Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04830


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Full Text

Annode 1842.
Sabbado 26
Todo agora depende de nos meninos ; da noa prudencia moderaf 3o e energa : con-
limicmos como principiamos e seremos aponlados cum admira-.ao enlre as Nacoes mais
-' ( Proclamado da Atsembla Geral do BatlL.)
culwa.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Goianna, Parahiba e Rio grande do Norte segandas e sextas fe ir as.
Bonito e Garanhuns a il) e 24.
Cabo Serinhacm, Bio Formnso Porto Cairo Macei e Alago no 4. 11 e
Boa-vita Flores a 28. Sanio Antio quintas feiraj. Olinda todos os da*.
21.
DAS DA SEBMN.
51 se, Apresentac'o de N. Sr. Aud do J. de D. da 1.
22 Tere. s. Cicili V. M. Re. >ud. de J de D. Vi. t.
23 Qaart. Clemente P. M. A> do J > D da S t. ,
?i oint ,*oio ^ruz ^- '' '' D. da2.T.
,5 Sext.'s. CttharinaV. M. Re. Aud. do J. deD.dal. r.
jfi Sab s. Pedro Alexandrino B. M.'Rel. Aad. do J.deD. da 3. T.
57 Doro.' 1. Tent. Margarida de Saboia Via.
de Novenibro. Anno XVIII. Jff. Z%7.
O Diario pnl'li i-se todos os dias que nao forero Santificados : o preco da attignatura bo
gralia e os va que o n3o for-m :'t raiao de SO res toi linba. As reclaaaacoes derein aer
dirigidas a esta Typografia, ra das Crur.es N. 34, ou a praca da Independencia loja de lYroa
Numero ti e 8.
CAMRIOS NO DA 2o DE OOTTIBRO.
compra yenda.
Cambio sobre Londres 28 Nominr1-
n Paria 350 res po> franco.
i< a Lisboa 100 por 100 de premio.
Moeda de cobre 2 por 100 de descont,
dem de letras de boas firmas 1 i I }.
Ocao-Moedade 6,100 V.
n N.
de 4.01)0
P*Ti-Palacoes
Peos Co'umnares
ditos Mexicanos
miada.
n,r>oo
14.40J
8,' 00
1,700
4,700
1,700
1,580
15.S00
14.00
8 200
.720
1,720
1.720
1.620
Preamar do dia ld.de Novembro.
1.a a 11 horas e 42 as, a manha.
2.a a 12 horas e fim. a tarde.
La Nora
Qaart. cresc.
La chela
Quirt. ming.
PHASES DA. r 2 1 hora e J. d tard.
9 4a 10 horaa 57 ni, da tard.
4 18a 1 hora e 10 m. damanh.
4 25 4a 6 horas e 42 m. da manh.
IA RI < > D E P EWA if KU O.

PASTE OFFICUL
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA l9 DO CRRENTE.
Q,T, i \ i pref -tto Jo hospicio Ja Penh i
desla cidacl = R.-' Sur. = Foi multo *xra-
dav.-l esta Pe-si Im-i a commuiiit*g > ,
qu'lhrt f-z V. II. di nm acolhim -nl> ,
qii't'Vrt vin I dita piiv'cu Vicente Tivar- la S-
v. Coilinh-i vulgarmente condecido por Vi-
cente iir Paula e outros hnbiLaiiles la San-
ta Cruz no centro dessas mallas {..edirem
V. R para ir abrir misso naquelles luga-
res e certilkarem-lhe sua obediencia as au-
toridades constitu Jas e de se aclrir V. R."
juntamente com o reverendo vicario dessa
freguezia uodilo povoado de Sania Cruz com
geral salisfogao de seus habitantes. Por to-
dos os servicos que V. R.- tein prestado
tanto religio como ao estado na predica,
feitaaos habitantes dessas maltas, a Presiden-
cia ihe d os devtdos louvores e confia, que
V. R.m' continuar colher fructos de seus
esforcos ajudado pelo Jilo reverendo viga-
rio = No mesmo sentido oliciou-se ao reve-
rendo vigario da freguezia do Altinho.
Portana--Ao commandantejdo brigue=:Ca-
pirabibe=orJenando, qu entregue disposi-
godolcommandante das armas os 12 invli-
dos, que a seo bordo conduz perlencentes a,
esla provincia, e s das Alampas, Parahiba ,
e Rio grande do noria ; e fatja passar para
bordo do Guapiass os cinco do Cear. = Di-
terminou-se ao commandantf* das armas que,
mananlo receber os 12 invlidos desse o
devido destino aos que sao daqui e ordenas-
se aos Jemais que se conservassem promp-
los para a primeira ordetn seguirem para $uas
provincias: e ao commandante do Guapias-
s. qu recebesse os cinco e os conduzisse
ao Cear a fim de entrgalos ao respectivo
Exm. Presidente.
Oficio Ao inspector do arsenal de ma-
rinlia, ordenando, que com a brovidade pos-
si vel contrete e faca embarcar em o bri-
gue = Capibaribe = um pratico, .que o con-
du/.a al a provincia do Maranho.
Dilo Ao engenheiro em chefe das obras
publicas approvando as modificagoes que
propoz, para as obras do 4. Tango da estrada
do Pao do albo na travessa do Barbalho ; e
ordenando, que as fica expeular pelo res-
pectivo arrematante com <> abale de 2:0540565
res no prego total da arreinatacao. =Com-
municou-se ao inspector da thesouraria das
rendas provinciaes e ao inspector fiscal das
obras publicas.
Dito Doseoretario da provincia ao dele-
gajo to primeito dislricto d<'ste termo sei-
enlilic-ndo-o de que lhe remette o escravo
de nome LourenQO peitencente segundo in-
forma o delegado de Flores um individuo
moruno:- ni Piane p*r< que o'foca conser-
var na cadtda d.'sta ridade l qu^appare
jt s.-u senhor e na loimt da I<;i juslifijue
sel-o.
DEM DO DU 21.
Officio Ao niajor le ing-nheiros Gusta-
vo Allf. F.-rnaiiil'-s Pn lniro Cunlia ue
v ilv.-nJn appruva lo um dos ex>-uiplares do
plano, organisad.t p>r S. m po nge-
nheiro cordrador para conslrucco do ca.-s,
que se leve fo/.er nos tliffeivnles luirros des-
tacidale.= Remelter-se opias do r< forido
plano ao eng-nlieiro cordeador ja cmara,
e o inspector da thesouraria da fozenda ,
com recomm--ndaco este de por elle regu-
lar-s.! quindo se passarem lilulos de afo
ram uto 'le terrenos de marinha em que se
deve construir o mencionado caes.
Portara Ao commandante geral do cor-
po policial, para que mande um inferior e
12 pragas para a ci lado d; Olinda fim de
sob *% orden do respectivo d"laxado fozerem
o servigo da polica = Co'nmunicou-se ao
elW'* de polica e ao delegado do termo de
Onda.
Oflfleio Ao nsp-'Ctor da thesouraria da
foz'nda determinando. qiiHconlinua sup-
orir a obra da alian leg., atea quantia de l8:.r) I 1^860
reis em que foi orgada; visto s'utirufu cons
la das informiQ's qu por copia lhe re-
mella do inspector da m-sma alfan I -ga ,
" do tlirector da referiila obra s*r a sua sus-
o'-nsao prejudicial fazenJa publica e ao
commercio

EXTERIOR.
Recebemos pelo brigue Feliz Destino o
Nacional (de Lisboa ) e o Diario do Gover-
no; os quaes chego data de 11 d'Outubro,
e vem confirmar as noticias de Portugal que
temos publicado por extractos de jormaes
Francezes e Inglezes
Foi com effeito alterado o Ministerio Portu-
gus por Decretos de 14 deSetembro sen-
do os nomes inteiros dos novos Ministros os
seguintes : Joze Antonio Mara de Sousa A-
zevedo para ajustiga ; Joaquim Joze Fal-
co para a marinha; e Joze Joaquim Gomes
de Castro para os estraugeires. Na mestna
data foro igualmente adiadas as Cortes para
o dia 1.* de Dezembro.
Relativamente revolta de MarvSo, de que
demos noticia em o nosso n.* 252 achar
os leitores mais ampia informagSo no De-
creto que transcreveremos em outro V ; e
peloqual foro suspensas as garantas no Dis
tricto de Portalegre por 30 dias contra cu
ja medida clama altamente o Nacional, fo-
Iha opposicSonista.
Por Decretos de 6 d'Outubro man Jou o Go-
verno proceder a varas eleiges parochiaes
em consequencia de ter a Cmara dos Depula-
(los annullado a eleigo que tivera lugar em
algumas das Assemblas primarias ; convo-
cando os respectivos Eleitores para o dia 6 de
Novembro e mandando reunir no da 20 do
mesmo tnez os Collegios Eleitoraes para pro-
cederem a eleigo de 20 Deputados em difie-
ren tes Provincias a fim de preencherem as
vacaturas que existio na Cmara.
Na sessSo da Cmara dos Deputados de Se-
tembro mandou o Sr Baplista Lopes para a
meza um projecto de le tendente a promo-
ver a colonisago de Portugueze em Portu-
gal, e a restringir sua emigrago para pai-
zes eslrahgeiros; e como nos oceupamos d'es-
te assumpio, na parte que dizia respeito ao
nosso Brazil em o nosso n.*229, offereeere
mos agora consideragffo dos nossos leitores
aquel le projecto na sua integra com o pre-
mbulo do seu auloi.
L-se no Wanional de 20 de Setembro
o seguate :
Na manh do dia 18 sumi no Tejo a
fragata Biazileira =Paraxuag ou a anli-
aa = R'-al C-trutina == que o nosso j finado
chefe Je esq uad ra Maximiliano de S^usa dei-
xou ni> Rio de Janeiro na sua exueigo quel-
|e porto. Traz d passaxem 10 deportados
do hVa/.il, em cujo numero entro alguns de-
putados que preferjro Lisboa nara sua resi-
dencia. O celebre ex-mini-itro Limpod'A-
breu tamben) faz parte d'este numero.
O mesmo peridico em o seu n. de 6 d'Ou-
tubro publica o que 9e segu sobre o
Consulado do Rio de Janeiro.
Dizem-nos que se verifirou a demisso
do Sr. Joo Baplista Moreira do lugar de Cn-
sul Geral no Rio de Janeiro e que para o
dito lugar est nomeado o filho mais velho de
faleci'io Sr. 0 Neill.
K sabido que a respeito do Sr. Moreira
tem baviil muita intrixa nacin d e estran-
geira; mas tambem sabido qua elle f mui-
to servirlo causa Ja R tinha e que nao de-
via ser assim ahandonnado.
A respeito do novo orovi.lo sao frlu-
nas que tem certas familias. TuJo Ibes cahe
em casa.
O que nos nao sib^mos se sto ain la
obra do Sr. Duque da T>-rc*ira ou se ja
lo Sr. Gomes de Castro.
HESPANIU.
As noticias de Madrid recebidas por Lisboa
nao adianto s que havemos publicado, mais
do que o sexuinte :
Corra o boato de que os carlistas projecta-
vao fazer alguma tentativa para perturbar.a
ordem estabelecida. A sbita desapparigo
de alguns Carlistas eminentes que se acha -
vSo em Marselha, e outros pontos da Franga,
tinha dado motivo a este receio.
Segundo urna carta de Badajoz publicada
na Iberia, tinho chegado a Valencia os trin-
ta e um soldados e o commandante do desta-
camento que se sublevara em Marvio, os
quaes sendo logo desarmados foro manda-
dos para Caceres at segunda ordem.
Alludem alguns jornaes a "ertos boatos es-
palhadosde que se pretenda fazer um* ten-
tativa para reslabelecer a constituigo de
1812. Os peridicos ministeriaes assevero
que o Regente e o Governo se empenhar a
todo o custo em sustentar a lei fundamental
do estada actualmente em vigor.
HUMO DE PNBUCO.
O DIARIO NOVO f." 92.
Depoisde um longo silencio, decidio-se em-
liui o Diario-novo, responder-nos ; tardou
na verdade porm mais vale tarde dp que
nunca. Tambem nao temos por esta vez ,
muito de que nos queixarnfos delle que nao
veio l lo estouvado ; e posloque anda nos
mimosee com um par d'expresses que chei-
ro a pessiraa sociedade queremos crer que
he sto procedido de.mo costume da mocida-
de que se corrigir com a idade. Deixando
pois de parte inuteis prembulos entremos na
materia.
Sustenta o D-n. que as produgdes com que
elle tem atequi enriquecido as suas colum-
nas formoa sua profisso de f poltica a
mais explcita possivel ; que tedas essas cou-
sas que elle nos tem impingido por prin-
cipios polticos sao com effeito verdadei-
ros principios polticos, a vista dos quaes
nada mais ha que perguntar-lhe pois que
fra delitos so v ataques individuaos, e
personalidades que elle se pod-ria hangar,
para que o seu pensainento principios e
consequencias fossem bem e completamente
exprimidos. Desie modo esta provado que
os principios uoliticos di> D-n. se reduzeen a
censurar a m f dos pn'iidts a falla de
Vfrdadeiro mt'ie.f-e pelaffticida.de publica,
as muila, & repetidas infiacet d conslitni-
cao ludo emlim quinto lia de censuravel
peste mundo ; p*lq que fica estabelecido da
maneira a mais in vari* vel, e sobre alicercesde
petlra e cal, que. depois de ler acrusado o go-
verno de em pregar lodosos uteios possiveis
pa>a vencer na urna eleitoral para co'-
iQtnper a repreientaco nacional e conser-
varse no poder a pesar do pi onuncmenlo
do paiz em co'ttia'io e depois de ter enti-
cado as medidas contrarias d prosperidad/-
publica as perseguicoes a.\\ demissoes ar-
bitraria* e injustas com oulras muilas cou-
sas anloga, o D-n. lera vasadj o seu sacco
atoo ultimo farello ter-nos-ha dito nos ,
ao publico ao mundo tudo o que sabe de
poltica tudo o que julgt possivel dizer a
respeito de similliantes materias ; de orto
que as censuras aos partidos e aos individuos,
as aecusages ao governo a critica (Jas cou-
sasevidentemente ms e que ninguna de-
fende, constituem s pfr si, esem mais exp-
plicagao alxuma os principios do D-n. Mas
que quer? som >s forgados a confessar embo-
ra a joven foi ha nos inunde de maldig0-s,
nos lrat de vlho decr -pito cexo e surdo ,
que nao nos converteo, que sust-ntam s nos-
as assergO's passa Jas d-cforan lo com toda
a sinceridade que em lu lo i sao que levau.os
recontado nt adiamos nem t-lieiro de cien-
cia poltica ; que isso tudo nao passa como
d'antes dissemes de m critica tirada dos an-
drajos de todas as opposiges possiveis cri
tica vaga que nada absolutamente ensina so
bre a marcha das cousas e que nos d so-
mente a saber que o D-n. he do numero dos
descontentes; oque alias j nos sabamos,
e que de mais he elle perdidamente fl-
uante do bem e perieit&menle virtuoso ,
como a lodo o jornal inberbe convem ; mas
que em compensago nao tem a mais pe-
quena ideia organis?dora a mais pequmi-
na dos meios que pode empregar para reali-
zar seus desejos de futuro.
Com effeito ou as palavras empregadas
tem um sentido preciso ou nao e se o tem
he necessarioconservar-lh'o ou nao tallar j
ora o que he um principio se nao urna ver-
dade de ordem mais ou menos geral, admit-
lida como axioma pela razio ou primitiva-
mente demonstrada e da qual se tiro pela
lgica certas consequencias applicaves urna
certa ordem de factos ? e se esla definigo he
justa, pode-se chamar principios ao que tem
dito o D-n. ? Ser por ventura um principio
a critica, por mais e mais justa e sensata
que seja., se ella nao vem acompanhada de
um systema de ideias orgnicas e dos meios
de as por em pratica? Ser um principio cen-
surar o governo os partidos, os individuos,
sem llies mostrar os motivos dos seus erros ,
e a maneira porque os evitario ? Que se di-
ra que dira mesmo o D-n., de um medi-
co que depois de haver apalpado e voltado
um doente em todos os sentidos depois de o
haver examinado com a maior atlengo de-
2larasse com gravidade como nica receita,
que o individuo est doente ? Por certo que
gritara o D-n. ignorante charlalo !
nossa polidez nao permita que lhe fagamos
sentir quanta semelhanga toda-via ha entre
elle e esse medic*. Sem duvda a censura
foila sobre as cousas ms implica urna con-
sequencia e he, que o censor he muito
bem intencionado e muito virtuoso e certa-
mente nos estamos muito dispostos a conce-
der ao D-n. estas qualidades; mas pensa-
mos que na poltica nao baslo como no
peccado as boas intengoes 5 que he neces-
sano que estas sejao acompanhadas de algu-
ma couza mais. Alm de que como j o
temos dilo, se a critica das cousas reputa-
das ms por todos e a expresso de certos
desejos geraes constituis.em urna sequenpia
de principios polticos desdo logo nao tiare-
rio mais partidos todos se refundirio em
um s: qual he na verdade o partido que lenhe
pensado em legitimar a m f em aronse-
Ihar o emprego de todos os meios possiveis
bons ou mus para chegar a seus fias ?
Qoa| he o partido que nao censura os actos
arbitrarios que nao protesta seu actsola-
do amor s instituiges do paiz prosperi-
dade publica &c. &c ? Perguntai-o to-
dos todos vos da rao este respeito a mes-
illa resposta com muito pouca vanedade te-
dos vos cantarG a mesma aria, e poucoritis
ou menos e no mesmo tom; e baver al en-
tre elles urna harmona anda mais terna por
quetodos elles vos declararn cada um por
sua conta, que sao os mais honrados os
mais virtuosos os verdadeiros orgoa do
..J

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2
&r*
paiz e os nicos proprios fazer a sua fe-'i qundo se figura ter principios; quanto
licidade; ao que nao deixar anda de ajun- us porm peosaraos nao lho ter
tar as mais das vezes uma enfiada de des-
composturas e accusac/tes contra os partidos
oppostos. Qual he pois a consequencia nti-
da e limpida que salta do que precede ? He
que no ponto de vista em que secolloca o
D-n. nao ha possibilidade de discbssSo ou
melhor, que a nica discusso he aquella a
que se lango ruidosas em torno do poder as
emulas ambiges pessoaes para o tomar a es-
cala successivamente favor de suas boas
intences e de seus virtuosos senijmentos.
He verdade que pouco nos inquietara
essa tendencia para tillar sem dizer na-
da para formar raciocinios no vacuo ten-
dencia qua especializa a parta da impren-
sa donde o D-n. tira as suas postillas e os
seus ext;mpos, se ella troucesse o nico resul-
taJo de crear innocentes prazeres a alguns
ociosos escrevinhadores, e alguns advoga
dos sem causas ; ou se o sen nico inconve-
niente fosse o qua vimos de apontar relati-
vo as ambiques in lividuaes successivamente.
ti luuUiil.'s ou vencidas ; ni s qu mu nao v
o sequilo de males que da traz apoz do si ?
Ao governo em prfmeiro lugar, torna-lhe
ella a vi la to incuria to precaria ; tan-
tas mudencas Ihe determina to frequanls
e tao precipitadas ; com tanta rudeza e fu ro
o aparta ; Untos descontentndolos des-
Conangas e odios auiolin i em ro la elle :
que os homens lo pjdersempre vacilantes e
Muertos de continuo oceupa los na de fez i
de su e,xiitncia poltica am-agada e na
repulso la injuria e da calumnia nao Ibes
resta lempo para esludar as lVias realmente
uteis de proferir urna palavra tranquila no
meio do barulho que se faz eni redor dclles ;
ou se por acaso elles chego a por a mSo -so-
bre uma ideia ver ladeiram mte boa apenas
tem tido o lempo de- a tentear. quu j a rele-
ga da imprensa e da tribuna Ufa arrebata ,
antes de ter podido germinar.
EoPovo, sobre quera todos estes males
recahem, o Povo que soltre em \So espera
os melhoramentos que-deseja os benefi-
ciosa que tem direito ; Iludido pela voz a-
motinadora dos pelotiqueiros polticos ig-
norando a verdadeira senda da prosperidade
das naces o Povo julga ludo o que se ma-
quina la em cima as vagas regiues legislati-
vas rousa de muito inleresse para elle; e
com o espirito escaldado pelos tribunos pal-
radores com o bom senso pervertido por
esse barulho de vozes confusas que Ihe d-
zem mil cousas condradictorias o Povo se
entrega as ideias de revoluges polticas e
para melborar a sua siluago conta com a
lnctae com a desordem. L'm da vira sem
duvida em que elle reconhecer que o en-
ganaro at entao ; que errou em seguir fra-
sea falsos amigos que o arrastaro um
mocaminlio ; que tildo quanto acreditou ,
ero erros e mentiras ; e quu Ihe he neces-
sario fra dessas vas discusses indagar, se
nao ha uma sciencia mus certa do que a po
lilica para o guiar e esclarecer ; mas quanto
sao crueis as lices da experiencia e quan-
to importara livrar o paiz deste terrivel pe-
riodo !
Agora nao se engae o D n. ; np va dar
s nossas palavras um sentido mais lato do
que ellas lera O que levamos dito nao quer
dizer que a nosso ver todos os governos se-
jo bons ou que todos o sejo no mesmo
grao ; nao quer dizer que es homens do po-
der nao posso commetter grandes faltas ,
e ser destituidos legtimamente ; sabemos
muito bem que ha grande vantagem em
substituir por um poder inteligente aquelle
que o nao he ; maso que nos sustentamos ,
o que reputamos invencivelmente provado
pelo que precede he ; que causa lastima
que os partidos se derrubem reciprocamente
sem apresentarem melhores rases do que as
do D-n. e que fra muito para desejar
que o bom senso dos individuos e das massas
fizesse tanto progresso, que um partido poli
tico s se julgasse legtimamente autorisado
a atacar e destruir outro depois de haver
demonstrdo que tem sobre todas as materias
em discusso sobre ludo o que he vital pa-
ra o piiz melhores ideias do que o comba-
tido.
Desejaramos irazerp D-n. esle terreno;
reas perdemos as esperances ; o joven nao se
adiara alii a seo commodo: tambem nao du-
vidamos que elle se arroje a alguns dos
seus desvos costumados ou que no* respon-
da com o termo niaromba ou com qualquer
outra galantaria deste genero. Oiga o que
oui/.er, oque sentimos somente he que por
esta vez nos falte o tempo para preeucher a
larefa que mal ficaem meio : suppomos to-
da-va ter bem claramenle provado ao D-n. ,
que ha da sua parte insustenlavel fatuidade
com-
pletamente demonstrado os nossos. Ain-
da que julguemos o que temos j dito a
respeito muito mais claro .0 comprehen-
sivel que os seus longos discursos nao ere-
mos por certo havermos-!he dito quanto baste,
para que nos e elle estejamos perfei lamen te
satiefeitos : s ao D-n. pertence similhante
presumpcao ; e voltaremos materia e en-
tao trataremos de Ihe provar mais .impamen-
te que se por mil maueiras se pode nao ter
razo ha uma somente para a ter ; assim co-
mo se pode ter taes ou quaes ideias de polti-
ca sem lgalas existencia de tal ou tal ho-
rnera de tal ou tal facto concluido e ser
ser nena opposicionista era governisia era
porta maromba
Vamos outro N.
DIARIO x\OVO N. 93.
Publicou o D-n. de 23 do corrente um lon-
go artigo com a epigraphe-assassinatos em
em Pern imbr:co o os h >mens de punbal *>
ba amarte-, no qual depois de tragirom
a.s m os negras rrm nmquilri medonho e
aterrador do estido da provincia m rehgo a
filta de sgur.inca p'ssoal, e Je apresntar
um avulta Jissimo catahgo de homicidios,
procura o corit*mpor.rieo em npposi-
go s i has oxposUs por nos em o n. 214
le nissi folln establecer coiai causa do
mil qn lun ma a impuni li h que em
s-,j conceito h obra som -nlo do G rtrern *
in hcar con remedio prompto e efli-aza
(lunico ios crimes, qu* est ntirament
na mos do mesmo Governo e romo que s
depende de um seo aceno Forca he respon-
der ap collega.
Que a seguranga individual n5o he plena-
mente salisfatoria em nenhuma outra parte do Imperio ; que
tenho apparecido assassinatos quer na capi-
tal quer no interior da provinota he uma
verdade que com o D-n. reconhecemos, co-
mo rdronhecem e lamentan todos ; mas a
causa e o remedio do mal nao sSo por certo
os que apona o collega nem ao Governo
se pode com jostica e nao ter por motivo
de despeto e resentimento fazer a imput?-
co, que Ihe faz o D-n. no artigo, que res-
pondemos.
Entende o collega que a grande causa dos
assassinatos, e em geral dos crimes que se
cmmeltem he a impunidade sendo es-
te respeito quasi nenhuma ou para ser-
vir-nos das expressns do D-n remota e in-
directa a influencia da corrup$5o dos cos-
tumes. Perdoe-nos porem o contempo-
rneo e permitU-nos que duvidemos da
solidez de sua doutrina continuando pen -
sar que a causa directa e primaria dos crimes
he a immoralidade. Temos por causa ave-
riguada e sabida que o homem que cultiva
convenientemente swo entendimento e por
sua educacfto sabe dar s suas inelinaces a
direccosalutar delioia moral pura e severa ,
he u nico que offerece solida garanta de
seo procedimento: com estasdisposices mos-
trar-se-ha em todas as circunstancias da vida
fiel observador da le sem calcular sobre os
precedentes dos juizes e dos tribunaes sem
examinar se sao rigorosos na punicodos de-
lictos, ou se os acoroco por sua nimia bran-
dura. Quandoporein o homem tem sua in-
lelligencia viciada por ideas falsas e doutri-
nas perigosas acerca de seosdeveres e o co-
acocorrompido por perversas inelinaces ,
a immoralidade necessariamente o arrasta ao tas e o preto Victorino do homicidio,de Lu
crime sem embargo da severidade dos jui-
zes esejaqualfor a actividade da polica.
Nao ha prises nao ha gales nem mesmo
forca que sirvfiode obstculo ao homem que
uma vez resol veo 'commetter um attenlado.
O contemporneo desconhece o coraco do ho-
mem e despresa a experiencia asseveran
do que o temor da pena seria capaz de im
por si'encio vinganca ao interesse. e
sunposta necessidade de defesa. Esse tri-
umphn da raso sobre as paixes he obra s
da moralida le e de balde se esperara do
homem corromp lo. A moral he um dique
insuperavel para todos os crimes ao pass
que o temor das penas offerece dehil resis*
tencia s paixes violentas e anda aquellas
que do lugar reflexn be um fraco estor-
vo pois que em qualquer estado de civi-
lisagio e de aperfeicoament na polica e na
administraco da Justina sempre he dado
contar enm muitas probabilidades de licar o
crime impunido. A impunidade pois se
bem que concorra para animar os crimes,
iio he a caua primaria e directa d'elles de-
vendo ser considerada como tal a immora-
lidade que lavra pela populacho e na qual
se confunde a impunidade que nao
he outra coasa mais do que a immoralidade
considerada a certo respailo isto he a im-
moralidade do juiz que profere suas sen-
tencas., guiando-se nao pelos dictames da
consciencia mas por pedidos par compla-
cencias e outros motivos raprovaJos e crimi-
nosos.
Discorrendo sobre o meio efilcaz de acabar
na provincia com a impunidade pensa o re-
dactor do D-n. que o nico digno de atten-
qSo he a'punicao dos del icios Puno-se os
assassinos diz elle que os assassinatos di
minuir progressi va menta at de lo Jo de-
sapparecerem. Mas se como ja mostra-
mos a impunidade no be a causa primtria
e suprema dos delictos ha de o collega
permittir que neguemos punic&o dos cri-
mes a exagerada importancia que Ihe d o
D-n. em ordem reprimiros attentados d
que com rasao se moslra to compungido.
Homens de profundo saber qu* tem escrip-
to sobre a materia sio concordes em pen-
sar que o melhor expediente para combiter
os crimes, nfo he por certo prohibirs acc'S
mitificas e punir os infraclores da le m dirigir por tal arte as in "lin >c 'S dos indivi-
du >s que s>i enfraquegao os motivos s^due-
tores qu con Iusmi ao crime e se f .rtifi
quens os tulelares e sociaes qu I vdo pra
tica do justo e honesto. E oo |er com ra-
si o Cill ga pmsar qin eir. or<|nn a se
bter o grand resulta mes dissipando o desejo e a vonta le de com-
mettel os nlo s*j i mudo a I -qm 1 o m -io.
I Mrtbrad p r n<, 11 D'on >v r com efi :iria
o m*lh trmenlo material do piz abrindo-
se boas estradas cullivui lo-se nosso frtil
terreno, substtuin lo o trabilho dos escra-
vos pelo de homens livres &c. &c. ?
SupponJ > agora de barato com o redac-
tor do D n. que a impunidade he a cau-
sa principal dos attentados e assassinatos ,
que dero materia ao seu artigo. e conside-
rando-s consequentem^nte a puniclo como o
nico expediente rasovel para a diminuiQ&o,
ou, como quer o contemporneo, total extinc-
eSo dos crimes pode-se dizer em boa f .
que a impunidade he facto do Gover-
no ; que est em suas maos fazer desap-
parecer os assassinatos ? S o collega
apaixonado e prevenido como est o pode-
r afirmar. Como he que tocando a punicSo
dos infractores da lei ao poder judiciario, co-
mo sabem todos sao as faltas que occor-
rem neste ramo do poder publico Janeadas
em conta do Governo? Nao ha ah quem
ignore o escndalo com que o Jury procede
n'esta capital, e no interior da Provincia em
suas votaces, absolvendo reos convencidos
dos mais graves attentados e entretanto o
D.-n. absolvendo com igual escndalo o Ju-
ry da prevaricarlo que todos Ihe noto ,
diz que s o Governo he culpado da impuni-
dade Decida porem o publico d'onde proce-
de nao se punirem os delictos: se de negli-
gencia da polica e do Governo se da re-
conhecida prevaricarlo do Jury f que com-
poslo pela maior parte de homens bran-
dos e comedidos de ndole doce do coracSo
compassivo e de costumes nao brutaes =
absolve os maiores delinquentes. Lemhre-
se o collega que o anno passado o Jury
'Testa cdade absolveo Alexandre Valen-
tim ,'acusado por tentativa de morte contra
Joaqnirn Correa de Araujo o cotnmissario
de polica que mandn assassinar na estra-
da de Olinda pela patrulha um preso sexa-
genario e que ainda este anno na primeira
sesso absolveo o Hespanhol Antonio de Or-
eas Evangelista Joan Antonio da Trindade
pronunciado pela morte de sua sogra, eos sol-
dados Amaro da Silva, e Vanoel Ignacio,
que mataro um recruta confiado sua guar-
da e na segunda sesso absolveo Mara do
Carmo condemnada pelo Jury do Limoeiro
pela morte de seu marido Francisco Joze
Correia Chic tambem aecusadode homicidio,
e o indicado author da morte do solicitador
Castro, qne o redactor do D-n. menciona
no catalogo dos assassinatos. Lembre-se mais
que acaba de ser absolvido pelos jurados de
Iguarass o assassino de Joze Veira da Cu-
nta : que o Jury de Goianna absolveo o an-
no passado Leandro Joze B'zerra que li-
nda sido cohdemnado a gels por tentar na
manh de 29 de Julho contra a vi a do cai-
xeiro de uma loja no arco da S. Antonio; que
o Jury de Pao d'Alho absolveo todos os reos
de morte aecusados este anno. Tenha tam-
bem em vista o collega a humanidade de
certos Magistrados que dotados de ndo-
le doce e de coraco compissivo absol-
v ni lodos os reos que para elles recorren):
reflicla na tendencia que se nota em todas as
pessoas para se esquivaren) a depor oque sa-
bem e u'este modo auxiliaren) a aeco da
justica e da polica como acontecen a res
peito dos assassinos de Luiz Gonzaga, e diga
enlo imparcalmente se est convencido que
nao sejo a populacho em geral por sua immo-
ralidade, e o Jorypelo abuso de suas decises,
e os Magistrados por sua excesiva clemencia
as verdadeiras causas da impunidade que o
aflflige; maso Governo, e o Governo somente.
O redactor do D-n. bem mostra ter ideias
inexactissimas acerca do Governo e de suas
attribuiQes ou enlo escrever -dominado de
evidente ma fe e talvez desoeitoso e resen-
tido. He o Governo em sua opinio respon-
saVel pela corrupto dos costumes e p >r sua
culpa somente deixo os f.cinorosos de ser
punidos, estando intciramente em suas nrios
fazer de um momento para outro desapparecer
s crimes e estabeheer a S'guranca in I,vi-
dual com a promotido com que- foiftitaa
luz palavra ful lux. O contemporneo
langa d'este modo uma responsabilidad.; in-
finita sobre o Governo da Provioia como se
a esfera de sua actividid* f*S to vasta, qua
abrang^sse todos os m mos d 4tMico social ,
se na le nao etiiV*S"ii hm t tas suas at-
tribuig's s-'gun lo asco-i I g s a a in 1.1 do
Givrnu repres*t#trvo. E ajui cib- rin-
lellir uma censura inusti i|U; nos f-z
eoll-ga a respeito de iiossa forma verno : o nosso pJusain Mito li h-mc|no.
Qoaudo o Governo .le um miz he ,,b* duloi,
m centran lo em su ts m s lu I is os po tere,
|Ue comp i a sob tr^ma, su i iuflu neia sobre
i sorte de sociedad^ ll-' im.n Misa nada es-
api sua activi Ja le m mih d acgo no-
len lo-se bem neste casov.-omp. riila le aquella que exeree em sua cjsa e a res-
peito dos que Ihe esto sugetos um chefe de
familia Sob um tal rgimen a refor.ni dos
costumes he uma empresa fcil para o GoW-
no oqualpirsso pole rasDavelmenl ser
censurado em raso da immoraiida>ie que
nao extingue estando alias ao seo alcance ,
assim como pode ser taxado do prevaricador
seconsente a impunidade porqui he elle o
encarregado de applicar & lei penal s espe-
cies oceufrentes, ou delega seos poderes ou-
trem inteiramente dependente da sua vouta-
de e arbitrio. Mas no Governo Constitucio-
nal nao acontece o mesmo : o caracterstico'
desla forma de Governo he adiviso e distri--
buigo de poderes cada um dos quaes acha
marcado na lei a rbita em que pole gyrar, e
que no transpe sem crime e sabe muito
bem o contemporneo que n'essa distribuigo
que se faz do poder social nao cabe em parti-
Iha ao poder executar a attribuigo de punir
os delinquentes caso em que elle seria jus-
tamente aecusado pela impunidade. Quanto
reforma dos costumes mais limitada ain-
da he a acgo do Governo e mesrr.o dos ou-
tros ramos de soliera da nacional pois que
sendo o Governo representativo aquelle que
emancipa os povos e Ihes d o direito de re-
ger-se por si mesmos he absurdo queem
um tal rgimen continu o poder entender
comasacg's, e procedimento dos cidados;
na parte em que o seo procedimento nao for
ofiensivo da ordem, e dos direitos dos indivi-
duos sendo geralraente assentado quea misso
do Governo Constitucional consiste em manter
Ilesos esses mesmos direilos, sem Ihe im-
portar essencialmente a moralidade dos in-
dividuos que se deixa direegao de cada
um. He esta a differenca do Governo absolu-
to e desptico ao rgimen liberal que a nos-
sa lei Fundamental adoptou. Se tem alguns
inconvenientes maiores sao os seus uteis.
O contemporneo escreveo ceg p-lo espi-
rito de partido o artigo a que respondemos.
Elle quer que o Governo da provincia per-
siga por toda a parle os assassinos ; que soja
a punigo dos sceleralos o grande pensamen-
to de sua poltica aquelle que prmeiro de-
ve communicar a seos agentes e delegados.
Mas por ventura nao fa/. o Goveruo o que po-
de nao pe em pratica os meios de polica
que esto ao seo alcance ? Quer o contempo-
rneo que elle infunda na p ipulaco desmo-
ralisa la respeito s nspirac'S da consciencia,
que Jomue os Juizes e Jurados o Ihes dicto
suas sentengas ?!
Na opinio do collega o Governo he
omnipotente. A v uita 'e. .. s a v>-ntade
do Governo basta para ncatiar com os crimes,
e firmar na provincia a seuuranga pessoal
Porm a nenhum respeito he to prodigiosa
a influencia do Governo como em eleigrtes.
Elle pode criar e aniquilar influencias ,
elevar, nullidades abater potestades, dirigir,
corromper, abatir, falsificar vi dentar a
expresso da opinio publica, forgar as sym-
pilbias as eonviiges os inturessos rom-
per todos os obstculos, levar de rojo a popu-
lago. n
Como ousa o D-n. despresar a este ponto a
verdade ? Que fados he capaz de produsr pa-


i^
^T"
/

3
ra justificar suas asserges ? Se tem provas do
que escreveo appresente-as que o Gover-
no nao teme suas accusagOes antes estamos
convencidos que as deve desejar conscio
co.no elle est da rectido e da Justina com
que procede. Mas he tempo perdido respon-
der seriamente a arguic>s, que trasem com-
sjgosui propria refutaco. O publico sensato
faz justica administrado da provincia e
aos motivos que impellem o Q-n. a alterar
os faotos e a verdade para a tojo custo fazer
censuras sem fundamento e sera dar uioa
s rasoque seja boa.
ALFANDEGA..
Rendimentododia 25 de novb.rt 16:4444930
dkscarregaO hoje 26 de novembko.
Brigue Brazileiro =Pernimbucano = estei-
ras.
Brigue escuna Ambicano = Loper = fri-
nia boFaxinha, farellos, ava ,
barricas abatidas, ditas com tam
pus e radeiras,
Bucrt fngh-za = N'uthir.jral = sabao. qiiHJjos,
/presuntos, ijma burra de ferro e
burnas <), f rragens.
[Urca Franceza -_Aut..in tfc. vinhos cai-
xa co'.n hz ite d tas com enxofre,
dita-, rom asso, e niiinl.v;is.
Birca In.'l";.a = Tli^r.za J..||f = carvu de
pelln.
Patacho Ingl z (Vnelope = carvo de pe-
dra.
Brigue Poiiuguez= Feliz Deslino =vinuo,
vinagre, azeite carnes, caixas
com tuucinho gamellas de cera, e
diversos volumps.
Brazileiro = S. Manoel Augusto =
manteiga, e caixoitcs.
don? Vianna e Manoel Duarte Rodriguas ;
da parte do senhor major d'engenheiro9 en-
carregado das referidas medic,es, tenho a
convidar aos ditos senhores para que hajiio
de comparecer por si ou seus procuradores
no da 26 do corrente mez pelas 6 horas da
manha. Joo Francisco Bastos ,
Escrivo das medc/>es.
- O arsenal de guerra compa um nivel de
Lanceta ; quera o tiver dirija-se mesma re-
partico as horas do seu expediente a enten-
der-se com o director.
avisos MARTIMOS.
Brigue
Para o Havre a barca franceza = Ca-
melia tendoa maior parte de sua carga promp-
ta, pertende sahir deste porto no dia 17 de de-
zembro prximo ; quem n'ella quizer carre-
gar ou Mr de passagem dirija-se casa de
Bolli "& Chavannes.
- Para Maranhan partir com muita bre-
vidade o brigue TenlaQo capitio e pratico
Antonio F. da S. Sntos recebe alguma
carga a fete escravos pan passgeiros of-
f-rece exce||en-es eneommidos : os perten-
dentes tratem com Firmino J. F. da Rosa :
ra da Moeda n. 7.
L E I L E S .
para negocio de seu parti-
Lelras.
43 3|4
48 5|4
CAMBIOS EM LISBOA.
EM 26 DE 0UTTBR0.
Efectuado. Dinh.
Amsterdam....... 44
Hamburgo 48 7|8..... 49
Londres .(33 1,2.. d. v. 53 3[4
,j0n(,res (53 3|4.b490d.v. 54 53 3|4
Genova.........522 524
Paz.........525 526
Valor dos metetes e papis de crdito.
Olu>ctos. Compra. Venda.
Pegas de 7*500..... 7*780 7*820
Oncas hespauholas.....14*35014*450
Soberanos....... 4*420
Ourocereeado....... 1*930
Dito em barra....... 25
P-Uacas hespanhlas. *920
Ditas hrasiteiras...... *90o
Ditas mexicanas...... *900
4*450
1*950
26
*930
*9I5
*9I0
Prataem barra ..... 28 a 28 1|4------
Me Calmont & C. farao leilao por
infTvenQo do corretor Oliveira sabbado
26 do corrente s 11 horas da m mh'i, no ar-
maz'm das casis n >vas do r. A. da C. S.
Guioiaraes, defronte de S Francisco, do<
melhorea mais hem condecidos casrinhos de
duas rodas cobertos e descob^ftos com
forro de palhinha no encost e outros sem
ella; cabriols de quatro rodas do maisaper-
feicoailo gosto ; todos com as competentes
lanternas e arreios ecom molas to els-
ticas e bem temperadas que alem de fortes ,
as torna summamente leves e suaves poden-
do efectivamente asseverar-se a vista de
suas qualidades, serem os melhores que
n'esta se tem importadod'Inglaterra o como
n5o poderio encommendar-se serJo a pro-
cos muilo mais subidos do que serSo vendi-
dos.
= Kalkman & Rosenmund faro leilao por
intervengan do corrector Oliveira de mudas
miii lezas de varias qualidaJes como sejflo
fitas de setim lavradas e de retros botes ,
agulhas, tesouras, caixas para barba car-
las de jogar caixa para tabaco : segunda
feira 28 do corrente.
- James Crabhee & C., faro leilao po
intervenco do corretor Thamaz Dousley ;
quinta feira 1. de dezerobro de urna porco
de fasendas inglezas avariadas e limpas: prin-
cipiar as 10horas da manha.
!ha casa n." 132
cular inleresse.
= Pre iaa-se de um homem livre de recru-
tamento para sentar praca por outro ; procu-
re na fortaleza das Cinco Pontas a fallar ao
capito Saraira.
= Aluga-se um primeiro andar na ra dos
Tanoairos n.' 20 com frente para o mar ;
quem o pertender dirija-se ra da Cruz ven-
da n. 51.
tsr Faz-se negocio com urna demanda j
vencida, tanto aqu como pelo supremo tribu-
nal ; a pessoa que quizer fazer este negocio
annuncie por esta folha para ser procurado.
=Aluga-se para creado de servir nesta pra-
ca um molatinho escuro de idadede21 an-
nos muito Gel, e diligente o qual sujei-
ta-se a qualquer aervico que nio seja demasi-
adamente pesado, ou immundo : quem o pre
tender dirija-se roa da Madre de Dos casa
de Gonzalo Jos da Costa e S que l se dir
com quem se deve tratar.
= Respndese ao Sr. Fagundes vista
de tantos disparates com que se shio em
sua correspondencia do Diario n.255, re-
lativamente s aoart. matriz da Boa-vista
(em quanto ao mais se d^ixa para quem qui-
zer tomar este trahalho) que se r>*c<>lha ca
sa dos orates e quando estiver ntilhor appa-
rv<* para se Ihedar urna rnsposta eomiil-ta
ar Anda se acha por alujar o cilio do fa-
lecido Joaquim Leocadio de OHveira Guima
tes em B -nifica com excedente cza d-
vivenda, rcheira e senzala p.ira pre tos ;
ou*m o pret nder, diiij -se a caza de Joaquim
J >ze de Miranda Jnior defronte do trapi-
tsr O abaixo assignado faz sciente ao .pu-
blico que meeiro do oitio da caza na ra
do Bom-fim n. 24 a qual nertencea Mano-
el de Jezus Uonealves, e por ter visto um an-
nuncioem que a mesma vai a praca, por isso
faz o presente para livrar-se de duvidas com
quem as arrematar. Jote Roberto do Es-
pirito Sanio.
ter Quem annunciou no Diario de 25 do
corrente querer 500* reis a juros dando urna
caza terrea de hypotheca ; annuncie sua mo-
rada para ser procurado.
tsr OfTcrece-se urna ama para caza de ho-
mem solteiro ; quem. a pretender dirija-se
a ra do Padre floriano n.* 72.
AVISOS DIVERSOS.
MOV MENT DO PORTO.
NAVIOS SAHIDOS NO DIA 25.
Marselha ; brigue Francez La Beranger, cap.
JoAo Denoly carga assurar.
Genova ; patacho Sardo Benedicta Mara, ca-
pito Berlholo Gustavino carga assucar.
ENTRADO NO MESMO DIA.
Malaga ; 32 dias sumaca Hespanhola Ce-
lestina de 75 ton. cap. Felis Llesmo-
nia equip. 9, Carga vinho fructas e
mais gneros : a Joo Pinto de Lemos &
Filho.
D E C L A R A C O E S.
- Peh administraQAo do correio se noti-
cia que deordem do Etm sr. Baro pre-
i lente desta provincia foi estabelecida na
comarca do Boa-vista urna agencia decor-
reio li-rrestre que acaba agsra de, seralli
iiist^llada para mutua cmnmunicac,ao dos
povisdaqu Ha com -rea com os da capital,
01,1 P 'no os c*ftol e determinados par-
ti lo desta adininislraQao para a referida co-
marca [,;,ra i de Paja de fl ires, um posti-
Ihao com as corri'spoii.i ncis em mala M-
lada, sendo Flores8 ponto centrar desta com-
munira^o Correio ger*l de Pernambuco
em 25 do novembro dn 1842.
Bruno Antonio de Srpa Brando ,f existen duas cartas vindas do Porto paraos
Sahio o Carapuceiro N. 69 conten-
do a acta fiel da 4.a sesso da cmara legisla-
tiva das Senhoras Deputadas onde appare-
cem as mais lindas e bem lalhadas carapu-
cas para mirita gente boa Vende-se na pra-
cada Independencia, loja de livros n. 6 e 8.
tsr Quer-se saber se anda existe em
Pernambuco urna pessoa que a tem pos an-
nunciou ao publico sabia tirar mofo em vi-
dros de esplhos e por ac novo nos ditos
vdros ; existindo pode declarar sua mora-
da ou Jirigir-se a ra da Senzala velha nu-
mero 90.
ts^ Toma-tt roupa para lavar a engomar
por prego razoa?el, responsabelizando-se pe-
las faltas, tamben se ajusta o pagamento
por mez ou qnartel, e tomo-se costuras ;
na ra de Santa Rita n. 86.
tar Domingo 27 do corrente no botcquim
Cova da Orica ha para a I moco mo de vaca,
cabidella e presunto de fiambre ; ludo muito
bem fe i lo.
cy Aluga-se ama ama de leite escrava e
sem cria ; os pretendentes dirijo-se estra-
la da Solidado para o manguinho na ultima
rasa antes de chegar na mar junto ao mu-
ro do dezembargador Maciel Monteiro.
=D-seum adois mil palaees a juros.com
hyjiotheea, ou firmas a ront nto y quem pre-
cisar dirija-se casa n. 9 defronla do Corpo
Santo.
=: Preciza-se de urna ama, para urna casa
le mui pouca familia ; na ra Augusta nu-
mero 12.
= Defronte do Corpo Santo casa n. 9 .
Administrador.
*sr Tendo-se da proceder a medievo dos
t'Treu )s de mariuhas no lugar de fra de
I t
i tas do lulo da mar pequea pertencen-
tes aos senhorej) Antonio Teixeira Lopes ,
Joaode Brito Correia Jos da Silva Men-
Srs. Guilherme Antonio Sabozdo e Antonio
ile SeixiS e una dita vinda do Rio Grande
do Sol para a Sr.* D. Joanna Baptista de Lima
= O Sr. Antonio Jos^ da Silva oflicial de
marcineiro queira ter a bondade declarar sua
moradia ou dirija-se ra da Senzalla ve-
Collegio Snela-Cruz.
No dia 30 d'este mez ( quarta feira ) tem
logar n'este Coljegio o acto solemne da distri-
hnicao de premios para o qual sao convida-
dos os dignos paes e correspondentes dos a-
lumnos e ou tras pessoa s gradas.
N'este mesmo dia do-se as ferias at ao dia
7 de Janeiro.
tsr Perdeo-se segunda-feira 21 do corren-
te duas chavinhas, urna pequea de carteira ,
e outra de hah desde a ra da Senzalla ve-
lha at o Carmo indo da caza do Sr. Gabriel
Antonio e de l at confronte o pateo de S.
Joze ; quem asachou querendo entregara
seo dono ; dirija-se a ra da Senzalla velha
n. 100,
tarr No sitio do abaixo assignado espector
de quarteiro da estrada de Joo de Barros ,
acha-se um -avallo de carga que foi pegado
no dia 19 do corrente e como nao lenha th
aqui apparecido o dono faz-se o prezente an-
nuncio a fim de que quem for seo dono o va
buscar, e dando os signaes certos prom pta men-
te o receberi: o abaixo assignado nSo respon-
de por qualquer desencaminho que o mesmo
possa ter. Joo Alepomuceno Ferreira de
Mello.
tsr OSr. ,J. L. R., tenha a bondade de
nao mandar lancar na ra todas as noutes ,
aguas ptridas encommodando a visinhan-
Ca com to pestfero ctieiro ; do contrario se
recorrer autoridade competente para o fa-
zer cohibir deste seu costume, e ter mais at-
tcngfto aos seus visinhos
tarr Acho-se sob o prelo e breve stro
luz as folhinhas dos emnregados, ou de alma-
nak, impressas nesta Typographia.
= Na tarde do dia 21 do corrente fugio do
matadora, da Boa vista um boi em rujo
seiiimento foi i ente al a campia de S.
Amaro e como a gente fosse pouca para
o trazer no dia 22 do mesmo hindo-se outra
vez Buscar nAo houve quem dess* noticias
para onde tiv-'sse seguido pois o boi tem os
signaes seguintes ; cor castan!.o claro meio
ruzio, as pontai serradas um pouco e grandes
alguma cousa tem dous ferros no vazio ,
um a imitado de urna greia eo outro um
R. grande; toda a pessoa que pegar ou der
noticias certas ; dirija-se aos 4 cantos da
Boa-vista segunda casa passando o obrado,
que ser recompensado do seu trabalho
- Dj ra do Crespo casa n 14 fugio no
ilu 24 um xexo muito mane,? ; roga-se a
quem o axou que no caso de querer entregar,
recebar de acbado 4# res [e se ficar obr: -
gado.
= Arrenda-se por festa, ou por anno duas
casas de bons commodos a margem do rio
Capibaribe a tractar com Joaquim Carneiro
Machado Rios em S. Joze do Manguinho.
= PorderSo-se no dia 24 do corrente u-
ma letra de 526* e tantos reis sacada por
Miguel Francisco a vencer do dia 2 dedezem-
bro do corrente anno (do certo)e aceita por
Francisco das Chagas Ferreira Duro, tendo
o nomedo mesmo Miguel assignado as costas
da mesma letra para se poder fazer qualquer
tranzacao; e urna ordem de 300 rs. passada
por Joze Paulo Travassos Arruda contra
o snr. Anacleto da Boa Vista, cuja letra e
ordem foro passadasem Pedras de Fogo: ro-
ga-se a quem as achar, as entregar na ra
do Queimado n. 6 que se graticar ; pois s
servem a seu proprio dono e j se achao pre-
venidos os aceitantes de as pagaren s a
elle.
=Quem precisar de um homem para admi-
nistrador ou mesmo feitor de um engenho ou
olaria ou mestre de assucar e mais habe-
idades sobre esta oceupac io annuncie a sua
mora ia ; ou dirija-se a ra Nova venda h. 65
ao ,i da p nite.
= A sra. D. Joaquina Francisca deCirva-
Iho que veio de Macei para esta cidadeeo
1837 queira por favor annuuciar a sm mo-
r ia ou dinja-sea ruado L vram-nto n.
25 prim-iro andar para receh*r un. carta
importancia relativan -nt'' a urna heranca
que Ihe perteure isto quanto anl 'S |?ara efi-
tir prejuisos.
= Na praca do juis do* orphaos desta cida-
le se hade arramalar um sohradinhj de um
indar com trapeira em Fora d Portas da
parte do mar grande n. 198 por venda.
tsr Aluga-se urna casa terrea ou sobra-
do de um andar com commodos para ama pe-
quena familia que seja as ras da Cruz,
lo Rozaria, ra Nova ; quem a tiver annun-
cie.
Aluga-se o 2. andar do sobrado da quina
da ra larga do Bozario, defrontedaigreja, em
cujo primeiro andar d audiencia o sr. doc-
tor curador geral dos orphaos sendo com
a condico de haver o inquilino as chaves
depois do dia primeiro de desembro prximo
futuro -. quem o quizer pode dirigirse ao di-
to sobrado para ve-lo, o d< pois casa de Gon-
zalo Jos da Costa e S uo .tecife ra da Ma-
dre de Dos para se tratar do ajuste.
Os abaixo assignados tendo por vexea
advertido aos srs. J, G S. e ao cap. A.
B que venho remir os seus pinhores ,
e vendo o pouco caso que os mesmos srs. tem
feito dos seus avisos, declaro por meio
d'este diario que se os nao remiren t o
fim do corrente mez de novembro passSo a-
vendelos,(cando os mencionados srs. obrigado
pello excedente que vier a faltar para o >
principal e juros que Ih'esti verem a dever
nesta data. Zimer Rams 4 C.
Jos Domingues da Costa e Silva deixou
de ser caixeiro do armazein de cabos dos srs.
Fonceco & Silva desde 25 do corrente.
IjOteria de S Pedro Mrtir de Olinda.
Tendo a Matriz da Boa-vista annunciado
o andamento das rodas para odia l5dede-
zembroesta dever correr impreterivelment
no dia 5 de faneiro futuro.
0 sr. que tem tomado a ouzadia de tirar
as cartas do correio que vem derigidos para
Manoel Joaquim Bernardos, baja quanto an-
tes depois de lidas e inteirado do conteudo das
mesmas de as deitar no correio ou man-
dadas a ra Nova n. 6 pois se nio ignora
j o curioso que tal brincadora faz (loando
serlo que se nao fizer o que vai dito ser sea
nome por extenco publicado no diario, a onde
Ihe farei ver seu atrevimento perante o publi-
co,alem de q' me nao entemida assim 1er urna
simples correspondencia e esta nao agrada-
vel para o insigne curioso, (cando ao seu
dispor o abaixo assignado.Manoel Joaquim
Bernardes.
Na ra Nova na loja de C. Garnier n. 22:
acaba de receber de Fringa pela barca Came-
lia um sortimento completo de aderemos
com brilhntes ditos com diamantes, ru-
bins perolas opalas dtc. alfineites de pai-
to brincos aneis do uzo com brilhantes ,
diamantes, puNeiras muito ricis e do ulti-
mo Ro*to trancelius cad as para relojos ,
oculos de alcance gruvatas bengalas com
ociilos de alcance relogios deouro e prata ,
patente horisontaes ditos ordinarios.
- Deseja-se sab^r se existem nesta praca
ou fora del la prenles de Jos Sirqueira da
! Costa negociante que foi nesta praca ej
falecido a anuos filho da villa de Viana em
Portugal, e se houverem facao favor annun-
ciar por esta folha para negocio de seus inte-
resses.
:/



.4
I
lia
Custodio Jos Pinto Guimares, rett-
ra-sopara fora da provincia.
Lotera do Theatro.
tar Pelas 10 horas do dia 3 de dezembro.p.
f. andaroinfalivelmenleas rodasdesta lotera
embora fiquein bilhetes por vender : os aman-
tes deste jogo que se quisereiu habelitar aos
premios concorro a comprar bilhetes nos lu-
gares j annunciados.
PILULAS VKGETAES, E L'MVERSAES AMERICANAS.
0 nico deposito dellas he em casa do agen-
te D. Knoth ; na ra de Apollo n. 27.
tsr Precisa-se de ura Reverendo Sacerdo-
te para capelo de um engenho distante
desta praga 4 legoas, adverte-se que a capella
tem grande rendimento : na ra da Cadeia
velha n 50.
tsr Aluga-se um armazem no beco do
Monteiro ( o segundo do lado esquerdo do
reo da Conceigo), proprio para assucar ,
couros recolh ;r gneros do trapiche, e bir-
ricasde familia, ou mesmo para qualquer
outro estabelecimento : na ruada Cadeia ve-
n. 50.
Thomaz Baptista Dias Guimares re-
tira-se para fora da Piovmcia levando em
sua companliia Antonio Baptista.
tar Precisa-se de 300, a premio de dous
porcento ao mez, dando-se por soguranga
um sitio e pagando-se os juros lodos os me-
zes ; quem quiser dar annuncie.
*jr Aluga-se uro grande armazem todo
ladrilha'lo de pedra e pruprio para arma-
zem de assucar ou para outro qmlquer es-
tabelecimento por uflorecer grandes vaiiU-
geus, e ter o embarque no fundo a toja hora:
no ra da praia sobrado de 2 andares n. 57.
Ermitagr.
sr A nova fabrica de refinago de assucar
a maneira da Europa faz saber ao respeita-
pnblico que tem em seu deposito na ra da
Cadeia n. 19, assucar superfino em pepraa
460 a libra dito em p a 160 a libra dito
fino a 120 a libra charopes de lima laran-
ja tamarindos bem como serveja branca
superior, e vinho de champanhe por prego
commodo.
tsr Joo Eleziario Cordeiro Lisboa por
alcunho Joo dos bons Petiscos faz sciente
a qiiem convier que elle se nao acha no bo-
tequiui da Unio como annunciou Joaquim
Jozo Rodrigues da Costa nos seus annuncios
nos Diarios de Pernambuco n. 245 e 246,
mais sim se acha com urna rasa particular de-
fronte do oito da matriz des. Amonio de
baixo do sibrado de 2 andares n, 14; o mes-
mo se acha prompto para arranjar qualquer
qualidade de comida que Ihe for encomenda-
da como presuntos de fiambre, almocos ,
jantares e ceias ludo com a maior perfei-
co e asseio possivel, e a lempos e a horas ;
o mesmo espera a concorrencia de seus ami-
gos.
= Qualquer Sr. commerciante seja qul
loro seu giro, que precize arranjar suas
contas, ou mesmo escripturar nos competen-
tes livros : oflen ce-ae ara este lim urna
pessoa que exerceo de guarda-livros sendo
isto effectuado em sua propna casa por mo-
tivos de nao poder comparecer as das pes-
soas que do seu preslimose queiro utelizar;
a quem assim convier annuncie para ser
procurado
BT Aluga-se o nrimeiro e terceiro an-
dar do sobrado da ra do Queimado n. 8, jun-
tos ou separados ; na loja do mesmo.
= Os credores do finado Miguel da Costa
Rapozo, queiro apresentar suas contas lega-
lizadas na ra dos Barbeiros casa n. 18, no
segundo andar.
= Antonio Domingos Pinto, comprou por
sua conta e de Francisco Jos de Oliveira
Pinto do Rio de Janeiro os bilhetes inteiros
n.# 2795 da 12." lotera do theatro publico ,
e n.# 1199 da 1." parte da 1 nova lotera da
matriz da Boa-vista cujos bilheles licao em
puder do abaixo assignado. Antonio Do-
mingos Pinto.
= Aluga-se o segundo andar de um sobra-
do na ra do Rangel n. 73 i a tratar noi
mesmo.
tar Perciza-se d" urna ama que tenha bom
leite e que nao tenha Glho ; na ra do Cres-
po o.' 13
= Pelo presente se faz certo ao respe i ta-
vel publico que as rodas da lotera de N. S.
ra, sendo forros ou captivos ; no bec o do
Peixe-Frito n. 3.
COMPRAS
tsr Urna porgo de prata boa sendo em
cabos de facas garfos o salvas pequeas e
antigs sendo polo proco de 200 rs. a oita-.
va : em Olinda ra do Balde n. 24.
s^ Um molequa de 16 annos que tenha
poucos vicios, e de bonita figura nao se
marca prego he para fora da provincia : na
ra do Vigario n.*2o primeiro andar, ou an-
nuncie.
tsr Um oratorio que tenha 4 a 5 palmos
de comprimento com as Imagens s. Jnze e
s. Anna: na ra do Crespo lado do sul n 11.
*sr Modinhas modernas para pianno : no
beco da Pol n. 7 esquina dos quarteis.
t3"r-50 pos de coqueiros novo para plan-
tar e podras de amolar : na ra da Moeda
numero 7
ssrGarrafas vasias de todas as quali lades:
ua ruaestreita do Rozario n. i i.
tar* Um sof de Jacaranda com pouco uso
moierno e de bom goslo: quem tiver an-
nuncie.
tar* Um moleque nao sen lo crelo de
lann.is, que nao tenha vicios nem acha-
ques e u-s^ji bistant' la lino : na ra da
Cadeia v.-lha loj de fazendasdo fallecido An -
tomo Aunes.
VENDAS
Recife toja do snr.
e defronte da Igreja
X tsr Fulhinhas do^ amantes qual alem
da materia dos coslume se juntro versos
amatorios e um novo modelo de se corres-
ponderemos amantes enlre si : na praga da
Independencia loja de livros n. 37 e 38 ou 6
e 8 ; na ra do cabug loja do snr. Baudei-
ra ; n da Cadma do
Joze Pires de Moraes ;
da Madre de Dos venda da quina.
tsr Um terreno em fora de portas : na ra
da Cruz a fallar com Diogo Crabtree & Com-
panhia, ou na ra da Cadeia doRecife com A
S. Corbett & Companhia.
lar O Biigue-eseuna Americano Jones ,
forrado e ca vil hado de cobre e prompto em
tudo a seguir viagem para qualquer parte do
mundo : na ra da Cruz em casa de Diogo
Crabtree & Companhia, ou na ra da Cadeia
n. 42 casa de A. S. Corbet & Companhia.
tsrUma balanca grande com 5 arrobas de
pesos : no altero da Boa vista o. 84.
tsr Dous pretos de nago; e urna escrava
parda de 25 annos : na praga do Corpo San-
to casa de Antonio Rodrigues Lima.
syNa ruado Livramento n. 10 continua-
se a|vender as segui t -s miudez is baratas a s -
ber : boas facas e garfos de cabo branco, the-
zouras finas a 200 reis caivetes finos a 400
e a 3*20 rs. superior macass pe ola limi-
to bons penles de balleia para alizar, ditos de
tartaruga para marrafas a 1760 o par, luvas
pretas e brancas de seda para senhoras agu-
Ihas francezas em caixinhas a 400 rs. boas
linhas de carretel a duzia a 360 excellentes
chicotes de estallo a 1*000 e a 700 n. fitas
para vestidos a 320 a pessa escovas com es-
pelho para cabello, ditas sem espelho, e tam-
ben) tem para dar lustro em calcado, suspen-
sorios de borraxa a 320 colchetes a 80 rs a
caixinha abotoaduras de massa para cazaba
a 700 rs. djtas para cazacos de brim a 480 ;
e oulras militas miudezas baratas no logar a-
cima mencionado.
tsr Fumo em fardos para charutos muito
barato o verdadeiro xarope de grozeles para
refrescos, emgarrafinhas excellentes cha-
rulos da fabrica de Gros da Baha que riva-
liso com os legtimos de Ha vana livros se -
entificos de medicina ; ricas caixas de legi
limo charo da India, com as fichas para vnl-
tarete rap rolo Hamburguez em garrafas
grandes e pequeuas papis de rehiqu* em
iMjzia e grozas caixas de muito velho vinho
do Porto em dtizias ,,e outrosdiversos gene
ros e drogas por preco muito barato : no es
criptorio de E. Srhaefler na ra do Vigario
n. 25 primeiro andar.
tsr 18 cadeiras 1 canap de madeira de
oleo com assento de palhinha um jogo de
mesas de mogno, urna mesa de abas, de
moderna e bem feita e um selim ing!ez pa-
ra menino montar em carneiro : na ra de
Hortas n. 46.
tsr S3ra de carnahuba de boa qualidade a
7500 arroba e dita amarla da trra em
porQo grande a 240 rs. a libra e em pe-
quena a 320 : na travessa do Roz '.rio loja de
sera n. 3 de Manoel dos Santos Firmo de Je
sus.
Medicina Popular Americana.
tsr Os grandes resultados que desta me-
dicina se lem tirado nao so no Rio de Janeiro
(aonde he geralmente adoptado ) como lti-
mamente nesta praga por cujos beneGoos
resultados se faz merecedora da aceitaco
publica ; vende-se somonte na ra de Apolo
numero 27
tsr Um engenho muito bim moedor com
agoa moente e corrente denominado Japu-
gi de cima sito na freguasia do Cib> dis-
tante desta praca 9 leguas: na ra D.r-ita
n. 85 na mesma se ofiVece urna mulhe<
capaz para ama de casa de hutn -m solleiro .
obrigando-se ao servido interno,
tsr Vende-se ou hypotheca-se a retro,
duas moradas de casas de um sobrado um
terreno annexo na ra da Guia lado do
norte no bairrodo Recife : na ra la-ga do
Rozario loj i de miu lezas ti. 35.
uy Chales e lencos de seda do ultimo gos-
to de Priz ch 'gados proxim >m -nte : na
ra da Cadeia velha loja de fazend is n. 30.
WT Taboasd) puiho em pequeas pir-
Q-s, pelo preco crrenle: na ra da Cruz
numero 13.
tsr 7 libras de prata em obras antigs e
varias oitavas de ouro em diffrrentds obras,
como seja uns corazes e outras couzas : na
ra Direita n. 52.
tsar Um preto muito esperto anda moco ,
para fora da provincia : no assougue defron-
te da cadeia.
tsr Muito boa farinha da trra a 3840 o
alqueire arroz branco a ll* dito verme-
Iho a S dito de casca a i> : na ra estrel-
la do Rozario o. 11.
s^- Urna porga o de estreo de vacca mui-
to bem cortido : junto a cpela de S. Joze
do Manguinho sitio que tem casa de so-
brado.
xsr" Um sobrado de um andar e sotSo,
em chao proprio, na ra do Fagundes n.
14: a tratar na padaria da camboa do Car-
mo.
Damasco branco encarnado .verdee
do Guad'lqpe deOlinda tero andamento no amarelo umearrinho americano de 4 rodas
dia 19 de dezembro p. f. ; roga-se por tanto
aoa amantes deste jogo e maiormente aos
devotos da mesma Sr.* queiro concorrer
compra dos bilhetes que reslio a fim de que
sa/poiso acodir (era quanto a estaco o per-
miti) grande ruina que ameaca a Igreja
da supradila Sr.1 nico fim para que fui ben-
ficamente concedida esta lotera ; os bilhetes
acbo-se venda nos lugares j indicados
para andarem um ou dous meninos urna
balanca de Komo A Companhia de 6 pal-
mos prompta de conxas correles e pe
s s ou mesmo sem elles urna maca e um
coldres de couro de lustro proprios para quem
andado jornada tudo em bom estado e por
prego commodo: na ra de Apolo n. 20.
tsr Urna secretaria da amarelo envernisa-
da com 3 gavetas grandes e outras pequeas ,
Perciza-se alugar urna parelha de ser-le um armario em cima envidracado obraj
roxo e tafet das mesmas cores tudo de
Lisboa e proprios para ornamentos : na ra
da Cadeia do Recife loja n. 57 de Joo Mara
Seve & Filho.
tsr Urna mesa de Jacaranda para meio de
sala a moderna e de muitu bum gosto e
urna duzia de cadeiras de II.unburgo pin-
tadas de cor de Jacaranda 4 cadeiras de bra-
cos um banco para pianno e urna cadeira
de Jacaranda para senhora : na ra do Ara-
gao n. 39 loja de Marcineiro.
tsr 3 escravas com boas habilidades, urna
dellashede20 annos, muito bonita mum-
bana por ter sido recolhida at o presente ,
cosa, e engomma bem um moleca de 14
annos, muito boa figura cose e trata
muito de changas urna pardinha de 20 an-
nos de boa figura muito bom cabello, co-
se culmina e faz o mais servico de urna
casa, 3 escravos mogos de boas figuras e
bons para todo o servigo e um delles sabe
tratar e plantar muito bem um sitio : na ra
de Agoas verdes n 44.
tar Urna escrava ptima para o servigo de
campo ou olaria, e he boa quilandeira : no
pateo da ribeira n. 15.
tsr* Urna negra de naco Angola de 20
annos de bonita figura propna para todo
o servigo, ou tro.-a-se por um negro mogo
que seja gil para comprar e ganhar na ra :
na ra Nova n. 5.
w S;rveja manca e preta de superioi
qualidade em barricas de 3 duzias : no ar-
mazem de Dias Ferreira & Companhia no ca-
es da alfandega.
tsr Um moleque pega de 22 annos sem
defeito sabendo ozmliar ao comprador
se dir o motivo da venda e vende-se para
fora da provino >; quem pretender annuncie.
tsr Urna escrava da nago Angola de
16 annos, bonita figura, possante, sem
vicios nem achaques lava bem de sabo ,
cozinha o ordinario quilandeira e pfopria
para outro servico que se Ihe queira aplicar :
em fora de portas na ra principal n. 48.
tsr Um sobrado novo de um andar em
chaos proprios que rende 200, de alugual
anuual por 2:50# : na ra estreita do Ro-
zario n. 31.
tsr Um preto para fora da provincia : na
ra do Crespo n. 2.
No lugar do Coelho ha para vender urna
casa meia agoa com um bom quintal
mais um terreno com alicerco de urna casa
de 40 palmos de frente na ra dos Praze-
res e igualmente terrenos para edificar : a
tratar no mesmo lugar com Mariano Coito.
tsr Urna duzia de cabos de faca de boa
prata urna rica colego de quadros da es-
criptura sagrada duas memorias ricas 2
quadros da barra e prac de Lisboa e urna
porgoofe ouro em differdiites obras: as ,'
pontas n. 71..
er" Oitenta barricas cora lihagas de vimes
propria para arcos de pipas por baixo pre-
go : na ra da Cadeia no Recife a fallar com.
Antonio Joaquim de Souza Ribeiro.
BP Chitas muito finas padrMs
nos : na ra doQneimaJo loja n. 16
Bjtelho Netto
tst U'oescravode nago Con^o
a 40 anuos 6*)a figura possmte
moder-
de Joo
matto a
ven
: n>
da Boa
A ao,
na ra
ou no
. de 38
s>m vi-
ejos algum b>m trahalhador de rnchal.
machado e fouce p-ir ter sido do
visti do comprador s^ dir o m >tiv I
do : na ra de s. Gmgaio n. oq
s^ Um Tito L'vi > ; um O/i lio e R i.
lorica de Quintiliano, tu lo hu latim
att-rroda Boa vista I j de se| mo.
^ A enda da ra do Rozario
vNta na esquina qun volta pan o
com casa de muradla para familia
dos Barbeiros n. 18 segundo andar
lint '.jii'm junto ao theatio.
tw Um moleque pega 0h 22 annos bom
cozinheiro para fora da provincia na ra
da Cadnia ii. 8.
tsr Urna mulatinha com princirMos de cos-
tura e renda : no Recife casa n. 25 justo a
Caetano Moreira.
ts^ Um quarto russo bom passeiro e
esquipador por 40ji : na ra D reila n. 84.
W Rap de Lisboa de superior qualidaile:
naruadoCUlegion. 4 loja de Menezcs J-
nior.
tsr Saccas com faria da trra a 3200 e
em porgo a 3* cevada nova a 80 rs. : no
pateo do Carmo esquina da ra do Hortas la-
do direito n. 2.
= Vende-se ou troca-se um sitio porto do
engenho do Giqui com grande cercado e ca-
za de pedra e cal sonzalas para escravos ,
estribara e urna olaria faltando somente
o forno, um viveiro j principiado muito bom
para louga e porto perto por
at
barro
outro que tenha rio de agoa doce e se for
em Biberibe melhor, assim como urna canoa
aberta que pega em 500 lijlos de alvena-
ria quem perlender procure a casa na ra
Augusta n 60 casa da quina do becdoPei-
xolo:
== Vende-se, ou arrenda-se o engenho Co-
tunguba entre a comarca de Nazarelh e Pao
d'Alho um dos milhores predios desla es-
pecie por sua forte proi'ugo proximidade
dos partidos b>m cercado onde o galo se
conserva sempre gordo sem depender de pas-
torar suficientes maltas bsa maquina ,
prompto de tudo, e actualmente moendocom
muitp grande ,safra=: vende se com a fabrica
ou sem ella confirme convier ao comprador ,
tem urna excellentedistillago que pode tra-
balhar em ponto grande somet te com o des-
tilador porque agoa e mel correm em bicas
para a deaiillago organisada com a maior fa-
cilidade que pode haver. 0 motivo desla ven-
da porque o dono Antonio da Silva Pessoa
por molestia qer se retirar para praga. As
pessoas a quem convier podem contratar no
ojesmo engenho ou com s*u mano Joaquim
do Reg Barros Pessoa em Apipucos.
ESCRAVOS FGIDOS
W Manoel crioulo, idade 22 annos. des-
apareceo de casa no dia 24 do coir*nte,
cornos signaes seguinles altura regular,
tem dois denles do queixo de baixo lirado ,
a orelha esquerda furada cambado de am-
bos os pez quem o p-gar lev.- na ra da
camoda do Carino sobrado de 2 andares D.
38, que ser gfuerosaim-nre gratificado.
3SS" No dia 20 do corrente lugio um escra-
vode nome Francisco, le Angola, levon
vestido unas caigas de estopa l--m urna ve-
lida em um olho e he muito tallador: qu m
o pegar leve a ra da Guia n. 58 que ser
recompensado.
tar* Fugio segunda vez o esoravo crelo de
nome Ricardo secco do corpo, beigos gros-
sos pernas cambaias, de|lo annos, '>t'
escravo foi comprado a 15 do corrente ao snr.
Dr. Luna, e ja tinha aido doSr Loureng" Jo-
ze de Moraes Carvalho mora Jor nos Air.'ga
dos e anteriormente no engenho Ginpapo ;
quem o pegar leve a ra do Livraniciilo n.
3 que ser gratificado.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. =1842.


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