Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04818


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Full Text
A uno de 18 2.
Sabbado 12
Tuilo agora depende de na* meamos ; da nossa prudencia modem^ao eaergia : con-
is como principiamos c seremos apollados con ailmirai.o entre as Nadies mais
C Troclamacao da Asscmhla Geral do Biutn..)
linnemn
cultas.
PARTIDAS DOS CORRE10S TERRESTRES.
Coianna, Parahiba e Rio grande do Norte segunda- e sextas feiras.
I ,.iili.i e Garanhuns a 40 e 24.
Cabo Serinhaeqi, Rio b'orinuso Porto Calvo Maceio e Alago" no i- H e 21
Boa-riitae Flores a 2,S. Santo Ant.'io quintas feiras. Olindn todos oa dias.
5
DAS DA SEMANA.
7 Be, a. Florencio B. And do J. de D. da 1. r.
S Tere n. Severiano e seuscomp. Mm. ltcl. And. do J. de T), da
10 Onint. Andr \vellino. And. do .T. de T). da 2.r.
A] Seit. Martinho H, Re. Aud. do J. de D. da I. x.
4J Sak jcjun a. MartinlioP. M. llel. Aud. do J.deli. da, '>, \ .
Ai Uom. Patrocinio de N. S.
de Novembro. Anno XVI1L N. 24a.
O Diario publica-se todos-os diasque niio forem Santificados : o preeo da assignalnra lio
de tris mil reis por gratis c os d,. dirigidas a esla Typo.'ralia, ra das Cruiea \. 34, on a praea da !.!. r mlne,a loja de livro*
humero 6 e 8.
CAMBIOS no da II de oLTUino. compra venda.
Cambio sobre Londres 27 Nominal"
n Paris 3.0 reis por franco
,< < Lisboa 100 por 100 de premio
Moed.i de cobre 3 por 100 de descont,
dem de letras de boas firmas 1 Ja I {.
Otao-Moeda de 6.00 V.
K N.
,, de 4,000
Pr. iTi-Palaees
.i Pems Columnares
(i ditos Mexicanos
c niiiidn.
15,200
15.00J
8,200
1,740
1,740
1,740
<,C.20
15.J20
15.200
8.220
1,70
l,7ii
1.7611
Prcamar do din 12 de Noveiubro.
1. a 0 horas e 30 m. dn nianliaa.
2." a Oborase 54m. da larde.
PIIASKS D\ LA NO ME7. DF. \0\F.MHRO.
La Nova 2 i ''ora e 40 m. da laro.
Ilnarl. rese, 9 a 10 horas c!>/ m. da l.nrd.
La cheia 18 a 1 hora e 10 ni. d.imaiili.
O.isrl. ming. li 25lisfi horas e 42 m. da iiianh.
IA ft IO DE PER JMBICO.

PARTE OFFiCIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO u 5 D0 (ORRENTE.
OfTlCO Ao
fazenda = I1,**
inspector da thesouraria da
S.r Tendo attengo ao
prejuizo ^ue soreria a fazenda publica ,
se (casse aSpensa a obra que se est fazen-
do na c_asa da relagao em eonsequencia do
ruin 4 qu verio. a ter o coucertos ora
err, andamento ; e sendo o espirito da ordem
'.'10 tribunal do thesrmro numero 105 da 6 de
dezembro do anno passado ,, que se evite to
da a ruina, d quj baja provavel prejuizo f i-
Zfiida, resolvo dade, que V. S mande continuar a snprir as
dftspcsas q jp tem de ser fritas com a conclusao
dos ditos concertos e que orgo em reis
l.>:22,y9-20 segundo a informagao, por co-
pia int-lusa do administrador da referida o
bra para evitar a ruina do que se tem feito
se.m embargo de nao se ter consignado quin-
til alsuma para similluntes despesas pela or-
den) do tribunal do thesouro de 0 de setom-
bro pretrito emquanto o Ex.,n0 ministro
da ('(/..'Hila quem dou conU d'esta resolu-
to nao determinar o contrario. Hca nes-
ta parte respondido o olficio de V. S. de 25
de outubro passado.
Dito--Ao chefe de polica interino remet-
iendo o olcio do delegado do Garanbuns, da-
lado de 2ft do p. em que refere os ltimos a-
contecinu'iitos d'aquella villa ; fim de que,
depois d'inteiradode ludo reverta o mesmo
ofici u com os do delegado do Rio-formoso ,
Je ltimamente Ihe foro enviados.
Djto Ao commandante do brigue Im
perial Pedro = auiorisando-o para nomear
o conselho d'investigaco ao dispenseiro da
escuna = Lebre = Joze Luiz da Silva ,
que segundo participa acha-se preso por
baver desertado no dia 8 de julho d'esle an-
no abandonando os genoros da fazenda ,
que estavo a seu cargo.
KX.TEKIOK.
CRISE MONETARIA >'A GRAN BRETANHA.
A Inglaterra esl devorada de necessidades
que esto fra de toda a propor^o com a sua
riquesa consideravel na verdade mascn-
centrada n'um pequeo numero de maou.
isso j bastante para que o pre^o dos ob-
joctos de consumo n'aquelle paiz seja muito
"alto. Por oulra parte as necessidades dt:
que acabamos de fallar fumento urna infa-
li.;avel actividade nos trahalbos forceo a
urna rapidez incrivel na circulacjio dos valo-
FL KliTO
os ti;nebl\osos mysterios
Da.
TORRE DE LONDRES (*
XI. VUC.EM SO KF.TnO.
Emquanlo Lilliput corre pelas ras para
voltar ao sitio donde evadira-se sir Tony e ,
ancioso por conhecer o destino de seu pro-
tegido vn* ao sacco cujo conteudo ne te-
ve tempo de examinar alim Je ver se ihe d
indicios da sorte do prfugo mancebo ; tome-
0 (*) Vid. Diario N. 235, 236 237 240 ,
2il 243 e 244.
res. Esta circulado deve por isso mesmo
por em aec'io urna grande quaptidade de mo-
las -, logo se pozermos de parte a considera-
cao das notas do banco ( bank-notes ) cujo
inconveniente se tem reconhocido como agen-
te nico as acluaes circumstancias, est cir-
culago absorve urna grande quantidade de
metaes preciosos. E ainda que estes sejo
muilo abundantes na Inglaterra o seu va-
lor nao pdeabaixar, nem o valor dos outros
objfctos al^ar se comparativamente mesmo
por causa d'este movimento incessanle das
especies que nunca paro nao se accumulo
em parte alguma e sao por todos pedidas r
procuradas.
Ora para urna circuladlo monetaria acti-
va e correspondente a pregos subidos o se-
gundo dos metaes preciosos a prata, torna-
se enibdQoso e incommodo. Elle tem, com-
oarativamr-nte ao ouroalguns dos inconveni-
entes que nos adiamos nos nossos grossus
sidos quando os comparamos com as es-
pecies de pr ala. A prata pois pouco pro-
curada e relira-se neressariamentedo em
prego monetario. Outra circumstancia que
pode ainda tazer desapparecer as moedas de
prata da circularlo ; que sendo a relagao
do valor doouro para com o da prata movel e
algumas vezes mal apreciada pela administra-
qo publica acontece que em cortos paizes
se d demasiado pezo as especies de prata re-
lativamonte s de ouro : daqui se segu; que
os ourives subir he m as moedas de prata
proporfo que se vo cunhando e reduzem-
n'as a barra com que compro ouro ou ou-
tras moedas de prata para repelirem a mes-
ma operago. Foi o que aconteceo nos pai-
zes haixos em 1815 a 1830. Urna differen-
ga opposta entre os dous metaes amoedados
parece existir em Franga onde o ouro he
muilo procurado e s vezes nSo se acha.
Na Inglaterra pois acha-se o ouro ou antes
passa por todas as maos : a semana do obrei-
ro o salario d'um homeni de trabalho a
menor bagatella paga-se em Soberanos e
meios soberanos. E' por conseguinte com
ouro que o trabalhador se apresenta as lo-
jas dos pequeos mercadores. Apenas se acha
a moeda de prata necessaria para saldar o
troco ou restituir as differencas.
Mas, por isso mesmo que o ouro encerra
muito valor debaixode pouco pezo e volume,
as moedas que sao feitasd'elle, dao muito lu-
cro aos especuladores que as altero ou an-
tes as diminuem insensivelmente. O aug-
mento das precises e a desmoralisagio uni-
versal desenvolvem de continuo entre os po-
yos civilisados o espirito defraude e de falsi-
ficago commercial ; e ao mesmo tempo o
progresso das sciencias physicas o chimicas ,
fornece incessantemente a esse espirito meios
mais facis e mais promptos de se exercitar.
mos pela mo o leitor e transportemo-lo ao
convento dos reverendos Franciscanos onde,
envolto no capuz'monacal, acha-se o ladrio
Jack.
Depois de sua resposta a Emelina medi-
tava Jack no projecto de sua fuga.
Nao nasci dizia elle comsigo para
ouvir cantar missa em todos os dias da mi-
nha vida nem para viver sob um habito.
Nao foi para isto que quiz conservar minha
rxistencia. Promettcro-me urna posigao so-
cial, fortuna, linda mulher, criados e adu-
ladores- e em vez de ludo isto reduzem-
se as promessas de meu nobre lord a fazer-
me comer raizes levantar a horas impro-
prias como pretexto pueril de cantar m-
tinas um homem como eu que roubei
corte nobreza, plebe ... Roubo-meo
somno isto nao se soffre quero absoluta-
mente mudar de vid.
E com effeilo dispunha os meios de eva-
dir-sc bem disposlo a correr antes rail peri-
\s moedas da ouro que giro cada dia em
cincoenta mos que se grupo aos montes
vinte vezes por hora as lujas de vinte trali-
cantes de especies podem ser inseusivel e
impunemente deterioradas por esses trafican-
tes geralmenle bem pouco escrupulosos n'es-
tas materias Qualquer mecanismo a sim-
ples rogadura n'um sacco ou sobre um corpo
duro pode tirar s pegas de ouro um p pre-
cioso que se ajunta depois pelo mercurio ou
por qualquer outro processo chimico-, elias po-
dom ser desgastadas levemente nos trigos e
contornos do seu cunho no lugar onde a
burilada mui ligeira em si ser fcilmente
disfarga la por urna lavagom por qualquer
bruidura 5 ellas podem ser desgastadas pela
agua regia ; saoemfim sujeitas a mil trans-
formages insensiveis que urna s inteligen-
cia teria dilficuldade em conceber mas que
o genio collectivo d'uma multido de inimi-
i{os oceultos do corpo social inventa renova
combina as trovas com urna infatigavel te-
nacidade.
1,1a muito tempo que o commercio Inglez
se tinha apercebido da diminuigo de pezo
que soffrio progressivamente as especies de
ouro ; mas j o mal era to profundo tfto
extenso que ninguemousava assignda-lo. Fi-
nalmente dsseobrio-se ha pouco urna nova
falsilicago mais audaz que se pratica nos
guilt0 furando-os pela serrilha cavan-
do-os parallelamente sduas faces, introdu-
sindo-Ihes chumbo, e disfargando depois com
liabilidade os vestigios da leso. Esta des
coberta fez apparecer aos olhos de todo o
mundo o que j nao era mais segredo seno
para os simples. O gov.rno Inglez advertido
lelo banco expedio quig bem impruden-
temente como o.exprobou M. Bulwera Sir
Rotor! Peel na cmara dos communs urna
proclamagflo que depois de ter assignalado a
alleragoprofunda de todo o systema mone-
tario britnico faz saber aos cidados que
ellesso aulorisados a nao aceitar senao as
speeies de moeda que tenho o pezo e o ti-
tulo legal ; equeem todos os casos elles
podem considera-las como barras e compra
las a pezo pelo prego correte da onga de
ouro.
A este aviso poz-se em agitagao todo o
commercio do Londres e das provincias, no
mais d'esta vez o alto commercio que lia mui-
to tempo sabia a que ater-se mas todo o
commercio miudo ; e segundo uso constante
para nao perder resolveo-se ganliar. 0 pa-
deiro ocarniceiro o taverneiro oespe
cieiro so colligaro para regeitar o guineo ou
meio guineo do obreiro menos que este nao
consentisse em sujeitar-se a um rebate de G
pennis e mais Pode-se presumir que por
duplicada garanta se augmentava ao mesmo
tempo o prego dos objectos de consummo ; e
gos do que" a car um s dia mais no mos-
teiro.
E certamente conseguira -ealisar seus
desejos se tvesse sido discreto : mas as
phrases com que encerrou sua carta a Emili-
na ( nao sei se dellas se recordar o ieitor )
denunciavo urna intengo secreta. Lord
VVellerson, em cujas mios foi cahir esta carta,
concebeu serias aporehensoes e tendo in-
cumbido a urna de suas creaturas residente
no convento dos frades de espiar Jack ad-
quiri loda a ceileza de que este rapaz tenta-
va de novo correr mundo.
Era este espio nem mais nem menos o
criado de lord Puterson aquelleque no pr-
meiro capitulo desta historia ajudou a fazer
a troca do ladro pelo lilho-familia do cri-
minoso pelo innocenle. Seu astucioso amn
deu-lhe todas as instruegoes necessarias para
faz que fosse possivel armar-lhe. A conjunclura
nSo se fez esperar muito tempo.
o comprador atlerrado pelo rumor publico o
pela declaraco govcrnainental exagerando
a si mesmo o pouco valor da moeda que olte-
recia anda quando o guimjo era novo ain-
da quando o fabricante seu patro Ihe tinha
certificado que viera da casa da moeda ou do
banco que tinha o pezo legal bem e devida-
menle verificado o comprador eslava por
ludo quanto quera o vendedor.
IJ' fcil de ver que perturb.ig3o que ma-
:;oas devem de ter-se manifestado em todas as
relag's ; que reaego devo de ameagar o
ommerCO da pacte da populago sollredora,
d'esla populago j esmagada pela estagna-
go das fabricas, igualmente exasp-rada con-
tra a le dos cereaes e contra a pauta inca-
paz emlim de supportar por mais tempo a
Muppresso da laxa pobres e a subslituigo
d'i-ste soccorro [>elas cazas de trabalho.
Porem urna ligao mais profunda mais u-
niversal resulta da crise monetaria junta a to-
das asoutras crises que experimenta a Ingla-
terra. Torua-se evidente que as nagOes u-
ma vez chegadas a um certo grao de cvilisa-
go e de riquesa nao podem mais conservar o
que ha n'esta civilisago na organisagdo
d'esta riqueza de mais regular do mais
protector, de mais bem garantido. A moe-
da esta medida commum e popular dos va-
lores este systema de garanlia debaixo da
f publica contraslada e contrapesada pelo
emprego dos metaes preciosos as olficinas de
ourives e cazas de joias esle processo que a
civilisago toma emprestado a urna pitase so-
cial superior perde de repente a sua vrtu-
de. Come reslitur-Ih'a ? Ser retirando to-
das as especies para fabricar outras novas ?
O Governo Inglez nao tem hoje bstanles fun-
dos dsponiveis para esla operago gigantesca.
Oque fazer alias para que a depreciago nao
se renov lo;o ? Adoptar urna certa laxa de
tolerancia ? Alas como fe/, notar o mesmo
Sir R. Pcel cmara dos communs nao
se achar em Londres cavalheiros ( geole-
mon ) assaz habis n'estas operages delica-
das que purem precisamente no limite es*
tabelecido e que se aproveitem do benefi-
cio da lei sem nunca se exporem aos seus ri-
gores '.' Convir finalmente substituir a moe-
da de ouro por urna moeda de papel e crear
notas do banco ( bank-notes ) d'uma libra
esterlina? Mas estes bilhcles de fraco valor
tero ainda o inconveniente queja os fez re-
tirar da circulago, a saber a facilidade que
o fie rece m aos falsificadores tanto para a imi-
tago como para emisso.
Eis-aqui pois urna nagao tSo rica se a con-
siderarmos em massa que em materia do es-
pecies metallicas s o ouro corresponda s
suas necessidades de circulago ; e o ouro
que Ihe faz falta o instrumento symboli-
co das tranzagoes o padrao dos valores cu-
Morreu um Franciscano e o chefe do ca-
pitulo designou Fr. Tony ou antes Jack sob
este nome para velar junto do morlo. Jack
aceitou alegre o lgubre dever que tinha a
preencher e apenas soou meia noile a-
presentou-se ao p do cadver.
Muito bem, disse comsigo eis-aqui un
homem bem feliz 5 nao ter mais de cantar
malinas nem de comer raizes seccas ; nao
o faro mais lavar os ps aos pobres tarefa ,
realmente bem incommoda. N'outro dia
lavei as pernas do um sarriento que sorria-
se no meio da igreja como um bemaventu-
r.ido.... mas ao menos regalei-me de Ihe fa-
zer cocegas as plantas dos ps!. eslava a-
trozmen te alegre.
Depoisdeste philosophico monologo, dei-
tou-se Jack n'uma poltrona e impaciente-
mente esperou as 4 horas da manha, hora em
que outro Franciscano devia substitui-lo.
Afinal, soou a horadesej.da.,.. veio o fra-

1



;g
ja exactido nao pode mais garantir! Ella (produzidos pelos casamentos dos filhos de Dos
volta aos prooessos dos Chinezes e dos outros
barbaros aoouro em p e as barras.
Por nutra parte esta liarlo he to rica em
massa que possue maquinas que I lie fazem o
trabalho de mais de cem milhoes de homens,
e esta naco nao pode assegurar em particu-
lar a subsistencia de cada um dos vinte e se-
te milhes de individuos que a compoem !
Emfim esta naco he bastante rica para
construir asilos, onde recebe aquelles de
sous membrosque nao acho a sua subsisten-
cia segura por um trabalho livre ; mas ella
obrigada a faze-los trabaliiar n'estis asylos
debaixo da le do constragimento e a tra-
ta-Ios alli de tal sortenua lico morrendo
fome em vez de acabarem inteiramente
fra.
Tudo isto devia acontecer a urna sociedade
que tendo chegado ao apogeo do seu desen-
volvimento e nao Ihe restando mais do que
declinar nao sabe transformar-se de modo
quepercorra segundo novas leis urna car-
reira inteiramente nova. Isto dv igual-
mente acontecer soutras nacOes da Europa,
se ellas se obstinaren) em nao comprehender
oexemploque n'este momento Ibes offerece
a Inglaterra.
(La Phalange.)
MISGELLANEA.
GIGANTES.
As tradices de todos os seculos nos lem
fornecido noticias to extravagantes de gigan-
tes de incrivel tamanho e torca que a existen-
cia de tal gente cgeralmente descrida. Pensa-
se vulgarmente que a estatura do homem tem
ido a mesma em todos os seculos ; e alguns
at tem pretendido demonstrar mathemati-
camente a impossibiiidade da existencia de gi-
gantes. D'estes o mais explcito foi Mr. M'Lau
rin. Mas os seus argumentos e comparaces
tirados da desproporco entre a coheso das
partes em pequeos modelos e grandes obras
na estructura do homem sao absolutamente
inconducentes ; por que a par do augmento
de estatura em qualquer animal devemos sm-
pre siippor Um incremento proporcional na
coheso das partes do seu corpo. Grandes o-
bras fa'.ho algumas vezes por serem construi-
das sobre o plano de modelos, por que a cohe-
so dos maleriaes de que he (ello o modelo, e
a da grande obra sao idnticas ; mas alguma
diflerenca n'este ponto produzir umabffe-
renga muito notavel no ultimo resultado. As-
sim supponhamos que se faz um modelo de
abeto o modelo pode ser bastante irme e
forte mas urna grande obra feita tambem de
abeto, sendo executada segundo o plano do
modelo ser to Traca que cahir aos peda-
mos pelo seu pezo. Todava, se usarmos do
ferro em vez do abeto para a grande obra, o
todo ser assaz forte anda mesmo que seja
fe'.to exactamente conforme o plano do mode-
lo. O mesmo se pode dizer a respeito dos ani-
maes grandes e pequeos. Se achassemos um
animal cujos ossos excedessem em rigidez e
forca os ossos dos outros animaes tanto quanto
o ferro excede o abeto um tal animal seria
d'um tamanho monstruozo, e com tudo seria
excessivamente forte. Da mesma maneira, se
suppozermos a carne eossos d'um gigante mui-
to superior em rigidez e forca aos dos outros
homens o tamanho do seu corpo nao servir
absolutamente de objeceo sua forca. Por
tanto toda a controversia relativamente
existencia de gigantes devo versar sobre a cre-
dibilidade das noticias dadas por aquelles que
affirmo t-Ios visto, e nao sobre quaesque'r'
argumentos dedusidos priori.
A escriplura falla-nos de gigantes que foro
com as filhas dos homens. Na verdade esta
passagem tem sido diferentemente interpre-
tada, e muito duvidoso so a palavra tradu-
zida por gigantes significa alli alguma estatu-
ra extraordinaria. Com tudo, n'outMS luga-
res da escriptura se faz menco de gigantes
com assuas dimenses de tal modo que nao
nos he possivel duvidar da sua existencia ;
como no caso de Og rei de Bashan, Goliath
e seus irmos. i Cliron. XX. 48.
M. Le Cat n'uma memoria lida perante
a academia das sciencias em Rouen d a se-
guinte noticia de gigantes que se diz terem
existido em difTerentes seculos. r Os histori-
adores profanos dero sete ps d'altura a Her-
cules seu primeiro hroe ; e nos nossos das
temos visto homens de oito ps d'altura. 0
gigante que se mostrou em Rouen em 1735 li-
ana de dimenco oito pese algumas pollega-
das. O imperador Maximino era do mesmo
tamanho ; Slienkio e Platero, mdicos do se-
culo passaJo viro muitos d'aquella esta-
eGoropio vio urna rapariga que tinha
porem
de. era o ex criado de lord Peterson
Jack nao o reconheceo.
Irmo Ihe disse elle ij live occasio
de fallar-te da pouca vocaco que lenho para
o claustro.
E' verdade respondeu o frade-criado
Queresauxilliarminha fuga?
tomo ?
Ajudando-me a por este cadver na abo-
bada do claustro.Ha urna cava atraz do al-
tar-mr onde nunca vai ninguem nao
sabes ?
Sei, e depois ?
Depois? replicou Jack bem sabes que
j> defunto pedio que o depositassem sob os ar-
cos da igreja de 2. Joo. Pois bem torr.a-
rei seu lugar no erelro sahirei deste con-
vento damnado cujas paredes sao to altas ,
que Ihe do ares de urna priso e logo que
chage aos arcos ninguem me impedir de
arrombar o caixo com esta faca que levarei
comigo e reconqiiistarei minha liberdade.
tura
dez ps d'altura. 0 corpo de fJrestes,~ seguh-
do os Grecos tinha onze ps e meio ; o gi-
gante Galbara trazido da Arabia a Roma no
reinado de Julio Cezar tinha perto de dez ps ;
e os ossos de Secondilla e Pusio guardas dos
jardins de Sallustio tinho apenas seis pollega-
das de menos. Funnam Esccez que vivia no
lempo de Eugino 2. rei da Escocia tinha
onze ps e meio de dimenco; o Jacob le
Maire na sua viagem ao estrello de Magalhes
refere que a 17 de dezembrb de 615 achro
no porto D.sejado Varias sepulturas cobertas
de pedrasj e tendo a curiosidade de-remover as
nedras descobriro esqueletos humanos de de?,
pose onze plegadas decumprido. Ocavalleiro
Scory na sua viagem ao pico de Tenorife diz
que acharo n'uma das cavernas sepulchraes
u'uquelle monte a cabeca d'um Guanche que V*
nha oitenla dentes, o corp nAb tinha me-
nos de quinze ps de comprido. O gigante
Ferragus m jrto por Orlando sobrinho de Car-
los Magno tinha desoito ps d'altura. Rio-
land, celebre anatmico que escreveo em
1614 diz que alguns annos antes estivera
vista nos suburbios de St. Germain o tmulo
no gigante Isoret que tinha vinte ps dallura.
Em Rouen no anno i509 ao cavar-se nos
fossos perto dos Domicanos achou-se um t-
mulo de pedra que continua um esqueleto ,
cujo crneo levava um alqueire de trigo e
cuja canella dava pela cintura do homem
mais alto que all havia tendo perto de
quatro ps de comprmanlo e conseguinte-
mente o corpo devia ter sido de dessete ou
desoito ps d'altura. Sobre o tmulo havia
urna lamina de cobre em que esta va gravada
esta inscripeo : N'este tmulo jnz o nobre
e poderoso fidalgo cavalleiro Ricon de Val-
lemont, e os seus ossos. Platero famoso
medico declara que yo em Lucerna os ver-
dadiros ossos humanos d'um sugeitoflue de-
vora de ter tido pelo menos desanove ps de
altura. Valence em Dauphin gaha-se de
possuir os ossos do gigante Bucart, tyranno
dos Vivarezes que foi morto com urna seta
pelo Conde De Canilln seu vassalln. Os Do-
minicanos tivero urna parte doossodaca-
nella com a articularlo do joelho e a sua
figura pintada a fresco com urna inscripto
mostrando que este gigante tinha vinte e
dous ps e meio d'altura e que os seus os-
sos forao achados em 1705 perto das mar-
gens do Morderi, pequeo rio na fralda da
montanha de Crussol sobre a qu I diz a
trsdico que o gigante habitava. M. Le Cat
acrescenta que se tem descoberto gigantes de
altura inda mais incrivel a saber a de
Theutobuco rei dos Tentonios adiado a
11 de Janeiro de 1613, com vinte e cinco
ps o meio d'altura ; a d'um gigante junto
de Mazarino, na Sicilia, em 1516 com
trinta ps d'altura ; a de outro perto de
Palermo tarabem c>m trinla ps, &c. &c.
Porem quer estas noticias sejo acreditadas ,
quer nao, estamos certos deque a estatura
humana absolutamente indeterminada.
Nos mesmos somos urna especie de gigantes
em compiraco dos Laponezes ; nao este o
povo mais pequeo que se acha sobre a tr-
ra (0 abbade la Chappe na sua jornada S-
beria para observar a passagem do planeta
Venus, passou por urna aldea habitada pelo
povo chamado Watiacks que nao tinho mais
de quatro ps d'altura.
(Traduzidodo Inglez.)
PERNAMBUCO
A' vista de projecto to audaz : licou o fra-
de confidente por um instante pensativo, co-
mo se calculasse certas probabilidades.
Ento disse Jack cnsenles que me
amortadle ? Em minha vida e j s portas
da morto tive occasio de tomar o posto do
um vivo ; ser galante que tome agora o de
um defunto.
Aceito disse o frade com a cndi-
lo de nao fallares no caixo, neni te im-
portares do que se disser junto delle.
Eu o juro disse com hypocrisia o la-
dro.... sobre minha salvarlo eterna.
. O frade fez um gesto indicando estar sa-
lisfeito tomou o defunto pela cabeca em-
quanto Jack o tomou pelos ps, e trans-
portro-no no lugar indicado por Jack. Es-
ta operaco fez-se sem que alguem a pertur-
ba sse.
De volta ao funreo aposento tratou Jack
de metter-se no caixo ; mas sendo em-
barazado pelo habito tirou-o, entrouxou-o,
curso jurdico.
Illrn.0 e Exm." S.r Tenho presente o
respeitavel aviso de 4 do mez de outubro pro-
ximdpassado, em o qual S. M. o Impera
dor em cdriseqii^ncia da" minha participaco ,
e da que a V. Ex. dirigir o feote desta aca-
demia dotitor Antonio Joze Coellio, me man-
da proceder contra Joaquim Baplista de Mello
Oxal nos termos do decreto de 1& de agosto
de 1837 pelo attentado que commettera
na neS'oa do dito lente.
Independente da ordem imperal eu j te-
ra posto em execuco o mencionado decreto,
se me nao parecesse que o reo esta va fra
do caso de Ihe deverem ser applicadas as pe-
nas que esle comina. Mas Exm. S.' ,
esse Oxal nao he actualmente estudaiite do
curso jurdico ; porque tendo sido reprovado
segunda vez nos actos do mesmo anno co-
mo ponderei a V. Ex. em meu officiode 15
de setembro tem incorrido na pena imposta
pelo artigo 5. cap. 7. dos estatutos e est
por conseguinte fra da corporagSo acadmi-
ca ; he um homem em summa que nao es-
tando matriculado nao me parece sujeito
dsposico do precitado decreto, o qual ex-
pressamente diz : = 0 estudante que den-
iro ou fra dequalqiir das academias do
Brazil usar de injurias ameac.as ou violen-
cias de qualquer natdrejta contra o director ,
ou algura dos lentes por causa do seu oflcio,
nao poder ser admettido matricula nem
actos em nenhuma das ditas academias por
espaco de um a seis annos a juizo da respec-
tiva congregarlo.
Alem distj pelo fado de segunda reprova-
efio j o reo est inhibido de poder mais nun-
ca frequen lar terceira vez o anno acadmico.
Taes sao as razOss porque nao proced logo
contra esse homem sobrestando na execu-
co do imperial aviso, at que V. Ex. em
sua sabedoria me Ilumine a tal respeit), e
me ordene oque julgar acertado, que tudo
executarci religiosamente como me cumpre.
0 reo linda se acha preso, e pronunciado.
DeosguardeaV Ex. muitos annos. O-
linda 4 de novembro de 1842.Illm. e E*ra.
Snr. Candido Joze de Araujo Vanna mi-
nistro e secretario dVstado dos negocios do
imperio. Miguel do Sacramento Lopes Ga-
ma director interino.
A' PEDIDO.
Em resposta resposta a portara de demis-
so do ex prof.-ssor de gBammatica latina da
comarca do Limoero publicado no n.* 81.
Illm. Sur. -A-da incluza copia da informa-
co desta contadoria dada em um requeri-
meiito de Manoel Alvares Pereira em 12 de
Junho do anno p. p. quando requereu o pa-
gamento dos ordenados do lempo em que
principiou a reger a cadeira de grammatica
latina da comarca do Limoeiro se v qual
tem sido a sua conducta no cumprimento de
seus deveres o que me despensaria de mais
nada dizer a seu respeito a nao ser o attes-
tado que elle juntou do encarregado da yac-
cina da referida comarca no qual daudo-se
este ( no titulo cima ) o tratmiento que Ihe
compete depois d'assignalura so l = crur-
gio encarregado da vaccina= do que parece
concluir-se que a palavracirurgo foi
depois accrescentida ; juizo este que mais se
confirma, attendendo-se para a diferencia
da tinta da letra do lugar que oceupa a
referida palavra cirurgio e finalmente
da ortographia bem diversa da do attestado :
por.ta.nto elle se acha falsificado incurso o
supplica.nte as penas do art. 167 do cdigo
criminal.
Contador/a das rendas provinciaes de Per-
nambuce30 o> Julhode 1842 Manoel.Car-
neiro do Souza .Lacerda.
Copia.
Illm. Snr osu'Ppcanle Manoel Alva-
res Pereira tendo sido removido por porta-
ra da prezidencia de 22 de Feverero de 139
da supprimida cadeira de grammatica latina
da villa de Iguarass para Ja comarca do Li-
moeiro ; em virtu'le da lei provincial n. 43
de lOde Junho de 1837, pedVoao governo
tez mezes de licenga que Ihe foi concedida
em 4 de Julho d'aquelle anno ; depcs pedio
nova licenga de igual tempo e Ihe-foi conce-
dida em 12 de Feverero de 1840 afirman.lo o
supplicante em seu requermento que finJa
a segunda hiria sem duvida regera cadeira,
ou que dezesteria d'ella declarago esta ,
que parece s ter por fim dar mais forca ,
sua supplica porque em verdade nao s ,
nocumprio, como que imorreu n pena do
art. 3. do capitulo 3. da supracitada lei, que
considera demettido o professr que por mais
de dous meses abandonar a cadeira sem licen-
<;a. Ora o supplicante nao abandonou somen-
te por essa vez a cadeira abandonou-a por
maisduas ; por quanto da rer/ioco primei-
ra licenca vo quatro vezes e onze das da
primeira seg'unda vo quatro mezes o nove
das e da segumJa ao exercicio vo seis me-
zes So com effeito taes abuzos nao forem
denunciados para sereiTi punidos se a lei
to escandalozamente postergada nao for de-
saggravada; quem nao aggravar, quem no
abuzar Certo de que um semt'lhant* escn-
dalo nao tem sido e nem ser ap;drm!ado,
e que pof desconhecido tem sido i'derado ,
julguei do meu devr levar ao conhec.imenlo
de V. S. que resolver o que Ihe parece.r jus-
to. Conladoria das rendas pr<>vinciae de
Pernambuco 11 de Junho de 182 Manoel
Carneiro de Souza Lacerda.
SONETO.
Ao Illm e Exm. S.r D.or Saturnino de-
Souza e Oliveira :
Nao temas Souza nao que a mo mirrada
Sobre leus das o vilipendi imprima ,
Nao lem forjas a audaz e em vo s'anima
A nftn ser toda vida assaz honrada.
A mente do Porthoo s tem forjada
Cada, que a razo supe e opprima,
Teu carcter dover 'st muito cima
Da vil calumnia contra ti armada.
0 mundo imparcial sisudo e reeto.
He quem te julgar virlude rara
Que possues confunde a propria Alecto,
O Portheo de outra forma nao obrara ,
He honra ello nao mostrar-te affecto ,
Se mais crimes houvera l chegara
Ralo molhado.
COMMEKCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 11 de novb.ro 3:078^044
abri a janella e o lancou no Tamisa. Ouvn -
do depois locar a missa de defuntos que se
devia celebrar pola alma daquellecujoposto oc-
cupava agachou-se no caixo....
Neste momento entrou o marceneiro.
O defunto est bem amortalhado ? per-
gunlou o mestre marceneiro.
Sim respondeu o frade.
Ese eu levantasse alampa do caixo
para ver se o panno Ihe cobre bem o peito?
E' intil, eu mesmo o amorlalhei, res-
pondeu o criado de lord Peterson.
Ah enlo nao carece.
E pregoii o caixo.
Transporto o fretro greja Jack ou-
vio neste estado a missa dos morios
E'bem galante o assistr assim ao pro-
pno enterro dsse elle entre dcnlres-
Finda a ceremonia quatro homens to-
mro-no aos hombros.
Ah '. disse comsigo j ando, liro-
estou livre emfim; tenho j
mt- do convento
; liberdade estamos na ra daqui ha poucos
'minutos eslarei no carn-iro publico de S.
Joo ede l recobrarei minha independen-
cia. .. bem, parro....no gastro muito
temDo na viagem ..que diiboesto fazendo?
Neste instante sentio Jaek cahir sohre o
caixo urna carnada de trra e ouvio os ho-
mens que servio-se dos alviea gritarem :
Afrouxem as cordas deixem ir ao fun-
do o caixo relirai-vos oh oh !
Com effeito o caixo correu ao fundo ca
sepultura um diluvio de trra tornou a ca-
hir sobre elle e sulTocou os gritos de Jack ;
um instante depois sentio que todos reti-
ra vio-se e afina! ad mais distingui.
Por S. Patrick meu patrono resmun-
gou Jack dentro do fretro, os diabos me
levera so eu posso mais sabir daqui. Esses
imbecis, em vez de prem-me nos arcos ,
fazeni-me cahir em boa...enterrrfto-me vivo.
( Continura-se-ha.x
t
1


/
wifvimiKtim-nitnram
descarregaO hoje 12 DE novembro.
Barca brazileira = Firmeza = fazendas e
fumo.
Galera inglez* ssa Emily = fazendas e car-
vo.
Hiate = Especulador = barras de forro.
MOV1MENTO DO PORTO.
NAVIO SAIIIDO NO DA 10.
Macei ; lancha brasileira Esperanca do Ma-
ranlio, cap. Joo da Silva Porto C. : car-
ga varius seeros.
NAVIOS ENTRAM NO DA l.
Terra Nova ; 42 dias brigue Inglez Ariel ,
de 154 ton. cap. R. Fultow equip. 10,
carga bacalho : a Latham & Albert.
Hvr Hortense, de 2i8 ton., cap. Morval, equip.
15 carga fazendas : Kalkmau & Rosem-
Riund.
.-NAVIOS SAH1DOS NO MF.MIO DlA.
Liverpool; brigue InglezSevem, cap. Wil-
liams : carga algodo e assucir.
Liverpool com escala pela Parahihe ; brigue
Inglez Slwarls cap. John Fisher : carpa
lastra: pissageiro, Antonio Francisco do
Ohveira brazifairo.
Philadelphia; brigue escuna Americano, Sea-
man, cap. Samuel Senil : carga couros.
E DI T A E S .
s horas do ex-
mesma thesou-
0 lll." Sr. inspector da thesouraria das
rendas provinciaes, manda fazer publico, que
em comprimento da orJem do Ex.0 Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do corrcnt, tem de
ser arrematado nos dias 1(5, 17 e 18 do cor
rente o fornecimento de 170, a 200 milhci-
ros de tijollos neccssarios para a obra da
ponte suspensa do Caxang, conforme as con-
dicoes organisadas pelo engenheiro em chefe
concuc entes nos dias uteis ,
pediente, na secretaria da
rar.a.
Os licitantes devero comparecer devida-
mente habelitadbs de fiadores idneas. == Se-
cretaria da thesouraria das rendas provinciaes
de Pernambuco 8 de novembro de 1842.
0 secretario
Luiz da Costa Porto-carreiro.
= OIH.B"Sr. inspector da thesouraria das
rendas provinciaes, manda fazer publico, que,
em cumprimenlo das ordens do Ex.m' Sr.
presidente da provincia de 3 do corrente, tem
de ser arrematadas as obras .la estrada do Re-
rife para Olinda pelo val da Tacaruna orea-
das na quantia de 39:996j880 rcis e os re-
paros do atierro dos Aflojados e ponte do mes-
mo nome oreados em 12:596ji00O reis.
Os licitantes devidamente habilitados de
fiadores idneos proposlas em 'arlas feidiadas para serem as
bertas em presenta de todos os concurrente-
no acto da arrematarlo que ter lugar nos
dias 5 7 e 9 de dezemhro prximo futuro,
perante a mesma thesouraria, aonde se achilo
patentes nos dias uleis s horas do expedi-
ente as plantas descripces orgamentos,
econdieges comquedevem ser arrematadas
ditas obras e reparo?. Secretaria da the-
souraria das rendas provinciaes de Pernambu-
co 4 de novembro de 1842.
O secretario
Luiz da Cosa Porto-carreiro.
O Doutor Joze Nicolao Rigueira Costa juiz
de direito interino da primeira vara do
crime da comarca do Recit por Sua
Magistade I. c C. que Dos Guarde &c.
Faco saber que primeira sesso ordinaria
do jury desle anno iue sob a minha pre-
sidencia leve lugar nesta villa d-* Iguarass ,
assistiro com assiduidade OS senhores juizes
de fado sorteados Joo Manoel Vieira da Cu-
nha Antonio Beichior Rangel Antonio
Lniz Ferreira da Cunha, Manoel Nello da Sil-
va Joze Vieira de Fraga Francisco Dias
Leilee Albuquerque Joo da Cruz Macha-
do ajudante Manoel Joaquim da Fonceca
Galvo capito Sebastio Antonio de Mello
e Albuquerque alfares Basilio Gomes Perei-
ra Luduvico Ferreira Villarim Manoel da
Fonceca Galvo tenente Manoel Gomes de
Arxa Manoel Tavares Pessoa Joo Dou-
rado Cavalcante d'Azevedo capillo Jo8o A-
maneio de Souza Rulim Joze Leito de S
Arnsn Alexandre Ferreira dos Mrtires ,
alfares Francisco Antonio de Castro, alfares
Ruin lo da Cunha do Amaral Manoel Julio
0 da Fonceca Pmhu capito Joze Moreira do
Carvalho alfares Joaquim Joze da Fonceca
Gatvlo Francisco Xavier Cavalcanto An-
tonio da Cruz Ribciro Joo Luis Pereira de
Lira, Pedro Carlos da Silva Joo Joze do
Espirito Santo Lopes, o ossrs. juizosde fado
chamados, o lente coronel Antonio Doura
do Cavalcante d'Azevedo tenente coronel
Joo Gomes Ferreira d'Abreo e Mello Joo
Paulo Maciel Montoiro Flix da Cunha Fer-
reira Candido Liberato d'Oveira Maciel ,
capito Francisco dasChagas Ferrein Duro ,
Ignacio ferreira Guidiares Jozo da S Lm-
15o Arnoso capito Cosme Joaquim da Fon-
ceca Galvo Jnior Joo Delgado Bizarra ,
capilo Manoel Joaquim Paz Sarment, Her-
culano Francisco Bandeira alfares Bento
Joze do Reg capilo Joze da Cunha do A.
mar] Bolcont, tendo sido multado na quan-
tia de 120, rs., a raso de 20 j rs por dia '
o senhnr juiz de facto Joo Pinheiro da Sil-
va por nao ter dita sesso comparecido ,
nem apresentado escusa legitima. E para
que chegue a noticia de todos mandei la-
vrar o prezente que ser afiliado nos lu-
gares mais pblicos do termo e publicado
pela imprensa.
Dado e passado nesta villa de Iguarassu ;
sob o meo signa! e sello deste juizo ou
valha sem sello ex causa aos 22 de Oulubro
de 1842. Eu Adolfo Manoel Camello de Mel-
lo e Aranjo escrivo municipal e interino do
jury osubscrevi.
Joze Nicolao Rcgueira Costa.
cife U do Novembro" de *842. Francisco
Camello Pesso do Lncerda Secretario mi-
litar.
DECLARAQES.
AVISOS MARTIMOS.
-
CORREIO.
= Offieios de interesse particular exis-
tentes na Administraco do Correio desta C-
dade.
Officio do Exm. Presidente ao Ministro
da Guerra interesse de Ignacio Ferreira
Muniz.
Dito ao Dito dito, interesse de
Francisco Pereira Vasconcellos.
Dito ao Dito dito, interesse de
Antonio Albuquerque Maranho.
Dito ao Dito dito, interesse de
Manoel Cavalcantel Silveira Bezerra.
Dito u ao Dito dito, interesse de
Torcato Alexandrino dos Santos
Dito ao Dito dito, interesse de
Joze de Souza Fortuna.
Dito ao Dilo dito, interesse de
Manoel Nascimento e Sebastio Joze da
Hora.
Dito ao Dito dilo, interesse de
Antonio Lourencoda Silva.
Dito ao Dito dito interesse de Se-
bastio Joze Gomes.
= 0 Administrador da Recebedoria de
Rendas Geraes internas faz saber s pessoas
abaixo declaradas que compareci na mesma
Repartigio para declararem as ras e o nu-
mero das casas em que moro, visto o nao
terem feito as rellaces que entrcgaraO ; e
isto no praso de oito dias contados desta dala.
Recebedoria 11 de Novembro de 1842 =
Francisco Xavier Cavalcante d'AIbuquerque
Joaquina Maria da Conceico Maria Joanna
de Siqueira Francisco Malinas Pereira da
Costa Maria Rita do Sacramento Joze Ca-
valcante de Albuquerque Maria da Concej-
ero, Luiza Pereira Candido Joze Machado,
Bernardino de Sena Maria Joaquina do Es-
pirito Santo Joaquim Lopes Pereira Gui-
mares, Maria do Amparo Maria Caetana,
Francisca do Coraco de Jess, Jozo Carlos
de Mello Brrelo Joo Francisco Pessoa ,
Girino Marques de Araujo Rita Maria do
Sacramento Joaquim da Silva Ferreira ,
Joze Gomes do Reg Antonio Peres Galvo,
Roza de Lima Acciole, Senhorinha Ignacia daj
Conoeico Jozefa Alexandrina de Albu-
querque Izabel Monteira de Queiroz.Pogges,
Angela Maria da Conceico Rila Maria do
Carmo Aguida Maria da Puriicaco An-
tonia Maria de Sao Bento, Ignacio Pereira
Roza Joo da Cosa Rebeiro Antonio Pa-
checo de Mallos Francisca Romana Do-
mingos Luiz da Roza Joaquina Maria do
Sacramento, Thom Rebeiro Gomes dos
Santos Roza Maria da Concc.ic.ao Francisca
das Chapas Antonio "Maciel da Costa An-
na Felicia Branca Ignacia Maria do Sacra-
mento Francisco Antonio da Costa Maria
Francisca d'Annunciaco, Joo Pinto da Costa,
Jozo Ignacio Coelho, Francisca Xavier, Maria
Theodora da Penha Joze Pinto dos Santos.
= 0 Illm. Sr. commandanle das armas
da provincia em execugo do artigo 22 do
regulamento de i7 de Kevereiro de ^832 ,
manda convidar aos senhores boticarios esta-
blecidos nesta cidade compareerrem na
secretarla militar as 10 horas do dia 22 do
corrente mez afioi de se proceder a arrema-
tuco dos medicamentos precisos ao hospi-
tal regimental, perante o concelho extraor-
dinario de que trata o referido artigo. Re-
s= Frefa-se.para qualquer parte o brigue
americano = randy\Vine=de primeira Clas-
*e e de loto do 207 lonchadas ; os pertcn-
ifantes dirijo-se aos consignatarios Matheos
Austin & C*, na ra do Trapicho novo n 18".
= Para o Cear a sumaca ss Estrella do
Cabo = pertendesahir at 30 de novembro ,
por ter parte de seu carregameuto prompto ;
os pertendenles para carga e passageiros di-
rijo-se a Manoel Joaquim Pedro da Costa ,
na ra da Cadeia n. 46.
=e Para o Rio de Janeiro o Brigue Fiel ,
partir no dia 16 do coi rente podendo an-
da receber alguma Carga miuda, escravosa
rete e passageiros, para o que tem exccllen-
tes commodos : os pretendentes tratem com
Firmino Joze Pella da Roza ra da Moeda
D 140, ou com o Capilo Manoel Marciano
Ferreira.
sb Para Maranho at o fim do corrente
mez partir o Brigue Tentago Capito
Antonio F. da S. Santos por ter parte do
seu carregameuto engajado podendo ainda
tomar alguma carga escravos ; e passagei-
ros offerece excellentes commodos : os pie-
tendentes podem tratar com Firmino J. F. da
Roza na ra da Moeda D. 140.
= Para o Rio de Janeiro, partir at o
dia 20 do corrente o Brigue Escuna Voador ,
Capito Manoel Antonio dos Santos ainda
recebe alguma carga miuda escravos e pas-
sageiros para o que tem excellentes commo-
dos : os pretendentes tratem com Firmino
J. F. da Roza ra da Moeda D. 140.
j*_------------------------------------------------------------------------------------------
LEILES.
= Nos dias 12 e 14 do corrente a bordo
do Berganlim Jpiter, se ultimar a venda
das carnes seccas avariadas d'agoa salgada,
por conta e risco de quem peitencer.
= Joo Kelter continuar segunda fcira
I ido corrente s horas costumadas, por in-
tervenijo do corretor Oliveira o seu leilao
das mais excellentes fazendas j assaz co-
ndecidas de seus freguezes e de quem espe-
ra a frequencia para aproveitarem a repeli-
Qo de boas compras.
= Kalkmann Ov Roscnmund faro Icilo ,
por intervenco do corretor Oliveira de
grande e esplendido surlimento de suas bem
conhecidas fazendas da Suissa Alemn lia ,
e Francezas, as mais proprias deste merca-
do as quaes serio vendidas a precos acom-
modados para fexar con tas : terca quarta ,
c quinta eira seguintes 15, 16, e 17 do
corrente precisamente s 10 horas da rnanh
em cada um dos referidos dias no seu ar-
masem ra da Cruz.
AVISOS DI VERSOS.
Sahioo Carapuceiro n. 6o, cujo prin-
cipal assumpto he descrever os namorados
impertinentes, e emperrados. Na varieda-
de vem a respista do matulo a seu compadre
Dr. Fagundes cerca das grandezas do nosso
Recife : vende-se napraga da Independencia
n. 6 e 8.
xsr O abaixo assignado faz sciente que
ninguem contrato negocio algum coma casa
cita na ra estreita do Rozario esquina que
volta para o pateo do Carmo n. 53 pertenecnte
Antonio Francisco de Azevedo Campos
por se adiar hipothecada ao abaixo assignado.
Manoel Moreira da Silva.
tsr A pessoa que annunciou precisar de
urna ama diriji-se a na Augusta n. 12 ,
que achara una mulher para essd servido ,
que d fiador a sua conducta.
tsr Na ra do Calhabouce n. 11 existe
urna pessoa que se offerece para ser ama de
casa de homem solteiro ou casado de pouca
familia ; quem dclla precisar dirija-se a mes-
ma casa que achara com quem tratar.
cr A Barca Izabel sahir para o Bio de Ja-
neiro impreterivelmente no dia 15 do prezen-
te mez : pode somente receber alguns escra-
vos a fete ; a quem convier dirija-so a G. A.
de Barros atraz do Coi po Santo casa n. 66.
tsr Joo Maria Pnchete subdito francez,
rclira-so com sua familia para o Ass.
- Pedro Alves Correia e Maria da Con-
ceiQo Brasileiros retiro-se para o Ass.
tsr Aluga-se una boa casa terrea moder-
na cita na Trompe, com commodos pai
grande familia :. na ra Nova n. 67.
- Prerisa-se alugar una preta que se ja
(el para vender (rudas na ra ; quem a
livor procure na ra de Ortas na loja de lar-
taruguero defron i venda do Pocas para
tractar do ajuste.
tsr Aluga-se urna boa escrava sera vi-
cios com algumas ahelidades para o ser-
vico interno de urna caza; na ra Nova n. 67.
tsr Nobotequim-Uniao, junto aos Quar-
teis tem de lierjfl em diante dois afamados
cosinheiros, um chamado por alcunho--
Joo dos bous pitiscos, o? quaos esto promp-
los a arranjar com asseio e Jimpeza toda
.. qualidade de cncomrndas agora para tem-
po de fasta jantares e comidas de mensa-
lidade ludo a volitado dos freguezes e por
commodo precio.
tar Huma mulher de hons coslumes se pro-
poem a tomar crianzas com ama para se cri-
arem com leite impedidas e desempedidas,
e tambem se receben) as que estiverem ja,
desmamadas para se acabarem de criar com
todo mimo e amor -, na ra Direita no sobra-
do n. O no 2. andar.
tsr 0 abaixo assignado faz sciente ao publi-
co que ninguem negoceie rom Amaro Fer-
nandos Gama a parle que elle tem na execu-
co que move contra o proprietario doenge-
nhodo Posso cito na comarca do Pau d'A-
llio ; e custas da mesma causa por se acha-
rem ja pinhora las por urna exeeuco do abai-
xo assignado de rs. 1:987*826 e para que sc-
no lornem a ignorancia (topis faz este a-
vizo pela imprenca assim como ninguem com-
pre ao mesmo Amaro Fernandos Gama as es-
clavas que o mesmo me vendeu eas retem em
seu poder sem que mas queira entregar para
o que passo a procurar o meo direito as quaes*
sao Juliana, Mequeiina eRaquel ledas crilas
ea cria de Mequilina que me pertence e Fe-
lizarda da Costa. Joo Maria Seve.
y Joo Donnelly tem a honra de annun-
ciar aos seus amigos e ao publico em geral
que elle acaba de chegar de Inglaterra com
um sortimento de fazendas de bom gosto e
um grande sortimento de fato feito da ulti-
ma moda de Inglaterra por isto convido at-
tenco do seus freguezes ra da Cadeia ve-
Iha n. 56.
N. B. Como Joo D. escolheu alguns dos
melhoresalfaiatcsque elle pode adiar em In-
glaterra se acha capaz de fazer obras tambem
faitas como Inglaterra e faz todo o possivel
para agradar aos seus freguess e promette
fazer um ou mais vestuarios em 24 horas e
bem faitas.
S3P- Olf rece-se um rapaz portuguoz de i-
dade de 20 annos o qual d liador a sua
conducta; para caixeiro de ra ou de escritos
rio, para o que tem grande pratica emuitobo-
letra : quem do seu prestimo se quizer ute-
lizar nnuncie sua morada ou do contra-
rio dirija-se a ra dos Quarteis loja n. 2.
Rafael Lucei, parte-
cipa aos $nrs. assignantes
das fu neones ly ricas na
A a I lense ; que a primei-
ra ter lugar no da 15
do corrente.
A barca N. Iznbel de que he meslre
Joze Francisco da Costa sae para o Rio de Ja-
neiro no dia lo do corrente.
-Precisa-se alugar um moloqne ou ne-
gra que entenda de coz i n ha esaiba com-
prar ; assim como um sobrado de um andar ,
ou casa terrea que tenha quintal grande e fi-
que de meio dia em vanle do lado da sombra,
sendo no bairro da sombra e nao excedendo
o alugucl de I5ji rs mensaes juntamente
outra casa mais pequea que nao exceda de
8ji rs., os quaes se pagaro adantados e pro-
mete se bom tratamento : na ra da-cadea
loja do ehapoliro n. 46.
- Pede-se encarecidamente ao sr. A. G. L.
baja de mandar entregar o resto dos livros
que tem em seu poder desde Setembro de
1840, pois nao ignora quem he seu dono,
e se se livor egquecido diri-ja-se ao principio
do atierro dos Alfogados em casa do sr Nas-
cimonlo que l achara o dito dono.
-O aimazem e 3. andar do sobrado de
4 andares da ra do Amorim defronte do fer-
reiro Caotano : e diversas casas, sitas na
campia da casa Forte proprias para passar
a fasta ; as quaes aiugaO s por mdicos pre-
cos : trata-se na ra do Vigario n. 13.
- Aluga-so um soto de sobrado para urna
pessoa capaz sendo viuva ou casada sem
familia e por [iree/fcommodo : na ra do
Rozario estreita no 5 andar da casa n 28.
- Aluga-sc um sobradinho de um andar
com 2 salas 3 quartos cosinha fra : no
atterro dos A (Togados n. 100 : tende-se urna
casa meia agua que rende-i rs monsais, por
prego barato : trata-so no mesmo atierro so-
brado n. 167.


tw Antonio Saver com estribara na ra
d'Apolo defronte do thcatro tem a honra
de fazer scienle ao respeitavel publico que
elle continua a receber cavallos at comple-
tar o numero que pode acomniodar a sua es-
tribara : e adverle mais que sabe tratar dos
cavallos em suas molestias aparar cascper-
cortsr cauda ao gosto inglez tudo com os ,
feiga e por prego com modo.
PIULAS VEGETAES, E UNIVERSAES AMERICANAS.
O nico deposito dellas he em casa do agen-
te D. Knoth ; na ra de Apollo n. 27.
tar E. Plum retira-se para fora da pro-
vincia.
s^ O Dezembargador Peixoto declara que
oscu ultimo apelido he de Abreu e Lima.
Na passagem da Magdalena junto a pon-
te grande acha-se aborta urna nova padaria,
a qual trabalha com as melhores farinhas
existentes no mercado por tanto aviza-se
aos moradores daquelle lugar e outros ad-
yacentes que acharo ali todos os das muitu
bom pao e bolacha assim como breve encon-
trarlo tambem biscotos d'agoa, doce, fatia.-
para cha &c: n& mesma padaria precisa-se alu-
gar dous negros para venderem pao dn-
dose bom alugnelaossenhores.
tw Aluga-se pelo tempo de festa. ou por
anno um sitio no lugar do Manguinho, com
boa baixa para plantacao de capim bastan-
tes fructeiras e boa casa : a tratar na ra
da Cadeiado Recife loja de chapeos n. 46.
OT Urna senhora moradora em S. Arma .
convida pela segunda vez as senhoras passa-
deiras d festa que quiserem mandar fazci
vestidos da ultima moda e gosto e mesmo
todaqualidadede costura pertencente a urna
senhora por prego mdico e com perfci-
cao e asseio ; dirijo-se ao ultimo porto de
ferro lado direito em seguimento a ra da
Casa Forte : a mesma senhora, convida igual-
mente aos snrs. mestres alfaiates que quise-
rem mandar fazer caigas jaquetas e cole-
tas por proco de urna peca pela oulra a -400
rs. podem dirigir-se a ra das Flores n. 6,
advertindo que todas estas obras se fazem com
a maior promptido possivel.
tar Quem precisar de urna mulher para
ama de casa de homem solteiro para o ser-
vido interno dirija-se a ra Direita n. 85 ;
assim como na mesma casa engommase, com
todo asseio e promptido.
tsr Quem precisar de urna mulher parn
o servigo de portas dentro de casa de ho-
mem solteiro ; dirija-se ao atierro da Boa vis-
ta em casa do snr. Bernardo Joze Carneiro
Monteiro.
os Aluga se um sto grande com mui-
tos commodos ; na ra do Livrament D. 3
3T Os bilhetes da 1/ parte da 12.'lote-
ra dotheatro n." 99 1293, 1297, 1385,
3293 3399 3382 3393, pertencem so-
ciedade Maroinense (de Cotinguiba) e fico
era puder do abaixo assignado.
Gregorio Anlunesd'Oliveira.
tsr Pretende-se saber se nesla praga ou
fora della existem os Srs. Jos Bario do
Monte, Jos Francisco Brando e Castro e
Francisco Nunes Vianna e Lidorio de Oli-
veira Campos ; e caso existo estes Srs. pe-
de-se-lhe hajo de annunciar suas moradas
por esta folha.
= Quem tiver um sitio para alugar por an-
no e que tenha casa de vivcnda arvoredos
de fructo e baixa para capim, sendo nos se-
pointes lugares : Santo Amaro estrada de
Joo de Barros solidado, e do Manguinho
para c, nao excedendo de 200, res, annun-
cie, ou dirija-se ra da Cadeia velha n. 11.
tsr Pede-se ao sr. Thesoureiro do bata-
lho de Pao Amarelo ou Maranguape ou
pessoa encarregada do mesmo batalho que
por favor mande buscara bandeira do mes-
mo batalho que a mais de um anuo que
se acha prompta e se est estragando.
tsr Aluga-se um grande telheiro a entra-
da da ra do Fagundes n. 16, por prego com-
modo ; quem o pretender dirija-se a ra do
Vigario n. 3.
S2F" Aluga-se urna casa na ra do Cotovel-
lo com duas salas quatro quartos cozi-
ulia fora bom quintal com arvoredos ca-
cimba s pintada e envidragada ; os pre-
tendientes dirijo se a ra do Mundo novo
numero 64.
tar ODr. J. C. Bandeira de Mello mora
na ra Nova n. 18 onde tambem tem oseu
escriptorio de advogacia e pode ah ser pro-
curado como advogado, das 10 horas da
manha las duas da larde.
tar Precisa-se de um forneiro que en-
lenda bem de suas obrigagoes e um amas-
sador: na ra do Azeile depeixe padaria n.
11 demanh ateas 11 horas.
tsr A pessoa que annunciou no Diario de
sesta fefra precisar de urna ama para todo o
A
servigo de urna casa dirija-se a ra de s.
Joze n. 18 entrando pelo beco do lado es-
querdo.
or Aluga-se pelo tempo de festa ou an-
nual o sobrado da ra de s. Bento em Olinda
por cima da botica ; quem o pretender diri-
ja-se ao varadouro ra do Balde n. 24.
tsr Precisa-se de um pequeo que enten-
da de venda, del2a 16 annos : na venda
defronte da ribeira da farinha n. 3.
tsr Aluga-se urna boa casa de sobrado na
Trempe : a tratar na ra da Cadeia do Recife
numero 21.
tsr Precisa-se do urna preta forra ou ca-
ptiva para o sqrvigo de urna casa de pouca
familia e para comprar na ra : na ra da
Cadeia velha n. 56.
tsr Precisa-se de um caixeiro de 20 an-
nos que tenha pratica'de venda para lo
marconta de urna por balango por seu do-
no precisar de ir cobrar dividas no matto :
annuncie.
tar* Engomma-se e cose-se caigas, ja-
quetas e todas as q nal dados de costuras
com derfeigao e mais em conta do que em
outra qualqtier parte : na ra do Amorim de-
fronte do nicho da Piedade primeiro an-
dar.
tsr Deseja-se permutar um bom sobrado
novo de dous andares com excellente vista
para o mar na ra da praia por outro tam
bem do dous andares porem que seja em
alguma das principaes ras dos tres bairros ,
voltando-se aquillo que for de razo : trata-
se com Manoel Caetano Soares Carneiro 'Mon-
teiro.
tsr Bernardo Fernandes Vianna com-
prou um bilhete da 12/ lotera do theatro
n. 460 por conta do snr. Joze Pinto Coe-
Iho da Villa do Ico.
tsr Urna mulher se offerece para ama de
una casa de um homem solteiro sendo d1
portas dentro: na ra de Hortasn. 126.
tsr Existe urna carta vinda de Portugal ,
para Joaqum de Castro Rato na ra Nova
numero 5.
tar Quem lhe faltar um bote dirija-se ao
armazem de Antonio Ferreira Bailar que
dando os signaes lhe ser entregue.
tsr A senhora D. Joanna Francicca de
Carvalho que veio de Macei para esta Ci
dade em 1837 queira por favor annunciar
sua morada ou dirija-se a ra do Livra-
menlo n. 25 primeiro andar para receber
um carta de importancia relativa a urna he-
ranga quelite pertence e islo quanto antes
para evitar prejuisos.
tsr Aluga-se urna meia agn propria para
coxeira na ra da Alegra n. 21 : a tratar na
ra do Vigario n. 21.
Furtaro da ra Nova n. 15 urna pe-
ga de brim de linho trangado pardo com
48 a 50 varas ; a quem for offerecido queira
ter a bondade de a tomar e levar em dita lo-
ja que ser bem recompensado.
ty Perdeo-se no da o do correte urna
carleira pequea velha enmend dentro
urna obngago passada por Manoel Caetano
da Paz de rs. 451 p meio bilhete da lotera
do Bozaro da Boa vista tendo mais dous bi-
lhetes brancos : quem acbou querendo res-
tiuir leve ao principio do atierro dos Affoga-
dosn. 26, igualmente se previne ao snr.
thesoureiro da dita lotera de nao pagar o
dito meio bilhete que est premiado.
COMPRAS.
tsr Para fora da provincia escravas de 15
a 35 annos sendo sadias com habilidades
ou sem ellas, e creolinhas de 10 a 15 annos:
na ra Nova loja n. 26
ts^ Moeda de cobre corrente com o dis-
conte que se convencionar avista da porco
que se offerecer : na loja de cambio de Basto
VENDAS.
tsr Folhinhas de porta, algibeirae Pa-
dre : na praga da Independencia loja de li-
vros n. 3^ e 58, ou 6 e 8; na ra do Cabu-
p loja do snr. Bandeira ; na ra da Cadoa
do Recife loja de ferragens n. 4l; na ra da
Madre de Dos venda da esquina defronte
da Igreja ; na Boa-Vista defronte da Matriz ,
botica do snr. Moreira ; e em Olinda boli
ca da ra do Amparo.
tsr Urna bomba de bronze propria para
canoa de agua ou tanque por prego com
modo : no principio do atierro dos Affoga
dos em casa de Silvestre Joaqum do Nasci-
mento.
tsr Urna parda de 20 annos sem vicio
algum cozinha engomma bem cosd toda
costura, e trabalha de pinhoa : na ra do
Fogo n.27.
Ricas msicas para pianno do mais
moderno gosto o de mais acreditados au-
thores como Rossini Bellini, Pacini, Do-
nizetti &c. por Herz, Cheutzy e outros, me-
thodos para pianno pelo barato prego de 2*
rs. pelo conservatorio de msica de Madrid,
tendo a'vantagem de ser noedioma castelhano
mui fcil de perceberem os discpulos que
nao souberem o francez: na ra larga do
Rozario loja de mindezas n. 35.
tar Oleo de linhaga a 500 rs. a libra, tinta
verde a 240 a Ib. azeite doce a 560 a gar-
rafa manlega a 560 e de porco a 400 rs.,
toucinho de Lisboa a 200 rs. e de Santos a
160, carne de toucinho a 60 rs. peneiros
de sal de quarta vellia do Maranho a 320 ,
queijos bons a l#200e \# rs. letria a 160,
tapioca a 120, cevada a 100 rs. alpista a
400 rs. o quarteiro, paiugo a 200 rs. breu
a 40 rs. a Ib. chocolate de Lisboa, graixa
n. 97 a 140 cartas portuguezas e francezas,
tabaco simonte da Bahia em libra a 280, caf
a 140 espermacelea 680. pomada a 2i0
em duzia vinhos de Lisboa Porto Fi-
gueira e muscatel em caadas e garrafas
por prego commodo : no pateo do Tergo ven-
da n. 7.
tsr Para fora da provincia urna preta creo-
la de 24 annos, muito boa cozinhoira en-
gommadeira e propria para todo o servigo
Jo urna ca,sa : na ra estreita do Rozario de-
f ron le da ra das Larangeiras sobrado de gra-
des de ferro no segundo andar.
Xor A historiado Inglaterra por Goldsmt;
a obra de Geometra por Lacrois ,' e o se-
gundo tomo da Recreago lilosophica tudo
quasi novo ; quem pretender annuncie.
tsr Dous moleques um de 15 annos e
o outro de 10 : na ra do Livramentj arma-
zem de louga e mulhados n. 20.
tar lima belissima casa nova de taipa .
mui propriae descente parase passar a festa.
com muitos commodos em ponto pequeo ,
os quaes se faro ver ao comprador ; e mais
as bemfeitorias de um terreno com differentes
arvoredos de fruclo uns do fructo e outros
anda pequeos com 64 palmos defrente ,
e mais de 500 de fundo muito perto do ba-
nho e da passagem da Magdalena : na ra
Nova n. b8.
tsr Urna preta crela anda moga, engom-
ma ecosinna o ordinario de urna casa la-
va de varrella : na ra estreila do Rozario
numero 41.
tsr Urna escrava de naco ; moga cosi-
nha o ordinario de urna casa lava bem de
varrella esabo tem principio de engomma-
do : na ra do Fagundes n. 27.
tsr Por prego commodo man em caixas
de 16 libras : na ra da Moeda n. 140.
tsr Superior azeite doce a 4480 a caada,
e a 600 res a garrafa : em Olinda ra do
Amparo vendan. 7.
tar 11 alqueii es do feijo preto e 52 cana-
das de azeita de carra pato : na loja de fazo li-
llas da esquina do beco da Congregago n. 41.
tar Um passaro arib rei, e cinco arrobas
de sera de carnauba : na ra da Conceig-o
em casa da hospedara do Rufino.
tsr A loja de fazendas n. 10 defronte do
oito do Livramento, ou aprazo ou s a ar-
niago; na mesma ven Je-se urna flauta, urna
bibl.a, urna ortogralia de Madureira, eunm
funda da verillia esquerda.
tsr Umacaixinha com todos os remedio
completos, preparados conforme o sistema
homeopathico: na ra da Cruz n. 55.
tsr Tijolos de (impar facas e amarelos a
200 res, argalias e velas elsticas para curar
carnozidade e dor de pedra lamparinas de
pao a 60 reis a caixa fsforos de pentes
bics e rendas estreitos e largos velas d<*
carnauba a 320, fitas pretas de veludo estrei-
tas para rabega de senhora caixas de balea
para rap tezouras finas douradas carta>
francezas, e outras militas cousas: na ra
larga do Rozario n. 35 loja de miudezas.
tar Urna bonita escrava de linda figura
sendo perfeita engommadeira e cosinheira
e cose muito bem duas ditas de todo o ser-
vigo sendo urna de 200, e outra por 500, .
sendo boa lavadeira de sabo e varrella equi
tandeira urna dita muito moga com boas
habilidades para fora um preto mogo sem
vicio algum e urna mulatinha de 11 a 12
annos : na ra do Fogo ao p do Rozario n. 8.
tar Papel pintado de forrar salas em gran-
de sortimento edo ullimo gesto : na ra do
Vigario n. 21.
tar Superior vinho engarrafado de madei-
ra seccoe mal vazfa e de ncelas do 1832 : na
ra do Vigario n. 21,
tsr Urna venda com poucos fundos, arma-
go, mostrador e sortimento tudo^ novo p
tambem um resto de sal do_ Ass e a venda
tem commodos para familia"; seu dono vende
porque se retira para fora do imperio :
no atierro dos Affogados defrontc do viveiro
ilo sr. Muoiz n. 85.
ar Na praga da independencia loja n. 58,
e 40 tem para vender pares de adragouas ri-
cas de capito, torrante, e alferes, do esqua-
dro de G. N. amoda da corte e juntamen-
te bandas com borolas todas de ouro muito ri-
cas, tudo igual ao novo uniforme como se po-
der ver do ligorino na mesma leja ; tambem
se vende um bom brillante, aneis, eciuzesde
diamantes rozas, habito de cruzeiro, de Chris-
to eAviz assim como ricas salvas decasqui-
nha casticaes espivitaderas, tudo bordado
de prata bons bules de casquinha e de
metal e bandeijas de todas as qualidadese
tamanho serpentinas oculos de ver navios
e excellente rap princeza como a muitos an-
nos nSo vem a Pernambuco em libras e a re-
talho.
tsr A manhS vndese na na das Trin-
xeirasassougue francez carne de vaca mui-
to gorda dita de porco e carnoiro ; annuncio
este feito para fazer sciente as freguezias que
concorrio no mesmo assougue de Mr. Lachas-
se sendo ainda do mesmo.
tsr Um moleque crelo de 12 annos sa-
dio e tambem urna serpentina r na ra Direi-
ta numero 80.
tsr Sal do Ass a bordo do Brigue Escuna
S. Joze fundiado defronte do Trapiche novo ;
trata se com Delfino Gonsalves.Pereira Lima ,
na ra Nova n. 44,
tsr Um bom cavallo melado muito gor-
do e proprio para carrro : na loja de Carioca
A Sette ra do Queimado n. 13.
tar* Um Silho com todos os seus arreios
quasi novo por ter ti.io muito pouco uso ,
m por prego commodo ; urna cade.irinha de
hragos forrada de damasco com a sua compe-
tente caixa, pouco uzada; urna caixa com duas
luzias de vinho feloria engarrafado a 22 an-
uos ; no Recife ra la Cadera velha loja n. 57
du Joo Mara Seve.
ty Urna secretaria moderna obra bem
feita com 3 gavetas grandes e um armario
<;m cima envidragado : na ra de llortas nu-
mero 46.
tsr No armazem de Das Ferreira defron-
te do guindaste no caes da Alfandega cai-
xas com 250 charutos de superior qualidade ,
e caixas com uvas e resmas de papel branco
a 1800.
t^" Um caixoenvidragado para fazendas
ou miudezas, 8 caigas de brim escuro : na
ra do Livramento loja de couros n. 11.
SS^ Para amanha carne de carneiro mui-
to gorda a prego commodo na ra larga do
llozario assougue numero 1.
tsr Superior caf de cevada : na ra D/-
reila refinago n. 10.
tar Urna venda com poucos fundos a
dinheiro ou a prazo e tem bons commodos
para familia: a tratar na mesma ra de Agoas
verdes n. 15.
ESCRA VOS FGIDOS.
tar Fugio no dia 9 do corrente um preto
mogambique de nome Francisco secco al-
to ps compridos e apalhetados e coroa
na i-abeca de carreger pozo e no brago di-
reito um taino quu a pouco sarou de urna faca-
da que lhe deu outro ; qualquer capito de
campo que o pegar lever na ra das Flore" n.
6 que ser recompensado; advertindo-se que
o dito preto j tem vendido lazendas cjm o
sr. Camboim pelo matto.
tsr Fugio no dia 9 do corrente pelas H
horas da noute um preto de nomo Tliomaz ,
crelo de 20 a 22 annos, alto cheio do
corpo o rosto imita como quem teve bexi-
^as tem um signal em cima di p do hombro
M rei t que parece ser queimadura levou
vestido somonte quando fugio serola de al-
godo da trra chapeo do palha porem tem
camisa do mesmo panno e de bata encar-
nada e caiga de estopa e de brim por isso
he fcil ter mudado de traje e por nao ter
esta roupa emeasa, e sim fora ; por isso se re-
comenda encarecidamente a todas as authori-
lados policiaes e ca pitaes decampo e mais
pessoas particulares a sua aprehenso e de o
levarem na roa da Praia sobrado de dous an-
lares n. 38 em casa do sr. Ferreira de Men-
donga, que se gratificar generosamente.
er No mez de Julho do corrente anno
lesapareceo do abaixo assignado um preto
africano de nomo Joaqum do 25 a 26 annos
pouco mais ou menos cor preta, olhos atu-
magados^ um dedo do p cavalgad" ; roga
se as pessoas que o aprehendern) o le vem n
ra do Crespo n. 15 que sero recompensados.
Manoel Jos Lopes Braga-
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F.J=sl4i<


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