Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04821


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Full Text
Auno de 1342.
Qara Feira 16
'Tul' agora pendede m\j meamos ; da ntma prudencia moderacao e energa : con-
linuemoa como unnuiuiauuis e seremos pontados cum ndmiraiao enire as NaCoe niais
( Pioolamncao <'* Assembla Geral do Diuzl.. )
cultas.
PARTIDAS DOS CORREItS TERRESTRES.
f.oianna, Parabiba e II o grande do Norte se;?auda< e sextas feiraa.
bonito Garanhuns a 10 e 24.
Cabfl Seriiihiiem, Rio Formtso Porto Cairo Macei e Alago no i. ,
Hu-vista c l'lores a 2S. Sanio Anl.io quintas (Viras. Olinda todos os dias.
DI AS DA SEMANA.
ji ,-- US. demento no, e Filomeno Mm. Aud do J. de D. da 1. v.
. | Tire. s. Leopoldo Marquc Re. Aud. do J. de IV da 2. v.
jg Ouurt. s. Goncajo de Lagos. Aud. do J de D. da 3. T.
17 Oiiint. Gregorio Thaumaturgo B. Aud. do J. de D. da 2. r.
a Sext. s. Romio M. Re. Aud. do J. deD.dal. r.
|) Sab s. liabel Rsinha de Ilumina F. Re. Aud. do J.dcD. da 3. v.
20 Dom. Feliz, de A'alois Fundador.
11
de Novembro. Auno XVIII. N. M8.
O Diario pnblica-se todo os dias que nilo forem Santificado* : o preco da anignalara be
de tres mil reis por qusrtel paos adianlado. Os annuncios dos asaignante ao inferido
gratis, c os dos que o nio forem liratAo de SO reis por linlia. A reclamacea derem aer
dirigidas a esta Typograna, ra dasY.ruiej N. 34, ou a praca da Independencia loja de litro*
Numero G e 8.
C\
CAMBIOS no da 13 de outcbro. compra venda.
Cambio obre Londres 27 Nominal-
.i Paris 330 reis por franco.
Lisbi 100 por 100 de pn-mio
Moeda de cobre 3 por 100 de descont,
dem de letras de boas firmas 1 { a 1 {.
ORo-Moeda.le 0.100 V.
PJ-
,, de 4,000
l'r. iTv-Patacoea
PeosColumnares
ditos Mexicanos
ni i uda.
15,200
15,00.
8,200
1,740
i ,740
i ,740
i,6W
15.220
15.200
8,221
1,76'
88
1,6*0
Preamar do din W de Novemltro.
1. a 3 lioras e 42 m. da manbua.
2. a 4 horas e fim. da tarde.
PHASES DV LA. NO MEZ DE NUVEMHRO.
La Nora 2 1 bora e 4 m. da tard.
Quert. cresc. 9 l 10 horas e 57 m. da tard.
La ebeia 18 i lora c 10 m. damanh.
Ou.rt ming. 25 sG boras e 42 m. da manh.
ARIO DE PEBM
THESOUBARIADA FAZENDA,
ESPEDIENTE DO DA 26 DO PASSADO.
OHicio AoExra. Presidente informan-
do o ivquerimenlo do capito Anacleto Lopes
de S.inta Anna.
Dito Ao inspector da alfandega parti-
cipando em cuinprimento do oiTiciodo Exm.
Presidente da provincia expedido em confor-
midado do aviso da secretaria de estado dos
negocios da marinlia do dia 6 que tendo si-
do frotado' o brigue Inglez = Ann =s para o
servigo de S. M. B. devia ser esta einbar-
cago reconhecida com transporte e isenta
da observancia dos regulamenlos a que esto
stij -tos os navios mercantes emquanto es-
tiver empreada no referido servido.
Igual parlicipago se fez ao administrador
da ni /. i do consulado.
Portara Ao collector de diversas rendas
do municipio de Garanhuns, recommendando
salisf.ga com toda h brevidade a mformago
que exige o procurador fiscal da fazenda ,
constante da riquisigo que se Ihe envin
por copia.
DitaAo thesoureiro da fazenda, para
acci'itar e pagar nn dia du seu vencimentu
a letra de 5:ll7,>402 reis sacada pedo Ihe-
soureiro geral do tiiesouro publico nacional a
oita das precisos a favor de Joo Alves de
Carvallio Porto.
dem do da 27.
Oficio Ao Exm. Presidente da provin-
cia informando o requerimiento de Francis-
ca das Chagas Mendes.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. idem o de
Auna Iguaria da Annunciagu.
Dito Aos S." I. L. Golsmid, W. Thomp-
son e VV. King agentes do Brazil em Lon-
dres com a letra del. st. 1,3 23- 9- t sa-
cada porN. O. Bieber & Companhia e abo-
nada por Joo Maria Seve sobre N. E. Bie-
ber ', daquella cidade.
Dito Ao inspector da alfandega deci-
(lindo sobre o pagamento da mulla imposta a
Joze Maria Fernandos Silva.
dem do da 29.
Olcio Ao Exm. Presidente da provin-
cia, pedindo explicacc-s sobre as demarca-
V/'!s ou limites actualmente feitos das
cidades do Recife e Olinda para a cobranza
da decima dos predios urbanos afim de se
poder proceder a collecta da taxa dos es-
clavos.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. informan-
do o requerimento de Joauna Libania.
Dito Ao administrador da recebedoria
de rendas internas remetiendo a relacodas
pessoas que devom ser desoneradas do paga-
mento da siza dos bens de raz visto te'-rn
sido foi tos os contraclos de compra e venda ,
antes de 13 de setembro de 180!) em que se
pnblicou nesta provincia o alvar de 3 de ju-
nho do dito anno.
Portara Ao thesoureiro da fazenda pa-
ra entregar a N. O. Bieber & Companhia a
quanlia de 11:764*206 reis importancia da
letra mencionada no ollicio cima.
dem do da 51.
Oficio Ao director do arsenal de guerra
Participando qual a quantia que foi marca-
lia para as despesas daquelle arsenal, no cor-
renle anno linanceiro.
EXTE1UOK.
ESTADO ORIENTAL.
Montevideo 29 de setembro.
Cartas da companhia annuncio que S. Ex
o Sr. presidente tinha convidado os generaes
Paz, Ferr e Lpez para urna conferencia em
Paysand.
30 de setembro.
Acabamos de receber a seguinte carta do
Salto com data de 25 do corrente :
O Sr. governador Ferr est aqui desde
q dia 14 e eremos que estar salisfeito do
acolhimentoque mereceu.
No dia 20 recebeu S. Ex. communi-
caces do general La Madrid pelo Chaco. A'
sabida do proprio marchava La Madrid so-
bre Tucuman com a suadiviso, e Penalosa
com a vanguarda tinha penetrado na provin-
cia do Cordova, e se dizia que ficava a 20 da-
quclla capital.
O nosso exercitoest em um p brilhan-
tee excede a 4,000 homens. Occupa Peru-
cho Berna e a vanguarda est em Villa-
guay. .
S. Ex o Sr. presidente desta repblica
chegou a Paysand no dia 27 do corrente. S.
Ex. nomeou o general Paz; general em chele
do exorcito em Entre-Rios.
( Constitucional. )
Boletim oficial.
Montevideo, 1. deoutubro.
O governo acaba de recen t communica-
g<5s mili satisfactorias de S. Ex. o Sr. pre-
sidenta acompanhando um ollicio do general
Aguiar em que d conta do o^corri lo no thea-
tro da gueua al o dia 26 do passado.
' Todo o territorio d'Entre-Rio que oeer-
cito oriental oedeu momentneamente ao ini-
inigo para proteger urna operadlo importan-
te tinha-se recuperado restabelecendo-so
a linha do Gualeguay e arrojando para a
margem dircita deste rio as torgas inimigas.
O estado do exercito muito satisfactorio :
est animado de excellente espirito conser-
va rigorosa disciplina e a sua deciso e enthu-
siasmo provar seguramente ao inimigo que
nao tao fcil como julgava e dizia com sua
costumada jactancia destruir os que comba-
lem na margem esquerda do Paran e na
banda oriental.
O systema desangue e de exterminio que
o inimigo tem proclamado e seguido com u-
nia constancia feroz suscita-lhe inimigos mes-
mo entre as tribus barbaras do Chaco. No
dia 31 de agosto o capito Reyes penetrou
atorinco de Santa F bateu a forga ini-
cniga que ali se achava e levou grande nume-
ro de gado e mais de 2,000 cavallos : mais de
cem desertores se tinho reunido em poucos
dias torca do capitSo Reyes.
As torgas do Oribe que, segundo.annun-
ciarSo os seus devio dominar este paz o
mais tardar no mez de setembro conlinua-
vo no seu campo das Conchitas junto a
Baixada. Dentro de poucos dias engrossa-
do o exercito de operacoes com a torga que
conduz S. Ex. o Sr. presidente comegara
a obrar com vigor sobre o inimigo.
O PRESIDENTE DA REPBLICA E GENERAL EM CHE-
FE DO EXERCITO.
Quartel general em marcha 28 de setem-
bro de 1842.
O abaixo assignado tem a satisfago de envi
ar ao Snr. ministro geral as ultimas communi-
cages que neste momento recebe do Sr. ge-,
neral cheto do estado maior D. Flix de A-
guiar para que se sirva leva-las ao conheci-
inentodo governo.
O segundo departamento de Entre-Rios es-
( j em poder do exercito e completa a o-
perago que este praticou com tanta bizarra
o denodo at as alturas do Yaquery grande.
As operages martimas do valente capito
Cardasi at boca do Guaz sao de um nte-
resse positivo nestes momentos e o reeom-
mendo altamente a considerago do go-
verno.
O abaixo assignado tem a honra &c. Fruc-
tuoso Rivera. Joze Luiz Bustamante.
O CSTO.VL CIIEFE 03 ESTADO MAIOR E INTER'NO
DO EXERCITO COMBINADO EM OPERACOES SOBRE
ENTRE-RIOS.
Ao Exm. Sr. presidente da repblica se-
neral em cheje do exercito alliado e direc-
tor da guerra contra o tjranno.
Depois da minha contra-marcha do Guale-
guaysito, nao tem havido interrupgo por
parte do inimigo pois onde quer que appa-
recio as nossas torgas de vanguarda fugio
as do tyranno sem esperar sequer pela ap-
proximagode pequeas partidas exploradoras
que io observar as suas marchas.
No dia 15 do corrente. urna columna ini
miga de 600 homens Ausou passar o Guale-
guay e sentio-se por Vergara. Mandei logo
o coronel Luna com a sua diviso e de
combinagocom as torgas correntines sobre
ella para escaramentarsua ousadia ; mas foi
infructuosa esta medida porque no dia i7
repassaro o Gualeguay para oceultar sua ver-
gonha na espessura dos bosques e hoje nao
se sentem por aquello lado seno mu peque-
as partidas.
Nos dias 18 e 19 houve guerrlhas fortes
com o malvado Marcos Neyra as pontas do
Jena na* quaes o esquadro entre-nano ,
novamenleorganisado mostrou de um mo-
do digno que este povo desoja ser livre.
As partidas exploradlas da vanguarda al-
oango-n* oosta do Gualezuay- al os pontos
de Lucas Moreyra Villaguay Vergara ,
Moscas Obispito Cala Masitas e S. An-
tonio de Garca de modo que o segundo de-
partamento desta provincia est em poder do
exercito combinado.
Dos guarde &c. Gualeguaych 26 de se-
tembro de 1842. Flix Eduardo guiar.
ESTADOS-UNIDOS.
Os jornaes de Newyork em data de 31 d'a-
gosto annuncio que o tratado negociado por
M. Webster e Lord Ashurton foi approvado
pelo senado.
Este tratado abraga dous objectos distinc-
tos. Os sete primeiios artigos dizem respeito
Ikago das ronteiras entre as possessfies
Inglezas e os estado unidos fixago que nao
tendo sido bem determinada pelo tratado de
paz de 1793, tinha continuado a ser desde
cssetempo urna causa incessante de discusso
e de desintelligencia. Nao daremos hoje esta
primeira parte do tratado que mui longa ,
e encerra particularidades geographicas ex-
tremamente diffusas, sem interesse paraos
nossos leitores.
A segunda parte composta de cinco artigos
tratado direito de visita r e estipula a tradi-
go reciproca de cortos criminosos. Eisaqui
em que termos ella concebida:
Art. 8." As partes estiplo reciprocamente
que cada urna d'ellas preparar armar e
conservar emservigo na costa d'africa urna
esquadra ou torga naval snlTiciento d vasos
em numero convinhavel guarnecidos ao to-
do com 80 pegas pelo menos para velar se-
parada e reciprocamente na execugo das leis,
direitos e obrigages de cada urna das par-
tes con trac tan ts para a aboligo do tra-
fico.
As duas esquadras serao independentes u-
ma da outra ; mas os governos estiplo to-
dava que darao aos officiaes que commanda-
rem as suas respectivas torgas ordens taes
que elles posso obrar de aecrdo e cooperar
da maneira a mais efficaz depois de prelimi-
nar deliberago segundo o poderom exigir
as circunstancias, parase alcangar o verda-
dero im deste artigo. Os dous governos
devorao communicar-se reciprocamente co-
pias das ordens dadas para este efleto.
Art. 9.' Como apezar de todos os en-
forgos que se possa fazer na costa d'africa para
exlingao do trafico dos negros, as facilidades
para faz-o o sutrahi-!o vigilancia doa cru-
zeiros pelo uso fraudulento de bandeiras di-
versas ,e outros meios sao to grandes e
tentago to forte em quanto se achar um
mercado para a venda dos negros 5 que o fim
lo deseiado ser sempre diTerido se nao se
fechar todos os mercados para a compra dos
negros africanos as partes promeltem fazer
representagrtes e exhortages em commum g
potencias em cujos estados se tolera seme-
jantes mercados e fazer lodos os estorgos
ao seu alcance para convencer esses estados
da opportunidade e do dever de fechar seme-
Ihantes mercados por urna vez para sempre.
Art. lO.Convencionou-se que os Estados
uidos e S. M. B. arequisiges mutuas res-
pectivamente feitl por ellas ou seus minis-
tros officiaes ou autoridades entregarao
justiga todos os individuos que sendo indici-
ados de ter commettido o crime de homicidio,
ou qualquer acto de violencia tendente ao ho-
micidio ou um acto de pirataria de incen-
dio de roubo ou de falsificagflo ou emisslo
de valores falsificados commettidos na ju-
risdigo do qnalquer dos dous paizes procu-
raren! asylo ou se acharem nos territorios
do piltro paiz Fica entendido que esta tra-
digo s ter legar depois da produego de
prvas de criminalidade que nos termos das
leis da localidad* onde se achar o contumaz
ou o individuo indiciado d'estes crimea, jus-
tieassem a sua captura e o seu julgamento ,
so o crime ou delicto houvesse sido commet-
tido n'esses lugares.
Osjiiizesrespectivo.se outros magistra-
dos dos dous governos lerf poder e sero
competentes para o eftoito de mandar pas-
sar, por queixa firmada com juramento, um
mandado de priso a fim de que o contumaz
ou o individuo indiciado possa ser conduzido
perante os ditos juizes ou outros magistrado
respectivos. Devendo as provas da crimina-
lidade ser produzidas e examinadas, se
depois do exatue torem julgads suGcientes
para establecer a indiciago ser do dever
do juiz procesante ou do magistrado parteci-
pa-loao poder executivo competente, fim
de que se d ordem de entregar o dito indi-
viduo. As despezas da priso e da tradigAo
sero supportadas e pagas pela parte que ti-
ver feito a requisigo e que receber o prezo.
Art. 11. O artigo 8 d'uste tratado te-
r vigor durante cinco annos, a contar da
data da ratificago e ulteriormente at que
alguma das partes contactantes tenha com-
municadooutraa intengao de o fazer ces-
sar. O artigo dcimo ter vigor at que
alguma das partes annuncio outra a inten-
gao de o fazer cessar e nao mais. .
Art. 12. O presente tratado ser debi-
damente ratificado e a troca das ratifleages
ter lugar em Londres no prazo de seis me-
zes a conlar da data do presente ou antea
se tor possivel.
Emfdoquens plenipotenciarios res-
pectivos temos assignado o presente tratado,
c Ihe puzemos os nossos selos.
Feito em duplicata, em Washington aos
9 dias do mez d'agosto do anno do senhor
de 1842. .
( assignados ) Ashburlon e Daniel
Webster. ( Nacional. )
TRATADOS DE COMMERCIO.
Os tratados de alhanga offensiva ou defen-
siva nao eslo mais na ordem do dia : elles
cedero o passo aos tratados de commercio.
O negociante segu a pista do soldado, e sem
embargos d'alguims eventualidades mais 6o
menos ameagadoras os diversos governos
da Europa cuido muito mais a esta hora em
organisar a paz do que em preparar a guerra.
Se esta tendencia boa ou m deixamos aoe
philosophos e aos philantropos a tarefa 4
decidi-lo ; emquanto a nos basta-nos pro
va-los.


2
"r Ora encontramos hoje a este respeito em
mutosjornaes estranjeiros ditterenles fados
que raerecem urna attengo mui seria.
primeramente a gazeta de Augsburg
que annuneia a prxima vinda do rei dos Bel-
gas a Pariz. Este principe vira dirigir pes-
soalmente a negociago de um tratado de
coinmercio completo entre a Franca e a Bl-
gica negociago que impellida com vigor
permittir apresentar-se o projecto s cama-
ras de ambos os paizes no decurso da sua pr-
xima sesso.
O rei da Prussia da sua parto se devemos
acreditar a gazeta universal de Leipsik vii
igualmente a Pariz, e concluir-se-ha um du-
plico tratado : d'uma parte entre a Blgica e
a Allemanha ; da outra entre a Allemanh
e a Franga. A negociado d'este ultimo
tratado estara j simultneamente come-
rada em Pariz em Berlira. Demaise
isto parece-nos dar alguma consistencia ao
que precede lomos n'uma carta escripia
das margens do Mein que o congresso da
uniodas alfandegas Allemsvai separar-se ,
sem ter introduzdo na pauta da unio non-
huma nvidanca importante. Apezar de to-
dos os esforgos dizem que os partidarios do
systema prohibitivo nao podero realisar al-
bura dos seus disignios,
A Suissa da sua parte rio ica ociosa. Iso-
lada no meio de poderosos visinlios ella
sent a necessidade de sacudir ao menos de-
baixo da relajo commercial os empecilhos
da sua neutralidad-. Tambem, nao nos ad-
miramos de 1er em muitas folhas Suissas que
varios negociantes do Bale resolver apre-
sentar-se junto ao rei da Prussia na occa-
sio da sua passa-em por aquella cidade pa-
ra lhe pedirem que favoreca a accesso da
confederago helvtica unio das alfandegas
Allems.
A Prussia de si proseguesem descango na
realsago dos seos vastos planos. Falla-se
muito nVste m miento em Berlin na accesso
de Mecklemburgo ao systema de Zdlverein.
Esta accesso all geralmente considrala
como provavel como prxima. O governo
meck-lemburguez e um certo numero de
grandes propietarios lhe prestario as mos
com empenho ; porem a massa da popula-
go agitada dizem as folhas allems por
emjssarios Inglezes ainda lhe resistira.
Finalmente a gazeta de Augsburg annun-
cia que a o cnsul geral do Brazil D. Do-
go Sturz chegou a Berlin e que est en-
carregado pelo seu governo Je negociar um
tratado de commercio com a unio das alfan-
degas Allems. (dem. )
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
A sentenca de detprontmcia. (*)
Com quanto muito respeitemos na pessoa
doDr. Valdetaro as qualidades moraes que
sao desejaveis em um juiz com quanto em
varios artigos de nossa folha techamos mos-
trado a intima persuaso em que estamos que
sua deciso foi filha de suas convirgas e
nunca nem do pendor de suas opnies pol-
ticas ou de suas amizades nem como al-
gunsentendem do desejo de affectar catonis-
no indo de encontr ao que se presume ser
opinio de governo ; com quanto em fim es-
tejamos certissimos que o Sr. Valdetaro foi
juiz e so juiz no processo dos conspiradores ,
todava nao ser fra de proposito que discu-
tamos os fundamentos de sua deciso, porque,
infelizmente, o erro partilha do homem ,
e nao excluea rectido nem a probidade.
A quem 1er a sentenga de- despronuncia
queem nosso n. antecedente publicamos, f-
cil reconhecer o que j anteriormente havia-
mos dito 5 o nobre juiz seguindo as pega-
das dos patronos dos recorrentes segregou
da causa de ambos quanto no processo havia
d provado acerca do crime atroz com que a
desenfreiada ambico de um pugillo de indi-
viduos sem titulo quera enlutar a patria e
s exclusivamente se oceupou com o que con-
tra elles individualmente exista. Masesse
systema de proceder ser acertado ? Persua-
dimo-nos que nao em absoluto : si se tratasse
de julgamento si se quizesse ponderar a
culpabilidade desses individuos estaramos
que esse exame especial seria dictado pela cir-
cunspecgo do julgador ; mas para pronun-
cia para conhecer da criminlidade e s
da cfiminaldvde quando a lei s exijo indi-
cios (que depois na discusso do processo,
setransformaro em provasou se aniqularo),
entendemos que o proceder do nobre juiz,
lolhendo toda a discusso todo o desenvol-
vraento do processo por demais severo
' ("*") Vide Diario N. 24l.
contra a socedade por demais favoravel aos
aecusados.
Analysandoa sentenga vemos que o no-
bre juiz se preocupa da idea de q' est julgan-
do da culpabilidade em vez de s se oceupar
com pronuncia sobre a-orminalidade, ou pa
ra fallarmos em lin^oagem menos jurdica ,
porem mais intelligivel para o commum dos
leitores, que est dando urna sentengs do
segundo concelho dos jurados e noum des-
pacho do primeiro ooncelho ; vemol-o que
diznao se prova que tnes crimes fossem pe-
los recorrentes commettidos ; mas nao se
trata por orajie provar isto ; legalmente bas-
tava para ser sustentada a pronuncia que
fosse provado o crime, e que houvesse indi-
cios de seren os recorrentes perpetradores
delles : eis o que o digno juiz devera ter pro-
curado no processo e de certo l o acharia.
O nobre juif nao discute a existencia ou
nao existencia da sociedade invisivel apenas
a acceita e diz que della ne'm-um dos re-
correntes fazia parte ; por quanto o do reu
Getulionem-uma testemunha o diz. Entre-
tanto se o nobre juiz tivesse recontecido, co-
mo devia antes de ludo fazer, que existia urna
sociedade anarchisadora que a sublevaco
de Sorocaba os assassinatos do norte de S.
Paulo, o incendise saquesdeMinas,noero
seno obediencia s ordens dessa sociedade ;
seattendesse organisago funestissima des-
ses focos de conspirarlo que baldam os esfor-
gos da mais vigilante polica que mesmo na
Franga subsislem e se perpetuam sem em-
bargo da aeco sempre presente das autorida-
des reconheceria quo bastava provar-se que
Gelulio frequentava a casa onde se reuna es-
sa venda carbonaria que entretinha com-
municages com os ebefes revoltosos pira
colligir que havia indicio vehemente de ser
elle invisivel e reconhecer que disso suffici-
entemente depem as testemunhas que fallam
de sua frequenlago de certa casa.
Si porem nao havia testemunha directa e
positiva que allirmasse ser Getulio invisivel ,
duas havia para provarem-o o juiz o reconheee mas exclue-as perento-
riamente pelos seguntes fundamentos: 1. ,
urna dellas o affirma por tel-o ouvido de
Francisco de Sales Torres Homem e de ou-
tros membrosda referida sociedade ; oraen-
tende o nobre juiz que como esta testemu-
nha nao o jura de facto proprio nao deve
ser acreditada. Parece-nos que por demais
rigoroso esse principio ; entendemos que
quando urna testemunha depOe o que ouviti
deumou mais deum co-reu contra outros
co-reus manda a jurisprudencia criminal
accetar essa testemunha pol-a em frente
do co-reu a quem se refere emfim accei-
tal-a ao menos interinamente e para a pro-
nuncia at que na discusso da aecusago ,
se ventile a importancia do seu depomento.
Tanto pensamos que essa testemunha more-
ce crdito que ainda acareada com S. T
H. e negando este a referencia, nos persua-
dimos q>ie o juiz circumspecto a poderia ac-
cetar para julgamento quanto mais para
pronuncia !
A outra igualmente excluida por incri-
vel, na opinio do digno juiz que nao
acha possivel que essa testemunha, nao sen-
do dos invisiveis raerecesse a tal ponto a
confianca delles que eslivesse na confidencia
de seus segredos : mas quem essa teste-
munha ? um compadre e particular ami-
go e protegido doSr Limpo um turbu-
lento desses sempre ptimos instrumentos dos
perturbadores da ordem ; que muito que es-
ses ttulos especialmente o primeiro Iho
dssem a annzade intima dos con-socios do
seu amigo ? To apertados eram os vnculos
que prendiam essa testemunha ( o Nunes ) ao
Sr. Limpo de Abreu que nos o vemos deixar
em companhia deste sua mulher e sua fami-
lia quando foi em misso especial ao norte
de S. Paulo seduzir o batalho de fuzileiros ,
ou comhater contra elle : e nao quer o nobre
juiz que valha essa testemunha que mere-
ga crdito? Ento que testemunhas sao ne-
cessarias para abalar a sua convcgo ? Mas
como sabia Nunes de tudo isso so nao era
invisivel ? pergunta o juiz : mas quem o
obriga a crer que elle o nao era ? porque o
disse ? e nao sabe o nobre juiz que esta tes-
temunha nao acreditavel quando procura
minorara sua culpabilidade e quo nao ha-
via hamanidade aluma em querer que ella
contra si mesma depuzesse toda a verdade ?
Os rus que a impliqupm com as suas decla-
ces que a fagam do banco das testemunhas
descer ao dos aecusados -lhes isso licito ,
mas sempre ser conforme- com a Justina que
a testemunha seja acreditavel no que diz dos
mais porem nio acreditavel no que diz de
si. E nao haver vehemente indicio de que
a testemunha jurava de facto proprio, era]
invisivel ? Essa misso anarchisadora no nor-
te de S. Paulo, essa entrega de sua mulher
ao amparo do Sr Limpo nao deixam ver, que,
instrumento de Limpo ou da sociedade era
elle membro delle ? Ainda urna vez o repeti-
mos ; para pronuncia bastam indicios e o
nobre juiz devia reconhecer que aqui havia
mais do que indicios.
Depois de assim decidir quanto a parte da
pronuncia relativa conspirarlo por meio da
sociedade secreta passaojuz a discutir a
interferencia dos rus na revolugo de Minas
e S. Pauloe diz que contra Getulio nada se
prova ( esse reu era dado como o que devia
promover o rompimento na corte) porque
quem nessaparteo implica urna testemu-
nha de referencia, a qual sendo acareada com
a referida nao foi por esta confirmada. Tor-
nemos mais claro este ponto : Andr Corsi-
no secretario da sociedade invisivel dos Bar*
reiros um dos homens de maior pondera-
cao entre os revoltosos, quem depile por
ter ouvido isso que narra contra Getulio da
boca de Nunes ; acareado eom este confir-
ma seu dicto e Nunes nao o nega pois de-
clara que o poderia ter dicto, masque nao
se recorda ; e acha o nobre juiz que isso nao
quanto baste para mostrar que a questo
deve ser debatida com toda a solemnidade de
aecusago e defeza para pronunciar o ru ?
Outra testemunha, reconheee o proprio
juiz, corrobora esse depoimento mas tam-
bem esa testemunha se refere aoque ouviu
de Roso e como Roso nega haver dicto cou-
sa algumr a respeito o nobre juiz igualmen-
te a repelle sem attender que Roso tem in-
teresse directo immediato em negar e por
anto nao pode ser acreditado quando con-
tradiz as confidencias feitas em amizade e
tque nao espera seriam trazidas a juizo.
Segu o negocio da correspondencia de Ge-
tulio o de Joz* Pedro, secretario do governo
rebplde de Minas. Para provar que houve
essa correspondencia que essa correspon-
dencia era criminosa appaiece um oTHo do
chefe de polica de Minas o qual expe que
circulando os mais a Herradores boatos sobre
a revolta de S. Paulo, passou a indasrarde
onde provinham. e veiu na certeza deque el-
les se haviam espalhado depois da ehegada de
um proprio mandado porGetno a Joze Pe-
dro : ora acha o nobre juiz que isso nao tem
importancia alguma ; foi sem duvida or di-
vertimenio foi que para fins lcitos Getulio
fez a despeza desse proprio que com o cor-
reo teria evitado ? Joze Pedro recebida a
carta de seu amigo rae ligar-se aos rebel-
des acceita o lugar de secretario delles e
acha o juiz que essa carta com os seus em-
bustes nao foi que o animou ? Admiremos as
subtilezas do espirito humano : o nobre juiz
em presenta de to vehementes indicios, a-
chaque ha quando muito indicios de corres-
pondencia mas nao de correspondencia cri-
minosa Sim era innocente essa corres-
pondencia que teve em resultado o ineen-
dio da ponte do Parahybuna o saquf de
Queluz de Caeth a matanza de Santa Lu-
zia : sim era innocente-I ... as calamidades
da provincia de Minas o attestam.
Assim justificado o primeiro ru ainda
muito restava quo fazer : o segundo ru ,
Tristo ou por interesse poltico ou por
especulaco mercantil era o fornecedor das
armas com que se ergueram os rebeldes :
quatro testemunhas o provamDuas dellas ,
das quaes urna caixeiro e guarda livros de
Joaquim Breves declaram a segunda de
sciencia propria que Tristo remettia ar-
mas a Breves que Breves as mandava a No-
gueira do Bananal. Breves devia ser procla-
mado presidente rebelde do Rio de Janeiro ,
e assim como Nogueira se acha pronun-
ciado nos processosdo reas: entretanto acha
o nobre juiz que Tristo podia vender assim
tamanha porco de armas lcitamente sem
saber do fim dellas ; que negociava innocen-
temente '.
Ainda ha duas testemunhas urna dellas
refere deouvida a remessa de armas de Tris-
toa Breves, de Breves a Nogueira maso
nobre juiz j declarou que isso era commercio
licito e innocente ; occuperno-nos pois com a
ultima ; ainda o compadre do Sr. Limpo, o
protegido desse Sr.. o agente de confianca da
faeco tenente Nunes. Diz elle que Tris-
lo lhe communicara que tinha dous caixoes
de armas promptos para irem para Minas. O
facto grave ; como repelli-lo ? a testemu-
nha nao merece crdito, porque Tristo nao
havia de ser to tolo que fosse confiar segre
do dessa importancia a pessoa que nao
tinha titulo nem-um sua confianga ? E co-
mo sabe o juiz avahar a circumspcco ou in-
discrico de Tristo ? nao ha tanta gente
que nao sabe guardar segredo especialmen-
te quando se trata de fazer alardo de activida-
de, de firmeza ? Ora o nobre juiz condece
bem pouco o coraco dnmano E o amigo ,
o commensal de Limpo de Abreu nao mere-
ca confianca dos consocios de Limpo de A-
breu ? Um homem que eslava to adiantado
na confianga dos patriarohas invisiveis que
teve de ser por elles encarregado de misso
que exiga zlo e dedcago a toda a prova ,
nao tinha ttulos confnnga do Tristo ? nao
podia este confiar lhe os seus segredos a lim
de anima-lo de decidi-lo por esse alardo de
forga a perseverar na santa empreza da sub-
vers social ?
Estamos certos ainda urna vez o repeti-
mos que o Sr. juiz dediretoda 1. vara
crime s atienden a suas convicgGes s foi
juiz ; mas refiectindo melhor estamos certos
que elle hade vira convencer-se que quan-
to escreveu bom ptimo mesmo para ser
apresentado e desenvolvido por um hbil ad-
vogado de defeza quando de defeza se tra-
tasse, era mais do que improprio para quan-
do se tratava pura e simplesmente de reco-
nhecer a existencia do crime e de colligir
provas ou mesmo indicios contra o* rus.
Mas isso tudo nada vale : embora os pro-
cessos de Aras do Rio de Janeiro e em
breve tambem os de Minas prendam-se ,
liguem-se, impliquem todos e envolvam as
mesmas pessoas tudo isso nada vale seno
para reconhecermos que a instiga cega e
que o desinteresse a rectido de espirito o
desejo mesmo de acertar de nao parecer in-
fluenciado por consideragoes algumas nao sao
garantas da certeza des julgamentos huma-
nos.
Getulio e Tristo um que deu armas aos
rebeldes outro que os provocou que os irr-
lou com embustes esto hoje lvres e inno-
centes : Ottoni surprehendido com as ar-
mas na mo em Santa Luzia, J ize Fr-hciano,
presidente proclamado da rebellio mtheira ,
Feij, Tobas, Vergueiro qu to s^be ? se-
ro tambem innocentes !... Tolos ess>-s in-
cendios, to los esses assassinatos tolo esse
sangue toda essa immensa caNmidade.
quem saba se existiram ;, se nao sao sonhos
da imagnago se nao san fabuhs inventa-
das pdo governo para ter um pretexto de fa-
zer mal a innocentesinhas pombas sem fel?...
Nao : o paiz nao se hade perder nao a po-
ltica de frouxido e de condescendencias nao
nos hade de novo levar ao abysmo nao :
hade haver urna moralidade no paiz ; a lei
hade ser algum da applicada em sua justa
severidade Curvemo nos quanto aos Srs.
Getulio e Tristo aos dictames da lei : sejam
innocentes embora aos odos dos tribunaes,
nada soflram elles que tanto contribuiram pa-
ra o soffrimento da patria elles a quem tan-
tas viuvas, tantos orpdos pedem com pran-
to com solugos seus pais seus esposos ,
elles a quem tantas familias no meio da mi-
seria pedem suas propriedades incendiadas,
saqueiadas ; nada soffram menos a senten-
ga que j contra ellas proferiu a opinio pu-
blica e que est registada no corago de to-
dos aquelles que aedam que a vida dos do-
mens, a propriedade dos individuos, pros-
peridade da patria nao devem ser o ludibrio
dos egostas e dos ambiciosos.
O/ficio inicial do processo de
conspiraco.
III. Sr. Intimamente convencido de
que alguns dos mais frenticos da opposigo,
depois de dissolvida a cmara em cuja orga-
nisago fundavo suas mais caras esperangas,
nao recuario diante da illegalidade dos meios
que se Ides figuraSsem proprios para conse-
guir o poder julguei do meu rigoroso dever,
quando nao podesse impedir seus planos, em-
pregar toda a vigilancia para descobrir a ver-
dade ; e com effeito obtive bastante para me
convencer, de que mesmo nesta corte se cons-
pirava e que a rebellio appareceria em to-
dos os pontos do Imperio em que para isso
douvessem meiok por mais ephemeros que
fossem. N.
He facto da mais publica notoredade, que,
apenas dissolvida a cmara alguns da oppo-
sigo davo como certo o rompimento de Mi-
has e S. Paulo e como provavel o de outros
pontos ao norte do imperio, como Gear, Ba-
ha e Pernambuco. Partirlo d'esta cidade
precipitadamente alguns membros da cmara
dissolvida, e da vitalicia e apenas edegados,
apparece a rebellio de Sorocaba e quasi si-
multneamente a de Silvciras Tiubalh
&c. que acdo logo echo em Barbacena o
outros pontos da provincia de Minas verili-
cando-se assim a promessa feila nesta corte.
Ento era nOtavel a maneira por que se espa-
Ihavo noticias atlerradoras aqui mesmo in-
ventadas ; ora era o baro de Caxias derrota-
do e ferido ; ora era o Arrozal e Resende ,


T,
5
que so revoltavo, ou os nossos soldados, que
desertavo &C. zc. Aloja do Passos na ra
do Ouvidor, eslava continuimente cheia desses
novelleiros, que nem ao monos proeuravo
occultar sua sympathia e seus votos pela re-
bllio. Tudo isto asss ndicava, que no Rio
je Janeiro mesmo seconspirava. A casa do
senador Jos Beato Leite Ferreira de. Mello,
sobro tudo se Fazia notavel; mandei-a pois vi-
giar eo decumenton.0 i. mostra quaes as
pessoas que al se ajuntavo : seus nomes e
a frequencia das visitas, demonstro mais que
qualquor outro raciocinio a existencia de um
club,,e que nao era sa amizade, que os reu-
na. Ora que existiao nesta corte reunios
de invisiveis organisadas por gente deste
circulo, he o que se nao pode por em duvida,
vista do documento n.# 2. Esse individuo,
que confeasou haver assistido a um desses
clubs em casa do Dr. Francisco Jos Pinhei-
roGuimares, presidido pe!o Dr. Salles Tor-
res Homem s declarou aquillo que nao
podia absolutamente negar por havl o an-
teriormente dito a um terceiro eento com
muitas circunstancias aggravantes, que diante
de mim negou. Mas he mesmo por nao querer
dizer tudo, que se deve acreditar o poueo que
confessou. So elle estivesse disposto a expor-
nos tudo o que soube e vio, muita luz po-
deria lancar sobre este negocio, porque, ape-
zar de dizer que nao frequentou o club, do
documento n. 7 ve-se que elleestava tanto
nos interesses dessa gente, que convidava ou-
tros para pegar em armas caso fosse pre-
ciso.
Tambcm o documento n." 3 d idea de al-
gumas outras reunies mas oque sobre
tudo confirma a existencia dos invisiveis ,
he o documento n.# 4
Delle ver vossa senhoria queocapilo mor
Bento Paz de Barros noll. foi convidailo por
um cunhado de Rapha> 1 Tobias de Aguiar pa-
ra entrar em urna sociedade existente no Rio
de Janeiro cujos socios se nao condecen. E
milito mais declarages poderia elto fazer e
de facto foz antes de ser interrogado como
diz o delegado de Il no Sc-u ofllcio ; mas in-
felizmente n'esta qualidade de processos a
maior parte da gente anda mesmo amiga da
orJeni nao quer dizer o que sabe, ccresce
mais que dous. ou tres dias antes di suspen-
so de garantas, serio sote horas, pouco
mais ou menos da noile entrando eu em ca
sa de Antonio Joaquim de Azevedo na ra
do Saho esquina dos Ourives passou o Dr.
Francisco de Salles Torres Homem e ento
Francisco Manoel Ferro, que esta va presen-
te disse-me vac de cato para o club do
pad'e Geraldo porque para la tem hido
Antonio Hodiigues Martins, Sabino da Sil-
va Nazareth e outros de papo amarello
Sahimos ambos, e o vimos entrar, nao na
casa do padre Geraldo mas na immediata ,
onde verifiquei depois, que morava o Dr. Car-
los Antonio de Carvaiho. As janellas estavo
fechadas, e nao indicavao luz na sala ; o cor-
redor tinha lampio, e um preto em pena
porta. Mandei logo vigiar a casa por Modesto
da Cunha Rohm que encontrei na ra e
que depois informou ler visto varias pessoas
sahirem de l ao mesmo tempo e entre os
quaes diz que reconheceo o senador Alen-
car e que fallando com o preto, este lite dis-
sera, que havia muita gente no fundo da casa.
Depois asseveraro-me que o Dr. dono da casa
seachava fra. Quem vista de tantos fac-
tos poder duvidar da existencia de clubs
n'esta corte e clubs maniendo rclaces se
nao dando direceo aos rebeldes de Minas, e
S. Paulo ? Porque cumpre nao esquecer ,
que Otloni apenas chegado vae logo casa
do senador Jos Bento frequenta muito a
reunio sahe precipitadamente da cidade ,
e a marchas toreadas passa o Parahybuna e
vae tomar na rebellio mineira a parte que to-
dos sabnm. Roso antes de hir encorporar-se
aos rebeldes de S. Paulo ali apparece e s
depois da entrevista he que vae provavelmen-
te deseaipenhar a commisso que recebeo.
O celebre Elisu, qu mara corre at o Bananal (segundo diz no
documento n. 5 em procura de Joaquim
Breves) atravessa a provincia de S. Paulo e
dMi vae a Santos, portando-se de modo, que
o haro de, Caxias o fez prender como emissa-
rio de Tobias -, apenas entrou aqui nacadoa,
recebeo logo todos os soccorros de Antonio
Rodrigues Martins e fui as primeiras horas
visitado por Pinheiro Guimares, Leopoldo,
e mais pessoas que frequentavo a casa do
dito senador. Entre-tanto as noticias, que[
fste homem da va, cro, que os rebeldes con-
Uvao sete mil homeus bem armados e que
o bUalho 12 eslava por tal maneira pesteado
que em Santos morrero huns poucos E
poJcr-se-ha crer, que o simples acaso cstabe-
eesse esss relagoes entre o circulo do sena-
dor Jos Bento e estes tres agentes Jos re-
beldes ? A mulher deGibriel Pinto de Al-
meida disse a um seu compadre que o re-
ferio depois a outros (que apparecero se
for necessario) que ella bem receiava que
seu marido se compromettesse pois naquel-
les dias (os que precedero sua prisao e a
susponso de garantas) a sua rasa se encina
de gente, que nao fallavo seno em poltica,
chumbos, &c. Sendo de tal qualidade que
alguns ero descalcos. Por esse mesmo lempo
apparecero nesta corta pessoas reconhecidas
por turbulentas, como o famoso lente Clau-
dio Jos Coutinho de que falla o documen-
to n. 3 e que as autoridades de Iguass
prendro como machinador ; o celebro pa-
dre Joaquim de Santa Anna que levou seu
arrojo ao ponto de seduzir gente para se reu-
nir aos rebeldes deS. Paulo, ou Rio Grande,
assegurando pontos entro huns e outros, como
prova o documento n. 3. Foi por esse mes-
mo tempo que o doutor Santa Barbara procu-
rou o filho da viuva Ogier para tentar a pu-
blicago de um novo jornal escripto pelos
collaboradores do Conitilucional ; foi ento ,
que na praga do commercio se espalhou um
pasquim impresso em que sem rebuco o po-
voera concitado revolta.
Todos estes Tactos serio sem ligacao e fi
lhos nicamente do acaso ? Quem vista
delles poder negar que aproveitando-se do
desfalque de Torcas regulares por haverem
marchado at os Permanentes, aqui se tenta-
va um rompimento que nao foi a effeito pe-
los principios inabalaveis de ordem, que pro-
fesso os habitantes desla corte e pelo des-
concert em que os poz a suspenso das garan-
tas e a priso de alguns cumplices ? Vossa
senhoria nfio ignora as difficuldades com que
tem de lutar a polica quando, em objectos
de tal nalureza se tracta de presentar em
juizo provas, que tranquilisem a consciencia
dojulgador. Os conspiradores em um paiz,
onde ha tantos meos de conspirar para as-
sim dizer publicamente nao tem necessida-
de de confiar a parte criminosa de seus pro-
jectos a papis, que depois Ihes possao servir
de documentos. Os cumplices sao bastante in-
teressados em guardar o segredo e accresce,
que os mais delles s sahem da parte que Ihes
he encarregada e muitas vezes s recebem
instruyos vagas mesmo sem saberem que
servem a um plano concertado de revolta.
Aquellos que sabem de urna ou outra parti-
cularidade e que a communico, ou o fazem
annimamente ou em tal grao de confiden-
cia que exclue a idea de fazel-os depr judi-
cialmente. Outros, finalmente, porindiscri-
Co se revelo mas em juizo ludo negano.
Entretanto pelo facto de se nao poderem a-
presenlar em juizo lodos os esclarecimentos,
que tem a administrago e a polica, nao se
segu que esta deixe de offerecer sjusticas
do paiz aquillo que puder ser apresentado,
muito mais quando isso he (como na hypo-
these presente) mais que sufficienle para pro-
duzir a conviego no juiz recto, e imparcial.
Foi por isto que eu julgnei dever submetter
a vossa senhoria estes documentos e estas
considerares para vossa senhor8 proceder
na forma da lei ; certo de que conlinuarei a
enviar-lho todos os outros esclarecimentos ,
que puuer. O documento n.6 refere urna
conversa cujos interlocutores se fossem
conhecidos teria talvez grande importancia,
mas nao o foro e assim nao tem maior
interesse ; entretanto eu faltara ao meu de-
ver se Ih'o nSo enviasse, e por isso o remel-
lo. Dos guarde a vossa senhoria. Secretaria
da polica 6 de agosto de 1842. III. Sr.
Dr. juiz municipal da 2.* vara. Eusebio de
Queiroz Coutinho Matloso da Cmara.
(0 Brazil.)
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 15 de novb.ro 1:569*706
DESCARREGA HOJE 16 DE NOVEMBRO.
Brigue inglez = Ariel =hacalho.
Brigue = Madonna = bacalho.
Barca franceza = Hortense = fazendas, man-
teiga vinho champanhe.
Patacho sueco = Alerta = alcatro pixe ,
vergontas, e balatas.
MOV MENT DO PORTO.
NAVIOS SAHIDOS NO OA 14.
Pesca ; hate Americano Ligeiro, cap. Kume ;
em lastro.
Pesca,- balandra Americana Viva cap. Si
mono : em lastro.
NAVIOS ENTRADOS NO DU 15.
Ntw Porl; 62 dias, patacho Ingle/ Pene-
pole de 131 ton., cap. J. LeGeyt, equip.
9 ; carga carvo de pedra : ordem.
Terra Nova ; 48 dias, brigue Inglez Modona,
de 213 ton. cap. J. CaldWell equip. 13,
carga bacalho : a James Crabtree & C*
SAHID0 NO MESMO DA.
Portosdo Sul ; vapor S. Salvador, comman-
dante Simplicio Jos de Mallos.
Porlos do Norte ; vapor brazileiro S. Sebas-
tio coinmaudante Jos Mara FalcAo.
ED1TAES.
0 111." Sr. inspector da thesouraria das
rendas provincaes, manda fazer publico, que
em comprimento da orJem do Ex.m0 Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do corrente, tem de
ser arrematado nos dias 16, 17 e l8do cor
rente o fornecimento de 170, a 200 milhei-
ros de tijollos necessarios para a obra da
ponte suspensa do Caxang, conforme as con-
dicoes organisadas pelo engenheiro em chefe
das obras publicas e que sero patentes aos
concurren les nos dias uteis s horas do ex-
pediente na secretaria da mesma thesou-
raria.
Os licitantes devero comparecer1 devida-
mente habelitados de fiadores idneas. = Se-
cretaria da thesouraria das rendas provincaes
de Pernambuco 8 de novembro de 1842.
0 secretario
Luiz da Costa Porto-carreiro.
DECLARAgOES.
= Cartas seguras existentes na adminis-
Iraco do correio.
D Martniana Francisca Ayres.
Antonio Pinto Lopes.
Domingos Jos Vieira da Silva.
Leopoldo Jos da Costa Araujo.
Manoel Rodrigues Costa.
= O arsenal de guerra compra quinhen-
tos meios desolla; quem este genero tiver
cumparec.a no dia 16 docorrente mez pelas
10 horas em diante : na salla da directora.
Arsenal de guerra 15 de novembro de 1842.
LEILES.
-James Crabtree & C., farSo leilio por
intervengo do corretor Thomaz Dowsley .
de algumas Tasendas limpas e variadas e de
muito bom gosto no seu armazem na ra
da Cruz terya feira 15 docorrente : prin
cipiar as dez horas da manh
VST Me. Calmoril Companhia faro Iei-
lo por intervenc.80 do Corretor Oliveira Je
grande sortimento de fazendas inglezas de to-
das as qualidades inclusive alguns pannos ,
que se vendero para fechar con tas ; quinta
feira 17 do corrente as 10 horas da manh ,
no seu armazem da ra da Cadeia.
tsr Kalkmann & Rosenmund faro lelo
por intervenco do Corretor Oliveira de
muitas miudezas de varias qualidades co-
mo sejo fitas de seda e de linha botes de
metal e de osso caixas para tabaco e para
barba oculos pentes de marrara e de alisar,
luvas de algodo, marroquins e espin-
gardas lazarinas e de coronha inteira &c. :
Sexta feira 18 docorrente as 10 horas da ma-
nh no seu armazem ra da Cruz.
AVISOS DI VERSOS.
tsr Sahio oCarapuceiro n. 66 tractan-
do dos pessimos effeitos da lizonja. A varie-
dade consta de um lerrivel desengao, que
leve certo amante imperrado e sem ventu-
ra ou forquilha de pao ferro n'um pobre to-
lo. Vende-se na praca da Independencia to-
ja de livros n.* 6 e8.
A pessoa que annunciou no Diario de
14 docorrente precisar de um caixeiro pa-
ra urna venda; dirjase ao principio do atier-
ro dos Afogados n. 35.
Alluga-se um armazem todo ladrilha-
do, proprio para armazem de assucar, ou
para oulro qualquer estabelecimento por of-
ferecer grande vantage de ter no fundo do
mesmo o embarque a toda a hora ; quem o
pretender dirija-se a ra da Praia sobrado
de dous andares numero 38.
Precisa se de um sacerdote para ir
dizer missa no lugar Santa Crut, distante da-
qui 40 legoas-, aquelle que estiver nestas cir-
cumstancias dirija-se ao armazem do sal a
fallar com Joio Leandro Cardoso.
Quem liv^r para allugar urna morada
de casa terrea ou sobrado de um andar que
seja grande e que lenha bom commodo pa-
ra uma grande familia, e loja com bom quin-
tal e cacimba sendo cuja casa no atierro
da Boa vista ; quem a tiver annuncie.
Uma mulher de bons coslumes que
d fiador a sua conducta se offerece para
ama de casa de pouca familia para cozer e en-
gomar anda mesmo pelo comer e veslua"
ro somente na ra Augusta n. 12.
ssr Da-se 3004 res sobre pinhores de ou-
ro ou prata a premio de 2 por cento ao mez ;
quem precisar annuncie.
xsr Quem quizer dar 306 reis em cobre
por 300# res em sedulas ; dirija-se a Gam-
boa do Carmo n. 18.
= Precisa-se de 500. a premio de 2 por
cento ao mez dando-se por seguanla hypo-
thoca em uma casa no bairro de Santo Anto-
nio ; livre e desembarazada e pagando-so
todos os mezes os juros ; annuncie para ser
procurado.
tsr Quem precisar de uma ama para casa
de hommerh solteiro ou viuvo com pouca fa-
milia dirija-se at.-az da Matriz da Boa vista
numero 13.
- Joze Francisco dos Reis Norbin em
consequenca do annuncio insirido no Diario
Novo N, 82 com as letras inciaes J. I.
R. J. que querem dizer Joaquim Ignacio Ri-
beiro Jnior ; foi amiacado pelo mesmo e
Jesde j roga a seus amigos, logo que seja
executado o dito amiaco ; hajo de depoziUr
o seu corpo em lugar sagrado.
= Qualquer uma mulher de cor escura ,
sendo de idade que quizer ser ama de uma
casa de pouca familia para cozinhar e en-
gomar paga-se oonforme o ajuste dirija-
se a ra Nova n. 27 a entrada he pela ra
das Flores por um corredor que tem um por-
tan que sem pro est aberto confronte o lam-
piao que achara com quem tratar.
Qualquer senhor que costuma comprar
caj para fazer o'bello vinho, querendo ajus-
tar alguma carga eftectivo venha a ra
das Flores n. 6, que achara com quem traa
tar.
tsr 0 presidente da cmara municipal da
villa do Rio Formoso abaixn assignado em
virtude do art. 4*. da lei de 23 de outubro de
1842 faz publico que o Rm. Joze Raphael
Ninies Duro tendo provado com documen-
tos legaes os requisitos dos 1. e 2. do art.
1. da citada lei para efleito de naturalizar-
se cidado brazileiro declarou na mesma
cmara por termo que assigneu no livro
competente a folhas uma seus principios re-
ligiosos que era natural de Thomaz do Rei-
no de Portugal e qu pertendia fixar seu do-
micilio no Brasil Rio Formoso 2 de Novem-
bro de 1842.
Jofio Pinheiro da Palma.
Nova fabrica de tap por vapor.
tsr Jernimo da Costa Guimares e Silva,
proprietario da Tabrica de rap movida por
machina de vapor aviza ao respetavel pu-
blico que em seus depozitos j se acha grande
surtmento tanto para consumo como para
exportado do mais excellente rap que sem
exagerado principia a apparecer n'este impe-
rio.
A superior qualidade d'este rap ( firmado
com as letras inciaes do proprietario ) seu
bom aroma em tudo semelhante ao rap de
Lisboa d'onde o proprietario pode obter a re-
ceita estilar moderado sem que ganhe bolo
nos narizes e sem os ferir o conservar-so
por muilo tempo sem que se deteriore, mofe,
nem seque e o maior caprixo sobre a limpe-
za e acceio com que he frbricado este rap
sao propriedades estas que o torno assz bollo
e recomendavel.
Os depozitos sao no atterro da Boa-vista n.
16 ra da Cadeia velha n. 50 e em Olinda
ladelra do Varadouro na refinago d'assucar
de Manoel da Silva Amorim nos quaes so-
vende a prego fixo de 5 libras para cima e
tambem a retalho somente peto prego porque
os compradores de 5 libras para cima poden
vender.
tsr- A abaixo assignada em resposta ao a-
viso de Domingos Barreiro inserido n'esta
foi ha de ontem declara aos pertendentesdo
sobrado do seu casal por aluguel queoar-
rendamento do mesmo Barreiro, est extinto
por dito ter desistido peranle testemunhas do
arrendamentopor nao ler comprido os concer-
tosde que ficouobrigdo, licandou nicamente
com a loja e tendo entregue as chaves o
proprietario o concertou por conseguinto
nenhum direito tem dito Domingos e por ti-
rar o temor dos pretendentes do sobrado a
abaixo assignada offerece por garanta do ar-
rendameuto a Joaquim Lopes de Almeida ,
e nao duvida sustentar em juizo o exposto por
intermedio de seu procurador o dito Lopes.
Anna Ferreira de Lima.
tsr Preciza-se alugar uma caza terrea ,
no bairro de S. Antonio quem tiver an-
nuncie
tar Huma mulher de bom procedimiento o
com excellente leite, se prope criar algu-
ma changa em sua casa, com todo aceioe des-
velo : quem se quiser ulilizar-se dirija-se a
ra Augusta u. 70,


IM*Wa5i
Kn.***uvanu.-:c
-TK<7.r.*">a
4
"Aluga-so para passar a fosta un sobra-
do na CiJade de OlinJa na ra de S. Bento .
cotn agradavel vista para o mar, e muito fres-
co por preso commodo ; quem o pretender
dirja-se a ra Vellia da Boa-vista' a falla:
rom o Teen te Coronel Joze daCunha Morei-
ra Alves n. 63.
PILULAS YK6STABS, E UNIVERSAES AMERICANAS.
O nico deposito dellas he em casa do agen-
te D. Knoth ; na ra de Apollo n. 27.
13- Oferece:se um rapaz com alguns es-
tudos para ensinar primeiras letras fora da
praga e d fiador a sua conducta: na ra do
Caldereiro n. 6.
tsr Quem precisar de um caixeiro de da-
de de 21 annos dirija-se ao beco do Carce-
reiro n. li.
war Quem precisar de urna preta tanto pa-
ra engommar como para todo o servico de
urna casa dirija-se atraz dos Martirios nu-
mero 56.
W Aluga-se por festa ou annualmente o
sobrado da ra de S. Bento em Olinda por ci-
ma da botica quem pretender dirija-se an
t Varadouro ra do Balde n. 24.
tsr Aluga-se urna boa escrava sem vicio
e muito deligente para o scrvigo interno de
urna cusa por prego commoio: na ra No-
va n. 07.
tsr* O Dr. Jernimo Vitalia de Castro Ta-
vares advogado nos auditorios desta Cidade
mudou a sua residencia para a ra das Cruzes
n. 52 onde poder ser consultado desde as
8 horas da manh athe as 5 da tarde.
tsrManoel do Amparo Caj com loja aher-
tadealfaiate na ra Nova n. 32 precisa de
officiaesdo mesmo oficio que sejo hons
assim como tem para vender lol toros de an-
gico sendo de 7 a 9 palmos de comprido ,
sendo a maior parte delles pegados por isso se
pode tirar qualquer obra.
tsr Perde..-se meio bilhete da lotera que
presentemente^est embargada para nose pa-
gar, de n 333o, assignado as costas por'Joa-
quim Pinto Alves e Joaquim Pinto Lapa
quem o achou eqtu'ser restituir seu dono|
dirija-se a ra da Cruz n. 32 e rogase ao
snr. thesoureiro da mesma que nao o pague
no caso de ser apresentado seno aos pro-
prios dorios.
ey Quem annunciou no Diario n. 245
querer saber da morada de Francisco Nunes
Vianna dirija-se a ra de Hortas n. 48 se-
gundo andar.
tsr Precisa-se arrobar um boi de 8 a 12
arrobas diariamente sendo sempre muito
gordo pelo tempo dei a G mezes pago
todos os sabbados ; quem este negocio qui-
ser fazer annuncie por esta folha.
ssr Alega-se 3 pretos : na ra do Yigario
armazem de J. S. de M. Bego.
tsr A commissoadmiuistrativa da socie-
dade Terpsichore partecipa aos snrs. socios
que est marcado o dia 19 do corrente mez
para a partida doincerramento deste anno
assim como os convida a comparecerem em
o dia 22 pelas 6 horas da tarde afm de se
proceder a elleico da nova commissao.
Bf A commissao administrativa da sooie-
dade Apolnea nao se julgando authorisada
para fazer certa concesso, que Ihe pede, con-
vida a lodosos socios parase reunirem em
assembiea geral no dia lo do corrente plas
6 horas da tarde em casa de suas sessOes
afim de resolver sobre o pedido.
tsr O abaixo assignado tema responder o
annuncio dossnrs. herdeiros do finado Joze
Lino Alves Coelho ensendo no Diario de Per-
nambuco n. 244 de 11 do corrente que o
escravo Antonio Taboca Ihe eslava hpotheca-
do pelo finado Joze Lino por isso em vrtu-
de da dita hypotheca e despeza que o abai-
xo assignado fez com o funeral do dito fina-
do, e mais fazendas vendidas para luto da se-
nhora viuya e mais familia est para paga-
mento do abaixo assignado 11)" pas:ou o pa-
pel de vendado dito e*cravo em 7 do corren-
te mez, do qual ja pagou a cisa.
Luiz Joze de Souza.
ros, que elle se acha legalmente authorisa- arroba, e a 160 a libra, da trra e do Bio
Jo para cobrar os foros supra do mencionado
vinculo bsm como para passar as licengis -
e recebe;- os laudemios ; quera o pretender
dirija-se a ra Nova loja n. 24 das 8 as 9
horas da manh e das 2 as 4 da tarde.
Jjaqnim Candido Ferreira.
COMPRAS
Urna rede nova de mallia de camaro.
tendo 20 bragas athe 50 de comprido e um
athe duas de altura um panno de tarrafa
novo de malha de sauna : a fallar com Joze
Goncalves Ferreira Costa no Becife ou em sua
casa em s. Amaro.
tsr Garrafas vasias: ua ra estreita do
Bozario venda n. 11.
VENDAS.
Folhinhas de porta algibeira e Pa-
dre : na praga da Independencia loja de li-
vros n. 37 e 38, ou 6 e 8; na ra do Cabu-
ga loja do snr. Bandeira ; na ra da Cada
do Beoife loja de ferragens n. 4l; na ra da
Madre de Dos venda da esquina defronte
da Igreja ; na Boa-Vista defronte da Matriz ,
botica do snr. Moreira ; e em Olinda boti-
ca da ra do Amparo.
tsr Urna preta crela de 23 annos cose ,
engomma e cozinha o ordinario tudo com
alguraa perfeico e d-se a contento : n
ra Direita n. 129 segundo andar.
tsr 4 travs de 4o palmos de comprido e
um palmo em quadro e urna dita de 42 di-
tos todas de boas qualidades : na ra No-
va loja de ferragem n. 20.
tsr Sera de Carnahuba : na ra da Con-
ceiga da Boa vista em casa de BuGno Go-
mes da Fonceca.
isr Um relogio de algibeira de caixa de
ouro, de maquina horisontal, e do muito
boa qualidade urna duzia decadeiras ame-
ricanas pintadas e com muito pouco uzo
na ra do Queimado loja de ferragem n. 13.
tsr 200 e tantas oilavas de prata velha :
na ra doLivramenton. 22.
3ST Um carro americano muito leve, qua-
si novo e de 4 rodas para um cavallo por
prego commodo : na ra do Vigario n. 3.
Ssr Taxas de farro batido e coado em bom'
sortimenlo e mais ferragens do engenho
por preco commodo : na ra do Vigario nu-
mero 3.
ssr A bordo do Bergantim Jpiter fundia-
do junto as escadas da alfandega vende-se
carne boa do Montevideo, por preco com-
modo.
tsr Feijao mulatinho muito novo por
prego commodo: na ra do Nicho do Livra-
ment casa terrea n. 9.
tsr No armazem de Joaquim Goncalves
Ferreira Guimares, no arco da Conceico
vende-se potes cora uvas a 2*500 rs.
tsr Uni canoa nova feita agora, bem cons-
truida de amarello pega em mil
urna porco de vellas do sebo a 140 a duzia :
na ra Nova venda n. Go ao p da ponte.
tsr Urna prensa de thografia, com 9
pedras sortijas porco de papel grande e
pequeo preparado para se transferir tinta
para eserever e imprimir e todos os arran-
jos necessarios para um estabelecimento da-
quella arte : na ra da Cadeia velha n. 39.
tsr Presuntos inglezes ditos de vestfa-
lia, queijos londrinos, vinho de cham-
panhe de superior qualidade vinho do ca-
bo superior, licor de maira>q lino e deoutras
qualidades, salmo em.lata e de fumo su-
perior carnes, cagas e soupas preparadas
em latas sardinhas e erviihas em latas e
ditas para soupas vinhos engarrafados de
todas as qualidades genebraem frasqueiras,
frutas em conserva para pastis, charutos
da Baha e da Havana passas miudas pro
prias para pastis sal refinado para mesa ;
frascos de mustarda ditos de conserva de
todas as qualidades cha isson aljfar, e
preto serveja preta e branca em .barricas e
a relalho saceos finos de tapete proprios pa-
ra conduzir roupa agulhas de mariar de
bronze barris de carnes de vacca e porco
salgado pinceis para pintar, tarros de mo
para conduzir atierro e muitos outros g-
neros : na ruada Alfandega velha n. 3 ar-
mazem de Dousley Baymond ti Pritz.
tsr ptimos prezuntos inglezes e vinho de
bordeaux e do rheno das qualidades mais es-
timadas ; em casa de Kalkmann & Bosen-
mund na ra da Cruz n. 140.
tsr Urna preta crela de idade de 24 an-
nos sabe coser engommar e cosinhar o
ordinario Je urna casa ludo com alguma per-
feigo d-se a contento : na ra Direita casa
n. 123 segundo andar a qualquer hora.
Urna negrinha crela recolhida de 16
tijolos
por
por preco commbdo : a tratar no sitio
traz do sobrado do finado Monteiro.
tsr Sera de carnahuba a 7*500 a arroba ,
e dita amarella em grandes porces a 240 rs.'
e em pequeas a 320 a libra : a travessa do
Bozario loja de sera n. 3 de Manoel dos San-
los Firmo de Jess.
tsr Um crelo de idade de 22 annos, bo
nta figura : na ra Nova no primeiro andar
ao pdoajfaiate francez.
tsr Urna morada de casa terrea na ra
dos Pires n. 2 indo para o corredor do Bis-
po : no atierro da Boa vista loja de Joa Le-
te Pita Ortigueira.
tsr Urna preta de naca de bonita figu-
re cozinha lava engomma e he pti-
ma quitandeira : na ra da Cadeia do Becife
loja n. 20.
tsr Tamarindos em alqueire de muito I
boa qualidade : na praca da Boa vista n. 18.
tsr Sal do Ass a bordo do Brigue Escuna
S. Joze fundado defronte do Trapiche novo
O snr. que annunciou precisar de um Irata-secom Delfino Gonsalves Pe re ira Lima
caixeiro para tomar conta de urna venda, di- na ra Nova n. 44. '
. di-
rija se a ra Nova n. 28 defronte da Concei-
co ou annuncie.
tsr O Sr M. C. tenha abondade de vir
reallsar o negocio que ez com o abaixo assi-
gnado em 25 de agosto do corrente anno,
as 5 ponas n. 414.
Manpel Theodorio Bodrigues Pinto.
tsr Boga-se a quem pedio um folies de
tirar formigas a Manoel Antonio da Silva Mo-
ta e isto a muito tempo querra por obse-
quio manda-Io entregar e nao esperar que o
mande buscar pois parece que esse iraba-
Iho deve recahir em quem o pedio.
O abaixo assignado avisa aos foreiros
tsr Na ra do.Crespo n. 21 loja de San-
os Braga, rap as libras chegado ltimamen-
te de Lisboa muito superior por preco mui-
to em conta.
I tsr Urna escrava de bonita figura de idade
de 16 annos : na ra da Cruz n. 59.
tsr Um preto para fora da trra
do Crespo n. 2.
tsr Cha de Lisboa a 2880 azeile doce a
4400 a caada e a garrafa a 560 manteiga
ingleza superior a 720 e 560 vinagre blan-
co em barris e a relalho chocolate novo ,
paios lingoicas presuntos, sai muito al-
na ra
anuos, sabendo coser faz bem lavarinto e
renda de lodas as qualidades cosinha e la-
va de sabo urna dita crela de 18 annos ,
um negro da costa de boa figura sen lo bom
cerrador: nacamboa doCarmon. 19segun-
do andar.
tsr Vende-se ou troca-se um preto ofifici-
al de serrador por um moleque de 10 a 12
annos : na ra de Orlas n. 10.
tsr No lugar da Capunga um terreno si-
tuado na travessa que vai da estrada Ja Ca-
punga para o Manguind tendo defrente 03
palmos e meio e 120de fundo, com varias
plaas e um poco de agoa muito boa 5 po-
rem nao de tijolo com parte suficiente Jt>
material para edificar : na ra Direita loja de
sera n. 13o.
w Costados costadindos de amarelo e
louro assoaldo de dito e dito com defeitos,
e proprios para marcineiro tudo junto, 53
caixas vasias para socar assucar por 4200
cada urna sendo toda porco urna canoa
nova bom construida carrega 600 tijolos 5
Iractar na ra da Praia serrara de Antonio
Das da Silva Cardial.
tsr Urnas conxas de balanga de pao peque-
as para venda j esto promptas e pintadas :
no beco da Pol n. 7 esquina dos Quarteis.
tsr Urna venda com os fundos que agra-
dar ao comprador a qual tem com modos pa-
ra familia defronte do viveiro do Muniz ,
no principio do atierro das 5 pontas n. 53 :
Iractar na mesma.
tsr Urna pipa deagoardente de aniz 12
garrafes cheios do dito 11 ditos vasios 5
cascos de pipa e um lambique : na ra Direi-
ta n 1.
tsr Urna cmoda Je Jacaranda em bom
uso a moderna por prego commodo : na
ra estreita do Bozario n. 4 primeiro andar
defronte da Igreja.
tsr Potassa da Bussa de primeira sor'
teem barris de 4 arrobas ; em casa de Her-
mano Mehrtens ra da Cruz n. 47.
tsr Bicos de toalha, bonitas rendinhas es-
treitas e hicos de todas as qualidades e toalhas
de lavarinto largas eestreitas muito bem fe-
tasede bom gosto e um vidro para candi-
eiro francez : atraz dos Martirios n. 56.
n tsr Um batelam que carrega 3 a 4 pessoas
novo : na ra do Vigario armazem n. 5.
tsr Assucar branco fino a 1920 a arroba .
dito refinado a 2400 e 80 res a libra cafe
em carogo a 440 a libra dito moido a 220
no deposito da ra estreita do Bozario n. 34.
tsr Assucar refinado muito alvo a 2400 a
arroba dito de\ caroco fino a 2* caf
em caroco a 160 a fibra dito moido a 240:
na refinaco da ra do Arago da Boa-vista.
tsr Um cavallo com tolos os andares em
boas carnes e proprio para carro por ser bas-
tante grande : na ra da Praia n. 52.
tsr Urna negra para fora da trra moca,
cortes de cambraia de muito bom gosto de co-
res e branca chales e lencos de seda par
senhora sarja dobrajfc para coletes velli-
dos de bons paJroes para coletes, chapeos
castores pretos e brancos, e mais fazendas
de gosto moderno : na ra do Queimado loia
de Joo Botelho Netto n. 46.
tsr Bicos lencos de seda de quadro e jus_
trim de cores para grvalas chegado ultirna-
mente de Franca, mesmo para senhora do
melhor gosto que pode haver e outras niais
fazendas modernas : na ra do Queimado lo-
ja de J0S0 Bothelho Netto n. 46.
tsr Urna armago com seus pertences e
cascos vazios garrafas garrafes por preco
commodo : na ra deS. Jos n. 40.
tsr Para fora d ierra urna escrava bastan-
te moga e sadia bonita figura e muito seve-
lizada que mais parece crela que do gento
oplima engommadeira e de todo mais ser-
vigo do casa : na ra Velha n. 24 das 6 as!)
horas da manha e das 5 as 6 da tarde.
tsr Um moleque crelo de 42 annos, urna
escrava moga com algumas habilidades : na
rna Direita n. 45.
tsr Barricas com farinha americana sssf ,
saccas com superior arroz de vapor e de fa-
brica latas com as verdadeiras pilulas da
familia barris eom tinta em massa de diver-
sas cores caixas oom fio de sapateiro, con-
dessas balaios duas bancas de Jacaranda ,
bichas hamburguezas muito grandes e tam
bemsealugo: na ra larga do Bozario n.
15 padaria de Francisco Alves da Cunda.
tsr Barricas com farinha sssf : no forle
do Mattos prensa do snr. Mendonga a tra-
tar com Francisco Alves da Cunha na ra es-
treita do Bozario n. 15.
tsr Urn cavallo castanho de 6 a 7 annos ,
muito. bom esquipador e carregador baixo
a meio desobrigadu athe meio desobrigado
de todos os andares e um quarlo por pre-
go commodo : na ra do B.ingel n. 4.
tsr Farinha de mandioca em barricas,
chugada prximamente do Bio de Janeiro ,
e urna cmoda de Jacaranda de gosto ihuiJit.
no com pouco uso : no Becife ra da Ca-
deia velha loja n. 57 de Joo Mara Seve.
ESCBA VOS FGIDOS
, incor-
arinos pouco
Na madrugada do da 10 do corrente
desapareceo do engenho Primavera Fregue-
zia de Santo Anto a quo o vulgo chama en-
genho Cabocos um pardo de nome Valerio ,
idade-de 22 annos fuitando um cavallo pre-
to do mesmo engenho assim como alguma
roupa dos parceiros ; quem delle tiver noli-
ca e do mesmo cavallo aprebendendo-os
e levndoos a casa ae seu propietario abaixo
assignado ra da Cruz no bairro do Becife,
recompensar com generozidade aos apiehen-
dedores.
Caetano Pereira Gonsalves da Cunha.
tsr Fugio na madrugada do dia li do
corrente de casa de B. Lasserre & Compa-
ndia ra daSenzalla velha n. 138 um escravo
pardo de nome Felis estatura alta
pado sem barba idade 24
mais ou menos, bonita figura levou vestido
caiga de lustrim prelo e jaqueta de lustrim
azul, alem de mais roupa do uso que levou, e
una espingarda lazarina ; quem do mesma
souber, ou aprehende-lo poder lvalo a
casa a cima que receher urna boa gratilicaco.
= Fugio na dia 14 de novembro de 1842 ,
urna preta de nome Anna que reprezenta ter
42 annos de idade estalura baixa cara re-
donda corpo regular ps peqnenos e secos,
bem fallante cor bastante fula, tem os den-
les de sima alimados o beigo de sima gros-
so tem urna grande cacunda quando an-
da abre as pernas ; levou vestido carniza de
algodo da trra vestido e saia branca e o
ropinho encarnado levou mais dous vesti-
dos de chita e duas carnizas um cobertor
de brim grosso um pao da costa : roga-se
as autoridades policiaesde qualquer partea
fago prender que sero todas as desbezas
satisfeitas ; assim como se gratilicar gene-
rosamente a qualquer pessoa ou campanda
que a troucer: na ra das Cruzes n. 30.
tsr Uaba.xo assignado avisa aos foreiros vo proprio para venda espermacete a 680 a na ra da Praia n. 19.
do vinculo de Y S. da Conceico dos coquei-libra carnahuba a 500 rs., caf a 4400 J tsr Ler.gos a chin
bem parecida cosinda e lava de sabo
za ditos de Italia ,
EBBATAS.
Na Orago de S. Exc. Bevm. recitada na
Igreja do Becolhiment da Gloria por occas-
o da primeira communlio das Educandas do
Collegio do'Espirito Santo; no 3. paragr.iplio,
e 7. linda (4. columna da 1 pajina do Diario
n. 226) - quanto possaes comprehendaes : na 2.
pag. 4. col. 65 lu. a sociedade leia-se -
a saciedae:na 3. pg. 1. col. 34 e 35 lin. -
a disjwstasleia-sec dispostas.
*
BECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. =184-2.


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