Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04846


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno Sabbado 17
Todo agora depende d o, me,, ; ,t. no. prol1enc, monerCao e e.erria con-
temos como principiamos e seremos ponlado, rm dmicoao enire ., N.cas m.,
___^^^^ f Proclamaen da Assemblla Geral do Bium )
callas.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goianna, Paradina e Rio grande do Noria segunda e sextas feiraj
Bonito e Garanhnn, a 10 e "24
Cabo Serinhaem, Rio Formoso Pono CaWo Macein e Alagoas no i. H
Boa-risla e Flores a ?H. Sanio Anl.'io quintas feiras. Olinda lodoa oa diat.
DAS DA SEMANA.
e 51.
K\ Se?. Justino M. And do J. Je D
Ai Tere. Loria V. M Re. Aud Ho
^^ Quart. Tmporas jeju
da1. t.
J de D. da }. T.
43 lerc. '-<"> ra nei. a un. do J ih Quart. Tmporas jejum s Asrnello Ab. And do J. de O da 3.t.
1$ Qnint. Fuiebio Versclonce R. Aud. do J. de D. da 2..
ir, Sext. Temp. jej. a. Ananias Re. Aud. do J. de D. da!, y.
tf Sab. Temp. jej s. Hartholnmeo de s. Gcminiano. Re. Aud. do J. de D. da 3. t.
i. Expeclaoao de N. Sra.
d Dezembro.4 Anno
N. 73.
O Diario publica-ae todos o, dia, que nao forem Santifirado, : o preeo da aasignaturajifl
de tres mil reis por qUartel pagos adianiadoa. Os annuncios dos assignantea to inaendo*
gratis e oa dos que o nao forem ratao de 80 mis por liaba. Aa reclamacea deresa ser
dirigidas a esla Tipografa, roa das Crinat N. 34, ou a praca da Independencia loja de lvrroa
Numero 6 e 8.
CAMBIOS no da 16 de dezembro.
OHo-Moeda de 6,400 V.
K N.
de 4,000
PaaTA-Pataedei
Peoa Columnaraa
ditoa Mexicanos
aaiuda.
Cambio sobre Londres 27 { Nominal.
. Paris350 reis por franco.
Lisboa 100 por 100 de premio.
Moeda de cobre 3 por 100 de deaconto.
dem de letras de boaa firmas 1 $.
compra yenda.
15.100
IjOOO
8 500
l.i.dOO
14.80J
8,300
1,750
1,750
1,750
,64
4,77o
,77o
.770
Preamar do dia M de Dezembro.
1. a 5 horas e .18 m. da manhaa.
2. a 5 horas e 42 m da larde.
PHASES DA. LDA NO MEZ DE DEZEMBRO.
Lna Nora i 2 1 hora e 56 m. da manh.
Quart. creac. A 9 s 8 horas e 7 m. da tard.
Loa cheia 17 ka 4 horas e 26 m. dalard.
Quart. aaing. 24 a 2 horas e 26 m. da tard.
DIARIO
PERNAHBUGO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 9 DO COMIENTE.
Olficio Ai commandante das armas de-
terminando queexoec* suas orden* para
que o tente reformado Auto o Ro Iribes de
Almeida eutregue ha thesouraria pormeio
Je deaoonioa na forma da le a quantia de reis
37j360, que, segundo S. S.4 participan eni
offirio de 11 de agosto ultimo li^ou desven-
do de sidos as pragas da compar.hia do bata-
lho provisorio que commandou.Commu-
nicou-se ao inspector da thesouraria da fa-
zenda.
Dita Ao presidente interino da relagh ,
participando que o d-'s-mbargador Titj Ale-
xandre Cardoso de Mello outr'ora perlen-
centea relago d'esta provincia, acha-se pre-
sentemente coin exTcicio na da Baliia para
ondft foi remjvido por decreto de 18 de feve-
reiro do anno p. p.
Dito Ao commandante do brigue= Im-
perial Pedro= significando que deve fazer
seguir para a corte em o brigui escuna =z
Nietheroy = oescrivAo do mesmo brigue es-
cuna que em seu ollicio de 7 do corrente
partecipa ter mandado QeJIe conservar co-
mo em deposito.
Dito Ao engenieiro em chefe das obras
publicas autorisando-o para despender, dos
fundos consignados em o projecto de disbri
bnigo a quantia de l:000ji reis com os re-
daros de que informa Becessitar a estrada
de Santo Anto ; e recommen lando-lhe, que
rnmetta secretaria da Presidencia o relato-
rio e orgamento da continuago da referi-
rida estraiJa e da do Pao do Alho. Parli-
cipou-se ao inspector fiscal das obras publi-
cas e ao inspector da thesouraria das rendas
provinciaes.
Dito Ao cirurgio encarregado da vac-
cina, remullendo, para lerem a convenien-
le applioag.io um masso de laminas de puz
vaccinieo e dous pequeos embrulhos com
nina porgo de langas, e pstulas, vindas re-
cenlemente de Londres.
Dito Ao com nandante Ja escuna as I.
de Abril =a aecusando recibido o seu offi-
rio d'esta data (7), em que partecipa ter si-
do avisado para comparecer perante o delega-
do da primi'iro dislricto d'esta cidade e sol-
licita saber o que lhe cumpre obrar vis-
vo jase adiar nomeado o conselho de inves-
tigago para conhecer do fac > praticado
bordo do navio nacion.il as Aurora = e sig -
nieando em resposta que o que lhe foi ordenado pela Presidencia em
ollicio de 7 deste mez.
COM MAN DO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DIA 5 DO CBRENTE.
OHicio=a AoExm. Presidente, remetten-
do-lhe os papis de conlabilida Je do destaca-
mento do termo de Santo Anto para que se
dignasse autorisar o pagamento no caso de
ter, como su.unha, dado urdem para sua
organisago conforme asseverava o respec-
tivo delegado.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. in'orman-
do-lhe em satisfago a sua exigencia que
agurmelo do dia 1. do corrente fra fei-
U por contingentes dos corpos de linha e
que o primeiro batalhio da guarda nacional
de Olinda apenas hvido mandado cinco pra-
vas que forao despedidas.
Dito Ao mesmo Exm. Sr., rogando
houTesse de dar ordem ao arsenal de guerra ,
para ser ali rec#bid o cartuxame ea am-
bulanga pTtTiceiito a forga que regressara
de Peje de Flores
Dito Ao mesmo Exm. Sr. informan-
do o requeriraento de Clara Maria do Monte ,
que pedia lhe fosse restituido seu filho Do-
mingos Candido Xavier msico do batalho
provisorio.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. pedindo-
Ihcsuas ordens para que na thesouraria se
hvasseem conta a quantia de 338^880 reis
de frete dos cavallos que conduziro a ba-
gagem da forga ao mando do capito Brito ,
desta capital para Paje e dali para a Bai-
xa-verde conforme os documentos que de-
via apresentar no ajuste de suas contas.
Dito Ao capito F V. X. de Britu di-
zendo-lhe quepoJia hir a thesouraria re-
cebar a imnortancia necessaria para o paga-
mento do frete dos cavallos que conduziro a
bagagem da forga do seu commando de Pa-
je Dar esta capital.
Dit" Ao mesmo, communicando-lhe ,
que nesta data tinha mandado addir a forga
do seu commando ao batalho provisorio ,
a cujo commandante Jevia olficialmente par-
ticipar at que data eslava ella paga.
Dito Ao major commandante da forta-
leza de Tamandar mandando recolher ao
batalho o sargento Alvarenga que ali se
achava em diligencia.
Dito Ao commandante intirino do for-
te do Buraco autorisando-o para tazer os
concertos do calabougo, e casa do deposito
d'agoa segundo oorgamento que lhe envia-
va ; devendo mandar recebar da thesouraria
a quantia de 31J80 reis oreada para taes
concertos que devio ser praticados sob a
direcgo do major engenheiro G. A. F. P.
da Cunta.
Dito Ao major engenheiro communi-
cando-lhe o exposto no olficio cima acres-
centando que o Exm. Sr. Presidente havia
approvado o orgamento que fizera.
Dito Ao inspector da thesouraria para
mandar entregar ao commandante interino
do forte do Buraco, a quantia de 31(ij i8() rs.
destinada para os concertos do calabougo e
casa do deposito d'agoa do mesmo forte cu-
jo orgamento fra pelo Exm. Sr. Presidente
approvado
Dito Ao commandante da escuna =Le-
bre = para apresentar ao ajudante de or-
dens de semana que se diriga a seu bordo
os recrutas vindos da Parahiba do Norte, a
fim de esco her os que estavo as circums-
lancias de servir no exercito.
Dito Ao tenente-coronel Luiz Antonio
Favilla communicando-lhe que devia pro
seguir no conselho de guerra do soldado da
companhia de artfices visto que o auditor
nao obstante os trabalhos do jury eslava
prompto das 9 as 11 horas da manua dos
dias uleis.
Dito Ao tenente-coronel commandante
do terceiro ba.'alho de arlilharia a pe exi-
gindo a f do ollicio do soldado Antonio Ro-
drigues que tinha de responder conselho
de guerra na provincia das Alagoas onde se
achava destacado.
Dito Ao tenente-coronel commandante
do batalho provisorio mandando addir ao
mesmo as duas companhias do oitavo bata-
lho de cagadores viudas de Paje de Flores ao
mando do capito Brito, de quem recebiria
official declarai-o do dia em que se achavo
|i.:::as as ditas companhias.
Dito Ao major commandante da compa-
nhia de artfices mandando suspender a no-
ta de desergo do soldado Francisco Xavier .
por ter sido demorado no Rio Formoso de
ordem do delegado que o empregou no ser*
vico da polica ali conforme communicou a
Presidencia.
Dito Ao Dezembargador chefe de poli-
ca dizendo lhe que dera destino ao de-
zertor Jos de Santa Ann e mandara as-
sentar praga ao recruta Antonio Flix men-
cionado no seu olficio de 3.
Portara Ao tenente-coronel comman-
dante do batalho provisorio mandando dar
baixa ao soldado Luiz Rodrigues seccitando
com praca em seo lugar ao paisano Jos Paz
Barretto.
Dita Ao major commandante da compa-
nhia de artfices, ra^n lando excluir com guia
de passagem para o batalho provisorio o
soldado Manoel Jos Mendes que assim o
requereo.
Dita Ao commandante do batalho pro-
visorio aulorisando-oa recaber com passa-
gem o soldado mencionado na portara a-
cima.
Dita Ao tenente-coronel commandante
do batalho de guardas nacionaes destacado ,
mandando excluir do mesmo com guia para
o respectivo corpo o soldado Francisco Jo-
s das Chagas em attenco a ser casado com
filho e a ter servid j desde a organigo do
batalho.
Dita Ao mesmo mandando excluir por
doente e incapaz do servigo o guarda Ma-
noel Vieira da Silva.
Dita Ao mesmo, mandando excluir por
doente e incapaz do servigo o guirda Ma-
theos Jos Gomes que lora inspeccionado
em 29 de noverabro ultimo.
CORRESPONDENCIAS.
Srs. Redactores.
Huma vez que os presidentes anteriores ao
Ex."" Sr. Baro da Boa-Vista tem encon-
trado sempre censores na administrago ; u
ma vez que o Ex."" Sr. Baro da Boa-Vista he
de prezente to acremente censurado pelos sa-
bios redactores do Diario-Novo e do Guarda
Nacional ; peda-secom toda a efficacia aos il-
lustres redactores de um e outro peridico
que se dignem de epontar qual seja a Notabi-
lidade que possa prehencher sem peccado o
dilficil lugar de prezidente desta provincia.
Se alguem existe quereremos com todas as
nossas torgas pedi-lo ac Governo de S. M.
Se nenhum existe para que he censurado o
Ex."'* Baro ? E se todos sao como elle para
que he censura-lo de maneira to forte ? Pe
dc-se a resposta aos milito sabios e muito po-
lticos Srs. redactores. Perguntas de um va-
rillante embasbacado. Joo da Barios Bal-
co de Albuqutrque Maranho.
'j '
Srs. Redactores. Que radiantes de con-
tentes e satsfeitos de si nao esto os Re-
dactores do Diario-novo Que de pnotes nao
tem dado de prazer, porque o Diario de Per-
nambuco Ihes deo um pequeo cavaco Pa-
recem uns cabritinhos nos pulos que dan de
contentes. A acredtalos tem elles obtido
triunfos nunca vistos nos annaes do genero
humano. E quo mal faz isso? Deixemos que
os rapasinhos vo pascendo sua alma vaido-
za com esses prazeres imaginarios com es-
sas que os moralistas chamn deleitages mo-
raes ; quando elles se forem pela pnmeira
vezconfessar < ecomungar, o confessor Ihes
tomar contas desses mos pensamentos, qne
os podem langar em mos caminhos. O que
porem he mais do que huma mera Iravessura
de rapazes, he urna malcreago mui grande,
e mui punivel he que elles se abalancem a
zombar e meter bulla a gente grande ,
e suppor-nos anda mais bestas do que elles,
ou mesmo afrontar a superioridade intelec-
tual dos mais velhos. Por exemplo.
Dizem elles em o n. 9 de quinta feira 24
de novembro nao queremos justificar a
Conducta do sr. IVogueira, ser deve elle res-
ponsabilizado pela soltura dos presos se he
queestavo confiados a sua guara Ora
quanta picarda enserra este pequeo perio-
do ? Quem nao v que os rapasinhos que
rem mais que muito justificar e mais que
muito simpathizocom a conducta do talNo-
gueira ;' Ain la se taes presos estivessem
confiados sua guarda v seja elle respon-
sabilisado ; mis se os tirou com violencia ,
se abusou da sua autoridad* superior pira os
arrancar a aquella qu-< legaltmnte os con
dusia dispersando a p acompanhava entiOQfd, o sr. Noguera
nao deve ser responsabilizado Que galantes
esto os rapasinhos Dis duas urna: ou o tal
Njgueira arramou ao mijor Loureiro os pre-
zos que condusia ; ou o Loureiro Idos
entregou como a seo superior que os reela-
mava. No 1 caso houve tirada de presos ;
no 2. foro elles confiados a sua guarda : e
em ambos os casos penso os mais velhos
que o Nogueira he altamente responsavel.
Porem o D.-n. diz que so no 2. e esta, con-
fisso sab? Daos com que repugnancia Ihes
escapou : talvez e seguramente porque o
seo fim he langar toda a culpa sobro o major
Loureiro, porque julgou dever obedecer ao
seo superior que exiga os presos por qut
nao lhe mandn fazer fogo por esses poucos
soldados que ero subditos do Nogueira ,
que a seo turno segundo o seo carcter ,
Ihes mandara fazer fogo ao major e prova-
velmente seria obedecido ; e em todo caso
havia sangue Rrasileiro derramado e entSo
os rapazinhos que querem tomar contas 10
governo do sangue derramado em S. Paulo ,
e Minas ergueriao um grande alarido con-
tra o governo provincial. Masento oque
quera o D n.? que o Governo prevenisse essas
coisas. Ms como ? Ora essa lie boa Nao s
opondo s desordens do Ex como nem a
de S. Paulo e Minas ou nao prendando
ninguem dexando que os impotentes oa
cobardes tomassem melhor suas medidas em
outro ponto. Porque suponho que as me-
didas preventivas nao quereria o D-n. com-
prehender as prisoes e deportages inprimis
ct ante omnia elle que quer tomar contas
ao governo por ter prendido e deportado
alguns anginlns que tramavo a revolugo.
Sim queria que se Ihes formasse culpa como
seosjuizes que os dispronunciaro depois
dos factos nao estivessem atii para dizerem
que era inverosmil que os anginhos conspi-
rassem assim como o D-n. nega os to sa-
bidos planos de sedigo que em o nosso Per-
nambucose urdio e em que talvez alguns
deseos redactores tivessem bem boa parte ,
quem sabe ?
Notavel he Srs. Redactores que o juiz
municipal de Paja segundo me assevero ,
pronunciasse o major Loureiro a prizo e
livraniento e ao Nogueira a livramento or-
dinario !! Ha talvez por isso que esse bra-
vateiro cuja petulancia he preciso quebrar,
e reduzir ao jugo salutar das leis, depois de se
haver por aqu conservado incgnito la se
(o para Paja sob a egide tutelar da parciali-
dade judiciaria. E dizem esses rapazi-
nhos que o governo he fraco, que se
deixou ludibriar pelo tal Nogueira He com
efeito bem fraco este governo que nullili-
cou as tentativas do Ex as do mesmo No-
gueira talvez e as dos patriarcas invisiveis
de Pernambuco. He fraco porque nfo man-
dn arrancar do escondrijo esse hroe por
que nao tem suspendido, ou removido esse
juiz municipal. Oh! o que nao dira o D-
novo que escarceos nao faria se tal aconte-
cesse. Miseraves sao ess^s espertesas de ra-
to com que os rapasinhos intentao atrahir a
presidencia a esses passos para lerem oque
dizer com alguma aparencia de raso. O que
nao dirio elles se ocapito Brito dispresan-
do as rodamontadas e parrudagens do No-
rueira o prendesse de viva forga e reme-
lesse para aqui seguro sem se importar com
palavras de honra de quem nao as sabe res.
peitar nem com a intervetigo de qualque
capito mor I O Nogueira havia de vir com0
um palinho ; e elle qua nao sabe apreciar de.
licadezas atribuio as desse ofllcial a med


2
que elle tinha, elle que viera do Rio Grande ,
onde havia encarado outra quilida da de ini-
naigos e ou le oseo builiio era conlieoido
pela su alnar lia egantilesas. Miseravel
Noguera! Muaraveis simpata* do p>queno
DUrio com a cmIu:U J'la Miseraveis ,
murclis, fina Jas sa ) as 11 : h em qu* se
prtenle oceuUir ssa sarpenta !
Agora Srs II idaatores quizara eu fa-
zer urna resenta dos factor e expor a his-
toria dessa encamisada do Ex dos pissos ,
caravanas, e progressos desses tresloucados
Joss Lourengos l.ivios, el artera comi-
tante caterva das recomendag^s e sim-
patas que elles eneontraro para ahi cima:
mas nao julgo precizo por agora: baste dizer,
que as.energias ou sa assim o quer o D-n.
as fraquezas dos presidentes da Pernambuco,
Parahiba Rio Grande e Cear nao os dei-
xrio por ps em ramo verde e da resto o
desfecho dos desatinos de S. Paulo, e Millas
izero fenecer to bem nasudas esperances.
^ Essescavaleiros andantes procura ni o evadir-
se pela provincia do Rio Grande por onde o
hora Jos Lourengo fuera sua primitiva en-
trada; ao entrar nsi provincia fora elle e
seos com pan he i os agarrados, e condusids
para Paja em caminho os umm o faga-
nhoso Nogueira e os levou pira onde to-
dos sabem hojj dali partan lero passar se
para a Rahia dizem ; mas encontrando por
aquelle lado as forcas do embirrante Pnheiro
de Vasconcellos, ei-los vindos de voIta,eando
uns por aqu outros por ali. Bim ; este-
jo quietoe, e Dos os livre da seos inimigos;
como disia cm Gil-liras o arcebispo de To-
ledo a respeito do ladinorio que representan-
do o re Mouro se poz ao fresco com qu in*
to tinha sobre si. Oque de nenhum modo
he admissivel hequa haja um pretendido re-
gulo que s cscancaras e de peito limpo ,
como dizem ten ha a audacia de pretender
afrontar impunemente a torca da outoridade
publica e da leis e que nao havendo podido
i)lit;r para esses presosordem de Rabea.% Cor-
pus da autoridad competente possa elle da-
lo de sua autoridade privada. Cumpria que
fosse logo preso quisero faser depois e de
Cerlo te-lo-hia sido de viva forca mas pes-
soas de influencia quisero que tudo se fi-
zase sem violencia e a isso e nao s suas
Espanholadas deve o N.igueira Paz a conde-
candencia de o deixarem vir sob palavra apre-
zenlar-so aqu ao govero o quu nao fez
como cumpria que isesse qualquer homem
de honra que se resputasse como fez o
inajor Louroiro. Porque andou por aqu es-
condido ? Qua da garanta que da respon-
sabilidade que sobre si tomaro certas pes-
soas segundo dizem ? 'Rasas senhores sa-
ber muitas Ciisas menos o que he pundo-
nor e palavra de honra. La tornou para
Paja o Nogueira certo de sua pronuncia e
livramento ordinario e da bonumia do jury.
O que quer agora o D-n. que faga o governo:'
Mas em im tem de responder no jury esse
pequeo disposta he um reconheciment
de sua responsabilidade e de graga* s nos--
sas instituiges a essas leis que no di-
zer dos confrades do pequeo Diario nos es-
cravizaro.
Desde principios Srs. Redactores que
leio attentamenle o D-n. e no meio dessa
nalgada de grelos tenho apenas colindo ser
lie he oposicionista, posto que de muilo m
graga^que simpatisa cun a conducta de quan-
tos Nogueiras vo por esse mundo de Dos:
comprar bulla com o Diario de Pernamhuco
he a sua mais ambicionada gloria : nao sa
liando porem a que se altivessem para ex-
plicar oque querem que faga e que nao faga
o governo nem qual o programa da opposi-
c.3o acodio-lhes Dos com a lembranga do
talado tratado com a Inglaterra e arrancan
do do fundo do peito un longo alent : esta-
voto a taren lados queso nao liies iem-
lira o tratado acabao esbuforidos.
Eu senhoros Redactores ainda compro, e
leio o tal D-n. por bem de que haja urna op-
.posico que ella be bem essencial a nossa
forma de governo. Mas em verdade est el-
le bem longe de preencher o im e mal po-
der ille jamis combatir nessas honrosas fi-
leiras eom disciplinada bravura, nunca acera-
ia o passo. nunca saber o que direita, e es-
qiierda, ser sempre Jum i na prove la vel re-
crula: estar sempre a dar gritos de espantos;
luais u:n assassino maisoutroassassino A
quem porem grita elle ? Ao jurado ? Ao povo,
que os testemunha e nao quer jurar ? Nao
he capaz : nao va i para ahi : he o governo
que he quem menos pode em casos taes. Ne
ga elle forga aosjuiz '> para perseguirem os
1 ciooro.ios .' Nao: oque pois querem qtJf
ella F$a ? (Juf os prenda fra de flagrante ?
Meta-se elle nisso Se esses eenbores esto
a provocar o ptiz contra as leis um pouco,]
um piuco apaas mais vigorosas, e ainda
mais que muito insufi ientis, oqua nao di-
rio, sa o governo obrassa sobra si ? Stisp m-
la ella um jd'z ven il ou faccioso que inutili-
zi o vigor sduUr dis l>is n logo nem Sn-
t) Antonio he aos olhosifla Ues o,ip)sicionis-
tas to bom como essa juiz e nem Bielsebut
lie to demonio com essi governo. Sa
este se m ostra enrgico esevaro chamSo-
Ihe tyrannd e perseguidor, sa se inostra
blando ha froco ha in:apiz.
Quanto a mim declaro qu j nao concebo li-
benlade possivel em urna sociedade que
considera a impunidade a sui mais iella vir-
tude onde ninguam pode estar seguro nem
nis ruis nem em sua casa porque os as-
sassinios sa commettem em pleno da com a
mais ravoltint) sa-juranei da impunidala,
onde alcunIndos liomens de bam alardeo os
ttulos e prerogativas do siccario ; e oo Je o
punhal ha reputado o principal adorno dessas
p ssoas, onde as reuni que sa preten-
den polidas, acoliiam com agrado individuos
cujas vistas gotejio o sangua humano por el-*
les derramado ; onda linalmante qualquer
individuo que possua quatro bois um
qu:irt>, tres ps de algodo e urna cova
da mandioca se julga bastante forte para
afrontar impunemente as autoridades, e as
lea do paiz. Tenha elle as his a forma de
governo que ti ver, ess? piiz nao lie o da -
bardade seus habitantes sao ou vo tor-
nar-se um povo salvagem. Nao ha de ser
com palavras nem conTp.ipM escripto que
esse povo ha de entrar na ordem e ser mo-
ralisado: assim o digo porque assm o pens.
Hum que nao cotie araras.
P. S. Eis-alii o qua o D-n. II. 99 de quin-
ta feira 1. do crrante dazembro traz um-ar-
tigo assinado por um =3 Curioso = dizan lo
que o segundo juiz municipal sUpplente do
termo do Limoeiro dera hab-ras cor pus a um
tal Virissimo Jos de Souza preso naquella
cadeia a requisigio do jtiizo criminal do Rre-
jo onde eslava pronunciado a )riso e li-
vramento por crime da rnorte Jrtbeai cor-
puS) negado pelo primeiro supolente e
juiz de direito e afecto a relago Entao bis-
ta que o govorno queira como diz o D-n.,
para que seja o crime punido ? O lal juiz sup-
plentadeve ser um bacharalete desses que
poe tudo por ahi doudo com suas pretengos,
ettS* Judicatura forma o primeiro elo da nossa
cadeiajuJiciaria demos que o governo o
suspende ou remove que prende o reo ,
remelle pira o Brejo oh quo gritara ,
que alarido G iverno tiranno prepotente
e perseguidor! Poderjudiciario independen-
te Mas em todo caso o fjovtrno carregue
sempre com a culpa do tabeas corpas e da
soltura do reo. Mas eu suspenda o juiz e
prenda o reo.
VAIURDADE.
OS OLHOS.
A gente tanto ha de escrever tanto papel
ha de horrar que por im nao ha de ter que
dzer .' Nem ist> deve causar admirago ,
que est a tapada periodical perf-dtamente ba-
tida e nao ha pilhar um coalho Os nos-
sos jurnaes nem ato nem desato. Reple-
se o que se disse o anno passado. Ralha-se
das cortes e ralha-se do governo nisto con-
siste lodo o trahalho do nosso jornalismo.
Quer seja dicto por uns os da direita quer
s-ja dicto por outros os da esquerda, sem-
pre a mesma cantiga Somos uns machos
d'estrada : sempre as mesmas c.i npainhts ,
a magma traquinada, A chronica escandalo-
sa esta giande coelheira j fornece pouco
chorume ; os nossos homens esto as.-s exa-
minados por dentro e por fra e mesmo
ueste genero j nao ha novidade.
De que pois langar mfio para formar, orga-
nisar indireitar ,. e aperfeicoar um artigo ?
Eisaqui o que nos ataranta nos aHlige, nos
arrepella, e nos tira os dias de vida Mal
dicto.seja o olido de um redactor de peridi-
cos que assim vive elle torturado por ingra-
tas dillieuldades E o peor que ninguem
de lie se compadece! Quem lia ahi to terna-
mente constituido que lamente a nossa sorte!
}i> entanto dignissimos e estimabilissimos
leitores ninguem mais digno de compai-
xodoqueum pobie redactor que lodosos
dias se ve na Cria de Ihe faltar com que en-
cher o seu artigo! Como verbi gratia nos suc-
cede na ocrasi > presente era que por mais
vollas que demos eaximonia nao podemos
alinhavar o nisso artiguinho !
E1 miseria! mal que Iba ha vemos nos de fa-
zer ha occasi s em que a cabega est to
rebelde, tan cavnurra to mis>'ravelmenle
estupida, quy parece urna paredo Com lu-
lo, istono dasculp a imprens est
espera do artigo o artigo ou bom ou mu,
chistoso ou inspido ha de ir e do Co Ihe
vnha o remedio Em fin fumamos o nosso
cigarro a var se a mus al.unia. A respeito
de cigarros podamos nos faz r um longo ar-
tigo e mais extansj qua a refirma ju lieial ;
porque n"o presto par cousa algurta
urna parfeita logrago qua os Snrs. ontrac-
tadores prego ao povo cigarrante. E erito
porque o nao faas ? dir por aiii alguem ,
distas alguans que querem m sttur o niriz ara
tudo : pois dasta vez u*o lh> havamos de di-
zar 5 tamb;rix.quaramos ter o nosso sagredo
de,gabinete, esto uagociagis pandantas.
Brava chegou a musa : va um artigo d'o-
Ihos; mas nao sao olhos de couve vo os o-
Ihoscom que a nature/.a enriquecen o palrai-
nho de cara das nossas bailas. Mas por onde
hivemos nos comagar a-gabir as muitas e bal-
las qualid idas desta nafta to intaresssnte do
genero humano Q-ie palavras bastar pa-
ra pintar sua bellez*, sui n^cessidade, e para
os seguir em todas as suas frmis ? os olhos
team tal poder que elles emballecam at a-
qualles rostos eios e lorpas que por ahi ap-
parecem !
Esta qualidada das primeiras que sa bus-
co em um semblante femenino, e as mulhe-
res principalmente os consid to como os seus
principies amigos e favorecedores.
Principiaremos pelos olhos lnguidos e sen-
timantaes : elles sao omnipotentes 5 elles e-
levo a alma de quem os ve infundem toda
a sda serisibilidade em quem os admira fa-
zem gostar um san numero de prazeras e
sao em fim inimigos declarados do nosso so-
c^go. O corago mais calafatado e mais em-
pedernido o corago mais estoico e insensi-
vel, vendo uns olhos lnguidos deixa-se ir,
e recebe o Veneno que ellas vertem. A me-
nina que tom os olhos lnguidos triumpha na
janella as igrejas, nos passeios nos bai-
les, nos theatros nos bosques e nos sitios
solitarios. E as poucas vezes que o nosso
corago mostrou que nao era de gesso nem de
podra foro os olhos lnguidos qua Ihe fize-
ro perder a sua dignida le e a sua libardade.
Os olhos lnguidos convido ternura e
preciso que o homem j esteja com o nariz
perfilado para a sepultura para Ihes resistir.
Os olhos risonhos e alegres enchem a nossa
alma de urna alegra atrevida ; animo o co-
barde protegem o ousado contentoa
ambos. Sao olhos revolucionarios e quem
pode ficar firme em frente de uns olhos revol-
tosos ? Ha meninas cujos olhos sao desinqui-
etos e buligosos elles ataco sem ceremonia
e mesmo sem declarago de guerra: sao olhos
quodesafio quepuchoa sensibilidade e
to travessos se appresento no campo da ba-
talha que o homem nao tem outro recurso
seno entregar-se descripgo.
Os olhos modestos acendem no peito de
quem os ve a chamma do amor nobre. Sao
urna barreira contra a ousadia e a relaxago ;
elles engrandecen] a quem os tem e a quem os
v" e sao a divisa de urna alma pura e inno-
cente. As meninas que tem os olhos modes-
tos e nao liverem bom dote, arn'sco se mui-
to a nao casar por isso que seus olhos nao
promovem a sua causa. A diligencia a mi
da boa ventura.
Ha certos olhos traidores e eagoantes que
meltem medo elles teem certa expresso
maligna que faro rir a quem se nao deixa cap-
tivar dellas. Elles represento a inconstancia, a
coquetera a arte perigosa do namro, de con-
quista em conquista de triumpho em tri-
umpho ; sao frios por sistema, e insensiveis
por capricho. As meninas que tem olhos
deste genero ando nos interessantissimos
cathalogus dos tafues e os seus triumphos
sao momentneos.
Os olhos chorosos e supplicantes sao os mais
temiveis empenhos para sujeitar as aeges dos
homens : elles nos volvem razffo, desarmo
o brago da vinganga o nos entrego dis-
posigo de quem delles usa a tempo e horas.
Quem jamis resistiu a uns olhos que nado
em lagrimas Urna menina chorando exer-
ceu sobre os corages a soberana da fraque-
za : Dos nosdefenda de similhanles apertos.
Era ellas chorando, nao ha remedio seno ce-
der e depor as armas ou fazer urna retirada
airosa se fr tempo.
Ate aqui temos examinado as qualidades
moraes dos olhos fallemos agora das quali-
dades physicas. A respeito das qualidades
pnysicas preciso confessar que a opini-
o publica est divergente. Os olhos azues
tem um atlractivo singular ; elles ando ac-
companhados por via de regra da urna tez
branca e caballos ruivos e sao muito procu-
rados. Os poetas une sao a gente que mis
cntende d'olhos os comparflo ao Ceo. Os
olhos pardos nao esto tanto no galerim da
fama ; mastam bastante grag e fazam t-
tubaar as almas gran las. Porm quam hva
a primazia qu >m faz escurecer tu lo glu 0s
Olhos negros. Estas sim estes sao os que-
canto m*is viatoria-j e qua taam miior mi-
ra to di admiradores.
Dizem os poetas e masma os qua nao sao
oitas que foi nos olhos ngros qm Dios
dispensou tolo o sau podar e suinmi habili-
lale. Quam ha ah qua os Taja e nao so
eutliusiasme cora elles No da > juizo Daos
1a certo ha da minorar as nosaa panas qtitn-
Jo Ihe fizarmos constar por documantos au-
thenticos qua peccaraos vista d'uns olhos
negros. Elles sao sobaranos e nio ha re-
sistir-Ibes Ora agora diro os nossos leito-
res e como elle arranjou um artigo ver-
dade est o artigo falto imnr.msa cora
elle. Os homens qua nao vivara seno da
maldicta poltica ho da dar o cavaco por
nao veram era encontrarem no artigo urna
s palavra de qua elles posso formar um ral-
culo sobre a guerra ou sobre a paz sobre a
alia ou a desci la dos fun l>s ; porem as nos-
sas bellas tarabem noslara, equinlolar-
go a costura lango urna vista d'olhos ao
jornal dos pobres. E' preciso agradar a to-
dos: e como ellas hoja nao saltar de contan-
tas qua questas nohaver sobre as quali-
dades physicas e moraas dos olhos! qua dis-
cursos ? quaexamas ? qua obsarvagjs ? qu*
os nao possamos nos ouvir !
( P. dos P. no Porto. )
CoM M ERGIO.
ALFANDEGA.
Renlimanto do da 1<>........ 4:462*73
DBSCARREOV HOJE 17 DE DEZEMBRO.
Patacho = Racax = taboado e batatas.
Barca ingleza = feabetta = carvo.
Patacho portugUf;z=Novo Congresso=vnbo,
vinagre e arcos,
Brigue= Bom Jezus = fuyendas.
Galliota = Hendrika == que.'jos. e genebra .
Brigue norueguense= 17 de Maio = car-
vo.
MOVIM ENTO DO POR'JO.
NAVIOS SAIIIDOS NO BK 15.
Barcelona ; polaca bespanhoU Celestina, fp.
Felis Llimona carga algodo.
Rio de Janeiro ; brigue brazileiro Lial cap.
Caetano Jos Travasso, carga assucar. Con-
duz os colonos que trouce da ilha de S. Mi-
guel.
Marselle ; barca franceza Antoinette cap.
Lacroix carga assucar.
Lisboa 5 brigue portuguez Jozefina capito
Paulo Antonio da Rocha carga .assucar.
Rio de Janeiro ; brigue americano Po\.vltny>
cap. J Moviat, com a carga quo troupe de
Baltimore.
NAVIOS ENTRADOS NO DA 16.
Amsterdam ; 43 dias, galliuta hollandeza
Hendricka de 156 ton. cap. H. K. Siet-
zema equip. 8 carga quijos e gene-
bra : a N. O. Bieber & C."
Genova ; 75 dias brigue sardo Ebe, de 198
ton., cap. Morce Guiseppi.ne, equip. \",
carga sal azeite doce, e sebollas : a Tlio-
maz de Aquino Fonceca.
EDITA L.
Continuacao da lista ds jurados.
Luiz Rodrigues Sette.s
dos Santos Nunes de Oliveira.
da Veiga pessoa.
Gomes Ferreira.
Pereira Rapozo.
Dr. Lourongo Machado Dias.
Major Luiz de Queiroz Coitinho.
Manuel Aires Guerra.
Ignacio de Olveira Lobo.
Jos Silva Braga.
a Duarte Rodrigues.
Antero Souza Res.
Joaquina Pedro da Costa.
da Fonceca da Silva.
Ignacio de Olveira.
Jos Martins da Costo.
Ignacio da Silva Teixeira.
Antonio da Silva Mota.
libeiro da Cruz Oliveira.
Goncalvps da Silva.
Jos Duaile.
Carduzo Ayres.
Gongalves da Cruz.
Vlarcolino Goiig^lvos Manuel Luiz Gongalves.
Joaquim Ramos e Silva.


^m
5
mvS
Manoel Joo d'Amorim.
de S'queira C impeli.
k Gongalves Pereira.
Mtliias Man1! deJezus.
Manoel J* Cnalassa,
Joaquim Gongalves Lussa.
da Silva Naves.
. Jos Ferr ira.
Jos de Magalha>s.
Luiz Gao$>ilv)s.Jimidr.
Jos Crneiro Jnior.
de 8. Timo Couto.
Riheiro Fonoeca Braga.
(i IWlarmino.
Pereira Pinto.
Miguel Antonio da Costa e Silva.
Manoel Jos de Souza Carneiro.
Pereira Rosas.
Antonio d'Almeida.
m Coelno d'Oliveira.
d Jfzus.
Monteiro de Andrade.
Viegas.
d'Azevedo do Nascimento.
Bizerra Cavalcanti.
Bizerra do Valle.
h Camello Pessoa de Laacerd.
Gamillo Pires.
Cardoso da Fonceca.
Coelho Cintra.
Felippe da Fonrpca Candi.
Fernandes da Cruz.
Ferreira Antunes Villana.
Ramos.
da Silva.
Felis Ramos.
Figueira de Faria.
Florencio Alvos de Moraes.
Francisco de Moura.
Ifigenio da Silva.
u Joaquim. da Costa.
Ferreira.
Gomes.
Pereira Lobo.
Rodrigues de Souza.
Silveira.
Jos Ga|v3:).
Dr. Manoel Jos Pereira de Mello.
Manoel Jos dos Santos.
Lopps Maciel.
Marques Grangeiro.
Pedro de Souza.
<( de Almeida Lima.
da Silva Ferreira.
< da Silva Ferreira Jnior.
Silvestre Ferreira.
Dr. Man>'l Teixeira Peixoto.
Mathias .i'Albuquerque e Mello.
Miguel Arrhanjo Monteiro de Andrade.
Felirio da Silva.
da Fanceca Soares e Silva.
Jos d'Almeida Pernambuco. ,
Jos da M-itla.
Manoel Thomaz Rodrigues Campello.
Jos Martins Ribeiro.
Rodrigues dos Anjos.
Joaquim Ferreira Jnior.
Caetano Soares Carneiro Monteiro.
Neto de Souza Bandeira.
Pacheco de Queiroga.
Antonio Cardozo.
u do Nascimenlo da Costa Monteiro.
Miguel A (Tonco Ferreira.
Major Manoel Joaquim de Oliveira.
Manoel Peregrino da Silva.
Maicelino Jos Lopes.
Manoel Flias de Moura.
Mariano Jos de Couto.
Mnoel da Fonceca e Silva.
Gregorio da Silva.
Rernardino Monteiro.
Z'ferino dos S-intos.
Jos da Silva Braga.
Pereira Teixeira.
Paulo Quintella.
d<" Souza Rapozo.
Jos de Azeveoo Amorim.
( Continuar-se-ha. )
OECLAllACES~
OSr. Joaquim Cavalcanti de Bulhoens,
alferes decagadores de 1. "Minha compre-
la no qnartel do commando das armas para
shpcto de s rvigo. Salla das ordens 15 de
Dezembro 18-12.
Manurl Fernanda da Cruz.
Ajudantes de Ordens
O Pataxo Laurentina recebe a mala
para o Bio do jmeirono dia l9 do corrente
as 10 horas do dia.
O Hi.te Flor das Larangeiras recebe
a mala para a B>tia no dia 20 do corrente.
AVISOS MARI TI M OS"
rangiratf~&, forrado da cobre sai iiripre-
teriv*Iminte no dia 20 do corrente nSa sahio
no dia 15 por falta dos carregadores nio des-
pacharen! com brevidade cojo hiate est em
mais de meia carga ; quera quizer carregar
_ou hir de passagem para o que tem excellen-
/ics com modos difjo-se abordo do misino
defronte do trapiche-novo.
LEILOES.
Far-se-ha leilo de urna porgo de
garrafas vazias em gigos muito superiores,
terca feiiy 20 de dezembro no caes d'alfan-
dega junto ao armazem de Antonio Annes.
= O corredor Oliveira" far leilo por
conta de quem per temer e por tolo o pre-
go terca feira 23 do crrante s 10 ho.'as
da m*nh" no armazem que foi d'Alexandre
Mackay 6: C*, ra do Trapiche-novo de
grande porco do mobilia em muito'bom es-
tado, eonsistindo principalmente em cadeiras
de differentes qualidades mezas dejintar ,
ditas para jugo, 'ditas para meio de salla re-
dondas ecompridas, e para cosinhar esca-
dinhas para leitos camas com colxOes di-
tas de vento ditas de ferro armarios para
livros e para roupa, commodas, lavatorios,
toucadores aparadores aparelhos de louca
azul ditos cor de roza, mangas de vidro ,
castices galhoteiros banquinhas trem
de cosinha, emuitosoutros objectos de gran-
de utilidade inclusive algumas obras de pra-
ta com pequeo uzo.
AVISOS DIVERSOS
Para a Babia o biate = Flor de La-
O Artilheiro offere-
ce a revista demostra dos
soiis conliecidos amigse
i 11 i m i 'os n o 111 $a r d a pa-
rada, e medante o estipu-
lado, o N.3 em ordem de
marcha,ecom toda a tran-
quinada de rigor, nlo fal-
tando nem a vela de sebo.
A irmandade de N. S.
de Guade-lupe tendo noti-
cia qiie a lotera a favor
das obras da matriz da
Roa-vista nao correo no
da 15, e que pertende cor-
rer no dia 20 do presente
dezembro ; por esse moti-
vo partecipa ao reapeita-
vel publico, que retira o
annuucio feito para o dia
19 como tinlia marcado,
a fim de nao complicar os
interesses da mesma ma-
triz; e marcar em tempo.
tsr Preciza-se de um sobrado de um an -
dar ou casa terrea que te.nha bastantes
commodos, com quintal e cacimba, no bair-
ro de Santo Antonio, ou Boa-vista ; quem ti-
ver annuncie ou dirija-se loja de fazendas
de Jos Esteves Vianna esquina do beco da
Congregado n. 41.
nr OSr. que na tarde do dia 15 do cor-
rente foi na ra de I lorias n. 46, sobre o
sellim ingl<"z de menino montar em carneiro
se ainda o quizer pelo prego de 9000 rs. que
oflereceu., pode manda-lo buscar.
= Luiz da Costa Souza Miranda segu
viagem paraoAracaly com a sua familia.
= A quem ha um mez, poucomais ou
menos lhe faltou um papagaio, procure-o na
ra Direita n. 119 que dando os signaes
lhe ser entregue.
CT O Sr. Patricio que mora ao pa de u-
ma das pon tes desta cidade, e quu tem fgido
um moleque de nome Joaquim querendo
ter noticias do mesmo dirija-se praca da
Independencia loja de livros n. 37 e 38 ou
6 e 8 que achara informales.
V^1 Lembra-se pela 2. vez pelo prlo ao
Sr. M. T. (ilho da (nada M. de T. venha
ou mande nestes 3 cu 4 dias remir o seu pi-
nhor constante de una cora de prata com
l2oitavas e d'uma pequea ataca de crysli-
tas quando nflo ser vendido para embol-
so do tnnunciante, posto que dito pinhor nao
cubra a quantia de.1,14o res que j da-
ra ter pago na ro la de 5 ou 6 annos e ai >
tora depois direitos alegar : ra do N.(guai-
ra n. 13.
= Aluza-se u 100 tijollos do alv-naria, pjr prego conn-
modo ; na ra d > Q ieimidi n. 5*7.
tar Preciza-se de um hornera que tenha
praliea de serradjr ; dirija-se ra do Roza-
rio larga n. 29.
C^ Alu'j;a-seo terceiro andar do sobrado
da na do Rczario estreita que tem excip-
iente Commodos para grande familia com so-
to e mirante que se avista tola a ciiade
muito fresco e por prego commoJo ; a fal-
lar na mesma ra loj n. 31
Preciza-se de um padeiro para tr.ibilhar
fora desta praca a pessoa a quem convier
dirija-se ra do Sebo lado direito primeira
caza para tratar do ajuste.
tar Quem tiver pan alujar urna negra ,
que saiba cosinhar, e fazer o mais servico de
urna caza de familha annuncie para se pro-
curar.
Aluga-se urna escrava : no pateo de S.
Pedro I). 10.
Desencaminhou-so ou furia rao do sitio
da viuva de Manoel Joze de Alm'ida um
cavallo russo pedrez, com urna marca de fer
ro com sicatrizes de ter sirio sarjado na sar-
neeia, quem delle tiver noticia e entrecar no
dito sitioser generosamente recompensado.
Alu?a-se urna meia agoa propria para
cocheira na ra da Alegra ; a tratar na ra
do vigario n. 21.
Lotera da Malris da Boa-vista.
Tendo-se marcado o dia 15 do correute pa-
ra o andamento das rojtia tornou-se impos-
sivel verificar este proj-'cto por existirem
em ser um numero de bilhetes excedentes
ao valor do beneficio, porem trabalha-s"
oom todo o ardor para que tenhi lugar dito
andamento ainda no corrente anno eenti'
breve se marcar o dia impreterivel queja
mais ser alterado sejiio quaes forem as cir-
cunsfaneiasque imperem
No nritiro depozto de chocolate estabe-
lecido na ra Nova, acha-se de novo um bom
sortimento desta substancia como choedat
especial de baunilha frreo e de sande
prompta extraego e o empenho com qu'
tem sido procura-lor he um garante da BU
boa qualidade e delicioso sabor : os prego*
continuam a ser os mesmos.
-Qu-'tn precisar de 400,> mil reis a juros
de dous por cento ao mez dando-se penho
resdeouroou prata ou com hypotheca em
urna casa sendo nesta praca ; dirija-se
sanzala vclban. 46, (ue achara com quem
tratar.
Avisa-se ao sr. que empenhou a M. A.
S. um alfinete por 16* reis por lo dias sem
pafjar premio, tenha a bonJade de o resgatar;
pois ja se passou mais de um mez e se o
nao fizer at o lia 18 do corrente se dir seo
nome ; e depois se proceder a venda do di-
to alfinete por contado dito sr. para paga-
mento daquella quantia.
= O sr. M. J. P. L queira noprazode
4 dias ir a ra do muro Ja Penha n. 28 res-
gatar os seus penhores pois ja se n3o pode
tolerar as suas promessas e do contrario se
publicar o seu nome porestengo.
*s^ Dezapareceo no dia 13 do corrente
mez um rapaz de idade de 25 annos pouco
mais ou menos de nome Avelino filbo do
certo do Apodi o dito rapaz eslava no bar-
balho tomando sentido aos cvalos de Joze Jo-
aquim Fernandes do mesmo certo e vindo
a esta praga buscar mantimento dezapareceo ,
o muito se dezejava saber algumas noticias do
dito rapaz ; quem delle souber dirija-se a
ra do Queimado n. 57.
= Preciza-se de urna mulher forra para o
servico interno de urna caza de pouca familia;
quem estiver nestas circunstancias dirija
ee a ra Direita n 58 no 1.* andar.
= Offerece-se urna pessoa de ptima con-
ducta ede bons costumes, para escrever em
alguma occupacSo cu para algum engenho,
dando as suas informages ; qu*m do seu
presumo se quiser utilisar, annuncie por es-
ta folha.
Constantia JVine.
A small quantity bosh red and white f
this delicious Liqueur, shipped by M.r Hoets
tbe proprietor of constantia fanno, on sale al
the warehouse of Dowsley Raymnnd & Rryts.
ter Apareceu no sitio da Campia dos
Torroes trras da torre, urna negra chamada
Anglica a qual se acha com os signaes de
surra ; quem for o spii dono v ao mesmo a
(aliar com Joaquina Mara da Conceigo a
qnal nao se resnonsabilisa por qualquer
Iranstorno que baja.
Rojo pelas 4 horas da tarde a porta do (do Crespo n. 10.
Dr. Juis 1; 3.' vara de civel Vicente Ferreira
Contorna rui d) Livrammlo se hade ar-
rematar pjr sera uiliraa prag o sobrado, e
coxeira deJoao Franeisco des Santos Siqueira
no lugar do Monteiro que est pinho^ado
por execugAo do L)r. M-utiniano da Rocba
Bastos.
fcy Roga-fll aos srs. a cujo cargo est,
m irear o dia do an laifl ?nto das roda< d Lo-
tera da matiz la Bia vista e bam assim aos
d'outra qualquer que n:o continuam a a-
oromotir a cum snn ver a n >va ou em me-
llur (baza : a marcar o da do impreterivel
in lamento das mesmis sem que se tenho
extraliiii) o bilhetes ; porque ao contrario e
eagoar com o resmitavel pjOlico, eenforqu-
Ihir aos aspirantes ao< premios; o como
praxe serem em caracteres bera legiveis o
annuncios era que os mesmos srs. margo o
da impreterivel do an lamento das roda,
roga-su aos sis. Relatores o obsequio de nos
oiesmos caracteres dar um cantinbo ; em sua
apriciavel folhi ao presente annuncio de
l'm dos inforquilhados.
tor Precisa-se de 500,>000a juros sobre'
hypotheca em urna casa no bairro da Boa vis-
ta livre e desembaragada a pessoa que qui-
r.v ; dirija-se a ra velha caza n. 94 quem
vetn pela Santa Crus que aehar com quem
tratar ou annuncie a sua morada para ser
procurado.
E9- Aluga-se um sobrado de um andar cora
bom armazem na ra da Moeda n. 23 ; quem
oretender dirija-se nos djas uteis na ra da
Madre de Dos defronte da Isreja segundo
andar das 10 horas at ao meio dia.
lar* Previue-se ao publico que pessoa al-
:juma contrate negocio com Anrtl Rutina de
S. Joze sobre urna escrava por nome Roa,
qual se ach empenhada por parte de seu
valor ; e para qu? ninjuam se chame a igno-
rancia se faz o presente annuncio.
ssr Emilia Thereza dos Santos retira-se
riara a Cidade do Rio de Janeiro.
PILULAS VKGETAES, E l'NIVF.RSAES AMERICANAS.
O nico deposito dellas he em casa do agen-
te D. Knoth ; na ra de Apollo n. 27.
Avino Importante.
xsr Em um clima to quente como o
Brasil aonde as molestias terraino fatal-
mente as vezes no espago de poucas horas ,
e mistdr haver um remedio que posa ser-
vir, ao mesmo tempo como preventivo e
urador A Medecina Popular Americana ,
l'mii essa propriedade ; tomada as vezes ,
'mquanto ella impede a accumulago dos
lumores conserva o sangue puro e conse-
.uintemente (ara as pessoas menos sugeilas
i apanharem qualquer molestia seja ella
lontagiosa ou nao. Recommenda-se portan-
to aos snrs. fazendeiros e ao publico em ge-
ral de ensaiar este excellente remedio, que
oelo lado econmico, he preferivel a qual-
quer outra medicina de semelhante nature-
za tendo as caixinhas maior numero da
purgantes e por menos prego,
mente em casa de D. Knoth
10 n. 27.
= Manoel Rodrigues subdito Portuguez,
retira-se para fors da provincia.
isr* Na ra do Trapiche* Novo n. 8 precisa-
se de um cozinheiro bom.
er AlugaG-se duas moradas de casas ter-
reas na ra da Alegra urna de lOj rs. e
outra de 7a : na ra do Rangel casa do Dr.
Pereira.
or* A pessoa que quiser encarregar-se de
tomar um molequinho de idade de 8 me-
zea para o desmamar, dirija-se a ra do
Queimado n. 16 primeiro andar.
y L'm homem casado de pouca familia ,
bastante gil e de boa conducta se offere-
ce para ser administrador de qualquer enge-
nho, o qual tem bastante pratica ; quem o
pretender annuncie.
ssr.Precisa-se de urna ama secca para casa
de pouca familia que queira sugeitar-se a
comprar na ra e lazer todo o mais servigo :
na ra larga do Rozario n. 1 ou annuncie.
asr Aluga-se um primeiro andar muito
fresco que bola de ra a ra com commo-
dos para pequea familia ou homem solteiro:
na ruado Amorim n. 17.
tS" Na ra do Amorim venda n. 17 exis-
tem duas cartas vindas do Porto urna para
o snr Manoel Gonsalves de Oliveira e ou-
tra para o.snr. Joo de Souza Araujo.
S.T Rafael Lucci professor de forte pi-
anito e cantoria tem-se determinado a dar
al-umas licOes ; as pessoas que quiserem uli-
li .-.r-se do sru prestimo podem procura-
11 na ra do Queimado n. 32.
tar Aluga-se 3 casas no atierro dos atro-
jados todas com bastantes commodos para
grande familia e urna piquena.no beco do
Peixoto ; quem as pretender dirija-ae a ra
Vende-se ao-
, na ra de Apo-


agentu
Lomhrigueira ou Vermfugo Effican,
ssr A medicina popular Americana tem
slem das virtudes j citadas a da ser um
vermfugo activo e iuuocanto aplcavel tan-
to a solitaria como Dtra as outras espacies Je
vermes. Este verdaueife thesouro das fami-
lias vende-se som nte em casa do
D. Knoth na ra de Apolo n. 27.
tsr Qualquer Reverendo Sacerdote que
quispr sercoadjuctor da freguesia de N. S.
da Paz dos Affagados annuncie por esta fo-
llia o: "ntenda-se com o Parodio da mes-
ina freguesia o qual llie olTrrece 300* rs.
annuaes pagos da forma que quiser para fa-
2er as suas vezes nos seus impedimentos-,
alm desta quantia tem na mesma matriz
(las eapelanias urna Das quintas feiras e
outras nos domingos e das santos.
BT Johnston Pater & Comnanhia av-
sSoaossnrs.de engenho e muito princi-
palmente aos seus freguezes que ja se acha em
seu acmazem um grande sortimento de mo-
eodas e taxas y tanto batidas como fundidas,
de todos os tamaitos, elles espero muito
breve de Inglaterra porgao de machinas de
vapor assim como su encarrego de qual-
quer encomenJa de machinismo que se Ihe
queira fazer ; e promeltem servir bam aos
seus freguazes tanto em prego com em qua-
lidade os pretejidentes dinjo-se a ra da
Madre de Dos n. 5.
ar Djfronte da ribeira da Boa-vista ha pa-
ra alugar um sobrado de um andar com 3
grandesquirlos $osinha fora salla adian-
te e atrs quintal pequeo com boa ca-
cimba e um outro quintal grande proprio
para plan tacos : a fallar no 3. andar do so-
brado queTaz quina pira a travessa da igrej i
do Rozario. em S. Antonio.
Perdeo-se em 10 do corrente urna letra
saccada por Jo Fernandes Eira e aceita pe-
lo senhor Thomaz Das Souto da quantia de
194*060 rs., morador nesta praga cuja letra
tem um crdito nocorpo dadiU de98*74G rs.
recebido por conta pois quem achar que-
rendo restituir diriji-so a ra da Florentina
sobrado prximo amar n. 37 ou annuncie
pois que o dito aceitante j est sciente de
nao pagar ; pois a pe?soa qu3 achar de nada
serve.
S0C1EDAE DE MEDICINA.
tsr Tendo esta sociedade concordado dar
audiencias gratuitas aos doentes pobres e co-
nhecondo que receitas e conselhos nao sao
bailantes a remediar seus sofrimentos deci-
'i<> em sesso do dia 5 do correte, qu ; se
desse tambem medicamentos para issoella
nomeou urna commisso e a authorisou para
contratar com qualquer sor. pharmaceutico
que queira preparar e vender ditos remedios.
Para cujo fim a commisso convida aos snrs.
pharmaceuticosque estejo as circunstan-
cias e queiro acceitar esta empreza a com-
pirecerem na sala de suas sessdes gratuitas ,
na ra do Cabug primeiro andar por cima
de. loja de sera n. 2 no da 22 do corrente,
no meiodia. Joo Francisco de Oliveira ,
Membro da Commisso
lar* O Sr. A. F. L. ," queira mandar pa-
gar na ra das Iwrangeiras a quantia de
Sj rs. do que nao ignora.
tsr Aluga-se urna casa terrea com 5 quar-
lo<{, 2 sallas na frente cosihha estribara
para 2 cavallos e quintal murado para se
pausar a festa at o ultimo de Marco do prxi-
mo auno no lugar de S. Aona em tenas
do Snr. Domingos Pires a mesma lem ba-
nho abeira do rio, e se d por prego com mo-
do por j estar porto a festa ; no Recif e na
ra da Cadeia velha loja n. 55 a fallar com
JoSo Maria Seve.
Em casa de halkmann & Rosenmundi faz muita conta no aluguel por ter um sobra-
na ra da Cruz n. 10 chegaro ptimos
piannos do construcgo ingleza que se ven-
den) pelo mdico prego de 500* rs.
ssr Urna eserava que cozinha engom-
ma lava desabu e varrella urna f.w:a apa-
rejada de prata um apirelho para cha ,
dourado um relogio pequeo de ouro um
lito de prata 3 voltasde corJo, urna por
co de ouro e prata para o orives e diaman-
tas sollos: as 5 pontas n. 4o onde tem Um-
pio.
tsr Urna commoda de amarelo nova, urna
marqueza um locador, 2 bancos de amare-
lo tudoem muito bom estado vende-se
ludo por seu dono retirar-sa para o Rio de
laneiro : na ra estreita do Rozario n. 18.
tsr Urna duzia e meia de cadeiras e um
canap; de olio com assento de palhinha, um
jogode mezas urna mesa de duas abas, um
carrinho de 4 rolas para dous meninos, urna
maca de courode lustro e uns coldres, pa-
ra pistolas e um. selim para montara de
senhora tudo em bom estado e por prego
rommodo : na ra de Apolo n. 20
ssr A colego dos Panoramas em 5 volu-
mes encadernados caixas de soda water ,
sedlitz ptimas para refresco a 10 rs a cai-
xinha papis de rebique em duzias mais ba-
rato do que em outra qualquer parte : na ra
do Crespo o. 15.
tsr Um moleque de 16 annos sem vicio
lgum serve bem a urna casa sabe tratar
de cavallos ,e bom pagem urna bonita es
crava moga boa quitandeira o de todo o
mais servico : na ra do Fogo n. 8 das 9
horas da manh at as 4 da tarde.
tsr L'm moleque de 15 annos e urna ne-
hra pe 28 annos : as 5 pontas n. 23 a fal-
lar com Silvestre Joaqun) do Nascimenlo de
manila" at as 11 horas e das 5 da tarde em
diante.
tsr L'm negro mulo esperto bom talha-
dor de carne, sapateiro, pescador, e reli-
nador de assucar pelo prego de 580* rs. ;
quem o pretenderannuncie.
ssr Amanh havera vitela muito gorda a
120, e carne de carneiro muito em conta :
no assougue defronte da Cadeia.
tsr Cadeiras americanas com assento de
palhinha, camas de vento com armrgfio e
sem ella, muito bem feitas a 4500 rs. ditas
de pinho a 3500 marquezas de condur,
mezas de jantar commodas de amarelo, e
de angico assim como outros muitos trastes ;
e pinho de suecia com 3 polegadas de grossu-
sura, dito serrado tudo mais em conta dO que
em outra qualquer parte : na ra da Floren-
tina casa de J. Beranger.
L'm moleque do nago de bonita figu-
j
COMPRAS
Urna corrente de ouro boir. sem feitio,
quem tiver annuncie.
VENDAS.
Urna duzia de cadeiras de palhinha de
Jacaranda ; duas bancas pequeas tambem
de Jacaranda por preco commodo : na ra
la Gloria o. 57 das 6 as 8 horas da manh e
de urna hora da tarde as 3.
tsr Um mulatinho de idade de 16 annos ,
com (dficio de sapateiro: na ra da Gloria
11. 31 das 0 horas da manh al as 8 e de
urna da tarde as 3.
Pentes abertose lizos de tirtaruga .
como tambem p"nts de banda aberta de ulti-
ma moda ; quem pretender dirjanse no patea
do Carino loja de tarlarugueiro parede-meia
a venda.
tsr L"m preto alfaate bom cozinhoiro :
na ra do Rozario larga caza da esquina da
travessa do Queimado.
ra idade 18 armo peritimo cozinheiroe
engommador; e urna negra custureira com
as mesma abelidades cima : na ra do Crws-
po n. 10 em casa de, Jos Maria Jess Mu-
niz.
t^" A bordo do Brigue Formoso Tundea-
do defronte das escadinhas de palacio ven-
de-se superior carne do Rio Grande do Sul ,
sebo em rama, e urna porgad de chifres ,
tudo por prego commodo.
tsr Um relogio de algibeira com disperta-
dor e replico em ponto maior do com-
rrum s em oiro de lei tem o valor maior
de setenta mil res e o mellior regulador
possivel, no prego intereasante para quem
desejar possuir um relogio bom eda-se pe-
lo prego de cem mil reis, pela necessidade
que ha de ser vendido: a tratar com o relo-
joeiro na ra do Cahug.
ssr Bicos brancos e pretos de 100 a 400
rs. a vara ligas elsticas para meia a 120
rs. o par : no atierro da Boa vista loja nu
mero 48.
tsr Um carrinho de 4 rodas feito em Lon-
dres, em bom uzo e um cavallo russo gran-
de e bem ensinado para o mesmo com
seus arreios completos pelo mdico prego
de 400j rs. : na ra da Aurora na Boa vista
n. 24.
tsr Urna escrava de nagao de 28 annos,
bonita figura muito possante sem acha-
ques propria para todo o servigo de urna
casa por ser boa cozinheira ptima docei-
ra lavaJejra tanto de sabo como do var-
rella e engororpa liso, ludo com muita lim-
\pa.-a a vista do comprador se dir o motivo
da venda : em fora de portas no primeiro an-
dar do sobrado novo n 03.
Sera de carnauba em porgo e a re-
talho, por prego can:mido; uo na ruadaCa-
deado Recife n. 43.
Tres cavlos por prrgo muitoem conta;
na praga da Boa-vista n. 12 na ra das Cru-
e> [i. .'50.
er Urna venda com poucos fundos e sem
alcades a dinheiro ou a pra2o com boas lir-
mai tem bous commudos para familia
do por cima e b>m quintil, e outra loja in
dependente que se aluga e em muito bom
lugar por ven ler para a tarri e venJe-se
por seu dono retirar-se pira lira da pro vi n -
ca: na ra velha n. 70.
" Calda da tamarindo em garrafas a
pataca cala urna sam o casco ; caf m >do em
pircio e a ratallio lulo o mellior qu.5 he
possivel : na rila do Azeite de paiX' n. 11
padaria de \ian09l Ignacio da Silva Teixaira.
tST Dpsito de caf moido, mdhor pos-
sivel ueste genero e sam a m-mor mistura,
o prego o mais commodo que sa tem visto:
na padaria de urna s porta jdnto ao sobrado,
na praga da s. Cr.uz.
ssr Um cavallo em boas carnes com os
arreios por prego commodo : em fora de
portas n. 22.
ssr Ni ra do Queimado loja n. 14 de
Luiz Joza de Souza ha para vendar chapeos
de sol da seda de superior qualidade o por
prego commodo assim como um bom caval-
lo de bonita figura gordo e com lodos os
andares".
tsr Urna mulatinba de 10 annos mni
linda ptima para mumbanda cosa, e co-
nha e he recolhida urna crela com bonita
figura cose bam liso engomma faz ren-
das e bicos de todas as qmltlades e cozi-
nha o ordinario ; outra dita de nacao boa en-
gommadeira cozinha o ordinario e lava
de saba e varrella : na ra Direita n. 43.
tsr No aterro dos AfTjgados um ptimo
terreno com 57 palmos de frente e 150 de
fundos, ja com alicorees para se levantar
duas moradas de casas : a tratar no mesmo
atierro nasa junto ao sur. Pavao n. 84.
tsr Barris de carne de vaca salgada ditos
de dita pequeos da superior para familias ,
ditos pequeos de linguiga barricas de fari-
nha de milho caixa d'spermacete ditas de
fosfuros gangas amarelas da india lengos
de seda de cor, Je muito boas qualidades ,
chegados ltimamente ; na ra do trapixe
novo n. 18.
ts Duas Tipoias feitas na Ierra de model-
lo muito bonito cobertas de sola muito bem
pintadas e dourados novos com cortinados ,
tornos de marfim tudo do melhor gosto ,
pois nunca serviro ; quem as pretender
procure no pateo do hospital do paraizo so-
brado de 2 andares que achara com quem
tratar.
tsr Urna frasqueira com 12 frascos bran-
cos lavrados para licor propria para quem
vai passar a fasta eujos frascos levo carra-
fa e meia pelo demito prego de dez mil reis;
na ra da oada do Recife venda n. 2o defron-
te do beco largo.
Ermitage.
_ ssr Esta nova f ibrica que trabalha sobre
assucar refinado a maneira da Europa velas
de carnahuba, charutos, charopes licores,
conservas annuncia ao respeitavel publico
que tem a venda no seu deposito na ra da
Cadeia de s. Antonio n. 19 assucar super-
fino em pedra dito em p dito de primei-
ra qualidade em p e dito de segunda em
dito em porces e em libras bem como
assucar candi loiro tudo por rasoavel prego.
tsr Urna (lauta preta com 8 chaves de pra-.
la em bom uso : na ra da Cadeia n. 19.
ESCRAVOS FGIDOS.
tsr No dia 14 do corrente hindo um preto
buscar urna caneca d'agoa fugio cem a dila
caneca a qual he nova pintada de verde ,
com arcos de ferro pintados de preto; a quem
a mesma for oflerecida queira tomaia c man-
dar entregar ou avizar na ra do Vigario n.
25, no 1.* andar que se gratificar de qual-
quer dispeza.
tsr Em a noute de 29 de novembro fugio
do sitio Palmeira no Luca a escrava Joanna ,
de naga songo de 35 annos, baixa meia
fula, cbelo cortado levou vestido de chita
de assento branco com pintas azues e pao da
costa bastante usado, econtas azues no pes-
cogo. Em a noute de 15 para 14 do corren-
te fugio do mesmo sitio um escravo de boni-
ta figura de norne Joa.de nagad gabaO, de
26 annos, alto ps gretados, tem marca de
umachaga do lado de fora de um p,Jcabello
grande, naGse sabe a roupa que levou por ter
sabio com um taboleiro a vendar pan del
podios, levou vestido camisa de algodozie
nhojvelha, saia de crita roxa e pan da-
costa novo e do'riiiihadocom m^tamasbran-
cos nascabceiras: quem a pe^ar leve-a a ra
Ja Galea Velha n, 47, qu s)r recompon-
gado.
ssr Em 7 do corrent? fugio um escravo
le naga) bm?udi, d;nomoCtriozo alto,
seui baibt chaio do corpo, cara btxigosi,
nariz gran le ps e mos gran las com
urna naseida 115 frente, levou. vestido camisa
da algodo da Ierra e Caigas do algodao en -
tragado lengo encarnado na sintura e cha-
peo da rodia ; quem o pegar leve na Cruz de
Almas ao sitio de Angelo Francisco Carneiro
ou na praca do Corpo santo que recebar
20tf reis de gratificago.
De bordo do Brigue Formoso fusio na
noute do dia 12 para 13 do corrente um mo-
leque de norne Innocenoio crelo da 18
annos, levou vestido caigas de lan grossa de
listras e camisa de algodao grosso bstanlo
ensebada por trabilhar em carne ; quam o
pegar leve ao mencionado Brigue fundiad
defronte da escadinhas de palacio que ser
recompensado.
ssrNo dia 9 do p. p. fugio urna nreta creo-
la de norne Monica baixa grossa cara e
nariz redondo olhos encarnizados sem
unhas nos dedos dos ps, de 38 annos: quem
a pegar leve em fora de portas n. 49.
tsr Roga-se as authoridedes policiaes,
capitesde campo, e pessoas particulares,
hajo de aprehender) o preto Luiz. Paulo ,
qus foi escravo da viuva do Machado que mo-
rouem Garanhuns, e deqois da Pedro Garca
morador na Boa-Vista, cujo escravo he alci-
jadode duas maOs que nao pode abrir os de-
dos estatura baixa nariz muito chato,
duante e ja velho : quem o pegar leve a ra
larga do Rozario esquina do beco do peixe
frito aonde sero pagos por Francisco Anto-
nio de Carvalho Siqu^ira.
ts Fugio No dia 27 de novembro de 1842,
urna preta de norne Joaquima que re-
presenta ter pouco mais ou menos 35
annos de idade de estatura baixa cara re-
donda com um lobinho quasi raso na pona
do nariz com marcas de bexigas com um
pequeo talho no rusto (Via de cara peilos
murchose pequeos, um tanto cheia do cor-
po tem as cadeiras grondes e parece estar
prenhe cor fula a qual foi quitandeira;
levou vestido de chita com as llores um tanto
miudas e panno da costa. Roga se as auto-
ridades policiaes ou a qualquer pessoa ou
campanha que a fago preender e levar a
seu sr. Domingos da Silva Campos na ra
das Cruzes, sobrado n. 26, que ser genero-
samente recompensado.
ssr AnJre muganbique canoeiro e co-
nhecido nos por los por Pedro ou antes pelo ,
estrella fgido de 15 do corrente para 14,
cujos signaes sao os seguintes ; estatura or-
dinaria fulo umaou ambas asorelhas fu-
radas varios signaes pela cara de sua trra
donde Ihe vem o norne de estrella tendo en-
tre assobrancelhas figura de meia la tem
no alto da cabega da parte de traz um calum-
bo e nelle bastante (alta de cabello que bem
descobre o casco; prezume-se ter feito viagem
comprida por levar surro capole redee
um suxo; quem o aprehender leve-o ao abai-
xo assignado no Remedio, ou ao inspector do
mesmo lugar S'miao Correia Cavalcante Ma-
cambira que ser com generosidade recom-
pe.ngado.
w Fugio Em setembrop. p. um molalinho
de norne Jaeob de 13 a 14 annos sem pon-
ta de barba, com um signal de ferida em pon-
to pequeo ja s na maga do rosto ca-
bello bom ecachiadocor natural bem feito
do corpo e reforgado muito esperto, engole
algumas palavras quando falla: supoem-se ter
fgido para as partes de Una aonde foi criado
ou para o Cabo aonde esteva tambem en-
genho Ilha: quem o levar a ra do logo n. 8,
que recebera 50ji0000.
Roga-se a qualquer sr. de engenho ,
ou sitio pelos arrebaldes desta cidade, e mais
longe que souberem ; ou for oflerecida urna
moleca mogambiquede nums Gra iana ja
moga e que nao tem beigo rachado com a
letra = A = que representa 10 a 20 annos
do idade ; signal de bexigas calada sbre si, e
alegre por isso ; a qual venda mel de enge-
nho t de furo levou vestid de ulgoJosi-
conduzidouma caixinha com toda roupa
quem os pgar leve a ra da Cadeia do Recife | ,nno gr0SS0 "ul uza(,,far, favor remelel-
loja de ferragens n. 56, qneser gratificado.
No dia 22 de agosto p. p. desapar-
een urna preta de nago Bengur la de norne
de 25 annos pouco mais ou menos
M
aria
secca do corpo cara comprida e abocetada ,
tem as costas da mSo direita um carogo pia-
queno tem ambos os ps apalhetados um
e delles tem um dedo mais virado e sem unha
la a seu sr. Francisco Gongalves do Cabo na
ra Augusta que dar aos portadores 30,000
rs. o muito agradecer a qualquer sr. este es-
pecial* favor ; auzeiituu-se no 1. de setembro
do anno presente a mesma tem serrilha na-
testa e nariz grande.
l
ECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. = 1842.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EFAO0BL9J_2DDCE1 INGEST_TIME 2013-04-12T22:14:31Z PACKAGE AA00011611_04846
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES