Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04848


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Full Text
Armo de 1842.
Terca Feir* 20
Todo agora depende de nos meamos ; da nnoi prudencia moderado e energa con-
, a aeraos como principenme e remo, ep.inta.lo cum admiraste enire aa NaCea ....
u"*,# _______ ( rVoclaaiaco da Asseuible Geral do BlitlL.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Coianna, Parahiba e Rio grande do Norte aegande sextes feiraa.
Bonito e Garanhun a i e 24.
Cabo Serinhem, Rio Formoso Porto Cairo Maeei Alegse no a U
Boa-rala e Florea a 2. Sanio AnLio quintas feiras. Olinda todoa os diste.
2*.
DAS DA SEMANA.
49 Seg. a Fausta. Aud do J. de D da I. t.
20 Tere, jejum a. Domingos de Silos Ab. Re. Aud. de J. da D. da 2. y.
2 Quart. Tome' Ap.
52 Quii. Honorato M. Aud. do J. de D. da 2. t.
23 Seat. Serrlo a tvogado. Re. Aud. do J. de D. del. w.
2i Sab jej a. Gregorio M. Re. Aud. do J. de D. da 3. t.
J5 Dom. Naseimento de N. S. Jeius Clitisto.
de Dezembro. Anno XVIII. N. 27*5.
O Diario publica ae todoa oa das que nao forem Santificsdos : o preco da acsignetare ka
de tres mil rea por quartel pagos adiantados. Os annnnrios dos accionantes sao iaseriJoe
gratis e os dos que O ni o forem rexfio de SO reia por linha. A re.'lamacoes derean ser
dirigidas a esta 'rpogrefie, ra daa Cruiaa N. 34, oa a prace da Independencia loja dar lirre
Numero 6 t 8.
CAMBIOS iso da VJ de dezembro.
compro venda.
Cambio sobra I.ondrea 27 l Nominal.
Pars 350 reis por franco*
Lisboa 400 por 1(10 de premio.
Moeda da cobre 3 por 400 da descont,
dem de letras da boaa firmas 4 f.
Ouio-Moeda da 6.400 V.
N.
de 4,000
PATa-Fatacoea
Peos Columnares
ditos Maxicanoa
aaiuila.
4,fi00
44.S0J
8,300
4,750
4,759
4,750
1,640
45.100
4 009
8 500
4,77o
4,77o
4.77o
*,8
Preamar do da 20 de Dezembro.
4." a 7 horas e 42 m. da manha.
2. a S horas e fi m da tarde.
PHASES DA. LA NO MEZ DE DEZEMHRO.
Lna Nora a? 4 hora e 5(5 m. da manh.
Quart. rese, 9 a 8 horas a 7 m. da tard.
La ebeia 47aa 4 horas a 20 m. da tard.
Quart. asing. 24 s 2 horaa e 26 m. da tard.
DIARIO DE PERAMBUGO.
PARTE OFFICIAL.
COYERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 12 sM CBRENTE.
OITiiio Ao inspector da thesouraria da
fazanda determinando, que a vista das con-
tas que (lie remette mtiide Saljsiazer a
quantia de 11jS80 reis, despendida com o
fornacimmto de luzes, ao destacamento de
Sjrinhaam e a da 1 1ji520 res, em que im-
portou o aluguel dos cavallos qu.) con luzi-
r a haga^em e dous dientes do mesmo
destacamento : a que ordene s> nao encar-
ram hoj i (12) os trabalhos la repirti^fio a
sen cargo sem qua se conclu o ajusta das
contas da tropa de primaira linha que se-
gu para a corte.
Dito Ao mnsmo significan lo qua nao
obstante a duvida do commissirio fiscal do
ministerio Ja guerra deva mandar pagar o
biennio de fardamento.adianLa lo que re
quer o cadete do batalho provisorio, Jos
Francisco Soares.
Dito Ao commandante das armas re-
commendande- que em nome da Presidencia
louvo ao tenente-coronel commandante do
batalho provisorio Luiz Antonio Favilla ,
o /ello a intelligencia que durante a sua
residencia tiesta provincia desenvolven nn
cumprimanto dos seus deveres : e assegure-
lhe, quasempra roareceo inteira confianza
da mesma Presidencia
Dito Ao mesmo dizando em resposta
ao olTicio de l deste mez que pode acce tar
oofhrecimento que fez o alfares de primei-
ra linha ecapitodo batalho de infantaria
de guardas nacionaes destacado Francisco
de Assis Mendes Guimares para na qtiali-
dade de tente em commisso e com o sol-
do tle sua el.'ctividade ir servir na campa-
nhado Rio Grande Jo Sul coma cndilo
porem de seguir o dito olTicial depois que a
juntada jusliga houver julgada o conselho de
guerra que ella respondeo.
Portara Ao commandante do brigue es-
cuna = Nictheroy autorisando-o con-
luzir seu bordo para o Rio de Janeiro os
senhores Senadores e Doputados qua- com
suas comitivas para esse lim se Ihe aprsen-
la rem.
Dita Ao commandante do brigue =Itn-
perial Pedro = ordenando que em o dia
11 do crrante hora da marid infalivel-
mente a vella para o Rio de Janeiro e faga
(lii? igualmente todos os outros navios que
conduzem tropa dem ao mesmo tempo a
vella e naveguen, em sua conserva quan-
to for possivel.Communicou-so ao comman-
dante das armas.
Oficio Ao mesmo inlelligenciando-o ,
de que pelo commandante das armas ser de-
terminado o numero de pravas, que deve
receber seu bordo cada um dos navios, que
seguem amanh (13) para a corte.
Dito Ao commandante do brigue im-
perial Pedro = declarando que nao pode
terrfjigar a concesso, qua pede para re-ru-
tar pelo mar im de completar as pragas de
marinhagem que lhe fallo.
Dito Ao juizdedireito interino da pri-
meira varadoorime nonoeando-o para pre-
sidir o andamento das rodas da primetra par-
te da nona lotera concedida a favor da ma-
triz da Boa- Vista.Participou so ao esenvo
da mencionada lotera.
pito__Do olcial mior cmara munici-
pal do Pao do Albo acensando recebJa as
suas tontas do anno municipal fiado. Ofi-
eioo-se as cmaras de Cimbres Bo*-vista ,
Brejo, Honto, Santo Autao e Limoeiro ,
aecusando recepe.. das contas do anuo findo,
e do ornamento para o futuro.
DEM do da 13.
Olicio Ao commandante do brigue =
Imperial Pedro =, ordenan lo em oonsequen-
cia de nao poderem o brigue escuna = Nic-
theroy = e o patacho =Pirapim =a condu-
sir toda a tropa que tem de ir para a corte,
que faQt seguir tambem a escuna = Primei-
ro de Abril = levando as pracas que poder
receber
Dito Ao commandante das armas de-
terminando, que mande desligar do batalho
de infantaria de guardas nacionaes destacado
o guarda Jernimo Correia Lima depois
que for substituido por oqtro do batalho
que pertence.
dem do da 14.
Olficio Ao commandante das armas, re-
mettendo julgados pela junta de Justina os
dous procesaos dos reos o capitSo do bata-
lho destacado Francisco de Assis Ren des
Guimartas e soldado do mesmo batalho ,
Innocencio Jos1 ile Freitas im de que fa-
ga cumprir as sentencas nelle exaradas.
Dito Ao inspactor do arsenal de mari-
nha orden indo qua mande entregar por
emprestimo administrarlo das obras do the-
atro publico os dous cabrestantes portateis ,
que segundo assevera a mesma administra-
cao existem naquelle arsenal.
PortaraMandan lo passar patente de
tenente-coronel commandante do bata hoda
guarda nacional de Bizerros comarca do
Donito francisco Xavier de Lima.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DIA GdoCORRENTB.
OfTicoAo Exm. Presidente, procuran-
do saber so os olliciaes reformados e de
commisso do batalho provisorio, devio se-
guir para a corte (como queno ) por terem
ali de solicitaros primeiros o levantamento
de suas reformas eos segundos, a confir-
macodos postos.
Dito Ao inspector da thesouraria im
de mandar pagar ao thesoureiro da irmanda-
de de N. S. da Conceicjio dos militares a
quantia de 19*200 reis importancia de trez
sepulturas dadasaos soldados de linha que
fal'ecero em todo o mez de novembro ul-
timo.
Dito Ao vice-presidente da mesa rege-
dora da irmandade de N. S. da Conceico dos
militares, communicand>lhe o exposto no
olTicio cima.
Dito Ao commandante da escuna =s Le-
bre = devolvendo os doze recrutas viudos
da Parahiba porque sendo destinados para
o servido da marinha nao podio assentar
praca no exercitc.
Dito Ao brigadeiro Antonio Borges Le-
al para faier recolher ao batalho proviso-
rio o cadete Francisco de Lemos Duarte ,
que s achava empregado as suas ordens.
Dito Ao commandante geral do corpo de
polica dizendo-lhe em resposta ao seu o
licio desta data que hava expedido ordem
ao commandante do batalho provisorio pa-
ra fazef indemnisar a caixa daquelle corpo ,
da quania de li,500 qua licava devendo o
furriel Abrantes.
DitoAo tenente-coronel commandante
do batalho provisorio expedindo a ordem
de que trata o olTicio precedente.
DitoAo mesmo cnviando-lhe oconse-
Iho de investigac.o feito ao sargento do oita-
vo batalho de caladores por crime de furto ,
ulim de o fazer julgar em conselho de guerra
na corte, ou para onde foro batalho.
Dito Ao tenente-coronel commandante
do batalho de infantaria de guardas naci
na"S destacado dizendo-lhe em soluco a
primeira parte do seu olicio de 3 que devia
requisitar ao commandante da legio de Na-
/.ivtii, osdous guardas desertores que ali
etilo para serem julgados em conselho de
guerra e quinto a segunda que consiileras-
se pracas voluntarias do batalho do seu com-
mando desde o primeiro do mez as sete ,
cujos nomes mencionava no seu dito olicio.
Portara Ao tenente-coronel comman-
dante do batalho provisorio, mandando ex-
cluir do mesmo com guia pira o batalho dv
artilharia a p os sol lulos Coso" Gomes, Jo-
s Anastacio o Antonio Alves da Silveira ,
e para o deposito os soldados Manoel Rispo da
Silva eJoo Severino.
Dita Ao tenente-coronel commandante
do batalho de artilharia a p autorisando o
recebimento das duas pravas de que trata a
portara cima.
Dita Ao commandante do deposito pa-
ra receber os dous soldados Silva, e Seve-
rino.
Dita Ao tenente-coronel commandante
do batalho provisorio mandando excluir
com guia de passagem para o deposito, o m-
sico Domingos Candido Xavier.
Dita Ao commandante do deposito, au-
torisan lo-o a receber o muzico de que trata
a portara antecedente.
Dita Ao commandante da companhia d<:
cavallaria de linha man lando excluir com
guia da passagem para o batalho provisorio,
o primeiro cadete Ilenrique Eduardo da Cos-
ta Gama que se olereceo para servir no
Sul.
Dita Ao commandante do batalho pro-
visorio para que recebesse com passagem ,
a o cadete Costa Gama.
Dita Ao capito commandante da com-
panhia de cavallaria mandando excluir com
guia de passagem para o batalho provisorio,
o segundo sargento Fortunato Monteiro Ca-
valcante qua se olereceo para servir no
Sul
Dita Ao tenente-coronel commandante
do batalho provisorio para qua recebesse o
sargento Monteiro Cavalcante.
Dita Ao tenente-coronel commandante
do batalho de infantaria de guardas nacio-
naes destacado mandando excluir com guia
para o respectivo corpo, exigindo substitui-
rlo, ao guarda Flix Gomes da Silva.
INTERIOR.
PARA'
Discurso recitado pelo Exm. Sr. Desem-
harsador Rodrig de Souza dit Silva
Paules presidente da provincia do Pa-
ra na abertura da jisnembla Legisla-
tiva Provincial rio dia lo de novembro de
1842.
ENHORES MEMBROS DA ASSEMBLA LEGISLATIVA
PROVINCIAL DO GRA-PARA'.
O decreto do 1.* de maio p. p. vos o sa-
bis Senhores, dissolveo a cmara electiva :
e tambem. vos nao sao oceultas as razes pon-
derosas em que me fundei quando intend
que os interesses da provincia em virtde da-
quelle acto do poder moderador exigio a sus-
penso e adiamento de vossos trabalhos at
que o goveruo supremo decedisse, se por ven-
tura a dissolucao da cmara temporaria m-
porlava ou nao imporlava a dissolucao das
assemblas legislativas provinciaes.
Por avizo da secretaria de estado dos nego-
cios do imperio de 27 de julho ultimo me foi
declarado que as assemblas legislativas pro-
vinciaes devem continuar em seus trabalhos
at que a assembla geral resolva sobre a du-
vida proposta.
Assim habilitado pois para o fazer sem esr
crupulo eu me dirijo ao voso seio : e de vos-
sas luzes e patriotismo aguardo os auxihov
iveessarios para o bom andamento e rgi-
men das cousas publicas na provincia qi;
loiiho a iiiui distincla honra de administrar.
A circunstancia de ser extraordinaria a pre-
sente convocago me inhibe da expr e sub-
mettar vossa prudente e sabia considerarlo
um ralatorio de todas as necessidades publi-
cas devendo restringir-ma a indicar as leis
annuaes e as medidas que se me antolhio
urgentes desde j.
O orcamento provincial e municipal assim
como a ixago de forcas sao os objectos que
primeiro atrahem as vistas e cuidados de to-
dos os legisladores provinciaes: mas cumpre
attenders di'Iiculdales com que a adminis-
trago luta para levar a effeito a organisacjlo
da forga nao prender os bracos a quem diri-
ge os negocios pblicos para que possa obrar
livremonte no circulo de suas attrihuic.oes o
considerar que o soccorro prestado pela tropa
de primeira linha do exereito nr a manuten
Qo do socego e tranquilidad^ publica pode
fItar-nos quando s circunstancias e oc-
currencias administrativas conduzo o gover-
no supremo do estado a azer operar em ou-
tra provincia do imperio a Corra ou parte da
forQa da primeira linha estacionada na provin-
cia do Para.
Pelo que respeita s leis do ornamento re-
leva chamar Senhores, a vossa mu especial
a t ten cao para a deficiencia das rendas publi-
cas. Em breve ser submettido vossa pon-
derago o oficio do inspector do thesouro pu-
blico provincial e mais documentos relati-
vos ao atrazamento em que licro no anno
financeiro p. p. o sold e mais vencimentos do
corpo policial de primeira linha, os vencimen-
tos dos conegos beneficiados, e mais pessoas
em pregadas na S episcopal as quotas per-
tencentes ao seminario ecclesiastico e s ca-
zas de educandos e educandas e em geral
os vencimentos dos empregados pblicos pro-
vinciaes.
Seja-me permettido o approveitar imme-
diatamente o ensejo para expor-vos que se-
gundos clculos e informales prestadas pelo
digno administrador da casa das educandas o
padre Salvador Rodrigues do Coutto faz aquel-
la caza a despeza niensal de settecentos no-
venta e dois mil oitscentos e sessenta reis ao
mesmo passo qua os seus rditos incluindo a
prestaco ministrada pelo thesouro publico
provincial nao excedom aseicentos sessenta e
quatro mil saiscentos e sessenta reis : con-
siderarlo que ja tem commovido a sensibili-
dade e generosidade dos habitantes desta ca-
pital a auxiliarem por meio de subscripcio as
despezas daquella casa alem dos sabidos en-
cargos pecuniarios espontneamente suppor-
lados pelo honrado sacerdote cujo nome
ha pouco profer.
Nao posso deixar de recomroendar aos vos-
sos principios e sentimentos de humanida-
de a condico dos presos pobres retidos na ca-
da desta "eidade os quaes nao sendo cora-
prehendidos na disposioo do 3.# do art. 8."
da'Iei de 25 de junho de 1841 sob n. 94 ,
Corroso foi ao Governu o lanzar mo da quota
designada no 7. do art. 13. da mesma
lei a fim de que nao perecessem de fome e de
penuria,,
Dessa mesma quota Senhores, tenho fei-
to deduzir as quanlias necessarias para fazer
face despeza com os medicamentos e ou-
tros soccorros que de minha sollicitude tem
exigido e anda exige o llagello com que
approuve ao Altissimo visitar os infelizes ha-
bitantes de Marapa e Marzago. Folgo porm
de annunciar-vos que mediante o auxilio do
omnipotente, os soccorros ministrados pelo
governo comeco a produzir o desejado effei-
to : e cumpre fazer neste logar mencio hon-
rosa do acto de beneficencia practicado por al-
gUfafl habitantes desta capital que por meio
de urna subscripgo vierflo em soccorro do
governo no empenho em que este se acha do
tornar menos pesada a sorte de nossos conci-
dados accomettidos da epidemia naquellaa
duas villas de Macap e Marzago.
Farei pois com que vos seja presente a coa


2
U Jo quo se tem dispenddo, e anda tora pro-
vavelmente de dispender-se com os presos po-
bres retidos na cade a da cidade, e com os em-
pentados de Macap e Marzago aim de que
essas despezas continen! pela msma quota ,
ou se llies conceda quantia especial confor-
me o dictar a vossa subedoria.
Tenho Feito todos os esforgos ao meu al-
cance para dar maior Celri.ia-le possivel a
conslrucco do Caes da Boa vista. E' me to-
dava penoso o ter de participar-vos que Bem
augmento na quantia designada paraessa obra
nao ser possivel faze-la progrtdir com o im-
pulso recebido. Da quantia de dez con tos de
res designada no ^ do art. 9. da ri-
lada le do ornamento ora em vigor tem-se dis-
pendido a somma de seis contos novecentose
dez mil sciscentos e cincoenta e cinco res ,
restando a quantia de trez contos oitenta e
nove mi! tresontos o qnareota a cinco reis ao
mesmo passo que a concluso da obra se cal-
cula em somma superior de trinta e seis con-
tos de reis sendo necessaria a de dez contos
settecentose noventa e quatro mil reis para
unir parte do caes novamente construida
praca em frente da casa da alfandega. Um
alvitre se ofhrece de que talvez se poderla
usar para occorrer despesa com esta obra a-
t a vossa prxima futura reunio ordinaria
sem que se accrescentasse asomma total que
tena de sabir dos cofres pblicos da provin-
cia no correte anno finance'ro : e consiste
essa medida em auetorisar o governo da pro-
vincia para empregar no caes da Boavista a
somma de oito contos de reis designada para
abertura do caml da cidade visto que no
presente anno inanceiro nao ser possivel
dar principio ao canal projectado. Mas se es-
te arbitrio nao agrada, ou sollicito de vosso
patriotismo outrro qualquer meio que me
habilite a nao parar um monvnto com a o-
bra de que se tratta e de cujas ventagens
palpavelmente condecidas por lodos ninguom
ousa ao menos duvidar.
Se alem das necescidades que levo indica-
das fizer mengo posto que em termos ge-
raes do estado de ruina e decadencia de mu-
tas igrejas parochiaes da provincia e de a|-
gums outras obras de urgente necessidade
reclamadas pelas auctordades locaes parece-
ine que terei aberto ao vosso zello e Vossa
intelligeucia um campo assaz vasto de bene-
ficios a coltier parn a provincia, que vs nos-
te recinto representaes e que eu como ja
disse meprezode administrar.
Eu tenho dado as ordens necessaris para
que vos veio presentes as reclamag<5s a
que acabado de retorir-ma e as informa-
do s convenientes a vossas sabias deliberages.
Acharis sempre no administra lor da pro-
vincia um auxiliar prometo sempre a coad-
juvar-vos com lealdade e franqueza. De vos-
sa parte espero receber Senhores provas
deconfianc- iguaes a aquellas com quQ acab
de honrar-me a urna eleitoral da provincia
do Gro-Par.
Est a berta a Sesso.
Palacio do governo do Para 15 de Novem-
brede IIUl.
fodriio de Souza da Silva Pontes ,
Presidente.
A INSTANCIAS DE UM NOSSO AMIGO PU-
BLICAMOS 0 SEGL UNTE :
Discurso que no fim dos exime*^ e no ac-
ia de encerramento do Coltegio Sanio
Antonio a que presidio o Exin. Sr. His-
po Resignatario d'Olinda D. Thomaz
de. Noronha como Director dos Es tudo <
tiesta Provincia, recilm iernardino F/ei-
re de Fi^ueiredo Abren e Castro, Direc-
tor do mesmo Collegio.
Nao ha para o homem satisfago agradavel,
nem mais lisonjeira do que a de fazer felizes
os seus similhantes e a de obter por tal mo-
tivo o innocente tributo das suas honv'na-
gens. E que meio mais seguro para conse-
guir este fim que meio repito poder dar-
sa mais conducente do que o de Ibes ministrar
urna boa educa^o? A ella devem os homens
a sua robustez, a sua moral a sua insirue-
co. Homines ( entonga to sabida como
certa ) uanti, quanli sunt educationi de-
ber. Em lodos os periodos da vida em to
dos os estados e condiQes na fortuna e na
desgraca e at no desregramento dos costu-
mes se divisam como os raios do sol a-
travessam a nuvem que o encubri ossig-
naes d'uma bem ministrada educaQo.
Em lodosos tempos em todas as naces ,
anda as menos cultas sempre fo ella tida
como o mais importante e o mis essenrial de
todos os devores sociaes : e, com eireito s
eila Capaz u .. :~ei!Yolvor os tlenlos naiu-
rtes ; s 'lia pode aperfeQoar e elevar o -s-
pirilo : -Ha d vigor eelasterio aos ervos
e ao? msculos. Seu fim fazer iil e feliz ca-
da memhro da sociedule t se verdadeiro ob-
j -cto firmar pela religio o bom christo ;
pda moral o bo n ci.laJao ; pelas sciencias
humanas o homem de letras. Como porem
subministra-la ? Poder ella conseguir-se
sombra da aucloridade d'um pae, que, occu
pado dos negocios pblicos ou dos cuidados
lomeslicos contenta se de pagar a um mes-
tre a quem tenha em caza ^ para educar os
seus ilhos nao querendo por modo algum
tomar parte n-mi no trabalbo nem no casti-
go? Poder ella conseguir-se debaixo das vis-
tas d'uma mi, que estremecida pela saude
de seus queridos ilhos attribue ao estn lo o
mais leve incommodo que Ibes ve sifrer r
Como pode m mestre com taes embaraces
cultivar o espirito do seu discpulo ? Como
domar-lhe um mo genio reprimir Ihe as
paixesdeque esta dade sujceptivel ? t!on-
vir a um pe brasileiro mandar educar seu
lilho a urna nago estrangfra por mais culta
qii seja ? E entenJo que nao ; pois pro-
fesso a opinio de que nenhuma educaQo po-
de ser boa se nao for eminentemente na-
cional ; e estou persuadido que nenhuin de
vos quer filhos para Francezes tnglezes, ou
Allemes mas sominte para Brasileiros. E'
certo e incontestavel que as viagens fazem
parto d'uma boa educaQo, mis s como com-
plemento della porque os rudimentos e as
bazes devem ser nacionaes.
Sem querer penetrar no interior das fami-
lias pode dizer-se em geral que nem todos
os pesem pregam a devida attengo am oc-
eultar as suas faltas aos filhos ; nem todas as
maes se disvelam em os educar ; nem todos
os domsticos respeitam a sua innocencia ;
nem todas as cazas particulares estam fecha-
das aos lisonjeiros e seductores ; nom todas
as mezs sam regulares ; nem todas as con-
versaces sam puras ; nem todos os deverti-
mentos innocentes.
Nao acontece assim nos collegios quando
nelles se tem em vista a verdadira educac/io ,
o nao o interesse pessoal. A mocidade ahi
esl ao abrigo da maior parte dos perigos;
aproveitam-se M disposicos quenella sedes-
cobrem quer para a virtude quer para as
sciencias ; corrigem-se ou pelo menos em-
ridade tomei a resolug j de contribuir com
o meu eseasso quinho de luzes para onde to-
das ellas sam poucas ; para onde nao ha ex-
periencia que sobeje talento que sobre ou il-
luslracao que seja demasiada. Vou portan-
to dar-vos resumida noticia do primeiro en-
saio de nove mezes ; por ella vos avaiiareis
lo que se fez e combinareis com o que se
Dodia fazer. Ouvirois urna narraijo sem pre-
t-ng!S e sem vaidade na bertoia de que me
dou por bem pago do meu trabalho se a-
chardesque fui d'algum proVeito par mais pe-
queo e diminuto que s?ja.
Do que teuholido visto eestudado ; do
que tendo observado em mim que tive a for-
tuna de ter lima educaco portugueza, an-
tiga solida de bom principios de religio
pregam-se os meios possiveis para se corrigi-
rem os defeitos e s o medo do castigo bas-
ta multas vezes para impedir que ello se me-
reca. Nao ha ahi me que possa subtrabir
um querido lilho ao castigo salutar ; nao ha
prenles, nao ha amigos que se declarem ad
vogados d*uma m cauza eque lisonjeem a-
quillo que se deve punir.
Quando se falla d'uma educacSo particular,
que outra idea se pode formar della senSo a
d'um exercicio obscuro sem vida e sem al-
ma, onde o mestre e o discpulo estam redu-
zidos a si mesmos, muitas vezes enjoados um
dooutro, aborreccndo-Ihes mutuamente -
quelle o eusinar a este o aprender ? Pelo
contrario a educaQiio d'um collegio nao a-
presenla ella tudo quanto se pode imaginar
de mais vivo, de mais animado, de mais ca-
paz de excitar at os mais preguicosos? Que-
ro diser nao presenta ella os combates as
victorias e os triumphos ?
Nem a fortuna, ne^a o n'Scimento decide
sobre os triumphos : ninguem pode esperar
distinguir-se seno pelo seu bom procedi-
mento pelo seu talento pela sua applica-
co. Os combates sam vivos e nnimados e
todos sam obri^ados a tomarem as armas: to-
dos porfa se disputam a honra da victoria :
todos podem igualmente pretende-la, mas s
o mrito pode conseguida. O vencedores
coutam com a coia depois do com bate o os
louros se distribuem muitas vezes no meio
d'acclamaces e aplausos d'uma numerosa e
luzida assembla.
Urna outra vantagem dos collegios e a
maior de todas aprender a religio ; co-
nhecer o seu verdadeiro espirito e a sua ver-
dadira grandeza e prevenir contra os peri>
gos que a f e a piedade a cada passo encon-
tram no mundo. Nao impossivel mas
eertametlte raro achar estas vantagens as ca-
zas particulures e por isso tem-se visto e
ve-se todos os dias que pessoas to distinctas
por seu talento e capacidade como por sua
elevada jerarchia e empregos se determi-
nam a privar-se por aigum tempo do que pos-
suem de mais caro pela esperanca de que um
deposito to precise crescer com lucro as
mosestranhas eque nao voltar s suas,
senlo como a embarcago que depois d'u-
ma longa viagem volta carregada dimmen-
sas riquezas.
Bem longo srs., bem longe est anda o
Collegio, que tenho a honra de dirigir de
preoncher todos os srus enargos a fim de se
poder tirar dril** as vantajens que acabo de e-
numerir ; porta a pesar da minha obscu-
de moral de saos elementos d'nstrucco ,
e ainda que mal aproveitada das melhores
qut> se davam em Portugal e do que tenho
tambem reflectido acerca da dos outros for-
mei para mim um system d'educagao, que ,
supposto nao o tenha ainda levado a seu pie
no complemento hei j aproximado d'elle o
mais possivel. Seria ocioso >lemorar-me a-
gora lembrando-vos as dificuldades com
que tenho luctado e como a constancia e s
ella as tem podido vencer. Creio srs., que
a nenhum de vos occuUa a rasSo porque eu
e o meu digno socio o sr. Bernardo Rozen -
do de Vilhena sahimos da nossa patria : a
cauza se para nos um infortunio nao
um opprobrio. Julgue-nos o homem impar-
cial pois nao sam poucos o'que por ahi ha
e nos conhecem nem nos fazemos mysterio
de quem somos, d'onde e o que fomos. Vos
bem podis avahar que a empresa era que nos
mellemos exiga grandes meos para se levar
a efeito ; bem eseassos erara e!es porm o
nosso trabalho assiduo e para assim diznr .
superior s nossas torcas os tem supprido. NSo
certamente possivel continnar com tantos
encargos e por isso j temos providenciado
para no seguinte anno nos alliviarmos do pe-
so d'algumas aulas a fim de se executar mv
Ihor o plano meditado que vou expor ch-
mente sem a hirsuta linguagem das cadeiras.
Dsse que o fim geral da eduacQo era fa-
ser til e Miz um membro da sociedade e
que o seu objeeto era formar o corno o cara-
co e o espirito do educando. D'aqui se .le-
duzem as tres JifisOes da educaco ; phisica
ou de e'orpo, maral ou o cora^So iiitell tual ou do espirito Faco estas divisies para
facilidade da materia porque nem a nature-
za as fez nem a pratica as comporta. To-
das tres estam ligadas de tal sorte que cada
urna dellas depende das outras ; para que a
educaQo seja perf.-ita mister conseguiros
resultados de todas ellas. E'pois necessario
que o educador n'unca se esqueja de que
o corpo do educando deve ser agile robusto;
pois com mo estomago e mos ervos raro
e quasi impossivel haver um coracao bem
formado forte aberto e generoso ; um
cerebro bem organisado um entendimento
atilado. Mena sana, incorpore nano.
Bem poda dar aqui mostras de saber o
que custa pouco citando muitos autores e
fazendo urna longa diserta o modo de conservar e melhorar saude dos
mininos; mas direi o nico preceito que esta-
beleci no meu systema e regularidade na
comida ns dormir lmpesa e exercicio
principalmente no passeio e em tudo a mu-
deraco. Assento que quando nao ha leso
orgnica nem tendencia mrbida sobeja
esta medicina preventiva e a saude tido os meus alumnos durante o periodo de
nove mez"s confirma que nao errei no meu
plano. Embora alguem censurasse o meu
procedimento em dar recreio aos meninos no
nico lugar que me o florec a a casa d'onde
sahi; assentei que primeiro devia altender ao
mau dever do que dar satisfaces a quem
nao quera saber o motivo porque assim o-
brava.
Mas nSosam sas couzas meramente phy-
sicas que influem na educaco physea ; tam
bem as moraes e ntellectuaes Deve geral-
mente conservar-se o espirito do educando
em um eslado de alegra moderada : a bran-
dura e a suavidad dos educadores dave ser
constante a fim de produzirem no alumno a
doeildade e o respeito e nao um humor a-
cra que corroe as partes vitaes do corro para
perpetuo tormento do educando e de todos
oe que com elle tem relaco no decurso da
sua vida. O menino nao deve ter o colegio
como um carcere mas deve gostir de viver
nelle : nao deve portanto ter necessidade no
alimpnto ; nao deve em fim faltar-lhe o es-
sencial.
Segue-se naturalmente a educaco moral ,
na qual .' necessario disvelo e muito tente.
Todos os objectos todas ascircumslancias ,
todas as occorrencias devem servir para as li-
g-fs moraes devem aproveitar-ss pira m ol -
dar para a virtu leo coraco ion cente do pu -
pillo-, preparando-o para a felicidade ; pois
ninguem foi anda infeliz com a virtude, nem
para ser infelize nos creou Dos que para pi-
la nos formou. Instruir nos preceitosda nos-
sa santa crenca acostumar as pralicas da
nossa Religio sera que se produsa o tedio ,
eis o ponto qu1 deve ter em vista o educador,
que tr s-iiam b ms m iri Jos b ins paes, b ins lillios,
bons funecionarios pblicos em urna pal a-
vra bons cidados.
Filaremos agora da educaco ntellectual
que a coroa de todas as oulras coroa que
deve ser de fructos para as necessidades e uti-
lidades da vida; e de llores para encanto e or-
nato d'ella.
Da toda a educado do espirito b*se a
grammatica nacional a scensia das pala -
vras de que diariamente nos servimos is-
to, dos signaes d*s nossis ideas. tam-
bem fundamentada esta opinio quinto ,
certoque jamis conhecer bem as cousas ,
quem nao conhecer as pdavras ; jamaii po-
der conseguir ideas exactas ou formar jui-
sos distinctos o qu^ d*s palavcas, suas coin-
binaerjs, ligagas e unios de as erapregir ,
nao tiver noQds certas: alem le que prova
d'uma m educaQo nao sab^r com funda-
mento a lingua da sua naci : porem um
infortunio da lingua Portugueza que sendo
tam rica e tam formosa teja pelos que a fi-
lam tam depresada.
Daixando falarmodernos e modernices tenho
assentado que depois da lingua nacional deve
o educando Biazileiro instruir-se slidamente
no latim ; pois triste fi?ura ha de elle faser
falando ou seja na birra ou na tribuna,
ou no pulpito ; tristissim escrevenlo seja
qual tor a materia se ignorar a lingu > me .
que tam b-'lta, Um philoiopltiei e tant la-
cnica.
Dmoisqua o alumno tiver conseguido no-
5?s do latim poJer por espisso applicar-
05
se ao estudo das lnguas vivas ja por noces-
sidade para as transiccois da vida ja por u-
tilidade para o conhecimento de muitos e ex-
celentes auctoras quo nellas escreveram ,
a por ornamento pois o conhecimento d el-
los signal d'uma bW educaQo.
A arithemetica 6 o rudimento immediato
da educaco elementar. E' ella urna scien-
cia mais vasta do que se cuida : todas as ma-
thematicas puras estam n da e ninguem se-
ja qual for a sua posiQo social se deve dis-
pensar de a aprender. A algebra e a geome-
tra a devem segnir ; pois com ellas que se
exercita forma e rectifica a razo.
Preparando pois o educando com a sciencia
das palavras isto com o esludo das gra.m-
maticas exercitada a su raso com a ari-
thmetica, algebra e geometra julgo que
Ihe convir enio o estudo da philosophia ,
ou a sciencia de formar e combinar as idei-
as assim como o de as exprimir quer fa-
lando quer escrevenlo como bailesa e e-
loqucncia preceitos que vae beber na retho-
rica.
Porem mais conveniente ainda a educaQo
o estudo da historia que nos elemen-
to necessario de espirito mas tambem do
coraQo-- a mestra da vida; e quem me-
Ihor do que ella pode dirigir as arQoes do ho-
mem ? Anda-lhe annexo e o deve accom-
panhar o estudo da geograpba.
O que me resta porem a diser na generali-
dade .lo meu systema em respeito educaco
ntellectual tam somente do ornato.^ Jin-
go eu que entra boje nos principios d'uma
boa educaQo que qualquer homem a quem
a fortuna fez nascer na abundancia saiha e
al certo ponto pratique a msica o desenlio
e a danga.
Nao me esqueceu a necessidade da ->au-
Qoeda gymnastica: priraeira remede.o
com frequentes banhos que se em tolo os
pazes sam convenientes, aqui sam essencia-
es. Com quanto segunda apenas ejerci-
cios activos na recreaQo podem dar o deseu-
volvimento muscular; mas nao a reso-
luQo e a intrepidez. Era mister que s*|>o-
sesse em melhor p esta arte b>-m como
esgrima : mas por ora nao me tam sido pos-
sivel.
Levado pois pratica o plano meditado o
resultados do primeiro ensato de nove me-
zes foram : npromptarcm-se para se exami-
naren! no collegto em lingua nacional cinco
Os Srs. Alvaro Filoso d'Albuquerque w-
valcanti Jos do Reg B.rros Antonio
Ferreira Ramos Joo Diniz Ribeiro da uu
nha e Luiz Augusto Vutorio do IWCime"
lo Crespo, que fieman pprov-dos :
lingua Ihlana qoalro os Sis. Antonio
ves de Souza que foi approvado con. pre
rencia Aflonso d'Albuquerque Maranliao ,


5
f.ispar de Manazas Vasconcelos da Drum in 1,
e Francisco Raphael de M dio R?go,quaforam
approvalos : em lia^ui II ;;) ntida o ;n ?i -
mo q'iatro da Italiam qua Rnnrn tamb'ui
aonrovados : e f>ra:n estes os uncos eximas:
f.-itfnn oalfogio popjua assmtei q'n os
da tolas as mais linjms \ birocorb disci-
plinas sacia m hitos nncihu i d'Olin la ,
poique na>n o atistalo do palle io poli ain-
d% ter rdito am do manato qu sirva
para os examina I >s oobraui matricular >sa
as sciancias maiores.
llibilitrais pira o exan da lia-
gua latina trosjos Srs. A:triso i\Vlbuqu-*r-
que Maranho J uquira Cayaloanta Sil-^a lo
d'Albuquerque, Jos Hara Salazr Mjscoso
de Mello Veiga Pessoa Luiz Sil izar 1Mil-
lo V!is?a Pessoa (i isr ir da M)nez>s V asean-,
cellos de Drumond Manoel App "lunario Ro-
drigues Campillo Jos Candido Dias Joa
da Rocha daCunha Cavalcanti Flix Jos
de Gusmo Lira Julio da Cuta Mwtairo,
Francisco Lins Callas Francisco de M lio
Cavalcanfe o Joaquina G>nsalv;s da Silva.
D'esiesexamimram-se em Mirgo os qnatro
primeiros, o no ni \z passid so o Sr. Gas-
par de M m v.s Vaaouoellos de D.umml ,
li"and os d'tniis pira M irQa do seguinta au-
no porque nao foi possivel seren agora
admittidos. Tres dos que enumerei eu
mesmo dasejava qua icassam seus exames
para essa tampo.
A promptaram-se para o exame de lingua
Francoza vintee um os Srs. Gaspar de Ma-
naes Vasconcellos do Drumon I Alfonso
d'Albuquerque Maraiilifo Flix Jos di'
Gusmo Lira, Antonio Alves He Souza, Fran-
cisco Riphael da Mallo R'go Pedro Pessoa.
JoaquimJos Ferreira Joaquina Cavalcauti
Salgado d'Albuquerque Jos Fernandas
Vieira Bistos Francisco da Paula Fernn*
des Vieira Guilherme Vieira Lima Ilame-
terioJas Velloso da Silveira Manoel Ro-
drigues Campallo. Jos M.arU Salazar Mosco-
so da Mallo Vagi Pessoa Luiz Salazar Mos-
coso de M dio Veiga Pessoa Antonio B>ta-
llio Pinto da M-squita Jos Candido Dias ,
Francisco da Mello Cava lean te Manoel d'-
liveira Cavalcanti Joo da Roela da Cunli
Cavalcanti e Ignacio Joaquina de Souz Le-
o. Exaininaram-se en Margo os tres pri-
meiros e no mez passado os Srs. Antonio
Alves de Souza Jos Maria Salazar Mos
coso de Mello Veiga Pessoa Joaquim Caval
canti Salgado d'Albuquerque e Francisco de
Mello Cavalcanti, os quaes ficaram approva-
dos. Os ni iis nao poderam agora ser admit-
tidos.
Frequentaram a lingua Ingleza os Srs.
Firmo Jos de Mattos Jaaquim Caval-
rante Saldado d'Albuquerque e Sebastio
Jos da Silva Braga ; assentei d accordo com
o meu digno profesaos o Sr. Vicenta Perei-
ra do llego qua os dous ltimos fariam o seu
exame no seguinte Margo: o primeiro exa-
uiinou-se o ficou approvado.
Eslavam promptos pira o exame de geo-
metra os Srs. Ignacio do Reg Bar-
ros Sebastio Jos da Sdva Braga Mano
d Rodrigues Campello Gaspar de Menezes
Vasconcellos de Drumond Alfonso d'Albu-
querque Maranho Jos Maria Salazar
Moscoso d> M'llo Veiga Pessoa e Manoel
u'Oliveira Cavalcanti ; s se poderam exami-
nar os primearos cinco que caram approva-
dos.
Tres forana os que frequentaram philoso-
phia os Srs. AlT.mso d'Albuquerque Ma-
ranl)3o Joaquina Cavalcanti Salgado d'Al-
buquerque e Firmo Jos de Mattos : exami-
narara-see ficaram approvados os dous pri-
me i ros.
Eslavam promptos para o exame de geo-
, graphia trese os Srs. Antonio Alves de
Souza Gaspar de Menezes Vasconcellos d
drumond Henaetario Jos Veloso da Silvei-
ra Ignacio do Reg Rarros Francisco
Fernandes Vieira, Manoel Rodrigues Campel-
lo, Jos Maiia Salazar de Mello Veiga Pessoa.
Luiz Salaiar de Mello Viga Pessoa Affon-
so d'Albuquerque MaranhAo Jos Fernan-
iles Vieira Bistos Jlo Fernandas Vieira
S'ba-.lio Jase da Silva Braga e Flix Jos
de Gusmo Lira. D'este ; so conseguiram
examinar-se quatroos Srs. Antonio Alves
de Souza, Hetneterio Joze Veloso da Silveira,
o Gaspar de Menezes Vasconcellos de Dru
moni, que licaram approvalos, e live o
desgosto de ficar reprovado um, a quem tan-
to faltou a presen'ga de espirito que nem
souba dizer porque compendio havia estu-
dado.
Pela narrago que acabo de vos fazer la-
rris visto que nao era possivel que toas estas
vantagena umods oonseguidaa em nove mezes,
tempocm que estoa dirigindo o collegio: ja
poren eslavam langa-Ios os fundamentos por
urna hbil ma, palo sr. Jos Saares d'Aza-
vado de cuja lirieia nanliun la vos duvidt ;
e que bim das-j>va sa tivssa resolvido a
dar-nos aUumi pro lirglo la sua delicada
pmna, que no romantim seria cartammte
obraprimi. S os maus incentivo* fossem
suTi "i mtes j i na caraceriam >s da tam inte-
ressante trabdho.
Bfin I-s -jiva a?ora ser elaquanta pira ta-
cr maior parta dos maus alunos o elogio
que merecerm por seu compartamanto e ap-
(ilicagao ; e se alguns desgostos s Tri tal
vez marioras por meu genio, ellas licam bam
compensados com a satisfago de qua o maior
numaro est dcil e applicado e faz conce-
bir esperanzas as mais lisongeiras para
Pernambuco que. Ihes deu o sar para o Im-
perio do Brazil da cuja sociedide sam mem-
bros, para a humanidade Je cujas obriga-
giVsa devores se nao esquaceram, para vos
em quem tereis tola a consalagao para mim
e maisempregdo nasta cjllagio de quem
coragos assim formados jamis perderm a
lembranga.
A damonstragSo do meu jubillo nao hoje
oarfaita parque o nao tar conseguido que
tolos os habilitado! para exam s oslisessem na
Vcadamia, obrigou-me a dilTirir a destribui-
gloda premios aos mais distiuctos : fia* por
tanlo para depois das exames esta satisfatoria
ceremonia, e os trabalhos do collegio encer-
rados at o dia nova de Janeiro.
CoM'MKRClO.
ALFANDEGA.
lendin>to dodialO........ 1:949*483
DESCARREGAfl HOJE 20 DE DEZEHBRO.
'{arca.americana = Rothachild = farinha.
Urgua= Boni J.'zus aa fazendas.
ilrigue = Laura = (azendas e barricas en-
lamadas.
Patacho portuguez = Novo Congressu = po-
dras
Ilrigue inglez = Scienco = bacalbo.
Patacho := Racex = taboado e batatas.
3rigue sardo = HelDe = sebollas e alhos.
ctos ptra as embarcages da armada o arse-
nal par tamo) de l mezes contados do 1.
de jmeiro prximo.
Cirne, azMle dov, rixa do Rio Grande ,
taixasdeb)mbi di firro, ditas le dita de
cobre alvaiada eitre-fiua taba as da pi-
nhode um r d! tgtdM da^rossura, azeite
lio! ou de c >cj para o farol.
Por tamo ida 3 mezas contalos tambem
do 1. de Janeiro.
A-;>araz seba era pao arroz saijo ,
vinagro tooinho, bicallio, oleo de linlia-
gi alvaiada lino massa de ere secante ,
izarco pregos da cobre de 98.
Secretaria do arsenal da marmhi 6 da de-
zembrode 18t2.= Alexandre Rolrigins dos
Anjos.
AVISOS MARTIMOS.
MOVIMENTO DO PORTO.
NAVIOS SAHID0S NO DIA 18.
Trieste ; escuna ingleza Penelpe, cap. J. Le
Geyt : carga assucar.
Rio de Janeiro ; brigue brazileiro S. Manoel,
cap. Manoel SimOes: carga diversos g-
neros.
Cows ; brigue inglez Sylph cap. 3. Taylor :
carga assucar.
Lisboa ; brigue portuguez Conceigo de Ma-
ria cap. Manoel da Costa Neves : carga
assucar.
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 19.
Kichmond; 42 dias, barca americana Roth-
chield, de 261 ton. cap. Z Laury, equip.
9, carga farinha de trigo : a Henry Forster
&C.
Ass ; 15 dias hiate brazileiro Vingador ,
de 52 ton. cap. Domingos Antonio de A-
zevedo equip. 9 carga sal : ao capito.
Dito; 12 dias, brigue brazileiro Sagitario ,
de 250 ton. cap. Antonio Galdino, equip.
13, carga sal : ao proprietario Antonio
Francisco dos Santos Braga.
DECLARARES.
E&- Existe urna carta segura no correio
para o Sr. Jos Felis da Cruz e Silva au-
zente Sra. Delina Maria da Trindade.
tar O vapor S. SebastiSo recebe as mal-
las para o Sul hoje (20) s 3 horas da tarde.
= O escrivo e administrador da meza de
diversas rendas provinciaes desta cidade faz
publico para que chegue ao conhecimento
de todos os proprietarios de predios urbanos,
dos trez bairros desta cidade e povoagodos
AfTogados que no principio de Janeiro pr-
ximo futuro tem de remetter impreterivel-
mente ao procurador fiscal a rellagao de t-
eles os devedores da decima urbana do 1. se-
mestre do correnteanno financeiro e annos
anteriores para serem executadospelo prin-
cipal e juros decorridos : convidaros por
tanto a comparecerem na respectiva repar-
ligo a saptislazerem seus dbitos. Meza de
rendas internas provinciaes iG de dezembro
de J8i2. Luiz Francisco de Mello Caval-
canti.
De ordem do sur. inspector do arsenal
de Marinha s faz publico que hoje (20) ter
lugar nesta secretaria por via de propostas
apresentadas athe as l horas da manh o
; contrato do fornecimento dos seguintes obje-
MT" Para o Rio de Janeiro segua viagem
antes de festa m preter veintn te o patacho a-
mericano = Jones =com muitos superiores
commodos para passageiros, e leva por pre-
go commodo, e tambem receba eseravos a fre-
te ; dirijo-se aos consignatarios Henry Fors-
ter & C. na ra do Trapiche.
tar" Para a Baha o hiate = Flor deLa-
rangairas = forrado de cobra sai impre-
terivalmente no dia 20 do corrente nao sabio
no dia 15 par falta dos carregadores nao des-
pacharen! com brevidade cojo hiate est em
mais de meia carga ; qqem quizer carregar
ou hir de passagem para o que tem excelen-
tes commodos duijao-se a bordo do mesmo
defronte do trapiche-novo.
se Para o Porto saliir breve o muitovel-
leiro brigue portuguez Maria Feliz capito
Antonio Luiz Gomes por estar adiantado no
seu carregamento ; quem nelle quizer car-
regar ou ir de passagem para o que tem lin-
do commodo entanda-se com o dito capito
ou com o seu consignatario Antonio Joaquim
de Souza Ribeiro.
LEILOES.
%sr Far-se-ha leilo de urna porgo de
garrafas vazias em gigos muito superiores,
terga feira 20 de dezembro no caes d'ajfan-
dega junto ao armazem de Antonio Annes.
= O corrector Oliveira far leilo por
conta de quem pertancer e por todo o pre-
go terga feira 20 do corrente s 10 horas
da manh no armazem qua fi d'Alexandre
Mackay 4 C., ra do Trapiche.-novo de
grande porgo do mobilia em muito bom es-
tado, eonsistindo principalmente em cadeiras
de diferentes quahdades mezas de j miar ,
ditas para jogo ditas para meio de salla re-
dondas ecompridas, e para cosinhar esca
dinhas para leitos, camas com colxes di-
tas de vento ditas de ferro armarios para
livros e para roupa, commolas lavatorio ,
toucadores aparadores aparelhos d louca
azul ditos cor de roza, mangas de vidro ,
castigaes galhoteiros banquinhas trem
de cosinha, e muitosoutros objectos de gran-
de utilidade inclusive algumas obras de pra-
ta com pequeo uzo.
AVISOS DIVERSOS.
<8^- 0 4. exercicio do Ar-
tilheiro mostrarse esta tarde
por vinte rs. na parada do es-
tillo: os reguezes sabero o
que elle contem quando o exa-
minaren!, e esses he que hilo
de decidir da sua bondade.
tar Sbado trez do corrente mez de de-
zembro, sahindo desta cidade urna preta para
lavar roupa n Manguind passando pelo lu-
gar onde chamo o Chora Meninos antes de
chegar travessa da Estancia, onde tem urna
calgada alta ah se sentou para descangar ,
mas pegando no son dormio, e quando acor-
don nao vio mais a trouxa da roupa e sim
Ihe dissero que ume pretinha a tinha carre-
jado ; constava esta roupa de 12 carnizas de
bomem de madapolo 5 ditas de mullier ,
4 lengoes de linho 7 tualhas de mos de
dito 2 guarda na pos adamascados de dito, G
caigas de homem, urna dita de mullier, 8 pa
res de meias de mullier, 5 ditos curtas de ho-
mem urna jaqueta, um vestido, 2 frondas,
e urna carniza de menino, tudo em urna trou-
xa levando dentro I48OO em dinheiro de co-
bre, urna pequea porgo de bacalho carne
fresca sebollas, e feijo pede-se encareci-
damente a quem recebeo esta roupa ou Jella
tiver noticias o quena partecipar na ra da
Cadeia do Recife n. 2 pois a dona da
preta que perdeu a roupa promette dar o va-
lor della visto ter de a pagar a aens donos
protesta guardar segreo ao modo de se d"2en-'
caminbar a dita roupa Picando muito obriga-
da a qualquer pessoa que Iha aprezenltr.
= Oabaixo assignado (i. N. de reserva do
batalho do pogo da panella roga ao filo.
Sr. commandante do esquadrflo de Olioda
'que haja de suspender as continuadas notifi-
cages com que os saus sargentos o purseguem
visto que a guia que o conduzio para o dito
esquadro foi derogada por um ieu despacho-
de 5 de mato de 1858, como o puder ver
nos documentos que se aho em seu puder ou
por urna ordem no archivo do esquadro.
Assim como tambem nao compareceu na re-
vista do dia 18 do corrente por se julgar disli-
gado do seu com mando vista da quelle des-
pacho. De sen muito atencioso venerador
Francisco de Sals Cavalcante de Albu-
querque.
- Aluga-sa urna casa terrea novamente
acabada na ra da Solidade com duas sallas
grandes, 6 quartos cozinha fora cora um
grande quintal murado, e outro sercado um
pouco, com muito boa agoa de beber, na ra
da Aurora na casa n. 58.
- Anda existem para alugar duas pti-
mas cazas da Capunga a margena do rio Ca-
pibaribe aonla existe j um ptimo banhei-
ro feto que ser franqueado a qualquer
pessoa que para qualquer das sobreditasca-
sas v passar a estago calmosa : os pretn-
danles dirijo-se a pracinha do Livramento
loja n.5l.
- Quem tiver um ou dous cavallos quar-
taos gordos e de bom tamanho para ven-
der preferindo-se a cor russa queira diri-
gir-sc a praga da Unio na loja de miudeza n.
59 como tambem na mesma tratar-se-ha da
venda de dous fardos de feno do pezode 700
a 800 libras.
%sr Preciza-se de um pequeo de 14 a 15
annos, Portuguez que entenda de venda
ou que fossechegado de prximo para ca-
xeirode venda 5 na ra do Mundo-novo nu-
mero 68.
tar Preciza-se de um bom cosinheiro pa-
ra o servigo de urna casa da pasto ; a pessoa
a quem conviereste negocio dirija-se a ra
da Cadeia armazem de bebidas que l se
i dir quem precisa.
tsr* Da-se cem mil reis a premio com fir-
mas a contento ou sobre pinhores de ouro;
na ra do Nogueira n. 27.
isr Domingos Jos de Lima mestre alfaia-
te avisa a seus freguezes que mudou-se pa-
ra a casa da quina do becco do peise frito ,
; hoje travessa do Oueimado da parte da ra
] larga do Rozario entrada pela mesma.
tsr Quem tiver e quizer vender um calix
e seus pertences a pezo e juntamente um
migal leve a ra das Flores em casa de Mi-
guel Jos da Motta, defronte do tanque d'a-
goa segundo andar.
tsr Preciza-se de urna ama de Ieite, que nao
tenha filho paga-se bem sendo boa : an-
nuncie.
er Aluga-se para se passar a Testa duas
casas terreas no Pogo na ra da Pueira ;
quem quizer allugar dirija-se ao atterro da
Boa-vista loja n. 48.
tsr Aluga-se o segundo andar do sobrado
: da ra das Trinceitas n. -40 ; quem o pre-
tender dirija-se ao primeiro andar do mesmo.
- 0 Sr. Joze Clauino Leite queira por
obsequio mandarver se o escravo Antonio ,
queso achaem seu puder, temos sinaet
seguintes Antonio de nago camondongo ,
idadeo annos mais ou menos, cor preta ,
cara redonda pouca barba, denles alvos e
saos gengivas encarnadas urna orelha fu-
rada os bicos dos peitos grandes e cabidos,
estatura mediana corpo reforgado urna
perna pouco mais grossa que outra : falla
mal', porem enlende-se. Se for este,
sirva-se de manda-lo por pessoa segura a seu
sr. Miguel Joze da Molta na ra das Flores,
defronle do tanque d'agoa o qual pagar as
despezas.
tsr Pergunta-se ao Sr. um dos inforqui-
Ihados por que nao sahio-se com sua satyra
respeito da loteria do theatro militando
ento circumstancias mais fortes que na Ma-
triz da Boa-vista ? O theatro alem de ter urna
administragao de negociantes fortes, ten*
2:<)0(),> reis queda o astado mensalmente ,-
a Matriz s possue um pequeo patrimonio ,
que mal chega para as despezas do culto di-
vino; o theatro fezannuncios mais positivos.
e nao tinha contra si inimigos a Matriz nao
! z annuncios to affirmativas e tem ini-
.ligos que pela muito zanguinha de ver a
>>bra prosperar espalhro de proposito o boa-
to que a loteria nao corra ; o theatro....ms
em liin o theatro he obra profana tudo
so sol'ra ; a Matriz he obra pa satyrize-ae
dezapiedadamente.


A
Aviso Importante.
tsr Em um clima to quente como o
Brasil aonde as molestias termino fatal-
mente as vezes no espigo de poucas horas ,
he mistar haver om remedio que possa ser-
vir ao mesmn lempo como preventivo e
curador A Medecina Popular Americana .
tem essa propriedade ; tomada as vezes ,
emquanto ella impede a accumulago dos
humores conserva o sangue puro e conse-
guntemente far as pessoas m"nos sugeilas
a apanharem quslqoer molestia seja ella
contagiosa ou nao Recommeiida se nortan-
to aos snrs. fazendeiros e ao publico em ge-
ral deensaiar este excellente remedio que
pelo lado econmico, he pref.irivel a qul-
quer outra medicina de semelhante nalure-
za tendo as caixinhas maior numero de
purgantes e por menos prego. Vende-se so-
mente em casa de D. Knoth na ra de Apo-
lo n. 27.
Constan lia TFine.
A small quantity bosh red and white ef
this delicious Liqueur, shipped by M.' Hoets
the proprietor of constantia fanno, on sale al
the warehouse of Dowsley Raymond dtBryts.
Lombrigueira ou Permifugo hjjica'i
tsr A medicina popular Americana tem
alem das virtudes j citadas a de ser um
vermfugo activo e innocente aplicavel tan-
to a solitaria como pira as outras especies de
vermes. Este verdadeiro thesouro das fami-
lias vende-se somente em casa do agente
D. Knoth na ra de Apolo n. 27.
tsr Qulquer Reverendo Sacerdote que
quiser ser coadjuctor da freguesia de N. S.
da Pazjdos Affogados annuncie por esta fo
Iba ou entenda-se com o Parodio da mes-
ma freguesia o qual lhe oflVrece 300ji rs.
annuaes pagos da forma que quiser para fa-
zer as suas vezes nos seus impedimentos ;
aloi desta quantia tem na mesma matriz
duas capelanias urna n;is quintas feiras e
outras oos domingos e dias santos.
SOC1EDA0E DE MEDICINA.
tsr Tendo esta socieu'ade concordado dar
audiencias gratuitas aos doentes pobres e co-
nhecendo que receitas e conselhos nao sao
bastantes a remediar seus sofrimentos deci-
di em sesso do dia o do corrente que se
dessetambem medicamentos, para isso ella
nomeou urna commisso e a authorisou para
contratar com qulquer snr. pharmaceutico
que queira preparar e vender ditos remedios.
Para cujo fun a commisso convida aos snrs.
pharmaciuticosque estejo as circunstan-
cias e queiro acceitar esta empreza a com-
parecPrem na sala ae suas sesses gratuitas ,
na ra do Cabug primeiro andar por cima
ta loja de sera n. 2 no dia 22 do corrente,
ao meio dia. Joo Francisco de liveira ,
Membro da Commisso
19" Precisa sabir para o campo um sacer-
dote e por isso se oflerece para celebrar por
algum tempo em algum gento ; ou lugar ;
fallar com o sacristao da ordem U-rceira de S.
Francisco que mora deniro da mesma or-
dem cuja entr;.da he o porto.
tsr A casa annunciada para passar a 'esta
no lugar de S. Anna por estarmns na se-
mana da festa se da por 50. reis os preten-
dentes procurem no Recife ra da Cadeia ve-
Iha loja numero 55 a fallar com Jos -Mana
Seve.
tsr Preciza-se alugar urna casa terrea pe-
quena que seu aluguel nao exceda de H
reis e sendo as ras de S. Jos ou de I i.li-
tas-, quema liver annuncie ou dirija-se a ra
Imperial do Atierro dos Affogados casa nu-
mero 31.
wtr Joze Soares de Azevedo lente da
cadeira da lingoa francaza do Lyceo tem
abertoemsua casa ra do Collegio n. 14 ,
primeiro andar um curso da lingoa france-
o a outro de philosophia. As pessoas que
quiserem estudar qulquer d< stas disciplinas,
podem dingir-se ao annunciante at as 9 ho-
ras da nianlia ou das 3 da tarde em diante.
tsr Precisa-se de escravos que sejo bons
para servico pagando-se 800 rs. principi-
ando o servico das 7 horas as trindades ;
a fallar das 7 horas as nove ou de noute ,
no recanto da cacimba no primeiro andar.
dinario de una casa, a qual tambm coznha
perfeitamente ; quema pretender annuncie.
tsr Na ra da praia por detraz vda ribei-
m n. 15 e 17 precisa-se fallar ao sor. Joo
Raplista Navarro morador no Aipucos e
aos snrs. Joze Antunes Corre.ia, Manoel An-
tunes Correia de Quairoz morjdores no en-
genho Cohgio e Joze Marques da Cruz no
engenho Cinoeira.
asrQuem precisar do urna escrava cozinhei-
ra dirija-se a rua da Gloria n. 77.
tsr Precisa ss de um mujo destes chega-
dos prximamente da Ilha para feitor de
nm sitio : na rua Imperial casa n. 51 de Sil-
vestre Joaquim do Nascmanto.
tsr Precisa-se de dous ollbiaes de charu-
teiros : na rua das Trincheiras n. 14.
tsr Aluga-se um primeiro andar na rua
de fora de portas passando a intendencia da
parte da mar grande n. 135.
tsr Joaquina Jos de Santa Anna Barros ,
faz sciente ao respeitavel publico que tendo
de dar este anuo dous de seiis alumnos por
promptos das primeiras letras o nao fez por
inconvenientes, que occorrero; porem sci-
entilica que no principio ou meio do anno
vindouro haver exame para elles e segundo
o grao de approvago se publicar por esta fo-
Iha os seus nomes para o mesmo publico co
nhecer o quanto elle se esmera com toda a
circumspecco no adiantamento e aptido
de seus alumnos, e que para so se nao
poupa a qulquer trabadlo que diz respei-
to ao bom ensino e prosperidade dos mes-
mos.
tsr A pessoa que tem um papagaio na rua
Direita n. 110 amis de um mez sendo
um que tem um pedazo de corrente de ferro
no p esquerdo muito bonito falla mili-
to bem a tem acabeca alguma cousa einzen-
tada ; sendo o tal queira annunciar para se
mandar buscar e dar a gratificaco que se
annunciou pelo Diario de Pernambuco.
tsr Djzapareceo um rapaz de 11 para 12
annos da casa n. 17 na rua do Collegio sa-
bio no dia 16 do corrente chamase Manoel
Dias levou vestido caiga azul ; quem do
mesmo souber ou tiver noticia roga-se por
muito favor annunciar ou dirigir-se a mesma
casa cima.
COMPRAS
BT"Uma carteira que nao seja muito gran-
de equeeat^ja era meio uzo : na rua Nova
n. 5 junto a venda do Lima.
tsr Um paliteiro de prata sem feitio': na
rua Direita n. 10 ao p do beco de s. Pedro.
tsr Papel sujo para embrulho a 100 rs.
a libra : na travessa do Rozario n. 1.
^ W Um carro de duas rodas usado ; quem
liver annuncie.
Aluga-se para se passar a festa
dos melhores sitios que ha na Matriz da Var-
zea no lugar Amhol com casa nova, mui-
tas fructeiras com bando no fundo do sitio ,
por estar sobro a margem do mesmo rio ;
liiem o pretender dirij-i-se ao mesmo sitio ,
que he oonhecido por sitios da mogas.
tsr Da-seat 300ji rs. a juros de 2 por
oento sobre pinhores de ouro e prata e ven-
de-se urna secr-taria de amarello envernisa-
da com 3 gavetas grandes e outras pequeas,
e um arir.ario em cima envidragado : na rua
de Hortas n. 46
Aluga-se urna prcta para o servigo or- /
VENDAS.
^Oiv* Folhinhas dealgibeira com os nomes
dos empregados pblicos de toda a provincia:
na praga da Independencia loja de livros n.
57e38 ou6 e 8.
tsr Tijolos de limpar facas e amarelos a
200 rs. algalias e velas elsticas para curar
carnosidade e dor de pedra a 520 cada uina ,
lamparinas de pao a 60 rs. a caixa fsforos
a 60 rs. cada um fita de velndo preto para
cabega de sen hora a 200 rs bicos rendas
estreitas e largas facas e garfos de cabo de
marfim, ditas oais ordinarias, thesouras don-
radas finas velas de carnahuba a 320 a li-
bra suspensorios de borracha meias de
Igodo para homem a 180 o par e de se-
nhora muito finas a 440, estojjs de navalhas,
superior agoa de colonia e muitas outras
cousas : na rua larga do Rozario n. 55 loja
de miudezas baratas.
tsr lima duzia de cadeiras de palhinhas ,
um canap duas bancas de sala ludo de
oleo e urna mesa redonda de angico por pre-
go commodo -, na rua da senzala velha n. 58
segundo andar.
^.cy Retalhos de chitas muito finas a 120
el60ocovado: na loja de Carioca & Selle
na rua do Queimado n. 13.
ri h- c Lencos de cambraia e de fil para mo,
suspenserios de borracha pegas com 10 va-
ras de bico estreito a 800 rs. a pega : no at-
ierro da Boa vista loja n. 48.
tsr Urna barretina de guarda nacional em
meio uso pelo mdico prego de 4 rs. e
um candieiro francez com globo de vidro pa-
ra qulquer estabelecimento ou meio de
sala : na rua da Ordem Terceira de s. Fran-
cisco n 20.
tsr Saccas com boa farinha a 2560 a sac-
ca mann em caixas de 16 libras por prego
muilo commodo : na rua da Moeda n. 8.
l'm ptimo escravo por ser mogo e
sadio o de bonita figura : na pracinha do
Livramento loja n, Si.
tsr Queijo parmeso de superior quali
dade as libras barrisinhos de vinho do por-
to de 10 caadas eoutros gneros na pra-
ga do Commercio n. 39.
tsr Um escravo do gento de Angola, mo-
go com ofliciode carniceiro. o refinador de
assucar sem vicios nem achaqu \s; na rua
das Trincheiras n. 34 por cima da venda
er Urna porgo de milbo da trra su-
perior farinha dita arroz de casca dito pi-
lado brinco tudo pela med'da velha e por
prego commodo : na rua do Rangel venda
da esquina que volta para o trem n. 11.
mr Potassa da Russia a 2"0 a libra : na
rua da Cadeia do Recife n. 10.
y Semen tes de nabo, rbanos, rabanetes ,
alface couve trounbuda e lombarda repo-
Iho salga espinafre coentro e mustar-
da todas muito novas : no atierro da Boa
vista n. 78.
tsr Um passaro seriema muito cantador:
na rua largado Rozario n. 27.
tsr Um pianno de S oitavas por prego
commodo : na rua de Apollo pidaria n. 20.
orSal do Ass a bordo da Sumac Delmi-
ra indiada defronte do trapiche novo; a
fallar com o seu proprietario Antonio Joa-
qnim de Sousa Ribeiro.
t" Urna porgo de taboado de pinho viu-
do do Porto proprio para fundos de barricas :
a tratar com Antonio Joaquim de Souza Ri-
beiro.
tsr Um ptimo bergo de Jacaranda urna
cama e urna mesa de meio de sala : nos
Affogados em urna escola de meninos. *
tsr 4 escravas mogas com boas habilida-
des nao se veodem estas escravas por terem
defTeito algum e sim por ter fallecido sua
senhora ; um escravo bom carreiro traba-
Ihador de todo o servigo de engenho um
dito bom para tomar con la de um sitio pois
sabe bem planta-loe limpa-lo ; um moleque
do 16 annos bom para o servigo,de urna ca-
sa : na rua de agoas verdes n. 44.
tsr Barris grandes e pequeos com supe-
rior vinho do Porto para engarrafar caixas
com vinho de Bordeaux, ditas com vinho
de musnalel latas com sardinha ditas com
hervillias conservas de todas as qualidades ,
vinho engarrafado licores finos de varias
qualidades, sag de primeira sorte farinha
de aramia, paios lingoissas, presunto, que-
jos londrinos espirito de vinho de 36 graos
proprio para marcineiro e chapeleiro: na rua
Nova venda n. 53 ; na mesma aluga-se o
primeiro andar do sobrado n. 55 da mesma
rua.
ta^ Vinho do Porto, sherris,c!aret, cham-
panhe agoa ardente de franca genebra ,
serveja branca e preta vinagre branco, con-
servas, mostarda alcaparas quejos lon-
drinos
presuntos para hambre sal refina-
do passas mili las salmo e sardinhas
em latas tinta de marcar roupa sedlit em
caixinhas e vidros carros de mo para con
duzir atterro chicotes de estratos ditos de
bolieiro ; saceos de tapete para viagem, urna
porga* de garrafas vasias : na praga do Com-
mercio armazem de Joo Carrol & Filho.
^sy Chapeos de seda para senhora eme
ninas toncas cheles de seda e mantas ,
pescocinhosde todas as qualidades, luvas e
meias de seda calsado para senhora e meni
as fitas de todas as qualidades e bicos
muito baratos em porco sedas brancas pa-
ra vestido capellasde llores finas caixos ,
e guarnigoes para vestidos perfumaras ,
bonets para homem e meninos chicotes de
estalo e sem elle meias de seda luvas de
pellica, suspensorios de burracha de todas
as qualidades bengalas de cana tudo por
prego mais commodo do que em oulra qual
quer parte: no atterro da Boa vistan. 11.
tsr Queijos da suissa de grnyere e neuf-
chatec mages, biscoito francez, conservas
deervilhas, sardinhas, lingoigas endauba-
ges de endoillettes cerveillals, azeite doce
fino em gigosa 8o00 mustarda fr. rap
de Hamburgo a Iji e 2t rs. a garrafa cha-
rutos da Havana superiores vellas le esper-
macete em caixas de 24 libras de 6, 7, e 8
em libras sal refinado em embrulho* vi-
nho tinto e branco de Bordeaux de difieren-
tes qualidades em caixas de uina duzia a 6,
7. 12 at 22ji dito engarrafado de 210 ,
320, e 400 rs. vinho de madeira seca su-
perior, muscatel frontignau e champanhe
las marcas contiendas de 24, 28, e 50j, dilo
rnauss ( immilacao de charnpanhe ) licores
le muito linas qualidades ; agoa ardente de
franga absinthe serveja, agoa mineral de
seltg e batatas todos estes gneros e ou-
tros vendem-se a prego commodo : na casa
de Fernando Lucca na rua da Cadeia velha
numero 16.
ter Sacas com milho novo a 4 rs. no
armazem de Antonio A mies Jacome Pires no
caes da alfandega.
ca^ Um engenho com tres quirtos de le-
goa decomprido e meia de largo moente
e corrente de agua distante desta praga 3
legoas ; quem pretender anjiuncie.
tsr Urna padaria com todos os pertenece
prompta a trabilhar sita no attnrro dos
\Rogados, e urna bomba de bronze de paten-
te propria para . n. 31 casa de Silvestre Jo mento.
tsr Barricas com farinha sss no forte do
Mattos armazem do snr Mendonga : a tra-
tar com Francisco Alvos da Cunha na rua do
Rozario n. 13.
tsr Pegas de bicos estreitos a lj rs. e
1440, fitas largas lavradas e lizas, abotua-
iluras de massa o duraque orulos de arma-
go de grao e de cores : na rua do Cabug
loja de miudezas n. 4.
tsr Barricas com farinha de trigo de va-
rias qualidades caixes com chapeos de bae-
ta caixas com lio de sapateiro latas com
as verdadeiras pillas da familia e bichas
de Hamburgo muito grandes: na rua do Ro-
zario padaria de Francisco Alves da Cunha.
v tsr Lengosde fil de linhc de 3 pontas ,
ditos de cambraia para mo tanto para se-
nhora como para meninas, bicos estreitos
em pegas de 10 varas a 800 a pega suspen -
sorios de burrrach* e outras canquelherias
por prego commodo: no atterro da Boa vis-
ta loja n. 48.
tsr Urna preta da costa moga, muito fi-
el e de bonita figura e muito bo.i quitan -
deira : na rua d- Madre de Dos n. 1.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia lo do corrente um mo-
leque de 18 annos com caigas e camisa de al-
godo da trra, tem na espadua direita a mar-
ca F, tem urna ferida em urna perna, rosto re-
dondo, baixo porem reforgado, tem no alto da
cabeca urna calva : quem o pegar leve ao beco
do capim armazem de mulhados n. 144 que
ser recompensado.
.ja No dia 15 do corrente fugio urna negra
do sitio da Capnnga de 14 annos, altura do
7 a 8 palmos, oor preta cara chata ves-
tido de riscado sujo de nago angola de
nome Mara anda bugd tem no peito es-
querdo a marca Pe as espaduas R ; quem
a pegar leve a loja de cabos defronte do Cor-
po Santo n. 17 que receber 50> de grati-
ficago
tsr Em a noute do dia 16 do corrente fu-
gio um escravo de nago Mogambique, de no-
me Daniel baixo falla muito atrapalhado ,
tem um talho no brago direito procedido de
um couce de cavallo secco do corpo bar-
bado levou vestido camisa de estopa, e cai-
gas de algodao de 40 annos ; quem o pe-
gar Wwe ao Mondego sitio da viuva do tenente
coronel Costa Rebetlo ou na rua do Colegio
n. 5 que ser recompensado.
y No dia 16 do corrente fugio urna pre-
ta Je nome Domingas, de nago baixa ,
grossa quando anda bota a barriga para fo-
ra cara um pouco indiada cor preta, p.
pequeos com urna cicatriz na frente do
pescogo proveniente de urna pustema ,panno
preto ja velho e cosido em algumas partes
com linda branca levou urna trouxinha com
varios vestidos foi es'-tava de Romo Fran-
cisco de Souza ; quem a pegar leve a rua Di-
reita n 45 que ser recompensado.
tsr Fugio no dia 11 do corrente um ne-
gro de nome Antonio baixo, grosso do cor-
po, pouca barba levou vestido caigas pre-
tas camisa dealgodSo da trra e um cha-
peo preto e he serrador; quem o pegar le
ve a ruada praia n. 35 serrara de Constan-
tino Joze Raposo que ser recompensado.
tsr No dia 15 do corrente fugio urna ne-
gra de nago, e nome Benedicta cara com-
prida nariz regular cbelos pretos boca
regular, com faltas de den tes na frente cor
preta secca do corpo, mos 9 estatnra regu-
lar tem os ps seceos com os dedos gran-
des abortos mais que os outros, de 35 annos,
levou vestido de chila de assento azul com
palmasamarellas c por detraz routo de pu-
xavante e ja sujo pergunta-se quem he a
senhora diz que he Mara Simianna ou snr.
Cazuza falla a trapalhada por sua convani-
p.ncia fui vista na mesma noute alhe as 10
horas da noute atraz do calabouce e foro
a levar casa da dita Mara Simiana assim
bueira fazer o favor de a levara 'ua Nova ar-
mazem de trastes n. 67 que ser gratificado
generosamente.
RECIFE NA TYP. DE mTfTdE F. = 18.


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