Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04852


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Full Text
Armo de 1815.
Quinta Fe'ra 29
Todo agn depende ile no mpstnoi ; da noa prudencia moileracio e eneri : con-
tinuemos como. pnnCipiamof e seremos apuntados com admira ao enire as Nacoes mais
cnlli. ( Proolamacao da Assembl.-a Geral do BluilL.)
PARTIDAS DOS C0RRE10S TERRESTRES.
Goianna tarantos e Rio grande do Norte seronda e sextas feiras.
Bonito a Garanhnns a 40 e "M
Cabo Serinliem, Rio t'ormtiao Porto Calvo Mace i e Ala;oaa no i.a, ti t
Boa-vista e Flores a 2S. Sanio A ni 10 quintas feiras. Olinda todos os das,
DAS DA SEMANA.
Tl SR. 4- o'iUva FstevJo Proto-Mnrtyr.
3? Tere. !< ? oitaa a. Joo Ap e Baiag.
JS Quart. + 3. nava Os santos Innocentes Mn.
20 Ouint. s. Tboma: Are.
0 Sext. a. Sabino B. M. **
1 Sab. a. Silvestre P
| Diim. Circuir.ciso do Sr.
de flezembro. Auno XYIII. N- 270-
O Diario publica-ae todos o diasque nao forem Santificado: o preco da aangnalariibes
detrea mil r.-is >r qmrlel pa?.>s a.liantad-.-:. Os annuneins dos atiplantes sao inserido
gratis e os dos qoe o rio forma razao de SO re i s por liaba. As reelamaces devam se
dirigidas a esta Typpera6a, rua'.las IruiesN. 24, oo a praea da Independencia loja de livro
Numero 6 e 8.
CAMBIOS no da 21 db de7embro.
Cambio sobre l ondres 27 i Nominal. I Onao-Moeda de 6.100 V.
Paris 350 reis por franco. a N.
* Liaboa 100 por 100 de premio, i de 4,000
I FluTA-Palacoef
Moeda de cobre 3 por 100 de descomo. Pezoa Colamnarea
dem de letrat de boas firmas 1 |. 'I'"" Mexicanos
miuda.
compra venda.
s.'j.rOO 45.200
d.SOJ 15 000
8,*00 8.500
1,750
4,753
1,750
4,643
1,770
1.770
1.77o
1,880
Preamar do din 2!) de Dezembro.
1. a 2 horas e 51 n. da manba.
2. a .'! horas e 1S nv da larde.
PHASES DA. LA NO JV1KZ DE DEZ-EMHKO.
Loa Nora 2 1 hora e 5fi m. da aianh.
Quart. creac. 6 9 i 8 horas e 7 m. da tard.
Loa cheia 17ka 4 koras e 26 m. da tard.
Quart. ming. 24 a 2 horas e 26 m. da tard.
DE

?AT OFFICIAL,
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 20 DO CORENTE.
Olficio Ao eommmdanto das armas, di-
zendo que oo le fa/.er embarcar bordo do
vapor =S. SabastiiosB, sflin de su-em trans-
portados a corta os trai sol-latios d o official
do hatalho provisorio qin o deixaro de
acoipMibar: intelligenoiancloo de que o
mencionado official devora na forma do de-
creto de 20 de junho d'esta anno pagar as
comedorias do estilo; e partieioando Ihe,
que segundo informa a agencia da companhia
das barcas da vapor nao pode o referido va-
pir roceber parte, do trem do mesmo batalho,
como S. S." o havia requisitado. OfBciouv
se respeto ao agente da companhia das bar-
cas do vapor desla cidade.
Dito Ao chefa da legio de I.^uaraas ,
communicando ter approvado a proposta ,
que acompanhou o seu olli o do 17 de s -
temhrodeste anno de ollieiaes para os pos-
tos vagos d.> primeiro batalho da rnosina le-
gio com exclusb porem do alfares pro-
posto para a segunda c un lanbia Jos de S
Loitfie : e determinando que otaca cons-
tar aos promovidos alia da quesollicitem as
S11..S patentes.
Dito Aocommandante dis armas re-
metiendo competentemente julgalo pela jun-
ta de justiga o processo do rj Pedro Alves
das Chascas, soldado da companhia da art-
fices para que faga cumprir a san tenga ,
nelle proferida.
Portara Nomeando ao coronel Francis-
co i& Martina pa servir o lugar de direc-
tor do arsenal de guerra em qan;o durar
oempedimentodpteoente-coronel Jos' Ma-
ria Ildefonso Jacorae da Voiga Pesaos. Fi-
Z'rao-se as convenientes communicaQOjs ao
commandantrt tla| armas ao tenenti-coro-
ii' I Pessoa e ao nomeado.
Oilifiio Aoengenbeiro em chefa das o-
bras publicas auttwisando-o a nomear um
dosengenheiros para em sua ausencia au-
tbetcaro certificados das ferias para page-
mentode jornaes alim de que similhante
pagamento nao fique parUisado.Coinmim -
cou-se ao inspector da tli\soiirara das ren-
das provinejaes, eao inspector fiscal das o-
bras publicas.
Dito Ao rhefe da legio de Iguarag =
Illm. Sr. Tenho presente o s--u offlcio do 23
do m"z ultimo em qiie part rfpando haver
si lo preso pelod' egaVsup! leteide Iguaras-
f o atieres comm taca ment de guardas hciotlaes Bento Jo-
s do llego e M ll> por ter-se evadido da
cadeia daquella villa o preso d' jostica, Seve-
rino Jos da Silva expfn a duvida em que se
ocha, acerca do loro "perante o qual deve
ser julgado o meamo official e em resposta
runpre-me sifrnifi ar-lhe que o simples
. da mencionada fuga nao o torna crimi-
noso, pois ella p : lia S-r proveniente de mul-
tas causas qoecom justica ihe nao podero
sr attribuidas e no caso de que pelas cir-
cumstancias que a acompanliar ) reco-
nheea-sa culpabtlidade em o rftto official he
porante.o foro civil, que ell" deve resp >n 1-r;
porque nao prtencendo o destacarpenti
orno alguai destacado nose-aaba sujeitoaos
regufamentotde primera Jinba eoada em
c i'is.-qu'ncia t>'m com o loro militar, nem
bedesoppor, que o dito commandanle i:
fringisse as regras do s-rvic> para ter lugar o
processods lei-de 18 de agosto ue i i por
ir elle par i la %V* nao im-
p .lio i '> T 'to o del
mo o juiz nuni lipa I sao competentes para lo-
niarem conhecimento do lado 'pref-rindo o
delegado, no caso de terem ambos ao mes-
mo lempo comegado proceder.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 10 DO CORENTE.
OlficioAo Exm. Presidente, remetton-
do-lheo processo verbal feitoaocapito Fran-
cisco de Asss Mondes Guimares do bata-
Iho de infantaria de guardas nacionaes d"s-
tacado para ser presente a junta de justiga,
e della obter final seutonji.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. enviando-
Iheem duplcala a conta do fardamento, que
se mandn abonara varios cadetes do bata-
lliao provisorio afim de ser paga pela Ihe-
sonraria
Dito Ao mesmo Exm. Sr. acerca do
oTerecimento, que fez oca pililo Mendes Gui-
marAes para servir no Sul e tratando do seu
embarqu com o batalho provisorio.
Dito Ao mesmo Kxm. Sr. ponderan-
do-lhe que o embarque do bitalhao s se
oodia eifetcuar no dtfl 13, e nao em 12; por
isso que o batalhilo tinha anda de rece be r
venciftentos adiantados da thesouraria e
nesta deviao prestar con tas alguns olficiaes ,
;alvo se a ni smi thesouraria desse expedi-
rte no dia 11.
Dito Ao inspector da thesouraria para
mandar cagar ao alferes Vanderley a quan-
Lia de 390reis diarios que in iividamento a
1 uluzio de seus vencimtmtos do primero
le agosto ao ultimo de novombro do corren-
te auno.
Dito Ao mesmo, dizendo-lhe que quan-
lo recebera o seu olficio desta data j:i ha vi a
ordenado ao teen te-coronel commandante
lo batalbfio provisorio que fosso a thesnu-
ii-i i prestar conta dos dnheiros que recbe-
la para os concertos do quartel do Hospicio.
Dito Ao command inte do batalho pro-
visorio ordenando-!he queamanha at meio
lia devia remettor-lhe o mappa da Torca
prompta a embarcar acompanhando o map-
pa arelagoj pedida dos doentesem tra-
camento no hospital, e dos invlidos que
nao podio acompanhar o batalho.
Portara Mandando reconhacer soldado
particular, o cabo do batalho provisorio Ma-
no -l .los da Silva lavares em vista do con-
selho de averiguatjo a que se proceb'o.
Dita Mandando reconhecer soldado par-
lieiilar o sirgento quartel-mestre do bata-
Ihlo provisorio Urbano Fernandos .Jarros.
Dita Ao commandante do batalho pro-
visorio, mandando excluir com guia de pas-
sagem para o deposito o cabo da esquadra
! niaiio IVreira Baracho.
Dita Ao commandante do deposito, pa-
ra recebar o cabo de esquadra cima m.m-
cionado.
Dita Ao commandante da companhia de
artfices mandando excluir com guia de
passagrm para o batalho provisorio, a 10
soldados cujos nomes se Ihe indica va.
Dita Aocommandanto do batalho pro-
visorio, para recebor as 10 pravas de que tra-
a a antecedente poitaria.
f>it.i Ao mesmo, mandando excluir com
guia de passagem para o terceiro batalho de
artilharia a p o soldado Francisco Estola-
no da Silva.
Dita Ao commandante do terceiro bata-
lho de artilharia a p para receber o sol-
da lo mencin do na anterior portara.
por cento de armazenagein addicional e a
de 27:567. 167 rs. das rendas applicadas ao
resgate do papel qoa no m ismo raoz por es-
ta provincia forfio arrecadadas.
Dito Ao mesmo Kxm. Sr. informando
o requerimento de Francisco Antonio Ponce
de Lelo.
DitoAo Exm. Presidente da Provincia
submattendo a sua deciso a duvida que of-
fereceo o Commissario Fiscal do Ministerio
da Guerra execuco do despacho no re-
querimento de Joze da Cunha Moreira Alves
.Iniior, qu- acompanhou.
Dit0_ Ao mesmo Exm. Sr. informando
o requerimento do segundo sargento particu-
lar Francisco Augusto Ferreira Silva, em
que pede 2 mezes do sold e dous annos de
far lamento adiantados.
Dito Ao Commandanle das Armas da
Provincia dizendo, que estando o comman-
dante do batalho provisorio de primeira li-
nha a embarcar para o Rio da Janeiro e ha-
vendo recebido na theourtq'ia a quantia de
IiOOOjOOO de rs. para as ubras do quartel do
mesmo batalho se dgnasso commiiniear -
Ihe que antes da sua retirada deve liquidar
esta conta.
Dito =3 Ao mesmo enviando o olficio do
Commissario Fiscal do Ministerio da Guerra ,
sobre o esclarecimiento que havia pedido a
respeto do Gapto Luiz de Queirs Cout-
uho ora major do batalho provisorio de
nrimeira linha.
INTERIOR.
THESOURARIA DAFAZENDA.
EXPEDIENTE DO DIA 10 DO CORRENTE.
Olficio ao Exm. Visconde de Abrantes ,
iut-iiio do Tribunai do Tiiesouro Publico
Nacional partecipando, que no mez de Outu-
bro ultimo passaro para a eixa geral a fim
! as ti acs a (;i.-.n-
tiade(J:462520rff, do rendimento de um
RIO DE JANEIRO.
L-sc no Jornal do Cornmercib de 20 do
nassado :
Hontem s i 1|2 horas da tarde tova lu-
gar a audiencia de aproseot ico de sr. Ilen-
ry Ellis enviado de S. M. Britnica em
misso extraordinaria e especial, o qual foi
recebi lo com as honras de embaixador cor-
respondentes categora em que o conside-
ren a sua corte.
S. Ex. tevo a honra de dirigir em francez
a S. M. o Imperador a allocucjlo seguinte :
Sonhor O dever mais urgente de que me
acho incumbido e que julgo mais impor
tante exprimir de urna maneini dignada
ccasio os sentimeptos invariaveis de ami-
e consideraban ila minha augusta sobe-
rana para com V. M Imperial. A rainlia
nocossa de fazeros mais sinceros votos pela
f.licidado de V. M. Imperial e pela pros-
peiidadedo imperio do Brazil. Movida por
estes sentimentos minha augusta soberana
diguou-se bonrar-me com urna misso ex-
traordinaria e espacial junto de V. M. Im-
perhl, e tenho a honra de apresentar a V. M.
1. urna carta de cren^a da parte da rainha.
au ouso esperar qua V. M. Imperial achara
nesta misso mesmo urna prova nova e mu
officaz da amizada de Sua Magestade e da
importancia qjue ella d manutengo das re-
lagOes iiilimai e reciprocam?nte vantajosas
que ,. ha tantos annos subsistem entre os
dous imperios.
A rainha minha augusta soberana igual-
mente me encarregou de una carta de felici-
tago para V. M. Imperial pelo motivo do
consorcio que V. M Imperial acaba do con-
trariar com S. A. Real a Princeza Thcresa
das Duas Sirilins e ousaroi supplicar a V.
M. se digne conceder-me urna audiencia par-
ticular para ter a honra de entregar a carta da
rainha.
S ja-rne p'rmitti lo Senbor apresentar
a V. M. Imperial" as seguraricas de meu pro-
lundo respt lio e as do constante esiorco que
Lmpreaarei para obter a IVlicidade deagra-
1 Jara V. M. Imperial.
S, M o Unpewdor dfeno-sa responder:
Pdeteassegurar a Vossa AugustaSob:
rana quo mi roiti agradaval mate sta
prova de su. pmiz'tde qua eu aprecio em
muito.
Poroccasio dasla recopilo o Sr, Mor.lo-
mo-Mor da casa Imperial dirigi guarda dj
poco a seguinte ordem.
S. M. I. determina qua o Sr. comman-
dante da guarda do pago di c i ida a- apro-
ximar-so boje da mesrnaasr. II. Ellis, om-
baixador deS. M. II. Ie faja a continen-
cia imperial", o quo todas as vazes
qu elle passar pela dita guarda oo vir ao
oteo, se Ihe.faca igual continencia. Eesta
se registe no livro das ordens. Pago 19
de novembro da 1842. Paulo Birbosa da
Silva.
Esta ordem excitou com raso contra seu
autbor as censuras vio j irnalisma fluminense ,
isuseitou uiin polmica entre ella e o Exm.
Ministro da Guerra na qual muito mal ficou o
sr. Paulo II i roo/, i. Em um de nossos seguintes
nmeros Jaremos aos nossos leitores sobre
asta objeclo mais circunstanciada noticia.
Tambem so Ic\ no Jornal do Commercio a
seguinte publicaco olfi -ial:
No dia quinta fu 30 do novembro
nassado pelas onza horas da manh teve
lugar no pajo da cidade a audiencia so-
lemue d sr. barau de LaogsdorT que vem
resida/ nesta corte na qualidade de enviado
extrauedinario e ministro plenipotenciario de
S M. o re dos Franeezes. 0.sr. baro'de
Langsdorff, d .pois da sua recepQo tve a
.lomado apresentar a S. M. I. o Sr. comman-
lanle e mais officiaes da nao franceza La
Filie de Marseilt assim como tambemos
srs. ollieiaes da fragata da vapor ht Gomer.
Logo depois o sr. bario apresentou a sra.
barn/, i de Langsdorfl, tanto a S. M. I,
como a S. A. a princeza imperial ( echndo-
se nesso dia a sra. princeza D. Francisca com
incommodo de s^ude), e foro acolbidos
por S. M. I. o por S. A. Irma com amis
cordial affabilidnde bem assim os referi-
dos srs. officiaes a quem coube a distincQo
deserem tambem re -ebidos pela sra. prince-
za imperial, foro acolbidos com a urbani-
I ule que costuma a familia imperial.
O Sr. baro na oecasio da sua audiencia
recitou o discurso seguintai. em francez :
Sfnhor. No a:to do apresentar a V.
M. 1. a minha credencial o meu primei-
ro dever expressar a V. M. 1. a amizade que
o rei meu augusto amo nunca cessou do
consagrar-ilio Eu estou corto que V. M. I. se
dignar reconhecer na segunda visita quo S.
A. R. o senbor principa de Joinville deve
brevemente fazer a V. M l. urna prova
dequelles sen ti mentse das recordagdes que
conservou da primeira.
Como prenle e como monarcha o rei tem
observado com incessaute interesse senbor,
os progressos do reinado de V. M. I. : em
vossas maos entrego i a Providenciaos destinos
.le um immenso imperio e apezar da juven-
tud.) de V. M. I., a Europa tem urna garan-
ta para o futuro na sab -doria dos vosssos
primeiros anuos. A prosperidade do Brazil
nao nteressa smente ao desenvolvimento
lo commercio e da industria da Franca : a-
trevo-me a dizor que eUp. tambem um voto
desinteressado do nosso corago.
O sooego e a felicidade de vossos pavos se-
nhor ter mais urna garanta quando vir
sentada no throno do Brazil urna esposa dig-
na ser'imentos de S. M. o rei, significando a
V. Al. I. a satisfaco que elle experimenta
p< ler V. M. I. contractado o seu consorcio
r m S. A. R. a sra. princeza D. Tlr g
hicilidS.
Possa esta unio assegurar a felicidade in-
imadeV. M. I., e. dar ao imperio sobera-
que perpetuem neste novo continente a
gloria e brillio da Ilustre casa de BraganQa.
.'
a
I


SER
Eu me considero feliz senhor por ter
sido eseolhido por S M. o rei para expres-
sarestessentnientosa V. M 1.
S. M. 1. dgnou-se responder em francez.
Poleis awegtrar ao vosso augusto sobera-
no os senlimenlos da micha amizade a mais
sincera. _
No dia 2 do crrante Anniversano de >.
M. o Imp-rador foro publicados os seguin-
tes despachos ; e omitlimos os nomesdos a-
raciados ( menos um ) por seren de pissoas
mito poucoconhec las nesta provincia.
Titulo do conwdlvj ao Eltn. Presidente de
Minas Barnardo Jacintho de Vaiga
1 Cavalleiro da 1. ordem do Cruzeiro.
1 Commendador da ordem da Roza.
t Officiaes idem.
13 Cavalleiros idem.
2 Commendadores da ordem de Chrislo.
21 Cavalleiros idem.
. Commendadores d'Aviz.
A Sentinalla copia do Curreio Offuial
de Nitherov os dous seguintes artigos :
O commandante do brigue de guerra inglez
Partridge acaba de commdter .contra
a primeira autoridad8 da villa de Macah1 o
maior insulto que urna nagfio amiga pode
recebar. Furioso por nao se Ihe haver per-
mittido appreh'ander dentro do porto o bergan-
tn portugus Leopoldina que acabava
de fundear debaixo das bateras da fortaleza,
sem querer estar pelas provas que lh i dava
o d dagado de haver providenciado para que
o bergantm fosse impedido e visitado pelas
autoridades do paiz ameaga de faeer fogo
sobre a villa e lira por sua espala ate o
meto da folha bradandi em altas vozes que
ella Ihe servira do passa porte '.!
Semelhante procedimento dispensa toda a
sorte de commentarios ; o com o corago
partido sentimos somante que o delegado
de Macah nao tivesse procedido para com
este atrevido insulano pelo modo porque o
utorsava elle com ameagas taes.
a g' frade toda a duvi la : a Inglaterra co-
nhece peritamente que nao queremos tra-
Ur o (Ligas too Uaet ; e po.s preciso
tenUrohler>afor5aoque por .rt.m.n!..3
Ihe nao concedemos.
A pessoa que nos referia este flo qaeix-
sedequeodel^ado t.vesse mostr.do n,m.-
condescendencia para com o pirata que de
dentro do porto, d'entre as mos ***"-
d-dequeria lorca arrancar um nav.o que
sul Oeptidio ou borracheira nao consegu.u
apanhar fra da barra. iwto
Continuem os Inglezes a proceder dWte
modo, insulta, ameacem;as au or dde
poVoaces brasileiras ccertoobr. Lllsiao
perder seu tempe : Taremos quantos trata-
dos quizer ou antes assignaremos os que
nos elle irouxer escriptos.
Tomaremos as necessarios informales e
voltaremos ao assumpto.
As informagGas que colhemos acerca do
modo porque se comportou para com o dele-
gado de polica de Macah o commandante do
brigue do guerra inglez Partridge e que
tm toioocunbo de veracidade em nada
attenuam as circumslancias referidas em
nosso artigo de quinta feira ; antes cada vez
mais nos contirmam ua crenga de que se os
insolentes Bretes anda fazam despezas para
nos extorquirem um tratado de commercio ,
que o julgam preciso para cohonestar pe-
rante as outras nagoes seus actos contra o
Brasil a quem tratam com soberano des-
P A'* 8 horas da machi de 26 da novembro
enlrou barra de Macah e fuodeou de-
baixo das bateras da fortaleza o bergantim
Leopoldina com bandeira portugueza.
Logo depois um bote inglez demandava a
praia da villa e como da fortaleza o chamas-
sea falla o commandante d'esta, dizendo-
lhe que para all e niio para a villa se devena
dirigir antes de ser revistado susteve-se
sob remos fez repetidos sigoaes para o bri-
gue Partridge que eslava fora da barra ,
e para logo se Ihe umo reunir um lanchfto
com maior forga armada : da fortaleza repe-
tiu-sc-lhes a ordem de para all dirigirem-se
at que a isto se resolvern)
O delegado de polica informado do que
occorria e querendu evitar alguma desordem
.Mitre o povo que se apinhava na praia ,
Inglezes que com lano menosprezo
deo se Ihe aproximavam armados
., encoutral-s no desembarque e l^vou pa
ra sua casa a othcial Charles Fox iurnet ,
que cotnoiaiidava o bote e o I mcho e man-
dou chamar um negociante para servir de in-
terprete. O ollcial pediu satisfago pelo pro
cedimriito da fortaleza e que se Ihe dei-
MsseepprebenJer o bergantun Odelega-
e os
das or-
co r re u
do responden.-Ihe com tOl eajq modeagloue
a fortaleza obrara em regra e qua imme
diatamente depois de entrar o bargantm dera
as necessarias provileneias para ser elle im-
pedido e visitado escrupulosamente asse-
verando que nao escaparla a punico mere-
cida se fosse illicito o lim em que se em-
iregra ; e taes provas produziu do que di -
ii que o ofcial valtou para b>rdo le seu na-
vio ao parecer sitisfeto.
A'so lloras da tarde tornou torra, acom-
panhado seu commandante Nott e diri^i-
ra.n-se iaimodiatamente casa di delegado,
"commandante nao s quera prompta sa
tisfaQo pelo procedimento da fortaleza co-
mo por se nao haver permittido que a forca
do lancho e bote apprehenJesse o bergantm
depois de fondeado debaixo do bateras bra-
sileras n'um porto do Brasil Tanto arro-
jo insolencia to desmesurada daveriam
ler melhor resposta do que a que deu o Sr.
Dr. Bandeira de Gouva que anda humi-
Ihori-se a dar-lliR contn do quanto Gzera, ac-
crescentando que o governo imperial nao ti-
nha menos interesse em fazermanter os tra-
tados do que o da S. M. Britnica, e que j
a bordo do bergantm exista O autoridades e
forca do imperio tomando conhecimento do
destino que elle tirina, &c.
Dapois de haver dado alguma attencAo ao
que Ihe dizla o delegado por tal modo en-
fureceu-se o commandante Nott quan lo
ouviu a concluso isto, que se Ihe nao
consentira apprehen ler o bMgantim que ,
acceso em ira levou mo da espada antea-
gando com ella ao delegado e asseverou que
faria fogo sobre a villa se persistissem a
autoridade em sua opposigo vontade do Sr.
Nott !
Confessamos que no lugar do delegado
de Macah nao leriamos a prudencia do Sr.
Dr. Bandeira de Gouva que semelhante
insulto a sua naco cont-mlou se com dizer ae
atrevido insulano quequando elle quizesso
assim obrar seria sempre o agressir, ata-
cando com mo armada urna povoac5o des-
prevenida e desarmada que nada devra re-
ceiar de urna naco can quem nao est em
gu ira e que protestara com lodos os que
presenciaram o fado contra tal procedimento.
Sa todas as autoridades brasileiras proce-
ded d'esta maneira nao teremos guerra
com nenhum i naco do mundo verdade ;
porem tamb *m deixaremos de ser nag&o lvre
eindepenJente como diz a constiluico que
o somos.
Se qualquer lugre pile saltar em territo-
rio nosso o am^acar com a espada nossas au-
toridades e com o fogo nossas povoagoas ,
e s liles pederemos dizer que o fagam eru-
bor porque sao poderosos porem que
protestaremos ser melhor que desd.; j nos
consliluamos colonia ingleza porque assim
teremos consideragKs do mundo.
0 commandante Nott voltou ao seu navio ,
foi d'alli o bordo do bergantm onde com ef-
feito encontrou o subdelegado, inspectores
de quarteiro e Gs. Ns., e tornou a seu bor-
do ; eata rneia noite do dia em que leve
lugar o que dexamos referido nao tinha re -
ligado suas amcagas.
Ouvimosdizer que o tratado se farcom a
Inglaterra porque ni sendo possivel que
seis ministerios consecutivos resistam s exi-
gencias d'essa potencia eumpre que se elle
faga agora ser favoravel oensejo... Nao pode
mos acreditar que este boato t nenhum Brasiloiro que sinta subir-lhe o san-
gue as faces quando se trata da dignidade de
sua patria e so temos por alguma das tre-
tas d plotnalicas do Sr Ellis que nos foi
enviado por ser n'ellas cousumm-tdo como
diz o correspondente do < Jornal ao Com-
merco Se favoravel ensejj para tratar
com urna nag3o aquelle em que ella insulta-
ta-nos a lodo o momento que Ihe apraz ; se
favoravel para o Brasil tratar com a Ingla-
terra debaixo das impressdes que produzem
suas ameagas, certo de.ve-nos ser rauto mais
vantajoso tratar quando seus canlioes vomita-
rem sobre nossas cidades suas razds de bron-
ze : reservemos para esse lempo a confeegio
do tratado. A
PROCL\MAC\0.
Rio-Crander.ses !
Sua Magestade o Imperador cor.fiando-
ma a presidencia desta provincia e o com man-
do em chefe do bravo exercitrt brazileiro ,
recommendou-maque eu restabdecesse paz
nesta parte do imperio como a restabdeci
no Maranho em S. Paulo e Minas ; e a
Providencia Divina que de mim tem feito
um instrumento de paz para a trra em que
nasci far que eu possa salisfazer os arden-
tes desejos do magnnimo monarcha edo Bra-
zil todo.
Bravos Bio-Grandonses Segui-me aju-
dai-me e a paz coroar nossos esforgos.
Viva a nossa santa religio !
Viva o Imperador e sua augusta familia !
Viva a consttuigSo e a intigridade do im-
perio.
Palacio Jogovernorna leal e valorosa cda-
de de Porto Alegre 9 de novembro de 1842.
Baro de Caxias.
RIO GRANDE DO SUL.
A 11 de outubro o capto Antonio Fer-
nandesLima, que com SO soldados andava
arrebanhando gado manso em S. Filippe ,
bateo a vanguarda e Ihe malou 7 homens ,
e no dja 12 foi atacado por urna forga mu
superior ; retinm-se porem em boa ordem ,
e av com um soldado contuso.
O Kxm Baro de Caxias chegou ao Hio
Grande a 6 de novembro e parti para Por
lo Alegre a 8 : tornou posse a 9 e publitou
a seguate
A 20 e 24 na cidade de S. Pedro do Sul fo
rSo tambero publicadas as seguintes ordens do
dia :
Quartel-general no Rinco dos Touros 20
de novembro de 1812.
OROEM DO DIA N. 3.
S. Ex. o Sr. bario de Caxias general em
chefe do exercito em oparages nesta provin-
cia destinado ao. conhecimento pratico dos
pontos ocenpados pelas forgas da legalidade ,
e mais estabelecimentos militares na parte do
Sul da mesroa provincia parlndo da capi-
tal de Porto Alegre a 14 d< corrente mez ,
visitn a 16 o hospital militar da cidade de S.
Pedro depsitos de guerra e aquartelamen.
tos e percorreo tola a linha do entrinchei-
ramento passando revista aos batalh.'s 1-
e 8 de cagadores seguio a 17 para S. Jos
do Norte, eo mesmo praticou com o batalho
catharinense ali aquarteiado ; finalmente a
19, dirigindo-se a este acampamento, re-
vistou as cavalhadas tanto dos corpos como
de reserva e passou hoje revista a primeira
brigada de cavallaria de guardas naciones.
S. Ex. patentea o seu agrado pelo estado
do entrincheiramento e mais pontos fortifica-
dos e o mesmo faz a respeito do hospital e
depsitos de guerra sobros quaes ordena-
r opportunamenle os melhoramentos que
julga necessarios nos systemas econmicos e
nos de escrpturago.
S. Ex. achou sofTrivel a apparencia dos
corpos de cagadores com preferencia o pri
meiro batalho que nao obstante o mo es-
ta lo do seu armamento e no se achar com-
pleto do equipamento se distingui em ar-
ranjo e firmeza.
S. Ex. dirige ao Sr. coronel Joo da Sil-
va Tavares commandante superior da guar-
da nacional, aos Srs commandanles e mais
officiaes dos corpos da primeira brigada de
cavaliaria. os seus louvores pelozelo que em-
prego na disciplina que observou nos res-
pectivos corpos e na polica dos seus acam-
pamentos sentindo nao ser to lisongeiro
como esperava o eslado das cavalhadas.
S)verino dos Res aos Srs. officiaes e mais
pragas do referido batalho provisorio os
seus agradec mentos pelos valiosos servigos
que tem prestado causa da monarchia du-
rante sete annos de luta.
A carta donde extrahiroos eslas pegas, in-
serta no Jornal do Commercio conclue di-
zendo que o baro tem insp-ccionado tudo
e foi visitar os pontos de Pelotas e Rinco dos
Touros, onde passou visita brigada de ca-
valiaria : que os 12000 cavallo? que se dizia
existirem nao passfio de 7000 e estes muito
definhados : que o general vai para Porto A-
legre donde seguir para o exercito : que
dos rebeldes nada se sabe com certeza, seno
que esto promovendo activo recrutamento.
A este mesmo respeito 16-se no Jorml do
Commercio o seguinte periodo de urna carta
de Santa Calharina datada de 12 de novem-
bro.
Vi urna carta de Porlo Alegre, datada de
31 de outubro em que affirma e pessoa
fidedigna que nada se far este vero por
falta de cavados pois de cinco mil com que
se contava comprados por 'Vocopio s oi-
tocentos se acho em estado de servigo e is-
to no Rio Grande nao chega para duzentos
cavalleiros.
Ninguem faz mais sinceros votos do que etr
para que o baro consiga o que seus prede-
cessores nao oblivero ; mas nao me faleo
recelos. Elle nao tem s de combaten os re-
talies armados em campo ; tem de lutar com
os desarmados que da guerra da rebellio
tem j feito seu modo de vida ; e que por isso
se esforgo para que ella dure ; tem de lutar
com ambiges mallogradas com paixoes de-
senfreadas, com pretengSas absurdas com
a intriga e com partidos-, e contra inimigos
laes nao vale a tctica e a estrategia conheci-
da. Do que frsabendoo informa rei
Quartel-general na cidade de S. Pedro do'
Rio Grande do Sul, 2t de novembro de 1842
OUDEM DO DIA N. 4.
S Ex. oSr Baro de Caxias, general em
chefe do exercito em operag;s nesta provin-
cia em considerago aos bons servigos pres-
tados a prol da legalidade pelos cidados que
lera pertencido ao batalho de guardas nacio-
nes em destacamentos ," desde a poca de
sua organisago motivada pela escassez de
tropas de linha e .dtendendo ao ter cessado
tal motivo vista do considaravd augmento
de semelhanles tropas declara dissolvido o
dito batalho ordenando se cumpro as se-
guintes disposigoes :
Os officiaes de linha que se achavo empre-
gados neste corpo seio convenientemente
distribuidos pelos corpos do exercito e os
da guarda nacional empregados com prefe-
rencia no corpo policial da provincia ; seme-
lhante se praticar a respeito das pragas de
pret para cujo lim sero apresentadas na
repartigao do ajudante general as competentes
redages nominaes com as precisas observa-
cOes.
Ordena mais S. Ex., que os Srs comman-
danles dos corpos de linha do exercito, re-
-metto a este quartel-general com a possivel
brevidade urna relago nominal de todos os
officiaes de seus respectivos corpos, em a qual
declarem as observages as datas de suas pri-
meiras pracas ; e bem assim outra por com- governo
panillas, de todas as pragas de pret, em que
alem das notas exigidas na dos ollioiaes se
observe tambem se sao voluntarias ou recru-
tadas.
S. Ex. dirige ao Sr. coronel Salustiniauo
Outra carta de Montevideo, datada de 3f
de Outubro inserta no J. C. d a seguinte
noticia:
DENT GON^ALVES NA COFERENCIA DE.
PAISAN'DU.
Chegou aqu a noticia de qm Bnlo Con-
ga Ivs chefe dos reb Ides de Piatinia ,
linha assistido en Paisand s conferencias
los governadores e que sua chegada fora
recebidocoin salvas, etc. como os demais
governadores. Esta noticia causn profunda
mgoa e desgosto aos Brazileiros legaes, q.i
se apressaro a saber do seu cucarregado de
negocios se o facto era verdadeiro.
O encarregado de n gocios dirigi logo' u-
ma communicaco ao governo da Repblica;
e no entretanto tralei eu de averiguar o ob-
jecio que levara B-nto Gongalves a Paisand
pois ha j algum tempo que por aqu correm
boatos de inlelligencias com este rebelde.
Manifestando os meus sentimentis a pessoa
que tem relagoes intimas com gente do go-
verno deste estado assegu/ou se-me que a
apparigo do Bmto Gongalves em Paisand
causara a maior sorpresa a este governo, o
qual immediatamente expedir um proprio
ao general Bivera para pedir-lhe informags
sobre este successo que aora mesmo che-
gra a reposta e que por ella se va que
liento Gongalves fra a Paisand sem sar con-
vidado por pessoa alguma e que por en-
gao de um subalterno recebra urna salva
sua chegada porque temi tido ordem o
couimandanie do Salto para fa/.er todas as
honras aos governadores convidados para a
conferencia suppozera ser lenlo Gongalves
nm delles e mandara salvar.
Accrescenta a resposta segundo me afir-
mo quena conferencia todos os governa-
dores decUrro a Dent Gongalves que esta-
vo decididos a ser neutraes na su con ten da
porque nao podiao nem querio conservar
oulro Carcter.
Nao se o que o governo responden ao nos-
so encarregado de negocios mas sei que este
governo conhece que do interesse da rep-
blica conservar boas relagoes com o imperio,
poique dallas e da paz pVpende a prosperida-
de deste paiz. Este SCCtmento da adminis-
trago hoje a base da sua poltica porque
a experiencia est demonstran Jo que as pai-
xoes e os partidos tem sido a cau^a da ruina
e das dc-gragas destes paizes e desejo por
termo guerra com Bue nos-Ayres para dar
remdio a muitos males que ella tem t.'azido.
Pareoe-me que esta occasio seria a mais
favoi avel para entender-se o imperio com esta
, 'que o que c.unvtVi! anihos os
izes. Verdade que nao faltfto i",lllV0S
psra queixas ; mas lenho a convi<-go de que
divido isso s circuntancias em que se acha
rsta adiriimstrago e nao a plano ou com-
binago eolitos rebeldes os quaes por su*


5
parte tem to pouca considerago com todaj
casta de govtrno que agora meam esto i
protegendo a um tal Dionisio coronel", faci-
noroso que com outros da igual abasta faz
frequentesinsurstiis ao territorio dasta r pu-
blica umis vezes pr Tacuaremb outras
ir Sarro Largoe al palo Cuareim o que d
motivo a muitas reclamagois e dasgostos.
Nao duvido-que os rebeldes tenho o plano
g por esto g>vnn seno tambera pMo de
Corrientes e mus provincias qua fa/.>m a
guerra a Rosas v. Diste mido conseguem
duas cousas : dar alent a seus partidarios e
indispro governo imperial com asta gente,
a ver se assim a-obriga a fazer causa com-
mumcom elles.
Estou convencido de que este governo em
nenhum caso contrahir mpsnlio algum com
os rebeldes e que s^jo quaes frem as
affaigfies de Rivera conhece ella o queon-
vem a seu paiz e sabara suffica-las tanto
mais que nao querer deslustrar-se agora
que est quasi a deixar a presidencia e que
tem elementos para triumobar dos inimigos
da repblica sem o auxdio dos rebeldes.
Como allule guerra com Risas, dir-|he-
hei de passagem que Rivera vai operar em
Entre Ros e que se ma asseguri que entra
em acgo 8,000 homens. Oribe tem 7,000.
Est mais forte do que Rivera em artilbaria
e infaiitaria 5 m is Rivera tem melhor e mais
numerosa caVallaria o m-dhores chefes e of
licites para o dia do combate. Se vicrem s
mos ter esta repblica um novo dia de
triumpho. Aqui esperamos anciosos pela
noticia da obelada do baro de Casias pro
vincia do Rio (rande Se aj operar com
energa com que se bouve em S Paulo e Mi
as, contamos que concluir a guerra em
muito puuco tempo. A nomeago do barao
tem dado lugar a que nos perguntemos un*
aos outros o que far este governo se os re-
beldes se retirreal para este estado. Se en-
trarem armados tendi a certeza de que te-
ro desarmados recolhidos ao interior da re
publica, e que muito mais se de ve esperar
se os dous governo^ se poderem entender.
S PAULO.
APURVC-V") VT8\% D\S ACTAS ELEITORAES.
(759 Eleitores.)
Os Srs. Vtos.
i Dr. Joaquim Joze Pacheco .011
2 Conselbeiro Carlos Carneiro de Cam-
pos ........... : 580
Z Des. Rodrigo Antonio Monteiro de Rar-
rqs .........548
t Cahselheiro E. J. P. de Almeida Tor-
dos confunli lo? mirito e crime, tempo
ainda vira era que vejamos cada um no lo-
gar que Iba competir.... A providencia nao
dorme !
Collegio do Pilo Arcado
Joaquim J. P ds Vsi*oncollos, 32; Des.
Manuel Antonio Galvo 52; Antonio Simes
11 Silva 22; Dr. Franciso Ramiro d'A.
Coelho, 32 ; Das. Ernesto Ferreira Franca,
3 Dr. Francisco Gonsalves Martins 32 ;
Antonio Pereira RebouQas 32 Dr. Tiro
doro Prxedes Fras 32 ; Dr. Jos Antonio
d M. Castro 32 ; Antonio Joaquim Alve
lo Amaral 32 ; Dr. Jos Joaquim do No-
vaes R>cha 32 Dr. Minual Maria do Ama-
ral 20 ; Dis. H inralo J. de Rarros Paim ,
16; Dr, Eluardo Ferreira F ranga, 10; D'S.
Tliomaz Xavier G. de Almaida 12 ; Dr.
Angelo Muniz da Silva Ferraz i t Paulo
Jos de .\Mlo 11 ; Dr. Francisco Antonio
Ribeiro 10.
Apurago geral sendo smente nullo o
collegio de Cachoaira.
Reputados.
ThomazXaxierG d'Almeida.....917
los Alves la C Rios .......873
Francisco Goncalves Martins.....833
Manoel Joaquim Pinto Paca.....833
Vr-cebispo da Ribia........ 82)
Francisco Antonio Ribeira .... 711
Vntonio Si.no's da Silva.......761
Manoel Antonio Galvo.......14$
loao Miurieio Wanderley .... .701)
Francisco Rimmo d'Assis Coelho 682
)s'' Antonio de Magalhes Castro 680
Tbeo'010 Prxedes Fras......677
Vntonio Pereira R'-boncas......65|
Vngolo Muniz da Silva Ferraz.....863
res
498
48S
4-85
484
416
358
5 Dr. Joaquim Ochvio Nenias .
(> Dr. Jote Mane) da Fonseca .
7 Dr. Fernando Pacbeco Jordio .
8 Dr. Joaquim Firinino Pereira Jorge
fl Dr. JozoAIves dos Santos .
Supplentett.
Dr.'Jofto Evangelista de Negreiros Sayao
Lobato, 340; barflo de Caxias 314 ; An-
tonio Marimnodo \z vd > Marques 2i8 ;
Dr. J. Augusto Gomes de Menezes 237;
Dr. Joze Ignacio Silveira da Molla 207.
(J doC.)
MINAS,
llavio-se procedido as eleiges primari-
as e j baviana corte noticias do alguns
raljegics.
ESPIRITO SANCTO.
As. 0 1/2 horas da noite de 29 de Outubro
derftpum tiro de pistola no Inspector da the
souraria daquella provincia; o tiro fot des-
carriado de muilo perto o chumbo fe
grande estrago extwiuf mas o olh-ndido
nao sent ineommodo interiore loi declarado
livre de perigo : o assassino evadio-so e
nao se sabe o motivo deste aconlgcimento.
RA1HA.
No Rrasileiro da Cachoeira lemos o
que se segu : -
* DESENCANTAMENTO DO l'ILA ARCADO.
Com satisfgo d-mos abaixo aos nossos
leitores o resultado da verda Jeira eleigo do
Pilo Arcado : temos entre mflosnm diploma
e documentos da eleico primaria e cprUdao
da aci. da elwo secundaria. Foraqj jnsla-
ment" 55 os eleitores de Pilo Arcado e por
que votasse um dYlles em Chiqilc-chique ,
cU>(tt.8eocoUeiode3^ Equacnser,^
os autores de t9o patritico feto!... rodoso
stbem: OM part desengao de aigue.n aijir
da incrdulo talvez em breve piteamos dar
puhlioidade um documento assaz int-ressan-
te que os deisarao luz do din. Ha gente
capaz de tudo ; e com quanto hoje vivara to-
MIMO M PERNA1BUG0.
---------- r___
Nao se contentQU o D-n. com a explicaco
que em o n 269 demos s duas propositos
iu" enjillimos s ibre a eleigo dos Deputados:
- (Jue ella revelava o snntimento poltico da
l'rovinca : Que lustraVa cada vez mais a
1 Infiinislrago patritica do Exm. Raro da
Bia-vista. com off>ito mui dilTicil satis-
lazeraquelle que s tem em mira a mudanza
oessoal da administrarlo em todos quantos
irtigos publica sem pensamento poltico, sem
lim algum patritico.
Diz o nobre author da replica que fomos
mrptos na de.feza do governo, que somos n-
gnes na arte de inventar raciocinios que
1 final tergiversamos, porque Ihenfloex-
plicamos, como a administraejio venceo a elei-
co como se fez urna chapa do governo, e
curren ella entre os eleitores.
ossa limitada capacidade nao pode com-
nrehe:ider que era esse o pensamento do au-
thor do artigo quando nos pedio a explicago
lo pensamento poltico da Provincia e ios
louvores que mereca a Presidencia por seo
omportamento na clejo; por isso I be mos-
tramos que a Provincia mostrou-se coherente
com a poltica do governo nctual elegendo a
maioria dos Deputados effectvos e os 4
Mipplentesd'entre os amigos polticos da ad-
miaislracflo ; que a Presidencia em nao usar
la sua authoridade na eleigo tinha-se anda
mais Ilustrado deixando que < ntrassem 9
opposcionistas eum, que ainda se nao ti-
' nha pronunciado pro 01; contra o governo.
Nao isto o que quer o colleja : ( nao sa-
bemos se tergiversa ou se explica seo pen-
samiento oceulto ) e pede-nos explicaco de
chapas : id cst. se o Exm. Raro incluio na
sua chapa os opposicionistas que saturno e-
leitos e se e-forcou-se p Primeiramete esta questo nao da poli-
tica geral da Provincia nem do resultado
da eleiCBO em relaco aos principios da admi-
mslRCo actual ; oceupavamo-nos da polti-
ca geral quando Miamos do pensamento da
Provincia, sem nos envolvermos com os mes
quinhns interesses das pessoas que foro por
outras preferidas, lm segundo logar o au-
thor do artigo falla da eleco de certas /wo-
fligem nos revelar os seos manejos a intri-
ga que se empregou e o mais que se fez do
seo I ulo, e quer que Ihe declaremos se a Pre-
sidencia fez chapa e como ella correo. Isto
o mesmo que incetar a discusso das elei-
ciV.s aventurando muitas acensarles sem pro-
vas, para no fim forrar-se resposta dos fac-
tos, que te Iheapontaro como pedido de
provas. Pois o collcga nao Dr. que saina
n axioma jurdico qua incumbe a obrigaco
das provas ao aecusador ao que chama ou-
iio jui/.u:
Podemos todava dar a explicaco que se
pede ag..ra por que o Exm. Raro portou-
se como d^va n< nvolvendo as eleco>s
a sua autlioridade de Presidente : nao extor-
do peloKjua dice no D-n. n." llOattribuindo "
nos a tctica de distraannos a attengo pu "
bltei das accusags feitas ao governo cha"
man lo-o serapro para personalidades eeler
qOis e coneluindo com o ridiculo estribilh0"
despeitoe res timi,nto p r causa de eleicoes;
0 que na opraiio do collega nada interessa ao
publico. Assim diz elle que se falla do Ex
respondemos com elciges ; que se censura a
-Miiservarao do alf-res Mirtins com os louvo-
rs di Presidencia ao delegado deGaranhuns
fugioios, para el-ieo-s e resmtimento nas-
cido dallas e;iji dlSCUSSio pouca importa ao
publico. Kav-'ra maior esquecimento ou des-
|)ejn de faltar verJada !
No primeiro artigo sobre os negocios do E-
k oceupou se o collega de eleigOes, e de per-
sonalidades, dizendo que o nobre general A-
le.vtndre ( ojuiz de Direilo da Ra-vista) Of-
capado com a campanha eleito/al nao trac-
tou de qualilicir jurdicamente o ajuntamen-
toarmado que ali liove : no segundo arti-
go ainda volta com a sua molina ( vpja-se o
n. 101 do D-n. ) aventurando qu houvero
trantaeces entre crime eaeleic&o ; l-
nalmente nao ha um s rtiso deste author ,
que nao conclua com a eleican. E atreve-te
elle a dizer por escrpto que nos fugimos de
toda a discusso trazend'o sempre a barra as
eleic/ies ?
Qua tro das antes em o n. 106 dizia o col-
lega que desde iSdeOulubro nos langava a
luva sobre cleiges provocando-nos muitas
vnzes atirando-nos directas insinuaces e
soltando graves aecusaroes entretanto que
1 nos dermente nao despertavamos nem anda
ao mais aguijado aguilho que nosarripia-
vamns de todo e tinhamos horror a urna
discusso sobre este ponto. Com que despe-
jo pois no lim de utna semana vem condera-
nar a discussfio sobre cleigoes o dizer que a
outro poni se dirigio suas aecu-acoes, eque
nos sempre chamavamos toda a questo pa-
ra eleicoes ; e cabe ainda na grosseira con-
tradice/o de concluir esse artigo cora a e.-
lego justificando assim o nosso juizo de
librar toda a queixa do author do artigo em
despeto por eleiees e nao em interessede
causa publica
Quera se nao corre de assim contradizer-se
nao tem escrpulo de propalar que fugimos
de defender o governo tergiversando para
questes estranhas.
A todas as aecusages em que vem men--
cionado algum facto temos respondido, e mos-
trado como o collega desfigura os acconteci-
mentos para tornar o governo odioso e s
temos fallado do resent ment por que no
lim do libello vem a queixa de eleiges.
Tambem nao temos adrede envolvido na
discusso a passada administragao provincial;
mas sim justificado com o proc^dimento della
certos factos, que dali daUo, c o collcga altr-
bue Presidencia actual. Assim foi o alrazo do
pagamento dos empregados j.rovinuiaes, que
o contemporneo reconbeceo pertencer-lhe ,
quando comparou a provincia com una casa ,
que o novoadministr-dorestava individado ,
no que se nao podia fallar sem envolver esta
administrago que alias nao pertendemos t*-
quinhnr. Da rr.esma sorte era necessario di-
zer que o alleres Mai tins fora reintegrado no
posto,, e nomrado para o ommando dodes-
tacamento de Garanhuns pelo governo tran-
sacto da Provincia para desmentir um arti-
go do D-n. n."81 em que se aflirmava ter si-
do este offlcial por ella demiltido ; e justicar
a sua conservagfto pela Presidencia actual.
Menos temos ieito ao collega e sua gente
aecusago formal de anarchistas mas apenas
mostrado o perigo das doutrinas de urt jor-
nal que chama perseguidor e terrorista um
governo enrgico e salvadar como o que
presentemente rege o Imperio.
quindo sufiragios, nem mesmo indirectamen-
te empregaud) a sin influenis go\ernativa.
A Presidencia nao f,v. chapa nem obrigou
os eleitores a votarem nu'rna c;rta lista, an-
da menos fez transareis com algum circulo
de opposirj mistas, ou lo qualquer outro cre-
do como aleivosanvnte insina o author do
artigo. certo que tanto ello como seos pa-
ren tes, e amigos tinho por'seos can lidal >s
s-te govemistas que f iro eletos j e esta
coinci lenciaprova que a maioria Jos prenles
do Exm. Presidente nao opposta ao gaver-
no segundo espalha por ah certa g^nte e
como suppunho certos can I id a tos reelei-
go que tendo sido amigos polticos da ad-
ministrago goralv quisero com elles ligar se
no tempo dos votos, e foro repellidos. E tam-
bem certo que essa familia em consequeneia
de relages muito anteriores tinba por candi-
datos os dous opposicionistas declarados, que
foro eleitos o favoreca d'alguma sorte a
eleigo dos outros 2 individuos nao governis-
tas ; e que o Kxm. Presidente nao tractou
de guerrear este projecto porque o se-< sis-
thema nao comprometter sua authoridade
as eleigiVs limtando-se a recommendar
como particular a seos amigos aquelles can-
didatos que Ihe agrado. Fora dos sete a-
migos do governo candidatos tanto do Exm.
Raro como de seos prenles os seos es
penalmente recomendados foro o Presidente
da Cmara dos Deputados ojuiz de Dreito
da Roa-visla o o 2 "supplente eleito.
O Exm. Raro nao recommendou a eleigo
dos opposicionistas, a que se refere o author
ilo artigo nao os incluio em chapa nem a
tal se eomprometteo assim como o circulo
deque falla o collega nao se eomprometteo ,
nem trahalhnu pelos tres reeommondados de
S. Exc. deque cima fllanos.
O nobre Presidente da Cmara dos Deputa-
dos sabe muito bem que o seo amigo nao dei-
xou de recommendal-o conhece donde veio
a guerra que se Ihe fez. Os quatro votos do
collegio do Limoeiro jamis expliclo que S.
Exc. tivesse abandonado o seo amigo pet< s
opposicionistas eleitos quando ali um dettes,
que at pertence sua fumilia teve apenas
um voto.
Como explica o author do artigo a pura con-
fianga do collegio de G ranhuns para impu-
tar a Presidencia a minijoa do votos do i."
supplente so um dos sete primeiros candi-
datos eleitos leve s 5 votos, entretanto que
dous inimigos da Presidencia do Exm. Raro
obtivero a maioria ?
Como explicar o author do artigo a sua
poltica e a do seu amigo so elles alcanga-
ro quas todos os sulfragios desse collegio.
que reputo do circulo dos opposicionistas ?
O collegio de Nasareth que negou snffr.-.gios
ao Presidente da Cmara dos Deputados era
de pura conlianga do governo la Provincia ,
e deo somonte 7 e 5 votos a dous dos prin-
cipaes candidatos do nobre Baro e sua fami-
lia ? Era de confianga e pez na maioria
dous inimigos da Presidencia quesedizem
oppostos aos maiorislas e fiis sectarios da
administrarlo geral? Como se pode itjal ex-
plicar a poltica destes Senhores Para que
faaro nos collegios de Garanhuns e Nasa-
reth que pelo seo modo de argumentar fa-
zem crer a sua aposthasia ou que pelo me-
nos os opposicionistas destes collegios acre-
ditaro que podio recrutar com votos estes
renegados amigos do governo central ?
Dequ^m pois que softreo o Presidente da
Cmara dos Deputados crua guerra pelos pec-
cados que Ihe apontoii o D-n. de fazer pas-
tar as ^is do conselho d'estado e da reforma
do codito ? Do Exm. Baro ou do circulo ,
que tem concntndo em seo se o as doutri-
nas do D-n ? Dos amigos da Presidencia ,
ou dos renegados amigos da administrago
geral que se offrrecero a estes maiorislas
para se unirem na elpigo e regolfados por
estes se ligaro publicamente com outros
bem oonhecidos e a final passaro para re-
dactores do D-n* cuja amzade ao governo
geral consiste em pol-o de perseguidor, e ter-
rorista ? Rija vista ao n. 97 e outros desa
folha incendiaria comparados com o n. 267 e
alguns precedentes do Diario de Pernambuco.
A vista de tudo isto pode se aflirmar sem
risco de erro que nao ha pensamento poltico
no author do artigo -eleiges- nem amor
da causa publica mas somonte despeito e
resentimonto por que o nobre Btro se nao
empenhou pela eleigfto dos seos inimigos rs-
toaes que se dizio fiis Vgoverno geral ao
passo que recebSo proclamagOes dos anarchis-
tas que se ligaro com os oposicionistas ,
f.:;ft > rrnCrr,~ a ir.trgs =^^-'"'"T:g5o
provincial.
Por fallarmos em desre'to e resentimonto
por eleicoes, occorre-nos rectificar a lembran I O Guapiassu chgou do Norte a 27 e ne-
ga do colega pois nos parece desmemoria- 1 nhuma-noticia importancia nos troupe.
0 vapor Pernambucana chegou a este por-
to no dia 25 e nos traz noticias do Sul at
9 dia em que sahio do Rio depois de haver
arribadosquelle porto. Nossos leitores tem
soba rubrica competente as noticias que a-
cliamos nos jomaos.
Foro nomeados dozembargadores da re-
I (;ao da corl,e o doutorAntonio Rodrigues
Fernandos Braga ; do Maranho os doutores
Manoel Paranhos da Silva Veloso e Messias
de Lelo e da desta provincia o doutor Mar-
tinianoda Rocha Rastos. Para presidente
lo Maraohlo foi nomeado o senhor doutor
Jeionimo Marliniano Figueira de Mello. Ti-
vioeteclividade dos poslos de tenentes-co-
II neis os Srs. Raro da Roa-visla Sebasto
o Roso Rarros o Jo** Meris 'i come da Veiga Pessoa.



I
'^SfSSSSV^&m&S!t^:Lll3 ^ uiatwn mUhm!. i
CM 31 Faci.

ALFANDEGA.
Rendimento dodia 21........ 5fi7>lt0
DRSORREGA HOJ? 29 DE IlEZEMBRu.
. Barc americana = Rothdiild = farinlia de
trigo.
Barca ingteza = Izobella = carvo.
dro vo Veliozoda Silveira 1 filho menor ,
e 1 escravo*, a mother de um soldado Adr>-
annaMaria da ConqpicSo e 1 filho menor,
o Padre Hespanhol Florindo'Taboado, o o
Pcrtuguez Domingos Rib'iro.
"declaracoes.
MQV1MENT0 O PORTO.
NWlOS SAHIDOS NO DA 24.
Val-Paraizo ; barca inpleza Monarch, de 295
ton cap. W.m Le Lacheur equip. 13 ,
carga assucar.
Canal com escala pela Parahiba ; escuna in-
gleza Racex cap. Phelipe Peront, carga
lastro.
Genova ; brigue francez Adolphe cap. Dey-
rieu carga assucar.
Aracaty ; patacho brazileir^ S. Jos Vence-
dor cap Manoel Jos mbeiro carga va-
rios gneros : passageiros, Manoel da Cos-
' ta Souza Miranda sua mullier e 3 filhos me-
nores Joo Evangelista de Souza sua mu-
\ Iher e um filho meiior, e 2 escravos, Fran-
cisco Ferrra de Oliveira, e Joo Ferreira.
B!TO NO DA 25.
MonteVido; espina sarda Santo Antonio ,
cap Antonio Jos E sos gneros : passageir)S Carlos Spoter-
no Antonio Vinhardelo, Luiz Bemardilo,
sua mi e um filho men ir Joo
Jordo Francisco Siqusiro, e Francisco
Risso to los sardos.
Rio Glande do Sul ; brigue brazileiro Sagit-
tario cap. Jos Joaquim Gomes Vianna ,
carga sal, assucar, e mais gneros do paiz
NAVIO ENTRADO NO D:A 25.
Rio de Janeiro Baha e Macei ; 16 dias,
trazendo do ultimo porto 24 horas pa-
quete de vapor brazileiro Pernambucana,
de 200 ton. commandante Joaquim Pei-
xotj Guimares : a Joaquim Bautista Mo-
reira : passageiros, Manoel Pereira da Sil-
va e um escravo Vicente Thomaz dos
Santos e 2 escravos Francisco Correia de
Mell Joo d'Oiiveira Costa e um escra-
vo, Bernardino de Sana Madureirasua ma-
na e 2 escravos, Diog Beazley Jos Joa-
quim da Cunha e um escravo, Manoel Pei-
xto da Silva Jfuniur, Manoel Antonio Al-
vs dBrito, Mino.il Jos de/Carvallio e
um escravo, MarcenS'no J >aquim Mont.uro,
IdelfoncQ Manoel dos Santos e um prjto.
NAVIOS ENTRADOS NO DA 26.
CONSULADO RRITANNICO.
faz-se saber aos subditos Bntannicos resi-
lientes em Pernambbco que no da quinta
feira 29 do crrante, plo meio dia ter lu-
gar no consulado Britannico? ra do Trapice
novo, o ajuntamento geral dos subscripto-
res para todos os fins designados no acto Geo:
IV:eap. 87. Gonsulado Britannico de Pernam-
buco em 17 de dezembro de 1842.
A. Augustas Cowper
Cnsul.
AVISOS MARTIMOS.
Para Lisboa com toda brrvidado por
ter a maior parte da carga prompta a Escu-
na Porlugueza Liberal, forrada de cobre e
muito velleira deque he capito Manoel
Joaquim Vieira ; quem nella quiser carregar
ou ir de passagem dirija-se a Francisco Se-
vorianno Rabello ou ao Capito na praga do
Commercio.
tsr Para Lisboa com toda brevidade por
ter a maior parle da carga prompta o bem
acreditado Brigue Portugucz Feliz Deslino ,
Capito loze Francisco Lessa para os passa-
geiros para o que tem excedentes commodos,
dirijo-se a Francisco S'verianno Rabello, ou
ao CapitSo pa praga doCimmercio.
LEILES.
Cabo da B)a Esperanza 32 dias, brigue in-
felez Harmony de 152 ton. cap. John
Donglas equip. 10 carga lastro : a Me.
Calmont & C.*
Monte Video ; 56 dias, brigue brazileiro Sal-
vador Feliz, do 220 t >n. cap. Antonio
Sicardo equip. 1 4 carga cama : a Gau-
diuo Agostinho do Barros.
Terra Nova ; -42 dias brigue inglez Fanny,
ie 19G ton. cap. Charles Staple equip.
10 carga bacallio : a James Crabrett
& C.
DITOS SAHIDOS NO DIA 27. ,
Rio de Janeiro ; brigue escuna brazileiro S.
Jos de 148 ton. cap. Ricardo da silva
N !vqs equip. 1 i carga assucar o mais
gneros: passageiros Dr. Agostinho da
Silva Naves e 2 escravos Brazileiro Ma-
noel Rodrigues Portuguoz e G escravos
de diversos.
Para a pesca hiate brazileiro Ligeiro, cap.
Felis Cosme Madail.
Dita ; chalupa brazileira Viva capito Joa-
quina Josc dos Santos.
DITOS ENTRADOS NO MESMO OA.
S. Miguel das Alsgoas; 7 dia3 sumaca bra-
zileira Livramento l'Vdiz, da 59 ton. cap.
Luiz os da Silva, equip. 8. carga algodo,
madeira e couros : a Jos Francisco Lei-
to passageiros Damio Soares ,Jatob ,
Luiz Ferreira Mues e Antonio Jos Pe-
reira dos Bentos Brazileiros.
Para, Maraiiho. e Cear ; 15 dias, t azendo
<:o ultimo portos* vapor de guerrar nacio-
nal Guafiassii, commandante o capito te-
nente Jos Maria No^ueira conduz pira
a corte o capito lente Joaquim Sabino
da Silva um filho menor e um criado o
2." cadete Lucio da Cunha Pavolido e Me-
nez 's, os estudantes Fernando Antonio Le-
al Jnior Francisco Leal Bruce Miguel
Joaquim Leal Bruce e Joo Bernardino Lo-
biio 3 escravos, 8 pr.igas da mariuliageni.
Me. Calmont & Companhia, faro le-
la porconta d; quem prtencer e p>r in-
tervengo do Corrotor Oliveira sbado 7 de
Janeiro seguinla as 10 horas da mnh no
Forte do Matto, de varios salvados do
Brigue Inglez ewbm naufragado na
costa do Rio Grande do Norts consistindo
principalmente em ancoras da ferro grandes
o pequen** correntos de ferro dito; moitoes
o cadernaes, pegasinteiras de cabos cabos
soltos enxarcia.a rnuito vellame, fogo da
cmara cobre velho barris de carne sal-
gada, e outros artigos que. eslaro patentes ;
na mesim oecasios? porfo tambem a venda
os mastros e vergas e outros paos no esta-
do em que existirem no Rio Grande do
Norte, se antes nao chegarem para aqu se
rem vendidos; assim como'se vender o
casco do dito Brigue Newbum no estado em
que se acha n'aquella praia devendo para
informaco dizer-se qua este Brigue foi cons-
truido ha 5 annos cavilhado de cobre e
forrado em Junho de 18 il com cerca de 7o0
lolhas de cobre grosso e he de lote de 274
toneladas: a scu bordo existen) duas barri-
cas com 15 quintaes de cobre velho, e o cas-
co actia-se ao norte d'aquella barra sobre are-
nosa praia que lica quasi enxuta na baixa
mar de mares grandes.
ssr 0 Corretor Ol'vcira far IjIo sexta
feira 30 do corren te ao meio dia em ponto ,
no largo da Praca do Commercio antiga de
ovaccas, 2 be'zWros e 10 carne iros racen -
chegados do Cabo de Boa esperanca pelo na
vio Harmony ; a excellente celebrada e
mui procurada raca d'estes animaes asss de-
ve animar a concorroncia de pretendentes,
que sabem apreciar o augmento de suas fa-
zendas, principalmente dos snrs. do engenho,
e lavradores e que a par do satisfazerem sua
curiosidaJe, queirocolher as multiplicadas
varitagens, queda posse de taes animaes lh^s
deve resultar.
*
y
18 menores para a maiinha 4 escravos a
entregar 9i** co.n > um menor para a
rumpanliia Paloma Emilia Lourenca da
Costa I) turado e para esta Provincia o
rapito ,1o 3 tut-lio a'aili!!,Tia a p Pe-
AVISOS DIVERSOS.
Joze Soares de Azevedo lente da
cadera da lingoa franceza do Lyceo tem
aberto em sua casa ra do Collegio n. W ,
primeiro andar um curso da lingoa tranca-
zo i outro dtj^hilosophia. As pessoas
quiserem estudar qualquer destas disoiplii
podem dirigr-se ao annnciante at s 9
ras da manli ou das 3 da tarde em diante.
l^y Aluga se um sobrado de 2 andares
muito frescos pa ra doCaldereiro no bair-
ro de s. Antonio com quintal e boa Cacim-
ba lendo nu quiotal m parreiral de uvas
muscatel e ja podadas que no dito panef-
ral pode fazer 100< rs. por auno f assim co-
mo vende-se um sitio no iugar da campia da
I M'iji d\ casa forte Ierran nrrri-.< fo1n
de arvoreoos de fructo com casa do vi veja-
da muito fresca por ser da .parte da sombra ,
de tudo trala-se no-sobrado a cima
X23T O abaixo assijnado v^ndo no Dia-
rio de 24 do corrente o officiodo Goverfld ,
ao Administrador da recebedoria das rendas
geraes internas sobre lima pinhora execu-
tiva promovida pelo snr. Procurador .Fiscal
da thesouraria ; declara para eSclarecimento
dopubli o', que comprando um predio a 2
annos Ihe apresentaro nusse acto a conta
pela dita mesa da recebedoria de 195^000 rs.
de decimas a que estava sujeita que elle
promptamente pagou portanto causa mul-
ta admiracfo aparecer agora outro debito do
mesmo predio de 300 e tantos mil rs. com
a idade de 20 e tantos annos, a que elle ja
mais deve estar sujeito e responder e sim
quem tem sido omisso em o nao receber
em tempo competente pois elle ja mais de-
ve responder por faltas alheias, e muito mais
que o referido predio ja tem sido vendido an-
tes d'elle o comprar duas ou tres vezos e
parece que os primeiros devero ser os res-
ponsaveis a nao ser quem tem cometido a
falta em cobrar. Manoel A Ivs Guerra.
ts^ Aluga se um grande telheiro na ra
do Fagundes por preco muito commodo: na
ra do Vigario n. 3.
ssr Pretetide-se fallar ao snr. Joze de Mo-
nes : as 5 pon tas n. 98
W Quem precisar le urna ama de casa
para um hom^m solteiro que sabe engom-
mare cozinhar dirija-se ao beco do Sarapa-
tel n. 9
Fab'ica de Rap por f^apor.
tsr Jernimo da Costa Guimares e Silva,
proprietario da fabrica de rap movida por
machina de vapor avisa ao respeitavel pu-
blico que em seus depsitos ja se acha grande
sortimento tanto para consumo como para
exportarlo do mais excellente rap que sem
exageraco principia a aparecer n'este im-
perio.
A superior qualidade deste rap ( firmado
com as letras iniciaos do proprietario ) seu
bom aroma em tudo semelhante ao rap>; de
Lisboa d'ondo o proprietario pode obter a
receila o estilar moderado sem que ganhe
bolo nos narizes e sem os 'orir o consur-
var-se por muito lempo sem que, se deteriore,
mofe nern seque e o maior caprixo sobre
a limpeza e asseio com que he fabricado este
rap so propriedades estas que o torno as-
ss bello e recommendavel.
Os depsitos sao no atierro da Boa vista n.
16 ra da Cadoia velha n. 50 em Olinda
ladeira do Vara louro na relinaco de assucar
de Manoel da Silva Amorim nos quaes se
vende a prego lixo de 5 libras para cima e
tambem a retalhosomente pelo preco porque
os conpradores de 5 libras para cima podem
vender.
Aluga-se o armazem e o primeiro an-
dar de um sobrado na ra do Vigario n 81 ,
que* a pouco esteva aiugado a Antonio da Cos-
ta Ferreira a tratar na ra da Gloria nu-
mero 26.
Precisa-se de urna ama sem cria, for -
raou captiva : na ra do Caldereiro n. 08.
Lotera da Matriz da Boa-Pista.
r Esta lotera pela primeira vez deflerio
o seu andamento allem do dia aprasado as
causas foro fortes e imperiosas e o publi-
co se deixar convencer da forca desla verda-
de se sobre ellas meditar attentamente, tor-
nando-se assim indulgente.
Hoje porem se annuncia ao mesmo respei-
tavel publico que as rodas correm imprete
rivelmente no dia 12 do ftur'o mez de Janei-
ro por isso que urna sociedade composta
dos pessoas abaixo assignadas se compro-
metieran por titulo ex prego a ficar com
urna quantidade de bilhetes al ao valor de
quinze contos de rcis se isto se fizer mister,
portanto ainda su convida aos amantes des-
te jogo a entraren) nelle com f.-rvor ja
pela pia ajdicaco a que se dedica o beneficio,
ja pela fisioa certeza de um andamento irre-
yogavel. D. Jlo Bispo de Pernambuco ,
Bento Joze da Silva Msgalhes Joz Pereira
da Cunha Luiz Gomes Ferreira Joze Joa-
quim de Oliveira Gabriel Antonio Joze
Francisco de Azevedo Lisboa B. L isserre ,
Joo Pinto de Lemos, Angelo Francisco Car-
eiro Joze Antonio Gomes Jnior Joze Ga-
briel do Moraes Majar, Pedro Ignacio Baptis-
ta Francisco Antonio de Oliveira Francis-
co Joze Barboza Diniz Antonio de Moraes
Silva Joo Moreira Marques, Francisco Joa-
quim Cardozo, JoaA Joze d Carvalho Mo-
raes Thomaz Antonio Msciel Monteiro, Jo-
ze dos Santos Neves C.etano Pereira Gon-
galve8 da Cunha ManoH Joze de Souza Car-
i3'iro Joze Antonio Aires da Suva j.)Ze
da praga, qu- a sua renda nSo excede a 100>
rs. tem boa casa e arvoredos de fructo
quem pretender annuncie. i
ar Avisa-se ao sor. que ma^idou tin?iP
I uvas e meias na ra dos Martirios n. '-)
que nao as mndou procura:, tendo-se-lhe
l'eito sciente de que at no lia 20 do corren-
te nao sendo recebido o imparta rio vendidas e como no so importas^
disso faz-so agora sciente que dd dia 3o do
corrente em diante naA as procure mais.
COMPRAS.
lar* Urna corrente de ouro de, 30 a 40 oita-
vas sendo de ouro bom a 320o' a oitava: na
ra de Hortas n. 31.
ww Escravos de ambos os sexos de 12 a
33 annos : na ra Direita n. 43.
VENDAS.
Na ra da Cruz n. 56 : vende-se fari-
nha de mag por prego cmodo.
mr No armaz -m do Snr. Vasselar Je-
fronte das esoadinhas da alfande?a vende-s-
farinha e milho do Rio, de superior qualida-
de por prego commodo.
tsy Salde Selbal : a bordo do Brigue
Sardo Elbe ou em casa de Thomaz de Aqui-
no Fonceca na ra Nova n. 41.
ey Gigoscom batatas : no caes da Alfan-
dega no armazem de Joaqum Gongalves Vi-
eira Guimares a 610 cada gigo e sendo
em porgo d=) 5 gigos para cima a 560 a di-
nheiro a vista cada gigo tem 40 libras da
hi para cima.
53* Um cavallo alazo proprio para me-
nino, por nao ser muito grand, esquipae tem
todos os andares : na ra daa Trincheiras
numero 18.
CT Urna com moda bem feita. do uso. no-
va eonvernisada. deangico. por preco com-
modo : na ni de A^o'as verdes n. 38.
S9" Urna escrava moga engomma bem
liso e cozinha o ordinario, d-se a contento :
na ra Direita n. 43.
S^" Bezerros de lustro chegados prxima-
mente por eslarem mu to frescos e se-
ren de boa qualidale a 2500 a pelle co-
mo a retalho : na ra Nava luja de Ferreira
& Braga ns. 24 e 43.
s^" Urna marqueza larga de casal urna
mesa pequen com gaveta e um selim cmn
oouco usn 5 quem pretender annuncie.
s Urna prela de nagiio de 20 annos ,
'ngomma bm cozmha o ordinario aeose
alguma cousa, sem vicios nem acha
na ra de Hortas n. 36.
, fteose
liaques :
ESCRAVOS FGIDOS.
Eustaquio Gomes Antonio Luiz Gongalves
FprrPir.. A"'-!g J ;:.i l'.res, JoaA Pinto
de Lemos Jnior, Antonio Joaquim de Sou-
/a B biro & Angelo Francisco Carneiro ,
Thomaz de Aquino Fonceca.
ar Arnnia-se um pequeo sitio pert 0 RECIFE NA T\V. LE.M. F. DEF.= 184 2
ssf Na dia 21 do corrente fuio a preta
Joanna., de nagfip B^nguella de 30 annos,
rosto comprido bistatito alta, costuma ven-
der agoa pe) destricto do Carino, levou ves-
tido cor de cale claro panojo da costa ca-
misa de algodozinho tem un cicatriz de
baixo de urna orelha ; .quem a pegar leve a
praga da Independencia loja n. 59 ou na
ra dos Quarteis n 122 qu ser .^ratificado.
Vr Fugio a 23 de dezembro corrente um
cabra de nome Theodoro, baxo, seco, tesla
grande, e com cantos nellL. barbado de
idade de 30 annos viudo de ftatuba, e es-
eravo de Severino d-Paiva Mallos que o
vendeo a Ezequiel Martnfano de Oliveira ;
quem o aprehender leve a ra do Cresoo so-
brado de trez andares que faz esquina, para
a do Queimado onde ser generosamente
recompensado.
" No da 24 do corrente fugio do se-
gundo andar do sobrado da ra das Cruzes ,
D. 6, um moleque de nome Benedicto, cre-
lo de 14 annos algn) tanto fulo bem
f^ilo e ladino foi visto com urnas caigas de
riseado ja usada e camisa de algodozinho ;
quem o pegar leve ao dito sobrado a entregar
a seu snr. oB\cJjrel Hercnlano Concalves da
Rocha que ser recompensado.
er" No dia sexta f-ira 22 do corrente sa-
hindo leos portadores do Recife pelas 4 ho-
ras da tarde veio em companhia dos mes-
mos um meo escravo de nome Joo Ubaca ,
e logodepois de passar a ponte do Affogado o
perdero de vista at esta daeta nao noti-
cia oqual tem os sgnaes segu Otes : altura
recular ?ecco do oorpo boca feia 6 os
dentes para fora falla fina j cor preta >
tem no peito direito a. marca=P e A = con-
duzia 8m nanicum rom garrafa de
Oerveja e lA vellas de s ra, c hia em com-
panhia do Portuguez Andr Masseira. F-
lix Joze da Cimara Pim.er.t 1.


Full Text
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