Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04780


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Full Text
\nnodel842,
Sabbado 27
T Jo W* AtPe"*! i ni Bemn ; daaotaa prudencia modrMc*io eenerga : con-
0i como priacipiemoi e sereaso apostados com admiraco enlre as Nacoes mala
(Proclamado da Atse'aibla Geral do iraiil.)
linucmot
culi'1*
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
P taita e Kio grande do Norie segnndas o ceitas (eirai.
^'""VcaranhuK, a<0e24-
B-T Sarinhaem Rio Formoio Porto CaWo, Macei e Alagoai no 1.
!*' 13. Sanie Anlio qninlaa letras. Olinda lodos os diaa.
i\.
2! Se?.
21 r?.
24 Qjmi,
2ri Ijuinl
91 SeXl.
27 Sab.
2SDoa.
DAS DA SEMANA.
, Tliemoleo M. And. > J. de D. da 2. v.
jeium s. Falippe Bcnicio. Re. And. do J. de D. di!, t.
* a. Bartholome Ap. s. Prololomeo B. M.
Luir. Rei de Franca V. V. And do juii de D. da 2. V*
, Zeferino P. M. And. do J. de D. da V. y.
,'joi de Calaran. Re. Aud. do J. de D. da 3. Y.
O Sagrado Coracao de Mara SS,
de Agosto. Anno XVIH. N' 184.
O Diario publicase toa os IM "Jo forem Ssn.if.cado, : o p*0 i. ..signatura h.
detre. mil r!,s por rp.arte, pago, f ^*^k?^^
Numero 37 c 3s. .. ^^^___^_________
compra venda.
CAMBIOS no da 20 de agosto.
Ocro- Mocda
Cambio sobre Londres 25 nominal.
i> Pars 375 res p. franco.
Lisboa 100 por l de pr,
Moeda de cobre 4 por I0 de descomo.
dem de letras de boas firmas 1 c a i e |.
de 6,400 V. 4(5,200
. N. i,00J
de 4,000
I PniTi Fataofiei
Peros foluainares
dito Mexicanos
aiiuda
.000
1.S70
4,870
4,870
4,OSO
46.400
46,200
!l,2UO
4,880
4.8S0
4.880
. 1,720
Preamar do dia 27 de Agosto.
4. a oras e 48 m. da raanhS.
2. a 9 horas e 42 m. da tarde.
PHASES HA LOA NO HEZ DE AGOSTO.
Lna NoTa a -- as 0 boras e 24) m. da tard.
Quart. creac. a 43 ai 3 horas e 4 m. da rnanh:
La cheia a 20 -- s 11 horas t 56 "> da larJ.
Quart, mine 29 4 <">"> '*, mtti'-
IVIA i; IO D E IE RN/IIIBILC
PARTE OFFICIAL.
^--------
ANNUNCIO.
S Ex. o Senhor Presidente da Provincia
manda fazer publico, que elle d audiencia
partes somente no Palacio do Collegio as ter-
cas, quintas e sabbadcs. quando nc forem
triados, das onze horas da manh al urna
da tarde. Secretaria da Provincia 8 d'Agosio
de 1842. ,,.,
Antonio Jos d'Oliveira OTicial Maior.
GOVERNO DA PROVINCIA.
ESPEDIENTE DO DA 25 DO CMBENTE.
Offi o Ao chefe do batalhao da guarda
nacional do Bonito significando que em
tempo opportuno ser tomada em considera-
gao a requisito de armamento e outrosob-
jectos para o mesmo batalhao que acompa-
oliou o seo oflicio de 18 do corrente.
DitoAo inspector da thesouraria da fa-
zenda ordenando que mande entregar ao
commandante do batalhao provisorio Luiz
Antonio Favilla a quantia de l;594i20
res em que foi orgado o restante dos con-
certos que se mandou proceder no respec-
tivo quart?!.
Dito Ao commandante das armas in-
telligenciando-o doconteudono antecedente
olficio ; e ordenando que mande proceder
aos supramencionados concertos.
Portara Como nem a primeira nema
segunda legifioda guarda nacional d'este mu-
nicipio se achem actualmente organisadas
conforme a lei de 18 de Agosto de 1851, len-
do apenas um dos dous corpos que formilo
a primeira o esquadro de cavallaria 66
pragas do servigo ordinario o Presidente da
provincia em execugo do artigo 48 da dita
lei nanda reduzir provisoriamente as ditas
legies urna s quu ser composta dos -4
corpos que as constituido saber ol.,
2., e 5. batalhes de infantaria e o esqua-
dro de cavallaria d'este municipio. Os bata-
lhes de infantaria nmeros 4., S., e 6. con-
tinuarG formar outra legio que ter a
numerago de segunda d'este referido muni-
cipio.
Olicio Ao commandante superior da su-
pradita guarda nacional communicando o
couteudo na precedente portara.
Dito Ao delegado do termo do Rio-for-
moso aecusando recepgo do seo oflicio de
18 do corrente : scienlificando-o de havei'em
sido entregues os dous recrutas que remet-
teo : e approvando a medida que tomou ,
do os fazer conduzir por urna patrulha com-
posU de pragas do destacamento de primeira
linlia que all existe.
Dito Ao juiz municipal e interino do
civel da comarca de Nazareth remettendo-
Ihe em attengo ao que requisitou em orti-
ciode 29 de Julho ultimo, copia mthenti-
ca circular de 26 de Junho de 1858.
Dito'Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda, intelligenciando-o do haver appro-
vado a resolugo que tomou o delegado do
Rio formoso de alugar urna casa pelo prego
mensa! de sote mil reis para a residencia do
pi imeiro lenle Antouio Joze de Mello ,
commandante do destacamento de primeira
linlia que alli existe visto nao ter o edi-
ficio que servo de quartel ao dito destaca-
mento as precisas commoJidades para a re-
sidencia do offical ; c de mandar fornecer
duas luzes de azeitepara o quartel e urna
de cera de carnauba para o mencionado com-
mandante : e delerminando-lhe, que man-
de satisfazer as dispesas que so lizerem com
taes objeclos.
Dito Ao commandante das armas sci
fculijPftndo-o Ue haver appruyado a supraci-
tada resolugo do delegado do Rio-formoso ,
e Ja expedigo da ordem anterior.
Dito Ao supradito delegado communi-
cando-Ihe ter approvado a sua supramencio-
nada resolugSo e o conteudo nos dous offi-
cios antecedentes.
Dito to juiz municipal supplento do ter-
mo do Pao d'alho declarando em resposta
ao seo officio de 22 do corrente que as co-
marcas em que ha juizes dedireito do ci-
vel so competentes para lazerem executar
as suas sentencas os juizes, que os substi-
tu rem.
Ditos Ao Exm. e Reverendissimo Di-
rector do Liceo e ao inspector da thesou-
raria das rendas provinciaes, participando
ter concedido demisso de professor de geo-
graphiado Liceo d'esta cidade ao bacharcl
Manoel Ferreira da Silva.
Dito A cmara municipal de Nazareth ,
remetiendo 6 laminas de puz vaccinieo i
fim de serem entregues ao cirurgio d'aquel-
le municipio que as requisitou.
Dito Ao secretario do collegio eleiloral
do Rio-formoso dizendo que com o seo
olficio do 17 do corrente nao foi entregue o
officio com a copia authentica da acia da elei-
gio daquelle collegio que deve ser encami-
nhadoaoExm. Ministro do imperio.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda ordenando, que mande entregar ao
major Fernando da Costa cnearregado dos
concertos das fortalezas de Tamandar e
Gaib a quantia de oito centos mil reis para a
continuago de taes obras.
Dito Ao commandante das armas, com-
municando ter expedido a precedente ordem
em attengo sua requisigo feila em of-
ficio de 19 do corrente.
Don Joo da Purificaco Marques Perdigo ,
Conego Regranle de Santo Agostinlio pela
(iraca de Dos e da Santa .^ Apostlica
Bispo de Pernambuco do Concelho de S.
M. I eC.&c
A todos os Nossos Diocesanos Saude Paz,
e Benco em Nome de Jess C
Jamis occorreo ;t Nossa mente publicar o
que pode deteriorar o crdito alheio posto
que entendessemos haver necessidade d ex por
f'actos pblicos para que os incautos c dcs-
conhecedores de taes ai outeciraeutos, nao sejo
Iludidos pela maledicencia.
Scientes da urgencia d'existir cntr'aquelles,
que a Providencia couserva ueste mundo para
se corrigirem, ou azer brilhar a virtude, pas-
samos a instruir os que pertenderetn estar ao
faci da verdade, visto que a este dever somos
provocados pelo Diario d'esta Capital V. 181
em 23 do corrente, conhecendo manifestamen
te que a leitura do Officio que o Reverendo
Parodio da Freguezia de Santo Antonio d'esta
Capital dirigi ao Exm.0Presidente d'esta Pro-
vincia com o fim de ser publicado pela im-
prensa, nao lem, nem pode ter outro designio
que o de rouular a conduela d'hum Prelado,
ao qual, durante su'Administradlo nenhu-
roa violencia ou predilcecao criminosa se po-
de com ]ustica imputar. Tal he porem a rri-
sc da presente poca Esta Noss'asserco est
stiperabundaulemente corroborada, quando
claramente se deprehende que para participar
o motivo por que o Reverendo Parodio reci-
touaMissa no dia 15 do corrente desnecessario
era fatigar a pai kmh ia do F.xm. Presidente da
Provincia narrando objeclos alheios ile sua
competencia. _
Annunciando pois com a maior ingenuidade,
e succintamenle os factos acontecidos, desde
ja protestamos nao responder a qualquer eva-
siva astuciosa, ou cavilosa sagacidade para of-
fuscar a verdade como infelizmente acontece
cntr'aquelles que pertt-ndem justificaj-sc il-
lusoriamenle quando alias sao bem conheci-
dos.
Diz pois o Reverendo Parodio da Freguezia
de Santo Antonio que sondo iudisputavd aos
Parochoso direito d'aprcsentarom seos Coad-
jutores ordinarios, para o Exm." Bispos, ou
os Provisores mandaren* passar Provisao por
lempo de um auno smente .... succede que
estando concluido o tempo da Provisao do Re-
verendo Joaqun* Jos de MenezOT,. ella a-
presentou o Reverendo Antonio Alves de Sou-
za e o Provisor llie mandn passar a Provi-
sao do estvllo c que depois disto apareceo o
lito Padre Menezes con prorogacao de Provi-
sao, por Nw conferida ex abrupto esblhaudo
o mesmo Parodio d'lmm direito que o Conci-
lio os Canonistas e a mestna ConsliluicSo
do Bispado llie conferem. O eabulho allegado,
dizemos Nos, he iiileiramenti: fundamentado
em calumnia pois que nunca foi de Nossa
menee privar o Reverendo Parodio ca preroga-
tiva de Nos apresentar seo Coadjutor reco-
nhecida por Nos a urgencia desie privilegio
empratica, sempre carecedor e dependente
de Nossa confirmacao para que os Paroi los
nao apresen ten Coadjutores que nao sejo de
Nossa confianca ou nao dimitto de seo Mi-
nisterio sem causa justificada aijuelles que
'ouvavelmente o exercem-
Em presenca desta verdade he evidente, que
o Reverendo Parodio, ultimando seo Ilegal
designio sem Nos consultar, errou no proeedi-
mento arbitrario c escandaloso pela repulsa
do honrado Coadjutor, cuja probidade he bem
notoria nesta Capital.
A surpre/.a ellectuada (.Icerca da qual nao
estavamos prevenidos e anda menos da con-
ducta posterior, para a qual nao precedeo mo-
tivo algum) pela qual foi extorquida do Nosso
Reverendissimo Conego Provisor a Provisao
para o Padre Souza est suffiaenlcmenle ma-
nifesta quando este Padre com a nova Apre-
sentago em urna raao, e na outra sua na le,
persuadi ao Rm. Provisor que o Padre Me-
nezes se linba dimillido como Nos aflinna o
mesmo Provisor repugnante em conceder a
mencionada Provisao, qual jamis concede-
rla se eslivesse munido con o escudo da pres-
ciencia ou pelo menos Nos consultara na
qualidade de Supremo Administrador desta
lgreia principalmente existindo prologada
pelo Nosso Rm. Delegado a Provisao do Pa-
dre Menezes, para continuar a excrcer o Mi-
nisterio d Coadjutor al o dia 31 de Julho p.
p. data posterior celebre e imprudente
deliberadlo do Reverendo Parodio, sciente
desta prorogaco.
Divisando Nos em tal caso deteriorago na
reputago do Padre Menezes c anhelando
occorrer a esta fatalidade como he do Nosso
dever cassamos a Provisao arteiramente e-
querida, fasendo-a substituir por outra. que
concedemos ao dito Padre Menezes para as-
sim llie restituir o crdito e salvar Nossa
Dignidade dos assaltos da temeridade quan-
do abeitamente comprehendemos que aquel-
lo procedimento, digno da maior censura ,
foi praticado acintemente em desabono e
menos cabo de Nossa Superioridade, em con-
sequencia d'huma decente reprehengo que
dirigimos ao Reverendo Parodio, quando au-
dazmente, e em requerimento aberto Nos
censurou hum despacho, pelo qual exigimos
do Coadjutor a competente infonnago por
que naqudla occasiao nos nao occorreo exi-
.'il a do Parodio ou porque existindo mo-
tivos nos he licito exigil-a de quem me-
Ihor nos parecer a cujo rospeito mellior Ei-
ra que o Reverendo Parodio nao esbravejasse.
A cxprcsso exabrupto- ( despticamen-
te ) apresciilada ao publico pelo Reverendo
Parodio, he com efeito a nuis absurda c
revoltantc. l'or ella nos n.'ga o Reverendo
Parodio o 1. attribulo d'aquella junsdiccao ,
que divinamente nos foi communieada.
Nao ha duvida que o Reverendo Provisor
con.-.iluc um mesmo tribunal como Prelado.
Mas a Constiluico do Rispido n. 527 manda
que os Parochos nos apresentem seos coadju-
tores esmente concede ao Piovisorafacul-
daJe de os nomcar quando o Parodio for
negligente no respectivo dever ; e s'csla de-
terminago dis rospeito aos coadjutores an-
nuaes qaanto mais aos novos introdusi-
dospara lins sinistros ?
Continua o mesmo Parodio, designando
extraordinario o nosso procedimento, por
que s'opoe ao designio que ello formou do
deffenJer suas regalas, postergando gratui-
lament os mais sagrados deveres do Episco-
pado.
Claro como a luz do sol, he noss'asscr-
so, quando cada um anda o mais estupi-
do perfeitamentecomprelieifde como o Re-
verendo Parodio deve prestar-nos a devida o-
bediehcia pela qual se ligou na reccpgo do
Sagrado Presbylcrado ainJa que o nosso
procedimento ( alias o mais regular no pre-
sente caso ) seja menos conforme com o dever,
cerlo de queja mais Ihe pode ser negado o
direito de reprcsenlago ou de recurso. E
s'esta he a pralica constante entr'aquelles,
que nao volarao obediencia qual deve ser
a que se espera dos que a votaro.
Prossegue o mesmo Parodio dando a en-
tender o designio de recorrer ao competente
tribunal, o para desculpar esta falta pre-
texta a'ssistencia, que devia tributar mes
Parochia! quando segnndo nos consta ,
raras veses comparece na Matriz para admi-
nistrar o pasto espiritual s ovelhas que I he
confiamos, apesar degosar seis meses de li-
cciica annuaes. D'este procedimento perspi-
ci lilemente se collige, que a mesa Parochia!,
Ihe mereceo maior attengo que o dever de
cumplir as obrgacoes d'um ministerio pelo
qual tem de responder sendo bem notorios
os motivos pelos quaes ali assistio o Reve-
rendo Parodio queomiltiria tal assistencia,
so Ihe concedessom um substituto Ilegal, co-
mo so praticou no da 2i de Julho p. p. Nos
porem dudamos ao juiz de paz supplente no
dia 25 demon$lrando-ll.e qual o vice gerente
do Reverendo Parodio recordando-nos da
impossibilidade d'assistr na mesa Parochial
um Parodio, que, por sua decrepita idade,
julgamos nao poder cumprirseos deveres pas-
toraesem una freguesia que devia estar
dividida nao se verificando esta divisao tai-
vez em attenoao inforrmgo quo a favor do
Reverendo Parodio dirigimos Assemblea
L. d'esta provincia. Enganou se o Reveren-
do Parodio quando se persuadi que podia no-
mear arbitrariamente quem exercesse suas
veses por que as instrugoes respectivas pro-
hibem quo o juiz de paz e o Parodio sejo
substitu los por oulros que nao seje os
designados por Lei. Justamente enviamos a-
quelle juiz suplente o j referido oflicio, i
vista do qual, hesitago alguma podia occor-
rer sobre tal objecto nao ha vendo nesta ca-
pital authoridade que nos podesse contradi-
ser embora o Reverendo Parocho pertenda
0 contrario. Nos porem acreditamos quo so
os nossos Diocesanos pesquisaren! nossa con-
ducta nesta divsar lei, e justiga ja
mais dominados por alguma paixo posto
que nao duvidamos ( discorrendo por to-
d'aDiocese) que existo alguna Diocesanos,
que peftendo menoscabar ou deprimir
(gratis) chete da Igreja Pernambucana ,
anda que eertos de seo regular comportamen-
lo, o servigos prestados continuamente a
prol da Rdigo e do estado. Porem nos
os certificamos que a qualidade de Principe
Ecc! siastico ja mais pode 'soffrer mingua
em sua Eminente Dignidade so nao quando
iia occasiona, assim como ja mais pode ser
ti toriorada a conducta d'aquelle que foi e-
\ clono cumplimento de seos deveres, a-
1 esar do qualquer vexaefio ou persegmgo ,
quo generosamente devamos suportar por pa-
lavras ou acees com tapio que a tirnie-


2
sa de carcter designe como anhelamos a cons-1 desobed
tan te pralica do dever.
A cerca da decantada violencia mencio-
nada pelo Reverendo Parodio, e allegada
com pretexto parase sublraliir obediencia ,
que nos-deve smente disemos que pela
leitura desla nossa carta pastoral conde-
ce r os amigos da verdad qual he o vio-
lntalo qual o usurpador. Ella quer per-
suadir que pertendcmos constrangi-l-o a'ceitar
o coadjutor do nossa apresen tai-fio ; ja porem
Usemos ver que outro he o Qosso designio
para que o coadjutor por nos restituido ao
seo Ministerio nao seja cor nota dimltido,
principalmente quando o novo apresentado
nao merece nossa conlianca em consequn-
cia de ter sido reprovado em alguns concur-
sos e apenas lhe pormittimos o exercicio
de administrador atienta a escace/, de sacer-
dotes que exerco este ministerio; boje po-
rem inhbil pela irregulidade contrahida ;
por quanto sendo por nos legalmente pro-
hibido dVxorccr as veses do Parodio se in-
trodusio na mesa Parochial, por cujo facto o
suspendemos do uso de suas ordens eju-
risdicQiio falsamente persuadido que mais
devia obedecer aquello, a quem nao promet-
teo obedicnaia e alrevondo-se a presidir es-
tolado a varias encomendac/ies solemnes pe-
lo que vai ser processado bem como o ha de
ser o Reverendo Parodio por sua desobedien-
cia para que taes attenUdos e lo depra-
vados exemplos nao indusiion Reverendo cle-
ro desobedi ;ncia roprovada pelas Leis e
regias disciplinares da Ifjrej Catholica.
Faltou ;i vordade o Reverendo Parodio ,
quando pubicamento deplorando tanta vio-
lencia para sem o menor remorso in-
dispor o rebanho contra o pastor, a (firma
que lhe negamos a necessaria (cenca para
recorrer ao competente tribunal, lohendo-
lliedi'sl'artoo meta de apresentar o seo di-
reito !
Se alguem quiser 1er o nosso despacho c o
Reverendo Parodio o quiser fazer patente,
compelindola que j mais negamos tal li-
cenca e que somante exigirnos o urgente
esclarec ment cerca da violencia sufis-
licamente allegada, quando o Supplicante nao
pode apresentar despacho Nosso que mani-
l'Ste tal violencia ; alias concederamos urna
licenea exposta nullidade legal ( do que
nos livre Dos ) outorgando-a com ignoran-
ca do motivo ou base em que se deve
fundamentar qualquer suplica ou conce-
dendo-a com primissas falsamente aposen-
tadas.
Diz mais que dcsconhocemos a legitimida
de e competencia do mesmo Tribunal, e de-
sobedecemos lei Com cubilo nao tondo
sido athe gora esta a .Nossa conducta mara-
vilhamo-Nos que o Reverendo Parodio gose
tanta agudesa d'entendimento, que chegue a
penetrar Nosso coraco qnando smente D-
os he o sen escrutador. Aindamis violen-
cia Nos porem despresando tal evasiva in-
consideradamente intentada smente Nos
aplicamos a fazer ver eos Nossos Diocesanos
orno he errnea a doutrina promulgada pelo
Reverendo Parodio ( qnase octogenario mui-
proximo a comparecer no Tribunal estrictissi-
mo da responsabdidade, do qual quiseramos
que o mesmo Reverendo Parodio mais que do
temporal, (e da mesa Parochial ) se recor-
dassq) quando sem o menor pejo emiti sen-
meatos dignos d'eterna execrago, induzn-
do a desobediencia os que estao ligados pela
ebediencia com o frivolo pretexto de que
nao ha desobediencia quando belmente se
la/. oposcSo a ordens llegaos Se o R-ve^
ren ip Parodio se julga autlmrisado para deci-
dir a legahdade ou illrgalidade de Nossas del
beracoes para qu recorre ao Tribunal ? De
que parte esta a presunco legal ? Do Subdito
ou Superior? Ponendera o levercudo Paro-
cho promulgar algum SCISMA na Igreia Per-
nambucana ? Neste lugar devenios instrueo
nos Nossos Diocesanos menos instruidos cer
ca das Leis da Igreja. He opino quasi co-
nium entr'os Canonistas que o Prelado Dio
enca pode ser fulminada sem as
formalidades exig las em diritoparaa fulmi-
nagao das censuras Innoe.3. C. tam lilleris de
t stib. referida esta deciso as Conf. d'Ang.
enmatado 1711 5. quest. in fin. tractando
das censuras.
Nodisse bem o Reverendo Parocho quan-
do annunca que N'os escusamos a celebrar
nodia 13 docorrente a Missa qual assis-
tiriio os Kleitores quando de boa mente Nos
ollerecemos para este lm ao Exm. Presiden-
teda Provincia sendo possivel transferir-se
para o dia 1G. A maior parte desta capital
nao ignora o motivo que Nos obrigou a com-
parecer na Igreja de N. Sra. da Gloria pois
que o publicamos pelo Diario de Pernambu-
co. Equivocou-se o Reverendo Parocho quan-
do diz que prohibimos a qualquer sacerdote
cantar o Evanq;elho na Missa ja mencionada
excepeo do Padre Menezes. Queira o Re-
verendo Parodio 1er a Portara que existe
em poder do Reverendo Padre Mauricio e
ver que somente prohibimos que qualquer
sacerdote possa exercer suas vezes porque es-
tas pertencem ao Coadjuctor. A degradarlo
dosdireitos, e Dignidade allegada pelo Re-
verendo Parocho bem como a prepotencia
das prepotencias, nao merece a menor consi
deraco quando por si mesma est desvane-
cida esta especie do lamentaco propria de
carpideiras. Palacio da Soledade 2o de A-
gostodo 1812.= Joao Rispo Diocesano.
REPARTICAO da polica.
Parte das occorrencias dos das 23, e 21.
Em o dia 23 nao occorreo novidade e no
dia 2i foi preso pelo subdelegado da fregue-
sia do Reeife em comprmento da ordem que
desta secretaria lhe foi dirigida o eslran-
geiro Joaquim Ignacio da Costa relha f-
gido da prisoem que se achava na cidade
de Santos onde aportara depois de deportado
da corte para fora do imperio : foi posto
disposico de S. Ex. o Snr. Presidente se-
gundo as ordens a respeito.
Ocommandanfe geral do corpo policial par-
tecipa que fora igualmente preso no mesmo
dia pelo oflicial da primeira ronda do dito
corpo o soldado do deposito JoSo Prxedes,
por estar as 11 horas da noite em um adjun-
to na ra do Fernandes incommodando a
visinhanoa.
DEM DO DIA 25.
Consta da parte do commandante geral do
corpo policial nao ter occorrido novidade.
EXTERIOR.
IXCLATERRA.
Vimos folhas Inglezas que alcanco a 14 de
Julho prximo passadoe d'ellas consta que
no Domingo 3 d'aquelle mez tivera lugar urn
novo alleulado contra a vida da Rainha de
Inglaterra equeo nome do seu autor era ,
segundo uns Oxman c segundo outros
Rean o qual tambern se servir para
esse horrivel intento d'uma pistolla que se
dizia carregada Com plvora papel e um pe-
dazo de cachimbo
O desgrado moco que se aohava em custo-
dia por ter pontado a pistolla ;i carrUagem
de S. M. era John William Rean dban-
nos de idade so bem que nao pareca
mais de lo.
cesanoem virtudo do Decreto do S. C. T. seis.
11. C. 1. de rcf. pude suspender extrajudieiaY-
nOTldlA PARLAMENTAR.
Caza dos Communs 8 de Julho.
Commercio comoRrazil.
Mr. Forster desejava fazer urna nterpel-
lacSo ao muito honrado baronete que se a-
cha testa do gov'ernode S. M. a respeito
das nossas actuaes relaces commerciaes com
o Rrasil. Elle bem sania que as questoes so-
bre negocios diplomticos nao devio ser to-
cadas de leve naquella casa mas havia ca-
sos em que o julgava necessario, e conside-
rava ser este um dalles. Elle fura informa-
do por partes interessadas no commercio que
exista urna divergencia de opiniao entre os
dous Oovernos em quanto ao lempo em que
deve expirar o actual tratado commercial,
sustentando o Rrasil que o tratado expira
em Novembro prximo Tutu,o e susten-
tando este Covcrno que elle nao expirar se-
nao em Novembro de 1841. N'estas circuns-
tancias grande duvida e embaraco penda so-
bre as operares do nosso eomn.ercio com a-
luellepaizqueeraonosso segundo dos me
boros Irejnezes por consummir annualmen-
*** delibras dasjolTraTnu-
facturas Na actual posicao d'este pa "a
de rar.de importancia une no J i.
Lomo FW para punir ,J nenhum dos nossos fl^jff" *"*"'
mercio e por tanto seria bem para deso-
jar que o muito honrado baronete, sendo com-
patvel com os seus deveres pblicos, lizes-
se alguma communicacjlo casa que collo-
casse o nosso commercio com o Rrasil sobre
bazes mais cartas e satisfactorias.
Sir Robert Peel disse que conhecia perfei-
tamente a importancia do assumplo sobre
que o honrado membro lnha chamado a sua
altenco e eslava plenamente informado do
interesse que elle excilava entre aquelles que
tinho relaees com o commercio Rrasileiro.
Todava era muito difficil dar urna respos-
ta satisfactoria quando anda havia negoca-
coes pendentes entre as duas potencias sobre
os pontos disputados. Por muitos anuos pas-
sados tinha havido divergencia entre o Gover-
no do Rrasil e o Governo d'este paiz relati-
vamente operago do tratado commercial
existente. O Governo Rrasileiro sustentava
que o tratado expirava em Novembro de
1812, entretanto que o Governo Inglez in-
sist' em que elle nao expirava seno em
Novembro de 1814. Julgava-se por tanto
necessario que se negociasse um novo trata-
do afim de dissolver-so esta duvida. Esse
tratado commercial era tomado em conside-
rado havia j algum tempo e elle estava
certo de que o honrado membro nao exigira
iiie elle adiantasse mais a esse respeito. El-
le cria que tinha havido no Rrasil alguma de-
mora addicional em conclur-se as pend.-ncias
como acontecera n'outros paizes, em ra-
zo de circunstancias particulares. Elle re-
ceava que essas circunstancias tivessem cau-
sado alguma nova demora para a concluso
da negoriago. Com tudo a sua persua-
do era que o negocio se arranjaria breve-
mente. Este governo julgava conveniente
entabolar novo tratado afim de evitar qual-
quer futura disputa ou divergencia de opi-
no
LordJ. Russel desejava saber se duran-
te estas pendencias entro o governo do Rra-
sil e o d'este paiz tinha o governo Rrasileiro
feito alguma communicaco ou declararlo
publica ou formal s cmaras brasileiras a
respeito de haver tencionado fazer alguma
alterarlo nos direitos sobre fazendas In
glezas ?
SrR. Peel responleo que nao se tinha
feito tal communicaco.
FRANCA.
Affirmava-se no dia 12 de Julho em Pariz
qual tinha sido o resultado da parle princi-
pal das eleicfies. A maioria a favor do Mi-
nisterio era de 7o at s 5 horas da lar Je da-
quelle dia. ( Evening Mail. )
trajudi
nienledo uso di suas Or.Jens qualquer clri-
go anda Cura d'almas por crimes ocoti-
tos ( e muito mais sendo notorios ) sem que
desta pena puramente espiritual se possa
recorrer para o foro civil qUQ smente pode
legislar sobobjectos civeis. Assim delinio
cxpressamentea_Sagr Cong. do Conc. 21 de
Junho l2o E. 35 corno se pode ler em B.
e >.
11 de .vyn. Dioc. L. 12 C. 8. n. 3
Cuati. Cp. 3. 2. de elfect. susp.' n. 8
Estes os ponderosos motivos porque firma-
mos serem legaes as suspencOes rogo que se-
jao por N'i'is imposta!', para terem seo devid
-,r-io sem que o recurso ao Tribunal civil
unos de coni. j{
NECESSIDADE D'UMA LITTHcGRAl'HIA NO RECIFE.
Sao tantas e 13o reconhecidas as vantagens
da lithographia em Urn paiz civlisado que
por ocioso teramos boje o demonstrar a uti-
lidade deste recurso na segunda provincia do
Imperio. Mas na occasio em que o Exm.
Presidente de Pernambuco est mandando or-
ganisar a carta topographica da provincia ; na
o^casiao em que nod consta que alguns dos ha-
bis eiigenheiros ertcarn gados desse impor-
tante trabalho preter.dem augmenla-lo anda
com as carias parciaes das nossas villas c lu-
gares ; na occasio em que muitos de nossos
artistas ndo publicam assuascomposices por
falla d'uma pedra lithographiC que Ihas
multiplique commoda c fcilmente n3o he
so a ulihdade que se manifesla mas he lam-
ben) a necessidade que a demanda, le poi
isso que ns julgamos dever boje despertar a
industria de nossos concidados em favor d'iim
objecto que de longe lhe acea Com Um bem
fundado e bem forte interesse em troco d'um
bem modesto e seguro capital.
Para aquelles de nossos Idlores de quem a
lithographia nao he bem condecida taremos
um bosquejo rpido desta invenco e do mo-
do por que foi descuberta
A lithorjraphia he a drte de formar impres-
soes sobre a pedra j de desendos ou j de
caracteres de qualquer especie. Diferc da ar-
te de gravar ou de imprimir com fundicao ,
em que estes procesos sao puramente mecha-
nicos quando o da lildograpl.ia est funda-
do em principios cdlmicos, e por esta razio
se lhe tem chamado cm Allemanha imprensa
cnimica. O* principios em que esta rlese
runda alo em primeiro lugar a propriedade
quelem a pedra calca-ea granulada ecom
jacta de ensoparle de gordura ou de humi-
OMO 5 cen segundo lugar a antipaldia que
2 HlrP l^W e.aa-oa. Eis-aqu. o
com tinta ou com urna penna de lapis coni-
posta de urna materia crassa : iava-se depois
a pedra com agoa e o liquido penetra em lo-
dos aquellos lugares por onde nao tem pssa-
do a penna de lapis ou a tinta. Depois se
faz passar sodre a pedra um cylindro embebi-
do em tiuta de impressr e ludo o que foi
desenhado recebe aquella tinta, litando o res-
to da pedra intacto pela razao de estarem
clieios d'agoa os outros puros da mesma po-
dra e regeitar a materia crassa de que ho
composta a tinta.
Este ulilissirno invento he devido como li-
tros muitos ao acaso.
Alois Sennefelder, filho d'um actor do the-
atro real de Munich e estudante de leis na
universidade de Vngoldstadt, tinha-se dedi-
cado igualmente ao theatro depois da morte de
seu pai ; fazendo porem poucos progressos
n'aqueila carreira a abandonou para seguir
a das letlras. Neste estado a necessidade
foi para elle mi da industria ; pois sendo de-
masiadamente pobre para poder fazer impri-
mir os suus escritos come^ou a idear o des-
cubrir algum meio de imprim-es por s mes-
mo ; e para este fim, empregou em lugar dos
typos vulgares chapas de cobre sobre as
quaes debuxava as palavras com urna subs-
tancia particular de sua invenco. Seguin-
do estas experiencias achou quo urna con po
sigo de sabo cera, e pus de cpalos for-
mava urna tinta excellente para escrever so-
bre o cobro pela razo de que quando esta-
va secca esta maleiia tomava tamarilla con-
sistencia que nem a agoa forte fazia impres-
sao sobre ella.
Cort) ludo para preencher nteiramente o
seu objecto faltava-lhe a faculdade de escre-
ver s v?as sobre a chapa e para o conse-
guir procurou alguns quadrados de pedra de
Kilkein, materia quo tem pouco valor no paiz
que habilava e onde escreyia, depois de lhe
ter bem polido a superlicie. Tendo sido en-
carregado um dia por sua m de fazer um rol
de roupa que ella quera mandar para lavar ,
e nao tendo papel mo, escreveu o rol so-
bre um destes pedacos de pedra com a com-
pozigao de que cima se tractou : depois ,
quando quiz apagar o que tinha escrito re-
llectio que seria possivel tirar d'alh mt,,res-'
sos. Imrnediatamente fez a experiencia, dc-
pcis de ter levemente diminuido a elevarlo da
pedia por meio d'um cido roda dos carac-
teres ipie all tinha tracado e vio segundo
tinha presumido, que lhe seria fcil lirar im-
pressos successivos do que all se achava es-
crito. Pareceu-Ihe enlao que este novo m-
llioilo d'impresso poderia ler alguma impor-
tancia e oceupou-se desde logo em o aper-
feicoar e applica-Io a difieren les objeclos.
Rrcvemenlc conheceu que para alcanzar im-
presses dos caracteres tragados sobre a pedra,
nao era necessario que estes so elevassem a-
cima da superlicie mas quo as propriedades
chimicas que pertencem agoa e gordura ,
e que impedem a mixto de urna com outra ,
daslariam sos para obler ^stes impressos.
Tractou ento de organisar una prensa e de
dispor lodo o aparelho conveniente para fazer
as suas lithogrophias.
O seu primeiro ensata neste genero foram
alguns pedagos de msica que apparreeram
em 1706". Tentou depois litliographar igual-
menlc desenhos c escripia ; e quanto a ne-
cessidade de tracar caracteres ao inverso, tor-
nou esta operarjo fcil, transportando-os pa-
ra a pedia depois de os ter picado. Um sa-
bo secco que dcixava sobre esta pedra tra-
gos permanentes foi o lapis que en lo em-
pregou tanto para desenliar como para es-
crever.
Em 1799 endo Sennefelder aperfeicoado
muito a sua descoberla pedio e obteve um
privilegio d'invengo para explorar o seu no-
vo ramo d'ndustria, e depois, querendo dar-
Ihe toda a extenso de que elle lhe pareca
susceplivel assoctau-se com um capitalista ,
Andr d'lloflenibach e emprehendeu com
elle o estabelecer simultneamente prensas li-
tliograpbicas em Pariz em Vienna e em
Londies. Para execular este projecto nesta
ultima cidade, Sennefelder passou a Inglater-
ra com um irmfio de Andr obteve em Lon-
dies um privilegio d'invengo, u tentou de fa-
zer adoptar o uso da litographia pelos artistas
desta capital 5 mas ou por que o seu processo
ento fosse Inal comprehendido ou por que
a raridade das podran convenientes para esto
nilhodo de impressao torriasse a execugo dif-
ficil os artistas nglezes depois de terem
fe 1 lo alguns ensatas infelizos, se enfastiaran, e
abandonaram successi va mente a lithographia.
No anuo seguinle de 1800, Sennefelder Ion-
io-se separado de seu socio passou a Vien-
na, e tentn intro Uisir all por sua conta p.ir-
tieulai Qsse||s procassos litdographicos. Sq-
citOU piiinciraueiile a aiitlioi isaeao de PSU*
ou dcvnia-so sobii a pedra ou belecer prensas nesta capital, c experimentou


asma ores difliculdadcs para o obter. Con-
seguindo em (m este privilegio n5o pode ti-
rar partido algum yantajoso; por um lado por
(jila do habilidade nos artistas d'aquella ca-
pital e por outro lado por falta de protecgao,
edos recursos necessarios para vencer varios
obstculos d'um outro genero. Por fim, des-
gostoso do seu estabeleciment do Vienna
cedeu-o a outros em 1806 e voltou a esta-
belecer-se em Munich nesse mesmo anno.
Pouco depois da volta de Sennefelder a Ra-
viera a sua invencao tomou alguma voga ,
em consequencia da precisao que teve Mitte-
rer, professor da aula publica de desenho ,
de multiplicar copias dos seus jesenhos para
seus alumnos. Este professor recorreu para
isto lithographia e tractou elle mesmo de
aperfeicoar esta arte. He a elle dizcm, que
se deve a composigao ou pelo menos o me
Jhoramenlo do lapis de que boje se faz uzo.
Dado oexemplo por este aitista o uso da
lithographia se tomou goral na Baviera e se
espaldn pouco a pouco pelas oulras partes da
Allemanba. ^Formaram-se em Munich al-
guns estabelecimentos para applicar a litho-
graphia s arles do desenlio escrita o
imprcsso Jos actos olliciaes para a admnis-
tragao interior do reino. Creou-se em lSlit
urna lithographia real tanto para a impres-
sao destes ltimos actos como para a de um
(Cadastro e de-urna carta geral da Baviera ; e o
inventor desta nova arte fui ento nomeado
pelo re chefe desse estabelecmento. Re-
compensado por este em prego e pelos emolu-
mentos que Ihe foram adjuntos Sennefelder
oecupou desde untao os seus momentos vagos
em esorever a historia da sua descoberta a-
perfegoando-a quanlo Ihe foi possivel.
Hoje nao h canto nenhum da Europa e
da America por onde nao esteja derramado
esto utilissimo invento. No Rio de Janeiro
existen dous estabelecimentos lithographicos
d'uma grande magnitude : um he proprieda-
de do Sr. Laforge nicamente destinado pa-
ra a eslampa de msica ; o outro perlencea
urna associagao franceza e encarrega-se de
qualquer desenho mappa ou facsmile : o
ultimo principalmente he de mui aceada exe-
icuco.
Nos estamos persuadidos que estas linhas
que boje eacrcyemos sobre similhante assump-
to far apparecer em breve no Recife um es
tabelecimento lithographico como he de ne-
cessidadti. A especulago como cima dis-
semos seria de grande interesse para aquelle
que a tentasse e depois faria dar nossa
provincia o nome que Ihe convm e que ella
merece.
A' PEDIDO.
Illm. Senr. Achando-me em exercicio da
vara de Juizde Paz desta Freguezia desde
o dia 19 do corrento por impedimento do
1. Suplente na falta de V. S. sei agora
e com surprza que V. S. tem reassumido
o exercicio da referida vara, sem que se te-
nha dignado fazer-me o competente avizo ,
para abster-me de continuar nelle ; este pro-
cedimento de V. S. poderia ser relevado a-
tribuindo-se a descuido se por ventura nSo
fosse j huma riencidencia que assim se tor-
na grandemente reparavel.
Parece-me que as Leis da civilidade o
dever mesmo todas as convinieucias do ser
visso publico exigemque, quindo o proprie-
tario de hum emprego qu^quer que eslava
sendo exercido por outro em seo mpe(jj
monto, vem entrar n^ile fagadisso parti-
cipacao ao Suplente nao s para que se
abslenha de praticar actos de jurisdico e as
sim evitar .choques e conllitos como por
que he huma, descortezia tomar bruscamen-
te o lugar sem sciencia do que o eslava exer-
cendo. Entretanto V. S. assim nao o tem
praticado mu duas vezes em que o cazo se
tem dado com migo e bem que devesse eu
lesprezar iuberanamcnle a vileza, eo vilao
tuda va entend dever despertar a dormencia
je V. :>. com estas linhas para que para o
luluro se torne mais circunspecto e mais
vy -; nao Ihe podendo servir de dis-
culpa o ter V. S. ofliiadoao outro Suplente,
por quanlo nao era elle que eslava em exer-
cicio e pelo contrario essa circunstancia pro-
ya mais o seu propozito de nao querer en-
tender-so comigo.
^Deos Guarde a V. S. Rccfe 23 de Agosto
001. Sen*. Joaquim Bernardo de Figue-
DRSCARREG.Vd HOJE 27 DE AGOSTO.
Barca Ingleza = W. Russell =Fazendas, sa-
bo, e manteiga.
Patacho Hamburguez = Fortuna = Fazen-
das, ferragens, caixas com vinho ,
e barris com potassa.
IMPonTAQ.V.
0 Patacho llamburguez= Fortuna = vin
dodellamburgo entrado no corrente nioz,
consignado a N. 0. Bieber & Companhia ma-
nifestad o seguinte.
1 caixa com ferragens a A. L. Ilolls.
1 dita com charutos a B. Fiele.
19 caixas com armas 0 ditas com vinho ,
I dita com assucar 3 voluntes com drogras,
120 caixas com queijos 120 barricas com
ginebra Gi9 barras de ferro 1 baricas com
cemento, 100 garrafes vasios, 5 caixas
com pellucia ; a N. 0. Bieb*r&G.
8 ditas com fasendas ; a J. Koller.
i ditas com dita ; a Kalkemam d: Rose-
raund.
6 ditas com vinho 5 a V. T. P. de F.
Carnario.
20000 botijas vasias ; 7 caixas com rame,
1 fardo com pennas ; a A. Schramm.
5 caixas com vinagre de fructa, 2o ditas
com vinho; aj. Tegetmeier.
1 barrica com presuntos 2 ditas com c&-
dinhos 1 caixa com fasendas a Ordem.
2 ditas com dlas ; a J. D. Wolfhopp.
1 dita com dita ; a C. Roop.
5 ditas com queijos GO barris com con-
servas 1 fardo com fasendas, 1 dito com
livros 1 ferro ; aC. Kruger.
1 caixa com m carrinho ; 3 ditas com
chapeos : 1 fardos com papelio 1 barrica
com pellucia 1 dita com goma lacea 1 cai-
xa com miudesas ; a Ramm & Zimmer.
1 caixa com fasendas; a G. A. Brander
a Brandis-
61 barris com polaca, 16 caixas com vcl-
las; a H. Mehrlens.
1 dita com ferramenla ; a II. Ilarms.
Fora do manifest.
4tinasco ga 13 1|2 barricas com conservas, 20 di-
tas com arenques.
HOVIMENTO DO l'uuiu
NAVIOS SAIIIDOS NO DIA 26.
Bio de Janeiro ; Brigue Brasileiro Bom Jess,
Capito Joo Rodrigues Amaro ; carga
diversos gneros.
Baha ; Brigue Bremense Luiza Capito J
F Vow Ilagen; em lastro.
EDITAL
nt1|\'i;fJUZe l>az ** freguezia.-W
noelAntooio.Vieg^ .. Juiz derPaz Sliplente>
JOMMKKCIO.
ALFANDEGA.
= Pela Administrarlo da meza do consu-
lado setfaz saber que no dia 31 do corrente
mez se ha de arrematar a porta da mesma ad-
ministracao um caixa de assucar branco apre-
hendida pelos empregados do Irapixe novo
por inexactido da tara ; e um rollo de fu-
mo com duas arrobas e oito libras, cinco
caixas com oito centos e cin :oenta charutos ,
duas arrobas de caff e 6o botijas de Gene-
bra tudo aprehendido sem despacho pelo
guarda commandante da terceira barca de
vigia. Meza do consulado de pernambuco
26 de Agosto de 1812.
Miguel Arcanjo Monteiro d'Andrade.
DECLARAC AO.
sr No da 29 do corrente mez se ha de
vender em hasta publica peranle a thesou-
raria da fazenda desta Provincia a quem
maior prego oferecer 7 cavallos pertencen-
tes a companhia de cavallaria de liiiha que
csto inulilisados para o sorvico. As pessoas
quese propozerem a dita arrematarlo deve-
ro comparecer na mesma Thesouraria as 11
horas da manha do referido dia. Secretaria
da Thesouraria da Fazenda de Pernambuco
2o de Agosto ds 1842. = Joaquim Francisco
Batios, Official Maior.
THEATRO PUBLICO.
Domingo 28 de Agosto. Eslraordinario ex-
pectaculo de cantona e re prese rita gao.
Depois da primeira Ofertara se representa-
ra a excellcnte pee do Judicioso Moleno A
Escolla dos Cazados representada em tres
actos No fim do 1. acto, pela primeira
vez Rafael Lucci juntamente com sua |-
Iha exeeularo um novo Duelo da sublime
-Opera Norma-, acompanhado com pianoforte
-De Cont Li Prend -, mura do sr. M.
|!fa Om dq 3. acto Rafael
acompanhado com piano-forte Ali se Puoi
Cosi Lasciarmi msica do celebre Rossint.
No fim do 3. acto Madamoizel LtlCci jimia
mente com seu pai daro limcoin um novo
dueto( em carador) da Opera Gazza Ladra
> E Ben Per mia memoria msica do cele-
bre Bossin.
Eis o cxpectaculo que Rafael Lucci tem
escolhiilo e julga quo os amadores dosti di-
vina arte licaro saplisfeitos.
N. R. Oexpf'ctaculo ter lugar no dia mar
cado nao chuvendo das I horas da tardo em
van te e no caso do ChUver
marcando-se o dia pelas lo I
, se transferir
las publicas.
AVISOS martimos.
= Para o Rio Grande do Sul sai no ultimo
do corrente o Brigue Nacional Paquete de Per-
nambuco recebe unicamqnte passgeiros'
para os quaes tem osjmelhores commodos, ees-
cravos a frote os pertondentes a remeter es-
cravos devem entregar os passaporles com
antecedencia no forte do Mallos caza da qui-
na da ra da Lapa segundo andar.
CT Para Liverpool segu viagem a bar-
ca ingleza Eliza Jolinston capitn P. Po-
trer pertende sabir a Ihe o dia 7 d j solem-
bro e tem lugar somente para 100 430
saccas d'algodao, ou para couros igual a
este numero ; quem quizer csrregaf ou hir
ile passagem para o que tem cxeellentcs
commodos : dirijao-se aos seus consignata-
rios na ra da Madre de Doos Johnslon'Palor
&C.
tsr Para o Rio de Janeiro segu imprele-
ri velmente at o dia ultimo do correte a bar-
ca brasilera Firmeza, bom conhecida nao
s pelas velocidades de suas viagens como
pelos cmodos c bom tratamento aos pas-
sageiros c anda f o lo receber alguma car-
ga passageros e escravos ; trata-so com
Antonio Francisco dos Santos Braga, na ra
da Moeda numero 112 ou com o capito da
mesma Narciso de Santa Anna.
LEILA0.
Que far o Corretor Oliveira porcon-
ta de quem perlencer por ordem do Senbor
Cnsul de S. M. F. n'esta Cidade, eem pre-
senta do mesmo Sr. ou de um seu Delegado ,
da porca d'azeile de pexe quanlo basle para
pagamento das despe/.as quo fez n'este por-
to com os concertos e reparos da Barca
Real Principe D. Pedro em consequencia
da sua arribada forcada a este porto na via-
geiB que fazia de Mogambique com destino ao
ile Roslon, nos Estados Unidos ; o azeite a-
cha-sedepositado no Trapixe do Angelo ou-
de ter lugar o Leilo Segunda fera 29 do
corrente s 10 horas da manh sob as condi-
ces que sero presentes.
Rendimefltp do dia 2Gde Agosto I^ig^^i Jcci WS Rllf' ? l$PemW ,un> "dmira-
b i-.iG1,,olS,yl enovo dueo (Ja-pcfa Mosin Egilto .
AVISOS DI VERSOS.
= 0 Carapucclro N. 13 est hum brin-
co Tracta das boas qualidades da mulher .
e conseguintemonte deve s"r mui bem aecci-
lo moralmenle do bello sexo. A variedade
he dedicada s brocas as eleicoes. Qu- as-
sumpto to proprio do lempo! Vende-so na
praga da Independencia loja de livros n. 37 ,
e38.
Nova Fabrica de rap por Vapor.
Jernimo da Costa Guimariies 6 Silva. Pro-
pietario da fabrica de rap movida por ma-
quina de vapor silla no hoco das Barreiras
do bairro da Boa-vista d'esta Cidade tomo
prazer d'annunciar ao respeitavel publico ,
que em seus depozitos j se acha grande sur-
simento tanto para consumo d'esta praga .
como para exportagSo do mais exelente rap
que sem exageragao principia a aparecer n'es-
te Imperio.
0 seu bom aroma em ludo semelhanle ao
rap de Lisboa d'onde o Proprietario pode
obter a receila o estilar moderado sem que
ganhe bolao nos narizes e sem os ferir o
conservar-sc por muitos mezes sem que se
deteriore nem mofe nem soque o maior
caprixo sobre a limpeza e aceio com que he
fabricado este rap s.lo propriedades estas
que o tornSo assz bello e rccomcndavel.
A superior qualidade d'este rap intitulado
rea preta e firmado com as letras incies
do Proprietario patentes a verdade do que
so leva dito, e a mudanga que muilas
pessoas de bom olfaclo tem IVito deixando de
lomar o rap de Lisboa para tomareni d'este
no qual nao acha rao repugnancia as tem fei-
lo declarar que he rap mui bom e que os-
le e outros gneros j nao se lito sent o
falta deixando de vir da Europa.
Os Depsitos sao no Alieno da Boa-vista
teja do Proprietario I). 8. e na ma da Ca_
dla Veiha no armazem confronte com a ra
la Madre de Dos a tractar com Antonio Go-
mos da Cunha e Silva.
Os depozitos slo para vender de .'i libras
para cima a proco lixo, e sendo-lhes lambem
concedido vender a rclaiho somente pelo pre-
go porque os compradores de 3 libras para
cima podem vender. Alm d'estes depozitos
ha j muilas cazas que o tem a rctalho o
lo Attrro da Boa-vista lojas dos Senhores
1. J. Pereira, Ramos. Caetano, Couto Vi-
anna, Marlins & C., Congalvcs Tcixeira &
Andride mas, Nova Diogo ; Teixera &
Andra.de; Cabug; Baifdeira; Crespo; Hen-
riques & Szar Fernandos da Luz ; Roza-
rio I.odi ; llego Pereira ; Queimado ; M.
I. Congalvcs ; A. .1. d'Azevedo ; A. J. de
Souza ; Colegio ; Menezes ; Pracinha ; Mo-
raes ; praga da Independencia ; Quaresma ;
Cadeia vciha ; Moraes ; Pires Moraes ; J.
Miguel; Madre de Dos; Ramos; Cunha;
Simplicio Duarte ; Couto Vianna ; Encan-
tamento ; Bastos: Vigaro; Joo Simo d'A
meda ; Themoteo e outros muitos.
= O abaixo assgnado fas siento ao res-
peitavel publico que lendo se-lhe dezenca-
minhado hum val de res H3|tt80 passado
pelo Senbor Antonio Fabio de Mendonga ,
a favor da casa do fallecido Joaquim Antonio
Ferreira de Vasconcellos que ninguem con-
trate ou receba em pagamento dito val visto
que para isso j se acha prvendo o dito Se-
nbor Mendonga a nao o pagar se nao ao abai-
xo assgnado.
Antonio Joaquim de Vasconcellos.
= Quem percizar do dinlieiros a juros so-
bro penhoios do otiro ou prata na ra do
Rozarlo larga 1). se dir quem d: na
mesma se vendo huma cama de amarello
huma (lu/.ia de caderas*-deolo quazi nova
por prego commolo.
i~r Aluga-se urna caza terrea na ra do
Cotovello da Roa vista ?om commodos para
familia quinlal o cacimba : na ra do Vi-
gario D. 12.
i^r Quem precisar de um mostr pedrei-
ro e canteo ebegado a pouco tempo de portu-
gal, dirija-se as 3 ponas D. 20.
ssy Precisa-se de um feitor que entenda do
borla e larangeiras : na ra Nova D. 21.
S2F Quem tiver urna canoa de conduzir
agoa para afugar arinuncic.
= Manoei Moreira Campos : subdito por-
luguez, relira-separa fora da provincia.
sy Arrenda-so altos e baixo do grande so-
brado de hum andar denominado fundo, na
ra da Gloria d Boa-vista junto afabrica do
linado (ervazio o qual tem muitos e exce-
lentes commodos para qualquer familia por
maior, que soja, com seu meio sitio todo mu-
rado, bastante aores de fructo q na tro pocos
com boa agoa, qualquer d'elles porlo para
a mar com porlo de embarque e estriba-
ra para quatro cvalos ; quem pertender d-
rija-sa ra velha na Roa-vista D. 33.
325 Miguel Minoiro, subdito Sardo reti-
ra-so para fora da Provincia.
ts^ Ouem precisar de feilores para s-
lios ou engenbos caxcros e artistas, to-
dos chegados prximamente da Europa diri-
ja-se a ra da Cruz D. 12.
t*' Pedro Auppor, subdito Prussiano ,
retira-se para fora da provincia.
tSF" Aluga-se urna casa terrea no bairro do
S. Antonio por 10,> ; quem a pretender di-
rija-se a travessa do Rozario I). 12.
n^ No Pateo de S. Pedro D. 5 lado da ra
da Viraeo continua-se a vistir anjos o de-
tintos e aluso-se caixes para os mesmos,
ccarrocas com pretos fardados, tudo por
prego com modo e com muito asseio e
promptido ; e igualmente armo-se Igrejas,
o alugao-so os ornamentos necessarios de flo-
res galoes e volantes para as mesmas, tan-
to para festas como para actos fnebres.
= Quem tiver algum menino que queira
mandar ensinar o cilicio de alfaiate, dirija-se
a ra do queimado quina do beco do peixo
frito 1. andar ; na mesma precisa-se de urna
ama para fazer u servigo de casa de pequea
familia.
cr William C. Downes carregador e agen-
te para os donos do azeite de espermacete an-
nunciado no Diario de 23 do corrente para
ser vendido por ordem do Sr. Cnsul Portu-
guez para pagamento dos concertos da Barca
Porlttgueza Real Principe Dom Pedro infor-
ma ao Publico que tem protestado peranle o
Cnsul Americano contra o direito da dita
v< n ia.
ts^ O Ihcsoureiro da sociedad thcatral
Pbilo Thalia comprou por conta da mesma
ineio bilhete da primeira parte da lotera
do l'ocoda panella n. 2671.
----Preci/a-se de urna ama para urna ca-
za de pequea] familia na ra Augusta u^
lado direito.
!


I'ILLLAS YEGETAES E UNIVEItSAES AMERICANAS.
Estas pilulas j bem conhecidas pelas gran-
des curas que tem feto, nao requeren! nem
dieta e nom resguardo algum ; a sua oom-
posigao lio simples, que nao fazem mal a
mais tenra crianga : em lugar de debilitar ,
fortifico o sysLema purico o sangue ,
dugmento as secretes cm geral : tomadas ,
seja para molestia cnronica ou somenle co-
mo purgante suave; o melhor remedio que
tem apparecido, por nao deixar o estomago
naquelle estado de constipago, depois de sua
operario como (piase lodos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a lomar e nao
causarem incommodo nenhum. O nico de-
posito dellas cm casa de D. Knoth agen-
te do author: na ra da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulhada em
seu receituario com o sello da casa en la-
cre preto.
t*T O Brigue Ir.glez Mewburn, Capito T.
Vk. Wrangles d primeira classe A- I. e de
lote de 27 i toneladas pouco mais ou menos,
arribado no porlodo Natal do Bio Grande
do Norte, com agoa a berta na sua viagem
do Mauritius para Londres carregado de
perlo de 500 toneladas do assucar precisa
da 9 a 11 contos de res a risco sobr^- o casco
f'rcte e carga para pagamento dos consertos,
e mais despezas no dito porto do .Natal. Re-
cebe-se osofferecimentos por cartas fechadas
no Consulado Britnico naterga feira 30 de
Agosto de 1812 ao meio dia.
tST W anled a loan of from Rs. 9:000 tf 000
Rs 11:000 #000 on Boliomty on the A 1
British Brig Nwburn 274 tons regisler
or thereabouls, Caplain Tliomas M. Wrangles,
on a voyage from Bio Grande do Norte, lo
London, to defray the expenses of repairs &.'
incurred al the lormer port, said vesse! ha-
ving put in ihere leakv n her vovage from
the JVlaurilins to London, laden witi a Cargo
of alnnit 360 Tons of Sugar.
The Bouomrv lo he on Ship, Frcight, and
Cargo.
Sea'etJ tenders will he received al the Bri-
tish Consulale n Pernambuco on Tuosday the
30."' day of August 1842, at 12 'clock.
cr Constando-nosquo est para subir em
scena no dia 11 de Setembro no theatro dest
Cidade em beneficio de um particular, o
sublime Drama histrico intitulado Lalu-
deou55 annos de captiveiro esperamos
que o Snr. Francisco de Freitas Gamboa ir
continuando a dar-nos como tem feilo de uns
dias para c dramas to escolliidos como este,
e que far com que a companliia se esmere na
represeiitacocomo no dos 7 infantesde La-
ro daela sorte lalvez torne a reanimar o
nosso vacilante! theatro publico.
lm amante da scena.
G3" Lava-se, c engomma se com toda per-
feigo e tambera se empalho cadeiras e
outras obras por barato preco : na ra da Ro-
da D. 20.
tir lia um rapaz natural desta Cidade que
sedeseja arrumar cm algum emprego ( menos
em taberna ) quem de suus servicos necessi-
tar procure o Lima no forte do Mattos em
cuja caza permanece de hospeda.
SST A vitiva do finado Manoel Bibeiro Li-
ma faz scienle ao publico que no dia 29
do presente impreterivelmente pelo Sor. Dr.
Juiz do Orfao se ha de arrematar urna caza
terrea com bastante commodo cita na ra
velha da Boa vista estando a dita caza hy-
polliecada por 200ji r. da parte da mencio-
nada ; os pretendentes compareco na porta
do Juiz defionte da Matriz da oa" vista pe-
las A horas da tarde.
S3S- Agradece-so muito ao author do an-
nuncio inserido no Diario n. 182 em que
diz rospeiloaos assignantes do um papel de
trato que tem por fim nao se comprar carne
secca no navio em que for capito Manuel Ma-
rianno; advertindo porem, que nao era pre-
ciso cssa lembranga, porqtianto os asignan-
tes do dito papel bem devora cunhecer o seu
dever islo o afianca pela parte que Ibe toca.
Um dos que tambero assiguou.
\2F Precisa-se filiar ao Sr. Jozo Bernar-
do Piuicha na ruado Vigario n. 8 ou hn-
nuncie ja morada para se Ibe entregar urna
arta vinda ilo Bio Grande do Sul.
l_7- Qualquer pessoa quo queira andar com
carrosa ou mesmo para criado, e que tam-
bera sirv< paracaixeiro de caza de purgar ,
c saiba ler: dirija-se a ra estreita do Rozarlo
no ultimo sobrado do lado diieilo no segundo
andr.
tST O abaixo nssignado faz scienle aos in-
ti ressados nos 4 biJbeles do empreslimo da
n. 15 ao p de dous de varandas douradas, todos os mais gneros por barato prego
se fazem bolos e bolinhos para eh de diffe- venda da quina da ra do Arago D. 22.
rentus qualidades com figurase galantarias
do mesmo bolo, por prego commodo; como
lambem doces de diversas qualidades fru-
teiras de docesseccos com ramos llores e
galalanrias ludo de doces para ornar mezas.
cr Aluga-sepor tempoda esta ou an-
imalmente um sobrado no varadouro de
Olinda o qu.il he o que tem varanda de pao
adianto do do Snr. Joaquim da Lingoeta : a
tratar na ra do Vigario D. 27 ou no segun-
do andar do sobrado do finado Antonio An-
nes na ra da Cadeia do Beciffe.
t$~ Declara-se aos socios da Soeiedado
Amisade nos Une que em virtude do dis-
posto no art 54 dos estatutos acha-se de-
nunciada a direcgo por infractora do mesmo;
e assim ufla toda e qualquer delibcragfio que
tomar em quanto nao fizerem effectivos os 7
e 8 do art. 19. Um Socio.
tST IVecisa-se alugar urna caza no bairro
da Boa vista nosseguintes lugares : praga ,
S. Cruz ra velha da Conceigo Boza-
rio o Arago que o seu aluguel nao exceda
de 200* rs. : na ra de Agoas verdes 38
a fallar com a professora substitua das cadei-
ras desta Cidade.
SSF" k quera Ihe faltar urna preta de nomo
Benedicta um tanlo bucal a qual nao diz
quera he o seu Sr. dirija-se a ra estreita
do Rozario D. 20 da parte do norle segundo
andar, que se dir aonde est e dando os
signaes Ihe ser entregue nao se (cando
responsave! por qualquer fuga.
COMPRAS
tir 400 caadas de azeite de carra pato :
na venda da quina da ra velha que bota pa-
ra a ra da Alegra.
KsyUma caza terrea que tenha 2 a 3 quar-
los e quintal com cacimba, e seja em chaos
proprios e em boa ra no bairro de S. Au-
tonio : quem tiver ann uncie.
uar mmolequede 10 a 20 annos, que
saiba cozinhar o ordinario : na ra da Cruz
n. 25.
SSF Barriz com carne salgada de vaca, bar-
ricas e meias ditas do farinba de trigo aveia
para cavallo barricas abatidas paos do pi-
nho gangas amanillas lencas de seda pre-
ta e de cor da India cha preto vellas de
espermaecte : em caza de Matlieus Auslin &
Companhia ni ra do trapicho novo n. 12.
tsr Agoa de Ungir os cabellos e suissas :
na pracinha do Livramento loja de chapeos
D. 19 ; cada vidro vai acoinpanhado do me-
thoao de aplicar a dila agoa.
C?* Urna escrava de bonita; (gura de 18
annos, perfeita costureira engommadeira e
faz lavarinto de todas as larguras ; urna dita
cozinheira e engommadeira urna dita la-
vadeira de varrella e sabo e ho qnintan-
dira ; duas negrinhas do 12 a 15 annos ;
um pardinho de 11 annos bonilo pagem ou
para officio urna mulatinha do 14 annos :
na ra do Fogo ao p do Bozario D. 25.
HF Urna negrinha de 18 annos sem vi-
cios propria para todo o servico : na ra da
Moeda n. 151.
ts^ Potussa da Russia era barris pequeos
de superior qualidade, por prego commodo :
na ra da Cadeia do Becife n. (8.
= Urna preta do gento, de 22 annos,
para fora da provincia com preferenga de
20 a 50* rs. engomma liso, lava de varrel-
la e sabo e he quilandeira: na ra da sen
zal velha n. 55.
vw Panos finos e encorpados, a 2800,
VENDAS.
Polonia que em resultado da mesma icm
comprado o bilhete nteiroda primeira parte
da lotera da Poco da Panela n. 112, o qiul
lica ora iiicii poder.
Na ra Direita sobrado de um andar
v&- Bilhetes da Lotera
do Poo da Panella, cujas
rodas andao impreterivel-
mente no 1. do mez de
Setembro : na ra da Ca-
deia do Recife loja de
cambio do Vieira na ra
do Queimado loja de Jo-
ao da Silva Sanios e na
ra do Cabug botica de
Joo iloreira; na ra do
Colegio loja do Sr. llene-
zes.
ssr Urna cabra bicho porC> rs. inclu-
sive duas crias : em fora de portas ra Nova
de S. Amaro segunda caza.
ssy Urna loja de fazendas com poucos fun-
doa : na travessa do Bozario D. 12.
tsw A manh carne do carneiro muito
gorda por prego \immodo : na ra higa do
Rozario no assougue D. 1.
W Azeite de arrpalo a 2880 a caada:
na ra do Livramento por cima da loja de sa-
pa te i ro D. 4.
ssr Um cscravo crelo de 30 annos para
lodo o servigo e he oplimo canoeiro no
beco da lingoeta vendado Joaquim Jozo Be-
bello.
tsr Um cscravo de bonita figura bom
otlicial de carpinteiro : era caza de Antonio
da Silva Gusmo na ra do Queimado.
tSF" Um quarlo grande o gordo, por pre-
go commodo : na praga da Boa vista D. 10.
tsr Cha isson vindo de Lisboa o mais
superior que tem apa ecidu, e cartas de jo-
gar muito finas : no aterro da Boa vista loja
de fazendas D. 5 ; assim como urna cabra bi-
xo com duas crias de pouros dias.
tsy Um rico c novo aparclho dourado para
oflicial montado de guarda nacional, conten-
do escamas talim pasta c canana por
prego commodo : na ra Nova armazem D-
cima D. 34.
tSF~ Azeite doce a 4800 a caada e a G40 a
carrafa di lo de carra pato a 2880 e a garrafa
a 100 rs. dito de peixe a 2210 a caada o a
garrafa a 300 rs. vinho engarrafado a 480 a
garrafa manleiga ingleza a 520 a libra,:
francesa superior a 440, cha isson a 2500, e
2880, 3200, 5500 4^000 e 5*000 pe
ga de madapolo a 5*000 3200 4*000 e
linos a 0*000 ditos (inissiraosa 300 a jarda
chitas a 5500 5800 e 8*000 a pega di-
tas finissiraas e de novos padrOes a 9600 pe
ca ; cortes de vestidos de chita lindissimos a
3500 ditosa 5*000 ditos de cassa a 2210
e a 2880 lengos de toquim da India a 2*000,
ditos de seda com franja para Senhora a 1760,
sarja preta larga a 2*000 o covado ditas de
cores para coletesa 2560 o corte ; cambraias
finas adamascadas a 64o0 ; esguio pani-
nhos,cassas lizas, fusloes, brinslizos, e tran-
gados e outras muitas fazendas muito ba-
ratas : na loja da quina da pracinha do Li-
vramento da viuva do Burgos.
-ty-Sacas com arroz branco pilado com
alqueire da medida velha ; por prego com-
modo: na ra do Arago venda D. 44.
S^- 500 oilavas de prata boa : no Pateo
de S. Pedro venda D. 3.
W Na padaria de urna s porta junto do
sobrado, na praga da S. Cruz depozitodc ca-
f moido de 8 libras para cima, prego com-
modo e muito boa qualidade pao e bola-
xa efelivamente das melhores farinhas que
ha no mercado, e se d o pao por bilhetes
de pessoas con nocidas e se manda em caza ,
tendo para isso indicado o quanto e de que
tamanho,
cy Caff moido o melhor que he possivel,
e prego commodo : qualquer porco e se tor-
ra, e moie, para fora a seis patacas cada @
em grao, na ra do Azeite de peixe na pada^
ria de Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
tsr^Uma plorada de caza per traz de S. Jo-
ze D. 5 : a traclar na mesma caza, das 9 ho-
ras em vanle.
CF-Vende-se ou hypoleca-se duas moradas
de cazas de um sobrado e I terreno anexo na
ra da Praia do lado do norte no Bairro do
liecife: quem quizer annuncie.
12T No atierro da Boa-vista loja Franceza
tem recenlemente chegado urna porgao de
(erro batido cstanhado proprio para cozi-
nlia, sendo cagarolas fregideiras, colheres,
taxos e &c. co.iertas para pratos de diver-
sos taannos (de rame ) ; duraque preto e
azul muito fino pelo mdico prego de 720 rs.
o covado ; assim como troca-se ferro batido
por cobre velho sendo a 240 rs. a libra.
--isrChapeoziiihos francezes prelos e bran-
cas para meninos, linteiro de vidro lapidado ,
tezouras linas para costuras 200 e 240 roie
tranceliin de borraxa z 80 reis, canolilhos
crespos e lizos muito em conta papel de
pezoa2800 a resma, banha franceza a 120
res o pote ; pedras para meninos de escola
a 120 e 160 rs. sabao muito fino de cheiro ,
luvas de seda para Senhora a 480 dila de
algodo para homem a 300. agoa de colonia
do piver lindas de miada, colxetes, brincos
prelos, faeas c garfjs, macass perola, fsfo-
ros de pentes e de caixinha aboluaduras de
massa a 800 e para caracas de chita a )(0 .
e mais outras raiudezas em conta : na ra do
Livramento D. 5.
cr Urna caxorra atravessada de filia pa-
rida do poucos dias he boa para um sitio ou
quintal : defronte de palacio da parte do pas-
seio publico.
= Na ra da Cadeia esquina da Madre de
Dos D. 21 ha para vender duas escravas
a criolitas chegadas recenlemente da Provincia,
aonde se podem ver e tratar em prezenga
das mesmas as pertender quer para a trra
como para fura e dao-se a contento.
*& Urna negra de bonita figura e boa
engommadeira: na loja do fjllecido Antonio
Annessedir quem vende.
ass* CaixKS com vellas de sebo do Porto ,
muito alvas : no armazem do caes da alfan-
dega.
s^" Urna armago na ra Direita D. 20 ,
propria para qualquer estabeleciraento por
prego commodo : a tratar na ra do Livra-
mento D. 6.
tw Navalhas inglezas de superior quali-
dade dando-sea contento a prego de 5* :
na ra dos Quarteis loja D. 2.
tsr Por prego commodo um completo uni-
forme ile guarda nacional de cavalaria sendo
corraias brancas segundo o figurino, e tam-
bera os arreios e pertences do cavallo sendo
ludo quasi novo : na ra do Livramento D-
cima 23 primeiroandar.
tzr Galo largo e para divisa de capilSo
o mais moderno no Rio de 2canul0as, um
par de adragonas modernas c novas para
lente, plumas para offlciaes e guardas nacio-
naes, um par de adragonas para major, tran-
g a lina preta para fardas ; e vidros de Mano-
el Lopes ludo por prego commodo : na pra-
ga da Independencia loja de Antonio Felipe
da Silva n. H.
= Um cavallo melado manteudo e car-
regador ; na estrada dos.Afflitos no citio da
Tamarineira antes de virar para a estrada do
IWarinho do lado direilo.
Na loja de ferragens na Pracinha do Li-
vramento D. 54, ha para vender-se por mui-
to commodo pregos os livros seguintes, escri-
tos em Portuguez com estampas assentos
da suplicago observagoes sobre a Conslitui-
go recreago morul e sienlifica ou a Biblio-
teca da Juventudo cartas de huma Mi a seu
lilho i historia dos animaos dita de Affongo
Braz novellas escolhidas tala de 2 salva-
gens no dezerto, viagens de Antinor histo-
toria de Estevinho Gour Vietor ou o meni-
no da Selva Clara alba, Dicionario da
Fbula D. Raimundo do Aguiar, Numa
Pompilio collergo d'Epistolas A Prince-
za de Babilonia ou a ave de vinto coito mil
annos de existencia viagens de Guilliver ,
Aventuras e astucias de lazarinho de tornes ,
Custavo ou a boa pega Cyprianno ou histo-
ria de hura menino Orphao, o Renegado A
Fslrangeira Ipsibo Emilia e Affongo o
amigo dos meninos a Torrente Vingatlora ,
Ismalia ou a niorle e o amor, D. Ignez de
Castro, cartas de Ililoiza a Bailard Alexi-
na ou a trra velha do Castello de Uoldhim,
O solitario o segredo de triumjhar das mu-
Hirese tornallasconstantes o Bobisom de
12 annos, Guilherme Tell ou a suessia Liber-
tada e D. Quixolo de lrnancha.
i&~ Una conoa de carreira uzada por
prego muito commodo : no primeiro andar
do sobrado delronte do theatro que faz oi-
lo para o beco do ouvidor e a dita canoa
acha-M) no eslaleiro defronte do Convento de
S. Francisco onde poder ser vista fallando
com o mestre do dito eslaleiro.
tsF- Barris com carne salgada de vacca ,
barricas e meias ditas do farinha de trigo,
aveia para cavallos, barricas abatidas paos
de pinho gangas amarelas lengos de seda
preta e de cor da india e cha preto : em
caza de Malbeus Austio & Companhia, na
rua do Trapiche n. 12.
= Por precizfio huma escrava, que en-
gomma lizo, e cozinha o diario da casa ,
c he hbil no maisarranjo; quera a pertender
dirija-se a rua de S. Bita D. 1. para verso
Ihe agrada.
.$-3" Cadei as de balanco com sssento dt palhi-
nlia c encost d mesin marquezas de condu-
r mezas de jantar camas de venlo com arma-
rito endonas com assento de palliinha americanas,
cama, de vontj muilo lie n feilas a t.ff.oo ctasele
piulio a 3#5oo t pinlio da Succia com 3 polegadas
de gr. ssura, dito serrado ludo mais em conta do
que em outn. parte ; n,, na da l-'l lenlina em caza
de J. tciHuzer.
ESCBAVOS FGIDOS
tsr No dia 25 do corren te pelas 8 horas
do da fugiro dous moleqti.s um de 14 a 16
annos, crelo, bem preto, cheio do corpo,
levou vestido caiga de algodao branco tranca-
do carniza de riscado com argola na ore-
lha;outro de 12 a 15 annos, seceo do corpo
fulo caiga branca carniza de madapolo ,
ambos sao oflicUes de li.uboiro : quem os pe-
gar leve a rua Direita venda I). 1 ao virar pa-
ra S. Pedro que ser bem gralili lado.
BEECFNA TYP. DEM.F. DE F,=:18*3
l


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