Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04793


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Full Text
Anuo de 1842.
Qnarta Feira 12
Todo ora depende de n,me,m, ; da pTU(W. oiW50, ,en.rRB .
*r,M "0 PncPo. a sereme. .pont.do* rom ..laura^o entre ., N5, o,.",
*-'*______________________(Procltmico d. Avemhb'-a Geni do Iratil.)
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
^oanna, Taraiba e Kio rrande do Norte aeguntlaj e eila, feiraa.
Koniiu rOaranhnas ..'( r 24-
Cabo. Serinhum, Rio Pomo. Pono Cal, foli e Ala-roa, no4. ,. o|
Hoa-ria e flore, 43 e 8. Santo Anlao qui, fci,,. Olind. todo, o, di.i. '
DAS da semana.
40 Se?, a. Franfltoo-de Borja. And. dj .1. de D. da 2. t.
41 tero. a. I'iruiino B. Re. And. do J. de D. da 4. "
42 Quart. s. Cyprianol. M Mm. Aud. dn ,1. de 1). di 3. v
43 Quint. Eduardo r.. And. do jni de I), da 2. T
44 Sext. >;. Calillo P. M. Aud. do J. de D. do 4; r.
45 S^b. o. Tlaareza de Je,,,, \ C. Rol. Aud. do J. da )). da 3.
flb Uoai. <. M.nitiiuaiui \l
de Oiiiiibro. Anno XVIII. N. 220,
O Diario ptihlica-ae todoa ,1. diae qoo Nao forra Santificado : o prr0 da aipial-ire lio
detre, mil rei, por qnartel pago* adiantado, Oaannuneina doa asi?n'.,niPS ,;in in(.ri,i,
gratta r o, doa q>io o n.io forem rar.in de 80 re por linlia. Aa raolaaaanSta deTBa ,<-r
din-idaa a ata Tipografa ra dwCfOtM D. 3, ou a nrafa da Independencia bija de liarot
Numero 37 < JS. '
cambios no da i i deoitibro.
Cambio aobra LoBtllM 98 | ,1. por I lilil
Paria 3ti5 reia p. franco,
-i Liaba* 40l por 400 nominal,
Moeda de cobre 3 por 400 de dearonio.
Idaaa drletraa de hu, firma, 1 J .i '.
coni|ira venda.
Odro- .Vo.da da 6,400 V. 4.;,.00
N. 45,30.1
da 4,000
PlUTi Patacea
< Peto, ('nlumaarca
" dito Mexiranoe
ninda
8.300
4,W
4.7l(
1,040
l.i.71'1
6 500
8 7(10
1.780
\. SU
4,780
l.f-Sl
Preamnr do din J2 de Oulubro
4- "a II h.ir.,*, A? m. da ajanh.
* a 12 horas e 0 m. da larde.
PHASRS DA I.A ESO MEZ DE l TI BiUJ.
Lna Nora a -- i 'i hora, e li m. da manh
Qoarl. craee. t U ,, ', |:r ?i m ,|, ,,,,_
I.ua ehaia 1'l 8 hora, a 63 m. da i,il..
Quart. aaing. a 20 a lo horaa ( 23 m. da taid.
neo.
PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 6 DO CORRENTE.
Ofllci'o Ao commandanle geral do cor-
mo de polica significando que o desertor
do corpo.de seo commando Caelano Soares
dos Santos que se acba com prafja na com
panhia d'artiees, o cuja entrega requisita
em oilico de 50 de Setembro ultimo para
o fazer punir pelo crime de deserco nao po-
de ser demitido da referida companhia sein
ordem do Exm. ministro da guerra ; poica
ja deeiso dever S. m. esperar.
Dito Ao commandanle das armas com-
municando-lde que nesta data tem officia-
doao Exm. ministro supracitado lim de
qoe decida acerca do que se deve praticar com
o supramencionado desertor.
DitoAo commandanle superior da guar-
da nacional d'este municipio participando
que em satisfaQo ao que S. S.' requisilou
m ollicio de 2 do prximo passado mez ,
lia mandado fornecer 12 espaias com bainhas
ao terno de cornetas do terceiro batallio da
guarda nacional do seo commando superior.
dem do da 7.
Oilcio Ao commandanle das armas ,
communicando ter indefirido o requerinien-
lavras obsenas no acto da priso : cujos pre-
sos esto a ordem do delegado do primeiro
districto lo termo da cidade para proceder na
forma da lei.
EXTElllOR.
to de Antonio Joaquim de Almeida em que
pedia ser desligado do batalhfio de infantaria
de frilardas naeionaes destacado e sobre que
S. S.' 'nfonnou em olficio de 6 do crrente.
Tivemoso Nacional de Parizat a dala de
l'de Agosto prximo passado e oque d'ello
eolbemosde maior interesse o seguinte:
Cmara dos Deputados.
SessAode 16 de Agosto.
Presidencia de M. Sauzel.
Abrio-se a sessos 2 horas. Approuvou-
se a acia.
Nota-se apenas l0 membros na salla.
O Sur. Presidente : Tem a palavra o Snr.
relator da commisslo encarregada de exami-
nar o projecto de le sobre a Regencia.
M. Dupin sobo tribuna e faz a leitura do
fteguinle trabalho :.....
Sen llores, a vossa commisso vos propOe
por unanimidade que adoptis o projecto de
lei sobre a regencia com as emendas que ella
jtllgnu conveniente fazer-lbe.
Eis-aqui o projecto de lei tal qual licou e-
mendado pela commisso.
i Art. 1. O Re maior na idade de 18
annos completos.
Art. 2. Em quanto o Rei for menor
I smente com a mira no interesso elicida-
[de e gloria do povo Trancez.
Se as Cmaras no estiverem reunidas ,
o Regente far immediatamente publicar e
inserir noRolletim das Leis, urna proclama-
cao em que serio declarados aquella juramen-
to e a promessa de reiter-lo logo que as C-
maras se reunirem.
. Ellas dever.io em todo o caso ser convo-
cadas ao mais lardar no praso de qnaren-
ta dias.
Art. 6. A guarda e tutella do Rei me-
nor pertencem ;i Rainha ou Princesa sua me.
nao passando a segundas nupcias e na sua
falla Rainha ou 'rinceza sua av paterna ,
nao tendo igualmente cazado segunda vez.
REPARTMJAO DA POLICA.
Parte das occorrencias do dia 4.
Das parles boje dadas pelocommandantege-
Tal de eorpo policial, consta que no dia S nao
Qccorrera novidade e que no dia fi forSo
presos, pela SHntinelIa da ponte da Boa-vis-
t.i, QS paisanos Joze Cardse, e Joze Fran-
cisco de Ohveira e o preto Matheus escra-
v,o de Joze (ionralves j os primeiros por te-
rem quebrado a cabera de Antonio Joaquim
Cerra/. e o ultimo por haver amcacado a
sobredila bcntinella e lor-llie diri.ido pa-
-- ..... ... _.., j ,,,.,, ,, ,i,| (> llir-||ii| ,
ser investido da regencia por toda a dura-
go de menoridade o Principe mais prximo
do llirono na ordem da successo eslabele-
cida pela declaraco da Carta de 1X30 ten-
do de idade 21 annos completos.
Art. 3. O pleno e inteiro exercicio da
autoridade real em nome do Rei menor per-
tenceao Regente.
Elle ser empossado d'ella no mesmo ins-
tante da sua elevago.
Art. O artigo 12 da Carta e todas as
dispos'Ces legislativas que protejem a pes-
soa e os dinilos constitucionaes do Re', sao
applicaveis ao Regente.
Art. .'i. O Regente prestar perante a
Cmara o juramento de ser fiel ao Rei dos i
Francotes, de obedecer Carta Constitucio-
nal e s leis do Reino e de obrar em ludo
FQLKUTTu
GONZALES COQUES.
l'm rapaz bm vestido meio ilamc-nga e
ii'io liespaniola imitaco dos retalos de
Van Djck eslava sentado um cavallete e
coiilemplavacom ollios pensativos uina gran-
de tela quasi acabada representando a An
iiiKiciacao Tinha ainda em urna mau a
palbeta e n'uutra pinceis que com desespero
continuo apertava entre os dedos. Denois
de alguns minutos de silencio deixou calnr
os pinceis e a palheta Cerrou as maos e
torrentes de lagrimas llie correro dos olhos.
De repente a porta da ofilcina abrio-se ;
o joven pintor enchugou vivamente os olhos ,
e levanton-se com um niovimenlo de impa-
ciencia aborrecila.
A mulher que entrara era de corpo espesso
e curto tinha o semblante mili corado, e
Irajava a maneira Jas comadres tlamengas ;
pareca o.onginal do urna das behadas de T-
niers. Ella so aproximou do cavallete res-
nmngando :
I-to sabia eu diz ella ; ests ainda a
trabalhar em tua imagem Je santidade ,
em vez de terminares os quadros que o ar-
chiduque Leopoldo le encommendou.
E voltando para diversos debuxos suspen-
sos a muiallm :
Nao tena vergonha de deixares acola sem
acabar tao bellas cousas .'
ro-
Com efieito responden Gonzalos
nicamei'te deixar balalhas de bebidos e
interiores de cusinha para pintar a Mae de
Dos !
Antes a me do Diabo .'... Pensis que
lodo o mundo nao reconhecer na vossa ima-
gem da virgem o retrato da canlria ? Co-
mo ousastes dar virgem a face de una dan-
sarina d'ulcouce ?
Porque deu Dos urna dansarina o ros-
to de urna virgem .'
Dizei que procurastes um pretexto para
fazer vir aqui esta tapariga. Oh nao son
lo tolla esei muito bem porque antes que-
ris pintar virgens do que bebados !...
Ainda Margarida reclamou o pintor.
Nao consentirei mais que aqui entrum
muiheres continuou a mulher alteando a
voz :
Esqueceisque eusou o dono da minha
casa.
E vos Jo5o lambem esqueceis que
sou vossa mulher.
Oh no lembro-me continuamente ,
dice o rapaz encolerisadc ; maldito seja odia
em que vos encontrei !
N'esse dia nao estaveis vos to orgulhoso.
Gonzalos estremeceu.
E justo diz elle amargamente ; era eu
enlo um mendigo sem asilo ; nao tinha po-
dido adiar seis nxdaiers pelo meu melhor
quadro e meu eslalajadeiro tinha-me larga-
do fra : oh nada esqueci : vos me apa-
uhastesna ra como um cao abandonado ;
A' PEDIDO.
DMA LAGRIMA
A' MEMORIA DO DUQUE DS BliACVNi.M.
Onde jaz........ o moimento '
Ilomenagem tarda Ihe pagaste
No sepulcro siquer p-Raga de ingratos,
CiAiiREi. Caninos.
7 IIF. SETEMBRO HK 182.
Hoje fazem vinte annos que um grande ho-
mem enthusiasta de gloria levado do a-
amor que consagrava a um povo que o idola-
tra va e conscio de suas forjas e certo no va-
lor d'esla gente da America soltou un
lirado to ingente que fazendo alevan-
tarem armas o Brasil todo, obrigou o reino
Portugal a estremecer e espantou a esclare-
cida Europa. Nenhum Brasileiro que ignore
os mui grandes feilos d esse hroe que em
prol de sua independencia ludo desaliou. Nen-
hum Brasileiro que ignore seu nomo.... Este
nome perguntae-oao ancio que o repele a
seus filbos ; mi que o ensina sua prole :
mocitlade que entbusiasta o tem no peilo
gravado e ao veterano das campanhas do im-
perio que o nao pronuncia a olhos enxiitos
o sem commover-sc !
Descoberta por Portuguezes o por elles
arrebatada ao barbarismo das indgenas Di-
ctes que a f(! christa uns e s armas .
barra
e um
me dest'S em vossa casa urna
pedaco de pao.
Quem vos falla nisto ?
Vos Margarida ; vos que m'o fazeis
lembrar ; mas sabis o que vos dei em troco?
Dei-vos minhas esperanzas meu porvir ;
tornei-me vosso marido eu que poda ser
vosso lilho Trahalhei sob TOMOS olhos co-
mo um artfice para seu palro ouvindo s
os vossosralhos e vendo s vosso semblan-
te agastado. E entietanto senta em mim
todos os desejos da mocidade sonhava com
muiheres adornadas com cantos suaves e
fstas luminosas l.... Oh! quantas vezes .
pascando pelo palacio de Bubens ouvindo a
muzca de seus bailes estremeca de desejo
e de dor quantas vezes fiquei agarrado as
grades de seu jardim vendo as bellas rapa-
rigas e seus cavalheiros desapparecerem dous
a dous sob as canniradas !... E se tivess
querido eslas grades ter-se-me-hioaberto;
por quanto todo aquello que sabe escrever seu
nome com um pincel t; bem recebido em casa
de Bubens Gonzals Coques nao para el-
le um descondecido !... Mas era preciso de-
sar rali jar n vida montona que vos me dispo-
zestes ; ao voltar da companhia d<"sas mu-
Hieres de palavras meigas parecer-me-hia
a vossa liiiftuagem mais rude e o vosso ge-
nio mais Hisuportavel : antes quera rejeitar
o prazer do que sentir ainda oais minha tris-
teza .
outros cedero os ferozea nimos se reti-
rando a bosques e florestas espessissimts esta
parte do Novo-Mundo eslava D'lim estado
de atraso e brutesa que se nao imagina o co-
mo que desleixada pela mi patria t que
D. Joo fi.' obrigado pela .-ivaso france/a ,
vindo cm demanda de ahrigar-se d ella no
Brasil a arrancan por assim dizer .las
trovase da ignorancia que bastas a opmniao e
ohstavo-lhe os progress >s. Ella havia conde-
cido por trese annos de inelhoraDientos as
grandes vantagens e os rTiito beneficios que
alcancra com a presenca do rei : esi pondo
resignar-se ( eoia sacrificio de tantas vidas: |
a ver partir a familia reinante foi porque mu
penhor de felici(iaie<. Ib licou no principo |i.
Pedro que, como seu logar-tenente dei-
xou seu augusto pai no reino do Brasil. Beni
depressa pon'-m aconteeimentos que nin-
guem ignora levaro as cortes a chamar a
Lisboa o princpe-herdeiro. O povo enlo
ontrn no coffnecimento de quanto seria pe-
rigosa n'aqnelle monento a ida do, digamol-o
assim, lacoqueinda prendhosdoos reinos
irmos e para qii" o principe Ihe nao toase
rondado e para que elle o nao doixasse do
novo bracos com essa quietago de movi-
mento progressivo conflou-lhe seu destino
e seu futuro. O guia era hbil o gigante o
acompanha com passos do quem era; o Bra-
sil foi declarado naco livree independente, o
i por todas as nacfios san lado imperio da Ame-
rica meridional.
Ento utn sceplro pesado foi sopesado por
seu braco que poder lusitano DOS atueacava. Urna coia o
revestio do carcter de Imperador, um Mirona
eleyou-o. um manto o ornoii de magostado.
Essehomem, que Grecia a Boma se ufu-
nario da possuil si Grecia ou Boma Ihe hou
vessodadoo berro, contribu li o mais que
pode para a felicidade dos brasileiros. Ah
esto obras que a attestem ; ah esto acade-
mias eas reliquias do Dosso exercito e os
restos de nossa mai im'ia quo mais altos por
elle falli.....Mas este homem era Portuguez, "
o posto que dando Hberdadeao Brasil, o a-
doplasse por patria nao fde nem devia ,
extinguir do peito o amor que sagrara Ierra
do seu natal : e assim senlmdo quo neces-
D?os Margarida
ao procuris roiibar-me
esta ultima alegra ; por quanto onde nao
ha mais espeanca nao da paciencia.
Estas palavras linho sido pronunciadas
com profunda amargura e col. ra concentrada;
mas a gorda flamenga pareca nao comprehen-
de-las.
Quesignifica tudoisto? diz ella ; v('s
vos aborrecis tendes ventado de ir ao bai-
le ; quem vos impede .'
Gonzals fez um gesto violento mas re-
primiu-o :
Voltaia vossa cuzinha Margarida, diz
elle com resignaco e firmeza.
Esta tranquiliidado sbita exasperou a lla-
menga.
A minha cuzinha exclamou ella sou
por ventura urna criada nao tenho direito
de ficar aqu s- quisur ?.'.. Oh nao sou ain-
da to tolla como pensas, Joo; por entre to-
do o teu bello palavreado ha urna cousa que
eu comprehendo e que ests aborrecido de
mim, t me fueres ter morta.... sim mor-
a !... Nao te causara embarceos; tu pode-
rlas ir s (stas de Rubens desapparecer
com as bellas damas e at pinta-las em vir-
gens Someott) quando me nao liveres mais,
ser preciso tambem renunciar estares tan-
tas vezes doente ; porque as bellas damas
toem medoda retro, e as vigilias llies des-
'toeni as cores... Ser preciso nao Ihes pe-
Alemdeque a arte pode tmlo conso-'iir
lar at da mecidade perdida -. ella
tenho confiado minhas dores i mas ,
ir que pisseui dez das e dez noites junto
que ti ; s as criadas como cu poxlem fazer tal!...
por Sim diz o joven pintor vos me tendo


m
\\

mmm
sari se razia em Portugal siia presenga o de-:
sejando trocaras armas ta causa do ligitimsmo
contra as da usurpaco, comecou de esfriar j
desse enlhusiasmo que o distingua e leva-
do por essas rases ; preferu moslrar-se lu-
sitano n'essas lutas celebradas das nuiles de
marco e abrilentre Brasitcirose Porlugiiezes.
Acontecimentos,muitogravados ainda na me-
moria de todos sobrevierto. O homem que
atinuio ao pedido do povo em 1822 nao quiz
annuir ao de 1851. Outr'cra elle pedia a-
guraelle exigia ; transigir coin os desconten-
tes era indecoroso resistir com a torga ar-
mada era um sacrificio de sangue. Que fa-
,er ;> Abdicar. Nao por fraqueza que a
nao conbecia elle ; nao por falta de outro ex-
pediente mas porque aquelle peito magnni-
mo era capaz de renunciar a todas as pompas
da grandesa da magestade e do poder para
que urna s gota de sangue brasileiro nAo com-
praste a duragio de seu imperio S almas
to grandescomoa sua socapazesde tao gran-
de auseneia de ambigAode mando! Outros
que nao elle tudo tentariAo para nao deixar a
flovernanca e cahiriao antes com o throno
do que renunciariAo o poder Mas nem todos
os homenssao do mesmo molde !.. Elle ab-
dicou emseu lilho e para semprn deixou esta
trra.
De cujo seio ingratos o expellirto (*)
que tanto amara e ainda amou at seu ul-
timo alent...............
2
L bem longe, distante muitas legoas,
n'outro hemispherio onde foi seu berco e
onde existem trophos de suas glorias, jaz um
tmulo. Um'povo guarda seu corpo inanima-
do e fri ; outro seu coragAo que elle legou-
lhe.... Nos o mais agradecido de todos lhe
guardamos um esquecimento vergonhoso.
Hoje fazem 20annos que o Ilustre o in-
mortal principe, inscreveu-nos as paginas da
histeria das naces como urna naco inde-
pendente ; eem to longo espago de lempo
inda um ministerio nao bouve bastante na-
cional que lhe fizesse erguer urna lapide si
quer onde as geraces vindouras lessem :
A' memoria de Pedro 1." fundador do im-
perio do Brasil.
E nem haver BRASILICS.
(Diario do R. deJ.)
CORRESPONDENCIAS.
Srs. Redactores.
Ha doze annos que nao vinha a esta praga
do Recife e nem tengo faza de vir ; po-
rem um compadre e vizinho meu me disse
um da. Compadre porque nao vai ao Re-
cife ver quanto esta cidade est mudada do
que foi n'outro tempo ? Mudanca no sen
material ; mudanga na moral de seus habi-
tantes entregues hoje a melhor gosto tan-
to as sociedades de toda a especie que) de-
baixo de nomes pomposos, e exquisitos ali
se frequento como no luxo que em bre-
ve exceder ao dos antinos Romanos do tem-
po de Augusto. Ver Vm. urna alfandega ,
l
(*) Magalhes. Suspiros poticos.
tnlvez que das melhores do Brazil pela sua i
elegancia um passeio publico onde naJavo
peixes ha pouco tempo ; um arsenal de ma-
rinlia com novas repartientes e laboratorios
de grande e de publica utihdade ; ras no-
vainente a bertas no bairro do Recife e des-
do j destinadas para o mercado de maior
valor e trafico mercantil ; m caos de pe-
dra aborda mar cobrindo aquelle bairro,
e dan lo logar a novos edificios que faro o
seu brilhantismo ; achara mais o meu com-
padre novas ras e novas cazas onde forto
habitacoes de peixes ede arats e caran-
guejos sobre tudo no novo bairro chamado
de Santo Amaro e parle do da Boa-vista";
e tudo isto se deve ao genio immortal do
Exm. Barto da Boa-vista actual presidente
da provincia. He este Sr. o que tem anima-
do os pvos a emprchenderem aquelles gran-
des trabalhos ajudando-os a vencer os obs-
tculos empregando para isso o poderoso
braco das obras publicas, dirigidas por ha
beis engenheiros, que de baixode suas vistas,
e ordens tem concluido urnas obras e posto
em andamento nutras nao s na capital ,
mas em seguimento della como estradas ,
pontes, &c.
Esta exposico do meu compadre fez com
que en deixasse a minha habilagAo do mato ,
por alguns dias e viesse ver com o meu
proprio olho se era certo e sera exaggera-
go o que elle me dizia ; e com efeito achei
aindamis do que elle me tinha dicto tai-
vez que por eu odiar para cada objecto com
mais miudeza e reftlexio. Ao chegar pra-
ga docommercio unida ao novo edificio da
alfandega confesso que fiquei eslalico sem
sabor a quem admirasse mais se aoenge-
nheiro que dispos aquella obra se ao que a
mandou fazer cujo nome ali via estampado
em lamina de bronze bem merecida a me-
moria pelo engenheiro que soube cscolher.
O mesmo me snccedeu examinando o edifi-
cio que se erigiu no logar da alfandega ve-
Iha.
Ao passar pelo campo do palacio velho en-
carei com um palacio novo nico que ainda
se encontra em Psrnamburo onde quaze
todas as cazas ero e sAo canudos de xrin-
ga porem nao pude deixar de dizer a um
operario que ali se achava trabalhando :
grande pena nao terem dado aquelle palacio
mais elevaco de altura Ao que me replicou
o bom homem. Nao sabe Vm. Sr. Matuto ,
que para se fazer aquelle edificio se aprovei-
tou pArle de outro que ali existia e que
os defeitos do um necessariamente havio de
passar para o outro ? Logo adiante me en-
contrei com o gegantesco theatro ad ex-
tra M e apouquentado ad intra e to a-
pouquentado que se a plateia admittir 250
espectadores he o mais milito pouco para
urna capital populosa como a do Recife cu-
ja povac.Ao vai em augmento, ficando o thea-
tro o que he.
Dirigi-me depoisa esse decantado bairro
novo de Santo Amaro, entrando por urna
ra chamada do Hospicio a qual logo no
principio se me represenlou ler mais de 500
palmos de largo ; adiante mais, 80 e sem
passar longe 60 ; e dahi a pouca distancia,
prestado vossos, cuidados como o algoz cuida
no seu paciente para ao depois matar-me
vossa vontade! Nao sou por ventura vossa pro-
priedade ; e como boa ama nao deveis con-
servar um animal domestico de quem podis
vender os productos ? O que querieis salvar.
nao era minha vida era meu trabadlo.
E' bello o teu trabalho ha dous me/os
que nao tens vendido umquadro; e entretan-
to t'os pedera de toda a parte, mas antes que-
res passar dias inteiros a olhar para esfa tela,
para as moscas que vofio dando-te ares de
quem pensa a fim de nada fazeres.
Ide para vossa cuzinha Margarida, re-
peli Gonzalos que senta esgotada sua paci-
encia.
Mas a Flamenga tinha sido ferida ao vivo ,
e como succede sempro em taes cazos sentia
que sua colera augmeutava ao passo que fal-
la va.
Sim continuou ella meu lugar na
cuzinha. por quanto o das pessoas honra-
das e aqu s se recebem mulheres dissolu-
tas....
Ide-vos embora ide-vos em nome de
Dos!
Aqu sdevem bavr ingratos que esque-
cem-so do que se lein feito por elles....
Sahircis .
__S preguicososque se deixfm nutrir polas
mulheres ....
Gonzals nAo poude escular mais : pepn
no braco de Margarida. empurrou-a arreme-
gadamente para lora feixnu a porla a chave
e veio lancar-se sobre urna pollrona que esta-
va do outro lado da oficina.
Era a primeira vez que tinha recorrido
violencia para escapar das perseguicoes de sua
mulher e sentio-se ao mesmo tempo triste e
temoroso do que acabava de fazer.
Gonzals Coques tinha espozado Margari-
da, movido um tanto pelo reconhecimenlOjtani-
bem por fraqueza e sem calcular as conse-
qnencias de urna tal unio. Ha urna idade em
que se experimenta ludo quanto novo, sem
hi-sitaco em que se joga a felicidde, a vi-
da por indTerenca ou curiosjdade. Gonzals
tinha odiado para a unio com .Margarida. mais
como urna associaco domesticado que um ca-
zamento. Nisto apenas tinha ao principio
visto um meio de montar urna casa em que
eslava certo de encontrar alguem que lhe fi-
zesse as vezes de mi e de irmao ; mas nao
tardn o desengao.
Margarida oamava com urna afeigAo pouco
elevada mas plena e dominadora. E' raro
que o amor de urna mulher ja idosa por um
homem na flor da idade nao tenha esse carc-
ter tyranico : parece que, nos affectos tardos,
a paixao se quer desforrar do longo recalo ;
(|ue tom a peito compensar o tempo perdido ,
e dispender em seus ltimos transportes tudo
quanto economizou em ternura e exdtacao.
Inf.'lizmente essas afleices sao tristes llores
de. outonno a que falta o encanto e os perfu-
mes A paixo su tem graca na mocidade :
rutilo smente que 6 amavel. carinhosa por
quanfo smente quando feliz por si mes-
de oO a 55 palmos : olhando para as partes
laleraes vi, da direita urna linha curva ,
tirada por um chamado caes de 1 1/2 pal-
mos do largo e sem cimento algum suas pa-
redes ao menos a onde o mar bate : da cs-
querda urna linha q'uase recta que desfe-
cha na janella de urna casa com frente par
a mesma ra e a corvatura da direita hu-
mas vezes offerece para a ra o seu convexo ,
e oulras o etl concavo. Olhando part os
meus ps me pareca estar pizando os areaes
do dezerto ; porque de reas do vapor foi le-
vantada a mesma estrada ou ra que s
se pode dizer que subsiste em quanto um r-
gido vento do S. E. as nao fizer evaporar ,
reduzindo o sollo ao que d'antes era. He a-
travessado acuelle isthmo arenoso por meio
de urna ponte, cujas caberas so de taboa
do e paos de prumo de durago to Curta ,
que so por milagro podem contar de existen-
cia seis annos. Passei de Santo Amaro ru i
da aurora no mesmo bairro e admirei en-
eoritrar-me Com soberbas casas frente de
urna larga ra defendida das marradas das
ondas por umeaes de pedra qrje irte dis-
serao ser obra feita custa de cada um dos
proprielarios fronteiros. Poisnohe publi-
ca esta ra o nao pagSo decima das casas
os donos dellas ? Perguntei eu. Sim he
publica e se paga decima, me responde-
rlo : porem se nao fizessemos a obra que
Vm. ve tudo estara in statu quo. Mas
reparei achar um seguimento de obras de pe
dra e cal entre muros, portos e frentes de
casas, urnas mais para a frente oulras mais
para a rectajsuarda em urna extengao de a-
linhamento para mais talvez de 1700 pal-
mos sem ver marcada travessa alguma em
toda aquella extengao ; o que me moveu a
curiosidade a perguntar a um pobre homem ,
que ali encontrei Como he possivel que o
governo ou antes a cmara deixe ao livre
alvedrio dos proprietarios o marcarem elles
mesmos a largura dos quarteiies, e seus
fundos ? Tendo a assemblea provincial provi-
denciado sobre a edificago desta cidade p lei de 3 de Abril de 1840 tit. 4. g 2. e 3. ,
em que diz mui positivamente que as ras
sern de 60 palmos de largo ; as travessas de
4(1; os quarteires nem mais de 600 nem
menos de 500 palmos, e os seus fundos de
210 300 palmos ; e segundo observo a-
qui s se cuida na ra sem lhe deixar tr ves-
sa alguma ; pois quando desse defeito se lem-
brarem e o quizerem remediar ja nao o
podero fazer sem demulico dos edificios
que se achao feitos. Nao culpe Vm. Sr.
Matuto ao governo e menos cmara do
Recife ; porque se S. Ex.. o Sr. Barto vi-
esse por aqu passear elle fara remediar esses
defeitos nem se pode presumir que nelles
consinta. A cmara deste destricto nao he
a do Recife mas sim a de Olinda cujos
fiscaes e corleadores fazem o que querem
sem se mportarem com as leis. A isto ex-
clamei eu : pois he de Olinda este destricto ,
sendo um dos bairros da cidade do Recife e
com ella unido ? Nao era mais propria a di-
visao dos dois termos ( que se deverio redu-
sir a um s) pelo rio Tacaruna al ponte
chamada do Maduro e da li pelo raminho
de Belem Rozarinbo Cruz d'AImas ? Quo
quer Vm. Sr. Matuto assim disse elle q
entendeu o engenheiro dquelle tempo fa-
zendo a deviso pelo Pombal em zigues-za-
guesat ao Manguind ; e assim fiquei eu ,
emeus visinhos dependentes d"Olinda mo-
rando no Recife : pode ser que na I. assem-
blea se reforme aquella defeitnosa devso,
se S. Ex. Iha lembrar como medida neoes-
saaa. Pergnntei mais aquelie homem se a
cmara de Olinda deixaria de obedecer e
de cumprir as ordens do Exm. Sr. Presiden-
te se esse decezivamente lhe ordenasse que
nSo consentisse nem concedesse lcenca pa-
ra edeficago em seu destricto senSo, euncon-
formidade da lei provincial de 3 de Abril de
i840 ? Respondeu-me : o quo a cmara de
Olinda fara vista de o respeitaveis ordens
nao sei ; do que ella te/n feito respeito a ou-
lras posso informar a Vm.-
.oaquim dos Santos Aze."e porto de pedra e cal uo meiv^ da estrada do
Rozarinho e por elle alinhou sua cerca em
prejuizo de D. Marcelina de tal ; esta reeor-
reu S. Ex. o Sr Barto que pV>r seu es-
pirito recto e de justiga intcrveio ^aquella
questoem favor da oppremida ; e que se-
uiu ? Firar o portao no mesmo logar *en-
do sido erecto por licenga daquella mesma cv-
mara.
Para evitar o ficar esta ra em que estamos
sem travessas que devidao seus quarteires ja
um morador e proprietario derigiu a S.
Ex. o Sr. Presidente urna representago ,
que foi bem acceita pelo mesmo Sr. Barto .
o qual mandou ouvir sobre ella a cmara de
Olinda e com aquella remessa se converteu
em pedra a mesma representago ecahiu
no fundo do mar.
E aquellas obras que se eslSo concluin-
do na estrada ou ra do Hospicio para San-
to Amaro to bem estAo encarregadas ins-
pecgo da Cmara de Olinda ? lhe perguntei
mais. Nao me disse elle. Da insperc/io
dessas obras eslSo encarregados os Senhores
engenheiros francezes : o que nellas appare-
cer de bom ou de man elles lhes he devi-
da toda a gloria. A'estas ultimas palavras
-engenheiros francezes ,. tirei o chapu a-
baixei a minha cabega e me dei por despedi-
do nAo so do homem com quem fallava mas
do Recife; e pelocaminho hia mormurando
com migo mesmo. Quem tiver ouvidosde
ouvir qneouga ; e qoeni lhe competir o
ver que veja : assim hia fallando com si-
ma. Por isto os amores que se desenvolvem
depois d'esta idade falto sempre de opportu-
nidade. 0 coragSo n'elles se aquece como os
velhos aosderradeiros raios do esto, rom urna
alegra egosta e pueril; nSocuidao senoem
apartar tudo de seu sol, entretanto que, mais
mogos terio querido parlilhar com todos.
Felizes anda soquando extravagantes fraque-
zas nao veem deshonrar essas unips e com-
promelter com o ridiculo a serenidade do a-
mor.
Margarida nio soube evitar este derradeiro
escolho. Ciosa e imperiosa perseguio por
toda a parto Gonzalos com suas ordens ou suas
que.ixas : alem disto sua inclinaco nAo s
faltava de mocidade, mas tambem de dislrac-
gAo e n'ella se encontra va alem do egos-
mo de urna paixAo tarda a ruslicidade de
urna alma mais sugeita ao instincto do que ao
sentimento. O que mais lhe agradava em Gon-
zals era a mocidade e belleza ; talvez tam-
bem fosse esta fraqueza valetudinaria que ella
podia dominar ou tratar e que lhe dava ao
mesmo tempo os prazeres do despotismo e da
proteccAo.
Ora nem urna natureza podia ser mais an-
lipathica ao joven pintor. Tanto havia em
Margarida de brntalidade ignorante quanto
n'ele de susceptibilidade delicada ; era una
(Pesias almas amorosas smente das idealida-
des borbuletas encantadoras mas debis ,
que nAo podem vir baler sobre a realida-
de sem deixar a poeira de suas azas.
Gonzals Coques nao era por tanto destitui-
go so o
Matuio curioso.
Srs. Redactores.
Obrigado pelo annuncio transcripto t?m seo
Diario de 6 do corrente pela corresponden'018
e rellexoes apparecidas no Diario Novo N.
37 e sobre ludo por alguns ditos picantes e
insulluozos de alp,uns individuos a acodir
em defeza de minha honra que tanto prezo
como a propria vida eu nao posso deixar
de declarar com a verdade que professo o far-
to que deu lugar a nulidade da exlracgao da
actual lotera de N. S. do Rozarlo.
Incumbido pelo escrivAo da citada lote-
ra de preparar as sedulas para o respectivo
do de energa ; mas era urna energa vagaro-
sa a desenvolver-se. Concentrado em si mes-
mo era capaz de tudo supportar urna vez
que fosse necessario soffrer e nAo com baler.
aosabendo sustentar urna acgo, a resisten-
cia bem depressa o cangava ; e por isto nada
concedera s ameacas nem ao insulto mas
a intriga obstinada terminava sempre por ven-
ce-lo.
Era esla a causa do dominio quazi absolu-
to que Margarida exercia sobre elle em to'las
as circunstancias da vida dominio fcil en-
tretanto e de que as intelligencias superio-
res deixAo as mais das vezes o prazer s intel-
ligencias vulgares, quer por indifTereuga, quer
porqu a tormentadas por alias preocupa-
ges, nao se digno combater por to pou-
co.
Entretanto depois que o despotismo de Mar-
garida se tinha estendido at arte Gonza-
ls comeagava a acha-lo mais diffiril de ser
supportado. J militas vezes cangado de
seusexcessos de ciume e irritado por suas per-
seguiges, tinha cuidado em reconquistar sua
independencia deixando Avoers; mas ur.ia
necessdade de aleigAo o retinha a seu pezar :
tinha medo de cahir no isolamento que linha
entristecido seus primeiros annos. Margarida
ainda era o nico ente a que estava ligado ;
com ella era infeliz 5 mas nao eslava solado,
c para este coragAo cheio de arr.or a solida*
era a morte.
(Continuar-se-ha.)


I
3
irliamento dei-me a este trabalho com as
cauteljas precisas e avendo cortado o papel
comptente para tres mil sdalas brancas ti-
veo cuidado de tornar a verificar quintas fo-
Ihastiniia cortado qua juntas achei ser certo
o numero das sedulas qua tratei de as en-
rolar e atalas as po itas com he costume ,
findo o que passei como he costume a fazer
niassinhos de cinco>nto sedulas para facilitar
a verificago no comego do acto da extracto:
ao formar porem o ultimo massinho conheci
que me faitava urna sedula branca e com
quanto estivece capacitado que as avia conta-
do com exacgo todava lemhrandoma qu'
o. erro he partilha humana tratei de supprir
a sedula falta por outra depois do que me re-
cordci que talves tivesse enrolado unidas duas
sedulas por urna pelo papel ser dezigual em
grosgura, mas acontecendo ludo isto ja na ves-
pera do dia marcado para o andamento das
rodas impocivel me era disfazer o trabalho
feito e principiar de novo por que no resta-
va lempo para o u timar o (icaria preterido o
andamento das rodas e ento no faltara
quem airmasse que o facto era combinado
com a irmandade, por isso que esta nao
tinha conseguido extrahir todos os seos bi-
Ihetes: consequentemente chegado o dia
marcado verilicaro o juz e o escrivo as se
dulas e achando-as exactas as lizero reeolher
as urnas e foi nessa ocasio que eu dtclarei
o qu. venho de expor e acrecentei qucsus-
peitandoquedas iedulas brancas urna conli-
vessedois papelinhos unidos bom seria que
pelo processo da extrago quando isto se ve-
riticasse houvesse cuidado em no separar es-
<5es dous papelinhos para nao dar jugar I-
gxim transtorno porem no "obstante esta
advertencia o encarregado de publicar os pre-
mios e brancos vindo-lhe as maos a sedula
com os dous papelinhos unidos no so os s<.'-
parou e fez deles duas sedulas deslindas como
releve que o menino metece a mo na urna
quando o que tirava os nmeros meteu su-
cedendo assim tirar-se dous embrulhosde
numero e um so de promios seguindo so des-
le maiejo o' a parec ment de urna sedula
franca de mas na urna dos premise no um
numero de mais como nnliciozamente decla-
rou o expectador em seus annuncios.
Do que exposto tenho conclue-se que se al-
guem teve culpa nesse facto nao fui eu certa-
mente porque lendo feito as deelaracoes que
julguei convenientes ao juz presidente da lo-
tera competa remover os embarazos 011 de-
morando o andamento da lotera mandando-
me-me disfazer os embrulhos afim de tirar a
dtivida ou no deichar de prestar a aten-
cao para nao se tiraT sedulas de urna urna e
nao de outra mas como Srs. Redactores acor-
da quebra pelo mais fraco so a ~niim seem-
ptitarro eu dezafio a quem me conteste a
veraeidade do facto.
' Sou Srs. Redactores de Vms.
criado
Joaqum Joze dos Santos.
Patacho Amorcano= Jencs= Fazendas, bar
ricas abilidas
HOVIMENTO DO PORTO.
NAVIO ENTRADO NO DIA 10.
X\o Grande do Sul, 21 das Brign Brasi-
leiro (enovez de 187 tonel. Cap. Lou-
rengo de Araujo Guimares, equip. 14,
carga couros : a Amorim Irmos: o destino
deste navio era para a Cdade do Porto ,
sendo o motivo de sua arribada a esto por-
to estar d^ agoa aberta.
S.VlIinOS NO MF.SMO DIA.
Cork : Escuna Ingleza Admral Nelson. Cap.
F. Dougle com toda a carga que trouxe
de Montevideo.
Phladelphia ; Barca Americana Glo'ie, Cap.
Nickolas Esling, carga a mesma que trou-
xe do Rio de Janeiro.
ENTRADO NO DIA 11.
Rio de Janoiro ; 22 das Brigue Inglez Star
de 19o tonel Capito John Clemenlsow ,
equip. 12 em lastro : a Fred lerik Robilli-
ard.
SAHIDOSNO MESMO DIA.
Portos do Su' ; Vapor Brasileiro Pernambu-
cana Commandante Manoel dos Santos ()r-
np|las.
Portos do Norte ; Vapor Brasileiro S. Salva-
dor. Commandante Simplicio Joze de Ma-
tos.
EDITA ES.
Snrs. Redactores.
Para que o respeitavel publico conhega que
foi injustamente maculado o meu crdito ,
rogo-Ibes queiro inserir no seu Diario a sen-
Lenca junta.
Seu assignante
Francisco Dias Fortes.
Julgo improcedente o procedimento ex of-
(firio da Juslica fundado na parle dada pelo
Inspector de quarleiro do Lorelo contra
Francisco Dias Forte, em que se suppe la-
Irao de dois moleques de nomes Francisco e
Paulo, perlencentps aBeriiardino de Sena,
por que o depoimente das icslemunhas, a
carta rom a assignal tira Nur.es Machado -
aprehendida pelo dito Inspector de quarleiro
em mi dos dois moleques e o dito d'elles ,
he o que existe nos autos contra o reo e na-
da disto Ihe tas cargo, por que as leslemunlias
se referem quasi todas ao dito dos moleques ,
que nao fas prova em Jui/o a carta tambem
noafis avista da declaracto Teita pelos Tal.el-
lies por mim nomeados para a examinaren
como consta dos autos e finalmente o dito dos
moleques Francisco e Paulo nada prova por
serem elles esciavos, e menores e alem disto o
objecto do furto pelo que seja o processado
Francisco Dias Forte, relachado da prisao em
que se ada. Recife 28 dcSctembro de 1842. -
no Anlouio de Souza Beitro de Araujo Fe-
reira.
OVIMKKCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento dodia 11 de Oulubro 7:5l5*8l8
.DESCARREGA HoJE 12 DE OUTUBR0.
Brigue Francez = Cicile Fazendas, e quei-
jos.
O lllm. Snr. inspector da thesouraria desta
Provincia em cumprimenlo da onlem do
thesouro publico nacional de 7 de Margo
prximo findo manda fazer publico o Ar-
tigo 20 da lei de 30 de N'ovembro do anno
passado eos captulos 209 e 210 do Re-
giment da fazenda abaixo transcriptos.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambucoRdo Abril de 1842.
Joaquim Francisco Bastos ,
Official Maior.
Artigo 20 da lei de 30 de Novembrode 1841.
Do Io de Janeiro de 1843 em diante no te-
r mais lugar inscnpgo alguma de divida pas-
siva fluctuante mandada fundar pela lei de
l de Novembro de 1 827, a excepco ((aquel-
las que nessa ecopa se acharem em liquidaco,
ou penderem de processo judicial ficando in-
terinamente prescriptas e perdido para os
credores o direito de requererem a liquida-
cSo. e pagamento dellas. Da mesma data em
diante ficSo em vigor os captulos 209 e 210
do regiment da fazenda, assim pelo que res-
peita a divida passiva posterior ao anno de
1826 existente at boje e a divida futura ,
como pelo que respeita a toda a divida activa
da nago. 0 Governo dar toda a puhlicida-
de a dsposico deste Artigo e dos referidos
captulos.
CAPITULO 200.
Que passando cinco annos as partes que nel-
" les nao requererem as dividas, que Ihes El-
Rei dever, perco seu direito.
Por quanto at agora em nossa fazenda
muitas vezes aconteca alsumas pessoas dei-
xarem em alguns annos de tirar e requerer
seas tengas assentamentos corrigimentos,
e mantimentos que de nos havio de haver.
e sedo ordenamenlecada anno nadita nos-
sa fazenda por nossos officiaes quando pelas
partes so requeridos ; quando vinhao pedir
seus despachos era fadiga e trabalhos bus-
carem-se livros e registros dos anno passa-
dos para ver seos tinho tirado, ou noe
anda sobre isso se recresciflo outras duvidas
que muitas vezes os taes dinheiros Ihes ero
tirados, ou passados ou por outros respei-
tos e justos impedimentos tirados porque os
no devio haver ou por nosso mandado ,
ou por satisfago ou por erros ou trocas ,
ou outras couzas : e quando isto dppois se re-
quera em nossa fazenda, nossos officiaes no
eroem lembranca das taes couzas, por se
no escreverem algumas vezes ou se erra-
rem os ttulos delles nos registros, e muitas
vezes aconteca di Ihes serem despachados e
irem duplicados os ditos dinheiros e pagos
duas vezes e assim osdonos ou seus her-
deiros, e outras algumas pessoas estarem so-
bre isso.em grandes debates e duvidas, nao
sabendo que os tinho j assim bavidos ou
assim mesmoselhesno despacbavo sera-
pre ficivoem duvida se verdaderamente lli'os
devio ou no ; o que pela qtiantia dos an-
nos e mudanzas de nossos odiciaes, e gran-
de negocio de nossa fazenda a verdade verda-
deramente se no poda saber : o querendo
nos a isso prover determinamos, queremos,
e mandamos que daqui em dianle qualquer
pessoa de qual sorte e qualidado que lor ,
que dentro de cinco annos nao tirar ou re-
querer as cartas, e desembargos dos ditos des-
pachos cima declarados, dah em dante no
Ihes sejo mais dados nem sejo as partes
sobre isso nnis ouvdas. Outro sim pelo dito
modo mandamos que a dita maneira so le
nha em todas as dividas que nos devamos a
que sejamos obrigados de nossa fazenda, as-
sim por nossas cartas alvars desembar-
gos cerlidoes, e lembrancas, e dos vedores
do nossa fazenda e contadores que para isso
nosso poder tiverem como quaesquer outras
obrigaees a que de direito sejamos obriga-
dos de maneira que dentro dos ditos cinco
annos hajo disso despacho ou se mostr co-
mo as taes dividas requerero ua dita nossa
fazenda e houvero dos ditos nossos vedo-
res cerlido as costas de seus despachos ,
como se Ihes no podero pagar porque do
dia que tal cerfdo for posta tero lugar pa-
ra outros cinco annos poderem requerer, e
haverem seus pagamentos, assim de cinco em
cinco annos quando fossem taes as dividas,
que por alguns respeitos se nao podessem pa-
gar no dito tempo: e quem assim o no (izer,
queremos que dahi em diante assim mesmo
no seja maisouvido nem conhecido de tal
divida ; porque por boa ordenaco e regi-
ment de nossa fazenda, e por evitarem du-
vidas ha vemos por bem que se faga assim :
salvo quando a parte mostrar tal cauza por
onde se mostr no dito tempo nao poder por
si ou por outrem requerer nem haver cer-
tido cima conteda.
CAPITll.O 210.
Do tempo que se podem demandar as dividas
de El-Re.
Mandamos, que por nossas dividas se nao
faga penhora nem execugo. nem outro a|-
gumconstrangfmento depois de serem passa
dos quarenta annos salvo se por nossa parte,
e em nosso nome for allegado, e provado que
foi fpita nterrupgo que foro estas dividas
pedidas ou os devedores penhorados ou
houverem de nos espago ou por outra se-
melhante maneira : e do tempo da interrup-
go no forem anda tpassados os quarenta
annos.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Camar-
go inspector d'alfandega &*.
Faz saber que boje 12 do corrente ao meio
dia na porta d'Alfandega se ha de arrematar
um bofe no valor de 2oji reis impugnado pe-
lo amanuense Domingos da Silva Guimares,
no despacho por factura de Manoel da Silva La
gosobn1220,sendo a arrcmatago sugeitaaos
respectivos direitos. Alfandega 11 de Outubra
de 184-2.
V. T. P. de F. Camargo.
Mathasde Albuquerque Mello actual fiscal do
bairro deS. Antonio &c.
Faz sciente a todos os logistas, taverneiros.
donos de armazens padarias refinagoes ar-
tistas de quaesquer oflicios e finalmente.a
todos que tiverem qualquer genero de nego-
cio de portas abertas que nos dias de sol fa
ro aguar com regadores suas te-tadas treis
vezes no dia sendo as 10 horas da manh ,
a urna e as quatro horas da tarde sob pe-
na de pagarem dois mil reis de multa e so-
frerem dois dias de priso na eonformidade
dos 1 e 2 Art. 12 do T. 2 das postu-
ras addiciona?s. E para que chegue ao conhe-
cimento de tudos mandei publicar o presente
nela imprenga. Recife lO deOutubrode 1812.
O Fiscal
M thas do Albuquerque Mello.
-r
= Pela Sub-Delegacia de Polica da Fre-
^uczia de Santo Antonio se faz publico para
eonhecimento de quem convier (pie na Ca-
deia desta cidade se aclio recolhidos dous pre-
tos e um moleque que furo prezos pelas duas
horas da manh do dia 0 do corrente outnbro,
dosquaes um diz cliamar-se Manoel e ser es-
eravo do Sur. Major Estoves outro de nomo
Bazlo que diz perti-ncer ao Sur. Joo Ma-
noel d'Oliveira Miranda e astar fgido eu
moleque de nome Joto que nao teta querido
dizer a quem pe tenec.
AVISOS MARTIMOS.
DECLARA C O ES.
ss O Arsenal de Guerra compra porgo de
azeite de carrapatopara fornecimer.lo das es-
tagOes militares ; quem o tiver comparega na
sala do seu Expediente as 10 horas da manh
do dia II e!2.
= 0 administrador da meza da rebedona
de rendas internas geraes tendo de remelter
para juizo no principio do mez futuro a rel-
lago dos devedores de impostos do banco, rel-
lativo ao corrente anno convida a todos os
moradores do bairro do Recife S. Antonio ,
e Boa-vista, que se acho a dever os ditos im-
posto* que comparego a 10 o im do corren-
te mez para salisfazerem o quedevem. Re-
hedoria 10 de Oulubro de 1842.
Francisco Xavier Cavalcante de Albuquerque
CONSULADO BRITNICO.
cy Faz-se saber aos subditos Britnicos
resilientes em Pernambucn que no dia quinta
(eir 20 do corrente mez de Outuhro pelo
meio dia ter lugar no consulado Britnico
ra do trapixe novo um ajuntamen o espe-
cial dos subscriptores a capollolnglez.
H : Augustus Cowper Cnsul.
= Para o Ass at o dia 20 do corrente ,
o brigue Nacional Feliz D -stino de que he
Capitn Manoel Pereira de S recebe passa-
ge i ros e carga; a fallar com o sen propie-
tario Pedro Das dos Santos na Cidade nova
de S. Amaro ou Com u Capito a bordo do-
mencionado brigue.
= O brigue escuna Nacional Jozephina, es-
t a chegar do Ass por estes 5 ou 4 dias o
o qual devo seguir para o Ro de Janeiro: du-
rante sua demora nesto porto receber es-
cravos a frote; quem os tiver a embarcar ,
dirija-se a pnca docorpo Santo caza 0. G*' ,
a fallar com Gaudino A;ostiuho do Barros.
= Para a Bihia com toda a brevidade o
patacho Flor de Miroim ; quem na mesma
quizer carrejar ou ir de passagem dirija-se
a Gaudino Agostinho de Barros ou ao Capi-
to Joo Joze da Silva = 1'apafina. =
LEI LOES.
tsr OCorretor Oliveira far leilao Sexta-
feira 14 docorrc-nle as 10 horas da manh ,
no armazem terreo da caza da ra do Cdlegio
D. 7, de grande variedade de movis das me-
Ihorusqualidades com potico uzo, e alguns
inteiramente novos consistindo principal-
mente em mezas tanto de meio de salla como
dejantar, banqninhas, tremas sofs, mar-
quezas canaps toucadores leitos ca-
deiras ecommodas, todos de Jacaranda, a-
marello pod'oleo, e de pinho : candiei-
ros deglobo, qurdros livros, nm piano, e
urna excellente parelha de cavallos i ensina-
dos e acostumados a puxarcarroagens.
tST O lelo annunciado para hoje 12 do
corrento de N. O. Bieber & Companhia, (i-
ca por ora transferido para odia que se an-
nuncar.
cy Alexandro Makay & Companhia, con-
signatarios da barca Ingleza .Middlesex ca-
pito Talbert faroa venda por leilao pu-
blico a quem mais der por conta de quem
pertencer e por intervengo do corretor 0-
liveira da porcao de l de carneiro avara-
da salvada da dita barca naufragada na
costa do Rio-formoso na vagem que fazia
de Sdney a Londres : hoje 12 do corrente s
dez lloras da manh no armazem de Au-
gusto & Companhia ra d'Apollo prxi-
mo ao porto das canoas onde os pretenden-
tes podero examinar as qualidades da maior
porgo all depositada assim como se con-
vido a examinar mais os 8 fardos existen-
tes n'alfandega grande (Testa cidade.
AVISOS DI V HUSOS.
tur SahiooCarapuceiro N.d 5G. Desta vez
vai serio; porque tracta das Rcbeiies. e suas
consequencias, materia digna de s> r bem me-
ditada. Mas como Carapucein sera alguma
pilheria he para mu i tos Ilustres Leitores pa-
nella sem sal a variedade falla nos arrufos
amatorios; vende-se na praca da Independen-
cia loja de livros n. 37 e 38.
ss Augusto Lamp subdito Hanoveriano ;
retira-se para o Rio de Janeiro.
= Francisco Salusliano Mir;relira-se pa-
ra fora da Provincia.
ss Perante o Juizo da 3." vara do civel (do
Snr. Dr. Nahuco)se hade arrematar nos dias
12 15 e 19 do corrente duas moradas de ca-
zas terreas citas urna na Boa-vista ra da
S. Cruz defronte da Ribeira com grande
quintal, proprio para cultivar e outra na
ra deS. Amaro do bairro deS. Antonio, por
expcugo de Francisco Cavalcante de Mello ,
contra seodevedor Bernardo FrnaiidsGania.
ssy Aluga-se urna casa na povoacto de
Bebiribeao lado da Igrja toda envidracada ,
com 6 quartos duas sallas copiar e cuzinha
fora estrivaria para tres cavallos e casa
para prelos ; fallar com Bartholomeo Fran-
cisco de Souza botica da ra do Rozario.
= L'm mogo porluguez com idade de 15
annos, chegado a um auno do portugal, dese-
ja-sc arranjar em boa l.-ja de fazenda do
queja lem alguma pratica oa de miudezas ,
o qual sabe bem ler escrever e contar: quem
dclle precizar sendo para esta praga ou
para a sidade da Parahiha queira dirigir-
se a ra do Crespo luja D. 12.


sar
4

tsr Perdeo-se da na do Queimado, at
ra do Cabug, una Cadeia do relogio ; quem
a adiar querendo-a restituir love-n ra
do Queimado loja de ferrag>m D. 15, que
ser recompensado.
tsr Uum rapaz portuguez prximamente
chegado pertende arrumar-sa de caixeiro, en
qualquer arrumago cxcepgio de venda ;
na ra do l.ivramento I). 2.
C= Pergunla-se se existe nesta praca al-
gum correspondente de Manoel Joaquim de
Mello morador no certo, da pesqueira ,
pois precza-se fallar rom o dito correspon-
ilente a negocio de interosse naja de an-
nunciar a sua morada para ser procurado.
tar O abaixo assignado responde ao snr.
Custodio Luiz liis que em sua loja n5o es-
tove exposla ao publico a lista da primeira
parte da" terceira lotera do Rozario por nao
tersido impressa, emeonsequencia de ter si-
do julgada nu!la a dita lotera.
Joze de Menezes Jnior.
= Furtario em uns destes dias do mez p.
dio Pessoa que procure urna carta sua em
Olinda em caza do Padre Pompeo.
tsr Quem annunciou querer mandar tin
gir roupa de seda, dirija-se ao pateo da S.
Cruz caza ao pe da do Sr. Pirette que adia-
r pessoa com os requisitos que deseja.
tsr Quem annunciou querer hypothccar
um escravo por200,y dirija-se a ra da Ma-
dre de Dhjsconfronte a Igreja sobrado n. 199
segundo andar, das 10 horas da manh a
urna da tarde.
tsar Precisa-so do um olicial de chapeleiro
que trabl.'ieem chapeos de raassa : na loja
de chapeos no arco de S. Antonio.
SS Novo deposito de rap princeza da
Rabia, acaba-se de estabelecer na ra da
Cruz do Recife escriptorio n. 16 ; este rap
da grande fabrica da 1!diia, que pela sua boa
qualidade sempre mereceo a geral estima do
respeitavcl publico desta cidade assim do
Rio do Janeiro Rahia ec. e para que ve
nha a resultar mais alguma vantagem aos
consumidores deste rapa o fabricante man-
tsr 5 arrobas de pesos de ferro que se-
jouzados, sendo dous pesos de duas arro-
bas cada um e urna arroba de pesos miudos:
eiu caza de Antonio Francisco dos Santos
Braga na ra da Moeda n. 1 42.
VENDAS.
p. tres colheres de sopa cada urna com o peso da estipular no seu novo cstabeleeimento
do 20 oitavas cscassas ainda novas e com to-
do seo lustro, e com a firma seguinte A. 1. I).,
a pessoa que as tiver comprado na boa f ,
querendo restituir ao seo verdadeiro dono ,
dirija-se a ra direita loja deourives I). 71 ,
quo reber o mesmo dinheiro que tenha dado
por ellas eo annunciante Jicara eternamen-
te agradecido.
Alexandre N'jhorto dos Santos.
T O juizdo civel da terceira vara Jozo
Thomaz Nabuco de Araujo Jnior mudou
a sua residencia para a ra do sol oasa do
um sobrado onde morou o doulor Figueira.
prego de 900 rs. por libra
quando se com-
valor da mesma
PILL'I.AS VEGETAES E l'XIVERSAES AMEKICANAS.
tsr O nico deposito dellas he em caza de
D. Knoth, agente do Author, na ra da Cruz
n. 57.= N. B cada caixiuha vai embrulha-
da em seu receituario, com o sello da caza
em.lacre prelo.
tsr Roga-seaoSr. Pedro Joze dos Santos
que foi ctiieiro do Sr. Diogo Crabtree C.
baja de declarar a sua morada a lim de se
concluir um negocio em que o mesmo Snr.
tem parte.
tar Arrenda-se um terreno no beco das
Bar reiras com proporgoes para esta bel ecer-se
urna ou mais fabricas das que vo ser remo-
vidas para o mesmo lugar e dos Coelhos na
conformidado das posturas da Cmara Muni-
cipal : os pretendentesdirijo-se ao comman-
dante geral do corpo de polica que se acha
authorisado a fazerdito arrndamento.
tar Deseja-se fallar com o Sr. Antonio jo-
ze de Oliveira Castro a negocio de seu inle-
resse na ra da Cadeia do Recile loja D. 23
ou queira declarar aonde se deve procurar.
tsr Manoel Coelho do Espirito Santo ,
subdito brasileiro retira-se para Europa.
tar Snrs. RedactoresEm quanto nao te-
nho tempo e estomago feito para ler toda
a historia de senhor Abreu o extrahir d'el-
la um ramalhetede parvoices e disparates '
com que mimosee o publico olferecendo-lhe
urna variedade que o deleitar ; rogo-lhes o
obsequio de insirir na sua estimavel folha es-
tas duas regras em pruva de que nem to-
dos em Pernambuco comem araras nem to-
dos apreciam obras que mesmo na cochin-
china seno rejeitadas e despresadas.
Como o silencio poda parecer indicio de
sanccionar-se-lne a obra foi preciso que
em nome de todos os sensatos comegasse a
critica outro Abreu.
P. S. Consta que o.st para entrar no pre-
ta urna analise critica feila por mo de mos-
tr. Veremol-a.
= Aluga-se um armazem com primeiro
andar para escriptorio, quo se ja perto da.
Alfandega ; annuneie para ser procurado.
tsr I ma senh >ra de bons costumes se
propoea lomar enancas com ama para se
rriarem com leile impedidas e desimpedi-
das e tambem se recebem as que estiverem
ja desmamadas para se tacabarem de criar
cora todo mim.i amor: na ra do .ivra-
nienlo D. :>2 entrada pela ra do Rangei.
tar Contraa se para a Provincia do Ma-
ranhfta um prol'essor do msica hbil em
cometa de chave para exercer o lugar de
inestre de musica do corpo policial daquella
ci jade com as condices que convier, aprc
sentadas pelo cncarregado do engajamento ,
pelo decurso de um anno dando-se bom or-
denado : as pessoas aptas para o referido fim,
dirijo-se a camboa do Carino caza n. 19 pri-
meiro andar.
tsr Precisase de urna caza terrea leudo
commodos para pequea fanfilia que tenha
cacimba, sendo no bairro da Boa vista, uta
excedendo oujuguol de 10 mensaes ; quem
I i ver anmmcie.
Roga-se ao Reverendo Antonio Clau-
pre de o libras para cima
fabrica na Bihia. )
cr Aluga-se um primeiro andar do um
sobrado ,gcom bastantes commodos para urna
familia com quintal e cacimba na ra da
Praia caza de Joaquim Pereira de Mendonca,
assim como tambem se aluga um granJe ar-
mazem todo ladrilhado de pedra o proprio
para qualquer estabelecimeuto por ter o em-
barque no fundo a toda hora.
tsr Da-se 600,>' a juros a 2 por cont ao
mez em quantiasde 100 a 200* rs. sobre
pinhores de ouroou prata : as 5 pontas n.
30e32.
tar Deseja-se saber se existe nesta praga
ou fora della, algum prente do fallecido Jo-
zo Serqueira da Costa natural da Villa de
Vianna dominio de Portugal, sendo que exis-
ta annuneie sua morada ou dirija-se as 5
pontas n. 32.
tsr Thom Pereira Lagos arrematante
do imposto de 20 por cento sobre o consumo
das agoas ardentes de producto brasileira ,
avisa aos Srs. do Municipio da Cidade de Olin-
da que se achilo coletados no dito imposto,
venhao pagar-Ibes o primeiro trimestre ja
vencido no Domingo 15 do corrente dia
em que para este fim se deve apresentar na
mesma Cidade no lugar de S. Thereza na
caza do Sr. Pedro Marciano junto ao Sr Jo-
ze Ferreira Cato nem s para recebimen-
lo da Colleta feila como para verifical-a.
tsrRespondondo-se ao annuncio do Diario
n. 2l8de 10 d'Outubro do corrente anno, de-
clara-se que o lampio cabido no beco da ra
d'Alegria ou fosse de proposito como diz o
mesmo annuncio ou nao, ja nao tem sido res-
tituido ao seu anligo lugar, por va de haver
desarranjo na ferragem do dito o que com
tudo se afirma que nao haver muitos dias ,
sem que nao seja colocado de novo o dito em
questo.
tsr Precisa-se de um hornera solteiro ,
portuguez, para eitor de engenho na pro-
vincia das Alagoas: no beco do Peixe frito
Decima 4.
== Na caza o p do Sr. Silvestre, no prin-
cipio do al Ierro dos Alogados tiuje-se rou-
pa e fazendas de todas as cores e qualida-
des ; por prego commodo e com perfeigo.
= A viuva do Joze Domingues de Oliveira,
faz Miente ao respeavel publico desta praga
que julga nao dever nada se alguma pessoa
tiver que reclamar alguma divida comparega
no prazo de 8 dias em sua caza no principio
de Aterro unto a padaria D. 18 para seren
pagos.
= O abaixo assignado roga a Sr. Esto-
lanna Francisca dos Reis que quena ir re-
mir os seos pinhores no prazo de 8 dias vis-
to o annunciante ter annunciado no Diario a
7 15, o a 27 do mez de Junbo que os pi-
nhores nao chegao para seu pagamento do
contrarios vende, e a mesma Snra. lica res-
ponravel pelo restante.
Jernimo de Abreu.
Superior fumo de Ambupe da Babia ,
em mangotes que regulo duas arrobas, mui-
to proprio para retalhar as vendas, por pre-
co barato : no atierro dos Alogados fabrica
do tabaco.
jm Rap rolo ITamburgiioz ltimamen-
te chegado : na ra da Cruz D. 40.
s 200 e tantas barricas vazias quo for5o
de farinha de trigo muito boas : na padaria
alraz da Matriz da Boa vista.
tsr Vende-se ou aluga-se urna caza na en
cruzilhada de Bellem com commodidade se-
parada para familia e armacSo e mais per-
tences para venda : a tratar na ra do sebo
Dcima 4.
tar Fma armac.o de venda na ra do Co-
lovello com caixes de amostra a caza
lem commodos para familia : a tratar na
ra Xova loja do Antonio Ferreira da Costa
Braga.
cr Um leito com enxergese'Colxao for-
rado de marroquim novo, de homem sol-
teiro : na ra da senzala velha D. 1 arma-
zem de mu I hados.
>.t*r Um Tito'Eivio em latim e portuguez ,
o um Cornelio em latim : na ra de Agoas
verdes I). 42.
tsr Ainda se vende o engenho Concomio
de Muribeca esi'i o desejo que lom seu
dono de comprir os seus tratos o obriga a
desfazer-se deste predio alias bom; quem
o pretender dirija-se a tratar com o seu pro-
prietario que actualmente se acha hospeda-
do em caza do Sr. Juiz do Civel Nabuco na
ra do Sol.
tsr I ma preta do gento de gui na-
cao caramida ou singe de 3o annos : no
beco da Viraco confronte a Sacrista de S. Pe-
dro em caza do mestre pedreiro Joze de
Mallos e Silva.
tar Chocolate a retalho eem pore/io, por
preco commodo : na praca do commorcio,
venda de Manoel Joze Rodrigues de Andrada.
vtar Parnaso Luzitano 6 v. Guarda livros
moderno 3 v., historia da revoluto frauce-
za 2 v. cdigo dos Juizes de Paz 3 v. com-
pendio de geografia um v. ludo por menos
prego do que se vendem as lojas de livros :
na ra larga do Rozario loja de miudezas D.
7 de Joaquim Joze Lody.
t3" Cm carrinho de 4 rodas coro seus ar-
reios : no atierro da Boa vista na coxeira de
Emilio francez.
tsr l'm escravo crelo milito possanto ,
e de bonita figura preferindo-se para fora
ponte da passagem da Magdalena o qual tem
64 palmos d frente e mais de 500 de fundo
a dinheiro prompto ou algum pras cora fir-
mas a vontade do vendedor : na ra Nova la-
do do norte penltima loja se dir.
tar Urna barcaca de lote de 20 caixas ,
muito bem construida de boas madeiras (!
muito veleira ; quem a pretender dirija-se
a Joo Evangelista de Mello na ra da Praia
da casa
ou para qualquer engenho ou
da provincia
fazenda : no pateo da ribeira D. 15.
tsr l'maescma de bonita figura, pro-
pria para o servido de urna caza e boa ven
ledeira de ra ; na ra do l.ivramento loja
de couros D. 9.
tar l'm preto olicial de alfaiate muito
bom coziuheiro : na ra larga do Rozario
Dcima 9.
tsr Ima preta africana : na ra da Auro-
ra n. 9 segundo andar.
tsr ^ende-se ou troca se 4 bois mangos ,
de carro novos e bem gordos, por vaccas
do leite luridas do nouco tonino 6 que sejo
COMPRAS,
l'm melhodo de llanta: na roa de
A^oas verdes D 12.
na ra
L'ma caza terrea nosla praga
do Fogo D. 18 primeiro andar.
3~ Moeda de cobre com disconto de tres
por cento : na ra da Cruz n. 37 ; assim co-
mo vende-se um braco de balanga portuguez
de 0 palmos ainda novo.
tsr Apoliccs da couladorio: na ra do Li-
vramento D. 2.
tar A obra completa dos serraoes do Pa-
dre Antonio Vieira e o primeiro tomo da
recroaco filosfica do Padre Theodoro de
Almeida : na praga da Independencia n. 2.
lo leite paridas de pouco tempo
boas leiteras ; quem convier annuneie.
tsr Dous pretos pegas de 18 a 20 annos ,
ptimos para tudo que se quiser aplicar ; 3
prelaseom boas habilidades urna he boa en-
gommadeira e cozinheira um moieque de
8 annos queja serve bem a urna caza : na
ra de Agoas verdes n. 44.
tsr l'm terreno comGO dalmos de frente
e 200 ditos de fundo com caza de taipa, no
principio da eslrada dos Aflliclos : na ra do
Cabug loja de Manoel Duarte Ferrao.
tsr Queijos londrinos prczunlos con-
servas de todas asqualidades ditas para po-
dins, agoardenle de Franga champanhe ,
vinho de sidra lingoigas salgadas, em Lar-
ris, vagoras americanas, oleo, tintas de todas
qualidades, salaratas para furmento de pao ,
sedlitez pawders em caixinhas salmo fresco e
e cielha chapeos de palha fsforos em cai-
xas de 12grozas, chapeos cobertos do oiiado ,
dilos cobertos de borraxa serveja preta o
branca, oca amarella e quai tollas baldes pa-
ra compras sem lampas charutos de ha vana,
weskey e rum de jamaica, fumo americano
em birris e outro muitos gneros: na praca do
Commercio armazem americano de Davis &
Companhia n. 1.
tsr lima bonita bem situada cosa de taipa,
ao p do hanho e as bem feitorias por pre-
go muito commodo em um terreno pe toda
no armazem n. 55 por' de baixo
do Sr. Joze Higino de .Miianu'a.
tsr Um torno para tornear oirs de lalo,
o melhor que at agora tem vindo .esla pro-
vincia pela perfeigo do feitio : na ra da
Cruz D. 64 aonde tambera se vende botabas
para cacimbas de ferro.
N-tarChapeos do chile de aba larga finos, di-
tos de copa alta ditos de seda francez a 0>,
sapatos de bezerro francez al,?', ditos de lus-
tro a 1600, ditos de cordavo para senhora
aG40 reis, borzeguinsde marroquim para se-
nhora a 2# botinzinhos de marroquim pa-
ra menino a 500 reis ditos a 800 reis sa-
patinhos ordinarios aj200 rs,, bolina de bezer-
ro francez a 5* ditos a 6# agoa de colo-
nia em garrafas a '-.i bengallas de cana a
r>.) cspartilhos desenhorna 1600 pedos
para camisas a 640 reis tezouras finas, pen-
tes de tartaruga a loOO, bonets de brim pa-
ra homem e menino longos do seda de cores
para gravita cartas francezas muito fina : na
praga da Independencia n. 6, 7 e 8.
tsr Caixas com cadeiras americanas de pa-
Ihinhas, lonas da Russia, barricas com pregos
americanos tinta em botijas de londres, pa-
pel de peso inglez garrafas pretas em ggosy
vinho de champanhe : em casa de Henrique
Forster Companhia ra do Trapiche novo
numero 67.
n tar Bicos e rendas de todas as larguras ,
meias de seda para senhora a 1600 o par, e la-
vas a 480 reis, abotoaduras de massa a 720 re-
is facas e garfos muito finas a 4500 sus-
pensorios de borraxa a 320 reis o par papl
do peso superior a 3 essencia de rosa a 800
reis macass perola de todas as cores agu-
Ihas francezas em caixinhas superior agoa
de colonia trancelim de borraxa a 80 reis ,
tezouras finas a 200 res, caivetes finos a 400
reis, fitas lavradas e lizas botoes amarellos
para casacas e coletes, pomada franceza col-
xetes a 80 reis a caixa e 900 reisa duza e
oulras muilas miudezas baratas : na ra do
l.ivramento D. 5.
tsr Vende-se, permuta-se, ou arrenda-se, 1
sitio pequeo, muito perto por ser logo ao
sabir da Solidado para o Manguinho com
arvoredos de fruclos, chaos proprios com
grande e decente casa de sobrado toda envi-
dragada coniendo 14 quartos um algrete
na frente dous por loas de ferro e no fun-
do outro porlo grande coxeira casa para
pretos e cosinha pogo de aoa capaz de be-
ber e tanque para banho : na rilado muro
da Penha sobrado D. 3t das 6 as 8 horas da
manila e das 3 da tarde em dianle.
tar Erna bomba de ferro com todos os seus
pertences que tem servido de tirar agoa
das canoas para o deposito do tanque, cuja
quadade he melhor possivel : na ra da
Cadeia do Recife n. 45.
tar Por seu dono sabir para fora da Cida-
de urna cama de angico de cazal nova ,
feita a moderna com seus enxergoes o cor-
tinados de cassa : na ra de Hortas n. 46.
tsr Caibros de superior qualidade ripas,
lijlos de ladrilho ditos de alvenaria te-
Ihas, e tudo o mais qu for preciso para obras;
tambem se vende lijlos dealvenaria postosno
porto para pagar lodos os fins do mez agra-
dando ao comprador : na ra Augusta sobra-
do novo n. 9.
tsr Bom fumo em folha : em casa de E.
Schacfler ruado Vigario n. 18.
Erna rica cadeira de arruar feita na
na ra do Vigario n. 16.
Em forte pian no com muito boas vo-
Becife n. 53 das 8 horas da manli as 2 da
tarde.
Baha
ESCRAVOS FGIDOS
Fugio a 18 de Setemhro um escravo
de nome Pedro de nagao angico representa
40 annos de idade altura media he bas-
tante secco pernas linas ps pequeos, e
de pouca barba : levou vestido camisa e se-
roulasde p noticia faga-o conduzir a esta Cidade no bair-
ro de Santo Antonio na ra dos Martirios em
casa de Malhias de Albuquerque Mello quo
ser bem recompensado.
RECIFE NA TVP. DE M. F. DE F. = 1812



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