Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04820


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Full Text
Aimo.de 1842.
Terga Feira fi>
Tudo agora ilepcnde de nos mmmin ; da nossa prudencia moderaco e energa : con-
tinuemos como principiamos e seremos aponladoa com admiraco enlre as Nacea mais
cultas ( Proclamadlo da Assrmlil.'a Geral do Bmiit., )
PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES.
Goianna, Parahiba e Rio grande do Norle segunda- e sextas feiras.
l'niiiio e fiaranlinii a 1 e "24
Cabo Serinlciii, Rio PortIOSO Porto Calvo Mnceiii e Alagoas no 1. H ,. c 21
Boa-vista e Florea a 2. Sanio Am.io quintas taifa, Olinda todos os dias.
DAS DA SEMANA.
44 jieg. ss. Clcmentino, c Filomeno Mm. And do .1. de D. da I. r.
15 Tere. Leopoldo Mrquez. Re. Aud. do J. de da J. t.
46 Quart. s. Goncalo de Lagos. Aud. do J de D. da 3. v.
H1 Qaint. s. Gregorio Thaumatiirgo B. And. doj. de D. da2.T.
JS Sttl. s. Roinio M. Re. Aud. do J. de D. da I. y.
49 Sab s. Izabel Rainha de llungria F. Re. Aud. do J.deD. da 3. t.
J|) Dom. Feliz de Valois Fundador.
de Novembro. Anuo XVIII. BT. 247.
O Diario publica ~.e todos os diasque n.*u> forem Santificados: o preco da assignalora do
de tres mil reis por qu.rtel pagos adiamad.n. Os annuncios do assignantes s.'io inserido.
gratis, c os dos que o n:io t'orr n jr.v lo fe SO rei por linlia. As re.InmaC.Vs devem ser
dirigidas a MU Typografia, ra das Cruzes >'. 34, ou a praoa da lnd.-p.-nd-ncia lojade hvros
\ murro lie 8.
CAMBIOS no da 14 de ooTi'Bno. compra venda.
Cambio sobre Londres 27 Nominal"
.i .. Fari, 350 res por franco
n l.isima 100 por lOOfe premio.
Moeda de cobre 3 por 100 de descont,
dem de letras de boas firmas 1 i a 1 |.
Omo-Moedade 0.100 V.
H If N.
de /t,000
FBvTA-rataces
l'ezos Colomnares
ditos Mexicanos
miuda.
15,200
15,0JJ
8,200
4,750
4,740
4,7(S>
4,(5 SO
45.22
45,20
8,22'
1,76"
4.7A0
4.70(1
ifiVI
Preamar do da 15 de Novembro.
I. a I horas e 54 m. da manliaa.
2." a 3 horas e 1Sm. da iarde.
Loa Nora
Quart. creso.
I.ua cheia
P11ASF.S f>\ LA NO MEZ DE NOVEMBRO.
A 2 4 hora e 4!) m. da tard.
n 9 a 40 horas e i7 m. da tard.
;-, ]S \ 4 hora e 10 m. da inanli.
Quirt. ming. 25 s 6 horas e 42 m. da uiaiih.
I ARIO l> E PER I\ \ M B13 O.
ERRATAS.
No artigo = Comm3rcio = do numero an-
tecedente l-se desiarrego hoje 12 = qlian-
do de va ser = hoje 14 ; e a data da revista
mercantil de 27 quando he de 12
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIOS.
Primeira secgo n. 06. Ein a sua nota
n. 3i Je 10 de abril do corrento anno o Sr.
Hamilton Hamilton envalo extraordinario
e ministro plenipotencion irio de'S. M. B. ,
transmittio ao abaixo assignado do conce
Iho de S. M. o Imperador ministro e secre-
tario de estado dos negocios estrangeiros, co-
pia de um memorndum que anteriormente
havia lido ao baixo assignado ; e solicitou so-
bre elle a atlenco do goveruo de S. M. I. ,
afim de poler sem demora, depositar as
mos do abaixo assignado o projecto de um
novo tractado de commercio entre o Brasil e
a Grao Bretanha que o snr Himilton teve
ordera do se,u goveruo para propr adopgo
do do S. M. o Imperador sob a condicSo pre-
liminar mencionada no dito memorndum ,
accrescentando o snr. II amilton que estava
corto de que o gabinete brazileiro nao deixa-
ria de reconhecer a final a exactid&o da inter-
pretago dada pelo governo da rainha ao arl.
28 do tratado de 1827 e de que a deciso
que a sua sabedoria houvesse de tomar seria
conforme ao expedido ( no mesmo memorn-
dum ) e tendera a consolidar e augmen-
tar cada vez mais as relags de amisade e
commercio subsistentes entre os dous paizes.
Dous 36 de 12 do dito mez e sem que o abaixo
assignado tivesse tido tempo Je considerar e
dar ao snr. Hamilton urna resposla <|Ualqur
sobre aquella condico preliminar rnmet-
tu o Sr.Hamilton ao abaixo assignado o pro-
jecto a que se havia referido convidando-o
a tomar em considerago as differentes dispo-
nes que elle comprehende e accrescentando
que ossentimeutos do amisade e benevolen-
cia para com o Brasil que tem constante-
mente animado e guiado a Gro-Bretanha se-
rio tanto mais conspicuos e indubitaveis ,
quanto mais cautelosamente fossem examina-
das essas disposiges lisongeando-se o Sr.
Hamilton de que as negociages que teve
ordem de encelar com o governo imperial ,
quamlo fosse admittida aquella preliminar po-
rm importante condigo que o Snr. Hamil-
tom j avia trazido ao conhecimenlo do a-
baixo assignado, serio continuadas com
promptido, e chegario o mais depressa pos-
sivel aquello Miz resultado que demando os
interesses recprocos e -permanentes dos pai-
zes.
A grvida de do assumpto das duas referi-
das notas a enfermidade de quo o abaixo
assignado Coi accommettido na poca em que
llie fuete dirigidas e sobretudo as ultimas
oceurrencias polticas qun tivero lugar as
provincias de S, Paulo e Minas Geraes e que
absorvro at agora todos os cuidados do ga-
binete imperial como o abaixo assignado
communicou ao Snr. Hamilton em nota con-
fidencial de ll de agosto passado em res-
posta sua marcada com o n. 65 foro cau-
sa de que o abaixo nao podess estar habili-
tado ha mais tempo para ter a honra de res-
ponder ao Sr. Hamilton como ora passa a fa-
z-lo de ordem de S. M. o Imperador.
Examinado quelle memorndum que ac-
cotnpanhou a primeira notado Sr. Hamilton,
encontra-se nelle : Que o governo deS. M.
est certo de que a intHligeneia dada pelo
Brazil ao art. 28 do tratado de 1827 he
< intmramento errnea ; e que a Gro-Breta-
0 nha tem o direito de requerer que as cn-
k diges do mesmo tratado sejo reputadas
mutuamente obrigatorias para com aGro-
Bretanha e o Brazil at o mez de novembro
de 1844. E mais abaixo se diz : Que
o governo de S. M. insiste portanto na
continuando do dito tratado at aquella -
poca como um direito que a Grao Breta-
nha nao pode ceder ; e que ainda quando
podesse desojar por termo questAo pela
factura e concluso de um novo tratado o
direito deve nao obstante, ser mantido,
excepto se as negociac *s que se espera d-
te verem comecarcom brevdade frem termi-
nadas antes de novembro de 18ti. Que
se nao for adoptado esse mpthodo a con-
sequencia ser que antes de se concordar
em algum novo ajuste, soffrerfi grandemen-
te te os interesses da Gro-Bretanha tanto
pelo que diz respeito aos direitos individu-
> aes dos seus subditos como extenso do
seu commercio.
V-se pois ,. que o governo do S. M. a
Rainha sustentando a intelligencia que tem
dado ao art 28 do tratado de 1827, insiste
na sua continuaco at novembro de 1844 ,
como um direito que julga dever manter e
de que nao pode ceder suppondo err-
nea a intelligencia dada pelo do Brasil ao
mencionado artigo nao obstante os argu-
mentos deduzidos da letra e espirito do mesmo
tratado com qne ella tem sido sustentada.
Por muito que o governo imperial respei-
te a opinio do de S. M. Brit&nnica, nao po-
de convencer-se de que a sua seja a errnea,
e julga-se com o mesmo direito de requerer
que as condicjOes do referido tratado sejao re-
putadas mutuamente obrigatorias para com
o Brazil e a GrSo-Bretanha smente at no-
vembro de 1842 termo em que acredita de-
ver ello expirar. Todava, nao tendo podido
at hoje os dous governos concordar em urna
das duas inteligencias contestadas appro-
ximando-se aquello termo, e querendo o
governo de S. M. o Imperador comprovar
constantemente a sua mderaco e boa f ,
protestando contra a intelligencia dada pe-
lo do Sua Magestado a rainha ao supraci-
Udo artigo passa a expedir as necessarias
ordens s eslaQes competentes para que
continuem como at aqui em vigor as es-
tipulares daquelle tratado at novembro de
1844, em quanto os dous governos antes des-
sa poca nao chegarem a um accordo sobre
o verdadeiro tempo da sua terminacho; tendo
o mesmo governo plena confianza de que o
de S. M. a rainha se convencer a final deque
a intelligencia que o do Brazil tem dado ao
artigo em questo a mais conforme razo,
ao espirito e mesma letra delle. E por quan-
to esta mesma contestaco prova assaz quo
madura e reflectidamente devem ser consi-
derados quaesquer compromisos deste gene-
ro entre os governos que tem por primeiro
dever consultar os interesses dos povos que di-
rigen., S. M. o Imperador julga dever aguar-
dar a poca em que o referido tratado bou-
ver de .terminar para resolver em sua sabe-
doria se convm entrar em qualquer novo
ajuste e tomar ento em consideracSo as
dilerentes disposices comprehendidas no
projecto offerecido pelo Sr. Hamilton ao co-
nhecimento do governo imperial.
O abaixo assignado, tendo a honra de com-
municar ao Sr. Hamilton esta resolucSo do
seu governo. se compraz em persuadir-se que
ella noexpe os interesses do commercio e
os direitos dos subditos de S. M. Britannica
a serem oflendidos, como no memorndum
pareceu apprehender-se; e persuade-se outro-
sim de que quando mesmo o Brazil nao jul-
gue conveniente para o futuro renovar trata-
dos de commercio com as naces sua* amigas
e alliadas nem por isso serfio aflectados os
interesses do commercio e os direitos indi*
viduaes dos subditos dessas nac?s ; pois que
da propria conveniencia do imperio assim
como da sua dignidad promover esses in-
teresses (ainda sem a existencia de compro-
misos expressos) e respeitar esses direitos ;
elle que procura por todos os meios chamar a
si a emigracao estrangeira ; elle que possue
em seu seio infinidide de subditos de differen-
tes naces om as quaes actualmente nao
tem tratados de commercio mas que fazem
o commercio em grande escala e sao respeita-
dos em seus direitos.
O abaixo assignado aproveita esta opportu-
nidade para renovar ao Sr. Hamilton as ex-
presses de sua estima e mui a'.ta considerarlo.
Palacio do Rio de Janeiro ao* 0 de setem-
bro de 1842. Auraliano de Souza e Olivei-
ra Coutinho.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 7 DO CBRENTE.
OlTicio AoExm. Presidente, envan-
do-llie a relago das pravas dos dilerentes
corpos inspeccionadas pela junta de saude
em sesso de 31 do mez passado afim de se-
rem propostas para demirao ao governo de
S. M. I.
Dito Ao memo Exm. Senhor trans-
mettindo-lhe a relacjio nominal dos indivi-
duos que voluntarios e recrutados assen-
taro prac,a no mez de outubro ultimo.
Dit0 Ao mesmo Exm. Snr. pedndo-
Ihe soluco do ollicio que llie enderezara em
22 de abril deste anno, sobre a gratificado
que se devia dar ao cirurgio Peixoto pelo
curativo das pragas que infermassem na cilia-
do de Goianna afim de ser o mesmo cirur-
gio pago conforme reclaraava.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., communi-
cando-lhe que em execugo do seo ollicio
tle 51 do mez findo fra no dia primeiro do
corrente desaquartelada a forca da guarda na-
cional estaccionada em Olinda recolhendo-
se ao arsenal de guerra o armamento e
mais objectos pertencenles a fazenda publica.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. enviando
como sua a informago que dava o tenen-
te-coronel do batallio de infantaria de guar-
das nacionaes destacado sobre o guarda Jus-
tino Joze do Amparo reclamado como di-
zertor do brigue = Imperial Pedro = pelo
respectivo commandante.
Dito Ao major Joo Paulo Ferreira di-
zendo-lhe que mandara ligar ao batalhao
destacado, o guarda Joze Honorario dos San-
tos e excluir com guia para o respectivo
corpo o de nome Antonio Francisco Ca-
mello.
Dito Ao tenente-coronel commandante
do terceiro batalhao de artilharia a p re-
mettendo-lhe os papis de contabilidade do
destacamento da Ilha de Fernando de Noro-
nha relativos aos mezes de maio a outu-
bro do corrente anno e urna letra da quan-
tia de 73^060 reis acompanhada de dous
documentos, pertencenles aos soldados Fran-
cisco Joze da Silva e Manoel do N'ascimen-
to quo falecero'na referida Ilha o primei-
ro em 19 do junho, e o segundo em 26 de se-
tembro devendo dar ans referidos papis
conviniente deslino e verbar no livro mos-
tr o falecimento deslas duas pragas.
Dito Ao major graduado commandante
da companhia de artfices remettendo-lhe os
papis de contabilidade das pragas destaca-
das na Ilha de Fernando pertencenles aos
meses de maio a outubro do corrente anno.
para que Ibes desse conveniente destino.
Igual remessa se fez ao capito comman-
dante do deposito.
DitoAo major Joo Paulo Ferreira, disen-
do-lhe que icava scienle de haver cumpri-
do exactamente a ordem do da primeiro des-
te mez que mandara desaquarlelar a forca
sob seo commando e recolher ao arsenal oe
guerra o armamento e mais objectos pei-
tencrmtesao estado.
Dito Ao delegado e juiz municipal da
segunda vara tiesta cidade, dizendo-lhe, que
em virtude desua requisigo mandara por
em liberdade o preso Joze Francisco Caval-
cante Rio doce por haver prestado ianga
na forma da lei.
THESOURARIADA FAZENDA.
f
EXPEDIENTE DO DIA 24 DO PASSADO.
Oflicio Ao Exm. Presidente da provin-
cia sobre a despesa da obra do arrecife artifi-
cial deste porto. ^
Dito Ao mesmo Exm. Snr. informan-
do o requerimenlo de Joze Lopes de Oliveira..
DEM do da 25.
Ollicio Ao Exm. Presidente da provin-
cia idem o do alferes Antonio de Holanda
Cavalcante de Albuquerque.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., expondo
que pela ordem do tribunal do thesouro pu-
blico nacional de 9 de setembro prximo pas-
sado que marcou as despesas desta provin-
cia no corrente anno financeiro nao se
dava pelos ministerios do imperio justiga e
fazenda quantia alguma para as obras nacio-
naes e concerlos de edificios e pela mes-
ma ordem expressamente se declara que o
crdito por ella concedido nao podia ser exce-
dido sem nova ordem positiva dos respecti-
vos ministerios expedida pelo dito tribunal
ou de S. Ex. em couformidade do artigo 48
da lei de 4 de outubro de 18o 1 decreto nu-
mero 158 de 7 de maio deste anno, e por
isso pedia se dignasse expedir as suas ordena
para que desde j fossem suspensas as despe-
sas das obras da casa da relago e da all'an-
dega at que de novo fossem Iegalmente au-
torisadas.
Dito Ao inspector da administragio das
rendas provincaes da Parahiba com a coa-
la correte entre esta e aquella administra-
gao al 20 do passado.
Dito Ao contador da thesouraria part-
cipandp a aposentadora do desembargador
da relago desta provincia Francisco de Pau-
la de Almeida e Albuquerque cun melado
dos seos respectivos vencimentos.
Dito Ao mesmo, participando em cum-
primenlo do ollicio do Exm. Snr. Baro pre-
sidente da provincia de 24 do passado ex-
pedido ein virtude do aviso do dia 3, do Exm.
ministro da fazenda ter S. M. o Impera-
dor determinado, que aos juizes municipaes,
quando forana hachareis formados, e serv-
rein de juizes de direito d j enme das comar-
cas se paguem os ordenados destes lugares ,
urna vez que os pro prieta ros os nao receblo
por qualquer motivo ou os mesmos lugares
se achem vagos de modo que venha a haver
duplcala de pagamento.
Igual participarlo se fez ao procurador
fiscal.
Portara Ao thesoureiro da fazenda pa-
ra aceitar e pagar no dia do seo vencimen-
to a letra de 2:01)0,) res sacada palo the-
soureiro geral do thesouro publico nacional ,
a oito dia precisos, a favor de Antonio Pe-
reira da Cunha.
Dita Ao mesmo dem de 4:000,) res,
a favor de Gaudino Agostinhode Barros. ___
------sam^
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
Noticias diversas.
O Sr Marechal Baro de Gasias embar-
cou para o Rio-Grande no dia 28 do passadp:
na occasio de receher as ultimas ordens de
S. M. o Imperador dignou-se Este diier-
lhe : Acabe esta revolugo do lio-Grande
como acubou as oulras Ao que respondeu
S. Ex. : (( PoJeV M. estar certo que nisso
empenharei os meus ltimos esforgos.
Falleceu na corte o senador por Goyaz o
sr. Jozo Rodrigues Jardim.


iWf-i
2
Foro aposentados os srs. Joze Albanol
TYagozo, Joo Joze da Veiga e Joo de Me-
deiros Gomes membrosdo S. Tribunal de
Justina.
Ministro Plenipotenciario de S. M.
Britnica mandou declarar s casas de com-
nercio Inglezas, que o tratada entre o Bra~
sil e a sua naco durarla at 10 de Notenbro
de 1814 inclusive.
O snr. tenoute-general Andrea foi no-
nvado commandante do I. Corpo de Enge-
nlteiros.
Por decreto de 19 do passado mandou
JS. M. o Imperador observar os estatutos ,
nessa data assignados que deven reger a
orden de Pedro 1. por sea Augusto Pai
instituida.
RELACO DOS DESPACHOS
publicado i na corte do Rio de Janeiro pr.la
" secretaria de estado dos negoeios da guer-
ra nofauatissimo da 19 de outubro de
1842 do augusto nome de S. M. o Jm-
Minador.
BATALHAO DE FIZILEIR0S N. i .
Commandante :0 coronel Joo Nepomu-
ceno da Silva.
Major interino : O tenente-coronel gra-
duado Joo Vicira da Silva.
Ajudante : O lenle Manoel da Gama
l.obo de Essa.
Secretario : 0 alferes Antonio Joze de
Santa Anna Jnior.
Capites Da primeira companhia, o ca-
pito major graduado Joo Guilherme Bru-
ce ; da segunda o capilo Joaquim Mendes
Gui maraes ; da terceira o capito majur
graduado Joze Antonio Pinto ; da quarta o
-cjqUo major graduado Joaqun Joze de
Sa 3* Almeida Lobo ; da sexta o capito
Jacintho Cordeiro de Frailas.
Tenentes: Os lenles, Joze Mara Jovi-
ta e Joo Antonio Cardoso.
Alferes : Os alferes Joo de Souza Tei-
xeira Joze Mara de Almeida da Gama Lo-
bo Simeo Joze Ribeiro de Carvalho e Jo-
ze Cardoso da Costa.Os primeiros cadetes
Luizde Beaurepaire Roban e Luiz Antonio
do Couto. Os segundos cadeles Francisco
Agnello de Souza Vulente Noberto Augusto
Lopes, Roberto Francisco Coelho e Leopol-
do Augusto Ferreira.
BATALHAO BE CALADORES N. 8.
Commandante : O tenente-coronel gra-
duado Luiz Joee Ferreira.
Major interino : O major graduado Joa-
qun Rodrigues Coelho Kelli.
Ajudante : O alferes Joaqun Francisco
de O'.Weira.
Quartel-mCstre : O alferes Joaquim Cor-
Teia de Farias.
Secretario : O primeiro sargento do pri-
meiro regiment de cavallara, Domingos Ri-
beiro Lopes.
Cirurgio-mr de commisso : O Doutor
Augusto Candido Ferreira.
Cirurgio-ajudante : Dr. Cyro Joze Pe-
droso.
Capites : Da primeira companhia o
capito Joze Teixdra de Campos ; da tercei-
ra o capito Manoel Joze da Soledade -, da
quinta o capito Francisco Victorino Xavier
de Brito.; da sexta o capito graduado An-
tonio Joze de Oliveira Fragata que passa a
effectivo.
Tenentes : O tenente Gregorio Antonio
de Oliveira o tenente Joze Flix de Olivei-
ra o tenente Francisco Antonio Dias.
Tenenta graduado : O tenente de com-
misso do batalho de caladores numero 12 ,
Carlos Cyrillo de Castro em remunerado
dos relevantes servidos prestados as provin-
cias de S. Paulo e Minas.
Alferes : Os alferes, Manoel Belarmino
Ribeiro, Vicente de Paula Rio de Oliveira ,
Cherubino Correia de Araujo, Francisco F re-
derico Figueira de Mello Andr Accioli Pi-
nheiro Antonio Jo/.e dos Santos, Joze Cy-
riaco Ferreira, Manoel da Cunha Wanderley,
Luiz Ferreira Pestaa Carlos Augusto Fer-
reira da Cunha Joze Leocadio Ferreira da
Rocha ; o alfares de commisso que passa
a effectivo Joze de Oliveira.
Alem destes despachos outros houvero
pelo ministerio do imperio nesta mesma oc-
casio remunerando diversos cidados de
S. Paulo e Minas.
MINAS GERAES.
Falla dirigida Assembh-a legislativa da
provincia de Minas Gentes no dia 6 de
outubro se de novo para proseguir nos trabalhos
da sesso ordinaria, pelo Exm. presi-
dente da provincia Bernardo Jacintho da
frei$a.
Senlioresda sssemblea legislativa provin-
cial. Tendoo prazer de ver-vos boje reuni-
dos para proseguirdos om vossos importan-
tes trabalhos pelo que exulto cordialmun-
te todos os Mineiros julguei de mnha obri-
gago vir pessoalrcenle dar-vos noticia, pos-
to que succinta do estado da provincis de-
pois dos extraordinarios acntecimentos de
que fila fui theatro nestes ltimos tempos. A
rebellio que rebentando em Birbicena a
lOdojunho prximo passado, foi corres-
pondida pelos diversos agentes de diferentes
municipios produzio por toda a parte a con-
fuso o estragos de que cada um do vos seria
certamente tsstemunlia ; mas agora cabe-me
a grata salisfaeo decongratular-me comvosco
por haver ella determinado pela completa der-
rota daquellesque ousro levantar mo sa-
crilega contra o throno constitucional do Sr.
D. Pedro II, desconhecendo suas augustas
prerogativas desprezande mesmo a voz pa-
ternal do monarcha brazileiro que os convida-
va a reconhecer seus erros. S* nao podemos
pois deixar de deplorar profundamente os
males crueis com que essa desgranada revolta
affligio a provincia de minas console-nos
a considerado de que nao existe a mancha
indelevel que sobre ella lanzara se a grande
maioria de seus ilhos se nao apressasse cus-
a dos mais pesados sacrificios a despeilo das
mais prfidas insinuages,a suffoca-la em seus
bracos ; se a aiaior parta desses que a acn
panhro se muitos mesmo dos que a voz
publica indigitavacomo mais influentes, se
nao apressassem a trazer todos os das ao go-
verno provincial e s autoridades locaes os
mais expressivos protestos en que mostro
que s se ligro ou serviro aos rebeldes ,
coactos ou Iludidos. Sim senbores os
Mineiros, seja-me dado o prazer de declra-
lo solemnemente so Iludidos s coactos'
poderio acompanhar um movimento que
destruindo os lagos da unio roubando as
attribuicfies do monarchaa tinha cuino liin
necessario a separago da provincia o os
tristes horrores da anarchia : elles adoro o
Sr. D. Pedro II: elles reconhecem que. sem
a unio do imperio que sem a monarchia
constitucional nao ha felicidade para o Bra-
zil : este senhores seu senlimento un-
nime se exceptuarmos meia duzia de ho-
mens que cegos pela ambico ou desvai-
rados por falsas ideas nao duvidro por em
pratica todos os meios por mais iniquos
que fossem pera ehegar a seus fins ser-
vindo-se de continuo do proprio nome do mo-
narcha que offendio como bem provj es-
ses protestos que aos centenares se apro-
senlo e que serviro de eterno opprobriu -
quelles que assim zombro da boa f de um
povo to leal como amante e respeitador da
verddeira liberdade.
Mas senhores passemos um veo sobre
este quadro triste eafflictivo para os nossos
coraces, e rendendo gragas Providencia,
que nos salvou de to arriscada crise reco-
nhecendo a paternal solicitude do governo im-
perial que nao perdeu um momenlopara
soccorrer aos leaes Mineiros. enviando-lhes
um bravo exercito e um distincto general ,
que, nos campos de Santa Luzia dTo o
ultimo golpe a essa rebellio congratulmo-
nos igualmente pela philantrophia e justica
de nossa legislaco criminal, que nestes ca-
sos s pune os caberas relevando de todo o
processo os Iludidos aquelles que s com-
meteroerros ; assim senhores nao pas-
saremos pelo desgosto de ver muitos de nos-
sos co-irm&os sob a espada da justica ficando
s sujeilos a ella os chefes os caberas a-
quelles que de seu motu proprio a pezar
do pleno onhecimento do que praticavo,
nao quizero poupar ao paternal corago do
nosso augusto Imperador o Sr. D. Pedro II a
dura necessidade de puni-los.
Cabe-me agora o prazer de certificar-vos
que o municipio de Paracal onde mani-
festando-so urna sedigo a 0 de Julho os
seus autores passro logo a adherir rebel-
lio e a cujo ponto se havio acolhido, como
consta varios grupos fugitivos e alguns
dos caberas que conseguiro subtrahir-se
justica acha-se tambem pacificado ; parti-
cipages ainda hontem recebidas e que ai-
cancho at 22 do mez prximo passado nos
do essa satisfactoria certeza : as providen-
cias dadas por o governo provincial logo que
se soube aquplle movimento e o decidido
patriotismo das autoridades e mais cidados
dos municipios limitropbes do Arax e Pa
trocinio foro bastantes para que immediata-
mente se reunisse urna forca de I,t00 guar-
das nacionaes em defesa da legalidade, alem
das que de outros termos vizinhos marchro
ou se dispunho a faze-lo aim de partilhar
to nobres trabalhos : os dignos presidentes
de S. Paulo e Goyaz apressro-se a soccor-
rer os Mineiros aquello fazendo entrar no
Arax um reforco de quasi 200 pravas bem
municiadas e armadas este dirigindo-se
pessoalmente frente de forja para a extre-
ma da provincia prxima cidade de Para-
cal : esta attilude enrgica e a noticia do
glorioso combate de Virlte i agosto foro bas-
tantes para que os rebeldes fugissem e se dis-
pjrsassem sem ousar fazer cara s forjas da
legalidade que os io procurar ; dest'arte a
rebellio foi batida nesse recanto ondo pre-
tenda manter-se por algum lempo e a pro-
vnciade Minas deu mais essa prova de seus
sentimentosleaes. Assim, senhores, com-
quanto a revolta lvesse sido anniquilada nos
campos de Santa Luzia e me houvessesido
dado o prazer de no sempre memoravel da
7 de setembro restab'elecer as garantas que
havio sido suspensas em virtude deS9es a-
contecimentos boje que ple alrmar-se
que na provincia de Minas nao existe termo
algum onde rebellio acha qualquer apoto .
o que devido aos esforgos nao s dos dig-
nos cidados mineiros como de seus co-ir-
mos das provincias de S. Paulo e Rio de Ja-
neiro que porfa se offerecero a coadju-
var-nos distinguindo-se sobremanera o
digno presidente desta ultima provincia que
desde o corneco,da rebellio se aprasentou nos
lmites de Mirtas e nao poupou sacrificios
alguns para combate-la.
A importancia do objecto senhores de
que nao poden deixar de estar cheios os nos-
sos coracOes rae obrigou a esta digresso ;
cumprindo-me agora declarar-vos que lia-
vendo-vos o digno vice-presidente da provin-
cia exposlo em seu relalorio na abertura da
sesso que descontinuar o estado da mes-
ma suas necescidades e os meios que Ibe
pnrecero mais adequados a satisfaze-las na-
da me resta dizer a tal respeito.
E' indubitavel senhores que a crise
porque passamos abalou sensivelmente a ma-
china da admnislracp provincial e tornou
necessarias outras providencias mas o curto
prazo que ha decorrdo desde que as commu-
nicaQes na provincia se tornro francas ,
prazo que ainda nao permittio o receberem-
se noticias oficiaes de alguns pontos e exac-
tas'informaces de quasi todos quanto a
essas alteracdes que posso ser mister; a par
da urgente necescidade de vossa prompta reu-
nio sao motivos que privo-me de cumprir
por agora esse dever satisfactoriamente, de-
clarando-vos porem que para tal fin vos pres-
larei no decurso da sesso todas as infor-
maces que se acharen ao meu alcance.
Certo senhores que vos nfio cabe direc-
tamente legislar sobrea boa aduiinistracjio da
justica e sobrea seguranza individual ob-
jectos que formo hojo nossa mais imperiosa
necessidade ; mas a poderosa inlluencia que
exerceis por vossos actos j chamando s
suas idi'as polticas lodos os Mineiros que II-
luddos se extraviro j promovende os
melhoramentos materiaes da provincia j ,
einfim desenvolvendo em beneficio della as
salutares atlrbuicous que vos conceden o acto
addicional, torno vossa tarefa bem que
pesada e diRcil, sobremaneira honrosa e
digna de vos que a desempenhareis como a
provincia espera, obtendo em premio as
bencos de seu* habitantes quando virem
pelos vossos esforcos cicatrizadas as feridas
que abri a guerra civil o desobstruidos os
canes da publica prosperidade que o espirito
de revolta se empenhra por destruir de urna
vez.
Sao estes Srs. deputados provinciaes os
meus sentimentos e na qualidade de de-
legado do governo imperial de accordo com
a sua vontade "fazendo os mai? /mientes e
sinceros votos pela prosperidade desta pro-
vincia que me cabe a honra de administrar ,
cumpre-me asseverar-vos quo todos os meus
esforcos tender a coadjuvar-vo em to no-
bre tarefa eque muito me lisongearei se de
qualquer forma oconseguir e se meus actos
merecerem vossa Ilustrada approvago ga-
rante seguro da provincia que tendes a gloria
de representar. Ouro-Preto palacio do go-
verno em 0 de outubro de 1842.Rernar-
no Jacintho da Peiga presidente da pro-
vincia. (Legalista.)
A VICTORIA DE SANTA I.UZIA.
Geralmente se pensa que esse grande leito
das armas imperiaes contra as forjas da re-
bellio firmou nossas insttuicSes deu'ao
throno base solida e perduravel e consurn-
mou de urna vez a spguranca do presente fu-
turo Ha neste modo de pensar extraordina-
ria exagerajo. A victoria de Santa Luiza '
um grande facto que tem de exercer extraor-
dinaria influencia no futuro ; mas para ser
ellic/. e duradouro urge que seja auxili-
ado por medidas governalivas que o desen-
rolvo e o tornen fecundo nos seus resulla-
dos. Avictoria de Santa Luzia pode ser nada
e pode ser tudo segundo o modo porque o
governo a souber encarar. Amanha de-
pois; pode esse grande acn tecimen lo ser var-
rido da mente dos povos, que de ordina-
rio esquecem de um dia para outro os Tactos
09 mais memor.veis, se nao fr apreciadoco-
rao deve ser, e, pelo contrario, ple (car eter-
namente gravado na memoria do paiz se for
transplantado para o terreno da legislaco e
da poltica. A victoria de Santa Luizia deve
ser considerada como o indicador da opinio
do paz, da alta dos sentimentos monarchicos,
da opportunidade da adopeo de medidas no>
sentido da reogarnisago social mas nao co-
mo um triumpho completo, definitivo que
deva dispensar ulteriores esforcos. Os parti-
dos nao morrem nos campos das batalhas.
Por mais ensanguentada que seja a lula T por
mais decisiva que seja a victoria, elles resus-
citSo e resuscito porquo os pelouros nao
corto o fio das tradijows e das sympathias po-
lticas nao destroem e anniquillo as ideas
que se aibergo as inteligencias. Os part-
dos morrem pela morte da ideas que os
prodoziro, pela acejio constante e porfiada
da lei, pela sabedoria e energa dos gover-
nos. Ora o meo de matar urna dia
cortrapr-lhe outra idia mais valente o
meo de tornar a aeco da lei porfiada e elli-
caz faze-la boa e appiica-la. Em quanto
pois nao conseguirmos derrotar as ideas que
produziro a rebellio por meo da impren-
sa da lei e do governo nao podemos cons-
tar com o estabelecimento seguro e definitivo
da ordem. As poderes supremos do estado
quo cumpre executar a ardua mas laboriosa ta-
refa de reorganisar a sociedade e firmar o im-
perio da ordem em bases solidase nabalaveis.
A elles a adopeo de medidas que difiicultem
o apparecmento de novas rebellies a uni-
o das nossas leis no sentido de dar forca k
autoridade e o prover por todos os meios,
a pungo dos delinquentes do crime horivel
de rebellio.
A continuarem as cousas como tem sido
at o presente, a nao se adoptarem medidas
vigorosas contra os homens da anarchia for-
tificando-se a autoridade victorias ppder
succeder-se a victorias os cidados amigos
da ordem poder cansar-se em inoteis esfor-
qos, nada se conseguir e a anniquilago de
urna revolta ser o principio inevitavel do ou-
Ir.i revolta.
(^OrJfm. )
RIO GRANDE DO SUL.
De urna carta de 6 do corren te mez, es-
cripia do RincodosTouros colhemos o se-
guinte : -
Bento Gongalves reassumio a presiden-
cia da repblica. Neto foi nomeado general
em chefe ; Canabarro general de operages ;
Joo Antonio chefe de estado maior ; Gue-
des commandante superior da guarda nacio-
nal e flizia-se que tinho ebegado a Alegre-
te oficiaes orientaes para tratadas.
Por este lado Joaquim Pedro est comman-
dante ao sul de Camacuam e dissero-me
hontem que mandou proceder a urna contri-
bugo de 3,000 pataches na cidade do Pelo-
tas, villa de Jaguaro e mais povoagoes com-
prehendidas no territorio que commaiida.
Esta disposigo he para supprir as despesas ,
em quanto se nao pa os gados em estado do
se charquearem para por detalhe tira-
retn dos moradores as cabegas que quizerem
arbitrar, em proporgo com o que possuirem,
e mandaren-as vender para aS charqueadas
mesmo n'esta provincia como fizero o an-
no passado visto que aqui nao he crime no-
gociar-se com os rebeldes e por consequen-
cia nao he crime ser rebelde !...
( Sentinella da Monarchia. )
PERNAMBUCO.
Consta-no que o soldado que assassinou
em dias do mez passado um seu camarada na
comarca de Flores e que su evadir foi
capturado por um olficial, e entregue ao de-
legado do tormo do Brejo.
Osr. doutor Anselmo Francisco Peretli
fora nomeado presidente da provincia de Ser-
gipe.
MARIO 08 PEIWABUCO.
AS BRAVATAS D0 MUITO PODEROSO SR. BAItDOZA
DE P.VJAU' DE FLORES.
Lemos no Diario-Novo N. 82 a correspon-
dencia do nobre, ex-coronel, libertador dos ^
rebeldes do Ex e certamente nao podemos
desconhecer o importante servigo que elle
prcslou provincia regeilando com a pru-


(lencia que o caracteriza o offerecimonto e
dedicagodas duzentas torosas personagens
os suburbios de Paja dispostas com ani-
mo extremado vingarem pelas armas as
violencias que as Autoridades porventura li
zessem pessoa inviolavel do sr. Barboza ,
lo, por que de um golpe tamhem se nao acal-
mao espiritos longamenle irritados ; mas os
esforgos bem dirigidos do governo secunda-
dos pela parte esclarecida dos cidados, muilo
podem abreviar a cura : procedimento diver-
so prepara o espirito de facgo e a opposico
fluc tanta iniluencia exerce por l tantas jqtie estreia em suas revelactos recriminar to
svmpatliias merece, que quando se parti dos os actos do Governo na pacificagAo da me-
iii i**-*......
para esta capital foi acom pan hado e cumpli-
mentado at o riacho do Uamalho por um
prestito luzido e numeroso : a ordem publica
comprometida ladigas e suores ludibrio e
estrados a derrota e a morto serio inevita-
Yeis se o capito Brito e o delegado com-
mettessem a louca temeridade de prender o
muito poderoso sr. Barboza : eis ah em ro-
sumo a tal correspondencia cujo estilo re-
trata fielmente o carcter de seu autor que
lie o carcter da nossa poca : esta corres-
pondencia serve de um documento s verda-
des que enunciamos em o nosso n. 244 de-
nuncia esse prejuiso absurdo e anli-social ,
que domina a muitissimos individuos prin-
cipalmente do interior do paiz de se consi-
dorarem superiores lei de se gloriarem
com o ludibrio das autoridades constituidas:
e he o D-n. que nos fornece este documento
importante o D-n. que se enche de indigna-
rlo contra esses crimes ,que todos os dias
se repetem : mas o D-n. qu* altribue esses
limes s autoridades o lei da reforma o
D-n. que deseja a reprodugio dessescrimes ,
para que sereproduzo as occasioes e moti-
vos de censuras s autoridades e lei da re-
forma o D-n. he coherente quando apa-
drinha e acoroca um dos elementos desses
crimes prestando suas paginas paraessas
bravatas alardos do sr. Barboza que so ea-
picitoudequecom os scus compadres e gen-
tes dos suburbios de Paja poderia arrostrar
a forga publica e resistir impunemente :
sua prudencia o salvou seno a condescen-
da do delegado que sem duvida merece cen-
sura por nao haver processado e prendido ao
sr. Barboza que veio, nao sabemos porque,
c para o Becife aonde nao pode sur processa-
do : se tora preso o sr. Barboza se elle re-
sistisse de mo armada se compromeltesse
aos suburbanos de Paj* sem duvida teria-
imos de lamentar esse desvario essa loucu-
Ta', e o sangue derramado ; mais a lei tri-
unfara o snr. Barboza conheceria que
a sua iniluencia he poeira que he nullida-
de parante o Governo e com a sua puni-
co com a sua derrota esses que o imito.
perderio o enthusiasmo de resistir s anto-
ridad"S a gloria de ludihria-las e essa lou-
.oura de fazer predominar o capricho e a von-
tide individual sobre a vonlade social : assim
como as nuvens se dissipo coma presonga do
sol que ellas procuro o (fusca r assim he
que o prestigio e euthusiasmo dessas potenci-
as que conspiro contra a ordem e futuro da
sociedade ho de dsvanecer-se pela presen-
ta da forga publica sempreque se ellas po-
zerem em campo para arrostraren* de mo ar-
mada autoridades constituidas : o Tobias
appareceo e cabio, e o snr. Barboza nao lca-
ria em p. Deixe-se o snr. Barboza dessas
bravatas deixem-se dellas aquellos que como
elle penso submelto-se as leis, evo tra-
balhar para deixar um futuro a seus filhos,
que serao desgragados se herdarem essa ma-
na de resistencias, que nao sera se Deus
quizer. o typo da futuragerago.comaqual el-
les ho de viver : nao pense o snr. Barboza
que a sua digndado foi renda pedo boato que
seassoalhou da sua prso a infamia como
diz o snbio d'Aguesseau vem docrime. e
nao do cadafalso nao ho a priso que causa
dezar ao snr. Barbosa seno o facto que se
Ihe imputa de ter soltado os presos confia-
dos sua guarda : desse fado he que s. m
se deve de defender e essa defeza importara
mais o publico, do que a estirada correspon-
dencia de s. m. a qual s oontem bravatas.
COMMUNICADO.
DIARIO NOVO N. 72.
\ora sim a casa vai cheirar a homem !
Agora sim, saberemosem 1842 dos trabadlos
e da conducta da cmara electiva em 184o pe-
lo exame synodal do Diario Novo copiando o
Chronisla !-----Agora sim.'
A voz da lei some-sc entre o estrepito das
armas disse vinte seclos o chefe dos ora-
dores romanos e a experiencia tem justifi-
cado o principio. as guerras civiz porem ,
nao s as leis so desatendem mas alugenta
se a moral dade, e succede-lhe um desenrmo
de paixOes to diversas como os individuos a
quem ellas domino Eis a crise a que fomos
recondnzidos. .
Ve:ice-sc a causa principal ; seus efloitofl
porem durfio anda por largo espago : esta se-
gunda victoria nao pode ser obra de momen-
tade do imperio na restaurago das leis na
sal vacilo do throno, na slabelidado da ordem,
do legalismo da constituico nao poder
chamar-se voz do povo he anda o murmu-
rio da sediego. Pouco, muito pouco fructo se
poder colher dos desvellos e solicitude do
Soberano dos seus ministros se os escrip-
lores pblicos que se destino aoempenho,
em si nobre, deencaminhar a opiniao deseus
concidados, em vez das insinuages de soci-
abilidaJe e de ordem alimentarem por seus
escriptos o fogo do sentimentalismo e se di-
rigirem a llieorias vans e nao preciso das
cousas.
Felizmente he o Diario Novo, que quer lan-
gar-se nesta vereda. Quer ostentar de poli
tico ; quer inculcar que tem poltica para
dar e vender ; pode pensar e dizer o que qui-
zer na certeza de que a sua poltica nem
instrue nem abala ; porque nao tem razo ,
e seus appellos sSo j sedicos. Seja qual for
o motivo que move o bom contemporneo, se
elle trasborda em poltica se arde em cha-
mas de amor patritico se he um netibatario
de nossas instituiges ou se expecula meios
de hir escorando o seu jornalzinho, sabe-o
elle, e tanto como elle sabe-o o rcspeitavel
publico : mas he certo que nao pode eximir-
se da increpacSo de perversidade, quando Ion-
ge de mostrar ao Brasil libertado as vantagens
da sua nova posicSo infunde-lhe suspeitas
absolutamente em tudo quantose fez para sal-
val-o das garras da anarchia, dos planos, que
por ahi todos sabem, que para vergonha nos-
sa enxovalha e vai em certo modo depreci-
ando dous dos maiores dons do systema libe-
ra! : a inviolabilidade parlamentar, e a lber
dade do imprensa.
O povo est ordinariamente disposto a sus-
peitar das intences dos que o governo
a historia dos ministerios da revolugSo com
effeito, muito justifico em parte taes preven-
ges; nao pode porem dahi argumentar-se pa-
ra a realidade do smil porque todas as pre-
snmpces devem ceder evidencia dos factos.
He pois fcil ao jornal de poltica propria ar-
mar populardade pela va que adoptou :-
o povo sentir as suas frases a prepotencia
dos ministros ; os males e desgragasda rebel-
lio serao effeitos do abuso do pnder a ne-
cessidade do emprego da forga para anniquil-
lar a rebello vai ser pintada como o prelu-
dio do garrote final s insttugOes; allribuir-
se- com grande lamuria ao governo, aquillo
que provem essenci al mente das circunstanci-
as : conhecidos sSo os motivos da dissolugo
da cmara dentro e fora do paiz ; mas encu-
bra-se a verdade e seja isto o motivo jtisti-
(ieavel das sediges,-----que se podio termi-
nar com mermelada e agoa de coco verde Os
resnonsaveis della sao os ministros.
Este methodo fatal de escrever para o publi-
co ainda no findou e se por intervallos se
modera reapparece com mais forga e mais
ignominia proporgo que a mania de politi-
car se torna cada vez mais um meio de lucro !
Maga-nos em extremo este procedimento,
por quanto estamos persuadidos de que, con-
tinuando elle tarde e muilo tarde se ex-
tinguiro os males de que nos qucixamos e
veremos prosperar a legalidade a constitui-
co porque tanto luamos.
O n. 72 do nosso visinho, aonde mais su-
perabunda a sua poltica propria, e onde elle
principia a provar, queso se oceuppa das cou-
sas e. nao dos homens : que a sua misiSo nSo
he perturbar os lare domestico*, ehe s pos-
suido do desejo de ser til d nossa Patria,
langou-se no vago das mais injustas sus-
peitas, e das mais hostis insinuagoes contra o
governo pacificador; s parece dirigido a exa-
cerbar os nimos, e approximar novas Cli-
ses se podesse Permita este.con tem pora-
neo que Ihe digamos, que nao he por tal gui-
sa que pode demonstrar em sua alma um sanc-
luario de coragem e de lealdade onde as pai-
xes temetr. de chegar-se pois esta bella
expressSo resume o mais profundo respeito pe-
la verdade e esta verdade nao se conlem
as generalidades com que se exprime. Que
miseria Antes de nos dar o seu exame sobre
a conducta da cmara de 1843 (isto he mais
que poltica he buenadixa ) instrua-nos
em que se d a responsabelidadepara suflbear
a rebellAo em duas provincias e ramificada
por todo o Brasil de empregar a forga arma-
da ? Quem suscitou o derramamento do san-
gue brasileiro se as forgas do governo pro-
pondo aos rebeldes a dispergo e depozico
das armas ou se estes offerecendo altaques,
e regeitando todas as vas de pacilicago P Se
o pranto das viuvas e dos orfos deve cahir so-
bre quem empunliou as armas em defoza da
lei e das propriedades ou sohre quem asem-
uinhou para fazer viuvas orfos e pilhar-
Ihe o pao quotidiano ? Se urna vez suspensas
:s garantas individuaes nao se torno as mo-
lidas de prevengo e de represso consequen-
ea necessaria ; porque pois antecede as ex-
piesses- medidas excepcionaes, de oppies-
so e terror? Ser para tornar mais espantoso
o quadro ou quereria que no goso das ga-
rantas consltucionaes se procedesse de en-
volta as medidas deseguramja publica? Di-
ga-nos se a fcnldade d dimittir nfto he das
attribuiges ordinarias do governo ? Se a con-
fiscago dos bens em caso de rebellio *Sc. &c.
nao est consignada na nossa legislago e
se do modo porque foi decretada nao foi mui-
to mais modificado o rigor da lei ? Satisfaga-
nos a isto antes de hir mais longecom a ade-
vinhago do seu exame sobre cousas do fu-
turo.
Nao ha no pode haver outro politico
desse lmanla
t l i
* *
COMMERCIO.
mente habelitados de fiadores idneas. = Se-
cretaria da tliesouraria das rendas provinciaes
de Pernambuco 8 de novembro de 1842.
0 secretario
Luiz da Costa Porto-carreiro.
= OHI.B,0Sr. inspector da thesouraria das
rendas provinciaes, manda fazer publico, que,
em cumprimenlo das ordens do Ex."* Sr.
presidente da provincia de 3 do corrente, tem
do ser arrematadas as obras la estrada do Be-
cife para Olinda pelo val da Tacaruna orga-
das na quantia de 39:990^880 reis e os re-
paros do atierro dos Alfogados e ponte do mes-
mo nome orgados em 12:o96ji000 reis.
Os licitantes devidamente habilitados de
fiadores idneos devero apresentar as sua
propostas em cartas feichadas, para serem a
bertas em presenga de todos os concurrente-
no acto da arrematago que lera lugar no
dias 5 7 e 9 de dezembro prximo futuro,
peante a mesma thesouraria, aonde se achio
patentes nos dias uteis s horas do expedi-
ente as plantas descripges orgamentos,
econdiegoes com qu^ devem ser arrematad
ditas obras e reparo.*. Secretaria da the-
souraria das rendas provinciaes de Pernambu-
co 4 de novembro de 1842.
O secretario
Luiz da Costa Porto-carreiro.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 14 de novb." 2:709323
DESCAURRCAO IIOJE 15 DE NOVEMRRU.
Galera ingleza = Emily = o resto, e maqui-
nismo.
Barca franceza = Hortense = fazendas, man-
teiga e queijos.
Brigue inglez = Ariel =bacalho.
Patacho sueco = Alerta = taboado, alcalro,
pixe, vergontas, e batatas.
MO VI MENT DO PORTO.
DECLARACOES.
NAVIOS ENTRADOS NO DA 13.
Para Maranho e Cear ; 18 dias vapor
BrazileiroS. Salvador, de 240 ton com-
mandanto Simplicio Jos de Mallos, equip.
24 : a Joaquim Baptista Moreira.
Bio de Janeiro Bahia e Macei ; 14 dias ,
tmendo do ultimo porto 18 horas, vapor
Brazileiro S. Sebastio, de 240 tonelladas,
commandante Jos Maria Falcflo equip.
24: a Joaquim Baptista Moreira passa-
geiros padre Carlos Augusto Peixoto de
Alencar Dr. Joaquim Pereira Freir e
sua familia padre Joz Ignacio Xavier
Acioli, Joo Joze de Miranda, brazileiros :
Joo da Silva Carneiro portuguez: Jo9o
Paterson, D. Veitch, Beijamin Beminoch,
inglozes : P. Berthelot, francez.
NAVIOS SAHIDOS NO JlEsMO DA.
Rio de Janeiro; brigue Americano Susan ,
cap. James Laudemaw ; com o resto da
carga que trouxedo Baltimore.
Monte-vido $ brigue Oriental Felis Patrona,
cap. Miguel Sicardi ; carga assucar e &c
NAVIOS ENTRADOS NO DA 14.
Santa Calharina teno arribado ao Rio de
Janeiro e Bahia donde tras 23 dias, su-
maca Brazileira Santo Antonio de 132
ton., cap. Joo Jos Peixoto equip. 10 ,
carga familia de mandioca : a Manoel Joa-
quim Pedro da Costa.
Goiauna ; 3 dias hiate Brazileiro Conceigo
do Pillar de 23 ton., cap. Joo da Costa
Falco equip. 41, carga algodo : a Jos
Maria Falco : passageiros, Francisco Jaio,
Amancio Joze de Oliveira, Manoel dos San-
tos Candida Senhorinha de Mello, Maria
da Conceigo, Francisca Gongalves, Fran-
cisca Gongalves de Castro, Joaquina Maria
do Nascimento brazileiros : Manoel Joze
Barboza .Braga portuguez.
SAHIDO NO MESMO DA.
Monte-vido ; escuna Americana Swalow 4
cap. C. Williams ; carga lastro de pedra.
EDITAES.
= S. Ex. Rm. tem marcado o da 20 do
corrente para a solemnissima procisso de
Corpo de Dos devendo sahir pelas 4 ho-
ras da tarde da igreja de Nosssa Senhora da
Conceigo dos militares e seguir impreteri-
velmente pelas ras do Cabug das Cruzes,
daCada, doCollegio. dahi a pracinha e
ra do Livramento em direcgo ao pateo de
S. Pedro d'este ao largo do Carmo d'este
s ras estreitas e larga do Rozario e desta
finalmente ra do Cabug em dreitura
referida igreja de N. S. da Conceigo. S.
Ex Rm. espera, q'os moradores das mencio-
nadas ras se esmerem no aceio d'ella
no ornato das janellas.
O P.e Francisco Joze Tavares da Gama,
Secretario de S. Ex. Rm.
O Vapor s. Sesbatio e s. Salvador
recebem as malas para os portos do sul e nor-
te, hoje(lo) as 10 horas. '
AVISOS MARTIMOS.
= Para o Cear a sumaca =r Estrella do
Cabo = pertende sahir at 30 de novembro ,
por ter parte de seu carregameuto prompto ;
os pertendentes para carpa e passageiros di-
rijo-se a Manoel Joaquim Pedro da Costa ,
na ra da Cadeia n. 46.
tsr A Barca Izabel sahir para o Rio de Ja-
neiro impreterivelmente no da 15 do prezeo-
te mez : pode somente receber algunsescra-
vos a frete ; a quem cunvier dirija-se a G. A.
de Barros atraz do Corpo Santo casa n. 66.
O 111." Sr. inspector da thesouraria das
rendas provinciaes, manda fazer publico, que
em comprimentoda ordem do Ex." Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do corrent-\ tem de
ser arrematado nos dias 16, 17 e l8do cor
rente o fornecimento de 170, a 200 milhei-
ros de tijollos necessarios para a obra da
ponte suspensa do Caxang, conforme as con-
diges organisadas pelo engenheiro em chele
das obras publicas que serlo patentes h.is
concurrentes nos dias utes s horas do ex-
pedienta na secretaria da mesma thesou-
raria.
Os licitantes devero comparecer devida-
LEILES.
- James Crabtree & C. faro leilio por
intervengo do corretor Tiiomaz Dowsley,
de algumas fasendas limpas e avariadas e de
muilo bom gosto no seu armazem na ra
da Cruz terga feira 15 do corrente : prin-
cipiar as dez horas da manh.
nr Kalkmann & Rosenmund, fario lei-
lo por intervengo do Corretor Oliveira ,
de grande e esplendido sortimento de ricas e
bem condecidas fazendas da Suissa Alema-
nha e Francezas, as mais proprias deste
mercado as quaes ser vendidas a prego
acommodados (para fechar contas ; terga e
quarta feira 15 e 16 do corrente as 10 hora
da manh no seu armazem da ra da Cruz.
OT Me. Calmont diCompanhia faro lei-
lo por interveneflo do Corretor Oliveira de
grande sortimento de ferragens inglezas de
todas as qualidades, inclusive alguns panno,
que se vndenlo para fechar contas ; quinta
feira 17 do corrente as 10 boras da manh ,
no seu armazem da ra da Cadeia.
AVISOS DI VERSOS. ~*
or* Aluga-se trez escravos para servigo
de sitio dando-se lOj mensaes (oreada um,
e sustento trez vezes ao dia as cinco pon-
tas n. 11 se dir para quem he ; na mesma
casa ser entregue ditos escravos so convier
o ajuste.
tsr OfTerece-se urna crela de bons costu-
mes para ama de casa de homem soltairo ou
de pouca familia : no pateo da ribeira nu-
mero 27.
cr l!m brazileiro chegado prximamente
do Rio onde por muito lempo foi caixeiro
de urna das melhores casas francezas de lei-
lo, e consignago seofferece para a mes-
ma oceupago ou qualquer que se Ihe de-
pare : annuncie.


Deza-se fallar ao senhor doutor Jozej TJif.^! F ii/- nnrlo
EleuteriodeCarvalho, a negocio que lho| -lA-amci liUUI pariU-
diz raspeitu na praga da Independencia nu- Cipa 30S HlTS. aSSiTllintCS
das iiiicedes lyricas na
Natalensc ; que a prmei-
ratcr lugar no. dia 15
do correte.
PILULAS VEGETAES, E NIVERSAES AMERICANAS.
dirija-se a Cam-
mero 28.
tsr Quem quizer dar 306j reis em cobre
por 500i res em sedulas ;
boa do Carmo.
Or Arrenda-se por loO reis para pas-
sar a festa urna ba casa na povoago do
Monteiro he bastante fresca o contem duas
grandes sallas quatro quarlos dispensa ,
cozinhafra, quarto para pretos estriba-
ra para douscavallos e quintal com serven-
ta indopendente da casa ; a fallar na casa n.
7 ra atrs da matriz da Boa-vista.
ts^ Alugase um sotlo por preco com-
modo para pouca familia sendo capaz na
ruado Rozarh-estreita-. os pretendentes pro-
curen! na botica da travess i da mesma ra de-
fronte do numero 1.
tsr Existe una carta viuda do Porto no
brigue Mara Feliz, para o senhor JoSo Jo-
ze Lopes da Silva ; na ra das Flores hume-
ro 35.
* WST O abalxo assignado faz ver ao respei-
* tavel publico que mudou o seu escriptorio
para a mesma ra junto ao senhor Joze Pe-
reira da Cunha primeiro andar numero 16
ra da Cadeia-velha : roga a todas as pes-
soas que I he tem feito o especial favor de I he
compraren!, espera que se dignem continuar,
faz ver mais que llie chegaro queijos muito
frescos de Pate Grasse ditos de Neuf-
Cl.atel ditos Groyere e serveja branca
muito boa rap de Hamburgo engarrafado
multo bom ; todos estes objectos se vendem
o mais barato possivel. Ferd. do Luccas.
tsr O abaixo assignado annuncia que
tetido allugado o sobrado e iojas silo na ra
de Fora de portas desta cidade a Antonio da
Rocha Compassio e sua mulher por espago
de ."> annos, papel passado: agora consta que
a mulher do dito propietario pretende alu-
gar o sobrado a ootrem ; o abaixo assignado
tem venda as Iojas e pretende morar no
sobrado durante os 5 annos do contracto ; e
por isso annuncia ao publico que ninguem
arrende tal sobrado para escusar pleitos e
demandas com o abaixo assignado.
Domingos Barreiro.
WT O abaixo assignado faz sciente que
ninguem contrate negocio algum com a casa
terrea cita no largo do Carmo em directuca
ra das Trinxeiras a virar para a ra do
Rozario estreila n 41, pertencente Anto-
nio Francisco de Azevedo Campos por se a-
char a mesma hypothecado ao abaxa assig-
nado. Antonio Pint.> de Moraes.
-Precisa-sedeum feitor que trabalhe de
enchada para um sitio em Santo Amaro; quem
estiver nesta circunstancia procure na ra de
hurtas na loja de tartarugueiro defronte da
venda do Pocas.
tsr Prociza-se de um official de charutos ,
pagando-se a 180 reis o ccnlo lendo capa,
o miollo tirado, e bom fumo ; na loja de cera
da Travessa do Bozario n. 3.
tsr Quem precisar de urna cozinheira, en-
gommadeira avadeira e compradeira di-
rija-se a rua da Florentina n. 41.
OT Anna Ferreira de Lima cazada com
Antonio da Rocha Compaco faz publico que
achando-se o mesmo seu marido alienado,no
valido qualquer negocio que izer, e a
annunciante protesta provar em juizo o ex-
posto : as pessoas que tem contas com o dito
seo marido devem aprezentar suas contas em
fora de Portas casa de Joaquim Lopes de Al-
meida dentro de oito dias contados de hoje.
tsr E. Plum retira-se para fora da pro-
vincia.
tsr- Quem precisar de um rapaz portu-
Riiez chegado ltimamente no Brigue Mara
Feliz de 17 a 18 9nnos sabe 1er, escrever,
e contar para caixeiro de oja de fazendas ,
cobranzas armazem de assucar ou outra
qualquer ocupago excepto venda ou padara
dinja-se a ra do Coliegio loja de bahuzeiro,
n. 11 ou annuncie.
tsr Antonio Francisco de Azevedo Cam-
pos pede aos seus credores lhe manden! suas
contas correntes por estenco o mais breve
possivel no pateo do Carmo venda n. 41.
ar*Aluga-se para passar a festa um sobra-
do na Cidade de linda na ra de S. Bento ,
com agradavel vista para o mar, e muito fres-
co por pre^.o commodo ; quem o pretender
lirija-se a ra Velha da Boa-vista a fallar
com o Teen to Coronel Joze da Cunha Morei-
ra AJves n. 63.
= Quem tiver um sitio para alugar por an-
no e que ten ha casa de vi venda arvoredos
de fnieto e baixa para capim, sendo nos se-
Hiiintes lugares : Santo Amaro estrada de
Joo de Barros solidado, e do Manguind
paraca, nao excedendo de200a res, annun-
cie, ou dirija-se rua da Cadeia velha n. 11.
O nico deposito deUas he era casa do agen-
te D. Knoth ; na rua de Apollo n. 27.
tsr" ODr. J. C. Bandeira de Mello mora
na rua Nova n. 18 onde tambem tem o seu
escriptorio de advogacia e pode ah ser pro-
curado como advogado, das 10 horas da
manha as duas da tard.
tsr A pessoas que quiserem encomendar
comer no botequim em linda na rua de s.
Bento por mdico prego, procurem no mes-
mo que se far com asseio.
tsr Precisa-se de urna ama de Ieite na Boa
vista rua Forraoza no sobrado da esquina
do sr. Martins.
tsr* Offerece-se urna mulher que d fia-
dor a sua conducta para ama de urna casa ;
na rua Augusta n. 12.
tar* Quem no Diario n. 237 annunciou
querer 500i rs a premio sobre hypoth. ca
em urna casa annuncie sua morada.
tar Na rua da Cadeia loja de Francisco
da Silva existe urna carta vinda do Mar
nho pelo ultimo vapor para o snr. Fran-
cisco Gongalvesda Silva.
tsr Quem precisar de um hbil caixeiro
portuguez de 22 annos, para venda do que
tem grande pratica, e d fiador a sua condu-
cta dirija-se a rua do Rangel venda n. 8l.
3ST A senhora D. Joanna Francisca de
Carvalho que veio de Macei para esta Ci
dade em 1837, queira por favor annunciar
sua morada ou dirigir-se a rua do Livra-
mento para receber urna carta de impor-
tancia relativamente a urna horanga que lhe
pertence, e isto quanto antes para evitar
prejuiso.
tsr* O abaixo assignado avisa aos foreiros
do vinculo de N. S. da Conceigo dos coquei-
ros que elle se acha legalmente authorisa-
do para cobrar os foros supra do mencionado
vinculo bem como para passar as licengas ,
e receber os laudemios ; quem o pretender
dirija-se a rua Nova loja n. 24 das 8 as 9
horas da manh, e das 2 as 4 da tarde.
J.taquin Candido Ferreira.
Ermitage.
tsr A Nova fabrica que trabalha sobre as-
sucar refinado a maneira da Europa e ou-
tros productos faz saber ao respeitavel pu-
blico que ja tem no seu armazem na rua da
Cadeia de S. Antonio n. 19, assucar da pri-
meira qualidade em pedrae em p xaro-
pe de tamarindos de limo de laranja, ve.
las decarnahuba e serveja de muito boa
qualidade.
sim como urna porco de bolaxa inferior ,
para sevados a 800 rs. a arroba.
tsr* Um moleque crelo de 12 annos, urna
escrava moga com algumas habilidades : na
rna Direita n. 45.
tsr* 12o palmos de terreno por trazdas 5
pontas 2alicerces na rua do Palacete, e
143 palmos de alagado por traz da dita rua :
na rua de S. Francisco n. 12 segundo andar.
tar* Urna marqueza de amarello com as-
sentode pao usada mas em muito bom
estado e por barato preco : na rua estreita
do Rozario n. 32.
tsr Um escravo ptimo sapateiro sem
defeito algum esim por nao querer morar
no maitoonde presentemente mora o sr. : na
praga da Independencia loja de livros, depois
de 9 horas athe meio dia.
tsr Barricas com farinha americana sssf ,
saccas com superior arroz de vapor e de fa-
brica latas com as verdadeiras pilulas da
familia barris nom tinta em massa de diver-
sas cores caixas com fio de sapateiro, con-
dessas halaios duas bancas de Jacaranda ,
bichas hamburguezas muito grandes e tam
bemsealugo: na rua larga do Rozario n.
13 padaria de Francisco Alves da Cunha.
tsr Urna prela moga vistoza e com ha-
bilidades : em fora de portas n. 83.
tsr Urna carteira grande de amarello, com
duas faces por prego commodo ou troca-
se por urna pequea de um so face : na rua
larga do Rozario n. 32.
tsr Dous eseravos para fora da provincia:
na Camboa do Carmo junto ao estanque.
tsr Barricas com farinha sssf : no forte
do Mattos prensa do snr. Mendonga a tra-
tsr com Francisco Alves da Cunha na rua es-
treita do Bozario n. 15.
tsr* Urna alva para JPadre muito rica ,
bordada de susto com bico do mesmo bor-
dado tendo o bico mais de palmo de largu-
na rua
Saceos com arroz pilado vermelho a
60 rs. : na praga da Boa vista n. 18.
tsr Farinha de mandioca em barricas
chugada prximamente do Rio de Janeiro'
e urna cmoda de Jacaranda de gosto moderl
no com pouco uso : no Recife rua da Ca-
deia velha loja n. 57 de Jofio Mara Seve.
tsr Um preto para fora da trra
do Crespo n. 2.
tsr Urna escrava de meia idade : na rua
larga do Rozario n. 30 primeiro andar.
tsr Na rua do Crespo n. 21 loja de San-
os Bra^a, rap as libras chegado ltimamen-
te de Lisboa muito superior por prego mui-
to em conta.
- Barris de cal virgem em pedra que ser-
ve em lugar de potassa : na praga doCom-
mercio armazem de Manoel Ignacio d'Olivej-
ra ou na rua do Vigario casa de Mendes &
Oliveira.
W Sal do Ass a bordo do Brigue Escuna
S. Joze fundiado defronte do Trapiche novo
trata se com Delfino Gonsalves Pereira Lima '
na rua Nova n. 4i.
ESCRAVOS FGIDOS.
de
Fugio no dia 5l de Outubro urna prela
nago angola de nome Maria de ^0 a
24 annos de idade bonita figura ,
gos grossos cara redonda
ra ; urna manga de vidro ingleza lavrada ,
COMPRAS
Moeda de cobre correte com o dis-
conte que se convencionar avista da porgo
queseofferecer: na loja de cambio de Basto
&l Companhia.
tsr Urna venda com poucos fundos, e que
tenhacommodos para familia : annuncie.
o?- Urna crrente ou transelim de bom
ouro sem feitio : na rua das Trincheiras n.
42 na mesma casa acha-se um cordao de
ouro quem forseu dono danjo os signaes
lhe ser entregue.
lar- Urna rede nova de malha de camaro,
tendo 20 bragas athe 50 decomprido e urna
athe duas de altura um panno de tarrafa
novo de malha de sauna : a fallar com Joze
Gongalves Ferreira Costa no Recife ou em sua
casa em s. Amaro.
tar* Para fora da provnola, effeclivamen-
te mua tirillas crelas, e mais eseravos d
15 a 20 annos paga-se bem sendo bonitos:
na rua do Livramento n. 3 com a entrada
pela rua do Rangel das 9 horas da manh
as 1 da larde.
um candieiro francez, urna pipa e urna quar-
tola arquiada de ferro, eum funll de pao ,
tudo do servigo de azeite: as 5 ponas n.
144 ; na mesma casa existe urna carta vinda
de Oeiras para o sr. Carlos de Souza Martins
estudante da Academia de Olinda.
tsr Na rua estreita do Rozario defronte da
Igreja e junto a tenda da esquina de bai
xo do sobrado de 3 andares ha um comple-
to sortimento de louga vidrada vinda da Eu-
ropa mui propias para casas particulares e
quanto aos pregos seassegura aos comprado-
res ser commodo por se desojar liquidar o
mesmo negocio portanto quem se quiser
utilisar da occasio ella he assaz vantajoza
tsr Na rua larga do Rozario n. 48 vnde-
se uma porgo de barricas que foro de fari-
nha de trigo bastante fortes.
tsr Capim de planta a 120 a arroba indo-
se cortar e pesar : na estrada do corredor
do Bispo sitio que tem portu confronte ao
muro novo dosr. Bispo.
tsr* Um quarto possante e muito eatra-
deiro ; na esquina da rua do Livramento nu-
mero 1.
tsr Um cavallo com todos os andares em
boas carnes e proprio para carro por ser bas-
tante grande : na rua da Praia n. 32.
'>-' Uma venda com os fundos de 6OO4OOO
e querendo o comprador lira-seatheametade
para fora pelo dono ter outras vendas aonde
bote os seus eflVItos : na rua da Senzalla ve-
lha defronte do beco do Campello n. 126.
tsr Uma negra para fora da trra moga,
bem parecida cosinha e lava de sabo :
na rua da Praia n. 19.
_^tsr Um sortimento de lindas decarritel a
560 a duzia chicotes com cabo de martello
al*, ditos sem elle a 700 reis boas aboto- i
aduras de massa a 700 reis macacar perola
de cores colxetes a 80 reis trancelim de
borraxa a 80 reis, tezouras linas a 200 reis ,
suspensorios de borraxa a 520 agolhas fran-
ps e bra-
. estatura regular,
levou vestido camisa de algodozinho e ves-
tido de risca.io cor de caf com listras amare-
las ja velho, tem o coz do vestido cor de
roza, tem sido vista pela Boa-vista Mundo
novo e por detraz dos Martirios, e tem sido
ltimamente vista nos Affogados por onde
anda agora athe a passagem com um lengo
amarrado atiracl j quem a pegar a leve na
rua das Laranjeiras n. 14 segundo andar.
tsr- Na madrugada do dia 10 do corrente
desapareceo do engenho Primavera Fregue-
zia de Santo Anto a que o vulgo chama en-
genho Cabocos um pardo de nome Valerio ,
dade de 22 annos fui lando um cavallo pre-
to do mesmo engenho assim como alguma
roupa dos parceiros ; quem delle tiver noti-
cia e do mesmo cavallo aprehendendo-os ,
e levando-os a casa de seu proprietario abaixo
assignado ruada Cruz no bairro do Becife,
recompensar com generozidade aos apiehen-
dedorei.
Caetano Pereira Gonsalves da Cunha.
tsr No dia lOdo corrente desapareceo uma
escrava de nome Francisca nago benguela,
cor nao muito preta olhos pardos labios
grossos com dousdentes quebrado* na fren-
te corpo delgado mfios bracos pernas
e ps em proporgo do corpo e tem uma
marca dequeimajura de fugo no brago es-
querdo, a qual ainda nao acabou de sarar ;
levou vestido branco de cambraia
de lila preta trancada
VENDAS.
tsr Folhinhas de porta algibeira e Pa-
dre : na praga da Independencia loja de li-
vros n. 37 e 58, ou 6 e 8; na rua do Cabn-
loja do snr. Bandeira ; na rua da Cadca
do Recife loja de ferragens n. 4l; na rua da
Madre de Dos vendada esquina defronte
da Igreja ; na Boa-Vista defronte da Matriz ,
botica do snr. Moreira ; e em Olinda boti-
ca da rua do Amparo.
tsr" 3 pipas e alguns barris quartolas
asias : n 1 rua larga do Bozario n. 52 : as-
cezas emeaixinhas, caivetes muito finos ,
lalheres de cabo brancos muito finos papel de
pezo a 5 a resma dito almasso azul supe-
rior pedras de escrever a 120 160 e 200
reis agua do colonia muito boa a 160 o fras-
co eem duzia a 1700 e outras muitas miu-
dezas boas e baratas : na rua do Livramento
numero 10.
ts^ l'm cavallo castanho de 6 a 7 annos ,
muito bom esquipador e carregador baixo
a meio desobrigado athe meio desobrigado
de todos os andares e um quarto por pre-
go commodo : na rua do Rangel n. 42.
tsr Por prego muito barato um Dicciona-
rio de Moraes de 4.* Rdigao em bom uso ;
na praga da Independencia joja n. ll 13 ,
e lo.
"^*ss- Botins de Lisboa a 1 o par cortes
de cassa pintada com 7 varas a 4* o corle : na
loja de Carioca & Solt rua do Queimado nu-
mero 15.
, saia nova
, panno da costa uzado,
e argas de ouro as orelhas ; quem a apre-
hender leve-aa ruad'Apollo no primeiro an-
dar do sobrado n. 19 que ser generosamen-
te recompensado.
tsr Desapareceo em ll do corrente mez
um preto que vendia pao por Santo Amaro
por nome Joze nago cagange cor preta ,
baixo, nao muito grosso cara redonda ,
nariz chalo, beigo do cima mais crescidodo
que o de baixo olhos meios aperlados e
um tanto fundos, orelhas pequeas pouca
suisa na cabega uma coroinlia de carrejar
pesos mos curtas e grossas ps tambem
curtos um tanto incitados procedido de cra-
vose bixos levou vestido camisa de fazen-
da azul trangada, caiga azul de riscado de li-
nho representa ter 18 a 20 annos de idade ,
sabe-se que est recolhido nesta praga em cer-
ta casa a qual nao se ignora por isso penende-
se proceder contra quem o tem recolhido na
furma da lei ; roga-se a todas as authoridades
policiaes e capites decampo de o pegar e le;
var a seu sr. atraz da Matriz da Boa-vista n.
22, queserO recompensados do seu trabalho.
tsr No da 22 de Agosto p. p. desapareceo
urna preta de nago benguela de nome Ma-
ria seccado corpo cara comprida e boce-
tada tem as costas da mo direita um caro-
g pequeo tem ambos os ps apalhelados ,
um delles tem um dedo grande mais v rado ,
esem unha, sahio com um taboleiro novo a
vender pao de lo e pudins, levou vestido cabe-
go do algodozinho j velho saia de chita ro-
xa e panno da costa o de bruado as cabi-
ceiras com matames brancos ; qualquer capi-
to de campo ou authoridades policiaes a po-
dero leva-la na rua da Cadeia velha do Beci-
fe n. 47 que sero generosamente recom-
pensados tambem se protestar com o regor
ila lei contra quem a tiver oceulta ou roubada.
BECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. = 184 2


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