Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04797


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Full Text
Anntde 1842.
Segunda Feira 17
Tndo agora depende de nos mesmoa ; da nossa prudencia modera? 3o energa : con-
tinuemos cumo principiamos e ceremua aponladnt com admiracao enlre a Nacoea mais,
cultas* (Proclamaco daAsaembl. Geral do tratil,)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Coionna, Paraibu e ltio grande do Norte, segandas e tenas feiras.
Bonito s Garanhunt, u 40 e 24
Jorlliu o nuil ii- -~ -*--
Cabo Sof-nhaem Rio Formoio Porto Cairo Macei
Bua-risU e Florea .3 e ?8. Sanio Aniao quimas feiraa.
e Alagoaa no 1. 41,
Olinda iodos oa das.
DAS DA SEMANA.
47 Se?. Heduvijes Dnquer.a Aud. dj J. de D. da 2. T.
4S Tero. a. Lucas EraagglitM. Re. Aud. do J. de D. da t.
4U Quart. a. Pedro de Alcntara F. M. Mm. Aud. do J. de D. da 3. t.
20 Quii, s. 'loto Cancio Aad do jai de D. da2. T.
21 Scxt. *. l'rsiila e suas Conip. Mm. Aad. do J. de D. da 4! T.
2> Sab. Mari Salome. n>l. Aud. do J. da D. da 3. T.
33 Don. a. Joao Capistraaa V;
de Outubro. Auno XVIII. J8T. 22*.
O Diario publicase lodos os das qoe nJoforem Santificadoa : o preco i aaeignatnra be)
de irea mil reia por quartel pagos adianlidoa Oa annuncina doa asaignantea sao inserido*
fralis e oa dos que o nao orem raiao de 80 reia por linha. Aareclamacoea derem aer
dirigidas a esla Tipografa ra das Cruies D. 3, u a praoa da Independencia loja de liaros
Numero 37 e 38.
CAMBIOS no da o deoutubro. compra venda.
Cambio aokra Londres 2f> l d. por 4.000
. Paria 365 reis p. (raneo.
. Liaboa 406 por 400 nominal,
Moeda de cobre 3 por 400 de descomo.
Ideas de la iras da boaa firmas 4 \ a J.
00*0- Moed. d. ,400 V. 45,500 45.700
N. 45,30J 45.500
, d. 4,000 8.500 8 700
Pi.Ti.Pai.eot. <>0 1.780
Peana Oolumnar.s 4,760 4.780
diloMeaic.no. 4,760 4.780
. -inda 4,640 4.680
Preamar do dia 47 de Outubro.
4. a 3 bora a 42 m. da manb.
2. a 4 hora e 6 m. da larde.
PHASES DA LOA HO MEZ UE OUTUBRO.
Lia No. 4 -- 4 bor.a e 6 m. da manh
Qoart. OT.e. a 44 -- ka 4 horas a 22 m. da manh.
La ebaia a 49-- e8 horas 53 m. da manh.
Quarl, ming. a 26 as 40 horas 23 m. da lard.
8HARIO 1>E PERNAM
.BTE OFFICIAL
COVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 12 DO CRREME.
Ofiieios Ao juiz dos feitos da fazenda ,
eao presidente interino da relaco partici-
pando tnr resolvido provisoriammte que as
can/as intentadas pelo procurador fiscal da
l.h> souraria das rendas provinciaos sejo
isentas do previo pagamento do imposto de
2 por cont que substituio a dizima da
chancellara.
Portara Ao inspector do arsenal de ma.
rinia ordenando que forneca ao director do
arsenal de guerra 10 toneladas de ctrvo mi-
neral ; c que exija d'elle a respectiva impor-
tancia.
Ollicio Ao director do arsenal de guerra,
determinando que mande reeeber do ins-
pector do de marinha a porga o de oarvo mi-
neral cima dit i ; indemniS'5 o referido ar-
senal da respectiva importancia.
Dilq Ao inspector d'alfandega orde-
nando que consinta no despacho de 24 arro-
bas de plvora giossa e 15 de lina que pre-
tendo fazer Ricardo Chrisostomo Rodrigues ,
para foi necimento do arsenal de marinha.
PortaraAo commandante do lorte do
buraco, determinando que deixe sair a su-
prarefenda plvora = Communicou-se a ex-
pediccao d'eslas ultimas ordens ao inspector
do arsenal de marinha.
C0MMAND0 DAS ARMAS.
EXPEDIENTE D0 DA 6 DO CRREME.
OlTicioAo Exm. Presidente, informan-
do o requeriraento do soldado Antonio Joa-
quim d'Almeida que pedia ser desligado do
batalho de infantaria de guardas nacionaes
destacado.
Dito A'fc mesmo Exm. Sor informan-
do o requerimento de Antonio Ferreira da
Silva, que pedia fosse deslgadodo batalho
de infantaria de guardas nacionaes destacado,
seoilho Andr Ferreira da Silva ; por ser o
arrimo de s:ia familia.
DitoAo mesmo Exm. Snr. informan-
do o requerimento de Jzefa Joaquina Caval-
cante que supplicava a excluso do seo ma-
rido Antonio Jo/.e Joaquim do batalho do
infantaria de guardas nacionaes destacado.
FLSflIT
GONZALS COQUES.(*)
DitoAo coronel chefe da 3. legio Manu-
el Cavalcante exigindo o esclarecimento que
em Marco deste anno se Ihe pedir a cerca do
armamento e corrame fornecido aos corpos
da mesma legio e recebido do arsenal de
guerra desde a creago da guarda nacional.
Dito Ao chefe interino do primeiro ba-
talho da guarda nacional deste municipio,
exigindo a remessa da relaco nominal das
pragas do mesmo batalho por companhias,
pedida em Abril deste anno.
Dito Ao inspe -lor da thesourara re-
mett<>ndo-Ihe os papis de contabilidade do
destacamento do termo de Iguarag
Dito Ao chefe interino da primeira le-
gio exigindo os esclarecimentos que se p^-
liroem lodeMirco deste anno sobre o
armamento, ecorrame fornecido pelo ar-
senal de guerra aos corpis da mesma legio.
Dito Ao delega lo supplente do termo de
Iguarag devolvendo-lhe os papis de con-
tabilidade do destacamento, para serem refor-
mados no sentido queso Ihe indcnu.
Dito Ao teente coronel commandinte
interino do terceiro batalho de arlilheria a
t exigindo a remessa de f d'oficio do in-
valido Antonio da Cruz que hia ser propos-
to para reforma.
No mesmo sentido ao lente coronel com-
mandante do batalho provisorio pedindo
a guia do cabo Juvenal Gualberto.
'orlara Mandando d'ordem do Exm.
Snr. Presidente addir ao deposito os soldados
Alvaro de Luna Freir e Francisco Xavier
de Freitas que pertenoero ao antigo corpo
de municipaps permanentes, e se estropea-
ro na guerra de Panellas ; afim de que pelo
mesmo deposito se lhes continuasse a abonar
os vencimentos que percebio por aquello cor-
po quando se inutilisaro.
I OEM do da 7.
Officio Ao Exm. Snr. Presidente re-
mettendo-lhe a relaco nominal dos indivi-
duos que voluntarios e recrutados, as-
sentarSopraca no mezde Setembro ultimo.
Dito Ao mesmo Exm. Snr informan-
do o requerimento do tenente Francisco An-
tonio da Fonceca Galvo que pedia por seo
procurador nesta capital, os vencimentos
que se Ihe Jevio como destacado na ilha de
Fernando de Noronha.
Dit0 \0 inspector da thesouraria re-
mettendo-lhe para serem pagos os papis
de eontabilidade do destacamento do termo
do Bonito, pertencentes ao mez de Setembro,
Dous anuos se tinho passado depois do dia
em que Gonzalos havia fgido de Harlem e
Prez tinha continuado procura-lo por toda
a parte. Refugiado na pequea cidade de
Carigliano na Italia o amante de Dolores
tinha sido fiel sua resoluco : nao era mais
o pintor Staubs, mas o cesteiro Gonzalos
Cano.
Esta metamorphose tinha completamente
transtornado o emissarioda duqueza d'AIcnn-
'/o ; mas fiavia sido fatal a Gonzalos. Quan
do linha sacrificado a pintura Dolores nao
havia compreiiendido quanto essa resoluco
Ihe viriaa ser cruel; o sacrificio contrario Ihe
leria tal vez sido mais fcil. A perda de sua
amante leria sem duvida partido seu corago;
mas nao o teria anniqoilado ; sua dor teria
sabido conliar-se arte poderia ter urna
expressao e ter-se-bia tornado un genio en-
() Vide o Diario N." &, 221, 22, e
223,
trelanto que seu amor por Dolores ficava con-
demnado ao silencio. Era somente reprodu-
zindo asgracas da joven Hespanhola azen-
do passar sua alma sobre a tella que Gonza-
los sabia dizer quanto a amava ; quanto mais
bella e celeste a pintava tanto mais se Ihe avi-
vava o amor ; a voz para elle era o pincel.
Por islo depois que essa voz Ihe faltava ,
nao sabia exprimir mais sua ternura ; as pa-
lavras Ihe parecio frias ; ellas pertencio
todo o mundo, entretanto que sua linguagem
d'outr'ora s elle pertencia !
Obrigado assim calar-se sua paixo se
esquecia por si mesma ; depois que se n8o
oceupava mais to continuamente de Dolores,
tema amal-a menos e este pensamento o
indgnava. Accusava seu coraco de ingrati-
do de insensibildade ; examnava-o como
um cadver em que se procura encontrar al-
gum resto de vida. Infilizmen'.e quanto
mais o torturava assim tanto mais sentia
que elle se esfriava. Dolores era sempre o
que elle amava mais no mundo mas elle a-
mava menos todas as couzas ; havia em si
como urna fonte amarga que corra continua-
ment" e envenenava sus prazeres ; sentia
emfim urna especie de impossibilidade a de-
sejar e a querer que nao era outra. couza se-
040 iiicapacidaije do fulicida.de.
e communicando-lhe que no primeiro do
corrente Outubro fora o mesmo destacamento
dissolvido d'ordem do Exm. Snr. Presi-
dente,
Dito Ao chefe interino do segundo ba-
talho da guarda nacional deste municipio,
communicando-lhe que na manli do dia
10 do (torrente daria principio a inspeceo
do mesmo batalho que sera fela por com-
panhias devendo antes depositar na secre-
taria o archivo respectivo.
Dito Ao chefe interino do tercero ba-
talho da guarda nac mal deste municipio ,
remettendo-lhe os livros e mais papis ,
pertencMite;? ao archivo do batalho que Co-
rto presentes na inspercao a que se procedeo.
Dito Ao inspector da thesouraria renvt-
tendo-lhe para serem pagos os papis de
eontabilidade do destacamento do Pao do a
Iho relativos ao mez de Setembro ullimo.
Portara Ao capito commandante da
companhia decavallaria mandando i xclu-
ir com guia ie passagem para o hitalhAo pro-
visorio o soldado particular Joze Pereia
Caldas.
Dita Ao tenente coronel commindante
ilo batalho provisorio autorisando-o a re-
eeber c soldado particular mencionado na
precedente portara.
DEM DO DIA 8.
OflTicio Ao delegado do termo do Bonito,
communicando-lhe em resposta ao seo offi-
cio do primeiro do corrente, que os cinco
remitas que enviara foro todos postos em
liberdade por serem cazados e vverem em
companhia de suas mulheres e familias e
recommendando-lhe, que para evitarem-se
dispesas inuteis com condceles de indivi-
duos que as leis isentavo do servico do ex-
ercito e nao causar vexaces, convinha an-
tes da remessa examnarem-se escrupulosa-
mente as circunstancias dos recrutados ,
e que se por ventura alguns houvessem que
f tssem rnos cidados ou perturbadores do
socego publico devio ser processados, e
punidos na forma da legislaco.
]ytoAo chefe de polica aecusando re-
cebdos dous oficos que acompanharo 0
recrutas dos qii8es dous assentaro praca ,
1 fo posto em custodia e os mais soltos por
terera provado suas izempees.
DitoAo inspector da thezouraria re-
mettendo-lhe para serem pagos os papis de
contabilidade do destacamento de Nazareth ,
pertencentes ao mez de Setembro.
Sua posQo material augmentava seus sof-
frimentos. Tinha sido habituado ao traba-
Iho caprichoso do artista aos lucros facis
e se cancava com um labor assiduo que Ihe
dava apenas em cada dia de que viver no da
seguinte. Creado no meio de oflicinas tape-
tadas com pinturas armas estofos precio-
sos e acostumado desde sua infancia tudo
que era brilhantismo e cor sentia seus o-
Ihos feridos pela nudez de sua nova morada;
a tristeza montona das muralhas esbranqui-
gadas se communicava todo o seu ser.
Dolores de tudo isto se tinha apercebido
com dolorosa surpreza. Para ella a indi-
gencia nada tinha de amargo ; seu amor en-
lequecia tudo ; elle illuminava sua cabana o
a tornava um palacio de fadas ; nao que fos-
se mais sincero do que o de Gonzalos, mas
era nico. Nem urna outra paixo fazia obs-
tculo em seu coraco para esta vidas ha
via urna torrente e urna estrella.
Demais sua alma era nova; nada tinha per-
dido de sua primitiva brandura entretanto
que a de Gonzals linha envilherido as pro-
vas. A felicidade Ihe tinha chegado mui tar-
de ; era agora urna doeng quem a mesma
alegra despertava um tremor doloroso.
Um dia em que Dolores tinha sahido para
levar alguraas obras de mulher coodessa de
ILEGVEL
DitoAo commandante da barca de vapor
- Pemambucana vinJa do norte a fim do
entregar um dezertor do batalho provisorio,
que trouce a seo bordo.
DitoAo tenente coronel commandante do
3. batalho d'artilharia para que lve9ae
promptoa serem enviados para a Ilha de Fer-
nando quando se indicasse os vencimen-
tos e mais objetos das pracas na mesma
ilha destacados ateo lim de Setembro.
Iguaes communicages se isero ao com-
mandante do deposito e companhia d'ar-
t i fices.
DitoAo commandante da companhia de
artfices exigindo a f de ollicio do soldado
Pedro Alves das Cliagas para ser incorpora-
da aoconcelho de guerra que se passava a
noinear.
DitoAo major Manoel Joaquim d'Olivei-
ra remettendo-lhe a portara de nonieaeo ,
e mais papis queservem de ha e aoconcelho
de guerra do soldado da companhia d'artifi-
ces Pedro Alves das ChagaS e ordenando.
Ihe que fisesse logo convocar o conejillo e
dar aos seos trabadlos lodo o andamento.
PortaraNomiando o concelho de guerra,
que tem dejulgaro soldado Pedro Alves das
nagas, da companhia d'artiflcea pelocri-
me e horrivel allentado por elle commelti-
do na manh do dia 2 do corrente estando
de guarda nacadeia.
TRIBUNAL DA RELACO.
Sesso de lo de Outubro de 1842.
A appellaQo civel do juizo da 1. vara desta
cidade appelhmte Francisco da Rocha Paes
Brrelo appellado Francisco da Cunha Ma-
chado escrivo Bandeira ; se mandou de-
cer para o jnzo a quo para se proceder a a-
valiago na forma do decreto e instituices
de 3 de Abril do corrente anno.
A carta lestemunbavel do juizo municipal
do Rio Formozo appellanle Francisco Bau-
tista de Oveira contra os appellados herdei-
ros do finado Joze Thomaz da Silva escri-
vo Posthumo ; teve provmento.
Na appellago civel desta cidade appel-
lanle Bazilio lves de Miranda Varejo ap-
pellados D. Francisca e outros, escrivo Reg
Rangel; foro julgados provados os artigos de
habilitarlo.
Ao aggravo de petico do juizo dos orfos
desta cidade appellanle Joaquim Miguel
Apni que habitava uina cidade perto de Ca-
rigliano Gonzals veio sentar-se s no li-
miar de sua cabana. Depois que nao pinta-
va mais sua nica alegra de artista era con-
templar o campo e ver as raparigas Napo-
litanas indo para a cidade com seus cestos de
fructos ou ajoelhadas aos ps das imagens
da Virgem. N'istoencontrava tudo oque a
escola de Italia havia feito passar pintura ;
era um quadro immenso que abrangia lodo*
os outros e diante" do qual elle se esquecia
de si mesmo durante horas inleiras.
Elleoadmirava a muito lempo quando u-
ma mo brincadora Ihe tapou os olhos como
urna venda ; o rapaz reconluceu-a e beijou-a.
Es-tu Dolores ?
__ Sim cu Gonzalos ; mas levanta a
cabega .... nao vos em meus olhos quo
te trago urna feliz noticia ?
Qual ?
Oh tu esperars .... vim corren-
do ; deixa-me respirar e prepara-me um lu-
gar junto li.
Gonzals sentou-a sobre seus joelhosl
0 que ha, alegre mensageiro ? vejamos.
Tu sabes que acabo de ver a condessa
d'Apani ? e conversamos muito tempo. El-
la me dice que a rapariga que cuidava em sa
casa em todos os trabailio de mulher Uub*
H
<'.



2
Esteves Soutto aggravante Jozefa Senhori-
nha Lopes ; foi negado provimento.
Ao aggravo de petigo do juizo da 3. vara
docivel desta cidade aggravante Francisco
Severiano Rebello aggravada Roza Thereia
da Cunha ; foi dado provimento.
Ao aggravo de petigo do juizo dos feitos da
fazenda aggravante o procurador fiscal ,
aggravados Joo Francisco de Oliveira e ou-
tros ; foi da.Jo provimento.
Ao aggravo de petigo do juizo da 2. vara
do civel desta cidade aggravante Mara Joa-
quina de Souza aggravado o Doutor The-
berges ; negaro provimento.
Ao aggravo de petigo do mesmo juizo da
2. vara do civel, aggravante Catharina de
Senna de Souza aggravado o Doutor The-
herges ; foi negado provimento.
REPARTICO DA POLICA.
Pela secretaria de Polica d'esta provincia
se faz publbo para eonhecimento de qu'im
i pertencer, que na mesma existem j passa-
dos os ttulos da residencia dos individuos ,
abiixo doclaraJjs os quaes os devem ir
quanto antes sollicitar na mesma secretara
em todos os das utcis das 11 horas da ma-
nh at as duas da tarde e os que por
ommissao assiin o nofizerem incorrero
na pena da lei.
HenriqueJoze de Sampaio Jnior; Joo
Manoel d'Araujo Joaquim Joze Ferro,
Manoel Joze de Campos, Joze Gomos Ferreira,
Pierre Theberge Manoel Ferreira da Silva
Farroso Domingos Joze Vieira da Costa ,
Joze Antonio de Matos A breo Manoel Fir-
mino Ferreira Gaskill Johnson Joze Car-
los de Lemos Joze Ignacio da Rocha Joa-
quim Pinheiro Jaeomo Louis Aimable Du-
bourg Joo Dnbois Josept Ridgivay ,
John A. Aadflcld Gerard M. Robinson Ma-
noel Rodrigues Pinto Joze Baplista Braga ,
Laurianno Pereira Costo lio Joaquim da
Silve Braga Domingos de Soiza Lino Joze
Antonio Gomes Guimares Paul Regord ,
Adolpho Regord Joze Antonio Pereira ,
Joze Lourenco Gongalves Francisco Joze do
Sampaio, Hypulito Firmino Domont, Fos-
ter Willarr. Nash Eduardo Joze da Graca
Saaches Monteiro Jules Colombiez Au-
guste Colombiez Manoel Antonio Conni-
ves Joze Dias Correia da Silva Valentn)
do Vallo Lobo Domingos Joze da Cunha La-
ge Fernando Francisco Joo Joze de Mi-
randa Jozed'Almeda Nunes Lima, Cae-
tano Luiz Ferreira Manoel Antonio de Je-
ss Alexrandre Saint-Martn, Antonio F-
lix Gerard Eugenio Aristides Hypolito
Saint-Martn, Nicolao Gadault, Antonio Joze
d'Amorim Luiz Pereira da Costa Benja-
mn Charles Hirdy Joze Egas de Castro
Lima, Dionisio Lopes Manoel do Reg Li-
Manoel Goncalves Manoel Joze Pereira Gon-
calves Antonio Eugenio Barrellier. Eos
individuos, quediante seseguem. os quaes,
tendo sido por vezes chamados tem deixa-
do de comparecer na sobrodita secretara de
polica onde ha muito existem igualmente
ja passados os seos ttulos de residencia.
Gaspar da Silva Loyo Joaquim Antonio
de Campos, Manoel Joaquim Das de Castro,
Joo Antonio Hall Joaquim Martins Ma-
noel Joze de AlmeiJa Joo Wilson ,' Felis-
berto Claudio Pereira d'Abreo, Bornardino
loze Pereira Fernando Sobilla Jacinto
Joze de Moraes Manoel Vieira Joo Fer-
reira Domingos Francisco Antonio Joze
de Carvalho "Santiago Manoel Lourengo
d'Azevedo, Joo Joaquim Luiz Martins ,
Joaquim Monteiro Ignacio da Cruz Daniel
P. Austin Manoel Gomps Joze Alxan.ire
da Silva Joze Molhr Avelino Pereira dos
Santos Antonio Joze Mendes Guilherme
Mulligan Joaquim Pereira Caetano Pedrogo
Manoel Luiz Madurein, Joze Antonio de
Lima Manoel Antonio de Sampayo, Bento
Fernandes, JozesAlves, Joaquim Pereira
d'Oliveira Joze Antonio da Silva Manoel
de Benevides da Costa Manoel Joaquim de
Torres Benjamn F. Tucknss Francisco
Antonio Smoes Joze Francisco Martins ,
Joze Lasary Joze Mara Bornes Luiz Ro-
drigues de Carvalho Joze Joaquim de Aze-
vedo Carvalho Joze Jacinto Raposo Fran-
cisco Pereira, Joo Gatis, Antonio Goncalves,
Lages Joo Mara da Cunha Francisco Pe-
reira Manoel Jize Vieira Joze Rodrigues
d'Andrade, Joaquim Luiz Cartellas, John
Broadbent.
INTERIOR.
ma Francisco Manoel Borges Theophile
Robert, Manoel Ignacio de Azevedo Carva-
lho Luiz Anto do dos Santos Antonio
Ferreira Pinto Joo Mendeboure, Bernar
do Lopes, Antonio Pereira da Fonceca, Ma-
noel Reabra Joo Baptista de Campos Joa-
quim Joze Pereira d'Amorim Joze Gomes
Villar, Joze Gongalves de Brito Manoel
Vieira Terra-nova Joaquim Antonio dos
Santos Andrade Paulo Joze Gomes, Fir-
mo Goncalves, S. P. Johonston Francis-
co Manoel Bubosa Robert Philip Wool ,
Fr. Luiz da Immacilada Conceieo Lima ,
Illm. e Exm. Sr. Tcndo eu de seguir
com toda a brevidade para a comarca de Goi-
anna afim de ali, exercer as funrgoes de juiz
de direito criminal segundo V. Ex. pre-
vio no olficio que o Exm. ministro do im-
perio dirigi sob n. 84 e com data de 6 do ex-
pirante vou rogar a V. Ex. se digne conce-
der-me demisso do lugar de secretario do
governo, que estou exercendo. Aproveit-i
o ensejo para com sinceridade agradecer a
V. Ex. a bondade e attenges com que sem-
pre me ha tractado e a confianca de que
em todas as oecazi veis provas, rogando-lhe'que sesirvadesculpar
qualquer falta em que por ventura ten ha eu
cabido no desempenho do emprego de que
ora peco despensa. Renov a expresso da
considerarlo e estima que tenho a honra de
tributar a V. Ex. a quem Dos guarde cidade
da Fortaleza 24 de setembrode 1842.
Illm. e Exm. Snr. Brigadeiro Joze Joaquim
Coelho Presidente e commandante das ar-
mas desta provincia Anselmo Francisco
Peretti, 3.* Vice Presidente da provincia.
Illm. e Exm. Snr. Respondendo oof-
Qcio que V. Ex. me enderessou em data de
hoje tenho a signficar-lhe que Ihe concedo a
demisso que pede do lugar de Secretario
d'esta presidencia altendendo s justas rases
que no mencionado officio me expem. 0
seu nobre comportamento, a dignidade e
pericia que sempre V. Ex. apresentou no
desempenhodas funegesdo referido empre-
go o fazem merecedor dos mas altos enco-
mios.
Aprovdto a orcazio para agradecer-Ihe
os bons serviros que prestou e juntamente
reitcrar-lhe os meus prostestos de estima e
eoncideraco.
Dos guarde a Y. Ex. Palacio do Governo
do Cear em 94 de setembro de 1842
Illm. e Exm. Sr. Dr. Anselmo Francisco Pe-
retti. Joze Joaquim Coelho.
Illm. e Exm. Sr. Podindo-me o Dr. An-
selmo Francisco Peretti Imntem sua demis-
so do logar de Secretario desta presidencia ,
afim de se retirar p8ra o seu lugar de juiz de
direito da comarca de Goianna na provincia
de Pernambuco eu faltara recta justig ,
se ao mesmo passo que Ih'a conced nao le
vasse ao eonhecimento de V. Ex. para o fazer
saber a S. M. Le Constitucional o esmero ,
lealdade e inteligencia que tanto deslin-
guro-no durante sua serventa como Se-
cretario.
Sua dedicago ao servco publico sua bem
conhecida actividade honradez e amor
pela ordem me fizero depositar n'elle a mais
ampia confianca ; e por essa razo me nao
posso forrar de muto recommendar este ci
dado s gracas do Augusto Monarcha que
altendendo seus serviros prestados n'outras
provincias e mxime n'esta onde fui tes-
temunha o remunerar como entender em
Sua Alta Munificencia.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do governo
do Cear em 25 de setembro de 1842.
Illm. e Exm. Snr. Paulino Joze Soares de
Souza ministro e secretario d'estadodos ne-
encios da justga.Joze Joaquim Coelho ,
Presidente.
( Pedro II. )
DIARIO DE PERNAMBUCO.
partido e me propoz substitu-la.
Tu exclamou Gonzals ao servido
da condessa !
E porque nao ?
Tu te esqueces do que hes, Dolores ?
Sou a amada de um cesteiro.
Gonzalos cerrou-a sobre seu peito suspi-
rando. *
Mas seria nos separar-mos diz elle.
Na verdade !.... Julgais qu nisto nao
pensei signor Cano.... Foi a primeira cou-
sa que objectei condessa. Bem me repli-
cou ella, teu marido escreve bem, tenho vis-
to as cuntas que enva aos seus devedores ; o
conde tem justamente uecessidade de um co-
pista e o tomar.
E o que respo:ideste ?
Acceitei.
Reflecliste que ficamos ligados casa do
conde.... sob suas ordens..... como seus cri-
ados.... Nunca me poderei deedir.
Oh nao digas ato, Gonzalos ; tu ac-
cei taras pois eu o desejo e nao quprers
contrariar-me. Nao tenhas mais orgulho do
que eu meu amigo. Que te importa ser o
cesteiro Cano ou o copista do conde de Apani P
E' precizo nao seres orgulhoso com a felicida-
de, e l tu sers feliz Gonzals : os muros
olhos ; habitaremos no parque na encanta-
dora casinha que tantas vezes consideramos
e invejamos passando pelo caminho ; tu vi-
virs no meio das fontes de marmore, de qua-
dros de estatuas, de tuda o que amas e que
te falta agora. Depois cuida bem, teremos
uiii asilo. Se por acazo fossemos descobertos,
o conde nos prolegeria. Oh nao recuzes ,
eu l'o rogo.
Dolores tinha passado os bracos em roda do
pescogo de seu amante e o encarava com
olhos supplicanles.
Quem poder-te-ha recuzar? diz elle com
ternura ; iremos para a caza do conde.
No da segtu'nle, ambos se apresentaro na
cidade Apani. Era a primeira vez que Gonza-
los n'ella entrava ; ficou arrebatado por sua
grandeza e riqueza ; ao aspecto dos frescos
que ornavo o vestbulo sentio bater-lhe o
corago e que seus olhos se nevoavo : erao ,
depois de trez anuos as primeiras pinturas
que va.
Fizero-os atrevessar diversas sallas urna
porta se abri : elles se acharo em presenca
do conde e sua mulher.
Es vosso copista e minha criada gra-
ve diz esta.
Gonzals fez urna reverencia : mas elevan-
Fizero-nos a merc de mostrar-nos os Jor-
naes do Commercio at 26 do passado, vin-
dos pela Barca Ingleza Homily chegada do
Rio de Janeiro \ e da leitura rpida que del-
les podemos fazer, colhemos as seguintes no-
ticias.
S. M. o Imperador houve por bem ordenar
que os Snrs. Antonio Carlos Ribeiro d'Andra-
de Machado e Silva e Martim Francisco Ri-
beiro d'Andrada nao fossem mais considera-
dos gentis-homens de sua imperial cmara.
O mesmo Augusto Snr. por carta Imperial
de 19 houve por bem nomear Senador do Im-
perio pela provincia das Alagoas ao Snr. Au-
reliano de Souza e Oliveira Coutinho, Minis-
tro e Secretario d'Estado dos Negocios Estran-
geiros : e por decreto de 15 Tenente Coro-
nel Honorario do Exercito ao Tenente Coro-
nel da G. N. de S Paulo Antonio Mauricio da
Costa Guimares pelos seus servigos prestados
naquella provincia.
O Snr. Baro de Caxias havia chegado
Corle no dia 21, acompanhado de seu Estado-
maior deixando a provincia de Minas com-
pletamente pacificada e as cidades e villas
guarnecidas de tropa de linha para manter a
ordem publica e servir de base a reorgani-
sago da G. N. O Sr. Baro foi recebido em
triunfo na capital de Minas depdis da victoria
de 20 d'Agosto e o Ex."0 Presidente Ihe of
fereeeu um baile explendido onda reinou
a delicadeza alegra e bom gosto. Na sua re-
tirada para a corte o Sr. Baro publicou a se-
guinte
ORDEM do da.
Camaradas do Exercito pacificador Guar-
das Nacionaes Mineiros!
Deixanio de commandar-vos por haver
S. M. o.Imperador exonerado-me dessa hon-
rosa misso eu vos agradego a maneira por
quessrvistes ea cooperigo leal e franca que
prestasles pacficago desta bella provin-
cia.
Qualquer que seja meu destino nao me
squecerei nunca de meus companheiros de
armas particularmente de seus dignos che-
fes, cujos nomes conservarei gravados na me-
moria.
Vossos servigos sero por mim apresentados
ao nosso sabio e juslicero Monarcha e sua
recompensa ser certa.
Srs. oficiaes do estado maior do exercito
pacificador Vos me merecis se ni duviJa ,
especial mengo ; a dedicago que me tendea
mostrado ; a lealdade, actividade e indiligen-
cia com que tendes servido ao Imperador, nao
sero por mim esquecidas.
Nt> esta por eerto a primeira vez que
vos dirijo meus 'dogios; j no Maranho e em
S. Faulo recebestes de mim igua-sexpressoes.
Baro de Baxias.
Em Minas havia cessado a suspenso das
garantas.
Foro presos os Snrs. Gitulio e Trislo, em
consequencia de pronuncia do Juiz Municipal
da 2.* vara da Corle. > ^
Procedio-se as eleiges na Corte e provin-
cia do Rio de Janeiro em perfeita Iranquilli-
dade.
O Governo contratou com particulares a
somraa de 4000 contos em apolices exche-
quers bilhetes do thesouro e assignados da
alfandega para preencher o dficit al o fim
do anno. As apolices a 70 por cento, e o mais
de 7 a 7 i \ 2 por cento sem corretagem.
d'esta pobre cabana nao enirislecero mais teus J do os olbos descubri um grande quad/o col-
locado no fundo da pega.
l'm Corregi exclamou elle.
Dolores tornou-se plida.
Por Dos diz o conde, sois conhecedor,
signor Cano. Como aprendeste a distinguir
to bem o pincel dos mestres ?
Olhando respondeu Gonzals.
E onde vistes seus quadros ?
Em caza dos mercadores e nos mu-
seos.
O conde nao importunou o mais ; fez-lhe
algumas perguntas, deu-Ihesuas ordens e Ihe
dice que fossem tomar posse elle e Dolores
da casa que Ihes eslava destinada.
Mas a Visla da pintura de Corregi linha per-
lubado Gonzals al o fundo da alma. Em
quanto nao tinha visto senfio a natureza, sua
paixo se tinha agitado surdamenle em face
d'essa mmensaeesmagadora obra-prima,; ti-
nha ficado como immovel e absorto inteira-
menle em urna incessante conlemplago ; a
sublimidade do modelo tiraya mesmo o de-
zejo de imitagAe o aspecto d'este quadro de
Corregi restilui-o pelo contrario a todas
as suas preoecupages d'outr'ora. Era, como
um testemunho do quanto poda a arle, urna
ligo que revelava os meios de chegar ao fim.
O amor de Gonzals pela pintura se dis-
pertou cresceu com todas as oppressoes que
ARTIGO COMMUNICADO.
Muto se va escrevendo cerca de urna op-
posico futura e at se tem (rmulado para
ella urna especie de programma. Tratar se-
melhante assumpto depois das eleigfies, quan-
do j nao podemos escolher mandatarios que
represen tem nossas ideas nossos desejos ,
parece-nos olficio de defunctos: mas para se-
guir o vo dos grandes genios seja a que ho-
ras for aqu aventuraremos alguns tragos do
que pensamos sobre este assumpto em geral :
aqu demonstraremos o que he opposigo, le-
galidade constituigo, e partido, presumin-
do concluir a materia.
A opposigo tem urna existencia connexa
com ossystemas representativos ; ella he ne-
cessaria he indispensavel julgo os melho-
res publicistas; m*s ella nao pode ser anima-
da n'um partido excntrico dos amigos do Go-
verno ; por que ella ento ou se tomara re-
actora e sediciosa ou insignificante pela sua
disconciderago.
Todos os homens aspiram naturalmente a
mandar antes do que a ser mandados ; os que
governo nao perdern) por esse feito a sua na.
tural qualidade e dahi a tendencia ou pe-
lo menos a aptido que se diz haver em todos
os Governos para exorbitarem desuasattri-
huigo>s, ou antes para se desfazerem dos obs-
tculos que as formulas Ihes olerecem no de-
sempenho d.s leis. Osystema constitucio-
nal tem asss amovido esse perigo em bene-
ficio do povo Elle tem desaccumulado os po-
se tinba imposto por muito tempo. Era como
um longo jejum de que esla imaginago ar-
dente se quera compensar por fim. Nao hou-
ve n.is para o amante de Dolores nem tran-
quilldade nem alegra : nem somno. Elle
quz luctar contra suas tentages, mas intil-
mente : urna febre de dezejo de dor e de co-
lera se tinha amparado d'elle ; o quadro de
Corregi era um talismn ltal cojo poder Ihe
era impossivel vencer ; n'elle pensava conti-
nuamente; durante a noite, encontrava-o em
seus sonhos ; suppunha ouvir vozes mysteno-
zas que Ihe grtavo : Olha lhal Multa*
vezes ao despontar a aurora, em quanto Do-
lores anda dorma levantando-se fora de
s, escapava-se como um rnmnnso pelos mu-
ros do palacio subindo por una janela pe-
nelrava sem barulho at a salla onde a obra
maravilhosa eslava exposta e ficava l, mu-
do com os olhos ixos at que os primeiros
rumores da manh o forgassem a fugir.
Esta visita redobrava cada vez mais suaexal-
tago ; nao sabia nem poda impedi-lo. Se-
melhante a esees homens que temem a em-
briaguez e n'ella sempre enhem vinha todos
os dias alear seus desejos avista da magn-
fica pintura. *
(Continuar-se-ha.)


mmmp

-3
cleros, equilibrado as influencias sociaes ; e
la vemos um encarregado expressamente de
velar pela guarda desse equilibrio que tem ,
por assim dizer o registo de todos os outros,
e que sem ingerir se na rbita das attribui-
coes (lestes Ibes mantem a reciproca e in-
dispensavel harmona. Ah vai definido se-
gundo a ConstiluicSo o machinismo do nosso
Governo. A ConstiluicAo he isto; o mais sao
instituiefies. E dizer entre nos que esse prin-
cipio est obstruido aniquilado, em verdade
he avangar paradoxos !
Difficil se torna pois eni um tal estado o a-
huso da Authoridade ; mas homens s5o os
queaexercem e ahi dura sempre a possibi-
lidade de abusar : a historia contempornea
nos d exemplos disso se bem que muito
mais raros apparecem. O systema represen-
tativo assegura ans Cidadfios direitos e prero-
gativas ; urna influencia poderosa na direc^ao
publica pnr meio dos seus Mandatarios na As-
sembla Legislativa : o que he necessario he ,
que estes desinleressada e lealmenle se con
servem sempre alientos por que os direitos
dos sous consttuintcs se guardem por que
suas prerogalivas so noquebrem. Aqui es-
t o verdadeiro espirito do ordem : se elh fal-
ta noculpem os Governantes. Vejamos o
que deve "ser oppoMoo.
Se u Governo lem obrado em conformida-
de com os interosses gereg da soriedade se
<*m vez de a tropel lar forceja por mnnler I-
esas as garantas lgaos a es'abolidade das
instituicOs a tranquilidade das provincias ,
os encargos estrangeiros sern roba xa ment ,
se tem conservado obediencia sem persegui-
ces a liberdade s m lcenca ; a opposicjlo
sem desdizer dos seus principios sem con-
travir ao seu fim ha de prestar o seu apoio ao
Governo ha de ajudal-o com o seu con -ellio;
ha de incitar os governados a cumprirem de
bom grado os actos da Authoridade nAo por
principio de prudencia como entre nos se cos-
tumafazer; mas por espirito de d ver, mos-
trando-lhes francamente as vantagensqueda-
hi devem resultar. Eis-aqui a misso da op-
posiejio ; nao he mister organisala e orga-
nisala do desaflectos rancorosos daspessoas do
Governo ; a opposicSo co existe com os ami-
gos deste. No ha Governo constitucional
possivel contra a maioria, e o verdadeiro fim
da opposigo como vimos de dizer nao he
de guerrear ; de apear o Governo he sim de
econselhal-o, esclarece! o, ajudal-o : ora es-
tes ofilcios s se esperam s se recebem dos
amigos : os inimigos incutem temores. Nao
carece organisar opposices tornamos a re-
petir: ella ser infulivel pela natureza do sys-
tema se ha motivo ; apparecer entre o mps-
mo partido entre os mesmos amigos do Go-
verno por que o Governo he composto de
homens e entre os homens dura sempre a
possibilidade de abusar. Segundo estes prin-
cipios a opposicjio ser verdaderamente cons-
titucional e patritica.
Se porem for organisada urna opposiQSo de
elementos destruidores, que olhe primeiro
para os homens e para os lugares em vez de
que para os factos ; s- cuidar de invectivar as
qualidadesdos Ministros, em vez de analysar
com Justina seus actos para sobre sua neces-
sidade motivar sua aprovaco osobresuau
illegalidade ou inconveniencia asspntar -s ar-
guicoes ; easa opposigAo sem duvida, mu-
da de natureza ; nfio he constitucional por
que constitucional s he o que he da maioria,
eu por oulra do bom senso he a onosigo
que se pode organisar de fracQes polticas des-
tacadas de homens marcados com o ferrete
da execraQio publica de hypocritas, de ma-
lvolos qu.'. affectando sentimentos catoni-
cos murmurando a linzuagem da virtude s
espreitAo o ensejo de encaixar-se : he esta a
opposigo de partido, que nunca servir p->ra
conseguir o fim da opposicJSo legal, augmen-
tando embaracos ao desenvolvimento da aceAo
governativa em geral sem nada remediar.
Reagir contra o julgamenfo da maioria ,
procurar indispor o publico com os Ministros,
em pregar para sao meios fora da Lei con-
demnados pelas leis da probidade he um
procedimenlo que nao deve mais ser consen-
tido pela civilisacao he criminoso por que
tende. a negar um direito que. a Le furnia-
mental concede. De mais [ oucao-nos bem 1
a opposigfto que assim recalcitrar nao lida pa-
ra que sejao guardadas as formuUs legaes,
mas sim para dcixar de ser o que he a sa-
ber minora: pois andam ligadas as ideas'
de menor numero e de opposicAo em nm sys-
tema R'presentrtvo noqud nSo ha Minis-'
terio possivel contra a maioria da Represen
lacao Nacional.
Duas palavras definem esla opposico que
se pretende organisar: sfio os empolgadores.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento dodia 15 de Outubro 3:5884)954
DESCARREGA HOJE 17 DE OUTUBRO.
Brigue Dinamarquez = Bornholm = Fari-
uha.
PRAGA DO RECIFE 15 DE OUTUBRO DE 1842.
Revista Commercial.
Cambio sobre Londres nAo tem havido tran-
zaces mas ha saccadores a 26 e 1[2.
Algodo as Tem havido entradas regulares e
ha poucos compradores aosprecos.de
5:800 e 5:900.
Assucar = Do novo tem entrado pouco e s
se tem vendido para consumo.
Couros Salgados = Tem-se vendido de 135 a
140 reis a Ib. e os do Rio-grande do
Norte sao pouco procurados por este
preco.
Azeite de Peixe = Vendeo-se de 640 a 700
o ga|Ao.
Barricas vazias = dem de 700 a 800-
Racalhau = Existem em ser 1:50f) -- barricas
do novo e o consumo muito dimi-
nuto.
Rrim ss Da imiheo do da Russia vendeo-se
a tOj a pessa.
Carne Secca = O deposito anda por 60:000
() e a sahiil-i limitada.
Chumbo em barra = Vendeo se de l4j a 15ji
o qq.
Farinha de Trigo = l)m carregamentode Tri-
este vendeo se de 20ji a 20j500 a
barrica e nao ha nenhuma em pri-
meira mAo.
FeijAo = Vendeo-se a 7s a sacca.
Fio de Vela = dem de 560 a 600 -- a ib.
Dito de Ca pa lei ros = dem de 500 -- a 560 -
a Ib.
Manteiga = A lngleza lem-se vendido de 440
a 480 e a Franceza a 460 a Ib.
Sabo = O Amarelo vendeo-se de 105 a 108
reis a Ib.
Salitre = Vendeo-se de 160 a 200 rs. a Ib.
Toucinho = dem de 2ji600 -- a 4$ a @ do
de Santos.
Vinho de Hespanha = dem a 85* rs. a pipa.
RIO DE JANEIRO 24 DE SETBHRRO 1842.
Cambios sobre Londres 26 112 a 3|4 -- no-
minal ( havendo muito quem sacasse.)
Cambios sobre Fariz 360 por f. nominal.
Dobrdes Hespanhoes 29:000.
Ditos da Patria 28.900.
( JornaldoC. de 26 de Setembro. )
JIOVIMENTO DO PORTO.
NAVIOS SAI1IDOS NO DA 14.
Philadelphia +. Barca Americana Navarino ,
Cap. Thomas C. Ni cois com a mesma
carga que trouxe.
Macei Barca lngleza Homely Cap. M. A.
Gebowl, em lastro.
ENTRADOS NO DA 15.
Londres ; 48 dias, Barca lngleza Auriaga
de 300 tonel. Cap. R. C, Ross equip.
15, carga fazendas: aoCapito. Veio re-
frescar o segu para Hobert Town.
Rio Grande do Sul ; 29 das Brigue Escuna
Brasileiro Pampeiro de 158 tonel. Cap.
Ignacio Gonsalves Lima equip. 8 car-
ga carne secca : a Amorim IrmAos.
Dito; 30 dias, Brigue Escuna Brasileiro Cor-
reiodo Brasil de 137 tonel. Cap. Do
mingos Joze Caetano equip. 12 carga
carne secca : a Amorim Irmos.
SVIUDO NO MESMO DA.
Porto; Brigue Brasileiro Genovez, Cap. Lou-
renco de Araujo Guimares ; com a mes-
ma carga que trouxe do Rio Grande do
Sul.
| horas da tarde na salla das suas sessoes
( na ra do Cabug por cima da loja de cera )
serio arrematadas as rendas das cazas per-
tencentes aos mesmos estabelecimentos a-
baixo declaradas ; devendo os licitantes com-
parecer no lugar e horaaprazad* monidos
de seus fiadores. #
Ra da moeda=Caza de trez andares n. 55.
Peco da Carva'ha=Caza terrea n. .10
Fora de Portas=Cazas terreas ns. 59, e 60
Ra do Livramento= Caza de dous anda-
res n...............3
Ra Nova=Caza terrea n........43
Ra do Collabouce=Caza terrea n. 40
Ra atraz do dito=Caza dita n.....61
Ra da roda=Cazas terreas n.s 35 e 37
BecodeS Pedro=Cazade dous andaresn. 28
Dito da vrac5o=Caza terrea n. .'.27
Ra de hortas=Caza de dous andares n. 29
Ra de Santa Thereza=Caza terrea n. 31
Ra do Padre Floriano=Cazas terreas n-
meros ..........5,6,e9
Ra de Manoel cco=Cazas terreas nme-
ros .........17 19 e20
Ra do Fagundes=Cazas terreas ns. ll,e 12
Ba das 5 pontas=Cazas terreas nme-
ros.......22 23 ,24, e25
Ra de S. Joze=Cazas terreas ns. 15,14,e 15
Ra da Gloria=Caz terrea n......4l
Salla das sessdes da a lministracilo dos es-
taheleci roen tos de candado 14 de Outubro de
1842.
OesTipturario .
F. A. Cavalcante Cousseiro.
GABINETE LITTERARIO.
=Tendo-se de proceder a balando nos li-
vros do Gabinete Litterario. faz-se mister que
o Srs Socios, que tem livrosem seo poder, os
mandem recolher no prazo de tres dias con
tados deste e n8o o fasendo ficaro sugeitos
pena dos estatutos.
O Bibliotecario.
LEILOES.
*sr Alexander Mackay & Companhia'farSo
leilo por conta de quem pertencer e por
intarvencjlo do corretor Oliveira de pequea
porcSo d'azeite de peixe existenten'alfanHega,
salvado de bordo da Barca lngleza Middllesex,
Capito Talbert, naufragada na costa do Rio
Formoso na viagem que fazia deSidney a
Londres : segunda feira 17 do corren te ao
meio dia no seu armazem ra do Trapixe
novo onde se apresentarSo as amostras. Os
mesmos farSo leilao, terca feira 18 do corren-
te siO horas da manh, no armazem de Bal-
tar ra d'Apollo prximo ao porto das ca-
noas dos seguimos ohjectos, salvados da
mencionada Barca ; a saber vellame bar-
bante mastareos, 1 barril de verniz lonas,
cabos vergas correntes de ferro pu de
de joanete bomba de chumbo ditas de fer-
ro turcos de ferro escada ancoras e o
mais que aparecer.
\ssr Jofio Keller far leilSo por intervenQao
do Corretor Oliveira Quarta-feira 19 do cor-
rente s '10 horas da manh cm ponto no
seu armazem na ra da Cruz, dos seguintes
artiges proprios do mercado, a saber ; sedas,
sarjas e setins lizos e lavrados tafets de
todas as qualidades e cores grande varieda-
de de lencos de seda para homem e Snra., fa-
sendas para colletes de todas as qualidades ,
velludos de cores para ditos challes de seda,
ditos de l e algado challes e lencos de fil
bordados de todos os lmannos, ditos de cam-
braia ditos de metim, bieos inglezes e fran-
cezes, challes pretos de fil e seda meias
pretas d'algodo ditas brancas fitas de se-
da retroz- e de velludo cartoensde flores
Aluga-seou vende-sehuma negra par"
da a huro mez sem cria propria para ama
de leite e com muilas habelidades ; na ru
alraz da Matriz de S. Antonio no 2 audar d"
ultimo sobrado prximo ao quartel de Polica.
XW Ao annuncio da Snra. Mara Joaqui-
na Fernandes Souza enserido no Diario n."
220, responde o abaixo assignado: que he fa!-
(o ter elle hypothecado a parte que possue na
caza de sobrado de trez andares sita na ra
das Tanueiros ou algum outro bem seu pa-
ra seguranca da quantia deque trata a an-
nunciante e dos juros de um por ce uto ao
mez ; pois que ella nao hade mostrar escrip-
tura publica ou particular de semilhante
hypolheca ; e como allirma que ella existe ,
aprezentc-a, alias sera publica a sua falta de
verdade. Ao poder do abaixo assignado, nao
passou esse dinheiro [ que j nao he tanto ]
vencendo juros, equandoos deva pagar, mos-
trar o adientamento, em que est a annun-
ciante. Portanto o abaixo assignado segu-
ra nos prelendentes que os seos heres annun-
ciados a venda estao livres ; e no duvida
deixar em mo do comprador urna sujficien-
te i] nantia ate' que a a un iniciante mostr a
verdade dessa incgnita hypolheca escogi-
tada someute para desacreditar ao abaixo as-
signado mas por este mesmo ficto ficar a
annunciante desacreditada
JooJa Crtu Fernandos Souza.
t^" O abaixo assignado terceira ve^ roga a
quem tiver ou pertencer um crdito de seu
punho passado em o anno de 1826 Cons-
tancia le Oliveira moradora nesta praca do
Pernambuco ; dirija-sn a Villa ras da Provincia da Parahiba do Norte para
com elle tratar de seu emholco.
Antonio Das de Araujo.
t^ Roga se as pessoas que assignaro na
sociedadr de trinta bilhetes da Lotera da Boa-
vista venho pagar a sua entrada at o dia 19
do corrente, e nao o fazendo no tero qu re-
clamar premio algum que por sorto sabir na
mesma assignatura de Christjano Bourqued.
ssy A pessoa que no Diario de Sabbado 15
do corrente aununciou precizar de um cai-
xeiro para loja de fasenda ; tenha a bondade
de annunciar a sQi morada ou dirija-se
ra Nova casa n.* 27.
tsr Na ra estreita do Rozario sobrado n.-
38 ensino-se os preparatorios seguintes :
Philosophia, Geometra Inglez e Francez.
XST 0 abaixo assignado avista do annuncio
apparecido no Diario do l5 do corrente mez ,
feito por Jos Marques da Costa Soares an-
nuncio este que irrita a quem est ao facto
destes negocios e com o qual aquelleJos
Marques cada vez mais prova avonladeque
tem de prejudicar aos interessados porque
deixando elle de ser administrador e liqui-
datario como annunciou em 5 de Setembro
do corrente anno e tendo de darcontas co-
mo asseverou nao pode exercitar acto al-
gum tendente aos hens da caza e muito
menos ainda receber dinheiros quer de alu-
guer de cazas quer de outra qualquer coli-
za e muito principalmente sabendo elle,
que a caza tem inventariante e q*e este he
pessoa legitima para figurar e obrar neste ,
e nos mais cazos occorrentes : ainda que os
inquilinos l'ossem voluntariamente levar-lho
o aluguer ( o que cssim no foi ) elle no de-
via recebe-lo para ser coherente com oseo
annuncio de 5 de Setembro porem nao s
emportou com isto recebeo solapadamente
as duas quantias que confessa no seo an-
nuncio de i5de Outubro ediz muito fres-
co que dar contas dellas e que contas
dar quem tem os bens embargados Fez
notificar no da sete de Outubro do corrente
mez pelo juizo docivel da terceira vara, ao
artifieiaes, suspencorios debarraxa, cassas inquilino Francisco Toze de Vedas ( que jus-
EDITAES.
+ *
tsr Pela administraco da meza do consu-
lado se faz saber que no da 20 do corrente
mez se ha de arrematar portada mesma ad-
ministraqo uma caixa de assucar naneo a-
nrehendida pelos respectivos empregados do
Trapixe novo por inexalioo da tara ; sendo a
arrematacao livre de deSpezas ao arrematante.
Meza do Consulado de Pernambuco 15 de Ou-
tubro de 1842.
No impedimento do Administrador.
Francisco Manoel d'Almeid Catanho.
DECLARAS ES.
A administraco dos estabelecimentos
de caridade avi/a a quem convier que nos
bordadas adamascadas brancas e de cores
de todas as larguras e qualidades pannos
d'irlanda lencos para tabaco d'algodo di-
tos de linho escumilha preta loques de se-
da carteiras merinos pretos e de cores ,
vestidos de cassa brancose de cores chapeos
de pellucia para Snras. riscados d'algodAo
para caigas e muitos outros artigos ; e a I-
verte-se que o mesmo |e|jo continuar no
dia immediato em consequencia de nAo ser
possivel vender-se ludo na Quarta-feira.
AVISOS DIVERSOS.
= A pessoa que no Diario de abado 15
do corrente annunciou querer 900* ou 1:000*
de reis a premio de um e meio por cento ,
com hipotheca em uma casa sendo que ain-
da queira dirija-se ao pa eo de S. Pedro D.
16 que se Ihedir a pessoa que os d.
tsr Quem precizar de um lapaz Portuguez
para caixeirode engenho sabe bem 1er e escre-
ver e d fiador a sua conduta quem precizar
dias 21 22, e 24 do corrente pelas quatro|aanuncie para torada Provincia sua morada.
lamente naolhe quiz pagar ) para que nao
pagasse ao inventariante Ignacio Marques da
Costa Soares e sim recolher ao deposito ge
ral o aluguer que se vencia no dia quatorzedo
corrente mez e os mais que se fossem ven-
cendo com a pena do dito inquilino tor-
nar a pagar segunda vez ; e com os inquili-
nos que por mais fracos ou "ondescen-
dentesvflo pagando, elleeoto se constilue
depositario geral e quem responder por
esse aluguer recebido Quem puder ajuize,
ediga.se aquele Joze Marques procede jus-
tamente e com algum direito ; eu por que
sou inleressado e tenho experimentado pre-
juizo no inventario que se est procedendo
dos b'ens do fallecido av do annunciante,
onde se nao encontrAo nos autos se nao
penca de termos de arrematares fraodulen-
lament- feitas he que reclamo e faco este
annun> io para ver se assim consigo fazer pa-
rar ta< s pncedimentos j que as cauzas que
est' pe.i lente* nAo tem tido final deci/o
tento havido tempo de sobejo para is?o.
Antonio Marques da Costa Soares.




ti





banga em caza do abaixo assignado que re-
cebera 2,ii de gratificac.au.
Jernimo Sehaslio de Menea stro.
tsr Roga-se aoSr. Francisco Joai quim da
Costa queira ter a hondade de ap: irecer na
ra do Palacete em caza de Manoel Joze Gal-
S3T A pessoa que aununciou no Diario n.
225 precisar de utn ca ixeiro para Luja de fa-
zendas, dirija-se a ra da Cadeia do Recife
loja do ferragens D. 25.
tsr A pessoa que annunciou precisar de
um caixeiro para loja de fazendas de 18 a
20 annos e queja estivesse em loja que-
rendo um de 18 annos que tem bastante
pratica dirija-se a ra do Queimado loja de
salgado junto a do Sr. Maciel.
tsr AI uga-se um preto bastante forte para
trabalbar em urna padaria, do que tem mui-
ta pratica : na ra do Queimado loja D. 7.
tsy Urna senhora do bons costumes se pro-
poe a tomar criancas com ama para se cria-
rem cou leie, impedidas e diserapedidas ,
tambem se recebem as que esliverem ja des-
mamadas pa.ra se acabaren) de criar com
todo o mimo e amor : na ra do Livramento
n. 3 segundo .andar coni a entrada pela ra
do Rangel.
tsr Oflerece-se para ama para servir em
alguma casa, urna parda j velha a qual
lie muitoe&ataem sihs obngagfiese com as-
seio quera se quezer uUlizar-se do seu presti-
ipo dirija se ao atierro da Boa-vista casa de
chapHeiro D. 47.
ss^" Quem annunciou no Diario n. 223 .
um caixeiro para loja de azendas dirija-so
a ru Direita n. 10 on annur;oi<\
CUMPKAS
Rafael Lucci, e sua fdha tendo obtido o
consenso e especial favor da Sociedade Nata-
.^janse para no seu thealrinho dar tres func-
"efles Lirycas por meio de subscripto parti-
cular avisa as pessoas que llie fizero a hon-
ra de assignarem a referida subscripgo e
todo o respeitavel publico desta Cidade que
as ditas tres funches tero lugar a primer
ra no dia 2o do corren te e as outras nos das
8 e lo de Novembro futuro. A subscripgo
continua em sua casa na ra do Queimado D.
16, das 11 horas do dia at as tincada tarde,
sendo a raso de o, reis pelas 3 noites. Para
os homens est destinada a primeira galera ,
e as Snras. tero a sua disposigo a segunda
e terceira, os bilhetes da platoia vendem se
a i 000 reis no botequim junto ao theatro
publico.
Lotera da Matriz da Roa-vista.
O successo imprevisto occorrio na extra-
cto da loteria d Rozario torna de absolu-
ta necessidade deferir o andamento desta ,
para o dia 20 do corrente Outubro pois (e
t feralmente sabido que os premios percebidos
em urna 'oteria servem para a compra dos
bilhet'd outra e mo sendo possivet arris-
car mais que o valor do beneficio he to
justo quanto necessario este deferimento.
tsr Arrenda-se para se passar a testa ou
por anno quatro cazas a margem do rio Capi-
baribe ; quem as pretender entenda-se com
Joaquim Carnoiro Machado Rios em S. Jo-
ze do Manguinho.
Precisa-se de um caixeiro para loja de
fazenda nesta praga de idade de 18 a 22
annos, equeviesse a pouco de Portugal e^
que ja estivesse em loja de fazenta : quem*
quizer annunco por este Diario para ser pro-
curado.
tsr A pardinha orf que no Diario de Sab-
bado 8 do corrente offcre-se para servir em
urna casa ; dirija-se a ra dos Marlyrios so-
brado pegado a igreja no secundo andar.
= Urna pesa de muito bons costumes
se ofFerece para ama de pouca familia, para
todo o servico de portas a dentro e ludo
com perfeigo e asseio : a pessoa que quizer
dirija-se ao pateo de S. Pedro D. 2 que se
dir quem a pessoa.
tsr Francisco Joze da Silva Regadas, re-
tira-se para o Rio de Janeiro.
tar A Senhora Josefa de Freitas Caval-
canti iue se retira para a provincia do Cea-
r queira ar.nunciar por este Diario a sua
morada para ser procurada a tratar-se de
negocio de seu interesse.
tar Se algara Sor. de E/igenho dos subur-
bios desta praga quiser um capelo para o
teropo de Natal ou para todo o anno prin-
cipiando ( se convier) em Novembro pro-
cure na sacrista da ordem terceira de Sao
Francisco das 7 horas at as 9 da manh.
tsr Troco-sc bilhetes da lotera do Ro-
zaiio, queacaboude correr, polos da Ma-
triz da Boa v6ta que corre no dia 20 do
corrente, na ra Nova D. 54.
tsr Roga-se ao Sr. M. morador na ra da
R. que va pagar aquelle diulieiro que lo-
mou emprestado em urna certa loja de fazen-
da* na ra Uircita, e se isto nao lizer no praso
deludas, ser publicado o seu nomo por
extengo.
cr Quem annunciou querer alugar urna
caza Je 6 a 7j rs. dando um anno adianta-
do se lhe convier urna de 8ji dirija-se as
f pontas D. 23 onde tem um lampio ; na
mesma vende-se um relogio horsontal, com
caixa de ouro bom regulador, e muitas
obras de ouro e prata seni feitio.
tar 0 Snr. que de presente se acha a bor-
do da Barca Rea! Principe D. Pedro queira
quanto antes ir pagar o que deve no bote-
quim junto aos quartois, importancia do
que la comeo, do contrario passar pelo des-
gosto de ver sua pouca ferramenlaembargada.
tsr Quemannunci u querer comprar una
prensa de espremer caj dirija-se a 5 pon-
tas n. 98.
tsr oga-seao Sr. que foi no dia quinta
feira com um transelim grosso se anda nao
tiver feito negocio com dito transelim pode
dingir-se a venda nova defronte de palacio,
da parte do passeio publico.
tsr Quem annunciou no Diario n. 223 ,
precisar de um caixeiro para loja de fazendas,
de idadede 18 a 22 annos, e que ja tenha
pratica dirija-se a ra Direita n. 85.
%sr A pessoa que annunciou precisar del claro: no armazem de Machado & Santos na
um caixeiro para loja de fazendas nesla pra- [ ra do Amorim ou no palco do Carmo ven-
ca querendo um de idade de 16 annos e da D. 1.
ssr Um escravo de nago de 24 annos ,
muito possante e de bonita figura preferin-
do-se para fora da provincia ou para qualquer
er.genho na ra Nova D. 78.
tsr Urna mulata de 50 annos lava bem
devarrella cozinha e faz os arranjos de
urna caza : na ra da Cruz do Recife n, 50.
Umabarcaca pequea com todos os, do Jasmm e do Prazor temi ja plantado
ios novas, tendo esta amarracao de na frente da ra do Prazer um alicerw com
tsr
%S^\^m^iS^l'^ ou 48 palmos de frente, e 90 de fundo tendo
a praso : no atierro dos aflbgados sobrado do
Lima defronte do viveiro do Vluniz.
VBT Um diccionario de Moraes, da quar-
ta edgao, em meio uzo: na ra dos Quarteis
Decima 20.
tsr Redes alcuxuadas mui bem feitas e
grandes, vindasdo Aaranhso, que servem
lanto.para tipoia como para sala : as > pon-
tas n? 28.
tsr Charutos da Rayana de superior qua-
lidade : na ra do Crespo loja de Joze dos
Santos Neves n. 17.
tsr Muito boa farinha de mandioca por
muito barato prego : no armizem de Anto-
nio Annes Jacorae Pires.
Tinta de escrever, muito boa, a 400
tsr A obra do Theologia Hogmatica por
Gazzaniga : no atierro dos A Mugados defron-
le do viveiro do Muniz aza D. 11.
^tsy* OCaslrioto Lusitano, em bom uzo:
quem livor annuncie.
tS Lina corrente grossa de bom ouro ,
sem feitio e que seja do uzo: quem tiver
annuncie.
tsr Dous tons que levem 5 pipas cada
um ; e 4 jarras antigs vidradas ou por vi
drar que leve meia a urna pipa cada urna :
na rna do Crespo D. 11.
tmr Lina negra que seja bou engomma-
deira e saiba alguma couza de cozinha :
no sobrado defronte da cadeia por cima do
oratorio da mesma.
tsr Eflectivameute para fora da provincia,
mulalinhas, crelas e mais escravos de 13
a 20 annos pagan-se bem agradando: na ra
do Livi amento 1). 5 com a entrada pelo Ran-
gel, das 9 horas as 4 da tarde.
VENDAS.
tsr Para fora da provincia um mulato al-
to corpolento entendede todo o servigo
de planlagao : no pateo de Carmo D. 9 se-
gundo andar.
tsr A serrara do abaxo assignado cita
na ra da praia com madeirasou sem ellas:
a entende.r-se com o Sr. Madureira para tra-
tar o aluguel da caza. = Cardial.
L
tsr tma canoa nova bem construida,
que carrega200 lijlos de alvenara grossa e
outra dita de 700 ditos : na ra da praia De- lidades ditos de osso grandes e pretos a
400 reis, estojos de navalhas fina bicos, e
rs. a garrafa : na ra do Rangel D. 6 tam-
bem se vende meias garrafas e contrameta-
des.
ss^ Bilhetes da loteria de N. S. de Gauda-
lupe em Olnda cujas rodas ando a 7 do mez
de Novembro acho-sa a venda nos lugares j
pndicadps Rairro do Recife loja do Sr. Vieira
Cambista ra da Cadeia botica do Sr. Anto-
nio Pedro das Neves ao p do arco da Concei-
go em Santo Antonio loja do Sr. Menezes
ra do Coilegio do Sr. Cunha ra do Crespo,
do Sr. Burgos pracinha do Livramento da
Independencia loja de miudezas nato Pereira da Fonceca Rastos botica do
Sr. Joo Moreira Marques ruado Cabug';
Boa-vista atierro botica do Sr. Joo Joze Mo-
reira na praga do Sr. Victorino Ferreir d>-
Carvalho em Olinda. nos 4 cantos loja da Sr.
Domingos Joze Alves da >ilva.
tsr Urna morada decasa de dous andares
' sotiio em c'.ios proprios cita na ra da
Senzalla velha D. 38 cuja venda ser muito
razoavel ao Comprador por se precizar muito
de dinheirj para saplisfazer a diversos que a
mesma casa l-m direitp ; na ra da Cadeia
velha a filiar com Joo Vaz de Oliveira.
x tFjT Principios de pliysiologia medica Ana
to'.nia palhologica Elementos de Anatoma
tratado das molestias das criangas o Medico
das mulheres, Grammatica franceza de Lho
mond por prego sommodo : na bolca de
Joaquim Joze Moreira no atierro da Boa-vista.
tsr Una escrava propria para o servgo de
enchada e urna casa de taipa em bom estado
no lugar da casa forte defront do assougue
do Sr. Pessoa ; ludo muito em conta por ser
para pagamento de divida : no atierro da
Boa-vista lado dircito casa de sobrado de um
andar varanda de pao D. 57.
tsr O sitio denominado estiva de baixo do
finado Monte no lugar da Ibura, distante
desta praga legoa e meia proprio para ter
vacas de leite e mesmo para planlagOes com
arvoredos de fruclo com banho em agoa cor-
rente porto de embarque t mesmo para ca-
noas grandes, com 207 bragas de frente, 220
de fundo e com 500 bragas do matas de cons-
trugo um pouco distante vende-se para
pagamento de algumas dividas por isso nao sn
deixarde fazer-se negocio inda mesmo a pra-
zo : os pretenden tes dirijo-se ao mesmo si-
tio a tratar com Ovidio Gonsalves Valle.
\t3- Botoes de A para Aifandega ditos de
duraque para abotoadnras grandes a 640 reis,
ditos de massa e dourados de todas as qua-
cima 57.
tsr Vendem-se ou alugaO-se duas canoas ,
una de carregar ag>a, e outra aberta que pe-
ga em 500 lijlos de alvenaria : na ra Au-
gusta caza que faz frente com a quina do be-
co do IVixoto.
tsr Taxas de ferro coadoe batido em bom
sortimento, e outras ferragens mais para en-
gonho por prego commodo : na ra do Vi-
gario n. 7.
ptimas bixas a 520 cada urna : na
ra estreita do Rozario botica n. 10.
tsr Ceradecaruahuha a 7ji a arroba para
fechar contas : na ra do Crespo loja D. 5 do
lado do norte de Antonio da Cunha Soares
Guimares.
tsr Urna escrava de bonita figura pro-
pria para os?rvigo de urna caza e boa ven-
dedeira de ra : na ra do Livramento loja
de courus n. 17.
tai Rarris de vinho feiloria de superior
qualidade, da coiheita de 1831, e ja muito
com asqualidades exigidas, queira dirigir-
se i ra do Crespo n. 23.
tsr Fugio da cabanga da caza do abaixo
assignado no dia 6 do corrente um car-
nero grande capado mais roncoio, e foi
desaparecido da pessoa que o segua nos sitios
dos cajai nsoquemro livor adiado leYe-onaca-
rendas do todas as larguras espingardas de
espoleta a 5600 pentes de tartaruga a 1440
o par, meias do seda curtas e compridas pre-
tase brancas ditas de laia e dealgodo pes-
cocinbos proprios para menina, brancose pre-
tos a 240 cada 1, medidas para alfaiate a 720,
retro/, de todas as cores dados a bala a 720,
botoes de bat na a 480 a groza idem de far-
da grandes de retroz a 1440 a caixa, e ou-
tras muitas miudezas por prego commodo: na
ra do Cabu loja de miudezas n. 4.
tssr A armago da loja de fazendas D.
55 da pracinha do Livramento eas fazendas
que nclla tem : quem a pretender procure fal-
lar com Joaquim Claudio Monteiro na
ra do Queimado D. 3o que est aulhorizado
a esta venda, por procurago que tem de Joo
Manoel Pereira de Abreu.
tsr Uns Dicionarios de Moraes de quarta
ediego urna grande obra inteira de vol-
leretrez grossos volumes em francez e ou-
tras muitas obras de dircito em muito bom
estado que a vista dos pretendentes ser pa
lente, por prego mui lo commodo: no arma-
zem da ra Nova D 34.
tsr Um terreno no lugar do Coelho conti-
guo ao embarque proprio para edificar pada-
rias refinagoes ou leudas de furreiros por ter
muita largura e proporges tendo em urna fren-
te porto de 100 palmos e na outra 48 e de
fundo 250 cujas fenles do para duas ras
soleiras e cordo de pe Ira ja sentados com os
panos dos oitOes em boa altura grades de
janellas e portas promptas adverte-se que
o alicerce he proprio para sobrado por ks.
que tem 7 palmos de profundidade tambem
se vende mais outro alicerce e terreno junto
do mencionado : na ra Nova loja de Antonio
Ferreira da Costa Braga.
tsr Lina casa terrea assobradada acaba-
da apouco com grande asseio com commo-
dos para duas familias tem cinco quartos e
duas salas e no solao trez quartos e Irez sa-
las, com grande senzala para pretos e es-
tribara com bom sitio plantado com va-
rios arvoredos e boa baixa para capim de
planta, e um execellenle viveiro CjUi bastan-
te peixe, vende-o por prego commodo os
pretendentes dirijo-se a ra estreita do Ro-
zrrio de loja de encadernador.
tsr Por seu dono retrar-se da cidade ven-
de-se urna cama de angieo nova de bom
gosto com seus enxerges e cortinados de
cassa para cazal e um selim para menino
montar em carneiro com scus pcrlences ,
na ra de Hortas n. 40.
ESCRAVOS FUG I d"0S~!
tsr Fugio no dia 10 do corrente um es-
cravo de angola por nome Domingos com
caiga branca e camisa de riseado azul : quem
o aprehender nesta praga leve-o i casa
de Joo Pinto de Lemos & F. na praga do
Corpo Santo e fora della ao engenho Norue-
ga de Manoel Thora de Jezus na Freguezia
da Escada que ser recompensado.
c^ No dia 16 do de Setembro do corrente,
fugio do abaixo assignado um escravo crelo
de nome Gongalo ollicial de pedreiro esta-
tura regular chela do corpo cor meia fula,
com marcas de bexigas sem barba com ca-
ballos nos peilos de 22 anuos de idade cai-
ga e camisa de algodo da Ierra jaqueta de
ganga amarella desbolada e mais urna caiga
do riscado azul nova ; julga-se ter sido sedu-
zido e consta ter embarcado no mesmo dia
as51)2 horas da manh detraz do armazem
do sal por iso pretende-se proceder contra
o seductor na forma da le. Qualquer capito
de campo ou aulhondade policial (a quem
se recomenda muito ) o poder pegar e lva-
lo na ra da Praia serrara do abaixo assijina-
do nesta praga, em Macelo a Luiz Joze de Bri-
to no Rio de Janeiro a Custodio Francisco
Ramos que sero pagos de seu trabalho.
Antonio Das da Silva Cardial.
tsr Um cabra ac^bocolado de nome Stiro
idade 30 annos feio do rosto e tristonho de e%-
tatura baixa quem o aprehender leve-o na Fu
do Vigario u. 7, que se lhe recompensar seu
trabalho e adverte-se que he pescador do alto.
tsr D se 20* de gratificago a quem pe-
gar um moleque ladino d. nome Francisco ,
que representa 14 a lo anuos de idade na-
go rebolu o qual fugio no dia 5 to corren-
te levando vestido camisa de chila e caiga
de pao da costa por cima do urna azul; os
aprehendores levem-o a pracinha do Livra-
menlo loja D. 51.
= Fugio em Junho do corrente anuo, um
negro de nome Joze de nago angigo re-
presenta 40 annos, alto, reforgado do Cor-
po, cara Liga olhos grandes, tem duas ci-
catrizes no brago esquerdo pela parte de den-
tro quando fugio levou vo.slido camisa e cal-
gas de algodo e chapeo branco este pre-
lo h bem conhecido nesta praga por ser a
bastantes anuos ganhador e era tratado por
Joze angieo o qual escravo o houve do casal
de meo finado sogro Joze Francisco Ferreira
Penha ; quem o pegar leve a praca da Boa
vista D. 4 a Pedro Ignacio Baptisla.
= Ao amanliccer do dia 12 do corrente,
fugio do engenho Pimente! frcguosia do Ca-
bo um escravo carroiro de nome Bernardo ,
crelo de 50 e tantos innos bonita figura,
estatura regular cheio do corpo, cabega pe-
quena e um tanto baixa quando anda pou-
ca barba e parece forro levou furlado um
quarto capado rugo pedrez, bastante carnu-
do e pescoco fino carrega baixo ; Irvou
mais um negra crela de nome Pulquera, do
2o annos, alta secca bem preta ; Sebas-
tiana crela mais baixa e secca do sorpo ,
tambem moga ; e um cabrinha de nome Si-
man, de 12 a 14 muios, secco do corpo;
Francisco crelo cor piola secco do cor-
po levou um cavallo castanho j lodos estos
escravos sao perfeitos ie ps e mos e os
ltimos 4 pertencera ao engenho podra ;
quem os pegar levem-os aos ditos engeohos
ou no pateo do Carmo venda D. 1 que ser '
recompensado.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F, = 1812


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