Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04781


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Full Text
Anno de 1812. Segunda Peira 9
Tudo agor. depende de no. e.mo. ; d. nos, pmdenci. mo.let.cao e energa con-
temos co.o urme.pi.u.0. e seremos sponudo, con. .,!,ir.cao "enlre .. N.ce. n,.i,
culta. __________________ (rrocl.macao da A.semblea Geral do 'iran.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Gni.nn, P.raiba e K.o grande do Norte, iegnnd.se sextas feir...
Bonito G.r.nnune a O e 24-
Cabo Serinb.e Rio Foraoio Porto Ciro, M.eei e Al.go.s no 1.
J-.je 13. Sant Anto quinta, feir... Olind. lodos os dias.
DAS DA SEMANA.
29 eg. D.golacao de a. Joao Bautista. Aud. d> J. de D. da 2. t.
5 l'ao. s Roa de Lima Re. Aud. do J. de D. da 1. ,
31 Qjlrt. s Raymundo Nonato Card. Aud. do .1. do D. da 3. t.
1 Quint. Egyd.i Ab Aud do juii de D. da 2. -.
2 S'. K'e:"io Rci. And. do J. de D. da V. t.
3 S*b. Eufemia V. M. Re. Aud. do J. .le D. da 3. t.
4 Dim. N. S. da Penlia.
11, t 24.
de Agosto. Anno XVIII. N. 185,
O iarid publica-te todos os dia* e;uT nao forem Santificado. : o preo0 d. aiiign.lar. be
de tres mil res por <|u*rtcl pago. adianiados. Os an.i.incins dos assi-n'nie tas inserido
gratis e os dos que i. i..,., fur.rn r.tiJo de SO res por linl.a. As reolamacoes .levem ser
dirigidas a csl Tipografa rus d.s Crutes D. 3, u praca <1. lndeiieu.lrn.ua' lua de lirios
Numero 37 e 3S.
CAMBIOS no da 27 dk agosto.
Cambio tebre Londres ?5 nominl.
a Pori. 375 reis p. Irai.c..
.I.- |ir.
compra vend.
Lisboa JilO par 100 .
Moclade cobre 4 per lJ de doacoVlo,
dem de letras de boas liiuin le a i c f.
Ouro- Moeda de 6,400 V. 40,300
N. tJ.lOJ
* de 4,000
P.ta Patacei
" Peto* ('olumnaret
> .lli.i Mexicanos
9.100
1,880
4,8*0
1.8.S0
1,01)0
16.500
10.300
0,300
1.K90
1.8W0
1.890
1,730
Preamar do
.'*10 bor.t
*.-Td hora
din 29 de Agosto.
54 m. da man..
e 18 m. d. larde.
PH'.SKs HA LOA !\t) MEZ DE AOS'IO.
I.ua Nora a f)-- 0 hwat e "! m. Quarl. cresc. a 13-- a* 3 Uras ... .:. nmi.li.
La chei. a 20--a llhni.s c 5fi m. .1* ir !.
Quart, ming. 29 s 1 horas e 30 m. da manb.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 25 DO CORRENTE.
Ollicio Ao cliefe da legiAo da guarda na-
cional de Olinda ordenando que fag* subs-
tiluir os guardas nacionaos casados que se
arho nesta tildado, pertencentes forga
destacada em Olinda sob o commando to ma-
jor Joo Paulo Ferreira por guardas soltei-
ros.
Dito Ao inspector da tliesouraria da fa-
zenda aecusando recebidoo seo ollicio de
i7do corrente, que acompanhou a tabella
dos vencimentosdosempregados ni liba de-
Fernando com as duvidas suggeridas pelo
commissario fiscal do ministerio da guerra ;
dizeodo em resposta que nao constitu-
ido aquella illia um presidio nal aos que
lia as fronteiras do Imperio acbando-se
untes n'um caso excepcional por sua posigo ,
que torna mui penosos os servicos alli pres-
tados e diTcil a acquisigo de empregados ,
que bem sirvi com poucos vencimentos deve
continuar a mandar abonar os mesmos venci-
mentos que at aqui se tem pago aos respecti-
vos empregados, entretanto que a presidencia
leva ao conhecimento do Exm. ministro da
guerra as duvidas do dito fiscal, fundadas em
louvavel escrpulo pelo que diz respeito as
despesas publicas.
Dito Ao Engenheiro em chefe das obras
publicas autorisando-o contraclar ami-
gavelmcnl?, na conformidade do artigo 15
da lei provincial numero 9 do 10 de Junbo
de l8,To com o proprk'tario das duas casas,
que era seo ollicio de 23 do corrente diz de-
verem ser demolidas para se poder por em
exeenoAo o projecto da ponte suspensa a
sessAo das mesmas casas : ordenando-llie ,
que do resultado d parle Presidencia.
Dito Aocommandanle das armas de-
terminando que mande asssentar praca no
batnlhAo de infanlaria destacado aos guardas
naeionaes solteiros que se achAo nesta ci-
da.de pertencentes torga destacada em O-
linda sob commando do major Joo Paulo
Ferreira.
Dito A cmara municipal do Rio-formo-
so dsendo que pode ceder ao cidad Jo-
ze Gonealves lo Faria o uso-fructo com-
prehendido entre os dous trapiches d'aquella
villa por seis ar.nos com a condigo d'ei-
le edificar no mesmo terreno sua cusa, e
s jlo o reedificar o caes contiguo que se a-
cha arruinado entregando tudo i aquella
cmara depois de findo o referido lempo, con-
forme a proposta por elle feita.
Dito Aojuiz relator da junta de juslira,
remettendo um olficm do commandante das
armas acompanhado do processo verbal ,
feito ao reo, soldado Manuel Caelano do Nas-
cimenlo ; e inlelligonciando-o de baver de-
signado o da 27 do corrente para a reunio
di mesilla junta.
Dito Ao mesmo ordenando que no-
meio quem substilua o desembargado!' Joa-
quim Teixeira Peixoto d'Albuqucrque no
caso de que anda se ache doente visto ba-
ver marcado o supra Jilo dia para a reunio
da junta cima mencionada.
Dito Ao desembargador vogal da di la
junta Joaquim Francisco Gonealves Pon ce
de Len convidando-o a comparecer em o
dia supramencionado hora do costume
sessAo da dita junta.
Dito Ao commandante das armas di-
zendo haja de convidar os vogacs militares da
referida junta para o supraindicado fim.
Dito Aojuiz municipal suppleiileda se-
gunda vara declarando em resposta ao seo
ollicio de 22 do corrente que os outros sup-
plentes da mesma vara elle immediatos sao
os hachareis Joo Antonio de Souza ReltrAo
Araujo Pereira eJozeFelis delkito Mace-
do, os quaesj se achAo ju raigan la dos.
Dito Ao delegado do prijHro districto
d'este termo aulorisando-o a por em execu-
da nacional d'este municipio i que per-
tenee.
Dito Ao engenheiro em diere das obr,as
publicas dovolvendo approvado o projeck)
de alargamento do escoaVo do varadourp
de Olinda com conslrucgao de urna comporta,
e collocaco de bicas ; e delciminaridj que
mande fa/cr esta obra.
Ditos Ao inspector fiscal das obras pu-
blicas, e ao inspector da thesouraria das
rendas provicaes in(el!igenoiando-os do
conleudo o procedente filcio.
DitoAo inpoctor da alfandega acen-
tificando-o de haver concedido demisso do
lugar de continuo da roesma Alexandre
Carneiro da Cunha.
DitoAo inspector da thesouraria da 'a-
zenda faiendo igual communicago c d-
zendo que propon ha pessoas apiris para o
referido lugar.
gAo as instruegoes que organisou para os
if @ l na nr ij
inspectores de quarteirAo, menos o artigo
II por nao parecer conveniente.
Dito Ao commandante das armas or-
denando que mande escusar do servigov do
batalho de infanlaria da guarda nacional
destacado o soldado da terceira companhia
do mesmo Del miro Domingos dos Santos e
faga-o recolhcr ao quarlo butalhao da guar-
DOUS ERROS ,
POR A. DROZ DESVOYES. (*)
No entanto Mara acabada a valsa, per*
coi reu lodos os sales procurando por toda a
parle Antony querendo socega-lo com urna
palavra implora lo com un olhar obter o
seu perdau por Ihe ter occullado a necessida-
deemque se acliava de comparecer a esss
baile. Mas elle j nao apparece e em toda
essa gente nnguem a quem se possa interro-
gar a quem se possa fallar a seu respeito.
Falta nesta muldao e estas salas to ani-
madas tori>Ao-se desertas sem elle. Mara a-
bandonou as bem depres.a e voltando pa-
ra casa arrancou da cabega as llores c as es-
pigas don radas que a coroavo langou-as ao
logo e rasgou o vestido de que nao se podia
desembaragar assaz promptamento ; depois,
estendida em urna cadeira de bragos espe-
rn com impaciencia o romper do dia. Quan-
to tarda o invern como sAo lorigas as noi-
e como esta pareceu ainda mais longa a
tea!
Mara!
Assim que pode sabir foi casa de Anlo-
ny. Era a primeira vez apezar de que se
( ) Vid. Diario JN. 181, e!83.
amassem j perlo de um anno que ella al;
ia : assim quanto nao espera va des le pas-
so! Pergunlou por elle, responderAo-lhe
que estava ausente.
' Ausenle disse ella, por urna* hora
sern dnvida ? vai voltar ?
Parti com a sua mala ha alguus ins-
tantes para ir ter com seu pai.
Sem perder um lempo precioso em nuteis
interrogatorios Mara corre ao escriptorio
das carruagens de pusta de Tours : j nen-
hnma ha e gmente se ouvia um rodar sur-
do e longinquo e de vez em quandoo esla-
lardo agoite do cocheiro. Como alcangar
Antony ? Faltava-lhe a lorga perda a cabe-
ga e bem feliz foi ainda cm encontrar urna
pedia em que se apoiasse.
Eis pois esta pobre moga ," victima da sor-
te que nao Ihe deixou nem pai neni mai.
victima do seu corago que entregou ei -la
na ra s e lendo apenas forga para cliegar
sua casa.
Assim que ahi se achou, pegou n'uma pen-
na e cscreveu a Antony :
Antony, meu amigo, penloai-me; se
fui culpada j estou bem punida com es-
sa partida precipitada. En me aecuso An-
tony nao admiti que fos'es vos quem ,
pela nenhuma confianga que em mim li-
nheis, me forgou a faltar-vos a ella ; mas
estava to segura do meu coragAo a vsso
respeito que a minha acgo nao me pa-
roca lo mcom se vos figurou. Podia eu
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DIA 20 DO C0RBENTB.
Officio Ao Exm. Presidente, requisi-
tanJn-lho a expedico de suas ordena a The-
souraria para seren arrematados em hasta
publica selle cavallos, que j nenhum servigo
podiao prestar na companhia de cavallara.
Dito Ao mesmo Exm. Sr. rogando*
Ihe suas ordens a thesouraria para ser en-
tregue ao commandante da companhia do ca-
vallaria a qtianUa de oitocentos mil rea,
para compra de cavallos em suhslituigAo aos
que devifio de sor arrematados.
Dito Ao major commandane da forta-
leza do brum para que cunservasse em boa
guarda os ohjectos que recebera do capitn
Rrilo remoliendo para o arcenal de guerra
os 5:780 carluxos arruinados pertenceatos a
forga do 8. batalho de "cagaderos.
Dito Ao commandante da escuna = Pi i-
meiro d'Abril z= para fazer desembarcar dous
soldados di; cavallaria, que se achayo presos
a seo bordo. *
Dito Ao commandane da fortaleza de
((amarar, aulhorisando-o a dispedir no \.
do mez vindouro o sargento que fazia in-
terinaracnti as fungos d'almoxarile visto
se adiar restabolecido o respectivo almoxa-
rife.
Dito Ao ente coronel commandante
do batallio provisorio reenviando-lhc a rc-
quisieao dos ohjectos necessarios ao hospital
reg mental para que a molivasse.
Dito Ao mesmo, enviando-lhe o requiri-
mento .le Manocl Antonio o Monte, para
quo infurmass se eslava a rjever-se-lhe algum
fardamento, em vista doexposlo no decreto de
29 do Margo de 1810.
Dito Ao Dczorabargador chefe de polica,
communicando-lhe qa mandara por em
lib rdade o reciuta Theodoro Joze d'Aguiar,
por se ter cazado, o estar zernptodo servigo
do exercito e que mandara assentar praga
ao voluntario biogo Joze do Reg, e recruta
Luis Jos Sabino.
Dito Ao suh-delegado supplente do ter-
mo do Recife aecusando recobido o jaqu o
bonel de pao azul que remetiera com seo
ollicio dostadata.
REPARTICAO DA POLICA.
Parte das occorrencias do dia 2o.
Das Partes dadas polo Commandante Geral
consti que nao occorreo novidade. Edos dif-
ferontes termos consta igualmente quo o soce-
go publico nao tem sido alterado.
EXTERIOB."
ANDA A MORTE DO DlQlE D'ORLEANS.
Este lastimoso acontecimento d'uma im-
portancia particularmente gravo para as futu-
ras relacas da Franga com a Europa. O Du-
que deixou um herdeiro infante ao throo da
I '.inca o como segundo a orrjem natural da
vida humana Luiz Felippe nao pude viver
muitos annos a presen ta-se a melanclica
perspectiva dos pe igos d'uma longa minori-
dade que com probabilidade ameago a Fran-
ga. myope liomcm olha como o maior e o mais
soberano bem. sao para as previdentes e om-
niscientes vistas do Co apenas prognosticos
de futuros males Toda a Franga se rtgo-
zijou ({liando nasceo o Conde de Pariz ; toda-
va se o Duque de Orlcans nao tivesse dexa-
dO lilho algum succeder-lhe-hia o Duque da
Nemours, seu irmocomo herdeiro presump-
melhor dispensar-me do convite d urna
de mullas discipulas do que vos do de um
magistrado ? E ainda se souhesseis qinn-
tos esforgos iz para que fosseni aceitas mi-
nhas desculpas Meu amigo, volta ; esta
carta sem ligago a desordem das minhas
ideas assaz teccrtiicAo o meu amor. Ttl-
vez nao fosso o myslerio que presidio mi-
li nha conduela mas sim ociumeque de-
terminou o partido que lomastes : ab ba-
ne-o triumpba dos transportes que elle
nos causa como j delles lenho trium-
phado ; pois que quando elle cresce ao la-
t do do amor elle o sufoca semelhante
hora parsita que aperta a faia em seus
verdes bracos e Ihe secca o tronco. Mas
.tu vas voltar, cu o sinto, como ja bas-
tantes vezes tens feito como eu mesma
militas vezes lenho voltado esquecendo
justos motivos de qucixa. Apressa-tc para
e quanto mais so foi doce eterno para com
nosco, tanto mais nlgumas vezes mesmo pro-
digalisamos o insulto e ameaga. Antony
achava-se nesta desgragada disposigSo de es-
pirito quando a carta Ihe chegou. Pegou
nella abrio-a leu a rpidamente ; e depois,
com os olhos ameagadores os denles aper-
lados amarrotou-a na mo murmurando
palavras de maldigo.
No dia seguinte fez urna resposta violen-
ta injusta insultante. Torminava an-
nunciando a Mana que leudo sido ella
que romper os seus lagos elle se julgava
desohrigado e que antes de um mez despo-
sara a lilha do Sr. de St.-Yves cuja belleza
valia bem asna c cuja virtude sem duvida
alguma era mais irreprehensivel.
Aconteceuo que Mara tinha previsto ; ce- '
den lo do nAo a estimar mais. Ferida na sua bon-
que te perdoe o mal que me fizeste, para ra no seu amor julgou dever guardar si-
me perJoar o que le causei.
Esta carta foi immediatamente fechada e
remettida ao correio chegou a Tours quasi
ao mesmo lempo que Antony.
Em ;:mor a improsso q' urna caria prodiiz
sobre nos depende milito do momento em que
encio. O casamento de que se Ihe fallava em
n adaa assustava : ella o julgava irapossivel.
0 Sr. de St.-Yves, nobre lendo urna grande
fortuna, jamis consentira em casarClemencia
com um joven advogado ilho do recebedor
do son cantao e quo apenas dava esperangas.
ella nos ebega. O mesmo bilhele que teria- Evi eutemenle osla conlisso de Antony na-
mos beijado, que teriamos molhado de nossas da mais era do que um ardil paraassustar
ligriias pela manhi larde acha-nos in-l Mara 9 para a por a seus ps ainda mais do
crdulo. Tudo o que elle diz longe de nos que ella o tinha feito. Este meio mesqui-
locar s .duplicidade c mentira. Quandp ulio fez-Ilie compaixao e contribuio a firma-
mais amamos, mais nosso corago se irrita ,| la nosou piano deliberado de deixar po es-


tivo do Tlirono ; e as'sm no saltara agora
nos olhos de lodos osjWlUioos da Europa a as-
SHStadora perspectiva d'umn Rfgencia n'um
Reino to vacillartlo como a Franca. Nao qui-
zramos n'iim momento como osle misturar
poltica co.ti a narraco d'uinacalastrophe to
alllictiv jmas nao a considerar a dcbaixo d'um
poulo do vista assiin poltico como-particular
seria menos prezar a sua imporUncia para a
Inglaterra, como naco. O lempo em que so-
breveio Franja esta calamiilade nilo poda
ser de maor momento. Aconlecondo na oc-
casio do concluir se urna eleico em que a
Capital se tem declarado hostil a um Gabine-
te nicamente, sollcilo por manter a paz da
Europa sem qubra da honra e interesses da
Franca nao pdc deixar de dar impulso ao
espirito de desaffeigo e alear mais as espe-
ranzas d'aquelles que ha annos trabalhao por
acabar com a dynaslia de Orleans. Ha dez
annos que elles teem predcto que a Monar-
qua de Julho desceria sepultura com o seu
Real Fundador. Luiz Felppe e este triste ac-
cidente lalvez pareco urna parcial realazaco
de laes prediccOes que nao pode dcixar de o-
perar perigosamente sobre as imaginac/es dos
Revolucionarios mais ignorantes e mais en-
thusiastas. Debaixo de qualquer aspecto que
encaremos a morte 3'este joven amavel e
completo Principo vemos n'ella motivo de
muito receio e de muita magoa para a Europa!
(The Sun.)
Di. M. MendesdaC. A. 39
Dr. j. M Vieira de Mello. 39
Dr. Urbano S. P. de M. 38
Dr. J. T. Nabuod'A 35
Dr. F. J. C. da Cunha. 34
Dr. F. IVixoto d B e M. 53
P. Miguel do S. L. G. 35
Dr. J. Quirino R. da S. 32
Dr. J. J. into. 30
NOTICIAS ELEITORAES.
Resumo da votaco dos olleros anteriormente pu-
blicados e incluido o de Flore*.
Os Se n h o res.
Esm Bario da Ztoa-visia
Concelhciro SebutiSodo R. Barros
., Dr. Pedro F. de P. C. d'Alhurpierquc
Em. <'oncelhir Antonio P M. Monteiro
Ur Flix Peixolo de flritn c M.
T)r. Alvaro B CavMcantc
Dr. Luiz de Carvallio P. de A mirado
Dr. Joze Thomaz Kabuco de Araujo
Dr Manoel Joaquim C da Cunha
Dr. Jo/o Joze Ferreira de Aguiar
Dr Urbano Sabino P. de Mello.
Desembargado!- Manoel lnacio C. Lacerda
Dr. Manoel Mendes da C. Azevedo
Manoel Ignacio C Mendonra
])r. Joaquim Nunes Machado
De. Agoslinlio da Silva Nevos
Dr. Francisco loo C. da C.
Dr. Jo*o Joze Pinto
Padre Venancio II. de flesende
Apoiinario F de A. M.
A. J. de Mello
Utajor Antonio Gomes Leal
Padre Miguel do S. Lopes Gama
Alexandre Bemardino.
Dr. Cnetano da Sv* S. Tliiago
Dr. Fippe Lopes Nclto
ELEIQOF.S PA1U DEPCTADOS CF.RAF.S NOS COL
DE C.VISAMil NS (83 ELF.ITOREs) F. FLORES
Autenticas.
Gnianliuns,
Apoiinario F. d'A. Maranho.
Manoel Ignacio de C. M.
Exm. Bato da Boa-vista.
Cons. Sebastio do B. Barros.
Dr. Pedro F. de Paula C. d'A.
Cons. A. P. M. Monteiro.
Dr. Alvaro B. C.
< M. J. C. da Cunha.
Leonardo B. de S. C.
78
68
61
57
52
19
17
43
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41
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6
28
25
Dezembargador M. J. C. Lacerda. 2o
Jo'aq. Teixeira Peixolo. 25
Dr. J. Rento da C. F. 19
Dr. J. J daFonceca J. 19
Dr. Zacaras de-Gocs e V. 17
A. J. de Mello. 18
P. L. Carlos Coelho da S. 12
Dr. Bernardo R, da S. P. 12
Dr. J. M. Figtieira de M. 10
P. F. F. Brrelo. 10
Dr. F. Domngues da Silva. 10
Dr. A. daS. Nevos. 9
A. J. d'Oliveira. 8
Dr. A. B. Gitiranna. 7
P. Joo Luiz Bzerra Cavalcante. 7
Dr. C. J. da S. Santiago. 6
Dr. A. AITonso F.
Dr. F. L. Nelto.
Dr. Joaquim Francisco de Faria.
Manoel C. Cintra.
Joze Pedro da Silva.
Dr. Manoel'Teixeira Coimbra.
Dr. H. G. da Rocha.
Dr. L. de Carvalho Paes d'A.
Joze d'Alhuquerque Cavalcante.
Antonio Teixeira de Macedo.
Dr. J. J. F. d'Aguiar.
Dr. Manoel d'llollanda Cavalcante.
P. V. H. de Rezende.
Dezembargador T. A,M. Monteiro. 1
Joo Valenlim Villela.
Dr. Alexandre B. dos Res e Silva.
Antonio Jernimo de Mello.
Joaquim Joze da Cosli.
Antonio da Costa Bego Monteiro.
Dezembargador Joze Libanio de S.
Dr. .1. Nunes Machado.
Lourenco Bezerra C.
Major A. G. Leal.
Manoel de S. Teixeira.
Dr. Francisco de Paula Baptista.
Dr. Joze Jernimo Cezar Loureiro.
Dr. i-. F. de Almeida Calando.
Dr. Joo Mauricio da R. W.
Padre F. Mu* Tavares.
Dr. Filippe d'Olinda C.
A' PEDIDO.
Rio Grande do Norte.
Elce.o Primaria, Parochia da Capital.
Trinta e dous Eleitores.
Trezenlos o setenta votantes.
votos.
D. Manoel d'Assiz Mascarenhas. 369
Estevo Joz Barboza de Motira. 568
Joo Ignacio de Layla Barros. 567
Joaquim Ferreira obre Delinca. 567
Barlholomeoda Rocha Fagnndes Jnior. 560
Bartolomeo da Rocha Fagundes. 366
Joo Carlos Wanderley. 566
Basilio Quarcsma Torrio Jnior. 505
Luis da Foncfica Silva. 565
Antonio Joz de Moura.
Mathias Carlos de V. Monteiro.
Joaquim Francisco do Vasconcellos.
Jo*ao Lins d'Alhuquerque.
Rafael Arcan jo Galvo.
Joz Ignacio de Brillo.
Joz LourencQ d'Almeida.
Francis o das Cha as Galvo.
Vicente Ferreira Nobrc.
Manoel Ferreira Nobre.
Joo Lete de Pinito.
Joz Joaquim de Castro Barroca.
Manoel Joaquim Pcrera do Lago.
Manoel Gabriel de Carvalho.
Joz Antonio de Souza Caldas.
Manoel Ignacio Percira de Lago.
Joaquim Joz de Lima e Silva.
Francisco Machado do Bego Barros.
Joz da Costa Pcreira.
Manoel Pedro Alvares.
Domingos Ilenriques d'Oliveira.
Alexandre Thomas Seahra de Mell.
Joz Martiniano da Costa Monteiro
Supplentes.
Miguel Arcanjo Galvo.
Jofio Carlos de Souza Caldas.
Thomas Cardoso d'Almeida.
Joo Cavalcante d'Albnquerquo
Joo Luis Pereira.
56o
302
r.6i
560
359
358
558
558
558
-;;-
356
35o
351
551
553
5i9
548
518
347
315
341
521
293
64
10
11
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3 i
54
52
23
23
11
7
2
2
COMMERCIO.
quecimento a carta que linhn recehido c de
se liar inteiramente no futuro.
No entanto passro os das as semanas .
e as lagrimas nao deixavo de correr do seus
olhos. Nenhum cscripto de Antony vinha
Iranquillisa-la ou mesmo Irazcr. de novo a
perturbarlo sua alma. Quanto a elle nao
ouvindo mais fallar de Mana nao receben-
do della urna s letra icou despeitado. Jul-
gando-se trahido, abandonado e por circums-
tancias que mais tarde se conhecero tendo
feito que suas proposlas de casamento nao
fossem urna fieco mas sim urna realdade,
aceitou-as doixando a seu pai o cuidado de
tudo concluir. O mesmo St-Yves foi quem
mais appressco esta unio. Ella se fez pois
publicamente e com ostentarlo com gran-
de assomhro des habitantes das villas .que
cereavo o castello.
No dia mesmo do casamento quando An-
ny descia do altar em que acahava de enca-
dear a sua vida de Clemencia de St.-Yves ,
foi-lhe entregue urna carta da infeliz Mara.
Antony lhe dizia ella esqueca-se tu-
do. Apressa-le : um novo da brilha pa-
c ra nos. NAo sei se me-engao ; mas sou
mi Apressa-tc pois quero a per t a r-te
a em njeus bracos!
III.
Levaremos o leilor ao castello de St.Vves ,
dotis m-'7es ponco mais ou menos antes do
casamento de Clemencia c Antony. Ornar-
quezea marqu-'/a ochlo-sc ambos em um
ALFANDEGA.
Bendimento do dia 27 de Agosto 2:220325
OF.SCARREGA HOJE 29 DE ACOST.
Barca Ingiera = W. Bussell = Fazendas, c
outras mercadorias.
Patacho Hamburgucz = Fortuna = Botijas
vazias.
PRACA D0REC1FE 27 RF. ACOST RE 1842.
. Revista Mercantil.
Cambios = Sem transaefies.
Algodo = As entradas tem sido em maior
abundancias o prego nos ltimos dias
da semana baixou a 5:800 g>.
Assucar = S ha de inferior qmlidade <
tem-se vendido a 55o sobre o ferro
por .
Couros = Conservo-se firmes a l45rs. a Ib.
Bacalhau = 0 deposito he de 2:500 barricas ,
e nao se espera mais antes do novo ,
tendo se vendido a 8:500.
Barricas abatidas = Vendero-se de 700 a
750 cada urna.
Batatas = dem a 1:600 a @.
Carne Secca = Enlrou um carregamento e
o depozito h do 52 a 53 000 arrobas,
as vendas icgularfio de 1:800--a2-200
a .
Dita Salgada de porco =s Yendeo-se de 20,y a
22^000 o barril.
Carvo de Pudras dem a SOjt a tonelada o
procurado.
Cerveja = dem de 2:500 ~ a 1:400 -- a (ta-
xis conforme a quali.lade.
Estopa = dem de 160 a 170 a vara.
Farinha de Trigo llavera 2:500 barricas em
primeira rr.o tendo-se vendido de
l8000 a 19000 a nova o a 17*
a velha.
Manteiga = A Ingleza vendeo-se de 520 a 560
-- e a Franceza de 540 a 350 a Ib.
LPassas = Nao ha.
PoUssa da Bussia == Tem enlodo alguma e
vende-se a 240 a Ib.
Qtteijos Flameiigos=Vender8o-sede900a 950
cada um.
Vinho do Lisboa PRR = Ha falta e obtem
12SjO00a pipf.
Dito de Hespanha == Nffo ha.
IMPORTA^A.
A Barca Inglesa" W.m Bussell, viuda de Li-
verpool entrada no corrente mez consig-
nada a BusshII Mellors c C.
Monifestou o seguinte.
lliTonel. e9 1 |2quintaes de carvo de pe-
dra a Joaquim Baplista Moreira.
101 Gigos com loiga, 22 barricas com lou-
c.a 1 caixa com louga 2 ditas com fasendas
d'olgodo 9 fardos com fasendas d'algodo ;
a Fox Brothers.
15 Pessas de ferro para machinas 1 caixa
com ferragens 1200 caixas com sabo 55
Taxas de ferro, 9 caixas com fasendas de li-
nho 5 caixas con. fasendas de algodo ; a
Johnslon Pater & C.
6 Caixas com fasendas de algodo 2 ditas
enm fasendas de seda 900 ditas com sabo ;
a Me. Cnlmoutix C.
25 Barris com manteiga ; a Joo Pinto de
Lemos & Filho.
16 Caixas com cobre 2 barricas com prc-
gos de cobre ; a ordem.
12 Fardos com fasendas de algodo, 18 cai-
xas com fasendas de algodo 1 dita com fa-
sendas de seda 15 fardos com fasendas de li-
nho 13 ditos com fasendas de la, 100 bar-
ris com manteiga j a James Crabtree & C.
100 Barris com manteiga ; a James Co-
cksholt & C.
91 Gigos com louga 2 caixas com dita ; a
A. Schramm.
56 Caixas com fasendas de algodo 5 far-
dos com fasendas de algodo ; a B. Lasserre
& Companhia.
6 Caixas com fasendas de laa, 2 fardos com
fasendas de la ; a Joo Stwart.
5 Caixas com obras de couro v 10 ditas com
fasendas de algodo 7 fardos^ com fasendas
de algodo ; a Deane Youlo & C.
56 Fardos com fasendas de algodo, 14 cai-
xas com fasendas de algodo ; a Bosas Bra-
ga & Companhia.
5 Caixas com fasendas de algodo 18 far-
dos com fasendas de algodo 5 caixas com
vasto salo cujas paredes vo-se cobei tas
de antigs tapegarias. Sentados em largas
eadeiras de bracos em frente um do outro ,
junto chamn, esto rnergulhados em som-
bra dr porque a desgraga que Ibes acontc-
ceu ferio-os na propria honra e nao sahem
ain Ja que partido tomar para attenuarem as
coosequencias desse de.ploravel acmteci-
mento.
O Sr. de St.-Yves tinha um sobrinho de
22 annos de idade a quem bastante est-
mava. A carreira militar to brilhante na-
quella poca e que offerecia tantas alterna
livas de adiantamento (juando se tinha um
lime, fortuna, ecoragem, liaviaseduzdo
este joven : elle se tinha feito militar e antes
de se ir reunir a Bonaparte e seu exercito l-
nha vindo passar em casa de sou tio uns qun-
ze dias e dar-lhe o adeos de despedida adeos
que ento era solemne porque nessas guer-
ras continuas cada qual contribnu com a
sua pessoa e se havia postos a ganhar lam
bem havia balas a receber. Durante a sua
estada no castello, este eslouvado, que nun
| ra tinha pensado no quanla seria a seduc
cao de urna moca e que nunca te ra niagi-
i nado que a honra de urna familia depende as
vezes de um galanteio como um verdadeiro
: escapado de urna escola militar tinha feito
a corte a sua prima e nao tendo cm visla
I mais (pie o seu divertimento e prazer o fez
' mui cavalheiramente. Clemencia de urna
I simplicidade extrema sem ideia sema-
mor, nicamente por ctiriosidade, tinha
ilado ouvidos a seu primo. Atrevido ein-
prehfindedor e nao adiando def.-sa alguma .
elle tudo havia ousado e dcil como urna
crianza Clemencia tinha cedido.
Sem experiencia um e outro a sua moci-
dade deva Irahilos : e com efeilo urna noi-
le o Sr. de St -Yves, a quem tinho vindo
algumas suspeilas levantoti-se precipitada-
mente correu ao quarto de seu sobrinho ,
que nchou deserto e voou ao de sua filha ,
onde se convenceu da tcrrivol verdade. Ar-
rombar a porta era dar a saber a toda a casa.
O mal era irreparavel: deseen ao jardim pa-
ra se fazer abrir a janella ; mas quando ahi
ehegava vio seu sobrinho que por ella se ti-
nha evadido fugindo diante delle.
Este joven nao tornou a apparecer e al-
gum lempo depois seu lio recebeu do exerci-
to urna carta delle, escripta como seu san-
gue e apenas legivel na qual Ihc confes-
sava o seu crime e llie pedia perdo dizenJo-
Ihe que Dos o tinha bem castigado pois
que chegando ao seu ponto na vespera de
urna batalha, o primeiro tiro de pega fura pa-
ra elle e o tinha ferdo moi talmente.
Nesla posico depois de crtieis rxprobra-
cAes teilasa Clemencia s se trata va desa-
bor o que reslava fazer e ciso triste ohjec-
to de que tratavo ueste momento o Sr. o
Sra. de St.-Yves.
O marquez trema idea de que o lempo
nao viesse descohrir a infamia de que sua casa
fasendas de algodo & la ; a G. Jonson &.C.
25 Caixas com fasendas de algodo; a Rus-
sell Mellors & C.
1 Embrtilhocom roupa & livros; a D. Bow-
man.
1 Kmbrulhn com livros ; a P. Furby.
30 Fardos com fasendas de algodo 22
caixas c.im fasendas de algodo, 10 ditas com
fio 1 fardos com fasendas de lnho 11 ca-
xas com fasendas de lnho ; a Jones Patn &
Companhia.
1 Fardo com fasendas de la & algodo 2
ditos com fasendas de laa 7 caixas com da-
se achava nodoada quera pois casara filha
immediatamente : mas como ? enlr^ pessoas
de nohreza um casamento to rpido como
este era imposivel. Foi a tal proposito qii* se
lembrou do que o seu visinho Crespo Ihe tinha
dito, e do amor que seu filho Antony tinha
a Clemencia. Inclinava-se vivamente a dar-
lira mas urna tai allanc.a revollava a Sra.
de St.-Yves ; sua altivez seu orgulho nao
nodio abater-se at esse ponto, a eslimava
antes vera (ilha mora do que ter por genro
0 filho do recebedor do lugar.
Mora sem duvida replicou o Sr. de
St.- Yves mas ella vive., e vos nao podis
mala-la Ds mais outras consideracOes ,
accrescenlou elle veni em apoio desle casa-
metdo. Este Antony nada tem e dando-lhe
uns 60 ou ^0,000 francos ser para elle
um dote mais do que suficiente. Conserva-
remos pois para nos dous 500,000 francos ,
que teriamos dado a nossa filha se a easasse-
mos segundo d se a vamos. Alm disso se
a fatalidad? quizesse que alguma desgrana se-
guisse este casamento ser-nos-hia muito
mais posslve! abafar toda a publicidade lendo
esto rapaz por genro do que com urna pessoa
da nossa esphera. porque poder-se-hia com-
prar o sen silencio.
Por estes motivos o Sr. da Si.-Yves foi ter
com o recebedor seu visinho tendo Anloin
precisamente chegado de Paria oestes cme-
nos foticluio-se inimediatamcnte o casa-
mento.


i barrica com ferragens 1 caixa com
PSs'de prata aG. Kemvorthy & C.
40 Fardos com tosendas d'algodo 2o ca-
J com fasendas de algodo ; a Latham &
Hibbert. Foradomiinifeto.
55 Presuntos, 78 quijos 2saccascom
platas aoCapito.
i Gaita ignora-se; aordem.
Varios embruihos com amostras ; a di-
versos.
^TVTmeto do porto.
BIVIOS SABIDOS NO BU 27.
MaranhSo: Brigue Brasileo Tentaeao, Capi-
to Antonio Ferreira da Silva Santos ; car-
pa diversos gneros. .
. JK Brigue Escuna Brasiloiro S. Jos.-, Capt-
to Joaquim Jos dos Santos ; em las-
tro.
EDITAL.
--------
-s Pela adminislracao da mera do consu-
lado se faz saber quf-m dia 1. de Setembro
futuro se ho de arrematar a porto da mesma
administrado requerimento do consigna-
tario e concordata dos aprehensores sete
caitas de assucar quatro de branco e tres
de mascavado aprehendidas pelos empega-
dos do trapiche da companhia por tolciicacao
e vicio das taras sendo a arrematarlo livre
de dispesas ao arrematante. Meza do con-
sulado de Pernambuco27 de Agosto de 18*2.
Miguel Arcanjo Monteiro de AnJrade.
suspeitas ou por nao serem conhecidos ou i
por seafugentarein das ditas patrulhas, ou
linalmente or qualquer otro motivo.
Art. 2. Mesmo durante o da, os referi-
dos inspectores darao algum giro pelos seos
quarteirOes, alim de se informarcm das no-
vidades que n'elles tenhao occorrido e to-
rio examinar aquellas pessoas % que estive-
rcm as circunstancias da artigo anteceden
te prendendo a todas que forem encon-
tradas com armas prohibidas d-5 qualquer
genero que seja.
Art. 3. Accontecendo que qualquer ins-
pector encontr dentro do seo quarteirao al-
gum individuo contra o qual tenha susptitas,
masque sendo corrido nao seacho armas,
o mandar acompanhar por um soldado da sua
palrulha at o quarteirao visinho cujo ins-
pector far oulro tanto at que o individuo
chegue a sua casa c se recolha a ella.
Art. *. Qualquer inspector tem direto de
entrar em outro quarteirao que nao seja o
seo nos seguintes casos.
1. Tendo para isso ordom do che fe de
polica delegado ou sub-delegado.
2 Em seguimento de algum criminoso ,
oupessoa quo deva ser presa por qualquer
motivo.
rar-so e do fim quo o fez vir aquelle lugar,
tozando de ludo a competente notta ; e nao
nuerendoelle prcslar-se estas declaraos,
, mesmo inspector dar disso parle ao sub-
delegado que o mandar chamar a sua prc-
senca e proceder nos termos dos art.gos
lli! !' H6, 1*7, H8 ^ cod.odo
processo criminal.
Art 11. Qualquer inspector que souocr,
em outro quarteirao. ou lugar da pro-
frete os Senliores carregadores de gneros o
escravos queiro mandar os conhccimcntos no
Escritorio do A. F. dos Santos Braga, na
ra da.MoedaX. 112.
L E I L A <").
vmcia existen, armas e muuicoes prepara-
das para conspirara sedicfto motim ou
quaesquer oulros crimes ou mesmo que se
cha algum criminoso oupessoa que tenia
Contra a seguran.}* publica e "''.vidual
partecinar mmediatamene ao subdelega-
do seo superior para que esto fassa as com-
municacoes necessarias e se os deudos ci-
ma mencionados bouverem de ser comniclti-
dos na mesma freguesia em que elle i
cr Que ton o Oorrclor Ohveira por con-
tado quem perlenccr, porordem doSenhor
Cnsul de SjH. F. n'esta Cidade, gmg-
set.cado-fflcsa.oSr. ou do um sea Delegaidor,
da porgao d'azWtc de pi ixo quanto baste, par*
pagamenlodas despezas, que fexn le por-
to com os conceMos e reparos da Barc.-
Real Principe I). Pedro em conseq..enera
da sua arribada forjada a este porto navia-
geni que fazia de Mozambique com dest.no ac,
de Boston, nos Eslados Tnidos ; oaitea-
cha-sedepositado no Trapixe do Angelo on-
de ter lugar oLetiao Segunda fera 2 do.
AVI SOS 1)1 VERSOS.
Et Alem d'estes casos nao he licito les porem que morarcm em maior
que el.e morar, ^J^U hoVas u < manh sobascondi-
visar tam:.em con. toda a prstese o respec- presentes.
livo inspector fornecendo-lhe os esclarec -
menlos, que houver obtido.
Art. 12. Os inspectores quo morarem
na vizinlianca dos sub-delegados e na dis-
tancia de um quarto de legoa darao aos
mesmos sub-delegados urna parto diaria dos
acontecimentos da noite antecedente ; aqn
DECLARAR AEOES.
= A Cmara Municipal desta cidade faz
sessao extraordinaria no dia 1. de Setembro.
RHiito 26 de Agosto de 18*2.=
O Secretario
Fulgencio Infante de Albuquerque e Mell.
a um inspector exercer autoridade fora do
seo quarteirao.
Art. 6. Se algum criminoso ou pessoa ,
quo deva ser capturada hindo perseguida
pelo inspector do seo quarteirao ou por
qualquer outro, refugiar-se em alguma ca-
sa, o mesmo inspector postar guardas as
sabidas da dita casa, a avizar sem demora
ao subdelegado respectivo cumprindo o que
por este Iho for determinado.
Art. 7. O que fica dito no artigo antece-
dente nao comprehende as casas publicas de
cstalagem ede jogo e as lojas de hehidfc,
tabernas o outrassimilhantes em qnanlo
estiverem abertas pois que nellas poderao
os inspectores entrar e effcctuar qualquer
priso sem que seja misr ordem supe-
diatan-
cia devero dar esta parle no da de sabbado,
salvo no cazo de alguma prizo ou sucesso no-
tavel que ser immediatamente partccipado
aos Sub-delegados.
Art 13. Aparecendo qualquer acnnteci-
menlo extraordinario em hum Quarteirao ,
que o Inspector nao possa remediar com a lor-
ca une esliver a sua dispozieo chamara
S inVclores vi,inos .*..* S-~CffiT
Companhia de Bebcrbe.
i27- O Conselho Deliberativo da Compa-
nhia faz scienle aos Srt. Accionistas, quo
havendo-se concluido os traballios prepralo-.
ros do encanamento no Ac.udo da prala le-
ra lugar no da 8 de Setembro prximo fuctu-
roacollocaqo'da primeira podra nos funda-
mentos das obras do mesmo Acude. Esta ce-
rimoniascr presidida peloExm. Bario 1 re,
sidenle da Provincia com assistencia da*
mais AuUwridades, do Pessoas gradas e con-
decoradas edosSnrs. Accionistas que a
B. J. ternan-
so~soccorro com as patrulhas e genle que
trverem -relirando-se loo que a sua preten-
des Barros Secretario.
Companhia \:c.
- Becebem-se novas inscripcries para s
{a seja mai* Zim Bco oncrr,- f,,,al,a do Encaa,n,lo no Kscriptori.
K;, TTaI ao .8. .-- a.cnce, por cU.jfc- F-g?
Pelo Lyeo desta Cidade se faz publico, que ^J""' ^J u' tnde nSo houverem
data deste a 50 d.as i rao a concurso as palArulhasdo corpoDde polica e n'aquelles ,
em que havendo-as nao forem suTicicntes ,
poderao os inspectores chamar para i
da.
cadeiras de primeiras letras para o sexo mas-
rolino em Iguarass e Boa Vagem : os
Candidatos que as ditas cadeiras se queuo
oppor hablitem-se na forma da Le.
Secretaria do Lyceo desta Cidade 27 de Agos-
to de 18*2. O Secretario Joo Facundo da
S'lva Cuinaraens.
O Bacharel Formado Francisco Carlos Bran-
do Delegado de Polica do pnmeiro dis-
triclo do termo da cidade do Recife usan-
do da faculdade que lhe conlere o artigo
58 $ l.v> combinado com o artigo 62$ 1.
do regulamento numero 120 de 51 d Ja-
neiro do corren te anno ha por bem de-
terminar que os inspectores de quarteirao
observom o seguinte:
Artigo 1. Os Iuspectores de quarteirao ll-
eno ohrigados a rondar os seos dislrictos em
companhia das patrulhas destinadas para ca-
da um delles desde as seis horas da tarde
al as dez da noite e examinarfio todos os
individuos, que encontrarem a p ou a ea-
vallo e contra os quaes tenhao concebido
cisco Carlos Barando.
AVISOS MAJUTIiyOS
Para Liverpool sestue' viagem com bre
po.tai.cia de por cento sobre o vallor das ac-
ones que suhscrevcm ou 2,000 res por cada
urna ; a fim de se nivelarem com os mais ac-
cionisUs. Beslao apenas 1257 aceces dispo-
niveis c adverle so s pessoas quequiserenv
vico da ronda nocturna os cidados que
nao estiverem qualrncados guardas naci-
naes e nSo sendo obedecidos darao d isso
parte ao sub-delegado que far processar os
desobedientes na forma da lei.
Art. 9. Todos os inspectores tero urna
relacao dos habitantes dos seos quarteirOes ,
* n'ella farSo as notas daquelles que se ti-
verem auzentado, com especifieacao dos
lugares de sua residencia ; assim como dos
que houverem falecido e d'aquelles que
constar que se acho pronunciados, ou con-
demnados por algum crime.
Art. 10. Logo que um individuo vier lia
bitar de novo em algum quarteirao o ins-
pector respectivo exigir 'd'elle as declara-
ces, e documentos, que provem seo bom
comportamento informando-se do seo meio
de vida, eoceupaejo, assim como ( no ca-
so do nao estar disposto a estabelecer resi-
dencia fixa ) do lempo que pretende demo-
mesma quiser carregar dirija-se aos seua con-
signatarios Bussell Mdllors "_ Pa ao Cear o Brigue Brasileiro Em-
preza acha-sequasi prompto a seguir pjra
iquelle porto pode porem recebar alguma
rga, e passageiros, para o *&.*$**
tescommodos : trata-se com o Cap.tao Fran-
cisco Ferreira Borges. .
UT Para o Acarad, segu viagem imprelc-
rivelmeple no dia 10 de Setembro o I ala-
cho Emulaco recebe carga e passageiros ^pa-
ra o que lem bous commodos qqem preten-
der dirija-se a ra da Cadeia do Ihcifc a fal-
lar com Manoel Gonsalves da Silva ou com
o Capito do mesmo Patacho a bovdo fundi-
ado defronte do Trapiche novo.
r A Barca Brazileira rirmeza segu
para o Rio de Janeiro quinta feira desta se-
mana est completa no seu carregamento ,
ainda pode receber passageiros e escravos a-
, que au percao to favoravel occasio de
eonseguirem essefim contribuindoao mes-
mo lempo para una empreza patritica e da
maior utilidade para esla Piovincia.
cy O Senlior Joo da Gama Lobo An-
vers Jnior, natural do Para que se julga
rezidenle em a Cidade de Olinda nnuncie por
esla folha a sua morada para quo seja pro-
curado para negocio que lhe interessa Vin-
do do mesmo Rara.
xsr Aluga-se um escravo moco e bastan-
te forcoso proprio para qualquer servico de
pe/o quem o perlen ler dirija-se a ra da
Cadeia no 5. andar do sobrado, em qno
moraoSenhor A^vogado Jos Narc.zo; das
11 horas em diantc.
t*r Offerece-se urna ama de todo servico
para caza de m homem solteiro quem se
quizer utilizar do _seu preslimo dirija-se a
ra Direita loja D. 5.
Comtudo Antony depois de ter lido a car-
ta de Maria cabio na mais profunda deses-
perado. Lutou longo lempo entre o amor,
que nao o tinha jamis aban lonado e o que
devia a urna familia to poderosa como aquel
la que nao se tinha desprezado de o aceitar
por genro. Nenhum dos motivos que tmhao
occasionado esla unio lhe era conhecido c
nem mesmo os poda suspeilar. E d 'inais ,
o amor proprio nao o mesmo em todos
os homens e nao os cega ? Imaginava que
linho adivinhado o que poderla um dia ser ,
e que nao devia este casamento senao ao seu
merecmento. Comtudo hesitou quena se-
pa rar-se de Clemencia depois da celebracSo da
missa nupcirial; porem o escndalo que da-
hi devia seguir-se o futuro de seu pai que
poderia dessa maneira frustrar-se o detiverao
e adiou para o seguinte dia a sua partida.
De manh pois deixou o castello de St.-
Yves levando comsigo sua muiher e ape-
nas achou-se em Paria correu logo habita-
cao da sua desafortunada amante.
Prestes a passar o limiar da porLa fro
temor so apoderou delle. Que ia tozer a essa
casa ? que ia noticiar a essa desgranada mfii .
como apresentar-se peran'te elh ? comosup-
porlar a sua vista, talvez seus beijos se ella
se precipitasse ao seu enronlro? Enim, como
um homem ebrio subi a escaJa tropezando
a cada degro.
Maria vendo-o apparecer langou se-lbe
ao pesclo ; paludo e desfigurado o desgra-
nado escapou-lhe e cahio de joelhos com as
rnos postase o rosto banhado em lagrimas.
_ Quetens? lhe gritn ella; que tens
tu Anlony ? O' meu amigo tolla tollapor
piedade
Porem ossolucosdo amante foro sua ni-
ca resposta. ,,
Que nos aconteceu ? proseguio ella ;
nos tu mais digno de mim como o eu sou
de li ? Em nome do co explica-mo essas
lagrimas estranhas, quando nao nos deveria-
mos unir senAo nos lacos da fehcidade.
Maria disse Antony tu vas despre-
zar-me rechacar-me eu jamis te fallare..
_ Mas no j ter-me fallado interrom-
peu vivamente Maria j tu me trahiste .
Maria -.. .
Tu me trahiste te digo. Nao foi a
mim mas sim o prazer quem amaste e ,
seduzido por alguma nameradeira esqueces-
le-me e te tornaste perjuro.
S a ti amo Maria.
Cala-te. Naosei eu que entre as vir-
tudes vos oulros os homens nunca con-
taslcs a fidelidade que sois sem remoraos ,
e que as nossas dores sao as vossas delicias .
Ingrato! accrescentou ella, derramandaa-
bundanles lagrimas
Anlonv linha-se levantado e era entoo
elle quem lhe afagava as nios c a apertava
contra o peito.
_ Por quem pois me lens asim abando-
donado ? replicou Maria ; que coracSo se vos
poder ter dedicado mais do que o meu Po-
derao vos tozer sacrificios maiores do que eu
vos fiz ? Dizei porque emfim a todo o cri-
me preciso algum meio de desculpa.
Maria eu sou... sou casado.
Casado disse a desventurada arran-
cndole de seus bracos; casado... nao era
pois urna mentira ...'
mencia
Oh mas historia. urna nova
traicao... nao pode ser .. Clemencia l ... a
nina do marquez de St.-Yves !... vos me en-
gais anda.
Oxal disse Antony ; mais quo real,
e acredilai na minha desesperacAo.
Vossa desesperado eu acreditar nel-
la ? E' lo verdadera lo sincera como
foriio vossos juramentos.
Ecomo Antony deixava o seu lugar :
__ Nao vos approximeis de mim prose-
guosla, fazeis-me horror. Assim est tu-
do acabado! Amor, honra, vrlude ludo
est perdido ludo se quebrou como o gelo .
e quando osle abysmo se entre-abre a meus
ollios, nem ao menos dado morrer anda .
Maria replicou Anlony noconsen-
tirei jamis em me separar de ti ; quero tor-
nar a ver-te sempre e como oulr'ora.
__ Tornar a ver-me; disse ella com des-
pez : que muiher pensastes vos que eu toa-
so' Esta porta vos fica vedada para lodo o
empre, como em oulros lempos se ahria
sempre e com tanta vcnlura para vos. Nao
tentis passar-lhe o limiar pois (jue so as
mas q ue vos approximareis de mim.
_ Maria por piedade revoga essa or-
dem ; podere viver sabendo que estou sob o
peso do leu odio ?
O meu odio cu Vo voto todo disse
ella com desesperado nunca houve mu-
iher lao indignamente esquecida c estou
certa que o co me vingar. Algum lempo
mais,' elu espiars teu crime.
Amaldicoas-me Mara disso lenta-
mente Anlonv, com o corpo oppnmido d
umador pungente o com acbela baixa;cha-
mas sobre mim a vinganc.a celeste. Assim
nho tens mais recordado alguma nenhuma
lembranca le um anno todo de fehcidade.
Maria'sentio partir-se-lbeo coraco a lem-
branca dos das passados. Alguns daquelles
momentos que nunca se esquecem na vida ,
por mais longa que seja voltaro de repen-
te ao sen pensamento.
Queira o eco replicou ella nao me
attender Dos nao ouvir minbas palavras.
Ficai sobre a trra o vosso tempo marcado ,
ulo commetter outros crimes e fazer correr
oulras lagrimas ; se fords punido, ao me-
nos nao seja a rogo meu mas ao daquel-
la i deshincadas que se liverem confiado em
v ,s. Me senhor .
Foi desta maneira qc osles desventurados
..mantas se separro lao alllictos um como o
- utro.
( Continuar-se-ba.)


-"*>--1- r-x.,
-'iw^e^awattw -
ae>*aBg
4
I'ILULAS VECETAES E UN1VEKSVES AMERICANAS.
= Quem tiver al^um menino quo queira
mai dar ensinar o officio do alfaiate, dirija-sa I Estas pilulas j l.em' con heridas pelas gram-
il roa do queima,!,, quina do beco do peixe des curas que tem feto, nao requeren) nem
lulo 1. andar ; na mesma precisa-sede urna dieta, e nem resguardo algum: a sua com-
;rvieo do casa de poquena posigao tao simples, quo nao fazom mal a
| mais toma crtanga : em lugar de debilitar ,
que tenha; fortifico o systema puriicao o sangue ,
ilgUDS coobeeimeiltos para luja do louga ,' e angmentfto assecreeoes em i-ral : tomadas,
eiilondnaliMimacouza de e-mpluracao : na soja para molestia cnronica ou so mente co-
ra Ja Cruz n. 40.
familia.
ssy Precisa se de un eaixeiro
Nogueira
xzr Pedro de Alcntara Magajh&es retira
se para o Para.
X&" Francisco Joze de liveira Pinto Por*
tuguez retjra-so para o Rio de Janeiro.
ssr Queta tiver bilhetes premiados da lo-
tera do Rozario favor liir recebe-los a ra
do Collegio do Sr. M, nozos a qualquer bora.
tsr O portador d'uma ordem de 30* ,
sacada por Francisco Alexandre Dutra do
envendo Camucy contra Bento Joze Alvos ;
queira presentarla na caza n. 40 da ra da
Cadeia.
No dia 2!)docorrente ao depois d'au-
diencia do ^r. l)r. Juiz de Orlaos sa lia de
arrematar a porta do sobrado da ra de Apolo
urna porco de pedras que.perlenceroao'Ona-
do habinlestado Antonio Joaquim Poreira ,
sendo a dinheiroa Vista e em leilo e no
niesrno dia pelas i Moras da tarde a porta do
mwsmo Juiz dous escravos sequestrados
aquello dito finado Poreira.
= Aluga-se por 12* rs. meosaes um bom
armazem na rno da Mocda, no fundo da ven-
da do Sr. Alexandre e lova-se em conta os
fcqnsertos nceossarios: na ruado
P. 23 ou ID.
ter* Aluga-se por tempo da esta ou an-
imalmente un sobrado no varadonro de
Olinda o qual he o que lom varanda de pao
adianto do do Snr. Joaquim da Lingoeta : a
tratar na ra do Vigario D. 27 ou no segun-
do andar do sobrado do finado Antonio An-
nos, n:i ra da Cadeia do leciffe.
= OSr. M.J. P. L. quoira no prazo de
oito das bir buscar os sous pinhores por
isso que estes nao ohego pYa pagamento do
principal, c se deo o dinhoiro na boa f ou
por conbecimento e por dois mozos e j
anda em cinco mezes.
Aluga-se por festa ou por anno um
sitio poqueno no lugar da Capunga com caza
nova tendo duas sallas dous quartos e cas-
simba fra : o sitio tem algumas arvores fru-
tiferas, e um poco com excellente agoa; quem
o pertender di rija-se ra do Crespo loia
D. 12. J
cy- Aluga-se urna caza terrea na ra da
sen/ala nova D. 12 : a tratar na mesma.
ssy Precisa-so d'um feitor quo trabalbe
e entenda de ortj arvoredo e vaccas para
um sitio na Mtg lalcna ; na ra d'Agoas-ver-
des sebrado I). 10.
- Em 2." de Agosto me sabio bum mo-
lequo crioulo por nomo Ricardo forro da mi-
mo purgante suave; o melbor remedio que
tom apparecido, por nao deixar o estomago
naquolle estado de constipado, depois de sua
operado como quaso todos os purgantes fa-
zom e por seren mu facis a tomar e nao
causarem incommodo nenbum. O nico de-
posito dellas em casa de D. Knoth agen-
te do aulhor: na ra da Cruz N. 57.
N. R. Cada caixinha vai embrulhada em
seu recoituario com o sello da casa em la-
ce prelo.
ET O Brigue Inglez Mawburn, Capitao T.
W. Wrangles d primeira classe A. I. o do
lote de 27 i toneladas pouco mais ou menos,
arribado no porto do Natal do Rio Grande,
do Norte, tom agoa aberta na sua viagom
do Mauritius para Londres carregado do
porto de 360 toneladas de assucar, precisa
do 9 a 11 contos de res a risco sobr- o casco,
frote e carga para pagamento dos consertos,
e mais despezas no dito porto do Natal. Re-
cebe-seos ollereci montos por cartas fechadas
quem a tiver recolbido quein lera bondade
de manda-la entregar na mesma ra em caza
de F. F. H. Sette, quo agradecer.
x*T Precisa-se de 600* rs. a juros com
liypotheca em urna caza terrea por tempo
de 6 mezes : quem quiser dar annuncie.
tw Precisa-se de um feitor que traba-
lbe enten la da orla arvoredo o vaccas :
na ra de Agoas verdes sobrado 1). 10.
XST" O Sr. portuguoz que annunciou que-
rer ser feitor trabalhando e sem familia ,
di rija-sea ra de Agoas verdes sobrado D-
cima 10.
xsr Luiz Francisco Correia Gomes para
pagamento de um sou credor tem justo e
contrllado vender duas moradas de cazas ter-
reas sendo urna no beco do Lobato D. 5 ,
e oulra na ra do Rozario da Boa visla nu
mero 30o so alguem se jnlgar com jus as
ditas cazas no praso de 13 dias quaira apre-
sentar por este Diario.
xsr O n. 23 do Espelho das Relias est
lucido e gracioso. Esta folha nao tem po-
dido ser melhorada por falta de extracto,
o Redactor tem em vistas reimprimir o 1. e
2. n. e reformar o 4. continuando a pu-
hliesgao at concluir o resumo da historia da
Provincia; oquefeilo parece quo nenbum
pai de fimiba nenbuma moca bom educa-
da nenbuma professora do primoiras letras
dever deixar de ter a sua collego ; mesmo
no Consulado Britnico na torga leira 30 dejathe os gamenhos e amantelicos devem com-
Agostodei842, ao meiodia. prar a sua collegozinha para com ella bom
r.ha tonda nc beco do S. Podro estando apren-
dendo o ofllcio do sapateiro com Antonio Se-
rafim de idade do 10 annos levou vestido
lea do estopa, e camisa de brim, com os
signaos seguinles, moio fulo e gago quando
falto, ocostuma dizer quando foge quo nao
lom minem pi nem pessoa por elle pede-
se a todas as autoridades Policiacs que del-
le sniiberem o queiro mandar prendere tra-
zer a seu mestre na dita tenda cima que re-
compensar o seu trabalbo.
= Aluga-se por um ou mais annos hum
grande cilio com bum sobrado junto aponte
do Alanguinlio contando excollenfos baixas
com capim que ehega para mais do dez caval-
Ios loa agoa para beber bastantes ps de
Jaraiijeias sondo a maior parle de embigo, o
sol. .is grandes quanlid.ides de pos de co-
quoiro.s, njangueiras cajueiros pahciras
romeiras pitanguciras jambeiros parroi-
ras Ove. lodos osles arvorodos do bstanles
inicios .issiin como terreno para plantar ar-
ios hu lauco com umita abundancia, quem
poitender dirija-so ra do Crespo D 7. la-
do do sul.
S.-T Aluga-se o primeir andar do sobrado
ua ra Burila D. II com eommodos para
Almagrando familia : a tratar no torceiro an-
dar do iiiesino.
--- Os Sis. FeJippe fo*e Alvos o seu so-
bniiliii Bernardo naturaes da Cidade do Co-
imbra, aimunciom suas moradas para se tra-
tar negocio quo Ibes intersea.
%3T AJoxandre S. Martin fas corto ao res-
poilavel pubico, que est demandando a
Cbarlps L(iuia Richard de Lahauliere, e Louis
ol Buessard, para anullar a venda simu-
lada que fos o primeir ao segundo da loja ,
tur Wanled a loan of froni Rs. 9:000 } 000
Rs 11:000 000 on Botiomry on tbe A 1
British Brig Newbufn 274 tons register
or thereabouls, Captain Thomas !Vf. Wrangles,
on a voyage from Rio Grande do Norte, to
London, to defray the expenses of repairs&.'
incurred at tbe former port, said vessel ba-
ving put in tbore leaky on ber voyage from
the Mauritius to Londoii, laden witb a Cargo
ol'about 360 Tons ofSugar.
The Bottomry to be on Sbip, Frcigbt, and
Cargo.
Sealed tenders will be received at the Bri-
tish Consulate in Pernamhuco on Tucsdav the
30."' day of August 1842, at 12 O'clock.
c^ l)ma senbora capaz prope-se a en-
sinar meninas a 1er, escrever, contar coser ,
e bordar de toda qualidade fazer lavarinto o
marcar de differentes formas: na pracinha do
Livramento n. 29.
""-ssr' Uypolito S. Martin &Companhia av-
so aos scus freguezes que rcceoer<1ode Fran-
ca pelo navio Armonque um novo sorti-
mento de lindas sedas e setins lavrados para
vestidos cortes de crep bordados chales de
padres modernos guarnieres de flores paro
voslidos grinaldas do flor de laranja ca-
chos de flores para chapeos de soda de senbo-
ra dilos de rosas para vestidos e plumas su-
periores chapeos de seda para sen hora e
meninas, bicos de blond de seda e de li-
nbo fitas rics, luvas meias e toda qua-
lidade de calcado para senbora e meninas, bo-
nets de panno fino para homem chapeos re-
dondos para meninos o tudo que diz res-
peilo as lojas melbor sortidas : na ra Nova
D. 5 defronte do caldcreiro.
3" Quem tiver para alugar urna morada
de caza terrea grande que ten ha bom com-
modo para urna grande familia ou sobra-
do de um andar com loja e tenha bom quin-
tal e cacimba desde o pateo de N. S. do Ter-
co ate" a pracinha do Livramento dirija-se
ao pateo de N. S. do Terco D. 8 ou annun-
cie.
tu- Aluga-se um caza terrea pela frente e
alraz assobradada na ra do Amparo em
Olinda D. 29 tendo 6 quartos duas sa-
las um gabinete boa cozinha enm ftigo
inglez, e grande quintal com algur.s arvo're-
dosde fructo; quem a pretender dirija-se ao
forte do Buraco onde existem as chaves da
mesma.
t^- Quem tiver para alugar um primeir
andar ou sala na ruada Cadeia velha que
sirva para cscriptorio dirija-se ao armazem
n. 3 ra da Alfandega velha.
K5- Precisa-se alugar urna caza torrea com
quintal ou sitio pequeo porto da praca sen-
do na soledade manguinho ou capunga pa-
ra urna pessoa doente : na ra da Cadeia do
Reoife n. 24 sgundoandar.
" Avisa-so a todas as pessoas que tive-
encadernadazinha bonitinha prendarom
as suas esperdicadas. A elle pois com-
prem e concorro subscrovondo, sem o que
mo pode a publicarlo continuar. Subscreve-
se na praca da Independencia n. 37 e 38 e
na ra do Colegio loja do livros D. 7 a 960 rs.
por trimestre adiantados urna folha por se-
mana.
COMPRAS
MT Urna armacao de loja que soja toda
envidracada : quem tiver annuncie para ser
procurada.
XW Urna loja de fazendas que soja em
bom lugar o nao tenha muilas fazendas : na
ra da Alegra no primeir sobrado.
53?" Urna porgao de bolos armenios e de
vinbo de salga da composico do Dr. Carlos
Alberto : na ra Nova D. 50.
VENDAS.
Leonor d'Amboise Duqueza de Rreta-
figura
en-
fasi rufas o boas do annuncianli
quo nosta
Cidade lilia ; o por isso que leudo feto citar
aos annuiuiados para prestaren! flanea a-
inda a uo prestarao, ningnem Ibes compre
dita loja lastndas, escravos, e movis de casa.
rom pinhores na venda do pateo do Hospital
do Paraso D. 21 para que os vilo tirar no
praso de L' dias contados da data deste an-
nuncio ena falta sorfio vendidos para o pa-
gamento das mesmas dividas.
C?" Dosapareceo ao meo dia pouco mais
ou menos, de 26 do corren le do im da ra
do Cotovello aonde andava pastando, urna
uvelha branca com urna corda de lnho en-
rolada no pesroco aonde tem bastante 1A e
suja com urna das orcinas torada na ponta;
nha ; Romance Histrico traduzido do Fran-
cez : na praga da Independencia loja do livros
N. 57e38.
lar Urna escrava com bonila
gommabem, cose clilo, cozinha o ordina-
rio e lava bem de saho : na ra do Fagun-
des D. 14 indo da ribeira lado esquerdo.
>.SS5" Um frontim de ouro da moda : na
i ua Nova D. 6.
t^" Um mulato de 20 annos bom offieial
de pintor, o entende do ourives : na ra de
S. Joze D. 10 se dir o motivo da venda.
xa Um bilhar com lodos os seu pertences;
o urna canoa grande : na ra do Vigario D.
53 a fallar com Francisco da Silva Lisboa.
XW Um calis de prala dourado um mis-
sal, urna pedradera, urna par de galbetas
de vdro tima alva nova de lavarinto, urna
prenca de aparar papel de mio : na ra es-
trella do Rozario D. 20 da parte do norte, se-
gundo andar.
srr Manoel Antonio da Silva Mota lom
urna porco do travos para vender de varios
eomprimcnlos e grossuras nao s as vende
por junto como em porgos pequeas as
quaos oslo no porto das canoas do Recifc e
tambem compra toda qualidade de madeira.
ts?" Tijolos de alvenaria tapamrnto, la-
drilbo e telba : no porto das canoas no Re-
cife onde tom car roca.
XST Urna escrava de na ra com um filho de 2 annos una dita pa-
ra fora da Provincia idade 18 anuos com
boas habilidades duas ditas idade 20 a 2
annos com habilidade urna dita boa lava-
deira por 230* mil reis. urna dita quitan
deira e ciizinheira por 530* mil res urna
mulequinba de 8 annos um bonito mule-
que tres escraVos e um bonito mulato
bom ofiicial de tanoeiro ptimo pagem um
dito bom servente de urna caza : na ra de
commodo avistado comprador se dir o
motivo porque se vende : na ra de Borlas
coiifionlo-o beco de S. Pedro casa terrea 1). <),
tsr Um negro moco cozinhoiro e urna
negrinha eoslureira no porto das canoas ar-
mazem de Paiva \ Manoel.
SS^ Una pequea caza terrea na ra do Jc-
go da Rola em Olinda com chaos proprios
e bstanle terreno para o lado direilo e pa-
ra o fundo, ptimo pa a edificar outras mo-
radas ou para sercar e fazer sitio : na ra
de JMatliias Ferreira n. 11.
IW Pipas vazias latas com doce de pera
de geleia ameixa marmollo ginja p_'
ceg tudo por prego commodo : no paleo
do Hospital doParaizo venda D. 21.
X&" Riclras pretas grandes e da melbor
qualidade que vem a este paiz, sag fino le-
gitimo e excellente vinho feitoria boa mar-
melada em tijollos paios cbouricos e prezun-
tos : no atierro da Boa-vista D. 19 junto ao
beco do ferrelro.
v&~ Um resto de livros classicos uns no-
vos e outros em bom uzo latinos e frail-
elos : na i ua do Nogueira D. 23 ou 19.
ss^* Urna poreflo de cera de carnahuba de
boa qualidade por proco, com modo : na ra
do Crespo D. 3 lado do norte.
xssr Um cscravo crelo de 30 annos para
todo o servigo e he ptimo canoeiro : no
beco da lingoeta venda de Joaquim Joze Re-
bello.
tS" Potassa da Russia em barris pequeos
de superior qualidade, por prego commodo:
na ra da Cadeia do Recife n. 18.
X39" Navalhas inglezas de superior quali-
dade dando-se a contento a prego do o* :
na ra dos Quarlois loja D. 2.
tsr Por prego commodo um complelo uni-
formo de guarda nacional do cavalana sendo
corroas brancas segundo o figurina, e tam-
bem os arreios e pertences do cavallo sendo
tudo quasi novo: ta ruado Livramento De-
cima 23 primeir andar.
xz?- Galao largo, e para divisa de capillo
o mais moderno no Rio de 2canut0es, um
par de adragonas modernas e novas para
lente, plumas para ofliciaes e guardas nacio-
naes, um par de adragonas para major, tran-
c a lina preta para fardas ; e vidros de Mano-
el Lopes tudo por prego commodo : na pra-
ga da Independencia loja de Antonio Felipe
da bilva n. 11.
== Por precizo huma escrava, quo en-
goinma lizo, e cozinha o diario da casa ,
e he hbil no mais arranjo; quem a pertender
dirija-se a ra do S. Rita D. 1. para verse
I he agrada.
t^ Urna negrinha de 18 annos sem vi-
cios propria para todooservico : na ra da
Moedan, 131.
ESCRAVOS FGIDOS
xsr No dia i do corren te fugio urna es-
crava de naco por no:ne Caelana de 23 an-
nos e a buxexa dircita inxada e na mesma
urna cicatriz levou pao da costa em meiu
uzo carniza nova do madapolao ; quem a
aprehender dirija-so a pracinha do Livramen-
to D. 17 quo ser recompensado.
K2S" Fugio o negro Joo, no dia 3 de Julho,
nacao cagange, estatura baixa, grossodocor
po, pos grossos e foveiros p.-los lados e pe-
los tornozolos um mais do que oulro olhos
afumassados com falta de um a dous denles
do diante da parlo de cima desconia-se es-
lar em algum sitio liabalbando por que
sabe plantar orlalice ; quem o pegar leve
a ra das Cruzes D 1 quo ser generoza-
menle recompensado.
xsr Fugru nodia 23 do corrente Agosto
dous escravos com os signaos seguinles : Lu-
iz mualo bem claro falla milito branda ,
cabellos encolhidoso crescidos com urna ore-
Iba furada com um brinco tem bastante
barba, mogo, com cilicio de alfaite e sapatei-
ro levou caiga e carniza .com una jaqueta
de duraque prelo e da peo de seda ca pequea o chapeo he prelo a estatura
mediana grossura correspondente a estatu-
ra as mos cabiludes e peinas: Lucas crelo,
bonita figura alio com falta de denles tan-
to da parlo superior i orno inferior tom um
brinco na orolha com muilo pouca barba ,
roslo luslrozo levou urna espingarda lazari-
na nova lem oflieio do carpjna levou roupa
nSo se eabendo verdadeiramenle a quo levou
no corpo : quem os pegar tem 30* por cada
um levando-o's a ra do Agons verdes D. 12.
xw Um cabra acabocolado de nome Sti-
ro de 30 annos, (eio do rusto e tristonlio es-
tatura baixa ; quem o aprehender, leve-o a
ra do Vigario ti. 7 que se Ibe recompensar
seu trabalho.
Um negro de bonila figura, mogo, sem
achaques paga 480 por dia por* prego | RKKCIF i\A TYP. DE M. F. DE F.= 1842,
Agoa-verges D. 38.
X3r Urna armago de venda eom poucos
fundos, e os utencis de urna refinagao (|ue
foi tudo de Joo Manoel Pinlo Chaves em fra
de Portas junto intendencia da marinha ,
a dinheiro, ou a prazo conforme as cori-
diges : na ra da sonzalla velha padaria
N. 31.


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