Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04867


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Full Text
Aiino de 1843.
Quarta Fera 18
Tado acora ^lten^ de n^* sesmos ; da nosaa prudencia aaoJeraco enerpie : con
limemos como principiamos e seremos apontados coi admira-'.io enlre as NaCes mu,
( Proclamacao da Aasembla Geral do Brasil.)
O
. altas.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
iGoianaa Parahiba e Rio rinde do Norte segunda t sextas feiras.
bonito Garandara a 10 e 24
Cabo Serinhaem, Rio Formoso Porto Cairo Maceio e AU'oas no 1. H }{
R a-Tista Flores a 18. Santo Anuo, quintas feiras. Olinda todos os das.
DUSD\ SEMAaT"
ifi Ser MarceltoM And. do J. de D. da 2. t.
7 TVrt s At'io A*. Au- io J "* D n" *
to 0ol. Pri,MI V" M" A0d dJ de A" 3l '
IV Oaint. Csnnto rei. M do J. de D da t. r.
M\ mxi ss Sebasliao e Fabiao Mm. Aud do J. de D. da 1. t.
51 s!b a. Ignei V M. Re. Aa 1 do J. de D da 3. y.
jl Do*.'" Vicente Ansstacio Mm.
de Janeiro:______Anuo XIX, N. 1-f.
sraMaaaa>saaaasaaB^aaM>EXMaaaaMiaMaairss O Diario publica-M todos os diasque nao forem Santificados: o preco da eeeign atara
de tres sailreis por qosrtel pagos adianiados. Os snnuncios do assitnsntes sao inserido.
gratis, e os gulas a esta Tro., ros da (.mies N. **.no a praca da Independencia loja de lirroi N. Oe 8,
CambiosNo da I / de Janeiro.
Cambio sobre Londres 27 i Nominal. i Ou.o-Moid de 6,*0O V.
Paris 350 res por franco. N.
Lisboa 100 por 100 de premio. de 4,000
PusTa-Patarors
Moeda de cobre 3 por 100 de descont. Peoa Columnarea
dem de letraa de boas firmaa 1 |. ditos Menanos
PHASES DA LOA NO MEZ DE JANEIRO
l.i.. Nora 30, 9 horas e i? m. da manh. I Lu chela lo, as 5 horas e 35 m. da
Qaarl. cresc. i 8, as 5 horas e 52 m. da tard. | tjjaari. mm,'. 2:,s 10 horss 42 a
Preamar de lio je
1. a d horas e 54 m. ds manhSa. JJ | 2. a 7 horas e 1S m. da tarde.
compra
15, :oo
15,0JJ
8.400
1,780
1,780
1,780
renda.
15.400
15,200
8 6U0
i,Mil)
1,800
1,8 JO
matib.
i. da t.
ID DE
ERRATA DON. 12.
Pagina I. col. 2. lin. 60lados como no
mftijleia-selados ou no meiolin. 65
longitudinal de quehia-selongitudinal a
fim dequecol. 3. lin. 22 e23no pare-
ce tornarleia-senao para se tornarlin.
g4__EsSas mais e algumasleia-se Essas
ras e algumas ic.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
COHTlNU.VC.v0 DO EXPEDIENTE DO DA 10.
Portara. D?mittindo o hachare! Pedro
Gaudiano de Rales e ilva dos lugares de 1/1
supplente do delegado e juiz municipal dos
termos reunidos do Rio-formoso, e Serinhaem;;
por serem estes lugires ineompativeis ora o
le sub delegado da freguezia d'Agoa-preta \
que o mesmo hacharel s-rve. =Communicou- i
sea cmara municipal do Rio-formoso : e m
telligenciou-se o sobredito hachare! da 2.a das
citadas demiss s.
Olficio Ao i." commandante Miguel Al-
onso Ferreira. = Fica esta presidencia in-I
teirada do conteudo do seu ollicio de 8 do cor-,
rente, e com grande magoa soube que Vm.
nao accelerou como se Ihe determinou a j
sua marcha para essa villa de maneira que
chegasse a lempo d'evitar o allentado com ,
mettido no engenho G-nipapo, qu era o prui |
cipa! ohjeclo de sua commissAo ; tanto mais
tendo elle sido eff rtuado das 2 s 3 .oas da
tarda do da 7. nlr tanto cumpre, que Vm. ;
empregue todo o zelo e vigilancia era man
ter a seguran? e tranquilli lade publica dessa ;
coman-a, procurando de acord com odesem-!
bargador chefe de polica desarmar os habi-
tantes e nao eonsentindo por modo algum ,
que hajo reunios de gente rmala em qual-
quer ponto d'ella. J se Ihe mandro dous
mil cartujos \ e aguarda esta presidencia mais
circunstanciadas inlbrmaQvs para d liberar a
respeito do augmento de f.rca que >m re-
quisiU.-Recommendo-lhe finalmente, qu-
seja mais explcito em suas informac^s nao
deixando jamis em silencio qualquer noticia,
que. venha a ter de novas tentativas contra
a seguranca individual ou de propriedade ,
ou contra a ordem publica, a fim de que pos-
sa esta presidencia Lomar as t..a1a que
convierem alem das que Vm. deve empre-
gar com a necessara promptiJo.
Dito Ao commandante das armas com-
municando ter S. M. o Imperador determi-
nado, que se organise o baUlliao n. d ar-
tilharia n com o casco do n. = 3 da mesma
2uerra de G de dezembro p. p : scentifinan-
doo de t?r-lhe sido indeferida a pretenQSd
gratificaco de commando de corpo e for-
ragem. Communicou-se ao commandaiiic
das armas.
Dilo Ao commandante geral do corpo d<
polica declarando em resposta ao seu oiliciu
de 9 deste mez, que o 3. commandant-- Ma-
noel Antonio Marlins Pereira deve conservar-
se fjra do servico por nao ser stilliciente o
documento que aprosentou para provar ,
que lora despronunciado.
Ptirtaria D.-miltindo a Joo Saraiva de
Araujo Galvo do lugar de 1. supplente do
delegado e do juiz municipal do Limoeiro ,
oor ser estfl lugar incompativel com o de sub
delegado, que elle oceupa ; e ppla mesma ra-
/.ao a Jos? .Martins Pereira Montero, e Jos
Pedro Velloso da Silvera de supplentes do
d-legado ejuiz municipal de Santo Antao ;
a Jos .1 laijiiiiu Bizerra de Mello do lugar de
I. supplente do delegado do Bonito n Jo-
s Moreira Alves da *lva de supplente do de-
legado e do juiz municipal do mesmo termo
do Bonito : a Francisco Ignacio de Paiva do
logar do supplente do delegado do Garanbuns :
e a Miguel Jos Teixeira do logar de supplen-
te do delegado ue Olinda.
Dito Do secretario da provincia ao admi-
nistrador da mesa do consulado, significando,
que na vaga que por s-u Mleoimento d-i-
eir de Mello Barros, fui prvido Thumaz Jo-
s de Sena
Dito D) mesmo ao agente da commnhia
las barcas de vapor dzendo que S V.x '
oSr. presidente (ira scienle da participar*) ,
que S. S. Ihe fez d'haver chegado dos portas
ilo Sul o vapor =S. Salvador= ; e dos moti-
vos por que nao pod de sua sabida para os portos do norte.
S. Miguel das Al 3goa8 appe.ll&nle Luiz Pe- jilos carlistas so inlistas e alheos fructifi-
ieira Cavalcanti administrador de seu escra- [caraode urna maneira teirivele se desenvol-
vo appellada a justica, escrivo Jacome, Ib i veaoem grande escala practica. Salvar a
julgado procedente o recurso.
EXTERIOR.
aristocracia d) naulrajio as suas riquezas?
IVt ella inais probabilidades de ser poupa-
da do que os honiens qir> sao causa immedia-
la da miseria do po/o ? Apellarnos para a
sua lealdade e mesmo para o seu interesse ,
e Ihe perauntamosse nao sena mais vanta-
joso tomar a iniciativa de reformas uteis para
consolidar se os fundamentos da ordem so-
cial do que perseverar n'uisa isolago orgu-
Ihosa.
O limes pretende qui o givemo britanni-
co deve aprovettar-se do tratado-de paz con-
cluidoCam a China para por termo ao com-
meicio do opio, ao menos lano quanto pos-
nivel 8*>m (.ir-n ler o principio deque o gover-
nt)britnico nao garante da execuco das
FRANCA.
Vimos o Nacional de Pariz que al'anca de
2 a (i de Dezembro p. p. e as noticias que n'el
le encontramos le maior interesse, sao as se-
gu n tes : Eicrevem de Brest a 29 de No-
ve mbro :
Um despicho telegraphico dirigido ao
prefeito martimo prescreve ao almiranteCasy
que faja i m med a la mente os seas preparati-
vos de viagem no nt\*) de guerra uffren
part Lisboa, edizemque.ie l para o Bra- ialiwaesdasoutras na^oes De*la maneira
lil. Ignora-se a causa d'esla partida preci- ,iizo limi,s> os nMMI ministros faro um
P'ta"a- ser vico relevante India a China e a lngla-
A handeira de sabida est icada a bordo t,,rraj
do Siill'ren.
Escrevem de Pariz Gazela d'Augs-
bourg, em 24 de Novembro :
O Conde Mole prepara um gabinete pa '
ra o caso em que M. Guizot nao oblivesse mais
do que una malaria duvidosa as Cmaras.
Nao se sabe se M. de Lamartine far parle do |
novo ministerio.
VARIEDADE
a%
NINGLEM VE A TltVNC.V -NO SEU OLHO.
Grande e mui ar u lia sitio o alarido que
os Jornaes indfpendfintfS leem frito com a
O capitn do navio Panam chegado carta to Braz Tizana sobra o apparecimento
de Cantona New-Yoik declaren que tendo en- lo jll-ra O pobre Braz Tizana botica-
conlrado o navio haleeiro Ontario disse- rio de Lisboa, nao fez mais que man lar-nos,
ra-lhe o eniiilo que urna esquadra Francesa 1 como Um de coslume a noticia de quei ap-
Invia tomado posee do grupo de ilbas chama- parecer adicta proclamacao contra o Sor.
das Marqu sas que desembarcara t'opas e Consellieiro Dielz; escrevt-u-nns algunas pas-
forlificara dous lugares coptideraveis. Ocom-s-gens niiis salientes da oicta proclamacao ,
man lanle tinba recebido ordens selladas que e accreset ntou -is noticias ue nesse da cir-
s abri depoil de ter chegado ao seu destino, culav.o em Liaboa s ibre este ohjeclo emit-
rma aqu
existente ; e ordenando que
proceda" a "esta organisaco na inlelligencia
de que os olliciaes desse corpo despachados
por decreto de 19 de dezembro p p. sao os
constantes da relaci, que Ihe remette.=Ue-
melteo-se copia da dita reacao ao inspector
da thesouraria da fazenda.
Dilo Ao chefe de policii interino envi-
ando um exemplar do n.>vo re;ulamento do
corpo de polica para que o f-ca observar na
comarca do Rio-formoso, menos na parte
penal. Pa.tecip. use bo cemmandante das
armas ter-se mandado executar o mencionado
regulamenlo, como cima se declara.
Dito Ao commandante das armas in-
tell.genciando-o d'haver S M. o Imperador
determinado, que sejo demilUdos dosem
co o corneta do 3 batalhao d artilhena a
p Manoel Tl.omaz da Silva por baver lin-
dado o lempo do seu engajamento ; e as pra-
vas constantes da rclaco que por copia Ihe
transmilte por serem julgadas incapazes do
mesmo servido. .
Dito- Ao inspector da thesouraria da ra-
zenda orden^noo que mande pagar a j ra-
pilo Adelo Lopes de Santa Anua a grati-
licacodecommando de companlna que se
Ihe mandou abonar por aviso da reparlico da
TRIBUNAL DA BELAC\0.
SESSAO DE 1 DE JANEIRO DE 1843.
A appe||ac>>cvel desta cidade appellnte
Pedro Francisco de Mello, e appellado Pau-
lino dos Santos Carvalbo, escrivo Jacome, :
se mandou descer ao juizo da 2 vara do ci-
vel desta ciliada para se proceder na avaliac0.
A appellaQSo civ 1 da comarca de Go.ih a
app'i|..nte Joo Nunes da Silva, appeliado Jo-
ze Ignacio Ferreira RebeJIo escrivAo Reg
P.ar.g'e!, se riariouuescrr qucc mesmo jizo
da 2.* vara para o mesmo fin.
Os embargos da viuva e herdeiros de Luiz
Ferreira Campos contra Antonio Pereira na .
cauza de appellacAo civel destt cidade es-
crivo Reg Rangel foro recebidos e refor-
mado o accordao embargado.
A appellago crime da comarca de S. An-
lAo. appellante ojuzo, e appt liados os
luizes de paz daquelle municipi lleniique
Luiz Pereira de Lima, e oulros escrivo
Posthumo, se mandou remetter ao juizode
direilo respectivo.
Na appellagao civel desta cidade appell.n-1
te D. Joaquina Mara Pereira Vianna ap-j
elia.ln Antonio da Sdva Pessa escrivo i
Reg Rangel se mandou descer o proces* a
nrimeira vara do civel desta cidade para st r;
avahado.
Naappell^Socrime da villa da Imperatriz
daprovincia das Alagoas apellante Silves
tre Canea de Sa appellado Manoel Ferreira
,|os Santos Netto escrivAo Handeira, foi
julgado procedente o recurso.
Ka appcllagaocrime desta cidade appellan-
te o juizo, appelado Francisco Ignacio de A-
Ihabide escnvlo Randeira foi confirmada
a sentena appellada.
Na ppellacao civel desta cidade, appellan-
t Raimundo da Silva Maia como tutor do>
yrftosfilhos de Andi C.oncalv. s do Cabo,
aupeadw uitifio G n?a1vcs I'.rr. r.. esc li-
rio Ferreira, foi a senlenca, de que se ap-
pelln, conlirmada.
Na appellaco crime dos jurados da villa d<
( Standard. )
A divisAo navgl que tomou posse das
ilbas Marquesas, se realmente t-'ve lugar es-
INGLATERRA.
i UUII< U lw.n>a 3t> f I I /.
lindo a sua upiniao de que apesar de que a
proc amaco era cragntada em omitas cou-
sai o Sur. DielZ nao era c preciso Ora
ta tomada deposae aquella que comman leis-aqui o grande crime que commeltpu o po-
da M. Dupetit Thouares. Ella compe se da hre BraZTizana Ciime que o Leonel Borra-
fragata Reine-Blanche de 82 e das cor-1 d>acaba dedizer que devia ser castigado ,
vtas Boussole e Enibii*ra i*>. Estas em-1 s<*nlenciado o Braz Tizana ; o Editor dos
baicac/s qce-tnho a bordo olli'iaes de mi- ; Pobres NOS nunca vimos miseria tal !
linha suppletm rilares e tropas de infantera i Ha poUCoS anuos que o Nacional B>rrado e
iler.io vtl.t de Brest e do Toulon a 18 de seua Camarades grlavao contra o medico Ta-
Dezembro de.lSil. vares, brazileiro por esltr no Paco sendo es-
trangeiro e contra oulros brazileiros en-
lo o Nacional achava que ato era virludee
milito nacionalismo hoja* que o Braz Tiza-
na diz Derece-me tiue u Dieiz nao c pre-
volvinn-nlos espantosos. O Motnin niel, contem a este respeiU o que J segu : '''l ~ V"*f+ ^raz I .ZMM acoite-se o
. Oestadodopaizneste momnk. e me- B' r,Zan.a enorque-seoBraaTua! Ora
donho: recebemos de todas asparles olor mniU paciencia preciaa par. aturar estes
m.ccvs sobre a superabundancia dos bracos. ''^'^ us ,la ,m"n"sa <'t*f <'* f>
v T..H a.<, <, ^ i.>= a Braz rizana ecriminosn porque da parte do
As nri.-o-s eslAo enluluadas, os asvlos tas r 1, n
' ,. __i _; v, cnnteuiio na iirnt lamacao: o iNacional, a lie-
conimissitsthispobrts sao insulhcientes. ^ilo ""lu" i v ?
'. .. -^i-, k :M vi. ucAo e o Poi uga ve ho sao virtuosos
e tole tlizer que os prtcos S'jao tao d^ixosi '. .
quep-rmittloaosnoasos famintos tabrican- P"r(lue 'mpr mem a m.sma prodamaco de
la omprarem su di cien tes alimentos. En "" 1- 0,a vlva a I,ca dos lnde~
tretanlu as classes agrcolas queixAo-se de na /""'"'''"' s
terem os fabricantes meios ile comprar. Tam- Poiem pou^o lempo se demorou o Nacio-
bem exacto o dizer-ae boje que a cidade e o nal que nooahiase no mesmo de que porca-
Campo esto n'uma absoluta privadlo. i mente nos acensa Ni fdha de 14 do cor-
Ja temos indicado mais de. urna vez a causa ; rente transir ve elle di Echo do Commercio
principal d'esta horrivel miseria: sao os e- uma chamada correspondencia de 20 de No-
noinies privilegios que lavorecem a aiistocra- i vembio e istosem necessidatle nenhuma ,
ci e os de ten lores do crdito em delrimenlo >m que ataca o Tlirono l'oi tugmz e ame< das classes laboriosas. A mesma aristocra-1 Rainha de Portugal daremos aos nossos lei-
cia cometa todava a comprehender os pen- torea algumaa regrinhas d.sta corresponden-
gos que a ameaedo n'um estado social lio cia para que ehVs* ajuizem a morahdade da
profun lamente vicioso. L'm dos seus igaos iniprrnsa do Poco dos negros que v o ar-
mis adberentes o Morning-Post, dirige- | guciro no olboalheio e ne v a tranca no seu.
Ibenoseu ultimo numero estes sabios con- Nacional.
s-'llios. ^ na^lo Porlugu za e a Cora acha-se em
A aristocracia britnica deve fazer algo-1 imiqinenlM perigo nlo endireitar a marcha
ma cousa para salvar-se a si e ao paiz. Com I torcida A Ministerio. [Querdizer, se nao
pQeito o paiz sl boje opprimido sob o m mear um Ministerioda coallislu! ] O Thro-
mais feroz dos despotismos, o d* dinheiro i da Rainha est sobre um v.,ico !! A a-
Se Uto continuar se alinassas Qcarem pri- reina guai! A miseiia completa O
w.'.ou' tuO qsnt -um- na a vina e piule
ronsolavlas sea doutrina da prodcelo ba-
rata con binada com o maia penoso tiahalbu
,n,-mi e liaiuor e egoisia na e sacrili-
,.r o Tli i no a Rainba M- se conservar por
eos uns no poder '. Elle [o Cosa Cabral]
criar cada vez mais raizes no tolo, as lices relaxa a disciplina e espalha a corrupclo i


< I
Faz circular agora projectos de derrubar o go-
verno de combinado com Kl-Rei tem
conferencias secretas com olliciaes militares
para s* proclamar o Absolutismo A reor
ganisaQo do Ministerio, a nomeacao do Sou-
sa Azevedo a indilTerenca de SS MM. tu-
dtt faz suspeitar projectos tenebrosos!! 0
Throno est obstinado e ceg Esta ceguei-
ra perdeu Crios lile a sua boi a Corda do Brasil a D Pedro e espul-
sou a Rainha Christina O amor dos Portu-
gu a Soberana o reconquiste
. Isto por ora amaveis leitores, no nada!
o homem contina ne.le gsto as Os Porlu-
guezes, diz elle nunca quizero sergnver-
nados por estrBgeiros : a S-nhora D. Maria
2.* Dlonascftti pm Portugal D. Miguel con-
seguio desaccredita-la O Rei igualmen-
te estran^eiro ( esto igualmente tem muilo
sanete,) No tero puu ido conciliar aTeico
alguma o somno das naeO' longo mas
os^u desp.-rtar terrivr I .' Se Sua Ma-
gestade nao loma cunta do regulam^nto do
reino, nao reinar sobre nos!! O clamor
surdo quaiHo o povo pule hir mu alm das
ameagas As antigs recordado s o pres
tiio o fanatismo tu lo falla a favor de I)
Miga"] a victoria nt duvidosa As
reacio s naolardAo O Ministerio a ori-
gf m de todos estes males preciso derru
b-lo =
A cousa ainda contina mas confessamos
que estamos enj tados dr transcrever as linhas
que deixamos escriptas O que lica estam-
pado bastante pa a que nossos leitores ava-
Jiem a DioralidtdedoS-ntiorNacional! Oque
escreveti o pobre Braz Tiza na na la vista
desta cataplasma infame do Nacional! islo nao
argueiro e tranca e grande tranca !
Quem leu as cartaj do Saraiva os seus
planos tenebrosos de Regencia trina ; quem
leu as cartas de Graccho a Tal lia que amea-
fo a S berana com o caes do Tojo ; quem fi-
nalmente lu h >je o Nacional escrevendo que
a Rainlia estrangeira. e que I). Miguel tem
mais prestigio; quepo le ajuizar do Nacio-
nal a da sua gente ? Quem obrigeu o Nacio-
nal a trans rever estas parvoices do corres-
pondente do Ecchn ? Serve-se a Rainha cha-
mando-a istiang ira? ampacando-a com Car-
los 10, com 1). Pedro 1., com a Rainha
Chii>tina! com as reacco s e com a ira do po-
vo Nos pasmamos ootn tanta audacia e
Jr-mbrando nos que este papel publicarlo de-
pois da absolvilo do N\cional pelos jurados
contciencOSOfl nao podemos deixar de la-
mentar o destino desta Patria infeliz e digna
de rn-lhor sorte !
ainda nos pTgun'o porque motivo a-
poiamos o Ministerio ? eis o motivo porque
dle hostil aos homens que chamo estran-
geira sua Sob-rana e que dizetn que D.
Miguel tem ma;s prestigio Estes homens c-
gos e vaidosos paia t-rem poder nao teem
nao teem ilvida de insultarem S dvrana e
de aam-acarem e chamo-see inlilulo-se
os amigos ,io Ttirono os verdadeiros patrio
tas Felizmente tiles j nao tem mascara !
os seus jornaes favoritos Ih'a rasgro : eis-
ahi o Nacional equerem tcr poder!
O Thronr est s ibre um vulco, diz o cor-
respondente do Lecho transc ipto no palrio-
ti do Nacional mas este volco nflo tama-
ito, segundo se v; pois, ilemiltirido a Rai-
nha o Ministerio e nameandn um da coal-
liso acabou-se o volco e Sua Magestade
lica em cama de rozas Esta gente appellou
para as barricadas e as barricadas falharo !
recorreu urna e a urna os proscreveu Ven-
do-se banidos odiados, escarnecidos, trac-
to de asustar o Throno com os volces e
de ndispor a Rainha com os spiis subditos!!
Querem barulho, gritara, motins populares ,
emfim querem a Regencia trina querem
zwbanizar os homens de 27 d.e Janeiro, e de-
mocratizaros Portuguezes felizmente a sen-
satez do povo os sabe avahar ; e se o Ministe-
rio continuar a viga-Ios como t<*m leito ,
nos espeaiios <|ue os seus planos sero des-
truidas e qu os volces se apagarao sem
grande barulho.
( P. dos P. no Porto. )
O CARAPUCEIRO.
N. \.
Como vai o nosso Brasil.
H mais de '2i annos que eserevo para o
Publiro em meo paiz. e islo pela raso de ser
o unir servico maior que posto prestara
nunliH Patria. Esloil convencido que em
meus lo numerosos escripias h.iose d encon-
trar BioitoS erros. por que emfim sou homem,
a alem disto falto de talentos e luzes : mas
do que a consciencia me nao irgne he de haver
nunca promovido a insubordinaco e anar-
Cttia ; e se gloria cabe ao esrrptor que en-
vida os seus esforcos por debellaros devaneios,
e impetos da demagogia ninguem de boa t
poder rouhar-meesta gloria. Por ootra par-
t'' esta fraca penna j sustenlou urna forte cam-
panas contra um partido absolutista que
pcetendeo anniquilar a actual constituidlo, e
que emmeu humildeentendcr concorreo mais
que muilo para o descrdito da administra-
cao do Augusto Fundador do Imperio.
Anda me domino os mesmos principios \
anda respeito amo, e acato a Constituico
e estou profundamente convencido que se
mal nos lemos dado com ella muilo pior ti-
ca riamos sem ella. Por vezes tenlio drto e
nao sessarei de renetir quede muito bom
grado abracara o Rgimen d'huma Monarchia
absoluta se os Srs. devotos della me exi-
bissem homens da estofa dos anligos Portu-
guezes romo D Joes de Castro Atasca-
renhas. Atades, &c. *c. para serem De'e-
ados do Imperador as Provincias, para oe-
cuparem as pastas do Ministerio. &c. : mas
com a gente, que temos, o que seria entre nos
huma monanhia absoluta ? Rio-me, quando
ouco di/er a alguns,qne se se desse pleno poder
aos que governo tudo melhoraria entre mis
a olhos vistos. Por ventura houve nunca no
Brasil Capitn General rom mais poderes, que
tem boje os Prezidentes das Provincias ? Fal-
to-nos accaso leis criminaes e trihunaes
para punir os delinquentes ? Temos de tudo
isto rom fartura : c por que de dia em dia
multip'icao-se os rrimes entre nos em hum
progresso espantoso ? Do que servem as me-
Ihores inlencoes da parte de hum Presidente ,
'taparle da Polica por ex. sel est o
Jury para absolver aos maiores faccinorosos .'
Se l esto varios Jui'.es para despronunciar,
&c &c. ? Perpetra-se hum homicidio ao pino
domeiodiaem huma das mais Ireqnentadas
ras da Cidade : a Auctoridade competente
procede a summario ; eo resul'ado he nao
anparecer muirs ve/.es huma s testemunha .
que jure ter presenciado o laclo. He verda-
deiramente espantosa elamentavel a sympa-
ihia que temos para com os criminosos, c
malvados de sorte que de maravilha se en-
contrara hum facinoroso hum assassino pro-
fessional que nao cont com dous trez e
mais protectores poderosos. F, com tal gente
do que servem as melhores leis, oque po-
dem fazer as Auctoridade* ainda as mais e-
nergicas, e hem intencionadas? F-quaritas
vezes o mesmo que boje declama contra as
Autoridades por ver impunes os cr i mes a-
manh d guarida e protege a o malvado .
quo lia leito de san^ue fri humas poucas de
raortes!
Tudo nasce tudo provem da nossa immo-
ralidade resta a meu ver nao procede .
se nao dos maos principios, que infelizmen-
te tem vogado entre nos, e da nossa pessima
educaco. Anligainenle o elemento Religioso
neutrali/.ava os males desta, e os muitos de-
leitos do rgimen colonial debaixo do qual
vivamos : mas desde que se assoalhrao en-
tre nos os principios do filosofismo do serillo
passado desde que em a nossa gente grada
prevaleceo a mxima de que a crenca Religio-
sa so servia ouandn muito como !i::m iri.
po velho para o povo haixo e despresivel ;
desde que ccrlos livnnhos bonitinhos derra-
mi ao entre nos as mximas do egosmo des-
de finalmente que no Rrazil dcixou-se de te-
mer a Dos e tremer da vida futura todo
secorrompeo, e os crmes nao encontrarlo
mais barreiras que os contivessem. Cada
lium s vive para si : os gozos maleriaes sao a
le supprema : depois do tmulo nao s espera
mais nada conseguintemente o mundo pe r-
tence de facto aos mais velhacos aos mais
pefidot aos mais ousados aos mais pode-
rosos e valenloes
A estes lerri veis elementos de desordem so
hreveio o nosso svstema d'Rlecoes que te-
nho por pessmo em meu humilde estender.
Nada mv parece mais inconveniente do que
quesejo Deputados o>Srs. Jnizes de Direito
que a Constituico quer quesejo perpetu-
os a fim de lerem a neiessana independen-
denca na administraco da juslica : mas em
\erdade he quasi hum prodigio que seja so-
branceiraa todas as coneiderames hum Magis-
trado, (pie se melle, na candidatura daselei-
edes. asmosdos F.leilores esl toda a sorte
d'hum pretendente da Deputaro ; e como
ser jusliceiro recto e imparrial a respeito
de taes cidados ou de outros recomendados
por el les ?'Como prooonctallos casoestejo
indigitartos por criminosos ? (lomodar contas
eiies unm-t sentenca que vai lerir o> seus
inieressee? Alem disto, que apego AS le te/
i sua comarca, que applicaco poilr; la/er sobre
os feitos DCiornailcs hum Jnit^nnm *~C" par- ccr q'>
te do anno vive na Cmara dos Deputados, e
militas vezes quando se recolhe he j com a
liceuca na unha para descancar dos trabalhos
Legislativos !
Hiimaeleico entre nos he huma calamida-
de publica he hum exercicio em grande es-
cala de toda a sorte de immoralidades. Ca-
ballas intrigas mentiras traicoes so-
bornos corrupeo baixezas vilauias tu-
do se pe em pratica pira se conseguir esse lu-
gar de todos ambicionado, como o manancial
das gracas e favores da Patria. E haver.
Juiz de animo lo catonico e ao mesmo tem-
po lo imprudente que obre rectamente con-
(raosExms. Srs. Fulano, Sicrano, e Bel-
trano potencias eleitoraes que podem dar ,
on tirara hum candidato 70 ou 80 votos ?
Quem he este hroe que lhe quero render
cultos ? Quis est ist el laudabimus eum ?
Fecit mirabilia in vita sua.
F.mquanto tiverem a mira no grande pes-
cado da Deputaco aquelles a quem a Lei
ha confiado a melindrosa tarefa de distri-
buir a juslica por seus concidadios, a
justica entre nos ser hum ddalo e a im-
moralidade ira por- diante em hum progresso
espantoso; as Potestades eleitoraes sao outros
tintos Bichas por essas miseras commarcas ,
de nada servirn as leis e de dia em dia hir-
nos-hemos barbarizando. Depois d'huma gran-
de tempest ide os mares por algumas horas a-
inda se mostro cavados e medonhos : assim
subsequeniemente s eleices os espiritos ain-
da esto agitados e comeco a appareter as
vingancas e reaeces. Em mitras eras os
homicidios mais ordinarios ero por chimes .
ero por amor de mu Hieres : boje poucos des-
les apparecem a mor parle vem de deman-
das e das eleices Muita gente tem as-
senta.lo. quo a faca, e obacamarte sao o meio
mais fcil mais summario e menos custo-
so para acabar qualquer pleito ; por que per-
petrado O homicidio, ninguem vio, ninguem
abe ; morreo quem morreo e esl decidida
a questo.
Paia quem nao conhece o nosso centro he
cousa espantosa o vera facilidade com que
qualquer poderoso por alli rene centenares
d'homens armados ministros liis de seus
caprichos e vingancas, e vai guerrear o seu
inimigo e tirar lhe a vida : mas he porque
ignora que nesses lugares oquegoverna he"
o Feudalismo D'ordinario hum proprieta-
rio ali he hum ha rao eos moradores quasi
tolos lio seus vassallos. Estes sendo meros
locatarios que nao tem de pagar renda da
Ierra sao por via de regra girvagos cala-
reiros e vadios e conseguintemente sempre
dispostos a enmprir os mandados do senhor
da lazenda. Estou persuadido que se essas
Ierra eslivessem aforadas manterio familias
lixas e laboriosas familias com amor aos
seus estabelecimentosagricolas; e esses Baroes
nao encontrario fcilmente homens dispostos
i sacrificar as suas vidas e o futuro de seus
filhos pelos senhores da ierra : e ento seria
muito menor o numero dos valentes,
O quecontem e reprime a mor parte dos
liomens nao he a esperanca do hem, hesim
o temor do castigo : mas onde este se nao d ,
onde o malfeitor sabe que basla sel-o para
encontrar padrinhos c protectores, quem
lera o menor temor de perpetrar rrimes ?
Esles e aquelles indi.\iduos ( diz qualquer
por alii) comettero taes e taes crimes fi-
zero tantas morles e ando passeando de lo-
peln levantado e aiguns at eslo elevados a
honrosos cargos : logo pratiquemos o mesmo ,
rom lano que salisfacamos as nossas paixoes.
Esta Dialecla' he mui obvia e natural e
generaliza-se pela populaco. Emboraaal-
guem amargueen estas verdades ; que ousarei
dizer com a franqueza propria do meu genio ,
que a imtuoralidade entre nos como em to-
da a parle vem dos grandes os quaes ge-
ralmente fallando sao superiores s leis e
fazem quanlo querem ; por que sao potencias
eleitoraes ; equem ha de fazer justicia tem as
mos atadas ; porque quer volos e est por
conseguinte na dependencia desses senhores.
Pois eu auctoridade hei de pronunciar per-
seguir prender, aecusar a meu pai de
quem espero o melhor dos despachos ?
Nao pretendo vender por iufalliveis as mi-
nhas humildes opio oes; mas a dizer oque
entendo cerca dos males to multiplicados
da minha patria sou de parecer que Juizes
de Direito, Curas d'al mas, e geralmente os in-
dividuos constituidos em Auctoridade caso
sejo cleilos Deputados lenho opeo : ou
huma couza ou oulra Alem disto o Depu-
tailo devera ser inhibido de acceilar emprego
algum do Ixoverno nao so durante a sua mis-
gao se nao por toda a Legislatura subsequen-
te. Tomadas estas medidas quer-me pare-
os crimes decrescerio concideravelmente en-
tre nos.
Mas quem ousaria appresentar semelhante
Projeclo em a Cmara qua trienal ? E caso al-
guem o appresentasse seria apoiado disculi,
do e abracado ? Ahi he, que est a grande
difTiculdade porque he j> mui crescido o nu-
mero desses Juizes no seio da Represenlaco
Nacional e nao he de crer que s mos la-
vadas se privassem voluntariamente de to
boa pichincha He ncalculavel a iuflueu< a ,
que sobre qualquer pau exerce o Poder Ju-
diciario : c se nao houver quem o contenha ,
elle com hum p no seu respectivo Poder e
outin no Legislativo tudo invadir e deci-
dir de tudo. Se por todas as Provincias do
Imperio os Srs. Juizes de Direito se coliga-
rem ; vista a grande dependencia que ha
delles ninguem mais sahir Deputado es-
sa classe ser a dominadora do Brasil e toda
a sorte das nossas fortunas e da nossa pro-
pria vida estar uas mos e no arbitrio das
Potestades Eleitoraes.
Sao frequentissimas entre nos as eleices y
e conseguintemente o trafico de immoralidades
he pelo menos animal. E podem ser respe-
tadas as leis e podem haver bons costumes
em hum povo que se habita mentira
traico perfidia e a loda a laia de baixe-
zas e indignidades ? Passa por mxima
corrente que em eleices tudo est em ven-
cer sem attenco aos meios : por tanto desde'a
intriga at a guerra deca rada, desde a perfidia
at o assassino. tudo he indi fleten te, ludo lica
absolvido, huma vez que se triunfe as eleices,
Desta maoeira com quanlo os Peridicos nos li-
sonjeen! com fantsticas pinturas do nosso pro-
gresso nos de dia em dia nos vamos barba-
rizando -, porque digo l o que quizerem os
discpulos da escola egosta, e materialista ,
sem a justica nao pode dar-se sociedade huma-
na. Sa lei he auctoridade e liberdade(di'. Pa-
gesl;e um respeitavel Publico acresrenta Se o
valor fundaos Estados; a virtudeos man-
tem o crime conduz ignominia a igno-
minia baixeza a baixeza relaxaico e a
relaxaico ao despotismo
Essc estado de vandalismo, em que ora
existem algumas das nossas Commarcas do
interior essas vingancas esses reseutimeti-
los atrozes esses homicidios horrorosos tra-
/em pela mor parte a sua origem das ellei-
coes, a que ha pouco se procedeo. e o mais he.
q' todos esses crimes lem provavelmente de fi-
es r impunes; porque sao promovidos ou perpe-
trados por potestades eleitoraes;equem os devia
perseguir e rastigar nao.quer indisppor-se
com os seus bemfeilores nem ficar elimina-
do das urnas eleitoraes. Talvez me Iluda
neste meu modo de pensar ; mas em quanlo
me nao convenceren! do contrario presisti-
rei em minha humilde opinio sustentando,
que nao he possivel que entre nos cesse a
immoralidade e se ponha termo a essa hor-
rivel cadeia de assassinos premeditados em
quanlo nao houver huma reforma radical no
systen.a das nossos eleices, e huma ei nao
dispozer que os que tem de administrar a
justica caso sejo eleilos Deputados lenho
a opean e nunca estejo como se costuma
dizer a duas amarras islo he ; perlencen-
do ao mesmo lempo aos Poder es Legislativo,
T.,j:-:-i
^ .. .-.. ii.
Taes sao as minhas ideias respeito de l
graves t lastimosas desordens quevor.os
tornando una horda de caoibaes. Que im-
porta que os bailes se multipliquen! de dia
em da nr Capital, que importa que tenha-
mos muito presepio muila partida muito
soa' muito luxo &c &c. se ninguem
cunta com a sua vida segura se os homicidios
se cometlem a cada passo e desl'arle cami-
nhamos a passos largos para o primitivo Pi-
tado da n a I u reza bruta? Com magoa obser-
vo lodos esses males 5 procuro-'hes a princi-
II
r mpllinrariarcos 1
"iiuiua WUJU"
pal origem ; e o meu fraco entendimento vai
enconlra-la as eleices : logo a meu ver ba-
ja reforma nestas da maneira que hei dicto ,
que me parece ser mui concideravel o nos-
so melhoramento. finalmente hum doloro-
so presentimenio me falla ao roraco, e me
diz que se as nossas cousas forera como
*o, talvez nao tarde muito, que as nossas
eleices se faco de mo armada e que a Re-
presenlaco -Nacional seja o resultado nao da
vonlade livre dos Cidados, se nao da forca
bruta dos partidos. Dos permuta que m'eu
engae.
VARIEDADE.
O MACACO NO BAILE.
Fbula.
Ruflori tinha um macaco um respeitavel
orango-tango que lhe servia de iriadograve.
Quemado o Historiador da na tu reza divertir-
se em um Entrudo ao baile da opera condu-
" ...:> _____ --U_ /.,!>_
. CjllUU IUUI IUUU U JJllw f
ti A f\ a ni m I


&
cenca. Pos-lhe ntn engrapado chin ca/.a-
. n0_o unn fi'iiro importante. Apresenta-
se Buff'n com seu africano uro criado o
iuda dcscer da sege ; e amb.is vo procu-
rar aventuras. Niuguem d l' do Evriptor :
todas as attensoes sao para o mooo emquan-
to que este com extrema indilTercnr.a olha pa-
ra todos os lou'os dos bailes.
Seu porte magcsloso e grave e nao sei
que de original,atrabtm todos osolhos sobre o
novo mascaarado. To los se aleicoo ao nico
todos o feslejo e lhe dirigem a palavra Mas
cresce cada ver mais a admiraco ; porque o
incgnito animal a ninguem responde He
um principe estrangeiro (di/, hum ) He hum
sabio incoberto, ) di/, outro ) Tal ve/, seja hum
Diplmala ( opina este ) He um grande do
Reino ( assevera aquelle : todos porem o con-
templao e admiro todos aspiro sua a-
mitade. Hum mascarado Iheaperta a mo ,
outro lhe introdu/. furtivamente um bilhete de
amores de certa dama ({'importancia. O mo-
no finalmente rouba todas as auencoes nin-
puem mais ouve as orchestas, e nao se conver-
sa scno no grande bomem que nao diz
nada.
Eolo Bufon aborrecido de tanta tandice .
tirando a mascara ao seu macaco exclama.
Oh gente imprudente e liviana vede o
biecto da voisa admiraco e do vosso culto.
O qnetendes por grande personagem nao be
mais do que um hidiondo orango-tungo A-
gora acabo de crer que nao bu quem me-
lhor possa iuculcar-se por im|>ortante do
,que urna besta que se pode calar.
CoMVIKRClO.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 17........ 22:737*490
DESCARREGA HOJE 18 DE JANEIRO.
Rrigue inglez = Eliza Bell = o resto e ba-
tatas.
Barca ingleza = CoIumbu? = ferro.
Rarca ingleza = Tli >maz Mellors carvfio.
Galera ingleza = Iris = batatas e carvo.
Barca = Kunbl.'ii = carvo.
Brtgue austraco = Sollicito Bocchus = fa-
rinha, alhos passas e carnes.
Barca portugueza = Tentadora ss fazendas ,
alhos trastes miudezas sebol-
las, plantas, lidas, caixes aba-
tidos e uma vacca.
Brigue sardo = Z-*iro = farinha, bolaxa, al-
pista papel, zeite passas, cas-
tanhas, batatas e ladrilhus de
niarmore.
Brigue portuguez = Tarujo !. = finho ,
carnes farinba fazendas, farel-
los azeitonas e sardinhas.
Birca = Casimir De|avigne= batatas, quei-
jos manteiga fu mlia farellus ,
velas e encommendas.
Brigue francez = Cit consta nce = batatas.
MOV1MENTO DO PORTO.
NAVIO! SAH1DOS NO DA 16.
Paralaba ; galera ingleza Australia capilo
Blanchard carga lastro il'assucar
Ra Grande do Sul ; brigue braziellro Feliz
Destino cap. .Manuel Pereira de S, carga
sal e &c.
Cear ; vapor brczileiro Paquete do Sul, com.
Malhias de Barros Valente.
Rio de Janeiro ; brigue americano Chipla ,
cap. Peter Lae carga lastro.
Trieste ; barca dinamarqueza Waldmar, cap
Viela, carga assurar.
NAVIOS EMRADOS NO DA 17.
Ass ; I3dias, sumaca f>razileira Bom Su-
cesso de 137 toneladas cap. JoAo Anto-
nio da Silva carga sal, equtp. 13 : a Ma-
nuel Joze Pinza.
Acarar; 30 dias, hiate brazileiro Smto An-
tonio de 50 toneladas, cap. H>-nrique Jo-
ze Vieira equip. 8 carga sola : ao ca-
pito.
EDITA *>.
Lista geral dos cidadios rzidentes no 1 e 2.*
termo do Recifo que tena as qualidades exi-
gidas por lei para seren jurados orga-
nizada no corrente anno de 1843 em 4'
de Janeiro pela respectiva junta revi.-ora
composta do Dr. juiz ^* vara Jccnnio Jus \u~< <> lir^rira Coa
ta, do Dr. promotor publico B^nvenutoAu-
gusto de Magaibes Taques e do vice-pre-
sidente da cmara municipal o coronel Jo-
Cap.
Cap.
P. fiscal
Dr.


s de Barros Falco de Lacerda abiixo
assignados.
A.
Dr. Antonio d'Assump<;8o Cabral.
Luiz de Sjuza.
Jos Pereira de S.
Rodrigues L ma.
J >aqtiim de Souza Ribeiro.
Francisco dos Smtos Braga.
Alexandre. Rodrigues doi Anjos.
Antonio Carlos Francisco da Silva.
Pereira Birros
Alves liirboza.
Joo da Ressurreico e Silva.
Maj. Gomes Leal.
Jos da Silva Araujo.
Dr. Joaquim de Moraes e Silva.
Jos da Cosa Araujo.
de Souza Beis.
Andr Frejos de L icerda.
Antonio Ferreira Bailar.
Rodrigues das N'eves.
Gomes Tavares.
Dr. Agostinho da Silva Neves.
Angelo Lopes de Santa Anna.
Custodio dos Santos.
Antonino Jos de Miranda Falcfio.
Antonio Avelino Ferreira Lopes.
Raptisla Ribeiro de Faria.
Be nto Froes.
de Caldas Brando .
Camelo Pessoa de Lacerda.
de Castro Delgado.
da Costa Reg Munteiro.
Dmelas Cmara.
Egidio da Silva.
Fe lis dos Santos.
Ferreira da AnnunciaoAo.
Joaquim de Almeida Guedes.
J aquim de Mello.

Pacheco.
Jos Alves Ferreira.
Duarte Jnior.
de Magalhes Bastos.
deOliveira.
Dr. Pereira.
Pinto
Rodrigues de Souza Jun."
Leandro da Silva.
Ricardo do Reg,
de S Leito.
da Silva GusmSo.
Dr, Vicente do NascimentoFeitoia.
Vieira Coelho.
Ancelmo Jos Pinto de Souza Jnior.
Arrenio Fortunato da Silva.
Antonio Luiz Goncalves Ferreira.
Gi>ngalves Ferreira Jnior.
k Marlins Ribeiro.
Luiz de A mar I Silva.
Jos da Costa.
Rodrigues de Almeida.
de Souza Rangel.
Jos de Souza Coussseiro.
Bernardino dos Res.
Cardozo de Oueiroz Fonceca J.
Gomes Pessoa.
Brig."Aleixo Jos deOliveira.
Alexandre Jos Lopes.
Antonio Carneiro Machado Rios.
Anacleto Jos de Mendonga.
i- hm.u.
\jxr niim nio.
Manuel de Moraes Mosquita Pi-
mentel.
Francisco de Almeida.
Angelo Custodio da Silva Fragozo.
Antonio Pedro das .N'eves
Fernandes Bellro Jnior,
de S Cavalcanti Lins.
de Souza LeAo.
dos Santos Cerqueira.
Jos Duarte.
de (Uanda Cavalcante.
B.
Bernardo Antonio de Miranda.
Bento Jos Alves.
Butholomeo Francisco de Souza.
Bento Bandeira de Mello.
B*mto Jos Fernandes Barros.
Bernardino Pereira de Brito.
Bruno Antonio de Serpa BrandlO.
Bernardo Jos Alves Pereira.
Bento Jos da Coala.
Bernardino de Sena da Silva G.'iimarles.
Bernardo Damio Franco.
C.
Caetano da Costa Moreira.
Caetano da Silva Azevedo.
Custodio Jos Alves
Candido Thomaz Pereira Dutra.
Caetano Joze da Silva.
Caetano Ouinlino Galhardo.
ir. Casimiro Jos c .icrars SATOSOIO.
Dr. Carnudo Joaquim de Lima,
(^ypriano Luiz da Paz.
Claudino Benicio Machado.
Brig.'



Antni rfoqii
Ten.

Dr. Clemente Joz* Ferreira da Costa.
Clarindo Ferreira CntAo.
Caetano Theodoro Antunes Villana.
Canuto Joze Vellozo la Silveira.
I).
Domingos Joze Mirtina Vieira.
Delfino Goncalves Pereira Lima.
DiniX Antonio de .Moraes e Silva.
Domingos das Noves T'ixeira Bistos.
Dimingos da Silva Guimares.
Dr. Domingos de Souza Leo.
Tenente coronel Domingos de Souza Le3o.
E.
Elias Baptista da Silva.
Evaristo Mjndes da Cunha Azevedo.
Tenente Eslevo Mendes da Cunha Azevedo
DECLARARES.
= 0 1.* escripturario da meza de rendas
internas provinciaes desta cidade encarre
trido do lanc;amento da decima dos predios
urbanos do bairro de Santo Antonio, aviza a
quem possa interessar que no dia 18 do
corrento t-m de colectar os predios das ras
das Lirangeiras R izario larga, Quarteis c
llozario.
COLLEGIO DE MFA1N A
Fundado e dirigido por D. Clrmentina dr
Mo-acs Satnenlo no sitio do leo ra
do Hospicio.
PROSPECTO.
Carta di directora an Exm, Premenle ,
participando lhe a inlencao em que esla-
va de tornar publico o seu est dtelecimento.
C.vsv
A salubridad* vastido e commodos d
rasa do sitio do Lefio a abundancia e supe
rior qualidade das aguas a estenso do si-
tio circundado por altos muros que vo desde
o 11 ispicio a' ao corredor do Bispo deter-
minro a Directora a prefer la a#>utras. on-
de ai:tuilmente se achAo estabelecimentos e
que estiverao sua disposigo. A saude de
que gozarn constantemente durante o anno
lectivo qun lindoii agora as meninas que
nella habitro de algum modo justilica es-
ta preferencia.
RF.LIGIAO.
llavera um director espiritual encarregado
de interrogar as meninas sobre o Calhecismo
e a listori-t Santa e de frzer-lhes praticas
sobre a religio e S"us deveres proporcio-
nadas darle. Alm dealgumas rezascom-
munsquotiiiianas as meninas que licarem
no estalelnrimenlo n"S domingos e das de
festa arompinharo a Directora no desempe-
nho de uai obrigc<>s religiosas.
EsTLIlOS.
Malenas do ensino.
Calhecismo.
Ler.
Esrrever.
Arithmetica.
orammatica Portugueza.
Geographia.
Mythologia.
Historia Fniversal.
Historia Portugueza e Brasileira.
4 i.m -n.. 1 w. .1 p lilltraria c mqic pe.
i:!*!}--"" tsia.iM.iun>". r. ..... .--------
limadas produeces ds melhores poetas e
prosadores Porluguezes.
Francez. )
Inglez. ? ler escrever e fallar.
Italiano. '
Costura e bordados de todas esqualidades.
Piano.
Canto.
Dansa.
Desenho.
A divisfio das classes segundo o respectivo
adiantamento das educandas, a successo dos
trabdhos, methodos do ensino, etc. sero
notados as tabellas do estabelecimento ex-
plicados {,fcla Directora ou examinados na sus
pratica.
RECOMPENSAS E CASTIGOS.
Antes ds ferias que durar de 8 de de-
zemb.oal 8 de Janeiro haver como se
praticou no anno passado exames geraes pe-
rante as familias das educandas; e no dia pos-
terior a estes exames ter lugar uma distri-
buiefio publica de premios com a maior so-
lemnidade possivel.
De tres em tres mezes as mestras e mes-
tres do estabelecimento reunidos em conse-
Iho examinar as educandas as materias
r-studadas n'esse lempo : o parecer do conse-
Iho a respeito de cada menina s r notado em
billetes separados e mandados as respecti-
Vd.t 1*1111111".^ .' >. au
p...J|.>Im ivmI 'In&lcC bll.
nies icar num mappa avista dasalumnas
a ao MgUtAle trimestre, e sera regislado no
livro geral do estabelecimento.
Os castigos corporaes sao prohibidos. A*
privado de sahir nos Domingos e dias de fes-
ta, a prisAo n'um qtiarto do estabelecimento,
a remo^Ao temp<>rria de tima classe para ou-
tra inf-rio." e at de logar na mesma clas-
se o augmento do esitido a prohibido de
vir sda as reunioes das familias das edu-
candas no estabelecimento as reprehensoes,
&c. sao meios que emoregadosa lempo e
comjustica senipn bastro a Directora.
COMIDA.
Ser continulo o systima seguido no es-
tabelecimento a| hoj) o que tem sem du-
vtJa contribuido com a posir;Ao da casa para
a saude constante das educandas e vem
a ser :
As 8 horas da manira peixe ou carne
guisada pfio e mantelga cha ou caf ;
Ao meio da pao fructa da eslaco, ou
doce ;
Aso horas da tarde sopa carne cosida ,
pa i arroz piro peixe ou carne assada ,
de qualquer qualMade.
As 8 horas da noite, biscoitos, ou bolacha,
cha com pao e maiiteiga.
LIHPESA.
O asseio tililissirno em toda a parte he
na zona trrida in isp nsavel. llover a es-
to respeito o maior cuidado, e as meninas to-
marn pi lo menos (loas b mhos g* raes por .e-
mana. A abundancia d'agua no eslabeleci-
rnenlo tem lomado esta pralica de fcil exe-
cucAo.
OBJECTOS OLE AS EDUCANDAS TRAItAO A SL'A EN-
TKADV PAHAO ESTADELECIMENTO.
0 uniforme dasalumnas as reuniOes de ce-
remonia ser como ti- agora vestid.) branco ,
chapeo depalba com lila azul cinta azul,
luv Fora d'essas reuniOes as meninas anda-
rn vestidas ao gusto de suas familias e tra-
ro aquellas camisas, palcaa, saias, vestidos,
pares de meias de sa patos, e re lencoes, quar-
danapos toalhas para o rosto panno para
os banhos lencas, e colarinhos, que segun-
.lo a distancia das famibas estas julgarem
neressarios mas lodas traa" dous aventaes
pretos, uma cama completa mas pequea ,
jarro bacia urinol saco para roupa suja,
copo para lavar a bona escovas para os den-
les e para o cabello um espelho pequeo,
timcopo de prata um Ulher de tamaito
proporcionado a idade da menina uma ca-
deira baixa para coser uma caixa de costu-
ra Iivros papel e pinnas
A roupa suja tanto quanto a distancia das
familias opermillir ser levada nos sabba-
dos alarde, e as segundas feras pela ma-
nliaa ser trazida mitra l.vada.
HONORARIOS.
Oeslipendio anniial por cada educanda he
de ticzrntos mil reis mas para as educandas
da visinhanga que alinogan m cearem e
dormirem em casa de seus paes ser de du-
z ntos mil reis.
As f.milias pagarO de tres em tres mezes,
adiantados.
Por este estipendio tem direito as educan-
das aosus'.ent) e ensino do estabeletimento
comprehendido no programma supra-, excep-
to as maleti.s seguintes, CUJO ensino ser pa-
go separadamente e por niez :
'.iiar,u ...........7*000
(.auto
Dansa ............5*000
Desenho............5*000
Italiano............5*000
odseiivacGes.
S as pessoas Ja familia das educandas co-
nhecidas pela Diredora terfto ingresso no ei-
taoelecimento e tAo smente nAo havendo
necessidaile urgente as quintas feiras das 6
l-.oras da tarde em diante para nao haver in-
lerrupcAo dos trabalhos. Nenhum recado c-
ral ser recehido pelas educandas a nao ser
trazido por pessoa conhrcida, e dado na pre-
senta da Directora ou das mestras. Ne-
nliuma carta sahir nem entrar no estabele-
cimento se:n ser lida pela Directora.
PESSOAS KMPUEGAOAS NO DIVERSO IXSUO DO
E.sTsBELlXlMI NTO.
Director espiritual : O Sr. D. Francisco
do Coracao de Mara.
Directora : D. Clementina de Moraes Sar-
ment
D. Boza Lazary.
D. Josepha de Moraes.
M."* Zo l'oupon.
Dr. Sarment.
Sr Joo Rodrigues.
Sr. MaMiaiigeli.
AVISOS MARTIMOS.
= A sumaca Livramento Feliz mestr-
Luiz Jos da Silva esta a carga para S. Mi


r-------------------------------1--------- ss
{juel das Alagoas ; quem quizer carregar com
escalla para Marei dirija-se ao Forte do
Mato a bordo da mesma a entender-se com o
mestre
11..-...,.
4
ou alias em casa d<> Joaquim Ribtiro
ra da Cadeia Veha n. 54.
LE LOES.
V Luiz Bruguiere Tara leilo por in-
tervengan do Corretor Oliveira corita e ris-
co de quem pertencer e por ordem do snr
Cnsul de Franga e em presenca de um
sen delegado dos salvados do navio Fran-
cez Vaillant Basque naufragado em 4 do
corrente, prximo a llha de ltamarac, con-
sistindo os mesmosem vellame vergas ca-
bos moitojs e; cadernaes ancoras cor-
rentes de ferro escaler e muitos outros
objectos, que se a presentarn no acto do mes-
moieilo : Quinta feira 19 do corrente, asiO
horas da manh no armazem do .-nr. Bailar
na ra de Apollo.
= James Crabtree z C* faro leilo por
intervc-ngo do corrector Thomaz Dowsley, e
na presenca do cnsul de Sua Magestade Bri-
tannica de 120 barricas de assucar a variado
salvadas de urna lanxa que hia ca regada
para bordo do briue inglez Fanny e encon-
trn, infortunio do mar Principiar s 11 ho-
ras hoja 18 de Janeiro, no trapicho do An
gelo.
AVISOS DIVERSOS.
*rO ArtlioiroN. 11
e 12, que anda naoforao
' annmiciados, esto ven-
da no hipar do cogtunrie*
= Quuem annunriou querer comprar urna
balanza grande com um 'erno de pezos ; e
quem quiser alugar um sobrado de um andar,
iom um grande armazem por baixo na ra
da Moeda n. 23 v na ra da Madre de D-
os canfront' a Ureja no segn lo andar do so-
brado n. 24 nosdias ut**is, as 10 horas da ma-
nila at urna da tarde que l achara com quem
tratar.
tsr Quem annunchu querer comprar um
bilhar com seus pertences ; dirija se ao bote-
quimjunlo ao Th'iurn.
tsr Preri/w-se de um pequeo de 12 114
anuos caixe,0 de venda ; na ra do Mundo novo
n 58.
OS" Ofierece-se urna ama para servido de
urna caza ; quem a pertender dirija-s ao
beco do Padi sobrado de um andar n. 3.
tsr Francisca TVixeira Cavalcanti faz pu-
blico que na prorurag > bacante que pas-
sou a sen filho Antonio Fran- isco da Silva Ca-
Vleanti para com ella cuidar e tratar dos
negocios da annunciatite fieou sem < feito ,
e como que nao exiliase, por outra qup pas-
sou a sen genro Manuel Francisco da Silva .
pela qual d por d. rrogada a primeira procu-
racao ; e so considera desde 17 do corrente
mez de Janeiro por seu legitimo procurador
bastante.ao dito seu grnro.
tar 0 lente coronel Varejo faz sricnte
aos seus freguezes que mudou a sua fabri-
ca de charutos e depozito de rap para a
n. 80.
Precisa-se de um f-itor que entenda
de luda a especie de plantages trahalhe com
os pretos e d fiador sua conducta ; a tra-
tar na iua do Collegio lado do mar, com Fe-
lippe Mima.
tsr PretUa-M de um cria lo portuguez, ou
brazileiro, que techa de ida je 13 a lo annos,
para acompanhar urna p-ssoa que se retira
para ocerlo ; quem quizer pode dimir-se
ra Nova n. 23, que l se dir quem o
perlende.
se A pessoa que levou, ou mandou buscar
o livro das amostras de lilas da loja de Di-
dier Robert mandar levar na dita loja.
tsf" Al'iga-se urna canoa de carreira que
leve cinco a oito pessoas; quem tiver an-
nuncie
tsr Na ra do Nogueira n. 13, ha quem
tega mui bem Mseotol de palhinha por pre-
go commo lo.
ur Marcos Jos dos Santos portuguez ,
retira-se para a cidade da Babia.
isy- Oabaixo assignado procurador da C-
mara Municipal da cidade de Olinda adia-
se encangado d* afincan le pezos e medi-
das do Municipio de Olinda e as pessoas
que tiverem de aferir dirijaO-se a Olinda
ra do B m m n 21 que o acharao prom-
nio. = Antonio Nones de Mello.
' ar Precisa-se dr6o()j rs. a premio, hy-
potlieeando se urna morada de easa no bairro
da Boa vista ; quem quiser dar annuncie.
mocn'o r2rr?i 2
tr Aluga-seo l. e 2. andar da casa n.
5 defronte do oito da matriz na ra Nova;
quem os pretender dirija-se para as condignos
na loja da dita ou na ra da Cruz n. 21 no
Fien re.
er Fugio da Ponte de Uchoa do stio da
viuva Amorim um ci grande branco ,
malhado de pardo com as orelhas cortadas ;
quem o achar leve ao dito sitio, ou na ra
da Cruz n. 45, quesera recompensado.
cr* Alp. Ruffier retirarse para fora da
provincia.
tsr Joaquim de Oliveira Costa Galvao ,
retira-se para o Rio de Janeiro.
tsr Precisa-se de urna ama de leite forra
ou captiva que tendo bastante leite nao se
ulna prego : na ra dos Quarteis n. 20 por
cima da loja de miudezas, no terceiro andar.
cr Roga-so a pessoa que no mez de margo
do anno passado deixou na loja de Gamier
relojoeiro na ru Nova, uns pinhores cons-
tando de um allinete com diamante, e dous
aneloes com brilhantos os ir resgastar no
prazo de 15 dias, que do contrario sero ven-
didos faz o presante annuncio para nao se
chamar a ignorancia.
t9T* Precisa-se de um menino de 10 a 14
annos prelerindo-se portuguez para urna
pequea loja de miudezas : na praga da Boa
vista botica n. 20.
tsr Da-se 500j a premio a dous por cento
ao mez sobre pinhores de ouro ou prata ,
ou sobre hypotheca em algum predio nesta
praga: na praga da Boa vista venda n 18.
tsr Aluga-sa o primeiro andar da casa n
5 da ra da Penha: a tratar na mesma.
tsr Aluga-se um molecote crioulo para
servigo de casa ; quem o pretender dirija-
se a praga da s. Cruz n. 8.
tar" Da-se dinh-ro a juros a dous por cen-
to ao mez sobre pinhores de ouro ou prata :
na praga da s. Cruz n 6.
tatr Da-se 200* rs. a premio com firmas
a contento ou pinhores de ouro ou prata : na
ra do Nogaeira n. 27.
tsr Os snrs Miguel Correia da Silva, Jo-
ze Vieira de Oliveira Maciel Francisco Joz
de Figueiredo Joo Francisco Alves Jer-
nimo dos Santos Lopes Manoel Cavalcanti
de Albuquerque Monte-Negro, dirija se as
o ponas n. 120, ou annunciem suas mora-
das que se Ihes deseja fallar a negocio.
tsr Aluga-se ou vende-se urna canoa no-
va de conduzir agoa ,c duas de condugo de
lijlos que pegio cada urna 500 lijlos de
alvenaria : na praga da Independencia loja
numero 39
T O abaixo assignado por si e seus fi-
lho az publico que se acha em praga pa-
ra ser arrematada por arrendamento um
sua cas* na ra da Praia n 24 a requri-
ment de Florencia Margarida dos Prazeres, a
pretexto de pertencer-lhe, e como o abaMi
assignado nao s tenha obtido senlenca a seu
favor no Juizy inferior em que manda aquella
sen tenga respeitaro direito de propriedad*
do annunciante mas anda pende embargos
no Juizo sobre esta mesma casa, porque
aquella senhora quer por lodos os meios per-
turbar o socego do anunciante; o abaixo assi-
signado protesta desde ja pelo presente con-
tra arrematagSo avisando que qualquer que
tal casa arrematar tica sugeilo a enlregar-lha
c. rcparsr-lhs toas as pe Jast-damnos que urna
tal violago de seu direito de propriedade Ihe
causa.^Francisco Jos Dias da Costa.
Htr OfF-rece se um rapaz brasilero casado
com pouca familia para administrar qual-
quer fzenda ou para outra qualquer occu
paco c qual tem bastante agilidade para o
fim indicado por ter pratica e d fiador a
sua conducta ; os pretendentes dirijo-se a
ra da Ordem terceira de s. Francisco n. 20
ou annunciem.
wr Boga-se ao sr. Padre S. J. F L., quei-
ra ir pagar 21*808 rs., que pedio em 5deJu-
Iho do anno pissado na casa do ourives as
5 ponasn. 114, poissesupoe ter-se esque-
cido.
Kar Os snrs Francisoo Joaquim da Costa,
e Joaquim Joze de s. Anna que teve olaria
atraz da rmda Florentina, dirijo-se a ra
do Crespo n. iO a traanle negoeos
tar Tendo a viuva de AlFongo & Compa-
nliia dissolvido a sociedade que exista
entre ella e Antonio de Azevedo Villarouco,
que representava o socio incgnito desta fir-
ma continua ella de baixo da mesma firma,
sendo ora socio gerente Manoel Pereira La-
mego obrigando se esta firma a liquidar to-
das as contas da sociedade espirante.
ST Qualquer mulher o*paz que precisar
alugar una casa dirija-se a praga
vista n. 12
%ar Roga-se ao snr. que no Diario de 17 (
do corrente pedio a A. L. S. o pagamento de
4#830 rs. que deve a um anno em urna boti-1
ca na ra Nova baja de declarar se as letras
iniciaos sao relativas a Antonio Luiz de Sou-
za morador na ra Direita n. 119.
tsr Alguns herdeiros do sitio denominado
Mangueira na estrada de Uelem vendem
a parte que teera no dito sitio : na praga da
Boa vista n. 10.
tar Pergunta-se ao autor do annuntio n
serto no Diario n. 13 com as letras iniciaes
AL S. se o mesmo entende-se com o abai-
xo assignado morador na ra do Crespo.
Antonio Luiz dos Santos.
MT* O snr Vicente Ferreira da Silva se
en'reos escravosque annuncia tiver algum
dos 4 aponlados que falto ao abaixo assigna-
do desde 1852 a 1853 pode avisar pelo Dia-
rio que bem recompensar a quem perlencer
idadesquando fugiro, Antonio de 13 annos,
de nago da Costa da mina com um s ris-
co e vendia doceem pires pela ra ; An-
tonio Congo de 36 annos corpo grosso ,
de roeia eslatura cara amacacada com si-
gnal de ferida em urna perol da parte de fora,
com 3 signaos da trra junto as fon tes ; Ju-
lio Angico sem riscos, denles limados de
16 annos grosso e representa ser alto ;
Joo Rebollo grosso baixo bem pare-
cido e de 20 annos este foi em 1833.
Joo Maria Seve.
tsr Joze Luiz Pinto subdito portuguez,
retira-se para fora da provincia.
tar Bernardo Antonio de Oliveira retira-
se desta provincia.
tar Precisa-se alugar urna casa terrea que
tenha bom quintal, e conmodos para grande
familia em qualquer das ras do Bairro da
Boa vista ou mesmo algum sitio perto da
vidade : na ra Nova n. 43.
COMPRAS.
V Um cava I lo que seja novo e que tenha
boa figura com alguns andares : defront
la Matriz da Boa vista n. 86 ou no segundo
sitio do Hospicio.
VENDAS.
= Lista geral dos bilhetes premiados na
I. nova lotera da Matriz da Boa-vista : na
praga da Independencia loja de livros nume-
ro 37 e 38 ou 6 e 8.
S^ssr" Um carro de quatro rodas, muito
forte e leve para um cavado com ou sem os
irreios ; fallar com o sr. Miguel segeiro
no atierro da Boa-vista.
tsr I ni lindo escaller o melhor que
'ijui tem aparecido muito bem construido
le 37 ps decomprimento e de seis remos,
muito delicado e bem conhecido pelas car-
reiras que tem dado visto ter sido feito para
esse fin, por preco commodo : na ra da Ca-
deia do Recife ii. 39.
i Farinha de mandioca de boa qualidade
m saccas a .">j ; no armazem de Francisco D-
as Ferreira & Companhia defronte do caes da
Alfaudega e na ra da Moeda n. 8 assim
como man em caixas de 16 libras por prego
commodo.
tsr Urna porgao de charutos da Baha em
--aixade 200a 1280, e o cento a 640, sal de
Lisboa a 1410 a/rite doce a 4* a caada .
e a garrafa a 560, dito de espermacete a 1280
a caada e a garrafa a 400 rs. caf do Rio
a 4500 a arroba e em lima a 160 dito ca
t porgo de velas de sebo a 140 a duzia, carna-
huha a 320 tapioca do Para a 120 a libra ,
sag a 320 pass-is novas amendoas no-
zes vinhos engarrafados, fritoria dilodo
porto rnadfira secca figueira moscatel ,
champanhe e todos os mais gneros : na
ra Nova v nda o. 65 ao p da ponte.
= Um candieiro francez com glogodevi-
dro, proprio para meio de sala ou qual-
quer estahelecimento, assim como lambem
umabarritinadeG. N. em bom uso, por 4j po-
i-. n avista do comprador se dar maisem cop-
la : na ra da Ordem terceia de S. Francisco
numero 20.
= Urna cadeirinha de arruar da Bahia no-
va um carrinho deduas rodas : no atierro
da Boavista n. 51 primeiro andar.
= Vm casa na ra deS. Jos n. 12 : a
tratar na ra de Ortas segundo andar n. 43.
= Urna negra de nago angola de bonita
figura de 22 annos engon.ma liso cose
chao, cosinha o ordinario de urna casa e
lava de sabo urna dita crioula de 15 an-
nos bonita figura tambem com boas ha-
bilidades e urna negrinha de 7 annos cii-
oula : na caboa doCarmon. J9 segundo an-
= Um bergo com cortinado e colxoes tu-
doem bom uso : na ru das Flores n. 17.
nr Urna venda nova com 200 a 500# rs. de
fundos ( tem a casa com bous commodos pa-
ra familia e muito barata : no atierro dos
A (Togados defronte do viveiro do nuniz n. 85;
traclar na mesma.
tsr Para fora da provincia um escravo ,
offciat de chapelleiro com 26 28 annos
de idade ; no primeiro andar do sobrado que
faz esquina para a travessa do Rozarlo em S.
Antonio.
tsr Um sitio na estrada de IHlem para
Olinda com casas de viv -nda e para pretos,
e com frute.iras commodos para vaccas de
leite, plantagoVsde capim e para se traba-
Ihar ; todo o negocioso far assim como
urna parte do sobrado onde m >ra o Sr. Manoel
Ignacio, no Corpo Santo, e urna parte da pro-
priedade de S. Jos da Coroa Grande que
foi do finado pidre Antonio da Carvdhu L*al
na comarca do Bio Formoso ; os pretendan-
tes comparego em casa de- Manoel B'Zerra
Cavalcanti de Albuquerque no neceo do Lo-
bato, ou na prenga do >V. Joaquim Jos Fer-
reira que acharo com qu^m trartar.
T* Urna escrava de nago angola com
bonita figura muito possanie sem acha-
ques boa cozinheira ptima doceira e la-
va tanto de vairelia como de sabo e tam-
bem engomma : em fora de Portas ra do Pi-
lar no primeiro andar do sobrado n. 65.
= Compendios de Geometra prop ios pa-
ra a inslrugo Primaria ; de methodo es pe-
dito : na loja do Sr. Pinto no pateo do Colle-
gio prego a 480 rs. cada volunte.
tsr Urna escrava inda moga de nago la-
va, cozinha o ordinario engomma liso, cose
chao um preto mego robusto : na ra da
Cadeia n. 25 por cima da loja de chapeos.
= Urna prela de bonita figura sem acha-
ques por prego commodo avista do compra-
dor se dir o motivo da venda : na ra de S.
Tereza n. 24
= Urna armago de venda e sede-se
a chave de urna casa no atierro da Boa-vista
propria para venda loja de ferragens ou de
fazendas por ser em muito bjm lugar os
pretendentes diiijaO-se ao atierro da Boa-vista
a trat.-r com o abaixo assignado que iodo o
negoci far. Manoel Francisco Lagoa.
tar Grande sortimento de miudezas da to-
das as qualidades ricos b do-s de massa de
padres modernos, e ludo se vende por
prego commodo : na ra dos Quarleis 22 ,
ou 3.
= Urna preta de angola moga, sem vicios
nem achaques cosinha o ordinario de urna
casa engomma liso : no atierro da Boa-vis-
ta loja de alfaiate da Iravessa do Martins.
da Boa dar.
r
----- I rv (^f.(;j,2
tf\ <"rt
...,."ii onnrrn
prK*' r%
semvuios, ganhador e ptimo para servi-
go de campo : na praca da Independencia n.
39 se dir quem vende.
ESCRAVOS FGIDOS.
= Fugio em Setembrodo anno passado ,
um preto de nome Antonio mala poico de
idade 30 annos baixo cheio do corpo ca-
ra redonda e bem preto da cor, quem o
aprehender leve em a ra da Praia da ribeira
n. 55, que ser generosamente recompensado.
= No dia 14 do corrente fugio um escra-
vo de nagio cabinda de nome Joze com
caiga de algodo da trra arremendado ca-
misa de riscado azul chapeo de palha es-
tatura ordinaria magro denles limados
como gato, com principio de barba he ga-
nhador da escadjnha da Alfandega ; quem
souher dtllee o pegar po lera entregar na ra
do Cruz n.36, venda de Joo Joz i Rodri-
gues LoTIer que ser recompensado.
tar Furlaro no dia 24 de Oezembro de
1842 um moleque de nome Luiz nago con-
go de 12 annos pouco mais ou menos nao
tem marca de ferro por vir pequeo da vi-
uva de Joaquim Antonio de Almeida rom
os signaes seguintes : cahega grande olhos
tachados por na tu reza barrigudo bem feito
de ps e nios o maior signal que elle tem
he ter um signal de carne pegado o dedo m-
nimo em urna das mos a pessoa que ti-
ver noticias ou souber onde esl annuncie ou
traga em Olinda ra de S. Bento ao p de S.
Pedro velho quesera recompensado,
tsr No dia 9 pela manh fugio de bordo
do Patacho Nacional Pelicano um escravo de
n me pelisberto nago cagange de 20 an-
nos pouco mais ou menos estatura baixa ,
foi vestido de camisa de algodozinho ca'ga
de riscado azul e chapeo de palha trangado
de bico cujo preto tem trez signaes em ca-
da fonle e j perUnceo a Angelo Francis-
co Carneiro ; quem do mesmo der conta, se-
r gratificado em raza de Gaudino Agostinho
de Barros pracinha do Corpo Sanio n. 66 ,
ou leva loa bordo Patacho IVlLano funda-
do defronte das es.adinhas do caes novo do
Palacio. _
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. =1843-


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