Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04861


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Full Text
Aiino de 1843.
Qiiarta Feira II
Todo agora depende de no, .,, ; d. pru,leci. moderno e energa : COB.
..ioaemoa como princ,p..o. t aererao. apontados cora admirado entre a* N.coe m.,
"a_________________( Proclamacao d A.sembla Geral do Blatll.)
PARTIDAS DOS CORaEIOS TERRESTRES
Goianna, Parahiba e Kio grande doNorle aegunda- t eeitas eiraa.
Bonito e Garanhuna i II) e 24.
C.bo Serinhaem, Rio Foimo.o Porto Calvo M.ceio Alagoaa no 1. |< ,a
Bo-t' e nona a 2. Santo Ant das da semana!
9 Se*, i. InliSft M Aod. do J. de I), da J. T.
10 Tere. Paul Kmita Aud. do J. de D. da 1. T.
11 Quart. Hy-ino P. M. Aud. doJ. de D. da 3. .
U Qnint. Satyro M. Aud do J. de D da 2. v.
,3 Sext. s Hilario B. Aud d0 J. de D. da 1 t.
H Sab a. Flix M. Re. Aud. do J. de D da 3. t.
Ai Dom. OSS Nome de Jetus s. Amaro Ab.
ADVERTENCIA.
0 Snr. ezembargador Chefe do polica ,
parti desta cidacle para o Rio Formoso na
tarde do dia 7 e nao demanh como se dis-
sino numero antecedente, por engao.
Na pagina 3. primeira columna Iinhas 6
Secretara da provincia um destacamento
la-seSecretaria da provincia urna ordern
ao comntndante do destacamento.
de Janeiro.
Anno XIX. N. &
O Diario publica-se todoa 01 diaa que n.lo forem Santificado! : o preco da aeeignalura be
de trea mil res por quarlel pagos adiantadoi. Oa annuncioa do asignante> fio inserido*
grali, e oa da que o nao forera raiao de 80 res por linba. Aa rei'.lamacoes derem ter din_
gidaa a esta Ty/p., ra daa CruieaN. 34,on a praoa da Independencia lojade lhrroaN. Oa o,
CAMBlos.No dia 10 de Janeiru. compra venda.
Cambio aobre Londres 27 \ Nominal. I Ouno-Moeda de 6,400 V. 45,1'OU 15,200
., Paris350 rei por franco. N. 14,80) 15,000
Liaba 100 por 100 de premio. de 4,000 8,3U 8,500
j PiuTA-Petacea 1,750 1,770
Moeda de cobre 3 por 100 de deaoonto. PeioaColumnares 1,750 1.77U
dem de letraa de boa firma 1 |. I dito Mexicano 1,750 1,770
PHASES DA. LOA NO MEZ DE JANEIRO.
La Nora 30, Qaart. crejc. 4 8, s5 horas e 52 m. da tard.J Qaart. Wmg.i 22 10 hora e 42 m. da i
Preamar de hoje
l.'i I hora e 18 a. da manhSa. | 2. al hora e 42 m. da larde.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 3 DO COMIENTE.
Portara Ao inspector do arsenal de ma-
rinha ordenando que Tornera ao ccmman-
dantedo vapor = Guapiass = o carvo de
pedra ; e mais objectos, de que neccssitar,
para fazer sua viagem.
Ollicio Do oficial-maior ao Presidente ,
e aos vereadores da cmara municipal de Fio
res, acensando recebidos o balanco de suas
contasdoanoo financeiro lindo, eo orna-
mento do Ojturo.
Dito Do mesmo ao inspector da thesou-
raria da fazenda transmittindo as ordens do
theso ro publico nacional sob os n." 118 .
J20., 122, 131 132, te ,36.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DIA 1. DO CORENTE.
Portara Ao tenente-coronel comman-
dante interino do terceiro batalho deartilha-
na a p mandando excluir com guia de pas-
sagem para a stima companhia do oitavo ba-
talho de cacadores a nove pracas cujos no-
mes se Ihe indicava.
Dita Aocommandante da stima compa-
gina do oitavo batalho de cacadores auto
risando-o a receber as oito pragas de que tra-
ta a portara cima.
DitaAocommandante do deposito man-
dando excluir com guia de passagem para a
stima companhia do oitavo batalho do caca-
dores a 13 pravas cujos nomes se lhe in-
dicava.
Dita Aocommandante da stima com-
panhia do oitavo hntaliiortfl cprarlnrivs m-
torisando-o a receber as treze pracas constan-
tes da procedente portara.
dem do da 2.
Oflcio Ao Exm. Presidente, alim do
1 u<; tivesse a hondada de mandar pagar a
importancia do frete dos cavallos que con-
duziro as muntces, e bagagem da 7." c* do
oitavo batalho de caladores, de Paje de Flo-
res para esta capital.
dem do da 3.
OfllcioAoExm. Presidente, participan-
do-lhe que em desempenho de suas ordens
(cava embarcada no vapor = Guapiass = ,
a stima companhia do oitavo batalho de ca-
cadores recolhida de Paje de Flores e
commandada pelo tenante J. A. de Mene-
zes Prestes rcm a forga de 5* pravas in-
clusive 15 do deposito e 9 do terceiro bata-
lho de artilharia a p cono que foi aug-
mentado. Conclua tractandodo pagamento,
e fardamento destas pracas e sobre o ajuste
decontas do tenente Pretes.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. enviando-
JUe para ser afinal sentenciado pela junta de
justiga o processo verbal feito ( pelo crime
de furto ) aos reos soldados do terceiro bata-
lho de artilharia Caetano de Souza Monteiro,
Vrissimo Jos da Silva Jos Lourengo e
Jos Francisco de Amorim.
PL LHITO
CARLOTA DE LEYMON. (*)
I
I
M.m* de Ferrires nao respondeu ; eslava
abysmada em urna idea que profundamente a
perturbava. Esforcou-se comtudo em occu-
par-se de sua amiga chegou-se ao seu leito
e fallou-lhe: porm M.mi d'Hauterivenao res-
pondeu e viro ento que tinha desmaiado.
Carlota ficou muito consternada; forfio cor-
rendo buscar um medico. Pouco depois, nes-
sacasa ludo respirava dr e susto ; os mdi-
cos dissero que o estado da doente era de
grande perigo e que s a poderio salvar os
mais activos cuidados e a sua idade anda
TIIESOURARIA DA FjAZENDA.
EXPEDIENTE DO DIA 20 DO P.VSSAD0.
Officio AoExm. Presidente da provin-
cia informando o requerimento de Severino
Henriques de Castro Pimentel.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. ; sobre o adi-
antamento de quatro meses de prestaces a
thesouraria de rendas provinciaes.
dem do da 22.
Portara Ao collector de diversas rendas
do municipio do Rio Formoso dando os es-
clarecimentos que pedio em seu ollicio de
10 deoutubro passado sobre a verdadeira
inteligencia do artigo 3. do regulamento de
9 de abril ultimo.
Dita Ao do municipio do Bonito em res-
posta ao seu ollicio de 17 de outubro prximo
lindo em que participou ter deixado de en-
tregar ao delegado supplente da commarca ,
o dinlieiro que este pedio para pagamento
da tropa que conduzia recrutas para a capi-
tal por nao ter preenchido as formalidades
exigidas pelas instru-'ces de 6 de abril de
1841.
Dita Ao do municipio de Goianna. =
O inspector da thesouraria de fazenda vendo,
que algumas collectorias tem inde/idamente
adiantado sommas aos encarregados do recru-
tamento para estes depois darem conta das
rjMWMM t q.je izerem ; declara ao Sr. coi-
lector de diversas rendas do municipio de Goi-
anna que a sua autorisaco limita-se a pagar
as contas destas despesas achando-se lega-
lisadas conforme o artigo 11 das instrueces
de 6 de abril de 1841 que ja lhe foro re-
mettidas e que porconseguinte s em vis-
ta destas contas, he que o pagamento lha po-
de ser levado em conta.
Iguaes, portaras (oro dirigidas a todos os
mais collectores, a excepeo do do Bonito e
de Olinda.
dem do di.v 2-.
Officio Ao coronel Frailesco Jos Mar-
lins, respondendo ao seu oflcio desta mes-
oa data etn que participou ter por porta-
ra do Exm. Presidente da provincia do dia
20 entrado n j exercicio inlurino de direc-
tor do arsenal de guerra.
dem do da 20.
Dito Ao inspector interino da thesoura-
ria da Parahiba em resposta ao seu ollicio
de 23.
TRIBUNAL DA BELACA\0.
SESS.VO DE 10 DE.JANEIR0 BE l8l3.
Na appellago crime da comarca da cdade
da Parahiba appellante o juizo appellado
Joaquim Jos Soares escrivo Postliumo ,
se julgou pela conlirmago da senten^a ap-
pellada.
Na appellago crime da mesma cidade ap-
pellante a justiga appellado Joo Antonio
Maxado escrivo Ferreira ; foi conlirmada
a sentenga recorrida.
Na. appf llago crime da mesma cidade, ap-
pellante Vicente Ferreira da Conceigo ap-
pellado Antonio Francisco Moutinho escri-
vo Jacomo foi a sentenga confirmada.
Na appellagocivel desta ridade, appellan-
te Policarpo Jos de Albuquerque appella-
do Antonio Joaquim de Mello Pacheco es-
crivo Ferreira se juljjou pela conlirmaco
da sentenga appellada.
Na appellago crime da comarca de Flo-
res appellante a juslica appellado Vicente
Ferreira de Mendonga escrivo Jacomo ,
jnlgaro procedente o recurso e mandaro
remetter o processo para entrar na subso-
quente sesso.
Na apppllago crime dos jurados desta cida
de, appellante Joaquim Jos de Santa Anna,
e appellada a justiga escrivo Ferreira se
julgou improcedente o recurso.
Os embargos de Antonio de Mello Albu-
querque contra Francisco de Borja Accioli ,
e Lino Pereira Cavalcante o outros oppostos
na causa de appellago civel da provincia das
Aligoas, escrivo Ferreira, foro despresados
mandando-se comprir o accordo embar-
gado.
Na appeagao crime dos jurados desta ci-
dade Francisco Jos da Silva e D. Mana
Antonia Cordeiro appellado o juizo escri-
vo Jacomo, se julgou improcedente o re-
curso.
Na appellago civel da comarca do Cear ,
appellante Jos Theophilo Bibeiro e appel-
lado Jos Joaquim da Silva Braga escrivo
Posthumo se julgou pela reforma da senten-
ga appellada.
Na appellago crime do juizo dos jurados
da cidade de Goianna appellante Simplicio
Pereira Borges appellada a justiga escri-
vo Ferreira julgou-se procedente o recur-
so mandando se que o juizo a quo deflira ao
appellante.
EXTERIOR, i

Esta alegra to brilhante que anda na
Yespera de manha animava o rusto da iinda
(+) Vh o Diario !?. 4 5
noiv.t ia murchando, atienta a inquietago
que lhe inspirava o estado de sua mi e a som-
bra tristeza de seu esposo. Ambos velavo
cuidadosamente ao lado da doente ; algumas
vezes quasi forga M."" de Ferrires os
separava della por algumas horas; M."'Du-
rand a aju java. Assim se passou o dia e,
meia noite tendo o somno dado ajgum leni-
tivo ao soffrimentos de M."" d'Hauterive ,
s licro junto della M Durand e um medi-
co. Antes de ainanliecer Carlota j eslava
com elles. No da seguinte M.me de Ferri-
res quiz absolutamente velar junto ao leito de
sua amiga ; e para obtr de Carlota essa
permisSSo, foi preciso que lhe concedesse pa-
ra a noite seguinte o mesmo cuidado.
A doenga era grave ; violenta fobre abra-
sava a pobre sen hora e a fazia delirar ; agi-
tada pronunciava palavras vagas e sem liga-
gau. No rcuiru na, um profundo anatimen-
to anniquilou todos os seus pensamentos ; j
nao conhecia as pesso della. O pezar consuma a todos os seus ami-
gos. C beceira do seu leito. To dolorosos tinho si-
do os poucos momentos que passra com Leo-
poldo que ella julgava que esse mal repen-
tino lhe roubava ao mesmo tempo mi e espo-
so. Arthur estava quasi sempre com seu ami-
go ; pareca cecupado em velar sobre elle, co-
mo se temesse deixa-lo entregue a si e s suas
impresses.
Sobreveioa noite. Carlota ficou com a fin I
Durand que depois da molestia de sua ama
nao tinha descansado urna hora sequer, e que
nao pode resistir fadiga. Adormeceu em um
suf e Carlota se achou s meia noite ,
com sua mi moribunda e que j a nao co-
nhecia. Era aquarta noite do seu casamento !
A cmara em que dormia M.m* d'Hauterive
era vasta, e tinha as paredes forradas de um
estofo de seda escura. Ento estava apenas &-
lumiada pela fraca luz d>' urna lampada de ala-
bastro suspensa no tecto e que projectav
Boffibras espessas e prolongadas, Essa cama- '
ra dava para um jardim ; a essa hora da noite
nao podia chegara ella o mais leve rumor n i
di ees e melanclicos gemidos da doente nter- (
FRANCA.
0
COUHESP. DO JORNAL DOCOMMERCIO.
Pars 30 de outubro.
Nao se me oT^rece nada de novo a respeito
da poltica drste paiz ; porm depois que
tnandei pelo Entile a minha longa e interes-
santissima correspondencia de 25 recebi
cartas de Allemanha cheias de noticias in-
! teressantes algumas das quaes nao appare-
ceni as folhas desta capital neui as de
Londres.
-A liga de alfandegas allema parece bem
decidida a fazer opposico projectada liga da
inesuia natii reza belgo-franceza. De diffe-
rentes partes tem partido para Bruxellas a-
1 gentes encarregados de obrar neste sentido.
A mesma opposigo se nota em Franga por
parte de diferentes interesses industriaes ,
cuja defensa os deputados conservadores tem
' tomado muito a peito celebrando umitas as-
semblas para este im : abuso sem duvida
escandaloso contra os verdadeiros principios
| representativos; porque a mesma cousa que
i usurpar o direito de iniciativa em um objec-
to em que ella pertence exclusivamente
corea.
0 rei da Prussia acaba de dar dous passos
to importantes que se frmos a toma-Ios
ao p da letra, alguma modificago muito no-
I tvel se prepara as instituiges daquelle paiz.
Um dos ditos passos a publicago de urna lei
sobre a imprensa. Todo o est-ripto de mais
de 20 folhas pode ser publicado sem censu-
ra previa comtanto que nao trate de objec-
tos religiosos. As nicas restrieges a esta
medida sao : Io a caugo qua o editor res-
ponsavel deve prestar ; 2* ,4a entrega de um
exemplar ao promotor publico 24 horas an-
tes da publicago. Se o escripto criminoso,
pode o dito promotor publico persegui-lo ;
porm a publicago em caso nanhnm pH
Jeix r de torlugar.
A outra medida notavel a convocagSo em
Berlim de urna assembla composta de depu-
tados dos estados provinciaes. As attribui-
gdes desta assembla limilo-se por ora a dar
o seu parecer sobre os objectos que o rei qui-
zer submetter sua considerago; porm com
o tempo podem fazer-se mais importantes A'
abertura da primeira assembla desta nature-
za leve lugar um dia destes com todas as for-
rompio s vezes o profundo silencio que li
reinava. A principio s elles oceupavo a po-
bre moga atienta a todos os movimentos de
sua mi e que segua com anxiedade o mo-
vimento do ponteiro que devia indicar a hora
marcada pelo medico para dar-se o remedio
doente. No entanto M."" d'Hauterive a-
dormeceu e isso pareceu sua filha de mu
bomagouro, por outra parte. Carlota ainda
que muito afflicta e consternada pelos sotTri-
mentos de sua mi, nao tinha tido um s ins-
tante a idea de que talvez a perdesse. Aos 16
anuos nao se aprsenla ao espirito a idea de
destruigo, porque nessa idade, cada dia traz
comsigo urna nova affeigo, urna esperanga
desconhecida um projecto concebido pela
pi rmeira vez, urna amizade nascente. A cada
instante desabrocho, sentimentos.e ideas quo
l ento nao wt\*Mts.'8 mas nadu sir.da to-
.nos perdido ; nada nos advertio anda da fra-
gilidade das cousas humanas, da nstabiiidade
iio que nos pareca mais certo e da incerteza
'o? prsjectoe msi ben ."".::.h;r.u. Na ii-
luiiio ainda as nossas esperangas, destruio oa

. :


*
cmara legisla- ra los grandes hornos da sua patria. Des-\nia com o rei Luiz, eentregou-'he urna corai rito mximas e ^^"^f^P0!^8?^ "
tiva. O ministro do interior fez um discur- (de logo pedio planos para a obra que prujec- de louro. Ento o soberano lhe pegou pela ver no prusiano, me dizqaen m oj zo que
.....J..... .._..!______L.l. *.-_.. .:_ ,-. .^^.; tmn!n niin de to eu faco sobre as consequencias uaqu. nas in
tnalidades Je urna verdadera cmara
so em qu.a deu a >s deputados o titulo de
Fiwsten und Herrn ( principes e senhores);
o presidenta respondeu-llie com outro anlogo-
Provavelmente o re da Prussia siba muito
mefhor o que faz do que eu o que digo ; mas
quandooeu assim vejo occup-.do com expe-
riencias representativas lembro-me os ra-
pazes quando se poem a brincar com as ar-
mas de foso. As concessOes que actualmente
se fazm ao espirito de liberalismo da nossa
poca ( porque d'antes lamben havia libera-
lismo, por n de muito melhores quilates que
o d'agora ) fazem pouco mais ou menos o
mesmo effeito que faz a lenlia no fogo. Quan-
to mais lenha se lhe ci tanto mais elle de-
vora e tanto maisdillicil se torna de saciar.
Em quanto o rei da Piussia assim /ai re-
formando moderna as instituigOes do sen
reino queixo-se amargamente delle emdif-
ferentes partes deAliemanha pelas suas ten-
dencias para o catholicisoio que todos os dias
se vo fazendo mais manifestas. Dizem que
a rainha da Prussia que fra 'atholica antes
do seu casamento se sent dilacerada por
tSo pungiiite.i remorsos quea cada momen Biianij tose recet em Rerlim a representag.au de al- duzem a vastos terrados, donde se goza de
gum grande drama religioso, em que ella fa- urna vista soberna. E neste lugar que est
tava aos melhores architectos daquelle tem-
po : muitos Ih'os ofkreero, porm nenhum
lhe agradou. Afinal chamou o famoso archi-
tecto Klenz em 1816 e approvou em 1821
o plano que ell lhe apresentou. Em 1830
foi lanzada a primeira pedra do edificio pa-
ra cuja collocago se esfolheu o lugar que em
outro tempo era limite do imperio romano na
Germania nao longe daquella famosa cida-
dc chamada pelos Allemes R^gensnurg ea
que n damos o nomo de Ratisbona a qual
em lempos antigos foi capital dos Agilolfen-
gianos que hoje se chamo Bavaros
Nao ha construcQo alguma no mundo a
nao sprem as pyramides do Egypto. que mais
mer 'ga o nomo de cyclopica do que o Wal-
Ihalla. Tudo nelle colossal : cada colum-
na pesa 10,000 libras cada pedra dearchi-
trave 26 mil. O edificio descansa em urna
pollina de 84 metros de altura denominada
Braumberg. O comprmanlo de lodo elle
de li7 metros, a largura de 97 a altura
de 70.
' Sobe-se para o templo superior por seis
magnificas eseadarias de marmore que con-
ga o papel do Clotilde e seu mando o de Clovis
Tocando nosta materia vem-me a lein
branca algumas expressOes que li da cousa de
tres annos em urna "serie de artigos sobre a
o pantheon propriam^nte dito, o qual consis
. te n'um templo de 77 metros de compndo so-
bre 37 de largo ornado em cada extremida-
de com um prtico de 14 columnas dricas
liga de alfandegas da Prussia publicados no cada urna do 12 metros de altura e 2 de dia-
Jomal do Commercio por um corresponden- metro.
te da dita folha. Dizia elle que a decaden "levo principal do frontispicio apresenta
ciadolutheranismoeosprogressos docalho- 15 figuras allegoncas, emblemas do livra-
... .. t j monln na lltimanlia rtannic An miflirq An Hua
licismo r.a Prussia erfto taes que nada se ad-
mirara se visse este ultimo collocado no thro-
no jd no reinado seguirte, O que acabo de
dizer a respeito das tendencias do rei da Prus-
sia parece querer transformar em prophecia
as ey.pressOes daquelle correspondente.
Qumto ao mais esta tendencia pa.a o ca-
tholicismo boje tanto da moda que talvez
nao haja parte onde ella faga actualmente tan-
tos progressos como em Inglaterra. No pro-
prio s io da igreja anglicana se formou ulu-
mamente urna seita denominada Persysmo ,
a qual separando-se aberlamente das m-
ximas protestantes vai dando lodos os dias
novos pavos no caminho que a separa dos ca-
tlicos. Grande numero de protestantes mui-
to distinctos sao actualmente persjrstas de-
clarados ; e ( o que anda mais nolavel )
muitos dos propnos bispos anglicanos lein a-
dopfado as mximas da nova seita. Um des-
tes dias por fixemplo pregando o bispo de
S?.|isbury na catbe Iral de S. Piulo, em Lon-
dres disse que nao se poda negar que a u-
miio era urna ptrande'fanlagem Oulros bis-
pos ouviio estas expressoes e nennum del-
les asachou mas. Senhores disse anda o
mesmo hispo na dita oocasio roguemos a
Dos pelos nossos irmaos defiintos. Em al-
gumas igrejas angcanas ja se celebra o otli-
cio com velas acesas ; ja em difl -rentes par-
tes se pretende que os ministros su bao ao pul-
pito de sobrepeilis. Quem acreditara taes
mudancas possiveis em um paiz onde o nome
de papista era a maior injuria que se poda di-
r a un hnmcm r1
A in*uguragodo JFallhalla teve lugar no
dja 19 uo correte com urna magnificencia
poucas vczes vista Chama se JFalihalla um
edificio magnifico e gigantesco destinado pa-
ra pantheon germnico em que perto de 40
annos se tra aihou custi do magnnimo re
de Baviera actual. Foi em 180IJ sendo a-
inda principo real que Luiz de Baviera teve
a primeira idea de elevar um templo memo-
nossos prazeres ou anniquilou as nossas a-
feices ; tudo quanto temos amado alii esl.
.Sabemos apenas que ha vida, prazer e amor:...
odio os soffrimentot e a morte, sao ideas
queainda nao comorchendemos !
Entretanto, Carlota sent urna profunda
tristeza. A alegril dos primeiros dias do seu
casamento com que sonhra linha desappare-
cido ; solre orna vaga inquiefacap e um pre-
cuja causa nica nao era
^T^^l^;^^ ^lauterive .anca.io para cima de urna meza
noTia lrouracau,aquanoessaanxiedade Pr ciosos braceletes anda la estavao. Ca -
cru que o nava seu marido to indiffereo- Iota pegou nelles com essa especie de respeto
S Pela primeira vez. nao se r*aiisaro as es- e ternura que sentimos pelo que pertence as
nerancas d mua- comecou entSo a reflectir pessoas a quem mais amamos; h-mbrou-se de-
a oda S qS aos seus desgostos de pois de guarda-las em urna ca.xa enoruUd.
eamaaiajjwvt.il, i ,i rn.aroiii.rnii p. nu servia de core de loias.
mulher junta-se o medo de urna crianQa : as
sustro-a o silencio e a obscuridade que rei-
na. a ornara : treme n> cm SJ-do ....
j; o seu crdulo susto imagina arhar soccorro
ea urna claridade mais viva que deixasse ver
melhoros objectosqueem torno della seaclia-
tm.mli> >'::: proC!" HelraiV;rtP pm
illas pccupacOes ordinarias; qur 1er escro-
ment da Alh'manha depois da guerra da Rus-
sia. No centro est a figura colossal da Ger-
mania rodeada dos seus her>s. Para um
lado est a Austria e a Bjviera; para o outro
a Prussia e o Hannover.
A sala interior do templo destinada para
a collocaco dos bustos. Os que por ora l
'em lugar nao passao do cem ; porm ha um
grande numero de lugares vagos que liAo de
ser oceupados pelas il!ustrac>s dos seculos
futuros. A ordem da collocaco a chrono-
logica, sem precedencia ou distincgo alguma,
porque a gloria ni!o as rec nhece. Assim o
poeta ap arece hombro com hombro como
soberano este com o prelado e do mesmo
modo os oulros. Entre os bustos j colloca-
dosv-se o de Alfredo Magno rei de Ingla-
terra admittido no TFallhalla por causa da
sua origen) saxonia ; v-seo do Clovis cuja
origen) foi igualmente germnica ; ve-se o de
Carlos M-igno. que nasceu n'um moinho ,
nao longe de Munich pIc etc.
A inauguraco do TFallhalla teve lugar
por meio de urna solemnidade a queassisti-
ro os representantes de todas as potencias da
All^manha. Foi o rei Luiz de Baviera em
pessoa quem f.'z a ceremonia da abertura do
templo. No monento destinado para o re-
ctbimento appareceu elle no alto da esca-
daria e desceu por ella ao encontr da Ger
mana que suba na direcco op;>osta. A
Germania era representada por urna matro-
na de presenca e estatura magestosa vestida
alleoricamente. Trajava urna tnica de se-
ti n hranro, oingida com um cinto szu!, don-
de lhe pendia urna espada de ouro : descia-
Ihe dos hombros um rico manto de velludo
carmesim todo recamado de ouro Na ca-
bera toucada ao modo aulign trazia urna
coroa mural. Fazio magestoso acompanha-
mentoaest personagem 32 donzellas ca-
da urna das quaes represent.va um dos es-
tados soberanos da Alie nanha.
No meio da escada enconlrou-se a Germa-
mo e aconduzio ao templo que de tao
longo tempo havia preparado para recebe-la.
Este momento foi solemnisado com estron-
losas salvas de artilharia.
__ Segundo as ultimas noticias do Canad,
o estado das colisas naquelle paiz mais que
melindroso. J nSo preciso ser profeta pa-
ra prognosticar a prxima emanciparlo da-
quella colonia: um fructo queja chegou ao
ultimo grao de madureza e que qualqurr
hafinho de vento basta para fazer cahir da ar-
vore. Que esta separado havia de ter lugar
ou tarde ou cedo vi(Jente ; porem que os
erros palmares da poltica do gabinete Mel-
bourne a fuerSo prematura tambern cousa
que nao tem duvida. D'antes estava a colo-
nia dividida em duas provincias ( Alto Cana-
d e Baixo Canad ) na primeira das quaes
predomina a raga a lingua e as mximas
torys inglezas, e na segunda a raca a lin-
gua e as mximas liberaes francesas. A
favor desta disposigflo nascia entre as duas
provincias urna especie de antagonismo poli-
tico no meio do qual o poder arbitral da me
tropole se apresentava de urna maneira intei-
ramente fayoravel aos seus direitos d sobe-
rana. O gabinete Melbourne reduzindo
tudo a urna provincia nica fez desappare-
cer esto antagonismo tao importante para os
interesses da Inglaterra e pz a decisSo de
lodosos negocios as mSos da maioria num-
rica que a do liberalismo francez.
Outro erro ainda mais cavallar foi a lei que
fez o governo executivo da colonia respon-
savel perantea assembla legislativa colonial,
em lugar de o ser perante o parlamento de
Inglaterra como d'antes aconteca.
Os resultados destas duas innovacOas sSo os
que agora se estao vendo. As pessas que ho-
ja decidem de tudo no Canad sao as mesmis-
simas cujas cabecas foro postas a preco por
causa da tentativa feita em 1837 para eman-
cipar a colonia ; e o goVernador inglez v se
na necessidade de ir elle mesmo sanecionando
todas as med Jas as mais directamente op-
postas aos interesses da soberana da Ingla-
terra.
__ Tem havido serias contestagOes entre o
governo deste paiz e Espartero por causa
das despesas feitas com a detencr de D. Car-
los. Parece que o regente de Hespanha se
^nvergonha de manchar os seus orcamentos
com a insereno de urna verba to hedionda ;
porem Guizot nao admitte estes escrpulos e
quer ser pago risca. Por outras palavras :
o patnarcha da doutn'na nenhuma duvda
tem em continuar a servir de carcereiro do
pretendente : tudo quanto exige que as
propinas da carceragem lhe sejao pagas pon-
tualmenle. E nisso tem elle muita razfto :
se a cousa n8o d honra, ao menos que de pro-
veto.
Todo o mundo se preparava segunda
feira passada para ir ver a revista que Luiz
Fhilippe devia passar nesse da s tropas da
guarnico de Pariz na praca do Carrousel ,
segundo se linha annunciado. A revisla nao
teve lugar ; e como o da nao esteve muito
bom suppz-se naturalmente que por sse
motivo o nSo tiveri. ^bc-sc agora que, di
consequencia de um* contra ordem expedida
pelas 3 horas da madrugada que a dita re-
vista se nao passou. Os polticantes inter-
preto este acontecimento de mil maneiras
differentes.
. Depoisdeescriptooque mais cima se
l sobre as innovaos representativas do rei
da Prussia pessoa de grande tino poltico ,
e que passa por muito conhecedora do espi-
ver intenta desenh.r ; mas tal era a preo
6upac,fio do seu espirito, que nao pode con-
tinuar ; percorre a cmara j acclarada e
pretende que os frivolos cuidados que de or-
dinario empregava nessas bagatelas que exa-
gero e sobrecarrego os movis de urna se-
nhora elegante lhe sirvo de distrahir seus
sombros pensamentos.
Na noite do casamento quando a desespe-
rarlo se apoderara de seu espirito, havia M.
de madreperola, e que servia de cofre de joias.
Estava ali a chave : Carlota guardou os bra-
ivIflHS qni7. denos fechar o cofre e tirar a
chave de que seni duvida sua mi se esquec-
ra 5 mas a echadura resisti; em vo com
toda a sua forca a moca carregava na lampa.
%pm Hi>wid sem o esperar enj .jn.lnc m.
cro em urna mola que abria segundo fundo ;
eu faco sobre as consequmeias daqu.-llas in-
novacOas justo, nem as informac6es do meu
correspondente so Inteiramente exactas.
Quanto a lei sobre a impronsa ainda nao
foi publicada ainda que a todos os momen-
tos se espera pela sua publicaco; porem a
clausula oue manda entregar ao procurador
regio um exemplar do mpresso2i horas an-
tes delle sahir luz tem por im habilita-lo
para poder suspender a sua publicaco no
caso de entender que assim convem.
Pelo que diz respeito convenci da as-
semhlca dos deputados dos estados provin-
ciaes, tambem a interpretacio natural deste
facto deveser muito diversa daquella que eu
lliedou. preciso f.zer grande difTerenca
entre assembla consultiva e assembla re-
presentativa. No primeirocaso a coroa per-
feitamente indppendente; no segundo com-
pletamente subordinada. Aquelles que sqp-
pOe a innovaco feita na Prussia um resulta-
do das ideias represntativas que vopao em
Allemanha, e que espero que este passo nao
seja seno o preludio do estabelecimeuto do
verdadeiro systema representativo naquelle
paiz hfio de se achar engaados porque
muito pelo contrario ser o resto de Alle-
manha queJia de sentir oefMlo da nova ins-
titucSo prussiana. A questopntre as van-
t.gpnsda monarchiaconsiiltativseda monar-
chia parlamentar vai ser decidida com o ex-
emplo da Prussia, cuja poltica tem to gran-
de influencia em os estados da Confederado
Germnica. E'una lco de que todos elles
so ho de aprovoitar.
Como estas n tlixoes me parecem mui as-
sisadas nao quiz deixar de fazer menguo
dellas, somente por estarem em opposigo
com o jiizo que eu havia feito sobre o mes-
mo objecto,
A mesma desgraca que persegue os In-
gleses na India e na China pe .segu lambem
os Russos na Circassia. Parece actualmen-
te positivo que o imperador Nicolao, desani-
mado com tantos re/ezes successivos como
tem solrido as suas tropas naquella guerra
deexterminacao resolyera finalmente re-
nunciar por umi vez a todos os seus plano*
de conquistas Oexercito retirarse-ha para
o territorio russo e todas as operarles mili-
tares se reduiro a def.mde-lo das incurges
dos Circassios. Quem v um to pequeo
povocomoos montanheses da Circassia defen-
der-se por tanto tempo e com tal resultado,,
contra um to enorme colossocomo a Russia,
nao deve desesperar da causa da independen-
cia de qualquer povo que seja.
As reliquias de Smto Agostinho partiro
para frica no dia 2i do rorrente. Sobre
este interessante ftbj oto renvlto-me ao que
disse na minha coires|tondencia de 25. Oito
bispos francezes aeompniiro os despojos
mortaes do santo bispo do Hiponia.
O rei de llollanda acaba de proceder
para com urna deputaco dos estados de Lu-
xemburgo de que elle gro-duque pre-
cisamente como o imperador do Brazil proce-
deu com a celebrrima deputago de S. Pau-
lo. Pretendio os deputados da assembla
legislativa daqucll> paiz Cortas cousas que g
governador, segundo as instrucgOas particu-
lares qu) linha Itie nfto poda conceder : u-
iiia dellasera a publicidade das discusses ,
ou por meio da admisso do publico as ga-
lanas ou pela reproduego fiel tos discur-
sos na folha oflicial Immediatamente se
formou um grande partido para obter o que o
governador recusava e determinou enviar u-
ma deputago ao rei para esso fim. O pro-
porque, tendo levantado a tampa para vex
com urna vela se alguma Jola estava posla de
modo que a nao deixasse fechar separou-se
o outro fundo j algumas cartas e um retrato
cahiro sobre o cofre e no chao. Qnasi hor-
rorisada por ter assim, sem o querer vio-
lado um segredo que devia ignorar, mais dis-
creta do que em seu lugar serio outras a
moga tentou guardar tudo outra vez ; mas ,
tendo casualmente olhado para o retralo, nao
pode resistir ao desejo de averiguar a duvida
que no seu espirito se elevava ; chegou-o
luz e ao 1er estas palavras gravadas no
medalho : A' minha cara Lucia a 24 de
margo de 1830 reconheceu o baro Leo-
poldo de Leymon o mesmo que a 24 de
margo de 1833 a linha desposado.
Aterrada nao podendo dar crdito a seus
olbos nocomprehendendo mas querendo
explicar esse mysterio de que ainda duvidava,
esperando adiar um motivo simples c natural
ao que lhe pareca impossivel., inexplicavel ,
leu rnm av,ipZ ar!? dss C2!2 ; e entro
muitos piotestos confidencias e expressOes
apaixonadas, eis alguns pedagos que levarlo
ao auge a sorpresa e a dor da joven baronoza
de Leymon :
Nunca senti, e jamis sentirei seno por
vos minha Lucia, to completo amor, fiiho
desta unio intima em que os nossos corages
e pensamentos to perfeitamente se enten-
dem e accommodo. Nossas ideas iguaes, que
consideris como um obstculo vivacidade
do meu amor, augmcnlo ainda a minha ven-
tura. 0 tempo as vicissitudus da vi Ja os
desgostos que causa a sociedade o tedio e a
Tadiga de s us prazeres, ess certeza que nelle
adquirimos de que sao to poucos os coragOes
bons, honestos e delicados : quantas luzes
emlim traz ao DOSSo espirito a experincia ,
tudo reverte em proveito desse amor que as
vezes me di/.eis que so de inspirar uniM mu-
lher nos seus primeiros anuos. Ficai certa de
que nenhuma mulher de 18 annos poder ins-
pirar essa doce paixao qu perto de vos sinto.
Amo em vos todo o paseado todo o futuro
iiiiuOS pCTv -i i i ii"^i
AM .i... I Mil >
idade desproporcionada nos arrebate um ao




eramma do que a deputQo Jevia f z^r as-.tambsm partecpava do assacinato. Smho-
sm como a me.ns8.gem que ella devia apro- res Bdactoros oassido o criado neste Becife
sentar por paite da asserobla chegac o
conhecimento do roi, antes dos deputaioa :
parece que esta ultima era concebida em ter-
mos pouco comedidos. O re i nao smeuta
recusou a audiencia qui a deputacjio Iho p -
dia mas fez-lhe reapendar p lo ministro
complante que nao poda verseragran.de
desprazer semelnante proced ment oqnal,
alm de tudo quanto linha do extra irdinario
.ra nteirameute illeg!. vi*' > que a consti-
tuidlo dogro-ducaJo nao adnittia outras
itI-C'S dos esta os com o joveroo que niio
fossem pelo canal intermedio do gobernador.
( Jornal do Conixnerciu, )
COKKESPOXDE a CA.
Sis. Redactores. Eu quizera demorar
por mais algum temp>a defeza laminhaTe
putacJU) mordida pelo Diario novo at que me
fisse possivel aprezentalla com doeum ni H
nbtido* de pesabas fidedignas da comaroad
Garanhuns e certides dos autos que fazetn
| o objeclo da minha argido, porem Como
talvez se persuada algoem que eu i m essa
demora tentio em vistas me ir i squivando de
justificar-me de urna arguicS de que os
meus inimigos talvez digi > qu i u m ni i
possu defender e por nutro lado como Pa-
sa demora pide dar logara algunsjuz B '
raerrios de pessoas que me nlo conh 'cera,
e que nao podem ter urna informa i Me-
ta doacontecido u v >u xp ir li finen
publico tudo quanto sa passou sobr ocazo
contentando-me som< nte !!" I-
les, que estiverem p 'rsuadi >s 'I i onlrario
a contestarem-ine, e protesta.! lo sompre a-
prezentar os documentos, qu promet.
Tendo sido assacinado n-; Ga-
ranhuns o infliz Jos Cavalcanta le Albu-
querque forfio prpeessados pelo delegado i
U-rmo as pssaoas qu i ato se
lupozerao ter tomado parte a sah r o bach i-
re Francisco Machado Das o alfen s Man -
el Antonio Martina Pereira e um
c.-avodo pnmeiro, remet o o ra
nmeujuizo, eu como juiz municipal su t n
t-ia pronuncia dos trea individu s ; m ifl nlo
contentes os doua primeiros c i i o
pacho recorrem delta p i oju z >ie direito ,
^comarca: concedil-hes o- ., ip* ^ ^V ^t"\l'Z^ sZ
> publico sabe mu bera que a minh con-
ducta sempre foi livre de qualquercrinv; mes-
mo leva qua partenij a urna familia que
sempro ocupada em seus meios de vida lici-
tos c decntes, be c miedla cao alguns
morecimerltos por outro lado que motivo
liavia para cu dezejar tal m*l ao defunto Ca-
v.ilcante ? Que intrigas linha eu com ell pa
ra isso ? Ao contrario nao lu sabido que
i lie alem do ser um dos escrives do meu
juizi era p^ssrta que se dava um pouco
com migo Que todos os das misino sem
estar em servigo hia a minha casa ?
Para que pois o 'Mario'novo avanzar a q-
ma propozicSo inventada pelos meus inimi-
gos para d'tratar-me ?
Oito testemunhas forfto inquiridas pelo de-
1 -gado no processo pelo referido assacinato,
nenbuma lidias tocou em meu nome os reos
forlo interrogados nenhum delles. falln em
niim as autoridades as suas partes ao en-
v rno nada dissenlo a meu respeito. Com i
pota be", que corra similhanta boato ? Mui-
to pode o genio do mal qnando quer brotar
contra qu l-juer As pessoas gradas da co-
m irea sabem da verdade do que levo dito ,
ellas conhecem a minha ncapacidade pira lal
proceder; e se assim nSo acontecesse nao
: > smenteos tres individuos referidos os
prezos pvocessados e perseguidos eu nao
meterla concervado na villa de Garanhuns
doos mezas depois do assacinato, sem mea-
eontocer couza alguma. Portante he claro
qu so algum meu inimigo qae so ilgum
i. qu lies que se regozjlo quando v. m
le M-imidaa reputaglo alheia a tal trancarii.
Sniirs Redactores, euconheQo, que o
queacabo d" oxpor nao est documentado,
ia u dezafioaos mena Inimigos, p^ra que
: istm ; pois meus documentos de msis
de sessenta leg is tem de vir O Vario no-
vn deve saber que eu como juiz munici i :
: Garanhuns, nio sou instrumento dcsle
oudaqu lie partido e que s procuro acer-
tar n 11 uraprimento dos meus dever s; b
seique essa vereda lie diflcil, e que muitas
v .', s a rraqaeza humana desvia delh o vian-
lante, mas a boa f neste cazo justifica os
u 1,0 T mho portanto d monstrado a
|a aruzacao que me foi f.ita resta
., ,|;,; publico que deseulpaalgumas falta* .
Pissagoiros. orire Patn, In^lez : Pol-
carpo LuzGmiciIv-s P<*rreira, Portuguez :
p Protorins Ru so: Ilicard LouattCol-
ler, arulher lo capitlo ecunhada, lu
glez,ea.
Brem.n; 60 di s, brgua bremence lele-
graph de 228 toneladas, eap, Uenrich
Anlestem. ,equip. Il, carga lastro : a Bie-
ber & C*
0B8BRVAQOES.
Entrou o brisuo Memphis que se achava
fundalo rio lameiro.
)ECi,AliACES.
> 0 vtpor S. Salvador commandante
Simplicio .los.'- leMattos, sah" rara os por-
tes do norte s 11 horas do dia 12 do corren-
te e reichi a malla no crrelo as 10 horas
= Sahir no uf portuguez M ira Feliz, capill > Antonio
Luiz Gomes; tendo anda praca para 2()0
barricas quem quizer carregar ou ir de
passagem ; dirij-s io so consignatario
Antonio Joaquim de Souza Ribeiro.
I. E 1 L o E S .
tsr DiogoCrabtree & Companha farO
leillo por conta de quem pertencer., e por
mterveoefio do Corretor Thoraaz Dousley, de
lodosos objectos p^rteocenteaaobem conhe-
ci lo lre-u Mary Queen of Seota conderana-
lo nesta porto a saber mastaros todo o
v llame muitas pegas de cabos de patente,
rem nem por isso lhe don de parecer que uso
Jesse emprego deixe isso para a nene, pois
quando precisar de alguma cousa nao pre-
cisa and.tr por ahi mendingando f-lle com
esto que he sen cinsero amigo. O de ganxo
no brago.
LOTERA do thetaro.
As rodas desta lote-
ra anillo imprcicrivcl-
mc ic no di i 7 ilc feverei-
ro prximo fu!eiro c os
res ect vbilhelc achat-
se a venda nos lugares do
cos me.
SS9" No da ;') do corrente nuz .csapareceo
do Ahogado, um ca vallo flom os signaes se-
.juint s ; asante grande, preto tem um
ie urna mao calsido de branco tem urna
strella na testa tamben branca e he muito
ardigo, e tem a caud i coi lada; quem o pegar
ou ver adiado l< ve o a> paleo de S. Pedro n.
16, que sera generosamente rscompensado.
0 ataixo asignado aviza ao sr. collec-
torea docapim que desde o mez do agosto
do auno de 181-2 nao vendeo mais capim e
n m t-nci na mais vender ; por isso faz o
presente annuncio
Manool Francisco Guimarles.
No sitio que Qcapord< traz do sobrado do
finado Monteiro C ntinua-se a vender agoa
i d< 7. i ais a < an 'a d > melhor qualidade que
de haver e rom mais abundancia do que
an loras gran les o pequeoaa, marras d i er- em outra qualquer parle.
ro moite, cadernaej, e lelos os mais Osr. Theotonio Ti
I
I
zentadosoe trasudse i nts
dentro de cinco das na f>rma da le ; a par-
to acuzadora nao pediu visla pa i pug-
nar paasados oatroa i in o das i|i
essa fim a I i Ihe^concele s b 'pa-
ra a minha concluzo e vi ndo eu a insufi-
cienciade provas allegla pelos recorrenl s,
achi de iustiga refoimar o meu despacho de
auslentacjlode pronuncia, absolven loosdous
recorrentes ; finta e qalro hoi de
publicada e intimad i esta minha d iza i, ap-
jiarece-mo um r-queii i< nlo da pa i icuza-
ilora recorren.'o della .aro o juiz de direito ;
I 'mo en nesse dia dado parte d dpent e of-
liciado o meu substituto para entrar em eser-
cicio despache! OUe a elle requeresse es-
te meu proee.duneO.to alem de i- r'/>l e 8cr
.. ........;..,^, -1 ... 1"
.;: o})CmS' i ;-wj u^uj iuw1" J"* '"_'
minada prejudca^a a parte acuzi lora pas
inieo meu MibstHuto proveria ao que por
ella fosse requerido.
A vista disto dig&o os meus uelratores: "jiie
recurso negueieu a parte acuza lora.
Nao parou ain a aqu a calumnia derra-
mada. O Diario novo nao satisfdito em a-
lii mar que eu deneguei o recurso a parle
acuzadora aprt'goo i que se dizia que eu
outro nesta vida que deve S ir UOo so ( meg-
in- existencia.
Em outra dizia : Para que sacrificara
nossa ventura a de yossa lilba ? D mis qu .
casando vos nao adiar ella um partido
brrihaUte iqnesd pois i ano
asorta dessa moca de urna man I liz
consentiris em unir-vos a tiuin. Minha LU
soamor me toaba fcito o mais aitoso dos
mortaes -.- para que nao m' r st ni n
voto a formar neceasaria se n irito
a certeza d-; que nenhum acontei menta se-
parar os nos-, .s destinos > i nen-
hum sentimento d uni os no!
O amor essa paixlo que f zeis lio vi
profunda quea ntia como #u me pa
dever ser para smii re a nossa exisl
Por isso, minha Lucia s
i.'i'tte invorunu "'""
diminuisae : se outn m i
que conti ihiste \
vosso esta.lo de viuV
se idgum dia ,- a meus olhus tenlass
aa9* i" i
ivel aprezentarei meus documentos. >ou
S nhor IS lledactos de Vm. Venerador e Cria-
I, Joaquim Jos Rodrigues de Sonsa.

C O.
pertences do navio, ama gran le pirte dellas
novas, e o resto p meo uso !" ; e depois se
v.nder o casco deste famozo velleiro, e ce-
lebre navio com os mastros reaes gurup,
bombas*, &c. principi r quarta f> ira 1:
!o correte as 10 horas da manhS e nos
quintes dias as m vsm is horas no Fort i !
Matto prensa de .Mano 1 Ignacio de Oliveira
Lobo
sa Ls. Bruguiere, farleilSo no dia 14
do corrente em sua casa na roa da Cruz n
i as 10 horas da manhfl por intervengo do
rorretor Oliveira, o em prez pea de um de-
i oo consulado de Fr nga por conta
i eo de quem p lencer do casco do na-
vio Francez V illant, barco naufragado na
llha ehar.
AVISOS DIVERSOS.
ALFANDEGA.
,i nto do da 10........
9:."2jG(.1G
DBSCARREGAfj H0JE 1 1 E JANEIRO.
Brign inglez = Panny = bacalho. _
Patacho h spanhol = Andrmeda = vinho, e
cominos.
Brigue sardo = Silencio = vinho.
Barca ingleza =Coiumbus = fozenda.
"MO VI MENT DO PORTO.
NAVIOS ESTRADOS NO DIA 0.
Rio de Janeiro; 15 dias, bri ue sueco Ar-
gos, de 21 toneladas, cap. P. G. Soduquet,
equip. 12, carga lastro : a Schramm & t."
Liverpool; 34dias, barca ingleza Columbus,
da 3l9 toneladas, cap. D. Grun equip.
20 carga fuZ'ndas : a Me. CalmontA C.*
comrr.ovtro vosso corago ; se visse outra
vtz como o mez passado um mancebo bello
.ni vi p rseguir-vos com oseuamor, sem
que eu tiv se o direito de o fazr parar ; se
vos,, coraso.. oh nao nao ultrja-
lo Lucia ; es o meu bem o ni. u amor ,
a minha vida.
Os oliios vidos de Carlota devoiaro pran-
de numero do cartas mais vivas mais ternas
.inda. A's vezes as lagrimas a nao di isavao
toutinuar; as vezes lia sem comprehen-
i s (.al.vras que passnvo a s us olhos ;
ul tava-se o ludibrio de algum pesad* 11 ter-
i iv i que o acordar destruira. Por fim ce-
.;!;, a tantas provas deixou cal.ir esses
p n sque abrasavao suas trmulas mios e
mou Amavc-se
u loo o lempo mmovcl entregue a
mil | ung ni s . os a pii>>i Vi b s u va es-
se mystoVio; o, Undo tocado todos os con.
uienloa anleriorcs nao cessava e repe-
tir Sm miavfio se. ,. Pol
comosseu8 Kannos quera eomprenender
Aehao-se a venda os
Ns. 9 e 10 do Artilhero no
lugar do eos turne.
Joaquim Juze de Santa Anna lluros ,
faz sciente o respeitavel publico, que no
dia f) do corrento abri as suas au'as de pi i-
meiras letras, e trncez; t idas as pi ssoas ,
que en eressaoo zelo, prosp ridade e apti-
do de seus lilhos, e que de seu prestmo se
queirao utilizar: hajo dedirigir-seem rora
de Portas ;a rus !>, Pilar no primeiro an-
dar do sobrado n. 63.
C7- Avisa-se ao sur. Cavado Joven Penta-
do que por me considerar seu amigo fago
o prt sent avisando que se oceupe em suas
ohiigacoes e deixe-se de ser caxorro de
arasto que tildo quanto acha na ra leva
pira casa, posto que disto nao tirar muito
hilen sse nao obstante a oc upaco de leva B
tr. z estar hoje muito em augmento ; po-
hurtino Couro Dan-
la queira dirigir se a lora de Portas a ne-
i: ;Cio do sen mt essc.
=a Ninguem com re ou por qualquer
forma contrare sobre o sitio de que se acha
le posse JoSo Antonio Prior na propriedade
Agua-fra de l biribe deque osannunoi-
mtes sao consenhores sob pena de perde-
remos ii (inheiro ; por isso que nem o re-
lo sitio he esligado, nom mesmo he fo-
piro propriedade, s-nao que aprsente o
lossuidor titulo de aforamento, e para
prevenir incautos fazem o prezente annuncio.
>) meMt.o se previne a respeito do sitio de bei-
ra do riacho Agua-frla em que se acho na
posse os berdeiros de I.ouremjo Josde Car-
valho.
- A pessoa que annunciou no Diario de
10 do conante, percizar de Irezentos mil rail
a juros sobre pin llores deouros pode procu-
rarnobeco da Pule, junto praga da in-
dependencia n. 4 segundo andar, desde
os s' is horas da tarde al oito horas da
noite.
- Quem annunciou no Diaiio de hontem
lOdo Corrente, precisar de tresentos mil
res a premio com pinhores de ouro fal-
le na ra das Cruzea na leja do sobrado n. 32.
= Osr. que. annunciou precizar de um
menino de 10 ou 11 anuos que tivesse al-
euma pratica de leja lo fazen la e miudezas
(luija-se a ra do Vinario I). 7, no arma-
zemde JoSo Ignacio de Medeiroa Bego ou
an'nunciesua morada para ser procurado.
- Lu Giiiuvuiu umi'i piujkiiiiaiiicuta
chegado do Lon Irea com sortimento de ricos
Barmetros, dos quaeselleactor, lindos
oculos, termmetros, microscopio compli-
cado, e oatroa objectos pertoncentaa a Uptica,
oquallaniriem conserta todo quanto for do
mesmo ollieio : convida os amantes dos ditos
ohj'ctos a dirigr-se na Pra^a da Independen-
cia loja do sr. Justina Meroz para se saber
da residencia do mesmo sr. cima.
de (|iie modo esse amor a sua mAi tinha sido
sacrificado no corceo de Leopoldo, a esses
dse JOS que nspnar.i SOa b'lh'Za, e a essa
affeicao que o seu amor despertara no corceo
do bario de Leymon. Como, no curio es-
pago de tres annos to viva paixao tinha
enfraquerido ? Como a sua mocidade o as
suas gracaa linho, a seu pezar talvez com-
movuo esse homi-oi oulr'ora 18o apaixona-
do por outra? Eis o que a moya nao poda
comprehender. Melhor avaliava a dr ea
genci'osidade d sua mai que apenas una
s palavra lhe revelou Sen amor tinha sa-
crificado para si t da a esperanca de felicida-
de e morrla victima do seu sacrificio.
EnUo ease primeiro sentimenlo nico
ue fazia palpitar o seu corceo desde qu i
vira o h rao de l.iymon essa ternura filial
Ihor das m revive em mu al-
ma e iie tez curtir novo genero deurea
Encerrou vivamente esaaa provas de amor
l ei:.. destruido essa ven-
ia a a julgra eterna depois aproxir
o leito em que gema quem liavia
16annos, a mava cum tanta ternura e que
or tila renunciara ao sentimento nico que
i. eria i iv I sr com o seu amor de mi .'...
E d sse sentimento que sacrilirra ao futuro
o i filh i pen 'a talvez a sua vida !
Carlota nao poda a si mesma dar a razio
d, sS'S i ni .ni .- diversas, contrarias, Uto
reaes e profundas que a acommettio : s-
menle um in-tante houve em qqg sentio to
na eompaixo pela desgraga "de que era
causa tAo viva gralido por esse sacrificio
qu* fizera neeesario to profundo respeito
a esse coraeo de mai, cujos tormentos com-
prehendia que cabio de joelhos junto a esse
leit > que contemplava com um sentimento
rl>gioso Minha mai !... minha mai !...re-
p. ia com a voz entrecortada de solutos. E
siiacabeca curvando-ae tocou a mo qua-
ri insensivel da doente. Assim ficou abys-
ada em suas n n Oes, at principiar o da a
onlar e conhecer (ue sua mi tinha
perlado.
(Continuarse-ha.)
I;


WWKIWKWrj'H II
H-'-
ey O Sr. Antonio Muniz Pereira queira
dingir-se passo.ilmente a ra do Trapiche
novon. 12 parase Ihe entregar urna carta
vinda do Rio Grande do Norte.
ssr Aluga-se urna meia agoa em Fora de
Portas, junto ao mar grande: a tratar na
ra da Guia n. 58.
ssp- O snr. Antonio da Costa Soares Gui-
mares queira annunciarsua morada, para
se poder dar os signaos do morque afim de
ver se coufere.
cy Precisa-se de urna mulher parda ,
idosa para servir de portas dentro deven-
do saber cozinhar com perfeico : no atierro
da Boa vista loja de alfaiate n. 40.
cy- Recebem se aprendizes para o ofiicio
de alfaiate que sejo livres ou sujeitos, pas-
sando-se papel para os dar promptos no tem
poemque se convencionar : no atierro da
Boa vista loja deariate n. 40.
tsr Olerece-se urna mulher para ama de
casa de homem solteiro ou casado eom pou-
ca familia ; quem precisar dirija-se a traves-
ea de S. Pedro n. 6j; na mesma tambem ha
una mulher que engomma perfeitamente.
COMPKAS.
I-OTERIADA MATRIZ DA BOA-VISTA, leyenda, tem boa conducta, ehe muito fiel,
*5^" Jty O (la 12 (lo COri'CIl-i *WMe as 5 pontas loja n. 16 ou annun-
te correal impretcrivcl- c'e*
mente as rodas desta lote-
ra, no consistorio da mes-
ma Matriz as JO boros
da ntannaa venda-se on
ufio o restante dos billie-
tes.
= Antonio Manoel da Costa o Silva reti-
ra-so para Portugal.
W Aluga-se um escravo mogo e robusto
para qualquer servico o qual bom serven-
te de pedrero; quem o quizer dirija-se ao Re-
cite casa de Gonculo Jos da Costa e S na ra
da Madre de Dees.
W Offerece-se para criado um pardo do
mato aioda rapaz o qual fiel e diligente ;
quem o quizer dirija-se ao Recife casa de
Goncalo Jos da Costa e S na ra da Ma-
dre de Dos.
= Jos Francisco da Silva residente no
botequim da ra das Cruies retira-se para
Montevideo at o litn deste mez.
S39- Joe Soares d'Azevedo lente da lin-
goa franceza do Lyceo tem aborto em sua
casa, ra do Collegio ri. 1 i, primeiro andar ,
um curso de lingoa franceza e outro de Phi-
losophia. As pessoas que desejarem esludar
urna ou outra destas disciplinas podeni di-
digir-se casado annunciante de manbfi
at s 9 horas e de tarde das 3 em diante.
Collegio Jo Espirito Sanio.
" A ab. rlura das aulas do Collegio do
Espirito Santo ter lugar n<. segunda faira
16 do correte mez de Janeiro; em consequen-
cia de certos arranjos uecessitados pelo nu-
mero crescidu de eucandas que bao de con-
correr no presente anno.
- Matheus Gaspar Leoncsi relira-se para
Rahia. H
tsr Precisa-se de um engenho para arren-
dar que nao seja milito tongo da praga de
boa producto sendo de agoa mioenle cor-
rente com esclavos e toda a sua fabrica .
e juntamente o seu alambique na ra eslrei-
ta do Rozario n. 31 segundo andar.
SST Joaquim Antunes Lopes; retira-se pa-
ra a Cidade do Rio de Janeiro.
W Precisa-se de duas lavadeiras que la-
vem desabao e van ella : na ra da Cruz nu-
mero 43.
sp* Aluga-se o terceiro andar do sobrado
n. i na ra de s. Francisco ; quem o pre-
tender dirija-se a mesma ra n. U, secundo
andar.
tsr Aluga-se urna ptima casa tarrea sita
na ra Nova que vai para a trempe com ex-
celentes commodos para urna numerosa fa-
milia 5 quem a pretender dirija-se a<> paleo
da s. Cruz a tralar com o seu proprietario
Joo Sebaslio Perette.
tsr Precisa-se ao serventes para as obras
da Matriz da Boa vista e paga-se a O rs.
tsr Seo annuuciu inserido ra o Diario n.
6 Je segunda Caira 9 do corrente em que se
quer fallara negocio de inleressecom Bernardo
Joze Pereira declara-se que se he com Ber-
nardo Joze Martins Pereira mora na travs-
Urna morada de casa terrea que seja
as sepuintes ras : Agoas verdes, Ilortas,
pab'ode s. Pedro doC*rmo e Matriz ras
estreita do Rozario, s. Thereza, das Cruzes,
do Livramento e aterro da Roa vista: no
primeiro andar desta Typografia se dir quem
compra
cy Um escravo que seja perf'ito official
de carpintero para construyo de casa, nao
se olhando a preco com tanto que agrade :
na ra das Trinoheirafl n. 18.
car Apolices da contadoria vencendo ju-
ros : na ra do Livramento n. 3.
ts* Urna negra que engomme e cozinhe
bem e que nao tenha vicio de beber : na
pra^ada Independencia n. 28 ou annuncie.
da ltimamente da Bahia : na ra do Vigario
n. 21.
tsr Duas bancas novas de Jacaranda, feitas
no ultimo gosto, urna marquezade amarello
em bom estado por 5ji rs. : na ra estreita
do Rozario n. 52 ; assim como aluga-se um
armazem na mesma ra por 8* rs. mensaos.
car Quatrocanoas : na ru* de Apollo n.
15 segundo andar.
tsr Os bilhetes da lotera favor das obras
da Matriz deS. Pedro Mrtir de Olinda achSo-
se venda nos lugares seguintes : Recife Por-
to das Canoas, na taverna do Sr Jos Pereira;
ra da Cadeia na loja do Sr. Vieira Cambis-
ta e do Sr. Capito Jos Gomes Leal ; em
Santo Antonio ra do Collegio na loja do
Sr. Menezes ra do Crespo na loja do Sr.
Braga n. 13, e na loja do Sr. Manoel Ferreira
Ramos na esquina que vira para ra do
Queimado ; ra do Queimado, na loja de
ferragens do Sr. Joaquim Claudio Monteiro ,
as cinco pontas na padaria do Sr. Carlos
Leocadio Vieira n. 63 ; ra doCabug bo-
tica do Sr. Moureira, na praca da Indepen
dencia na loja de livros do Sr Figueiroa
VENDAS.
SS ui vjliia m boa vista n. li ou na ins-
pco do assucar.
SSF"Aiuga-se o segundo andar da casa aon-
de morou o snr. Majcr Nasciment sita alraz
(a Matriz da Boa vista ; quem o pretender
dirija-se a mesma ra n. 22.
tOT Precisa-se de um caixeiro pequeo ,
que tome conta do urna padaria : atraz da
Matriz da Boa vista n. 22.
= Precisa-se alugar alguns escravos que
estejo accostumados ao servico de engenho e
*v tsr Codi?o do processo criminal de pri-
meira instancia para o Imperio do Brasil, e
disposi^o provisoria acerca daadministr8Qo
di j:isti(ja civil com notas as quaes se
mostraos artigos que foro revoga los am-
pliados ou alterados; seguido da le de 3
de dezembro de 1841 que reforma o 01*9-
mn eo;ii.'o dos regu lamen tos ns. 120, 122,
e 1 i) dos decretos ns. 133 e 157 e da
gua para os inspectores de quarteiro: na pra-
ca da lndep ndencia loja de livros ns. 37 e
58 ou G e 8. *"
tsr L'ma meia agoa do pedra e cal que
rende 4) rs. mensaes sita no atterro das 5
pontas : a tratar no mesmo atterro n. lG7
ey L'ma preta do gento de Angola de
23 annos com urna cria de 6 mezes bem
tadia : na ra larga do Rozario n. 48; assim
como urna porco de barricas vasias que fo-
ro de farinha de trigo a dinheiro ou com
alguin praso.
tsr Urna cama de armado 3 mesinhas
de sala e urna redonda de juntar ludo em
meio uso. e or nrppn mijito cr. cor.ta : na
ra da Gloria sobrado n. 89.
tsr Saccas com arroz pilado por preco
commodo : na praca da Roa visla venda nu-
mero 15.
*aST" Um moenda horizontal cem denles
de ferro muito moderna, e em bom estado,
por preco commodo : na ra de Hortas nu-
mero 140.
tsr Sal do Ass a bordo da Sumaca Del-
mira fund'ada de fronte da Lingoeta ; urna
porQodo latinado de pinbo proprio para fun-
quemos tiver ditija-se roa da Senzalla no- dos de barricas ; e urna escrava de naco ,
va n. 42.
^ Traspassa se a posse de um terreno
foreiro na frenle do sitio do Exm. Conselhei-
ro Maciel Monteiro com algumas bemfeito-
i ias ; o terreno he o melhor possivi I e nao
necessita de atterro para a sua edili.acu :
trata-se na ra de Ilortas n. 140.
tsr D"Seja-se fallar a um moco do Porto ,
filho de um snr. de nome Miguel e da sc-
nhora Josepha a Palliinha o qual he cai-
xeiro nesta cidade ; proaire no collegio S.
Cruzao padre Hespanhol D. Fionndo Tuboa-
da ,ou annuncie sua morada.
tsr No dia 8 do corrente mez apareceo
nos Alictos no sitio do abaixo assignado ,
um cavallo que parece ser muito novo; quem
for seu dono e der os signaesceitos Ihe se-
r entregue. Manoel de Sousa Rapuzo.
S^ Quem precisar ds ura cai&eiro portu-
guez de 13 a li annos. chegado prxima-
mente do Porto com alguma praticade loja
boa vendedeira e lavadeira : de ludo trata-se
com Antonio Joaquim de Souza Ribeiro.
SST" l'uas mesas de angico modernas ,
duas mangas 2 casligaes de vidro e urna
cama, tudo por preco commodo: no beco
do Sarapal-d boje travessa do Carmo n. 22.
tsr L'ma cabra de meia idade por preco
commodo: na ra larga do Rozario n. 30,
primeiro andar.
137" Lina marquezi larga com pouco uso ,
urna meza pequea de gavela um selim com
pouco uso, ou troca-se por um quarto de
carga : na ra da Florentina n. 40.
tsr Um negro mogo muito bom carreiro
e trabalhador de machado eexcdl-nte para
Indar e plantar um sitio : na ra de Agoas
vi roes n. 70.
tsr Superior vinho engarrafado de Madei-
ra secca malvasia e de Rucellas de 1852 :
na ra do Vigario n. 21.
cf L'ma cadeira de arruar, nova vin-
Boa-vista na botica do Sr. Jos Maria Freir
Gameiro ; em Onda nos 4 cantos loja do
Sr. Domingos Jos Alves da Silva e na ta-
verna do Sr. Jos Manoel dos Santos na
ra de S. Bento caza n. 12. As rodas
ando impreterivelmente no dia 9 de Feverei
ro prximo futuro.
er* L'ma pequea parte do sitio de Bebi-
ribe que foi do Capito-mr Antonio Jos de
Souto ese da por muito menos do que foi
avahada e tocou em partillia ; tratar na ra
largado Rozario 1. andar do sobrado nu-
mero 50.
E^ L'ma duzia de caJeiras de Jacaranda ,
e duas banquinhas da mesma madeira por
preco commodo: na ra da Gloria n. 57 das
G as oito horas da manlia, e de urna hora as 3
da tarde.
tsr Um escravo de naco bem parecido ,
de 2o annos robusto e capaz de todo o ser-
vico : na ra da Cruz no primeiro andar da
caza n. 20.
svtf- Duas escravasde naco com bonitas fi-
guras mogas engommo bem liso e cozi-
nho lavAo tanto de sabaocom de varrella :
na ra do Fagundes n. 27.
tsr Ira escravo de angola ladino dirija-
se casa de Antonio Francisco Rodrigues Ma-
galhSes, na ra do Livramento junto a
Igreja principio da ra Direita para ver o
mesmo escravo e ajustar-se isto das sote
t as oito horas da manha.
tsr L'm sobradinho no beco do Trem ,
em chaos proprios livres de hypoteca ou di-
vidas em ludo desembarazado; os pretenden-
tes entenda-secom o solicitador Felippe Lo-
pes Neltona ra Nova,ou com Victorino Fran-
cisco dos Santos na ra do Rangel n. 51 en-
carregados deste negocio.
tsr Urna canoa do cu reir bem construida,
e anda nova e pintada a pou^o : no atter-
ro da Boa-vista loja de ourives n. 57 de Cus-
todio Manoel Gom;aIves.
Um moleque de 19 annos robusto,
e ptima figura por GOOj : em Fora de
Portas ra do Brum n. 21.
tsr Urna harcaca de oito caixas com todos
os preparos necessarios prompta a fazer via-
geui quem a quiser comprar procure na ra
do Collegio loja n. 2.
= Bichas de superior qualidade cliegadas
recenlemente : no atterro da Boa-vita n. 44
junto a travessa do Martins.
- Urna casa terrea n. 123 sita na ra Di-
reita com soto cozinha fora quintal e ca-
cimba ; tratar na ra dos Quarteis n. 2o.
t Um muatinho de idade de l2 a 13
annos bmita figura e um cavallo novo e
gordo carrega Daixo a meio : na Boa-vista
venda n. 18.
s^" Urna banda de retroze um talim para
oflical por prego commodo : na ra do Livra-
mento n. 11.
Urna casa terrea no lugar do Mondego ,
com bastantes commodos a saber : duas sa-
las bastantes grandes quatro quartos cor-
redor lavado cozinha fora com fogo inglez,
quintal com cacimba e excelente agoa de be-
ber murado, envidracada feita a moder-
na : na praga da Boa-vista botica n. 20 ou
n o escriptorio de Manoel Joaquim Ramos e
Silva na ra da Cruz.
tsr Superior tinta de escrever por prego
commodo e tambem livros em branco de su-
perior papel almasso com diversas lolhas
proprias para recibos entradas eoutras quaes
quer escripias, dito de meia olanda pauta-
do e papel almasso da primeira sorte de su-
tsr Farinha de superior qualidade propria
para casas particulares chegada do Rio de
Janeiro o saccas de f.;ij-o preto por commo-
do prego : no armazem do fallecido moleta
defronte do Trapixe da Alfandega.
ESCRAVOS FGIDOS^
AVISO AOS CAPITES DE CAMPO.
No dia 4 do correntedesappareceu
do abaixo assignado, morador no
engenho Aranduzinho de cima, da
comarca de S. Antao, um casal de
escravos, cujos signaes sao os se-
guintes : o preto de nome Antonio,
crioulo, representa ter 55 anuos ,
j pintando alto beicudo mal
fe ito de corpo, e tem alm disso os
ps monstruosamente grossos, e as
perior qualiila-ie e muito
H' unas de
escrever e lapes tambem se encaderna to-
das quadades de obras : na ra de Santa Rita
Novan. 88.
pernas alguma cousa finas ; a preta
de nome Hita crioula a qual ter
35 annos estatura regular bem
leita de corpo tem os beicos arre-
hitados ; foi comprada ha y mezes a
Joao Antonio de Miranda mora-
dor em S. Antao ; e tem a diab-
lica habilidade dse inculcar feiti-
ceira. Os apprehendedores dirijo-
se ao mesmo engenho a fallar com
Antonio Joao Joviniano de Mello.
- Fugirono primeiro de Janeiro do cor-
rente da propriedade das fumas trras que
foro do engenho Laranjeiras em destrito de
Santo Amaro Jaboato quatro escn-yis 1.
bastante alto bem grosso muito preto ,
olhos agaropados, tem urna ferida na canella,
e representa 28 annos 2. alto secco ,
tem em um olho urna brlidia pequea, e tan-
to este como o outro tem muito pouca barba,
e representa a mesma idade o 3. alto ,
grosso fula o rosto comprido e com mar-
cas de bexigas as orelhas furadas e na es-
querda leva argolas, alguma barba e repre-
senta ter 3o annos 4. he baixo, grosso ,
bem barbado j calvejae representa ter 40
e tantos anuos; quem os pegar leve mes-
ma propriedade ou no engenho da Torre ,
que ser bem recompensado
Desapareceo da caza do Dezembargador
Amaral morador na ra da Aurora casa n.
48 no dia 9 de Janeiro do corrente anno de
1843 pela manha sendo um seu escravo de
nome Elias crioulo de 12 annos de idade,
levando vestido camisa de algodo americano
branco e calcas de lila prea com suspenso-
rios j velhos de borracha listados de verde ,
e branco ; tem quatro signaes mui salientes ,
a saber urna cicatriz grande na cabecado
lado direito outra na testa ao j: da fonte do
lado esquerdo outra sobre o olho direito a
quarta finalmente de baixodobeigo inferior,
he muito esperto; roga-so incarecidamente a
sua aprehenso e entreg a seu snr. que
gratificar alem do agradecimento : alenr
disso como haja desconfianza de que esteja
acodado em certa casa para onde elle confes-
su ier levado alguns roubos que havia fei-
to a seu senhor protesta-se usar dos meios
judiciarios contra o seu acoitador.
= No dia 9 de Janeiro do corren te anno
fugio urna preta do abaixo assignado com os
signaes seguintes : de nome Domingas na-
co cacange de meia idade estatura ordi-
naria, secca do corpo, cara descarnada, nariz
afilado com alguns cabellos brancos com
falla de denles na frente com os dedos gran-
des dos ps abertos e com urna cicatriz de
queimadura e por cima de um dos peitos
dos pese outra na cane.Ua direita provenien-
te de mordidela de caxorro, levou vestido
saia nova de riscado de algodao americano
trancado camisa nova de algodozinho e
panno da costa usado : fugio na occazio de
hir vender na ra urna pouca de sebola sola
m um taboleiro pequeo 5 quem a aprehen-
der leve-a a casa do abaixo assignado na ven-
da da esquina da ra do Arago esquina que
volta para Santa Cruz n. 43 quesera gene-
rosamente recompensado.
Antonio Pereira da Silva Martins
No da 24 de Dezembro do anno p. p.,
fugio um escravo crioulo de nome Alexan-
dro capateiro representa ter de 30 a 35
nnos ps apalhetados com barba ; qual-
quer capito de campo ou oulia qualquer pes-^x
soa que o pegar leve o em Fora de Portas
Casa n. 100 lili I 10 lino aa* lilinoiin An aou
- j-------------. 0.--------------.- ~-
trabalho.
' RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. = 143


Full Text
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