Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04789


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Full Text

Anno de 1842.
Sexta Feira 7
T.lo .Kr. depende da ,, ,,, d rudenci. oder.eSo e awrei. ron
Hnuemos como principiamos e seremos auontados rm .1 -
,. r Itml Pn'nos com adnnracuo entre Nacoca miia
._________________(Froclamacao daAssemblca Geral do aratil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
r.oisnn. P.r..b. )eofrd Bonilo t Garanhuns a 20 e24-
Csbo Seriaba. Rio Formo,, Fono Ciro. M.eei e AI.rom no 1. U
Bo.-v.SU e I-lores d3 e 8. San!. Antao quin, feir... Oliud. .odo o. di... *
DAS DA SEMANA.
3 Se. a. CnntlidoM. And. d J. de I), da 2. t.
4 8I8. Francia,- ,1c Alan IVriarr-l.a. Re. Aad. do J. de D. da i,
5 Mjart s. liando seos com Mm. Aud. do .1. de I). da 3. v.
< Quii, s. "truno Fundador. Aad do jui. de 1). ,1.2. y.
7 Srt. a. Marco P. And. do J. da D. da i[ r.
8 Sah. Rnjrda Priitcma Yin. Ral. Aud. do J. da D. da J. r
l Dom. O Patrocinio du S. Joie
de Outtihr. Anno XVIII. N. 21 tf.
O Diario publica-se lodo* os da* qne n.lo forera Santificados : o MMta Ja ISSIQHl l.r>
de tres mil rea por quartel pagos adiantadoe. Os .anuncio, do. asaien'aaies sao" inserido,
gralia e os des que o nao forera ratao de SO rea por linba. As raclamacrs derem ser
dirigidas a esla TypograGa ra das Cruies D. 3, u praca d. Independencia' luja de lirroa
Numero 37 e 38.
Cambios no du g de oltlbro.
Cambio sobra Londres 25
26 Nominal.
a Paria 375 rcis p. franco.
> Lisboa 400 por 100 nominal.
Mosda da cobre 3 a i por 400 de descont,
dem de letras de boas firmas 1 n '
Ora o-Mosda da 6,400 V.
a N.
a da 4.000
I'iuti PaiacSes
" Peina Col usan ares
dito Mexicanos
> miuda
compra
45,500
d5,30J
S.fiW
!,S00
*,* o
1,8110
1,04.0
venda.
.700
15,500
8 SOI
1,820
1,820
1,S<
1,680
8
Preamnr dn din 7 de Ouiubro
1. a 7 horas a 42 m. da manka.
'"I horas (i m. ja larde.
Lia Nora
Qnart. creac.
La ch.ia
Quari. Mine.
PHASF.S DA I.A NO MEZ.
a 4 -- 4a 4 horas e (i m. da m.inb
a II -- ks 4 horas c 22 m. da nnnh.
s 1!>-- s 8 horas e 5.'! m. da inanli.
a 2A --s 10 horas a 23 as. da lard.
UEOU'JTlilU).
DIARI
DE_PERNA11K"UC
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 3 DO CRRENTE.
OficioAo in$Dcclor da thesouraria da
falseada devolvendo o ollicio do delegado
Jo termo do Brejo ." cobnndo a cunta di des-"
f)oa fcita coin 13 recnitas que remelteo
fiara esta cidada alim de que mande-a pa-
gar visto sobre ella nao ha ver duvida se-
gundo consta da informago do commandan-
.te das armas que Ilie remette.
Dito Ao inspector fiscal das obras pu-
blicas significando que nao ha necessida-
de di seren f.itasem duplcala as con las da-
quolla repartigo alim de sr urna remclti-
da para a thesouraria o ficar oulra archiva-
da naquella inspeccao, segundoS. ni. requi-
sita em officio de 17 de Selembro ultimo;
pois bastante quo tomo nota dos docu-
mentos para poder dar alguna esclareci-
nienlos quando forem precisos.
Dito Ao relator da junta de justica en-
viando o processo do reo, redro Lino de
Souza Gitahy caho d'esquadra da compa-
nliia provisoria di provincia das Alagoas
imdoque, depois de visto o aprsente em
esso.
Dilo Ao inspector da thosouraria das
rendas provinciaes ordenando que mande
entregar ao almoxarife do arsenal de marinha
a quuntia 'Je 2:000>' reis para pagamento do
atierro da planicie entre o caes do collegio ,
e o arsenal de guerra feito por Joze Gon-
jalvi'S Ferrcira Costa.
Dito Ao inspector do supracitado arse-
nal do marinha, intelligenciando-o da expe-
dicjto da precedente ordem.
Dilo Ao presidente e vereadores da
cmara munieipal d'estacidade approvando
a propista que remollarlo em officio de 24
do mez ltimamente lindo para a formago
d'umacompanliia de riluirinhos que se em-
pruguo diariamente na limpesa das ras da
inesina cidade : o assegurando-lhes de novo
que sem ore acharo a Presidencia prompta a
concorrer com oque estiver a seo alcance pa-
ra tudo quanto tender a boa administraco
dos negocios muuicipaes.
Dito Ao engenheiro em chele das obras
publicas, delerminandi, que forneca ao ma-
jordocorpode engenheiros (ustavo Adolfo
Fernandes Pinheiro da Cunha urna bussola ,
e algo mas bandeirollas.
Dito Ao suprarefurido major scientifi-
cando-o de ha ver expedido a precedente
ordem.
Dito Acamara municipal d'estacidade,
autorisando-a para eliminar os quarfoiies,
designados na plaa do bairro do Recite no
largo do forte do mallo ; e l'azer alterar
Dito A cmara municipal d'esta cidade ,
dando-lhe autorisaco para aforar o beco das
miudinhasdo bairro do Reeife visto resul-
tar vantagem municipalidade desse afora-
mento.
Dito Aoeng.miicirocm chele das obras
publicas, declarando que o muro de podras
ocal respaldado com cal, e o atierro preci-
so para tapar um dos dous bracos do Corrego
ilo oitavo lango da estrada de Santo Af-
to cujo orgamento acompanhou o seo of-
licio do 19 de Setombro ultimo deve ser
feito pelo arrematante do mosmp lango ; por
issoqueasua demoligo corno consta do
que S. o. informou em oifieio de 28 do di-
to mez foi anterior a entrega das obras, e
elle na forma do respectivo contracto est
obrigido estes reparos.
BX.TELUOB.
Pelas inform ico :s que teni >s rocebid >, po-
demos boje annunciar quo as nossas con] tu-
ras torio impamente coafirinidas e que a
linba dos limites Caita com o en tendeo a In-
glaterra nada menos rouba as possessojs bra-
sileirasdo qu>uma suparGcie deduas mil le-
goas quadraiks As fronteiras do Brasil, que
os tratados de 1750 e 1777 entre a Hespanha
e Poitugal haviolixado na cordilhoira Para-
c.ima de tal sorte recua ro por esta demarca-
gao arbitraria que toda a extenglo dacor-
dilheira e ocurso dos principaes riachos que
de!la dimanao para o sul, e que formao o Rio-
Uraneo c hirio em pirtilha & Guyana in
gleza. Dj possi dostd vaslo paiz e dos con-
lluentes do Rio-llranco pelos quaos he rega-
do os Inglezes se achariao consideravelmen-
IIKSPANIIA.
nesta parte a referida planta.
DitoAo coinmandante das armas, re-
metiendo as guias dos recnitas de marinha,
que por orden, da presidencia passarao para o
exercito afim uo que Ibes d o conveniente
deslino.
Dilo Ao Kxm. eommandanto em chafe
do exercito do Rio-grande do sul remetien-
do as guias dos ofliciaes a pragas de pret do
terceiro batalhode arlilharia a p que es-
lindo em servicu naquella provincia foro
excluidos com passagein para o quinto corpo
da mesilla arma.
Dito Ao engenheiro em chefe das obras
publicas autorisando-o despender mais
rji reis com a construgo de um segundo fo-
K;io que se torna necessario no barrado dos
mendigos.
DitosAo inspeclor da thesouraria das
rendas provinciaes eao inspeclor fiscal das
(No primoiro d'Agosto foi a recepgo do
Kucarregamento dos listados Unidos e do
do Mrasil. )
O Cavalheiro Cavalcanti de Albuquerque ,
ao entregar as suas respectivas credenciaes ,
pronunciou o discurso seguinte :
Serenissimo Snr. Regenta ; Tenho a hon-
ra do apresentar a V. A. a carta do meu sobe-
rano queme accredita na qualidadede seu
Ministro residente junto de S. Vi. a Rainha
D. (zahel II.
Quando S. M. o Imperador me confiou
to honrosa misso me rcoomincndou du
novo e muito particularmente que tendo Sem-
pra presente os sentimentos que o animo
para com S. M. a Rainha e os interesses re-
reciprocos do Rrazil e da -spanha empre-
gue eu todos os esforgos nao s para man-
ter mas tarabem para aperlar as relagoes
amigaveis quo felizmente exislem entre os
dous paizes.
So nocumprimento dcste meu dever ti-
ver a felicidade de merec ;r a benevolencia de
S. M. a Rainha e o a prego de S A. o Seren-
simo Snr. Regente, a minha satisfago ser
completa nada me (cara a dase jar.
A este discurso foi servido o Regente do
reino responder o seguinte
Recebo com gratido a seguranca dos vo-
tos que S. M. o Imperador do Rrazil concebe
a lavor da ventura da minha Rainha c da mi-
nha patria. Em unio de tao caros objeelos
correspondo a S. M. I. interessando-mo por
a sua gloria e pora prosperidade do imperio.
Tambein tenho urna singular complacencia
em que sejaesvs Snr. Ministro residente,
o encarregado de me manifestar o* sentimen-
tos do vosso soberano.
Immedialamenle se dirigirlo ao Pago o sr.
Ministro Plenipotenciario dos Estados Unidos
ta America e o snr. Ministro residente do
Imperador do Rrazil e tivero a honra de ser
recebidos por a Rainha achando-se presen-
te visinhos do Amazonas ; terio com este
grande rio por meio de suas correntes de a-
gua urna coTimunicago fcil, e urna parte
Je sua jnsaciavel ambiguo (icaria satisfeita.
Para levar execucao estes projectos as au-
toridades inglezas se tem servido de meios
inconcebiveis. Estamos informados de que
foi enviado de D.;mcrari um simples inspec-
tor de polica munido de instrueges dogo-
vernador dessa colonia para se apresentar
na misso de Pirara o ahi intimar ao misi-
onario e habitantes Rrasileiros a evacuago
tiesta villa. O emissario inglez all so apre-
sen tou, fez as suas intimagOes, e de mais sig-
nilicou ao commandante do forte brasileiro S.
.loaquim a ordem dse apresentar em Dj-
merari no praso de quatro mezes para ver de-
terminar os limites do territorio brasileiro
que confina com a Guyana inglesa. Para tor-
nar a sua commisso mais eficaz elle n/lo
poupou nem amcagas, nem seduegoos; e con-
tando sem duvida com a docilidade dos Brasi-
leiros nao levou comsig tropas ; todava a-
chando-se sem apoio voltou sem nada haver
obtido.
Sabemos, que o Brasil no meio dos desgos-
tos produzidos por estes actos do provocagao
os mais intolieraveis, nao tem cessado de cha-
mar ogoverno britannico urna franca e leal
tliscussao convidando-o a fixar de mutuo
accordo a demarcago que este se pro pile a
determinar comosenhor e por seu nico vo-
to. Estes couvites alias to justos e to con-
formes ao direito das gentes tem sido repe-
lidos com desdem osoberba pelo gabinete in-
glez porque nao tendo um titulo plausivel a
appresenlar o governo inglez regeila esta via
dediscusso, e s adopta hoja meios anti-so-
ciacs as ameacas e modos, para obter o ob-
jecto pur que a tanto tempo suspira a sua am-
bigo.
Nao nos demoraremos a fazer sobresahir o
que ha de offensivo neste comportamenlo ,
nem o extraordinario abuso de poder que elle
ravela. Limilamo nos por ora a chamar a
attengo de nossos leitores sobre as surdas ma-
quinagdesempregadas pelo governo inglez pa-
ra empolgar um territorio quo limita com a
houve nestas negociagOes o Governo inglez
reconhecoo emlim <|ue as reelarBacoes do es-
tado do Venezuela contra a occupaQ&odo* ter-
renos visinhos doOrenoque erfto fundadas ,
e quo a Inglaterra abandonava suas preten-
gtles possessSo das tozas desta rio. Os pre-
liminares dos tratados esto determinados.
Mas a ambigo da Inglaterra, o vivo desejo
que ella tem sempre lido de alargar a sua co-
lo-iia da Guyana do fazer della urna das
mais importantes da America do Sul se di
rige mais particularmente para o lado do Bra-
sil a Oeste tas possesses francezas. As
fronteiras do Brasil sao bem condecidas; fo-
Juizode dous jornalistas francezes a respeito
das prelenges do Governo Inglez sobre os
limites do Norte do Brasil.
Em um dos nossos preceden tes numeroscha-
mmos a attengo dos nossos leitores sobre as
pretenges da Inglaterra urna porgo consi-
deravel do territorio pertenecnte ao lrasil e
repblica Je Venezuela. Quanto do Brasil
dissemos que ogoverno britnico tinha resol-
vido enviar um engenheiro afim de marcar
os limites da Guyana ingleza da parte da cor-
dilbeira Paracama e conjecturamos que es-
te enviado nao deixaria de fazer a partilha do
leo tragando vontade do seu governo os li-
obras publicas, participando oconleudo no I miles, para cuja dctujminagv cito ibe dava
aiilcpedcnle oflicio, commisso,
Guyana franceza e em cuja posse elle nao
tes o Tutor de S. M. o o snr. Secretario d'Es- I podara entrar sem offerecer graves inconve-
tado e do Despacho. nentes seguranga de nossa colonia. M. Ro-
( P. dos P. no Porto. ) bert Schomburgk (oengenheiro empregado
pelo governo ingle/ para fazer a nova linha do
demarcago) fez publicar recenteinente em
Londres um folhelo acompanhado de urna
carta topographica do paiz emquesto que
nos recommendamos aos nossos homens (Pes-
iado por que basta langar urna vista d'olhos
sobre essa carta para conhecer que nao ser
mais com o Brasil porem simeom aGran-
Bretanha que a Franga ter de discutir as fron-
teiras de sua Guyana do lado do interior.
(Le Constitulionnel.)
Escrevem de Caraccas( repblica de Vene-
zuela ) que as linlus fronteiras que separao
este fiaiz da Guyana ingleza, foro determina-
das por censentimento das duas pagos; e que
gragis energa e espirito de jusiiga com que
o general Paez presidente da Repblica se
rao fixadas por dous tratados entre Portugal e
Raspan ha*, irm em i7o0eoutroem 1777; os
quaes sao de notoriedade publica e se acho
inscriptos em todas as colecges de tratados
pegas diplomticas ; e a historia das duas lla-
gos dellcs faz mengo. Alas que valem para
a Inglaterrra antigos tratados antigs con-
vengo -s quando estes Iho entorpecem os
projectos de conquistas e de invaso ? Que
Ihe importa nao tr raso quando os resul-
tados de suas espoliagd:-s devem ser em pro-
veito de seu commercio !'
Duas mil legoas quadradas de terreno fo-
ro agora usurpadas ao territorio brasileiro
pelos novos limites arbitrarios tragados pela
mo do governador da Guyana ingleza c es-
las novas linhas sao approvadas pelo Governo
inglez a pezar dos protestos do Brasil e com
violago dos mais sagrados principios do direi-
to das gentes Os ministros inglezes nego-
se a qualquer explicago amigavel desvio
desdenhosos toda a negociago ou prelemina-
res que se dirijo demonstrar a falsidade
de suas pretenges e squerem para chegar
aos seus lins em pregar os meios illicitos e in-
dignos de um povo civilisado a ameaga e a
forga bruta o direito do mais forte. Com
efTeito assegura-se-nos.que em uindospor-
tos d'lnglaterra se armo navios que devem
conduzir tropas Guyana ingleza que d'alli
inarcharo para os pontos contestados.
Segundo os novos limites assiguados pelo
Governo inglez s fronteiras de sua colonia, a
cordilheira Paracama as correntes d'agua ,
os riachos que formfio oRio-IJranco e que des-
peijo no Amazonas posscsses reconheci-
das brasilciras pelos tratados que cima ci-
tamos li.Mvo lazendo parle da Guyana in-
gleza e o Amazonas cuja navegago he ar-
den temen te cobicada pelos Inglezes nao tar-
dara a passar ao seu dominio.
Nao tem a Franga fortes interesses as con-
lestagoes suscitadas cutre o Imperio do Rrasii
o a Inglaterra '.' Entretanto nenhuma parlo
nellas toma nao nos consta que nellas tenha
intervindo. A Guyana franceza tem o seu
futuro a sua prosperidade ameagados. El-
la he urna das porcoes mais ricas melhor si-
tuadas desse paiz da America. Suas frontei-
ras occidentaes sao justamente limitadas do
lado do Brasil pelos terrenos cobigados dos
Inglezes. A melhor inteligencia as rela-
goes mais convenientes tem sempre existido
entre os Brasileros e os Francezes. A civili-
sago as artes ntels penetravflo nesse paiz ,
em que os Brasileros tem fundado militas
missrtes importantes, muita villas cuja pros-
peridade nao he duvidosa.
loje que a Inglaterra procura apossar-se
tiesta parte do Brasil nossas posscsses serlo
limitrophes das da Inglaterra e todos sabem
o quedevemos esperar do urna tal aproxima-
rn de similhante visinhanga ; sua cobiga ,
sua insaciavel ambigo faro provaveJmente
que um dia venho a nascer numerosos pre-
txtos para incommodar, empecer nosso com-
mercio nossas relagoes com o interior da
America. Todas as nossas fronteiras occi-
dentaea sero tapadas ; nao nos ser mais per-
mitlido sem duvida atravessar como ou-
tr'ora o territorio em letigio. Nlo seria
pois mporlantissiino que o Governo francez
!


2
nao abandonasse a que?tAo que divide o
Brasil ea Inglaterra ao arbitrio desta ultima
Potencia, e que por seus proprios interesses
examinasse tambem ?
( Le Courrier. )
, de que a po-
s a presenlAo bastantes
COMMCNICADO.
LIMITES DO GOYERN'O.
A' poneos mezas a itnprensa pernambuca-
na produzio um artigo sobre a conveniencia
de fixar-se um equilibrio poltico entre a e-
xorbitancia das exi{;encias da opposigAo em
armas as provincias do sul, e o passo arro-
jado do Governo so pertendesse transpor no
cnsejoda victoria os limites da legadade. Per-
nanibuco seria o forte corpo de apoio deste
novo systema de conservado de ordem e
de futuro.
Esta idea simples, generosa, econvincen-
te foi recebida por todos os bomens de cora-
co brasiieiro ; varios peridicos do Imparto a
transmittiro em suas columnas saudando-a
como um rato do luz que rompa atravez do
nevoeiro que obscureca a atmosphera polti-
ca Porem nao foi aclarado ento que a
idea prefazendo um novo lago do centralsa-
gAo, devia lirmr-se essencialmenlo sob pe-
na de novos comprometimientos da ordem ,
nos elementos peculiares da Provincia de Per-
nambuco tanto a respeilo3-de suas notabili-
dades, como na tendencia pronunciada de
seus habitantes ja muito escarmentados de
antigs liviandades para recaliirem de novo
nos mesmos erros abracar de novo as mes-
mas quimeras. Inteligencia e Utilidad ;
cis-aqui as bases da opinio dominante : ga-
ranta de seguranza 5 eslabelecimenios ; favor
industria ; poltica de previsAo de conlie-
cimenlo das necessdades do paz de/suas
circunstancias de suas massas das causas
que tein facilitado suas revolucoes &C. Ora,
este conhecimento nao se pode dar nem o
scu desenvolvimento pode ser senao por quem
tenha a necessaria habililagAo o estudo de
nos mesmos a somma possivel de toda a in-
lluencia da Provincia. Achar-se-ho por ven-
tura todas estas proporcoes que s por effei-
to das quaes Pernambuco be forte e pode
dizer : aceito ou reprovo na agglomera-
go de grupos polticos levantados ao aea-
zo correndo a poz de fantasmas funestos ,
sercados do desconceito da tracancia here-
ditaria dos liberdadeiros ? Sero esses grupos,
que ao som do tabaque da liberdade tem fei-
to desenvolver os meios de forga de illus-
traco, de engrandecimento de Pernambuco ?
Ser d entre .'lies que ha do sabir a preco-
nisada opposigao a eminentemente brasileira
e constitucional ; opposicAo d'ouro e fio entre
o monarchismo e a democracia .'.' Se a nao mulliplicAo se os abusos e toma-se a Cons-
temos tido at hoje nao a podemos conhe-
cer
seus
culadores para lucrar da poltica (cumpre sem-
pre notar as exceptes .) ser bom ex-
aminar (se ainda he pouco o que se tem de-
monstrado) o objeclo da ex pee 11 laca o e de
que credo sao os expeculadorcs ; lodos e-
minentemente brasleiros e conslitucionaes 5
todos bemdito fructo da Legalidade do Go-
verno da constitucao Mas elles mesmos
dizem : Tudo sao themas que havemos ti-
do para com elles se organizaren! partidos ,
que sirvo a interesses indivd'iaes e nada
111 ais. Logo tambem a legenda Lega-
lidade Governo ConstituigAo sAo bo-
as e seductoras palavras, que pronuncia-
das por algum padre Chanches tem de
arrastar o incauto povo sedico a penuria:
immoralidade ( se nao houver quem se Ihe
opponha ) sem que taes palavras envolvo
outra cousa mais que urna especulago mu
antiga e eminentemente constitucional ,
ou seja em Sorocaba em Barbaccna ou a-
qui em Coianna Logo nao ser com estas
sumidades patriticas nAo ser levado por
seus adherentes que Pernambuco frente
do Norte ser o sustentculo da constiluco
como ella he e menos como a querem to-
mar ; porque se o grande FranIJim em
quanto nao chegou a Presidencia da sua Pa-
tria nao cessou de exaltar os direitos do povo,
do gemer pela supposta oppressAo ; mas lo-
go que leve na raao o basto da governanca ,
lim mudando de posigAo social mudou de
linguagem ( mas nAo mudou de probidade ) ;
se as palavras exprimem os principios : se
desparte sobindo ao cimo do poder, nAo dei-
xou de servir-ae dessa poltica tergiversora ,
serAo outros os Fraklins de c ainda que
cngragadamenle abracados com a Consti-
luic.So ?...
TAo ricos de renome e pobres d'ouro ,
Abracados com ella no thesouro !
Porem desde iX25s tem feito conhecer
scu patriotismo scu brasileirismo em arti-
gos de t'azetas em rusgas ou em fazer-se
inscrever na folha dos empregos pblicos ; e
nao he por cxpeculagAo !...
Mas a ConstituigAo nSo existe ; todos os
dias tem sido abjurada. Porque nAo existe,
porque existe Governo i' Certamente nao ,
antes por sto he que ainda existe mas dei-
xa de existir quando todos os dias so perpe-
trAo sediges quando todos os dias se tra-
man rebellines.............
Tem sido abjurada !... Allude-se essas
Leis da reforma do Cdigo do Conselho de
Estado d'C cvc. ; allude-se aos actos excep-
cionaes, a que o Governo tem recorrido no
apuro da crise revolucionaria de 1842. Pa-
ra responder fassamos fallar o sabio BarAo Je
Morgnes .
A ConstituigAo diz elle nem sempre
he urna norma absoluta ; exige militas vezes.
para conservar-.se sacrificios
tilica e a historia
exemplos. Assim pois o uso dos povos mais
lvres que tem existido fez dizer Montes
quieu que ha casos em que he preciso por
momentneamente um veo sobre a Liberda-
de como se costuma fazer sobre as estatuas
dos Deozcs.
Quanto mais forte for o Governo menos
nrecisar de recorrer a artos excepcionaes.
Vm governoasss forte para reprimir exces-
sos sem temer que aleum partido se forme
no spu seto pouco temer de vero exerci-
cio de urna grande liberdade individual, de
urna eran de liberdade de imprensa ; mas
pode temer que 03 facciosos nao encontrem
grande apoto as cmaras e no temor de
ser abalado pela agitagAn resultante he 0-
brigado a premunir-se de Leis fortes para
reprimir e previnir delictos que tndAo a
perturbar o Estado. Em summa, he muito
duvidoso fjueem todos os paizes em que a
opinio constitucional he conseienciosa e bem
pronunciada possa o Governo pela influen-
cia de taes Leis zombar da opiniAo publica
e deixar de reennhecer os limites da sua au-
toridade : quando elle a nAo quer perder he o
signal mais certo de quem quer respeitar a
Constituigo. Quando o Governo sucumbe
lituigAo funesta aquelles mesmos que preten
, nAo a podemos esperar nem saudar os dem apoiar-se n'ella .
is hroes : se s temos tido at boje expe- Bem certo est quem acaba de
quem acalla de Janear estas
linhns que nada tem adiantado a favor da
boa causa : mas se he frase comum dizer-se ,
que he mister salvar o paiz curar os ma|ps
que o vo submergir he nossa conviccAo,
que ninguem a pode salvar e salvar-se a
si mesmo seno ligando-se ao Governo por
queo seu chefe heredilario temo maior in-
teresse em evitar um naufragio o que por
sua posicAo est mais ao alcance de co-
nhecer e de quanto convem fazer ; para
chegar ao porto de seguranga. Por isso nAo
arripiaremos de voltar carga. *
COK RESPONDEN CA.
mudou de linguagem e dizia no mesmo I mu
u Teme-se geralmunte conceder muito po-
u der aos Governos : a meu ver he muito
mais para temer a |ouca obediencia dos
a governados. Perguntaremos : como he
possivel presumir nos remendes, e pessimos
remendes do alias grande Franklim essa
consistencia patritica euiinentemenle brasi-
leira econstitucional, que se perlende fmma-
lisar com a publicaco ilejscs ai ligos mi.i poil-
ro e*|*li*aUros da >aa hplffrjrphe Legalida-
de Governo Cousliliiieo--- >e Frowk-
Srs. Redactores.
Transbordando de prazer puro e possui-
do do sen ti ment de rehgio dessa religiAo
santa que professamos eu ce proponho a
referir um acto a que assisti pelo interesse "do
pai pelo dever d* calliolico romano e pelo
amor de meus semelhantes.
TinhAo de fazer a sua primeira communhfio
- 1(i Mininas do Collegio do Espirito Snelo
dirigido por Madama Theberge ; era urna fi-
lil minha dessas adeptas sacrosanta lihago.
e por sso fui partecipado com antecedencia ,
e igualmente convidado para assistir ao acto
na Igreja das recolhidas de N. Senhora da
Gloria. Bem ligurava eu que esse acto pe-
la sua excellencia seria magestoso ; mas, que
o 11 ( o fosse tanto que lAo enrgicamente fal-
lasse ao coragao e ao espirito qus ello aba-
lasse o scnlimento a ponto de arrancar os
olhos ressecados copia tao abundante de
lagrimas de compuncao c de ternura tanto .
posso afirmar, nao concebera. E seria sem
diivida falto de reconhecimento todo aquello
que vendo peln primeira vez da sua vida .
em procisso regularmente ordenada o n. de
2(1 mininas precedidas da recomondavel
directora c urna das mcslras, c seguidas le
nutras duas meslras fechando o cortejo ; as
adeptas ao divino banquete drlTerencadas pe-
los brandoes do resto das educandas cuja
tenra idade as tinha addiado para um futuro
acto; todas ellas vestidas com muita decen-
cia e simplicidado coroadas de rosas bran-
cas esobre o mais cobertas com a preciosa
veste da innocencia : qual seria aquello falto
de reconhecimento que vendo um quadro
tilo expressivo, um quadro agradavel ao Crea-
dor nao se reconcentrasse, nAo fosse toca-
do no fundo d'alma nAo abencoas.su a pres-
tante directora sua solida religiAo sua
bem desempenhada missAo ? Eu na verda-
de devia esperar o que relato mas nAo
obstante fui tocado 5 fui maravilhado fui
surpreendido.
Essa columna de pureza e de innocencia
entrou no templo a-companhada dos pais das
meninas e s'ria e ordenadamente se col-
locou a meio da Igreja na mesma ordem
que entrara, ajoclhando a um tompn Direc-
tora e Mestras.
Achava-se j na Igreja
o Exm. e Rm.
Diocesano que presuroso se proposera a of-
ficiar nesse dia solemne assim como se a
chava em urna tribuna o Exm. e Rm. Sr. D.
Thomaz de Noronha e a Igreja apinhada de
pessoas Ilustres de religiosas e dislinctas
matronas de familias notaveis e de muitis
mis e as mininas que forSo testemunhar
urna das mais admiraveis solemnidades da
Igreja. O templo completamente ornado os
altares alumiados por abundantes luzes. o
thronosumptuosamente guarnecido, o Cle-
ro da Diocese solicito, afavel e oflicioso com
o seu Prelado frente; tudo satisfazla, lu-
do concoma para infundir n'alma o nico
sentimento do acto que dominava em todas
as faces em todas as vontades e coragoes.
Recolhidas e prostradas perante os altares d
Verdadciro Dos as ovelhas puras do abengoa-
do rebanho assistiAo recolhidus e modestas ,
esperando a visita do Cordeiro immaculado ,
devisando-s*-lhes a ancia piedosa as faces
candidas. Via-se urna lagrima de espago a
espago sabir dos olhos deste ou daquelle dos
assistentes, de sincero agradecimento ao pai
de todas as venturas. Sobre este mar de es-
perangns surpioo offio.io Divino o pomposo
acto de Pontifical acompanhado de bem de-
sempenhada msica, e de todos os mais sig-
naes de regosijo em occasies semelhantes e
findoque fosse o Evangelho, recitou S. Ex.
Rm. o Sr Rispo Diocesano urna apostlica
e eloquente orago sobre o misterio da so-
lemnidade a grandesa da Dadiva os deve-
res de quem a recebe c os marrvilhosos be-
neficios qued'Ella resultAo.
O Mestre de religiAo daquelle Collegio e con-
fessor das Edncandas o Rm. Antonio Luiz
Ventura subi ao pulpito antes dacommu
nhAo das meninas e em discurso conriso ,
mas bastante expressivo e apropriado in-
telligenca das propostas para quem fora
ordenado Ibes fez ver a sublimidadedo acto,
que partilhavAo a endiente de gragas que
Dos Ihes conceda o recolhimento ahu-
mildade ; e o reconhecimento com que se
deverao appresentar. Terminada esta parte
dos discurso subiro capella mor, ondeo
banquete se ostentava, quatro a quatro as
abengoadas doSenhor e all forAo receber
no seio puro Esso Penhor da Rondade Divina.
Finda a communhAo o mesmo Rm. Orador,
comegando pelos parabens a suas discipulas
continuou sobre as gragas, que o Catholico
tem de dar ao Supremo Ser pelos beneficios
recebidos e o goso que os pais devem con-
ceber por ver esse deposito que Dos Ihes
confiou caminhar seguro pela senda da vir-
lude terminando o Ponte-fical esta primei-
ra parte da festividade. PassrAo depois as
meninas sacrista e all se Ihes ministrou
bolinlios. Determinou entao S. Ex. Rm. ,
que das meninas, que tinhAo recebido a com-
munhAo urna s repettsse a orago que
Ihe incumba recitar nAo podendo ter lugar
a respeito de todas por ser bastantemente
tarde achar-se elle Prelado em dema-
sa fatigado pela duragAo do acto calor do
dia. e haver anda de conferir o sacramento
da confirmagAoa duas meninas do Collegio ,
e a algumas recolhidas. Conheceo-se per-
feitamenle o sentimento que tiverAo as mi-
ninas de nAo poderem cada urna de sua dif-
ferenle maneira dar um testemunho publico
de sua gralido ao Todo Poderoso. Yodan-
do as meninas ao templo na primeira ordem e
collocadas : ebegandoo Exm. e Rm. Dioce-
sano ao ponto de comegar o Sacramento da
Confirmagao subi urna das mininas o de-
grao que para isso eslava destinado e llal-
li com piedade e modestia recitou um discur-
so de renovugiio dos votos do bautismo de
i;rugas ao Ente Supiomo e de auradecimen-
lo a seus Pais e Directon-'s com aquella fir- j
meza que ministra a conviegSo do que se
diz. A todossobremaneira surprehendeoes-
ta parte daquelle solemne acto a idea a
exposigAo a frase o sentimento nAo mara-
vilharAo menos o Exm. e Rm. Sr. Bispo Dio-
cesano o Exm. *i Rm. Snr. Bispo Re-
signatario do que as Autoridades pessoas
gradas e demais individuos, que all assis-
tiro : o coragao sobrepujava de satisfago ,
eella se palenteava tanto as feigOas corno
as palavras de cada um. Terminada a con-
firmagAo voltou o prestito na mesma ordem
que entrara, ressumbrando no rosto dessas
tenras vrgens o jubilo que transunda do
urna alma salisfeita.
i Foi o primeiro acto desta especie que vi-
mos em Pernambuco possa elle trazer en-
diente de bensa Madama Theberge a quem
o devemos em primeiro lugar e a seu digno-
consorte ; possa elle como espero, aben-
goar o estabeleciment e as educandas ; pos-
sa elle aquecer nossns coragoes resfriados e
dispertar nelles as obrigages religiosas in-
felizmente adormecidas na quadra actual. co-
jo desempenho fcil e todo de agradecimen-
to nos dar a fdicidade possivel no Mundo ,
e a esperanga do urna grandiosa recompen-
sa nesMi eternidade,que nos espera.
Votos de gralidAo tributo virtuosa Direc-
tora cao Exm. e Rm. Sr. Bisp Diocesa-
no, que apostlicamente protege assim os
sentimentos pos de suas ovelhas e sabe en-
cher os coragoes de lAo sancta cmulagAo.
PerdoemSrs. Redados o mal ordenado, que
refer um acto merecedor de mais Ilustra-
da descripgAo allendendo a pequinez de mi-
nha capaoida Je e teidi.v'i a bondade de man-
dar inxerir o relatado no seu Diario, para
mais obrigar
Seu ltenlo venerador e amigo
Filippe Menna Callado da Fonceca.
Snrs. Redactores. L na sua parte no
movimento do Porto do primeiro do corren-
te que acaba de chegar 110 vapor S. Sebas-
liAo o sentior Vaoi-imel u sua espoza aquel-
le insigne dansarino c digno de ser chamado
a todas as cazas de familia que pretendAo
mandar ensnar a preciosa arte de danga a
suas filhas pois a honradez e saber des-
te insigne artista o fazem iccommendavel a
todos os paes de familia e a Sra. Carolina
Van-imel que igualmente exerce a mesma pro-
isso e que darAo sendo precizo por fiado-
res de sua conducta ao llhn. Sr. Dezembar-
gador Antonio Ignacio de Azevedo mu dig-
no chefe de Polica: consta-nos que a Sra. Ca-
rolina Van-imel acaba de ser cornada de ap-
plauzos na pega os dous Renegados em que
hbilmente dezempenhou a grande parte de
Iza bel sua doce voz dezempenhou a chca-
ra da pega com todo o primor, he pena que
nao seja professora de muzica porque en-
tao tunamos urna dama com os 3 predicados
essenciaes, cantoria, representacAo, e danga.
Muito dezejariamos q' o Sr. Gamboa a escrip-
turasse para o seo thealro mas talvez isso
Ihe nao con ven ha para nAo afrontar a sua
senhora com quem a senhora Carolina nao
duvidar bater-se em todo o cszo c tomos a
Nalalence : lome o Sr. Gamboa cuidado.
Sou Srs. Redactores:
Sem ser o Sr. Gonnet
J. J. G.
COMMEUCIT
ALFANDEGA.
Rendimonto dodia C de Oulubro 9:01 Idilio
DESCAimECA" HOJE 7 DE 0UTUBR0.
Patacho Americano ss= James= Barricas aba-
tidas.
Brigue Inglez = Severn = cobre mantei-
ga formas de assucar queijos fa-
zendas e ferragens.
Barca Ingleza = Thomas Mellors = Fazen-
das ferragens, miudezas, sabo, man-
teiga serveja barris com lingoas ,
formas de ferro, taxas, e machinismo.
Brigue Inglez =Amilia llil = CarvAo de po-
dra. /
Brigue Portuguez = Mara Feliz = Batatas,
sevada, albos e fazendas.
impoiitav.aG.
0 patacho Americano Jone-vindo de New-
Yorck entrado no correte mez con-
signado a Henry Forster A C.
Manil'estou o seguiote :
13 caixas com fazondas de ulgodSo ; Jo-
nes Patn i\C.
500(1 barricas abatidas 20 embrulhos coill
balde ; Me. Calmont ^ C.


t
\ quarlolas com moiloes 100 paos para
cabrestante 12 bombas de mAo 6 duias
vios 1 embrulho com ferros 12 carriteis-,
imry Forsler& C.
2 macacos de ferro ; Ordem.
3

H
MOV1MEKTO DO PORTO.
NAVIO ENTRADO NO DA 5.
Ass lidias, Brigue Brasileiro Feliz Des-
tino de 207 tonel, Capito Manoel Perei-
Ta de S equip. lt, carga sal : a Pedro
Dias dos Santos.
SAHIDOS NO MESMO DA.
Baha e Rio de Janeiro; Escuna Sarda Do-
minga Capito Guiappe Schioffno ; com
parle da carga que trouxe de Genova.
Dilo Brigue Sardo Goanito, Capito JosVila,
com a mcsma carga, que trouxe de Genova.
ENTRADO NO DA 6.
Acarad! ; 30 dias Brigue Escuna Brasileira
Voador do 101 lonel Capito Manoel An-
tonio dos Santos equip 12 carga sola,
e couros ; a Firmino Jos Felis da Bosa.
E D1 T A L.
cha prompla para receber frele ou passagc-
ros para o que ter boas accommodaces a
tallar ao Capito ou a seu Consignatario Jos
Rav-
O Illni. Snr. Inspector da Fazenda desla Pro-
vincia manda fazer publico a ordem do Tri-
bunal do Thesouro Publico Nacional adi-
anto transcripta. Secretaria ta Thesnura-
ria d> Fazenda de Pomambuco II de A
bu) de 1842.
Joaqnim Francisco Bastos ,
Oflicial Maior.
ORDEM n. 50.
O Visconde de Abrantes ; Presidente do
Tribunal do Xbosouro Publico Nacional par-
ticipa ao Snr. Inspector da Tliesouraria da
Provincia de Pernambuco que em obser-
vancia do Art. 1." do Decreto de 22 de Julho
de 1841 n. 188 mandou abrir novo troco
na caixa (FAmortisagao por quatro mezes,
r!as notas do entnelo Banco que deixaro de
ser trocadas no praso marcado pelo art. 7."
l."da Le de 11 de Outubro de 1837 ; obser-
vando-se nesta operagao as disposigoes do
Regulamento de 20 de Novembro do mesino
auno : cm observancia do Art. 2." do dito De-
creto mandou tambero abrir de novo o troco
das notas de 50*000 terminado em_yirtude
da Portara do 1. de Dezembro de 1858 fi-
xando at 31 de Dezembro do corrente anno
o praso dentro do qual posso as ditas notas
ser apreser.ladas na sobredita caixa d'Amorti-
sagao : e finalmente em conformidade do
Art 21 da Le de 30 de Novembro passado n.
245, marcuo mesmo dia 5l de Dezembro
para terminar a substituido das notas de
50*000 a 500*000 mandada fazer por occa-
xio do roubo do Thesouro ; licando os pos-
suidores depois delle sujeitos s penas mar-
cadas no Art. 5." da Le n. 53 de 6 de
Outubro de 1855. O quo o Snr. Inspec-
tor far publicar por editaes e nos Jornacs
para conhecimento dos interessados ; repe-
tindo os annuncios amiudadas vezes at o
iiin desde anno. Thesouro Publico Nacio-
nal em 18 de Marco de 182. Visconde
do branles.
DECLARAC OES.
= O arsenal de guerra preciza de carvo
de podra para consumo de snas ollcinas; quem
tiver para vender compareca na raesma re-
parlco s horas do expediente.
= O admnistrailor da meza da recebedo-
ria de rendas internas geraes tendo j l'eito
publicar osartigos 19 e 20 do regulamen-
to de 11 de abril de 1842 que impoe a ubri-
gago a todas as pessoas que compro ou
vendem escravos de fazerem averbar os res-
pectivos ttulos naquella repartigao dentro do
prazo de 30 dias contados da data do contracto,
mostrando j torem pago a respectiva laxa de
1*000 rs. que se acharem a dever _sob
pena deserem multados na quantia de 50*
res at 100* torna pela ultima veza lem-
brar queaquelles artigos se achau em exe-
cuco e que todos que deixarem decum
prr as disposicoes delles, soflrero as penas
nelles indicadas. Recebedona das rendas in-
ternas geraes 5 de outubro de 1842.
Francisco Xavier Cavalcante d'Albuquerque.
= Existe no Correio uin Otlicio do Ex."
Presidente ao ministro da guerra interes-
se do soldado do deposito Innocencio Gomes.
AVISO M A I! I T I M O.
tsr Para Montevideo a Escuna Americana
Rosario, Capito Taylor de lolt* 155 Tone-
ladas encanillada de obre e de bus mar-
AV1 SOS DIVERSOS.
== Faz sciente ao respoitavel publico Ma-
demoizelle Zo Popon profesora de piano que
nao he verdad) o boato arteramente espalha-
do (por pessoa interessada a isto) de que
annunciante pretenda retrar-se d'esta cida-
de, ?Ila pelo contrario declara positivamen-
te que sobremaneira penhorada do bom a-
colhimnto pretenda aqu morar e conti-
nuar as lices de piano e cantoria : olla mo-
ra no atterro da Boa-Vista no prmeiro an-
dar da caza onde foi o collego pernambucano.
= Aluga-se urna boa escrava muto mossa.
e muito deligente para qualquer servido in-
terno de urna caza do familia no armazem
da ra Nova D. 5 i.
- Appareceo no da 28 de Sctembro p.
p. na estrada da Solidado que va para Belem.
no sitio que demarca com o sitio do sr. the-
soureiro das rendas provncaes urna escra-
va a qual nao diz verdaderamente quem he
sen senhor ; quem for seo dono drija-se ao
mesmo sitio que dando os signaes Ihe ser
entregue advertindo qne o mesmo annun-
ciante uo se responsabeliza por qualquer
fuga que a mesmn possa fazer.
= Gaspar Luiz Pinto subdito Portugez re-
lra-se para fora da Provincia.
= Preciza-se a (orar um terreno ou com-
prar algma casa de taipa velha ou nova (pie
esteja em algum terrpno foreiro, e que lenha
proporc/es para criar \ a 0 vacas de leila an-
da que o dito no tenha arvoredos porto da
praga na ra de Hurlas n. 46 na rnesma se
troca urna Imagem da Conceico que tenha
um palmo.
= Aviza-se as pessoas que tem bilhetes da
lotera de Rozaro que naO rasguem os que ti-
verem san ido brancos por terem de correr as
rodas, emeonsequencia de ter fallado na ur-
na um numero; por cujo motivo est de fac-
to e de dircito nulla e nem ho possivel
ser valida.
O Espetador
tsr Kalkmann & Rosenmund declaro que
do prmeiro de Outubro em diante s vendem
com a condico dos compradores assignaram
letras, mencionando os juros de 1 e meio por
cento ao mez no caso de nao serem pagas no
vencimento.
tsr O Cirurgio Lino da Penha de Franga,
mudou a sua residencia para a ra da Ale-
gra caza junto aochapelciro.
PILL'LAS VEGETAES E UNIVERSAES AMERICANAS.
tsr 0 nico deposito dellas he em caza de
D. Knoth, agente do Author, na ra da Cruz
rw 57.= N. B cada caixinha va embrulha-
da em seu recetuario com o sello da caza
em lacre preto.
tsr Arrenda-se urna casa, em Santa Anua,
junto da propriedade de D. Maranna conti-
gua a olara da mesma prxima ao Rio Ca-
pibaribe multo propra para passar a festa .
quem a pretender dirja-se a pracinha do
Corpo Santo D. 67.
tsr Desoja-se fallar com o Sr. Alvaro de
Luna Freir, a negocio que Ihe interessa ,
para o que hajade annunciar a sua morada
para ser procurada ou drija-se a pracinha
doLivramento lo|a de Joze Antonio Alves
Bastos.
tsf" Deseja-se saber se nesta praca ou fora
della exstem os Flhos de Bernardo JozeOzo-
rio natural de portugal conselho de Cha-
ves provincia Tras-os-Monte.
= O abaixo assignado vende a parte que
tem no sobrado de trez andares e soto sito
na ra dos Tanoeiros em chaos proprios D.
2 confronte o trapxe novo : assim como o
sitio denominado sallnas na fregueza de Ma-
ranguape distante desta Praca 3 legoas ,
no qual contem caza de vivenda e sen*
7alla de taipas 300 pez de coqueiros ,
bastantes pez de larangeiras e outras fructei-
ras que por poucas se nao menciono pasto
para gado matovrgem, trras encapueira-
das para plantages no que he muito frtil,
proporcoes para fabrcar-se cal preta assim
como sal, lugares proprios de se situaren)
viveiros para peixe, e outras proporges que
avista do comprador se dir; cujas propie-
dades achao-sc livres e desembarazadas de
hipoteca ou outra qualquer alienago; quem |
pretender dirija-se ao cartorio do escrivao
Souza na ra da Cruz ou annuncie.
Joflo da Cruz Fernandes Souza.
tsr Boga se ao Snr. Pedro Joze dos Santos
que foi caxeiro da caza do snr. Diogo Crabre-
Hi & Companhia baja de declarar sau mora-
da a fim de se concluir, um negocio em
que o mesmo snr. tem nelle parte.
= Teodo o Snr. Joaquim Francisco de
Mello Cavalcante, no Juizo do Civel da Co-
marca do Nazareth intentado aeco de Li-
bello civel contra o abaixo assianado para
haver deste a quanta de 50:358*260 que
diz scr-lhe devedor de principal o juros da
compra do engenho breos ; o porque o a-
baixo assignado para o referido pagamento ,
ao Tiesmo snr. Mello Gavalcanti fez remessa
dos assucares fabricados em dito engenho ,
desde o anno de 1855 at 1839 como consta
dos recibos existentes em seo poder e cuja
importancia talvez exceda de 2(5:000*000 :
por isso o mesmo abaixo assignado p>;lo pre-
sente convida ao sr. Mello Cavalcanti para a-
juste de contns judiciaes, no mesmo juizo
em que pende a lide, isto antes do julgamen-
to da caliza ; oo nao fazend o publico im-
parcial ajuizar de que lado pende a ra/o e a
justica .
Joaquim Fraeisco Cavalcante de Mello.
= No dia 2 do corrente achou-se urna letra
sacada por Antonio Joze Martins aceita por
Joze Gomes Moreira a pessoa a quem perten-
cer dando os signaes certos lho ser entregue ,
na rua do Crespo loja de Manoel Ferreira
Ramos.
Preciza-se de una pessoa que lenha I "a
letra, conheeimento de commercio e boa
conducta ; os pretndanles dirijan sea rua da
moeda I). 140, a fallar com Firmino 3. F.
da Roza.
B Quem precizar de um porluguez de ida-
de de 16 anuos, para caixoiro de engenho, ou
outra qualquer arrumarlo o qual sabe bom
ler, eescrevor; dirija-se a rua do Rangcl
venda D. 15.
tsr Cm moco brasileiro perito no idio-
ma porluguez se oferece para ensinar em
cazas particulares primeiras letras gramma-
tica portugueza arithmclica tudo com per-
feicafl ; as pessoas que de stu preslimo se
quiserm utilisar annunciem
tsr Aluga-se para se passar a festa urna
casa e sitio muito fresca com os commodos
sufiieientes para urna familia no lugar da
Capunga e muilo perto do banho; quem
a pretender dirija-se ao Mond' go Botica de-
cima 29.
tsr Um homcm solteiro que pouca assis-
tencia faz em caza pretende alugar metade
da caza onde mora na rua do Palacete n: 26 ,
a alguma pessoa que tenha familia : quem
pretender dirija-se a ruado Bangel n. 81.
t^ Os Srs. Joze Correia Pinto e Manoel
de Azevedo Costa, queirad ir receber urnas
cartas vindas do Porto : na rua da Praia ser
raria do Cardial.
CT Aluga-se um grande e ptimo arma-
zem tendo o embarque por detraz, no bair-
ro de S. Antonio rua deS. Francisco sobra-
doD. 2 : a tratar no segundo andar do mes-
mo das 7 as 10 horas da manh e a tarde
a qualquer hora.
tsr Precisa-se fallar aoSr. Francisco Sa-
turnino Gonsalves Mado : na resillarlo da
rua de S. Bita Nova n. 85.
tsr O Sr. que tirou urna carta do correio
por engao para Antonio Joze Antunes ,
dirija-se a rua das Cruzes D. 1 ou annuncie.
tsr FurtrSo tres colheres de sopa em um
destes dias do mez p. p., com o pezo de 20
oitavas escassas, e com a firma seguinte : A.
J. D. ainda novas com todo o seu lustro a
pessoa que as comprou na boa f querendo
restitui-las ao seo verdadeiro dono, dirija-se
rua direita D. 71, loja de ourives que rece-
ber o mesmo dinheiro que tenha dado por
ellas, e o annunciante Ihe Picar eternamente
agradecido.
tar Quem precizar de urna ama para in-
gomar cuzinhar para casa de homem sol-
teiro ou viuvo e mesmo para familia ou'al-
guma senhora que quizer alguem para com-
panhia dirija-se casa D. 3 na rua nova
de Santo Amaro defronte do tanque d'agoa.
t^ Offerece-se um rapaz de idade de 15 an-
nos, que d fiador sua conducta que sa-
be ler escrever e contar perfeitamenle, o
tem boa letra ja lem algumas luzesdo com-
mercio ; para caixeiro de loja ou de rua ,
ou de escriptorio ou mesmo para escriptn ;
quem do seo presumo se quizer utilizar an-
uuncie a sua moradia para ser procurado.
tsr Q Snr. Paulo Joze Gomes annuncie a
sua moradia para Ihe ser entregue urna car-
ta vinda da Parahiba do Norte.
tsr Nao tem continuado a puhlicaco do
Espelho das Bellas por falta de assignantes.
Subscreve-so na rua do Collegio loja do livros
D. 7 a 960 reis por trimestre adianlado com
a entrega do primeiro numero e um nu-
mero por semana at concluso do resumo
da historia da Provincia ; resumo que pela
maneira que se tem dado nunca fora visto :
o que torna a Folha summamcnle interes-
sante para a educacao da infancia, e ainda pa-
ra muitas pessoas adultas.
(Redactor.)
tsr Aluga-se tima canoa aberta que car-
rega 900 li'jollos a traz dos Martirios caza
de trez portas verdes.
tar Aluga-se um moleque para o servico
de caza ou botequim ; quem o per tender di-
rija-se rua de Santa Bita Nova N. 01.
ssrOSnr que annonciod para vender um
escravo cosinbeiro. queira dirigir-se loja
de ferragens N. 46 da rua da Cadeia do Re-
cife.
tsr Urna Senhora moradeira em Santa Au-
na convida as Senhoras passadeiras da festa
que quizerem mandar l'a/er vestidos do ultimo
gosto e niui bom l'eitos : por preco muilo
em conta e mesmo toda qualquer costura : quo
dirijao-se a o ultimo portao du Ierro a direita
que segu para a rua da caza forte a mesma
Senhora declara a os Senhores allaiates que
quizerem dar a fazer calcas coleles, jaque-
tas pelo preco de urna pessa pela outra a
cruzado podem apaiecerem na rua das Flo-
res D. 6 advertindo que as ditas obras se
l'azem muilo hem l'eitas com brevidade.
CS* Preciza-se de um bota forneiro forro ,
OU cativo ; na rua Direita Padaria n. 80.
tir~ A bordo do Brigue Brasileiro Feliz
Dislino, funrliado de fronte do Port do Mal-
lo chegado a -2 dias do Assii lem cxcellenlc
sal e vend-se por pceo muilo ineonta as
pessoas que querem aipiaa-se ao referido
Brigue.
Curso de lingoa Franceza por Carlos Tiir-
quais professor do Collegio do
Santa Cruz.
Este curso feilo por meu methodo novo
simples e fcil especialmente consagrado s
pessoas que j podem traduzir o Franccz. ou
que o fallo incorrectamente.
Os exercicios principaes do curso se com-
pile de :
1. Leitura Prosa e Verso.
2. Applicago por meio de excmplos das re-
gras da grammatioa.
3. Analyses grammalicaes d lgicas.
\. Conversacfio.
5. Discusso.
0. Narraco.
Por este methodo se pode cm muilo pouro
lempo fazer rpidos progressos.
A diversidadedos exercicios a modicidade
do prego e a hora devem ser tantos maiores
attrativos para aquelles que dezejo instruir-se
ou que tem necessidade de faze-lo. O curso
ter logar todos os dias nao feriados de 6 ho-
ras e meia at s 8 da noite. O prego ser
por subscripeo a 5*000 reis mensaes por
pessoa.
Todas as pessoas que se quizerem inscrever
podem dirigir-se morada do professor na
rua larga doRozario n. 1 primeiro andar to-
dos os dias uteis do 8 horas da manh ao meio
dia. 0 mesmo professor d ligues particula-
res quer em casa quer fora.
= No dia iodo corrente andaro de nova-
mente as rodas da Loleria de N. S. do Rozaro
da Boa-vista, por ter sido julgado nulla a
primeira extrago.
Enlregou-se 2 rolos de fumo a um pre-
to j velho de cor fula que se conhece de
vista no dia conco ainda o nao entregou ;
a pessoa que por emgano recebeo ou for
offerecido avize ao senhor Joze Rodrigue Pe-
reira no becodo capim no Recife que dir
quem he seo dono.
Deseja se faja: com o. senhor Joo Arce-
nio Freir, vindo ltimamente do Porto no
brigue Maria Feliz, para negocio de eu
enteresee no largo do tergo N. 7.
-Precisa-se de pretas para venderem doce,
pagando-se 80 rs. de vendagem por pataca;
quem quizer dirija-se a rua velha vendada
quina que bota para a rua da Alegra.
Quem quizer alugar urna mulher for-
ra para criar, com muito bom lese e bem
criada pois hade agradar a quem della pre-
cisar ; dirija-se a praga da Boa-vista botica do
sr. Ignacio.
Permuta-sc una caza terrea grande .
cita na rua velha por outra mais pequea :
na mesma rua ou as i uas de Santa Cruz ,
e nos quatro cantos : na rua velha D. 9.
Um mogo solteiro de bons coslumes
se offerece para ensinar primeiras letras
Cura da praca tem bastante jratica pelo
methodo que foi adoptado pelos paizes da Eu-
ropa ; na entrada da rua do Bangel D. 37.
tsi Quem annunciou no Diario de 24 de ^
setembro N. 206 querer comprar duas
negrinhasde 5 annos, dirija-se Gamboa de
Carino D. 11 sesimdo andar.
tsr Quem quizer um caixeiro Para qual*
quer arrumaco annuncie
I


I
= O abaixo assignado faz scienle que ven-
tleo a sua venda N. 16 da na Direila ao snr.
Jozo Joaquim Alvos da Silva o o mesmo snr.
Silva fica obrigado a pagar todas as dividas
que a mesma devia: assim comoica autoriza-
do a receber todas as dividas que a mesma
devem assim como agradece muito a todos
quedes snrs. que to genero/amento secon-
Jiaram doli.
Francisco Dias Fortes.
tsr O abaixo assignado faz seiente a todas
spessoas que se julgo credores extinta
vend de Braga & Forte e de Francisco Dias
Fortes o favor do tirarem suas contas no
prazode 8 dias alim de seren conferidas e
pagas era seu devido lempo : assim como os
que mesma sao devedores de nao pagarem
se nao ao abaixo assignado visto de direito llie
pertencerem.
Joze Joaquim Alvos da Silva.
tsr Aluga se a loja de uin sobrado vcn-
dendo-se urna armaco que dentro delta se
acba que sorve para qual(|uer negocio, cita
cm fora de portas junto a tenda de sapateiro:
a tratar na mesma.
ef" A vi uva e Filhos de Antonio Jos Tei-
xeira Bastos annunciao aos credores de sua
caza que se est procedendo inventario nos
bens do seu cazal para que se habilitcm na
forma da lei.
W Precisa-se de um armazem na ra da
praia desta cidade ; quem o liver para arren-
dar ou traspassar, dirija-se a ra do Fa-
gundes n. 5(>.
tar Quem quiscr urna ama parda solteira
para caza para engommar e lavar, diri-
ja-se a ra do Fernandes lado direito caza ul-
tima.
tsr Quem annunciou no Diario n. 197,
querer comprar um sitio perto da praga cora
os requisitos que quer falle no atierro da
Boa vista com o Padre M;stre Lopes Gama.
Juntas ou separadas 3 moradas do ca-
zas lencas edificadas a pouco lempo feitasa
moderna, chaos proprios citas na ra dos
Prazeres atraz de S. Gonsalo: na ra Direita
padaria n. 24 de meio dia as duas horas da
larde.
= l'm pianno nglez de muito boas vo-
zos e quaze novo ; o urna meza de meio do
salla, do Jacaranda em bom estado : tudo por
prego Commodo no Pateo do S. Pedro D. 10.
tsr Amendoas doces sem casca a 200 rs.
a libra e a oj rs. a arroba : na ra Nova bo-
tica de Domingos da Silva Teixeira.
^tsr Um aderesso de ouro fino de bonito
moJelo. um pardo brincos com diamantes
esmaltados em ouro de lei 5 voltas de cor-
dito o 3 ditas do colar um biiito ponteiro
le ouro para menino um crucixo pares
le bolu.s para*, puriho do diversos tamanlios e
mdelos difforentes ditos para abertura ,
de ouro um coraco com diam i rites dia-
mantes sollos para cravadores um alfinete
ile topazioe diamante um anebl lavrado ,
urna redo na fechada urna cruz para re-
liquia um rozaric de ouro e urna poicao
de prata de lei: as 5 ponas n. 23 onde lera
lampiai
Urna negra do naco de 24 annos ,
bonita figura cozinha bem o ordinario, en-
gomma lava de sabo e var relia faz doce
COMPRAS.
Urna bomba de ferro ou de pao em
bom estado : quem liver annuncie.
tsr Um methodo de ilauta : na ra de
Agoas verdes D. 42
tsr Para o Rio de Janeiro urna escrava
preta de bons costumes e que seja perfeita
engommadeira, e costureira no atierro da
Boa-vista defronte da Matriz segundo andar
casa do Sr. Carneiro da Cunda e na mesma
casa lambem se compra um carrinho de qua-
tro rodas que seja puchado por um cavallo.
^tar A obra de Horlando amorozo o de
Hurlando furioso nova ou uzada a obra
segredo da natureza a sagrada ou Sancta
Biblia pelo Padre Antonio Pereira ou por
outro qiialquerauthor eo cdigo commor-
cial por Jozo Forreira Borges : no arco de S.
Antonio loja da quina dolado do norte.
VENDAS.
tsr Urna negrinha de nacao muito linda
de 13 annos. lem principios de engommar ,
cozinha o ordinario e he recolhida outra
dila de naco engomma e cozinha o ordi-
nario um escravo de naco com bonita
figura bom canoeiro de canoa de agoa e de
carroira tambem he capinheiro: na ra Di-
ro i la n. 45.
tsr Uma negra do bonita figura, cozinha,
lava de sabao e varrella com urna filha de
7 annos : na ra do Fagundes n. 36.
tsr Taxas de ferro coado e batido em bom
sortimento por preco commodo e farinha
em sacas de alqueire a 5840a saca : na ra
do Vigarion. 7.
tsr Um sobradinho com bastantes com-
modos, era chaos proprios e fresco em
Olinda na ra de S. Bento, onde tem botica? I
e tambem se aluga por resta ou aiinu.il : a
tratar na ra do Balde n. 24.
- L'm molato de bonita figura que repre-
senta ter 25 annos sem ollicio ncm vicios:
dirijo-se deoito ao meio dia de boje na pra-
m da independencia loja de livros N. 37 e
38 que achara o vendedor.
tsr Urna casa no lugar da caza forte, sen-
do as frentes de cal e tijollo e os oites de
taipa tem de largura 25 palmos e 50 de fun-
do e o quintal com 500 palmos : quem a
pertender dirija-se a loja de cabos N. 5 no
largo do Corpo Santo.
t&- Pao a 120 rs. a libra todos os dias
das 5 lioras da manda as 9 a sber o pao se-
r de lodos os tamanhos como os freguezes
quiserem botndose na balanca alhe com-
pletar o peso que o fregiiez quiser : na pa-
daria no fundo da ra de Apolo pegada a
nova ra do arsenal d? Maiinba.
CT Um negro de bonita figura, sem acha-
ques ganhador de na ou permuta-so por
una negra ; na ra Nova D, 5{,
e refina assucar : na ra de Hortas n. 40.
"-ir- Vende-seou arrend;tfi-se terrenos ja
atterrados proprios para estabelecimento de
fornos, com porto de embarqu-i e tambem
urna caza assobradada com igual proporco
tudo cituado nos Coelhos da Bba vista : a
tratar com Marcelino Jozo Lopes.*
tsr Um relogio com caixa de ouro e sua
corrente tambem de ouro : no pateo do Car-
mo quina da ra de Hortas I). 2.
tsr Um cavallo de meio lote de bonita
cor, bom passeiroegalopiador, e muito vi-
vo, por preco commodo por niio estar muito
gordo : na ra dos Quarteis D. 5.
tsr Taboado de pinho americano o da
succia por preco commodo por se precisar
do armazem : atraz do theatro da parle da
mar ou na ra dos Quarteis D. 5.
ssr Botos de massa a 800 rs. abotuadura,
boas escovas de espelho para cbelo, lacas e
garlos muito finos do cabo branco, transc-
lim do burraxa a 80 rs. thesouras finas a
200 rs. agoa de colonia muito fina cai-
vetes essencia de roza, banda franceza ,
colxetes fsforos de pente e de caixinhas a
50 eGO rs., escovas e pos para denles, e ou-
tras muitas iniudezas baratas : na ruado Li-
vramento D. 5.
tsr Urna escrava crela de bonita figura ,
de 15 annos, engomma, cozinha, cose liso,
e ensaboa sem vicios nem achaques : na
travessada trempe para o Mondego no sitio
que tem a caza com a frente cor de chumbo.
tsr Um preto mogo de boa figura bom
para lodo o servgo : na ra da Guia n. iO.
tsr Primeiras lices a minha discipula ,
pelo mdico prego de 640 : na ra do Quei-
mado loja de Carioca & Sete D. 13.
> tsr A obra inteira de Vulter em francez,
resumida em 3 v. Diceionariolporluguez em
Ierra propria; quem a prelenderjdrija-se a ra
de S. Jozo D. 40 na mesma precza-se de
400, a premio sobre hipoteca.
tsr Oleo de linhaca a 500 reis a libra, em
holijoo galo a 2100 tinta verde a 240 rs ,
tabaco simonte em latas de libra a 300 reis ,
sem lata a 320 reis espermacete a 080 res
a libra graixa n. 97 a 140 reis manteiga
francesa a 500 reis a libra, americana a 100
res, banha de poico a 440 reis a libra, panei-
ros do sal de quarta veiha do Maranho a 320
reis breu a 1120 a arroba e 4o rois a libra ,
toucinho de sanios a 100 e 200 reis a libra ,
carne de toucinho a 00 rois a libra toucinho
de Lisboa a 2i0 reis letria a 280 reis passas
a 2oo reis papel de peso almasso o de em-
brulho vinjio do porto e figueira urna ne-
gra de donita figura cose engomma e cosi-
nda o ordinario de urna casa : no largo do
Terco venda n. 7.
ssr Na venda da quina da ra do Arago
I). 22 continua-so a vender os seguinles g-
neros por prego commodo presuntos ingle-
ses a 200 rs. a libra e a retaldq a 240 car-
ne de porco norte merca propria para tempe-
ro, e feijoadaa 120 a li ira, letria muito no-
va a 210, macarroa 200 rs., espermacete
muito alvo a 720 a libra manteiga a 320 ,
Franceza e ingleza a 480, fumo Americano a
2i0a libra e urna porfo de vellas de sebo
a duzia a 140.
= Saccas com farinha da trra muito boa
qualidade e por prego comino lo assim co-
latura regular cheio do corpo cor meia fu-
la com marcas de bexigas sem barba
com cabellos nos peitos de 22 anuos de ida-
de caiga e carniza de algodo da trra jaque-
ta de ganga amarella desbotada e mais uma
caiga de riscado azul nova ; julga-se ter sido
se dusido e consta terem barcado no mes-
mo dia as 5 1|2 lioras da manh detraz do ar-
mazem do sal, por isso pretende-se proceder
i'ontra o seductor na forma da lei. (Jua'quer
capito de campo ou authoridade policial
(a quem se recomenda muito) o poder pegar,
e leva-lo na ra da Praia serrara do abaixo
assignado nesta praga, em Macei a Luiz Jo-
ze do Brito no Rio de Janeiro o a Custo-
dio Francisco Ramos que sero pagos do
seu trablho.
Antonio Dias da Silva Cardial
tsr Manoel de nago cabund alto feio do
rosto cara comprida costuma ombebedar-
se falla mal e muito devagar he canoeiro ,
costuma aterrar viveiros e tendo tamben!
2 tomos primeira e segunda edigAo ludo
novo : na Soledade D, 12, confronte ao lam-
pio.
tsr Uma morada de caza terrea cita na ra
dos bairros baixos na freguesia de S. An-
tonio : na ra do Hortas nocartorio da pro-
vedoria.
tsr 200. mcios de sola ordinaria 232
bezerros de muito boa qualidade, e uma por-
go de couros de cabra, ludo por prego com-
modo : na ra da Cruz n. 2j.
tsr 6 vaocas boas de leile i no atierro da
Boa vista loja D. 10 ; na mesma se precisa
alugar un preto para servir uma caza.
129- Um escravo ladino de todo o servigo ,
de 30 a 5o annos: no Ceelho no primeiro
sobrado passando a Igreja.
^c? l'm carrinho de 4 rodas com todos os
arrojos: no atierro da Boa vista na coxeira
ilo segeiro francez Emilio.
tsr Uma rica secretaria de Jacaranda ma-
cisso chegada ullimamento do Porto por
proco commodo porque o dono nao se pode
utilisar dola por ser grande o mesmo por
se precisar de dinheiro na ra Nova loja
Decima il.
tsr Pentes de tartaruga do prender o c-
belo, lisos caberlos e .Jilos de marrafa ;
lambem se conseita toda obra de tartaruga .
00 paleo do Carino na loja do sobrado da
quina que volta para a ra das Trincliciras.
tsr Uma cama de amarello de armaro ,
com 7 palmos de largo com colxo e enxer-
ges por 24ji : na estrada do Pombal, no
sitio que tem portiio na quina de bequinho
do cafunJ,
mo se vende garrafas com serveja preta e
branca de muito boa qualidade garrafas
de licores de lo Jas as qualida les caixas com
pissasa 4^500, e a retalho a 200 rs. a libra,
vinho da Figueira a 1920 a eanada e a reta-
lho a 200 rs. a garrafa vinho do Porto e de
Lisboa da marca PRR, e outros muitos g-
neros por prego commodo: na venda nova
defronte de palacio da parto do passeio pu-
blico.
tar Um sobrado novo de um andar na ra
do Padre Floriano D. 77 junto ao do Frci
Caetano de 2 andares com soto e cozi-
nha no mesmo bem asseado, em chaos pro-
prios grande quintal murado o cacim-
ba : na ra estreita do Rozarlo no segun-
do andar de umi propriedade de 3 ditos com
loja de marcineiro.
ssr 00 palmos de trra nos affogados na
ra do porto, foreiros e com algumas fi uctei-
ras : na ra de S. Miguel da mesma povoa-
go na loja do sobrado que fui de Franoisco
Nicolao de Pontos; na mesma loja 12 qua-
dros modernos um bahu de vidro 2 gar-
rames um barril de guardar azeite ludo
por prego commodo.
tsr 4 canoas do condusir agoa todas de
construgo de amarello e secupira en-
cavilhadas de ferro e pao cujas sao muito bem
fabricadas e bem acabadas e vende-se a troco
do escravos do ambos os sexos para lora da
provincia ou dinheiro adverte-se que tam-
il.>m se vende do uma em uma : atraz do for-
mo velho no estaleiro do Mostr Joo Mina e
para tratar na ra dos Quarteis D. 5.
= Cortes de la com 14 covados proprios
para vestidos de sen dura chegados do Rio de
Janeiro sendo fazenda da ultima mo la na
quella corlea 6j o corle tambem se conti-
nua a vender os bons chales de cadago escu-
los bordados as ponas a 2# reis cada um: na
ra doQueimado D. 1 piimeira loja viudo da
ra do Crespo.
ESCRAVOS FGIDOS
er
No dia 5 de Agosto p. p. fugio um mu-
ato de nome Manoel de idade de 16 annos
filho da Cidade de Olinda onde fui visto por
veses- depois da fuga foi escravo do Juiz de
Direito o Sr. Antonio Baplista Gelirana tem
de coslume as (ugidas procurar o Norte da
Cidade alhe a Hha de Itamarae : he de
estatura ordinaria feigoes grossas beigo.s
grosso.: boca grande, e denles largos e edeios
delinio, com uma cicatriz no dedo ndex da
mao esquerda leveu veslia de edita caiga
de pao de algodo da trra chapeo pieto :
quem o pegar e o condusir a casa do Medico
Brito no atierro da Bovisla ter a gratifica-
gao de 20 s.
= Fugio no dia 5 do corrente um molequ
de nome Gaspar estatura regular e de 15 a
10 anuos de idado levou vestido caiga de brim
branco de lista e carniza de madapoln e ja-
quela rxa com listras tambem rxastem sido
visto dentro desta cidade consta-me que elle
se tem andado oferecendo para servente em
algumas obras o por isso se pede a qualquer
pessoa que dello souber do o trazer na praga
da Indedendencia N. 59.
tsr No dia 16 de Setembro do correnlu ,
fugio do abaixo assignado um escravo crelo
andado com um mscalo pelo mallo corn la -
zendas pode muito bem por l estar.
Antonio da costa muito alto e magro, olhos
vermelhos e vesgos he embrcadisso por
isso talvez ande embarcado quem os pegar
leve-os na ra do Vigario n. 7, que ter por
cada um Oj sendo pegados nesta Provincia o
em quai quer outra do Imperio Mo().>.
tsr Fugio no dia 19 de Marco de 1836 um
preto crelo de nome Joaqdirn boje repre-
senta ter 20 e tantos a 30 anuos com os sig-
naes seguinles : altura e corpo regular cor
fula cara redonda, pouca barba pernas fi-
nas, ps pequeos he muito ladino falla
bom desombaragada foi surrado em 1854 na
grade dacadeia e hauve noticia a dousan-
nosqueelle andava vendendocargasde larinha
na Cidade da Parahiba e disia estar forro ,
e como pode ser pegado ou estar preso em al-
guma cadeia por forro por isso se faz o presen-
te para quem souber do dito negro ou der no-
ticia rceber de gratiicacao 100, fora as dis-
pesas na pracinha do Livramento casa D. 19.
tsr Doengenho novo de Angustias comar-
ca do Nazareth da malta fugio no dia 5 do
corrente um escravo de nome Cacimiro de
nago angola de 20 a 28 annos cor fula ,
bonita estatura corpolentp bem barbado
deixa tambem crescer a barba por baiso do
queixo ao uso tem um dente falto na fren-
te rosto largo pernas finas ps grandes ,
bstanle ladino: quem o pegar leve na ra No-
va em Olinda casa da quina que volta para
o convento da Conceigo ou no mesmo cn-
genho que lera 50, de gratificago.
>r Do engenho Jundi comarca de Naza-
reth da malta fugio no dia 12 de Agosto do
corrente armo um negro de nomo Rafael ,
crelo do 2o annos de idade, boigos gros-
sos e virados principia a barbar rosto
largo, pernas finas altura menos que regu-
lar bem fallante, um tanto rauco supe-se
ter hidopara Cariris novos, levou vestido ca-
rniza e seroulas compridas de algodao ; quem
o pegar leve na ra Nova em Olinda casa da
quina que volta para o convento da Conceico
ou no mesmo engenho que ter oOj de grati-
finagao.
wr Matheus, do gento de benguela de
estatura um pouco menos de regular, cor fu-
la com algumas marcas de bexigas pelo ros-
to bons denles representa ter de 22 a 25
annos muito pouca barba pernas um lau-
to arquudas ps o mos peguena* corpo
proporcionado de maneira que nem gordo
nem magro; com uma coroinda no alto da ca-
bega procedida de car regar pesos falla muito
alrapalhada que parece novo ou bugal; fugio
ou foi furtado no dia 2 4 do passado das 9 para
para as 10horas da noite da ruada Praia aonde
foi levar aSenhora em palanqun) hindo vestido
com caiga e camisa de algodozinho velhas e
suja quem o pegar ou delle souber dirija-se
arua da Aurora sobrado de 5 andares D. 3
que ser generosa raen lo gratificado.
tsr No dia 13 de Fevereiro do corrente
auno fugio da casa do abaixo assignado um
seu escravo de nome Jos nago angola offi-
cial de sapateiro tem os signaos seguinles :
secco do corpo altura recular tem o rosto
comprido olhos crescdos beigos grossos ,
o nos ps principios de cravos aboba ticos, lem
ao lado de um dos olhos uma cicatriz proveni-
ente de uma pancada que apanhou a lempos
e por isso camba um pouco dos ps no andar,
tem vicio de beber be muito regrista que
parece ser crolo este moleque ter de idade
20 a 25 annos, foi escravo do Feliciano de tal
oue foi porti-iro do Trcm ; quem delle suu-
ber ou liver noticia dirija-se ao etmunci-
ente que mora tiesta Cidade que ter de gra-
tificago 100, reis.
Joo Gomes Marlins
Ltn casa terrea, nos Argados vom' de nome Conejo ofljgjal de pedreiro es-' RliCIFK NA TYP. DE M. F. DE F. *=1842t


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