Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04823


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Full Text
Anno de 1842.
Sexta Feira 18
W9JW fHZffkfhmPm reM* i W}M.
linoemos como priaripia.4109 seremos apoulailos cun adnliraco entre a NaCes piafe
folia. (> PrtoWtaaod 'aVAsaq'mMra' Grral M ffAixId.'fr' .'
8
fcftlra
-I I
^7
' -'
v' partidas dos correis terrestres.
SUM, Ptriltti'i e Ro grande do Noi-ir iekff. e iex 0*AMt.<
Bbnilo eGaranhon, .4 1U e 24 i
C|do,.rPJ>', Riqjtorovwo JPpr^CaUt,' MceL Bo-ie Flores 2*- Sin Anto quimas feiraa, Qlin 1
: '| .|| I f7il|.| I, f t; ^ .,
Ijliirt '-iti
DI AS,DA. (SEALANA.
14 ?Cfc. Clemen^no,' eiljiloman* Mr. Ainl do J. do J)
t T^rc.,- Leopoldo MarqueiReLAud. do J.Je,D., da
( Quarl. dnenlo de T.ajris. Aud. a J' He D? da 8. ?.
17 -Qulnt. *' firefdrio Toailai.atdrga' B. Atti. 8b'J'. Je D* 4i
18 Sexll'i. .R6oJMi Re. Ad. do .1. d D,dt-<*V ,.,
S.b lH R.inh. de Hungra f, Rpl.foj}, dp^.d.
T)om. Felii de Valoi tundidor,
_______________ M I: II 1.1 j 1 I (
-vi .,..M .ll.l J"
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(II.,O II lili
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,nq -, Uf, e Mu-
lo o da.
I -i'5 nii|i .C.Olllip
da-4,. t. i in .!.
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2.T.
2'.'V.
e Novembro. Anno XVIII. W. 850.
. ... .___________________________________________ ..._________________________________________.
O I)..
preeo da aaairnatora nn
' iJWMi
A reuUntiUM derem r
v Uiano uubliea-se todo o diasque n.io foreni Santificado*:
Jto! itfrVrfipor(lilfMl pa;,, WdrantadoWj Or nniiheiJW do* a
ralla. 0-0Ai]qiM'in>iifi)Mai ra*. de.flO.aail.par liaba
ilirigMJfs a |Ma Tjposralia^a d' t'W Bftffb 0a ? P"?* d* I"'1,'l"-na d* llTru'*
Numer 6 c 8.
!l i. ...y CAMBIOS no dk 17 ne otTBRO. compra venda.
15.J*)
150U0
338
a.ToO
Cambio 'dnre Londres K 'Nojninal-
' *i ; h ParirSS raa por rarrcA
| Liaftpa 100 yol 10i> da ,>te tfoeda de robre 2 por lOd'ne dearoato.'
lem d letra1* de bnl fira 1 } 4 'i".
OoW^Moerla dr- H.OO V. 45,-M
M .\. 14,80.)
de 4,0(11) 8,,2W)
PatlA-Patacae
Pe/o Clllulnnr'<:,
: i ltoa Mi^ican
miodf.
1,740
1,740
I

PmTmrrfA'rfAl8^'iV)>f?mB>)'.;
I ni iiiiiii."'- ar6 lioraa SU
(tna^r r.*e i*, j-a 10 hora e 57 a. datatJ.
Inul
QoA. cte. 'A"'J-iia 10 (lora e57 n. da tari.
I.ua boia, 4lS-r* ,l.,or 1 m- damanb.
Siiarl mine. ,25-r-6 horas e 42 .m, da manb.
i >

PARTE OFFlClAL.
"H|.
'I I.
tss,
.: tu i
..!*-. l^'f.
; i r.ii i -i .ni .. ,. ,'
GOVERNO I>A PROVINCIA,! i
EXPEDIENTE DU l)l\ 12 1)0 CORRF.NTE.
Ollicio Ao commandante as armas ,,
significan*) em-reaposU o seto odlcio do 7 do
correntO'; qua deve'faer aprpmpai obuW^
do do deposito FQwirpo Jozede. Alibuquart
qua, para soguir para a : corte no ipriineirp
vapor, conCornieiaordem'dO'EKm. Saf..mi-
nistro di guerra de |K d mar^.o d"o$lo auno.
Dito Ao di rector' do' coHegiw 'do/i..orr
pbtis romettbndo ainformaoao^ que deo
a-respectiva aJministra0o acerca do antraci-
ta por S; m. celebrado ooin Rriiardiiio Jo-
re Serpa para cinirgiao de partido d'aquel
lecollegio i fim deque' eslejespeUor.pror
ponha oque for tiais conveniente aos ., mas?
mM'orphio's.
DUo Ao presidente interino, da rala^o,
dizendo, que mande e\trat,ir urna certidao
aulhenlica da sentenija pela qual tai condem-
nado Antonio Moreir* Torres pelo jury d'es-
ti comarca pena dd galos por crime de
rouf>o. -..>-. a >..
ito-^-.Ao inspeotor do arsenal de, marir
niias autorizan lo o iOontraetM^am o prfi-r
prii'tarios ou consignatario da su maca i=a Es-
trella, do Cada = o frete (la plvora., a .m,s
objetos, que nao podarn ser aimi tudas pa
w o briguetspiinacn: F.dlid*da=E .esiaw
nado no Cear pelo vapoa ,11 que levoa. as
(Ultras cousas. m'i m .i.i.

COMMANDO DAS AR M AS.
EXPEDIENTE DO DJA 8 DO boRRENTaf.' '
Oflicioi.Ao Exm. Presidente, enviando^
Ihi! os requorimentos de Joaquim Joze do
Espirito Safilo e Antonio dos Anjos -Pesoa,
este furriel e aq-uelle soldado du b.tallio da
guardas nacionaes destacado, que pedia o en-
cluso do servi-jo do dito batalbao alim > de;
que S. Ex. os diirisse como eiitendesse de
justigar i -i ..
Dito-*- Ao desembargador chafe do polica,
dizendo-lheem resposta ao seo ollicio dsta
data, que-mandara assentar pra^a. ao recru-
ta Antonio Gomes de Maltas.
?:.L&Tiw:

OS TENEBROSOS 31Y8TER10S
DA

>'
T.OJtRB.DK-LQNDfitS, (flj
XV. CiWBKErR.-
. i'. :
Emquanto o medico soltava o ultimo sus-
piro o Ltlliput reuriia;S a-fci-r Torty*a es-
ta lagem ld Pescoeo cortado \ bnd seidao
pontos perdidos em camie humana', nosso a-
migo Jack Patricksony ehibruaha*) emiwi
mortalha tinha andado muito. Tinhaalle
pensado cOmsigO-mesmo'qu*tneste,mundo;Bn--
tramos com* a obrigs^oiddicuidar ida'propria
saot)e','ie, Hel a-esta principio htvmprorr
curado todos os rneios in preeervap-se de da-*
luxOes.' '
' Depais de muitb haver Worrido pelas ras
da cnlatle vio elle que o dia assomava a pas-
so dohrado'; e enSo mais do que nunca seo-
lio a necessidade de encontrar Urna too* para
evitar as vistas da mu lido e sobi'etudo as
-----..... -----4-------4------1-----------r*-------------- ,....
Dito-r-Aoichafe da batalh^o de guardas
nacionaes -da Pao d'alho dizendo-lhe que
i'oro incon)orada3,*o batalhAo destacado v as
pravas constantes da pelaQo que acompanoo
oseu oficio de hontem daado. > '
iiDito.-m Ao inspector da the-muraria ro-
mettando-tUie os. papis de contahilidade' do
deslacamento do -Hreje relativos ao3 mezes
de selemhro o ouNibro davcmlo no caso
deestarem conforaies^ intregar-se a i en por-
taneia dos de oulubro ao -portador Pedro
Franeiscp de Mallo visto estarem ja pagos
os (le setembro. .. ii. ><
Pito r-n. Aa mesmo, remttentlo-llio os pa-
pis do dos taca ment do Pao d 'all o ,' pprten-
centos.ao.raaa de outuhro v alim di seren pa-
gos ,, p entregue a importanto dellesao por-
tador Autonio Pie reir Barata!...........
i Dito- Ao mesmo fazendoUie igual re-
messa dos papis do destacamento do Cabo ,
cuja importancia deria receber o cabo Joze
Vican te Fertei n de Maura. ......
i ......'1 lam bo im* 9. i 11 .i
Ollicio Ao Exau* Presidente^ transmet-
tindo-lha (informado o nequormenlo do cirur-
gio departido Sobastiio. Jwae .Gomes ,. que
supplicava Ihe fosse augmentada a gratifica-
Qto.quapavcebw. t .....i..-. .... ,,f.
Dito -- Ao desembargador chefe de poli.
cia communicanda-lhe em resposta ao seo
ollicio dft<8-, que mqdaTa assentar praga ao
recr.uta Maaoel da Trindada. ... .>
Dito Ao delegado ido termo do Rio-for-
moso communieando-lhe em, reposta ao
seo ollicio de 4 que ({carao eom prara asseu-
te os voJunLarios Joaquim Podro Ferreira ,
e Antonio Joze dos Santos. ..,..,(,,,,,.. ,
Dito---Ao-uwjor .L,uie de (hieiror, Gouti-
ahoui remettonlo-lhe a portaria de nomcaco
do conselho de nvestigaco que titilaa.de
presidir toito a capito .MandesiGuimarles ,
afim de.coavoea-lo eproseguir em seos tra-
bt^lOS. -";( |1 '! BiMij ni,. l-.ii|l |. ..,
Dito Ao tmente oroHBl commandante
Jo bat.ilhfto terceiro de artilbaria a.,p man-
dando adiantar os vencimentos da. icorrente
mez, a. todo o destacamento (Je Jinlia existen-
te no Rio-formoso. f i i
Dito Ao mesmo mandando proceder a
conseibo de investigarlo pelos furtos pralica-
dos na Barra do Gamella por alguns solda-
dos do destacamento do Rio-formoso que!
pergurUas multas vezes bem indiscretas ,
dasenhora polica qne nao jraccja.com os
que ella destina, ao carrasco. Felizmente lem-;
brou-sede um logar,,mui.pr,oprio aos sr.us
desejos e para l virou a pia. Era urna
urna grande e.bella.habiiaco mas aafolhas
das janellas do priraeiro iandar.,esttaYa her-
meticamento fechad* ;.. as do andar superior j
esto aabaYlMiv o wtoncio. que. reina.asspr
gura-lhe que poder tomar tranfiiilla posse
desses lugares. Poro! v.mald^to, mortalha
ombaraoar-o., ..po8.,6w# -f.airto a:galgar a
janella ,> sarindo-rsa .como sp fra escad ,
dos gatos.de feFro presos partido. Cllegan-
do ialtura.dajanella quehrou um vidro.do
oaiaiUio, .e pulou -dentrp., i. ..,,
Vio.se Jaoj..n,utna,ibel|a. cmara aquecid*
per vivificante fogo.
,r. Ricas pecaade tapecaria^ CobriSo -*S- pare.-
dcs, eaohrpellas estoyan re(ratfl4.de ,parpej|
e condes em.graude unifprjnc.
. Est visto, dieseJacfccomMgo que n5o
decente *starem.cerou|as diante desdes res-
paila veis senhores ; devo pnis..dirigir.meus,
primeiros .passos .para a descpberta dp um
caij^oqualquer qqe^eja,. ,.ocaso que da^ia,
algumacousa por.um par.de calcas de.ga,nga.,
E tomando a tocha que ardia na chamin ,
dirigiO'Set.para nipa,gavto de cqniP^da : a-
.. |ppr*^r-a^.i i. \m
hontem.lheforaorenettidos preso, deven-
doihoj* mesmo-dar principio ao eonselho e
servir.conan ttesmunh9*8 pracas quffOam-i
pozaro a-eseotov....... ..,,..
Dito Ao Uniente coronal cemmandante
do batalbao-de Jnfantari* de goardas aaoio-
naes destocado ordenando^lhe q4ie fi^esse
partir para o termo de N'ozareth ,-um desto>-
camelo-, composto doum official, um in-
ferior y-doas cabos ua, Umbor o. 29 -guar-j
das yo qual se da veria. a presentar^ao raspee-;
tivo delegado ? para o empregar .no servkioi
da pelicia. .I nfl
ftltov Aomosoio.,, dizendo-lhe que.am
Paqe de^ua.partiaipaco dea,ta ,. expedir on-
dem para eiu .coaseltio de invest gaya o lo-'
mar.sBConhecimQntoi da.condjuotado capitoi
F. d'Assis M. Guimaraes. .. '. '
i, Portania-mNomeandoi oconsfllho d'infes-J
tigaco vique-tem tto conhacer. da; conducto.
do capilo Mondes.Guimaraes. i
|l>| ..l....|:|. h !
.... i,',,,,,,,,ANN,UNG10.!.......
>"X"0 lllr, Sr. cammahdnt fs arma
da provin bk 'xectcff do1 artigd 22'; fd
regulmerito te 47,tl4rfeVeYeIf6',db"fM2,j
manda convidar aos' sfeh'hbrs botfcarlfis esta-j
beiecfdttS nesta'cidada ; comparcerttl" naj
Secretoria militaras lOhHasdri dl'22'do
corffente'Miett1; unl dose'pr'Aoadr a arrem**
ttc^tfdbs medicaYnei.tds ^fBtfltos ao"ntJ9pl-|
tl'regimntolv'pwinte' o'cohselhb 'itfaor-
nario dar qHd trata wnfldnf artigo. RM5i>-
COMMUMICADO.
npr i i i iiii^hiii.v ni|iii"n amj
Qnem n&o -t/uer senlbO" !
i^fi

Mllllll lltl
. I .. I.
ft"11' tt nbvemliro tfe ItMr.'wi Franesoc
eamnlo Pes*Wd tn^i',i"a&&Qt^ti mi]
1* a r 1 I I I l 1
llar. '
. 0 .Vapor. &cia*a,l .Qfla.paaftu., cf),egadj hoi.
0*7,)do Rio,.de J%eirp.e mais portos do Sul
tendo sabido ,da ifior^e. a,2.dpi(corr,ento ^en
humaspqTci^.adjanta., ,,Esto barca vem^n
coajm.iss^p do goyerppa todos, os .po.rfps ^oj
Norte,,,donde,devevolta condwindojmpe
riaesmarinheirps,, .:, .
:
I-
_0 seguintoftppjniuqicado ah-M.em, Wfi-
gp.poderdSdp 1,1 do eorrente. ,,, ,,.,.,.
i ., |)i| .i.( '. M* 4f('._
-ap
nl tke i>'6ste fi apelle
Multo lastimamos, que o illstrado autor
dos commnnicado asssigndos por =C= qu
se apregoa o apostelo e sustentculo d' dis-
ciplina do exercito; eqe'beni nos' pare-
ce militar pea cragem rub'ii'rt ,"fe>
sague fra com que' falla dhi 'frrorhi', e
perigs, tenlrtt descoberto ihdiretas e dbs-
tosnd singeltett'e vllidada1 da 'n'cfefcs''x-
press(l.*s : e posloqua a simples leitnrt. do
nosso segundo -communicado impresso n'o
Diajrio n.-iaodeeid oulubro passaVJo seja
sullioienle para nos deflVnder-de too injusto
imputoco todava desafiamos ao nosso it-
liislrdo'adversario para qae deelare soa-
pefiavdopassar por calamwiadorqaal 0 does-
to qufcl a indirecta que eni o dito commu-
nicado Ihe dirigimos. -'* ''
TalVez que a idiaginacSo avdente, enimia
sensibilidade de jue se deixa levar t S*r.
rzxtnco tenlw feito ver luvaR desafios'j de-
estos e'indirectas .onde nada disto existe:
toes cousas se nao encontro em I nosso 'com-
municado ; pois irtteir'amente concordamos
com o mui respeitavel Snrj==G= em que o
im mundo a nojento camper dos- d estos >,' i bal-
does e lujurias nio devo de seV a tija do
homemcivilisado ; maneiras to pouco urba-
nas ., a tao inci vis s poxtom caber aos bar-
baros Cafres oa algum Gliim que peas
suas. continuadas Jbaoshaaaas .lem Cebfeado
suasapgoes-quasi fra da* raas da, imputadlo.
Todava relava ponderar ao nosso Ilustrado
adversario, que astamw intimamente con-
vencidos., deque.o; noje*tp,ircanpo dos.do-
estose sarcasmos llie.ha mais familiar e co-
pheeidP.do,/ju n*; i0 qua,|,e mttU9pro-
YAreU queel|e, nipsoioj JBW.,a/gunla|lc^ecp-
5iAotenha seguido, OLdfite^tarYBl, ejemplo. .
Vendo ,o illuatrado urisperi^-rr-gua/reirp
O saqs, argumentos iutoiraniente anniquihi,-
dos sem Ihe ser possivel fazel-os rvjverquiz
hvrr7jq dttSte emhwaoo. ,>fiomOiP liyro* A-
leswidrftdo n gordio ;. roas faUando-lhafa
WRada,tflve a.fV'5 escobera(hi#fn qfrto)
Ijdp.sOrrar., que. qs seus, argUQWptR? estoirflp
mnpfli; risum,tonaa,tia I ,.,, ...
,i Emposspsqgpndpcwamunicadoresponder
sa;muQ ca ma,s,,no gar.anAft.as pernas
contra o fri. 4t> d'a|wt MHJ, Hl.nma
cppsa que me WWfl beni.gaUnte.P,. um .par
de botas ?jacia6 com esporas.,de. puro.,,. Cqoj
osdiabos eslo.UPi. fiisa,dfti a|guma alto.
S pelo calcado se advipha, ,q,ue i donpalrj
gum.gJ'o-sephprr..A|ll m'k IMwk.que
aqa\ est uro soberbo calcio, de. .yeRudp cpm
estrellasdPMt pqpAo.magn.iCicq qua, Al
e dema9 a mais largo vantogem., a que 14o
ppuqo,,me havia nabMqadp.P,. tratantei lord
Willcrson... espera. ., tmq* pmcolletq/P
nael/jpi!gosto, v e.umicasacp^l.,.pq J.^ por
prodigio daqui a poco estou cpm, .aveftdfl
homem de bem.
E erifiandb-se aCodadartiente na roupa que
acabava ddescobTlr, ipOz-se dientede um es-
pejo admirando o ar d grfio-seohov-que
ten tova tomar. :;l *' '
Depois-de'se ter vestido- \ disse Jack-:
Rof, isto nao basta desejra tomar
atgatnacoosa.'...seeu tocassea'oampainha....
apparecera rfdno pois preciso que ha-
ja resta casa... dentis o que arrisco eu >i .
nio mecomer cru.... Ja fui condemnado u
forca e ,sa|vraq-mip terrado vivo j ti'r.rlo-me'da sepultura .. por
iDeos percso ter fe em sua estrella..,. I,'r
S. Qeprgc de Inglaterra meu bum .fack ,
(*) Vid. Diario N; 235, 286 .237 '240 ,- chou dizendo:
2*1 2*43, 244 245, 2rl6 e 249. | Urna.gorra.de..plunas por certo pcou-
biior-a.izrsp a inventariar ..o, que dentro a- toca com1 .trplice batera,,..
E o ladro puxo.u com toda a (brea o ele-
gante cordp daca rp na i n ha que Ihe fie va
me.,. ImmedjatoPienjte apnar,ecpu pra cria-
do com libr rica.
..tQ:,minha mi! mi*hainii\i,!i abaixando a abec, ;este MelhacgQ recpnb*-
ceros vestidos que tenho sobre mim.
AproximourSero.criadQ, p depois,u> cum-
primentora Jack disse: ,
-Senor pq.yps pf rjiito. vossp,pome.
Jack encarou-o e disse : J
i -mDUp queris, sab^r de tneu nq^e,, ,. est
bem....approvo.^QSso...proceder que njjj.
grato. ,. t. ...,
Senhor tomstes os vestidos que'esta**
vio ii gaveta dfsta commndfc. '"'
Rom Dos bem o dizia fu ^ resmongoa
Jact muito baixinho elle reconheeeu mea
falo. '''
Conten-vos esta roapa? perguntou o
criad.i ..i
^-0 que estis dizendo ? tornou-dlie,Jack
suppondo nlo te-la enteadidoj .
-Pergunlo se esto roupa convm a Y..S,2
' -Por certo r mnha sentoria um felfa!'
gatuno por te-la no costado.
-Ella's tem oque merece.;'. .'d|MM' fl^
tantos desgracas. ,
Se cm etteito pode s cbarpar digr^ca
o acrenfoccado e enterrado viv', sou'ni ve-
AT. 1 1 ilfini |.j-. ... '.i 1,1 7 _
Iliaco digno de compaixlo.... ebm mereco
uns cajeoes capazes de apparecer.. .
Quero serihor crner Iguma cousai P1


2
mos todos os argumentos com que o Ilus-
tre e respeitavel autor do communicado =M
=procurou combater o nosso primeiro com-
municado, j objedando com argumentos
deduzdos da competencia do foro em que
se deviao de julgar os crimes de desobedien-
cia e insubordinago Contra a intelligen-
cia por nos dada a expressao = crimes pura-
mente militares = j fundndole as pala-
vras da prov de 20 de outubro de 1834 ( ve-
ja-so o Diario numero 230 de 24 do mez pas-
sado pag segunda colum. 1. e 2- ) Estes
rgumentos apresentados pelo Ilustrado =M
=foro repetidos pelo respeitavel Snr.=G=
( cun effeito teni o costme de dizer o que
outro diz ) : Ora tendo nos respondido ao Sr.
=M= nao teriamos d'involta respondido ao
Snr.=G= ? Quererla por ventura este pro-
fundsimo, e eminentsimo Snr. que, quan-
do nos dirigimos elle em nosso communica-
do de novo repetissemos os argumentos ,
com que haviamos respondido ao Snr.=M=,
assim como elle repitira os argumentos des-
te ? Feliz descoberta He um aborto !
Em o dito nosso segundo communicado
mostramos, o que se devia de entender por
crimes puramente militares face da legisla
rao ; mostramos que a citada prov. de 20 de
outub'-o longe de se oppor, estava de acord
com a intelligencia por nos dada ; e seguin-
do pista tudo quanto esmo lancou o Ilus-
trado jurisperito guerreiro que s elle
dice e que lalvez ninguem mais diga (
quanto pode chegar o entendimento huma-
no ) inteiramente o desalojamos de todos os
reductos em que se quiz refugiar ; ( veja-
se o citado Diario de 24 do mez passado pag.
2. col. 5. e 4. ), e quando esperavamos ,
que elle nos respondesse defiinindo aexpres-
Sio crimea puramente militares e dando-
nos alguns exemplos de crimes puramente ci-
vis ; pois que lhe lindamos mostrado que
segundos seus principios ero puramente
militares os crimes que elle apresentara co-
mo puramente civis ( e em outra occasiao lhe
mostraremos, que segundo os seus princi-
pios todos os crimes sao puramente milita-
res ) quando tal esperavamos o nosso juris-
peritoguerreiro cahindo em si isto he ,
convencendo-se da verdade do que diremos ,
calou-se nada dice a respeilo e fugindo da
discusso affirmou ex cath^ra que os seus
argumentos esta vio e^ p 1 Snr.=G= diga-
nos por caridade, qUai e o seu chamado argu-
mento Tair'jem mostramos em nosso communi-
c*'Jo anterior que o crime de desobediencia ,
e insubordinago devem da ser punidos pelo
loro militar por um argumento de menor
para maior deduzidoda lei da guarda nacio-
nal, que he posterior no cod. crim. e sus-
tentamos que nisto havia lambem razo de
utilidade : pode-se pois dizer que argumenta-
mos somente com razes de utilidade contra a
lei expressa ? Nao de certo. Semelhanle
gloria s pode caber ao nosso Ilustrado ad-
versario.
He verdade que quando na interpretado
das leis se encontro absurdos no seu sentido
literal deve-se de recorrer a um outro sen-
tido em que taes absurdos se nao deem ;
masque absurdosencontrou o nosso Ilustra-
do jurisperito guerreiro na interpretado
nao queris.... meu ami-
Sim porm
go ...vosso amo....
- Meu amo replicou o lacaio ordenou-
me que vos recebesse dignamente.
-Bom !
Que vos servisse mesa lauta.
Isto magnifico !
Que vos dsse os mais ricos vestidos.
Que feliz idea.
Emfim que pozesse todo este palacio a
vossa disposico.... Para aqui viero de pro-
posito vinte criados para vos servirem ; or
denai o que quer V. S. ?
Palavra de honra exclamou Jack at-
rando-sen'uma poltrona isto fabuloso!...
um verdadeiro cont de fadas em quu pati -
nho !
XVI ----CAMI3HA-S1! k CU DESKECHO.
Depoisda exclamado de sorpreza que es-
capou Jack vista dos altenciosos obse
quiosdo agaloado lacaio resolveu-se elle a
esperar com paciencia o fim deste curioso
enigma. Mui philosophicamente collocou-se
em sua poltrona e poz-se a devorar com ex-
traordinario appetite o delicioso banquete que
lhe era offerecido.
O criado sempre atiento aos seus meno-
res desejos lhe disse :
Senhor espero que quando fordes
interrogado a este respeito tereis a bonda-
grammatical dos artigos Ja legislaco qu
citamos e que elle pretende derogar ? Nen-
hum 5 porem entende que se lhe deve de
dar urna outra intelligencia que elle em sua
alta mente jujga mais til e l vai por tr-
ra a clara disposico da lei segundo a sua
hermenutica jurdica: e nesta occasiSo cum-
pre que lhe declaremos que nao entende-
mos ser a hermenutica jurdica alguma figu-
ra grammatical algum tropo nem mesmo
alguma couza espirituosa oU elctrica mas
sim urna cousa, de que o nosso Ilustrado ad-
versario talvez s lhe saiba o nome.
Continuando dice o Ilustrado jurisperito
guerreiro que se nos admittiaraos que fos-
sejulgado pelo foro militar que tem mais
celeridade em seus julgamentos ( o crime de
desobediencia que oftende por exemplo a
disciplina como de/., lambem deviamos de
admittir, quef-sse julgado pelo mesmo fro
o crime de ferimento zc. qun offende a dis-
ciplina como cem : pois que era principio
reconhecido por todos os criminalistas, que
quanto menor espago de tempo decorre do
delicio sua punigo mais se consegue o
exemplo que he o im principal Ja pena
Nao vio o nosso Ilustrado adversario que a
lei por nos citada exceptuando somente do
fro civil os crimes de desobediencia insu-
bordinago &c. tem por isso mesmo deixado
para o fro civil todos os mais erlmes que
nao forem os nella mencionados segundo o
axiomna unius inclusio est alterius exclusio ?
Nao vio o nosso Ilustrado adversario que
absurdos o conJuz o seu argumento ? Hum
juiz municipal por exemplo que pode jul-
gar dilinitivamente certos crimes i que offen-
dem a so?iedade como de* e impor-lhes a
pena de seis raezes de prizSo deve segundo
entende o nosso Ilustrado adversario de
tambem julgar aquellas crimes que offen-
dem a sociedade, como mil, e impor-lhes
as penas de gales ou de morte A quanto po-
de chegar o entendimento humano! Nao sa-
be o nosso Ilustrado adversario que o prin-
cipio de direito por elle citado deve de ser en-
tendido em termos habis ; que elle nao exi-
ge que os grandes crimes que demando
grandes penas sejo processados com a mes-
ma celeridade que os crimes pequeos; e
que isso mesmo he reconhecido pela nossa
la^islago quando sujeita certos crimes ao
tribunal dos jurados entretanto que faz jul
gar oiitros difinitivamente pelos juues da
primeira instancia ? Que bella lgica Que
oxceilente argumento! Este sim confessamos,
Ocou errt p.
Anda insiste o Ilustrado jurisperito
guerreiro em sustentar, que a citada prov
sao de 20 de outubro traz quatro quesitos
( que obstinacio ) nos quaes se acho defi-
nidos os crimes puramente militares. Ora
nao v o nosso Ilustrado adversario que se
as quatro classes de crimes, que exemplifi-
cativamente aprsenla a proviso citada, se
entendessem absoluta e destacadamente sem
sesubordinarem difinigo de crimes pura-
mente militares que pouco antes dos exem-
plos da a mencionada provisto seguir-se-
hia que todos os crimes serio puramente
militares ? diga-nos o Ilustrado Snr.=G=
qual o crime que pelos seus principios nao
he puramente militar? Que di fio renga sobre-
/
Meu amigo respondeu Jack com a bo-
ca cheia podes licar descansado e dormir a
somno sollo ; porque se for eu interrogado
sobre tuas virtudes terei cuidado de ti por
que deves ser bom pai e bom esposo : entre-
tanto deita vinho maroto.
Ah bem vedes que aqui exergo um of-
ficio de confianza replicou o criado ; desde
hontem noite j eu estava encarregado de
receber-vos.
Desde honterr. noite parece que de
antemo preparavo-se ?
Ah pois nao parece que hontem de
noite estaveis....
- Perdido exclamou Jack despejando o
copo ; por certo seis ps abaixo do solo .
hem desagradavel para fazer a digesto....
Porm dize-me meu lilao quem este
entecaridoso que tanto se interessa pelos fac-
tos de minha vida ?
Um grande personagem bem o sabejs.
Um grande personagem Ah sim j
comprehendo, um grando personagem que
muito meconheceu ...
Na verdade. replicou alegremente o cria-
do aquelle que vos poz no mundo.
Jack volta-se repentinamente.
Meu filho disse elle, puxando por urna
orelha ao criado pareces-me um farrista.
veioao fro militar depois que a constitui-
?So aboli o privelegio de fro e os cdigos
declararo que ao fro militar somente ficavAo
sujeitos os crimes puramente militaras : Sa-
tisfaga-nos o Snr.=G= estas duas ques-
tea de que tao cuidadosamente fugo em
9eu communicado e entflo corthecer o pu
blico Ilustrado os absurdos, que do sua fes-
posta se derivar.
Poneos das depois de impresso o nosso se-
gundo communicado soubemos que o pro-
cesso do furriel Cladino Jos de Mello nao
havia sido sugeito ao conselho supremo mi-
litar ; e com effeito procurando o dito pro-
cesso e examinando-o vimos que o hon-
rado magistrado em cujas mos havia elle
estado e em cujas palavras tinhamos jurado,
confundir respeitavel junta de justiga com
o conselho supremo militar quando nos
communicou ofacto; e j esperava-mo por
este lado o nosso Ilustrado advorsario, quan-
do appareceo o Seu communicado. Saiba pois
o nosso Ilustrado adversario, que nos nao ci-
tamos o conselho supremo militar, seno
como authondade pois que elle nao legisla ;
e tendo o Ilustrada junta de justiga de Pernambuco
nada perdemos: negar o Sr. =G= que a
nossa junta de justica se compite de illustra-
ces da nossa provincia :' Porem dizque nao
sabe porque raso, ou equivoco declarou a
respeitavel junta de justica que o crime do
furriel nao era puramente militar; pois vej -
a integra da deciso eas pessoas que a as-
signro : eila Reformo a sentenga impos-
te ta pelo conselho de guerra ao reo Cladino
Jos de Mello porque segundo a proviso
de 20 de outubro de 1834 o crime porque
o reo he aecusado 5o he puramente mili-
tar, e por isso deve o reo ser remellido pa -
ra o juizo civil aoode dever ser julgado
na forma das leis existentes. Salla das ses-
soesda junta de Justina 23 de abril de 1842.
ce 15 iro da Boa-vista Libanio Ponce Pei-
xoto MartihsChaby Barros Falco.
Cumpra-se. Quartel do commando das ar-
te mas de Pernambuco 25 de abril de 1842.
S Brrelo.
Acha-se no cartorio do escrivo Alcanfo-
rado.
Dice mais o muito Ilustrado Sr. =G=que
a respeitavel junta de Justina fez um extraor-
dinario favor ao furriel de que tratamos !
Ora se, como elle affirma he expressa a lei,
que declara quaes os crimes puramente mili-
tares, e contra a qual por favor julgou a res-
peitavel junta de justiga he incontestavel
que segundo entende o Sr. =G= commetteo
a respeitavel junta de justiga o crime de pre-
varicaco prevenido peloart. 129 1." do cod.
crim. !!
Nao duvidamos da coragem valor bra-
vura e intrepidez de que he dotada a al-
ma do Ilustrado juris-perito-guerreiro que
he provavel tenh% mostrado a prova de jo o .
nos o eremos a par e mesmo a cima de Sci-
pio Mario Annibal, e outros hroes da
historia antiga e des modernos Ney l.annes.
Kleber, Massena Murat, e at (se quizer)
do proprio NapoleSo : estamos intimamente
convencidos de que brilhantes feitos d'armas
terO assignalado seu nome ligando-o histo-
ria e que disso tero sido tesemunhas di-
inierrogauu a ksic i"r""' ....... -------- .
de de dar favoravel nformago dos mcus ser- mas es um bom principe, cnches-me a pansa,
r j das vinho discripgo prometi estimar-te
muito quero smente que me digas a verda-
de ; quem o dono desta casa f
E' um senhor muito mysterioso Re-
gularmente svem aqui todas as semanas a
meia noite.
Diaho disse Jack empunhando o copo.
- E hoje seu da.
Nada exclamou Jack vou-me embo-
ra : um proprietario que sapparece hora
em que se deito as toupeiras dere ser um
rapaz de mo carcter.
- Nada temis respoudeu o criado ; nada
lendo a exprobrar-vos nao deveis temer....
Se fosseis um ladro neste caso nao sei.. .
Ouvindo estas palavras, Jack sentio-se
menos seguro do que nunca ; resolveu-se
pois a deixar, sem perda de tempo, esta casa,
onde se achava um espirito que bem poda
ser o diabo em pessoa. Nao lhe fo porem
fcil effecluar sua retirada porque o criado
fecho 11 todas as sabidas e disse-lhe :
- Sou responsavel por vos senhor devo
entregar-vos a meu amo, e sob nenhnm pre-
texto podereis sabir.
- Porem meu caro exclamou Jack eom
vehemencia, eslou em um paiz livree que-
ro relrar-me j ; entendes ?
-Sederdes um passo,jobservou-lbe suave-
mente o criado serei obrigado a servir-me
de minha forca e prender-vos emquanto nao
chega a hora.
- Meu mogo disse tmidamente Jack ,
versos lugares do nosso paiz bem como a
Babia Rio Grando Panellas &c. mas
duvidamos que sua alma seja dotada ds tal
impavidez, que agora S. S. ouse affirmar, qUe
os membros da respeitavel e Ilustrada junta
de justiga prevaricro. Pedimos ao nosso |-
lustrado adversario que nos responda : os
membros da junta de justiga sao prevaricado-
res Difficilem rem postulast !
0 fado do conselho supremo militar apre-
zenlado pelo Ilustrado juris-perito-guerreiro
nao distrae o direito ; pois que nao he una
lei, nem o conselho supremo faz leis e so-
mente as exeouta : este facto nicamente res-
sen te-sedo desejo que havia, e talvez anda
haja, de dar mais expanso ao dominio do
fro militar, que alguns julgo muito limita-
do, e que procuro extender por todos os
meios a seu alcance dezejo este que con-
corre para provar que o dominio do fro mi-
litar n9o he lo extenso como pretende o
Sr. juris-perito-guerreiro : e de passagem lhe
lembramos que o facto por elle presentado
do o conselho supremo militar julgar cime
puramente militar o furto feito fora do quar-
tfl, isto he quando o cabo condusia o solda-
do preso, (o qual se provasse, pruvaria de mais)
inteiramente distrae o que o Sr. =G= af-
firma no seu communicado impresso no Di
ario n 222 de 14 de outubro pag. 3.* col. 3.',
quando dice que o furto ou roubo feito
fora do quartel en crime puramente civil:
que contradigo Explique-a quem puder.
He pena, que o Ilustrado juris-perito-guer-
reiro, cojos vastissimosconhecimenlos em di-
reilo publico o colloeo cima de Dauray de
Brie Benjamn Constant Fritot Silves-
tre Pinheiro Macarel e outros, nao mostras-
se em outra cousa a sua eminencia e se a-
proveitasse de um equivoco a que deo lugar
o nosso communicado qusndo fallamos da
suspensfio de garantas na Babia, para fazer
tamanhoespalhafato. Nao attendeo o Ilus-
trado juris-perito-guerreiro, a que quando
dicemos em o nosso communicado e sus-
penso o 11 do art. 179 da const. at os pai-
sanos podiao ser julgados pelo concibo de
guerra fallamos irnicamente, e re fie ri-
mo nos aos excessos, que de ordinario ai.'om-
panhfio as medidas extraordinarias ? Nao at-
tendeo que nos ali fallamos da suspenso
de facto e nao decretada ? Nao reflectio na
expressSo at os paisanos podiao ser julga-
dos pelo conselho de guerra ?-que b**m (la-
va a conhecer a nossa mente ? 0 excesso de
serem os R. R. militares julgados peJo fro
militar por crimes nao puramente militares,
que entose praticou, verilicando-se em um
tempo de convulso e em que s dominava
o dezejo de ver punidos os authores da re-
volla propagou-se ate" ostribunaes mais ele-
vados ; e fo por este motivo, que o conselho
supremo militar conheceo de taes processos ,
e nao por serem esses crimes puramente mi-
litares, como dogmticamente aflirma o nosso
Ilustrado adversario.
Com effeito o art. 109 da lei das reformas
ao cod. do proc. crim. assim se exprima
Quando as rebellines ou sedigOes entrarena
militares sero estes julgados pelas leis e tri-
bunaes militares ora nao he evidente vista
disto que antes desta le, na occasiao da ro-
volta da Bihia por exemplo os militares,
tens um modo singular de excitar meu appe-
tite. Est feito .... resignr-me-hei pois
nao vejo meio de lutar comtigo.
- Pois sim desgragado de vos se tentar-
desescapar-me.
Depois de proferir esta cmeaga o criado
deixou mestre Jack entregan esuisrelle-
xOes. Este, dopoisdehaver por alguns ins-
tantes meditado sobre sua posigo poz-se a
passear pelo quarto e a considerar os retratos
que o guarneeio ; porem para logo pa-
rando diante de um quadro soltou agudo
grito.
- Ah meu Dos disse elle eu conhego
s feiges deste menino Ser isto um so-
nho ?. .. Parece-me que j o vi en: alguma
parte... Onde diabo me appareceu esta ca-
bega ?
E cahindo em si de repente exclamou :
- A j sei.... Bom D*os onde estou cu
mettido o retrato do mancebo que en-
forcrSoem meu lugar Corto elle mes-
mo estava nessa occasiao como quando ti-
nha seis annos... Mas elle e eu estou
em casa de seus pais seguramente esquar-
tejo me.... Nao valia a pena s-r desenterra-
do para vir cahir em semelliante beapeiro.
Jack quiz sahir', mas a cab.ga do criado
appareceu na porta.
- Meu amigo lhe disse Jack farias mu-
to bemem me deixar partir ; provavel mente
nfio sou aquelle por quem esperas.... Sou um
^J.


5
que nella entrarlo ni5o podio serjulgados
pelo foro militar p Nao he tambem evidente
vista listo que quando os militares com-
nietterem outros crimes que nao torem os
dous cima exceptuados, e os mais deque
anteriormente tratamos ou me au forem
puramente militares segundo a verdadeira
intelligencia, nao podt'in ser |olgndos pelo foro
militar ? Em fim vista da 7lei citada nao he
tambem evidente que os/Crimes de rebel-
lilO e sedico nao sao puramente militares,
como entende o nosso Ilustrado adversario ,
pois de outra sorte intil seVia (o que he ab-
surdo) adisposico da citada le urna vez
que sendo crimcs puramente militares neces-
sariamente deverio de ser julgados pelas
Jis cjtribunaes militares, como era de d-
reito? R'Sponda-nos o illustrado juris-perito-
guerreiro.
Nao negu o Ilustrado Sr.=G= o que dice
no seu primeiro communicado acerca da in-
telligencia por nos da la aos cdigos nos ar-
tigos que empregao a expresso erimes pu-
ramente militares : o que dice o nosso Ilus-
trado adversario vem no Diario n.* 222 de 14
deoutuhro passado p-ig. 2.a col. 2.* in fine
e he oseguinte : A intelligencia pois queda
o Ilustrado author do communicado aos c-
digos he justamente contraria a nica, que
se Ihes pode dar, salvando os absurdos Ora
nos dicemos que por crimet puramente mi-
litares segundo se oxprimiao os cdigos se
devem de entender aquelles erimes, que nao
sao punidos pelas leis civis ; mas diz o nosso
Ilustrado adversario, que a intelligencia con-
traria he a nica que se pode dar ; segue-
se pois que segundo elleentend, deve-so de
considerar erimes puramente militares aquel-
les que'somente sao punidos pelas leis ci-
vis : esta he a concluso que se deve de ti-
rar embnra se diga salvando os absurdos ,
porque a intelligencia que d o nosso Ilus-
trado adversario he contraria e nao simples-
mente diversa da nossa. Se he absurdo foi o
Ilustrado juris-perito-guerreiro, que o dice;
porem como agora nega. deve de ser descul-
pado : sapientis est mutare consilium: e fi-
que certo o Sr. =G= que para o refutarmos,
nao he preciso isolar nem inverter as suas
expresses.
Finalmente dice airrda o Ilustrado juris-
perito-guerreiro que o l7doart. 179 da
const. por nos citado era contraproducentem !
Nos mostramos, que este da const. aboli
o privilegio de foro para todas as causas
excepcAo daquellas que por sua nalureza
pert.-ncem a juizos particulares e que os
cdigos do proc. e crirn. redigidos segundo
esta base, restring rao o foro militar somente
o conheciment dos erimes puramente mi-
litares ; mostramos que se devia de enten-
der por erimes puramente militares aquelles,
que nao ero punidos pdas leis civis e que
sendo o crime do soldado d'artifices do que
t.into se tem fallado, punido pelas leis civis ,
nao se podia considerar"puramente militar ,
nem'poda ser sugeito ao foro militar : como
pois se pode dizer que o citado da const.
prova contraproducentem? Ninguem de certo
o dir excepgo do Sr. =G= Mas diz. o
illustrado juris-perito-guerreiro que decla-
rando as leis anteriores aos cdigos, que as
causas erimes dus militares com certas excep-
tratanteque nao mereco os obsequios de leu
amo uao sou digno do traje que tenho.
- Senher ao ver-vos suppuz a principio
haver-me engaado Suppuz que eris quera
esforcais por fazer crer que sois... algum a-
ve.ilureiro cahido do co o a razao asim-
ples.
-Qual era esta razo ?
-Tinho-meannunciado vossa chegada. .
pela porta...
- E cu entrei pela janella justo e estou
aff'itoa este modo de fazer minhas visitas...
porem isto deve convencer-te de que nao
posso s r aquelle por quem teu amo espera.
Pelo contrario replicou o nado, foi
justamente isto mesmoqo me convenceu de
vossa verdadeira qualidade.
E o criado da casa mysteriosa mostrou a
Jack alguma omisa que apparecia debaixo de
sua camisa. Era o cinteiro em que estava es-
cripta a pdavra Emelina o qual o ladro ti-
nhu conservado comsigo.
Resignar-me-hei disse Jack pois que
nao posso esperar convencer-vos a menos
de referir-vos a historia inteira de minhas a-
venturas a qunl seria demasiado longa e
sobremodo ofTensora deminha modestia.
E tendo bem comido habido e gritado ,
atirou-se a um leito e adormecen com a fa-
cilidad*; com que o teria feito um justo.........
Ha j muilo tempo que nao venios o veho
Bob o honrado carcereiro da Torre de Lon-
ces sejo julgadas no seu foro particular e
nao tendo os cdigos, como se ve claramen-
te da proviso do supremo conselho revo-
gado essas leis seno em quanto aos eri-
mes, que nao offendem a sanctidade do ju-
ramento a disciplina Ve ; segue-se que este
S da const. prova contraproducentem &e. Com
effeito Nao vio o eminentissimo e profunds-
simo juris-perito-guerreiro, que elle com-
metteo um erro de lgica, que cahio em urna
petico de principios, argumentando com o
que est em questo ? Se nos contestamos a
intelligencia que elle d citada provisAo ,
como he que argumenta com essa inlelligen
cia por elle dada a dita proviso, com se
ella fosse corrente e incontestavel ? Inflicta
o nosso illustrado adversario, e lembre-se
desta mxima que pouco citamos Sapientis
est mutare concilium stulti in errore per-
manere.
Temos por esta vez respondido ao ultimo
communicado do Sr. =G= e a urna peque-
a parte dos seus commentarios verbaes, que
segundo nos consta, tem feilo ao seu commu-
nicado : o mais Ihe perdoamos por caridade
chrisl lembrando-nos daquelia sublime ex-
presso do Divino Meslre quando no meio
dos maiores tormentos pedia pelos seus ini-
migos : Patnr dimitte illis quia nesciunt,
quid faciunt. 5.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 17 de novb.ro 4:505*415
DESCARREGA" HOJE 18 DE NOVEMBRO.
Barca Ingleza os Negttingal =fazendas, lou-
Qa farinha e m.nteiga.
Brigue = Madonna =r bacalho.
Brigue lnglez = Richard = serveja e car-
vo.
Barca franceza = Hortense = o resto.
Barca Ingleza = Thereza Jane = sabo.
Patacho lnglez = Penilope = carvo.
Patacho sueco = Alerta = taboado pixe ,
e alcatro.
MOViMENTO DO PORTO.
NAVIOS SAHIDOS NO DIA 16.
Rio de Janeiro ; barca Brazileira Izabel, cap.
Jos Francisco da Costa ; carga diversos
gneros-
Aracati ; sumaca Brazileira Felicidade cap.
Jos Rodrigues Pinheiro; carga diversos
gneros.
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 17.
Liverpool ; 36 dias barca Ingleza Thereza
Jane, de 378 tonelladas, cap. W." Wright,
equip. 15 ; carga carvo do pedra e sa-
bo : a Me. Calmont & C."
Terra Nova 40 dias brigue lnglez Fanny,
de 223 tonelladas cap. W." Ayles", equi-
pagem 13; carga bacalho: a A. Schramm.
Liverpool; 40das, barca Ingleza Nightin
gale de 264 tonelladas cap. Thomaz J.
Cunter, equipagem 15 ; Carga fazendas : a
James Crabtree & C '
Rio de Janeiro pela Babia e Macei ; 14 di-
as vapor de guerra Brazileiro Guapiass,
dres o digno cmplice de lord Wellerson ;
aquelle que no lugar de um ladro prestes a
soffrer o ultimo supplicio poz um innocente
mancebo ; aquellle que estrangulou o hunem
de cujas revelacoes tema ; aquelle enilim ,
que depois de haver lancado a culpa deste
crime sobre o gigante LiHiput, achou se bem
embarazado quando este evadio-se de um
modo bem extraordinario.
. A fuga de LiHiput causn viva impresso ,
como natural: e chegou mesmo o excitar a
attenco da justica.
Descobriro-se as aberturas feitas as pe-
dras dos calaboucos; e todos lembrro-se de
que tinho sido innumeraveis os suicidios nos
ltimos precedentes annos ; desenterrro-se
os cadveres do condemnados que se encon-
trro morios em suas prises e conheceu-
se que linha sido morios pela lancetada ou
bistori : por consequencia era evidente
que o assassino era algum filho d'Esculapio.
Fizero-se militas pesquizas na Torre e
por mulo tompo foro infructferas ; al que
a final descobrio-se em urna das partes supe-
riores desle monumento urna pequea porta
de ferro. applicro o ouvido e senliro
distinctamente gemidos e gritos.
Abr abri disse o agente da polica.
Oque queris aqu? respondeu urna
voz de mulhcr, queris ver seu cadver ? mas
nao o deixarei, quero que me deixetn mor-
rer com elle.
commandantc o capito tenente Jos Ma-
ra Nogueira
Parahiba ; 3 dias, hiate Brazileiro Santa
Cruz de 10 tonelladas. cap. Victorino Jo-
s Pereira equip. 4 : a Joaquim de Oli-
Veira.
SAHIDOS NO MESMO DIA.
Boston ; galera Americana Grotius cap.
Mudford ; coma carga que trouce de Sy
dney.
Liverpool, e Parahiba ; brigue lnglez Mi-
nerva cap. John Marer: carga lastro.
Dito dita ; brigue lnglez Margarida Iliza-
beth cap. Norma M.' Iven : carga assu-
car.
VIonte-vido ; hiate Americano Rial Proven
ce cap. B. J M. Amintin : carga lastro.
Maroim ; hiate Brazileiro Especulador cap.
Jos Thimotio dos Santos : carga farinha.
Una ; hiate Brazileiro Novo Destino cap.
Este v" Ribeiro : carga fazendas
_________llllljHilllHM..... -----
desolver-se a sociedade entre" eos actme*
proprietarios ; da casa de madeira onde a
mesma existe com estrbarii adjunta adver-
L-se que dito mechanismo he mui propri
para movimemto de qualquer engenho por
va de vapor agoa ou de bestas o que
pode conseguir-se com deminuta despeza.
AVISOS DIVERSOS.
DECLARAR OES.
O brigue Ful recebe a malla par a Rio
de Janeiro amanh ( 19 ) ao meio dia.
ar O brigue escuna voador capitfto Manoel
Antonio dos Santos quer tirara malla para o
Rio de Janeiro no dia 19.
AVIESOS MARTIMOS.
Para o Cear satura com brevidade o
patacho Maria Luza mestre Igoacio Mar-
ques por ter maior parte da carga prompla
quem quiser carregar dirja-se ao dito mes-
tre, ou a Antonio Joaquim de Sonsa Ribeiro.
LEILOES .
________________*----------------------------------------------
Ressell Mellors & C., faro leilo por
intervenQodo corretor Olveira de 100 bar-
ricasdeserveija de Londres metade preta e
metade branca que desombarcar na esca-
dinha da alfandega no sabbado 19 do cor-
rente da emquesero vendidas as 10 ho-
ras da manh no armazem de Jos Rodri-
gues Pereira 6i C. onde se apresentaro as
amostras,
tr Kalkmann & Rosenmund farSo leilo ,
por intervenco do Corretor Oliveira de
muilas miudezas de varias qualidades co-
mo sejo fitas de seda e de linha hotoes de
metal e de osso caixas para tabaco e para
barba oculos pentes de marrafa e de alisar,
luvas de algodo, marroquins e espin-
gardas lazarinas e de coronha inteira c\c. :
Sexta feira 18 do corrente as 10 horas da ma-
nh no seu armazem ra da Cruz.
er Kalkmann & Rosenmund conlinuarfio,
por intervenco do corrector Oliveira o seu
loilo de mui ricas fazendas Francezas da
Suissa e Alemanha segunda feira 21 do
corrente s 10 horas da manh, no seu ar-
mazem ra da Cruz.
erO corrector Oliveira far leilo segunda
feira 21 do corrente as 11 horas da manh ,
de urna serrara porttil de patento com todo
o machinismo completo a qual hu movida
por impulso de cavallos ora erecta e traba-
jando no lugar de fora de Portas passando o
arsenal de marinha o se vende por motivo de
Ouvindo estas palavras desordenadas ar-
rombou a polica a porta, e achro urna mi:-
Iher desgrenhada chorando junto de um cada-
ver mutilado !. era o do doutor, que LiHi-
put tirara do sarco.
Immediatameiite foi presa esta desgranada,
e procedeu-se a urna devassa, que leve <>m re-
sultado a priso do velho Bob carcereiro da
Torre de Londres
Logo que este vio sua casa invadida por
soldados encarregados de prend do lan-
jou-se a elles como um possseso e excitou
sua enorme cadella Potencia a ajuda-lo em
sua resistencia, porm urna cutilada na ca
beca desta p la logo fura de combale. Outro
tanto nao aconteceu com Bob: um soldadocor-
reu Ihe urna estocada no peito... cousa in-
crivel !. .. a por.ta do ferro virou e nao fe-
rio., segunda estocada as costas e a mes-
ma impossibilidade de eri-lo!
Ento vendo o commandantc da escolta que
os soldados desanimavo por esta circunstan-
cia singular, largou suas armas, e atirou-se
a Bob como um furioso. Bob receben este
primeiro encontr com vigor raro em homem
de sua idade... abaixou-se um pouco, r o
sargento engaado em seu ataque foi-!lie
cahir aos ps. Bob, lomando-o ento pe ios
cabellos e laucando o por Ierra pisou-llic o
rosto e dentes com o salto das botas...
O sargento cujo sangue corria em abun-
dancia esperava um momento favoravel, e
t*r O Snr M. T. filho da finada Maria
de T., trate de vir quanto antes rna do
Nogueira numero 13 remir os seus pinho-
res pois queja se Ihe tem esperado bastan-
te quando nao se vender para ombolco
do annunciant<*.
tsr Franciso Joaquim Moraes retira-se pa-
ra fora da provincia.
or Achou-se urna canoa de carreira que
hia por agoa abaixo quem for seu dono dan-
do os sianaes cerlos se entregar : entenda-
se com Joaquim Joze Lo ly na ra larga do
Rosario n. 35 que dir onde se acha.
= Tendo o abaixo assignado concluido a-
migavelmenteo pleitojudi' ario que traziacom
o Sr. Joo d'Al^mo Sesneiro sobre o sitio do-
Mondezo, hernc,a de sua mulher filha e her-
deira do finado snr. padre Manoel AlVes de
Aguiar e desejanio pagar aos credores do>
mo a venda do mesmo sitio, o qual tem excelen-
tes arvores de fruto ; duas propnedades ; u-
ma de sobrado no fundo e outra terrea na
frente casas para escravos estribara para
cavallos e porto de embarque : os snrs.
pretendentes podem drigir-sea casa do an-
nunciante as 5 Pontasruado Peixoto n. 120.
Leopoldo Caio di Mello e Guararema.
Seosr. F. S. S. quizer pagar urna
conta que contrahio em 27 de oulubro de
1840 pode mandar a quantia na ra do Li-
vramento casa a onde j se Ihe disse em urna
carta serto de que se o nao fuer declarar-se-
ha seo nome por estenso.
Se o sr. M. J A. C, julgar que tem-
po de pagar a louca que deve desde 10 de se-
tembro de 1835 pode levar o dinbeiro ra
do Livramento na casa a onde a poucos dias
recebeo urna carta da pessoa a quera deve e
da inasma casa achara outra carta.
Por execucesda asenda publca contra
Antonio Rodrigues Samico, e o doutor Bento
Joaquim de Miranda Henrique esto em
praca para serem arrremtados no dia 19 do
corrente pelas 4 horas da tarde porta do
respectivo juiz os bens seguintes : um escra-
vo de naco costa moco ofOcial de tarta-
rugueiro avaliado em 400. rs ; um sitio
com plantarles e casa de taipa cora varias
bemfeitorias no lugar da Boa-viagera ; urna
morada de casa de sobrado de um andar, sita
no Poco da Panella a qual se arrematar
de renda annual.
- Deseja-se fallar a D. Lianor Tereza de
Oliveira Miranda para negocio de seu inte-
rece.
Estabececeu-se na ra do Cotoveilo n.
35 urna frabrica de estatuas de gesso. da
lodo os tamaitos proprias tanto para aulas
de desenho como para jardins ou outro qual-
quer lugar esposto ao tempo. por serem pre-
paradas com urna composico de nova inven-
(o; e vende-se gesso em p e em pedra.
aproveitou-o. Emquanto Bob insultava-o a
seus ps o sargento do chao mesmo agar-
rou com ambas as mos em urna das pernas
do velho e com inaudita forca pz-se a faz-
la vergar... Bob lancou um grito... o sargen-
to nao Ihe deu ouvidos ; estalou o osso Bob
cahio com a peina quebrada !...
I'espiro-o immediatamente e viraoque
que este miseravei linha sob a pelie urna
outra pella de serpente de cujas esca-
mas servem se os habitantes das libas Orien-
taes para arrostarem as flechas inimigas. Ti-
rro-lhe esta couraca deitro-o n'uma pa-
diola e o trausportaro a Torre de Londres ,
donde tinlia sido por longo terapo indigno
carc- ireiro.
Durante estas oceurreneias tinha Jack
dormido profundamente e ao acordar olhou
para o relogio e lancou um grito de sorpresa.
Meu Dos dorm muito tempo !
Esfrpgou os olbos e pz-se curiosamente a
examinar ludo o que o cercava. No mesmo
instante abrio-se a porta do interior e urna
personagetn com olho ameagador e severo
olharencamiiihou-se para acabeceira de Jack.
Quem sois^vs ?. perguntou este tre-
mendo.
O dono desta casa : levanta-te que t'o-
ordeno.
( Continurt-st-ha/


4<
Th'eodr Mathieu cirurgtb
dentista da real cmara de Si
M. O. Mara Segundo Rainha
e Portugal; partocipaao res-
puitavel publico, que nao 'se
retirou como tinlia prometti-
s'dsetembro mas sim verificar:
de 15 de dezembroem diante, e leva em sua
companhi sua esposa e 5 escravos; as pes-
soas que se quiserem utilisar de seu presti-
leipodem dirigir-sea ra Nova n. li.j>ri-:
ineiro andar. i ;
MT *N armazem de trastes da ra da Cruz
n. 63 precisa-se de dous. aprendizes de mar-
-ijtJTkRrecisa.se de uui moleque que saiba
alguma cousa cozinhar para.casa de poqca
i'aimlia : na ra da Cruz O. 3l.
- tsr, IVecisa-se i"- > otlicial de carpinteiro
captivo para trabalhar alguus mezes; quen*
tiver annuncie. ,
queira.fazerofawr de aWxunoar.-a^W,, mo-kmprraidorisedir| ,p, rapw da. venda ; na duzias.
rada, que se llie deseja fallar, j.nqgocip,do ra estrejjta do Rozario n. 29.no lerceiro an-:
PILULAS VePETAES, tMVERSKESAMEniCAJMS.1
O uhi depositodllas'he'em casa do agen-
te 0;"KnotH-, n ra de Apollo n. 27.
' tr Atg-se 3 pretos : no armakem da
rb do'Vigario d J. J. d M. Reg.
tsr1 ttandel do Amparo Caj com loja de
'Ifalte ta fa Nota n. 52, precisa de
OflWi'S do mesttio officio que sejflo bons j
assm/como vende 151 toros de*ngico, sen-
db d i e 9 palmos" de compridb a maior
tttrte defles sao pegados ptor isso se pode ti-
taT qalqer obra.
Jtr- O Sr. qU6loffereceoMOji por um es-
cYaVO ; m na serrara se ainda o qudr ou
ira q Iqi pessoa que rJ qisr comprar
pelo mesmo preco dirija-se a mesma ser-
rara na praia do Fagundes.
" Wr'Joito 'Baptista Gorjao se asslgna]de
hjefem drMite por Joo Baptista de Melro
wjo, por cadza de naver antro de Igual
om* .....
tar Quem achou um botao de outo lavra-
do e urna bengala ', querenfdo restituir s
dar 2 rs.: de gratificarlo na ra d S.
Hita-Nota* W.''54.'
f'tar Dm1 ffiufher capaz e"sfem filhosse offe-
recepara"eosre ngommar em ama casa d
pouca familia inda mesmo >elo sustento e
VfcStuartd1:-Hasta Angosta n. tt. '
'rir"0'Sr'. Antonio'de Mraes HlchaO ten-
do irm carta no corrfeio vitda* d Lta'nda ,
tio Vapor1 chegado no dia 13 db cbrrente,'q'iii'-
ra ir'buscar na roa'do'Sebo n. <% confronte
aos-fabrieantes'de'rap; p^is Mi'(irada por
uita'do mesmo nome 'dirigida por Antonio
Flix-Machado. "'
';tsr"Preci*i.ededmfeitor que trablhe
deench^j* j e que entfcnda de hrta !, 'jar-'
dita ,"pa'fa Un pequeo sitio n Montfeg :
trtBt lid nes&' lugar botica de JooCa'-
cio Pereira Freir, (
1 t^'Ujumtlver'um sobrado, ou roesmo
ifni'prihieiro bu segundo andar",' que' s'eja na
ra estrella do Rozario ou pateo- do. Carino :
^ftrn''fver rinniicil' |
"tsth C/uem aiinhciou querer"fjrtO''a pfe-:
rni'd dous per ch'to aq mez dando liajj
mdrk'd'd casa To bairrd'de "s. Antonio, ei
pagab'dO'o premio mensalmerite dirija-se 'a
ra Streita db'Rzro casa do Rlojoir'o. '
lab-' fjfai'rapaz p'rtguez de ll a 6 an-
outra qualquer arruma^','exceptuando ven4
da ,"sarD 1er e estrever $ quem precisar "n-i
ilUOcie. ......' "
tsr Quem fnnunciou no Diario b. 24(|
qoeVertromprar urna venda cbm poucs fhi
dos,'* que tenh cbmmodos !para familia,1
airtja-se ao aterr dos affgadds 'defrohte do
tiveiro do Muniz n. 8'3:''
"'tar Alga-sx'o'tercirtf'andar da sobradcj
'da'fuadO^uimatfni 8 a tV'tar na lJ
(r-mestnOL' '" i
t# A'p^sSaqbtltncionrtbDrario d
i fe do*C9rrtU'e p/eclsr d 5004'MV a premia
dd'pr/r ctitbd'mez ob're h^pbtheca mi
ihti Cs n brr 3"s.'Antonio Tivre e
de^in'bal'fttkda',-'aiHj-'se ria da 'Floren-^
lina n. 40.
J ?V'Aibga-S utn' s7tf corr boas scmmo-.
'tal/6-es";lpastagem para o a 8 Vcas mi-j
Wb'lVTedbs be frijcto com urna grande ca-
sa feitaa moderna, 'na estrada do Rozarinlio:
riUtVut'Mtft do Rozrio botica n. 42.
o.i.|j|^ jf0 50tequm ja uno juno aos quar-
fH ,' tefri'todosOs' domingos e dias santos de
'iba^'R'i rH3o"de Vacca de patente cabd(a,
ame'Vp'orc ', ri'm misturado" com'fig-j
dV, Wtmn'rrt's receb assfgnaib'r para .sa
dar comida mensalmenle, tudo com asseio
cr" Quem precisar de um forneiro diri-i
ja-se a ra da Senzala velha n. 94.
ssr A senbora D. Alaria Rita de Mello
seu- nter esae.
iBT Precisbase da ,s^rradouei flara ^iya-
rena madej,ra,,dQ pinhp : atraz do.^eajtro.^ar-
mazem de Joaquim Lopes de Almeida......
sar Alugase ppr.imeiroan.dar da casa n.
1.8 na ruado Fogo : na pracinha do .Lirrar*
menbo sobrado n. 44.
Deposito de rap Princesa da Baha.
I tsr O agente encanegado pela fabrica da
Babia n'e.sta cidade tem a agpadeper aoj;espei-
tavel publico, a.manairaicom que tem acolludp
seu rajj e,o Cftuqaitojjustp.q^e !9Je nsjt/i me-
recendo pela sua ptima qualidade tornndo-
se igwl.a.^Mna.qijey hoja, tem na corte do
Rio de Janeiro e Rabia. ,Ksporamos pois
que o ,rasfl{laYl, pub^to qoniinue a ser -
mante de Uq xp^eate rap para o que sel
lhes estipulou, o prego moijico de 900 rs. por
libra quando haja comprador quf leve a cima
de 5 libras; preco igual ao da mesma fabrica
na Baha. .
nao hayendo corr^pareciao na^s-'
semblea geral, convocada para o
dia i G do corrente, o numero de so-
cios exigidos peo 'rf.'iO dos res
pectivc* ^s^tqtps,,, a, Cojimissa
Administrativa da SOCIEDADE
APOLLINKA convida novafrnenle
os'Srs socios para se'run'irm m
ssrnblea geral no da ,f,$ do
corcep le pelas 6, hutas da tarde no
lugar do coslume afim de decidid
rem sobre o pedido que Commis-
sao fez M."e q Popo^ da casa da
sociedad para hura concert mu-
sical em eu beneficio. A comish
sa5 Atjminis^'rat'iv', obsrvadoi
assim a.diaposicao do wi. .i7 dos
Estatutos que \ em rirtude desse'msmo arti-
S. ^^(quer ,que *eja o nwapra|
dos comparecentes, podcm estes
resolver1, -e na decisuo ser exe-
cufada. ''-
w RAFAEL Lueci par-i
ricipa aos Sr3. assgaautes
das Fuwccoes LyricaS na|
Nalalense que a secunda
ter lugajT ijqda 21 o
corrente ro para agradar
nfais ao Sr$ ss^naiils,
pela prfrneira *ve2 My1*' Ma-
nuela Caelana Lueci citn^
tara huma cavatina.
9*.r-i u\\
, ,^ Urpftb^rpa,5a de carga de 10 eaix^s .
pi'rpin,pta(fif;a navegar assim commo tm-
^etn- se, ven ra tudoppr pregocoinrnoiio : atraz da'.ri-
beira n. 9 e 11 e. no mesmo lugar so yen,de
lenha de mangue 3 aclias por dous vintens.
pr Urna negrinhadelG aqnos, engom-
ma bemliso coj?jqha eeqse., um moleque
crelo de ii apnos, op.MaJo,.(para qualquen
officio ; uma,eacrav^,de nag^p java bem de
sabQe1Y8rrella,;,ouiraildjta, de nacjp ,en-
gon^ma e jCflZib.ha,: ,0 tua^pifei^n. J3.
, a^r. lima pretaeqm urna cra, tem mu-
to bpmleite : na rUa q"q Qqel^p^j^lJar ,com
^nacjeto Jp^e de Mepd.onsa, pajeirq,sera-
do.passantjo s (ionjalq,
ts^ Mann em caixas de 16 libras, ^por
PWW.cpmmodq.: na ra (Ja.^loftda .n- IjO- j
. ,^nr: U(n, panno ipglez de ORtjnjas, yozes :
u^.ruada Ccu? a.rm.wni 4e ferrag?ns. mi
nifirp2.
, ,pr Superior,,,Y,inlip epgarra.No da mfl-
deira.secfip, uwivasia t e de bucallas na ra do V'igar,io n, 21 v ,;
, lar No a,rmazm,de fer^anda 4p^,..Bra-
gue*,, ao p d.p a-rcp da Coaceicp do Recife,
se veqde feijo mulatinho chegad,odp ,Rjo de
Janeiro, muito barato elingoasde boi do
Rio Grande a 480 a duzia.
trinta e dous palmos, e 2o de $2 ditos, que
oxiste por traz da ra dp C&ldereiro aonde!
i'siao as canoas de agro :' ra 'entrada da ra;
da 1* guildes no prime i ro sobrado a esquerda.
ur Um bonito cava fio bastante grande ,|
com to'dbs'osandaftsi': ^'d'rhais 'hii'p possi-
tel': 'li'o'attlro dBa Visir loja'de'cra po's
numerolO.'
vr Duas moradas de casas de taipa no lu-
gar da Cabanga, todas com excellente quintal,
de tije|s p. pratos da bdira azul poi
980 a du/ia ,f velas de esp'-'nnacete do ti e ^
epjlibranmit alvas a 7,0.0 idis a Ubra, maa-
teiga deporco muito alva a 400.res.a libra v
tpuciahp do reino de caixa a 220 rais a libra,
breua 50 res alibra e urna porC/oda velas
do sebo muito alvas a 1 U) a diuia : na ra
Velha da Koa-rjsta vend&.n,..70..
,,|r Para fora da provincia urna esciava
crela e moca cpm habilidades : na ra du
Orlas sobrado n. 70
of Dous ounbetes de fauces deroga um
dito de meia dita : na ra iVigario n. '.
.ejr,,..Um cavallo russo bom arregador
baJxo athfl: aq,uipar: na ra..do Crespo nu-
mero 2 A,.
, S3V Saccas com fariaba le mandioca iBui-
tQ lina ;. na iua do Caijug luja de Antonio
Rodrigues da Cruz.
B&- Urna alva de la vari nto e urna toallia
de altar,: ra ra Direiia n. 82.
, =9, Por prego muito coimnodoum ,bom si-
tip com csa de vivenda no lugar dos Apipu-
cqs com bstanles arvoredosdafcucto ex-
.cellente agoa debebar., urna baixa ptima
para capim e propro pare se ^assar a festa
por tero fundo a margein do rio; na ra
Velli da Boa-vista n. 8., .
, fss JVa.rua do Queimado loja da farragens
n. 10 tem. para vender por commoda prego
muito boas tranquelis com fec lia dura e sem
ella proprias para portas e janellas e caixi-
lbos de sacadas e muito boas espingardas in-
glezas para caga. i
ssr" Seis cazares do.pombos muito bons ba-
tedores : na ra do Livramento.botica do sr.
Chagas-
KST Um batelam que carrega 3 a 4 pessoas
novo i na ra do Vigario armazem n >.
!>
U-^i.

COMPRAS..
J-----i, ,.finl un ,.!.. ili
d-provincra eseravss"d^FrTi
a35 8n,nqs,.jc.pg.babilid,ades,pu sem, altas j
e creplinhos.dp,.1Q a Ji& apnos sendo sadios;
na ra Nova lpja.n.,20. ,
tfr1 Moe,da di,qpbre.corrente com o. dis-
conte de 2 por cento : na. loja de. cambio d
de Loureugp Bas,t,QS,S Companliia.....,.l
_ tp~ Um carro de mo.para conduzir ma-j
terial ^ na ra Jarga dp Rozario venda .> 35.'
tsr Um pretooo moleque.sera rvioios : na
ra do Caldoreiro.sybrado de um andar mu-:
W 2-, ..... i ...... I
W Tartaruga era grandes e pequanas por-i
coes a Reptes velhos ; assim como conse^
la-se todf phra.de.Aarruga: na rua.de.HorA
tas.Joja de tartarugueiro na esquina .que vina
parado beco do PoQinbo., ., )..
_i____._
-L
VENDAS.
'I
tima parte da, um sobrado : na m
Direita loja de couros n. 43. ,
ur Por prego; muito barato yni diccio
nario dp Moraes da 4.* edigSp t em bom uzorj
na prga da Independencia Iqja n. 11, 13 ,
e ibl ,.
ssr Urna porgSq de sebo ja limpo.: no
largo do Tergo venda n. 7.
tsr l'm casa em Oiiodf com coramo-
dos'suficientes para pouca familia.) PP,ri:PfP
gocommoflo; m; ra Augusta venca, \\, ^8.i
tsr Umescravode 18 annos de muitol
bonita figura ;, sem o .penpr, acJb,a'qu,e..aoj
e com alguns aivoredos e psd coqueiros ,1
e be pertb do banlio 'sajiado', e b'nl 'pixe
efetivb n porta'; os n'riendrftes' dlriiSP-sel
as 5 Poiitas n 26 lallar com o'A'morm J-
nior quPdo'o negocisefarl
er Oleo de linhagaa30'rs''alibra tin-
ta verde a 240 rs. a libra azeite doce a gar-
rafa 'bti&ti.}, mantetga a 56^r%. ,'lnntei-
ga de porco a 400 reis toucinho de Lisboa
a 200 rs. ^dilo de Santos a. 160 rs. carnet
de toucinho a 60 res a libra-,, paneiros de
sal de qiiarta vellm do Maranbo a 820 res ,!
breu a 40 reis a libra queijos bons a 1200 J
e,U lutria a ,1(J0 rs. tapioca a 120 rs./ 3
cevadaa l rs. alpista o quarteiro a400
reis paingo a 200 reis chocolate da Lisboa,;
graixa n. 97 a 140 .reis:,, carlaa portuguezasi
ditas 'rancezas tabaco simonte da Baha em
libra a 240 res caf.a 140 rois a libra es-j
permacete a 680 pomada a 240neis,a.duzia,
vnhosdo porto ,. Lisboa.,,flgueira e mus-|
caLel fin canadas.e garra/as v e mais gneros
>qr prego cpmnwdo,: no pateo do Ter?o n. 7.1
tsr Cadeiras .americanas com assentp du
palbiuha camas de viento oom armago id
sem ella, ouito bam feias a 4(o dita^
de pinho a 3500 ,. mariiueaas.de condtir ,1
mezas de janlar commodas. de amareld ej
de aagcp assim coioo outnos muitos-trastos;;
e piuli.o.de suecia cora .3 pojogadas.de grossu
sura dito, serrado tudo mais em conta dO que
eo ootra- ptalqmr pavto "iwrua da r^loiBB-
tjpa cafare, J.,fierange,rr ,
w Uma,negr,adenagao,ide,bouitaGgu-|
ra boa qps.jnheira i,lava., aengomma *om
pefeioo v taz dpce de todas.as.qualidade,:
qa,rua da Con^igo dp Bepieioja de Jooda
Cpftha.Magalhes,......
, ,^" pma. vepda.iPa ru de I\ora de Poetas-
jp.p do bepo Largpn. 90i,aiaoa afreguezada ,
e em bom lugar tpm bom sorliraento pro-
pro para o lugar, e veadt.-se a .praso por
abaixq .asignado ..estarsabir .para /ora da
provincia: tratar na mesma.
, .,.,; i-,...... i,. Jos da L. Soaras.
, 'n^r. Urna escrava. crela da. idade.de 18
annps pptnia.igura,.,.,cflnlia Jaya,, en-
{joinma i) faz todo pseryigp de. urna .casa
sem vicios e nem acuapuies,, .avtsta doseom-
pradojjes se dir o mqtivo poequa se vende
na luaeslreita do Rozario n. 38....... .,,
r A Sumaca BrasUeira Sanlp Antonio.,
de coflstrMto JBrasileira ;.os pretenden tes pp
vr llarris pitqlenos com potassa ameri-
cana, barricas com suparior farelo 5 e velas
deespermacete : em casa de Matlicus Austin
& iQumpauhia ra do Trapiche novo nu-
mero 18. i
tsr Um moleque de 10 annos muilo es-
parto, crelo, ptimo para qualquer ocupa-
gao semdeeitos em achaques ; e um se-
lim novo para menino montar em carneiro :
-nara de Hortas n. 46.
ESORA V*
lUm----------1_
OS FGIDOS
,-------^~u^.ifail-_u
*4-
dem liir examina -la no /orle do Mallos e a
tratar do ajusto com Manuel Joaquim Pedro
da Costa na ra d Cadeia o. 46i. -. ;, i
Or I na negra .boa cqsinheira propria pa-
ra tqdp p ser.vigq.ie urna casa sem vicios 5
um violo pequano com boas vozes.por prego\
romnjodo-, e os dous ramallietes de 1858 e
1859,era ,bpm usp.: na ra da Conceigo da
Boa-vista ft. 26
. ssr Feijo mulatinho novo ,e dito branco
a prego de 84 o alqueire da medida veilia
tr NPanno' de 1824 Tugirao dous pre-
tos urh de nome Tbom'a, ng^o angola, re-
prbsntva qando fugio fjp 12 a 14 annos,
bortita figura cor.bem retinta sem ijqe li-
?688608411 a lie tempo slgnal agiim outrp de
nhle Luiz da mesma nago ainda moleque
ria'qUelle'tmpo porem com bipnita figura os
quaesdesaparecerao naquelle tfjmpo e se jul-
ad'terem sidofurtados porqu nunca, maja
se'te Ve noticia del I es os quaes foro compra-
dos a Jos Joo Carneiro e por isso se supOe
'pile "terio a marca delles que era a segu/)te
I1C porfern nao h lmbranga se era no pei-
to 011 no braco por tanto pede-se as. authoi i-
d'ades policiaes e mesmo capilaes de campo ,
p'ssas particulares^ i^ue deles tenho not-
ia de os ap'rhndr,,ou ,annunciar, ou dirija-
se Cidade de Pernmbupo a casa de Joaquim
Pereira 'd Mndonca na ra, da Pr^ia sobrado
de drius andares n. 37, que gratificar cpm
90f por cada' bm alem das iispezas ordina-
grFugio no di 16 do corrente 1 creolp de
nm Ricardo de 15 abrios', swQ to cor-
po per has camb'aias rosto cmprido be-
ds grdsss c'r fula e julga-se esteja para ps
'AlTdgados foi comprado no dia lo ao sr. Dr.
Antonio de Andrade Lima e por isso p es-
craVo nao sabe o no'me do presente sr.-, quem
o aprehender leve a ra do Livramenton. 3 ,
que ser bem gratificado.
ir-Fugi no mez de Junho do anno, de
1838 o preto de nome AlanoeJ nag^o an-
gola com Os signaes seguirtes :' baixo crieio
do corpo uin tanto lula semblante triste ,
qu'and fala lie descansado niuito cabelii-
do por todo o Corp barba'serrada bem la-
dino he cosinfieiro o'alfaiate r o qual se SU-
po tf hldo para Certao 011 embarcado
para fora da provincia':"h da 8 d Dezembro
do ISIO", fugio out'ro de nome Fr'apcisco,,
ain'da algma cosa embargaejo na fala', he
de angola, alto, alguma cousa secco do corpo ,
rVstP compfid Y denles abertos ha frente,
tem urna marca de A no ptodirele quan-
do anda abru os ps para os lados e lie cun a
cabf'ga' levantada lie ollicial de serrador de
c'ujos esravos se pede encarecidamepte a
aprehnso as aullioridades pllciaes ,' e capi-
laes de campo e mais pessoas particulares de
os l'azer conduzir, para esta pVaca a entregar
seh'senhor Joaquim Pereira de Mendonga ,
que pagar por cada um lO.y.
RfcGIF iN'A Tr\ OLM. F. DEF. 18.
r


Full Text
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