ditos p tras-, e um caixo de casa em chaos proprios,
com lodos os materiaes em Olinda na ra
de s. Jnao : na ra da Senzala velha n. 46.
tsr Para fora da provincia um negro mui
lo moco de bonita figura cozinheiro e
outro paraaqui, de bonita figura escolen-
te para enchada de que sabe bem: Da ra de
Agoas verdes n, 7o,
- Urna venda no principio do Atierro dos
Affogados n 35, os pertendentes dirijo-se
a mesma venda.
tsr Grande sortimento de miudezas de to-
das as qualidades ricos botdes de massa do
padroes modernos, e tudo se vende por
prego commodo: na ra dos Quarteis 22 ,
ou 3.
tsr Vende-se ou hypotheca-se a reto, duas
moradas de casas de um sobrado e utn ter-
reno annexo na ra da Guia lado do norte ,
no bairro do Recife na ra larga do Roza-
rio loja de miudezas n. 35 se dir quem faz
este negocio.
tsr Superior vinho engarrafado de madei-
ra secca e malvasia de Bucellas de 1832 : na
ra de Vigario n 21.
tsr Marques & Veiga vendem no arco da
Concedi batatas em porgos de 10 arrobas
a 500 reis e menos porr;ao a 600 rs. a arroba,
ar* Presuntos para fiambre queijos lon-
drinos, conservas, mostarda alcaparas fru-
tas para pastis salmflo em latas, sardinhas
etr. latas agoardente branca, vinho Cham-
panhe muito superior, cerveja branca e pre-
ta rorros de ma"o para conduzir atterro, ba-
tatas inglezas chegadas ltimamente a 640 a
arroba : no armav.em de Joo Carroll & Fi-
lho praca do Commercio.
tsr Urna venda com poucos fundos sita
em umdos milhores lugares da ra Direita :
tratar as cinco ponas n. 23.
V tr Arithmeticas Algebras e Geometras
de Lacroix adoptadas as Aulas do Lyco :
na ra da Cadeia velha loja de livros de Car-
duzo Ayres.
= Urna crioula de 22 annos annos cose
chao, engomma liso, cozinha o ordinario;
urna mulata de bonita figura de 20 annos .
engomma liso cese cozinha o ordinario e
tem boa conduela : na ra de Santa Rita nu-
mero 27.
= Para fora urna escrava de 20 annos ,
sabendoperfeitamenteenKommar cozinhar,
e coser ; urna dita por 200* de todo o servigo;
um moleque de 15 a 16 anuos ; um preto
moco de 20 annos ; um moleque de 12 annos;
urna mulatinha de 12 annos ; urna preta de
20annos, bonita figura engomma cose ,
e cozinha : na ra do Fogo ao p do Rozario
numero 8.
Urna cabra de meia idade e por preco
commodo ; tratar na ra larga do Rozario
primeiro andar do sobrado n. 30.
^ = Lindos padrOes de chitas em cortes pa-
ra vestidos a 3500 ditas a 160 o covado ,
merino preto, azul e verde, a 900 rs. o cova-
do brim trancado de Iistras todolinho a 720
avara, dito de Iistras hranco de algodo a
400 reis bretanha de rolo peca de 10 varas
a 2* cobertores de dous pellos brancos e
de cores muito vistosos a 2200 pannos para
eobrir meza a 1* e muitas mais fazendas de
boas qualidades e por prego muito commodo :
na ra e travessa do Queimado n. 1.
MT'Taxasde ferro batido e oado por pre-
go commodo, urna porcSo de sebo em pao ,
e farinha em saccas do Rio de Janeiro : na ra
do Vigario n. t.
= Urna casa de taipa de telha um cur-
ral novo, mais duas posses em PoAma-
relo ; tratar com Rento Alves Bezerra
tsr Urna venda sita na ra de Santa Rita
nova casa n. 7 com puucos fundos, e com-
modos para familia; tratar na mesma.
- Duas canoas urna com 55 palmos outra
com 45 de comprido cada urna e 9 portas de
costadinho novas e tambem se aluga urna
padaria na ra Direita ; tratar na ra da
Praia serraran. 21.
Cavalla secca vinda de Cabo de Boa Es-
peranga este peixe a cousa mais dilicioza
que ha e eslimado em todas as partes do
mundo : no armazem n. 44 ra da Alfandega
velha.
= Urna cadeirinha de arruar da Baha no-
va um carrinho duas rodas: no atterro da
Boa vista n. 51 primeiro andar.
tsr Urna botica com 700* rs. de fundo :
na ra Direita n. 86.
t^ Urna morada de casa terrea sita na
ruadoQuiabon. 68, na povoago dos Afb-
gados chaos proprios com grande quintal:
na ra da Senzala velha n. 90 ; assim como
quem tiver direito a dita casa annuncio.
Um escravo moco de bonita figura ,
dor se dir o motivo da venda : na ra de S.
Tereza n. 24.
\ tsr Urna bomba de ferro propria para ti-
rar agoa das canoas para o deposito de tanque
a qual tem 33 palmos de comprido; duas bur-
ras de ferro com boa seguranga, dous pesoe de
ferro de duas arrobas cada um, urna porgao de
toalhas e guardanapos chegados prximamen-
te do Porto que tudo se vender por prego
commodo; vende-se mais urna canoa de con-
duzir agoa para a cidade a qual se acha em
muito bom estado e se acha alugada a 14* por
mez ; quem estes objectos pretender entenda-
se na loja da ra da Cadeia n. 40.
ar" Acha-se a venda na loja do bom bara-
te i ro de Guerra, Silva & Companhia na ra
Novan. 11 melhodos para rebeca por Les
Fils Alday decima edico ; ditos completos
para flauta por T. Bergriguier segunda edi-
go ditos por F. Devienne nova edigao ;
'utos para violo por Ferdinando Carulli 4. e
6. edico ; ditos para pianno por Frangois
Hur ten segunda edigo ; ditos por Viguerie,
nova edigao ; diTerentes muzicas para pianno
porCh. Czemy, Strauss Lanner, Frongois
Ilunten Th. Dohler Henry Lenoine di-
tas para violo por MaiireGiuliani Ferdi-
nando Carulli Maurice de Raoulx J.
Strauss W. Cerruti; ditas para duas flau-
tas por C. Cottignies Stanistas Verro'ust,
Th. Berbiquier G. Donizeti ,' Ph. Gatter-
mann ; consertos para flauta e diversos ins-
trumentos por F. Devienne ; ricos violoes
com caixa ou sem ella ditos mais ordinarios,
rebecas finas e ordinarias flautas de bano
com 4 chaves de prata ditas de 1 4 e 6
chaves de metal bronco ditas de buxo de 1 ,
4 e 6 chaves de metal bronco e anarello ,
ricas trompas com suas competentes voltas ,
e dentro de ricas caixas, cornetas a 3 pistons
com suas caixas, clarinetas de bano com
chavas de prata ditas de buxo com chaves
de metal amarello trombones tenores e bai-
xos cornetas de chaves de cobre, ditas sin-
gelas proprias para ternos de cornetas p-
fanos ,
buxo.
= Urna venda com poucos fundos e tu-
do em bom estado ; quem pretender dirija-
se a ra d'Apollo n. 24 que se dir quem
vende e na mesma vekide-se urna preta ou
faz-se qualquer negocio nue eonvenha.
= Leite de vasca o roelhor, mugido a vis-
ta do eomprador ; ainda.se a freguez algu-
mas garrafas a 330 para de i.nanhi e de
tarde desde as 6 at as 7 horas : n o principio
do atterro dos Aogados n. 64.
flautins flaujuletes e requintas de
'ESCRAVOS FGIDOS
tw Fugio a 4 dias urna preta crioula de
nome Izabul, alta bastante fula olhos pe-
queos e papudos beigos compridos secca
do corpo dedos compridos bastantes mar-
cas de sarnas pelo corpo urna vea pulad
ao p da junta da mo direita urna marca
preta redonda como urna pelle de fumo na
perna direita he bastante desembaragada ,
e acoslumada a vender bolinhos maisquan-
do fugio tnha sahido com urna bandeja a ven-
der fructas levou vestido de chita roxo ca-
misa de algodsozinho 6 panno da costa ;
quem a pegar leve-a a seu sr. na ra das Trin-
xeiras n. 18 ser gratificado ; ella tem si-
do encontrada pela camboa do Carmo e ra
do Collegio.
tsr Fugio em 29 de Setembro do anno p.
p., um mulalinho de nome Jacob de 13 a
14 annos sem ponta de barba cabello bom,
ecachiado, com urna cicatriz pequea na
maga do rosto, cor natural reforgado oo
corpo e muito esperto, ps grossos e mos,
bem feto de corpo e muito esperto ; quan-
do falla engole algumas palavras fugio com
caiga de algodozinho entrangado de bargui-
Iha e camisa de algodo sup-se ter hido
para as parces de Unna de onde foi criado ou
para o Cabo engenho da Dha aonde esteve por
algum tempo ; quem o pegar leve na ra do
fogo n. 8 que receber 50* de gratificagSo.
sr Da-se 100* de gratificago a quem pe-
gar ou descubrir um preto de nome Jacintho,
nagio quigam de idade pouco mais ou me-
nos de 18 a 20 annos alto sem barba com
os dous dentes da frente de cima limados lo-
vou vestido caiga e camisa de algodo entran
lo
propno para pagem: na ra da Cadeia do
R=eunmfc'aixa de chapeos de palha do Chi- I Zt'ulT^XfXTn ^ ^T
Halid.de. oornreco com- "f f,' 'or* de Portas > d 'de fugio
la 3 para 4 mezes a prssoa que o pegar ou
llie der urna verdadeira noticia receber a re-
ferida gratificago e se pagar de mais a mais
todas as degpesas da sua condugo no Reci-
fe ra de fora de Portas pas.-ando o arsenal
de marinha n. 122.
de superior qualidade por prego com
modo : em casa de L. G. Ferreira & Com-
panhia.
Superior farinha de Trieste, chegada
ltimamente, das marcas sssk ssf : na rus
Companhia.
= Urna preta de bonita figura sem acha-
ques por preco commodo avista do compra
DV/'ICT VA
TVil
tJt-. ni.
F. DE F. =1843.


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