Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04860


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auna de 1843.
'erca Feira 10
Todo arora depende de no, memo,; da nos prpdencii moderac5o e energa coa-
dunemos como principanos e seremos apontado, con admirado entre ai Nacoes mt,
ultM. _^_____ ( Proclamac.'to da Assembla Geral do Bnlia.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TEIIRBSTRES.
Goiann Parahiba e Rio grande do Norte segunda t sextas feirai.
lionito Garanhun a II) e 24.
Cabo Serinbaem, Rio Form .so Porto Calvo Macei e AlaKoas no 1. 11 ]|
Boa-Ta'*e Flores a 28. Santo Antio quintas feiras. Olinda todos os dias.
DIAS DA .SEMANA.
y e. s. Julilo M Aud. do J. de D. da 2. v.
II) Tere. I>rui, Eratain. ud. do I. de D. da 1. v.
I Quart. a. Hv,'"" P. M. Aud. do J del). da 3. r.
II Quint. S**T' M. Aud do J. de D da 2. v.
a* Sext Hilario K. Aud do .1. de I), da 1 v.
11. Sab. P' M- Rel- Au'' do J ae D da 3 r.
i \ om. O SS Nome de Jetus s. Amaro Ab
Bt
de Janeiro.
Anno XIX. N. 7.
O Diario publica-se todos os dias que nao forem Santificados: o preco da assignatura be
de tres mil res por quartrl pa;os adiantados. Os annum-ios dos assinantes alo inseridos
gratis, e os dos que o n.io forem ruo de SO reis por linda. As ret-lamactVs derem ser din
gidas a esta Typ., ra das Crntes N. 34.na a prai-a da Independencia loja de livroi N. 6e8.
CiatlIO*.-No dia 9 de Janeiro.
Cambio sobre Londres 27 { Nominal.
Paris 35 res por franco.
k Lisboa IDO por 100 de premio.
Moeda de cobre 3 por 100 de descont,
dem de letras de boas firmas 1 J.
compra
15,1 W
14,80.)
8,3 JO
1,750
1,750
1,750
venda.
15,200
15,000
8,500
.770
l,77
1,770
OcRo-Moeda de 6,500 V.
K N.
de 4,000
P*Ti-Pataces
ii Petos Column ares
n dllOI Mexicanos
PHASES DA. LA NO MEZ DE JANEIRO.
I. ia Nora 30. i 'I Soras e 42 m. da manh. I T.ua objii i 1 i. as 5 horas e 36 m. da inanh.
Quart. cresc. 8, s 5 horas e 52 m. da tard. J Quart, min ;. 22. is I
Preamar de hoje
a 0 horas e 30 m. da manilla. I 2." a 0
10 horas e 42 m. da l.
1.
loras e 54 m. da larde.
EXTE3I0S
REPBLICA ORIENTAL.

DF.nilOT.V I)V VANGUARDA I)F. ORIBE.
Bxrra de S. Francisco 16 de novembro
le 1812.
Exm. Sr, D. Francisco Antonio Vidal.
Querido amigo anticipo-me a felicita-lo p?-
la grata noticia qn i adiar na carta junta do
Ser botn que remetas esta carta para ser
publicada. Teu amigo
Fructuoso Rivera.
Quartel-genpral na povoago de Novoy ,
14 de novembro de 1812
A operario que me propuz effectuar com a
cavallaria do exercito do meu commando te-
vo um resultado favora/el. No dia 12 a nos-
si vanguarda sordens do valente general
Lpez derrotou a Crispim Velazquez entre
o Villaguay e Gualeguay, tomando-Ihe alguns
Sr. presidente. Por ella ver a n.mhuma homens, tirando-lhe a cavalhada boa que ti-
esparanga que osnossos ininiigos devera ter
de triutnohar era parte alguma om que se a-
presentem os valentes sol lados do exercito al-
ijado. Nio sei o que far Oribe sem cavalha -
da para poder sabir dasua guarida alim de fa-
zer alguma tentativa.
Aleos, amigo, nio tonho mais tempo que
p,ra repetir-lhe que sju ete.
F. E. acidar.
Passode N>voy, em frente a o Pueblito,
11 de novembro de 1842.
nha e arrojando-o para este lado do Guale-
guay que teve de passar a nado por ir o rio
muito crescido perseguido pela nossa van-
guarda.
Ilontem antes das 8 horas da manli ,
passei em pessoa com 2,000 homens mis e(
soom espa las e langas. Antes das 10 ho-
ras conse^uio a minln gente ata "ar, destruir;
e perseguir Urquiza que vai em derrota'
completa fugindo nossa frente por mais de i
| 20 Inguas. Terei brevemente occaso de dar
Meu caro Flix. -No dia 12 a nossa vanguar- i o Exm. Sr. ministro geral para conheci-!
ment do governo urna parte circumstanc-
ad d *sta favoravel jornada.
A nossa perda nio passa de 15 a 20 ho->
mena ; a do i ti migo nao foi pequea. Fal-;
taria ao meu dover s desde j nao recommen-
dasse ao soverno esta diviso do exercito j
que deu patria um successo que ple ser o
,]i derrotou as raargens do Gualeguay a Cris-
pin Vulazquez que com 30 honms teve a
audacia de apresentar-se diante della. II >n-
t-m 13 pregamos um logro a Urquiza 5 elle
pir certo nio esperava e conseguimos der-
rotado completamente: perseguimo-lo sem
cssar desde as 8 da manh at as 9 da noite,
o alcanc,,no-lo neste p onde se ju'lgou i prerur;o- do termo desia guerra funesti.
forte pmsan lo provavelmente que os nos-1
sis soldados niosabio combatir de noit. O
nossovelho Blanco desra tritn o seu esqua- i
drOi eem mmos di lo minutos forcoudbea
o oasso : ero 10 horas da noite e todava
in corren lo. Js9o7horaa darnini, e
linda nio tenlio notisia da vanguar la que os
p'rsegne : tommos-lhes loias as familias
Tretas, cavilbadas, e tivrao i
morios e prisioueiros. Emfi n amigo, to-
li a forga de Urquiza foi completamente des-
baratada ; porm este successo custou-n >s a
sensivet perda de teu sobrinho, que servia
noasquadr&o Blanco bem como de 16 lio-
mens de tropa.
Os nossos corpos marcbroe.*l pello ens;
i > les julgar do estado deaw pobre tropa; po-
rm nao posso deixar de dzer-te que ests
homens sao admiraveis ; em nenhuma parte
do mundo ha soldados mnIliores do que estes
iiu-l-mos a nonra de commaiidar
O portador leva a participago ao governo.
O ofikial conductor desta da nossa van-
211 rda: reco nmenlo-o, eto. Deosguarle
a V. Ex. muitos annos. Fructuoso Rivera.-
Exm. Sr. ministro geral do Kstado O-
ental.
CARTA DE L'MA TESTEMl'NHA OCULAR.
as lamillas, passo ,ja Laguna ao Occidente deGualeguav,
wfinidadede 15 de novembro de 1842.
[FL KIUTO
CARLOTA DE LEY MOV. (*)
\
Dosolhosde M." Durand urna lagrimase
1'Slisa ; depois cbegOU-Se para receber na
iwssagem o balito fraco e quasi impercepti-
vel que attestava anda a vida de sua ama.
Como bella como rica .. e en-
tretanto talvez para ella fosse nulnor nunca
m lis despertar !
E to devotado era esse corarlo donde
partia este desejo quasi inhumano q la-
grimas inundavao o rosto da pobre velha.
ASra. d'llauterivefoz um movimento. M.
Ourand enxugou os olhos e tomou um ar tran-
quillo ; e quanlo sua ama tornou a si na-
da havta as feiQOes da velha que indicasse
ter ella suspeitado outra cousa alem de urna
lve indisposiejo conaequencia natural da
fadiga do dia.
A ira. d'Hauterive ajudada pela sua ca-
uiareira deilou-se sem pronunriar palavra.
Alguna instantes d-i rep'ouao a Qzero sabir
profundo abatimento : gradwn a M.
Durand, alhediase qu ja nao neceaaitava
de seus cuidados : mas ella, ao retirar-ae ,
* 1 Virt-n pior:G xm l \ o 5.
film. Sr. -No dia 13 do cerrente foi com-
pletamente derrot do o exercito de Urquiza ,
forte de mais de 3,000 homens, pelo Sr. pre-
sidente em pessoa testa nicamente dos
corpos de cavallaria cahin.lo em nosso po-
der lo las as suas cavalhadas mais de cin-
coenla carretas muit >s prisioneiros e (i-
cando no campo da balalha consideravel nu-
mero de morios tendo sido perseguidos os
ltimos restos a distancia de mais de 25 le-
guas Ueste ponto at o outro lado do Novoy ,
passo do Pueblito isto vinte e tantas le-
guas do Paran. Os montes de Montiel e do
morios. A nossa perda nao passa de 20 ho-
mens porque os inimigts nio li/.erao mais
que fugir em todas as direccoes. Oribe est
perdido no Paran.
Montevideo 20 de novembro de 1P-12.
No passoda Liguna no rio (ualeguay co-
mecou o presidente general Rivera a dar ao
insolente man Testo do governador Rosas a
tnica resposta que merece; a batalha do pas-
so da Laguna dar a Conheoer a esse governa-
dor que gnnral e soldados que sabem empre-
hender e executar vista do ini migo a pasaa-
gem de um rio a nado carrega-lo bat-lo
e pnrsegui-lo pormiis de 2!) leguas se fal-
li em paz e a procurio uio por conbene-
re m como disse o genral Rosas sin im-
potencia nem por detejarem sahir do pe*
rigo em que se ac.hao. Qi indo esse vanglo-
rioso govo^nad ir dizia ais ministros de Ingla-
terra e Franca q'*e esse das-jo de paz era for-
ondo e era prova de fraqieza desmora-
lisacio e. inhabilidade e que havia de tri-
umphar brevemente do general Itivera e do
seu bando rebelde nio sabia esse brbaro
que a fraqueza e a desmoralisac/io existan
as bordas que na sua raiva impotente reu-:
na contra esta repblica e que a inhabili-
dade personificada era a que eslava testa
dessas hordas.
S-s mezes ha que D. Manoel Orb" occu- i
pou a cidade da Bajada 5 outro tanto lempo
ha que estavfio sobre o Paran os vencedores
do Quebracho Monte Grande o Rodeo del
Medio. Oi Iludidos partidarios do restaura-
dor da Banda Oriental criio assustar-nos com
oa 11,000 bomens que traiia o seu hroe : I
por mais de quatro mezas desse mesmo tem-
po nochegavio a 2,000 os Orientaes que ,
occuprio o Entre-Rios, e o decantado po-|
der de Rosas e as poderosas forcas do D Ma-
noel Oribe nio lem sido caoazes de arrojar f- I
ra d'Entre-Rios a esse punhado de bravos .
que fortes da justica da sua causa e cheios
nimigo e o obrigrio a voltar para seus ma-
tos onde se dcixou sorprender e bater em '
detalho, ap'v.ar lo seu numero e dos pode-
rosos elementos que lho d o terror e o seu
despotismo. Julgue o mundo de que lado1
esto a fraqueza a desmoralisico e a inha-
bilidade.
As cartas que a cada instante se recebem
! de peasaas que se aehro no campo da bata-
lha ou as ramediac. a dio alguna pormeno-
res que nao se enconti Ao no despacho do Sr.
presidente publicado bontam. Os resultados
mtertaes immediatos da batallu de 15 sao
I muito insignificantes eincomparaco 00 ef-
; leito moral que necessariamente dve produ-
; zir. Louvor e gratido ao general chefes ,
i olciaea e tropa que, passan lo a nado o Gua-
leguay soub-ro dar tao solemne desmeiiti-
| do ao calumniador do povo ori mtal e do seu
Ilustre cliefe.
( Jornal do Cora. )
nio feichou intpiramente a porta do gabine-
te e resolveu velar durante a noite. Com
effeito foi-se por com a maior precaucao
junto aessa porta e sentou-se em urna ca-
deira. Achando-se assim a pouca distancia
doleito, masencoberta pela lapessaria re-
l.rimindoa respiraQio evitando o mais leve
movimento que revelasse a sua presenta ;
passou militas horas a ouvir os suspiros os
gemidos entrecortados que trahio irrepara-
vel desgraca. ErSo votos por urna morte
prxima suspiros par urna felicidado per-
dida para sempre reprehenses inarticula-
das angustias inauditas soTrimentos que
parecio insupportaveis.... E as lagrimas da
boa velha oornao quasi constantemente.
Ab s eu Ihe resto! repeta ella.
E militas horas ao depois quando o dia
com cava a desponlar nao ouvindo nada
mala chegou-sede vagar para o leitode sua
pooroama e recobrou um instante do ale-
gra vendo que o cansago Ihe havia fecha-
do os olhos arden tes, e qTTe ella dorma,
mlun tranquilamente.
II.
No dia seguinte Carlota corava e pareca
rdi 'a nao linha corado 11.1 wpera,,, A
innocente menina ja linha fruido as doguras
rjo hymneo ej nao era a mesma.
Assustada por saber que s 1) horas anda
na m:li ncl-iui ni /.orno *nlpnn nn ";;^;'lo
Debalde a Sra. d'Hauterive, querendo dis-
largar seus soTrimentos forcejara por levan-
tar-se e vestir-se ; duas vezes as forgas nao
correspondero sua coragem. Tinlia des-
, maiado, c M."' Durand a tnha ajudado a
deitar-se novamente ; todo o dia Ihe foi im-
possivel levantar-se
Oh meu Dos !. dizia Carlota ; j sof-
frimentos a mini que anda bontem era
to feliz !...
E a rusto sua mSi a fez sabir por alguns
; momentos dessa cmara. Na presenca de
sua lilha e no zeio que ella mostrava, acha-
va a Sra. d'Ilautei ivedoi e prazer ine\pli-
! cavelmente combinados.
Maman, que pena nao estar aqu M.m*
de Ferrires dizia a pobre moga com triste-
za. Comosinto que ella nao assistisso ao
meu casamento Entretanto esta pouco
mais ou menos a poca em que deve ebegar da
Italia. Agora ttftO pede tardar; a presenga
della nos alegrara e ella me ajudaria a tra-
tar de vos.
('arlla j senta que alguma cousa faltava
felicidade interna ; e nio sabendo o que
invocasse para restabelecer a alegra pensa-
vana am fja i en m8i ]'" havta quasi uns
auno percorria a Italia com seu marido e um
Qlho. Eaaa familia oceupava um quarto em
casado M."'d'Hauterive. Esta proxtmida
! o cause dessa amisade que entre cllcs
Mon ti video 2 de dezembrode 1842.
No da 10 do paaaado moveu-so Rivera ra-
pidamente .1 > Arroyo le la L che com 1 000
cavaII >s e d '|> )IS d algum is horas de mar-
cha Porgada encontrou-ae a sua vanguarda,
'sordens de Lpez, com a vanguarda foi-
miga, forto de80D homens e commanda-
da por Velazquez, a qual foi atacada edis-
.)srsa com peda de muit gente e 300 caval-
los.
No da 12 ao anoitecor comegou a es-
caramug entre Lpez o as forgas de Urqui-
za auxiiliada por. urna deviso de Oribe ,
forte de 1,000 homens sordens de Barce-
na. A' meia noite man.l >u o presidente que
se despissem -l 000 dos seus soldados e
com espada e lang passou-os a nado o lan-
cou-os sobre o exercito de Urquiza, que,
lepois de um choque de alguns minutos ,
deu costase foi perseguido at Nogoy on-
de no dia 13 entrn o general Rivera.
No campo deix >u Urquiza UOO morios, gran-
e numero do prisionjiros e 50 carretas. No
da 17 achava-se a vanguarda de Lpez a 12
leguas da Bijada, o Rivera lias Raices, mar-
gens do Gualeguay para onde retrogradou,
trazendo doze*fifil cavallos tomados ao inimi-
^0. Ali se Ihe devem reunir 3,000 Corrren-
tinosque estavo em Abilos e a infantaria
oriental oommandada por Lavandera.
Oribe continua as Conchitas mas a opi-
no geral quo nao poier manter-se na-
quella posgao e que ter de retirar-se ou
de avangar e ollereeer batalha.
Santa Festa mais acossada do que nun-
ca por parti las volantes e por Indios que o-
bedecem a Lpez o qual acaba de mandar
para ali, aim de regularisar as operagOes ,
ao major Barco officis! do ciptiudada..
No dia 4 de oulubro foi tomada a cidade de
S. Joo pelo coronel I'enalosa.
i u bsistia desde a infancia M."e de Ferrires,
meiga boa prudente e feliz s tinha sof-
frido os dcsgoslos de sua amiga e por isso
as confidencias de todas as emoces que ha-
viao agitado a alma sensivel de Lucia tinbfio
sempre adiado interesse sympathia e indul-
gencia na alwa fra e tranquilla de M." de
Ferrires, alguns annos mais velha do que
ella Julio de Ferrires, seu lilho, tinha 20
annos. Esse bordeiro nico de urna fortuna
Colossal o dolo de seus pas tinha deseja-
do visitar a Italia di qual sen pai conserva-
va urna doce lem branca. Tinhlo projecta-
do urna viagem. Carlota que nessa poca
anda eslava no Collegio e sua mai devio
fizer parte della ; mas no momento da par-
tida nao pode M.'"- d'Hauterive resolver-se
a abandonar as amisades que a detinho em
Pars A familia de Ferrires parti s a
s seis mezes depois M. d'Hauterive resol-
Veu-se a tirar sua filha do collegio onde esu-
va havia quatro annos e a te-la junto a si
A viagem de M."" de Ferrires, eo pouco
lempo que se demorava em qualquer cidado
tiiho enfraquecido a anliga corresponden-
cia, mormenle na parte de M." d'Hauterive,
;', nSosabendo minias vezes para onde di-
lu-isse as suas carias linha havia alguns
mezes deixado d escrever com exactido,
OD OUSaild'> OOP"' 'I OlTniln ,1o en.- ..,._,,
o .. mv-u Cul oLflu
..111 cutas que estavo tao arriscadas aextr,-


2
No dia 15 de novembro foi sanccionada pe-
la sal* de representantes de Buenos-Ayres a
conducta de Rosas repellindo a mediago an-
glo-franeeza. Alguna deputados pronuncia-
ro discursos furibundos contra os estrange-
ros em ge ral. Concluida a sesso a Mas
hmrca presidida por Carvalon ajudante de
campo de Rosas e por Girrigos official-
maior de urna das secretarias marcdou em
procisso para a quinta d Rosas gritando :
Morrio ov mediadora l Mo'to os Grin-
gos '. Morra a rainha .. e encapellavo os
chapeos a quanto Inglez e Francez encontra-
vo as ras.
Houve alguns assassinatos e o ministro
francez reclamou contra estas violencias, mas
o ministro Arana respondeu-lhe que ero e-
bullico.,s da ejj'ervescenca popular que ap-
plaude o restaurador das Iris pela energa
com que defende a independencia nacional
e a dignidade americana. Tudo annuncia
que vai rebentar brevemente em Buenos-Ay-
res urna espantosa tormenta sobre Inglezes.e
Franceses. Aquelles j vo experimentando
os p 11'-1 tos da colera de Rosas. i.' sabida a
resistencia que este oppoz a partida do Snr.
Cordn agente britannico para o Para-
guay. Prohibio-lhe a passagem pelo terri
torio da Confederago e Cordn teve de fa-
zer a viagem pelo Estado oriental e com au-
xilio deste governo. Rosas seguio porem os
seus passos at o Paraguay e prevalecen-
do-s*; de muitas imprudencias deste cavalhei-
ro ; conseguid por moio dos seus agentes ,
persuadir massa da populacho do Caraguay
que Cordn era portador de urna grande por-
go de puz vaccinieo envenenado para maltar
todos os Paraguayenses e que ia revolucio-
nar o paiz. O* cnsules nao podendo re-
sistir a opinio publica, ordenro a Cordn
que sahisse immediatamente do territorio da
repblica e assim acabou por agora a
misso britnica.
As cmaras orientaes decretro urna pa-
tente extraordinaria para fazer face as urgen-
cias da guerra.
0 general Paz cl.egou ha das a esta capital
com a sua familia.
ponte Paulo de Oliveira Villas-Boas, contan-
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
N. 49. lllm. e Exm. Sr. Remetto a
V. Ex. para seu condec ment e pubhca-
caonaordem do dia as tres relaces inclu-
sas sendo a de n. 1 dos ollciaes de i.' li-
nha promovidos por decreto de 12 de novem-
bro prximo, den. 2 dos reformados por
decreto de 17 do meseno mez e a de n. 3
dos que. passo para a 3. "classe por decre-
to de 22 tam bem de n ivembro.
Deus guarda a V. Ex. Paco, em lOde
dezembrode 1842.Jos Clemente Pereira.
Sr. Manoel Jorge Rodrigues.
N. i.
PromogSc-dos officiaos do 1. linda do exer-
cito abaixo mmcionados a que se refere
o decreto d'esta data.
Coronel effactivo : o coronel graduado de
nfantaria Jn< Gervasin d Oneiroz Carreir.
Coronel graduado : o teneiite coronel Vi-
wm
vir-se. A esse respeito nao erao destitu
dos de fundamento os seus receios, pjrqn
as suas ultimas cartas foro perdidas.
Emquanto Carlota lamenlava a ausencia
de M."" de Fernres o rodar de urna car-
ruagetn de posta annunciou sua chegada. Foi
para ella um raio de alegra porque suppoz
que sua mai oe.stirnasse tamben); M. de Hau-
terive porem quasi se assustou dessa volta.
Havia algum lempo que o sentimento do te-
mor preceda e acompanliava todos os succes-
sosda sua vida.
O baro de Leymon eutrou quasi ao mes-
mo tempoque M."" de Ferrires que al
ento nao tinha ainda despido o seu traje
de viagem.
Que meconto ? exclamou ella ; tu ,
Lucia lente e Carlota casada !... casa-
da quando en vinlia... Mas tu ento que
tens ?
Quasi nada Adele; urna leve indispo-
sigo. Ento nao recebestes as minhas ulti-
mas cartas ?
__ Ha quatro mezes nem urna palavra.
__ Ah !.... disse com embarazo M."" de
Hauterive.
__ AnnnnmarSo o Sr. Arthnr de Breva!.
Todos se assentaro em torno do pito de
M'^'d'Hau^rivc.
_ Mas ento onde est teu genro ? que--
ro S25 Bi* aprsenle'... .
do. antiguidade de 18 de jn 1 lio de 1841.
Tenentes coronis effectivos do estado maor
do exercito : os tenentes oroneis graduados
de artilharia Francisco Flix de Macedo
Vasconcellos Manoel Ignacio de Carvalho
Mendonga, Jos1 Mara Ildefonso Jacome da
V'eiga Francisco Raimundo Correa de Fa-
ria ; o tente coronel graduado de enge-
nheiros Sebastio do Reg Barros o tenante
coronel graduado do estado maior do exerci-
to Baro Roa Vista o major do estado maior
Eustaquio Adolpho de Mello e Mattos, o ma-
jor de infantaria Joo Sabino Monteiro de
Mello, licando sem effeito o decreto que o
passou para a 3. classe.
Major effectivode artilharia : o major gra-
duado da mesma arma Francisco Jos de Oli-
veira.
Major effectivo decavallaria : o major gra-
duado da mesma arma Daniel Aureliano Ra-
racho Enserrabodes.
Major efTectivo de infantaria o capitfio da
mesma arma Manoel Rolembergde Almeida .
Picando sem elTVito o decreto que o passou pa-
ra a .". "classe devendo contar a antisui-
daded'este posto do da ISdejulbo de 1841.
Major graduado do estado-maior : o capi-
tSo do imperial rorpo de cnsenheir^s Francis-
co Joaquim da Silva Rittancourt ,. contando
a antiguidade do dia 18 de julho de l8il.
Capites effectivos : o capito graduado do
estado maor Carlos Miguel de Lima e Silva:
o capito graduado do imperial corpo de en-
eendeiros Manoel Peixoto de Aznvedo ; o*
tenentes de infantaria Jos Maria Parrte ,
contando a antiguidade de 18 de julho de
I8il ; Reanlo Jos* Teixeiro Ruas Anto-
nio Tello Rarreto. Candido Jos Rarreto.
Primero-tenente de artilharia : O 2.# te-
nente Atieusto Frederico de Vasconcellos
Sotiza Bahiano em remunerado de servidos
relevantes por elle prestados na provincia do
Maranho contando sua'antiguidade do dia
18 de julho de 1841 ; e o 2." dito Vicente
Ferreira da Costa Paragibe
Tenente decavallaria : Oalferes da mes-
ma arma Jos Bernardas da Gama contan-
do antiguidade de 18 de julho de 18I.
Tenente de infantaria: O alferes Manoel
Agostinho da Silva Moreira contando anti-
guidade de 18 de julho de 1841.
Palacio do Rio de Janeiro em 12 de no-
vembro de 1812. Joi Clemente Pereira.
Conforme.Joo fandeira de Gouva
N. 2.
Relago dos offhiaes reformado? na confor-
midade do decreto n. 260 do \ de de-
zembro de 1841 a que se refere o de-
creto d'esta data.
Ocapitao de artilharia FJodoardo Eloy de
Medeiros.
0 capito de cavallaria Joaquim Eugenio
da Costa.
Ocapitao do 3\* esquadro de cavallaria
ligeira Antonio Julio do Sacramento.
O tenante do Io. regiment de cavallaria
ligeira Miguel Antonio dos Santos.
Otenentedo 1. esquadro de cavallaria
ligeira Joaquim Jos Oomingues dejMen-
donga.
0 r-iirue do 2, ogiiTiciio de cavallaria
ligeira Manoel Ferreira de Andrale,
E ao pronunciar estas pdavras os oihns
de M.m# de Ferrires se dirigio a Arthur ; M.
d'IIauterive nao responda.
Eis-aqui, meu marido disse Carlota
indicando Leopoldo ; j o condecais minda
boa amiga ?
O Sr. baro deLeymon !... possvel!
exclamou M."" de Fernres alienada.
Oldoudepois para.M. d'IIauterive, que
com um gesto Ide impoz dissimulago e
detove palavras de admirado prestes a es-
capar-lhe dos labios. Fieou em silencio o-
lliando attentamente para a sua amiga ; e ,
notando ento sua pallidez e a alterago de
suasfeiges, lagrimas borbolbio em seus
ollios. Estupefacta pela exclamago de M.m*
de Ferrires debalde trabaldava o esiritou
de Carlota por explica-la. O baro pareca
inteiramente oceupado em examinar o titulo
de um jornal que eslava a alguma distancia,
e com ludoser-lhe hia bem diflicil dizer quaes
ero as palavras que lo attentamente lixava.
Arlhur diriga os olhos para todos esses sem-
blantes perturbados, e senlia cerrar se-lte
o corago vista desse drama de familia, cu-
jo ten ivel mysteno j ia comprehendendo.
M "" rif. Frrires interrompeu o si! ocio:
Desde quando se celebrou o cazamento-'
em que poca foi decidido ?
Taes lorio as quesloes que fez mais por
cscspsr 2o essbsrSyO uu oilenco qc para su-
Os tenentes de infantaria : Francisco Cae-
tano da Silva Francisco Antonio Dias, Joo
Francisco Rragae Joo Antonio Cardoso.
02.a tenente de engendeiros PedroRan-
deira de Gouva.
Os segundos tenentes de artildaria : Sebas-
tro Joaquim de Alencastro e Luiz Pedro Vie-
gas.
0 alferes do esquadro fra da linda do Pa-
ra Domingos Jos Alves Guimarfles.
0 alferes quartel mestre do 3. regiment
decavallaria ligeira Filias Marques Guima-
res Oataviano.
Os alferes de infantaria : Francisco Xavier
de Souza e Albuquerque e Joo Pi Pereira
de Campos.
0 alferes secretario da provincia das Ala-
goas Jos Antonio Caldas.
Cictrgi5es do exercito quejieo reformados.
Cirurgio mor de brigada : Antonio Jos
Vieira de Menezes.
Os cirurgiOes-mres : Manoel Ribeiro da
Fonseca Antonio Corrfla dos Anjos Jos
Antonio de Oliveira Portugal Jos Vieira de
Mello Silvestre Marques da Silva Ferro e
Francisco Jos Nunes.
Cirurgis-aju.lantes : Luiz da Cunda Me-
nezes Antonio Jos de Lima Cmara, Fran-
cisco Jos do Sacramento Candido Rorgea
Monteiro, Francisco de Paula Malvinas e
Joo Rideiro da Costa.
Palacio do Rio de Janeiro em 17 de no-
vembro de 1842.Jos Clemente Pereira.
Conforme.Joo Bandeira de Gova.
N 3.
RelacSo dos offiriaes de 1 linda que passo
para a terceira classe do exercito em con-
formidadedo decreto n. 260 do 1. de de-
zembro de 1841 a que se refere o decre-
to tiesta data.
0 coronel de artildaria com a gradusco
tle brigadeiro Jos Olinto de Carvalho e Silva.
0 coronel de cavallaria com a dita gradua-
go Joaquim Alberto Sousa Silva.
O coronel de infantaria.com a dita gradua-
co baro de Cajahiba.
Os coronis de infantaria Tdomas Anto-
nio da Silveira Marcos Antonio Rrcio ,
Antonio Joaquim da Silva Freitas.
0 coronel graduado de artilharia Antonio
Cardoso Pereira de Mello.
Os tenentes coronis da mesma arma, Joa-
quim Jos Velloso Manoel Pinto da Motta.
Os tenentes coronis de cavallaria Rer-
nardo Jos Correa dos Santos Joo Antonio
Mendes Tota Egas Muniz Tello Sampaio.
0 coronel graduado de infantaria Feliciano
Jos Neves Gonzaga.
Os len-ntes coronis da mesma arma. Tra-
jano Cesar Rurlamak Francisco Xavier Tor-
res.
0 tenente coronel graduado de cavallaria
Joo Francisco dos Santos.
Os tenentes coronis gra luados de infanta-
ria Joo Roberto Ayres Carnero Porfirio
Knnio de Queiroz Carrea Joo Frederico
Weckendagem.
O major de cavallaria Joo Evangelista de
Sousa Guerra.
Os majores de infantaria Jos Maria de
Azevedo Pedro Jos de Albuquerque C-
mara.
ber os detaldes de um acontecimantodo qual
j lhe davia sido revelada a parte mais impor-
tante para seu corarse.
Carlota recobrou toda a tranquillidade ,
sentindo o socego e interesse que respiravo
as palavras que a amiga de sua mi tinha pro-
nunciado com um tom de voz doce e afTec-
luoso ; e vendo que niiigurra responda a es-
S4S quesloes, quiz pessoalmente explicar as
circumstancias lo essenciaes sua ventura ,
que tinho precedido o casamento. Nada
havia no corago e no modo de pensar dessa
sincera menina, que nao desapparecesse
completamente ante os succegsos e sentimen-
tos que havia seis mezes a oceupavo.
Ha quasi seis mezes que pelas ferias sah
do collegio disse Carlota que se demorava
com prazer nos delalhes de sua primeira en-
trevista com o baro de Leymon. Conduzida
por M."' Durand entrei neste salo onde
m .m;in me esperava e a acdei com Leopol-
do ; e, anda que esse momento foi o primei-
ro em que eu adivindei que davia projectos de
casamento entre nos devo dizer-vos tudo ,
sem que eu mesma o soubesse j o baro de
Leymon occupva o meu pensamento ; j eu
o tir.ha viste siguas i^s feriados c pensavs
sempre que seria multo feliz se o marido que
maman me escolliesse fosse como Leopoldo.
Dizendo isto Carlota corara muito, e sua
~. a Cusi repiiuiiu uui oSpirC.
Os majores graduados de artilharia Jos
Francisco de Paula Cavalcanti Joze Caeta-
no de Andrade Camso Tlimaz de Aquino
Penalva.
O major graduado de infantaria Clemente
te Gomes da Silva.
Ocapitao decavallaria Leonel Gomes Porto
Lincino.
Os cap Mes de infantaria Antonio da Ter-
ra Pereira Manoel Ignacio de Rarros Paim ,
Jacintdo Cordeirode Freitas.
Ocapitao graduado do imperial corpo do
engendeiros Joze Florindo de Figueido Ro-
cda.
Os primeiros tenentes de artildaria Joze
Joaquim de Paiva Francisco Joaquim Cat-
tete.
0 tenente do 1. esquadro da cavallaria
Joaquim Antonio Lobo.
Os tenentes de infantaria Francisco Xa-
vier de Assiz Francisco Antonio da Frauga
Galvo Manoel Pereira Rarboza Joze Al-
ves Pimentel, Antonio Pereira Rrando.
Os segundos tenentes de artildaria ,tLuiz
Augusto da Silva Muniz e Abreu Sebastio
lozedo Reg Barros.
Alferes de cavallaria Alexandre Rodrigues
Saraiva.
Os alferes de infantaria Manoel Joaquim
da Conceigo Francisco Joze Alvarenga ,
Mariano Joze de Oliveira, Joze de Sousa Coe-
llio Rento Ferreira Mirques.
Cirurgies do exercito que passro para
a 5 classe.
Ocirurgio-mr do exercito Joze Pedro de
Oliveira.
0 cirurgio-mr de diviso Antonio Joze de
Sousa Aguar Joaquim Joze Barro T Joo
Baptista Pereira Sudr Maximiano de Sou-
sa Val rile.
0 cirurgio ajudante Amaro Joo Pinto.
Palacio do Rio tle Janeiro em 22 de no-
vembro de 182.Jos Clemente Pereira.
Conforme.Juo Bandeira de Gova.
DIARIO DE PElllllCQ.
Temos de lamentar mais urna desgraga ,
mais um assassinato que as intrigas do Rio
Formoso viero ajun lar ao eathalogo dos hor-
rores jali commettidos. \U o resultado do
systema das vingangas to seguido pelos
home.ns que entendem que as leis sao colisa
nenhuma quando ellas ou vo de encontr
s suas paixoes ou nao salisfaem os seus
caprichos ; e por este systema que por qua-
si todos he adoptado em cousas de menos en-
lidade se vai do pouco ao muito at chegar
barbaria a mais grosseira. Os nussos leitn-
res nao podem ignorar as razOes porqueTn-
tonio Francisco do Reg Rarros senlior do
engendo Ginipapo no termo deSerindem se
occullara nao voltando ao seu engenho on-
de os seus inimigos havio commeltido nao
ha muito lempo dous assassinatos em pessoas
de sua familia em um varejo que ali dero,
pensando talvez que elle l estivesse. Ora
este domem que assim estivera foragido que
com tanta sanha era procurado pelos seus
mortaes inimigos voltou a sua casa, onde
chegara a 2 do corrente e onde se fez guar-
dar por urna porgode gente armada. O Exm.
A sua presenga augmentou progressiva-
mente o amor que eu j lhe dedicava cunli-
nuou a nciva. Como nao ama-lo vendo o
profundo interesse que tomava por maman e
por mim Gastava todo o lempo em nos fa-
zer companhia em buscar-nos distraeges ou
em tomar parte em nossas oceupages. Eu
bem via que. elle me amava apezar de o nao
ter ditoainda ; e sem duvida maman, a-
chando-me muito moga para casar to cedo ,
lhe tinha prohibido fallar-me do seu amor ,
porque diante della eslava constrangido e
seus olhos, to ternos quando eslavamos sos,
se desviavo de mim diante de maman. A's
vezes tratava-me como urna crianga fallava-
me de mo tumor rept llia a minda amiza-
de e queria condemnnr-me s ideas e aos
projectos de urna rriang. Imparientava se
quando eu fallava em casamento e nao po-
da soffier que eu pensasse t m inspirar amor.
Emfim se esse amor que elle f z nascer em
meu corago nao me tornasse muito perspicaz
momentos houve em que eu acreditara que
elle me aborreca e j amava a outrem.
Aqu M."" d'Hauterive parecen respirar
mais fcilmente, e s-us sofTiimcntos como
n,je diminuiro.
Mas prospguio Carlota eu via seus o-
lhos litos em mim, quando elle suppunha nao
ser percehitlo j eu o senlia estremecer se
minna mo Uicav' nss suas. vm oa. de pro-
I
I


S
Presidenta fot disto aforando no da 6 as-
sim com de que os inimigos daquelle. Anto-
nio Francisco se praparavo pira ataca-la etn
Seu engenho com intervenQo do delegado
supplente. Immediatamonte su exoedo pala
secretaria d* provincia uro desta amanto de
nolicia deSerinieTO Maaoel Pedro do Sau-
y.a quase pozesse em attit.ii le di im nadir
qualqu ar aggressio qua inda oto ooon da
authoridada publica si partendrasa fazar ao
referido Antonif Francisco amis pessoas
que se achassejn no engenho Giniptpo em-
barazando queali entrasse forca alguma de
seus inimigos fazendo por manter a sag-
ranga individual e publica dissolvendqual-
qtierajunt ment armado qua piracasse as
visinhangas do reerid en^-mlio ou qu^
deste quizesse sahir para ctmin*tter Iguala
represalisa e communrandoesta ordem ao
commandante do destacamento do Rio For-
moso para obrar de acord. O portador des-
ta ordem peda sua celeridade devia chegar
ao seu destino antes de anoutecer.
Na rnesma tarde de 6 pela Presidencia se
mandou marchar o primeiro cvumandante
do rorpo policial Miguel Alfonso Ferreira com
urna lorga de 20 pragas de cavallaria e era
siias instruccO-S se Ihe ordenuu que toman-
do o cominan lo de todos os destacam-m-
tos da comarca procurasse evitar a aggresalo
que se pertendia fazer ao engenh j G.uupapo ,
e desarmar todos os ajuntamentos que iu co
marca podssem existir ou apparecer.' S. Ex
exigir do chefe de polica quo so dirigase
quelle lugar e com effcito parti este no
dia 7 pida manh com a oomeaco de sub ie-
li'gado do Serinhem para ao luiente-coronel
Domingos Alonso Ferreira e com recom-
mendigo de indagar escrupulosamente quem
poderia desempenhar o lugar de delegado que
nao estivesse envolvido as intrigas da co-
marca e utorisado a tomar tudas as provi-
dencias que julgaasejneeessarias para tranqui-
lisaraquelle termo.
Tudo porem foi intil : desgraga lamnte
Manuel Pedro ou nao reoebao a primeira or-
dem ou no a cumprio ; o commoi ante Mi -
ruel Alfonso nao tve a celeridad? necssa-
ria de sorte que chegau a Ginipapo depois
do commettido o horroroso altcntado como
nossos leitores verlo transcrevemos assim como o de dazembar-
gador chefe de polica que refere alguns por-
menores do allantado; e t uido o delega lo
supplente desarmado o desgranado Antonio
Francisco e spu s -quito dex iu o seu enge-
nho accessivel a aggresso dos seus inimigoS ,
que aproveitando se desta circunstancia o
assassinaro brbaramente.
Aguardamos mais circunstanciadas infor-
mac/W para poder mos ju'gar de toda a crl-
minalidade deste ficto, pois actualmente nao
se stbe com que forga o delegado supplente
d^sarmou o proprietario de G uipapo sera de-
sarmar tambera os seas inimigos se o com-
mandante do destacamento foi qnem lite mi-
nistrou essa forja &c. dtc.
Illm. e Exm. Sr. cheguei aqui hoje por
oito horas da manha por ter perdido o cami-
nho de noite o capito Miguel Affonso Fer-
reira com a cavallaria chegou lionlem por
;jU.ro horas da tarde pouco umis ou ajenos
segundo ma informo. Foi tarde porque j
ora mortose b?m que muito piuco antes An-
tonio Francisco do Rigo Barros. Foi redu-
zidoa entregar nao so osoitohomms mais
tolos os mais individuos qua tinha armados
fiado as promessas do Dilegado de que nao
siria offandilo, ms pondo -a lo > em mar-
eln com o Sublelegadi as 60 pragis de Poli-
ca que trouxera condusio-os presos mais
alguns minutos dopois os grupos da gente ar-
mada qu> deixou ioar o balearo e fugin
do assim ruasma para o telhado da caza tor-
nando a atirar-lhe cahio morio em baito, vol-
tario depois a atirar-Ihe estando j morto mu-
liUr i-lhe as orellias e rasgaro Ihe o bei-
go com urna faca. Se o capito tivesse rhega-
.lo um pouco mais cedo ter-se-hia talvez evita-
do esta horrorosa catastrophe pelo menos as-
sim i supponho porque anda Ihe fez alguin
fogo que os fez afug entar segundo sou infor-
mado. Nao pode esparar-se escrivo nem
facultativo para o e em queresid^m ; pela incerteza de acha-los ,
e mianieate ptrido e ftido por causa das mui-
tas bailas que Ihe empregaro no ventre. O
capito deixou aqu um cabo e alguns soldados
de cavallaria que afora mandou renJer por
doze horneas de Polica. Os presos consta-
me que se acho na cadeia de Serinhem ,
e lie em Rio Formozo. Eu vou marchar at
Serinhem edeia participare! V. Ex. as
mais diligencias sobra o cazo. Foro tirados
cavados e alguma roupa. Dos guarde V.
Ex. Ginipapo 8 de Janeiro de 1813- Ulm.
Exm. Sr. Bario da Bia-vista Presidenta da
Provincia = D>mingos Nunes Ramos Ferrei
ra Chefe intirino de Polica.
IU."1 e Ex.m Sr. Tendo chegado ao en-
coaho Ginipapo hontem s \ horas da tarde
no mini'Tito em que entrava no cercado des-
te engenhoouvi alguns tiros, pelo que fiz se-
guir a ifalope a cavallaria, que marchava sob
mea commando e aproximando-me da casa
de viren la observei, que a forija alli estacio-
I nada se d>'bandava ; em consoquencia do que
trat-i d pers^guil-a, por ser logo informado.
! que haviao assassinado a Antonio Francisco
do Reg Barros, para o que fiz dar alguns ti
ros de que (icou gravemente ferido de hala o
preto R ifino que tinha sido escravo do dito
Barros, e qm no conflicto pode evadir-se mes-
mo ferido. Depois de completamente deban-
.rada a forga nao s por ter prehenchido seu
fim como tambem pela presenta da de meu
commando, subi ao sobrado do dito engenho,
e aii achei o cadver do infeliz Barros, cer-
cado de sua desgranada mulher e filhos, que
p >diio a protegi dogoverno pelo que esta-
cioni um piquete de cavallaria e marchan-
do logo para S'rinhaem d'ahi fiz marchar
paraali um destacamento de 13 pravas, para
obstar qalquer tentativa contra a infeliz vi-
uva e espero que V. Exc. approve esta me-
dida.
Nao me foi possivel hontem officiar a \.
Exc. de Ginipapo, por nao haver ali um por-
tador e nem cavallo para f.zer montar al-
gum soldado e mesmo agora apenas dou a
V Fxc. urna ligeira noticia do acontecido ,
por nao ter anda podido colher informacus
. \,ii> [tata ^uui u fwv- .w.w .tui *
a consideraijilo de V. Exc. Ser milito con-
veniente qu^ V. Ete. se sirva enviar-me
mais alguma torca doze mil carLuxos de a-
ilarme 17 porque os habitantes desta co-
marca se acho completamente armados e
para os fazer contar julgo preciso que V. Exc.
oqui conserve um> forga qm se faCJI respai-
lada. Dios guarde a V. Exc. muitos annos.
y artel da forga Policial na Villa do Rio For-
mozo 8 de Janeiro da l8i!i. -Illm. e Exm.
Snr. Bari da Bia-vista Presidente da Pro-
vincia, Miguel Alfonso Ferreira, I.' Com-
mandante.
Na me9ma occiziSo se far leilo publico
p?r conta e risco de quem portencer de R
22 S C ile caf com casca avariadas salvadas
do Patacho Ed*na Restaurador o qual tendo
sido arribado no Rio Grande do Norte na
viigem que fazia da Baha para o porto de
ernambuco foi depois naufragado.
CoMMERCIO.
psito fallei Ihe da possibilidade do mu csa-
m> nto, com urna p'-ssoa que vera aqu e elle
empallideceu.. Ol como fiquei conten- .
Sem duvida elle vio enlo como eia amado
Todas as vezos que eu o avistava curava de
ventura ; nao podia comprehender essa per
turbago desconhc ida essa omogo lio vi-
va e cao doce, de que at entao nao tinha fei-
to idea alguma. Com um s olhar elle m'.1 fi-
zia tremer e ma enchia de prazer ou de tris-
teza. Elle via tudo isso e m'o disse depois ;
e essas novas impress s queso elle havia des-
pertado essa certeza de que todas as emoco.'S
de minha alma s a lie pertencio muitas
vezes me repoto que ero o'maior titulo ao
seu amor.
O baro estiva immovel; te-lo-hies toma-
do por urna estatua. Arthur tinha cravado os
olhosem M." d'llauterive, que persegui-
da por esse olhar p^nftr nte se con.s-r va va
perfeitamente tranquilla ; smente no mo-
mento em que Carlota interrompeu a sua nar-
ragao o Sr. de Brval notou que M.m* d'llau-
terive en xugava furtiva monte o suo'r que, ape-
zar do fri Ihe inundava o rusto.
A moca vendo que todos conlinuavao ai
estar calados julgou q*ua a sua n.nagao at-
trahia a geral atteugjo pi s uio :
Um da que maman saldo. ... oh foi um
grande dia i seis semanas que isso cont-
ecu !....
\'p~i mem-sls M.-"" d'Kaaterive 'eixou
escapar um suspiro suffocado. Inquieta por
ve-la padecer Carlota chegou-se a ella. Sua
rali repelliodocemente.as suas mos,voltou-se
de modo a nao p deixar ver o rosto, e Carlota
prosfguio :
Eu eslava s nosalo ; o Sr. de Leymon
enlrou : nao o esperava, e havia muitos das
que nao tinha estado a sos com elle um mi-
nuto sequer. Sent que corava e eslava tr-
mula. Ellebemovo, e nao sei porque quiz
fugir.... Pobre Leopoldo estava quasi to
commovido como eu! Sem duvida, vio quan-
to eu solria porque ficou...
Carlota rae disse elle depois de um
momento de silencio nao podis duvidar da
minha afleigo ; eu vos amo como se fosseis
minha irmaa...
Parou. Eu olhava para elle e a minha
figura devia dar-lhe a conhecer a minha admi-
rago. File estava pallido.
Sois to cranga ajuntou desviando
os seus dos meus olhos que nao podis pen-
sar anda em casar. Ento....
Nao pode continuar ; eeu, que julguei
advinhar que elle amava a outra mulher, que
soppuz ter-me engaado acerca dos senlimen-
tos que julgava ter-lhe inspirado que o Via
arar o seu do meu destino ; eu que os
julffva unidos para sempre nao pude con-
lera minlia r eexclamei chorando :
K Ah quantosou infeliz !... s quero
a morte !-----
ALFANDEGA.
fondimanto do dia 9......... 15:338,11635
DESCARREVl HOJE 10 DE JANEIRO.
Barca ingleza = Priscilla = o resto.
Brigue sueco = Helena = rap, azeite doce ,
velas, doce sebolas vergontas ,
e p Iras.
Brigue sardo = Silencio = vnho.
Patacho hespanhol = Andrmeda = vinho, e
semen tes.
M0V1MENT0 DO PORTO.
NAVIOS S.VHIDOS NO DIA 7.
Bahia ; hiate brazileiro Flor das Larangeras,
cap. Bernardo de Souza, carga uiversos ge-
' eros.
Ass ; hiate brazileiro Vingador, cap. Do-
mingos Antonio do Azevedo carga diver
sos gneros.
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 8.
Biode Janeiro Bdiia e Macei ; 16 dias ,
vapor bra/.il'iro S Salvador, commandan
te Simplicio Jos de Mattos equip. 24 : t-
Joaquim Baptista Moreira.
Rio de Janeiro ; 17 das sumaca hespanho-
la Andromida, de 79 ton. cap. Izidro Fa-
brica equip. 10, carga lastro: a Joi.
Pinto de Lemos & Filho.
DECLARARES.
as Da ordem do Exm. Rispo Director do;-
Estudos recebida do Exm. Sr. President-
da Provincia se faz saber que as matricu
las do Ly ;eo exceptuadas asdalngua latina ,
serlo d'aqui em (liante fechadas 110 dia da a
hertura das Aulas do mesmo Lyceu ; e qu>
por isso desde esse dia nao poder mais al
guem ser matriculado para outro estudo, qui-
nao seja o de Latim. O Secretario Joo
Facundo da Silva Guimares.
LEILOES.
= Oleilo annunciado pelo Corretor Oli-
veira do casco do Brigue Inglez Newburn ,
naufragado na costa do Rio Grande do Norte ,
onde existe e os mais salvados do mesmo
Brigue, lica transferido por causa da chuva,
para hoje terga feira 10 do correte s 10 ho-
ras da manh eser efectuado no forto do
Mato prer.ga do sr. Mendcaga.
AVISOS DIVERSOS.
0 abaixo assignado aviza aos foreiros
do vinculo de N. Senhora da Conceigo dos
coqueiros que estando legalment-i authori-
zado para cobrar os foros bem como par*
passar licencas e receber os laudemios, ten-
do-so finalizado o anrio de 1812 aviza ao
Senhores para niandarem satisfazer os anno
vencidos at 31 de Janeiro e na falta se Ihe
impor a pena de le ; quem o perlender pro-
cure na ra Nova n. 2 i das 7 athe as 9 da
manhfi e das 2 athe as i horas da tarde. -
Joaquim Candido Ferreira.
cr Justina Maria da Conceigo ; retira-
se para Corte do Rio de Janeiro.
ss^ O arrematante do imposto de 20 por
:ento sobre o consumo das agoasdenes de
produego brazileira aviza aos Senhores
que ain Ja nao pagarlo dito consumo ve-
nho faze-lo nos dias 10, ll 12, 13 ,
14 e 13 do crrente as o Pontes N.
II, findos os quaes se proceder na forma da
Ley contra aquellos que deixarem de pagar.
tsr Joaquim Antunes Lopes; retira-se pa-
ra a Cidade do Rio de Janeiro.
MT Aluga-se um soto proprio para ho-
mem solteiro ; na ra do Livramento n. 3.
T J. B. SNavarre & C. tem
aira vender no deposito ao p do
ireo de S. Antonio frente a pon-
te e caes do passeio do ("ollegio ,
assucar refinado em paos inteiros ,
pedacos e em p por atacado e a
retalio de urna Libra : 3 qnalida-
des iGO 140, e 80 res por li-
ira, mel de bom gosto superior ao
de engenho, por ser do assucar re-
linado tendo-se na operacoes da
labricacao do assucar extrahidoa
|i ,tassa e cal, que cantemos asstica-
rea de engenho, 8D reis a garrafa,
lotijas degenebrada qualidade de
liamburgo a 210 reis a botija e
lipas de agoaardente superior de
ii graos.
= Quem tver um moleque de nagSo par*
vender que nao exceda de 15 annos e que
seja bem sadio dirjase loja franceza da
ra doCabug n. G.
== A pessoa a quem desde alguns annoa
Ihe faltar um moleque dirija-se a Antonio
da Cunha Soares Guimares a dar-lhe os
competentes sgnaes.
sa 0 Sr. Manoel Ferreira ou alguem por
He dirija-se loja de Antonio da Cunha So-
ares Guimares para tratar de negocio que
Ihe diz respeito.
- Matheus Gaspar Leonesi retira-se para
MUIIIIl
Estava trmula e a ponto de cahir ; sus-
tentou-me nos bragos e era to forte a per-
turbago que eu nolava em seus olhos filos
em mira to viva ternura respiravo que
desmentio a frieza de suas palavras.
E minha mi ajuntei enlo minha
mi Leopoldo que vos ama tanto !....
Vossa mi! disse elle, se ella soubes-
se
t
((__Oh I sim se soubesse como despre-
zais o amor de sua ilha !...
(( Que dizeis Carlota ?
,, Que maman formou projectos que eu
adivinliei. Poisque ? teria ella consentido que
estivesseis assim junto a mim ; consentira
que eu vos amasse se nao tencionasse fazer-
uos a ambos elizes por um casamento ?
*__Ijm casamento entre nos !... Car-
lota nao, nao, enganais-vos '. vossa mi j
mais consentir nisso.
Entomealegrei por ver que elle te-
ma obstculos e que, como eu, nao tinha
adivinhado os votos de minha mi.
Oh eu vo-lo supplico Leopoldo ,
disse eu se nada se oppozesse ao nosso ca-
samento licarieis contente ?
a Seria entoo mais feliz dos homens ,
me tornou elle.
E iiaiispuriada de alegra u s a el-
le TA, quando um grito de maman fez que
eu a visse muito perto de nos immovel e
presenciando j havia muito tempo essa
scena de amor e de lagiimas. Lancei-me em
seus bragos, pedindo Ihe a ventura com aquel-
lo a queai amava. Tiio trmula, como eu, cho-
rando como cu mal pode pronunciar as pa-
Uvras com que nos dava o seu consantimen-
to. Assim icmos muito tempo conmovi-
dos em silencio e agitados. Maman tran-
quilisou-se finalmente; e unindo a minha mo
e a do baro :
,, Sede feliz Ihe disse ella j que a
vossa ventura depende de Carlota !... Nao so
dir que eu me oppuz ao que ambos desejais...
Sr. baro de Leymon eu tos dou minha fl-
Iha.. amai-a sempre.. .
Depois, minha mi que pareca estar
quasi a desmaiar nos deixou. Ficmos sos,
mas to perturbados pelo que nos tinha acon-
tecido, que nos foi impoasivel pronunciar urna
s palavra. Desde en to foro todos os dias
empregados nos preparativos para o casamen-
to ; e longe de o retardar, por causa da mi-
nha idade como receiavamos maman m-
pregava todos os cuidados e esforgos possiveis
para apressar o da que me devia unir a elle.
Euiiim desde hontem sou sua mulher....
Minha boa amiga, ajuntou Carlota pegan-
do na mo de M."" de Kerrires, a vossa vol-
ta nada nos deixa a desejar e desde que
mauiMi se ifsiibcli-ci- mit "UCtiLo nsni
tompkla a nossa ventura.
(Continuar te-ha.)


/
yy** amwaii imitar nre
BOTERA DA MATRIZ DA BOA-VISTA.
fcr No dki 12 do crlen-
te correin' impreterivel-
niente as rodas desta lote-
Ha, no consistorio da mes-
Jpia Matriz, as 10 hor.s
da nianhaa venda-se 011
uao o restante dos bilhe-
tes.
Qui.tino Augusto Paaplona retira-
se para a Cidade do Cear.
.nnT .Pr*cisa-S* fallar ao Sr. Francisco An-
mod.S.nULruz a negoeio de seu inte-
resse as mico Pon tas n. 30 e 32
tr .Altf-se as casas n. o 4 e 6 do a-
terro da Boa-v.sta urna das novas da ra
d Aurora, ra da Solidada, e no sitio de
, nniTr a tr'Up Cm l,>ciseo Anto-
V n,de l.ve.ra ou com o seu caixeiro Ma-
SS!..'iqM.dt S'Va- 0i mes,nos peiras de ljlsboa para varandas, um hom ca-
'r m;tre P-" carrinho e utn dito mui-
to bor,to prasela.
= Antonio Manoel da Costa e Silva rcti-
Ta-se para Portugal.
*SF" Aluga-se um escravo mofo e robusto
para qualquer servigo o qual bom serven-
te de pedreiro;qu?m o quizer dirija se ao Re-
cifecasa de Gongdo Jos da Costa e S na ra
da Madre de Dees.
cy* OlTerece-se para criado um pardo do
matoainda rapaz o qual (iel e diligente
quem o quizar dirija-se ao Recite a casa de
Goncalo Jos da Costa e na ra da Ma-
dre de Dos.
= Jos Francisco da Silva residente no
b>tequim da ra dis Crujes ralira-se para
MontaviJj at o lim desta nvz.
loza Mana Vieira subiito portuguez,
retira-se para Port igal.
^" Precisa-se de um menino da 10 para
11 annis, e qua tenha ja algum conheei
ment de faz-Midas e miudezas : na ra da Ca-
deia velha na primeira loja da fazendas ao p
do arco da Conceigo.
*" Jote Soares d'Azevedo, lente da lin-
goa franceza do Lyeeo tem aberto em sua
casa, ra do Collegio n. 14, primeiro andar ,
um cursa de lingos francesa e outro de Phi-
losopfm. As pessoas que desejarem estudar
urna ou outra destas disciplinas podem dir
digir-se casado annunciante de man ha*
at s 9 horas e de tarde das 3 em diante.
CT" Alugo-se 3 pretns : no armazem de
J. J. de M. Reg na ra do Vigario n. 7.
W Vicente Tararas da Silva Coutinho ,
at agora habilitado por YicenteFerreira.de
Paula declara e faz sciente ao respi itavel
publico qu> sendo lilho natural de Getru-
dsiMariada Conceigo, edeManoel Tava-
rasda Siha Coutinho, em tempo que foi
solteiro do qual tomou corita como seu ti-
lho, mandando-o criar at tomar estado. Por
alguns motivos particulares de entrigas dis-
palriei-me do meo sollo deixando minha
cara consorte e temos ilhos., e por estar
Jonge de meus pais nao pode tomar conta
dos bens que depois de ter fallecido meu
pai deixou-me como seu herdeiro os seus
bens, e os actuaes poMiiidores serias Fobuuu-
saveis apresentarem-me os ttulos para justi-
fica rem a sua pacifica posse.
Consta ter o fallecido meu pai Manoel Ta-
vares da Suva Coutinho dc-ixado os bens
seguintes em poder de um portuguez ( cujo
nome ignoro ) urna porgo de escravos, o
pouco mais ou menos e varios papis de t-
tulos duas propriedades as Catingas com
casas de telhas urna machina de desearos-
saralgodo urna 'azenda no curato do Bom
Jardim na Alagoa da aroeira denominada
propriedade Juca na qual tem'3 moradas de
casas e a dita propriedade vai at gato bra-
bo e foi do fallecido Joan Cordeiro Reg ,
europeo morador m praca de Pernambuco,
a quem fora o pagos ."55 mil cruzados valor
por quanto o comprou o que justificre
com pessoas capazes desta praga ; mais urna
fazenda no lugar da Vacca a qual foi com-
pra ia aosnr. Antonio Gomes da Silva, ja fal-
lecido e por ter aparecido outro dono, foi a
razo porque o fallecido Manoel Tavaros, meu
pai a nao ac bou de pagar to a a quantia :
deixou lambem o seu patrimonio no lugar
chamado Brando entre a cidade de Goianna
e Itamarac e por ser elle herdeiro e testa-
mntelo de urna parte da heranga da falleci-
da m:nha av, lanibcm pertence-me por ser
herdeiro legilimo desta porgo.
da sancta religio e dasleis sagradas do es-
tado ; sim um grande peccador para diante
de Dos : os que ignoro as minhas tristes
circunstancias, que me obrigaro a conser*
var-me nestas maltas separado da minha exi-
lada familia e despido de alguns meus mes-
quinhos bens e perseguido para roubar-me
a minha tristu vida easeljces funestas dos
lempos atrasados contra o nosso augusto
throno Brasileiro, cujo fui sempre a testa pa-
ra debater os revoltosos enpunhando as ar-
mas rom alguns fiis Brasileiros defienden-
do o mesmo augusto throno e sancta reli-
gio christ ; pensaro seroulras as minhas
ideias. Se eu nao tenho obrado tudo com
acert e por ser fahvel suceptivel de er-
ros cujos he capaz qualquer homem e
como tal o sabio publico saber compadecer-
se. Agora que gragas ao Co por sabia dis-
posico do Exm. Baro da Boa-vista dignis-
simo Presidente desta Provincia, a quem Dos
Guarde, e conservar por muitos annos, e
a todos quantos sao bons cidados e aman-
tes da paz devo louvores sinceios, e per-
petuos agradecimentos sabe com suas pa-
ternaes entranhas de pai da patria atrair
nossos coragoes com as armasvangelicas da
religio, mandando a estas remontadas mat-
tas e esperas grutas ; os Reverendissimos
Vigario da Parochia do Allinho e o Missio-
narioa Perfeito do Hospicio do N. S. da Pe-
a um com paternal afecto chamando as
com seu
suas ovelhas erradas e o outro
sancto ministerio publico que nunca popou
trabalho levando com paciencia os importu-
nidades de urna gente rustica os enfados e
trisle vida nestas disertas e misaraveis mal-
tas instruindo reprehtndendo, reconsi
liando com placido e passilico modo Ihes
drou tantos abusos que existio em um povo
totalmente entregue ignorancias proprias, e
relaxadas paixes.
Sua fatal despedida foi de ternas e lastimo-
sas lagrimas, eso pela esperanga que tive-
mos de vpI-Io outra vez entre nos para aca-
bar o edificio da Igreja da sua envocagSo de
-\. S. da Letra conforta os nossos suspiros e
gemidos. O pouco numero do escravos que
posso nao tenho furtado, nem vendido,
achad-se pblicos esenoos tenhao entre-
gado he porque seus donos nao t^m vindo
proprios a procura-Ios os tenho conservado
para nao se despersarem e passarem a ouiras
[paos, que delles disponhao como proprios,
o porque tendo vindo alguns snrs. a procu-
rarem escravos em nome dos legtimos snrs.,
dizendo serem delles e por tantas vulhaca-
rias conhecidas n3o os tenho entregado ,
sim s entrego aoss.us legtimos donos por
quanto elles he que os podem conhecer por
que terfl os nomes trocados muitos tenho
entregado com he publico e comprado ou-
trosa seus legtimos donos e alguns dos ou-
trososentregarei como disse eu diria al-
gumas cousas, que alguns snrs. muitos pos-
suem em seu poder, e outros ja vendidos por
longes trras como he publico minha hon
ra faz-mecalar e eu beque levo a fama de
ladro ; e finalmente declaro-me com-) sem-
pre fui fi 1 cidado amigo da patria e da Sn-
ela religio e dos amadores da paz e tran-
quilidade e sincero subdito de S. M. o Im-
perador e das legitimas authoridades.
(Estava woofeecidc.)
W yualquer pessoa que souber tirar no-
duas de azeite e gordura de obras de panno ,
dirija-se ao pateo do Carmo sobrado de 2 an-
dares n. 18.
r A pessoa que trouxe urna negra na
ra do Livramento loja n. 13 e nao se quiz
por ser crioula queira aparecer na mesma
loja ou annunc'e sua morada.
Collegio Jo Espirito Santo.
tsr A abertura das aulas do Collegio do
Espirito Santo ter lugar na segunda feira
10 do corrente mez de Janeiro; em conseqtien-
da de certos arranjos necessilados pelo nu-
mero crescido de eduoindas que ho de con-
correr no presente anno.
%W Precisa sede um caixeiro de 10 a 12
annos, que seja dos chegados prximamente:
na ra do Livramenlo n. ll.
= O Sr. Antonio da Costa Soares Guima-
rfies que avizou pelo Diario saber de um mu-
Jeque fgido ou furtado pode communca-
lo na loja do sr. Bandeira da ra do Cabula,
tendo os signaes seguintes : crioulo de mais
de 20 annos de idade alto nao muito pre-
o cab-ga pequea dentes grandes com
nina cicatriz no beigo superior de urna den-
tada de cao, chama-se Rufino, e he capa-
teiro : dizem que fora furtado por um certo
Rarrozo que o Jevon para os sert<>s da Pa-
rihlba ha mais de 8 annos eque por isso
ra negocio de seu interesse, ou annuncie sua
morada.
=Precisa-se de 30o# rs. a premio do dous
por cont ao mez com pinhores de ouro ;
pessoa que quizer annuncie.
tw Precisa-se de um engenho para arren-
dar que nao seja muito longe da praga de
boa produego, sendo de agoa moente cor-
rente com escravos e toda a sua fabrica ,
e juntamente o seu alambique na ra estrei-
ta do Rozario n. 31 segundo andar.
Sr. Joo Jos de Moura queira ter a
bondade de declarar por este Jornal quem he
o Francisco Muniz Tavares de que falla pois
existe um do mesmo nome no Parnameirim
que nunca teve contas ; nem ao menos tem a
honra de conhecer c mencionado Sr. Joo Jo
s de Moura.
s^- Quem precisar de um perito cozinhoi-
ro tanto para casa de pasto como para alguma
caza particular e d fiador a sua conducta
dirija-se ao largo do Collegio n. 20.
Na ra do Rangel n. 81 precisa-se de
um caixeiro portug<-z para urna laverna ;
advertindo que nao deve ser menor de 18 an-
nos ter pratica de negocio e dar fiador a
sua conducta.
0 Sr. Jos Luiz Pinto queira procurar
urna carta vinda do Rro de Janeiro : na ra
Nova defronte da Conceigo n. 38.
Permuta-se urna grammalica franceza
de Monte-Verde por urna ingleza de Constan-
cio ; quem tiver dirija -se a ra do Caldeirei-
ro numero 2.
Na ra da Roda casa n. 28, lava-se en-
gomma-se roupa de homem e de senhora,
com perfeigo coze-se toda qualidade de
costura tudo por prego commodo; quem se
quizer utilisar dirija-se a mesma caza.
COMPRAS.
Urna bomba de metal ou de madeira,
de 12 palmos de comprimento estando em
bom estado e sendo por prego commodo :
no sitio do retiro na passagem da Magdalena,
ou no Recife casa de Gongalo Joze da Costa
eS as segundas esabbados ou annun-
cie.
W Jlanoel Antonio da Silza Motta, com-
pra urna ou duas canoas de carregar de 1500
a 2000 tijolosde alvenaria e que estejo em
bom estado assim com urna ou duas de car-
regar agoa que sejao grandes.
v tsr* Um diccionario Magnum Lexicn, em
bom uso ; quem tiver annuncie.
ty Cmacorrente de ouroque seja grossa
e bom ouro ou transelim que tenha 18 a 20
oitavas sem feitio : na ra do Cabug loja
de miudezas junto do snr. Bindeira.
Dous livros de Geometra de Bezouth
em portuguez : na ra do Queimado n. 29
a fallar com Novaes A Basto.
BT m pardo de 12 a 18 anuos, ese sou-
ber montara cavallo ser preferido : na ra
da Cadera do Recife ou no Mondego casa
de Luiz Gomes-Ferreira.
para planlages : na ra Direita loja n. 43.
Pregos e arcos para barricas : no
armazem de J. I. de M. Reg ra do Viga-
rio numero 7.
ar Vende-se ou aluga-se urna canoa de
agoa ; e vende-se urna escrava lavadeira :
no atterro dos Aflogados fallar com Francis-
co Xavier das Chagas.
t^ Farinha de superior qualidade propria
para casas particulares chegada do Rio de
Janeiro e saccas de f.ijo preto por commo-
do prego : no armazem do fallecido moleta
defronte do Trapixe da Alfandega.
s^ Um novilho turino muito possanie
propno para carroga e he filho do pasto
no sitio de porto de farro defronte da S. Jo-'
s do Manguinho.
W lima negra de bonita figura, sem acha-
ques por prego commodo avista do compra-
dor se dir o motivo da venda : na ra de
Santa Te reza n. 24.
car Vende-se ou freta-se o Rrigue Ameri-
cano Chipla, de superior marcha', forrado
e cavilliado de cobre ; os pretenden tes diri-
jo-se a Malheus Austin & Companhia, na ra
do Trapiche novo n 18.
W Compendios de Geometra de um bom
melhodo : na loja do snr. Pinto no pateo
do Collegio ; prego 640 rs.
ET Potassa da Hussia a 270 rs. : na ra
da Cadeia do Recife n. 10.
t- Lanternasde casquinha inglezas finas,
ditas com p.5 de vidro lapidadas e lisas
mangas de vidro lapidadas ditas lisas ingle-
sas de mullo bom goslo garrafas lapidadas
de cristal componteiras para doce copos
para agoa cahx para vinho porta licores
linos com caixa, bandejas finas de muito hom
gosto, apparelhos para cha de porcelana dou-
rada, e chicaras de porcelana frascos de bo-
ca larga com rolha, apparelhos para meza de
diherentes gostos, ditos para cha azues e mais
cores, eoutras muflas fazendas por prego
commodo : na ra do Livramento n. 6.
tsr Um moleque, de idade de 18 annos,
sabe cozmhar engommar e coser e bom
para o servigo de urna casa: na ra de S.
francisco, na primeira casa passando o thea-
tro.
ty Urna .casa terrea na Solidado n. 50 ,
no principio da ra de Joo Fernandas Vieira!
em chaos proprios com um terreno conti-
guo, fiando ao tolo 00 palmos da trente ,
com 400 de fundo plantado de diversos ar-
voredos e cacimb* e outra dita na ra Va-
ina n. jOcom quintal murado, e cacimba no
nieio; um mulato bastante claro e robusto,
de idade de 18 annos proprio para pagem :
na ra da Guia sobrado de um indar n. 40.
Urna escrava mulata de 21 annos de
VENDAS.
^w Exame de Sangradores Cozinheiro
Moderno, Manual de Parteiras, Cdigo Phar-
maceutuo, ePaihologia de Braga : na pra-
ga da Independencia loja de livrna n 37. *o
vil U t O
Respei U veis sen hores Vicente Tayargs da j ter h.j, .d3 de 20 de idade.'
Silva Coutinho escravo dos snrs. nao tem j Roga-se ao senhor Manoel Joaquim An-
sido um assassino um JadrAn um nimigo! tunes Correia dirija-se ra Nova n. 22 pa-
Superior tinta de escrever por prego
commodo e tambem livros em branco de su-
perior papel elmasso, com diversas lolhas
proprias para recibos entradas eoutras quaes
quer escripias, dito de meia olanda pauta-
do e papel almasso da primeira sorte de su-
perior qualidade e muito boas pennas de
escrever e lapes tambem se encaderna to-
das quahdades de obras : na ra de Santa Rita
rSova n. 88.
*w Urna escrava de 18 annos recolhida
ptima mocamba corta e faz camisas de ho-
mem e vestidos de senhora penteia e
vest bem urna senhora 3 ditas mogas com
bos habilidades urna deltas boa engomma-
deira e cozinheira dous pretos bons para
todo o trabalho : na ra de Agoas verdes nu-
mero 44.
> tw Panno de linho em pegas de 18 varas
em casa de Hermano Mehrtens ra da Cruz
numero 47.
r Por prego commodo um sobrado de
um andar e soto em chao proprio na ra
dbanla Rita n. 14 5 tractar na camboa do
Larmo na casa que tem padaria ; na mesma
ha para vender urna porgo de barricas vazias
que rrSo de farinha.
r laceas com superior farelo regulan-
do cada urna pouco mais ou menos 3 arrobas
de peso e a ii sacra : no armazem do
Braguez junto ao arco da Conceigo.
A melada de urna casa terrea no lugar
da Estancia com bastante terreno,, propri.
------------------------ t ni
dade, bastante vistoza recolhida cosi-
nha o regular de una cesa eng.mma, lava
devarrella,eensabaa e faz pend hefcaa-
tante sadia e izanla de vicios : na ra da Pe-
nha n. 7.
S2?" Urna preta de nago angola que sabe
lavar e cosinhar bem, urna bomba propria
para tirar agoa das canoas para o deposito de
tanque, uma batanea propria para pezar carne
secca a bordo dos barcos com braco e pezos cor-
respondentes, e uma porgo degarrafas vazias
novas ; quem pretender entenda-se na loja
da na rta C.-:dc;a i. 4 ; assim como aluga-se
um sobrado em Fora de Portas com bastantes
commodos quem precisar dirija-se a mes-
ma loja.
= Um bonito moleque peritimo cozinhei-
ro e sotr, ivel engommador sem vicio : na
ra do Crespo loja n. 10, de Antonio da Cu-
nna Soares Guinares.
sar Cadeiras americanas com assento de
palbinha camas de vento com armago ,
sem ella, muito bem faltas a 4500 rs. ditas
de pmho a 3500 marquezas de condur :
mezas de jantar commodas de amarelo e
de angico assim como outros muitos trastes e
pin no de suecia com 3 polegadas de grossu -
sura, dito serrado ludo mais em conta do que
em outra qualquer parte : na ra da Floren-
tina casa do J. Beranger.
ESCRAVOS FCGIDOS.
= Fugio no da 22 d* Novembro p. p.
um preto do gento de Angola de nomeAii 1
tonio ladino, com 20 annos de trra, re
presenta ter 33 a 40 anos veio ha 3 anno
da provincia do Ct-ar he baixo, corpo re-
gular dentes acangulados com um carosso
acirna do embigo pai a um lado do estomago ,
ps raxados, andava vendendo pao para o
ugar da Boa-Viagem levou vestido camisa
de estopa e Calcas (.retas velha; quem o w-
2ar lev a n?^ > ,a vl,i,d n> ^ C(sa ja
vuiva Queiroga ou na padaria dos alI'ogadoS
que sera gratificado.
RECIFE NA TVi> D j.

= ioi>.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EKC6RU4EQ_KJCVCE INGEST_TIME 2013-04-13T02:49:25Z PACKAGE AA00011611_04860
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES