Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04856


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Full Text
r
Auno de 1843.
Quarta Fera *
Tado afore Ispeada de nos aseamos ; da aossa prudencia modera;3o energa : coa
tinaemos como principiamos e aeremos aponlados oom admirado entre as Nacoes maii
calu, _______ C Proolamacao da Aisembea Geral do BtzlL.)
PARTIDAS DOS CORREOS TERRESTRES.
Goianna Parahibn Rio "randa do Norle seganda s e sextas feiraa.
Bonito e Garanhuns a 10 e 24.
Cabo Serinhaem, Rio Forneo Porto Cairo Maeeio, e Alagoae no 1. 11 }1
Boa-iisie Floree a 28. Santo Anuo quintas feiras. Olinda todos os diae.
DAS da semana.
2 Seg. e. Itidor'o B. M.
3 Tere. e. Aprigo B.
4 Quart. e. Tito Dtacipulo de e. Paulo .
5 Qaint. e. Simio Eslellita.
fi Sext. Dia doa Res Megoe.
7 Sab. e. Theodoro Mongo.
8 Doa, e. Lourenco Juatinino Patriarca.
de Janeiro:
Anuo XIX. PT. 3,
O Diario publica-se t(i loa oa diae qoe ni forem Santi finados : o preco da asaignatnra b
de tres mil reispor qnartel iaoa adiantadtia. Os annuncios dos asaignantes sao ineerdoa
gratie, e oe dos que o nao 1 rem rean de SO reis por linha. As relamaciVs derem sel diri-
gidaa a esta Tro., ra das Crutee N. 7.4.mi praca da Independencia lojade lisro N. 6e 8.
riMBlusNo dia 3 de Janeiro.
Cambio eobre Londres 27 { Nominal.
.i i< Parie 350 reis por franco.
Liaba 400 por 100 de premio.
Ooso-Moeda de 6,400 V.
i N.
de 4,000
PliTa-Patacoee
a Petos Cnlumnares
k ditos Mexicanos
compra
15,H0
11,80 J
8,300
1,750
1,750
4,750
senda.
15.200
19,000
8.500
1,770
1,770
li770
""W
Moeda de cobre 3 por 400 de descont,
dem de letras de boaa tirinas 1|.
PHASES DA LA NO MEZ DE JANEIRO.
Le Nora 30. i 'J horas e 42 m. di manh. I Lus c'ieia i Ifi ks 5 horas e 36 m. da nianli.
Quart. creac. 8, e 5 horas e 52 m. da tard. { Quart. minr. 2.', s 10 horas e 42 m. da < -
1 a 7 horae e m. 42
Preamar do dia i de Janeiro.
da manhia. | 2. a 8 hora e 6m. da
larde.
DIARIO
CC
ES
PARTE OFFICIAL.
o sold
occor-
sua vi-
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DIA 17 DO P.VSSADO.
OfficoAo Exm. Presidente, informan-
do sobre a pretengo da viuva Anna Tho-
mazia Mara di Conceigo que pedia baixa
para seu filho Antonio Francisco das Cha-
gas que assentara valunttriam >nte praga no
batalho provisorio.
Dito Ao mesmo Exm. Sr., devolven-
do-lhe competentemente informado oreque-
rimento do al fe res Joaquim Cavalcante de
Bulh(3;s que tendovindo da corle no vapor
= Bahna = com destino a sirvir na provin-
cia do Ceai pedia se I he abonasse
vencido no mez de novembro para
rer*as dispesas que Un ha de fazer na
aram.
.DitoAo mesmo Exm. Sr., devolvendo-
Ihe informado o requerimento de Manuel Luis
Pereira que pedia o pagamento doalluguel
de um cavallo, que condusio a Paja de Flo-
res uro soldado que na qualidade de orde-
nanza acompanhou o alferes Albuquerque
Maranho, que para ali foi mandado em
servigo.
...DitoAo tenente coronel commandante
do batalho provisorio pedindo-lhe esclare-
cimentos acerca do debito da quantia de
:37#360 que contrahira o tenente A. R. de
A. com a caixa do batalho.
DitoAo major chefe intirino do 1 bata -
Ibo de guarda nacioual deste municipio ,
disendo-lhe em resposta ao seo olficio desta
data que mandara substituir pelo guarda
Jos Alves da Silva o cabo d'esquadra Ma-
noel Francisco das Chagas do batalho de
I. de G. N. destacado.
DitoAo delegado do termo do Brejo, sg-
nificando-lhu em resposta ao seo olficio de 25
de novembro ultimo que dera destino ao
dezertor Theotonio Pantalio dos Santos :
que mandara assontar praga ao recruta Lou-
rengo Pereira da Silva e pedia infurmages
acerca de outro recruta de nome Clemente
Alves da Cunha que na forma da lei que-
ra dar um substituto afim de ser com jus-
tiga deferido.
DitoAcoramandantedo3. batalho d'ar-
tilharia ap, acerca dos discontos aue se devia
faser nos vencimentos do tenente AndrNunes
Cardoso, para endensago da quantia de
7(ij640 que ficou devendo a caixa do hos-
pital do batalho provisorio.
DitoAo capito commandante da com-
FOLHinrB
DESGRACA E VENTURA. (*)
u A carta era de M. Blondeau que tinha
desembarcado, haviaalgunsdias, na Rochelle
com o corpode equipagem que era addido :
mandava dizer quechegaria a Brest naquella
mesma noite ; que nao se demorara nem um
instante na cidade, que logo seguira para
Lesneven.
Esta noticia foi como um raio para os
dous culpados.
Vai, foge dizia Cecilia, apenas tor-
nou a si: abandona-me ao destino que me
aguarda. A morte nada tem, que assuste
a pos dous annos de ventura. Foge que so
eu merego morrer. Tal vez, accrescentou el-
la levantndoos olhos.para o co que l
acha alguein que se conda de minha fragili-
Jade, e possa cbter o pcrdSo, que os hcrr.ens
recuso a mulher, que falta a seus deveres.
panhia de cavallaria exigindo a remessa
de um mappa deraonstrativo das forragens
recebidas para oscavallos da companhia, com
declaraco da applicago que tivero atim
de se poder resolver e authorisar em' vista
do saldo a factura das obras de qu i precisa
a coxia n ordMiaii h-|li i qu posase em el-
feetivida le a disposigo7'. da ordem adJicio-
nalde20 dejulhode 1840.
PortaraAo com man Jante do batalhSo
destacado, mandan lo excluir com guia para
o respectivo corpj o cabo de esquadn Minoel
Francisco das Chagas recebando ao substi-
tuto Jos Alves da Silva.
dem oo da 19.
OicioAo Exm. Presidente, dando-lhe
os esclarecmentos que pedir acerc do paga-
mento dos vencimentos do destacamento do
termo de Santo Anto.
DitoAo mesmo Exm. Sr. remettendo-
Ihe informado o requerimento do soldado do
3. batalho d'artilharia ap Felinto Elizio de
QuoirozCoutinho que pedia faculd ido para
continuar os seos estudos preparatorios no
collegio Santo Antonio,
DitoAo inspector da thesouraria devol-
vando-Ihe competentemente reformados os
papis de contabilidad do destacamento do
termo de Iguarass.
Dito Ao commandante do deposito ,
mandando prender pelo tempo de lo das o
soldado Francellino Bernardo dos Reis.
DitoAo mesmo mandando considerar
praga do deposito ao soldado mencionado no
olficio cima cuja guia opportunamonte se
lhe enviara.
DitoAo mesmo, remettendo-lho a quan-
tia de 183^020 reis inportancia dos venci-
mentos das pragas do batalho provisorio, que
loro do mesmo desligadas por estarem no
hospital, e nao poderem embarcar, certo
que tal importancia dizia respeito aos venci-
mentos do 1 a 10 deste mez.
PortaraAo tonente coronel comman-
dante do 3. batalho d'artilharia ap man-
dando reconhecer soldado particu'ar ao sol-
dado Antonio Francisco Biptista d'Almeida ,
cujoconcelho de averiguago lh DitaAo tenente coronel commandante do
batalho de I. de G. N. destacado, mandan-
do excluir com guia para a respectivo corpo ,
exigindo substituigo, Jos Alves Bizerra, con-
forme fra determinado por despacho do Exm.
Sr. Presidente.
dem do da 20.
Olficio Ao Exm. Presidente, informan-
do sobre a pretengo do soldado reformado
Francisco Jos Joaquim que tendo pedido
passagem para as Alagoas donde natural ,
COM*. UBICADO.
requera que pela thesouraria se lhe passasse I ficaro por nao poderem acompanhar o bata-
guia. Iho, incluindo a do soldado Francellino Ber-
DitoAo mesmo Exm. Sr. nedindo au- nardo dos Res, que flcara pertencendo ao
thorisago para mandar abonar Etape a 10 deposito.
invlidos vin los da corto com demigo do Dito Ao dezembargador chefe de poli-
servigo em quanto nao foss^m rejnetlidos cia para que ouvindo ao recruUdor desse
para as provincias de suas naturalidades. a sua opinio acerca das provas de izemp-
DitoAo inspector do arsenal de mar- gao, que allegara o recruta Manuel da Cruz,
nha afim de remetter para a corte no vapor Portara Nomoando u cons-lho de guer-
= S. Sebastio = o cofre, e urna caixa ra do alferes do batalho destacado Pedro de
com papis pertencentes ao batalho provi- Assis Campos Gordem sendo presidente o
i sorio. tenente-coronel Manoel Ignacio de Carvalho
Dito Ao inspector da thesouraria, com- Mondonga,
municando-lhe que nesU data mandara re- Dita Nomeando o conselho de guerra do
ceber ao hospital regimental o soldado refor- soldado do batalho destacado Antonio Fran-
mado Antonio Rolrigues de Almeida cu- cisco Correia sendo presidente o major Tlio-
jos vencimentos serio cobrados em quanto maz Jos da Silva (usmo Jnior,
estivesseem tratamonto polo terceiro bata-1 a^ a
Iho daartilharia a p
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
nha, para que houvesse le mandar para boi m
do do vapor = S. Sebastio = utn sarjen- O D-n. firme eor.ip systeraa adoptado
to um furriel e um soldado do batalho pela amavel sucia d que se constituyo e-
provisorio que deixarode embarcar com o cho d'emprestar culpas actual adminis-
dito batalhSo. trago (inalisa o artigo do seo n. 110 de 15
Dito Ao coronel Francisco Jos Martins, de dez<*mbro ultimo censurando com a mor-
communicando-lhe que o Exm. Sr. Pro- dacidade de que tanto abundo os seos
sidenteo havia nomeado para ssrvir intirin.a- escriptos a Exm. Sr. Biro da Boa-vista ,
mente na directora do arsenal de guerra por algumas demisso:s que deo no seo pri-
durantn o impedimento do tenente-coron -I meiro governo e no presente : e imputan-
Jos Mara Ildefonso Jacome da Veiga Pes- eio-lhe a desgraga d'algumas familias !
soa Deixando de mo as segundas das supradi-
Dito Ao tenente-coronel Manoel lgna- tasdemiss'Os, por j haverem sido nao s por
co de Carvalho Mendonga remettendo-lhe nos como por outros, expostos os ponde-
a nomeaco do conselho de guerra que tem rosos motivos que Ihej dero lugar e cuja
de julgar o alfares Pedro de Assis Campos j forca s contestarn aquellos que roco-
Cordem do batalho destacado afim de dar | nhecendu a verdade de proposito a nego ,
o devido andamento ao mesmo conselho co-' recorren do snbterfuios para assim Ihes
mo seu presidente. ; nao fallar o pasto de que tanto carecem vi-
DitoAo major Thomaz Jos da Silva perinos genios, oceupar-nos-mos das do
Gusmo Jnior fazendo-lhe remessa da j bacharel Joo Mauricio do emprego de prefei-
nomeaQo do conselho de guerra do soldado \ lo da commarca do Limoeiro o do Ilenri-
Antonio Francisco Correia do batalho des-! quede Lucena do posto de chefe de legioda
tacado, para que reunindo-o opportunamen-j guarda nacional do respectivo municipio: e
te desse ao mesmo conselho o necessario | repelliremos a inculpago que to despeja-
andamento. : damenie faz^m S. Ex. os seos fracos e
Dito Ao commandante interino do ter- j despreziveis inimigos que omento ocoai-
ceiro batalh de artilharia, dizendo-lhe que batem com a arma da calumnia por sera ,
licava inteirado da sua mudanQa para o quar-: que de mais promplose o (Te rece aos intrigan-
tel ilo Hospieo eautorisando-o passar pa- tes e por nao terem na realide.de outra de
ra o mesmo quartel os presos do seu batalho que se posso servir,
existentes no Brum.
DitoAo tenente-coronel commandante
do batalho provisorio, communicando-lhe
a remessa das tres pragas cofre e caixa
com papis, mencionada nos antecedentes
o (Ocios.
Dito Ao nKsmo exigindo a remessa
das guias das pragas que nesta provincia
(*) Video Diario N. 2.
Adriano porem bem longe de obdecer
a essasupplica procurava com toda a elo-
quencia da paixo verter na alma da sua
cmplice urna esperanga, que elle proprio nao
tinha. Horriveis ero as angustias da pobre
Cecilia. Parecia-lhe a cada instante ver en-
trar M. Blondeau a pedir-lhe contas de sua
honra. Estava inminente urna crise. To
vivas e alrozes tornaro-se para logo as dores
da moiji que foi mister cuidar-se em se ir
buscar um medico. Era effeito das pmoges,
que acabavo de impressionar de chofre o sen-
sivel corceo de vossa mi. A n.lureza ad-
antava o termo de nascimento. Noqueren-
do fiar-se em pessoa alguma para um passo
to importante deixou o aspirante momen-
tneamente M."" Blondeau entregue aos cui-
dados da criada e montando precipitada-
mente cavallo chegou em breve casa du
seu amigo Correro o doutor e o aspirante
para a casinha de Lesneven e penetraro no
quartode Cicilia.
Estava passeando a largos passos pelo a-
nr\enr>*~ < infoli* Mm linmfim COH1 O Ur?!?'Jn'
me de cirurgio-oir. Sua fronte, sulcada
Je rugas denotava urna vida de incessan-
tes lutas e de internos combates. Flammc-
javo-lhe os olhos sob especas sobrancelhas.
Apenas franquearo os dous amigos o quarto
da enferma pairou estranho sorriso nos la-
bios do homem martimo. Adriano, e, o dou-
tor ficaro interdictos ao ve-lo.
Qual dossenhores o medico ? per-
guntou \l. Blondeau com voz sufTocaila e
langando oran'um, ora n'outro; um olhar
1 de concentrada raiva.
A resposta a essa pergunta devia desig-
nar urna victima ao marido ultrajado. 0 dou-
tor guarJou corajoso silencio.
Enlo fallareis ou nao i' bradou o
cirurgio-mr e precipitando-se a urna
c;i\a de pistolas empunhou urna em cada
mo armouas e apontou ao peilo dos
dous amigos. Preciso de urna vinganga ,
proseguio rangendo os denbs porque um
de voz o culpado. Qual o amante desta
mulher ? respondei
O senhor o medico dsse Adriano
aponiendo para o seu amigo.
Estas jalavras operaro sbita mudang;>
na nhvsinnnmia rio !M. Binndnan Seus o-
-----r 4
Ihos que faiscavo em sanha annuviaru-
se de sombro fogo ; pareccu desenrugar-s:--
Ihe a fronte sob urna inspiraco radiosa ; s
Bem presentes devem estar todos aspe-
rigosas e vergonhosas scanas de que foi
theatro aquella comarca om consequencia
da rixa d'eases dous empregados : os exces-
sos de jurisdirQo de ambos : e o modo cru-
ento e desabrido com que despresando
os dictames da razo esquecidos da mode-
rado que deve caracterisar as acgrjes de
nao descerraro-se-lhe os dentes. E porque a-
goraconhecia M Blondeau o seu rival, e in-
falivelera a viuganca. Entretanto, trema
anda quando, chegando-se a um frgil
bergo, disse ao doutor com voz secca e que-
brada :
A senhora j nao precisa de vossos ser-
vigos ; podis retirarvos.
E levantamio um cortinado apresen-
tou um menino que acabava de nascer
Adriano precipitou-se ao berco por um
movimento bem natural em verdade mas
que devra reprimir presenga do homem
que ultrajara. L'm gesto do cirurgio lhe
susteve os passos e restiluio-lhe o sentimen-
to da sua posigo.
Podis itirar-vos repeli M. Blon-
deau levantando a voz e dirigindo-se ao
doutor.
Este apertou a mo de Adriano e parti.
Ficaro a sos o amante e o marido.
k Cecilia nao tinha forgas para fallar. A-
penas testemunhav'a o a sombra de seus o-
Ihos o interesse que tnmava nessn ffl on_
c ntro.
Agora senhor disso o cirurgiSo me-
dindo de alto abaixo o seu inimigo nao ha
MUTILADO


* 3
2
m.Km Suceso, ,l|..ss.,!il,.rr'a,f,; ,,,!., r S lransCT'>" 6ra 'no- Ita lew cora est. moxini
tal a santia com que se envestio que ,
nao contentes com as injurias que su haviao
reciprocamente prodigalisado era a meneio
nada comarca e como querando dar maior
publioi !de ao implacav 'l odio qoe st vota-
vis abandonara os seos domicilios con-
centrarlo se testa capital, evalendo-se do
prelo vilipendrr&o-se da roaueira a
mais acrimoniosa possi.vel : e qu.ai deviaser
neste cao o procedimento da presidencia
devia mostrar-se indifforente similhantes
lacios ? devia n.1o passar 'um mero especta-
dor d'elles i1 nao receamos encanarnos as-
severando que nao ; e que devia como o
fez, tirar esses dous encarnizados inimi-
gos o poder de que se achavo revestidos ,
para prvateos da possjbilidade de com mais
faclidade offenderem-se em consequencia da
influencia que por amor de sua autoridade
. tintillo : apara restabalocer a tranquilidade .
de qua p>r causa d'esses conflictos i'oupor
algntn tempo privada a referida comarca : o
que se verillcou quando, depois d'efhetu*-
das as duas deiniss'S de que tractamos ,
fui a sua polica encarregada un terceiro ,
qua executando Belmente as instrucc's ,
que receb-'o pacificou-a fcilmente, e em
uin cufto periojj. Com o que vimos d'ex-
por teuijs satisf.-it a primara das obriga-
C<3;s, que nos-imposemos neste comrauni-
cado e desencarregar-tios-emos da segunda,
a'firinanio: queoExra. Sr. Biro da Boa-
vistr jumis demillio sena em pregados nao
exactos no cumplimento dos seos deveres :
que si por estas demissoes abrumas familias
tem padecido ; o mal que soffiem lh.es he
causado ni por S. Ex. que como rec-
to juiz premeia os que ohro be ni, e pu-
ne os*, que delinqiiemco.il una pena pro-
<^~ porcional aos seos crimes mas sim por S'-os
\-pas que pralicro atos, pelos quaess-
tornro merecedores d'um tal castigo: que
elle nunca sollicitou demisses : que pelo
contrario alguem ha que perl>neendo
opposico que fazendo a. Ex. toda a
guerra que pode que procurando e pro-
curando com todas as Torgas manchar a ua
reputsco j como honi'm publico j co-
mo particular, deve bondade de so cora-
cSO O achor-se hoja empregado e bemem-
pregado : e que si nao lemessemoa ofTen-
der a modestia de S. Es. cilariamos um
nao mes |uinh ) num to de familias anima-
das dos b Itas s nti'ii.ntis !'e gralido esta
virtude p cos praticada que o rec mbecem como o seo
rmlhor protector, e principal origen) dos
grandes ben '; ios. era cuj i gas i do pres rite
esto.
O nimigo dos intrg na.
Sis. Redactores.
Tendo cu asseverado ao publico que dar-
me-hiaao Irabalbo de responder a quilquer
invectiva, que caprichosameuteainda urdisse
a cmara ou alguem delta contra a mi oda
probidad, qu" ote o prezenln tenho consc-
encia de estar escoma da ; agora por Intuida >
de minha palavra eis-me impelido a incomo-
da-loa, pcilindo-lln's o favor de dar publici-
dade a alguna documentos, qu a tuda luz re-
fuio a parte, que me diz respeito, do hydro-
poder humano, que vos possa BUbtrahir a mi-
nha vingnga. Vosso filho essa prova vi -
va do meu opprobrio, fuieu, quj o recebi
nos bracos ao entrar no mundo. Bem pod-
ra puni-lo p lenme do sua inai ; mas essa
cobarde idea nem urn momento me passou
pela mente. Cada um com a sjia nsponsa-
bilidade. Com mas jostiga podtra eu des-
fechar sobre vossa fronte o cao desta pistola ,
e arrancar-vos sm combate urna vida, que me
ociosa ; porem fra isao um assassinato, e
lia 30 annos, iu" me corre o sangue em ser-
vico da patria ainda nao commetti urna ac-
go, de que me envergonbasse. O que eu
_. quero um duello mas um duello de mor-
te. listamos aqu sos ahi tendes armas.
e a la nos allumiar com s<_>us raios .. Des-
eamos ao jardim ; um de nos dous de so-
bra neste mundo
Aoouvir fStas palavras abri Cecilia a
boca para fallar : porem expirou-lbe a voz
nofl labios SOltoU apenan nm grito e desfal-
jeceu aieuendoos bragos para o fiiiiinho.
u Alguns minutos depois aooidio oavi
yinbos sobiesalta los pela bulla de dous tiros.
?RI. Blondeaii que recebra urna bala no co-
Com eff.'ito esta commisslo ou o su u-
meo encirregadn da redaego do seus traba-
dos d'pois de milito devear pelas regiOss
lunares, arrogan lo si oasquidltbet auJon-
di com tom farfmte mis sompreetninen-
tomente pharisaicoconelue=que nao obs-
tante multas irregularidades, que encontra-
do em sm exame arithmetico, todava he de
jrdo, que restiluinlo eu a quantia de
18941550 que reconhecero ser puro engao
meu no sommar as narcellas (admira que
tmto confessassem !) o provando, que re-
colhi em cofre a quantia de 5:99l5l8 res ,
que jamis ach irflo langados, se approvassem
ditas contas.
Ora, tendo eu j recolhido (como passarei a
mostrar) o quantitativo de que se me incum
be a prova e apparecen lo comtu lo agora o
parecer dacomtniaslo com um tal desf-cho ,
leve-so rigorozamente tirar urna destas tres
cmspqu neias : que ou t.nto disserao por
nao encontrarem langados os 5:991*518 rs ,
e neste caso nenhuma culpabilidade deve pe-
zar sobre mim ; por nunca ter sido incumbi-
do da escriturago da cmara. ou se esto lan-
<; 1 los (como devem estar, como de facto es-
to porque disto mesmo tenho certidao) mes
trou a commissao. que he supinamente impe-
rita nao sabendo examinar um livro de es-
cripturago: ou inalminte (oque he mais cer-
to) se disto estavAo convencidos, e despida-
mente dissnrfio o contrario, ento b?m deno-
ta) um espirito pequme que s para cevar
a vinganga de que he sdenlo envidando
esforgos para formar oocazio, nao tem o me-
nor escrpulo em pretender desta guiza veli-
pendiar, a minha reoutago. E vista de urna
tal hylrophohia, que sempre os domina a
meu respeito paree 1 que nnhuma injuria
Ibes irrogo chamando-os genoratio mala ,
et adultera porque se o Apostlo nos diz ,
queassim seapHidava aos que nao queiio
crer que norne .ser convinhavel estes (ou
este...) que a despeilo de sua mais intima
conviegao nao az o menor retrago em dene-
grir a probidad de outrem ?... o publico dis-
creto para quem appello Ihe dar o mere-
cido nome em lace da suscinta e breve de-
monstra cao que passo a foZer.
A ramara contava em seo cofre no anno de
1839a iSO aquantia de I9:132t0l6 reis
comodem mstra o documento n. I extrahi-
do do bataneo de suas cuntas remetidas, e
aprovad s pela Usemhla Provincial: em J8il
: coln 5:821 (.'18 riscomocom clareza pro-
va o documento n. 2 : e Qnalmente em 182
tambem l/. .ntrar p ra o cofre mais 1:287,)848
reis como se col he do documento n. 3 ; o
que tudo reunidoprefaz o todo de 26:241 382
reis : mas do balanco que a cmara proce-
deu em de julho do correnteanno (dez das
depois de minha sahidaj acliou-se em cofre
LJ6(l7jG0 res Segundo alfsla o documen-
to n.0 4 segue-se que abatidas as supra-
Citadas quanliaa resulta um excesso a meu
favor de 366*258 reis, que a cmara est na
rigoroza obrigagode me indemnizar ou cu
no firme propozilode a demandar se reluc-
tar pngar-me.
I'oitanto, estando a cmara cabalmenle
convencida da existencia o ern holg dos
5:000* e isto pela certeza que, Ihe rezul-
tou da inspecco oceular quando dero o
bal neo, e pretendendo agora, que, a des-
pulo disso eu prove a entrada para o cofre
-
se precjpilava allucimdo e radesi, noquar-
lo de Cecilia.... A nunigo era completa ; a
mulber que cu ama va nao era mais que um
cadver!...
- A mulber que amaveis exclamou A-
me eo. que havia escutado at ento em re-
iigioso silencio a narrago de M. de Morand,
sois vos....
- Oh meu Dos '. que disse eu !
- Por piedad acabai ; Adriano o as-
piranie de marinha o amante de minha
mi?...
O conde de Morand, que so lembrava ain-
da de Cecilia com tanta saudade como no dia
em que a perder, dcixou eorrer as lagrimas
que Ihe borbulhavlo nos olhos e abrindo os
bracos a Amcdt-o :
- Meu filho murmurou com voz inter-
calada de solugos sabes agora a fatal catas-
tro d e danoite do teu nasoimento... Vem
a braga r leu pai
No pintaremoava scena de reconherimen-
nenhum outro
fada se nao ,
ou dezejo de ver se por esta vez ainda fazia a
energumena tentativa de mnnoscabir-me : ou
ento julgando-me (talvez) bddo da quitago
respectiva ver se fazendo tretas, e inven-
tando nicas, podia!!!! porem, grosseira-
mente se engano ; por que para tudo, estou
do sobejo prevenido.
Tanta he a ardencia que tem a cmara
(fallo, guardando honrozas excepges, s dos
que a tem e patntelo) em abocanhar-me,
que nesse mesmo seu eloquente parecer de
commissao, perora dizendo = que as con-
tas das despezas por mim aprezentadas, tal-
vez tivesse a camira de autorizar o desperdi-
cio e extravio de suas rendas porque nao
haven lo ass -nto eslava ella adstricta sim-
ples informago daquelle mesmo que fez as
despezas ora como he a nao ser o deze
jo, e insaciavel sede de calumniar, que se
empresta o nome de informacSo simples, aos
'ecibos e quitagfl's authenticas que sem-
pre tive a solicitud de fazr juntar s contas,
que dava cmara.... sem me cangar em de-
monstrar quanto henua de vexdade esta bella
apostrophe da commissao, rontonto-me nica-
mente com a aprezentagSo do documento n.*
o que explcitamente a pulveriza.
De igual jaez, he outra hmentagSo da mes-
ma cmara inserta em o Diario-novo n. 103
em que se deplora o pagamento em duplcala
da quantia de 31*860 proveniente de azeite
para as luzes da cadeia : e com quanto essa
despeza nao fosse paga em meu tempo por
que foi autorizada por mandados de 19 de ju-
lho todava vindo de alguma raaneira a
repercutir sobre as contas por mim aprezen-
tadas e havendo talvez o anhelo de deixar
enxergar nellas alguma fraude ; por isso cum-
pre-me obvia-la notando que ae houve e.sse
repetido pagamente elle parti ou de a c-
mara ser precipitada e jalfa em mandir
pagar sem antecipadamente se informar do
actual procurador : ou ento, se mandou ou-
vil-o. este se olvidou (o que nao creio atienta
a sua bem conhecida pericia) nao recorrendo
as minhas contas : portan to tendo havido
necessariamente a esse respeito alguma das
duas extravagancias presupostas eu desdeja
com tuda a confianga desafio a cmara para que
me aprezente (se tanto pode) alguma despeza,
OU pagamento repetido feito por mira, ou em
virtude de minh-'S contas.
Soja-me por ultimo permettido valer deste
ensijipara notar urna incoherencia, ou de-
maziada desidia da cmara ; e vem a ser, que
quando a cmara ofiiciou ao Exm. Sr. Presi-
dente pedindo ser relaxada da multa que
Ihe fora imposta, por nao ter aprezentado em
tempo as suas contas para serem prezentes
\ssemblea fundamentou a razo de sua es-
cuza na omisso e rebelda dos empregados
boje demitidos : agora porem admira que
tendo empregados de sua alta conliang, e to-
dos perspicazes (nao tanto alguns em hon-
mo Homero alguma e muitas vezes dor -
me !! Muitas outras reflexoes anda me occor-
rerio fazer sobre o prezente objecto, e outro
que mais rigoroza analyse exigem ; porem o
justo receio de nao transpor os lemites da de-
cencia que sempre me preceituoupontualmen-
te guardar e igualmente o nSo querer ron-
bar a Vv. o precioso tempo que Ihes deve
restar para tarefas de maior momento pru-
dentemente me aconselba concluir, asseve-
rando-lhes que ainda terei a dor de os en-
comodar, se ainda continuarem as pequices de
envolta com o dezar de minha reputago : en-
tretanto por agora dignem-se publicar estas
toscas porem verdicas, linhas pelo que
lhes fica em extremo agradecimento o 4c. ic.
Recfe 16 de dezembro de 1842. Prxe-
des da Foncec.i Coutinho.
i. Documento. Certidao do Sr. ofcial
maior da secretaria da Assembla, que prora
existir as contas da cmara municipal do l.de
outubrode 1839 a 30 de setembrode 1840 uro
saldo de 5:085558 rs., e as dos annos an-
teriores o de 14:046^458 reis.
2. Documento. Certidao do secretario
da cmara qua prova ter sido recolhido ao
cofre municipal o saldo do anno financeiro do
l.deoutubro de 1840 a 30 desetembro de
1841 de rs. 5:821*518 sendo em 30 de ju-
nho de 18 l a quantia de 2:041*919 e ero
11 de novembro do mesmo anno 3:779*600
reis nao obstante nao estarem ainda ento
approvadas as respectivas contas.
3. Documento.dem, que prova a en-
trada para o cofre da quantia de 1:287*848
rs. saldo do 1. trimestre do anno financeiro
municipal de 41 a 42 sendo 1:00o* em 23
de dezembro de 1841 e 287*8i8 em 3 de
fevereiro de 1842. *
4. Documento.dem, que prova tor-a
adiado 119 balanco dado ao cofre municipal ern
6 de jullio'de 1842 a quantia de 28:307*640
reis incluida a de 1:700* rs. de depozitos ,
sendo a de 1:000* recolhida om 24 d Janeiro
de 1834 e a de 700* rs. em 3 de fevereiro.
de 1842.
5. Documento. dem que prova que
das contas que o procurador Prxedes da Fon-
ceca Coutinho apresen tara do 4. trimestre*
ilo anno financeiro de 40 a 41 constara ter o
mesmo dispendido a quantia de 529*884 rs. ,
que docuineiitou com certidese recibos, ex-
cepto a de 158*503 reis que fra dispendida
com o lbello contra Francisco da Silva San-
tiago cuja sentenga ja havia apresentado
cmara.
VARIEOADE.
F Lsperanqa e Caridaie.
2. PONTO.
ra da verdade o sao) agora admira que to
bem montada ainda caia na mesma falta ,
deixan lo (segundo nos consta) do aprezenlar
no 1. de dezembro, poca marcada pela Iei,
as contas de sua receta, e despeza !! E qual
seria sgers s "oderoz? c*usa dssts reincide"
cia ? Se os empregados nao prestro em tem-
po opportuno as contas, nao merecem, e nem
tem esta confianga e pericia to altamente
enculcada : mas, se dero e nao foro re-
meltidas no prazo legal, ento he culposa a
omisso e negligencia da cmara que co-
- Perda me Amedeo a morte de tua
mSi. A infeliz Cecilia espiou cruelmente a
falta que deves a vida mas eu oh jul-
go-me todos f.diz; e ninguem adivinhaos sof-
frimentos que supporto ha 23 annos; nin-
guem adivinha as acerbas mgoas com que
mejiem o remo rao torturado o intimo d'alma.
Depois da mort^ da mulher que eu amava ,
restava-me ao menos urna consolago ; eras
tu que m'a outorgavas. A affeigo que havia
consagrado tua mi entornei a toda sobre
tua cabega: renunriei a carreira brilhante que
se me abra ante os olhos para que podesse
desusar tua infancia minha vista. Quando
terminastes tua educagao estava eu ento
senhor de avultada fortuna por morte de meu
pai : recebi-t em minha casa com o titulo de
secretario. Mistr me era ainda Iludir a o-
pinio. Muitas vezes vendo tua tristeza,
senta osegredo quasi escapar-me dos la-
bios ; quera sepulta-lo em meu corago at
o da em que se podessem realisar os projec-
Eterno arrimo da alma humana Esperan-
ga radiante tu foste rejeitada com afee
ajustiga divina, pelos dominadores do mun-
do. O leu poder lui esquecido o teu so-
corro foi vedado creatura condemuada. Pa-
ra esta vida o padec ment e perante a ou-
tra o terror. Porque as portas do celo sao es-
treitas disserfip os dominadores e o seu
nf%fncar\ A racai>varlA anortan as\ nonuanrt nn_
mero.
Assim foi que o hornero perdeo a f do seu
destino depois de haver aberrado da sua
iei primitiva sendo anda mu fraco para re-
cupera-la mediante a sciencia. Sem t e
sem Iei que thronodar-se-ha esperanga ,
10 que teve entao lugar no gabinete de M. Mo- tos que fot java para teu futuro. Fcil me foi
rand as palavras que se trorrAo e o pranto
que a emogo lhes exprima do fundo d'alma.
Depois de urna hora de doces trans.1 tea nm.
1*980 1 exnaiava o ultimo alent e Aunaiiojseguiooconde de Morand
adivinhar os sentimentos que nutras por Eu-
genia, e a idea de um casamento com ella bem
(\f\(*f* *IP mp fi 1*1?rowa **->*%)(* A mwaIii*iJ(a
u <-*%# **va u^uw. a* .vuiuyin/
q ue tomaste do sabires de minha casa ao
passo que me descobrio toda a nobreza e ge-
nerosidadedo teu carcter, obrigou-me a adi-
antar a poca desta confidencia. 0 que eu
pretenda fazer quando completasses 25 an-
nos, fago-o hoje. J nao te chamas Amedeo;
j nao s um filho desconbecido a quem po-
de qualquer langar em rosto a illegitimidade
de seu nascimento. O acto de adopgo est
lavrado, aqu o tens. s agora meu filho pe-
rante a Iei comoj o eras pela natureza : s
agora o meu nico herdeiro e o meu nome
d'ora avante o teu. Agora s me rejta pre-
encher todos os leus desejos Visconde de
Morand eu vos offerego a mo de vossa pri-
ma Eugenia de Cundiere.
0 secretario precipitou-se ainda outra vez
nos bragos do pai que a Providencia acabava
de outorgar-lbe porm sero poder proferir
urna palavrar: to grande era a commogoque
senta to estranhas e tumultuosas as sen-
sagoes que Ihe assaltavo o corago !
1 :- o -.-../% iMi'o/inili ta
VUI liu/. UtJpoi vm u iiuiu -------
Morand o feliz esposo da sua encantadora
prima.
Charles Expillt.
FIM.


'
z

i

sobre que baze assentar ella ? Em breve
,o homem nao a escutou mais. Como um sen-
timentoigualmente ardente, e vago que n'el-
le sobrevive e mintm o seu poder ; a
esperanza o reaaima e desparta mis ah !
no seu delirio e ni sua ignorancia nao
v o caminho por onde devera realisir-se
as promessas e os votos.
Portanto restava a traiica ; a tradigSo
Turna felicida le pus ida e perdida, provi
dentem mte conservad! convidava as gerages
a parscrutar a lei do? distinos. Miis tirio
veio a revelagSo de Christo em auxilio dos
li mi m;. Se a divina palavra tivessa sido com-
pretandida seguida e tocunlada torra in-
fallivelnnnte resultado di pasquiza a dasco-
borta do cdigo social divino. Mis os domi-
nadores fizerSo da palavra de Jezus urna ar-
ma para dominarem sem que da sua parte
tratassem de executar primeiro os seus pre-
ceitos.
Releva bem reconhecer que fui por no
ter o ho-.om dado s suas crengas urna bise
scientica que por falta de farol se perdn na
vereda obscura que tinhr de percorrer. Por
falta de direcgo gastou as voltas do la-
byrintho seculos de mocidade passou nos
soffrimentos um lempo que j devera ter per-
tencido ventura. Por urna fatalidade, sem
duvida rara nos annaes dos mundos todos
os erros tiverSo poder de empecer sua mar-
cha ao mesmo passo que o s^ntimento do
?erdadeiro, as inspirages felizes raiando
por intervallos ero logo esqueciJase rejei-
tadas.
Neste estado de incerteza e do privaglo ,
asortedo homem urna luta continua. D'um
ladoeubjugado dla repressao do ontro sol-
licitdo pelo dezejo que reina indestructivel
no "funda do seu corceo para qualquT par-
te que o hornera se incline deixasempre a
creatura que sem lei e sem f certa quer
todava a felicidade e anda aps ella sem
descango como urna sombra fallaz de que
ella nao pode desviar os olhos e o pensamen-
to em cuja realidade nem por isso ousa
crr Quem nao ter perguntado a si mes-
mo, se esse anhelo incessante nao ser o
signal revelador d'uma promessa divina ?
Quem nao se ter interrogado a si proprio ,
se para cumprir-se essa promessa nao resta-
ra alguma condigo a satisfuzer que por
urna fatal inadvertencia escapasse ao espirito
humano cujas torcas nao devia ella certa-
mente exceder ? Que origem terio almas
pedosas, as vossas oraches se no vacuo
d'uma esperanza sem apoio scientifico e
d'uma f tmida o dezejo muitissimas vezes
extincto pelo rigor da lei nao vos attestasse
com o seu continuo renascer urna condigo
melhor um feliz destino ? Quem vos faz
aspirar a Dos seno essa promessa escripia
em vos mesmo, qual tanto vos attendeis, e
cujo cumprimento aguardis na vida celeste,
quando vos falta a sciencia para reconhecer-
desque a felecidade deve de reinar n'este
mundo assim como noco ? Ah crde n'es-
sa promessa n'essa revelago divina. Sim
a felicidade deve de reinar n'este mundo, as-
sim como no co. Quando se diz que ella
tinlia desapparecido para sempre d'eslo mun-
do nega-se a universalidad da providencia
De que funesto resultado nSo tem sido se-
guida a fatal negativa a falta do esperadla ?
Multas vezes o erro d'um da faz sentir ao en-
te humano os seus eftoitos e p/.a sobre to-
da a durago da sua carreira. Segundo a
mesma proporgo na vida collectiva o mal
que urna vez entrou nos espiritos e se pro-
pagou pelas massas assla a especie inteira,
e Ihe leva cTum polo a outro seu veneno de-
vastador. Assim passo os annos desap-
parecem as gerages decorrem os seculos,
antes que se reconheja o erro antes que se
repare o mal. Na collcco dos entes huma-
nos nenhum reconhece a causa do mal e
mui poucos ouso censurar a sua existencia o
por em duvida a sua durago infinita e a ne-
cessidade da sua dominago.
Porm paz ao mundo A todas as almas
paz e esperanza! A' face d'uma sociedade de-
sordenada em que o padecimento e a degra-
dago sio a partilha do grand numero er-
gueo-se at Dos para Ihe pedir a lei da hu-
manidade, um genio d'alto poder summa-
mente religioso para nao attribuir ira celes-
te as desgranas da sua raga A exemplo do
Creador que se nega a admittir o hom^m na
de admittir que o mal seja neste mundo a sua
condigo definitiva elle se abalangou s vias
da rehabilitado pira llie franquear por ellas
o passo, e fazer-lhe recuperar o seu esplen-
dor e a sua gloria.
Eis-ah pois descobertos hoje os degros do
throno que deve subir a humanidade Eis
a filha de Dos restituida posse da sua lei !
Eis-ahi de novo accesa pelo sopro do genio a
tocha que a humanidade deixou apagar-se
nos dias da sua infancia e qu Ihe >i dada
pira allumiar os seus passos. Ha muitos mil
annos desgranada sobre a trra desvairada
e incerta do caminho que deve seguir lluc-
tuante entre mil opiniChs que ella acolhe e
que regeita eisque de repente recondu-
zida vereda da sahago ; eis-ahi aberto o
templo em que ella deve regenerar-se.
A felecidade o verdadeiro destino.
Que o bem e o mal, o prazer e a dr exis-
tem no universo um factoevidente. Ora,
visto que o mal existe eo-no o bem no univer-
so sem que o mal seja anniquilado d'um
modo absoluto pelo poder supremo de Daos ,
a concluso que o mal admittido pelo E-
terno como elemento constitutivo de ordero e
de movimento universal. Alias nao podia
o mal achar cabimento nos mundos creados
por aquelle, cuja sabodoria e poder sao in-
initp's.
OMrfginismo material do homem apresen-
ti efc sommas mui diminutas e excepcionies,
e comb elementos complementarios e torea-
dos, substancias, cuja exagerarlo causara a
dor e a morte mas cuja justa proporgo es-
tabelece urna harmona maravillosa. Dj mes-
mo modo na ordem universal o bem e o mal
l(>emseus tempos e suas justas proporgoes, que
nao pdem ser ultrapassadas sem que dahi
resulte o maishorrivel desconcert.
Se as obras do Creador em tudo quanto
est mais immediatamente submettido do seu
poder, o mal sempre contido em justos limi-
tes sempre sujeito medida e serve como
de parte integrante ao grande todo como no-
ta dissonante no grande concert das harmo-
nas universaes deve o homem creado
imagem d Dos applcar-se sobre a trra a
reduzir o mal sua justa proporgo ; tal a
sua mais alta misso, oseo mais glorioso po-
der e a condigo da felicidade, que elle
aspira.
Para corresponder estes dous termos op-
postos, estes dous elementos contrarias que
nenhum poder pode aniquilar mas cujo mo-
vimento e medida devem a vontade e a intel-
igencia humanas regularisar n'este mundo ,
afim de reinar n'elle a ordem e a harmona ,
existem de tola a necessidade dous dogmas
appostos. Um fatalmente estabeleoido de-
pois que a humanidade perdeo o vestigio da
sua lei primitiva e correspondente i n vasa o
do mal o dogma da sujeigo. Este dog-
ma nao tem hoje apoio no espirito das mas-
sas nao est anda abrogado. A durago
do seu reinado a das idades em que o ho-
mem ignorante dos seus destinos c priva-
do da lei da unidade governado pelo ar-
bitrio e pela insnfficiencia da sua propria le-
gislarlo. O outro dogma corresponde des-
coberla e applicago da lei divina ordem ,
felecidade universal, regeneradlo da cre-
atura soberana ; o dogma da attracgo lei
poderosa, que governa os mundos e a univer-
safidade das almas admittidas no seio de
Dos.
No da em que a humanidade estiver de
posse da Iai preestabelecida pelo soberano le-
gislador ella pode escolher entre o estado
de harmona que se trata de passar, e o es-
tado de subverso, em que ella anda est.
Adherndo ao novo dogma ella pode sem di-
lacio constituir a sua unidade estabelecer a
ordem e crearas suas riquezas n'este mundo,
cujo dominio e realeza recebeo ella nos pri-
meiros dias. Creatura infinita a ella per-
t-tnce tornar atar os anneis da cadeia que
brada; cumpre-lhe dar o sgnal da redempcao.
D^vemos acaso maravilharmo nos se por
ventura sem embargo da lei nova ha espi-
ritos que fico privados do poder da esperan-
za, e que se nutrem sem limites da idea d'ex-
piago ? A durago e o rigor das peuas que
a humanidade tem soffrido e que ainda sof-
fre trouxero a sua deteriorado. A espe-
cie inteira assim como o astro que a protege ,
empobrecero ; e assim acontece a todo o en-
te dotado de vida e sujeito dores lora de
proporgo com a sua torga de resistencia.
Ah muito tempo ha que a medida do mal
tsm lei fixa nem f biseada sobre a scien-
cia ; e pronuncio-se affirmativamente sobre
a quasto da durag*) perpetua do mal sobre
a Ierra !
Porm as almas sao por essencia mmortaes
o divinas; a fetori la 1 o seu verdadeiro des-
tino assim sobre a trra como nosCos e
is que clngadas ao termo da redsmpQao e
prest* a receber crengis duradouras ellas
experimentan sem reconhecerera a sua na-
t treza eoseu fim o desgosto e a agitago
inherentes sepochas de transigo. Tocou-
as um sopro pideroso como precursor do ver-
dadeiro destino. S >pro regenerador que per-
corre o mundo, e deve leval-o sobre um raio
de gloria ao campo afortunados das harmo-
nas ao concert universal, em que est de-
signado o seu lugar plo Soberano dos entes.
Se perguntardes, mous irmaos que poder
mais que humano deve vir obrar vossos o-
llios estas mar-vilhas que novo anjo desce-
ra trra para tirar o mundo do abysmo, em
que est submergido sabereis que s ao ho-
mem foi assignada a grande obra da transli-
urago terrestre. Ao homem hoje rei sem
throno e sem poder ao homem dado esta-
betor o seu reinado sobre as creac/>es.
Rei 6a trra entretanto que os seculos se
accumulSo sobre ti, sem que mil creaturas,
que te excedem em poder, sejo enviadas pe-
lo supremo Ordenador para empunhir oscep-
tro da sua realeza terrestre nao sabers tu
reconhecer a longanimi lade do Altissimo e
alear a tua cabera face do mundo? Rei da
trra eis-aqui a lei dos destinos ; transpor-
ta o teu pensamento al o Eterno, firma o teu
poder sobre o teu globo.
( La Phalange. )
co 2 de Janeiro 1813. Miguel Archanjo
Monteivo Ae Andrade.
avisos MARTIMOS.
tsr Para a l> ili'a Mgua viag o Hiato Flor
de Earangeiras torrado de cobre e de primeira
marcha ; deixou dasahir no da -2o por nao
ter tempo de carregar e proximar-se os dias-
santos Je festa lio ni lo transferida a sua via-
gem para o diali de Janeiro, quem no mes-
mo quizer earrngar ou hir de passagem diri-
jo-se a Bordo do m'srno defronte do trapixe
novo.
Freta-se para qualquar porto do impe-
rio ou estrangeiro o bergantim nacional
-Jpiter -de ioO tonelladas : na ruado Vi-
gario n. 3.
AVISOS DIVERSOS.
CoMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento dodia 3......... 3:iO)j81 i
DESCARREGAf HOJE 4 DE JAMEIRO.
Rrigue inglez = Ebe =a azeite doce.
Rrigue inglez =3 Fanny = bacalho.
Barca ingleza = Priscilla = fazeudas.
Brigue brazileiro =Triumpho Americano =
o resto do carregamento.
251:897 if2 Ib.
KToortacao da provincia para jora do Im-
perio no me: de de.zembro de 182.
Algodo sircas 2:540 com 15:430 a 10 Ib.
Assucar caltas 1:80)
fechos 1321
barricas 6:022
sacos 16:602)
Arroz alqueires 7
Couros salgados 7:027
Chifres 8:500
Cobre velbo 36:852
Cafivl6 <.j4 libras
Doces 30 libras
Mellado 2:182 caadas.
Madeiras paos e taboas 40
Palles miudas 2:200
Sola e vaq'ue(a 18o
Ouro em barra 22

r.
119,
28:0i6j4OU
.
Gneros miudos e gasto
Valor da exportado
Valor dos di rei tos
Sahiro para fura do imperio vinte e um
navios sendo um Brazileiro, 7 Britnicos ,
5 Franceses 3 Porluguezes, 2 Americanos ,
2 Dinamarquezes i Sueo 2 Hespanhoes,
tripulados por 2o5 pessoas e contendo seis
mil cento ecincoenta eduase meia tonela-
das.
Matheos Gaspar Loonesi retira-se pa-
ra a Babia.
tsr Antonio da Castro Delgado pretende
ensinar grammatica latina de manha, e ma-
thematicas puras de tarde, abrindo urna e
outra aula no da 0 do corrente em sua casa ,
ra da Viracho n. 31.
t^* O Exm. Sr. brigadeiro Jos de Bar-
ros Reis, tenha a bondad de mandar na
Praga da Independencia n. 30 para se Ihe en-
tregar inM*carta vinda da Babia.
ar Aluga-se tres canoas novas de condu-
cir agoa. urna deltas j est cortida ; quem
as quizer allugar ; dirija-se a Praga da In-
dependencia n. 30.
wsr O iibaixo assignado faz sciente ao se-
nhor collector do capim que desde agosto
ie 42 nao vende mais capim e nem tencio-
na mais Tendere por isso lazo presente an-
11 unci. Manocl Francisco Quimaraes.
\sr H una preta eserava com muito
bom leite para criar ; quem a quizer alugar
irocure em ponte de l'cha em urna das casas
lo sitio grande de Jos Ramos de Ohveira.
tsr Otbaixo assignado faz publico a to-
los os Srs. negociantes tanto nacionaes Pomo
cslrangeiros que s julgarem credores do
iinado Jos' Joaquim Texeira & C* ou por le-
tras ou contasas queira apresentar no praso
le 8 dias para seren immediatamente pa-
,ras pois julga nada deverem e por nada
Picarei responsavel desta data em diante por
star extinta a sociedade da dita firma.
Jos Goncalvs Torres.
Annnncio aos indigentes.
A sociedade de medicina determinou que
os remedios receitados as consultas gratui-
tas que d aos indigentes as tercas quin-
fas e sabbados das 10 horas ao meio dia ,
na ruadoCabug toasen] do primeiro de
Janeiro de I8-5 em diante pagos a sua custa.
As pessoas que nao estiverem em circumstan-
cias de retribuir aos facultativos e aos phar-
rnacenlicos ali acharo gratuitamente nos
litosdiasa referida hora todos os soccorros
da medicina.
iSr" Marques A Veiga veudem no ar-
mazem do Senhors Guimares Conceigo,
barricas com farellos muito novos a quatro
mil e oitocentos reis.
ar Pede-se ao reverendo que disse as
iiku.k Hp nall pm iim Iij"r Hisfanlo loe
cidade um quarlo de legoa e que vaticinou
a urna senhora a quem ouvio de conlisso.
MOVIME'NTO DO PORTO.
sua unidade e a recouhece-lo por s mi fillio .' est acogulada e que trasborda por todas as
em quanto nao tem sabido superar as plirases
d suhversSo anresentar-so nerante elle nados nelo espectculo da miseria e pelo
trazando outra vez em sua fronte a sua cori
de R-d da Terra o Messias social nao ixode
reconhecer a creatura soberana na dgrada-
s io 4U0 oa uitoi ecia
B 1CU3 UlilSa
psrle sem que por isso os homens enga
habito do mal saibo dizer comsigo que
o mal nao o verdadeiio destino. Elles se
acho incertos sobre todas as cousas. En-
*mw Amm MMmn/\ Ai\c rnvcliirinc aIIao w\Sr\
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 2,
Val Paraizo ; 78 dias barca franceza Nail-
lant Basque de 292 ton. cap. Lubbert,
equipagem 19 carga salitre e alcatr5o:
ao capito. Segu para Bourdeaux.
Liverpool 45 dias barca ingleza Priscilla ,
de 218 toneladas cap J. Taylor equi-
pagem 14 carga fazendas : a B. Lasserre
&C.'
EDITA L.
=s Pela administrarlo da meza do consu-
lado se faz saber que no dia 7 do corrente mez
2:442*110
532:718*527 *
7l:378j72iimie havia de morrer de um raio at ao fim de
Janeiro que se digne declarar se na mesma
occasio em que recebeu esta revelago tam-
bem recebeu o poder de impor penitencia de
quarenta missas a dois mil reis como fez ;
e se nao responder far-se-lu conhecer a S.
Ex. R.-'os seus toitos.
ftf Omeiobilhete n. 1165, da lotera
nica a favor da impresso das memorias
histricas da provincia de Pernambuco, per-
tence ao sr. Joo Pereira do Reg de
Macej.
Alguns herdeiros do sitio denominado
Magueira vendem a parte que Ihe pertence
no mesmo sitio : trata-se na praga da Boa-
vista n. 10.
ssa^ O Sr. Jos Claudino Leite queira por
favor mandar verse o escravo Antonio, que
se acha em seu poder tem os signaes seguin-
tes visto ter a pessoa que Ihe responde ao
seu annuncio dois escravos fgidos, um de
nome Antonio de nago Mina com talhos na
cara estatura regular cheio docorpo cor
preta pouca barba e poder ter de idade
40 annos o outro de nome Francisco alto ,
seo do corpo, de na^o Costa, tendo em ca-
ds !ianda do rosto tres talhos largos cara re-
ort\ o Vtflf.ll OiipI
nos
que
;.in.! 4!
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se hade arrematar porta da mesma admi- nistraCArt lim Caira d.> 5?'JC2r bf2nCO 3"ire !> s .*-< f*rt nn/larn *" Aa iAnAr. tu
hendida pelos respectivos ompregados do tra-
pixe do Pelloirinho por inexactido da tara ;
sendo a arrematago livre de despezas ao ar- n
pmatinl0 Mort l< rnnt: nl.i/1. An Dn.r .. I...
e esto fgidos ou furtados tempos.
Aluga-se urna padaria com dous for-
e os arranjos para um grande estabele-
*- tiuuiwu- | watflxvaa w y
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4
Aluga-se um sobrado de um andar e
soto na ra da Concordia por detraz do
Carmo o qual tem milito commodos o he
de um prego comino Jo ; quom pretender di-
rija-se ao sitio do reliro de Francisco da Cu-
nha Machado ou ao Recita casa de Gongalo
Joze da Costa e S na ra da MaJre do Daos.
tSJT Aluga-se o annazem que fica por traz
mora o sr. advogado Joze Narciso, o qual
armazem he parto do embarque, e tem mu-
tos commodos; quem o pretender dirija-se
ao Recite casa de G jngalo Joze da Costa e'S,
ou ao sitio do retiro na passagem pertencente
a Francisco da Cunha Machado.
tsr" Joze Egas da Castro Lima subdito por-
tuguez rotira-se para a Baha athe o da
0 do crreme ; quem tiver com o mcsmo
contas dirija-se a ra Nova loja franceza de
Dier Robert & Companhia n. 9 para serem
pagas.
tsr Ad. Sahafhithim subdito Allemo ;
retira-se para fora da Provincia.
sr Com o artigo G. do papel de tracto
de sociedade celebrado entre os Srs. Mi noel
Jos Machado Malheiro e Manoel da Silva San-
tos sob alirma de Machado & Santos se pre-
vine os credores de dita firma quando deixir
ella de existir ou se julg ir dissolvida dita
sociedade igualmente responde-se com o
mesmo artigo ao annuncio do socio o Sr.
Manoel da Silva Santos, encerido no Diario de
2 do corren te.
Artigo 6. Esta sociedade nao he tempora-
ria e por isso sem ternpo limitado qual-
quer dos socios pode quando queira dissolvel
laou da-la por dissjlvida quando por qual-
quer motivo [he oSo convenba continuar na
misma, mis nunca ter lugar a ser dessol-
vidaqu.ndo seno axem reunidos ambos os
socios na cisade seu estabaleoimanto ; assim
como tambem de estarem pagos todos os
credores salvo convengio entre nos em con-
trario.
BT Deseja-se saber por esta folha as mo-
radias dos surs. Antonio Joze Coelho Jnior,
Manoel Antonio da Silva Theodoro Joaquim
Duarle a negocio de interesse.
Preciza-se de urna metade de urna ca-
za sendo esta que more pouca familia e
pessoas de idade ou alguma viuva honesta ,
para urna senhora muito capaz com pouca fa-
milia d-se fiador, ou mezes adiantados;
sendo no bairro de Santo Antonio e prefa-
re-se em boa ra dirija-se no principio da
ra Imperial, lado diroito n. 4 que achara
quem pretende.
tsp Desoja-se saber por esta folha a mora-
dia da viuva do fallecido D. Manoel Xavier Bo-
telho a negocio de interesse.
S^ PVcisa-se de um cozinheiro que seja
perito na sua profisso pira o servigo de
urna hospedara : na ra dos Quarteis loja
demiudezas n. 12.
tsr Aluga-se urna meia agoa no beco da
camboa do Carmo ; quem a pretender di-
rija-se a ra larga do Razano junto a botica
do snr. Bartholomeo & llamos no segundo
andar.
tsr Aluga-se urna casi para pouca fami-
lia ou metade, em que n sta more urna s
. pessoa visto a preciso ; quem tiver an-
nuncie.
MT* Aluga-se um sobrado de 2 andaras na
ra do Amorim junto ao ferreiro Caetano :
trata-se com o mesmo.
iSF" A quem for offerecido um crucifixo
grande do ouro c de abrir, com 4 voltas
de cordo grosso se implora o obsequio de
aprender e levar a loja n. 10 de Antonio da
Cunha Soares Guimares que ser genero-
samente recompensado
JT Precisa-so de alguns officiaes de char
paleiro: na fabrica de chapeos da ra do Hos-
picio n. 13.
tsr* Aluga se urna casa de dous andares,
com grandes commodos e muito fres:a por
ser da parte da sombra aonde morou o snr.
majorNascimento atraz da Matriz da Boa
vista e tambem se permuta por casas ter-
reas; quem pretender dirija-se a mcsma ra
n. 22 ; na mesma vende-se urna porco de
barricas vasias que foro de "arinlia de tri-
go muito em cunta.
tsr Precisa-se de urna ama de leite forra
ou captiva para criar um menino : no be-
co do atterro n. 6, ou annuncie.
tsr" A pessoa que por engao tirou urna
carta do correio vinda do sul pelo vapor Per-
nambucana em 20 de Dezembro p. p. para
Francisco Antonio Simes por obsequio a
queira mandar entregar na ra do Cabug
loja de miudezas n. 4. ou annuncie.
ajay Quem annunciou querer comprar urna
armaco de venda dirija-se a ra do Livra-
mento botica n. 30.
Da-se qualquer urna quantia a juros
sobre pinhores de ouro ou prata rendendo
cada dez tustas um vin tem por da; quem
pretender annuncie.
tsr Precisa-se de urna mulher para dar de
mamar a um menino do 4 mezes a tor bom
leite edesempadida de filhos dirija-se a ra
do Cabug loja franceza n. 6.
cp Francisco Joze da Rocha : retira-se
para a cidade do Porto.
CT O meio bilhete de n. 2725 da primei-
ra parte da primeira lotera a favor da matriz
pertence a Antonio Baptista de Moraes Sar-
ment Carlos Francisco Soares de Brito ,
Joze Egas de Castro Lima subdito portu-
guez e Manoel Theodorio Bodrigues Pinto.
sr Veitch Bravo & Companhia acabo da
abrir na ra da Madre de Daos n. 23 junto
Igreja e na mesma casa em que foi outr'ora
a botica pertencente ao convento seu novo e
bem fornecido estabelecimento, que se com-
poe de botica e armazem de drogas : en-
contrando-seno dito estabelecimento nao s
todos os objc.ctos de que se faz uso em medi-
cina como tambem todos aquelles, quedi-
zem respeito a pintura, e os que se uso como
perfumes. A commodidade dos prpgos e
ao mesmo tempo a pureza e boa qualidade de
todas as substancias applicadas a medicina ,
onde jamis se eneontraro os perversos e no
civos edeitos da fraudulenta sophisticaco ,
esse meio nefando e ambicioso, que tantas
vezes concorre para se arrancar a humanida-
de um numero infinito de victimas, cuja exis-
tencia se tornava to cara o necessaria para
amparar a virtudee a innocencia, remindo
suas precisos domesticas ; julgamos razeg
bem convincentes para firmar as esperanzas
quj temos da oooperagao de um publico ju-
dicioso e que tanto anhela seu bem estar.
tsr Joze Maria Vieira subdito portuguez
retira-se para Portugal.
tsr Precisa-se de serventes para a obra da
matriz da Boa vista e paga-se bem : a fal-
lar na mesma.
tsr O abaixo assignado avisa as pessoas
que com elle tem contas e juntamente aos
seus fregue/es que Joo Chrisostomo dos
Santos deixou de ser seu contramestre; des
de o da 50 do dezambro p., por isso que o
abaixo assignado nao se responsabelisa por
qualquer t>ansago que possa aparecer da-
quelle da em diante. Manoel do Amparo
Caj.
tsr Faz-se publico que o sitio do Arac ,
e seus pertenses escravos canoas ifcc. da
sociedade sob a firma de Manoel Luiz da Vei-
ga se acho a restado pelo cou-senhor e
soc'0 Joo Narciso da Fonceca como consta
das sentencas dadas pelos tribunaes desta
provincia, e confirmadas pelo supremo tri-
bunal segundo a seguinte sentenga. Vis-
tos expostos e rellatados estes autos de re-
vista civel entre partes recorrente Manoel
Luiz da Veiga e recorrido Joo Narciso da
Fonseca e outros nego a revista pedida
pornohaver nullidade manifesta nem in-
justica notoria nos acordaos de que se recor-
re. Begressem os autos ao juiso aonde fo-
ro sentenciados, pagas as cusas pelo recor-
rente. Bio de Janeiro 29 de novembro do
1842.
Collegio da Santa Cruz.
tsr No dia 7 do corren te findo as ferias ,
nnrpm o *oIIptio qKpo en r>r Ai* O
Amanda ser publicado o mappa nominal
dos alumnos que Irequentaro o collegio no
anno de 1842 que fou 85 sendo d'esles
59 internos.
Acceita-se de novo somente alumnos in-
ternos e semi-internosem conformidade do
artigo 25 dos estatutos. Roga-se aos dignos
paes dos alumnos ja matriculados e dos que
houverem de matricular-se de novo, que nao
os demorem; porque perdern muito, nao co-
mecandoo curso emparelhados.,
Collegio (lo Espirito Sanio.
tsr A abertura Jas aulas do Collegio do
Espirito Santo tera lugar na segunda feira
10 do corrente mez de Janeiro enconse-
quencia de certos arranjos necessitados pelo
numero crescido de educandas que haO de
concorrer no presente anno.
tsr 0 Snr. Antonio da Rocha Campassa ,
baja de dirigir-se a ra Nova loja n. 9 a ne-
gocio de seu interesse n'estes 3 das.
tsr Precisa-se de urna lavadeira que la-
ve de saba e varrella : em Fora de Portas ao
p da Igreja do Pillar da parte do poente
casa pintada de verde n. 10.
tsr O Snr. Manoel da Costa Bamos, quei-
ra dirigir-se a ra da Cadeia do Recite loja de
Joa da Cunha Magalhes para ->; Ihe en-
tregar urnas cartas vind*s do Rio de Janeiro.
tsr Aluga-se o lerceiro andar da casa da
ra do Queimado, que se acha consertada de
novo por cima da botica n. 15 : a fallar na
mesma.
ta^ Na ra do Nogueira n. 13 ha quem
tessa mui bem assentos de palhinha por pre
cocommodo.
tsr* JoaO Antonio Coelho mestre barbei-
ro sangrador e dentista avisa a todos os
seus freguezes e mais pessoas que de seu
prestimo precisarem quemudousua resi-
dencia do pateo do TerQo para o atierro da
Boa vista n. Al.
tsr A pessoa que annunciou querer arren-
dar um pequeo sitio perto da praca pelo
preco de 100* rs. queira declarar o lugar
do dito sitio para o pretendente ver se lhe
convem.
= Procura se um engenho para arrendar,
que nao seja muito longe da praca de boa
produga sendo d'agoa, moentee corrente,
com escravos, e toda a sua fabrica e jun-
tamente o seu alambique : na ra estreita do
Rozario n. 31 segundo andar.
COMPRAS
Um par de rodas para carroca ; quem
tiver annuncie.
tsr Um ou dous moleques, para fora da
provincia*: na ra do Vigario n. 25 primeiro
andar.
tsrr Sera de carnahuba at 6#400 a arro-
ba ; quem tiver annuncie.
tsr Um moleque de nac8o quo seja bem
sadio : na ra do Cabug n. 6.
tsr Urna negra de 50 a 40 annos sem-
vicio nem achaque algum, que faga o servigo
de casa e de ra : na ra do Livramento loja
numero 13.
= 6 cadeiras de palinha e urna marque-
za ou canap e urna meza de meio de
sala, redunda ou quadrada com pouco uso
e por prego commodo ; quem tiver annuncie.
VENDAS.
tsr Sementes de nabos rbanos raba-
netes couve tronxuda dita lombarda, re-
polho espinafre sebolinho salga alface
branca senoiras, mustarda, coentro, feijo,
ecarrapato todas muito novas : no atterro
da Boa vista n. 78.
tsrr lima negra de bonita figura sem
achaques por prego commodo avista do com-
prador se dir o motivo da venda : na ra de
Santa Thereza n. 24.
tsr Urna preta do gentio de angola de 50
annos de idade lava de varrella e sabe co-
zinhar o ordinario e he propria para o cam-
po do que tem bastante pratica : na ra Au-
gusta n. 50.
tsr Urna porgo de barricas vazias que fo-
ro de farinha de trigo e urna dita de cai-
xas vazias do porto, um cavallo castanho
muito carregador ludo por preco commodo,
tambem duas canoas fechadas com mais de
60 palmos de comprido : na padaria de Joo
Lopes de Lima; na mesma compra-se um ora
torio pequeo sendo moderno e com jpouco
uzo.
tsrr Ima preta da costa de bonita figu-
ra muito fiel, esem vicio algum, boa
quitandeira : na lioa-vista ra do Sebo la-
do direito caza n. 20.
tsrr A armago e todos os seus pertences
da loja franceza sita na ra Nova n. 12 com
a puca 'elidas que iem dentro o paga-
mento das quaes so d os prazos de um anno
adverte-se que esta loja tem um papel de ar-
rendamenlo em vigor.
tsrr Fn:a caza terrea na Solidade n. 4 em
chaos proprios com um terreno contiguo
tendo de frente 00 palmos, e 400 de fundo ,
plantado de diversos arvoredos e cacimba ;
outra dita na ra Velha n. 50 com quintal
murado e cacimba no meio ; um mulato bas-
tante claro robusto de idade de 18 annos,
muito proprio para pagem a fallar na ra da
Guia sobrado n. 40.
tsrr Urna mulata mucamba recolhida
de- 25 annos, de conducta afiangada, engom-
ma, cose cozinha com toda a perfeigo ,
quatro escravos para lodo o servigo ; duas
ditas boas lavadeiras por 000 ; um mulati-
nho com principio de marcineiro, de 13 an-
nos um dito bom pagem de boa conducta;
um escravo bom carreiro ; cinco dit os por
commodo prego : na ra de Agoas verdes
numero 58.
tsrr Sal de Lisboa muito alvo proprio para
venda era porgos e aretalbo: na ra Nova
venda n. 65 ao p da ponte.
tsrr Um moleque de 12 a 14 annos, creo
lo de bonita figura e sem vicio algum ;
na ruadas Cruzes segundo andar do sobrado
n 0 das 7 as 9 horas da manh e das 2
athe 0 horas Ha larde.
= Duas portadas de podra de boa qualida-
dc: na ra de Santa Thereza venda da esquina
numero 60.
Continua-se a vender barris doverda-
deiro vinho de feitoria no armazem de Ma-
chado & Santos na rna do Amorim ou fallar
com Bernardo Fraucisco de AzoveJo Campos.
3 canoas novas de amarello bem cons-
truidas para condugo de agoa/; as quaes se
vendem com algum prazo dando fiador : na
praga da Independencia loja n. 59.
= Farelo superior e novamente chegado,
em saccas muito grandes e a prego de 4 a
sacca : no armazem do Braguez ao p do arco
da Conceigo.
A Sumaca Livramento Feliz vinda de S.
Miguel das Alagoas muito bem construida e
muito boa de valla por prego commodo; quem
a pretender dirija-se a bordo no Forte do
Mattos ou em casa do sr. Joaquim Ribeiro
Pontes : na rna da Cadeia velha n. 54.
Cadeiras de Jacaranda francas ditas ,
mezas de sala ditas, um superior sof de oleo,
bancas de jogo do dito, guarda lou.ca guarda
roupa guarda vestidos secrean a com es-
tante para livros marquezas dfl a.marello,
camas de angico ditas de condur /"elogi-
os para cima de meza, banquinhas de costu-
ra para senhora oratorios de amarello, ca-
deiras americanas ditas para se por memVo
a meza com assento de palha armarios de
pinho que serve para roupa ou louga mo-
chos para pianno ditos para carteira c-
modas dejacarand .ditas de angico carteira
d'uma sface tocadores dejacarand, espelhog
de parede cadeiras para alcova bandeijas,
espelhos redondos de pendurr, mezas de
jantar e muitos mais trastes de superior
qualidade por prego commodo : na ra da
Cruz armazem de trastes n. 63.
Urna negiTiha crela recolhida do bo-
nita figura muito honesta de 15 annos ,
e tem varias habilidades, e ao comprador' se
dir o motivo da venda e urna negrinha d'7
annos : na camboa do Carmo n. 19 segundo-
andar.
Superior tinta de escrever por preco
muito commodo e tambem livros em branco
de superior papel almasso com diversas folhas
proprias para recibo entradas o outrasquaes-
quer escripias, dito de meia holanda pautado,
e papel almasso da primeira sorte de superior
qualidade e militas boas peonas de escrever
e lapes e tambem se encaderna toda a
qualidade de obras: na ra de Santa Rita
nova n. 88.
= Um cavallo rudado grande e gordo pro-
prio para carro por ser muito mango : na ra,
Direita n. 80.
Duas cabras bixos paridas urna com
dous cabritos, e outra com um que dao
quasi urna garrafa de leite e sao muito
mangas, athe de criar meninos, por terem
disso uso : na ra estreita do Rozario n. 31
segundo andar.
= Superior farinha de mandioca do Rio
de Janeiro: em casa deAntonio Rodrigues da
Cruz ra do Cabug.
tsr Urna escrava que sabe cosinhar, en-
gommar alguma cousa e ensaboar ; e um
negro da costa que d 480 por dia : na cam-
boa do Carmo junto ao estanque.
tsr Vende-se ou aluga-se o sitio do falleci-
do Machado, no atterro dos Affogados; a tra-
tar na ra do Trapiche n. 8.
t^ Superior vinho engarrafado de ma-
dia modo maivasia e de nucellas de i862;
na ra do Vigario n. 21.
tsr A loja de fazendas n. 14 no atterro d*
Boa-vista com poucos fundos ou so a ar-
mago : a tratar na mesma.
ESCRAVOS FGIDOS.
tsr No dia 20 de Dezembro de 1842 fugio
o preto Ignacio, de angola idade 50 e tan-
tos annos baixo e cheio do corpo car-
rancudo barbado com bastantes cabellos
brancos parece quebrado de ambas as ve-
rilhas e por isso anda com a carniza por fo-
ra das caigas tem os dedos dos ps virados
para dentro ; foi escravo do sr. Callado em
Unua do poder do qual fugio varias ve-
ZdS, ha noticia delle ter andado pela pas-
sagem da Magdalena e Casa Forte ; quem
o pegar leve-o ao largo do Carmo venda n. 1 ,
que ser recompensado.
No dia primeiro de Janeiro do corrente
annodesapareceo pelas o lo horas da noute ,
um moleque de nome Benedito crelo tem
de idade 10 annos secco do corpo cor fula,
e dentes grandes ; levou carniza e seroulas
de madapolo bastante sujas ; roga-se a to-
das as authoridades policiaes e mesmo aos
capitesde campo deo aprehenderem, lva-
lo no segundo andar do sobrodo por cima da
botica do Sr. Prannos na ra estreita do
Bozario.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. = 184S


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