Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04791


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Full Text

Anno de 1842. Segunda Fera 10
cV
'l'uiln ajora ilfpenil- ile n* atimoi ; da nona prudencia anoderacSo energa : coa-
huucuiua como jiriawijiiaasoa e cereaaoa apunltdoa erna ilaiiraco entra ai Nacoea anaia
eulls- (Proclaaaacao da Aneaabla Geral do ItatU.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
CaUnna Paraiba e Rio grande d Norte aeganda e seilaa (eirai.
Bonito sG araamos, a^O e24-
Cabo Se'inn**1 Rio Formte Porto Cairo, Maoei e Alagoaa no 1. Ht t 21,
Boa-vist e Florea 13 e 28. Sanie Anuo quintas feirai. Olinda todoi o dial.
DIAS DA SEMANA.
40 Sea;, a. Francisco de Borja. Aud. dj J. de D. da 2. r.
II icio. Firmiuo B. Re. And. do J. da D. da 4. .
4t Quart. a. Cipriano B. M Mas. Aud. da J. de D. da 3. r.
4.3 Qom. Fduardo liei. Aud. do juii de D. da 2. .
4* Sexl. Callisto P. M. Aud. do J. de D. da i'. .
45 Sab. Tlicreta de Iciu V. C. Ral.' Aud. do J. da D. da 3. .
|6 Dom. a. Martiniano M.
de Oulubro. Anno XT1II. N. 21 *
O Diario publica ae todoa oa diaa que nlo fore Santificarlo : o preco da asignatura k*
de tre mil rea por quartrl pagoa adiantadoa. Oa anniimioa gratis e oa daa que o ni forra ratio de SO rea por linlia. Aa reclamacea derraa aer
dirigida! a e*a Typografia roa das Crutra D. 3, mu a pMfa da Independencia loja de lirrua
Numero 37 e 38.
CAMBIOS no da 8 deoitibro. compra venda.
ti
Cambio aobra Londraa 20 J d por 1 000
, Paria 3(i) reia p. Tranco.
. I.i.hoa lii por 400 nominal.
Motila de cobre 3 por 400 de dcaconl.
ldadcltratde boaa (rasas 1 | J.
Odio-Moeda da 0,400 V. 45,500
> N. 45,30J
da 4,000
Paati PatacOea
.i Petoa Columnares
dito Mezicanoa
u aaiuda
.N,:i()0
4,760
4,7(0
4,7MJ
1,4U
45.700
45 5U
8 70i
4,788
4, "MI
4.7811
1.6SU
Preamar do dia 40 de Oulubro
4. a 40 hora* a 6 aa. da aaanni.
2. a 40 hora* e 30 aa. da larde.
PHASES DA LOA NO MEZ UEOUTUURO.
La iOTa a 4- a 4 boraa t fi aa. da manli
Quart. eraae. a 44 la i horaa e 22 da minli.
La cbaia a 49-- 4a 8 horaa 53 aa. da inaiili.
Quart, aaing. a 26 a 40 horaa a 23 aa. da lard.
DIARIO DE PERNAMBl
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA i DO COR RENTE.
Oficio A Manoel Coelho Cintra nomo-
amlo-o -ern cumplimento dos artigos f 4 e
15 da lei provincial numero 9 de 10 de Ju-
nho de 183o para contratar com os propie-
tarios Joze Antonio da Silva e D. Maria
Francisca Mrtnteiro a extraco da trra pre-
cisa para estrada de Parnameirim ; no que se
dever regular pelo que dspoe o artigo 17 da
citada lei.
Dito Ao engenheiro em chefo das obras
publicas, communicando a antecedente no-
IK'aQO.
Dito Ao delegado do termo do Pao do
allio scientificando-o de liav-r sido entre-
gue o recrula Joze Anastacio que remetleo
ucompanliado do seo olficio do primeiro do
corrente.
Dito A cmara municipal do Limoeiro ,
autorisando-a de conformidade com o dis-
posto no artigo 26 capitulo 20 titulo ter-
ceiro da lei provincial numero 79 de 4 de
Maio de 1839 mandar lumbar e oncor-
porar aos proprios d'aquella cmara as tr-
ras de que trata eni ollicio de 9 do mez ul-
timo.
Portara Ao inspector do arsenal de ma-
ruha ordenando que faga apromplar
quanto antes a escuna =s Legalidade =
iim de ir fabricar na Babia visto nio have-
rem presentemente aqui os mastros de que
ella precisa.
r)ta Ao com.Tandanle do brigue = Im-
perial Pedro = determinando que faga
seguir para a suprareferida provincia a escu-
na supracitada cujo commandante devei
a presentar ao Exm. Presidente d'aquella pro-
vincia o oilieio que Ihe remello.
Ollicio Ao director do arsenal lo guer-
ra ordenando-lhe que d'hoje (i) em di-
ante nao compre genero algum para deposito ,
e suprimento das ollicinas d'aquella reparti-
cio sem que primeiramenle participe Pre-
sidencia que ha necessidade do dito gene-
ro e a importancia que cumpre despender ,
e da mesma Presidencia receba a competente
autorisaofio: o inlelligenciando-o de que
osta ordem nao se eslende s despesas miu-
das.
Dito Ao ebefe de polica interino re
metiendo um olficio do inspector da alfande-
ga com data de 3 do do corrente em o qual
participa, quo bordo do patacho America-
no =s Ncw-Yorck =a vem de/, passageiros, dos
quaes Iressomente trazem passa portes im
deque, tomando conhecimenlod'isto pro-
ceda na forma da lei.
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
liha autoris:indo-o contratar o forneci-
niento d,s gneros precisos para aquelle ar
seal e as einbarcacoes d'armada por lem-
po de tres mezes lindar em Dezembro pr-
ximo futuro com Bernardino Francisco de
Azevedo Campos e Manoel Joaquim Pedro
da Costa pelos precos declarados em seo of-
icio de 30 do mez prximo lindo.
DitoA comtnisso administradora das
obras do tliealro enviando a relaco das ma-
deiras fomecidas por emprestimo pola re-
partido das obras publicas para a obra do
mencionado theatro im de que tom a pos-
si vid brevidade mande satisfazer aquelle em-
prestimo com igual quantidade de madeiras,
e das meslas dimengOea.
Dit0__Ao engenheiro em chafe das obras
publicas participando o couteudo no ante-
cedente ollicio.
BISPADO DE PERNAMBUCO.
EDITAL.
Dom Jo3o da PurificagSo Marques Perdigo ,
Configo Regrantede S. Agostinho, por Gra-
C,a de Dos e da Sania S Apostlica Bis-
po de Pernambnco e do Conselho de S.
M. I. &c.
Por especial mandado de S. Magestadc o
imperador communicado pelo Imperial Avi-
zo de 14 de Maio de 1829 expedido pela Se-
cretaria de estado dos Negocios da Justina po-
mos a concurso pelo presente Edital asseguili-
tes Igrejas vigas deste Bispado. A de N. Se-
nhora da Conceigo das Agoas Bellas, a de S.
Rita do Kio Preto a de N. Snra. do Rio das
Egoas adcN. Snra. da Pena do Burili, a
de Atalaia, a de S. Gong-alo a de S. Romo
da Manga a deS. Joze dos Angicos a de
S. Joo Baptisla de Porta Alegre a de S.
Rita da Povoagno de S. Cruz a da Aroz a
deS. Jozede Carinhanha a do N. Snra. do
Carmo a de N. Snra. do Livramento a
de N. Snra. da ConceigSo da Vila do Conde,
ou Jacca a do SS. Sacramento do bairro da
Boa-vista a de S. Antonio do Meirim, a de
Guarabira adeN. Snra. dos Milagres do
Coit adeS. Joze do Brejo da Madre de
Dos a de S. Antonio do Pilo Arcado, a d
N. Snra da Madre de Dos do Puxim a da
Malta Grande, a de N. Snra. da ConccigSo
da Laga debaixo a de Papari.
Todo o Reverendo Sacerdote t ou Cle igo .
que qceira faser opposigSo as fgrejas cima
referidas appresente-se com os seos papis
promptos, e correles na forma do estillo pa-
ra serem admiltidos, fasendo termo de op-
pozigo dentro do prazo de secenta das fln-
dos os quaes se far o concurso, em o qual res-
pondern os Reverendos oppositores nove ca-
zos de Moral e Consciencia; e fui o nina ex-
posigSo ou homdia ao Evangelho que as-
signar-mos para propor-mos a S. Magosta-
de Imperial e Constitucional os que se jul-
garem mais danos na forma dos Sagrados
Caones, e Concilio Tridenlno.
Dado em Olinda sob o Sello da Chancella-
ra, e Nasso Simal aos 8 de Oulubro de 1842.
E eu o Padre Joaquim d'Assumpgao escri-
vo da Cmara Episcopal o sobscrevi :
Joo Bispo Diocesano.
Assumpgo.
Edctal, pelo qual Manda V. Exc. Rma.
por a concurso as Igrejas desto Rispado na
conformidade das Imperiaes Ordens como no
mesmo so declara.
Para V. Exc. Rma. Assignar.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE D0 DA 1. DO CORRENTE.
Ollicio Ao Exm. Presidente, inderes-
sando-lhe para ser encaminbada a presenga
imperial, a pelico de Innocencio Gomes,
soldado do deposito quo supplicaw demi-
gSo do servico por ser casado com filho e
viver eom amulher ao lempo em que fora re-
crulado.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. enviando-
Ihe para ter igual destino o requerimento
do Antonio Lourengo da Silva que suppli-
cava demigo por ser casado e de bom com-
portamento sendo por isso indevidamente
recrutado.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. enviando-
Ibepara lerem conveniente dirego as guias
dos oficaes e pragas de pret, do terceiro
batalhodeartlberiaa p, que estando em
servigo no Rio-grande do sul lizero passa
"em para o quinto eorpo da mesma arma ,
d'ordem de S. M. o Imperador communi-
cada em aviso Ja reprtigo da guerra de 22
de Abril deste anno.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. restituin-
do-llie o ollicio Jo inspector da tiiesouraria ,
substilui-
pedindo-
acompanhado d'outro do delegado do termo
de Paje de Flores e informando acorra do
pagamento da dispesa feitacom 13 recrutas ,
que foro remetlidos a esta capital.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., signifiean-
do-lhe em soluco ao seo ollicio de 20 de Se-
lembro prximo passado que nao consta-
va ter-se feito remessa para a corle ( na quu-
lidade de recrula ) de Antonio Rodrigues Mar-
tos mencionado no aviso do Exm. Snr.
ministro da marnba cuja copia recebera
com seo dito olficio.
DitoAocapitflo commandante da segunda
companhia do batalho de nfantaria de guar-
das nacionaesem servigo na cdadede Goiauna,
dizendo-Ibe que as diligencias da polica de-
vio serfeitas na rasan da forga da compa-
nhia e por forma tal que nem o servico
soflresse grande detrimento e nem o sol-
dado fosse atropelado
PortliaAotenente coronel comman-
dante do batalho de nfantaria de guardas
nacionaes destacado mandando excluir do
mesmo ao primeiro sargento Nicolao Nones
Selle, e soldados Candi lo Francisco da Por-
ciuncula e Joze Francisco dos Santos to-
dos por tercm sido inspeccionados pela jun-
ta de saude e considerados incapazes do ser-
vigo activo devendo sollicilar dos respecti-
vos commandantes de coipos as
ges na forma da Lei.
dem do da 3.
Olficio Ao Exm Presidente^
Ihe esclarecimenloacerca dos vencimenios que
competiao aos dous soldados do antigo corpo
de municipaes permanentes que devao ser
addiJos a nm dos corpos de linlia afina de
esperarem snas reformas
Dito Ao mesmo Exm. Snr propondo-
Ihe para demissao afim de ser esta solicitada
do governo imperial a$ pracas de liaba ins-
peccionadas pela junta de saude em o da 30
de Setembro ultimo, as quaes sao as segun-
tes = batalho provisorio cabo Manoel da
Cimba Misquita asoldados, Joo Aiitonio
Belcva Paulino da Costa Lamego Pedro
Celestino Joze Fraicisco da Silva Jt.ao
Ferreira da Silva e Joo Antonio = batalho
terceiro de artilharia = soldado Alexandri-
no de Seixas Cavalcante = companhia de ar-
ices fea soldados Joze Elias de Vasconcel-
os Francisco Joaquim Antero Joaquim
Goncalves Das c Simo Joze Correia =
companhia de cavalharia = soldado Anto-
nio Pereira.
Dito Ao mesmo Exm. Snr iransmit-
tindo-lhe informado o requerimento de Do-
mingos Joze Vieira segundo sargento do oi-
tavo batalho de capadores que pedia se Ihe
mandasse pagar a quantia de 10 ,) reis que
dispendera com o aluguel de um cavado no
qual fisera a sua jornada de Paje de Flores
para esta capital havendo como bouve re-
commendacao para que a viagem fosse feita
com a necessari* celeridade.
Dito Ao Exm. commandante das ar-
mas da corte significando-lhe que em
virtude d'ordem de S. M. o Imperador se-
gua no vapor = S. Sebaslio = a ser-lbe
apresentado o coronel do imperial corpo de
engenheiros Firmno Herculano de Moraes
Ancora cuja guia opportunamente Ihe se-
ria remeltida.
DitoAo commandante interino da for-
taleza de Itamarac ordenando-lhe que
fizesse apresentar nesta capital no dia 29 do
correnle afim de ser inspeccionado no dia
immediato o almoxarife Alexandre Simio
da Cruz.
Dito__Ao tenante coronel commandante
do batalho de nfantaria de guardas naciona
es destacado, ordenando-lhe em vista da par-
ticipa gf quefizera da fuga do preso Jo Fer-
reira dos Anjos que mandasse com urgen-
cia proceder a conseibo de inve^tigagio, con-
tra o alferes Pedro de Asss Campos que so
achava de estado maior e permiti que o
preso sabisso la priso para banbar-se fora
do quartel, e contra o guarda quo o acom-
panhou afim de serem ambos julgados em v
conselho de guerra.
Porlaria Ao mesmo mandando quo
formado o batalho, fizesse constar-lhc quo
bio ser excluidos os soldados Julio llibeiro
da Silva e Luiz de Franga ambos da lor-
ceira companhia por continuadas faltas no
servico e incorrgibilidade devendo pas-
sar-lbes guias para os seos respectivos corpos,
a cu jos com mandantes deveria solicitar os
substitutos na forma da lei.
Dita Ao major commandante da forga
destacada em Olinda, mandando excluir o
guarda Joaquim Silverio em attengo a ser
cazado com familia.
ARTIGO DA ORDEM DO DIA 22 DE SETEMHRO
DE 1842.
S. Ex. manda publicar a provso do con-
cedi supremo militar de 2i) d'Agosto ulti-
mo abaixo transcripto qin por copia Iho
foi remeltida pelo Exm. Sr. Presidente ,
comparhada do ollicio do 20 do correnle.
I'ROVISA.
Dom Pedro por Graga de Dos e Un-
nime Aclamago dos povos imperador, cons-
titucional e Defensor Perpetuo do Rrazil.
Fago saber vos Presidente da Provincia de
Pernambnco ; Que Subindo Minha Augus-
ta Presenga urna consulta do Conselho Su-
premo Militar a que mandei proceder, so-
bre o vosso ollicio numero sessenta e sete ,
acompanliando o do commandante das armas
d'essa provincia, datado de vinte e sete d6 A-
brildeste anno cerca da admisso do ca-
detes no batalho de guardas naconaes desta-
cados : E conformando-.Me inteiiarnente cotn
o Parecer do Conselho. lley por bem por
Minha [inmediata e Imperial Resolugo de
seis do presente, mez Mandar declarar quo
nao sendo da instituigo das Guardas Naco-
naes haverem classes privilegiadas nao podo
ser admssivel o eslabelecimento de taes clas-
ses. Entendei-o assim. Sua Magostado o Im-
perador o Mandou pelos Membros do Conse-
lho Supremo Militar abaixo assignados. Jozo
Francisco do Am.nal a fez nesta Corte e
Cidadedo Rio de Janeiro aos vinte e novo
dias do mez de Agosto do Anno do Nasci-
mento do nosso Senhor Jezus Christo do
mil oito centos quarenta e dous.E eu Fran-
cisco Joze de Souza Soares de Andrea servin-
do de Secretario a fiz escreyer e subscrevi.
Luiz da Cunha MoreraJoo Chrisostomo
Callado Cumpra-se. Palacio do Pernam-
buco 19 do Setembro do 1842.Baro da
Boa-vista Est conforme.
0 Ollicial Maior
Antonio Joze de Oliveira.
( Assgnado ) Manoel Joaquim d'Oliveira ,
major graduado ajudante d'ordens de semana.
ARTIGO DA ORDEM DO DIA 23 DE SETEMBRO
DE 18*2.
0 mesmo Exm. Sr. manda publicara ta-
rifa das comodonas d'embarque dos oflicia-
esdoexercilo que por copia Ihe foi remet-
tia pelo Exm. Sr. Presidente da proviucia
em oflieo de 20 do corrente.
Tarifa das comodonas de embarque dosofli
ciaes do exercito, na conformidade da
Lei de 24 de Novembro de 1830.
Pailas.
Brigadeiro .
Coronel .
Tenente-Co."1
Major
CapilSo
Ouanlo j 0BSERYa;5F.s.
por ata, \
i :200 As co m edo r ias pa
i :000 ra transporte de of-
:8l)0 liciaes sao abona-
:G00 das pelas patentes de
:400 sua flclividade, o
i
I
ir
I



B

J*.
SS


Teen te.
Alfares .
i". Cadete
Lugares a qn.
destinao.
:400 nAo pela graduado, | ver o oflicio que receba do Exm. Sr. Presi-
ono salvo quando os des- dente em data de 30 de Setembro p. p. de-
termina que a contar de 9 do referido mcz
de Setembro sess<) nesta provincia o abono
das prestaces quoem socorro do suas fa-
milias deixarAo varias pracas de pret quan-
do expcdiccionarfto a differentes pontos do
:400 paehados tem so-
inent graduacoea
honorarias.
DAS DF. COMF.DOntVS.
se j Km navios | Em harcos
de vella.
60
de vapor.
40
40
32
T>2
2 t
20
1..
20
10
G
Para.......
MaranhAo .... 60
Parahiba.......50
Parnahiba......50
Rio Grande do Xorto 10
l'ernambuco......30
Rabia........20
Rio Grande do Sul 30
Santa Catharina IfJ
Santos........12
Sucrelaria d'estado em 22 ds Agosto de
1842.Joo Bandeira de Gova.Est con-
forme,
O official maior
Antonio Joze de Oliveira.
(A ssignado ) Manoel Joaquim d'OHveira ,
major graduado ajudanto d'ordensde semana.
ORDRM ADDICIONAI. A 00 DA 24 HE SETEMKRO
M 181-2.
Dando publicla.le ao Decreto n. 209 de 2
d'Agosto destn anno pelo qnal bouve Sua
Magnstade o Impprailor por bem conceder o
Iractamento de Senhoria aos actuaes comman-
dantes das armas e aos que para o futuro
occuparem este emprego qu.tndo por outru
titulo o no tiverem maior ; e bem assim a
provisAo de 29 do referido mez que prohi-
be aos offciaes militares darem-se entre si
traclamentos que nao tenhao por lei e
que so nAo acceitcm documentos ou corres-
pondencias de servico em que lacs tracta-
mentos apparerio ; determino que de boje
em diante so observem restrictamente na
guarnirn dcsta provincia estas imperiaes
disposicOes.
Tomando em considerac/io a representa-
cao que devem ter os com ni anda rites das ar-
mas das provincias deste. imperio, hoi por
bem que tinto os que actualmente occupo os
ditos commandos como os que daqui em
dianle os occuparcm tenbo o tratamento
de senhoria se por oulro titulo o nao tive-
rem maior. Candido Joze de Araujo Vianna,
do meu concelho, ministro o secretario de
estado dos negocios do imperio o tenha as-
sim entendido e faca execular com os des-
pachos necessarios. Palacio do Dio de Ja-
neiro em 2 d agosto de 18-12, vigsimo
primeiro da independencia e do imperio.
Com a rubrica de Sua Mage.st.iidc o Impera-
dor. Candido Joze de Araujo Vianna.
me de roubo ; foi condemnado a 4 annos
e meio de gales.
I LIRIO DE PERMIBim
INTERIOR.
imperio e que igual procodimento se te da
com as pracas de pret d'outras provincias em
servico nesta quando por ventura tenho
nellas deixado prestaces dovendo por con-
seguinte tirar-se-lhesnos prets seos venci-
mentos por inteiro desde a quela data.
oniio'
lllm. Sr.
Determinando Sua Ma;eslade o Imperador,
poravizode 9 do correte, expedido pela
secretaria d'estado dos negocios da guerra,
que se nao permita s pravas de pret, quan-
do marchao o deixar s suas familias o seo
respectivo sold ou parte delle por ser tal
permissao aleni de abusiva prejudicial aojja Costa"
RIO DE JANEIRO.
Relacjio dos offciaes reformados na conformi-
dade do decreto n." 2t0, do I." de dezem-
bro de 18 i 1, a que se refere o decreto des-
ta data.
O lenente-gcneral visconde do Rio Com-
prido.
O brigadeiro effeclivo visconde de Castro.
0 teen te-coronel do imperial corpo de en-
genheiros Joze Antonio Teixeira Cabral.
O major effeclivo do dito corpo Joze Joa-
quim Vieira Sonto.
Os ditos graduados Roberto Ferreira da Sil-
va e Antonio Vicente Vellez.
O capito Luiz Antonio da Costa Barradas.
O major effectivo de artilharia Fernando
0 Vapor Pernambucana chegado das pro-
vincias do Norto no dia 8, nada nos trouco
do novo senSo a certeza de que nao foi all
alterada a tranquilidade publica.
servico por diflicultar os descontos a que
os soldados d'aquellas pracas esto sujeitos ,
quando por doentes entro nos hospitaes ou
quando inutilisAo pecas de fardamento c-
quipamenlo ou armamento ; assim como
que cessem todos os abonos desta nature/.a ,
que aqu tenhao occorrido ; e quando exis-
to nesta provincia pracas vindas de outras
onde tenliAo deixado seos sidos sejo in-
cluidas no respectivo pret contar da data
daquella ordem em diante : assim o partid
fio V. S. para sua intelligencia e execugo
na parte que lite toca.
Dos Guarde a V. S. Palacio de Pernam-
huco em 30 de Setembro de 1842 Raro
da Roa-vista. Snr. tenente coronel com-
mandante das armas Antonio Pedro de S
Harreto. Assignado Manoel Fernandes da
Cruz capitiio as ordens.
RTICO n.V ORDEM
DO DIA i DE OTl'BRO DE
l842. .
PHOVISA.
Dom Pedro, por Grac,a de Dos e l'nani-
me Acclamacjlo dos Povos Imperador lions-
titucional, e Defensor Perpetuo do Brazil.
Faco Saber a Vos Presidente da Provincia de
Pernambuco Que Tendo Subido Minha
Augusta Presenta una Consulta do Conse-
llio Supremo Militar a que Mandei proceder ,
sobre o oflicio numero dezenove do Com-
nandante das Armas da mesma Provincia ,
pedindo entre outrns esclarecimentos o de
qual leva ser o tratamento reciproco entre os
diversos offciaes emgeral ; E conformandj-
Me inteiramente nesta parte com o pare-
cer do Conselho : Hey por bem por Minha
lmmediata e Imperial Resoluco de dous
do prezente mez Mandar Declarar que
nAo havendo motivo para que os olliciaes se
deem entre si tratamento que nAo tenhAo
por Lei se nao aceitem documentos ou
correspondencias de servido, em que les
tratamentos apparecAn. Entendei-o o ruin-
pri-o assim. Sua Mageslade o Impera-
dor o Mandn pelos Mernbros do Con-
selho Supremo Militar, abaixo-assignados.
Joaquim Felis Conrado a fez nesta Corte o
cidade do Rio de Janeiro aos vinte nove di
as do mez do Agosto do anno do Nascimen-
Os ditos graduados Joaquim Joze Xavier dos
Anjos Jo/.e Alves da Silva Sergio Joze Vel-
lozo Innocencio Eustaquio Ferreira de A-
raujo.
Os capiles effectivos do artilharia Mano-
el Joze de Araujo Coutinho Manoel de S.
Boaventura Ferraz, Joze Antonio Bitencourl,
Francisco Joze Cmara Joze Mara Franco ,
Pedro Xavier Cordeire.
O i. tenente Joaquim Joze de Carvalho.
. O dito graduado Joze Antonio da Silva Az-
vedo.
Os tenentes Manoel de Santa Rila Portel-
la Joze Pinhoiro de l.emos Estanislao Jo-
ze de Moraes Francisco Elias Pereira, Clau-
dio Joze Coutinho Francisco de Assiz Mel-
lo Ignacio Candido de Jezus Manoel Car-
duzo Gomes e Joaquim Altarlo de Figueiredo.
Os majores eectivos de cavallaria Gomes
Freir de Andrade e Joze Caetano Monteiro.
Os alferes de cavallaria Antonio Rodrigues
da Costa Joo Joze da Silva Theodoro, Joa-
quim Desiderio de Paula Joaquim de Al-
Manda mais S. S. dar publicidade, para meida Mello Trant, Isaac Nerston Januario
' e Miguel Augusto de Souza Furtado de Men-
donga.
Os coronis effectivos de infantaria JoAo Flo-
rencio Perica e JoAo Chrysostomo da Silva.
Os mnjores effectivos de infantaria Joze An-
tonio da Silva Castro, Andr de Lemos R-
beiro JoAo Francisco Rarreto e Manoel Ma-
chado da Silva Santiago.
Os ditos graduados JoAo Nepomoceno da
Coala Monteiro e Sebastio Xavier de Souza.
alguna offciaes do exercito a quem elles Os capites effectivos de infantaria Manoel
competem pelos seos exercicios depois de I Joze Rodrigues Ponsadilha Joo Ravmundo
lindo o praso de. sete annos marcado para a | Franco de S Joaquim Martins de Ameida ,
sua duracSo no 18 do plano que baixou i Antonio Roque Vellozo de Oliveira Luiz Pe-
com o Decreto de 5 de Dezernbro de 1810 j reir da Fonseca Antonio Joaquim Diniz e
houve por bem o Mesmo Augusto Snr., para Alberto Joze d? Mello.
evitara continuacode semelhanle pralica [ O dito graduado Manoel Antonio Pereira.
queoenbumn lei autoriza, mandar declarar
por avizo de o do corrente que lindo o refe-
rido oraso de sete annos nao ha direito para
se abonar nova remonta que s se concede
por urna vez quando os oicaes entro em
exercicio a que competem eavalgaduras ; e
que, quando dentro do mesmo praso passo
a ter outro exercicio a que tamben) compi-
to eavalgaduras nAo tem direito a novo a-
bono e devem continuar a servir com os
cavallos ja recebidos. O que pai ticipo a V. S.
para sua intelligencia e execuco na parle ,
qu* Ihe toca. Dos Guarde a V S. Palacio
de Pernambuco em 30 de Setembro de 1842-
BarAoda Boa-vista.Snr. lenle coronel
eommandante das ai mas Antonio Pedro de
Sa Rarreto. (Assignado, Manoel Fernandes da
Cruz capilao as ordens.
que tenha seo devido effeito ao officio que
recebeodoExm. Sr. Presidente da provincia
em data* de 30 de Setembro ultimo acerca
do abono das eavalgaduras que competem aos
ofliciaes do exercito
orncio.
Illm. Snr.
Chegando ao conhecimento de Sua Magesta-
de o Imperador que abusivamente se tem a-
bonado dinheiro para remonta de cavallos a
ilo exercito
Os tenentes eireclivos de infantari Gonza-
lo Pereira de Oliveira Manoel Joze de Jezus
Pontes Raymundo Joze dos Santos Victo-
rino Joze do Carvalho e Pedro Rarbosa Leal.
O tenente ajudanto da extincta segunda li-
nha Gregorio Lopes Pereira.
Os alferes de infantaria, Hermenegildo Joa-
quim Fernandes de Menezes, Luiz Gomes Ri-
beiro Amonio da Costa Nones Lucio Rar-
bosa Ferreira Abran tes Antonio Rodrigues
Alves Rranco, Simplicio da Silva Res, Agos
linho Marinho de S Joze Filippe Renicio ,
Fausto Agusto de Almeida Ozorio Francis-
TRIBUNAL DO Jl RADO DO RECIFE.
Presidencia do snr. Dr. Manoel Mendesda
Cunta Azevcdo.
Seesodo i. d'Outubro
Ignacio Manoel pardo, solteiro de ">0
anuos natural de Cnna e morador nesta ci-
dade, pedreiro, aecusado pelo snr. Dr. Promo-
to de Nosso Senhor Jezus Christo de mil | tor por crime de tentativa de roubo de un cs-
oito centos quarenta e dous. E en Francis- cravo : foi absolvido.
co Joze de Souza Soares de Andrea vogal
fervindo de secretario de guerra a liz escro-
ver o subserevi. I,ni/, da Cunha Morcira
Joo ChrisostomoCallado Cumprase. Pa-
lacio de Pernambuco I9de Selembro de i8i2.
ItarAo da Roa-vista. Est conforme.
Antonio Joze de Oliveira.
' Assignado ) Antonio Pedro de Si Bar-
rclto.
ARTIGO DA OBDEM l0 lIV DE OtTl'BBO DE
d mesmo lllm. ^r., mandando Iranscrc-
Sissaode3 d'Outubro.
Francisco Antonio da Cnnha |>ardo soltei-
ro de -jS annos natural da Muribeca e
morador nesta cidade sem oflicio acensado
peo snr. Dr. Promotor >or crime de tentativa
de morle em Manoel de Jess Maria com
circustaneias aggrayantes e defendido pelo
snr. Dr. Feilosa foi condemnado a 14 mezes
de prisAo o multa correspondente a melada
do tempo.
Sesso de 4 d'Outubro.
rni7 Gnnzaga de Sena, par.Ioca/.ado, de 40
annos, natural Q morador desta cidade, pesca-
dor aecuzd otdosnr. Dr. Prom-dor por eri-
co Ji.ze do Rosario Antonio Faustino ue Mi-
randa, Francisco Manoel da Silva, Joze Tho-
m Alcntara e Silva Joze dos Santos Ferreira
Jnior, Francisco de Assiz Hortencio Jo/.e
de Oliveira Maximiano Luiz Manoel de Je-
ss e Andrade Joaquim Eloy de Queiroz
Feliciano Baphata Ribeiro Carr.ara Antonio
Muniz Tidlo de Sampaio, Joaquim de Moraes
.Navarro, Domingos Joze Torres, Benigno
Gomes Praia, Antonio Benedicto de S. Vicen-
te e Jo/.e Dom i ngues Torres.
0 alferes ajudantes da extincta segunda li-
nha Raymundo Pereira de Rurgos c Joaquim
Gregorio Pinto.
Palacio do Rio de Janeiro em 19 de Agos-
to de 1842. = Joze Clemente Pereira Ma-
noel Antonio da Fonseca Costa ajudante de
ordens cncarregado do detalbe.
S. PALLO ii de setembro.
lloje aqui chegou a noticia da restauradlo
de Minas, que. sendo ollirial, publicada
por :im bando com msicos luminarias re-
piques vivas, etc. etc.
I'oi pronunciado como cabega da rebellio,
na Cimeira o senador Vorguciro eoscapi-
te.s Palhares c Francisco Jos da silva como
commandantes de tropa.
'arta particular. )
COM MNICA DO.
Um facto horroroso leve lugar no dia 2 do
corrente m.*z pelas sete horas da manh. llni
soldado do Corpo dos Artfices que se acha-
va de guarda tendo n dia antecedente sof-
frido algumas chibatadas que Ihe havia dado
o Sargento, eommandante da mesma guarda,
desconhecendo as leis da subordinado devida
aos seus superiores c*go e arrebatado pelo
furor de vinganca IVrio gravemente ao men-
cionado Sargento servindo-so da sua bayone-
ta : e para levar a effeito o seu terrivel de-
signio que sem duvida era arrancar-Ihe n
vida o perseguio at o principio da ra do
Collegio onde Ihe fez os ltimos lrimentos,
e foi preso.
Esle allentado he de certo credOr da mais
rigorosa o exemplar punic/io ; porm esta
deve de ser fulminada pelas authoridades com-
petentes e segundo as formulas estabelleci-
das por lei. Mas qual ser o foro competente
para eonhecer do delicio de que se trata ?
Eis a queslo que pretendemos dilucidar.
Consta-nos que se pretende faser julgar o
delinquenle segundo as leis militares por se-
rem mais rigorosas e mais aceelerado o scu
processo : e com quanto concordemos que
esse desgracado de quem nao temos o me-
nor conhecimento de ve de ser severamente
castigado ; nao podemos todava admiitir ,
que para obter esse resultado salutar so
rasgue o 11 do Art. 179 da Const. do Imp.,
sejAo atropeladas as leis e menos presadas as
instituiefies do paiz sugeitando-se o conhe-
cimento do delicio em questAo um tribunal
excepcional e sem jurisdiccSo nesta parte e
nao no foro commum quem manifesla-
mente ( segundo nos parece ) compete.
Antigamente os militares nao s tinho fo-
ro privilegiado, onde se tratavo as suas cau-
sas crimes mas at em certo tempo tivero
escrivAo privativo no civel como se ve do*
Alvs. de 20 de Junho de 1797 e de 3 de Ju-
!hode!798: este privelegio porm foi entre
nos abolido pela Const. do Imp. e mais dis-
posices legislativas que redusinlo a juris-
diccSo criminal dos tribunaes militares aos
crimen puramente militares, corno passamo*
demonstrar.
A nossa Const. no Art. 179 17 diz : A
excepgAo das causas que por sua naturesa
pertencem Juizos particulares na confor-
midade das leis nAo haver foro privilegia-
do nem commisses esfieciaes as causas c-
veisou crimes : este principia recebe maior
desenvolvimento no Cod. Penal quando no
Art. 308 meneionando-se os crimes que sao
excntricos da sua competencia se referem
como taes no 2. a O crimes puramente
militares os quaes sero punidos na forma
das leis respectivas : finalmente o Cod. do
IW. Crim. no Art. 8." assim se exprime:
FirAo extinctas as Ouvidorias de Commar-
ca Juizes de Fora, e Ordinarios, eaJuris-
dtceo Crimina/- de qualqunr outra y/ut/io
ridade \ excepto o Senado Supremo Tribu-
nal de Justina Justina RollacAo, Juizoi Mi-
ir tares queeontinui'io eonhecer e. crimes
puramente mi/itarei e Juizos Ecclesiasticos
em materias puramente espirituaes : he
portante) mconcusso vista de toda esta le-
gislado, que o foro militar, bem romo o Ec-
clesiastico, seacha rodusido simplesmente ao
conhecimento daquelles crimes que nao sao
punidos pelo foro commum epara os quaes
so comino penas as leis militares ou eecle-
suslicas ; porin tratemos nicamente do fo-
ro militar.
Com effeito segundos principios mais tri-
viaes da Hermenutica Jurdica se v que a
oxpresso crime* pinamente militares, em-
prenda pelos noscos Legisladores no Cod. Pe-
nal edo Proe. Crim. em os lugares supra-
cilados arreda, e excluc da competencia do
foro militar todos os Crimes que, a pesar de
contra elles comminarem penas as leis milita-
res, tamhem as leis civis os punem : taes cri-
mes nAo se podem clismar pui amante milita'
re* ; poisquo o adverbio puramente repelle
loda a idea de partiripacao ou ingerencia de
qualquer outra legislado ( que nao fora mi-
litar; naquelles crimes ; porexemplo: o a-
bandono do posto antes de ser rendido a de-
serebo, etc. sao crimen puramente mili/ares,
por que as leis civis os i.fio punem porm o
mesmo nao sepodedizer do crime, le que
tratamos, para o qual a leis civis com minio
penas como se pode ver em muitos Artigos


%-
do Cod. Penal: assim o cruno punido pelas
Jis miniares dexa de ser pu.rame.nlc militar,
ge as leis civis tamhem o puncm e nao sen-
do pw a-nenie militar deve de ser julgado pe-
Jo foro commum.
(Mando os no.-sos Legisladores aboliro o
privilegio de foro attendero tambem que
devio de ser punidas militas acgoes praloa-
das por militares, as quaes todava nao po-
dido ser sugeilas as efs civis nao por se-
ren fados particularissmos quespodem
ser perpetrados pur militares e de que os
maiscidados nao tem o menor conhecimenlo
para podcrem apreciar a sua culpabilidade ;
como porque seria um grande mal para a dis-
ciplina e economa doscorpos.militares sub-
metter as delongas e formulas do foro civil o
conhecimenlo de fados que alcm.de nenhu-
roa rellaco tcrom com a sociedade em parti-
cular sao eredores de prompto castigo : em
consequencia disto foi nccessario que a pe-
sar de abolido o privilegio de foro os trbu-
naes militares continuassem conhecer dos
crme* puramente militares isto he nao
comprehendidos as leis civis.
Ocrime de que tratamos posto que te-
nha sido perpetrado por um soldado na pes-
soa de um seu superior, e estando de guarda,
isto he em servir/o nao se torna por essa
raso puramente militar pois que as leis ci-
vis o punem ; e alein de outras a circunstan-
cia de ser o otTendido superior do delinquonte
mencionada no 7." do Art. 10 do Cod. Pe-
nal torna o delicio sohremaneira aggravado.
Em appoio de nossa asserc-o temos a Pro-
visao de 20 de Outubro de 1X3i que s re-
puta meramente milila'ei os crimes declara-
dos as leis militares e que somonte poden)
ser commettidos pelos cidados alistados nos
corpos militares do exercito ou armada; o que
jamis se pode com verdade dizer do caso em
quesillo, sendo incontestavel ,.que qualquer
individuo nao alistado nos corpos militares po-
de commetler um semelhanto altentado.
Alm disto muitos factos anteriores provo,
que sempre se julgou competente o foro com-
mum para proceder em casos idnticos : os
soldados que eslavo de guarda ;i mesa das
diversas rendas, e que fizero o roubo de seus
cu Ares ferio julgados pelo foro cornmum :
os que na Scrra das Russas assassuaro ao
recruta que trasio confiado sua guarda ,
JorAo julgados pelo foro commum : finalmen-
te o furriel de arlilharia ClaudioJoze de Mello
tendo sido condemnado em o conselho de
guerra por ter ferido no quartel ao Sargento
de sua companhia chegando seu processoao
conselho Supremo militar foi julgado nullo por
nao ser o crime puramente militar, e incom-
petente por conseguinte o conselho de guerra
para delle tomar conhecimento ; mandou-se
processar pelo foro commum o actualmente
o processo se acha sujeilo ao Tribunal dos
Jurados.
A vista destas considerages que oferece-
nios ao juiso do puhlico illuslrado, pensamos,
que o caso presente nao pode sor julgado se-
n'io pelo foro commum e jamis pelo conse-
lho de guerra; c confiado as I uses doSenhor
Auditor esperamos que nao passe semelhan-
le precedente to contrario s leis do paiz.
Nao se trata no caso ver tente de meras for-
malidades nos juramentos porm sim do
penas reaes e gravissimas, que vario segun-
do as leis por que for o criminoso julgado : se
o ollendido nao morrer o delinquonte nao
pode polas leis civis soffrer maior pena do
que a da tentativa de morte decretada no Art.
102 do Cod. Penal, combinado com o Art.
TA do mesinoCod. ; mss polas leis militares
o delinquonte pode ser punido de pena capital
ou o oflendido escape ou morra dos ferimentos
recebdos. E se apesar do nao morrer o oflon-
dido for o deliuquento condemnado a morte
m o conselho de guerra pello assassinato per-
petrado na pessoa de um seu superior nao
ser tambem a sua execuco um assassinato
jurdico, e tanto mais revollante. quanlo he
perpetrado debaixo do manto da lei ? Poslo
que nao sajamos militar, desojamos, que a
subordinerao na tropa soja a mais completa :
porm ainda mais desojamos que as leis nao
sejo violadas. S.
Ilio fosse s m:los. Felizmente abriro os o-
llios alguns moradores daquella frsguszia ,
e com o Juiz de Paz testa tirraoo iracun-
do anarchista do seu mo vezo ; e se como
esperamos a Cmara dos Snrs. Denotados con-
firmar a decizo dos homens entendidos na
materia desta provincia he de crer, que
se nAo repiti mais os aclos dezagradaveis de
dezordem que all commetero os cacotstas
do vigario.
Estas cleices do a mais calhegorica resposta
aos insultos dos snrs. Dr. Bast oboe Elias Pend-
ra ao dingo Bacharel sur. Cajuero a quem
a provincia quera por seu representante, como
acaba de mostrar, e a quem a sucia sediciosa
da dssolvida Cmara eshulhnu de seu direito.
Que he feto da votaco desses dous senhores }
Compe-se por ventura a populadlo desta pro-
vincia dos rusguentos de 30 ? Tirado algum
enorgumeno sigano que aqui se veio enrai-
zar contra nossa vontade os papa-suzurs ,
ha aqui gente que nao queira vor a Monsrchia
consolidada ? Nao, srs. Bedalores ; nos que-
remos a ordem, e a ordem monarcliica ; que-
remos ter representantes dignos da sua nobro
eommisso e cuja eleigo nao seja o aborto
de indignidades e trahicoes e sim u resul-
tado regular de nossa vontade.
Com a publicarlo destas toscas linhas mnilo
obrigaro &c.
0 Alagoano.
C O R HESP ONDENC I AS.
Snrs. Redactores.
Eslo concluidas nesta provincia das Ala-
goas aseleig.'S, e ter-se-ho le i lo sem a m-
nima alterago da ordem publica sem o me-
nor vislumbie de illogalidade se nao fora o
genio turbulento do vigario-d Palmeira que
vezado a tratar as suas cvelbas em negocios
polticos como verdadeiros earoeiros, queria
continuar ainda boje a influencia revoltante
quo por lanos anuos esorepo, sem achar quem
Snrs. Redactores.
Seja-me licito dizer duas palavrinhas ao
meu respeitavel antagonista. Diga-mo Sr.
correspondente porque c inexoravel e ri-
gorista com a bella madame Emilia de saudo-
sa aiuencia a pontos de querer provar que el-
la errou sompre que cantou nesto theatro s
porque o fez com dillerentes voses ? Essa va-
riedade v m ; porem dcsculpavel as cir-
cunstancias de madamc Emilia sem ter quem
a ajudasse na execuco de Duettos aiem de
seu marido ; falta esta tanto mais relevante
quanto sabido que em grandes thealros I-
taliaiiosse tem pratcado(oque urna ver-
dade ; mas que eu todava nao louvo ) ? Po-
rem nao com esse defeito que o senhor cor-
respondente provar a ignorancia de muzica
que irroga a madame Emilia ; pois sabido
que muito mais difcil solfejar em tres cla-
ves do que em urna somente. Cumpre aqui
dizer que nao afirmo quo a minha constituin-
te sabe bem muzica; porem sim quero com-
bater os supbismas do meu contrario (e a-
migo se me nao engao ).Erros de muzica
propriamente ditos, no caso em questo
perder-se descompassar desafinar en-
gasgar-so na direeco do ar usar mal da
voz por falta de methodo &C. ifcc ; defoitos
que nunca ohservei em madame Emilia : e
desalio os professores mparciaos parame af-
lirmarem o contrario. Quanlo a execuco da
cavatina da norma ; relevada a pequea fri-
ta de Ihe nio ser possivel sustentar reforcan-
do as notas agudissimas, que ella exige ,
ludo o mais foi sentimental e tocante. Alein
disto negar o senhor correspondente que
madame Emilia executou militas arias e cava-
linas modernissimas ecom bstanle graga ?
E cantar cavatinas e arias o mesmo que can-
tar Duettos i'Concluiremos pois que em ver-
dado madame Emilia umserro nao leve
na execugo das pecas que cantou no theatro
de Pernambuco ( respondao-me desmnta-
me os senhores professores que a ouviram ) :
que sua cantoria agrada deleila e arre-
bata sem que a comparemos com M. Crisi,
pois eu sou inmigo de hyperholes. Tem a-
inda outros predicados que lieao relatados na
minha primeira correspondencia o que he
de sobejo para nao ser rebaixada a pontos de
urna sen hora aventurar que sempre que
cantava errava. Sim meu presado cor-
respondente e amigo para se elogiar M.
Lucci nao be de mister menoscabar M. Emilia
com tanta impiedade : e adeos : estima-
re! que os ceos proteja a sua causa e re-
muuurem com vantajosos resultados em pre-
mio (lesnas fadigas ; oque eu Cordealmenta
Ihe desojo.
0 curioso.
gen, condenas, cestas, barricas aba-
tidas arcos e soblas.
Barca Ingleza = Thomas Mellors = Hormas,
ferragens, carnes e fazendas.
!'R\C4 DO REOIFE 8 DF. OlTl'BP.O DE 1812.
Revista Mercantil.
Cambios Tem havido tranzaeeoes do algu-
ma monta para o paquete Shift de
26 a 26 1 12, e nao houverao mais
por falta de dinheiro.
Algodo-< As entradas foro regulares e as
vendas a 5,000 a u .
Assucar Continua a oOO reis sobre o ferro
polo velho: o novo inda n;lo da lu-
gar a tran zaceos.
Couros Conservo o prego de 15 reis por
libra porem menos procurado.
Alpista Vendeo-se a 18,000 a barrica.
Azeile de peixe 1 lem a 800 reis o galao.
Batatas dem a i ,000 res a arroba.
Carne seca O depozito anda por 40,000 ,<_
sem alteraco no prego.
CarvSo de pedra Vendeo-se a 18*000 reis a
tonelada.
Bacalho S existe do novo 1,800 barricas,
e o consumo he muito limitado.
Earinha de trigo Entrou um carregamento
do Trieste com 1,000 barricas
que inda nio foi vendido.
De comestiveis e lquidos entraro tres carre-
gamentosdo Estreito, esquaes seguiro para
o Sul jor acharem pouoa sabida aos sorfi-
mentos do seus oarregamenlos.
ENPOnTACVO.
Liverpool Barca Ingleza Columbiis 1000
saccas do aleodAo. 80 eaixas do as-
sucar 1280 couros salgados 300
libras de doces 4/8 mos de va-
queta moeda B.~ 47:606^600, ge-
eros miudos e sasto 308,)i652 va-
lor R." 92:707,270.
Lisboa Brigue Portnguez Emilia 130 eai-
xas e 43 barricas de assucar 26
couros salgados 80 libras de joco,
170 meios de vaqueta, gneros miu-
dos R.' 2S4680 valor R.\ .
10:000. 627.
S
se com ocapiUo Ln'w. Ferreira da S. S.ou
com o consignalario Eirmiuo Jo/e Pelel da
Roza, ra da moeda D. i4o.
LEILA o.
\ C9~ L P. Adour A Companhia farSole-
io por interVoncSo do Correlor Olivora ,
Torra foira i 1 do corronlo. as 0 para as 10 ho-
ras da manh, no sou armazom, ra da<'rn/.
dos segiotes artigos proprros do mercado, o
por prc char contas a sabor: luvas, e meias de seda,
ditas de fio de scooia, veludos, sarjas e mili-
tas sedas lencos de fil chapeos para ho-
inem. litas do soda do varias qualidades ren-
das e bicos miudezas, Ferragens chapeos
do sol de seda raleado para homom o
Senhoras e meninas niarroquins bezer-
ros e muitos otllras artigo.
k tsr N. (i. "Biobor & Companhia farao lei-
lo por intervenejio d;> Corrotor Oliveira do
grande sortimento de fazoudas Inglcxas inclu-
sive madapoloes, meias d'algodao para Snra.t
ditas curtas pannos finos cbalos luvas,
e muitos outros artigos de prompta extrac-
to ; Quarla foira 12 do crrente s 10 horas
da manh om ponto no sou armazem, na ra
da Cruz.
AVISOS DIVERSOS.
HOVIMEKTO DO POBTO.
COMMBKCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento dodia 8 de Outubro 8:2l2,0o7
DESCARRECAO IIOJE 10 DE 0UTIBR0.
Brigue =Jenes= Barricas abatidas e com
lampos.
Brigue Inglez = Severa = Carato.
Origiie Dinauarquez s Buiilndni = Eari-
nha.
Brigue Portnguez zm Mara Feliz ss Ferra-
n vvio SAiiino no ra /.
Lisboa; Brigue Portnguez Jozofina Emi-
lia Capilao Isidro Aires de Sou/.a carga
assucar ; passageiros Jos Miguel dos San-
lus, Porluguez.
r.MKinos no niv K.
Para Maranho Cear Bio Grande do
Norte e Parahiba ; 20 das, Vapor Brsi-
leiro Pernambucano Cnmmandanle Manoel
dos Santos Ornellas ; passageiros brazilei
ros : o escrvo da armada Joze Duarte da
Silveira o Alfares Joze Francisco da sil-
va Aprijo Joze Ceara e 1 escravo o
Guarda Marinba Carlos Augusto Victorio ,
1 soldado desertor do balalhilo provisorio
desta provincia Laurentino Joze de Pl-
gueirido llOrecrutas do Maranho Pa-
rahiba e Rio Grande, Julio Bon. francez.
('ulingiiiba ; l2dias, lliate Nac. Especula-
dor Cap. Joze Thomaz dos santos car-
ga formas de ferro passageiros brasi-
leros o Capito Tencnte Rafael Lopes do
Aojos com sua familia e 0 oscravos J IIS
Deberis llambnrguez e 6 marinheiros
S.VIlinOS NO MESMO DA.
Macei ; Hiate Nac. Esperanga do Maranho,
Cap. Jofto da silva Porto carga varios g-
neros; passageiros Joze joaquim Gil, e 2
escravos.
Baha ; Brigue Escuna Carolina, Cap. Fran-
cisco Bernardo Mattos carga a mesma que
trouxe.
"declaraca0.
xsr 0 Sur. Guilherme Augusto Rodrigues
Leite nao tem parle no arligo beneficios do
theatro.
OS RR.
AVISOS MARTIMOS.
Para Montevideo a Escuna Americana
Rozario Capito Taylor de lote 165 Tone-
ladas encavilhada de cobre e de boa mar-
cha prompta para receber frete ou passagei-
ros para o que lera boas accommodacoes a
Callar ao Capitn ou a seu Consignatario Jos
Ray.
X3T Para o Maranho partir com brevi-
dade o brigue escuna Laura conhecido
nesta praga pela velocidad de suas viagens;
para carga passageiros, e escravus : trala-
Lolera da Matriz da Boa-vista.
Osuoeesso imprevisto occorrido na exlra-
co da lotera do Rosarlo torna de absolu-
ta necessidade deferir o andamento desta .
para odia 2< do corren le Outubro, pois he
geralnjente sabido que os premios prcebidos
em urna lotera servom para a compra dos
blhetos d'outra e nao sendo possivel arris-
car mais que o valor do beneficio he to
justo quanlo necessario este delermenlo.
= Estando fora desta praga Joaquim Fran-
cisco de Mello Cavalcante foi chamado pe-
lo Diario para ajusto de contas pelo sr. Joa-
quim Francisco Cavalcante de Mello, quo
nao ignora achar-so elle no certo em co-
brangas do suas dividas. E' nova a deseo-
borla de reconvir ou pedir ajuste de contas
pelas gazetas em logar de o t'az.or pelos olli-
caes dejustiga nos proprios autos da ques-
to e digna de admiraran a idea de ser jul-
gado pelos que lerem o Diario e nao pelo
juiz que de tomar conhecimenlo dos au-
tos e examinar as contas de que falla osr.
Cavalcante de Mello. Este sr. contraran o
libollo allegando as safras de iflRfj a 1839 ;
roqueira pois nos autos o ajuste de suas con-
tas parasor avahado pelo juiz e nao re
corra as gazetas nem ao publico o qinl
nao pode examinar essos doetimeulos. Joa-
quim Francisco do Mello quer o juizo do
quem poder apreciar osla questo a vista das
provas por que est corto de seo direito.
= Joze Mara Corroa Carnero faz socnto
I ao respeitavel publico que por have-r nutro
de igual nomo de ora em vante scassignar
Jo/e Mara Baplisla Carnciro.
tsr Aluga-se urna ca/a terrea na ruada
Florentina com muito bous commodos, quin-
tal e cacimba, a tratar na mesma ra na ul-
tima caza lado do nasecntc.
tsr Roga-se encarecidamente ao snr. A. C
M. R. baja de mandar pagar urna letra da
quantia de quarenta e oito mil reisj venci-
da que o mesmo snr. bem sabe a quem o
se ihe pede isto por obsequio para evitar de
romper mais calcado do que o que j se tem
rompido em procurar em sua caza.
tsr No da 12 do corren te mez se hfto da
arrematar o resto dos trastes do falescldo Joa-
quim Leocadio d'Olreira Cumares as 10 ho-
ras do dia e no armazem de Joze Antonio Pin-
to ra da Cruz.
tsr Arrenda-se pelo lempo que so conven-
cionar um sitio com caza de pedra e cal,
cercado com arvores ue espinho boa agoade
beber e bons rvoredos que j deito fruc-
tos ; no primeiro andar do sobrado em que
mora o escrvo dos protesto ra do sol.
t&" 0 arrematante do imposto de 20 por
cento sobre o comsumo das agoardentes do
produgo braslera, nviza aos snrs. que
ainda nao pagaro dito comsumo venho
fizel-o nosdias K), 11, 12 13 14 e 15,
do corrente as S Pontas N. 11 lindo os
quaes se proceder na forma da le contra os
que deixarem de pagar.
= Roga-se ao snr. Eduardo empregado
a bordo da escuna lebre Thomaz Dowsly
C. R. M. O. V. de sedirgirem a ra do Quci-
nudo D. .".
= Qualquer snra. ou snr. quo precizar do
i oupa engomada e lavada, muito perfo-
tamenle e mais em Coflta, dirija-se a ra das
Flores D. 6.
i


-^-"--"
4
Urna Senliora moradeira em Santa An- ur Aluga-se nina luja com armago para
a convida asSenhor.ts passadeims da festa venda, no pateo do Terco ; na ra do Livra-
que qui/.erem mandar fuer vestidos do ultimo menlo do lado direito D. 15.
gosto e mui bem l'eitos : por jneco milito! cy Quem annunciou no Diario de 6 do
em corita e tnesmo toda qualquer costura : que corren te querer comprar urna caza terrea por
dirijo-se a o ultimo portJo do ferro a direita .1:200^000 rs. querendo urna feita a mo-
que segu para a ra da caza forte a masla j danta com bastantes commodos e bom
Senhora declara a os Senhores alfaiates que i quintal, cita na ra do Amparo da Cidade de
quizerem dar a fazer calcas coleles jaque- Olinda que so nao ter duvida entrar en;
tas, pelo preco de urna pcssa pela ouli-a a
cruzado podem aparecerm na ra das Flo-
res D. 0 ad'vertindo que as ditas obras se
l'azem muito bem feitas ecom Invvidade.
PILULAS VEGETAES E fNlVEHSAF.S AMEKICANAS.
tsr O nico deposito dellas he em caza de
D. Knoth, agente do Author, na ra da Cruz
n. 57.= N. 1!. cada cuixinha vai cmbrulha-
da em seu receiluario', com o sello da caza
em lacre preto.
CF Na ra do Queimado loja de Luiz Jo-
zo de Souza exislem duas cartas vindas do
Aracaty urna para o Sr. Jos Pires de Mo-
rada e outra para o Sr. Francisco de Paula
Moura estojante do Seminario de Oliuda.
ss*" A pessoa que llie convier 1 escravos ,
paia trabaliarem de enchada, daudo-se-lbes
o sustento e 48* por mez dirija-so a Joau
Das Burboza Macondum na reparlicao do
Correio.
ts^ Arrenda-se parle de urna caza de so-
brado no bairro do Recife em boa ra e
independente consta de urna sala alcova
o gabinete um quarto cozinba e dispensa,
quarto para pretos, quintal pequeo c cacim-
ba por prego muito commodo; a quem con-
vier dinja-sea ra do Vigario n. 18 primeiro
andar, das9 horas da manda at as o da
tarde.
CT O abaixo assignado tem a honra de
scientilicar ao respeitavel publico que con-
tinua na caza de sua residencia ra de S.
Thoreza D. 1 a ensillar a 1er escrever con-
tar grammatica portugueza e doutrtna
Christa pelo mdico proco de 2ji mensaes ,
e gratuitamente aos illios de pessoas que por
sua pobreza nao poderem pagar as quaes de-
vero neste caso apresen lar documento que
pro ve essa pobreza e a boa conducta do me-
nino. = Emilio Xavier Sobreira de Mello.
tsr Aluga-se um sobrado de um andar na
ra Augusta N. 9 o qual esta se asualhando
proprio para qualquer soeiedade de deverti-
mento por ser bastante largo ; quem o per-
tender entenda-se na ra du (tange] com
LnizJoze Marques ou mesmo no dito sobra-
do para contractar em quanlo seno re-
parte.
= Qnem annunciou no diario de terca feira
4 do corrente querer arrundar um sitio an-
nualmente perlo da praca com todos os com-
modos que diz, dinja-se a passagom da
Aadalena estrada que vai para o luca ,
passandoa ponte o primeiro porto a esqucr-
da que achai no mesmo sitio pessoa com
quem tractar.
C3- Proeiza-se de urna ama para caza ;
na ra da moeda do Forte do Malo por cima
do armazcm do Jos Antonio da Silva Vi-
anua.
= No primeiro do corrente para o dia 2
. desapareceu urna canoa aberla de lotago do
800 lijlos com os seguinles siguaes arrufada
da proa cabida da poupa, falca inlirissa e
cavernas sem recorte em cima urna irgulla
nova na poupa pregada mais para o lado
esquerdo do gio o no meio deste um buzara
de pau no lugar da antiga argolla urna pe-
quena queimadura de logo no paneiro, quem
della der noticia ser recompensado pelo an-
nunciante na ra da Aurora em caza de Joze
Gongalves Ferroira Costa.
OT (aspar Luiz Pinto subdito portu-
guez, retira-se para Cora da provincia.
tsr Joze Manoel de M-tdeiros porluguez
retira-se para a Bahia.
cy Sexta feira 7 do corrente as 10 ho-
ras da manfla perdeo-se na estrada do man-
guind prximo a caza do Fxm. D. Tho-
maz urn mappa dos alumnos da auln das
primeiras letras do Bom Jardim, e um atles-
tado do Presidente da Cmara do Limoeiro ,
passado ao professor da dita aula; quem os
adiar -.ueira entregar na quina da ra do
Crespo loja de fazendas do Sr. Viegas ou no
paleo do Tergo sobrado de um andar n. 24.
tsr Roga-seaoSr. Pedro Joze dos Santos
quefoi ciiseiro do Sr. I'iogo Crahtree baja de declarar a sua morada a lirn do so
concluir um negocio em que o mesmo Sur.
t->m parte.
tSP O Snr. Jo3o Joze Ribeiro dos Santos,
tem urna carta e urna encomendinlia na ra
da Camboa do Carmo D. 11 primeiro andar.
CT Precsa-s de urna criada para o ser-
vico de i.iiih ci/.a : na na da Gamboa do ment D. l.
Carmo 0. 11 &obra'!'j de 2 andares.
ajuste mais favoravel, dirija-se a ra da
Florentina caza da olaria.
ty A luga se 3 canoas de carreira : a tra-
tar rom Luiz Joze Marques na ra do lan
gel N. 11.
tsy Precisa-se de um pequeo brasileiro
ou porluguez para urna botica : na ra do
Rozario botica de Joo Pe re ira da Silveira.
tr Avisa-se ao Sr. encarregado dos lam-
pioesdesta Cidade, que a poucos das cali ira
um lanipio do beco da ra velha que bola
para a ra da Alegra, pois o qual dizem le-
rem bulado de proposito por dous mal fazejos,
que quasi todas as noutes esto de espera em
o tal beco o reeouheceudo as pessoas que
por ali passao por isso Ibes he mais conve-
niente l'azerem oque prctendem no escuro ,
c tambem porque ali nao transita polica al-
grossa da moda comprida e que seja de
bom ouro esem feitio : quem tiver annun-
cie.
" VENDAS.
AJtlga-M um bom moleque de 10 an-
uos sem vicio, muito esperto, e com prin-
cipio de cozinba : na ra Nova armazcm D-
cima 31.
Of* Precisa-se de um bomera que enlen-
da de padaria para tomar conta de urna :
no principio dos alfogados no armazcm do pri-
meiro sobrado ; assim como compra-se um
negro forneiro.
izr Arrenda-se um sitio no lugar da lbu-
ra que tenha mal los para tirar lenha e
pasto suficiente para 6 ou 8 vaccas de leite ;
quem tiver annuncie.
isr llypotbeca-se um escravo por 200*
ficando este sujeito o dando se melado dos
seus servidos pelos juros ; a pessoa que qui-
ser dar annuncie.
tsir 0ue.ni precisar de urna ama para caza
de bomem solteiro para cozinhar lavar ,
ngommar, e coser dirija se a Soledade ca-
za de calcada alta deronte da Iureja.
cy Quem annunciou ter urna carta vinda
da Parahiba do Norte para Paulo Joze Go-
mes dirija-se ao pateo da S. Cruz padaria
na frente da Igreja.
cy Manoel Francisco Coelbo professor
adjunto das cadeiras de grammatica latina e
portugueza do Collegio da S. Cruz, se propo
a ensiSr a lingoa latina, a larde em sua caza-
as pessoas que se quiserem utilisar do seu
presumo dirija-se a ra do Cotovello D. 17.
*sr Precisa-se de urna ama de leite forra
ou captiva com tanto que nao tenba ilbo :
na ra Direita sobrado de 2 andares na quina
do beco do serigado segn lo andar.
HT Correm em praga boje ( 10 > as 4 bo-
cas da tarde na porta do Sr. I)r. Juiz de Or-
fos mais 3 escravos do casal do fallecido
Lourengode Brue Rodrigues Luna, que sio
dous lindos niolequinbos e um preto idozo ,
que tem de serem anematados para paga-
mento de Francisco de Paula Correia de
Araujo.
%& Fugio do lugnr da Capunga um car-
neiro bastante grande capado concio o
qual foi visto encamin*bar-se atraz de urna
pessoa para o sitio do Cajueiro fie onde nao
se scube mais delle ; quem o tiver queira
entregar na mesma capunga caza de Jerni-
mo Sebasliio de Abreu Castro que ser
bem recompensado.
szr Qnem annunciou querer tingir algu-
\tsr Lecons Elementaires de Philosophie,
par .1. S. Flolte : na praga da Independencia,
loja de livros n. 37 e. 38.
KS~ Caibros de superior qualidade ripas,
lijlos de ladrilho ditos de alvenaria te-
dias, e ludo o mais que for preciso para obras;
tambem se vende lijlos de alvenaria postos.no
porto para pagar todos os fns do mez agra-
dando ao comprador : na ra Augusta sobra-
do novo n. 9.
CT" Por commodo prego um sitio no ponte
de (Jchoa pegado ao Snr. Joze Ramos de
Oliveira com boa caza de vivenda de pedra
e cal 4quartos duas salas cozinba (ora,
estribara e muitos arvoredos de fruto : a
fallar no atierro da Boa vista no primeiro an-
dar do sobrado em que mora o Snr. Bernardo
Carneiro Monteiro.
tgr Um escravo pardo de 20 annos, bom
oflicial de allante comprador e srvenle de
urna caza ; dous rnoleques um de 8 e outro
de 14 annos, bons para aprender qualquer
ollicio um preto por 340,* bom para todo
o trabalho e serve bem a urna caza ; duas
prelas por 350ji por cada urna cozinbo la-
vo e boas vendedeiras : na ra de Agoas
verdes n. 44.
tar A 160.) apolices da companbia geral
extinta de Pernambuco que represento
200ji cada urna: naso pontas venda de Man
pequenino, que tem 13 apolices para vender
de sua conta.
sur Um selim Inglez pequeo para meni-
no montar em carneiro novo com todos os
seus pertences : na ra de II ulas n. 46 ; c
urna negra do nagao, de 24 annos com boas
habilidades.
vsy Archivo theatral, chegado prxima-
mente do Rio de Janeiro o Captivo de Fez ,
Trancredo Castello de Montlouvier Docn-
te imaginario Francisca Romini Jogador,
Alfageme de Santarem Alzina o Ralhador,
Auto de Gil Vicente DiogoTimco : na ra
frescaes ebegados pelo Thomas Mellors, o
recentemente despachados ao prego cada unt
dos artigos de 440 reis por libra sendo um
al dous, de 120 de 2 arrobas, 5, do 400 de
3 arrobas 10, e deste numero para cima
a 360 a dinheiro a vista.
CT Um viveiro para canarios proprio
para tirar criaco: na ra Dircita venda n. 10
quina do beco de S. Pedro.
= Excedente tinta para escrever rece-
bendo-se se nao agradar ao comprador : na
praga da Independencia loja de livros n.utre-
ro 37 e 38.
ts?~ Amendoas doces sem casca a 200 rs.
a libra e a .'i j rs. a arroba : na ra Nova bo-
tica de Domingos da Silva Teixeira.
t9" Urna negra de naco de 21 annos ,
bonita (gura cozinba bem o ordinario, ;n-
gomma lava de sabo e vai relia faz doce ,
e refina assucar : na ra de Ilortas n. 46.
cy Urna pequea casa terrea na ra do Jo-
go da bola em Olinda chaos proprios e mais
urna porgo de terreno para o lado direito, od-
timo ou para plantar ou para edificar outras
moradas ; ludo por prego rasoavel : na ra
de Malinas Ferreira sobrado n. 11 na mesma
casa salustios tradusidos ao p da letra ;
Resumos de Arithmetica para o uso das me-
ninas, oflerecidas as Professoras Publicas des-
ta Provincia a 240 reis ; e ditos de gram-
matica portuguesa por S. II. de Albuquer-
quea 640 reis.
ESCRAVOS FGIDOS.
do Vigario n. 16.
ssr Bom fumo em folha em casa de E.
Schaefier ruado Vigario n. 18.
tsy Duas casas novas bem construidas .
citas em o atierro dos Alfogados do lado do
poente : na ra Direita 109.
tar Dous pretos robustos e fortes possan-
tes para todo o servigo: na ra do Vigario nu-
mero 16.
ir Urna rica cadeira de arruar feita na
Bahia : na ra do Vigario n. 16.
KST Um escravo ladino de todo o servigo ,
de 30 a 35 annos : no Coelbo no primeiro so-
mas obras de seda dirija-se a ra do Coto
vello 1). .r)0 ou annuncie.
ssr Nao se ten do reunido a soeiedade Eu-
lerpina no dia (! do corrente em numero exi-
gido pelos estatutos, a Commisso admnis
tradora pela segunda vez convoca sesso paia
boje lo do correle as 6 horas da tarde a
liiii de responder-se urn ofcio recebido de
urna soeiedade em que pede a concessfio da
caza para nella dar urna partida em o dia ul-
timo do corrente mez.
tST Aluga-so para passar a festa ou vn-
dese urna casa na capunga com varios ar-
voredos de fructos ; quem a pretender dirija
se a venda nova defronte de palacio do lado
do passeo publico.
COMPRAS.
brado passaudo a Igreja.
t2T Muito boa bolaxinba doce c muito bom
biscoilo doce e de agoa feito ludo com a maior
perfeigo possivel em arrobas ou mesmo de
8 libras para cima a prego de ol20 e em li-
bra a 200 reis segunda feira em dianle lla-
vera bolaxinba ingleza pelo mesmo prego: na
padaria da ra Direita ao lado|Jo Tergo n. 131.
tsr Sacas de farinha de mandioca por pre-
go de 3200 cada alqueire : na loja de Anto-
nio da Silva Gusmo na ra do Queimado.
tsr Um forte pianno com muito boas vo-
zes por com modo prego : na ra da Cruz no
Recife n. 33 das 8 horas da manb as 2 da
tarde.
K2P- Duas canoas urna de 2000 lijlos e
onlra de 700 novas o bem construidas : na
ra da Praia serrara de Cardeal.
tsr Farinha Ja Ierra em sacas a 4, vinbo
de bordeaux muito superior o melhor que
aqui tem vindo arroz com casca a 3800 o barbado";
alqueire cera amarella a 320 reis a libra e
loucinho barato : no paleo do Carino na qui-
na da ra de Ilortas D. 2.
cr Xaropes de tamarindos, dito delimito,
de laranja, de grozellas, de horxata e fras-
cos de doce do tamarindos com duas libras e
urna porcao de tamarindos de 3 a 4 arrobas ,
promptos e proprios para embarcar : na ra
do Rozario botica de Joo Pereira da Silveira.
-^ssr Urna lancha de construgo do paiz ,
de lote de 50 barricas de assucar : em bom
e?tadoe pregos commodos trez escravos um
arpia outro para lodo o trabalho outro |
pescador man em caixas de 16 libras por
pregos commodos, a dinheiro ou a praso : na
roa da Moeda N. 140.
Efectivamente para fora da provincia, = Vende-se um bom cavado gordo e muito
bonito com bons andares proprio para me-
nino por ser pequeo quem o pretender ,
dirija-se a loja de cambio do snr. Vieira que
Ihe dir quem o vende.
MT No armazcm deJoz Rodrigues Perei-
ra A Companhia vendem-se excedentes quei-
t:r Lina corrente de ouro que soja muito Ijos londrinos, presuntos jwra fiambro muito
rr.ulalinhas crelas e mais escravos, de 13
a 20 annos se pago bem agradando : na
na do Livramento D. 2 primeiro andar das
9 horas as 4 da tarde.
C?* I'm negro vclho : nopateodo Livra-
cy- Fugio no dia 50 passado o preto Anto-
nio de nagiio bambahubira alto magro ,
representa 30 annos de idade denles aber-
tos, orelhas Airadas as faces talhadas de infei-
tos de sua trra bem como todo corpo ps
incitados cor amarellada : quem o aprehen-
der leve-o a reslijago de Santa Rita que ser
bem gratificado.
t^ Em das do mez de Agosto do corren-
te fugio um negro da Costa de nome Mala-
quias idade que represente 30 o tantos an-
nos eheio do corpo estatura regular per-
nas finas com marcas de bexigas pelo ros-
to ; quem o aprehender leve-o no atierro da
Boa vista primeiro andar do sobrrdo em
que mora o senhor Bernardo Joze Carneiro
Monteiro.
^ tsr Desapareceo no dia 7 de Outubro da
Cidade de Olinda um mulatinho de nome
Francisco de idade de 9 annos com ossig-
naes seguinles. cheio do corpo cara redon-
da olhos grandes pernas um tanto gressas,
cabello crespo ; mulato arabocolado foi
vestido com camisa de algodozinbo; quem o
achar e o levar na Cidade de Olinda na ra
de Malinas Ferreira junto ao beco que vai
para a S ser gratificado.
s?- Roga-se a qualquer Sr. de engenho ,
ou sitio pelos arrebaldes desla Cidade do Re-
cife e mais longo a quem or oderecidV urna
mpleca mogambique de nome Graciana que
nao tem beigo radiado com a letra A as
cosas, que reprsenla 16 annos de idade ,
signal de bexigas, calada sobre si e nSo
alegro por isso a qual venda mel de enge-
nho e de furo ; levou vestido do algodao-
z'nhogrossoaziil usado, fagao ofavor remte-
la a seu snr. Francisco Gonsalves do Cabo
na ra Augusta que dar aos portadores 30 ,
e muito agradecer a qualquer sr. este obse-
quio pessoalmcnle ; auzentou-se no primeiro
de Setembro a mesma tem serrilha na testa
Ihe o nariz ; e junto as pestaas.
ey* No dia 4 de Setembro de 1837 fugio
o preto Malheus nago loanda com os
signaos seguinles : proporcional grosso do
corpo, ps grandes, fallante a niarinheiro, e
; os aprehenderos que o pegaren le-
vemao atierro da B-.a-vista loja de Joaquim
de Oliveira e Sousa que receber lOOj ; as-
sim como outro por nome Felippe com gran-
de potra e urna negra j velha por nome Ma-
ra, puxa por urna pama ; Ibi de Ignacio Joa-
quim Das de Oliveira morador em Goiani-
nha, eArnaud Ponchet vendeo ao mesmo
Joaquim de Oliveira ; quem os pegar recebe-
r 40.> porcada um.
t&- No dia 4 do corrente desappareceo
um escravo de nome Gongalo nago Ango-
la, alto, cor prela olhos grandes rosto re-
dondo, pes pequeos, e reprsenla ter 20
annos: levou vestido caiga de algodao tran-
gadoazul, camisa branca tambem de aJgo-
do trancado, e bonel Inglez : quem o pe-
gar o condnzir Francisco Augusto da Cos-
ta Guimares na casa da esquina defronte
lo trapiche novo ser generosamente re-
compensado.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. = 1842-
-


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