Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04816


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Full Text
Armo de 1842.
Quinta Feira 10
Tuilo agora depende de nos meamos ; di nom prudencia moderacao e energa : con-
tinuemos como principiamos e seremos apuntados oum admira'-Jo enlre as Nacc. maia
fullas. ( Proclamado da Asseinblea Geral do BhAtil. )
PARTIDAS DOS C0RRE10S TERRESTRES.
iGoianna Parahiba e Bio grande do Norte segundas o sextas feiras.
onito e Garanliuns a 10 e 24.
jCabo Serinhilem, Rio Kormo.o Porto Calvo Macei e Alago no 1., 11 o }!,
Boa-ristae Flores a 24. Santo Anluo quinta hiras. Olinda todos oa das.
DAS DA SEMANA.
T SR- Florencio B. Aud do J. de D. da 1. r.
S Tere. i. Sererianoe seotcomp. Mm. Hel. Aud. do J. di D. da 3. T.
9 Quart. s. TheodoroM. Aud. do J de da 3.r.
10 Ouint. Andr \vellino. And. do J. de D. da 2. T.
11 Sext. s. Martinlio B. Re. Aud. do J. deD.dal. y.
12 Sab. jejura s. Marlinbo P. M. Re. Aud. do J. de D. da 3. r.
3 Dom. O Fatrocinio de N. S.
de Novembro. Anno XVIII. N. 245.
O Diario publica-se todos oa da* ijue nao forem Santificados: o preo da a*si de tres inil res por qurl<-l pag.is adiamadii*. Os annun'-ios dos assignanles siio inslido.)
Rralis c os dos que o n.o forem fttio de SO reis por linha. As reclamaCcVs devem sr
ilingiilas a esta Tvp.gralia, ma das Grates N. 34, 011 a praca da Independencia loja de livro.
Numero (i o 8.
ubi
10 aob
CAMRIOS no diaO de ouurtrto. compra venda.
re Londres 27 Nominal-
Paris 3ii0 reis por franco
Lisboa 100 por 100 de premio
Mcela de cobre 3 por 100 do descont.
dem de letras de boas Gruas 1 a I |.
Omo-Moedade .400 V.
H H N.
(i it de 6,000
i'aiT.v-Pataciiei
n ditos Mexicano.
ir miuda.
15,200
15.00J
8.200
4,740
1,740
4,740
1,620
45.220
45,200
8,220
4,7*0
4,/Cil)
4,760
4,6 i 0
Preamar do lia 10 de Novembro.
i. a 10 horas o m. 54 da manlifta.
2." a 11 horas c ui 18 da tarde.
PASES DA LA NO MEZ DE NOVEMBRO.
La NoTa A2 Al hora a 49 m. da lard.
Qnarl. crear., 9 As 10 horas c 57 m. da lard.
lilla cheia 18a 1 hora e 10 m. damaiili.
Quirt. mins;. 25As 6 horas e 42 m. da manli.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA i DO CORRERTE.
OITicio Ao inspector da thesouraria da
fazenda d2endoque visto. S. S." entender
revogada a ordem do tribunal do thesouro pu-
blico nacional de 15 de julliode ISil que
mandou pagar por aquella thesouraria o or-
denado do Exm. Presidente.do Cear por
nao vir incluida esta despesa na ordem de 9
desetembrod'este anno cumpre que se
dirija ho inspector da thesouraria da dita pro-
vincia fm de declarar se convem ern que
se continu fazer tal pagamento por conta
da quantia que deve ser supprida men
cionada thesouraria no correte anno finan -
ceiro.
Dito Ao mesma ordenando, que man-
de pagar ao collector de S. Anto a importan-
cia do despendido com a conduego d'arma-
anento, e outros objectos para os destaca-
mentos de polica e guarda nacional d'a-
quelle termo. Ofliciou-se ao inspector da
thesouraria das rendas provinciaes deter-
minando que ao mesmo collector mandasse
pagar o alluguel das casas em que estivero
aquartelados os ditos destacamentos, que lhe
euviava ; e ao delegado do termo de S. An-
to communicando ler expedido estas or-
dentf.
Ditos Ao commandante superior da
guarda nacional d'este municipio partici-
pando ter concedido reforma ao capito da
terceira companhia do segundo batalhao ,
Antonio Vieira Coelho ; e ao da quarta Jo-
ze Ignacio Ferreira e Silva.
Dito Ao juiz interin da segunda vara
do civel exigindo informagSo do estado da
causa intentada pela mesma vara acerca da
do atierro dos AfFogados outr'ora perten-
ceate Antonio Luiz Ribeiro de Rrito.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda devolvendo os papis relativos s
despesas feitas com o recrutamento pelo de-
legado de Santo Anto Laurentino Antonio
Pereira de Carvalho desde 5 de agosto de
1841 at abril p. p.; e signilicando-lhe que
pode mandar entregar a importancia das re-
feridas despesas ao collector daquella comar-
ca visto j tereni sido por este pagas em
consequencia d'ordens da Presidencia e da
*iesma thesouraria.
lhe para que houvesse do deirir como julgasse
de equidade, os requerimentos de Antonio Ro-
drigues da Silva, e Jernimo Cnrreia Lima
ambos do batalhao de infantaria do guardas
nacionaes destacado que pedio ser do mes-
mo batalhao desligados.
Dito Ao inspector da thesouraria re-
mettendo-lhe os papis de contabilidad^ do
destacamento do termo de Nazareth per-
tcncentes ao mez de outubro aflm de serem
pagos.
Portara Ao lente coronel comman-
dante do batalhao provisorio, mandando ex-
cluir com guiado passagem para o terceiro
batalhao de arlilharia a p o segundo sar-
gento particular Pedro JozeRorges Uxa.
Dita Ao lente coronel commandante
do batalhao de artilheria a p para receber
com passagem a praca mencionada na prece-
dente portara.
Dita Ao tenente coronel commandante
do batalhao de infantaria de guardas nacio-
naes destacado mandando excluir do mesmo
o guarda Joze Antonio da Silva Oliveira por
se ter offerecido para servir no batalhao pro-
visorio do linha.
DitaAo tenente coronel commandante
do batalhao provisorio mandando receber
como voluntario ao guarda mencionado na
precedente portara.
Dita -- Ao mesmo remetiendo-llie o con-
selho (i'averiguaco feito ao segundo sargento
Pedro Joze Rorges Uxa e mandando que
elle fosse reconhecido soldado particular na
forma do decreto de 4 de fevarero de 1820 ,
e proviso de 26 de outubro do mesmo anno.
ANNUNCI0.
Vicente Ferreira de Santiago e Tho-
maz da Silva soldados que foro do extinc-
to regiment de arlilharia, compareci na
secretaria militar fim de darem esclareei-
mentos que imporlo ao deferimento de
suas pretenges.
U&TERIUK.
C0MMAND0 DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 3 DO CORRENTE.
OlficioAo Exm. Presidente, enviando-
FOLETO
OS TENEBBOSOS MYSTEBIOS
Dk
TORRE DE LONDRES (*)
IX. k Vl.r.F.M PKIUGOS*.
No mais escuro escondrijo da Torre de
Londres deixmos nosso joven here, sir
Tony Merville, ameagado pelo bislori do
doutor que havia julgado conveniente aos
seus trabalhos scientificos substituir corpos
vivos a cadveres. Bem quizeramos l dei-
xar o pobre rapaz e cornegar este capitulo por
outra passagem desta historia ; mas como ,
(*) Vid. Diario N. 235, 236 237 240 e
2it.
SITA5A INTERIOR DA INGLATERRA.
A miseria dos trabalhadores extrema do
outro lado do estreilo. Na Irlanda respon-
de-se com tiros de espingarda s popularles
extenuadas que pedem pao. Na Inglaterra ,
nos districtos mais ricos e mais industriosos
fa'z se distribuiges de alimentos s classes la-
boriosas como outr'ora se fazia na Hespa-
nha s portas dos conventos.
Entretanto que os (rades e os bardes do in-
dustrialismo mando assim lancar alguns bo-
cados e algumas balas multido esl'aimada ,
se de toda parte nos instSo ? Vm diz-nos :
Sr. autor fallai-nos de sir Tony- Outrc
pergun(a-nos no passeio no theatro e at na
igreja: Elle morreu ? Decapilro-o ? Dis-
secro-o ? ... Como deixaremos tanta gen-
te em duvida ?
Digamos pois sem mais rodeios que
depois de haver arregazado as mangas co-
mo deve fazer todo o bom medico antes de
encelar urna operaco enlrou o doutor no
cubculo onde eslava Tony,e o achou desmaia-
do nosoalho.
Dabo disse o doutor ora aqu est o
rapaz que sem duvida, ludo ouvio e sabe
j a sorte que o aguarda. O medo tem seus in-
convenientes. Debalde picar-lhe-hei as ar-
teras pois nao sangrar .. A emogao im-
pedir o successo de minha experiencia
Neste momento Tony abri os olhos. .
encarou seu carrasco, e pz as mos como pa-
ra orar.
Meu Deof Senhor, poupai-me a vida ,
disso eiL't Que vos fiz eu para me matar-
des ?
a fim de nao serem devorados por ella o car-
lismo e as associagoes reformistas recrutSo
todos os das novos partidarios organiso-so
em odio da sociedade actual artculo as
queixas das classes pobres, apresento ao Par-
lamento potiges cobertas do trez milhes de
assignaturas. O cartismo urna protestoslo
contra, o estado poltico e social; a idea re-
volucionaria declarando-so contra a mesma
base da sociedade.
O sangue corre na Irlanda ; alimenta-se os
obreiros em Manhester ; o cartismo cresce :
tal a situago interior da Inglaterra encara-
da pelas suas trez faces.
A' vista d'uma situagaosemelhante o go-
verno e a aristocracia Britannica tem-se
commovido antes por um instincto egosta de
conservago do que por um sentimentode
caridade social. O clero e a realeza tem or-
denado peditorios ; vio pallinlivo O mi-
nisterio susciteu a questao do pauperismo e
apresentou um novo bil dos pobres. Muilos
homens de estado as duas cagaras pensarlo
que o mais urgente era reformaras pautas. E
com effeito, o estado actual da Inglaterra tem
duas causas: a m organisag5o da industria
no interior e as brreiras das alfandegas
que impedem a mportaco exterior dos ob-
jectos de consummo por baixo prego. A In-
glaterra pz-se a si mesma n'uma especie de
quarentena funesta s classes mais numerosas;
ella d ao mundo mais productos do que rece-
be e a differenga volta ainda s mos da a-
ristocracia. E' essa evidentemente urna das
causas porque as classes laboriosas na Ingla-
terra devem ser mais cultivadas do que em
qualquer outro paiz Opovo Inglez o povo
do mundo que tem mais interesse na liberda-
de absoluta do commereio exterior.
At agora, qnor se tenha procurado attacar
o mal pela reforma das pautas quer se te-
nha tentado tocar na questo do pauperismo ,
os meios propostos parecem d'uma eflicacia
mu problemtica. Nao pelo espirito do in-
vengo que brilho os homens de estado dos
nossos das. Portanto em que poca foi
mais necessarioe mais urgente aehar combi-
nagfies econmicas industriaes e socaes que
corresnondo ao mesmo tempo s exigencias
da eslabilidade e do progresso que assegurem
urn mnimo honesto ao trabalhador sem di-
minuir a abastanga do capitalista De am-
bos os lados do estreito a poltica ha mister de
ser regenerada pelos dados positivos da eco-
noma social.
Ha inuito tempo que entre os nossos vizi-
nhosd'alm da Mancha tem a poltica trata-
do do pauperismo. Em Franga ninguem
se tem oceupado com os robres se nao para
cohibir vadiiee e fundar alguns hospicios,
Meu caro respondeu-Ihe o doutor ju
dando-o a levantar-se eu de certo nao tenho
queixas contra vos ; porm sois-me til e
sirvo-me de vos como melhor me parece; si li-
to smente que de antemo con liega i s a sorle
que vos espera. Por va de regra costu-
mo sangrar meu sujeito sem que lhe diga que
vai morrer. ento a vida se lhe extingue
lentamente sem umita dr sem abalos mo-
raes. Nao morrereis com essa calma e isto
por culpa vossa. Que dabo tentou-vos a ir
escutar porta ?
Senhor, replicou sir Tony pois que o
co tem dscretado minha morte dai-me ao
menos o lempo'preciso para fazer urna curta
ur&gio ; quero pedir a Dos que me conceda
na vida eterna um lugar ao lado de minha
mu que expirou em meus bragos e junto a
meu pai a quem nolive a ventura de co-
nhecer por te-Io perdido em minha infan
ca quero pedir ao Onipotenle que me re-
ceba em sua misericordia linda a quul ,
entregar-me-hei s vossas mos. Morrerei
com mais coragem.
alguns depsitos do mendicidade. Se se qui-
zesse profundar a questo do pauperismo com
seriedade e*la conduziria a ideas de organi-
sago industrial. Cumpre que nao nos con-
tentemos mais de ve> a esmola individual
transformada em esmola legal. Desde o mo-
mento em que o estado e nSo o individuo
que suceorre os pobres evidente que a pri-
meira Cousa a fazer dar trabadlo a estes a
fim de que a sociedade n;1o consumma intil-
mente o sen capital accumulado. E' esta urna
inspirago da sS economa poltica ; ( tam-
bem urna inspirago da humanidade bem en-
tendida que nao permitte humilhar os traba-
lhadores assemelhando-os a bocas nuleis. A
questao do pauperismo suscita pois necessa-
riamente a do direito ao trabalho este di-
reito pacifico que os revolucionarios moder-
nos esquecero-so de enumerar entre os di-
reitos do homem. Postos estes principios ,
nao restar mais do que indagar quaes 38o as
condiges mais vanlajosas mais moraes e
mais econmicas para o trabalho organisado.
A questo ainda nao esta lao adiantada no
Parlamento Inglez. O novo bil dos pobre
suseitou dilficuldadcs que parecorem insupe-
raveis e ninguem procura resolv-las pelos
principios que acabamos de expr. Nflo
mais a exaego da laxa quo embaraga o go-
verno ; o modo da retribuigo, principal-
mente o emprego dos mesmos pobres. A dif-
liculdade est na organisagfo das cazas com-
mfls, onde sao hoje collocados os pobres.
Dusde o estabelccimento da taxa dos pobres
que remonta ao reinado de Isabel, os soc-
corros ero distribuidos em caza ; mas tinha-
se introduzido to grande numero de abusos
(Testo modo de distribuigo tantas familias
e individuos ociosos tinho conseguido fazer-
se alistar para receber a taxa dos pobres que
se reconheceo ao depois a necessidade de a-
doptar outro syslema. Formou-se ento as ca-
zas de pobros queexistem hoje Desgragada-
mente n'estas cazas o tratameno dos pobres
tornou-selogo to rigoroso que levantou-se um
brado geral contra ellas. Presentemente es-
tas cazas sao verdadeiros bandos industriaos.
Os viveresso insuficientes e de m qualida-
de. Os trabalhos sao all insalubres os soc-
corros d'uma modicidade extrema. Affir-
mou-se na tribuna do Parlamento que os po-
bres nao tem a escolher se nao entre um sa-
lario insulficinnte e a priso. Assim a ca-
ridade legal reduz-se em ultima analise ao
encarceramento dos trabalhadores. Conce-
be-se que estes preferem ir mendigar porta
dos manufactres como em Manchester, uu
deixar-se morrer debaixo das balas e das bai-
onetas das tropas reaes, como na Irlanda.
O novo bil apresentado pelo ministerio tem
Nao seja esta a duvida, responden o don-
tor ajustai vossas conUs com Dos ; porm
aviai-vos.
Tony ajoelhou-se pz as mos e orou com
fervor.
Dez minutos esteve nesta posigo ; ievin-
tou-se e disse com voz alterada :
Estou prompto
O doutor apanhou-o pelo meio do corpo ,
deitou-o sobre urna mesa e disse :
Ora pensando bem meu amigo nao
vos sangrarei: convm-me mais abri-vos vivo.
E accrescentou em voz baixa :
- E' esta urna operagao que nSo me atrevo
a tentar com a maor parle dos condemnados
que sao atrevidos e musculosos ; porm esto
tao fraco e inoflensivo como urna rnulher...
Vejamos pois suas entianhas...ello est a-
gitadd pelo medo. Deve ser um espectculo
curioso o que aprsenla o tremor convulso
destu corpo delicado s farmos urna peque-
a abertura para que quando amanh o
acharem com a icso nu baixo ventre acjre-,
ditem que elle mesmo ferio-so com esse piif-


por lim remediar esto estado de cousas ; mas
as modificacoes propostas sao to insignifi-
cantes que os torys uuros e os radcaes
preferem voltar ao antigo systema, distribui-
dos os soccorros son trabalho ; e de facto ,
na falta do estado os particulares distribuem
soccorras scmclhantes como acabamos de
ver que se pratica presentemente em certos
districtos manufactoreiros. Todava, evi-
dente que to gyrar n'um circulo vicioso ,
e que o verdadeiro progresso consistira em
apresentar modificacoes profundas ao syste-
ma das cazas dos comms. Estas cazas es-
to boje era estado de confuso. Esta confu-
so carece d'uma mo de ferro d'uma op-
pressao de que se accusa principalmente a
commisso geral de superintendencia encar-
regada do cuidado d'estas cazas em toda a ex-
tensao de reino. Seria pois mister estabele-
cer nos trabalbos urna ordera que permittisse
mais economa e maisjustiga na distribuiclo.
Para isso a primeira condico seria poder
combinar os trabalhos agrcolas com os traba-
lbos manufacturemos. As cazas de que se
trata parece que so ollerecem recursos in-
sufficientes para a variedade dos trabalhos.
Nao se d ao p.bre se nao urna tarefa mon-
tona repugnante mal recompensada co-
mo as cazas de detenco em Franca. O po-
bre inteirainento asscmclbado ao prezo. E'
verdade que os philantropos procuro melho-
rar o rgimen das pristes ; porm se se en-
cela esta estrada salutarem favor dos crimi-
nosos com mas forte razo se deveria ence-
t-la em favor de homcns cujo nico crime
nao ter nem trabalho nem capital.
as criticas circunstancias em que se acha
a Inglaterra ella mais interessada do que
qualquer outra nago em fazer urna boa le so-
bro a organisaco das cazas de pobres. Em
Franca os demcratas querem fundar offi-
cin.-is nacionaes. Assim por toda a parte
se comprehende que a qucstj da organisa-
go do trabalho uma questo vital para as
ossas sociedades modernas. Cada Ja mais
se occupo os escriptores e os homens de es-
tado d'esta grande questo. Como pois a-
contece que do outro lado do estreto onde o
mal to intenso a imprensa as tmaras,
as sociedades philantropicas nao busquem
mais a solucjio do problema econmico? Co-
mo possivel que os nossos vstanos d'alm
nismos engenhosos par a industria nao se
appliquemcom mais ardor a descubrir o me-
canismo social sem o qual todos os outros
nao sao mais do que presentes funestos ?
( La Plialange. )
COMMERCOT
ALFANDEGA.
Rendimento do da 9 de novb." 4:180*977
DESCARREGA HOJE 10 DE NOVEMBRO.
Brigue porlugucz = Jozephina = fazendas ,
e pedra.
Brigue Escuna = Susam = farinha e fa-
zendas.
Galera ingleza = Emily = fazendas, e tasas
de ferro.
1NP0RTAQA.
A barca ingleza Emely vinda de Livel-
pool, entrada no corrento mez consigna-
da a Me Calmont & C manifestou o seguinte:
98 1/2 toneladas de carvo do pedra ,
13 1/4 ditas ne ferro 1730 caixOes de sabio ,
1 barrica com ferragem ; Me. Calmont &
Companhia.
nhal, quede proposito dcixarei junto a si no
calabouco.
Depois de haver assim combinado seu pla-
no levantad o doutor a faca e ia tarir a vic-
tima quando se lhe aprsenla uma cara hor-
rivel j era a do gigante Lilliput, que a tinha
mostrado abrindo a porta.
- Que queres ? perguntou o doutor.
arli a toda pressa doutor ; procuro-
vos em vossa casa para irdes curar um mem-
brodo parlamento
- Com os dabos exclamou o doutor pon-
do de parte a faca, um magnitico clien-
te. J o conheco um hydropico que d
dez guineos por uma visita. Diabo ... Po-
rm meu grande amigo como sabis que
me procuro ?
__Passando ha pouco diante de vossa
casa oiivi que raurmurava o enviado do en-
fermo, e vim a toda pressa advirlir-vos.
-Ora pois meu mogo disse-llie o dou-
tor sede discreto cornigo ; jamis ninguem
saiba...
-Tranquillis.i-vos respondeu o gigante.
10 barricas com ferragem 3 caixas com
dita 7 volutnes com ronpa e outros objectos,
1 caixa com relogios 1 dita com fasendas de
la 1 barrica com vidros, ocaixascom cha-
peos ; Gjorge Kenworthy & C.
5 caixas e 72 pessas de machinisrao ,
5 caixas com fazendas do algodo 55 barri-
cascom Eerragens 4 fardos com fazendas de
la 40 embrulhos com ps, 3 taxas 1
virador Johnston Pator A C.
11 caixas com fazendas d'algodao ; R.
oyle & C.
12 fardos com fazendas d'algodao 4 cai-
xas com dita de lnho 100 barricas com
manteiga ; Jam s Cocksholt & C.
1 caixa com roupa e livros; L. G. Ra-
dueira.
1 caixa com fasenda de la 1 dita com
papel ; Rigueira.
21 fardos com fasenda de lnho, 42 1/2
quintaes de forro 22 caixas com fasendas
de algodo 41 com Hnhas 3 ditas com
fasendas do la ; James Crabtrce e CDfn-
panhia.
2 caixa com roupa; Ciis Roopa& Com-
panhia.
1 embrulho com livros : P. Furby.
1 lata com bilhetes ; VV. May.
2 fardos com cobertores 2 caixas com fa-
sendas de la 1 dita com cobre 3 1/2 to-
neladas de ferro ; Ordem.
1 caixa com papel o livros ; Russell Mel -
lors e C. '
3 ditas com quejos- a R. Lasserro & Com-
panhia.
2 ditas com conservas 10 presuntos; 10
fardos com fasendas de algodo; W. E.
Smith.
12 fardos dita dita ; Fox Brothers.
1 6 caixas dita ; Deane Youle & C.
12 embrulhos com amoUras; Diversos.
1 barrica ignora-se ; F. SanJers.
34 presuntos, 1 barrica com ervilhas, 30
queijos, 110 gigos com batatas ; ao capito.
A escuna Americana Andorinha -vnda
de Terra-Nova entrada no eorrente mez,
consignada a Henry Froster & Companhia ,
manifestou o seguinte : 134i barricas com ba-
calho 52 meias ditas co-n dito 20 bar-
rilzinhoscom salmo ; Ordem.
EDITAES.
" = Vicente Thomaz Pires de Figueredo
Camargo commendador da orJem de Chris-
to e inspector da alfandega de Pernambu-
co, faco saber que no da 10 do eorrente
pelo meio da se ha de arrematar na porta da
mesma 3 caixas com nove grozas de vidros
com leos de perfumaras 'no valor de seta
mil e duzentos res impugnadas pelo guar-
da Antonio Francisco Xavier no despacho
por factura de Matheus Auslim & Companhia
sobo numero 1631 sendo o arrematante
sujeitoa pagamento dos direitos e expedien-
te. 0 mesmo inspector az saber ao senhor
A. Fernandes Marques que no armazem
numero 6. se acho 4 barricas com ceva-
da de sua consignado a qual por estar ar-
ruinada fe i i avahada em 8* res e se dentro
em 5 das a nao ver despachar se proceder
a sua venda em hasta publica em confor-
midadedo que dispoe o capitulo 16 do re-
gulamento. Alfandega, 9 do novembro de
1842. V. T. P. deF. Camargo.
Thezouraria das rendas provinciaes.
O 111."" Sr. inspector da thesouraria das
rendas provinciaes, manda fazer publico, que,
em comprmento da orJem do Ex."0 Sr. pre-
sidente da provincia de 7 do correnta, tem de
ser arrematado nos das 16, 17 e 18 do cor
- Adeos ; dentro em uma hora aqu esta-
rei Tomai bem cuidado com o prisineiro.
E desappareceu.
Tony julgou-se s...ergueu-sc olhou em
torno de si ; de repente deu um grito. Aca-
hava de ver o gigante Lilliput ao seu lado.
- Silencio disse o gigante; nem uma pa-
layra.
Tony emmudeceu.
O gigante tirou da algibeira uma compri
da cordae atou uma pona em torno do mo^o
Esta corda posto que tina era to tarto ,
que aguentaria um peso de 500 libras.
- Agora disse o gigante a Tony pre-
ciso salvar-vos.
Salvar-me ... Ecomo ?
- Estis vendo aquella trapeira ? A grada
este solta ; por l sahireis...
-Grande Dos de tal altura ? Ese quo-
brar-se a corda .'
- Seria morte por morte pois nao ten-
des muto onde escolher ; nada por m re-
ceieis conlio que escapareis.
Tony -Jesvairado opprimido pelas mil e-
rente o fornecimento de 170, a 200 milhei-
ros de tjollos necessarios para a obra da
ponte suspensa do Caxang, conforme as con-
digOes organisadas pelo engenheiro em chefe
das obras publicas e que sero patentes aos
concurrentes nos das uteis s horas do ex-
pediente na secretaria da mesma thesou-
raria.
Os licitantes devero comparecer devida-
mente habelitados de .'adores idneas. = Se-
cretaria da thesouraria das rendas provinciaes
de Pernambuco 8 de novembro de 1842.
O secretario
Luiz da Costa Porto-carreiro.
DECLARAgO ES.
rs S. Ex. Rm. tom marcado o da 20 do
eorrente para a solemnissima procissSo do
Corpo de Daos devendo sabir pelas 4 ho-
ras da tarde da igreja de Nosssi Smhora da
Conceigo dos militares e seguir imnreteri-
velmente pelas ras do Cabug das Cruzas,
da Cada do Collegio dahi a pracinha e
ra do Livramento em direcc^o ao pateo de
S. Pedro d'este ao largo do Carmo d'este
s ras estreitas e larua do Rozaro e desta
fnalmento ra do Cahii' en direitura
referida igreja de N. S. da ConceQo. S.
Ex Rm. espera, que os moradores das mencio
nadas ras se esmeren] no aceio d'ellas e-
no ornato das janellas.
O P.* Francisco Joze Tavares da Gama,
Secretario de S. Ex. Rm.
Companhia ,ie Beberibe.
O abaixo assignado como caixa da Com-
panhia de.Bebirbe annuncia a quem con-
vier que elle, na conformidade do art. 17
dos estatutos, tem de levar ao conhecimento
do conselho deliberativo os nomes dos Senho-
res accionistas, que, no prazo j marcado por
esta folha, nao satisfizeroas respectivas pres-
tarles aflu de ser-lhes imposta a pena do
artigo 31 dos mesmos estatutos infra-trans-
c ripio.
Art. 17. O caixa apresentar ao conselho
os nomes dos accionistas que, depois de
terem sido avisados pelos jornaes para realisa-
rem suas cotas nao o houverem feito pas-
sados 30 das.
Art. 31. O accionista, que deixar de pa-
gar alguma ou algumas prestaces depois do
prazo marcado no art. 17 perder as entra-
das que tiver feito em beneficio da massa
social ea sua inscripQo ficar de nenhum
effeito. = Manoel Goncalves da Silva.
M0V1MENT0 DO PORTO.
NAVIO SAHIDO NO DA 8.
Ass ; patacho brazileiro Aurora Feliz cap.
Manoel Balbino de Freilas ; carga lastro.
NAVIO SAHIDO NO DA 9.
Havre de Grace ; barca franceza Cicele, cap.
Leborgne ; carga algodo e &c.
ENTRADO NO MESMO DA.
Baltmore ; 50 das, escuna americana Su-
san, de 117 ton. cap. James Laudemaw,
equip. 8 ; carga farinha de trigo, e fazen-
das : a L. ti. Ferrera L E l L 0 E S .
sar 0 corretor Olveira far leilo no da
Sabbado 12 do eorrente s ll horas da ma-
nh de uma serrara porttil de patente ,
com todo o machinismo completo a qual he
moida por impulso de cavallos ora erec-
ta fe trabalhando no lugar de fora d Por-
tas passando o arsenal de maiinha even-
de-se por motivo de dissolver-se a sociedade
entre seus actuaes propietarios ; da casa de
mocees que fora obrigado a soffrer nao hc-
sitou.. subi aos hombros do gigante, que ti-
nha na mo uma pona da corda e garim-
pou sobre a janella...
-Ouvi, meu amigo, disse lhe Lilliput.
como interesso-me por vossa sorte preciso
que eu saiba quando pondes pe em Ierra.. .
segurarei a corda e nao tirarei antes de gri-
tardes : Estou salvo !...
Pois sim respondeu Tony ; adeos. meu
bravo antes de deixar-vor., antes do empre-
hender esta perigosa viagem consent que
vos abrace. .consent que aperte em meus
bracos o nico protector que cncontrei em
minhas recentes desgranas
O gigante nao se mostrou encantado per es-
te offerecimento ; todava eslondeu seu pes-
clo ao pobre m<>c,o e este poz-lhe os labios
na testa mas para logo recuou...Tinha taca-
do um corpo fri como o marmore !...
- P?rt part disse o gigante.
Tony poz um p aps outro fra da janel-
la, que licava a ama altura inmensa do solo...
e laneou-se no espado !...
madeira onde a mesma existe como estri-
bara adjunta, e pela qual ha m arrenda-
mento por seis annos razo de cem mil reis
annuaes, principiado no 1. de Abril passado;
de uma porgo de pranxes deainarello ,
louro e de pinho ; e de seis cavallos pro-
pros para o estabelecment.
AVISOS DI VERSOS.
X3T Aluga-se uma boa eserava com algu-
mas habilidades e muto diligente para o
servido interno do uma casa ; na ra Nova
n.* 67.
%sr A. F. da S. vendo o annuncio do Diario
de hoje n. 242 muito so admira que o Snr.
Antonio Pedroso Gomes da Silva atal se arro-
jasse pois sabe mu bem que nunca lhe do-
vi nada nem tive negocios alguns com sua
merce por isso neuhuma ordem tinha acum-
prir a esse seo socio Jasmim e essa diminu-
ta quantia que suas merces querem artera-
mente haver e queja davo por menos a
um meo caixeiro nao Ihes pertencp nem
os vi aulhorisado a receber e s ser paga a
pessoa com quem tratei a venda do pequeo
armazem ou a administraco dos orphaos a
'uemjulgo pertencer dita quantia que pas-
sa a ser depositada no deposito geral pudendo
o snr. Pedrozo usar dos meios que quizer
porque quem usar destes tem esgotado os que
tive; aconselho ao srs. Pedrozo e Jasmim que
nemsempre,enem comtodosseusadoum meio
ta<3 vil. recusando e revertendo-lhe a pala-
vra amiacos-est respondida esatisfeitaa roga-
tiva do snr Pedrozo a quem nao responderei
mais por esta ou por outra qualquer forma.
tssr E. Plum retira-se para fora da pro-
vincia.
Havendo o negociante de Lisboa, e li-
quidatario em Pernambuco Jos Marques da
Costa Soares feitocorrer impressopor mos
de todos uma conta ou balanco em que
elle ferindo gravemente a reputarlo de pes-
soas perante quem se devia envergonhar ,
pretende aprezentar-se ao mundo como pro-
totypo da honra mercantil e o restaurador
da casa do meo falecido av Antonio Marques
da Costa Soares, que Dos tenha ; vejo-me
obrigado e desde j me vou preparando fa-
zer sentir ao respeilavel publico, nao com
imposturas, ecalumnias, mas com docu-
mentos irrefragave'is, que o liquidatario
nao s tem aniquilado a casa administrada ,
sempre em proveito seo, com gravissimo
prejoizo dos herdeires e credorps fazendo o
triste papel de enligador como tamhem ha
sido contradictorio em todas as suas contas,
e infiel em todas as declararles que
justfico sua conducta tem pelas fo-
lhas publicas impingido aos que nao po-
dem estar ao tacto do estado e ge-
roncia de mencionada casa. O abaixo as-
signado espera que o respeitavel publico ,
tenha ao menos por duvidoso balanco mpres-
so e espalhado com capa de diversas cores,
ataque sasia luz um outro folheta que se
coordena eque sem duvida pora mostra
a calva do restaurador- Ento se conhecer
de que lado est a verdade, ;e deque lado a
infamia ,........
Autono Marques da Costa Soares.
BT Preciza-se de um caixeiro de -20 anuos,
que tenha pratica de venda para tomar conta
de uma por seu dono precizarde ir cobrar
dividas no matto, quem se achar nestas cir-
cunstancias ; annuncie por esta folha para
se lhe fallar.
Arrenda se pelo lempo de festa o so-
brado armazem e sitio que fo de Antonio
Coelho da Silva no lugar do Cortumo dos
Coelhos: trata-se no mesmo sobrado.
O gigante deixou correr a corda al a ponta,
espern que seu protegido gritasse dando-
lho o signa) convencionadoEstou salvo
mas nada ouvio-se.
Repentinamente um grito agudo, fondeo o$
ares ; um verdadeiro grito de angustia 1 #
Que diabo ser isto ? perguntou WU-
put a s mesmo e puxou a corda com a
maior anxieJado...
Cousa celebre! ella pesava tanto como
quandodescia sirTony !...
Continuando a puxa-la com dobrada anxie-
dade chegou por fim trapeira a extremi-
dade em que fora sir Tony. O Kigante lau-
cou-lhe a vista... j nao era sir Tony quem
ali seachava elle tinha desapparecido ; po-
rm em seu lugar veio uui grande sacco,
muito pesado hemelicimenta fechado ,
por ra do qual vio-se grandes nodoas ve
melhas.
( Continuar sc-ha.)
e


5
m Francisca Bazilia la Roza faz publico
( com expecialidade ao corpo do commercio,)
que tem establecido na ra da Senzalla vellia
\), 116, um armazem para comprar ven-
der e recolher gneros e que nesta dada
tem passado procurago bastante seu dig-
no filho Joze Gongalves Ferreira Roza para
seu gerente ; e como tal o auctoriza para rea-
lizar quaesquer tranzacgas, e firmar lodos os
documentos que forem necessariose relativos
ao mesmo estabelecimento sendo annun-
ciante respongavel por todo e qualquer de-
bito que o referido seu tilho houver de con-
tialiir 'Mii nomo da caza deste dia por diante.
Recife 7 de Novembro de 1842.
Aluga-se urna casa terroa na ra da Co-
tovello com quatro quartos duas salas ,
cozinba tora quintal e cacimba : na ra da
Florinlina na ultima casa do ladodonascente.
Aluga-se um armazem no fundo ta casa
de Francisco da Cunha Machado na rna de
S. Francisco ptimo para qualquer esta-
beiecimento por ser contiguo ao mar : quem
o pretender dirija-so ao i. andar do dito so-
brado das 8 as 10 horas da manh ou das
2 as 5 da tarde.
= Alugo-se duas propriedades para 9e
passar a fes'.a, no lugar do poco da Panella ,
na ra atraz da Igreja ambas com suficien-
tes commodos para urna familia ; os preten-
dentes dirijo-se a ra do Livramenlo ca-
za de Joiio Ignacio do Reg tratar do ajus-
te, e para examina-las ao nn'smo lugar do
Poco caza da Sra. D. Maria Cavalcante, on-
de e'iistem as chaves.
AlugVse um sobrado de dois andares e
loja na ra da Praia e urna muito boa caza
terrea nos quatro Cantos da Roa-vista ; a
fallar com Manoel Caet'ano Soares Carneiro
Monteiro.
- Aluga-se urna casa no sitio do arco da
Ponte deUclia junto a passagem de Santa
Anna tom commodos para familia : os pre-
tenderles dirijo-se ra do Crespo n. G.
Nova Fabrica de tape por vapor.
Jernimo da Costa Guimares e Silva, pro-
pietario da fabrica de rap movida por ma-
quinas de vapor avisa ao respeitavel publi-
co que em seus depsitos j se acha grande
soi tmenlo tanto para consumo d'esta pra-
ga como para exportado do mais evcellen-
te rap que sem exagerado principia a appa-
rocer n'este imperio.
O seu bom aroma em tildo semilhante ao
rap de Lisboa d'onde o proprietario pode ob-
ter a receila o estilar moderado sem que ga-
nhe boto nos narizes, e sernos ferir o
consi'i var-se por muito lempo sem que se de-
terioro nem mofe nein.seque o maior
caprixo sobre a limpesa e aceio com que he
fabricado este rap sao propriedades estas que
o lorno assaz bello e recomniendavel.
A superior qualidade deste rap firmado
com as letras iniciaes do proprietario paten-
tea a verdade do que se leva dilto e a mu-
danza que militas pessoas de bom olfato tem
feito deixando de tomar o rap de Lisboa pa-
ra tomarem d'este no qual nao acharo re-
pugnancia os tem feito declarar que he ra-
p muito bom e que este e outros gneros
j so Ihc nao sent a falta deixando de vir da
Europa. Os depsitos sao no atierro da Boa-
vista loja do proprietario D. o e na ra da
Cadeia velha no armazem confronte com a
ra da Madre de Dos a tractar com Antonio
Gomes da Cunha e Silva.
Os depsitos sao para vender de 5 libras
para cima a prego fixo e sondo-lhes tam-
bem concedido vender a rctalho somonte pe-
lo prego porque os compradores de 5 libras
para cima podem vender.
- Precisa se diariamente de metade de um
boi que devevir as duas horas da lar
de ; a quem convier este negocio an-
nuncie ou diriia-se a venda do arco do Bom
Jess para fazer o ajuste.
CJ" a fazenda Riaxo. comarca de Gara-
nhuus casa de Joze Francisco Callado a-
cha-se um prelo que diz pertencer a um dos
moradores das fazendas de Cariris Novos e
que est au/ente de seu senhor a seis annos ,
Quem for seu dono dando os signaos sertos ,
sei entregue naquella fazenda ou en tema-
se nesta praga na ra do Rozario eslreita
ultimo sobrado do lado direito fegundo an-
dar quem va i para o pateo do Carmo. Ad-
verte-seque nao se responde pela fuga ou
1 ma Casa em S. Anna para se passar
a festa ou por anno ou por prego com modo ;
quem a pretender dirija-se a ra do Queima-
do loja de ferragem numero 4.
= Preciza-se de um fornciro \ na fUa das
Laranjer9 n. 30.
= Quem precizar de um rapaz portuguez
de 16 a 17 annos de idade para caixsire de
loja de fazenda ou molliados, com alguma
pratica ou para outra arrumaco, para pra-
ga ou para fra della o qual sabe le*, 88
crover perfeitamente e d fiador a sua con
ducta : a tratar na ra Direita n. 8.
= Na loja de Guerra Silva & C* na ra
Nova n. 11 adulse venda dois quarlos
para carga por prego commodo.
or Perciza-se do um caixeiro no betequim
junto ao theatro.
tsr Srs. Redactores. Meu sexo meu
decoro as conveniencias tudo em lim me
azla le de nao entrar em nova polmica com
um ente da natureza do Sr. Gamboa porem,
como (no diario novo n. 7 i) elle so altreveu,
julgando-me gado sem pastor a tocar a mi
nha vida privada nao tenho outro remedio,
seno responder a este prototypo de amor con-
jugal e dizer-lhe, que deveria ter reflectido
antes de fallar e que nao fosse semelhante
quelles immundos animaos, habitantes noc-
turnos dos cimiterios, revolver cinzasj fras;
em im para fallar sem figura que se in-
formasse primeiro que altacar s"m motivo a
minha honra quantos annos tinha morri-
llo meu marido o cadete Domingos Lopes de
Lima.... Permita pois o Sr. Gamboa que o
trate de mentiroso a pesar do seu cautelozo
(valha a verdade.)
Perdoar-me-ho pois Srs. Redactores, a
loquacidade attribuida a meu sexo, o bem per-
dovel agora a urna mulher to injustamente
calumniada, concedendome a licenga para fa-
zer ao Sr. Gamboa as 4 seguintes perguntas.
1/ Porque ser que S. S fazendo parte (ao
menos assim mo dicero) de certa corporago
philantropica... (Vm. bem me entende) por
que digo nenhum circulo desta quiz at
agora recebe-lo no seu seio ? !... ser por
bom ou por mo ?... nao responde ?... res-
ponda ento o publico.
2/ Porque razo a mor parte das mais
nobres e mais distinctas familias desta cida-
de, tem-se affugentado do s"cu theatro ?
Ser por acaso porque a danga, a muzica, o
canto a mmica e em im a arte dramtica
Ihes sejo fastidiozas, ou ao menos indiferen-
ter visto com prazer 6 sr. Antonio Lopes na
cora hereditaria, escolla dos cazudos, < ou-
tras ; o sr. Gama no mo amigo ligo pai a
maridos cainponoz d'alpose muilas oulras ;
o sr. Sebastio, emCatharina lloward, Pedro
em Castro sete infantes e mdilas oulras ; o
sr. Cabral no valido d'el rei, e ontras ; o sr.
Cazaca, no contra mestre da esposa repudia-
da ; o sr. Santa Roza no salteador dos ca-
lanos, nocarcereiro da morte de Gom *s 1' ro-
ros e muitasoutras partes cmicas; osr. Mo-
desto no creado dos trez viciozos c oulras ;
o sr. Luiz Carioca no estalajadero de TjO
annos ou a vida de um jugador. E em fim
a dama Jozefa Candida, na duqueza de la Be-
auvallre bem como a dama Luiza as par-
tes de lacaias e sobre tudo de sallas tem
colindo merecidos applausos. Qual sero pois
os motivos desta geral repugnancia ? J que
A Medicina Popular Americana que a
mnitos anuos est em uso as indias occiden-
tae* e oriontaes costa d'afrca &c. &c.
tem-se tornado urna medicina inestimavel,
sondo preparada do proposito para climas
quentes o composti d'ingredienlos que nem
requerem dicta nem resgnardo e se podeap-
plicar a crianzas da mais tenra idade.
O nico Agente do Autor em Fernambuco ,
he D. Kr.oth na ra do Apollo n. 27 cada
caxinha hoaccompanliada do seu receiluario
e custa mil reis
COLLEGFO S. CRl'Z.
lista dos ai.imnos pliopostos este anxo taba
kxvmi:.
1. SfCro.
Grammatica e lingua Portugueza.
C 1.* Principios Grammatinaes.
Alvaro Percira de S Augusto Cezar Li-
no de S jn/.a Eduardo Candido d'Oliveira ,
seja a particular pessoa de b. S... Responda
tes ?___ Porm as sociedades Apnollinea ,
F.uterpina. Terpsicore, Natalence. Philo-tha-
lia &c. (SiC onde a florida nobroza da ma-
gistratura e do commercio afilue com pra-
zer e enthuziasmo nao lhe provio o contra-
rio ? Em quanto a sua objegao do costume
que he por ser de meia cara (ohe que he ex-
pressosua), dir-lhe-hei que muitos profe-
ririodar IOOO reis, aos empenhos que se
vem quaze sempre obrigados a fazer para al-
canzar bilhotos ; e lem disso se as entradas
silo de favor para alguns, muitos fazem, para
sustentar com a devida decencia estas luzidas
sociedades, avultadissimas dospezas------A
que motivo pois attribue S. S. esta tibieza qua-
ze geral para as suas Gamhadas ?... Nao
sabes ;'... Interrogue o publico ou^a a sua
consciencia (se que a tem), e elles sem he-
sitar, e por urna so voz, responder-lhe-hao...
5." V me dizendo, Sr. Gamboa como
que de tantos amigos, ou protectores (com-
quizer chama-Ios) que S. S. tinha em 1839 ,
protectores que lhe organisro aquella tao lu-
zda sociedade theatral que o tirou do aper-
to, e que deu-Ihe os moios para comprar o
seu primeiro predio S. S. nao possue hoje
em dia julgo que taUez nem um s ?.... se-
r3o elles por accaso, todos amigos ingra-
tos ?... ou sera S. S. ?... nao responde? !..
respondo pois elles...
-1.* Urna ultima pergunta resta-me a fazer-
lhe ; meu phantropico emprezario e esta,
face do publico a quem pego perdo da mas-
sada..... Porque ser que apezar des mais
estrondozos annuncios a cada vez que S. S
tea com 15 ou 20 pessoas e tao somente 3 a
i camarotes oceupados dos quaes s vezes ,
algum liado para oanno?... ser porque o
povo pernambucano nao gosta do theatro ?
se a resposta queja lhe dei no 2.' artigo deste
interrogatorio nao o convence pergunte ao
qualuuer transtorno que possa haver no men- Sr. Jos dos Reis se assim ponsa. i>era pela
cionado preto.
- Apessoa que annunciou no Diario de
sabbado 5 do corrente ensinar primeiras
letras em casa particular querendo ensinar
dous meninos ; dirija so a ra de hurtas n.
Zi para tratar do ajuste.
Precisa-sc de urna ama do. leile som fi-
lho no armazem n, o na ra da Alfan-
dega vellia.
m escolha das pegas ?... porm os dous
renegados a torre de nesle dever e natu-
reza e oulras devem provar-lhe o contra-
rio. Ser por nao prestarem os cmicos ? po-
rm olhe rjue sao os mesmos que tinha em
1839, e elles nao tem culpa se S. S. n5o sabe,
ou nao quer saber repartir as partes: pois qne
nao querendo fallar de S. S. nem da sua esti-
mavel espoza o publico ainda so lembra de
o publico.
Porm Srs. Redactores, apezar de nao que-
rer o bom do emprozario conceder-me o titu-
lo de mai de lamilia com tudo,, como os
cuidados que de mim exgem 5 lilhos de ten-
ra idade nao me deixo lempo para desper-
digar em responder s injurias do Sr. Gam-
boa esta ser a ultima vez quo os hoi do im-
portunar deixando ao publico quo bom co-
nheco a astuciosa esporteza do tal menino ,
a dar o devido apivgo s suas calumniozas
Gamboadas. Sua obrigadissima creada
Maria Anscleta do Paraizn.
6*y Os Srs. Joo Pereira Castro Adriao
dos Santos Monteiro Jos Vicente de Lima ,
Antonio Rodriguesd'Almeida queirSo decla-
rar as suas moradas ou dirijo-se ra No-
va n. ti para negocio de seu interesse.
xs?" Aluga-se um sobrado de dois andares,
no pateo da Santa Cruz confronte ooitSo da
igreja n. 7 onde tem urna tonda de funil-
loiro as lojas os pretendentes dirijo-se ao
Mondego no sitio da capelnha.
ssy Ninguem fa^a negocio com Anna Joa-
quina Silviana, com a casa n." 50 na ra do
Palaceta por esla andar em lelijo com os
orfos e estes ja lerem obtido senlenga a seu
favor ; isto por ser verdade quem duvidar
dirija-so ra da Cadeia do Recife n. 23, no
o." andar.
MEDICINA POPULAR AMERICANA.
tsr Nao ha objocto que merega mais fixar
a allengfio das diferentesclassses da socieda-
de que urna Medicina Popular urna que
as valias molestias que allgem o genero u-
mano posso ser applicada com seguranga o
som temer as funestas consequencias quo as
vezes procodem das difieren tos composigoes e
misturas que sao prescriptas laes como ,
por exemplo preparagiW do mercurio &c.
as quaes na verdado militas v.zes curo a
molestia para qual foro receitadas mas ao
mesmo tempo deixo raizes para outras mo-
lestias que nao admittem cura : e nao he raro
de ver pessoas prematuramente velhas e
com urna constituigo totalmente arruinada,
pelo estravagante uso do semelhantos romo-
dios. Para corrRr em parte estes males ,
o autor da Modocina Popular Americana, em-
pregou muitos annos a procurar um remedio
que ao mesmo tempo substituste o uso do
mercurio. ( este verdadeiro inimigo do ho-
mem ) purificasse o sangue e restituisse a
saudo quelles infelizes que padecom do uso
do mesmo.
A Medecina Popular Americana consiste cm
urna s qualidade de pilulas compostas de
dous diferentes principios : ,um he purgativo
e desostruenlo removendo os humores vici
ados das differenles partes do corpo e assim
purificando o saugue ; o outro he tnico ,
dando torga e vigor aos orgos da digosto ,
e por tanfo impedindo a accumulago dos hu-
mores nos intestinos, &c. urna rombinaco
como esta nao pode ser se no proveitosa na
mor parte da molestia e sendo vegetal esta
combinagao pode ser administrada a crea-
tura mais delicada sem receio nenhum e
com certesa de beneficios resultados.
As molestias as quaes tem sido mais til
a Medicina Popular Americana sao as se-
guintes : Indigestan Dyspepsia molestias
do (sjado Rheumalismo Gila e Afiec-
gfios da caboga em geral affecgo*s cutneas ,
fehros com intermitientes, remitientese
beliosas iriamagoes em geral, escrfulas ,
ulceras antigs cancros hemorrhoidas .
hydropesia pedra na bexiga retengo i'
urina e outras molestias particulares dos < -
Saos urinarios, molestias syphliticas in-
commodos da senhoras como obstruegf s .
fraquesa, attaqn"S nervosos oic. em lim
todas as molestias produzidas pela impureza
do sangue.
das Litis .loaquin Joze do Mello, Joze Ma-
ria RibeirqdCJ Santos, Joze Francisco Pe-
rcira da Silva Migu-d Pedro Raptsta Ma-
noel Teixeira Bacellar Prudencio Marques
d'Amorim.
2.* Analy*e grammalical.
Augusto Paes Brrelo Lemenha Lins, Bel*
larmiiio da Cunha liego Barros Carlos Joo
de Souza Correa Francisco Luiz Gongalveg
Ferreira Joao Joze Ribeiro dos Santos, Joze
Alves Ribeiro.
//. Sccco.
Grammalica e lingua Franceza.
C'|. principiosgratnmaticaes, ana-
/) >e c pronuncia.
Ambrosio ^iacllado da Cunha, Carlos Joo
de Souza Correa Claudino Rodolfo do Reg
Barros Krnestod'Aquino Fonceca Filippe
de Souza Leo Francisco Luiz da Rocha
Wunderley Francisco Luiz Gonsalves Fer-
reira lLrculano Cavbante d'AIbuquerque,
Quiilino Joze de Mianda, Silvno Cavalcan-
le d'AlbuqueTque.
^ 2. f'crso un Prosa.
Filippo de Souza Leo Francisco Luiz
Gonsalves Ferreira.
^ r>." ferso em Prosa e reno.
Agnello Caciano Bizerra de Menezes, Fran-
cisco Antonio d'Oliveira Jnior Joaqun de
S Cavalcante d'AIbuquerque.
111. SeccSo.
Grammatica e lingua Latina.
e I.__Principios grammacaea.
Agnello Caciano Bizerra de Menezes, Fran-
cisco Jozo Sveira Jnior, Francisco Luiz da
Rocha Wanderky Francisco Antonio d'Oli-
veira Jnior llorculano Cavalcante d'AIbu-
querque lunario cha de Mondonga, Joie
Libanio de Souza Izidro Francisco de Paula
Mesquita. ... j
C 2. Analyse eprincipios de IraduC'
cao em Sulpicio.
Afonso Joze de Mendonga AlariSo, Am-
brosio Machado da Cunha, Ernesto d'Aqumo
Fonceca Julio Rarboza de Vasconcellos, Sil-
vmo Cavalcante d'AIbuquerque.
K 3. __ dem em Pluedro e Justino.
Claudino Rodolfo do Rogo Barros Filippe
de Souza Leo Joaquim de Sa Cavalcante
d'AIbuquerque.
$ 4.0 dem em Salario e Virgilio.
Joo Nepomuceno Barroso Jnior, Joo Ne-
pomuceno Dias Fernandes Luiz Rodrigue
Villares Manool Bodrigues Villares Ma-
noel Joaquim Fernandes Eiras.
ir. Srcco.
Mathematicas.
1. Rudimentos arithmetkoa.
Alvaro Pereira deS, Augusto Paes Barre-
to Lemenha Lins, Belmiro Augusto d'Almei-
da Candido Francisco do Reg Barros Ca-
pitulino Peregriuo Severiano da Cunha Ld-
mgndo Francisco do Reg Barros Eduardo
Candido d'Oliveira Feliciano Olympio Af-
fonso Ferreira Francisco Lins de Caldas ,
Joo Aflonso Ferreira Joo Cynllo de Souza
Carneiro Joo Joze Ribeiro dos Santos ,
Joze Maria Ribeiro dos Santos Joze Anto-
nio Alves Ribeiro Joze Francisco de I aula
Cavalcante de Albuquerque Manoel Teixei-
ra Bacellar Fumino Francisco de Paula
Mosquita Prudencio Marques d'Amorim ,
Thomaz de Barros Accioie Trajano Gomes
da Fonceca.
2." Aiithmclica.
Jernimo Luiz Ribeiro.
^ 3. Aiithmr.tica p Geometii'.
Gni'lherme Clemente Marques Bacalha.
y. S ceo-
Geogratia e Historia.
Affonso Tozc de Mendonga AlarcSo Gui-
Iherme Clemcnta Marques Bacalha Jer-
nimo Luiz Ribeiro Joo Nepomuceno Das
Fernandes Joo Nepomuceno Barroso Ju-
Inior, Manoel Joaquim Fcrnanc Eiras.


MMgagnrTiiiiiii'wi*~i r !
= D. Ivnoth agente nesta praga dos Srs.
D. Palmer & C' do Rio de Janeiro participa
ao respeitavel publico, que foi nomeado agen-
te para a venda da medicina popular america-
na do doutor Snell, a qual te ni tido tanta ex-
tracto no Rio de Janeiro pelos seus ben-
ficos resultados as curas de todas as moles-
tias causadas pela impureza do sangue. N.
B. vende-se smcnle em o armazem do an-
minciante na ra de Apollo n. 27 cada cai
xinha vai acompanhada do seu receituario, e
cusa mil reis.
PILULAS VEGETAES, E L'NIVERSAES AMERICANAS.
O nico deposito deltas he em casa do agen-
te D. Knoth ; na ra de Apollo n. 27.
cr O abaixo assignado com aula parti-
cular de primeiras letras na praga da Roa-vis-
ta tendo de dar pomptos no fim d'este mez
alguns meninos e nao pudendo continuar a
ensinar no principio do auno vindouro com
o pouco numero que conta para esse lempo;
e constando-Ihe que alguns snrs. preUndem
confiar-lhe o ensino de seus fillios roga ,
queiro participar-llie esta sua prelengo at
o dia 20 d'este. Tambem se obriga o abaixo
assignado a receber alguns pensionistas nao
excedeudo ao numero de oito.
Manoel Neto de Souza IJandeira.
%sr Antonio Saver com estribara na ra
d'Apolo defronte do theatro tem a honra
de fazer sciente ao respeitavel publico que
elle continua a receber cavallos at comple-
tar o numero que pode acommodar a sua es-
tribara : e adverte mais que sabe tratar dos
cavallos em suas molestias aparar caseper-
eortar cauda ao gosto inglez tudo com os ,
feic.au e por prego commodo.
tar Offerece-se urna tnulher branca sem
filho para ama de leite : na ra da Conceigo
n, i7 lado do nascente.
tsr Osnr. Joo Antonio da Silva natu-
ral de Penafiel vindo para esta Cidade em
Novembro de 1830, queira dirigir-se a Ci-
dade de Olinda venda de Joze Fernandes da
Silva, ruado Varadouro n. 19, para rece-
ber urna carta de sua familia ; ou annuncie
sua morada.
tarJoo Rernardino de Souza Rastos, sub-
dito Rrasileiro retira-se para o Rio de Ja-
.4
neiro e roga as pessoas a quem dever de
apresentarera suas contas na ra da Senzala
Velha n. 152.
tsr Precisa-se de um mogo portuguez ,
de 12 a 10 annos para caixeiro de venda :
na venda defronte da praga da farinha n. 5.
tsr Aluga-se para se passar a festa urna
casa de pedra e cal, muito fresca na cam-
pia da Igreja da Casa Forte com duas sa-
las 4 quartos cozinha fora estribara e
cacimba com boa agoa de beber ; os preten-
derles dirijo-se a ra do Vigario armazem
numero 8.
cr Roga-se ao snr. Joo Rodrigues Xa-
vier ou quem suas vezes lizer, de dirigir-
se a ra do Livramento n. 10 cu annuncie
para se tratar negocio de seu interesse.
tsr Quera quiser alugar dous pretos para
trabalharem de enchada em sitio ou em ou
tro qualquer Irabalbo, dirija-sea Olinda,
ra de s. Rento n. 28.
CT* A pessoa que annunciou querer com-
prar urna patativa e um chexo dirija-se
a ra velha n. 69.
BT Aluga-se o primeiro andar da casa n.
55 no principio da ra da Gloria junto a
fabrica de Gervasio : tratar na mesma casa.
er Os credores de Joo Antonio Gomes,
queiro apreseutar suas contas a Joaquim
Pinheiro Jacome no prazo de 3 das para se-
rem conferidas, e concluir-se o estabeleci-
mento por conta de todos.
tar O abaixo assignado aulhoriza ao Snr.
J. de Lima Soares para vender a venda de fo-
ra de Portas junto ao beco Largo D. 90 : os
pretendentes, dirijo-se a mesma, pois ven-
de-se por o dito Lima sabir para fura da pro-
cincia.
Antonio Joze Nunes Guimares.
UT Evadio-se a ti es para quatro mezes um
crelo de nome Felisberto o qual he forro
pela finada D. Fabiana de Barros Nigramonte,
e como esta Snra. deixou quem d'elle tivesse
cuidado ; por isso roga-se ao Snr. que o tem
oceulto ( para se poupar encommodos ) quan-
do vierem seos portadores do mato o mande
levar ra das Trinxeiras n. 18 caudo-se-
Ihe nisso obrigado.
- A pessoa que annuciou querer alugar u-
na metade de casa sendo capaz ; dirija-se
ra da Florn tina Nova n. 23 que achara
com quem tratar.
= Preciza-se de urna negra boa vondedei-
ra efaz-se vestidos de Sra. lava se, een-
gomma-se na travessa de S. Pedro n. 10.
yy Precisa-se de um rapas para ir ser ca-
xeiro de una Yenda de pessoa muito capaz ,
na Cidade de Goianna cujo rapaz dever
terde 14 a 16 annos, e que de fiador a sua
conducta : na ra estreita do Rozario venda
da esquinan. 55.
tsr A pessoa que quer saber quem he o
correspondente de Bernardo Joze da Cmara,
dirija-se a Magdalena a fallar com Joze Pau-
lino de Almeida ou annuncie sua morada
tar Os snrs. Henrique da Silva Ferreira
Rabello, e Antonio Coelho de Mello Surur,
queiro annunciar suas moradas ou dirigi-
rem-se a repartico do correio a fallar com
Joo Das Barbosa Macundm, para tartar de
negocios que muito Ihes interessfio.
tsr O abaixo assignado faz publico que
perdeo o bilhete n. 768 da primeira parte da
12.' lotera a favor das obras do theatro pu-
blico desta Cidade do Recife e por isso avi-
sa ao snr. Joze Antn o Rastos thesoureiro
da mesma para que nao pague o referido
bilhete a pessoa alguma. = Manoel Joze da
Costa Reg.
tsr Aluga-se um preto para trabalhar em
armazem de assucar, ou em padaria, de am-
bos os trabalhos tem muita pratica : na ra
do Queimado loja n. 14 de Luiz Joze de
Souza.
tar Aluga-se um armazem no fundo da
casa de Francisco da Cunha Machado, na ra
de s. Francisco ptimo para qualquer esta-
belecimento por sjr contiguo ao mar; quem
o pretender dirija-se so segundo andar do
mesmo sobrado das 8 as 10 horas da manh ,
ou das duas as 5 da tarde.
W Aluga-se urna casa no sitio do arco da
Ponte de Uchoa junto a passagem de s. An-
na com commodos para familia ; os pre-
tendentes dirijo-se a ra do Crespo n. 6.
tsr Aluga-se um sobrado de dous andares
e loja na ra da Praia; e urna muito boa casa
terrea nos 4 cantos da Boa vista e as lojas
do sobrado do mesmo 4 cantos : a fallar com
Manoel Caetano Soares Carneiro Monteiro.
tsr Precisa-se de 2 a 5:000j de reis a
premio com hypolheca em um sobrado novo
em urna das melhores ras desta Cidade, que
rende annualmente 550,)i : na ra da Senzala
Velha n: 90.
em grandes e pequeas porgos a liif rs. a
arroba, e foguetes do ar a IjOOO a duzia ,
de 5 e 6 estouros : na ra do Trapiche n. 26
segundo andar casa de Francisco Marques
Rodrigues & Irmos
tar* O Hiate Americano Red Rover bar-
ris com potassa barricas com superior fa-
relo e vellas de espermacete : em casa de
Matheus Austin & Companhia ra do Tra-
piche Novo n. 18.
tar Sement de couve muito boa : no si-
tio da Magdalena para a Torre com porto de
ferro do lado direito.
tar Caf moido muito bom e barato : na
ra do Azeite de Peixe padaria n. ll e na
Boa vista padaria de urna s porta no pateo
da s. Cruz em porges grandes e a retalho.
tar (ma venda com poucos fundos a
dinheiro ou a prazo e tem bons commodos
para familia: a tratar na mesma ra de Agoas
verdes n. 15.
tsr Superior caf de cevada : na ra Di-
reita refinago n. 10.
tsr Urna escrava de nago congo de 20
annos de bonita figura sem vicios nem
achaques o qUe se afianga : na ra estreita do
Rozario n. 33 segundo andar.
tsr Cola da Baha de superior qualidade:
no armazem defronte da escadinha da alfan-
dega.
tsr Urna casa terrea no beco da Bomba n.
4 lado do norte : na ra da Gloria n. 33 per-
todo convento das Freirs.
tima negrirha crela recolhida de
capim viveiro e lugar para olaria
e a
Recife
rintoe rendas d todas as qualidades
Va de sabo ; urna dita de 7 a 8
tsr Alugo-se as casas n. 1 e 2 do atierro
da Boa vista, com xcellentes commodos,
urna no sitio des. Amaro, e ra da Soleda-
de ; dous sitios na Ponte de Uchoa a mar-
gem do rio defronte do de Francisco Anto-
nio de Oliveira com quem se trata do pre-
go ou com o seu caixeiro Manoel Joaquim
da Silva.
tar Precisa-se alugar urna escrava para o
servigo de casa e comprar na ra, e que
nao tenha vicios : por traz da ra do Fagun-
des na primeira serrara.
tsr Osr. Antonio Filicio de Vasconsellos ,
que chegou a pouoo do Ro de Janeiro, queira
annunciar a sua morada que se Ihe deseja
fallar.
tsr* Quem tiver urna casa para alugar pe-
lo lempo de feata no Manguind dirija-
se a ra do Fogo n. 18 primeiro andar.
tsr Aluga-se as lojas do sobrado novo da
ra da Florentina, prximo a mar tem
bons commodos e sao muito frescas : tra-
tar no mesmo sobrado.
COMPRAS
Urna escrava Iavadeira de varrella: na
casa da balanca das 5 pontas a fallar com An-
tonio Prisco da Fonceca.
tsr Para fora da provincia efectivamente
mulatinhas, crelas e mais escravos do 15 a
20 annos, pago-se bem sendo bonitos, lam-
bem se compra para servigo de casa urna es-
crava de 16 a 20 annos que saiba corlar e
fazer vestidos e engommar : na ra do Li-
vramento n. 3 com a entrada pelo Rangel ,
das 9 horas as 4 da tarde.
tar Duas mascaras feitas de rame para
por no rosto de urna pessoa que fique pri-
vado de nao poder beber bedida alguma, e
que fique fixe com cadiado de mineira que
se possa por e tirar sendo bem feitas paga-
se 4ji rs. por cada urna : ao lado do Corpo
Santo n. 23 ou annuncie.
VENDAS.
Urna preta de naco de boa figura ,
e coni {labilidades : em Fora de Portas n. 83,
assiin como rolas da india.
tar Superior toucin.o le Lisboa em pe-
queos barris legitimo vinho feitoria engar-
rafado no Porto, bons queijos do serto, bar-
ris com chourigas chegados de Lisboa pelo
Jusephina sag chocolote e amendoas
de ptima qualidade : noalterro da Roa vis-
ta junto ao beco do Ferreiro venda de Mano-
el de Azevedo Maia.
tsr Salsa parrilha de superior qualidade j
16 annos bonita figura coso faz lava-
e la-
, una una uo i a o ntlOS ; UI11
preto da costa le 30 annos bom serrador :
na camboado Carmo n. 19 segundo andar.
tsr Superior rape princeza de Lisboa che-
gado ltimamente de Lisboa a 2*600 reis
a libra: na quina do becco da Congregago loja
de fazendas de Joze Esteves Vianna n. 41.
tsr Um carrinho de quatro rodas com
todos os seus pertenees ; no atierro da Boa-
vista na cocheira Franceza do Emilio.
V- Na esquina da pracinha do Livramen-
to loja da viuva do Burgos tem um comple-
to sortimento de fazendas de bom gosto e ba-
ratas entre as quaes sao setins de cores ,
lengos de toquim da India com franja ditos
de seda com franjas, sarja preta dita de
cores para coletes chitas finsimas e de mui-
tos lindos padres em cortes fil de linho ,
bicos chales de fil de linho suspensorios
de burracoa fustes brancos e de cores pa-
ra coletes bnns lizos e trangados meias
brancas e de cores para senhora e mais fa-
zendas muito em conta.
tar Duas canoas de conduzir'agoa novas
e ja cortidas a dinheiro ou aprazo com boas
firmas e tambem se alugo a tratar na serra-
ra de Manoel Gomes da Silva por detraz da
ra do F.igundes e tambem se vendem 12
travs de louro com palmo por urna face e
coito por outra, com 27 a 29 palmos do com-
prido.
ta* No Recife ra da Cruz escriptorio de
Joze Antonio Gomes Jnior por prego com-
modo saccascom alqueire de farinha de man-
dioca de superior qualidade feita na Muribeca
e tambem panno de linho muito fino chega-
do prximamente da Ilha de S. Miguel.
tsr Urna pequea casa terrea na ra do
Jogo da Bola em Olinda que ronde por mez
8 patacas e sempre se conserva alugada ,
em chaos proprios e um terreno para o lado
direito com 150 palmos de frente, e outros
tantos de fundo ptimo ou para se edificar
outras casas ou para plantagOes tudo pe-
lo mdico prego de 300* rs. : na ra de Ma-
linas Ferreira sobrado n. 11.
ssy Um pequeo sitio com casa de viven-
da porto de pedra e cal lgreles para
flores com um oito murado, echaos pro-
pios, no lugar do Cajueiro na Passagem da
Magdalena : na praga da Independencia.nu-
mero 19.
tar Cortes de lanznhas de superior quali-
dade ditos de chitas finas asmis moder-
nas papel para forros de salas com suas com-
petentes barras e guarniges: na loja de Ma-
noel Gomes Viegas ra do Crespo na e-quina.
wr Um torno com as poupeis de ferro :
era casa do sr. Somjean pateo da Matriz de
Santo Antonio n. 6.
tsr Urna propriedade de Ierras no lugar
chamado Pao Secco da Freguezia de Santo
Anto entre os engenhos Laranjeiras e
Gnipapo com todas as proporgoea para um
bom engenhode agoa boas mallas virgens ,
e bons pastos para gado &c. com 600 bragas
de frente e urna Iegoa de fundo no Recife
ra da Cadeia n. 59.
tsr Um sitio na povoarao dos A (Togados ,
com duas grandes moradas de casas duas
boas cacimbas de agoa de beber baixa de
vista se ver melhor as vantagens no
n. 59.
tar A parte de um sobrado do valor de
7:000i, cuja parte he das maiores e d-se
por prego commodo ; quem pretender an-
nuncie, ou dirija-se a esta Typografia que se
dir.
tsr O melhor taboado de pinho que no
mercado tem aparecido por ter the 5 pal-
mos de largo e 30 de comprido sem nos
proprio para qualquer obra de verniz assiin
como de suecia costado costadinho assu-
alho forros de casas fundos de barricas al
50 palmos de comprido e pregos de duzia
a 3* 5200 4* 5 5500 6* e ou-
tros difieren tes pregos e urna porgo de re-
fugo proprio para estacadas e tudo por ba-
rato prego : atraz do theatro armazem junto
ao sobrado do sr. Manoel Antonio a fallar a
Joaquim Lopes de Almeida caixeiro do sr.
Joo Matheus.
tar Os bilhetesda loteria das obras da Ma-
triz de S. Pedro Mrtir de Olirtda acho-se a
venda nos lugares seguintes : Recife Porto
das Canoas na taverna do sr. Joze Pereira ,
ra da Cadeia na loja do sr. Vie ira Cambis-
ta e do sr. capito Joze Gomes Lial ; em
Santo Antonio ra do Colegio na loja do
sr. Menezes ra do Crespo na leja uo sr.
Braga n 15, e na loja do sr. Manoe I Ferrei-
ra Ramos na esquina que vira para h ra do
Quaimado na do Queimado na h"ja de
ferragens do sr. Joaquim Claudio Moub'iro ,
as cinco pontas na padaria do sr. Cu ros
Leocadio Vieira n. 65 ruado Cabjjg f-
tica do sr. Moreira na praga da Indepen-
dencia na loja de livros do sr. Figueiroa -,
Boa-vista na botica do sr. Joze Mara Freir
Gameiro; em Olidda nos 4 Cantos loja
do sr. Domingos Joze Alves da Silva e ta-
verna dosr. Joze Manoel dos Santos ; e na
ra de S. Bento casa n. 12. As rodas an--
do impretcrivelmente no dia 6 de Dezembro
prximo fucturo no consistorio da Igreja de
N. S. da Conceigo dos Militares.
tsr Chapeos de sol de seda de superior
qualidade e prego commodo, velas de carnau-
ba muito bem feitas de 6 7 8 em libra a
520 : na ra do Queimado loja de Luz Joze
de Souza.
tsr Um relogio de prata horisontal de sa-
bonete caixa lavrada a moderna, muito bom
regulador, e por prego commodo ; na ra
da Cadeia velha do Recife loja de fazendas n.
26 ; adverto-se que se vende em razo de seu
dono retirar-se para fora e precisar de di-
nheiro
tar Acaba de chegar da Cidade do Porto
a excellente pomada anti-hc-morrhoidal pre-
parada por J. J. de Carvalho pharmaceutico
de vila nova de Gaya no Porto ste o melhor
remedio que athe hoje tem aparecido contra
as hemorrhoidas. Esla pomada tem tido o>
maior sequilo em Portugal pelos felizes effei-
tos que se tem seguido no seu uso. Seu au-
thor ja fez remessa della para a Rabia donde
colhcu as mais saptisfatonas noticias e he
muito natural qne nesta Cidade produza os
memos effeitos visto existir de baixoda mes-
ma zona. Junto com a caixa de folha on-
de vem esta pomada se distribue gratis um
impresso que nao s nos diz alguma cousa a
este respeito mais tambem ensina o modo
de sua applicaco. Todas as pessoas que se
quiserem aproveitar de lo simples como feliz
remedio se podem dirijir ra do Collegio n.
13 onde se vende caiia caixinha pelo mdico
prego de ]$.
tsr Trena em pegas estreitas e largas,
assiin comogalesde pdheta ecoido blan-
co e amarelo de todas as larguras por pre-
go commodo ; e cadeira de Jacaranda tam-
bem por commodo prego : na ra do Encan-
tamento armazem n. 11.
tar Ricos cortes de lanznhas de gosto mo-
derno e pelo barato prego de 6400 cada cor-
te : na ra do Crespo loja de Manoel Joze de
Souza & Companhia.
ESCRAVOS FGIDOS.
ts^" Fugio o bem conhecdo preto Tibur-
cio, que trabalha na casa do sr. Lial na ra
Nova no olicio de funileiro e vidraceiro o
seu trage costumado he caiga e camisa de es-
topa e traz quasi sempre a camisa por cima
da caiga e bastante soja e muito parlenlo ,
testa grande, olhos regalados, e principal-
mente quando falla com suas costumadas
parolas gordo, cor fula ecosluma andar
apressaJo e com o ferro com que Irabalha
na poto ; roga-se a quem o aprehender leve-
o na ra do Livramento casa n. 10.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F.= 1812.


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