Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04847


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Full Text
Airnode 184. Segunda Feirr 19
Tndo agora depende de nos nesroos ; da nmu prudencia moderar; 5o e energa : con-
liaueraos como principiamos aeremos aponlados cun admirarlo enlre aa Nacoes aaaia
alias. C Proelamacao da Assemkla Geral do BitiL )
{PARTIDAS DOS C0RP.E10S TERRESTRES.
Goianna Parahiba Rio ;rande do Norte aeganda antas feraa
Bonito Garanhuns a 40 e 24
Cabo Serinhaem, Rio Formoao Porlo Cairo Mareio Alagla no 1. 14 J.J
Bua-riata e Flores 129. Santo Ant.io quintas feiras. Olinda todos os das.
DAS DA SEMANA.
19 Sg- Fausta. And do J. de I) ds 1. t.
50 Tere, jejum a. Domingos de Silos Ab. Re. And. de J. D.
21 Quart. Tome' Ap.
} Qaint. Honorato M. Aud. doJ.de D. da2.T.
53 Se. Serruli a Isogado. Re. Aud. do J. de D. da 4. t.
ji Sab jej Gregoriq M. Re. Aud. do J.de U. da3.T.
55 Uom. ascimento de N. S. Jeius ChtUto.
da J.
de Dearembro. Anuo XVIII. W. M.
O Diario publicase todos os dias que nao forero Santificados : o preco d assignalura ha
de tres mil rrii por quartel pajoi adiamado*. Os innanci* dos alienantes* sao inserido
erans eos dos que o n.iofor-m ra?.io de HQ reis pof linlia. Aa rerlamacoes dcTsaa ser
dirigidas a esta Tipografa, ra das Gruas N. 34, ou a prea da Independemia loja de lirra
Numero 6 t 8.
CAMBIOS fiO DA 17 DE DE7EMBR0.
Cambio sobrs I ondres 27 J Nominal.
< Paria 351) reisper franco.
Lisboa 100 por 100 de premio.
Moeda da cobre 3 por 100 de desmonto.
Ideas de letras de bota firmas 1 J.
Ouno-Moerlade 6.100 V.
n N.
de 4,000
PlT-Pataooea
Petos Columnares
k diloa Mexicanoa
asioda.
compra venda.
15,000
14.80J
8.3J
1,750
1,760
1,750
1,640
15.WJ
15U03
BSOU
1,770
1,770
1,77o
1,180
Preamar do dia 19 de Dezrmbro.
1. a 6 horas a 54 m. da manliaa.
J. a 7 horas a ISm da tarde.
Lna Nora
Quart. cresc.
I.ua clieia
Quart. sin,'.
PHASES DA. LA NO MEZ,
? i 1 hora e 56 m. da manli.
9 aa 8 huras e 7 m. da tard.
17 as 4 horaa e 26 ai. da tard.
24 s 2 horas e 26 m. da tard.
DE DEZEMHRO.
PARTE OFFICUL
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 10 BO CORRENTB.
OfBcio Ao inspector da hesourari da
fazenda ordenando ju vista da folha ,
que llie remetter O commandante das arm mande pagar a todos os cadetes do batallio
provisorio de primeira linlu que segu pa-
ra a corte, um biennio deseos rencimentos.
Odiciou se a respailo ao commandante das
armas.
DitoAo mesmo determinando, que
mande abonar ao ommand auto do batalho
provisorio decagadores de linlia a quantia de
36*o00 rel para pagamento de um biennio
de (tr'damento adiantado ao cadete do mesrao
batalho, BsitaVo Paes Barreta. Cummu-
uicou-se ao commandante das armas.
Dito Acamara municipal do Brejo, sig-
nificando que approvou a arrematago dos
disimos de miuocas daquelie municipio pela
quantia de 1510000 reis.
[)it0 Ao engenheiro em chefe das obras
rendas pravinciaes e do director do licoo, pe-
lo qual vai ser responsabilisado.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda ordenando que em presenta da folha,
que Ihe mandar apresentar o commandante
das armas, minda dar a importancia nece-
saria para coimdorias d'embarque dos olli-
ciaes o cadetes do batalho provisorio e ba-
talho 8. que partem para a corta a 12 do
correte.
DitoAo delegado do termo de Flores,
significando que por ora n,io pide ser satis-
rita a requisito que faz da quantia de reis
1:0001* para ser applicada aos concertus da
matriz daquella fregueSia por nao o permit-
tirem as actuaes circunstancias dos cofres pro-
vinciaes.
Portara-Ao commandante do brigue=lrn-
perial Pedros determinando que transpor-
te para a corte e entregue ordem do Exrn.
Sur. ministro da marinha o Americano V."
Allem que foi engajado para o sarvigo da
armada nacional escacha depositado a teu
bordo.Communicou se ao inspector do ar-
senal de marinba.
OTicio Ao commandante das armas, d-
zendo, expega suas ordens para que seja
do l'oncano Jos da Fonceca eserivo Bin-
deira sejulgou procedente o recurso e se
mandou remetter o processo.
Na appeaco crirno do juizo da exmela
Ouvedoria i; Corregedoria de Olinda appe!-
lante a justica e appellado Vicente Caetauo,
eserivo Bandetra se julgou pela conlirma-
co da S4ntenga.
A appellaQao civel da comarca das Alagoas,
pp'dlantes Francisco Leocadio Vioira e sua
mullier e appellado Joo Caetano Barbosa ,
eserivo Jacomo se "mandou descer para o
juizo daprimeira vara docivel desta cidado,
para se proceder a avaliac-io.
Osembirgos de Ricardo Rogers contra !\Ia-
noel Antonio Charos na causa da appdlago
civel da ddade da l'arahiba eserivo Fer
reir forio despresados mandando-so cum-
prir o accordo embargado.
ajgaj
O interets.es da Inglaterra e os do Tira
til na queslco de tratado.
publicas, communicando ter approvado o recolhitlo ao corpo de polica limdeserali
regulamento para os conservadores das estra-
das da provincia qu aeompanhou o seu of-
ficio de 2-2 de novembro ultimo.
|)to Ao juiz dos orfos desta cidade ,
ordenando que- na forma da lei chame a
responsabilidad o eserivo do seu juizo por
cnstar d* certidaO pissada pelo dito eseri-
vo eque por copia llie remelle ser Clara
Mara d<> Monte tutora legitima de seu lho
menor Domingos Carlos Xavief e nao ter el-
lo fetoesta declarado, quindo Smc. m indon
entregar o referido menor ao lente-coronel
commandante do bataliio provisorio para
sertlr na respectiva msica.
Dito Ao inspector ta thesouraria da fa-
zenda determinando em consequencia de
requisico do delegado do termo de Flores ,
que mande pagar ao mejor Antonio da Silva
Cusmo a quantia de 134*600 reis que se-
gundo consta da conta que lhe remette ,
despendeo o dito delegado com a compra de
sette bois para fornecimento do destacamen-
to de primeira linha ali existente, e com
outros objectos do servido publico. Partici-
pou-se ao delegado do termo de Flores.
Dito Ao commandante do brigue=?lm-
perial Pedro=: dizendo em resposta ao sou
ollicio de 7 do correte que deve remetter
ao chefe de polica o marinheiro I'ortuguez ,
Joo de Souza Ado alim de proceder con-
tra elle na forma da lei pelo fado de nao
ter trasido passaporte.
PortaraAo memo determinando que
largue para a corto no dia 12 do correnle e
nesse mesmo dia farja tambem seguir para a-
quelle porto o brigue eeeum =s Nictheroy =,
depois que tiver recebido a tropa que nelle
ha de embarcar e as ultimas ordens da Pre-
sidencia. Expediro-se as precisas ordens
para a s;:hida lia barca de vapor =Bahiana=,
e do patacho =Pirapama=.
Officio Ao chefe da iegio de Santo An-
tao autorisando-o mandar dar a guarda de
honra que em ollicio de 5 do correte in-
forma ter pedido O thesoureiro da festa do o-
rago daquella freguesia que ter lugar em
odia 17 do futuro uuz.
Dito A cmara municipal do Limoeiro ,
dizendo que nao pode ter lugar a reinlegra-
5o, que pede em offleio de 5 de outubro ulti-
mo do prol'essor de grammatica latina da-
quella corncea Mano. I Alves Pe re ira ; por
ter sido demitlido em consequencia de ha-
v r abandonado a calen m e aloin d'SSO in-
eorrulo nocriine de falsilic gao d'um despa-
cho da Presidencia i de um lUestado do en
carregado da vaccioa o pflueUe municipio, 00-
punido na forma da lei o desertor do mes
mo eorpo Jernimo Gomes que segundo
informa o respectivo commandante geral a-
clia-se com praga no batalhao de infantaria
de guardas nacionaes destacado. Partici-
pou-se ao commandante geral do corpo do po-
lica.
DitoAo juiz relator da junta de justi-
Qa remetiendo o processo verbal feito ao
capito de infantaria de guardas nacionaes
destacado Francisco de Assis Mendcs Gui-
maraes afim de que depois de visto o -
presente em sessSo da dita junta
Dito Ao mesmo preven i ndo-o de que
tem designado o dia 13 do correte para ses-
so da junta de justica hora e no lugar do
custume. Offlciou-se ao commandante das
armas para mandar avisar os membros mili-
taros da referida junta e ao presidente in-
terino da relac/io para convidar aos vogaes
todos.
TRIBUNAL DA RELAgAO.
sessaO de l7 de dkzembuo de 1842.
O aggravo de peticio do juizo do civel da
primeira vara desta cidade aggravante Joo
II. Dencker aggravado Jacinlho Jos Cabial
da Cunha ; foi prvido.
Os embargos de Joo Anastacio da Cunha
eontra D. Anna Nobre de Almeida oppos-
tos na causa da appellaQo civel desta cidade ,
'scrivoBindoira foro despreeados mandan -
do-se cumplir o accordo embargado.
Os embargos de Francisco de Moraes Reg
Turtaruga contra Felis Manuel de Moraes
Reg, oppostos ao accordo proferido na cau-
sa de appellarjo civel do juizo dos orfos da
villa do Porto Alegre esccivo Reg Rangol,
foro despresados mandando-se cumprir o
dito accordo
Na appellago crime da provincia do Ca-
r appellaute Jos Antonio Torres Bandei-
ra appellado Francisco Jos de Souza es-
erivo Jacomo foi julgado ao appellado sem
acQo e absolvido o appellante do crime por
que foi aecusado.
Os embargos do Catharina Carneiro de Sen-
na e Mauoel Joaquim Vianna contra Izido-
ro da Cunha Mallos na causa de appellaco
cive desta citlade eserivo Bandeira ; fo-
ro despresados.
A appellatjo crime do juizo da paz da Boa-
vi-ita appellante o juizo e appellado Joo
PRIMEIKO ARTIGO.
Grabas ao espirito analytico dos publicis-
tas doseculo passado e vulgirisago das
luzes encelada pela b^m fazeja publicagao da
Encyclopedia de D'Alambert discutidos e
reconhecidos os direitosdo homem extinc-
ta a crenca no direito de mandar por tr.tns
missfto divina proclamada a igualdada civil
e poltica respailada a consciencia religiosa
e a dignidado do cidado os Estados oc-
cidentaes da Europa e squelles que na A-
merica d'elles hordro coui o sangue a v\\-
gifio as leis a linguagem, o os aostumes,
constituiro-sa depois dos abalos ter r i veis ,
mas inevilaveis da transiso se qo pode-
mos dzer no grao de perfeico de que he
susceptivel a natureza humana ao menos
em circumstancias incomparavelmente supe-
riores aquellas em que jazio anteriormen-
te. Da fraternidade entre os eid.tdos do
mesmo Estado esperrSo os homons genero
sos instruidos e por isso mesmo rzemptos
don prejuizos to vulgo que seria fcil pas-
sar frulernidado da NagcVis : a consequen-
ia era lgica mas os preconceitos e as pai-
xes nao o sao. A lula sanguinolenta entre
os inleresses que succumbioa rusto, e a-
qoelles que ao naseer se moslrro por menos
seguros mais crueis tornou possivel a ros-
surreQo do imperio da forga bruta o Bona-
parte fatal necessaVlade eneoudeudo entre
coroas de myrto a mo de ferro com que
retve o impeto desordenado dos novadores ,
pode ultrapassar a meta do necessario e
quasi ia fazendo relrogr-dar a humanidade
para oslempjs de Ciarlos Magno. Os direi
tos do cidado fcro submergidos debaixi
das llores da gloria e as tentativas de fra-
ternisac,flo entre os povos licro ncubertas
pelo estrepito das armas : porem o abuso da
forc,a enfraquoceo a forga Bonaparte cahio.
e ento vimos um congresso dos vencedores
e dos vencidos estipulando na Europa elitista
normas para as rela<;es dos Estados. De
corlo os antigos hbitos de astucia e dis-
sirnulaco de mentira e perfidia de cor-
rupcao de todas as qu tlidados nao foro, nem
podio ser instantaneamenle banidos da di-
plomacia porque desde os lempos histricos
o engao foi seu lim ; os vicios seui agentes.
Com ludo j consolava quem anlevia o vin-
douro e anda consrvava amor huuiani
dada, overapontaro germen da substitui-
do do pacto da intelligencia e da razo
ao aciso oscillauto das baUlliM forga bru-
ta das armas ; pareca que na consliluigo
leo da fbula os fiaos f.iro contemplados
por decencia o firma to somonte porem
tributoii-se respeito primilla Ta razSo e
reconheceo-so a uldado de ceder antes >
nao depois de mort's e estragos inuteis. Se-
meou-se o germen da sublituigo dos con-
gressos s guerras e fecunda em bms pira
a humanidade tem sido essa substituico.
Que periodo da historia do mundo nos a-
presenta como temos visto da entio para
c pertode trinta aunos sem urna guerra ,
que tal nome mereja na Europa ? Nom so
diga que tem faltado qii'sWss que a moti-
vassem Muitas e prenhes outr'ora do moti-
vos para intrmin.iveis guerras tem surgido
n'este dilatado periodo. A Polonia tentan-
do reconstituir a sua nacionalidad), e co-
movendn as almas generosas do toda a Euro -
pa a Giocia o a Blgica erigidas em reinos
com manifest sacrilicio de seus dominado-
res despartan lo ciumes e recoios entre os
maiores Potentados do mutilo, a Frange
dando s monarchas que a rodeio o exern-
plo assustador da expulso do ramo primo-
gnito de urna dynastia de quatorza seculos ,
a llespanha dilacerada por successivas dis-
cordias. cujos Chafes tem sido apadrinhados
com intenges oppostas por Nags podero-
rosas o Imperio de Mafoma cahindo a pe-
dagos ardantemento cubigaos pela Russia ,
cujo gabinete nao ignora que da trra he e-
nhor quem as guerras tem o imperio do mar,
eis-ahi materias inflammaveis que ha cin-
cuenta annos fario arder em guerras a chris-
tandade derrainando-se ros de sangue ,
suspendundo-seo andamento da industria,
do commercio da civihsago consumin-
do-se o producto livre do trabalho com do-
brado prejuizo >ii humanidade para a tidal
ficarern as cousas como antes ou peor.
Grande tem sido pois o aperfeigoa-mento
das relagfles entre-nacionaes n'estes ltimos
sais lustros e nada menor o proveito que
d'esse aperf "igoamanto tara cabido huma-
nidade. Longe estamos nos com ludo de
chegar ao termo da perfeigo reguladora d'es-
sas relagi-s. Trinta annos apunas basto pa-
ra a educago de um individuo para a dos
Estados sao precisos seculos. Demos graga*
a Dos pelos bens que nos tem feito e pra-
za ao ceo que os directores da sorto dos po-
vos se nao afastem da vereda encelada, e en-
tre tanto que os progressos da razo fazom ver
s iotelligeocias mais atrazadas que o mun-
do he urna fabrica eo homem um operario,
que sendo mais perfeito o mecanismo da fa-
brica e mais bemescolhida a natureza dos
productos que ella pode dar maior o nume-
ro e a aptidlo dos operarios mais abundan-
tes maiores e mais baratos sero os fabri-
cos maior e mais geral a felicidada do ge-
nero humano entre tanto que esses prejui-
zos que limitan em cortos mares ros ou
montea o amor do homem pelo homem e
retulho o u isso globo em districtos de ami-
gos e do inimigos entre tanto que todos se
convencen) que a felicidade de um povo rs-
dunda sempro em felicidade commum a
que obstar a essa felicidade ha ser criminoso
de lesa-humanidade que desorganisar os
ineio.s de produego em qualquer parte do
mundo he a mais nociva maldade do egos-
mo de que cedo ou tarde tambem he victi-
ma o proprio egosta entre tanto que a dif-
fusSo das tutes, e oconhecimenlo dos in-
leresses permanentes da humanidadadssipo
os erros mais prejudiciaes ao genero humano,
forgosoue nao nosdeixarmos immolar pelos
gabinetes mais fortes ou mais astutos e
para darmos s resoluges de quem houvar
e regular nossas fuluras relagd'.'s comrner-
ues o appoio e a forga da conviego puhli-
Domingos da Silva eserivo Reg liangel se ido Ilustre. Areopago se deacubria a condem- lea principiemos boje a examinar por
julou improcedente o recorso. I nagfto dos duolloa entre-nacions lados com os olhos sofitos no inl
todos
julgou improcedente o recurso. Inagaodosdi -nacionaes. lados com os olhos s filos no interesse
-. Na appeUaglo crime do jury do Ro Gran-; Todava-oa par til ha ti pujos do 8e*lla| Bratileiroa imporUntiasima quesUo do Ira-
nio consta de Informagoes da thesouraria das | de do Norte appellaute a justiga appella- Fraoow a parla dos fortes um li fui como a du| lado com a Inglaterra.


*
2
Se he vrdade que os tratados commercia-)
es muitasemelhanga tem com os esponsaes ,
nos priinpiros como nos segundos convem nao
dar o sim final sem previo maduro e com-
pleto exame das consequencias prximas e
remotas do sim fatal. Sa he innegavel que a
difirenos de organisago he nos consorcios
nutr moniaes. a condicgo primaria do con-
tracto nao he menos certo que a diflferenga
as circumstancias interiores de dois povos .
na qualidade ou natureza de seus productos
he igualmente a condigo primaria para a
possibilidade de qualquer tratado commercial.
que possa pela sincera reciprocidade das van -
tapen ser espontneamente acceite. Ora
n'este particular as circumstancias do Brazil,
e as da Inglaterra parecem totalmente adqua-
da5 possibilidade d'essa reciprocidade. As
differengas entre o seu e o nosso estado inte-
rior sao completas, ludo quanto nos falta
Ihes sobra tu lo quanto nos sobra lhe he
negado pelo seu solo. L he superabundan-
te a populaco a nos 'falto-nos bracos e
infelizmente cada vez nos faltaro mais por
que as faccoes patricidas sem plano ou ten-
dencia alguma de nlilidade nacional sequo-
sas nao de gloria fundada no bem pulico ,
mas de vingangas pucris, de mando e dinhei-
ro auxiliadoras natas dos projectos do ga-
binete que medita a nossa ruina, nSo s de-
sejo augentar quanto estrangeiro til nos
rem judar a introduzir a civilisago no Bra-
zil mas nem deixo ao governo cu-
io principal dever he manler Ilesa a au-
toridrtde de que he depositario o tem-
po necessario para descubrir um plano cuja
execug.o torne possivel povoar-se o Imperio ;
l falto vveres e morrem esfaimados todos
os anr.os centenares de cidados aqui to
prodiga he a natureza que a nimia fartura
cria a indolencia e a preguiga l falta a tr-
ra ao homem aqu falta o homem trra ;
l abunda o ferro e o carvo mineral, nos
faltao-nos essas duas bases mais preciosas da
industria humana mas temos diamantes
para abastecer todos os mercados do mundo ,
e de ouro nAo he avaro o nosso solo ; entre
nos no existe industria fabril mas a rique-
za do solo suppre por em quanto essa falta ,
las manufacturas de tecidos do prodigiosa
quantidadede productos mas a nossa agri-
cultura postoque impereitissima submi-
nistra-nos mais que o necessario para haver-
mos esses productos; nos falto-uos sabios
artistas e operarios em todos os ramos do
trabalho a Inglaterra ve-se acabruuliada
com o excesso de artistas e operarios habis,
n'uma palavrs o que huma das nagGes tem de
mais falta outra o consorcio he pratica-
vel as circumstancias dos dous povos pare-
cem deve-lo tornar fcil e sincero.
Da nossa parte existe na realidade essa
snceridade porque a posigo do Brazil he
clara e simples e asolugo do problema no
qu'j lhe diz raspeito da translcida facilida-
a. Para nos a questo reduz-se a trocar
os nossos productos pelos que nos falto sob
condges de perfeita igualdade. As nagfos,
que maior igualdade su prestarem sero a-
quellas que mais amigas se mostro do Bra-
zil e aquellas que o nosso governo dever
preferir sob pen de lesa-nago. Entre essas
nagdes nao figurar de certo a Inglaterra o
problema para ella he mais complexo e ha
muito tempo que o seu gabinete ao qual
ninguem com justiga negar acrisolado pa-
triotismo e alta indiligencia medita so
bra os meios de o res^.-r em proveito exclu-
sivamente seu. Se iota nago fosse adoles-
cente, como a nossa, e a sua posigao izempta
da comolicago de outros interesses mais im-
portantes para ella do que as suasrelagOss com
o Brazil poderiamos esperar sincera recipro-
cidade. Mas a complicagao das suas circums-
tancias c o imperio absoluto de seus inte-
resses ; hSo de leva-la irresistirelmenta as
suas relages comnosco a ter nicamente em
vista impedir que fiquemos senhores de corn-
merciar como entendermos e ainda mais
que nos liguemos com alguma potencia que
sincera na sua reciprocidade contribua para
o desenvolvimento da produego Brazileira ,
conseguindo a Inglaterra d'esse. modo absor-
ver o producto livre do nosso trabalho.
Se provamos que essa deve ser a tendencia
do gabinete inglez podemos estar certos que
jamis se afastar d'essa tendencia ; a histo-
ria da Inglaterra deve convencer a esse res-
peito os mais innocentes e menos prvidos ,
e quaesquer que sejo suas proposigoes pro-
vadu que o interrsse inglez requer o sacrifi-
cio da produego Bjazileira bem louco esta-
r quem duvfdar que nessas propasiges vi-
ra o germen da nossa ruina e applicavel he
a bella idea do pico Latino Timro Dannot.
el ilona fcientis.
I laminemos se ra realidade o sacrificio da
prolucgfio Braziloira pode ser de interesse
poltica Britnica porque sendo-o deter-
minado fica de um modo gera) qual seja o
nosso na questo do tratado.
Assim que os Estados-Unidos se tornro
de fado independentes o governo Inglez
vio que ainda conservara a primasa do com-
mercio no mundo se de um lado' aportaste
mais os lagos que unem a India s ilhas Bri-
tnicas e do outro contribuase directa e
indirectamente para tornar indenondente as
colonias Americanas dos outros Estados Eu-
ropeos porque fazendo-as tributarias da
sua industria, e impondo-lhes condigs
commarcaes todas em seu proveito das an-
tigs colonias tirara maior lucro do que nun-
ca trro as mis-patrias. Nao so era na
mente do gabinete de S. James condigo da
independencia das antigs colonias America-
nas o monopolio do seu commercio masera
condigo nao menos-esseneial que os novos
Estados nunca prosperassem, de tal modo que
o augmento da sua produego tornasse im-
possivel a concurrencia nos mercados dos pro-
ductos idnticos das suas colonias da India.
A falta do reciprocidade as transaeges com-
merciaes arruinando os novos Estados, ou
pelo menos conservado-os estacionarios con-
tribua para os resultados desejalos mas a
prodigiosa fertildade do solo da America do
Suldealgum modo annulava os effeitos da
desigualdade no commercio e tornava mais
diffcil reduzi-la a esUdo cadavrico igual ao
do pobre Portugal era preciso dissolver esta
primeira causa de ruina n'um diluente ma'is
activo.
Havia muito tempo que para esse fim a po-
ltica de S. James tramava privar a Ameri-
ca do Sul de bragos, bem certa que d'esse
modo faria retrogradar a sua produego, Na
viciosa destruigo das trras e no exagera-
do ardor do clima achava ella obstculos qua-
si invenciveis para a colonisago da America
meridional, de modo queimpedindo a im-
portago] de Africanos deo por acbada a so
iugo do problema. Espalhou pelo mundo
seus mais habis diplmalas, e sob pretextos
de philanlropia e caridade chrisl a nem-
hum sacrificio se negou para conseguir seu
fim oceulto. Altiva exigente imperiosa
com os fracos, humilde e tortuosa perante
os fortes com arrogancia dissimulago e
baixeza obteve privar de bragos a America do
Sul, considerando-a como urna arvore de
que tencionava comer os fructos em quanto
pelos golpes que ia dando na raiz nao secasse
o tronco. Gente ha que deixa a vida a
quem entrega a bolsa, mas do nos exige o
interesse Britnico a vida e a bolsa ao raesmo
tempo.
O triumpho do gabinetodeS. James, mo-
nopolisando o commercio da America meridi-
onal e privando-a de bragos nao lhe pa-
recen nem sufliciente nem seguro e posto
jue a dilerenga entre a barateza do trabalho
na India e a caresta da produego que ella
nos causava j fosse bastante para cubrir a
dilerenga dos fretes demora dos capitaes ,
riscos de mar &c. para o Iriumpho ser per-
manente esta-se agora volvendo a activida-
de do prvido gabinete para a descoberta e
consolidago de novos meios de communica-
go mais rpida entre a Europa e a India do
que entre a America e a Europa. O mar ro-
xo foi sondado e tomadas com a sem-cere-
monia usual da Inglaterra as ilhas convenien-
tes a seus fins. Do mar roxo ao Nilo o espa-
go he curto e facilima a construegao de um
caminho de forro. Por essa estrada os gene-
ros da India coloniaes fico mais perto dos
mercados da Europa do que os da America.
Reunamos influencia da rapidez das com-
municages as tranzagOes commerciaes a
progressiva escassez e caresta dos produc-
tos Brazileiros, consequencia da falta de bra-
gos e confessemos que prxima est a po-
ca em que havemos de ver a Inglaterra ex-
clusiva senhora do commercio dos gneros da
zona trrida.
O Baeh do Egypto fiado na protecgoda
Franga, e receando-se com pleno fundamen-
to dos hbitos da Inglaterra mostrou re-
pugnancia em annuir execugo do plano da
communicagao ; mas o gabinete de S. James,
a quem nunca os obstculos izero mudar
de proposito tratou logo de enfraqu.cer o
poder do Pacha Vlahemet-Alli para consoguir
da porta o que elle lhe negava. O appoio que
a Franga dava ao Pacha difficultava a queda
do sen pode", mas to astuta foi a poltica
do gabinete Britnico que ligou todas as po-
tencias fortes da Europa contra a Franga e
o Pacha, bloqueou us portosdo Egypto, quei-
mou S. Joo de Acre e reduzmdo o Pacha
condigo de tributario obediente Porta, pro-
vou-lhe que da Franga nada tinha que espe-
rar e que a nao querer ser reduzido a me-
nos ou a nada deveria sem mais demoras
preslar-se a quanto ella exigase. Eis ah a
Inglaterra habilitada para ultimar a nova es-
trada da India como e quando lhe convier e
pode o leitor estar bem persuadido que os
obstculos dos homens ou da natureza, por
grandes-que sejo ho de todos ser venci-
dos. No mundo s a Bussia e a Inglaterra
tem mostrado persistencia e uniladenos
projectos de utilidade nacional, embora mor-
ro os monarcas embora mu Jem os gabi-
netes ,o a isso devetn a nosso ver estas duas
naguas o alto grao de esplendor a que che-
gro.
Da tornar a nova estrada transitavel pro-
vem Inglaterra varias especies de utilidade.
A de excluir dos mercados da Europa os g-
neros coloniaes da America he mauilesta e
tamanha que s ella bastara para a determi-
nar a quaasquer sacrificios tanto mais que
he esse o nico meio que lhe resta para unir
pelo interesse a India ao seu dominio. Mas
outra ha que nada cede a esta e deriva da
necessida le em que prxima raen te .se acha-
ra de correr em defesa do seu dominio na In-
dia. A questo do Oriente da Europa encer-
ra o germen inevitavel de urna guerra geral.
A Russa com seus grandes exercilos e sua
admiravel orgango militar, se nao fosse
conlida pela circunspeego da Prussia e da
Austria, j ha doze annos teria dado o signal.
e marchando ao Bosphoro e ao Rheno ao mes-
rao tempo ; na guerra pode ganhar perda
nao arrisca ; de quem mais receia he da In-
glaterra mas sabe que a forga da rival es-
t na India que s ah he vulnoravel, e os
levantamentos preparatorios que vo surgn-
do parecem obra sua. A Russa estudou a
astucia da Inglaterra para a derrubar do
mesmo modo que os generaes da Europa es-
tudaro a tctica de Bnnaparte para o vencer.
Ora se para acudir a urna invaso ou ale-
vantamento sbito a Inglaterra for obrigada
a dobrar o cabo da Boa-Espsranga, tarde che-
gar, mas preparado o caminho pelo mar ro-
xo poder l chegar com todas as forgas dis-
poniveis em menos de um mez, tempo in
sufliciente para a Russa l estar por trra.
To poderosos motivos ho de sem duvida
determinar a Inglaterra a concluir a obra co-
megada a descoberta de Vasco da Gama ,
est para ser inutilisada a celebridade do
cabo da Boa Esperanga vai icar puramente
histrica, e se a tempo nao tomarmos as pos-
siveis precauges a nossa ruina he to inevi-
tavel como foi a de Veueza, quando os Por-
tuguezes descubriro o actual caminho da
India.
O S. SebastiSo que chegu esta manb (18)
trouce-nos noticias do Norte at 28 do passa-
do do Para, at 5 do torrente doMaranho,
e ate" lOdo Cear : aquellas provincias fica-
vo tranquillas. Em algumas villas do Para
havia apparecido o Magello das febres que
sao sugeitos aquelles lugares : o governo ha-
via dado providencias para que o mal se nao
transmettisse a outros povoados. A assem-
bla provincial foi aberta no da 15 do passa
do : daremos noseguinlu numero o relatorio
do Exm. Presidente. A apurago final dos
votos para depntados geraes e senadores na-
da alterou do esseneial da lista que ultima-
mente publicamos.
No Maranhao a assembb'a provincial ainda
se nao havia reunido por falta de membros :
falleceo no dia 28 de novembro o bispo dio-
cesano D. Marcos Antonio de Souza. No Cear
a assembla provincial continua em seus tra-
ba I hos.
MISCELLANE4.
D. J0\0 OU A FALLAUA DOS INDICIOS.
CONT DO FORO PORTCGUEZ.
Ha sete annos que foi perseguido em Por-
tugal um individuo aecusado de ter propina-
do veneno a sua irm cansanguinea, no tem-
po que esta trazia no seio o fructo de seu a-
mor insestuoso Havia alguns annos que es-
te individuo chamado D. Joo viva reti-
rado n'uma granja ao pe de Estremoz na es-
trada de Lisboa para Badajoz As suspeilas
contra D. Joo, tinho tomado um carcter
to violento e to geralmente recebida era a
opnio do seu criiue que nao obstante des-
pender elle em actos de beneficencia e chari-
dade as tres quinas partas das suas rendas ,
o povo nem quera j acceitar as suas libera-
lidades, nem agradecer nem lembrar-s dos
beneficios passa.los. Urna s pessoa penetra-
va ainda na s.dido de sua morada era um
religioso de Esliemoz seu confessor e seu
esmoler. A dungAo e a frga do rumor -
cerca de urna aecusago que suppunha ao
mesmo lempo o incesto e o asssassinio des-
pertado a altengo da justiga. Urna algada
foi mandada tomar conhecimanto do facto. O
supposto reo obedeceu sem repugnancia s i-
Uges para comparecer e apresentou-se an-
te os juizes. Tanto das suas resposlas co-
mo dos depoimentos das tostamunhas se li-
quidava que elle fra creado desde a infancia
em casa de um rico negociante de Lisboa ,
que commerciava com o Brazil. D. JoSo ti-
nha tomado os appellidos deste negociante e
havio-no por isso em conta de seu illio na-
tural. Os depoimentos pareca p>em igual-
mente fra de duvida urna intimidada entre
elle e D. Josela flha nica do negociante ,
a gravidez desta e a sua raorte com todos
os symptomas de veneno immediatamento
depois de ter tomado das mos de D. Joo
urna preparagfto pharmaceutica. A mi de
D. Josea apenas tinha sobrevivido alguns
dias a sua flha e seu pai tinha-se retirado
um convento de frades mendicantes deixan-
do toda a su fortuna ao envenenador.
Esta ultima circunstancia ce rea va o negocio
de urna estranlia obscuridade. Se vehemen-
tes indicios depunho contra D. Joo, esses
indicios parecio annullados pela disposigo
do pai. Para sahir deste enleio os juizes or-
denro a tortura. Em quanto se aprestavo
os tormentos D. Joo impvido vista do
supplicio advertiu aos juizes que aquella ap-
parato era intil visto como elle eslava dis-
posto a esclarece-los sobre alguns pontos im-
portantes,nenhum torment bastara para lhe
arrancar urna palavra, alm do que elle eslava
disposto a revelar. Dsclarou que elle nem era
filho do negociante a quem devia a sua edu-
cago nem irmo de D. Josefa que seu
pai, rico negociante do Brazil, o tinha con-
fiado desde o bergo aos cuidados do seu cor-
respondente que por motivos que elle ig-
norava este tinha ajunlado ao seu nomo os
seus proprios appellidos e lhe trnha feitoa-
creditar que elle era o filho orpho de um seu
prente i que lhe aprouvera adoptar. Por
consequencia nunca ella poda contemplar
urna irm em D. Josefa que ligado a ella
por urna paixo terna e por urna promessa de
casamento elle fra aullior de sua gravidez,
e a Dos pedia perdo de urna o (Tensa que
tinha tengo de reparar pelo matrimonio
que elle mesmo tinha ministrado o remedia
que as incommoddades da gravidago tinho
feito necessario porque D. Josefa com medo
a seus pas lhe pedir que o encommendasse
elle mesmo na botica em seu proprio nome
precaugo que elle tinha tomado e que em
sua presenga fra preparado na botica e
sua vista compostos e misturados os ingre-
dientes.
Depois desta confisso perguntaro-lhe os
juizes se elle negava que D. Josefa morresse
envenenada. D. Joo derramou urna tor-
rente de lagrimas e responden que desgra-
gadamente sabia e podia affirmar que ella
niorrera de veneno. Esse veneno ia de en-
volta no remedio ? = Sim = E esse crime
ao boticario que deve ser attribuido ou sois
vos o seu author ? = Nem urna nem outra
cousa : eu e o boticario somos innocentes
D. Josela envenenara talvez ella mesraa.por
um senlimento de vergonha o remedio sera
vosso conhecimento para o im de commet-
ter um suicidio ? = D. Joo estremeceu de
horror, e tomou o ceu por testemunha da in-
nocencia da infeliz
Os juizes confundidos tinho suspendido o
interrogatorio para consultaren! entre si ,
quando um delles se lembrou de observar ao
aecusado que as suas respostas nao deixavio
logar sena* a fazer-lhe urna s pergunta, hor-
rivel na verdade mas indispensavel == E' ao
pai ou mi de D. Josefa proseguio elle
que deve ser imputado esle hornvel assassi-
nio ? = Nao respondeu o reo com firmeza,
simiihante idea pao podia passar-lhes pelaca-
bega e eu seria o mais perverso dos hornens
se ouzasse fazer-lhes urna tal imputado.
Quem ento o autor do crime pois segu-
ramente que o nao ignoraes ? = D. Joo re-
plicou que certamenle o nao ignorava m*
que nenhum supplicio seria capaz de lhe es-
torquir este segredo. A minha vida esta na$
vossas mos accrescentou elle ahi a len'
des disponde della ; por maiores que sejao
os tormentos em que me fagaes morrer fi-
les nao podem ser maiores do que os em qu
eu vivo. = Ainda bem nao ero proferid"
estas palavras ; e j o infeliz era amarrado
urna polc. j
Os ejecutores tendo um cirurgio ao pe ae
recebem o signal. As oordas que ligo os mem-
bros do padecente abrago o eixo da rol
na : e nesta posigo soflre o primeiro trac o
A forga desta machina infernal fei terrive -
ouve-seo ranger dos msculos e dss a' '.
lages, e v-se o rosto peito do martjr
berto de grossas gotas de suor; e com


5
B
nem ura s gemido Ihe escapa. O sceterado
que presidia operario declara a possibilida-
de de um segundo tracto porque o pulsi do
patnente nao eslava alterado nem rifraque-
cido. Comegavao os algO-'S un segunda
deslocago quando se v entrar na sala um
frade e bradar aos juizes que suspendi os
aprestos.
Os juizes do signal os executores afrnu-
xao a machina, o os me'tnbros destocados u-
nem-so e contrah-m-se. como se tivessem o
elaterio de urna mola. D. Jofio exhausto
com um execugao tio horrivl Tica no chao
sem Coreas e sem sentidos. Desgranados que
lizestes ? !. ( Exclama o religioso pondo
n'elle os ollios) Ai de vos que manchastes as
vossas mos nosangue de um innocente, pre-
para! os tormentos para o criminozo = E lan-
zando para sobre os hombros o grande capuz
que lhe cubra o rosto = Aqu tedes, o
pai... eoassassino de Josefa !
Todos recuaro de horror aoouvir esta con-
fisso os juizes ficaro atnitos mudos e
os proprios algozes olhavo para ello com es-
panto. Se queris disse elle aos juizes ,
ouvir a minlia confisso, as torturas sao imi-
tis ; e se nao applicai-asembora que ser
esta a vez primeira que o fareis com justiga.
_ O decano dos juizes ordena-Ihe que prosi-
ga. Esse malaventurado que ahi vedes sem
sentidos disse o Cenobita iliio de um
pai excellente, de um hornero que foi o mais
intimo dos meus amigos. Entregou-mo an-
da no hergo quando en fui ao Brazil procurar
fortuna. Enriquecido por vinte anuos de tra-
balhos elle fez passar durante est inter-
vallo s minhas mos som mas considera veis
para seu filho. O desarranjo dos meus nego-
cios e urna insaciavel cubiga inspiraro-me o
desejo de me fazer senhor absoluto dos have-
res que eu tinha como depositario, commu-
niquei este designio a mirilla desbragada mu-
llier que ja tem dado contas a Dos.
Por muito lempo resisti ella s minhas
solicitagois; mas o meu crdito enfraquecia-
se, a pobreza ameagava-me eeu nao via mi-
tro recurso para me salvar da ruina inmedia-
ta senioeste infame expediente. A persu-
aso as ameacas, o a-mecto da desgraga que
nos esperava subjugaro em (im a resistencia
de miha mulher e ambos concordamos em
adoptar o liliio do meu amigo com6 o filho de
um de nossos parentes remotos.
Em seu nonae intertive una longa o segui-
da correspondencia com sen pai, e com as
remessas que me chegavo do Urazil eu fui
suslendo a minha casa n'uma extravagante
magnilicencia. Em lim o pai de D. Joo mor-
reu testando em meu favor da sua fortuna ,
substiluindo me seu herdeiro, na falta de seu
Clho e de sin successo.
De tal modoestava eu j familiarisado com
o crime, que o meu coraeao nao fez resisten-
cia tentago que me ollerecia esta clausula
do testamento ; e em quanto eu meditava o
ass.ssinio do herdeiro chega a Lisboa um a-
gentfl de seu pai que ra sabedor da noss*
correspondencia e cuja presenga fazia indis-
pensavel revelar a D Joo e o seu verdadeiro
estado e a sua fortuna.
Por urna parte ameagado do desenlace de
um enredo to vergonhoso e por oulra ten-
tado da cobiga cousegui orga de impor-
tunagoes associar a minha esposa ao meu de-
signio. Envenenamos a pogo que julgava
mus destinada para D. Joao e nos vimos
expirar nossa unica lilha nos tormentos de
urna dolorosa agonia com o dobrado remor-
ao de tirar a vida mi e ao ilho que tra-
zia no seu seio.
A nalureza todava combateu em nosso U-
vor no corago de Josefa, ella misturou as suas
lagrimas com os gritos da nossa desesperago,
consolou-nos perdoou-nos !
Nestes momentos terriveis e em quanto
f-iziamos a b. Joo a conlisso dos nossos Cri-
mea nos lilha moribunda intercedeu por
nos e fez-lhg prometter que jamis entrega-
ra seus pas justiga descobrindo a historia
da sua morte. Deniais cumpriu elle a sua pa-
lavra Elle morre victima da sua honra as
vossas torturas pozero termo sua vida A-
penas tinha acabado de proferir estas palavras,
D. Joo exhalou o primeiro e ultimo suspi-
ro.. OCeo apiedou-sa dos soffrim"iilo; da in-
nocencia e abrevinu-lhc o pessamento.
O religioso tinha os olhos cravados nelle, e
contempiava-o com terror. Em quanto o in-
feliz clava o ultimo arranco: juizes execrareis,
exclamen elle querr o ceo castigar no da
de jui/.o este assassinio as vossas almas Se
os meus remoraos e o meu arrependimenlo
nao tem ainda appacado a colera divina, to-
rei ao menos no meio dascham s do inferno
o de vos ver partifbar os mcus tor-
mentos
E acabando estas furiosas imprecages cra-
tou um punhal no peilo. O sangue corre em
jorros pelo pavimento e elle cahe sobre o
cadver de D. Joo sem se lhe ouvir sa quer
um ai.
( Gaz dos Trib. )
C^jMM ergio.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 17........ 2:595*624
descarregaO hoje 19 de dezemiro.
Patacho portuguez = Novo Congresso = po-
dras arcos e fazendas seccas.
Patacho = Racex = taboado e batatas.
lirigue = Boni Jezus = fumo.
Brigue inglez = Science = bacallio.
Galliota = llendrika =: barris com pregos ,
caixas com fazendas, e encommen-
das.
IMPORTAgAO.
Obriguo inglez -Science- vindo de Terra-
nova, entrado no corrente mez consigna
do a L'iBreton Schramm A Companhia.
Manifestou o seguinte
2284 barricas com bacalho 4763 pez de
taboado ; ordem.
A galiota hollandeza -Hondrick- vinda de
Amsterdam entrada no corrente mez ,
consignada a N. O Bieber & Companhia.
Manifestou o seguinte
lOOcaixasPom queijis 30 barricas com
ginebra 1 caixa com fazenjas; N. O. Bie-
ber A Companhia.
25 barris com pregos 1 langa para carri-
nho ; G. Brander a Brandis.
i) brgue sardo Catharina vindo de Geno-
va entrado no corrente mez, consignado a
M. J. Ramos A Silva.
Man'festou o seguinte
200 caixas com massas 100 ditas com
passas 3 com plantas 1 porgo de frutas,
2 queijos ; M. J. llamos A Silva.
O brigue sardo --Constantino vindo de
Corck entrado no corrente mez, con-
signado a EeBreton Schramm A C.
Manifestou o seguinte
250 barris com manteiga 4 caixas com
instrumentos pticos 1 porgo de lastro de
pedrs ordem.
PRACV DO RECIPE 17 DE DEZEMBUO DI 1842.
Revista Mercantil.
Cambios Houvero transacgfies no princi-
pio da semana a 27 3|t d. p. 1#
hoje porem as que se fizero foi
a cambio de 27 1|2 a 60 dias.
Algodo Vendeo-se de 5*200 a 5*300 a (.
Assucar No decurgo da semana pagario-
se as caixas a 900 rs. sobre o fer-
ro e tendo se completado as
maiores precisos baixou a 850.
CourosVendero-se couros do Aracaty a
1 id reis a libra e os do paiz a
135 reis a dita.
BacalhauChegou um carregamenlo de 2:278
barricas, co deposito de 2:700
tendo-se retalhado de 10*500 a
11*000 reis.
Barricas vazias Vendero-se abatidas a 550
reis.
Batatas dem a 340 a .
Bolacha dem de 8* a 9* reis a barrica da
fina e de 6 a 7i reis a or-
dinaria.
Cha hyssom dem de 1*920 a 2*100 a li-
bra.
Enxofre dem a 1*900 a arroba.
Farinha de trigo Chegro dous carrega-
mentos, dos quaes s descarregou
200 barricas, tendo o mais segui-
do para o Sul, e vendeo-se a ame
ricana de 17* a 18* reis, e de Tri-
este de 19* a 20* rs.
MOVIMENTO DO PORTO.
NAVIOS SAHIDOS NO DA 16.
MaranhSo ; brigue nacional Tentago cap.
Antonio Ferreira da Silva Santos carga
varios gneros, passageiros, Joaquim d'O-
liveira Brazileiro D. Rita Seria da Fon-
ceca dita.
Rio Grande do '-ul ; brigue nacional Aurora,
cap. Antonio Machado Farias carga sal,
passageiro Jernimo Jos Telles Brazi-
l-iro.
Rio de Janeiro patacho americano Rozario .
cap. Tavlor drga azeite de peixe, passa-
Heiros, Francisco de Paula Carneiro Leo,
Joo Tiburcio Pamplona e um escravo,
Brazileiros.
Parahiha ; hiate nacional Santa Cruz cap.
Victorino ios** Pereira carga varios g-
neros.
Montevideo; barca naeonal Firmeza, cap.
Narcizo Jos de Sania Auna carga assu-
car.
NAVIOS K.vrnADOS no da 17.
Calais ; 18 dias brigue inglez Asruie do
177 ton. cap. John Dupr equip. 1\ ,
carga difieren tes gneros: a Me. Cilmont
&C.g
Maranho; 16 dias, brigue.escuna nacional
Laura de 163 ton. cap. Luiz Ferreira
da Silva Santos, equip. 14, carga diver-
sos gneros : a Jos Ferreira da Silva i ir-
mo.
SAHIDOS NO MESMO DA.
Parahyba ; patacho sueco Emilie cap. Ba-
kman carga lastro.
Trieste ; patacho Sueco Alert cap. E.
Haufan carga assucar.
Lisboa brigue portuguez Conceigo flor de
Lisboa cap. Vicente Aiustaeio Rodrigues.
carga assucar : passageiro Antonio Jos
Soares, Portuguez.
Trieste ; galera austraca Thetis cap. N.
Wiced cirga assucar.
Dito ; barca austraca Precioza cap. J- J
Kiar carga assucar.
NAVIO ENTRADO NO DA 18.
Para, Mar. e Cear; 23 dias, paquete de vapor
S. Sebasto de 200 ton. commandan-
te Joze Maria Falco equip. 25 : passa-
geiros para Pernam'ouco, Dr. Felippe Jan
sen de Castro o Albiiquerque Joo Joze
Saldanha Marinho reverendo Joao de S
Barrete, Joaquim de S Barreto com um
escravo Joo Gullherme Carneiro com
um dito e dous escravos a entregar. Se-
guem para os l'ortos lo Sul os deputados
Dr. Bernardo de Sauza Franco com sua
Sra. e dous escravos Dr. Manoel Jansen
l'ereira com um dito Dr Andr Bastos
deOliveira com um dito Manoel Joze de
Albuquerque o Exm. marechal Joao da
Costa de Brilo Sanche, com um filho me-
nor e um escravo, o Dr. Candido Mendes
de Almeida Tiburcio Hilario da Silva Ta-
vares Rufino Alves do Nascimento, o alfe-
res Joaquim Joze Pereira de Burgos Jnior,
com 51 pragas de tropa e3 mulkeres.
N. B. Tropa do batalho provisorio do Ma-
ranho.
EDITAES.
Vicente Thomaz Pires de Eigueiredo Ca-
margo, inspector da alfandega de Pernam
buco &c. Ac.
Faz saber que hoje 19 do corrente ao meio
dia se hade arrematar em hasta publica,
porta da alfandega cinco caixas com 1088
libras de marmelada no valor de 150*000 rs.
impugnadas pelo guarda Jos dos Santos La-
ges, no despacho por factura de Mendes A O-
liveira sendo o arrematante sugeito ao pa-
gamento dos diretos. Alfandega 17 de de-
zembro de 1842
V. T. P. de Figueiredo Camargo.
Continuaco da lista des jurados.
Manoel Ferreira Chaves.
Luiz da Veiga.
Jos da Silva Guimares.
a Antonio Simes do Amaral.
Marcelino Ferreira Cato.
Miguel Archanjo de Figueiredo.
Maximiano Erancisco Duarte.
Manoel Joaquim do Reg Albuquerque.
Cavalcanti de Albuquerque Mello.
Thomaz Barros Campello.
Joaquim Antunes Correia.
Jos da Costa Guimares.
Jos dos Santos.
Joaquim do Paraizo.
Miguel Archanjo do Nascimento Postumo.
Nuno Maria de^Seixas.
Noberto Joaquim Jos Guedes.
Onofre Jos da Costa Jnior.
Ovidio Gongalves do Valle.
Pedro Marciano.
Policarpo Niines Correia.
Placido do Rozario Aztvedo.
Pedro Francisco Pereira.
Paulo Pereira Simes.
Pedro Alexandrino de Barros Cavalcanti.
Dr. Pedro Dornellas -Camera.
Ignacio da Cunha.
Tenenle Pedro Afongo Ferreira.
Pedro Ignacio Baptista
Patricio Jos Borges de Freitas.
Porfirio da Cunha Moreira.
Romo Antonio Silva Alcntara.
Ricaido da Silva Neves.
Piodnlpho Joo Raala de Ahivida.
Rufino Gomes da Fonccca.
k Jos Correia d'Almeida.
Raimundo Jos da Silva Lobo.
da Silva Maia.
Silvestre Gongalves dos Santos.
Sebasto Jos da -ilva P.raga.
Silvestre Gongalves dos Santos Jnior.
Capito Sebasto Lopes Guimares.
Severlno Htnriqufl da Costa Pimentel.
Simplicio Jos de Mello.
Sebasto dos (Hilos Arco-verde.
Dr. Simplicio Antonio Mavignier.
Thomaz Dias Sonto.
Theodoro Hachado Freir Pereira da Silva.
Thomaz d'Aquino Fonceca.
Pereira Pinto.
Tito Fiock Romano.
Coronel Trajano Cezar Rurlamaque.
Thomaz Jos da Silva Gusmio.
k Jos da Silva Gusmo Jnior.
Thom Correia d'Araujo.
Pereira Lagos.
Dr. Umbelino Feretra Catio.
Vicente Jos de Brito.
Ferreira Gomes.
Dr. ci Pereira do Reg.
Thomaz Pires de Figueiredo Camargo.
Victorino Joze de Souza Travasso.
Vicente Antonio do Espirito Santo.
Virissimo dos Santos Siqueira.
Aquelles dos cidados cima declarado ,
ou de outros quaesquer que tiverem suas
reclamages a fazer por havercm sido inscrip-
tos ou nao contemplados na lista supra, da-
verao dirigi-las ao Dr. Juiz de direito presi-
dente da junta revizora. Recife 10 de no-
vembro do auno de 182. Manoel Joaquim
da Silva Ribeiro escrivo interino o subs-
crevi. Francisco Carlos Brandao.
J3ECLA11ACOES.
= O escrivo o administrador da meza de
diversas rendas provinciaes desta cidade faz
publico para que chegue ao conheciment
de todos os proprietarios de predios urbanos,
dos trez bairros desta cidade e povoagfio dos
Allegados que no principio de Janeiro pr-
ximo futuro tem de remetter impreterivel-
rpente ao procurador fiscal a rellago de to-
dos os devedores da decima urbana do 1. se-
mestre do corrente anno financeiro e annos
anteriores para seren executados pelo prin-
cipal e juros decorridos : convida-os por
tanto a compareccrem na respectiva repar-
tigo a saptislazerem seus dbitos. Meza de
rendas internas provinciaes 10 de dezembro
de 1842. Luiz Francisco de Mello Caval-
canti.
W O primeiro sargento, que foi do ex-
tincto batalho 17 de cagadores de linha ,
Pedro Alexandrino e soldado Manoel Joo
do Espirito Santo, do extincto regiment de
artilheria compareci nasecrelaria do com-
mando das armas para objecto de seus in-
terpsscs.
tsr O thesoureiro das rendas provinciaes,
paga nos dias 17 e 19 do corrente aos pro-
motores pblicos em pregados da chancella-
ra da relago prefeituras das comarcas ,
Carcereiros das cadeias cathedral de Olinda,
Parochos e coadjutores das matriz o quar-
tel vencido de abril a junho do presente
anno. Thesouraria provincial 16 de dezem-
bro de 1842. Joao Manoel Mendes da
Cunha Azevcdo thesoureiro.
AVJSOS MARTIMOS.
tsr Para a Babia o hiate = Flor de La-
rangairas3=, forrado do cobre sai impre-
lerivehnente no dia 20 do corrente nao sabio
no dia 15 por falta dos carregadores nao des-
pacharan com brevidade cojo hiate est em
mais do meia carga ; quem quizer car regar
ou hir de passagem para o que tem excellen-i
tescommodos dirijo-se a bordo do mesmo
defronte do trapiche-novo.
LEILES.
tsr Far-se-ha leilo de urna porgo da
garrafas vaziasem gigos, muito superiores,
terga fera 20 de dezembro no caes d'alfan-
dega junto ao armazem de Antonio Annes.
= O corrector Oliveira far leilo por
eonta de quem pertencer e por todo o pre-
go terga fe ira 23 do corrente s 10 horas
d.i manb no armazem que foi d'Alexandre
Mackay A C*, ra do Trapiche-novo de
grande porgo do mobiha em muito bom es-
! ido, consistindo principalmente em cadeiras
e diirercnles qualidades mezas dejantar,
ditas para jugo, ditas para meio de salla re-
dondas e compridas e para cosinhar esca-
dinhas para leitos camas com colxoes di-
las de vento ditas de ferro armarios par
livrus epararoupa, commodas, lavatorios*
r


*
toueadores aparadores aparelhos do louca
azul ditos cor de roza mangas Je vidro ,
castigaes galheieros banqumhas trem
de cnsinha, e muitos outros ubjeotos de gran-
de utilida.de inclusivo algumas obras de pra-
ta coni pequeo uzo.
AVISOS DIVERSOS.
Sanio sbado o Carapuceiro n c 7o.
Tracla do que fio 4er boin mogo euressftu
milito usual e que militas vrr.es nfio'parece.
so nao urna antifrazo. A variedad consta de
urnas bellas quadras glosadas por certa poeta
incgnito e d'um pequeo art. sobre a cra-
ago da mnlher ; vende-se na praga da In-
dependencia loja de livros n 608
IST" Na ra do Trapicho Novon. 8 precisa-
se de nm cozinlieiro bom.
tsT" AlugaO-se' duas moradas de casas ter-
reas na ra da Alegra urna de I0 rs. e
oulra de 7g : na na do Rangel casa do Dr.
Pereira.
t asr Rafael Lucci professor de forte pi-
anno e c.intoria tem-se determinado a dar
algumas ligos 5 as pessoasque quiserem uti-
lisar-se do seu prestmo podcm procra-
lo -na ra do Quehnado n. 32.
ssy Aluga-so terceiro andar do sobrado
da ra do Rczario estreita que tem excel-
lente commodos para grande familia com so-
to e mirante que se avista toda a ciJade
muito fresco e por prego commodo ; a fal-
lar na mesma ra loja n. 31
No antigo depozto de chocolate estab-
lecido na ra Nova, acha-se de novo um bom
sortimento desta substancia como chocolate
especial d* baunilha frreo e de gande a
prompta extracgo e o ernpenho com que
to.m sido procurador lie um garante da sua
boa qualidade e delicioso sabor : os presos
continuam a s t os mesmos.
= Manoel Rodrigues subdito Portuguez,
retira-so para fors da provincia.
tas- A pessoa que quisor encarregar-so de
tomar um molequinho de idadede 8 m-
ZOl para o desmamar, dirija-se a ruado
Queirnado n. 16 primeiro andar.
lar* Aluga-se 3 casas no atierro dos a (To-
gados todas com bastantes commodos para
grande familia e urna pequea no bcco do
Peixoto ; quem as pretender dirija se a ra
do Crespo n. 10.
Aviso Importante.
tsr Em um clima tao quente como o
Brasil, aonde as molestias termino fatal-
mente as vezes no espago de poucas lloras ,
lie mistar haver um remedio que possa ser-
vir ao mesma tempo como preventivo e
curador A McJecina Popular Americana ,
tem essa propriedade ; tomada as vezes ,
em quanlo ella impele a aceumulagao dos
humores conserva o sangue puro e conse-
g'.unlemente far as pessoas menos sugeiUs
a apandaren: qualquer molestia seja ella
contagiosa ou no. Recommenda so porlan-
toaossnrs. fatendairos e ao publico em ge-
ral de ensaiar esto excedente remedio que
pelo lado econmico, lie profer vcl a qual-
quer oulra medicina de someihante nalure-
Zf tendo as caixinhas maior numero de
purgantes o por menos prego. Vende-se so-
mente em casa de D. Knolh na ra de Apo-
lo n. 27.
.. = O sr. M. J. P. L. queira no prazo de
4 dias ir a ra do muro Ja Penha n. 28 res-
catar os seos penhoros pois ja se no pode
tolerar as sua promessas e do contrario se
publicar o seu nomo por estengo.
Constando JVine
A small quantity bosli red and white af
Uiis delicious Liqueur, shipped by M-r Hoels
ti<; preprietor of constan lia fauno, ou saie al
the warehouse of Dowsley Raymond aBryts.
ygr Previue-se ao publico que pessoa a I-
euma contrate negocio com Anna Rolina de
S. Joze sobro urna escrava por nomo Uu/.a,
a qual se acha empenhada por parte de sen
valor ; e pira qu* nin;;uem se chame a igno-
rancia se faz o presente annuncio.
%sr Emilia Ttiereza dos Santos retira-se
para a CiJade do Rio de Janeiro.
IM LULAS VEGETAES, E (M1VERSAES AMERICANAS.
O nico, deposito dellas he em casa do agen-
teD. Knoth na ra de Apollo n. 27.
= Luiz da Costa Souza Miranda segu
viagein paraoAracay com a sua familia.
Lombrigueira ou Vermfugo hjficett
. jar A medicina popular Americana tem
alem da* virtudes j citadas, a de ser um
vermfugo activo innocente aplicavel tan-
to a solitaria como pira as outras especies de
vermes. Este verdadeiro thesouro das fami-
lia-; vonde-se somonte em casa do
D. Knoth na ra de Apolo n. 27.
Iba ou enterida-se com o Parocho da mes-
I ma freguesia o qual lhe offtrece 300J rs.
snnuaes pagos da forma que quiser para fa-
ceras suas vezes, nos seus impedimentos-,
alm desta qtiantia tem na mesma matriz
duas cape la mas urna as quintas feiras e
outras nos domingos e das santos.
SOCIEDAME DE MEDICINA.
XST Tondo esta sociedad concordado dar
audiencias gratuitas aos doentes pobres e co-
ahQcendoq.ua receitas o conselhos nao sao
Bastantes a rom'-liar seus sofrimontos deci
dio em sessSo do dia 5 do corrento, que se
itambem, medicamentos, para issoella
nomeou una commiss) e a authorisou para
contratar com qualqu r snr. pharmaeeutico
oue queira preparar e vender ditos remedios.
Para cujo fim a commisso convida aos snrs.
pharmaceuticosqu estejo as circunstan-
cias e qu mio acceitar esta emproza a cum-
pa recerem na sala ue suas sesses gratuitas ,
na ra do Cabug primeiro andar por cima
da loja do sera n. 2 no dia 22 do crrante,
ao meiodia. Jno Francisco de Oliveira ,
Membro da CommissaC
ssp- Na ra do Cabug em casa de Antonio
Rodrigues da Crur. existe urna carta para o
i i v 'rendo Padre Antonio Alves da Silva vin-
fa do Rio de Janeiro.
tsr Precisa sede uai rapaz portuguez de
14 a 16 anuos pira caixeiro queja enton la
alguma causa de negocio : na ra da Gloria
numero 93.
tsr Precsa-se fallar nesta praga com o
correspondente do Sr. Miguel A (Ton so Fer-
COMPRAS. da', de 25 annos perfuta ensommadeira e
--------------------------------'----------------- cozinheira ; urnamoleca de 18 annos, com
Urna correte de ouro botr. sem feitio, j,oas habilidades ; 4 oscravos para todo oser-
quem tiver annuncie. vigo ; um escravo bom canoeiro; 3 ditos por
ssr* Um oratorio, que nao seja muito gran- commodo prego ; eum mulato ptimo para
de ; quem tiv-r annuncie. 1 pagem e de boa conducta.: na ra de Agoas
tsir Smenles de repolho e mais ortalice verdpsn.38.
na ra : do Queimado n. 40. tsr Urna negra de bonita figura, cozinha,
CordO.'S de ouro ou transdns sem faz doce, r.-fina assucar lava muito bom d
saboe va rrelia : na ra de Agoas verdes
numero 70.
V tsr Meias compridas para senhora e me-
ninas a 300, 320, 340,360 400, 500 560,
e 640 rs. e superfinas a I f rs. cortes de ves-
tidos de chita de 13 covados cada corte a 30 ,
3200, 3500 e 5800, fitas de gargt a 80 rs.,
120, e 160 a vara lengos d^ cassa de qua-
drinhos a 160 : na loja da viuva do Burgos.
car Barris de carne de vacca salga la di-
tos pequeos de dita superior para familia,
ditos de lingoissa barricas de familia de
milho caixas de espermacete tidas de fs-
foros gangas amarelas da India lencos de
seda de Cor, barris pequeos de potassa bran-
ca*, caixas de fumo americano do superior
qualidade: na ra do Trapiche novo n. 18.
%ar Urna negra crola de 35 annos co-
zinha o ordinario ptima lavadeira e boa
vendedeira e urna n'grinha de 8 annos: na
Camboa do Carino n. 19 segundo andar.
feitio porem que seja de bom ouro e nao
muito grosso : na ra da senzala velha casa
de Valentim junto ao marcineiro Rezonde.
tsy Na praga da Boa vista n. 6 sobrado por
cima da botica do snr. Couto compro-se
efoctiv-mente escravos de ambos os sexos Je
12 a 20 annos, para fora da provincia, e
pago-se bem agradando.
VENDAS.
%sr Farinha de mandioca viuda do rio de
S. Francisco do Sul, sendo de muito boi
qualidade a qu-itro mil reis o alqueire, abor-
do do brigue Deus te guarde fundiado na
praia do Collegio ; a tractar com o capitio
a bordo ou com Jos Luiz Paredes na ra da
Moeda.
U(
crioulo bom oleiro ser-
rador
sal
no armazom da
agente
Kr Qualquer Jtoverenda Sacerdote, que
juiser s< N- K-
^3 paz innuncie por esta fo-
drji-se a ra da Praia arma/.em n.
Manoel Jos Pachoco de Mello para
urna carta de importancia, viuda da provin-
cia das Alagoas ni.i.-llida pelo doulor Ovni o
Ssraiva de Carvaiho c iito quanto autos pa-
ra evitar demoras.
m escravo,
, e lavra d maxado
da Boa-vista.
s^" Urna duzia e moia de cadeiras e um
canap de olio com assento de palf.inha, um
jogo de mezas urna mesa de duas abas, um
carrinbo de 4 rolas para dous meninos, urna
maca de couro de lustro e uns coldres, pa-
ra pistolas e um selim para montara de
senhora tudo em bom estado e por prego
commodo : na ra de Apolo n 20
5^ A colego dos Panoramas em 5 volu-
mos encadernados caixas de soda water ,
sedetz optim.is para refresco a i i rs a cai-
xinha papis de rebique em duzias mais ba-
rato do que em outra qualquer parte : na ra
do Crespo n. 15.
tap Duas Tipoias feitas na trra de model-
lo muito bonito cobertas desolla muito bem
pintadas o dourados novos com cortinados ,
tornos de marfim tudo do melhor gosto ,
pois nunca serv rao ; quem as pretender
procure no pateo do hospital do paraizo so-
brado de 2 andares qu achara com quem
tratar.
\sr No aterro dos AfTogados. um ptimo
terreno com 37 palmos Je frente e 150 de
fundos, ja com alicorees para se levantar
duas moradas de casas : a tratar no mesmo
atierro rasa junto ao snr. Pava" n. 84.
aar lima boa casa terrea, e mu bem fun-
dada no atierro dos AlTogados, pouco a
dianto das casas do snr. Brito : na ra D-
reita n. 119.
tsr Bichas chegadas ltimamente de 'Lis-
boa em porgao e a retalho e por prego com-
modo : no beco da Lingoeta venda n. 3.
e^ Queijos da suissa de groyere e neu-
chatec mages, biscoito francez, conservas
de ervilhas sardinhas lingoigas endauba-
gos de endoilloltes cerveillals, azeite doce
fino em gigosa 8,y500 muslarda fr. rap
de Hamburgo a le 2- rs. a garrafa cha-
rutos da Havana superiores vellas de esper-
macete em caixas de 2i libras de 6, 7, e 8
em libras sal refinado em embrulhoa vi-
nho tinto r branco de Bordeaux de difieren-
tos qualidades em caixas de urna duzia a 6,
7, 12, at 22 dito engarrafado de 240,
320, e 400 rs. vinhode madeira seca su-
perior, muscatel frontignau e champanhe
das marcas conhecidas de 24. 28, e 50,y, dito
mauss ( immitacao de champanhe ) licores
de muito tinas qualidades 5 agoa ardente de
franga absinthe serveja, agoa mineral de
soltg e batatas todos estes, gneros e ou-
tros vendem-se a prego commodo : na casa
de Fernando Lucca na ra da Cadea velha
numero 16.
tsr Bichas superiores, por prego commo
do : no pateo da S. Cruz n. 70
t3T Um carneiro muito gordo proprio
para assougue : nos Coelhos segunda casa
junto ao muro de Francisco da Silva.
esr Panno de algodo para ensacar assu-
car : na ra da Cruz armazem n. 20.
tsr Queijos de superior qualidade os
mais novos que ha no mercado, e muito fres-
caes azeite doce a 520 a garrafa e em ca-
ada a 4 rs. azeitonas muito novas che-
mv.es j gdas no ultimo navio e outros muitos g-
neros por prego commodo : nos 4 cantos da
ou
35 de
rec be
reir snr. do engenho Unio commarca
do Rio Formozo :. annuncie.
tsr 0 snr. Augusto Rorsting ou quem
seus poderes tiver dirija se a casa n. 40 da
ra de Cadeia do Recife.
sr* Na ra da Penba casa n. 5, no segun-
do andar precsa-se de urna ama para o tr-
rico interno.
ssy Precsa-se de urna ama de Ieite que
seja boa : na ra do Cabug n. 3
tsr O snr. J. J. T. L. tenha a bondade de
nao tornar a filiar do quem nao lhe pertence
do contrario se procurar os meios justicia
para o fazor calar.
tsr* Preciza-sede urna ama de Ieite sem Q-
Iho, que soja mog; para boa casa; quem qui-
zar annuncie.
vsr Dezapareceo urna rapaz de 11 para 12
annos de nome Manoel Dias da ra do Col-
legio n. 17; quem do mesmo souber ou
tiver noticia ; roga-se por muito favor hajao
de annunciar por este Diario ou dirigir-se
mesma ra do Collogio n. 17 que muito
se lhe agradcela.
tsr Os herdoiros de Jos de Almeida na-
tural de Portugal e j fallecido a annos ou
pessoa que interesse em seus negocios dir-
jaosla Joo Antonio Sjares de Abreu ra
da Cadea do Recife n. 11 ou ra do Ro-
zarlo estreita a Jos Gongalves da Cruz com
loja de relojoeiro e cera, para tratarem sol>re
urna hrranga que pertence a familia do so-
bredi to Jos de Almeida.
wr Preciza-se de urna mulher que tenha
boa conducta e sdba dos arraigos de urna
casa, para estar em um cilio, para tratar
dos arranjos de um homem solteiro ; quem
quizer annuncie.
tsr Precisa sabir para o campo um sacer-
dote e por isso se offerece para celebrar por
algum lempo em algum genh ; ou lugar ;
fallar com o sacrislo da ordem tarceira de S.
Francisco que mora deniro da mtsma or-
dem cuja entrada he o portao.
tsr A casa annunciada para passar a 'esta
no lugar de S. Anna por estarmos na se-
mana da festa se d por 50jf res os preten-
dentes pro.-urem no Recife ru;> da Cadeia ve-
lha loja numero 55 a fallar com Jos Maria
Se ve.
tsr Preciza-so alugar urna casa terrea pe-
quena que seu aluguel nao exceda de S
reis e sondo as ras do S. Jos ou do Hor-
tas; quem a tiver annuncie ou dirija-so a ra
Imperial do Atierro dus AHogados casa nu-
mero 31.
sr Aluga-se um sobradinho de um andar
as ras da Boa-vista que tenha quintal e
cacimba ; quem o tiver annuncie.
tsar Preciza-so de 500, reis a premio de
2 por centoao mor hypotecando-se urna ca-
sa no bairro de Santo Antonio livre e de-
sembaragada ; e pigando-se todos os
os juros -. annuncie.
tsr O Snr. Manoel Maximiano Guedes Boa vista n. 95.
queira por favor annunciar sua morada ou sav Arroz de casca em porgAo e mesmo
ESCRAVOS FGIDOS.
tar No dia 20 de Outubro do correte au-
no fugio desta Guiado urna escrava de no-
me Maria nago Rebolo de 4o annos cor
fula boa estatura tem urna cicatriz em
cima de um ollio p s grossos peitos mes-
quinhos, cosluma fugir para as partes do
Monteiro ; quem a pegar leve a ra Direita
n 119, que sero gratificados.
ss^ No dia 14 docorrente hindo um pre-
to buscar urna caneca de agoa fugio com a
dita caneca que he nova pintada de verde com
arcos de forro pintados de prelo ; quem o
pegar leve na mi da Vigario n. 25 no pri-
meiro andar que se gratificar.
535" Fugio no dia 15 do crrente um mo-
leque de 18 anuos com cagase camisa de al-
godo da trra, tem na espadua direita a mar-
ca F, tem urna ferida em urna perna, rosto re-
dondo, baixo porem reforgado, tem no alto da
caber i urna calva : quem o pegar leve ao beco
do cupim armazem de niulhados n. 144 que
ser recompensado.
tsr Em do correte fugio um escravo
de naga) bmguala da ame Cardo/o alto,
sem barb eludo do corpo cara bexigosi,
nariz grande ps e mos grandes com
urna nascida na fronte, levou vestido camisa
de algodo da Ierra e caigas d) algodao" en-
tregado lengo encarnado na sintura e cha-
peo de rodia ; qu un o pegar leve na Cruz de
Almas ao sitio do Angelo Francisco Carneiro
u na praca do Corpo santo que receber
200 res de gratilicago.
SsrNo dia 9 do p. p. fugio urna preta creo-
la de nome Monica baixa grossa cara e
nariz redondo, olhos encarnizados sem
unhas nos dedos dos ps, de 38 annos; quem
a pegar leve em fora de porlas n. 49
De bordo do Brigue Formoso fugio na
noute do dia 12 para 13 do crreme um mo-
lequede nomo Innocennio crelo da 18
annos, levou vestido caigas do lan grossa de
listras e camisa de algodao" grosso bastante
ensebada por trahdhar em carno ; quom o
pegar leve ao mencionado Brign fundiado
defronte da escadinhas de palacio quo ser
recompensado.
as-
e em alqueires e pedras de amolar-, tudo por
r prego commodo : amado Trapiche venda
da esquina que vai para a ra dos Tanoeiros
em casa de Joze Varissimo da Rocha n. 26
ar Um escravo de nago, de boa figura ,
/ excellontecozinheiro : urna muala reculhi-
Errutas mais notaveis do Commutricad)
signado G Jo Diario h 272.
Pag. 2. col. 2. lin. 6iom voz de perionce,
lea-se pertencelin. 95 con ve riso ule, loa-
se conveniente- col. 4 lin. 2 gentelezas,
lase gentilezas lin. 59 doclaram, la-
se declararam pag. 3 col. 1 lin. 13 he
aquelle !ea-se sao aquelles lin. 14 e
acompanham lea-se os acompanham
lin. 15 comraetlido lea-se commeltidos
lin I7aponto lea-seaponamos lin. 91
proferida lea-se proferidas col. 2 lin. 30
theorio lea-se theoria lin. 87 orro la-
te erro [in. 100 agular lea-s e se agu-
lar lin. 102 se esteiou. lea-se estreou-
se col. 3 lin. 1 designado lea-se de-
signada.
Na pag 3 col 1 lin. 6, e 7 houve no acto
da correcao a inadvertencia de nao se riscar
urna repeticed" que ah se v; nao se lea por-
tanto essa repetigo contlieuda as seguintes
pulavrase outros mu i tos que nao referi-
mos.
Na nota (h) da pag. 2 em vez de quooe
iea-se quwro. ,
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. = i84 V


Full Text
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