Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04843


This item is only available as the following downloads:


Full Text
x%
Annode 1842.
Qaarta Fera 14
Todo agora depende de nis atesmos ; da nosa prudencia noderacao t enerjia : eoa-
| inuemos como principiamos esaremos apontados rum. admiradlo entre as N acoca asis
anltaa, ( Proclamaeio da Asserobla Geral do Bjlaiil.)
PARTIDAS DOS C0RRE10S TERRESTRES.
Coianna, Parahiba e Rio grande do Norte segamla- aextas {aira*.
Jicinii e Garanhuns a 10 e 24.
Cabo Serinhaera, Rio Formoso Porto Cairo MaceiA Aligo" no 1. 11 a J|#
Jos-Tilla e Flores a 2.*S. Sanio Antao quintas feiras. Olinda todoa oa diga.
das da semana.
1! Seg. a Justino M. Aud do J. de D. da 1. r.
43 Tere. Luiia V. M. Re. Aud. da J. de D. da J. t.
H\ Qusrt. Tmporas jeiura a Agnello Ab. Aud. do J. de D- da 3. r.
1, Qdint. Futebi Versclence B. Aud. do J. de D. da2.r.
4;'Sext. Temp. jaj. a. Ananias Re. Aud. do J. >D. dal. r.
17 Sab. Temp. jej s. Bartholomeo de a. Geminiano. Re. Aud. do J. de D. da 3. r.
1,S Dom. i. = do drenlo. Expeclaoao deN. Sra.
de Dezembro. Anno XVIII. N. 37fr-
O Diario publica-ae todoi oa das qoa n.'o forem SanliBcadoa : o preeo da aasigaalnrsiba
de tres mil rei por qoartel pagos adiantado. Os annuncios dos aasignantes sao losando,
grstis a oa dos que o nao iorem rasar, de 80 reis por linha. Aa reclamacdee derera ser
dirigidas a asta Trpografia, rui daa Cruies N. 34, oa a praca da Independencia loja da U*Ms)
Numero 6 a 8,
CAMBIOS no da 13 de dezembro. compra tendaJ
Cambio cobra Londrea 27 t d.
Paris 350 reis por franco.
Lisboa 100 por 100 da premio.
Moeda de cobre 2 por 100 da descont!
Idsm de letras da boas firmas 1 a 1 |.
Ooso-Moeda de 6,100 V.
a N.
.. de 4,000
PmTi-Patac5es
Petos Columnares
ditos Mexicanos
a miada.
14,800
14.60J
8,200
1,720
1,720
1,720
1,020
15.000
14.800
8.40
1.740
,74o
1.740
,0
Preamar do da 14 de Detembro.
1. a 2 horas a 64 m. da manhaa.
2. 3 horas e 18 m. da tarde.
Loa Nora
Quart. cresc.
Loa cheia
Qoart. ming.
PHASES DA. LA NO MEZ DE DEZEMBRO.
2 1 bora e 56 m. da manh.
9 a 8 boraa e 7 m. da tard.
i 17k* 4 horas e 26 m. da tard.
24 a 2 boraa e 26 m. da tard.
ARIO I>E PEttNAMBUCO.
I
MINISTERIO DO IMPERIO.
Illm. e Exm. Sr.=Sua Magestade o Im-
perador ha por bem que V. Ex. nao deixe
a administrago da provincia que Ihe est
confiada sem ordem expressa do governo ,
ainda qua tenha V. Ex. sido eleito diputa-
do ; porque lieste caso se proceder na for-
ma da constituigo quando o mesmo Au-
gusto Senhor nao se digne nom^ar-lhe suc-
cr-ssor. 0 que comrnunico V. Ex. para a
sua intclligencia e execugo. = Daus guarde
a V. Ex. Palacio do Rio de Janeiro em 29
de outub'.ode 1842 = Candido Jos de A-
ratijo V ana.= Snr. Presidente da provincia
de Pernambuco.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE D0 DA 1 DO C0RRENTE.
Olicio Ao Exm. Presidente commu
nicando-lhe, que em consequencia de sua au-
torisaeo dada em despacho de 28 do mez
lindo havia procedido a novo contracto com
o cirurgaode partido Sebastio Jos*1 Gomes,
o qual veneeria de hoj'e em diaute a graiiti-
cago mensa! de G0# r-is obrigado a fazer vi-
sitas ao batalhao de arlilharia de infantaria
de guardas nacionaes companhia de artfi-
ces e companhia do cavallaria de manei-
ra que dous dos ditos corpos fossem cada da
visitados.
Dito Ao inspector da tbesouraria re-
mettendq-lhe a guia que trouce da corte o al-
fares Jos Mora Marques.
Dito Ao mesmo communicando-Ihe ,
que se achva recolhido ao hospital para ser
tractado o tente reformado Andr Nunes
Caldoso cujos vencimontas serio cobrados
p'lo batalhao provisorio ; nao s porque li-
nha de deixar metade dos seus sidos na cai-
xa do hospital como porque tinha de in-
demojsar a de economas do dito batalhao, da
quantia de 7,>640.
Dito Ao tenente-coronel Antonio Gomes
Leal convidando-o para comparecer a cavallo
na parada do (fia 2 fazendo parte do estado
maior general.
Dito-tAo major Joo Paulo Ferreira, para
que informarse sobre a pretendo de Vicente
Ferreira Marinho expressano rttqurimentp
que lhe ecyiava.
Dito Ao tenente-coronel commandante
do terceiro batalhao de artilbaria a p pe-
dindo-lhi a f de offico do segundo tenenle
Francisco Elias Baptinta,"que outr'ora per-
toncera ao entnelo 4. corpo.
Dito Ao ra%smo s para mandar render
a guarda da alfandega as 6 horas da tarde ,
se acaso o contrario se Ihe nao determinasse
at aquellas horas.
No mesmo sentido se officiou ao tenente-
coronel Favilla para mandar render a guar-
da do campo do Erario ao tenente-coro-
nel commandante do batalhao destacado,
para mandar render a guarda principal e
ao major commandante da companhia de ar-
tfices para dar parte da guarda do campo
do Erario.
Dito Ao tenente-coronel commandante
do batalhao provisorio dizendo-lhe em res-
posta ao seu olficio de 29 qw) o tenente re-
formado Andr Nunes Cardoso devia deixar
metade do seu solio na caixa do hospital e
que o seu recio seria cobrado pelo batalhao
em quinto fosse necessario para a indemni-,
siQo da quantia que eslava devendo a caixa
'conomiai.
Dito i Ao desembargador chfe de poli-
pia recusando o seu ofiHo desta data e
dizendo-lhe que ssenUrao praga os recrutas
'lo Carmo Sunio-Severiiio e Manoel
Amancio.
PASTORAL.
Dom Joaoda PuriflcacSo Marques Perdgo ,
Conego Regrante de Santo Agostinho pe-
la graca de Daos e da Santa S Apostli-
ca Bispo de Pernambuco do Concelho de S.
M. I. e C. &c.
A todos os nossos Diocesanossaude paz, e
benctio em Nome dt Jess C.
Se em tod'o tempo e occasio aprasivel
deve ser a publica e particular exhortado
administrada com aquella caridade que nos
est prescrita como inseparavel do ministe-
rio apostlico, mais particularmente deve ser
apreciavel, quando a celebrado dos mais
augustos misterios de nossa religio s'apro-
xima.
Exhortados igualmente por aquelle que,
com infinita dilecto promove o bem espiri-
tual o a prosperidade temporal dos oprimi-
dos no infeliz desterro e parecendo Nos
tributar obediencia ao preceto apostlico ejn
favor da Grey que apascentamos, a vos nos
dirigimos fasendo ver quaes as dsposQes
pom que he mister solemnisar o Nascimento
do Filhode Dos humanado no purissimo
ventre dasempre virgem Mara; para nos re-
mir da 1." culpa effeito da desobediencia
commettida no paraso terrestre.
Principiaremos por diser, que a celebrago
de tanta solemnidade aplaudida pela nossa
cren^a e instituida para manifestar prodi-
gios, dignos de urna miserago Ilimitada ,
deve merecer-nos a maior considerado, para
nos animar a formar sentimentos, que expri-
mi o mais terno reconhecimento. As recre-
acGes que se costumo praticar no tempo ,
em que a Santa Igreja expe crenca de seos
ilhos 15o divinos misterios n3o devem snr
matisadas com faltas que a piedade christa
reprova e a rerdadeira devog5o detesta ,
baseada e nutrida na fe, com que acredita-
mos verificado um dos mais extraordinarios
portentos da divina clemencia realisado ha
1842 annos. Para nos condusir-mos segun-
do os vestigios dos SS. PP., que com a maior
eflcacia vqnerato este misterio deteste-
mos toda equalquer adheso ou affeico
aos vicios, amando as virtudes, que nos cons-
tituera templo em que Dos se digna habi-
tar e nos designo caros objectos da com-
placencia humana. Este o 1." deverde nos
exigido quando nos propomos solemnisar as
festividades cuja magnitude muito recrea a
mente do verdadeiro ca'tholico eoinduza
contemplar quaes os beneficios que a huma-
nidade de Jess C. nos prodigalisou. Nos ja-
mis as celebraremos com fruto se nao esta-
mos penetrados do taessentimentos. Em vSo
acreditamos sua magnificencia ; intilmente
adherimos aos pos designios da Providencia,
e caridozas intengOes da mi commum dos
fiis se os nossos costumes nao correspon-
den! f que professamos. A maior parte dos
catholicos, he unnime em sentimentos, quan-
do reconhece o dever de prestar sua assisten-
cia s solemnidades que seo catholicismo
autoria considerando-as como determina-
das para sua edifleaejo, e proveito espiritual.
Exercendo nosso ministerio na mente de
diminuir a responsabilidade que muito temos
em vista como objecto da maior importan-
cia exhortamos os nossos filhos, sempre di-
lectissimos sem a menor excluso para que
pelos recprocos exemplos demonstrem qual
a sinceridade cem que atihelo celebrar o
exordio de nossa eterna ventura felicitndo-
se' mutuamente no goso da liberdad, que nos
prov-im da morte de Jess C. cujo glorioso
nscimenlo a manifesta, constituindo-nos no
direito d'obter seos mais suaves fructos pela
exacejio dos preceilos impostos.
Animados pela attenco que os nossos
diocesanos nos tem tributado deveriamos
exercer o ministerio da palavra as 4 Domin-
gas do presente advento como praticamos ,
e fisemos pralicar as 5 das Quaresmas tran-
sactas, para cumprimento de nosso 1." dever.
Attentos porem aos trabalhos resultantes da
quotidiana sollicitude que nos merecem as
igrejas desta diocesa carecedoras d'urgentes
providencias, julgamos reparada esta falta in-
voluntaria pela presente allocugiin dirigid'a
excitar a fuga dos vicios e o amor da virtu-
de medicinando pela prevenejo os deffei-
tos que podem occorrer.
Nosejt tal a nossa desventura que omit-
amos aquella vigilancia que nos he recom-
mendada. Se com effeito as proprias fonjas
corporaes se v3o exinanindo, attentos 47 an-
nos de servido activo prestado religio
igreja, e ao estado; se continuas amarguras,
ealc/ies dimanantes da universal e om-
nmoda relaxacao dos costumes nosoprimem,
todava, sempre e athe ao ultimo momento
de nossa exinanQo nos consideraremos a-
nimados para vos annuncar a doutrina evan-
glica com praser cm todo, e qualquer logar,
acreditando sua maior, ou menor recepeo ,
para verificado das divinas promessas.
Recommendandp a seria reflexao cerca das
importantes verdades que repetidas veses
vos annunciaroos mais intimamente vos in-
sinuamos como 1." intuito, a saudavel me-
ditaco sobre o maravilhoso nascimento do
Salvador do genero humano. Sua recordado,
exista mpressa em nossa mente para que
o ineffavel misterio de nossa reparado, re-
na em urna todas as nossas considerares.
Se nos parecer oneroso qualquer exercicio
a respeto, n3o desanimemos, fortificados pe-
la crenQa, que tributamos ao mais espantoso,
e singular nascimento. A esperanga de go-
sar-mos os fructos de t3o copiosa redempgao,
corrobore nossa insufficiencia. Deploremos
que apenas exsto alguns restos d'antiga de-
vogo com que os primeiros christos mani-
festavo cordial adheso a to augusto miste-
rio. Lamentemos que seja t8o consideravel
o numero dos que pratico a maior ingratido
para com o libertador dos homens, presencia-
da pela postergado deseos preceilos. A po-
bresa a humildade e os soffrimentos, que
Jess C. reclinado, e envolto em pobres pa-
nos no presepio de B-dem supportou cor-
rijSo noss'avaresa, nossa soberba, nossa ira ,
e nossa intolerancia e nos desighem seos
verdadeiros adoradores e fiis discpulos. O
justo diz S. Greg. exulte de praser na ex-
pectago de conseguir a palma do triunfo ; o
peceador se regosige convidado para o per-
n'o ; o gento se anime chamado para go-
sar as eternas delicias que Ihes ser attri-
buidas pela fruico do Reino eterno que Je-
ss C. prometteo aos que praticarem fructos
dignos de penitencia soja qual for o estado ,
ou condigo de cada um.
Se dous animaes irracionaes conhecerSo ,
segundo a profeca de Isaas, o Greador no mo-
mento de seo nascimento, quanto rmis o de-
vemos nos reconhecer por nosso Salvador ,
quando, nesta qualidade, e pelos factus mais
extraordinarios, nos convida a'dora-lo em es-
pirito, e verdade, para o nao temermos como
juiz se\ero no da em que, cercado da Glo-
ria e Magestade que Iha he propria nos
constranger a comparecer em sua formidavel
presenga para julgar o falso racocionio se
por este nos persuadirmos ser mo o que he
hom bom o que he mo, leve o que he gra-
ve venial o que he mortal reprovada esta
illuso pelo mesmo Jess G. fallando dos
hypocritas, insudados do espirito e zelo fa-
risaico Elle condemnar os que se julga-
ro penitentes quando o n5o forao pela per-
tinaz reincidencia na mesma culpa que a
resipiscencia devia faser cessar! Elle senten-
ciar nossas rixas nossas desavengas en-
redos e intrigas ( qu> dilacero a carida-
de fraterna) e tod'a falta de respeito aos po-
deies mais sublimes, do que falla o Apostlo.
Elle reprovar a intengao dos que propalo
como infractores os que o nao sao divul-
gando a existencia de preceitos nao existen-
tes para cohonestaren a malvadeza dos de-
linquentes, demonstrada por pblicos factos,
e acontecimentos innegavois.
Que responderemos sohr'immensos defei-
tos que os exemplos de Jess C. devio cor-
rigir Ah So gosarmos a ventura de cele-
brar no dia 6 de Janeiro p. f. a solemnissi-
ma festividade na qual Jess G. ( mani-
fest aos sinceros crentes oceulto porem a
seos perseguidores ) fez. brilhar admiravel-
mente o ineffavel misterio da declarago de
sua humanidade prostremo-nos a seos pes ,
e arrancando pola raiz as ms inclinagOes ,
que ainda estejo arraigadas em nossos cora-
ges lhe offeregamos estes taes quaes do
nos os exige. Nooiro que os Magos di-
vinamente inspirados lhe ofL'rtarac reco-
nhegamos diz S. Greg. a omnipotencia ,
que umversalmente exerce no Geo na Ter-
ra e no Inferno; no incens, confessemos,
que antes (fe nascer temporalmente j exis-
tia como D.?os ; na mirra o devemos a-
creditar mortal. como hoaem. Palacio da
Solidado 1 de Dezembro de 1812.
Joo Bispo Diocesano.
TRIBUNAL DA 11ELACA0.
Sesso de 13 de Dezembro de 1842.
Na appellaco civel desta cidade, appellan-
tes Mara Felicia Marlins e oulras appel-
lado Anionio.iMartins Ribeiro cscrivo Fer-
reira ; se julgou pela reforma da sentenca f.
18 e confirmadlo da de f 116.
A cauza de revista dvel entre partes re-
crreme Joaquim Manoel Gago daGamara, e
recorrido Joaquim da Silva Diniz escrivao
Reg Raogel ;
corrido.
foi j a I jado a favor do re-
A appellaco cri me do j ti izo de paz de Aroz
da Provincia do Rio Grande do Norte, appel-
laote o juizo appellados o promotor publico
da Villa de Goianninha e Bernardo de Cas-
tro Leito ; se mandou remetter ao juizo de
direito respectivo,
Na appellaco crime do juizo dos jurados
desta cidnde appeilante ajustica appella-
do Joo Antonio da Trindade reo prezo, es-
crivao Ferreira: foi confirmada a sentenca re-
corrida.
O aggravo de petigo do juizo da 3.* vara
do civel desta cidade, aggravante Joo Fran-
cisco dos Santos Sequeira e'aggravado o Dr.
Martimanno do Rocha Basles, nao teve pro-
vimento.
Na appellago crime do juizo de direito da
Parahiba, aggravante Alexandre Francisco de
Seixas Machado appellada a justiga escri-
vao Reg Rangel se julgou pela reforma da
sentenca appellada.
Na appellago civel desta cidade appeilan-
te Manoel Ferreira da Silva Ramos appel-
lado Joaquim Joze de Seixas escrivao Ban-
deira, se julgou pela reforma da sentenca ap-
pellada.
Na appellago civel desta cidade appeilante
Bazilio Alves de Miranda VarejSo appellada
Mara Roza do Carmo escrivao .lego Ran-
ge! foi a sentenga confirmada.
Na appellaco civel do Brejo da Madre Deus
appellantes Pedro Alexandrino dos Prazeres,
e sua mulher appellada I). Bernarda Cor-
deirodos Santos escrivao Bandeira, se man-
dou ouvir ao doutor curador geral.
Na appellaco civel da cidade da Parahiba,
appeilante Joo de Mello Azdo e appella-
do Manoel Mara Carneiro da Cunha se
mandou descer ao juizo da primeira vara do
ivel desta cidade para se proceder a avaliaco,
escrivao Jacomo.
Na appellaco civel dt>sta cidade appeilante
Florencia Margarida dos Prazeres appeilan-
te Francisco Jos Dias da Costa, escrivao
af


2
Posthomo se mandou vista ao curador ge-
ral.
Na appellacao erime dos jurados do Rio
Grande do Norte, appellante Joaquim Caval-
canti de Alhuquerque appellado Jos Fe-
lippede Santiago escrivo Ferreira : jul-
garo improcedente o recurso.
O aggravo de peticio da secunda vara do ci-
el &U cidade, de Man^"l Bizerra de, Albu-
querque nao tevc provimento.
por delictos simples .ero smente condem-
nados pena mais suave. (Constitutionel.)
(Diario do Governo.)
EXTERIOR.
SLISSA.
Os jesutas fundam um vasto estabaleci-
nento na villa de Schwyz na Suissa. pen-
sinalo e a igreja esta-se acabando da cons-
truir ; e nao acaba qui a emprezada socieda-
de de Jess. Na primavera prxima pertende
edificar um collegio, ecasa de habitago para
os religiosos e espera-se que os donativos e
offertas nao deixaro de vir em auxilio destas
obras. Para estimular o zelo djs liis apresen-
tam cartas do bispo em seu favor etc. Po-
rtn meios menos delicados sao postos em ac-
c,o pelos reverendos padres. Eis-aqui o que
refere a gazeta de Bale.
Urna honesta donzella pertencente a
urna familia respeitavel, a, haver dous me-
zas regularmente, confessar-se ao convento
dos jesuilas a Schwyz. L'm dia depois de ter
recebido a penitencia oconfessor lhe disseque
era j tempo de ella renunciar ao mundo para
se consagrar a Dos ; que sabe que ella pos-
sue urna fortuna de 4 a 5,000 tlorins da
qual 6 necessario que se despoje se quer sal-
var se que seconsente em por esta somma
i sua disposigo elle provera ao seu sustento
durante a sua vida e a conduzir a um con-
vento em Brigg no Canto de Valais onde
podera sem reserva entregar-se a Dos sal-
vago da sua alma ; porm que absoluta-
mente preciso que lhe faga esU santa promos-
sa debaixo de juramento, e que nao a po-
deria absolver antes de ella depor as suas
mos toda a sua fortuna.
A donzella intimidada pelas insinuagas
do jesuta prometteu tudo o que elle pedia.
Mas que succedeu ?... Alguns dias depois veio
ella procurar o seu cor.fessor, e lhe disse que
tendo julgado deverdar parte a um seu irmo
do que resolver, este a erguir vivamente de
ter escutado quem assim aaconselhra. Ad-
vinha-se fcilmente como a penitente sena
recebda pelo jesuta ,,que se julgava j na
posse dos 5,000 llorins. Entretanto o irmo
da donzella apressou se a fazer queixa ao rei-
tor do convento contra o confessor. Logo que
o casocomegou a ser publico o bom jeusuita
deixou a villa de Schwyz e parti para Vallis.
Quanto donzella d*iz-se que tem soffrido
muilo desta aventura e que sendo bella jo
ven e cheia de saude se acha inconheci-
vel. (Le Constitucionnel.)
ITALIA.
roma 22 de setembro.
Acaba de promulgar-se o novo cdigo de
processo criminal, e o novo cdigo penal, que
por ordem de Sua Santidade tinham sido ela-
boradas por una commisso de eminentes le-
gistas italianos que tinham por presidente
S. Em. o cardeal Ber netti.
Estes dous cdigos intituladas Regula-
ment orgnico do processo criminal e He-
ulamcnlo orgnico sobre os delicio e pe
as sao urna verdadeira obra de progresso,
e oflerecem nos seus ai tigos o cunho de urna
phylosophia esclarecida ; assim tem sido aco-
lhidos com unnime approvaco
Por estes cdigos todos os privilegise isen-
ges de que gosavam as altas classes esto
abolidos Nellos se estabelece urna igualdade
perfeita entre todos os cidados perante a lei;
ordenara que ninguem pssa ser privado de
aeus juizes naturaes e nao admittem tribu-
naes excepcionaes alm dos tribunaes ecclesi-
asticos mas smente as pessoas deordens ,
e para os delictos e enmes commeltidos no
exercicio de suas funeges.
A pena capital conservada porm restricta
a um pequeo numero de crimes. Todas as
oulras penas tem evidentemente por objecto
corrigir e melhorar os individuos a quem fo-
rem applicadas,
Quanto aos estrangeiros as disposiges dos
novos cdigos que lhesdizem respeito sao so-
bremancira libeiaes. Depois do urna residen-
cia de dous mezes consecutivos em urna loca-
Jidade qualquer dos estados pontificios, elles
nao ficaro sujeitos em materia criminal, s
authoridades de polica mas aos tribuna.-s
Tratado de reconhecimento paz amizade,
nat'cgacao e commercio entre S. M. C. ,
e a repblica O-ienlal do Uraguay.
Dom Fructuoso Riverra presidente da Re-
publica Oriental do Uraguay, brigadetro gene-
ral dos seus exercitos fifc. Ato ios os que o presente acto vi re m faz
saber :
Que tendo-se ajustado e concluido entre a
Repblica Oriental do l'raguay, e S. M. C.
a i-1 i n ta de Hespanha em 9 de outubro de
1841 um tratado de paz e amisade pelo mi-
nistro plenipotenciario da repblica reves-
tido de plenos poderes, e o ministro pleni-
potenciario de S. VI. C. autorisado igual-
mente com plenos poderes em boa e divida
forma o mesmo tratado copiado letra
o seguir;te :
Dasejando o governo de S. M. C. a rai-
nha de 'espanha e o da Repblica Oriental do
Uraguay estreitar, firmar, e consolidar por
mas
ordinarios, o en.< todos os casos em que (brem
oonvencidos de culpados por contravengo, ou, de reciprocas vantagens ,
*-* w w t *----------- r"
meiode um tratado solemne de paz e amisa-
de as relaces de toda a especie, que ainda
qu3 desgraciadamente interrompidas por ir.ui-
tos annos, hocomegado por natural sympa-
thia a restabelecer-se de aigum tempo a esta
parte entre ambos os paizas mui especial-
mente depois dos decretos reciprocamente ex-
pedidos para a admisso da sua bandeira nos
respectivos portos, e offerecendo esta circums-
Uncia menos obstculos com a dita repblica,
que ainda que independente de facto se a-
cba em um caso inteiramente particular e
excepcional a respeito do resto das antigs
colonias Hespanholas. S. A. o regente do
reino durante a menoridade da rainha D.
habel II e em seu real nome conferio para
o effeito seus plenos poderes a D. Antonio
Gonzlez seu primeiro secretario d'estado e
do despacho presidenta do consolho de mi-
nistros depotado em cortes, &c. e S. Ex. o
presidente da Repblica Oriental do Uraguay
a D. Jos Ellauri seu ministro de governo ,
e relages exteriores enviado extraordinario ,
e plenipotenciario Junto s cortes do Londres,
Pars, Turim e Lisboa os quaes depois de
haveretn trocado seus respectivos poderes e
achando-os em boa e devida forma convieram
nos arlgosseguintes :
Arf. 1. O regente do reino em nome de
S. M. a rainha D. Izabel II e em virtude
de autorisago concedida pelas cortes geraes
por decreto de 4 de dezembro de 1136 reco
nhece romonago livre soberana, e inde-
pendente a Repblica do Uraguay eompos-
ta dos departamentos especificados na sua lei
constitucional a saber Montevideo Maldo-
nado Canelones S Jos Colonia So-
Nano Durosno e Cerro-Largo com suas
ilhas adjacenles e mais terrenos q' lhe perten-
go ou posso pertencer-lhe; e S. A. tanto por
S. M. C. como por seus herdeiros e successores
renuncia em favor da mencionada Repblica a
todos osdireitos de soberana e dominio q' os
monarchas bespanhoes tinham tido anterior-
mente sobre o referido territorio e supraditas
ilhas.
Art. 2. llavera de ambas as partes abso-
luto esquecimento do passado e urna amnis-
ta completa e ampia para todos os hespanhes
e cidados da Repblica do Uraguay, sem ex-
cepeo alguma que. por suas opinies ou
por seu procedimento poltico por motivo
da separago dos dous paizes pnsvim adiar-
se at que se troquem as ralificages do
presente tratado ausentes desterrados ,
oceultos, deportados ou de qualquer ma-
neira compromeltdos ou sujeitos a alguma
responsabilidade penal. E esta amnista se
prtjpoe em nome de S. M. C. e se aeeeita
voluntariamente por parte do governo da Re-
puhlica do Uraguay em prova do desejo que o
aninu que se cimente sobre principios de
justiga e equdade a eslreita amizade paz e
uniAo que desde agora e para sempre ho
Je conservar-se entre os subditos dos dous
governos.
Art. 3. S. A. o regente do reino em nome
de S M. C eo presidente da Repblica do
l.raguay convieram em que os subditos e ci-
dados respectivos de ambas as nages conser-
ven) expeditos e livres os seus airetos para
reclamar e obter justiga e piona satishgo
pelas dividas contrahidas entre si, bona-fide.
Art. 4. Com o fim de regularisar e fa-
vorecer as reiages mercanlis que liio come-
gado a restabelecer-sa entre a Haspanha e a
Repblica do L'raguay convam s altas partes
contractantes em proceler iinmediatamente,
ao ajuste e concluso de um tratado de com-
mereio e na veraguo fundado sobre principios
e sobre as bases
que em urna declarado separada se estipulam
agora de commum aecrio.
Art. 5. Os Hespanhes ou cidados da
Repblica do Uraguay que se estabelecerem ,
traficarem ou transitaren! pelo territorio de
um ou outro paiz gozarSo da mais perfeita
seguranga em suas pessoas e propriedadas ; e
estaro isentos de todo o servigo forgado no
exercito armada, e milicia nacional ; as-
sim como decontribuigjs extraordinarias ,
ou emprestimos forgados; porem uns e ou-
tros pagaro os impostos e contribuigo3S or-
dinariaseestabelecidas ou que se estabale-
cerem nos respectivos paizes. Tambero go-
zaro de protecgo e tranqueza no exerceio
da sua industria ; assim cjmo na adminis-
trago da justiga sero considerados de igual
modo que os naturaes da nagao respactiva ,
sujeitando-se sempre s les regulamentos ,
e usos do paiz era que residirem.
Art. 6. Nao poder obrigar-se n'enhum
subdito hespanhol, ou cidado do Uraguay a
ser cidado um no territorio do outro nem
a privar-se das excepges que lhe pertence-
rem. A cidadonia em urn e outro piiz acto
voluntario do agraciado e nao forgado. A
constituigSo e as leis smente lixaro as con-
diges da cidadonia, o a elles estaro sujei-
tos os que pretenderem eXimir-se ou obete-
la. O estado civil Jas pessoas adquirido at
a ratificago deste tratado em conformidaJe
da constituigo e das leis de qualquer dos dous
paizes nao est coraprehendido nesta dispo-
sigao, e dever considerar-se como at
agora.
Art. 7. Se algum dos governos tiver con-
cedido ou conceder outras isangas fran-
quas, ou privilegios aos subdito ou cida-
dos de outra naQo tero respectivamente
direito a igual privilegio, franqua, ou isen-
go os subditos hespanhes e os cidados
da repblica transentes ou residentes nos
mesmos termos e debaixo da mesma reci-
procidade e condiges com que desfrutarem o
favor % estrangeiros beneficiados.
Art. I, Sem embargo de que o governo da
Repblica Oriental do Uraguay antes de agora
tem devolvido voluntariamente todos os bens
movis ou immoveis que havendo sido an-
teriormente confiscados tem sido reclamados
em devida forma ou tem reconhecido o va-
lor dos que nao se tem podido restituir o-
brigrt-se a reconhecere a pagar os seus valo-
res devidamente justificados aos seus an-
tigos donos ou herdeiros ou legtimos re-
presentantes sem que algum delles tenha
aeco para reclamar os productos que os di-
tos bens tenham rendido ou devid* render
desde o sequestro ou conliseago. O direito
de taes credores durar quatro annos e pas-
sado este termo nao se admitlir reclamago
alguma. O governo da S. M. C. se obriga
igualmente ao mesmo reconhecimento, e pa-
gamento dos valores que nos mesmos termos
reclamaren! e justificarem os cidados da Re-
publica do Uraguay. Este pagamento se ve-
rificar na conformidaJe das dispesiges es-
tabelecidas ou que se estabelecerem para
a divida dos respectivos paizes.
Art. 9. Os estragos ou melhoras que nos
bens de que tracta o anterior artigo tiverem
ocorrido desde a poca do sequestro ou
conliseago cousados pelo tempo ou pelo a-
caso tambam nao podero reclamar-se nun-
ca nem por urna nem por outra parte; po-
rem os antigos dorios ou seus representan-
tes devero abonar aos que tiverem feto as
melhoras o augmento de valor precedente
de obra humana nos ditos bens ou offeitos,
desd o sequestro ou conliseago ; assim os
possuidores ou o governo deverO abo-
nar-lhe todos os estragos provindos de tal o-
bra na mencionada poca. E estes abonos
recprocos so faro de boa f e sem conferi-
da judicial em juizo amigavel de peritos ou
de arbitros nomeados pelas partes, e por
terceiroque ellas escolherem em caso de dis-
sidencia.
Art. 10. Anda que o governo da Repbli-
ca do Uraguay tem pago, ou reconhecido to-
da a divida municipal que se tem reclamado
competentemente obriga-se nao obstante a
reoonhecer e pagar o quede legal origem
se lhe reclame de futuro justificando-so de-
sarvado at poca que no masmo se designa
pjra a sua publcigo.
Art. 12. Nim aos subdito? de S. M C. na
Repblica do Uraguay, nem aos cidados des-
ta nos dominios hoipaofioe sa pora por
autoridada publica o'jUicuh algum I !-;il n >;
direitos que possam allegar em rajo de ma-
trimonio herans* por test?manto ou ab
inlettato ou por qualquar dos outros titu -
los de aequisteo reconhactdos p'las hisju
paiz em qua tivar logar a rachmig > ; p>l'!-
ro uns establear nos tarrifnos suj sitos a
outra das altas partes contractanss exarcr
livremante suas proissas e olfic os ; pos-
suir comprar e vendar tola a espacia d
bens movis ou immoveis ; extrahir do p/.
os seu* valores parcial ou intogralmmtu ;
dispor dalles e sueco Jer nos meamos por tes-
tamento owab inlest.ato pagando 0 direi-
to deextraego em obediencia s leis reg-
lamenos e estatutos vigentes no paiz res-
pectivo.
Art. 13. Dasde que o presente tratado for
assignado pelos respetivos plenipotenciarios ,
e approvado pelo governo da S. M. C. po-
dero ser noraaados palos resp3cU?oa estados
agentes diplomticos e consularas qua s-
roadmittidos raspaitadxs e coustdsrados
em um e outro paiz como os da igual classe
das outras nagoas ainda asmis fav<>recid,is.
Art. 14. presante tratado sar ratifica-
do pelas duas altas partas contractantes e
asratificagas trocadas no torma da um an-
no, ou antas se fr possivel. Em f do qua
nos abaixo assignados ministros plenipoten-
ciarios de S. M. C. da Repblica Oriental do
Uruguay o havemos assign Jo e sellado com
o sello das nossas armas. Em Main 1 a 9 de
outubro de l84l.=Jos Ellauri com sello.
=Antonio Gonzap3z com um sello.
vidamente na conformidada das leis do paiz
em que se izer a reclamago ; porem o di-
reito de reclamar cessa aos quatro annos a
contar desde a ratilicaco e nao se permit-
ir passado este termo, reclamago al-
guma.
Art. 11. A divida contrahida pelas autorida-
des hespanholas sobre os cofres de Montevi-
deo at junho de 1814 ser reconhecida e re-
gulada do modo que se estabelece em artigo
separado com esta mesma data ; o qual ain-
da que forma parte deste tratado ficar re-
Declaracao que e>n adJaminto ao artigo
4. do'Tractado de rec miiarimi-nto da lie-
publica Oriental de Uruguay por S. M.
C. celebrado ne>ta mesma dita fazem
os respectivo} plenipotenciarios que o con-
cluiram e assignartim.
Os abaixo assignados phnipotanc'nrios de
Hespanha e da Repblica Oriental do Uragi iy
que no diade hoje assi^naram nesta capital o
tratado de reconhecimento Ja dita repuhlica
porS. M. C. tendo conferenciado entre si
sobre a especial declarac,o separada que hi
de fazer-seem referencia ao artigo 4. do dito
tratado desejosos da fomentar dasde logo
as relagas mercanlis entro um e outro paiz
com vantagens reciprocas, que, ao pusso
que sao mui conformes aos eslreitos vnculos
que anteriormente os uniam pessam Je al-
gum modo servir de reparago aos graves pre-
juizos que ho experimentado em consequen-
cia dos anteriores acontecim mtos convie-
ram em adoptar e declarar o qua se contam
nos segintes artigos os quass sao e deve-
ro considerar-se parte integrante do sobre-
dito tratado da reconhecimento
Artigo 1. Os vasos mercantes pertencen-
tes aos subditos de S. M. C e os que pW-
tencerem a cidados da llepublica Oriental do
Uraguary sero reciprocamente desdo que
se trocarem as raticagO-s do mencin ii'>
tratajo e desta declaraco tidos e reputa-
dos como vasos nacionaes em os portos habi-
litados das Hespanhas ou da dita Repbli-
ca onde entreo ou donde siam em ra-
zo de trafico ou coinaicrcio; e nenhum des-
tes se poder gravar com direito de porto ,
de ancoragem tonelagem pilotagam la-
mes fundeamento quarentena ou qual-
quer outro que nao estejam suj sitas a pagar
os vasos nacionaes respectivos no qus s
guardar urna perfeita reciproeidade.
Art. 2. Para que as vasos sejam consn"-
radoscomo pertencentes a subditos de S. ;
C. ou a cidados da referida repblica e
necessario que reunam osseguinte rcquosi-
tas.
1. Que pertengo asublitos ou cidado
das duas altas partes contractantes respe-
tivamente domiciliados em territorio das mes-
mas.
2. Que estejam matriculados na conforon-
dade das leis do seu respectivo paiz.
As condiges docapito ollbiaes e ma;
rinheiros se estabelecero quando seorgam-
se a legislago da llepublica do Uraguay sobre
esta materia. .
Art. 3. Os vasos construidos em territorio
hespanhol pertencentes a cidados da Ropu
hlica Oriental do Uraguay sfag consideradoj
as Hespanhas para os effet'i da artigo
como se tivessem sido construidos no ten iio-
rio daquella.
Art. 4 Todos os fructos ou producg na-
turaes ou induslriaes das Hespanhasou
Repblica Oriental doL'raguuv importados"'


5
reciamente nos portos de algum destes paizes
e;n navio/i prtiaentas a sublitos ou cida-
ls da outD en eonformiJada com os ar-
tjs 2 e 3. serio racipro;amrata cons
(| irada! soma naeiouaes a ni sa llios poje-
r el"''--!'', nutras diraitos ,1) introiucgao
miis di flus o i ti portos as respectivas clas-
s.s ou *8p*>ies%03 fru tos e producis im-
prtalas em navios do raspactivo paiz.
Art. 5*. G-rzaro igualmente do reciproco
bm ifi *io da Dacin ilidaJe os frustas ou pro-
ducg<53S paturaes ou industriaas das haspa-
n'ias ou da m mi i iiii Rmublicaque res-
p-,ctivam mt s expartarem em vasos per-
^.nrmtes a sub lilas ou cidadios das duas al-
tas partas contrastantes na conformidad^ dos
(jilos artigos 2 e 3.
Art. 6. Os cini'o artigos precedentes to-
rno plena exacugo e observancia par hu-
ma e outra parte desde a troca das ratifica-
(Vjaa desta declaraco e do tractado da re-
conhecimento sem prejuizo delle servi-
raode base para o prximo tratado de com-
mercio e nvegago que sa Iva de celebrar en-
tra as altas oartjs contactantes e serao
inseridos nelle letra ta;s quaas aqu Ti-
ca m expressos.
A presente declrago ser tambem ratifi-
cada par ambas as partes no mes e da mesma forma que o sohredito tratado de
.reconhecimento. Km fe do que os abaixo as.
gigna los ministros plsnipitanciarios da S.
l\. C e da Repblica Oriental do Uraguay o
assignamos e sallarais com os dio de noi-
gas armas. Em Madrid aos 9 de oulubro de
1841. = Jos'- Elllaurl =3 Antonio Gonzlez.
[Cam doua sellos.)
( Diario d<) Govsrno. )
A' PEDIDO.
CORRESPONDENCIA.
Senrs. Redactores, Para que o respai-
tavef publica fique scienta da resultado que
tave a calumniosa e injusta quaixa que
contra mim Fez o Sr. doutor delegado, a S.
Ex. o Sur. Presi lente da provincia, a qual
deo lugar ao Sr. doutor promotor denunciar
de mim por o su posto cr i ma de responsabili-
dad-i; rogo-lhe tenha a bondale de publicar
em sua folha nao s estas quatro linbas mas
tamb'ii a sentenga do meritissimo Sr. dou-
tor jniz do Jireito interino da primeira vara
do crime, quejulgou improce lente a predi-
ta denuncia. Eu davera Snrs. Redactores ,
diseralgma consa a respeito do que acabo
desofirer, miso receio que tenbo de exce-
der os limites do d 'coro e respeito que to-
do o honvn bem educado, dave ter para
com o respeitavel publico ma obriga a nao
faz l-o por agora por isso que o meu Cai-
co anda osla em completo desarranjo sensi-
hilisado sem duvila palas acres calumnias
com que gratuitamente fui mimoseado; ll-
mitado-me smente a dizer que como escri-
vao nao s do juizo de direito da primeira va-
ra mis tambera do juizo municipal tenho
nrvido perante quatorze integerrimos ma-
gistrados sendo dez juizes e quatro pro-
motoras os quaas nunca nenhuma queixa
tiverocontra mim e nem to pouco nada
da mau lhes constou a meu respeito no de-
sempenho dos meus deveres e isto o fize-
rao certo par atestados que com a imparcia-
lidade e independencia que os caracterisa ti-
vero a bonda le de prestar-me e que se
acbo juntos aos autos ; assim como que te-
nho tido a fortuna da por alguns tempos e
no decurso de annos, ter servido como juiz de
paz da minha freguesia sem que al boje nen-
bnma queixa contra mim tenha havido por
falta de cumprimento dos meus deveres sou
hornera Srs. Redactores e isto basta para nao
estar isento de errar mas posso-lhe jurar
que invido todas s minhas torgas por cum-
prir meus deveres como em pregado publico,
e por mantere educar onzefilhos, que a pro-
videncia se dignou de confiar a meus cui-
dados.
Sou -Sentares Redactores &c. &c.
Francisco Ignacio de Athaide.
Scntenca de despronuncia.
A vista do depoimento das testemunbas de
folhas vinte e oito a folhas quarenta e urna
e documentos ^e folhas onze a folhas vinte e
duas, julgo improcedente a denuncia do dou-
tor promotor outra o escrivao Francisco Ig-
nacio de Athaide aecusado pelos crimes de
prevaricacSo o concusso ; e pague a mii-
nicipalidadeas cusas em que a condemno.
E a p pe I lo para a rela$fto do districto cumprin-
d > u escr vea em tu lo o seu regiment. Ci-
dadedoReeife 13dadeserabro de mil oito-
c mtoa quarenta cdous.Francisco Rodrigues
Sette.
Nao acostumado por ndole e educago
a queimar incensos ao prostituido simulacro
da lizonja e muito morios a vil e detesta-
vel impostura penhoradosomante ( a minha
lingoagem he lhana ) do nobre acolbimanto ,
que sempre encontrei na distincta olfieiali-
dadedo Batalho Provisorio desta Provincia,
ao qual partencia apazar do meu demerito,
como Capellao eu seria o mais ingrato dos
homans se nesta crise de separago no seu
embarque para a Capital do Rio de Janeiro
nao manifestasse os meus sentimentos, e o
meu roconhecimento. Quinto me custa na
verdada nao poder acompanha-Ia. S uina
enfermidade oppressora teria este poder al-
cangaria um tal triumoho. Mas a Providen-
cia sempre recta melhor dispe. Altos e
inexcrutaves sio os seus designios, e ao mor-
tal nio compete, e nem possivel, sondar os
divinos arcanos. Quem sabe se anda algum
dia gozarei outra vez to bella e digna com-
panhia ? Saja pois o meu publico reconheci-
manto a prova mais efiicaz e terminante da
minha sincera amizade e da saudade que
meopprima e faz naufragar o meu espirito
agitado e vacllante. Hum prazer me res-
ta e .', que to distincta corporaejo sem-
pre fiel a religiao do Crucificado obediente a
lei e as authordades legaes ( n8o obstante
as invectivas dos seus mulos) vai atravessan-
do o inquieto e turbulento coragao do oc-
ano sulcand "os mares dar, onde fr pre-
ciso o exemplo mais insinuante e per-
suasivo como verdadeiro de subordinado ,
e adhesSo ao muto nclito Monarca o Sr. D.
Pedro II que nos rege. E na verdade desde
o chefe o Sr. Luiz Antonio Favilla onde
impera a docilidade, a brandura a honra ,
e a probidade tudo emfim que distingue ao
verdadeiro filbo de Marte at o ultimo dis-
tincto Official s se encontra polidez urba-
nidade puro patriotismo, e intimo afierro
a Santa Causa da religiao e da legalidade.
Os mesmos soldados sio doceis obedientes,
e magnnimos quando o nao fossem bas-
tava o carater de fidelidade e honra dos seus
chefes em particular. Continu pois to dis-
tincta corporacao no caminhoincetado pro-
pugne quando conveniente aindacora a per-
da da ultima gota de sangue esse licor das
veas pela nica e verdadeira Reliao Ca-
tholica e Apostlica Romana sem o auxilio
da qual tudo he baldado ; sustente o throno
imperial tornando-o fixo e inabalavel aos
furores ai oda que pouco duraveis dos anar-
chistas e descontentes defenda com energa
a lei fundamental do imperio da Santa Cruz,
a sombra da qual o cidado probo e virtu-
oso goza tranquillam-nte de privilegios e ga-
rantas e concorra para exterminar por u-
ma vez a hidra das revoluefies causa nica
dos batimentos dos Imperios e do luto e
miseria dos seus povos que estas aeces
estampadas em caracteres indeleveis as pa-
ginas da historia passar s geraefies futu-
ras lhes servirao de emulado e modelo ,
costiturfa sem duvida a immortalidade dos
seus hroes.
J na minha imaginagao se pintao victorias
mil que srao outras tantas laurolas que
abrilhantar as frontes de to briosa corpo-
racao. J me parece ouvir narrar que o so-
herbo oliath fo derrotado por esses novos
Davids. EnlSo a urna noticia to encantado-
ra no recinto do meu sempre pobre domicilio
erguere as maos ao Co entoare hosannas
ao immortal bemdire o Brazil pelos tnum-
nhos fllcancados em qualquer estrella do Im-
perio pelos seos leaes e dignos filhos que
compoem o valeroso e disfincto batalhio
provisorio de Pernambuco. O Co o abengoe
e o gue smnre. ,
Padre Antonio de Faria Heves.
Barca ingleza = Monarch =carvo.
Patacho = Racex =^ batatas e mastareos.
Determinando o art. 266 do regulamento
das alfandegas que logo que se lancar em
receita a importancia dos dircitos, que de-
vem pagar os assignanles o escrivao faga la-
vrar um bilhele, de metade da sua importan-
cia para ser pago a tres mezes da sua data ,
e outroda outra metade, para ser pago a seis
mezes e os entregar na alfandega antes
de assignar ao assignante, ou seu proposto
para serem endossados pelo proprio assignan-
te dentro de vinte e quatro horas, e ento
o escrivao os assignar ; e se dentro das vin-
te e quatro horas o escrivao os nao receber
endossados se proceder immediatamente a
cobranga executiva do seu importe e o as-
signante ser riscado da lista : o havendo al-
guns assignantes que parecem ignorar esta
determinago deixando de endossar os bilhe-
tes por 8 10 e mais dias ; o inspector da
alfandega fazendo publicar o referido art. pa-
ra conhecimento de quem pertencer declara
que vai fazer cumprir risca a disposigo de
fazer proceder contra taes assignantes ris-
cando-os da lista respectiva.
C0MMERC10.
Ignacio Nunes Correia.
Joo Cancio Pereira Freir.
Xavier Ribeiro de Andrade.
Jos Francisco Lavra.
Victorino de Leinos.
Joaquim Francisco de Mello Cavalcant.
Mendes da Cunta Azevedo.
Jos* Lourengo da Silva Jnior.
Major Jos Gabriel de Moraes Mayar.
Josi' Maria Cruz d'Amaral.
Antunes Guimares.
Epiphanio Durao.
Pacheco de Queiroga.
Jernimo Munteiro.
Joaquim Silverio de Souza.
Jos Baptista Ribeiro de Faria.
Joaquim Carneiro Machado Ros.
Joo
Joaquim Joze da Costa.
Alfares Joze Joaquim do Nascimento.
Joo Manoel Mendes da Costa Azevedo.
Nepomuceno Ferreira de Mello.
Facundo da Silva Guimares.
( Continuar-se-hm. )
MOV MENT DO PORTO.
No dia 12 nao entrro nem sahiro em-
. barcagOes.
NAVIOS SAIIIDOS NO BU 13.
Rio de Janeiro ; brigue de guerra brazileiro
Imperial Pedro, commandante o capito
tenente Jesuino Lamego Costa.
Dito ; escuna de guerra brazileira 1 de A-
bril commandante o cap. tenente Fer-
nando Lasaro da Lima.
Dito ; brigue escuna de guerra brazileiro Nic-
theroy commandante o J. tenente Felip-
pe Jos Pereira Lial.
Dito; transporte brasileiro Pirapama com-
man jante Balthazar Joze dos Res.
Dito ; vapor brazileiro Bahiana comman-
dante Manoel dos Santos Ornellas.
Liverpool; galera ingleza Emily cap Gul-
Iet, carga algodo e assucar.
Liverpool, pela Parahiba ; barca ingleza
Nightingale cap. Thomas Munters car-
ga lastro.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 13........ 5:081 jifidi
DESCARREGA HOJE 14 DE DEZEMBRO.
Brigue dinamarquez = Fordemkiold = car-
vo.
Brgue-escuna = Lpez = farinha, aveia ,
barricas abatidas e potassa.
Brigue = Chipla = farinha manteiga, e
potassa.
Barca portugueza = Pernambucana = arcos
de pao e encommendaSi
Patacho portuguez=Novo Congresso=sebol-
las fazendas e miudezas.
Brigue brazileiro as Americano Feliz = fu-
mo.
Brigue nrllegense = 17 de maio =carvo.
Barca ingleza m babella = carvo.
EDITA ES.
Continuaco da lista dos jurados.
Justiniano Antonio da Fonceca.
Justino Pereira de Faria.
Herculano Alves la Silva.
Hiplito Cassiano Vasconcellosd'Albuquerque.
Joo Vieira de Araujo.
Jos Thomaz de Campos Quaresma.
Joo Baptista Pereira Lobo Jnior.
Jos Mauricio de Oliveira Maciel.
Joo Gongalves da Silva.
Jos Ramos d'Oliveira.
Antonio Bitancourt.
Pires Ferreira.
Joo Francisco de Chabi.
Pires Ferreira.
Joaquim d'Oliveira e Souza.
Jacintho Eliodro dos Martyres.
Joaquim Coelho Cintra.
Jos Ignacio do Monte.
Jacintho Affongo Bolelho.
Joo Pinto de Lamos.
Joaquim Candido Gomes.
Jos Rodrigues do Passo.
Joo da Silva Santos.
Jos Ignacio d'Assumpga.
u Ignacio d'Assumpgo Jnior.
Alexandre Ferreira.
Capito Joaquim Jos de Faria Neves.
Jos Marques da Costa Soares.
Carlos de Souza Lobo.
Francisco Ferreira Cato.
Joaquim Galdino Alves da Silva.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
Fernandes lrazil.
Jlo da Costa Monteiro.
Ribeiro de Vasconcellos Pessoa.
Joaquim d'Annunciago Siqueira Varejo.
Jlo Pacheco de Queiroga.
Monteiro d'ndrado Mavlinas.
Dr. Joo Domingues da Silva.
Joo Lopes Guimares.
Jos Antonio de Azevedo Santos.
Felis da Silva Fragozo.
Tenente Joaquim Correia da Costa.
Jos Joaquim Bizerra Cavalcannti.'
u dos Santos Nunes de Oliveira.
a. Thomaz de Freitas.
Maria Freir Gameiro.
Antonio dos Santos e Silva.
Antonio Alves e Silva.
k Francisco de Azevedo Lisboa.
DECLARACOES.
= O administrador da mesa da recebedo-
ria das rendas geraes internas avisa aos mo-
radores do ba i rro do Recife S. Antonio, e
Boa-vista, que j se acha tirada a relago das
pessoas, que devem o imposto do .banco e
taxa de escravos para ser remettida ao pro-
curador fiscal para proceder a executivo.
se por ventura nao vierem pagar at o dia 20
do corrente. Recebedora 10 de dezembro
de!8i2. Francisco Xavier Cavalcant de
Albuquerque.
AVISOS M AR1T IMOS.
r Para o Rio de Janeiro sai antes de fes-
ta o brigue escuna S. Joze recebe alguma
carga miuda e escravos ; trata-se com Del-
fino Gongalves Pereira Lima, na ruaNovt
n. 44. ___________
L E I L A .
= 0 Corrector Oliveira far leilo, Quar-
ta-feira 14 do corrente s 10 horas da manh,
no armazem que foi d'Alexandre MackaY &
Companhia na ra do Trapixe-novo de
grande porgo de mobilia de caza, e d'escrip-
torio consistindo em mezas para jantar, di-
tas redondas e compridas para meio de alia ,
ditas para cosinha mesinhas para jogo la-
vatorios, cadeiras do muitas qualidades di-
tas de balango maiquezas leitos grandes
e pequeos almarios para livros e para lou-
ga commodas, carteiras aparelhos de lou-
ga azul e verde lanternas mangas de vi-
dro castigaes garrafas e copos de cristal ,
quadros um carrinho de quatro rodas, qua-
tro cavallos sendo um excellente para carro o
os outros para montara, e numerosos outros
artigos da maior utilidade, os quaes sero in-
fallivelmente vendidos por todo o prego para
liquidaco de contas.
AVISOS DIVERSOS.
ajgar Precisa-se de urna ama com bom lei
te : na ra Direita n. 58 pnmeiro andar.
= Jos Thomaz Nabuco Araujo Jnior ,
nao se podendo despedir de todas as pes-
soas de sua amizade por meio deste annun-
cio lhes pede disculpa, eofierece o seu pres-
t mo e servigos na corte de Rio de Ja-
neiro.
= Preciza-so de um marcador no bote-
quim junto ao theatro.
taar Offerece-se urna mulher de boa con-
ducta para ama de casa de homem solteiro,
ou de pouca familia quem precisar dirja-
se ra do Caldeireiro n. 6.
tsar Pardeo se urna carteira, da ra da Ca-
deia velha n. 16 athe a caza dos Senhores
Gaskell Johnson & Companhia da ra da
Cruz contando dentro da mesma carteira ,
urna letra aceita pelo Senhor Joze Ignacio da
Camera da quantia de r2705o res mo-
rador nesta praga e outra aceita pelo Se-
nhor Jernimo Joze Marnho da quantia de
27ji350 res morador em Goianinha pro-
vincia do Rio Grande do Norte e urna or-
dem sccada pelo Senhor Luiz Joze da Cunha
Correia contra os Senhores Novaes & Bas-
to para pagar-mo o que me estiver a devor
a mim Manoel Joze de Magalhes doquo
consta cm um crdito que tenho em meo po-
der do dito Senhor Luiz Joze da Cunha Cor-
ra : quem a achar querendo-a restituir, di-
nja-se a ra da Cadeia vellia n. 16 loja do
Jilo Manoel Joze de Magalhes que ser
generosamente recompensado pois s mes-
mas letras e ordem cima declaradas os ditos
Senhores j esto scientes pois a pessoa que
achar de nada lhe serve.
\


4
Qualquer possoa que quiser assentar
praga em primeira linha por outro dirija-se
a ra larga do Rozario botica de Barlholomeo
& Ramos.
tsr Francisco de Lima Soares Hespa-
nhol retira-se para o Rio de Janeiro.
tsr Alugo-se duas casas em s. Atina ,
proprias para se passar a testa juntas urna
a outra por preco commodo : a tratar na
ra do Queimado loja de Terragens n. 4.
tsr Jernimo Joze Telles subdito brasi-
eiro retira-se para o Rio Grande do Sul.
LOTERA da matriz da boa-vista.
No da 15 do corrente
corre infalivelmente esta
lotera s 10 horas da ma-
jiliia no consistorio da
dita matriz; O resto dos
bilhetes achao-se venda
nos lugares ja annuncia-
dos.
Lombrigueira ou Vermfugo fficat,
GT A medicina popular Americana tem
alem das virtudes j citadas a de ser um
vermfugo activo e innocente aplicavel tan-
to a solitaria como para as outras especies de
vermes. Este verdadeiro thesouro das fami-
lias vende-se somente em casa do agente
D. Knoth na ra de Apolo n. 27.
tsr Quem annunciou no Diario n. 268 ,
querer IOOji rs. a juros a 2 por cento so-
bre pinhores de ouro, dirija-se a ra de Hor-
las n. 46, assim como da-se mais at 300ji
reis.
tar A pessoa que precisar de urna ama pa-
ra o servigo de casa de pouca familia sabe
ler escrever e coser tambem obras de
alfaiatt! e he muito capaz de dar conta de
urna casa, e d fiador a sua conducta, e por 's-
so tp.mbem quercasa capaz dirija-se ao lar-
go da Ribeira n. 9.
rr Osnr. Rufino Joze dos Santos, ofil-
cialde chapeleiro baja de annunciar a sua
morada para negocio de seu interesse, ou di-
rija-sea ra Nova n. 6, que se lhe deseja
fallar.
tar Francisco Barmudez retira-se para
o Rio de Janeiro".
t9" Qualquer Reverendo Sacerdote}, que
quiser ser coadjuctor da freguesia de N. }S.
da Paz dos AfTogados annuncie por esta fo-
Iha ou entenda-se com o Parocho da mes-
ma freguesia o qual lhe o le rece 300j rs.
annuaes pagos da forma que quiser para fa-
zer as suas vezes nos seus impedimentos-,
alm desta quantia tem na mesma matriz
duas capelanias urna as quintas fe i ras e
outras nos domingos e lias santos.
tsr Joao iahu avisa ao publico que mu-
dou a sua tenda de tanueiro para a ra do Ca-
labouce n. 32 e que continua a fazer qual-
quer obra de tanueiro como sejo gamelas ,
canecas, ancorase <&c.
^" O abaixo assignado necessita fallar ao
snr. Joze Teixeira para lhe entregar urnas
cartas. = Emygdio Joze Pereira Guerra.
tsr Alugo-se duas casas terreas novas,
com ptimos quintaes na ra do Hospicio
aonde morou o Dr. Guimares : na ra da
Cadeia velha n. 38.
HT No dia 15 do corrente as 4 horas da
tarde na prega do snr. Dr. Juiz de Orfos se
arrematar seis escravos os quaes foro
disignados para pagamento do inventariante
e testamenteiro no inventario de Louren-
go Joze de Carvalho cujos 'escravos sao
proprios para o carflpo e nao teem vicio al-
guna.
tsr* O Escrivo da Irmandade da matriz da
Boa vista declara que o bilhete n. 1343 da
lotera que corre a 15 do corrente, perten-
ce ao S. S. por ter um fiel dado de esmola'
ssr Precisa-se de oHuiaes de carpina para
as obras da matriz da Boa vista.
tsr A pessoa que no Diario de 12 do cor-
rente annunciou escravos para alugar sendo
queira um dirija-se a ra da Ordem Terceira
de S. Francisco n. 20.
tsr Aluga-se urna preta que cozinha o or
dinario e cose muito bem : na ra da Or-
dem Terceira de S. Francisco n. 20.
tsr Por inconveniente nao teve lugar em
odia 12 do corrente a arremataca do mo-
leque Agoslinho perante o Juuo de Orfos,
e avallado ecn oQ como se annunciou no
Diario n. 267, e lera lu^ar no dia 15 do cor-
rete pelo mesmo juiso as horas do costume.
tar Toma-se roupa para lavar e engom-
mar respoosabelisando-se pelas faltas, tam-
bem se ajusta o pagamento por raez ou quar-
tel: na ra de S. Rita n. 86.
AsenhoraQ de tal que tem empe-
nhado um par de travessas de tartaruga,
queira tira-las no praso de 8 dias do con-
trario serfio vendidas para pagamento do di-
iiheiro que foi empenhdd.
tsrPrecisa-se de 200^ rs. a dous por cen-
to ao mez por tempo de um anno dndo-
se para seguranca urna casa meia agoa que
rende 8 rs. mensaes no bairro de s. Anto-
nio ; quem quiser dar annuneie.
tsr Thomaz Jos Samjean retira-se pa-
ra fora da provincia levando em sua com-
panhiasua mulher e um fdho menor.
tsr Quem annunciou precisar de urna
criada para ir a Lisboa com urna orianca ,
dirija-se ao pateo do Terco n. 20.
ssr As pessoas que assignaro a sociedade
de 50 bilhetes inteiros, da lotera da Boa vis-
ta na ra da Cadeia velha n. 15 e anda
nao pagaro, caso nao o faco at boje a
2 dias nao ter elTeito algum a dita'sociedade.
tsr Aluga-se um grande sitio com muitos
arvoredos de fructo e proporcSes para 8 a
12 vaccas, tem urna casa bastante grande ,
feita a moderna na estrada do Rozarinho ,
annexo ao sitio do finado Manoel Joze de
Almeida ; quem o pretender dirija-se a bo-
tica de Manoel Felipe da Foaceca Cande na
ra larga do Rozario n. 42.
tar frecisa-se de dous rapazes portugne-
zes de 16 anuos para serem caixeiros na Vil-
la des. Anto ; sendo um para venda e ou-
tro para loja : na ra da Penha venda nu-
mero 33.
tsr Johnston Pater & Companbia avi-
spo aos snrs. de engenho e muito princi-
palmente aos seus freguezes que ja se acha em
seu armazem um grande sortimento de mo-
endas e taxas ; tanto batidas como fundidas,
de todos ostamanhos, elles esperto muito
breve de Inglaterra porgo de machinas de
vapor assim como se encarrego de qual-
quer encomenda de machnismo que se lhe
queira fazer; e promettem servir bem aos
seus freguezes tanto em prego com em qua-
lidade os pretendentes dirijo-se a ra da
Madre de Deosn. 5.
BT Roga-se a pessoa que por engao
trocou na noute de 11 do corrente em urna
das gavetas da sacrista da Congregaco, um
chapeo de massa novo com a beira gaspia-
da de merino preto e de cabega grande,
haja de ter abondade vira ra Nova n. 63 ,
que se entregar um dito de massa novo, com
a boira debruada de fita de retroz preto e
de cabega pequea : roga-se este obsequio ,
pois qne o negocio he prejudicial a qualquer
dos dou
tsr Na noute do dia 9 do corrente tendo a
patrulha do destricto do Manguinho chamado
a um matulo para o correr por denuncia de
levar o mesmo urna faca com ponta este
deixando ocavao e mais objectos que con-
duzia poz-se em fuga por isso o inspector
do dito destricto faz publico para conheei-
mento de quem convier achar-se os referidos
objectos em seu poder.
COMPRAS
Sera de carnahuba em porcCes : na
loja de cera na travessa do Rozario n. 3.
tsr Duas voltas de cordo grosso de bom
ouro ; quem tiver annuncie.
tsr Um moleque ou um negro que saiba
cazinhar o ordinario : na ra da Cruz n. 5l.
VENDAS.
elegancia
Vende-se ou aluga-se pelo Ipmpo da
festa um ptimo sobrado em Olinda na ra
des. Bento o primeiro ao subir da ladeira
do lado direito no qual se a na bou de fazer
urna obra completa por se lhe haver feito
nova frente de cornija e todos os mais ar-
ranjos precisos para a sua maior
na ra Augusta n. 10.
tsr I ni escravo crelo de 25 annos bo-
nita figura serrador e oleirode telha e li-
jlo o qual, se vende por necessidade para
um pagamento : no armazem de sal da ra
da Conceigo da Boa vista.
tsr Duas camisas de linho, ricamente bor-
dadas 4 proprias para baptisado : na ra do
Mundo novo n. 54.
tsr* Um cavallo de estribara bastante
gordo e de bonita figura tem todos os an -
dares necessarios proprio para passeio : na
travessa do Serigado n. 1.
tsr Marques A Veiga vendem junto ao
arco da Conceigo batatas inglezas da me-
Ihor qualidade possivel a 600 rs.a arroba e
em porgo de 10 arrobas a 500 rs. e no ar-
mazem do Sr. Guimares, barricas com T-
relo novo a 5tf 200.
ar Urna porgo to garrafas preta ; no
atierro da Boa vista na primeira venda ao p
da ponte.
tsr Um paiol grande de amarelo com 10
palmos de altura e outro tanto de compri-
mento e 8 palmos de largura o qual leva
para cima de 50 alqueires de farinha e pro-
prio para armazem de assucar : na ra da
Gloria por baixo do sebrado n. 87.
tsr Urna escrava Cahrinha de l a 16 an-
nos : na ra Direita n. 119.
tar Um flauta de 8 chaves de madeira
de God Frou chegada a pouco tempo da
Franga vende-se por seu dono nao precisar
mais della : na ra do Queimado loja de An
tonio da Silva Gusmo.
tar Superiores charutos da Baha iguaes
aos melhores da Havana : na ra do Cabug
loja de relojofiro de Antonio Joze da Silva
Guimares.
tar Urna morada de casa de dous andares
e soto cotri chaos proprios sita na ra da
Cadeia doRecife n. 11 a dinheiro ou a pra-
zo: a tratar com Mendes & Oliveira que pa
rt isso tem a devida authorisago e titulus
para eflectaar a dita venda.
tar Um violo de eicellentes yozes em
bom uso : na na do Queimado loja n. 3.
tar No sitio do rio doce que fica na em-
bocadura do mesmo rio, ha para vender duas
vaccas crelas paridas de pouco e tam-
bem algumas vitellas bastante gordas, e boas
para a fcsta.
or Urna escrava ainda moga sem vicio
nem achaque e muito fiel: no beco da Po-
l n. 16 terceiro andar.
tsr Um transelim novo de muito bom
ouro e urna porgaO de faijo mulatinho
muito novo tudo por prego commodo : na
ra de S. Cecilia por t raz do muro da Penha
numero 0.
*sr 28 travs de 35 a 40 palmos de com-
primen to e de 7 a 8 polegadas de grossura:
na ra do Vigario n.~3.
lar Arroz vermelho pilado e de casca e
urna porgo do sera amarella por |preco coir.-
modo : na ra do Livramento armazem nu-
mero 20.
ar Para fora da provincia um negro mo-
go de bonita figura bem robusto e pro-
prio para todo o servigo: na ra da Cadeia
do Recife loja de Joo da Cunta Magalhes
tsr Bons ilhozes para boto de collete: na
ra de S. Francisco aonde se conserta cha-
peos de sol.
Superior fumo em olha para charutos ,
na ra da Moeda n. 8.
Urna negra de angola de 18 annos, boni-
ta figura cozinha lava e'faz todo o arran-
jo de urna casa ; na ra da Praia n. 9.
Urna negra de naco Ambaca, com o seu
lillio ; parida a poucos dias a qual tem muito
bom leite trata de menino sem vicios nem
achaques; procure na loja do carroceiro fran-
cez, na praga da Boa-vista sobrado de
sr. brigadeiro Almeida.
Urna escrava de nago
idade
de 25 annos de
cozinha o diario
, engoma bem lizo cozinha o
de urna casa lava tanto de sabo como de
varrela, e boa vendedeira de frutas ; na ra
do Fagundes n. 27.
tar Urna venda em fora de portas junto
ao beco largo n. 90 a metade a prazo dan-
do boas firmas pois vende-se por o abai-
xo assignado estar a sahr para fora da pro-
vincia. Joze de Lima Soares.
tai .Um escravo de bonita figura de 22
annos, entendo de plantago de sitio, ptimo
para pagem da-se a contento ao comprador;
duas escravas mogas urna engomma bem
liso e cozinha e outra he quitandeira : na
ra Direita n. 43.
tsr 36 colheres de prata para mesa 24
d> tas para cha urna dita para soupa dous
pares de castigaos urna salva para 6 copos ,
tudo de muito bom gosto assim como dous
paliteiros com bonitas lluras de rei e rainha,
e caixas com marmelada de superior qualida-
de de 4 e 8 libras : na ra do Crespo n. 6
ssr Potassa americana nova de primeira
sorte em barris pequeos e agora chega-
da na Barca Navarre : na ra da Cadeia do
Recife em casa de L. G. Ferreira A Compa-
nhia.
tar Urna parelha de cavallos rugos rabes,
ou um s cavallo, pois que tem trabalhado
nao s juntos como em carro de duas rodas:
na ra da Cadeia do Rerife n. 15 por cima da
loja do Bourgard.
Saccas com farinha de mandioca
3800 a sacca arroz de vapor supe-
rior : na ra da Cadeia velha n. 35.
tar Urna excedente casa terrea sita na ra
do Nogueira n. 1 e um sobrado no beco do
Padre n. 8 : a tratar na ruada senzala velha
n. 116.
tar Km casa de R. Lasserre A Companhia
na ra da senzala velha n. 138 acha-se a ven-
da o assucar refinado em pao da fabrica de
J. B. Navarre. Este assucar refinado sem po-
cassa e nicamente pelos processos mai? mo-
dernos em pratica hoje na Europa nao oflj-
recenenhum dos inconvenientes do refinado
no paiz. Elle derrete-se com promptjdo, nao
deixa deposito nenhum de mel adoga com
quantidade proporcionalmente (Seor do que
se costuma usar com o assucar refinado aqui,
e por isso alem de maior asseio at offareoe
economa as casas de familia.
tsr Diversas historias e contos religiosos ,
impressos na cidade do Porto para uzo das
familias christs. Sao pequeos livrinhos
brochados e a muibixo prego que todo o
chefe de familia deve por as mos de sua es-
posa e filhos e todo o educador as de seus
pupilos, para Ihes moldar o corago e o es-
pirito. Vndem-se na loja de livras de An-
tonio Joze Pereira Dias na ra do Collegio
n- 20.
ssr Um cavallo russo e gordo, com to-
dos os andares por 70 reis ; na ra do Cres-
do n. 2 A.
tsr Mangas de vidro lapidadas e lisas, lan-
ternas de vidro lapidadas e lisas, ditas de
casquinha bandejas finas,, porta licores ,
aparelho para cha dourados, de porcelana ,
garrafas lapidadas finas campoteiras lapi-
dadas copos para agoa calis para vinho ,
ditos de champanhe aparelbos para meza de
diversos gostos ditos para cha frascos de
boca larga e outras multas f-zendas por
prego commodo : na ra do Livramento nu-
mero 6.
tar Na loja do bom barateiro de Guerra
Silva & Companhia na ra Nova n. 11 acha-
se a venda um completo sortimento de so-
das de todas as cores e qualidades para vesti-
dos cortes de cassas pintadas de cores fixas,
lindos chapeos de seda para senhora caixos
de flores ditos de penna e outros muitos
objectos de bom gosto chegados prximamen-
te de Franga ; assim como o verdadeiro pur-
gante e vomitorio de Le Roy.
Ntsr Um jogo de diccionarios de inglez pa-
ra portuguez e de portuguez para inglez e
um methodo com muito boas msicas : na
ra da Cruz n. 37 segundo andar.
ESCRAVOS FGIDOS.
2880 o a
No dia 5 do corrente fugio o negro
Roberto crelo de 25 annos cor fula ,
cara abocetada grosso do corpo estatura
regular, pschatos, bonita figura, com ofi-
ciode pedreiro levou camisa de algodao en-
trangado e caigas do mesmo bastante sujas
de tinta de pintar ; quem o pegar leve na
praga do Corpo Santo armazem n. 17 ou na
ra do Vigario n. 11 ou no trapiche novo
a Francisco Augusto da Costa Guimares ,
que ser recompensado.
tsr Fugio no dia ll do corrente um ne-
gra de naga costa, de nome Marcianna, com
boa figura e vistosa tem marcas pelo rosto
de sua naga acha se pejadu vendia mel
e azeite, levou vestido ousaia branca: quem
a pegar leve a ra de Agoas verdes n. 12 ,
que ser recompensado.
cr Fugio no dia 12 do corrente urna pre-
ta de nome Constancia de nagaO Mossambi-
que moga, e tem o rosto bem picado de
bechigas bastante peituda tem nos ps
bastantes marcas de bicho, levou vestido de
chita preta velha e panno da costa ; quem a
pegar leve ao.principio do atterro dos Affoga-
dos no sobrado do Lima qu^ ser recompen-
sado.
tar Fugio no dia 11 do corrente um mo-
leque de 14 annos levou vestido caigas de
riscadinho trangado camisa de dito azul ja
desbotado, tem urna belida bem vesivel no
olhoesquerdo um taquinru) tirado na pon-
ta da orelha direita est > moleque fugi o com
um laboleiro vendendo milho e arroz de cas-
ca e tem por costume trabalharem um ca-
vallo a condusir matenaes para obras ; quem
o pegar leve as 5 pontas n. 23 que sera gra-
tificado.
or Erna noute de 29 de novembro fugio
do sitio Palmeira no Luca a escrava Joanna ,
de naga songo de 35 annos, baixa meia
fula, cbelo cortado levou vestido de chita
de assento brancocom piritas azues e pao da
costa bastante usado, e coritas azues no pes-
cogo. Em a noute de 15 para H do corren-
te fugio do mesmo sitio um escravo de boni-
ta figura de nome Joa,de naga gaba, de
26 annos, alto ps gretados, tem marca de
umachaga do lado de fora de um p,;cabe!o
grande, nao se sabe a roupa que levou por ter
conduzido urna caixinha com toda roupa :
quem os pegar leve a ra da Cadeia do Recife
loja de feriagensn. 56, qne ser gratificado.
RECIFE NA TVP. DE M. F. DE F.= 1842.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EY9LC7IPG_IQF2TI INGEST_TIME 2013-04-13T03:20:44Z PACKAGE AA00011611_04843
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES