Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04844


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Full Text
Anno de 1842.
Quinta Feira 1$
Tailo agora depende de nos momos ; da nossa prudencia moderarlo a energa : coa-
r jemos como principiamos e seremos apuntados oom admirar.ao entre as Nacts atis
callas. C Proclamacao da Assemblla Geral do Biumi. )
PARTIDAS DOS CORRE10S TERRESTRES.
Goinnna Parahiba e Rio grande do Norte seganda a sextas feiras
Bonito e Gsranhuns a 10 c '24.
Bonito e baranhiiiis a 10 c 4
Cabo Serinhaem, Rio Formoso Porto Cairo Maceio e Alapoaa
BiH-rista e Flores 2S. Santo Anto quintas feiras. Olinda todoi
no 1. ,
todos os das.
11
21.
DAS DA SEMANA.
42 twfc. s Justino M, Aud do J. de D. da 1. t.
13 TerT. s. Luna V. M. Re. Aud. do J. de D. da J. t.
41 Qnart. Tmporas jejum s Agnello Ab. Aud. do J. de D- da 3.t.
45 Ouint. Ku7.ebio Verseionoe B. Aad. do J. de D. di2.r.
4 \ Sext. Temp. jej. s. Ananins Re. Aud. do J. deD. dal. t.
47 Sab. Temp. jej s. Hartholnmeo de s. Geminiano. Re. Aud. do J. de D. da 3. y.
4H Dom. i. o advento. F.xpeclacao de N. Sra.
Preamar do da 45 de Dezembro.
1.a a 3 boras e 42 m. da manli.a.
2. a 4 horas e (im. da larde.
de Pegembro Anmo XVIII. BT. 71:
O Diario publioa-ae todos o* diaaqoenio forera Santificados, o preco da assignalura o
de tres mil reis por quartel pagos adiantado*. Os annuncios dos asignantes sao inseridos
gratis osdoaqoeo .io forem i rtiAo de 80 reis por liaba. As reclasoac.** derem *
dirigidas a asta 1ypografia, ra das Cruies N. 34, ou a praoa da Independencia loja de Ima*
Numero t t 8,
compra venda.'
14,800
14,fiOJ
8,lW
l,72t)
1,720
1,720
1,620
CAMBIOS no da 14 de dezembro.
Cambio sobre Londres 27 d.
Paria 350 reis por franco.
Lisboa 100 por 100 de premio.
Moeda de cobre 2 por 100 de descont,
dem de letras de boas firmas 1 J a 1 f.
Ol'no-Moeda de 6,400 V.
N.
de 4,000
Prm-Ptaces
Peros Columnares
ditos Mexicanos
miada.
15,000
14,800
8,400
1.740
1,74o
1.74o
l,M0
Loa Nora
Qoart. cresc.
La che i a
Qusrt. ming.
PHASES DA LA NO MEZ DE DEZEUURO.
{ 2 i 1 hora e 56 m. da manh.
9 s 8 horas e 7 m. da tard.
i 17as 4 horas e 26 m. da tard.
i 24 s 2 horas a 26 m. da tard.
DIARIO I>E
AMBGGO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
CONTINUADO DO EXPEDIENTE DO DA 5.
OfficioAo commandante do brigue =
Imperial Pedro = Tendo o mestro e do-
no do*brigua nacional = Aurora =, An-
tonio Miaad da Furia ntralo nftto por-
to por franqua dirigido esta Presidencia
os dmis requerimentos inclusos queixan-
do-so no primeiro do segundo tsnente Fran-
cisco Mmoni da Silva Guimares Iha haver
recrutado um marinheiro de su a tripolaco ,
tratndolo com palavras desabridas e do o
haver prendido seu bardo minha ordem
e do s ni arbitrio soltalo-o depois ; o no se-
gn lo dcapitSo tennte Fernando Lasirode
Lima commaol inte da escuna de guerra=
primeiro de abr' = que tambern perten-
ceaquelle oulroofficial, o ter preso e car-
r 'gado de ferros bordo da escuna do seo
commando; cumpre, que V. m. avistados
referidos requerimientos,- e partas dos mn
cionadoS oftbiaes mande proceder um con-
selho'de investigaco, tim de que, averi-
guada a yerdade p'ossao ser punidos os de-
linquen tes on despresada a queixa se ella
for falsa ou infundada.
EXPEDIENTE DO DA 6.
Oicio Ao npseetor da thesouraria das
rendas provincia es ordenando que man-
de adiantar os veqcimentos do corpo ie po-
li 'ia queseacha na villa de Cimbres, e
ao teen te Antonio Camello Pessoa que o
vai com mandar. Communicou-se ao com-
i in latjtfl geral do corpo de polica.
Portara Ao director do arsenal de guer-
ra determinando que faga receber e re-
colher aos respectivos armazens o carluxa-
mlembalado, ea ambulancia.; que acom-
panhou a troya de primeira linJta que re-
gr ssoudo termo de Flores. Olliciou-se a
ito ao commandante das armas.
Dita Ao commandante do brigue =a Im-
perial Podro = orden indo que mande de-
sembarcar o marinheiro Joo de Souza Ado,
visto ser subdito portuguez segundo repre-
senta o respectivo cnsul.
Officio Ao inspector da thesouraria da
fazenda remetiendo os papis de contabili-
dade do destacamento de 20 pracas da guarda
nacional de Santo Anto que se achilo fa-
zendo o servico da polica nquIle termo
dos le 9 Je novembro ultimo, limdeque
estando conformes mande entregar a sua
importancia ao sargento Jos do Rosario Tel-
] .! Parlicipou-se ao commandante das
arma.
Dito Ao inspector da thesouraria das
rondas provincia-'s dizendo que a vista do
que S. S representa em officio de 5 do cor-
rente convem em que nenhuma delibera-
do se tome acerca dos collectores do Brejo,
Garanhtt, Flores, Boa-vista, Bonito,
Iguanag e Cabo mandados deinittr 29
nonibados outros que os substituo.
Dito Ao inspector fiscal das obras publi-
cas autorisando-o mandar tpassar os ttu-
los Tle pagamento para a quantia de 200ji reis
em que foro avahados os reparos da ponte
da Boa-vista.
i OEM do bia 7.
Officio Ao ipector da thesouraria da fa-
zenda, ordenando que mande adiantar dous
mezes de sold aos oflciaes do batalho pro-
vis .rio que segu pira a corte e as res-
lectivas prunas de pret os vencimentos que
llies compelirem at o im do crrente mez.
Communicou-se ao commandante das armas.
Dito Ao commandante geral do corpo
de pnliriA determinando que das moxilas
disponiveis que existem naquelle corpo ,
mande entregar disposigo do commandan
te das armas duzentas e vinte sete : e pre-
venindo-o de que o mesmo corpo sor del-
las indenvuisido logo que as haj no arsenal
de guerra. Participou-se ao commandante
das armas.
Dito Ao commandante do brigue Im-
perial Pedro = dizendo em resposta ao seu
officio dVsta data (7) que mande apresen-
tar ao commandante da barca de vapor =
Haitiana =s alim de ser transportado para
a corte o escrivAo da escuna = Lebrn
= Jos Caetano Perera Determinou-se
ao commandante do vapor = Bibiana = ,
querecebesse e transportasse para acorte o
mencionado escrivlo.
Dito Ao juiz municipal da torceira vara
ordenando, que tomeconta da terceira vara
do civol cujo proprietaro Jos Thomaz Na-
buco de Araujo nao pode continuar exercer
as respectivas funegoas por ter deapromp-
tar se para com brevidade seguir para a
corte na qualidade de deputado a assembla
geral legislativa segundo partecipa em offi-
cio de do corrente. Officiou-se a respeito
ao juiz de direito docivel da 3. vara.
Diifts Ao commandante das armas e ao
director do arsenal de guerra determinan-
do que f.igo suspender todas as obras mi-
litares quoestaoem andamento; visto se-
cundo informa o inspector da thesouraria da
fazenda achar-se consumida a quota mar-
cada para taes obras.=Ao* inspector da the
souraria da'azenda participou-se aexpedic-
Qo da precedente ordem assim como ter-
se pedido ao ministerio da guerra providen-
cias para a continuarlo destas obras
DitoAo inspector do arsenal de marinha,
ordenando que mande inspecionar os ma-
ntillo: ros da escuna 1. de Abril- Jos de
Carvalho e Joo Luiz dos Santos que fo-
ro mutilados em urna das salvas do dia -23
de julhod'este anno ; eque d parte do re-
sultado da inspeccao. Participou-se ao com-
mandante do brigue Imperial Podro. -
DitoAo juiz de paz supplenle da fregu-
zia do Itamarac significando, que em lem-
po opportuno ser tomada em consideraco
a sua representacao acerca do estado ruinoso
da matriz d'aquella freguezia das duas fon-
tes existentes nos suburbios d'aquella po-
voaQo da ponte que atravessa a camboa ,
que separa a ilha do continente e dos trn-
sitos pblicos.
Dt0Xo doutor P, TIteberge louvando-
o por se haver offerecido para reger a ca-
dera de phisica e dar gratuitamento um
curso d'esta sciencia no Lyco ou em qual-
queroutro lugar que le seja designado ; e
dizendo que quando comecar o anno lec-
tivo do mencionado Lyco ser tomado em
considerado o seo generoso oflerecimento.
DitoAo director do arsenal de guerra ,
scientificando-o deque nao pode ter lugar
a eompra do torno da que tracta em ollicio
de 23 de novembro ultimo por nao haver
da consignado, marcada para as despezas
d'equello arsenal dinheiro quechegue pa-
ra a referida compra ; como consta de infor-
macSo do inspector da thesouraria da fa-
zenda.
DitoAo delegado do termo do Pao do A-
Iho declarando que nao pode ter lugar a
compra da casa que serve de quartel ao des-
tacamento d'aquelle termo segundo propo-
em em officio de 11 de outubro ultimo ; por
nao haver dinheiro para effectuar-se a dita
compra ; e que em consequencia devo con-
tractar somente o seo aluguel com o respec-
tivo proprietaro.
Dt0_Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda ordenando que mande satisfazer os
prets do destacamento da Escada, visto nao
poder proceder a duvida do commissario fis-
cal sobre os referidos prets nem quanto ao
corneta porque sendo esse destacamento
do ollicial, claro he que devi ter um cor-
neta e qu9 este devia ser pago pelos eolres
geraes como as demais pracas ; nem quan-
to a demora da execucilo da ordem da presi-
dencia porque nao he extraordinario ,' que
entre a data d'esta e a sua entrega nuto-
ridade que a devia executar intermedias-
sem nove das quando so assaz morosas as
vas de correspondencia.
P.rtariaNomeando para comporem o con-
sellto de investigacSo que se deve formar
aocapitn-tenentd-Fernando Lasarode Lima,
o capito-de -fragata Caetano Al ves de Souza ;
o capito-tenente Felippe Alves de Oliveira ,
e o major da 1. liaba do exercito J.io Pe-
dro de Arauju e Aguiar.R-smettei-so ao
mencionado capito de fragata os papis re-
lativos ao referido consellio para que na
qualidade de seo presidente desse andamen-
to aos respectivos tt'aballios convidando o
dito major para comparecer : communicou-
se ao commehd'-.nte do brigue Imperial
Pedro, nao s a precedente nonvacao ,
como a expediegao d'osta ordem ao presiden-
te do conselho : o participou-se ao comman-
danta das armas a nomeaco do major Joo
Pedro para que lh'a fizesse constar e de-
terminasse-lho que comparecesse, logo
que fosso convidado.
OllicioAo capito-tenente Fernando L-
zaro de Lima.Em resposta ao officio da-
tado boje em que Vmc. vpresenta ter sido
notificado de ordem do delegado do primeiro
dislricto d'esta ciclado para responder pera ti-
to elle pelo crime que se lhe impula de
ter posto a ferros a bordo da escuna de seu
commandoo mestrndo brigue=AuroraAn-
tonio Machado de Faria duvidando respon-
der pelo mesino laclo num e neutro foro ,
visto ja ter esta Presidencia mandado proce-
der a conselho de investigaco o achar-se
por consequencia prevena a jurisdiejio dos
juizes mil.tares ; cumpre dizer lhe que a-
chando-se no caso, de que se tracta, compre-
liendido o i." da oroviso do conselho su-
premo militar de 20 de outubro de 183 i, de-
ve Vine, responder pelo crime imputado no
foro militar, e allegrosla excepgao no foro
civil, se foi notificado para que nelle se at-
ienda ao direilo que tom Vmc. de ser jul-
gado por seos pares em crime puramente mi-
litar.
Parecer do concilio de investigaco.
Vendo-se neste concelho de investigaco a
que se procedeu por ordem do Illm. e Exm.
Snr. Baro Presidente desta provincia para
se conhecerda conducta do capito-tenente
Fernando Lzaro do Lima commandante
da Escuna Primeiro d'Abril cujas bases fo-
ro osrequerimentosdo mostr do bergentim
Aurora e representado do segundo tenente
Francisco Manoel da Silva Guimares per-
tenecnte guarnQoda referida Escuna, de
fl. 5 a 8 : o concelho tendo em vista os de-
poimentos un minies das testemunhas, julga
sem criminalidade o mencionado capito-te-
nente Fernando Lzaro de Lima. Salla das
sesses dos concelhos no Arsenal de Marinha
da provincia de Pernambuco aos 12 das do
mez de Deembro de 1842 Joo Pedro
l'Araujo e Aguiar Major vogal secretario
Filippe Alves d'Olivoira capito-tenente vogal
interrogante Caetano Alves de Souza ca-
pito de fragata Presidente do ooncelho.
COMMANDO .DAS ARMAS.
EXPEDIENTE do da 5 DO corrente.
Officio A Exm. Presidente, propondo
para demissoas pracas abaixo designadas,
as quaes tendo sido inspeccionadas pela junta
de saude em srsso de '29 de novembro ulti-
mo foro julgadas incapazes do servico. =
terceiro batalho de artharis a p= primei-
ro sargento Thomaz de Aquiuo Regio = ba-
talho pro vis trio = soldados = Jos Alves=
Miguel Pereira de Aguiar Manoel Louren-
go da Silva Jos Alves, Jos da Trindade
= cavallaria i soldados Ismael Jos da
Costa Antonio Jos Paos Barrlo =Compa-
nhia da artfices = soldado Agostinho Jos
Ferreira.
DitoAo mismo Exm. Snr., dando-
Ihe o esclarecimento que pedir acerca das
occorrencias da enfermara qua foi estabe-
lecida para tractamento das pragas do bata-
lho destacado, em servico na cidade de Goi-
anna alim de poder marcar a gratificado do
cirurgio Peixoto.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., commu-
nicando lhe oregresso da torca expediciona-
ria a Paj de Flores erogando-lhe houves-
se de mandar pagar o frote dds cavallos quo
conduziro ocartuxamo, amhulanga, sol-
dados doentes e bagagem dos olficiaes.
Dito Ao juiz de direito interino da se-
gunda vara do crime, communicando-Ihe em
resposta ao seu officio desta data, que se ex-
pedir ordem para ser hoje apresentado no
jury o furriel ('andino Jos do Mello.
Dito Ao comman lante do destacamento
de linha em Serinhaem approvando o seu
procedimento com o delegado do termo do
Rio Formoso e ordenando o regresso do
mesmo destacamento para esta capital logo
que ali se apresentasso-o de polica, quo q
tinha de substituir.
PORTO I. DE NOVEMBRO.
Carla de Braz Tizona boticario de Lis-
boa ao barbei/o.
Sr. Mostr. O Ceo de quem o ganha e o
mundo de quem mais apanha. Quem chu-
cha diz bem do governo em quanto lhe nao
cresce a amhico de chuchar mais : se apa-
nha, continua a dizer bem; se nao pilha todo,
comeca a rosnar e acaba por blasfemar. Mas
quem nf.o apanha cousa alguma, ralha, berra,
blasfema ameaga e conspira Se sabe es-
crever, escreve; se nao sabe pede a quem
Iho faca ; e eis aqu como se deve julgar de
quasi ludo quanto se falla e se escreve.
Madame Coalliso pe hoje as nuvens o
Aguiar o Avila e outras personagens de
quem dissero tanto mal que anda esto rll-
eos de mahiizer ; agora dizem tanto bem ,
fazem-lhes tantas zumbaias quo de podres
cheiro mal. Mestre, eu nunca os acredi-
te i na sua maledicencia nem os acredito a-
gora ; anto nao tinho pilhado agora espe-
ro pilhar. O caso est no venha a nos! Os
elogios ou os vituperios da imprensa esto
cora o mesmo crdito que gozo as coroas de
theatro. Arma sj urna coroa e lanca-se
caixa do theatro e cabera do actor e actriz
com a mesma sem ceremonia com que se ar-
ranja um artigo num peridico em favor ou
vituperio !
O paquete verificou a sua profeca : a revo-
luQo e o nacional chegaro a Loyds e. co-
mo io carregados de blasfemias contra o go-
verno e principalmente contra o Costa Cabral
e Souza Azevedo como annunciavo o lim
do mundo o juizo ultimo a anniquilago
dos restauradores ; os negociantes de Londres
reunidos dissero visto quo a revolugo e o
nacional'do as cousas em Portugal neste mi-
srrimo estado visto que elles nunca falla-
rn a verdade e que o governo est estavel
e das subiro de 56 a 37 e um quarto !!
Ora Mestre nao lhe parece que estes ln-
,-l"zes sao uns asnos Em vendo tima naco
pobro sem crdito sem governo vo-se
aos fundos dessa naco o pego-lhe pelos ca-
bellos e levantaos o do mais pur elles !
Assimsuccedeo ao Baro de Tojal: a Coali-


.*
2
*u
sao tem despajado insultos sobro S. Ex. por
causa dos bilhetas do thasouro que se ogo-
verno continuar a inspirar confianca nao ho
de ser mau recurso, apezir do nul que del-
tas dizein os dous iln;,rm di codliso Ora,
Mestre que a revoluto ganisse bam ; mis
o nacional qua medrou tanto com elles
escandaloso!! M istra accredita qua se a
causa publica nao foi muito bun porqua de
todo nao pode ser ; mas est longe de ir to
mal como a coallisao assoalha.
0 Costa Cabra! acha-se reslabelecidd e com'
todo o crdito das pessoas que accreditio os
homens de Estado. O Sousa Azevedo ex-
cellente trabalha de dia c noite est ao
corrente do que se passa e procura com zulo
salvar a n*u do Estado. A sua visita Cova
da Moura o .accreditou muito parece que
Sua Ex. quer dar destino 408 prezos que
all eslo.' O Ministro da guerra merece to-
da a considerado : quero bem e tem tenta-
do todos os meios de nao fazer descontentas ;
mas se forem i n correg veis os que tem sido
poupados Sua Ex. far o Seu dever ha de
abaudonar os loucos sua sorte e salvar Ra-
inha e Carta que sio e sempre foro os ca-
ros objectos do S. Ex. O Falco vai ptima-
mente. E' o melhor Ministro da Marinha
que tamos tido ha mais de 20 annos. Hon-
rado probo intelligente, polido. tem me-
recido os elogies de todos. E* trabalhador e
sabe trabalhar eonhece os negocios e sabe
resolv-los. O Gomes de Castro de quem
a opposigo jcjisse raiose coriseos, esse nao
faz bulha mas nenhuma Ave nacional oh es-
trangeira lhe far ninho atrs da orelha. E'
prudenlente mas forte e incapaz de se
prostituir a considerado alguma. Elle pro
curar evitar meios desagradaveis ; mas ,
quando chegar a occasiao elle fallar alto e
comocumprea um Ministro da Cora e o
tempo Ih'o mostrar.
Mestre eu hoje eston muito ministerial
contra o meu costumo ; mas os jornaes da
coallisao dizein tanto mal dos Miniatros que ,
ainda que a gente queira dizer alguma cousa ,
nao tem que Nao se persuada porem que eu
acho muito bem feito tudo o que os ministros
fezem : nem tudo o que sane das suas mos
merece elogios : os ministros sao homens :
tem amigos tem prenles, tem aduladores
tem is'.o a que se chama ilhargas elles nao po-
den?, ver tudo, examinar tudo, remediar
tu.do ; fio-se e s vezes as pessoas em quem
se io nao sao das mais innocentes mas
este mal um mal hereditario todos o sof-
frem em mais ou menos dse Mestre a
respeito de ministros os menos maus sao os
inelhores.
Recebi carta do Enxota-Cles ; est em Fa-
ro ; tem sido abalroado por alguns clrigos
Cappacinerios qua lhe tem pintado com
vivas cores o misero estado das nossas
conseiencias ; mas elle mostrou-lhes o
Covreio Poiluguez do 25 do corrente e
t)S Padres que sao mais velhacos que tolos c
que nao trabalho por sua conla dissero
que o Enxota-Ces eslava excommungado !
Mestre, o que o povo preciza pao instruc-
$fo e boas Authoridades. O Enxota-Ces
estava a partir para Tavira e es pera va car-
tas de Cadix. Os Algarvios suspiro pela con-
lirmago do seu Rispo que homem de bem
e muito digno Ecchsiastico : os que dizem
mal delle e dos outros novos Bispos sao ho-
mens que pertencem Polica que os deve vi-
ciar muito sao instrumentos do Feotismo ,
de que o Algarve abunda em demasa.
la repetidas conferencias aleitoraes. Quem
vencer? Julgo que o Governo ter a maio-
i a ; se a nao tiver mais cinco ou seis em-
prazadores nada mais faro que et^rnisar as
questoes mas nao derrubar" a Aministra-
co apesar do que por ehi se diz de intri-
gas de inteligencias secretas alliancas de
Rodrigo com Gomes e de Gomes com Rodri-
go. Arranje oGovcrno clinheiro pira pagar
aos Empregados, sagure as guarniges da ca-
pital Porto e Elvas seja econmico jus-
to e vigillante e deixe ciliar o carro.
O nacional falla as reunios do Campos ,
mas s as feitas d dia por motivos oleito-
raes ; sobre as nocturnas snem palavra des-
tas nao lhe faz cunta. Dentro do convento de
S. Francisco ha um club de importancia on-
de se reunem Miguis trez vezes por'semana
O nacional ha de dizer que he mentira!!
No regiment de lanceirosque estem Belem
e de que commandante o D. Antonio de
Mello continuo as desintelligencias por
causa do coronel rue he Satembrista ; o re-
giment sempre foi bom mas a coaUi-
so conla com elle at; mesmo por nao to-
car o hymnoda carta nem da Rdnha !!
recita do theatro do batalho naval este-
ve magnifica. Representou-se o judeu a
&nca foi grande e boa os meninos do con-
servatorio que debutaro foro muito applau-
didos; a (arca foro os doudos ; houve en-
diente real e milito bja ordem. A corte do
Pog*dosNgrosa?aba defevogar o despicho
di Mrquez da Canzoada com que tinha a-
graciado o meu amigo o Enxota-Ces! 0 ho-
mem de certo nao contava com esta desgra-
C A acco mostr v de peixeiro.
IIi dias lhe dei part da m >rta do Caldeira
que s? lancou do arco das agoas liyres abai-
xo. Ocaso conta-se assim : II* tempos ti-
nha ido para casa do Caldeira pae ( Joaqum
Jos Marques Caldaira ), a Buenos-Ayres ,
umacunhada deste que motivou em casa
grandes desgostos. A mulher do Caldeira
senhora virtuosa e irm do fallecido Lop^s
Rocn, re.tirou-se por isso para Cascaes com
s"u til lio dando-Ihe o marido urna mozada
Um dia desteso filho quiz vir ver o pae e
chegando a casa lhe disse o criado que seu pai
tinha embarcado para Inglaterra 0 rapaz fl-
cou petrificado! Os visinhos tractaro de con-
solado mas o rapaz dsse que se a matar,
e a muito custo bebau urna chaven* de cha
que Ihedeu um visnho edahi a pouco es-
tiva feito em pedagos Ora aqui tem Vmc
como se conta o caso. Pareca que ja nao
existia tal mozada ; que a viagem Inglater-
ra era fmtastica eque o Snr. Caldeira pai
continua no seu emorego de deputado assis-
tente do commissariado. 0 homem tem sua
costella Setembrista.
Fico as ordens. Seu amigo.
RVZ TIZANA.
( P. do Porto. )
REPBLICA ORIENTAL.
Montevideo, 31 de outubro.
!Ia cinco dias permaneca anda Oribe en-
trincheirado as Conchillas, junto Bija la,
com quatre mil e quinhentos homens e urna
Vanguarda de 1,500 hutnens ao mando de
Urquiza, dizem que sem cavallos e soffrendo
desergoas Ainda nao tinha cheg de fardamento sabido de Buenos-Ayres. Tola
a parte oriental de Entre-Rios est occuo'da
pelo exercito colligado que j soba a 6,000
homens e prepara-se a marchar sobre o ou
tro lado de Gualegujy para sitiar Oribe. Es-
cr<>vem de Buenos-Ayres que Oribe abrir a
campanha no dia 10 de novembro mas eu
duviilo muito. J vai para nove mezes que se
acha na provincia de Entrerios com lodo o seu
exercito, e nada tem feito ainda Julgo que
Montevideo nao tem de raceiar os perigos de
urna invasio.
A provincia de ^anta F pela parte do nor-
te est completamente dominada pelos indios
do general D. Juan Pablo Lope/. que sobem
hoje a perto de dous mil homens. Echague .
fechado na cidado da Santa F tem de dis-
putar ponta de langas os gados necessarios
para abaslecimento.
as provincias interiores da Repblica Ar-
gentina os tenles de Rosas se sustentio
pelo terror das execugfias.
Na Rioja foro degollados Domingos Anto-
nio Villafane, Francisco Doria, Timoteo Gon-
zlez, Manoel Iras, Ciraco Lamadrid e Beni-
to Vila.
Em Belem, confins de Salta, Honorato Gor-
dillo e Ramn Moreno.
Em Salta o coronel Flor^ntin Santo o
commandante Juan Vicente Torres, o capito
Pedro Pablo Paz e os cidados Onib Cor-
tes Penha Montenegro, Rodrigues, Mon-
tes, Carranza, Medina, Barco, Reyna, Soto,
Alganharas Lugones e Taborda.
Tadas estas degoilacoes forao publicadas
ollicialmente as gazetas de Bu?nos-Ayrea ,
donde as tirei.
Em 17 do corrente, depois de swsenta dias
de meditacao Rosas repellio a mediaco in-
gleza em termos mu violentos contra Rivera.
Oiz que apezar de sua resoluto individual,
em attencio potencia mediadora submet-
ter o negocio sala dos representantei com
iodos os seu antecedente. V-se que o que
quer Rosas que acamara approve a sua ne-
gativa. (Carta particular.)
(Jornal do Com.)
0 DIARIO-N. N. 107 E 0 SEU AMOR A'
MONARCHIA.
O D-n. perlendendo analizar as poucasli-
nhas que lancamos em nosso N. 263 a re-
peito do festejo do dia 2 de D^zembro An-
iversario do Snr. D. Pedro 2 abalancou-
M a affirmar taes proposgoes que nos obri-
ga adizer-lhe algumas verdades, que elle nao
ignora ; mas que he preciso que Ih'as fa^a
mos sentir para o tirar do engao em que j
elle labora ou finge laborar. Sendo sea
systema ir sempre em tudo d'encorttro a nos-
sa opinio como o collega em seus momen-
tos de siriceridade ( que nao sao assaz dura-
doros para que posso chegar ao prelo ) as-
severa aos seus conhecidos, o D-n. v^-se mul-
tas vezes em apertos e compromettimentos ,
que no sao para desejar ; mas dos quaes elle
costuma sahir-se om tanto garbo que ca la
vez mais confirma a opinio que fazemos da
sua forca de carcter : urna dose de apodos
ao velho Diario de Pernambuco outros tan-
tos insultos a Administrado Presidencial en-
capao ni verdade quinta mentira e despro-
sito posso bscapar ao opposicionista. Assim
o D-n. firma em seus principios sempre a
pista do alvo dos sjus princpaes m^mbros e
no tem pedantesco que lhe vae mil mara-
vlhas assevera que a nossa descrpeo dos
festejos do dia 2 he filha ou dogrosseiro en-
gao em que nos fizero cahir os nosses infor-
mantes ou da exageracio extrema com qu^
vemos as comas ; e nao contente de sua as-
serso filha do seu systema, e da falsa coti-
vieco em que se acha de qua o devemos te-
mer e respailar mais do que ao publico lan
ga-se Administraco provincial com a sa-
nha de um demonio e com a desesperaco de
um condemnado.
Entretanto quaes foro as falsidades em que
envolvemos a verdade? O collega o diz: gran-
de parte das ras nao estavo Ilumnalas ,
por que nao havio oais de 12 casas com lu-
mmrias o povo que apinhoava o campo do
Erario nao foi la por enthusiasmo, e sira
atlrahido pela curiosidade j nem sobro lhe
atro fallamos por que nao descobrimos ahi
cousa que valha a pena de referir-se nem
sobre o festejo da Sociedade Natalense que
alias poderiamos ter aponlado com satisfaQo,
se esse festejo nao tivesse sido posterior ao da
2. Ora quanto s luminarias sem duvida
nenhuma o collega s honrou com a sua visi-
ta as ras escusas da cidade por que se tran-
sitasse pelas principies havia de ver o que nao
vio quanto porem ao sonti?aento que rras-
tou o povo ao campo do Erario nos insisti-
mos em nossa opinio, sem duvidar que o col-
lega escrute melhor os sentimentos populares,
como velha raposa que he ; mas a ser como
elle pensaba no sen apontoado de asserso w
urna contradieco to palmar que sem -luvi-
da s podia ser rematada como foi pelo D-n.
Quando o povo tem como diz o contempo-
rneo na sua folha < tanto a peito um objecto
de estima e acatamento, nao precisa de gran-
de incentivo para que o seu enthusiasmo se
manifest e se este se nao manifeslou co
mo elle assevera, e nos negamos, na reunia
das msicas que s por si opero como um
incentivo de nao pequea forga, segue-se que
arrefecido est no coraeo dos Pernambuca-
nos o amor da Monarchia. E ainda quando
na verdade o Governo se mostrasse ou indi-
ferente ouinfenso a essessentimentos, que
quanto a nos existem nos coraefies dos Per-
nambucanos seria mais urna raso para que
o povo manifestasse por todos os modos o seu
regosijo como sempre entre nos tem acon-
tecido e como he to natural ao coraco hu
mano ; pelo contrario o povo mostra-se mo-
derado em seus regosijos quando tem a cer-
teza de que ninguem se lhe oppe e de que
o seu Governo he o primeiro a manifestado.
Se o D-n. em vez de so inculcar to mo-
narchista, quanto lhe ho possivel para nodes-
mantellar os seus planos ous^sse fallar com
sinceridade e proclamar seus verdadeiros
principios, que serio repellidos com asco pe-
la maiona dos Pernambucanos elle veria se
este povo que insulta se contentara de mos-
trar o seu amor pela Monarchia e pelo Snr.
D. Pedro 2. com urna moderaco que ao con-
temporneo pareceo tibieza e indifirenga
Talvez nos diga o collega que o calumnia-
mos que lhe damos sentimentos que se nao
ohrigo em seu nobre coraco ; mas para que
c acreditemos ter a bondade de explicar-
nos entre outras cousas que por ora deixa-
mosem silencio, o intuito com que ha dias os
seus sectarios as suas notabilidades espa-
Iho copias deum papel infame soh o titulo
de coincidencias entre S. M. o Imperador ,
e seu Augusto Pai no qual ao nosso Joven
Monarcha se concede nao mais de 5 annos de
reinado, nao mais de 10 annos de vida '.' Sup-
poem o collega que to abalisado tem o seu
crdito de monarchisla, de amante da ordem,
e de verdadeiro que baste a sua palavra hon-
rada ? que seja sufiiciente dizer he menti-
ra do Diario-volho para logo ser acredita-
do ? Quando o contemporneo assevera, por
exemplo que nesta cidade nunca houvero
clubs nunca houvcrao intences de bastear
a bandeira da revolta clubs e intences em
que figuravo as suas notabilidades os seus i
collaboradores talvez, persuade-se que todos]
o acradito !' nao s?nte nossas occisi'.s cer-
tas emvces?........ Quer ir aos seus fins
seja como for dir-nos-ha e nos o acredita-
mos neste ponto ; mis pirace-nos que a sua
velhacaria ainda claudica muito.......
Para qu^ sao essas inepcias de ressentimen-
tos pelos boatos que se tem etpnlhado ; de
vingantjas contra o Governo que ainda co/j-
.-raoF/ini. Brao da Boa-vista? ignora
o chefe dos redactores do D-n. que o nobre
Baro nunca pedio presidencias nunca se
quiz mostrar necessario, nunca procurou por
escriptos ou palavras inculcar-se chufi e re-
presentante de um partido poderoso nunca
insultou e calumniou as administrac^s pro-
vinciaes para se olerecer como salvador, nun-
ca circunscroveo as suas opinio.-s a um circu-
lo to pequeo qua se podesse car regar no
peito da casaca nunca bajulou num-a es-
tendeo a mosupplicante quem Ih'a repshs-
se e nunca trahio qu^m protestasse ami-
zade ? Para qua havia pois agora cominet-
ter essa indi^nidade de dasforco indecoroso
contra o Augusto Monarcha de quam nao
tem queixas ainda quando na verdade o Mi-
nisterio quizesse desonera-lo da presidencia ?
Pensar o collega que se ignora nesta cida(!e
que a sua gente espalha adrede mentiras so-
bre mentiras.para intrigar tudo para des-
gostar uns e malquistar outros ? Pois enga-
na-se : sabe-se que nao bes no D-n. que
elles vo vasar as suas calumnias; sabe-se que
a sua maldade tem excogitado tudo a que po-
da chegar a perversidade humana : mas des-
preza-se tanta villeza e mais se despreza a-
inda os vis que a commeltem. Se o Ministe-
rio entender que o nobre Baro' da Boa-^sta
nao deve continuar na Presidencia di-lo-
ha francamente enviar-lhe-ha a sua d"rnis-
so sem empregar essas tergiversagd \s que
a pandilha do chele dos Redactores do D-n.
Iba tem imputado ; por que ninguem melhor
que esse mesmo Ministerio sabe das circuns-
tancias da nomeaco do nobre Baro a des-
peito das capac'dndes Riettdas acara.
J tivemos occasiao de publioar o Aviso pe-
lo qual o Governo de S. NI. ordenou ao Exm.
Presidente que d'aqui nao sahisse ainda
quanJo fosse eleito D 'pillado, e quando mais
nada existisse para desmentir os taes boatos
este s documento bastara para desmascarar
os intrigantes. Os que se roem de inveja pe-
los cargos de repres-ntacao os que fizando
na corto um papel bem modesto, e quica mi-
seravel vem aqui na provincia inculcar in-
dependencias que n'iica professarfio os que
depois de galgarem um degro a forga de mi-
suras, zumbaias e bajulacfles se mostro es-
quecidosde quem por compaixo lhes esten-
deo a mo, esses sim, esses prociso de com-
metter infamias para salisfazerem a sua des-
reglada ambico ; e o collega do D-n. conhe-
ce-os perfeitament; e melhor qua ningin-in.
Um jornal que quer fazer cahir outro a torio
e a direito que quer vender-so a quem me-
lhor o paguf>,que quer turvar agoas para pes-
car esse sim esse jornal tem necessidade
de envolver falsidades com verdades, tem ne-
cessidade de mentir de calumniar, de in-
trigar ; e o D-n. conhace ptimamente um
desses jornaes.
O Brigue Bom Jess chegado hoje (M) a
este porto vindo do Rio de Janeiro s no*
adianta as noticias que tinhimos da Corte de
2 dias. Sob as rubricas competentes deixa-
mos copiado, o que adiamos de interesse no
Jornal do Commercio de 13 e 1 i do passado.
VAIUl'LDAm-:.
IIABUGICES DA TA HICHAELA.
Olhe Sur. mestre eu nao duvido que a
gente do Seculo l'J tenha avanzado muito as
sciencias naturaes o as econmicas ; porque
j vejo fazer papel de estreo do avallo e
ira Alexandria em 24 horas mas o que
certo que temos retrogailado muito na edu-
c gao dos nossos filhos I'.' urna lastima que
corta os lio d'alma ver o modo como hoja se
educa a mocidade e por isso ella sahe como
por ahi se v.'
Ora deixe-se disto, Tia Michaela : isso em
Vmc. rabugice .' Urna das grandes baldas
dos velhos apresan lar-nos sempre o passado
como a idade de ouro ; e ralbar do presen-
te Eu c por mim estou persuadido que te-
mos avangado muito na educagao da rapazi-
ada !
Vmc. mostr tem s vezes celebraras
que f.izem criar san Qe de mosquito! Queui
tendo os olhos sfbartos po h-ra .1 Mxar de obser-
va? a grande diffWcnca que vida educaco
antiga educarlo moderna No meu lempo
os m-ninos erlo criados na maior sugeigo.
Que gsto nao era ver rapazes ja barbados to


I
5
subordinados que pareco at tmidos! Quan-
<]se emancipavo ou sa cisavo ou mis-
mo exercio empresas, ateos da Clrigo ,
ellas pelio abmgoa S9uspiis on:lu quar
que o ensontravo e sampre de chapelinho
na mi com o m< >r silemh e reverencia e
mine sa assantiv&o sam qua os pas Un des-
sem licenga!
E Hijannaatre, e hoh! Toda o mus est
antipola !-din felallio de daz a doza annos
ji levanta o topete ja chama rabusjeiitose
patitas ao pai que o fv. e mii que o pa-
riu! Opiis ha i oV sa atrevan] a reprehn-
delos Alii vi o rmu Ginja dizam ellas,
quando o pai passa e qmnlo passa a mi,
dizam ellos deixdmos oassar a cougaeira !
Sj meu tempo o rapaz ja masmo taludo nao
punha a navalh.a na cara sem licenga do pai!
E qu vamos hoje, sr. mestre ? Ainda elle
in la as primaras letras, a que hoje gra-
<;as reforma sa chama ensino primario o
ja elle fuma o. seu charntoo namora mesmo
as barbas do pai e da mi Javai aos thea-
tros, anda a cavallo e ja tem o qarto
transformado em botica com vidrinhos e fras-
quinhos Ah tempo tempo !
Quando eu ora pe iuena nenhum rapaz en-
contrava na ra umvelho, um Sacerdote, um
fra dasse c Iha tirasse o chapeo E hoje que se
v poressas ras e por essas pracas Qual-
quer petimetre de perinha encontrando um
vlho dacabelleira o cagoa e diz E' dos de
frica ooberta dos do tempo do B Se Sacerdote l vem o esearrinho insulta-
dor com a costumado ladainha de Bonzo!
de Hypocrita deScismatico Se magis-
trado, nao escapa sem Ihe cortarera a casaca!
la vem os epitbetosde despota o de come-
dor!
Pois mestre, qua nao f.iz hoje o rapaz
da mola no templo do Senhor ? Quando eu
ia missa adiante de roinha mili, se algum
rapa/inhn eslava com menos decencia na
igreja vinha logo o parodio e o reprehenda
o elle fa/.ia-sa milito vermellio .' E hoja ou-
ve-se missa de pee apenas se curva a espi-
nia dorsal quando se levanta a D'os a que
cites ( os rapazas ) di o nimi do Supremo
Architecto Va i-se missa para namorar e
entregar o escriptinho pia da agoa benta !
e se lia SermS i dizam ellas : temos massa-
da! No na u tempo ninguem lia a azeta seno
gente de certa id ida e no banco d'alguma bo-
tica hoje qualquer esta lantinho de liugoa-
pens ou destes da eschola medico chirurgica
agarra-se aos peridicos e analysa a poltica
dos gabinetes que parece um deputado Em
lim, mestre, hoje nao se v senao orgulho,in-
dependencia e progresso !
Eque me diz Vm. da educago feminina !
Isso, mestre est urna miseria As meninas de
agora ja pouco ou nada respeito o pai e a mi,
a que chamn o sen Papa e a sua Mama '. '.
Anda nao sao mullieres perfeitas e ja tem
grangeadoo habito do orgulho da vaidade e
da independencia sao caprichosas embir-
rentas, teimosas e insubordinadas! Sa a
mi por bons modos a reprehende de ser ja-
uelleira e namoradeira ella franze a testa ,
arrebita o narii e ameaga dizendoque an-
da ha de fugr-lhe de casa Se a mi se es-
quciitae, perdendo a paciencia lhe chega
dous bofetoositos a menina amua arrepel-
)a-se bate o p na casa chora e faz urna
gritara que nem a eompanhia da Bomba em
noite do fogo !
No meu tempo, mestre f creavio-se as
ti allis ta.'Ti aa a.'i i*c 1 Vmi h qu*rer
oara cazamanto aiuda air.'cto tal ou qual
reserva; mas em entrando a espigar, em pas-
sando ao estado de tas desforro sa na lio-
goa sabem da vida alhaia como o mlhar
nao ha namoricos que ellas nao
nem fragilidade que nao publi-
periodico !
assoalhem ,
quera !
Mestre antigamente nossas ava erSo
muito devotas nao perdido a missa nem o
sermSo o todas as noites rezavo o tergo !
Hoje isto de missa s se fr a da tropa por
causa do Gtiilherme Tell ou da Anna Bole-
na sermo simnymo de massada o Flos
Sanctorum foi substituido pelas religiosas
novellas do Paulo da Kock e a viasacra pe-
la walsa em que o par electivo comparece !
B^m sei mestre que dizam que ist em
mim rabugice qua sou urna grosseirona ,
urna rustica, que quaro ambaragar o pro-
gresso da civilisaco oabafar as luzes do se-
cuto Digo la o que disserem tudo vai da
educaQo por falta della que nos vemos to-
los os das a justiga a tirar as (ilhas de casa
de saus pais para cazarem e mitras a fugi-
rem com os amantes como heronas de Ro-
mance Fossem la fazer isso no meu tempo !
pois nao eslava na tinta !
Comeffaito ta Michela,' tera Vm. falla-
do como um Snelo Agostinho ou como um
misionario varatojano! poram sempre
hedire que parde o tempo! e se esse ser-
mo que me pregou a mim o fossa pregar
a algum pai ou mi do secuto presento cha-
mava-lha tonta e mal criada o nosso filho
nonasceu para-oQlcial de oflco, nem a nos-
sr filha se penteia para cozinheira dirio el-
les! Ecom effeito ta MichaeJa Vm. est
anacrnica e milito rabugenta Porque no
seu tempo rezava o rozario segue-se que se
ha de rezar sempre nao; os lempos muido !
antigamente as senhoras de topete danpavo
o minuete da corte e as criadas de servir o
londum chorado hoja danga-se a walsa e as
contradanzas francezas no seu tempo as mo-
lestias femeninas era o o esterico! hoje o ner-
voze d'anteso medico receitava um cha de
erva cidreira hoje leites o banhos do mar !
o cha lavava por dentro e o mar lava por
fura Lambre-sa velha do Senhor que
quando Vm. nasceu o Sol andava e a trra
estava firme hoje a trra move-se e o Sol
est parado Ecom isto vou-moembora que
sao horas. Ora Daos o leve em paz senhor
mestre. (P. dos P. do Porto.)
Dito; brigue americano Olessa cap. J. D.
Gallaghar coro paite da carga que trouce
de New-York.
Aracaty ; huta bra?.ileiro Olinda cap. Jos*
Gongalves Simas carga varios gneros.
EDITAL.
Vicente Tiloma: Piros de Figueredo Ca-
margo inspector dalfandega &a. Faz saber
que nos termos do art 263 4. do regula-
mento so ho de arrematar em praga no dia
15 do corrente ao meio dia na porta da al-
fandega 129caixas de massas avaliadas por
UOOOrs. cada urna, por estarem em muito
mau estado pertencentes a Euiz Bruguire,
sendo a arrema tagio livre de direitos ao ar-
rematante. Alfandega li de dezembro do
182. Vicenta Thomaz Pires de Figue-
redo Camargo.
DECLARARES.
= O administrador da m-'sa da recebedo-
ria das rendas geraes internas avisa aos mo-
radores do bairro do Recife S. Antonio e
Boa-vista, queja se acha tirada a relago das
pessoas que devem o imposto do banco e
taxa de escravos para ser remettida ao pro-
curador fiscal para proceder a executivo ,
se por ventura nao vierem pagar at o dia 20
do corrente. Recebedoria 10 de dezembro
de 1842. Francisco Xavier Cavalcanti de
Albuquerque.
AVISOS MARTIMOS.
CoMMERCIO.
ALFAJDEGA.
Rendimento do da \\........ 4:333*485
DESCARREGA0 HOJE 15 DE DEZEMBRO.
Patacho portuguez=Novo Congresso= fazen-
das e miudezas.
Barca ingleza = Izabella = cirvo.
Brigue norueguense= 17 de maio =carvao.
Brigue = Chipla = farinha potassa e
man taiga d poroo.
Patacho = Racex = taboado.
RIO DE JANEIRO.
CAMBIOS NO DIA 12 DE N0VEMBR0.
Para Lisboa com toda a brevidade a
escuna portugueza = Liberal = forrada de
cobre tem parte da carga prompta ; quera
quiaer carregar ou hir de passagem drija-se
a Francisco Severianno Rabello ou ao ca-
pito Manoel Joaquim Vieira na praga do
commercio, ou a bordo.
s^ Para o Ass segu viagem com brevi-
dade a sumaca = Bom Sucesso == ; quem na
mesma quizer carregar, ou hir de passagem
intenda-se com seu proprietario Jos Manoel
Fiuza ou a bordo da mesma ao capito.
cy Para a Bahia sai impreterivelmente
antes de festa a sumaca = Santo Antonio =,
e para o Ass o brigue = Americano Feliz=;
para carga e passageiros traeta-se com Ma-
noel Joaquim Pedro da Costa na ra da
Cadeia n. 48.
do Snr. Domingos Pires, a mesma tem ba-
nho abeira do rio, e se d por prego commo-
do por j estar perto a fasta ; no Recifa na
ra da Cadeia velha toja n. 55 a fallar com
Joo Maria S;ve.
PILL'LAS VEGETAES, E LN1VERSAES AMERICANAS.
O nico deposito dolas he em casa do agen-
te D. Knoth ; na ra de Apollo n. 27.
Aviso Importante.
ss^ Em um clima to quente como o
Brasil, aondo as molestias termino fatal-
mente as vezes no espago de poucas horas ,
ha inisl,-r haver um remedio que possa ser-
vir ao mesmo tempo como preventivo o
curador A Medecina Popular Americana ,
tem essa propriedade ; tomada as vezes ,
emquanto ella impeda a acoumulago dos
humores conserva o sangue puro e conse-
uintemente far as pessoas minos sugeitas
a apanliarem qualquer molestia seja ella
contagiosa ou nao. Recommeiida-se portan-
to aos snrs. fazenderos e ao publico em ge-
ral de ensaar este excellente remedio que
pelo lado econmico, he prefarivat a qual-
quer outra medicina de semelhante nalure-
za tendo as caixinhas inaior numero de
purgantes e por menos prego. Vende-se so-
mente em casa de I). Knoth na ra de Apo-
lo n. 27.
y Preeisfi-se de urna ca-
sa terrea que ten ha eom-
modidades para nina com-
janhade Alfides, e tani-
bem para cavallos, camel-
los e ontros animaes que
reecnteniente eheg-ro a
esta cidade : que 111 a ti ver
ann inicie.
L E I L A .
raparigas com todo o recato e 110 temor de
Dos! Ensinava-se-lhes a ler e escrever a
tustura a meia o bordado e outras pren-
das ad rem l Todas sabio varrer a casa, lim-
par a sujadela do gato lavar a louga e por
a panella ao lume e nem por isso deixavo
'lias de ter quem as requestasse e casavo
tao real e perfeitamente como hoja se vo ca-
ndo as nossas doiidivanas Agora as Dren-
das que sa ensino s meninas do grande
loai sao tolas de seduegio e armadilhas do
diabo cozer e bordar muito pouco para nao
applicar a vista e em logar destas uteis habi-
lidades o que a minina aprende a maldicta
msica para estar no piano des le manh at
noite a danga para mobilisar o corpo e dar
acgo aos ervos e um pouco da francez pa-
ra se enfronhar na sciencia das novellas e
passar nos balancs por espirituosa littera-
ta poltica, estadista, philosopha e ser
o ornamento da sociedade.
Dta manujra mestre temos nos gran
des meninas de sala e de eompanhia, mas du-
Vido muito que sejo boas mes de familia e
Bento v;>ja Vm. como ellas porahi apparecem
'"agras achacadas, amaiellas sempre com
os leiles di' jumenta com o mal do estoma-
go o com o importantissimo nervozo Urna
uousa tenho en reparaJo, e que, em quan-
Pregos da ultima hora da praga.
Cambios sobre Londres. 27
Paris. 350
Hamburgo. 653
Metaes. Dobres hespanhes.29ji100 a 29|I50
wr Far-se-ha leilo de urna porgo de
garrafas vazas em gigos, muito superiores,
prga feira 20 de dezembro no caes d'alfan-
dega junto ao armazem de Antonio Annes.
AVISOS DIVERSOS.
*.
da patria. 29*100
Pesos hespanhes 1ji860
u da patria. 1*815
Pegas de 6*400. v. 15*600
de n 15*300
Moedas de 4*000 8*600
Prata......89 a 90
Apolicos de 6 por cento. 70 l[4 a 70 -1 2
MOV1MENTO DO PORTO.
NAVIO ENTRADO NO DIA i3.
Baltimore ; 50 dias, bnguo americano Powl-
Iney, de 251 ton. cap. J. Movat, equip.
9 carga farinha de trigo e mais gene-
ros : a L. G. Ferreira & C
NAVIOS ENTRADOS NO BIA 14.
Rio de Janeiro ; 27 dias brigue brazleiro
Bom Jezus de 223 ton. cap. Joo Ro-
drigues Amaro equip. 21 carga varios
gneros : a Gaudino Agostinho de Barros.
Genova; 4 i dias, brigue sardo Cath&rina ,
de 192 ton., cap. Francisco Massona, equi-
pagem 13, carga lastro : ordem.
SAHIDOS NO MESMO DIA.
Ro de Janpiro; brigue-escuna hrazitoiro Cor-
reio do Brazil cap. Domingos Jos Caeta-
. no carga diversos gneros.
Sabio hontem o Carapuceiro n.* 74.
Tracta das mulheres aposentadas ; e a varie-
dade define oque he urna boa cabeca (fal-
lando do bello sexo.) Vende-se na praga da
Independencia n. 6 e 8.
sr Domingo (H) se abri urna nova,
pastelaria confeitaria e fabrica de agoa im-
perial na ra das Trincheiras n. 14 onde
se encontrar toda a especie de paslaeis, frios
tarteletes ,' creme de Jeito paslelinhos di-
tos de forma de chourigos, biscoito de saboia,
podins de todas as qualidades, croques me-
ring biscoito cm caixas ; em firn tudo o
que contem urna pastelaria ; assim como en-
comendas para casas particulares; como tam-
bem se encarrega de assar teda a qualidade
de carne como aves, pernas de carneiros ,
ou outra qualquer couza ; e tambem se en-
carrega de dar jantares na dita casa, onde lla-
vera todos os dias e a todas as horas que co-
mer saja fri ou quente ; todas as qualidades
de lquidos como seja agoa imperial vinho
do Porto, Bordeaux. moscatel, champanhe,
serveja e toda a qualidade de licores linos, or-
chata limonadas laranjadas e toda a espe-
cie de refrescos.
v- Defronte da ribeira da Boa-vista ha pa-
ra alugar um sobrado de um andar com 3
grandes quartos cosinha fora salla adian-
te e atrs quintal pequeo com boa ca-
cimba e um outro quintal grande proprio
para plantagoes : a fallar no 3. andar do so-
brado qua faz quina para a travessa da igreja
do Rozario, em S. Antonio.
vr Aluga-se urna cafa Ierre, com oquar- Quem tiver e
tos 2 sallas na frente cosinha estribara
para 2 cavaltos
passar a festa a
JozeClaudino Leite pela segunda vez
faz publico por 8 dias que um mez est
em seu poder um escravo ladino de nome
Antonio, que nao diz o nome do snr. ; quera
for seu dono dirija-se ao dito Joze Uaudino
Leite, que dando os signaes lhe ser entre-
gue assim como nao se responsabelisa pela
fuga do mensionado escravo.
Asociodade theatral PhiloTalia, vend(
por prego muito commodo as seguintes vis-
tas.proprias para algum theatrinho particular:
vista dejardim callemalu praga e bogue e
juntamente dous reguladores; para ver
e tratar na ra da Praia casa amarella jun-
to a casa da sociedado Terpsichore.
Aluga-se urna casa de dous andares na
ra das Aguas-verdes n. 22 ; trata-se na ra
do Queimado toja n. 4.
Qualquer funleiro que desejar conhe-
cer a mane ira de ondear o fiandres assim
como invernisar de todas as cores pode-se di-
rigir-sfl a ra da Alegra n. 38 casa pegada
ao lampio.
Precisa-se de 500* rs. a premio de dous
por cento ao mez hypotecando-se urna ca-
sa no bairro deS. Antonio livre e dezera-
pedida e pagando-se os juros mensalmente:
annuncie.
Perdeo-se em 10 do corrente urna letra
saccada por Jo Fernandes Eira e aceita pe-
lo senhor Thomaz Dias Souto da quantia do
194*060 rs., morador nesta praga cuja letra
tem um crdito no corpo da dita de8*746 raf
recebido por conta pois quem achar que-
rendo restituir dirija-so a ra da Florentina
sobrado prximo a mard n. 37 ou annuncie
pois que o dito aceitante j est'sciente de
nao pagar ; pois a peysoa que achar de nada
serve.
Aluga-se urna casa terrea de 3 andares
e mirante na ra do Amorim ; os perten-
dentes dirijo-se ao atierro da Boa-vista n.
16 e 37 adverte-se que a casa tem armazem
que serve para se recolher.
= Deaeja-se alugar para comprar de-
pois de agradar um negro cosinheiro sem
vieios : na ra da Cruz n. 7 1. andar.
*s- O secretario interino
da sociedade iNatalence aviza
aos Srs.
socios que hoje
( 15 ) ha sesso extraordina-
ria pelas seis horas e meia da
larde na casa do costume.
., ,7. *c-v..., .,,,., oHucia augar ouas canoas
afrente cosinha estribara ieconduzr agoa que. esleja em bom estado
, e quintal murado par. se anuncie ou dir.ja-se a ra das 5 pon tas n'
l o ultimo de Margo do proxi- 26 que ah se far todo o negocio, pela per
mo auno no lugar de S. Anna em tenasJ cizo que ha das mesmas.


*
ggM^tgMg- IWJI^ *"*P**f?^
11
cr Francisco de Lima Soares Hesp-
nhol retira-se para o Rio de Janeiro.
Lombrigueira ou fermifuo hjjicat.
X3T A medicina populai Americana tem
alem das virtudes j citadas, a de ser um
vermfugo activo innocente aplicavel tan-
to a solitaria como pira as outras especies de
vermes. Este verdaeiro ttiesott.ro das fami-
lias veude-se somante em casa do agente
I). Knoth na rua de Apolo n. 27.
vrys- Osnr. Rufino Joze dos Santos, offi-
cialde cliapeleiro baja de annunciar a sua
inorada para negocio de seu interesse, ou di-
rija-sea rua Nova n. 6, que se I'he desej
Callar.
tsr Qualquer Reverendo Sacerdote que
quiser ser coadjuctor da frcguesia de N. S.
Ja Paz dos A (Togados annuncie-por esta fo-
Iha ou entenda-se con o Parodio da mes-
ma freguesia o qu.al lhe oTereco 300j rs.
annuacs pagos da forma que quiser para fa-
. zer as suas vezes nos seus impedimentos-,
alen desta quantia tem na mesma matriz
duas capelanias urna as quintas feiras e
outras nos domingos e das santos.
tsr Joao Rahu avisa ao publico que mu-
dou a su tenda de tanueiro para a rua do Ca-
labouce n. 52 e que continua a fazer qual-
quer obra de tanueiro como sejo gamelas ,
canecas, ancorase eVc.
tsr Thomaz Joze Samjean retira-se pa-
ra fora da,provincia levando em sua com-
panhia sua mulher e um lilho menor.
tsr Jolinslon Pater & Companhia avi-
so aos snrs. de engenho o muito princi-
palmente aos seus freguezes que ja se acha em
seu armazem um grande sorlimento de mo-
er.das e tasas tanto batidas cumo fundidas,
Je todos os lmannos, elles espero muito
breve de Inglaterra porgo de machinas de
vapor assim como se encarrego de qual-
quer encomenda de marinismo que se lhe
queira fazer ; e promeem servir bem os
seus freguezes tanto em prego com em qua-
Iidada os pretendentes dirijo-se a rua da
Madve de Deosn. 5.
53T Um sacerdote se offerece para dizer
xnissa pelo tempo de festa ou por anno em
aigum engenho ou lugar perto da praga : a
fallar com o sacristo da Ordem Terceira de
s. Francisco.
19" Aluga-se o segundo e terceiro andar
da casan. 6, defronte do trapiche novo: a
tratar no esoriptorio de Charles Roope & Com-
panhia.
tsr Quem precisar de urna mulher para
ama \ a qual sabe engommar cozinhar, la-
var e fazer todo o mais servido de urna casa ,
ludo com asseio e pcrfeico dirija-so a rua
do Kogo 52.
tsr Aluga-se o primeiro anJar do sobra
do da rua Nova n. G : a tratar na venda por
baixodo mesmo.
3T Marie Goraond', retira-se para a
Franca.
sar Aluga-sc um sobrado de um andar com
bou armazem na rua da Vloeda n. 23 ; quem
preteniler dirija se nos das uteis na rua da
Madre, de Dos defronte da Igreja segundo
andar das 10 horas al ao meio dia.
- Os snrs. Antonio Pinto de Andrade ,
e Joze de Araujo Ferreira Guimares. quei-
r&o dirigir-se a rua do Rozario n. 13 receber
cartas vindas do Porto.
BT Urna meia agua propria para coxeira ,
na rua da Alegra : a fallar na rua do Viga rio
numero 21.
tar Aluga-se urna casa terrea uova rom
excedente quintal mura:io na rua do los
picio aonde morou o Dr. Guimares : na
rua da Cadeia velha n. 38.
tsr O abaixo assighado necessita fallar ao
snr. Antonio Joze Teixeira para lhe entre-
gar urnas cartas: na rua da Cadeia velha nu-
mero 38. Emvgdio Joze Pereira Guerra.
tT Precisa su de um forneiro, se este en-
tender lambem de mnsseira se pagara bom
ordenado: na padaria junta a ponte grande
da Passagem.
tsr Aluga-se um meia agoa no beco da
camboado Carmo ; quema pretender dir-
ja-se a rua larga do Rozario junto a botica de
Barthotameo & Ramos no segundo andar.
tsr Precisa-se de urna ama para arranjo
de urna pequea : na rua da Florentina nu-
mero 19.
Nova Fabrica di /tapa por Vapor.
tsr J'-ronimo da Costa Guimares e Silva
proprielarioda fabrica de rap movida por
machina de vapor avisa ao respeitavel pu-
blico que em seus depsitos ja se acha gran-
de sorlimento tanto para o consumo como
para exportaco do mais excedente rap <]ue
sem exagerarn principia a aparecer n'este
imperio.
A Superior qualidade deste rap ( iirmado
con as letras iniciaos do proprietario) seu
bom aroma em todo semelhante 8o rap de
Lisboa d'onde o proprietario p<)de obter a re-
ceita ; a estilar moderado sem que ganhe bo-
lo nos narizes e sem os ferir e conserva-
se por muito tempo sem que se deteriore r
mofe tiem seque e o maior capricho sobre
a limpesa e meio com que he faDricado este
rap silo propriodades estas que o torno
assft bello e rccomendavel.
Os depsitos sao i no atterro da Rua vista
n. 16, rua da C*d ia velha n. 50, e em
Olinda ladera do Y.iradouro na refinado de
assucar de Manoel da Sdva Amorim nos
quajs se vende a prego fixo de 5 libras para
cima e lambem a retalbo somente pelo pre-
go porque os compradores de 5 libras para
cima poden ven 1er.
tsr Manoel Soares de Sousa GalvSo con-
tador da ivlaco, mudou a sua residencia pa-
ra a rua do Araso n. 32.
Frederiik Youle, subdito Inglez retira-
se para a Europa.
Quem annuciou querer comprar escra-
vos de ambos os sexos para fora da provincia,
querenJo urna crioula de 16 annos bonita
lisura sem vicios e muito robusta ; diri-
ja-se ao atterro da Roa-vista casa de sobrado
de um andar n. 80. de manh at as t horas,
e a tarde das duas al as 5.
Precisa-se de um homem queentenda
de padaria e que seja bom de masseira, as
pontas n. 50.
tsr Aluga-se urna panoa nova de lote de
1400 tijolos dealvenaria por preco commo-
do : na rua doQue.imado n. 57.
tsr Diogo Geen retira se para fora da
provincia com toda sua familia.
tsr Na larde do dia 12 do eorrente des-
aparecen de um quintal aberto da rua For-
mosa urna besta russa magra ; roga-se a
pessoa que a tivere a uueira restituir, dirja-
se ao atterro da Iba visla loj de de chapeos
n. 26 que ser recompensado.
LOTERA DA MATRIZ DA ROA-VISTA.
tsr Hoje as 10 horas da manh corre in-
falivelmente esta Lotera no consistorio da di-
ta matriz ; o resto dos bilhetes acho-se a
venda nos lugares annunciados at a essa
hora.
2T Precisa-se de urna preta alugada, para
o servigo de urna casa, e vender na rua,
sondo fiel, paga-se 9j rs. mensaes : na rua
Direita n. 34.
COMPRAS.
l'm moleque ou um negro que saiba
cozinhar o ordinario : na rua da Cruz n. Si.
VENDAS.
Ermitage.
tsr Esta nova fibrica que trabalha sobre
assucar refinado a mam-ira da Europa velas
le carnahuba, charutos, charopes licores,
conservas annuncia ao respeitavel publico
que tem a venda no seu deposito na rua da
Cadeia de s. Antonio n. 19 assucar super-
fino em pedra dito em p dilo de prirnei-
ra qualidade em p e dito de segunda em
dilo em porcoes e em libras bem como
assucar candi luiro tudo por rasoavel preco.
OT I m pardo de 20 annos bom carreiro,
e trabalhador de todo o servigo de engenho ;
2 pretos mogos de boas figuras e duas es-
cravas e urna dellas he boa engommadeira:
na rua de Agoas verdes n. 44.
tsr Urna llauta preta com 8 chaves de pra-
ta em bom uso : na rua da Cadeia n. 19.
tsr Urna negra crela para fora da pro-
vincia muito moga lava, cose, faz rende,
cozinha, e engomma sofrivelmente: no Mun-
do novo n. 54.
ssr A bordo do Brigue Formoso fundea-
do defronte das escadinhas de palacio, ven-
de-se superior carne do Rio Grande do Su! ,
sebo em rama e urna porgad de chifres ,
ludo por prego com modo.
tsr Em casa de Kalkmann & Rosenmund
na rua da Cruz n. 10 chegaro ptimos pi-
annos de oonstrucgaO ingleza que so ven
den pelo mdico preco de 500ji rs.
tsr Potassa russiana em barris pequeos:
em casa de Hermano Mehrtens na rua da
Cruz n. 47.
ar Um relogio de algibeira com disputa-
dor e repilgo em ponto maior do com-
rrum s em oiro de lei tem o valor maior
de setenta mil reis e o melhor regulador
possivel no prego inleressante para quem
desejar possuir um relogio bom e da-se po-
lo prego de cem mil reis, pela necessidade
que ha de ser vendido : a tratar com o relo-
joeiro na rua do Cabug.
tar Urna venda com armago mostra-
dor e solimmilo ludo novo lvre de alca-
des, con bons commodos para familia, e mui-
to barato bem afreguezada por estar no
meio dos armazens de sal no principio do
atterro dos AtTogados defronte do viveiro
do Muniz n. 85.
tsr Telhas de vidro muito grandes sem
gancho a 1200 e com gancho a 1* rs. cada
urna e sendo de 20 para cima vende-se mais
em conta : as lujas de Antonio Das Son lo
atraz do Corpo Santo n. 08 c na rua larga
do Fozarfon. 5.
tsr Um moleque e urna negrinha por pre-
go commodo : na rua do Queimado n. 29.
tsr Bicos brancos e pretos de 100 a 400
rs. a vara ligas elsticas para meia a 120
rs. o par : no atterro da Boa visla loja nu-
mero 48.
OT A armago e pertences do botequim
cova da onca : na praga da Independencia n.
13elo.
tsr Urna bonita escrava de nago sem vi-
cios nem achaques e muito lid engomma
liso e cozinha o ordinario: atraz dos Martirios
n.46.
tsr" Urna secretaria de amareloenvernisa-
do obra boa com 3 gavetas grandes e ou-
tras pequeas eum armario em cima envi-
dracado, I2cadeiras de condur com assen-
tode palhinha e urna dita para menina de
escola de Jacaranda e um selm para me-
nino montar em carnoiro : na rua de llortas
numero 46.
tar Urna mulata recolhida de 25 annnos,
perfeita engommadeira costureira e costu-
rera ; urna bonita escrava ; 4 ditas para to-
do o servigo ; 3 escravos e um bom mula-
to de bonita figura de 20 annos um dito
oflicialdealfaiale ; e um dito por 300# : na
rua do Agoas verdes n, 58.
Vtsr1 Um carrinho de 4 rodas feito em Lon-
dres, em bom uzo e um cavado russo gran-
de e bem ensinado para o mesmo com
seus arreios completos pelo mdico prego
de 400 rs. : na rua da Aurora na Boa vista
n. 24.
tar Saccascom farinha de mandioca mui-
to fina c por prego commodo : na rua do
Cabuga loja de Antonio Rodrigues da Cruz.
tsy Urna escrava de nago de 28 annos,
bonita figura muilo possante sem acha-
ques propria para todo o servigo de urna
casa por ser boa cozinheira ptima docei-
ra lavadeira tanto de sabo como de yar-
rella e engomma liso, tudo com muita lim-
pesa a vista do comprador se dir o motivo
da venda : em fora de portas no primeiro an-
dar do sobrado novo n. 03.
tsr Ummoleqnede 15 annos, de bonita
figura : na rua Nova n. 18.
tsr Urna armago de venda com todos os
utenclios e urna balanga grande com S ar-
robas de pesos por prego commodo : no at-
terro da Boa vista n. 81-, na mesma se dir
quem vende um casal de caxorrinhos atra-
vessados, de muito boa qualidade.
tsr Urna venda na rua dasenzala velha n.
15 com todos os seus pertences: a tratar na
mesma.
^" Cortes de vestidos de chitas finas de
13 covados cada corte a 3* 3200. 3j500 ,
e 5#800 chales grandes de seda adamasca-
da com franja larga do mais superior que
existem no mercado ditos entrefinos se-
tim de cores laHtM longos e golas de se-
da toquim da India de seda coberlas de
casimira para mezas sarjas de cores para
colletes ditas para vestidos suspensorios
de veldo bordado ; lengos de cambraia bran-
ca bordados e de cores com nomes me-
rinos panno fino e mais fazendas do ultimo
gosto por prego muito commodo : na loja
da vjuva do Burgos na esquina da rua do
Livramenton. 1
tsr Um excediente violoem bom uzo: na
rua do Queimado loja n. 5.
tsr Superior vinho de madeira secca ,
malvasia e de bucellas de 1852 : na rua do
Vigarion. 21.
tsr Vende-se ou aluga-se pelo tempo da
festa um ptimo sobrado em Olinda na rua
dos. Bento o primeiro ao subir da laJeira
do lado direito no qual se acabou de fazer
urna obra completa por se lhe haver fejto
nova frente de cornija e todos os mais ar-
ranjos precisos para a sua maior elegancia :
na rua Augusta n. 10.
tsr Duas camisas de linho, ricamente bor-
dadas proprias para baptisado : na rua do
Mundo novo n. 54.
tsr Superiores charutos da Bahia iguaes
aos melhores da Harona : na rua do Cabug
luja do relojoeiro de Antonio Joze da Silva
Guimares.
tsr Arroz vermelho pilado e de casca e
urna porg do sera amarella por .'preco com-
modo : na rua do Livramento armazem nu-
mero 20.
Urna negra de naco Ambaca, com o seu '
lilho ; parida a poucosdias a qual tem moito
bom leite trata de menino sem vicios n m
achaques; procure na loja do carroceiro fran-
cez, na pnga da Boi-vista sobrado de
sr. brigadeiro Almeida.
tsr Urna venda em fora de portas junto
ao beco largo n 90 a metade a prazo dan-
do boas firmas pois vende-se por o abai-
xo assignado estar a sabir para lora da pro-
vincia. Joze de Lima Soares.
tsr Em casa de B. Lasserre Si Companhia
na rua da senzala velha n. 138 acha-se a ven -
da o assucar refinado em pao da fabrica de
J. B. Navarre. Este assucar refinado sem po-
cassa e nicamente pelos processos mai= mo-
dernos em pratica hoje na Europa nao oir--
rece nenhum dos inconvenientes do refinado
no paiz. Elle derrete-se com promptido, nao
deixa deposito nenhum de mel adoga com
quantidade proporcionalmente menor do que
se costuma usar com o assucar refinado aqui,
e pur isso alem de maior asseio at offerece
economa as casas de familia.
tsr Diversas historiase contos religiosos,
impressos na cidade do Porto ^ para uzo das
familias christs. Sao pequeos livrinhos
brochados e tf mu baixo pre^o que tolo o
chefe de familia deve por as mos de saa es-
posa e filhos e todo o educador as de seus
pupilos, para Ihes moldar o corago e o es-
pirito. Vendem-se na loja de livras de An-
tonio Joze Pereira Das na rua do Collegio
n- 20.
tsr Mangas de vidro lapidadas e l.4as, lan-
ternas de vidro lapidadas e lisas, ditas de
casquinha bandejas finas porta licores ,
aparelho para cha dourados, de p3rcelana ,
garrafas lapidadas finas campoteiras tar-
dadas copos para agoa ralis para vinho,
ditos de champando aparelhos para meza de
diversos gostos ditos para cha frascos de
boca larga e oulras multas fazendas por
preco commoJo : na rua do Livramento nu-
mero 6.
Ntsr Na loja do bom barateiro de Guerra
Silva & Companhia na rua Nova n. 11 cha
se a venda um Completo sorlimento de se-
das de todas as cores e qu didades para vesti-
dos cortes de cassas pintadas de cores Bitas,
lindos chapeos de seda para sen hora caixos
de flores ditos de penna e otitros muitos
objectos de bom goslo chegads proximam li-
te de Franca ; assim como o verdadeirn pur-
gante o vomitorio d i Le Roy.
ESCRAVOS FUG IDOS.
t^ Ao Coronel Francisco Joze Martina
fugio o seu escravo cabra Manoel, natural da
Bahia reforgado do corpo bem parecido ,
estatura mediana e levou sooiente a roupa
com que eslava vestido, ausentou-se as 8 ho-
ras da manh do da 12 do eorrente da fabri-
ca de sabo no atterro dos Afi'ogados omle
trabalhava ; recommonda a sua captura e
que seja conduzido a mesma fabrica ou no
atierro da Boa visla prximo a matriz onde
mora o referido Coronel.
tsr Fugie no dia 5do eorrente urna negra
de nago Benguella, bem preta, bsigos gros-
sos a perna direita mais grossa do que a
esquerda vestido de chita branca com ra-
magem e panno da costa : quem a pegar
leve no forte do Mattos rua do Codorniz n. 4
que ser recompensado.
WS* Em 30 de Novenbro ultimo Fugio
do poder d Francisco Severianno Babello u;n
seu escravo de nome Antonio de nacao ,
estatura proporcionada bem preto e de
bonita figura muito barbado olhos pe-
queos reprsenla ter 28 a unos levou ves-
tido caigas e jaqueta branca, carregando um
sacco com botijas : este escravo foi da s.-nho-
ra I). Laurianna Candida Rigueira e su-
poe-se que tenha nido para ojmallo, e foi vis-
to na passagem da Magdalena ; quem dell.i
der noticia ou o aprehender o levar ao forte
do Hallo a casa do memo a cima sera re-
compensado.
ar Em a noutede 29 de novembro fu i i
do sitio Palmeira no Luca a escrava JotMM ,
de nagao songo de 35 annos, haixa m ia
fula, cbelo cortado levou vestido de c'iiia
deassenlobrancocom pintas azuesepino da
eosta bastante usado, e con tas azues no pe.-
coco. Em a notite de lo para 14 do corren-
te fugio do rnesmo sitio um escra/o de boni-
ta figura de nome Joao,de nagao galiao, de
26 anuos, alto ps gretados, tem marca de
urnachaga do lado de fora d' um pe\|cabelO
grande, nsOse s..b" a roupa que levou por ter
conduzido urna caixioha com tuda roupa:
quem os ppgar leve a rua da Cadeia do Ri
loja de ferragens n. 66, que ser gratifica
REC1FE NATYi. DEM. F.~DEF.= 1842.


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