Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04853


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Full Text
Anno de 1849.
Sexta Fera .50
Tao tgor .lepenrle re nA, atestaos; a nnssa pro-Vacia mo.leracSo e energa : eoa-
inuemoa como principanos o seremos apuntados com admira 10 entre as Nscoes mais
cul,,s ( Proclamacao da Assembla Geral do Bhaiii,.)
, PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goianna, Parahiba e Rio "rancie do Norte segunda e sextas feiras.
Bonito e Garanhtins a 10 e 34
Cabo Serinn;'iem, Rio Formoio Porto Cairo Macein e Alagoaa no 4. H Jl
Boa-vista e Flores 2. Santo Amito quintas feiras. Olinda lodos os dias.
DAS DA SEMANA.
2<> Seg. i 1. o'itava s. FaterSa Proto-Martyr.
57 Tere. < 2 oilava s. Joflo Ap e Rvanjr.
*S Qiiart. -- 3. ottT Os santos Innocentes Min.
7,') Quint. s. Tlioma' Are.
,0 Sext. s. Sabino 0. M.
ti Sab Silvestre P.
4 Dom, Ciroumcisjo do Sr.
4
d* Dezembro: iiik XVII?. W*j^jK
< t!
O Diario publicase to.los n< !.< qut nao forea Santificados : o preflo da assign atara be
Jt tres mil res por quartel pacos adianldoa. Os annuncio dos assijfnantes sao inserido
I-ralis e os dos que o nao ttem rat.to ,de SO re.'s p..r liah.. As redamacoe dera ser
dirifidas a esla Tjpografia, ra des (rutes N. 34, ou a praca da Independencia loja de litro
Numero 6 e 8.
CAMBIOS no da 29 de dezembro. compra venda.'
Cambio sobre Londres 27 i Nominal,
n Paria 350 res por franco.
Lisboa 100 por 100 de premio.
Moeda de obre 3 poHOO de descont,
dem de letras de boas firmas 4 J.
Oruo-Morda de 6,100 V.
N.
de 4,000
PnaTi-I'atacea
Peos Columnares
o ditos Mexicanos
miuda.
15,(00
11.S0J
H,.1X)
4,7S%
1,761
1,750
1,640
i5."!0tt
15 000
500
1.77o
1.77o
1.77o
1,680
Preamar do da 30 de Dezembro.
1. a .1 horas e 42 m. da tnanhaa.
2. a 4 horas p I) da tarde.
PHASES DA. LA NO MEZ DE EZEMHKO.
Loa Nora i il hora e 56 m. da manh.
Quart. ereac. 4 9 ai 8 horas e 7 m. da tard.
La cheia 47ka 4 horas e 26 m. da tard.
Quart. ming. 24 s 2 horas e 26 m. da tard.
ERRATA.
No Diario N. 279 pag I., col. 1 litl.
a o VI)!* Iirri >-n0 lea s< M rdomo.
niT OFFICIU.
COM MAN DO DAS TIMAS.
EXPEDIENTE D0 OU I 2 DI CORHEMTB.
OITimo-t- Ai Exti Presidente com-nu-
tiican lo-lhe o mgresso 1 > d Ncsna iihn do term) do S irinharn e ro.ra.n lo-lhe o
pagamento di qtnntia de 83* 100 rs., que dis-
p? lora o commandante do dito destacamento1,
com o Trate de cavados que con linio a ba-
gagun e com o Tornecimento da luz1* par
oqn.rt"l da 5 d; n >vembro. a 7 da dezetn-
'iro (test anno.
Dito Ao m "smo Exm Sr. pin darn
-do-lhe ser m>is conveniente, aim de nfo
retardar o embarque do batalhAo provisorio ,
"Wttregar-se ao respetivo commandante u
quantia de 1 reis, ( qu* pouco mais impor-
tara o abono que se Iba devia fazer ), carre-
gando-sa esta quantia na suda para prestar
conlas na corte deven o S. Ex. no caso
de approvago expedir oeste sentido suas
ordens a th-souraria.
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
nlia pira qua tiveasa prompas as lanchas
que fossem necessarias para conduzir para
bordo das embarcaeths 430 pravas do bata-
lhAo provisorio que d vio embarcar as 8
horas da manda do dia 13.
Dito Ao mesmo remetiendo Ihe a rela-
cfiodas pragis do hilalho provisorio, cu-
jas familias s^guiSo para a corte.
Qito Ao comonndanto do brijua =Im-
p?rul Pedro =, para entregar o paisano
Jacinto Gu<-des do Oliveira que se achava a
seu bordo.
D,to, Ao commandante do batathfio pro-
visorio' ordenando-he qua as 7 horas da
manhsdodia 1H, tivesse formadom oihWw
de marcha, o atalhAo do seu commando
dentro do quattel aiim de IU passar revis-
ta ; certo que depois seria conduzido para o
porto do embargue.
.Dito fro me*mo, para que averbasse nos
asentosAialferes Wanderl'-y que elle s?
achava pago dos fard.iipnlos qu como infe-
rior vencer pelo batalhAode artilharia do
pfimi'iro de julho |ntlS39 a ( de set'-mbrr,
de 1840, cm* que foi nomea lo alferes de
rommissAo.
# Dito Ao mismo para qu fizase cons-
tar ao soldado Pedro GonQalves Rodrigues
Fsir.c" que os documentos apresentados no
CnsHhOde direCQftO a que se procedeo nao
lhe dAo direito a ser reconlienido primeiro
cadete e sim segundo e raraettendo-lhe o
mesmoconsHlho determinaba, que ,roe-
-desse ooportunamento a consemo de aveii-
ojjuaQAo na forma da lei.
Dito Ao juiz de direito interino da pr-
meira vara do crime dizeu !o-lhe -que em
conl'.rmi lade da sua requisffAo, expidira or-
dem para ser lvad i a barra do tribunal dos
jurados o reo Jos Ribeiro dos Santos.
Portara Ao commandante do bataihSo
provisorio, mandandoexeldlr com goia de
passagem para o terceiro batalhAo de artilha-
ria o soldado A tomo Flix que padeca in-
formidades.
'Dita Ao commandante do terceiro bata-
lhao do artilharia para receber d soldado
Antonio Flix.
Dita Ao commandante da companhia de
Mrallara para exclun com puss^s^m para
o liaialho provisorio o sol lado Anlonioda
Paixq e Souza que se oftereceo para ser-
vir no Sul.
[),l* A) comnlandante do batalhAo pro-
visorio paia recebor o soldado cima refe-
rido.
Dita Namem lo o consallio de direcQo ,
'que tinba hije do tomar conhacimanto da jus-
lilicagAo, qu dera parante o au ltor d guer-
ra o sollado do bitilliAo provisorio Jlo
Baptista doR'g) UimsCivaleant qtn as-
or ava servir corno cnletu di primeira otassa.
Dita -i- Ao cooimandante do batalhAo des-
tacado mandando excluir do m'Mino aos
se;un los sargentos Joo Pereira Pinto e
RofimdM Oveira Sjuza qu3se offerocero
pira servir no Sul.
Dita Ao commandante da batalhAo pro-
visorio para recebar os dons voluntarios de
que se faz m-nc.Ao ni anterior portara, e
mandando que fossjm -onsderailos sjun-
dos sargento? em attenQlo aos seus olTera-
eitnentos e servicos que tinho prestad j no
bit tilia ) d 'staeado.
Dita Candando reconh^cer primeiro ca-
dt ao sol lado ilo bttalhAo provisorio Jlo
icitista do Reg Rirros Cavalcanto avista
do consdh > de direc^ao a qu;* so procedeo
nesta data.
Dita Ao commandante do bitalho pro-
visorio man lando dar baixa ao sida lo da
quintaeomanhH do oittvo bitalhAo de ca-
ladores, R.ymunio Gomes Alho acceitan-
docom praga em seu lu^ar ao paisano por
elle ofF'rerido Jos Antonio qua servira
o tempjqus filtava ao dito Alho.
THESOURARIA DAFAZENDA.
i
EXPEDIENTE DO DA 12 DO COMIENTE.
OITi io Ao sarganto-mr engenheiro ,
encarregado da deuiarragao dos terrenos de
marinha devolvendo o requerimmto e mais
papis tle Jos da Silvt Mondonga Vianna ,
que ai'ompanhar > o seu olfieio de 7 do cor-
rent" por parecer qua d^viAo ssr enviados
jirimc-iramenteao Exm. Presidente da pro-
vincia por quean lhe foro remellidos em
dispaclio de 22 de outuhro precedente.
dem do da 13.
Olficio Ao Exm. Presidente da provin-
cia informando o requerimento do doutor
Antonio Jos Go^lho, em que pedio porafo-
ramento O terreno de marinha medido e ava-
llado sobn. 11, no lugar de Fra de Portas
do hnirro e cidade do Recife.
DitoAo mesmo Exm Sr. dem de D.
Joaquina Josefa Lopes idem os terrenos de
marinha nmeros lile 129 da ra do Apol-
lo e 187 na ftua da Senzalla nova no dito
bairro e cidade.
Dito Ao procurador fiscal da thesoura-
ria remetiendo para sua intelligencia por
copia o plano'para a construQo de um caes
nos diversos bairrosdesta cidade approvado
pido Exm Presidente da prnvincii.
DitoAo administrador do correio desta
cidade, idem o olficio do Exm. Presidente
da provin ia de 12 do corren te acerca do
ausmento da quota para as despesas daquel-
la i.Miaidico, que o mesmo administrador
requisitou.
l)ilo Ao sargento-mr engenheiro en-
carregailo da demarcacAo dos terreno de ma-
rinha pedindo reinettesse a Ihesonraria o
requerimento de Herculano Jos dn Freitai j
cia inforrn m 1) o r^qu M-im *nto de Salva-
dor Codho B.'U ntmnd em que pedio a gra-
Mficaclo palo exer dcio em qui S3 acha de aju-
dante do forte do Runeo.
Dito Ao masmo Etm. Sr. idem 6 de
Francisco de Am irim Lim i em que pedio
licenca para vender um terreno alagado.
dem no da 16.
OlficioAo Exm. Presidenta di provin-
cia sobre o pagamento dos vencimentos a-
trazados. qmporolfido qua acompanhou ,
mandn Tazar diversas pravas que se aAa-
rflo destacadas na llln da Fernando de N>-
ronhi e a Jis Ri n os d> Oliveira dem t-
tido da companhia de artfices
Portara A' eolhetor de diversas rendas
do munieipio de G daiina de el irn d > qua a
matrcola dos rscravos da que trati o regu-
hjmanto da lt de abril do Corren te anno,
s llave fazer-se as cid a 1 >S a villas por ser
smente nestes lugares onde se de ve arreca-
dar a taxa de ljOOO rois
dem do nu 10.
OfTieio Ao Exm. Presideute da provin-
cia dizen lo que tendo o dezmnbargador
Antonio Ignacio de Azevedo chef.; de poli-
ca (insta cidade obtido trez mezes de Iicn-
Qa com os seus vencimentos rogara se di-
n isso declarar, se nestes vencimentos se com
prehenda somenteo ordenado e gratificarlo
ded^zembirgador ou tambem a gratilicdoAo
Como chefe da polica.
SbrtarT Ao~thesoureiro da fazenda pa-
ra aceitar e pagar no dii do su venc ment ,
como determina a ordem do tribunal do the-
gouro publico nacional de 27 de outubro pr-
ximo passado a tetrada 2:200.y000 reis a
8 dias precisos a pagar a ordem de Francis-
co Cordeiro Raposo.
--------------------------------------------------------......_.. .._
aMTER.oa.
(i-r a ileniareaQAo de um terrpno na ra da
Pi iia, alim de poder informar ao Exm. Pre-
sidente da provincia um requerimento de
Francisco Casado Lima sobre o mesmo ob-
jecto.
dem do niA 14.
Olficio Ao commandante das armas da
provincia duendo que nA > se adiando regu-
RIO DE JANEIRO.
O Cortejo ao Ministro F.llis.
T'm acontecmento de maior gravida-
de do que parece realsou-se no da da re-
oi'j.eao do ministro inglez Milis ; o Sr. Pau-
lo Uiarbosa da Silva animou-se a dar a seguin-
te ordem guarda do pogo :
S. M. I. determina qjje o Sr. comman-
dante da guarda do paco da cidade ao apro-
ximarse hoje da musma o Sr. H. Ellis, em-
bajador de S. M. B. lhe faca a conlinen
cia imperial. e que todas as vezes que elle
passar pela dita guarda ou vier ao paQo se
lhe faga igual continencia E esta se regis-
te no livro das ordens. Paco 11) de novem-
bro de 1842. Pa!".Barboza da Silva.
Como felizmente vi\emos em paiz consti-
tucional como sabemos que o monarcha nao
manifesU sua imperial vontade senAo por nudo
le'seus ministros responsaveis nAo podemos
deixar de aecusar o Sr. Paulo Barboza da Sil-
va de ter dado urna ordem Ilegal usurpan-
do autorid de que lhe nAo compete ; isto ,
de ter commetlido um crime sim um cri-
me previsto e punido pelo cdigo.
NAo fallamos aqui da ordt?njem si, do avi
que f'oi enviado ao spu antecessor para proce-, lamento das honras imperifiSy abatendo-s'
bandeiras diante de um mirfistro estrangeiroj
nAo fallaremos da illegalidade de urna ordem
improvisada, revogando o ceremonial medi*
lado decretado e Constantemente observado:
e se Cssa ordem houvesse sido combinada pe-
los ministros de estratigeiros e da Justina e
por este |onsmittida b G. N. talvez nao a
lisutissPfios ; mas urna ordem dada G. X.
|il ii im .< i.v. ., ... i -v....,., j. ..--------..... i- t
lar o pret do destacamento do termo de Iua- p do Sr. Paulo Rirboza da Silva : Estaremos
rassfl relativo ao mf/ de nov -mbro ultimo .
corno informava o commissario fiscal do mi-
nisterio da guerra o devolva alim de orde-
nar que o mesmo Toase reformado,
dem do da lo.
Oficio Ao Exm. Presidente da provin-
mi lemno dos ..mninnleiites metire da pHlnit
resumir o Sr. Paulo Ra hoza da Silv.i to-
das as attrihuicJiP9.de trtilos os ministros par
filiare dar ordelis em nome'de S. M. I. ':
NAo, mil vezes nAo; nunca o imperio do Bra-
sil ha-do abater-se a esse ponto.
E com i quam dara o Sr. Paulo Barboza
da Silva ordens fem nje d-* S. M. I. '.' Sa-
bmos qui o Sr. Paulo Barboza da Silva
mestre de carera mas da di ti i- m >rdomo da
oasa imperial: com mirdomo chefe da
lomestic lado do monarcha mis simples-
mente da domesticidade ( n dos altos funecionarios da cor isto dos
que exercom os emprago Innorifi os da cor-
te pois i'sses tlevem de estar subjeitos ao
mordomo-miir ) : n'essa qualidade unida
d mestre de ceremonias nao duvidam >s qua
o Sr. Paulo Barboza da Silva estivesso em seu
direito, dando ordens aos archairos regu-
lan lo o cerem mi il de reopA > no interior do
oaQO; mas nunca a racapQio no exterior d'el-
le nunca as honras quaaG. N. deve fazer
a este ou aquello.
Nunca, que nos conste, hoova quem a essa
ponto abusassa da bandado com que tratado
palo monarcha.' Xunca valido nenhum se a-
nimou a faz.T o que fez o Sr. Paulo Barboza
da Silva ; pois esses qumlo fazem as suas
vontades. sempre injpondo-asaos ministros,
nunca mandando-a i directamente executar !
Queremos crer que essa senhor nao procedeu
com animo deliberado de usurpar attribui-
qos alheias estamos que procedeu por es-
touvado porleviano; mis pedimos aosa-
migosdoSr. Paulo Barboza aconselhem seja mais discreto nao se com-
prometa, nao provoque maiores resentiriie.u-
tos ntai ftc ds reoepcoes"id* cOrte Hilos
objectos d sim vico pblico festas de irman-
dade em que todos man am desde e juiz
al^' o andador. Seja como for o governo
deve urna satisftco ao paiz : a ordem do Sr.
Paulo Barboza d-ve ser revogada competente-
mente, e o commandante da G. N. deve pro-
vocar urna delib: raco n'osse sentido ; pois o
governo, o commandante superior aG. N.
0 o paiz for'am menoscabados pelo inconstituci-
onal procedimento do mu-domo da casa im-
p-rial.
Capacitemo-nos bem de tima verdade : se
ha cousa impossivel no Brasil o governo do
validismo se ha cousa que o genio brasileiro
repelle com indignacAo a atuidade com
quealguem se pavoneie de omnipotbnte era &
menoscabo do monarcha e da ledas leis !
Sabemos qu antes de obedecer ao Sr. Pau-
lo Barbosa da Silva que nao lhe podia Tallar
em nome do monarcha o capito da guarda
expoz a ordem qne Iho havia sido dada ao
commandante superior, que este a validou
mandando fosse cumprida : se pois est evi-
dentemente salvo de toda a responsabilidade
esse caplAo se at mesmo pode ser elogiada
a condescendencia do commandante superior
quenAoquiz perturbar aquella solemnidade ,
provocando algum desaguisado nAo ha des-
culpa nenhums para o Sr. Paulo Barboza da
Silva e cumpre que saiba o paiz que o mo-
narcha nao tolera que, outros que nAo os seus
orgAos legtimos e constitucionaes e respon-
siveis communiquem suas vontades e orde-
ero em seu nome.
Nem se nos diga que o sssumdto insigni-
ficante, que nao mereco o calor com que d'el-
le tratamos nAo esse n 'gocio nada menos
implica do que a existencia de um stimo mi-
nisterio-superior a qoalquer dos outros o
ministerio do Sr. Paulo Barboza da Silva :
ist.i do 'homem mais impopular do Bra-
sil, islo de um homem que, apezar da
elevada posiQo a que fji subindo no meio
das uossas divises, dos uossos dissentimen-
tos nAo acha talvez em todo o imperio maja
razia de pessoas que dosculpem a arrogante
iiiconstilucionalidade o seu procedimento.
>':in : o paiz nuer o monarcha resp^iiade, a-
mado venerado e noquer que de seu no-
1 me abusen Paulos Bai bozas.
( Brasil n.* 557.)
Correspondencia.
Sr. Redactor. Guardo sempre silencio)


2

em todas a arguigfhs infundadas qu contra
mim tem levantado gratuitos iniraigos; mis
o aBrasil^d* 2i lio correle trz u:n arUgo .
-0 cortejo ao ministro Ellis em qu* sou
grosSeira e aerem*nte c msura lo ; ecomoahi
s'produz em meu desabono um documento,
a portafia por mim assigna la a Guarda do Pa-
tio ou Guarda da Pessa cuinpre que o
publico se int ir do que houve e me julgue
impareialmente.
Recebando eu aviso da secretaria de est -
do dos negocios estrang^-iros para providen-
ciar, na parte que me to:ava, sobro a recep-
co do embaixador inglez, passe a.cumpril-
o ( segundo o ceremonial adoptado ) como
porteirada mparia! cmara e mestre sala ; 8
chamado no dia da recepgao ante-sala do
gabinete do despacito para responder a al-
gumas perguntas relativas ao objecto ; ao sa-
J:ir, lisse-me o Exm. Sr. Ministro da Guer-
ra parante o Exm. Sr. Ministro dos Nego-
cios Estrangciros que tendo deixido a
Guarda do Pago de ser guara principal, pis-
sando a scl-o da Imperial Pesba, nao com-
pela ao ministerio segundo o uso e pratica
establecida mandar pelo quartel generalas
ordens relativas as continencias ; pois era sa-
bido que as guardas da Imperial Pessa s >l
fazem como e a quenf o Imperador ordena ;
quedcvia eu portante co::io porteiro da im-
nerial cmara expedir as ordens de S. M. o
Imperador para as mesmas continencias Pas-
sei pois acumprir a determinarlo de S Ex-
celleneia o Senhor Ministro da Guerra que
por corto nao quiz tirar as attribuic >s do go-
verno conformaiido-me inteiramente com
o ceremonial adootado. Se ha portmto in-
competencia S. Exeelleneh ou o gover-
noqueo decida ; ou s executei ordens da-
das por um ministro da cori e passo adir-
mar ao publico -]u as. qu* sao dalas dentro
da casa do Impeiad)r, entre as q a'S se con-
tam as dirigidas s Guardas di Pessa t-
m sido sempre asonadas, ou pelo camaris-
ta de semana, ou pilo porteiro di imperial
cmara, que o encarregado 8b expediente
int'rno nao sda donesticidtde mis al
dos proprios criados de honra quaes os S s.
Camaristas Veadores; Gumlas-roupis, M-
dicos e Mocos da Cmara nao na qualidade
de mordomo ( note-se b*m), masnaquui-
dadedocons-dlidro porteiro da imperial c-
mara expedindo os avisos nj augusto no-
me e sendo responsavel peante S. M. I.
pela regularidade do dito sirvieo feito segun-
do as immediatas determinares do mesmo
augusto senhor.
Aordem, pois. queassignei, pmvirtu-
de do exposto na) foi Guarda Nacional,
nnssim Guarda da Imperial Pessa, que
ento succedeu ser tirada da Guarda Nacional.
Pelo que toca continencia imperial isto
, aoabatimento de bandeiras posto que
na ) sfji da n^fltia como teneia defender o ce-
remonial remello os m*us d<'tractores ao
regimenlode 1708, capitulo 110 resolii-
(io de 7 de Janeiro de 1750, e lei de 23 de
outubrode 1823 onde v r-se- que so aba-
>m bandeiras aos g'-neraes em chefe, gozan-
do os cmbaixadores das mesmas continencia^,
assim como aos presidentes de provincias nos
seus governos e essas leis nao se acham re-
vocadas. Si exemplos e precedentes valem
.'n'esta materia saiba que ao Marque: de
Campo-Maior mandou o Senhor D. Joo VI
que as guardas da sua real p-ssoa se a ba-
tease m ;> bandeiras e estas mismas honras
se (izeranr entre nos ao Duque de Luxembur
go embiixador de Franca ; ao Conde de
HettZ embaixador d'Austria e a Lord
Strang-ford embaixador de Inglaterra por
duas vezes que c esteva ; pois como em-
baixadores representa va m immediatam'piite
as pessoas de seas soberanos. Os arcebispos
racte_r.de representante immediatos dos so-
l-ranos ?-estaremos fis entre tribus selva-
jens ? aviltou por ventura as honras e prero-
Senhor I). Pedro I ?
Justilico-me at aqu do aecusigis serias :
e quantj aos insultos e aos *pithet>s de umr-
pador fy'v'umo esto/vado, incenle, ar-
vado &e ; e p'Clia de ter eu
rsame
n/uis ido da bondad? co>n que me tem fra-
lad o monwcha s digo que a^nsultos ja-
mis ivsponderei ; e aceusagSo de validis-
mo respondo que os validos costumam ex-
torquir honras e mercas para si e para os seus,
eque eu s lenho obtido para mim a confir-
maejiodos empregos qui j servia durante a
minoridade com parte das honras que tinha
o meu antecessor e os postos militires que
me tem competido por antiguidadeou pordis-
tinego no servido sem nunca ter preterido
a um s dos meus amaradas. E. nenhum dos
Srs. Ministros de Estado tern tido um pedido
meu para Qjnguem, mircha contraria aos que
s intitulam validos e influentes. Demais, es-
si aecusago de validism urna injuria irro-
gada augusta pessa de S. M. o Imperador,
qu nao tem validos e smente se guia pela
justiga e pela razio. Sou &C. Rio 28 de no-
vembro de 182. hallo barbosa da silva.
Pane Oficial.
Bem a meu pezar por um dever a que
nao posso faltar sou largado a declarar que o
Ex."" .Sr. Paulo Barbosa da Silva foi pouco
exacto no artigo que assignou publicado no
Jornal do dmmercio de 29 do corrente,
quandoalfirmou ter-llie eu dito que devia
elle como porteiro da imperial camira ex-
p dir as ordens de S. M. o Imperador Guar-
da do Pago, sobre a continencia devida ao em-
baixador de S. M B. ; que cumprira as de-
terminagO's do ministro da guerra e que
sexecutra as ordens dadas por um minis-
tro da corda5 pois eu nunca disse a S.-Ex.*
que a elle competa expedir as referidas or-
dens nenhumas ordens Ihe dei, nom jamis
me julguei competente para lar ordens ao
porteiro da imperial cmara. Talvez S. Ex*
se nao record hem do que entre nos se pas-
sou e foi o seguiute :
No dia destinado para a recepgo do Sr. El-
lis, foi oSr. Paulo Birbosa da Silva na qua-
lidade de porteiro da imperial cmara, cha-
malo, por ordem de S. M o Imperador
ante sala do gabinete do despacho para dar
iiiformago 's sobre o programla da dita re-
cepgo : e entre outras oceurrencias oflere-
c u-se repetir eu a S. Ex. o que havia ja di-
to no gabinete quo sendo pratica multo
antiga recebera guarda do paco ordens i inme-
diatas de S. M. o Imperador por via do ca-
marista de sem na a im de na > ha ver falta
ou excesso convinha saber que, a mesma
guarda devia apresentar as armas ao embai-
xador e bater a marcha mas nao arater a
hanueira. Eis quanto nicamente na verda-
de so passou. jse* clemente pereira.
(J do Commercio.)
existiss em p" o escinlaloso exemplo di re-
belda na extremida le merilional do imperid;
e queatinal at o pro;resso material di al-
guns pontos dalle bem poneos suspen es-
sea sua marchi, o a decadencia de outros ahr-
gasse os passos. Ora para que toi^estes males
p>ssosef sanados durante o otoo vindou-
ro ou para que pelo menos se d com eco a
u.n tratamento proveitoso preciso he que os
h>mes, quem competir esta melindrosa
missao, tenhao alem de vista prespi az pre
s nga de espirito e constancia inabalavel; se-
jaoellesos que ji tem em punho o timo do
estado, sejooutros que os venho a subs-
tituir por vontade de S. M. o Imperador. 0
anno que entra vas ser encetado pelos traba-
Iho legislativos da nova camra em seu
sio, ouem su presenga devem ser tratadas
e discutidas importantes quest's ; he pois
dos nossos legisladores e dos ministros da
coroa, he da missa dos cidados illustrados ,
n.ue depende o remedio de nossas desgraga3 ,
a repargSo de nossos desastres e um futu-
ro que nos assegure melhor existencia. Quei-
ra a Divina Providencia inspirar-lhes os
meios convenientes e n* conceder-nos as
virtudes que nos falto, e melhores annos do
que o de 1842._________^^
OSCONSELHOS D3 D-NOVO.
Cirradis de raso pode ter o communi-
cante*do D novo N. 118 em quinto diz a res-
peito de fulicularios, e das antipithits da po-
pulagopor esse genero de peridicos que
nao poupo nem vida privad 1 do cidadao;
maso communicanteci*mmette urna injustiga
revoltmte qmndo imputando ao nosso lado
os pecados altieios nos convida conselhar o
Artilheiroabindonar o estilo de regateiras.
Devia o communicante principiar p>r oasa
que iiHo Vie ella mais abistada de decencia e
moralidade; mas he mmha velha do D-novo
e de seus colUbjrad res cobrir de insultse
apodos os seus antagonistas, e logo que elle-.
Ihe sao retorquidos eom urna mo leraco que
nao casa com o seu frenes, volver-nos oonse-
Ihose admo-'Stacois, de que tem mais caren-
cia, e pecando de novo quasi sempreno mes-
mo numero. He naverdadecomo meiodecon-
vieco que o D-novo descompi e insulta ,
quando aconselha que o nao fagao ; ou he
mais um escarneo que esse fuliculario faz da
.leceneia publica eda dignidad* dojornalis-
ino? Elle que o diga por si ou por seus
communicatites: quanto nl em nossa cons-
ciencia nao julgamos Inver tocado na vida
p-ivada de ninguem, ese alguma phrase'me
nos delicada nos houvesse escapado tea-
mos com isto usado do direito de represalia
que por muito tempo recusamos inteira
absolutamente nao obstante a s eramosaggredidos s pelo facto de nao en-
terramos o Diario de Pernambuco porque
o especulador do D-novo podesse fundar o seu
estabelecimento a Gusta do estabelecimento
nlheio. O Piano nada leen com o Artilheiro;
aconselhe-o directamente o communicante ,
que to bem e por to bois maneiras o fa ,
que nao he possivel deixarde aprovoitar.
Querem ver estes Jovens socegados t
H Que dinheiro nao d aos Deputados.
"" "VARIEDADE.
IH.4RI0 M PERNAMBUCO.
O ANNO DE 1812.
Terminamos emlim o curso do anno vde
1842: ainda bem foi um periodo de pro-
vas e experiencias dilDces e terriveis que
Deus nos enviou em sua ira ; e de que a sua
propria misericordia nos salvou Vimos nes-
le anno desastroso a rebel lia dar os primei-
ros passos ainda encapotada e logo depois de
eolio erguido, e descoberla a horrenda cata-
dura bastear sua sanguinosa ban leira nos
castellos que pareciao mais fiis a monarchia
7bispos"gozam mbem de bandeiras abatidas Brazileira ; vimos a gu-ira civil sabir dos
A' PEDIDO.
( continencia imperial ) ms suas dioceses e
o do Rio de Janeiro al as guardas do pago:
ira os embaixadores segundo as nossas
Jis usos e costumes nao tem carcter me-
nor tanto que entram cobertos 110 pago, ao
mesmo tempo que at os principes dos que
teem tratamento de alteza re, 1 ealram dps-
cobertos; e tanto qu" a guarda d
ras recepro-s dos embaixadores lira sem-
pre os chapeos, continencia s devida aos prin-
cippsd* casa, bem que S. M I. a tenha. man-
dado fazer aos quatro principes que o tem vi-
sitado : at boje nao se tem censurado qu a
batessem ;is bdndef|| a principes estrangpi-
r.,s que alias U tem representado por si ,
(insn.in n crnhaivadnW r<'nrppnliii nnraana
soberanos.
A' vista d'essas leis e precedentes, sabidas
por toda a guarnujo do Rio de Janeiro co-
Hiitrosem que a legalida le a havia Concentra-
do e percorrer armada do incendiario fa-
cbo duas das mais bellas provineias do imgft-
rio: vimos eonspirajO'S em quisi todas as
outras, horneo ingratos e perversos tra-
maren) contra a 01 dein publica, contra arf
da dasautori.'ad s que podio fi ustar-lhes os
fieiros oanos, e quig contra o throno do nosso Ao-
gtisto Monaicha |)ara servirem a ignobeis
paixes d grandes acelerados vimos linal-
mente os ti isLes resultados das conspirag(>as ,
da rebelliao da guerra civil que se nao (i
zero naufragar a nao do estado gragas
hubidade dos pilotos cija direegao eslava
rnniiada e gragas ainda mais a bonda le Di-
vin H.'iTfin. ciim *?doEbaTuts dcstrg-
cada e mal SPura.
Para tornar ainda mais lastimoso o quadro
deste anno succedeo que a reparago desse
f rao aisevera o (Brasil fue houve avillamen- destroto se nao podesse electuar no curto es-
1 lo daThon-as imperiaes ? nao issoilludir 1 pago que delle restava quando taes repara- Sao logo ntreos Farrapos alistados ,
o publico e fenr pundouoiea inherentes ao ca-,c>s exige muiUs vezes longos annos; que; Que procuro trepar-se no poleiro
bm res posta pelos mesmof consoantes
ao soneto do Guarda N ciorial n.' 3.
S0ME10.
Percebi bom Teixeira que virtude
Teu inexperto corago encerra ;
Porem nao pode produzir a Ierra
Na avara nio de jesuta rude.
Oque de ti se diz, s isto allude ,
Que o relaxado Guarda chama guerra ;
Conhecras que o Povo nunca erra ,
Si teu tempo tivesse magnilude.
Talvez gragas a Dos tu des agora
Livre desle arduo emprego Brazileiro ,
Pelo qual l da praia o ralo chora.
Si lisonja tu fores sobranceiro ,
Acharas a verdade muito embora
Nesse Velho Diario e no Artilheiro.
SONETO.
Ha bichos por aqu t8o eminentes ,
Que at tem carias de Bacharelice !
O mesmo sceptro aspiro ; quesandice !
Em Sao Domingos s serio gentes.
Os nossos metafricos parentes
Hevem-se contentar co'a rabolice ;
Seria injuria se a tribuna os visse ,
Pois que as bancas sao to insolentes !
Anciosos de mando e de dinheiro ,

Fe Espirarte 1 e Caridade.
1.* PONTO.
Etes-vous Com peten t pour ju-
ger de la roaBt du bien et
du md, vousqui av?zin-
vent le dogme de la ou-
trainte?
Ch. Fo'irier.
Sois acaso juizes competen-
te para conhecer'da reali-
dade do bem e do mal, vos
que inventasteis o dogma
da represso ?
Sublimes vlrtu les guias divinas que f te-
tis da las aos Iiot. ms pira reoii liui-los a
senda dos seus deitinos ; trin U le encintad -
ra de Luz de Esperanga e d A-nor s um
d'entre todos os que foro dotados de forga e
Jeengenho s um smbi seguir-vos ateo
sanctuario onde est) traga las em caracte-
res n leleveis as verdades eternas. fimbora
na successo dos seculos alguns espiritos pro-
pheticos tenhao indicado o venturoso porvir
que se Ibes antolhava. no vacuo do dezejo e
como remota esperanga ; nmhum d'elles
leve antes d'estes ultim s tempes o piderde
abragar na sua immensidade a lei de qu 1 hilo
lenasceros bens dezmados e prom ittidos ,
nenhum pode pois revela-la.
D;sleas mais remolas idades permanecem
as almas abisma las d'biixo da lei do rigor.
Alternativamente enlatadas pelo sophisma,
e tolhidas pdi diivila apelo temor nunca
reoebeni na sua plenitu le as inspiragd >s d*
Esperanga e da F. Em quanto estivere
privadas da scieneia dos destinos universa )S
deque ha de germinar a R digio d "sassom-
brada de veos a de mysterius como uma
chamma ardente e pu^a ign rarii a lei da
successilo dos vicios e a hirm mi dos mun-
dos onde dever celebrar a gloria do Eter-
no e nSo pvler reeo 1 1'Or qitl o Verda-
deiro fim para qu foro envia las trra. A-
t que seappro\ime e se evnleneie a renova-
go social detinharo mingo 1 de alimento,
agitar-se-ho 110 vacuo das crengis fallazes e
se perdern" nos mysterios d religiS S auste-
ras. Para muitas d'entre ellas o terror e a
esperanga se mistura e confun lem n'es-
sas penosas crengas. Ainda para os espiraos
mais firmes nao ha vereda segura nao ha
guia infallivel para percorrer a vida.
A F a Esperanga e a Caridade para as
quaes sao as almas sempre reconduziias co-
mo a trez fonles inesgotaveis de vida sao ao
mesmo tempo o ponto de partida eo ultimo
termo das crengas ; sao ellas o primei'ro con-
cpIo e a ultima expreasio : sao os extremos,
cujo vinculo, ecuja lei devjro hom^rn pers-
crutar, lei poderosa e prees^Ubelecida pelo
creador para reger os bom ms e os mundos.
Fra da lei de universal appcac^o a F ,
a Esperanga e a Caridade .tornando-so pre-
ceitos vaos apenas suggerem s creaturas
um sentimento isolado e como "potencias-
esteris, apenas preslo um soccorro ephe-
mero e Ilusorio.
Se observamos a correlagao que existe en-
tre a causa e o effeito cabe aqu admirar-
mos que nao ten ha ella sidty' percebida pelos
crentes e pretendidos sabios de todas as or-
dens e que tenha cado como uma forga
estril entretanto que era urna fon te abun-
dante de vida e de futuro. E se observamos
os phenomenos que se opero na vida intelec-
tual torna-se evidente que sempre inspi-
rado por essas virtudes que o liomem a ellas
ohega e recebe novas luzes. Assim cha-
mado o homem s regies do infinito cum-
pre-lhe tomar o seu vo e sobre as azas da
virtude inspiradora penetrar no sancluario da
bcienciado bem o do mal para n'olle buscar
e adiar a lei.
E' indestructivel a solidariedade entre to-
dos os membros da grande familia humana.
E' a felecidade partidla de todos ou adver-
sidade toca especie inteira, sem que nin-
guem possa linar isenlo da serte commum.
Outro facto universal, e immulavel < a jerar-
chia da intelligencias. Tolas as vezes que
uma crenga traz comsigo o germen d'um pro-
gresso a qu 1 deviAo atlingir as sociedades .
fo sempre obra d'algum espirito revelador.
Assim que para realisar a palavra ovangeli-
0 o matar d'entre us horneasfaz-se eervo
Ide todos. :
Se a primeira inspir%o so a f imme-
didla predicado li'uin engenhode alia po-
tencia 6 se a elle s dado aqu-'C r-se ao
lar do fogo divino compete-lhe em tal con-
digo fazer raiar no mundo a tocha da scieu-


Se o campa Jo infinito Ihe franca
or tal prego qua alte f) rala ah d >; I s-
tinis universal torua-a c >m r i nsivel s
.jnteU-''neias destina lis obra h ViUi-isi-
L go U Walisagle e faz com que e!U sej
aprdictvel massa int -ira ros.-hiittinos, clia-
muloj todos a gozar Jis b.-n"fros que ell
} deve produzir.
Sebemq'u o sentimmte religioso resida
m poteueia entre o-; oon-n e jeja lili
ao gran.le numero ec-m ;r a f ne estado de
scienca #e ci '-i ser-he t-ainraitlida';
s a,utn iritelligen 'i i si or o:- r sirva 1) o
recab'.r irameliata n '-na a f. na su pura es-
pericia erig-lawm seiena pniliva e lu nosa e faz la receoJncer per lei sobirana
e definitiva.
Feliz d'aquiH? qui s m 1i 1 >ta i > le f irg \ e
de engenho Dio d >ixa m irrar em si a ns-
piragSo santa esabs votar-sea obra qin Ih>*
foi devolvida pilo Su ervn Or lena lor, quan-
do distribuindo com regra a intelligencia por
todas as s'uas creaturas d) a cala urna
parte proporcbnd ao seu destino proprio ,
a fim de que se proluzssem os m i s sublim s
acordos ; quinto debaiXO da gran le lei das
harmonas universaes* souberem os hom-m
oumprir OS setn v>r la leiros destinos. As
sim que D'os ni sua nfiniti anifJcnacia
chamnu to Jos os hemms a partfciparem das
obras de sabidura. A's gran les int dlig
cias esto reserva lis as gnu Is Isa >'> -tu .
os trabalhos d'alla scioaeia e em primara
linha s^colloco os elementes e a constitu
cbdaf: por qaanto n-h sedera s:i > i i
que o hom^rn seja aqu dis >-nsa lo do traba
Mo, eque tenha ja mais poiilo recebar o
cdigo das su is creng is d.'finitivis n i sua u
nidada, esem t-lo illa mismo procurada e
descobirto segn l> b preceitn de Ghristo
Oe balde se pretendera que a revelado d
Ghristo dispensa os hom >ns di investigaijao,
e que ella encer/e a le da liunvmi lada ; iss
nao verdade. Jess ordenou aos homem
que vivo em paz entre si qu ) Ifcam >m co-
mo irmaos : mas a le l> cuiprfm -nt) do
V
cKhPiA- Toucinho 0 de Santos vn leo-se a 2*200 ,
ce-e devasto a lm humana ; e extingui I pala leiqWo; lh? prewew para ostabele ^ ^ ^ ^^ ^^^ a 6vS()0
a espeVOado reino de Dos sobra trra, car por lo la apuf a *'r-' a ,
proclmala p>Io espinto do anti-ebristo em l5.slagao hu-nana. Jlt 0 que pois temos sabios do mun I, occue.do, encerra o col,^. >,c,al divino_ .qu o rn,e
ou conssammid a sua vida sem terem Jamis nlio do hom;m leve por uiissao^^ I.J.
tahqualdaviasar a anlrmacao cor-. I'.r .!!. se.a o Remo de Daoi real.sido sobre
E!aq. Issa negativa fta. ^debaxd ***~}&!~**X^
pfftceito a lei sem a gtialn&S ha salvzca
para os horhnnt nni sobre atrr-% n-m
n u coi; C'irista no a d). Chrjsto disS
ar>s houiens qm a busquen) e qn> ettb le
coriesl". mundo o reino da Dtx e a su*
j
gloria dixada pelo soberano dos entes crea
tura iiitllii-nle e o filho de D)OS naoalt-
rou a iuimulabdidade das decretos divinos.
A raga humana sempr incerta los s-u
destinos nao tem propriammte rallando .
nemFe, n*m Esperanca nem Caridade .
>m que tenbi wtisNto aquella condnjo
.absoluta. N > 'pi< la coofuso e da profu
sao le ideas alternativamente acolhidas e re-
seitadas qual a bise das crencas ? O qu*
prer para as almas fervorosas assim co-
mo para as massas arrestadas eavasshlladaa i
Ser por ventura%er com os olhos da mt lli-
enca receber a luz em todas as esphera!-
*m que ella devele ser refl'ctida para qm
ohomjmpossa repoofeece-la como a mesma
v.-rdade, e r.-cebe,-la corn certeza ;' Ah pa-
Mt"erasOpassada e presente, para to-
dos os creles ver com os olhos da fe e en-
torpecer o pensamenlo e rebaixar o espu
rito diante (fuma crenca obscura e aniqui-
lar o sent ment e a razio. Que tem res
tidod'esla aniquilado.
invsli
respndante a essa neg
la quilo homaro curva a cabija e revolta-
se ssm limite? Dmda procele que esses
principes da sciencii na la tenha sibidi con-
cluir jamisrd'esta luta intorminavel e ince-
sante entre o re da creagoe a advarsida 1- .'
Denle prosada qui ellas mesmis precavidos
o mtra as crengas laucidas como pasto a mul-
l lo avassalada nao s jubssem dizer a si mis-
mos que no m "io d conflicto existia para el-
las urna tirefi a cumprir urgente e rigoro-
sa imposta p->la scienca cuje monopolio
Mes ftuardavo ? Em lim quando o genio
eligiso faltavi sua trela pirque falali -
11 le faltn timbim o genio soiaf sua.'
Foi porque^t estes ultimes das se desco-
ih'co a inspiraco primeira e sendo o pon-
to de partida um desvio do espirito nao se
(O le alcanzar o termo.
Nimsavenha desculpar o passado, enco-
)n-locom bonsdesejos, ou com a piedaJe
leespirilos Ivsviindos. Na reajidade da
/.I.,' I) ).n ole a inteneo m -resero peedo
liculoa mis nloaptgi-Ueon praaeuu dos
actos practica ios: tr.ta-side julgar segun-
h as'obns. Oraban! as obras sao mas
i'este mun lo; o reino de Dap n#a eslnd-
isl ib 'l icido o liomem sollre e degrada-
;e. Elso fitoexistente einnegavel ; ei-
,o carfega I o 11 d -sgragas e de d.
Ora am v rda 1) v,i -lo-dige e porque e
hegado o dia de abjurar o erro entre nos
ili est a festabebcili no sm voilumino*
o ndivino; um p,efcsam?nto vigo um sen-
.imenieincirti. urna tradico obscurecida
)-|o I "i, : i a pela ignorancia nao silo as ver-
h I-iras bises la fJ: a que o hornera deve
!i-zir, e os fictos practicados sobo imperio
la f cega iilo silo o ver ladeiro destino.
Assim depois co no antes da vnda do Filho
le Dos vioj-se n'eate mun lo crengis diffi-
entes e cJa um d'.quilhs que as p-ofes-
io se ho inculcado por possuidores da
/ .r,|a 1 uta f. Cada secUrio tem aprsente*
lo asu come verdad* absiluta. Que be fe-
i | to las essas crengaa Ungadas em pres-n
i urnas das outras ? Vie-lo : com elemen-
os sem forg* de cihesao sem poder vivili-
ante nenhuma dallas poie estenler-se
t|o mun lo inteiro. Come raios intercpta-
los do astro do dia ellas desmaiao ou ex-
inguem-se sem allumiar o mundo. Nao
indo alguma d'ellas le de uni la le nen-
huma traz comsigo a lei da sua duracao
A vista da dilficuldade de universalisar-se
,',slemundo alguma des crencas veneradas,
mtra os Romens qu^l d'entre vos esla cer-
10 ,|e possuir a verd-deira f na sua integri-
lade e de ter attingido o ponto em que
.dem parar o sentimento e a intelligen-
Vinho dem de Lisboa PRR a ll8.y rs *
de outros authores de 9(i# a 115*
res.
MVlMElTrD5~PORTO.
PUVI0S SVIIIDOS NO DIA SW.
Portos do Norte ; paquete de v.por brazileiro
Pernambucana commanduite Joaqun
Peixoto Quim traes: passajr.-iros Lean-
dro Joaqnlm Al ves Affistinho Herens .
Jos Eustaquio Vieira o o alferes Joaquim
Cavalcanli de liulhOes Draziloiros.
NAVIO ENTRADO NO DIA 29.
RiodeJaneiro; 27 das, brgua brazilefro
Triuranho Americano de l95 ton. cap.
Alexandre Jos Alves equip. 19 carga
carne secca : a Jos Antonio Gomes J-
nior.
a e degradada $>m ella do pisto em que
foi collocada najaracha dos mundos, nos
venturosos lempos em que a humanida le to-
mn posse delta.
Tendo a f universal por base o condec*
ment da lei nao esta a f cega que o es-
pirito do anti-ehristo lancou sobre o mundo
como um veo tenebroso, e dehaixodo qual os
homsnsse amofino e aniquila) sem saber,
se existe a luz o se Ihes da lo descobrt-la.
Osseus elementos nao sSo a importancia do
espirito a dobrez do sentimento a con-
demnacaodo desojo e o avillanmnto da ere-
atura. 0 seu dogma nao a fatalidade do
mal, a neessidade da expiscio a glorili-
cagSo da dr a negagSo da felicidade ter-
restre a condemnaco do mundo.
Os elementos constitutivos da f a que o
ho nem deve aspirar nao sao outros mais Seguros existentes A Im.ni,tracln
o uu^o sentim -nto e a consciencia da ver- do corren pertonoentes a os Snrs: a NtarA
ddeeobem, unidos sua lei de applicaJna Umbilina de Arrala Corde.ro, Os Admi-
lustradores do Patr
DECLARADO ES.
gao universal.
Seo sentimento dado creatura como
urna revehgo permmente, nao foi falseado
na sua pureza natural,. e se a crrtnca tem por
hase a verdade o sentimento e a crenca ,
idnticos entre si esto em harmona com
o destino do homem e com as vistas do
creador.
Se o sentimento e a crenga ancontrao na
sua verdade absoluta a lei d'applicago e de
eterna justiga a f est definitivamente
constitu la: promulgada ella, omnipo-
tente. .
Tal a f na verdade do principio na
libsrdade do vo na magestade das obras.
E' ella o lago entre a creatura e a divodade.
Arazo final, assim neste mundo, como
no mun lo celeste como tambem no mundo
universal a felici la Je d >s entese a glo-
ria do altissimo : a felici la le dos entes pelo
vo ordenado de tojas.as sms aculdades ,
pelo amor da verdade pela pratica do bem;
a gloria de Dos pela magnificencia das obras,
e pela reconhecida adoragko da creatura.
r ( La Phalange.)
eia
lianga de duas palavras que se destrocen : p
cesa E desde o lempo em que estas pala-
vras conlradielorias percorrem o mundo, en-
cadeadas ecravadas urna na oulra a mu ti-
do nao v a fuls.d.de. da sua adjuneco ha-
bituada como est a nutrir-se do erro. A
multidorcega como a fe baseada nos mya-
('ros
Na "representago que os clirstos fizero
da f pozero por urna reliz inspirado o fa-
cho em si:as miOS. Esta primeira inspira
gao podia gua-Ios scienca divina e por
conscquenc.a a todas as verdades appl.cave.s
aos fados da vida. Porque para rao riles i
Porque icaro rebeldes iuvesligacao i I or-
que razo anda agora se apresento como
jd'olatras prostrados diante fio symbolo :
Se em todas as pocas faltou a fe aos do-
mea faltou principalmente aquelles que
mesmo face da revelago lancarao o ana-
Ihema sobris qu-sl-sem a> i
duiro na mesma negativa a improvidencia
do creador, a incapacidade do homem para
descubrir por si mesmo a lei ea inulili ade
das palavras de CbrUto. Tudo isto 6 esfibf-
l. ola c.;!>s .iri-af-S iln ili.;'tna il;i pe*
iaoencU do mal" n sto mun do. Sen lo a
le cega necessaria fanul-ng:io d'este dog-
Pensis que baste ter urna f seja ella
qual for ? Pensis que baste conservar cada
. uma f deseus pa* como o repetem mui-
A monstruos, al- tos com emphase encobnndo com um dito
vaidoso a ignorancia em que se comprazem ,
., a imbecillidade do seu espirito ; se a fe
dos pas nAo fosse a verdade absoluta a
verdade no lempo e na eternidade i Absten-
de-vos de substituir um also orgulho ao sen-
timenlo religioso. .
De todas as religies estabelecidas a Tace
da trra nonhuma tem por base a scienca.
\inda mais, os homeqs nao imagmao a
existencia, nem mesmo a possibihdade, e
anda menos a necessidade duma scienca re-
liaiosa Se todas as religio'S tem concorda
doetn prometter ao homem a felicidade da
oulra vida todas icaro na promessa vaga,
nenhuma dallas ddo a lei da.felicdade pro-^
met ida ; nenhuma dellas chygou a eneberj
esta lacuna inadmissivel na providencia uni-
versal de Dos e que deixa neste mundo a
creatu.a entregue miseria e exposta a con-
demnaco. Nenhuma finalmente Ihe reve-
lou os'grcdodoseu destino! h pois eviden-
te que as religiosa s8o destituidas de scienca;
sao incompletas e demais a mais o falsea-
das na sua marcha ; porque l.mito-se todas
a .inda o homem e a seguido no meio das
tretas sem tratar d'anltmode procurar as
saludas e do restilui-lhea luz.
Sabei-o pois : em quanto a f no vier
ALFANDEGA.
(\cndimentododia29........ 2:080jCil
DKSCARREGA BOJE 80 DE DEZEMBR0.
Brigue inglez = Fanny == bacalho.
Barca americana = Rothchild = farinh a de
trigo.
Brigue inglez =IIarmony = tardos com sa-
cos caixas com gingibre e barris
de vinho.
lio
e in-
cega necessaria a panul-ngao .. esie uoK- i- homem pntrPar.
raa fatal foi a f cega proel mad, o esta b- s mar n ^ ^
Wula pelo espirito anti-cdr.stao; e ama- s -m ^t, vida ,
neirad'-seas cre.goefWOIIS ruosas a que medo^e er a n [
dada a desti uigo como fatuldade a le, nem da oulra nao se
PRAGA DO RECIFE 24 DE DEZEMBR0 DE 1842.
Revista Mercantil.
Cambio Houverfo transaeges a 27 Ij2 d.
p. ItfOOO.
Algodo As entradas tem sido mais demi-
nutas e tcm-se vendido a o#200
a ,.
Assucar No principio da semana houvero
vendas a 850 rs. por sobre o fer
ro porem nos ltimos das baixou
a 800 rs. ; a entrada em cargas du-
rante a semana excedeu a 100,000
arrobas.
Couros Sao procurados a i35 rs. a libra, e
os do Aracaty a 140 rs.
lealhu O depozilo de 1,700 barricas ,
^m e as vendas a rttalho a 10,)(5 rs.
a dita.
Cabos de lmhoVendeo-se a 2*400 o quintal.
Carne secca O depozito a bordo das einbar-
c.ces de 14.000 @) a maior parte
inferior nao ha superior e mui
provavel que a nova de boa qualida-
de possa alcangar 3*200 rs. a n,.
Farinha de trigo -r Chegou um carfegamento
de 2,400 barricas do qual parto
foi vendido aqu e 2,000 barricas
for&o para o SuI.
Manleiga Vend-o-se um lote de 250 bar-
ris a 440 rs. a libra.
Sal Um carregamento vindo de-Cadiz ven-
deo-se. por 8o0 rs. o alquetre de ine-
dida vclha.
trimonio dos Orfds da Cida-
de do'ecife, Ancelmo Joz Pinto de Souza J-
nior, Antonio Joze da Silva Pereira, Birtho-
lomao Rol riges Chaves Bernardo i. aserr ,
Candida Monteira de QuelrOl, D mtor Clemen-
te Joze Perreirada Costa Domingos J >ze Viei-
ra da Silva Francisco Antonio de Olivera ,
Gaudlno Agostnhb de B'irroa, Gabriel An-
tonio Joaqun) Joze do Amaral Joaquim
Uodrigues Pinheiro Joaquim Teixeira Pei-
xoto de Albuquerque de Abren e Lima Joo
Albino da Silva eSiuzi Jop Francisco Bu-
arque Joze de Brito Inglez Joze Francisco
Belem Joza Joo de Amorim. Joze Libanio
de Sou/a LurZ (ornes Ferre.ira Machado
e Santos Manoel Joaquim Ramos e Silva ,
Thomaz Antonio Maciel Monleiro.
tsr Da Ordem lo Eim Bispo Director
dos Estudos, recebida do Exm. Sr. Presi-
dente da Provincia se faz saber, que as
matriculas do Lyeeu exceptuadas as da lingua,
latina sero d'aqui em diante fechadas no
lia da abertura das Aulas do mesmo Lyceu ;
e que por isso desde esse dia nao podera mais
alguem ser martriculado para oulro estudo,
que nao seja o de latn. O Secretario Joo
Facundo da Silva Guimares.
tsr Oescrivo e administrador da meza
de rendas internas provinciaes faz publico pa-
ra que ebegue ao conhecimento de todos os
propietarios de predios urbanos dos trez bair-
ros d'esta cidade e povoago dos AfTogados,
que hoje T>0 do crrente he o ultimo dia des-
tinado para o pagamento boca do cofre da
respectiva decima do 1." semestre do corrente
anuo inanceiro e que destedia em diante a-
quelles que -faltarem ao pagamento tem de
pagar na conformidade da le o juro de um
porcento ao mez ; para cujo pagamento se-
ro executados judicialmente. Meza de ren-
das internas provinciaes 29 de dezembro de
1842.- Late Francisco de Mello Cvala
canti.
AVISOS MARTIMOS.
Para Lisboa seguir com brevklade o
brigue escuna pftfuguez Novo Congres-
so muito velleirb forrado e pregado de
cobre do qual he capitp Manoel Jss Ratto,
e tem darte de sua carga prompta ; quem
no mesmo quizer carregar ou hir de passa-
g*'m para o que tem muito bons commo-
dos: dirijo-se ao dilo capilao ou a Men-
des& Oliveira ; ra do Vigario n. 19N
tsr Para o Maranho a sahir cora hrevi-
dade por ter promplo a maior parto do seu
carregamento, e brigue escuna La ur'
quem nelle quiztr carregar, ou hir de passa-
gem drija-sp ao capito.
S&" Paj.0 Bio de Janeiro o Brigue Nacio-
nal Americano Feliz sai imperterivelmente
ath 15 de Janeiro recebe ainda alguma car-
ga e escravos : os|pertendentes dirijap-se a
Manoel Joaquim Pedro da Coeta : ra da-Ca-
dea n 4(5.
r-yl'ara a Bah'a seaue viage o Hiato Flor
de Lsrangeiras forrado ausfare e de primeira
:: ircha ; deixoii de s hir mo dia 20 por nio
i.-r tempo decarre: m e proximar-se es dias-
s-intos de fasta (cando transferida a sua via-
:cn p.ira b*dia t de Janeiro quem no mes-
mo quizer carregar ou hir de passagem diri-
jao-s- a Bordo do meen o de fronte do trapixc %
novo.



imw#ur t auKgiigaWgffiTlliigg^i
4
rw^Bw^i,
LE LOES.
IS^ Me. Calmout tnhia, f:rao lei
Io porcoula tervengo 'lor Oiiveira sbalo 7 de la Fia
Jai, is 10 horas da rmnli no
Forte do Matto. de varios salvados do
Brii-iia Ir: :1 .>/. Newnum naufragado Il'i
costa djefcRi o Grande do Norte consistindo
prinnpalm o t i ea ancoras da ferro grandes
e pequeas ^tecarent s de ferro ditj> BiaitOs
o caderones, fincas iteiras de cabos, cabo.,
sollos onsarcia^ muito vellame, fjgo di*
cmara c b: !:,ns de carne sa|r
tftda, e putros arti-os que eslro patentes ;
^^hasma occasfb se poro tambem a venia
os mastros e vergas e .outros pqg no esta-
co em que exislirem no Rio Grande do
IHort; se antes nao chegirem para aqu se
rem vendidos ;"assim como se vender o
casco do dito Brigue Nowbum no estado em
informadlo dizer-se qua este Brigue foi cons-
truido ha 5 annos cavilbado de cobre e
forrlo am Juritio de 13 2-1 coui cerca de 730
fo'dias de cobre grosso e he de lote de 274
toneladas: a seu bordo existem duas barri-
cas com 15 tftrintaos de cobre velho, e o cas-
co ac!ia-se ao noria d'aqualla barra sobre are-
nosa praia que lica quasi enxuta na baixa
mar de mares grandes.
tgr O Corretor Ol'veira far lailo sexta
feira 30 do correte ao meio da em ponto ,
no largo da Praga do .Commerco antiga de
o vaccas 2 b /. -ros e l carneiros recen-
clvgados do Cabo de Boa esperanza pelo na
vio Harmony ; a excediente celebrada e
mu procrala raga d'estes animaos asss de-
ve an;,mar a eoncorrencia de pretendentcs,
que: sabem apreciara augmento de suas fa-
zenlas, principalmente dossnrs. de engenlio,
e lavradores e que a nar de satisfazerem sua
cunosidale, queirQ coliier as multiplicadas j nao se exige o chapeo, e" somen t* os papis
vant Francisco de Azevajjo Lisboa B. |
lo Pinto -le Letno, Angelo FrafSfco Car-
neiro Joz Antonio (rues JuniorjKe'Ga-
brieljle Woraes Mi ver, Pedro Ignaci*%*plts-
o Antornode Oiiveira Francis-
o Joze B."i i Dtiiz Antonio d Maraes
Silva JdMMoreira Marques, Francisco .loa-
quim Carduzo, Joao Joto irvallio Mi-
raes Thomai Antn i.d M.-nteiro, Jo-
ze dos SantosNeres (Metano Pereira Gon-
calves da Cunta Mmoel Joze de Souza Car-
ni'-'iro Joze Antonio Alvos da Silva Joze
Eustaquio Gome* Antonio Luiz Goncalves
Ferreira, Antonio Joze tifm JoaO. Pinto
de Lemos Jnior Antonio Joaquim de Sou-
'a R beirb iS Angelo Francisco Ga-rneiro ,
Thomaz de Aquino Fonceca.
%Sf O abaixo assignado vendo no Diaria
novo n. 117 de 24 do corrente responJe
na quaiidfde do crodor "da caza do finado
Luiz Joz de Arauj) muito folga pela noti-
cia que Ihe d o Sur. Joaquim Gorreia de A-
raujo certificando-Ihe que o cazaj do mes-
mo (nato deixotl bns suficientes para sol-
ver o seu debito passivo. Resucito ao que
conteino annuucio do masmo Snr. Gorreia ,
a seu teropo conhecer o respeitavel publico
a falcada le com que vem ao prelo o mesmo
i-cradecendo-lho ao mesmo lempo a honra ,
que me fez em derjgir o meu nome aos tipos
pblicos desla Cidade. Fico certo de estar sem
efeito a procurago que o mesmo Sr. passou,
ara [iroceder-se a venda da pr'opriedude Je-
ui.
Albino Joze Ferreira de Carvalho.
A pessoa que achar htim maco de pa-
pis de avaliacons-de predios que estavo
dentro de um chapeo o qual fora furtado
do corredor da Matriz do Bairro de S. Anto-
nio poJer entregar narnesma Matriz ao Sa-
cristo ou na ra do Lvramento D. 23 luja
do Sr. Joze do Cirmo que ser gratificado,
<
Quem annmlcioU no
irrente querer vender urna
Iue servo para cama 4e casal
lis Trt^cheiras n. 3*; na mesma caa ven-
le-se-|jma escrava sadia e propna paia o
servico do campa, ou sitio do q'ue tei- bas-
tante pratica.
sar Manual RezerraQJralcanti declara o
espeitavti publicp qllie por ter visto outio
nome de igual theor, se assignar dagbra em
liante por Manoel Bezerra Cavalcanti da Al-
buquerque.
ESS- l'recisa-se ds um pianno de boas vo-
zns para lugar a m;zes : no pateo do Hos-
pital sobrado de mirante com vidracas no
primeiro andar.
tar Sbado 24 do corrente as til horas e
meia do dia na ponte do Recite junto ao
passadico da mesma ponte perdeo-se um
emorulho contento 153> rs. em sedulas, sen-
Jo estas de -20j rs para baixu ; roga se a
quem o tiver achadose compade^a do preju-
dicadoque tem a restituir a seu dono por
isso que I lie nao partencia para isso se of-
(erece dega|lficar;a(5 53ji rs. reeebmdo to
somente lOOj rs. eji miis deixar de re-
conbecera um cora^o b-m fazejo : entre-
gando na loja da ra Nova n. 67.

a 3200 ditos de marroquim a 2^ rs. cha-
les de sela l e lil, ditos-dt^c-asninira, hn-
qos de seda garc Milu, manUs^le seda
filegarea^ falcado para m-nii iinet
para ditos, suspensorios bicos,
rados para prenderos caballos luva* fla |.,_
las as quili lad-s, meiasdeseia, algada.i q
albitas
inho carteiraspequeas e outras
cousas : na ra Nova o. 18.
anuas
lava de sab
Gma prela crela recolhifja^ de 16
bonita figura cozinha o ordinario
o*
cose
COMPRAS.
deve resultar.
AVISOS DIVERSOS.
tsr. O Snr. Joze Antonio d?. Migalhaes
Bastos, qu'ira !iir recejjer urna carta vinda
do Aracatv acompanhanio 18^020 r-is : n ,i
ra da Grz n. 51.
sy Alua-se o terceiro andar da caza cita
na ra do R izario larga n. 30 a tratar na mes-
ma ra b)tic< dos S.ns. Bartholoneo & Ra-
mos no Recite defronte do Gorpj Santo
n. i7.
*&~ Na ru1 ,1a Cadeia velha n. 29 3.9 an -
arhojevna qum o tiver annuncie.
Constanlia JVine
A small quantily bosh red and whito of
this delicious Liqueur, shipped by M.r Hoets
the propriotur of constantia lami, on sale al
the wart-house ofDowsley Raymond \B:yts.
OT1 Precisa-se lugar urna ama de loite ,
afim de acabar de criar urna menina na Villa
do Bio Formoso pauando-se Ihe bem \ as-
sim como a pissogem-para o dito lugar; quem
quiser dirija-se para o ajuste a ra da Praia
por detrazdo Fagundes n. 37 onde se Ihe di-
r a casa para onde he.
XST. Opropriet-irio do assougue france'z do
beco da lingoeta previne os seus freguezes
que domingo e os clias santos tem boa carne
de vaca carne de carneiro dita de poico e
linguissa i'-'itaa moda franceza e que con-
tinua a ter tolos os dominaos e quintas feiras
de ca la semana.
\f J..ao Jacinto de .Souza faz sciente
aos seus amigos e em pa^iular aossens seus
(reguezes <|ii; a sua lojPPTrua d > Collegio
c.im frente para o caes mudou-.se para a ra
do Gabug n. 8.
Lotera da Matriz da Boa-Vista.
SS3T Esta lotera pela primeira vez defierio
o seu andamento allcm do dia i>prasailo as
causas foro fortes e imperiosas e o publi-
co Scj deixara convencer da loica ilcsta verda-
de se Sobre ellas m'e.iitar attentamente, tor-
nando-se assim indulgente.
Moje porem se annuncia ao mesmo respei-
tavel publico que as rodas correm imprete
rivelm lite no dia 12 do futuro trm, de Janei-
ro por isso que urna sociedade com posta
que a oinguem pode sarvir, e guarda-se se-
gredo.
i^" Francisco Rodrigues da Silva Tataun-
cos retira-se para Portugal a tratar de seu,
n gocios.
ES Precisa-se para fora da provincia, u
escravo preto bom padeiro e fo- neir que
o tiver dirji-se ao capitn do Brigua Escuna
Laura.
53" Troca-se por urna negra ou negro que
seja mogo sete vaccas sendo 4 paridas de
poneos dins, e5 prximas a parirem e mais
2 novillios ja apartados sendo as vaccas do
pisto, e de boa qualidade por darern muito
leite : na ra Nova n. 65 no segundo andar.
ssr Quem pretende arrendar um pequeno
sitio que diz o seu aluguel nao excede de
lOOj rs. por anno queira declarar o lugar
do mesmo sitio para se tratar do ajuste.
ssr A fbrica de estatuas do gesso mu-
dou se da ra do Gotov-lo para a ra da S.
Gruz n. 14 aonde aeho se a venda estatu-
as com composico para resistir ao t'mpo,
Umbem sao muito proprias para aulas de de-
senlio e para ornanvnts de casas, tudo do
melhor gosto possivel ; o mesmo fabricanle
tambem ensioa a qualquer pessoa esta arte
por ter de retirar-se para a Europa e se
obriga a seder Ihe a fabrica por um proco re-
cular na octMsio da sua retirada; o fabiican-
t-i disp-SR a faer isto para deixar a sua arle
insta provincia por ser muito necess^ria
p3r< qualquer progresso de todo a sorle e por
isso chama-sc a niai das bellas artes.
tsy Precisa-se de um forneiro e amassa-
dor : na ra do Azeite de p- ixe n. 11 pada-
ria de Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
car (Juem precisar de urna ama para casa
de hornear solleiro ou de pouca familia ,
dirija-se ao bocuda Bomba n. 3.
c^" Quem annunciou no Diario de -20 do
corrente, ter um sitio pequeo para alugar.
P'Ttoda praga .lirija-se ao forte do Matto ra
do Amonio o. 53 primeiro andar.
t2S* Precisa sede urna ama de leite forra
ou captiva : na ra larga do Rozario n. 50.
* A pessoa que tirou una dita do Cr-
relo viuda do Rio de Janeiro para Manoel
Gomes Ferreira Castro com urna 1> tra t00.> tenhaa bondade de mandar eutrefar
na ra Nova venda n. 6o que se Ihe Tirar
Ujuito^obriga' o.
A Irmandade de N. S. do Guadclupe
9W Escravos de ambos os sexos de 12 a
35* innos : na ra Direita o. 45.
ey ElTactivamente para fora da provincia
mulatinhas crelas e mais escravos de
13 a 20 annos, pago se bem sendo bonitos:
na ruado Livramento n. 3 das 9 horas da
manh as 4 da tarde.
tsy Compra-se oualuga-se urna peque-
a casa as ras seguintes : Hortas Di
reita e R ra estreita do Rozario loja de sera e rel-
joeiro ou na ra do Azeitede peixe pada-
ria n. II.
dos pessoas abaixo assiguadas, se coni}>ro-
metlero por titulo expreco a ficar com avisa ao rc-speitavel publico, que as rodas
urna qiMantniade de biih "tes at ao valor de desta lotera concedida a f.ivor das obras da
quinze contos de res se isto se izer mister, sua Igreja corre no da 24 de Janeiro pro-
portanto ainda se convi tejogo a entra
,Oue
, nelle com fervor ja
r>pl nia anlif.icr.f iA kp dedica o bt-neficio.
ja pela Gsiea c vogavt 1. D. Jbwwspo de Pernamburo .
Beato Joze da Mlv i M.g^bes Jo/ Pereira
i lina Joze Joa-
isl Antonio Joze
da Cunta Luiz Com
quim de Oiiveira Gi
jemla nos lugares'ja annunciados.
sv Precisa-s'a de urna ma de leit arnn
cria forra ou captiva : na ra do Gdlderei-
ron. US.
tz&- Precisa-se de urna ama de leite boa .
e nao "uz nuil que seja captiva ou tenha filho :
na ra do Galabouce n 18.
folhas dellandres : em ca-
rs & Companhia na ra
aGodM. fros de lustro a 2500 a pelle e
a retalho : na ra No/a lojas de Ferreira &
Braga n. 24e 43.
sar Urna porc.'fli desaocos vasos propria
para qualquer genero por s-rem grandes ;
quem os pretender annuncie.
* Sola escolhida de soperior qualidade ,
couros de cabra muito bons bezerros gran-
des e alvos sera amrella tudo em gran-
des e pequeas porcoes : na ra da Cruz nu-
mero 51.
%sr A loja de fazenda n. \\ no atterroda
Boa vista com poneos fundos ou s a ar-
niaca : a tratar na niMiia.
tar Arcos, e pregos para levantar e fun-
dar barricas : no armazem da ra do Vigario
de J. J. de m. Bego.
tsr Urna escrava de Angola de 23 annos,
lava bem do saba e varrella cozinha o or-
dinario e engomma liso : na ra Direita
venda n. 72.
v Pares de brincos modernos um re-
logio pequeno de caixa de ouro e dito de
pr.ila urna faca aparelhada de prala urna
escrava com habilidades ouro e prata para
ourives uns corazes para braco de senhora :
as 5 pontasn 5-5 onde tem Umpio.
ssr Duas canoas fechadas com mais de
60 palmos de comprmanlo una porgaO de
barricas vas,as que foro de larinha de trigo,
tfinta e tantas caixas vacias do Porto, um
cava lio cstanho muito carredor : na pada-
ria de Joao Lopes Lima ; na mesma com-
pra-se um oratorio pequeno sendo moder-
no e em bom uso.
cr Saccas com farinha de boa qualidade
a 320O cada sacca : na ra da Mueda Q, 8
primeiro andar.
EW^MT^ho em saccas muito novo: no ar-
mazem de Antonio Annes Jacome Pires no
caes da alfandega.
K3T Caixascom mann de 16 libras por
prego commodo : na ra da Moeda n. 8.
SSf* Urna escrava que cozinha o ordinario,
e be boa quitandeira preferindo-se ser ven-
dida para u matto: no pateo de S. Joze n. 47.
tsr lu sobrado de dous andares com so-
tao corrido formando 3 andares, com 52 pal-
mos de fr-nte e 100 e tantos de fundo muito
bem acabado e de muito boas maderas pro-
prio para senbor de engenho ou qu.' Iquer
di
chao faz lavarinto*
renda de toda a qualidade e tem principios
dewgommar ; urna negrinha crela de '8
annos, muito experta propria para escola;
e um lindo molequa de Angola de li anuos ,
proprio para todo o servico: na camboa do
Carmo n. 10 segundo andar
cr* Urna mulata moga de bonita figura ,
boa cozinhera e engomma com porfei-
go na ra da Cadeia do Recife loja de Joo
da (mulla Magalhes.
ss*" Salde Lisboa muito alvo em porgrtes e
a retalho por prego commodo : na ra No-
va n. 6o ao p da ponte.
tsr Farinha da trra e arroz de casca, por
prego commodo : na ra estreila do Rozario
n. 6.
cr Urna bonita escrava de nago mugarrt-
biqne idad* 22 annos com boas habilidad s,
com duas filbinhas de 4 mezas um mulata
muito honesta, com multas habilidades, tre-v
jscravas com habilidades por commodo prego,
um linio e bem educado mulatinho dada 13
annos v m ldo por precizo um dito bom
pagem ida le 20 um dito oflicial de alfaia-
te um escravo bom carreiro un dito para
sitio por commodo prego tres dittos para
todo o servigo : ni ra de A^oa-verdes D. 38.
t*r Na ra d Cruz n. 56 : vende-e fari-
nha de mag por prego comod >.
RSF* No arroaz .un do Snr. Vasselar de-
fronte das escadinhas da alfandega vende-s ,
farinha e milho do Rio, de superior qualida-
de por prego commodo.
%3T Salda S'tubal : a bordo do Brigue
Sardo Elbe ou em casa de Thomaz de Aqui-
no Fonceca na ra Nova n. 41.
HT" Um cavallo alazo proprio para me-
nino, por nao ser muito grande, esquipa e tero
todos os andares : na ra das TrincheiraS'
numero 18.
S3T" Urna escrava moga engomma bem
liso e cozinha o ordinario, d-se a coatanto :
na ra Direita n. 43.
ESCRAVOS FGIDOS.

< iiii/i >iui- a mu. no-
ia na porta ; assim como tem no fundo um
grande terreno acabado a pouco por Nso
:n.iis vnitajoso : a tratar no Arco de s. An-
tonio com Joao llenrique da Silva, ou ua
rua da Praia ti. 37.
Fugio de Bordo do Brigue Nacional.
Bom Jess, no da segunda feira para a ter-
ca 27 do presente mez de Dazambro um es-
cravo preto de nome Joo nago congo ,
baixo grogo do corpo, ul pouco ful com
olicio de cozinheiro e marnhairo qnem
o aproender diriga-se a bordo do dito Brige
fundiado na volta do forte do mato ou atraz
do Corpo Santo caza 66 que ser generosa-
mente remonerado.
EST No dia 26 do corrente fugio um ne-
gro de nome Joaquim nago cassange ida-
de de 18 annos be.m cheio do corpo e re-
forgado tem andar afragatado por ter a-
ilado embarcado bem lailino levou caiga o
camisa d'algodao zinho trancarlo novo ca-
bello cortado dverte-se quw fuma : quem o
apprehender leve a seu snr. o Capito do
Brigue Daos te guarde que ser recom-
pensado.
539* No da 24 do corrente fugio do segun-
do andar do sobrado da rua das Gi uzes D.
6 um molcqun de nome Benedicto crelo,
de 12 a 14 annos algum tanto'fulo bem
fe i lo e ladino, foi vistido com urnas caigas
de riscado j uzada e camisa de algodozi-
nho ; quem tiver noticia delle ou o pegar le-
ve ao dito sobrado a entregar a eeu snr. o
Bacharel Herculano Gongalves da Rocha, que
ser recoeipensado.
sar No da Vinte equatro do corrente fu-
gio um'moleque crioulo por nome Bernab,
cujo moleque tera de idade quatorze a deza-
ceis annos, tem rostocompri.io e bem preto,
estatura medianna, no fallar gagueja e odiU
moleque he pertencenlea Joo* Firmino na
Costa Barradas que se acba na Corte do Rio
de Janeiro qualquer pessoa ou CaptSes do
ampo que o pegar far favor levar a casa do
abaixo aesignado iiur mora no Becife rua do
Torres que ser recompensado.
Luiz Antonio Batboza de Brito.
RECIFE NA TYP. DrTM. F. DE F. = 1842


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