Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04779


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Full Text
nno de 1842.
Sexta Feira 26
Tddo agora depende de noi mesmot j da poui prudencia modetacno a energa : con-
unoonn como prinmpiarr.oa e aeremos anonladns com a.lmrreco entre aa Nacoea maia
cu|'.as. (Proclamaco da A.-.scinbla Geral do araiil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Coo*nt, Paraib e Mi grande do Norle, segundas e aexlaa (eiraa.
Bonito Garanhuut '.0 e 24
Caho Serinhaem Rio Fnrmoio Porto Caire Macei e Alagoas ol.* H
J-j<- JS. Santo Anto quinlaa feiraa. Olinda todoa oa diaa.
DAS DA SEMANA.
22 s. Themoteo M Aud. d. J. de t). da 2. .
23 Tero. )*)<> Palipi B'"'0'0- ** *d J. de D. dal. T.
24 Ojart. + BarlholoinB'i Ap a. Protoloineo B. M
2 Qull. Loi Rei de Franca V. V. Aad do juii de D da 2. T'
21" ScSt. a, Zeferino P. M. Aad. do J. de D. da 4. T.
7 Sah. a .loi de Calaians. Re. Aud. do J. de D. da 3. t.
25 Do. O Sagrado Coracao de Mara SS
de Agosto. Anno XVflI. N 183.
i-E.mex^r- -i
O Diario publira-se todas os da* ajae rijo forem S latineados. o |>rec0 t aiaigaatura fie
de trea mil rea por .|uartel pagtu adi.tntados. OaaBnuucioa da aasignaulM ajo injerido
gratia e oa daaq-ie n n.i fnre.ii Mt 10 de SI) rea por linha. As reclama.ioea devem aer
dirigiilaa a eaia 1'jpogratia ra das riues D. 3, mu a praca da Independencia lija de ItiQi
Numero 37 u 3S.
Cambio tetra Londres 25 nominal.
Piria 37f> iris ,,. fianoo.
m .cubiia 4(10 |inr 100 da |ir,
Moeda de cobre 4 por ttlll de descont.
dem deletrea de bas tirinas 1 e a1e{.
DR ACOST comp a ' randa.
Orno- Moed de .400 v. 4f!,V00 1M00
4 N. .(,00./ 16 2C0
o da 4.000 J.UOO 9.200
P*$a - Pataces 4.N70 1,880
Peros 1 iilumnaret 1,870 1,880
a dito Mexicano* 1,870 1,880
.. I.'II.Ib tjm 4,7>0
Preamar rio dia 26 de Jgoslo.
1. a S horas t 30 m. da manhi.
2. a S horas e 54 aa. da larde.
PHSE> OA IIIA M HEZ lE AUOSIO.
Laa Nora a 6-- ia O bnras e 20 m. Quari. ereec. a 13 -- k 3 horas e 4 ro da manli.
La cheia a 20-- iallhoiaa e 56 m da tari.
Quart, ming. a 29 a 1 horaa e 30 na. da msnli.
IHARIO IH] > K lt N A MR 11, O.
ANNUNCIQ.
S. Ex. o Senhor Presidente da Provincia
mamla fazer publico, que elle H audiencia
partes somente no Pal-icio lo Collego s ter-
cas, quintas e sabbadcs, quando tifio foreni
feriados, das onze horas da manh at urna
da tarde. .Secretaria da Provincia 8 d'Agoslo
de .842.
Antonio Jos d'Oliveira OTicial Maior.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 22 DO CBRENTE.
OITicio Ao commandante das armas ,
ordenando em consequ mca de roquisigao do
inspector geral da guarda nacional d'*Ste mu-
nicioio que mande apresentar-lho o Ubres
Antonio |{ouardiuo dos Res u de o a-
judar na iustrucgAoda mesma guarda nacio-
nal.
Dito Ao supramencionado inspector ge-
ral inlolligeuciando-o da expedico da prece-
dente ordeno.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda determinando em att*nco a reqiii-
sigao do commandante das armas, que f.ga
arremataron hasta publica os selle cavados,
constantes da nota quelite remelle, per-
teocentes a companhia de cavallaria ligeira
da linha eque pelo m estado, f-m que
su acho, neiilium servido prestar podem :
e liern assiin que ao commandante da dita
companhia Sebastian Lopes GuimarAes .
mande entregar a quanlia de 800,y reis
1iiu tie ser apphcatla compra de noval c.tval
los para substituir os, que vao ser dis-
postos.
Dito Ao commandante das armas sci-
enlificandj-o do conteudo no antecedente of-
ficio.
Dito Ao inspector da thesouraria das
rendas provinciaes dizendo expeca Miai
ordena para que por conta da quanlia de
24:000, reis que na lei do ornamento do
presente aimo inanceiro vntou a Assem lea
Legislativa provincial para as obras do thea-
t'O publico d' sta cidade seja mensalmente
entregue ao thesoureiro da companhia encar
regaila das ditas obras Joze Ramos do O-
liveira a quanlia de-2:00,y reis.
Dito Ao supracit do thesoureiro par-
licipando ter expedido a ordeni aulerior.
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
FL3I YO
nha intelligencian lo-o de que por ordem
do Exm. Presidente das Alagoas entregou u
primeirotenenteFelippeJozo Pereira Lal ao
construtor da barca de viga d'alfandeaa d'a-
quella provincia urna peca de Calibre 9 que
existia bordo do Pirapama para com ella
ser armada a mesma barca.
DitoAos membros do conselho delibe-
rativo da rompanhia de B -berib significan-
do em resposta ao seo olTicio de 19 do corren-
te que communicando S S." o dia que
houverem de marcar para a rollocaQoda pri-
meira pedra nos fundamentos das obras do
oncanamento das agoas potaveis eom pra-
ser assistir aoseo lisonjeiro convite, indo
presenciar aquelle acto.
Dito Ao brigadeiro Antonio Borges Ln-
al declaran lo em resposta ao seo oTicio de
20 do presento que o bitalho de guardas
nacionaes mandado organisar em Itama-
rac est sob mta inspego pois pertem-e
ao municipio tle Iguarac cuja guarda na-
cional fui eommetlida seo exame.
D to Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda devolvendo o pret do destacamento
le guardas nanonaes do 15 mito relativo ao
m-'Z ile Jullio ultimo ; e nrdenamlo vista do
que informa acerca dVllfl em offlcio de 20 do
corrente que o m-tnde pagar.
Dito Ao commandante superior da guar-
d nacional t|p Goianna d-derminando, qu-
exp"C suas onlens para que o batalho de
G. N. d'aquella cilade acomnanhe a pro-
cissfio d" Xossa Senhora do Amparo da mes-
ma cidade queem odia II to mez prximo
futuro pretende fazer a respectiva irman-
dade.
Dito Aojuiz, e Meza ros da supradita
irmandnde communicando a expediefli da
precedente ordem em resposta ao seo officio
le 18 to corrente em que a sollicito.
Dito Ao engenheiro em chefe deter-
minando, que mande pora disposico da
cmara municipal d'esta cidade toda a pedra
de Fernando que fora pedida para o empe-
dramento e escota ment da ra do atterro
da Boa-vista fim de que possa dar princi
pi aquella obra Joo Ignacio Avila com
qu'm a referida cmara a contraclou.
Difo A supratneticionada cmara mu-
nicipal, intelligenriando-a de haver expedi-
do a anteceden le ordem.
<|e estar hgalisada, man le satisfaz >r sua im-
portancia Yerissimo Antonio de Millos.
Dito Ao delegado do supracilado termo,,
soientificando o do conteudo n ; precedente
ollicio em resposta ao seo tle 18 do corrente.
Portara Ao inspector do arsenal de m t-
rinha ordenan lo, que minde procedor
ios conc^rtos dequi necessita a escuna =
Legalidad =, o pagar a olliciali lado e
tripol Qo respetivas tres m *ses de sol lo e
os mais vencimentos que por lei Ihcs com-
petircm.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO Dl\ 19 DO CORRENTR.
Offieio Ao Exm. Presidenta requisi-
tando Ihe mais a quantia d 800,> rei* para a
conlinuico dasob^as de Tamandar a Gailni,
visto se ter consumido j a pr->stacao Ja 100,)
reistlada para til fim ao Major Fumando da
Costa. qnteve ordem para prestar suas coti-
las na Thezouraria.
Dito Ao mesmo Exm. Sur. devolvondo-
Ihe informado o requ-rimento do Cosma Igna-
via Frazda.
Dilo Ao mffsmo Exm. Snr. transmet-
tindo-lhe informado o requerimenlo do Alf'-
res M. J. do R. Monteiro qu ten lo do se-
uii para o Rio Gran le to Norte p -da um
mez de sold adiantado para os arranjos de
sua viagem.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. propon lo-
Ihe a oxclusin de 5 soldados do Bitalhfto d'l.
de G N. destacado por serem de mo com-
porta m *nto. e incorriiiveis.
Dito Ao Inspector da Thezouraria, com-
municando-lhe qu^oExm Snr. Presiden-
te mandara organisar na Comarca de Naza-
r-lh um destacamento da G. N. de 50 pra-
Cas, commanlado por um CapiWo, cujo.les-
tacamento teve seo principio no prim-'iro des-
te mez.
Dilo Ao mesmo, remellen lo-lhe os pa-
pis de contabelidade do destacamento da Co-
marca to Bonito relactivos ao mez de Ju-
Iho p. p. para serem pagos no caso de \sta-
rem conformes entregan lo-se a importancia
ao primeiro sargento Antonio Francisco da
Silva.
Dito Ao Director do Arsnn *l de Guerra ,
proenrando saber o-< valores de cada urna das
ficava debaixo de sua immediata hispecco ,
aJ'ininistra lo todava pe Commandante do
mesmo forte conforme o systema ultima-
DVntaadootaJe a cerca das obras militaros da
Provincia.
Dito Ao Commandante interino do for-
te do Buraco communicando Ihe o exposto
no cilicio procedente.
ItATKl.lOK.
FRANCl.
Dito Ao inspector da thesouraria das pegas de fardamento de um soldado de caval-
rendas provinciaes remetiendo a conta do laria.
despendido em o mez de Junho ultimo com e Dito Ao Capilao Enginheiro pira pro
sustento dos presos pobres de justiga do ter- ceder o concert no payol da plvora dos par
mo do Rio-formoso fim de que no caso tculares no forte do Buraco cujo concert
DOUS ERBOS ,
Pon A. DROZ DESVOYES. (*)
Ti.
Assim que Mara presento que Antonyti-
nha descobertoossis senlimentos, seu pri-
meiro pensamento foi deixar immediatamente
o castello. So Ihe falta van dous das para fi
car no scio da familia de Si-Y ves : mas ad-
vinhando tanto mais qu o nao sabia por
experiencia ludo que tem a temer o cora-
cao de nina joven quando a toda a hora a
todo o instante se acha em presenca do ob
jeclo amado resolvou apressar anda a sua
partida. Ostmtimcnlodo dever que cumpria
ausentando-se restituio pouco a pouco o Soce-
go ao seu espirito. Parecia-lhe que acabava
fie rscap.tr a um pergn que poda ter urna
influencia funesta sobre sua vida intuir e
nisso relleetuido se anda trema ao me-
nos ft-licitava-.ie pela resolugao e coragem que
tulla mostrado. Pobre moga lao feliz pela
""( ) Yid. Diario i. 181.
sua primeira victoria e quenfiojulgavaque
para ella a luta apenas comecava !
Quanto a Antony apenas chegadoa Paris
oceupou-se em d -seobrir a morada de Maria".
Nao se linha atrevido a pergui lo de St-Yves e smente tendo ahi ouvi
do fallar no Boulevart Poissonnire diri
gio-se continuamente aquello passeio espe-
rando que um diaououtro as oceupages le
Mara a levario aquelle sitio e prometindo-
se bem de MltO nao deixar os passos da jo-
ven don/ella ale" que s<* livesse assegurado
do lugar em que habilava. Porem com que
!im tantas pesquizasi' Eis o de que oniesmti
Antony nAo sabia dar a razao ; porque era
cei I.D que urna vez descoberla a sua morad
nao se atrevera sem um motivo plausivo! ,
a nella penetrar.
Muilos dias se passrfio as angustias da
espera mas emlim a sua presislencia foi co
roada de bom xito. Assim que avisiou Mara,
conservando-S' respeitosamente em distancia
se^uio-a e isto durante urna semana intvfra,
com a tenacidade le um espio. Ern breve
soulio todas as casas em que ia dar lictVs as
horas em que entrava o instante da sabida .
as mesillas ras por que costunjava passar e
jide a-sim em cessar s<,guir-lhe o raslo.
Mara, da sua parte naodeixnu de nota*
lo e a primeira vez que o vio eoruti e suas
pernas tremero ; mas oo no ello nunca
Ihefallava, como mesmo nunca so aproxi-
mava della bastante para Ihe causar inqui**
tagAo pouco a pouco acostumou-se a esto
guanta cheio d discrigao e do rospeito o
chegoii mesmo a achar tristes e longos os dias
em que seu olhar fuitivo mu vao o tinha pro-
curado. Ella nao poda duvidar que Antony
a amava : tanto amor tanta delicadeza a
tocavAo profundamente : sua alma exa I la-
va-so estranhas allucinagiVs vinillo pertur-
bar o seu espirito echegivaa pedir aoio
que a illuminasse. Algumas vezes este a-
mante tAo tmido tAo recooso Ihe pareca
como um phantasma como um sondo de sua
imaginago : nAo acreditava na sua prosenga
real prrante ella e linha tentiigios de che-
gar-se face a face e fallar-lhe t para saber ae
Ihe respondera e se o que va nao era urna
visSo engaadora.
Porem um incidente fortuito translornou
inteiramente a posigAo dos n<>ssos dous aman-
tes o collucoij-cs em um terreno inteira-
mente difieren te,
Urna correspondencia de Masseveaux ( Al-
to Blieno) eont m os Sjttyuiotes delalhes so-
bro um aoont-cnn-nlo d 'astroso que acaba
de destruir urna paite d'aqueda cidade.
Fm torriv-l inron lio acaba de consumir
uma grande parle d'aquelia cidade do Masse-
veaux. U-elaiiiu-so o logo as dependen das
da casa do Senhor An Ir Ley na terca feira
21 do mez t!i> JijiiIio polas oilo horas da ma-
nila ; bem Vprossa as eliammas impedidas
por um vento do O*slo abrazarn a parle bai-
xa da cilade. 33 casas, 2 4 granjanas com
(Mvtllliaricas emais 19edificios como of-
licinas fabricas o armaiens licar inteira-
meiilo destru los e um grande numero
dVlies fott.-in uta daniniQ adoa,.
0 incendio fez otn mu pouco lempo tae
progressos que os mus promptos socorros
nao pudero suspender o siitistro porque o
logo declarou-se successivamerito em muilos
pontos difiero otes o que coma mud-oiga de
movis di vi lio os socoorros o fez qu-brar
momentani'amentH ascadeias formadas para
alimentar as bombas e mu i tas ras torna-
rao-se inacessivois por Causa do grande calor
desenvolvido pelo incendio. Impossivel i
descrover este especlaculo horrivel. 0 fogo
alimentado pelo fono recenlomontn entrado
de que eslavAo prvidos tolos os celleiros ,
nlavaVa-Se a umi altura prodigiosa o amea-
Cava de consumir toda acidado. Os movis
que se aehavo as cazas incendiadas viero
iser presa das chammas eos quj perton-
oo aos ouiros habitantes, estavo amuntoa-
dos nos prados ao redor da eidadf.
So nlo foss'in os s iccorros que nos vie-
ro das poviago-s circum-v.sinlias Masse-
veaux ta|v>*zja ni i -xislisso mais.
0 zelo o a .i"tivi 11 lo desonvolvidas pa-
los unre.s curas e lialiitiul ;s das pivoacea
visinhas sao superiores a todo o elogio ; foi
por meio das bombas de minias d aquellas
localidades que se chegou a vencer o fugo pe-
las du-is horas depois do meio dia; mas lio-
Mu ia diliiii iva do inslaut a instante: mi-
na la no coragao como um fru to p do bicho ,
e sern que oppozesse mais defesa as suas
forgas a aban looavA'i, si-us olhos perdioo
hiilho, e quil IIjr seeeando moma por
falta de urna cliuva bmofica.
IIm dia fa'igada e po rulo apenas andar,
como nAo tinha avistado Antony cuja pre-
S'iiga Ihe tena dado forgas*, tomou urna sega
para acabar os seys trahalhos. Acoiiteceu-
Ihe um daquollos accidentes to frequentes em
Paris quebrou-se o eixo Sallou fra urna
roda e a sege lombon. EntAo a multido
cricou a sege e dispoz se a fazer sabir pela
porlinliola a joven senhora cuja queda feliz
no'tit" Imita sido som gravidade. Assim quo
Mai ia se acliou do p ia agradecer s pessoas
generosas que a linbAo soccorrido quando
vio que a sua mAo eslava nade Antony : nao
a rclirou-, c. depois de algumas palavras
obsequiadoras, dirigidas s pessoas que a
rcavo fez urna pausa, corno para dizer a
-i mesma : Dos o quer ; e depois voltan-
do-se para Anin y :
Senhor ousaria rogar-vos que me a
conipanli.tss is at minba caSH ?
Antony pegou-ihe no braco com sofregui


je ach8o-se duzentas pessoas privadas d'a-
sylo
m Esperamos que esta grande desgrana se-
r em parlo reparada por donativos que nun-
ca fallarocm iguacs circunstancias na nossa
generosa AUacc.
d Julgamos iio nosso devcr fazer conhecer
a gencrosidade do veiieravcl M. Erny anti-
go cura de Massevaux e actualmente paro-
cho do canino do Thann. A noticia d'esta
desgrana elle rnandou entregar ao maire de
Masseveaux un:a somma de 3,000 ir. dos
seus proprios fundos para ser destribuida lo-
go aos pobres incendiados. L'm tal exem-
plo cortamente nroduzir dignos fructos ; e
no m.do de tal calamdade temo-nos por fo-
lizes de poder annunciar semelhantos ras-
gos.
O espantoso sinistro que se acaba de pu-
blicar deixa 200 pessoas sem asylo e um
grande numero d'entre elles sem vestuario c
sem pao.
pvr.is 1. PE JLLHO.
Direito de Finta.
Eis-aqui um laclo que provando a nobre
capacidade c a coragein da nossa marinha ,
vem em apoio do que tantas vezes temos re-
petido que cedo ou larde o exercicio do
direito de visita trar comsigo urna explosao
cuja consequencia inevitavel ha de ser a guer-
ra. Aviso aos eleitores que desconheessem
a imperiosa necessidade de fazer abolir os
antigos tractados e estivessem dispostos a
Hornearos candidatos volados a M. Guizot.
Lomos no <( Progres de lennos :
Ha alguiis mezes que um navio mercan-
te Francez encontrou quasi ao sahir de Gore
um cruzeiro Inglez que logo o chamou fal-
la e p-Se coi altitude de o visitar. r'orca
era obudecer-flhe. l'orem o Inglez nao con-
tava rom um navio de guerra Francez que
se achava vista ; era apenas um cutter de
10 pecas, ea goleta Ingleza trazia 18. O
commandante do cutter vendo do que se tra-
tava fez forra de vella, veio valerosamen-
te postar-se entre os dous navios e declarou
que nao consentira quo na sua presenta fos-
so um vaso da sua nacao visitado por um es-
trange'uo ; que s elle linha direito de fa-
zer essa visita e que s rile a l'aria.
iN'esle intuito deitou ao mar um bote
sobo commando d'um Acial. O Inglez fez
ontro tanto da sua parte ; elle allegou que
tendo avistado primeiro o navio mercante,
e tendo sido o pnmeiro que o chamou fal-
la o que era de c rio modo um principio de
visita, era taufbem elle que devia continuar
esta operacao. O nosso commandante res-
pondeo que se nao lizesso recolhcr o bote In-
glez a mandar fazer fogo sobre elle. O
commandante Inglez nao fez caso d'este avi-
so ; ento o ollieial Francez execulou a sua
ameaca o fez recolher o seu. Ao nesmo
temp elle ordenou a seu bordo a manobra de
combate c declarou ao Inglez que era mister
bater-se.Vos s chocareis ao navio mercan-
te depois que me tiverdes mellido a pique,
se or ventura o pdenles conseguir. O In-
glez reiuou diante d'uma lal intrepidez e
recolheo o seu bote. A visita foi feita pelo
commandante Francez.
AI. Bouet, commandante da Estaco
Franceza na costa d'Africa acaba de dirigir
ao k Courrier franjis urna longa carta ,
na qual atiesta que os excessos commetlidos
pelos cruzeiros Inglezes no exercicio do di-
reto -lo visita teem sempre occorrido as pa-
ragens ondo a presenta das lorias Frailee
zas n3o ora nem annunciada nem prevista.
Os Inglezes lem pois consciencia d'estcs a-
busos de que elles no fazem mingoa e a
que soarrogarao toilas as vezes quolh'oper-
mittir a oceasio. A insullciencia relativa
dos nossos vasos os hbitos o clculos dos
nossos rivacs implacaveis nos do- essa cer-
teza.
A carta de M. Bouet designa os navios se-
guintescontra os quaes teem os Inglezes com-
metti lo dos seos exessos ; sao : o Africa-
ne, o Niger o Henri a Senegambie a
Nocmi-Marie a Aigle a Fanny, o Bre-
silien o Etna o Cesare o Astreus. E
muilo ; e entretanto o ministro dos est ran-
go i ros nada tem revelado Franca dos nu-
merosos factos do que ello tem sido informa-
do ; e poder-se-hia crer qu elle nao ratifi-
que o tratado de 1841 ; como se o seu silen-
cio a sua lingoagem e os seus anteceden-
tes nSo attestassem quo elle far anda esse
servico aquel les cujas violencias tem dissimu-
lado o cujas pretenedes tem defendido !
do o sem se inquietar das retlexes que
fazia em torno delle a multido que aug-
mentava abri rpidamente passagem por
entre ella e em breve achou-se longo de vis-
tas curiosas, (-llegado porta da casa em que
morava a joven como hcsitava em entrar ,
Mara insisti o elle a acompauhou aquella
cmara, onde entra va pela primeira vez o
queComludo julgou reconhecer : tanto linha
elle por muilas vezes combinado em sua cabe-
ca as suas diversas disposices.
Esta primeira visita devida somonte ao
acaso, foi o preludio das seguintes. Bem
de.pressa nao se passou um sero sem que os
nossos amantes se vissem: c o seu amor aug-
mentara anda pelo encanto da presenta ,
pela harmona na maneira do sentir que rei-
nava cnlrc suas almas c-tambem pela diffe-
"renea que exista entre seus caracteres.
Ja Mara nao resista seno fracamente s
instancias de seu amante : o que leria lalvez
salvo outra qualquer que nao fo*se ella per-
den-a.
Anlony n.'.o era feliz ; seu pai nSo linha
fortuna, c os aacnficioa que fa/.ia o rao ape-
nas naflicientea a fazer face a precses de seu
jilho Toda a esperanca pois de Antn
Os jomaos Amoricanos dito detalhes sobre
a catastrophedo Ha I ti. O Poder Legislativo
de Porto- Principe sob proposta do Presiden-
te do Haiti adoptou urna le que isenta do
pagamento das laxas os habitantes dos dis^
trelos devastados pelo terremoto. O cap*
tSoFemhort, ajudante de campo do Presj^
dente Boyer enviado em commissito espe-
cial trouxe detalhes sobro as desordens corp-
meltidas no cabo Hllense. O thesouro pu-
blico que linha sido preservado por urna guar-
da foi por ultimo roubado. A maior par-
te das casas quo tinho sido derribadas, to-
rio acabadas pelo incendio; o Generaes Obas
e Menscardy se apresentar3o nos lugares com
instruces do Presidente para restabelecerem
ordem. Obas govorna provisoriamente no
cabo Haitiense. O Presidente lamenta na
sua proclamarlo a desgraca acontecida e
queixa-se das desordens que forSo consequen-
<-ia d'ella. Elle reoommenda o castigo rigo-
roso dos culpados ; e assegura a todos os ci-
dadns que soffrer.io que a sollicitude da
Repblica nao os abandonar na sua afllico.
(Lo National. )
LONDRES, 13DEJLH0.
Morte rio Duque de Orleans.
Por um estfete extraordinario de Pariz que
parti hontem s 6 horas da tarda recebemos
a infausta noticia da morte deS. A. R. o Du
que de. Orinan filho mais velho de S. M o
Roi dos Francezes. 0 Correspondente de Pa-
riz do Chron ele escrevendo hontem tar-
de diz o seguinte : Succcdeo esta manh
um funesto accidente ao Duque de Orleans na
sua jornada para Neuilly. Os cava I los da sua
rarruazem espanlarflo-se e partiro d'uma
maneira to terrivel que o Duque assustando
s*' precinilou-se para fra e cabio sobre a ca-
beca. Foi immedatamenle evado a urna l-
venla viznha onde foi sangrado c os seus
mdicos assislentes dero favoraveis prognos-
toos : porm diz-se que o desastre do Duque
de Orloans era mais serio do que se suppoz ao
principio. O Correspondente do Times
escrevendo duas horas depois anuuncia da ma-
neira seguinte urna catastrophe quecausou
Familia Real de Franca a mais profunda ma-
goa-
S. A. R. foi derribado do seu cabnolet
no Bosque de Bolonha pe lo do meio da o
ainda que a principio nao so recta par 0Dr OrfjjJ^F. -.IM.
algum da quo la depois apparecerao symp-
tomas atterradores, e o Duque exhalou o
seu ultimo alent s quatro horas e meia
pouco mais ou menos. Esta triste nova tem-
nos affectado sincera e profundamente e se-
ra ouvida com summo pezar por todos estes
Reinos. O poyo da Inglaterra nutre fortes
senlimentos de respeito e affeicao aos mem-
bros individuaos da Real Familia de Franga.
0 Duque de Orleans lho era conhecido .
como m Principe de espirito elevado ca-
valheiro, valente e perfeilo, que se tnha dis-
tinguido naMfrica e dava prematuras espe-
rancas de ser um vivo exemplo de virtudes
domesticas para a Franca como Espozo o
como Pai por ser digno Filho do Re Luiz
Felippe. Apezar de nao ter os talentos do seu
Pai esperava-se que sob o seu governo menos
coercivo a Franca recobrara aquellas liberda-
dos que Luiz Felippe llic veda e sem as
quaes n, Governo nfio p le chamar-se ver-
dadeiramenl** emanaefio do systema repre-
sentativo. Tal ra a impr'8s5oque fazia na
Inglaterra o carcter do Duque de Orleans .
e m tal carcter nao poda inspirar outros
sentimentos para com urna ppssoa 18o emi-
nente seno os de eslima e affeicao.
(Tho Sun.)
f
INTERIOR.
EXU.
Illm. eExm. Snr. Tenho a satisfago de
participar a V. Exc. que o ajunlamento se-
diciozo da PovoaQo do Exu que continha
entre a gente vinda da Provincia do Cear e
do mesmo lugar 200 hom^ns pouco mais ou
menos, todos bem armados em J^M.niTj.-q'uim Cameroda C. i5
que ameacava o repouzo da Villa do trato da Q
.110
5*3
Manocl Ignacio C Mendonra 2<9
r. Aaesiioho Padre Venancio H de Heicmle P4
Dr. Jo*o Joze Piolo ?*>'*
l)r. Joauim Vl*tiocl Vieira de Mello 2ai
Apoiinano F. de A 1 ''
)t. Joaquim Nones UacHado S5S
P. F. Antonio Joaquim de Mello *'6
Major Antonio Gomes Leal SU
Padre Miguel do S Lopes (lama 195
Dr Cietano da Srlv \ Thiago l M
)r. Antonio fonco Fcrrcira 179
N. B. A lisia* que recebemos do Gara-
nhunssO horas da noite semlo ineornple-
ta s podemos dar o resultado das alteracfles
lestecolhgio at o 8. csupplente, A apu-
ra?o geral he feita a visla de listas que mui-
tas pessoas inculcio pelas mais exactas.
Cimbres. Brejo.
Baro da Boa visla. 3l
Dr. Urbano Sabino Pessoa de M. 29
Dr. Domingos de Souza LiAo. 29
Leonardo Bizerra de Siqueira C 29
Dr. Feliz Pexoto .'lo Brito e Mello. 27
Dr. Luiz de Carvalho Pais de A. 2.*i
Dr. Lourengo Fi ancisco de A. C. 2o
Dr. Pedro Francisco de Paula C.
Dr. Joaquim Nunes Machado.
Vigario Francisco Ferreira B.
Dr. Antonio P. M. Monteiro.
Dr. Alvaro Baibahlo Lcha C.
Dr. Simplicio Antonio Mavigmer. i-
Dr. Joao Querino Rodrigues da S. \
Apolinario Florentino de A. H
Dr. M. Mondes d C. A.
Dr. Sebaslio do Reg Barros. 9
Padro Dr. Francisco Muniz lavares. 7
Maioel Ignacio de Carvalho. 8
P. Joaquim F de Faria,
A. J. de Mello.
23
22
19
19
6
10
22
7
II
9
2
16
5
9
U
2
o
8
7
3
dita Provincia e mesmo o desta pacifica Co-
marca aoha-s completamente dissolvido ,
independente de se ter empregado as armas :
nao restan.lo por consesuinte receio de que
soja alterada a tranquilidade publica
Aproveito o ensejo para renovar os meus
protestos de eslima respeifo e veneracAo a
pessoa de V. Exc; a quem Dos Guarde. Vil-
la da Boa-vista 1 de Agosto de 182. =lllm.
e Exm. Snr. Barao da Boa-vista Prezidente
da Provincia. = Alexandre Bernardino dos
Res e Silva, Juiz de Direito do Cnme da Co-
marca.
FACTOS DIVERSOS.
No dia 25 do corrento apnareceo na praia
ao norte da fortaleza do Huraco da parte do
rio um cadver tSo desfigurado que so lho
nao poda conhecer nem cor, nem partes so-
xuaes.
NOTICIAS ELEITORAES.
Resumo da volacSo dos c llecins antcriormenle pu-
blicado.? e incluido O do Brejo c Garanhuns.
Os Senhores.
Exm ?ar"o da floa-vist
Concell>ciro Sebastiiodo t\. Bhiros
., Dr. Pedio de P. C. d'AlbnqiiPrque
Evm. '"oncelli*iro Antonio P M Monteiro
r Flix l'exoto de tfrito e M
Dr. Alvaro B D (.'av;dcante
Dr. l.uiz de Carvalho P. de Andrade
Or Joze Thomaz Nabuco le Arnujo
Dr. Jo.o Joze Ferreir de \%\iU
Dr Manoel Joaiuim C. da Cuulia
Desembargado!' Manoel Ignacio C. Laccrda
Dr. Manoel Mendes da C Azcvedo
Dr. Joaquim Teixeia P< ixoto. 6
Xnlonio Joze de Oiveiia. 6
Dr. Filppo Lopes Neto. 4
Dr. Agostinho da Silva Neves. 4
P. Miguel do S. L. Gama.
Dr. Sebaslio Joze de Barros B. 4
Padre Luiz Carlos Coelho da ilva. 4
Antonio da Costa Reg Monteiro. \
Dr. Francisco Domngues da Silva. 4
Dezembargador Joze Libanio de S. 3
Dr. Bernardo Rabello da S. Pereira. 3
Dr. Manoel Teixeira Cuimbra. 2
Dr. Caetano Joze da Silva Santiago.
Dr. Felippe C. d'Olinda C
Dr. Joifi Rento daCunha Figueredo.
A. G Leal. I
Dr. Joaquim J. da FonccaJ.
Dr. Joo Joze Ferreira de Aguiar. 2
Dr. HerculanoGoncalves .a Rocha. 1
adre Venancio llenriqu." de R.
Dr. Zacaras Goes de Vasconcellos. I
Dr. Joze Thomaz Nabuco de Araujo. I
Laureiitno A. P. de Carvalho.
Dr. J.4F. de Souza Leo.
Dr. A. R- Gitiranna.
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3?C
CORR ES PONDENCIA.
tva na carreira que linha abragado carr i-
ra lao longa e espinhosa. Muilas veses elle
se hinca va aos ps de Mara :
Tenho fem vos Iba dizia pois pela
graca e pela pureza sois um anjo. Nao me
podis engaar : ah para que ludo me re
rusar Eu nao posso ser vosso esposo seno
quando tiver um nome quando por mim
mesmo liver adquirido urna existencia e
ningueni tiver direito sobre minbas aeces ;
mas este nome esta existencia posso eu lan-
C,ar-lhe os alicerces quando o amor absorve
todas as minhas facilidades .' O meii futuro
inteiro est em vossas mos e deixais-me
perde-lo !
Ah meu amigo replicava ella lu-
tai anda : -vos pois necessaria a minha ver-
gonha para bascar vossa fortuna vossa vida
moral nao est tanto sob a minha guarda
como a vossa existencia material ? Crede-
m" alim de nao ter um dia de arrepender-
me por haver escotado a minha fraqUeza.
Comtudo, a persCveranQa Iriumplion o'
amor foi ornis forte ; e urna vez subjugada ,
Mara o foi para sempre.
Com seu carcter sombro, desconfiado e
receloso Antnv devia em breve conhecer'
rm
outros tormentos. Com effeito, a posicao de
Maria para urna almt ciumenta era um
a'bysmo sem fundo. Oque ao principio fa-
zia a felicidade de Anto y devia mais tarde
causar a sua desesperaeo, pensando que
qualquer para a ver para rhe fallar teria
asmesmas facilidades que elle linha tido. Em
vao elle se tramiuillisava lombrando-se do
amor de Maria da sinceridade dos seus ju-
ramentos da pureza de sui alma candida
sempre vollava ao pensamento de que da era
mulher ; que se linha entregue a elle : que
elle nSo era o nico sobre a trra capaz de s. -
duzi-la e que este ente novo devia infabi-
velmente eneontrar-se pois qu Mara a
saoesteva mais exposla do que qualquer ou-
tra.
E comtudo Maria amava o profundamen-
te : o olhar de Antony a sua voz osen
andar seu silencio mesmo, ludo enchia sua
existencia de um encanto indizvel.
Noentanlo, altiva c lauto mais quinto es-
lava certa do amor que Ihe tnha votado ha-
via dosprezado muilas vezi-s apazimiar as tor-
mentas que sobre sua caheca tinho cabido.
Ninguem s vezos mais injusto do que um
amante; e Mara offondkla Maria que
Snrs. Reilactores.
Lio Diario n. 172 o nelle a corresponden-
cia do um seo asagnanle em que laz algunias
refl xes sobre a ostra la entre Remedio e Af
fosados, e com quanto ludo quanlo dicesse
fosse bastante, quisera todavia que fosse mais
prolixo naquello tpico em que trata da dire-
cao que devora ter dita estrada quero dizer
qual ser mais interessanlo para o publico e
menos dispendioza para o Estado. Digamos
tinha immolado a sua honra a Antony nao
poda supporlar com resignado o esqueci-
menlo emque de v-z emquando elle t>u-
nha o seu sacrificio. Assim que se va hu-
milhada levantava-se com urna energa tal,
quo Antony confuso caba a seus pCs sup-
plicantee m delirio ; pois que verdadeiro o
amor urna flor pura e embalsamada que
exhala do seu clice os perfumes os mais po-
derosos.
Por tima rigidez excess va e sem razo An-
lony tinha posto Maria na necessidade de Ihe
oceultar algumas vezos corlas de suas acc'S,
nfio que ellas tivessem couaa alguma de rH"
miiii>so nem mesmo de reprehensivel; mas,
romo ellas eran nina consequencia ou urna o-
brga^fio da sua posicao no mundo, a que
muilas vezes nSn poda esqu-v.ir-se cvihva
a tempestado em limar de alfronta-la e nao
o instrua daquitlo que nao poda sei.o a-
montoar nuvens sobre o seu amor. As^irn ,
as mftis de suas disojpulas d ivSo varias vezes
bailes o po lia ella deixar de a elles assislir
sem mesmo detrimento Seu ? Eis oque nun-
ca teria podi quieto de Antony e lodos os das o volco
loria vomitado a sua lava. Outras vezes, se


.5.
pois alguma cousa a este respeito A estrada
p,oj ter o duplo pouco mais ou menos tem de cor-
tar mais do um cento de cilios do diversos do-
no P de necessidado fazer-s.i minias area-
das ou desaguadouros paia dar despejo as a-
guas do lempo de invern: este inconveni<*n-
te que he bastante despendilo he mui pe-
queo em comparaco di prejuiso que sufre o
publico por que precizo que quem vem da
praca ou do Sul a desembocar na ponte do
Molcolomba Magdalena ou para o mesmo
Remedio lera de subir para o Serlo para bus-
car dita estrada quasi na allura do Giqui e
o mesmo acontecer a quem morar no Reme-
dio querendo ir a Praca, ou mesmo aos Abo-
gados buscar talaituia para ento seguir seo
destino: tantos prejuizos nao otTerece a estra-
da velha quando por "Ha se encaminhe a nova,
por que alem do ser muilo curta bastar-lhe-
2 ou 3 arcadas para dar evaso a todas as a-
guasque de longe se reuncm em 2ou 3 focos;
e de mais levando a reco ao patio da Ma-
triz faz urna cruz quasi perfeita com a estrada
que vem do Sul e a que atravessa da praca pa-
ra o Sertao ; e se prejudicar a 2 ou 3 propri-
etarios nao be o mesmo que a rem ou mais.
Resta agora lembrar Snrs. Redactores de
quaiila imp .rtancia seria a factura de tal es
Irada ; que deveria ao menos ser desde j cer-
deada principiando-se os seus trabdhos p.tr
aterrar urnas cem bragas que s mpre se axo
alagadas em lodos os lempos das aguas salga-
das a ponto de tas mares grandes por sea
na lo privados por este motivo de mandar
os pas de familias seos fllios para as aulas da-
quella povoago dos Allegados. Quantos hu-
yeres e bengO^s nao teria o Exm. Sur. Presi-
dente se medioras.se as circunstancias las familias privadas lo prim**iro elemento mocidade ? Permitido os Ceos Snr. Re-
dactores, que asnussassupplicassejaq ouvidas.
Souzc.
M.
VARIEDADES.
OS AXDHOIDES OU AUTOMATOS MSICOS.
O artigo seguitite escripto com oulro do
mesmo titulo vista, publicado por M. E.
Flix na France Musicale.
Albrto Magno frade dominicano e prof-
fessor na celebre universidade de Colonia ,
nos bellos das em que all davam linVs iie
theologia os dous famosos doutores denomi-
nados um o Subtii outro o Anglico ( Jofto
Duns Scoto o S. Tilomas de Aquino ) bve
.a idea de construir umi machina de usura
humana de tal modo eomposta de molas e
Otros artificios, que pudesse executar todo-
os movimentos necessarios para proferir pa-
lavras. A machina do flho de S. Domingo
nao correspondeu to completamente aos seu*
desejos como elle esperava e fez pouca for-
tuna ; mas o noree de Androide que elle Ihe
den licou adoptado para lo las as da mesma
nalurt-za que posteriormente se fabricaram
Quando a figura da machina nao era huma
na dava-se-lhe o nume de automato.
Os dous a ti loma los mais famosos dos tem
pos modernos foram inventados pelo celebre
astrnomo Joao Muller que vivia no secu-
lo dcimo quinto e conhecido pntre os Ili-
teratos pelo nome de Regiomontann. Um
delles era urna aguia que voava e lomava n>
ar a direefio que Ihe pareca. Um dia v-
rain-uo com espanto sar de Ralishona
ao encontr do Imperador que vinlia entran
do a cidade o vi-lo acompanhando na sua
filhos familias julgavo poder comportar
com leviandade com urna mestra d<* msica ,
ella ves TVava-se o cuidado de os desp (irsm
estrondo guardando se bem de levar a per-
turbado ao coroco rio seu amante com
loiicas e inconsideradas conlid ncias que nao
testemunhariao seno a presumpeo de urna
m iga e nao <> seu amor Se ni duvida mais te-
ria valido que de outra nuneira aconlecesse :
mas nao era Anlony que, pelo seu carcter
suspeitoso tinha para sempr- baiiidod'en-
tre e||is to la a eonfunca ?
A feliridade para Maria e Anlony liuha nas-
cia> d um accidente desgranado, de urna
aegw quebrada a desgrana Ibes veio de urna
fes I a
Anlony posto que sob o imperio de urna
paivo violenta, segua o foro com assidui ia-
de e j mesmo tinha obtido algumas vanta-
gens. Mu i tos magistrados julgavo que bre-
vecll-tomara logar entre os advogados d.s-
tinctos c gestavao de anima-lo e acolhe-Io
om soas casas. Foi um dia convidado para
cisa do presidente do tribunal e nlo talln
sua partida. Esta era fria e severa e ah
encontrdmenos prazer que qualquer oulro,
quando cliegou-so para elle um dos seus jo
marcha voando sempre por cima de sua ca-
beca. O outro automato era urna mosca de
ferro que o aulhor sollava s vezes quan-
do eslava mesa com numerosa sociedado j
o insecto voava em torno dos convidados ,
zunia-lhes aus otividos de urna mmera mui-
to incommoda e vinha depois pousar na
mo donde tinha parlido.
Desde o dcimo quinto at o dcimo oitavo
seclo ha na historia pouca noticia de au-
tomatos ; porquoo an Iroido de Rogerio Da-
con qu s nao s fallava mas mesmo pro-
phelisava cortamente urna patranha ; mas
em I73H fez grande bulla na Eu-opa o to.-a
dor de ilauta de Yaucanson cuja descripgo
apparece as memorias da Academia das Sil-
encias de Pars. Este androide represenlava
um homem lo cinco pos e meio de allura ,
sentado sobre um rochedo Tocava doze pe-
Cas di Arenles com todas as modulac/ics; com
foda a preciso com toda a docura com que
poderia faze-fo o artista mais ronsumm ido ;
o movimento dos beicos nada differia do na-
tural ; os dedos tapa va m e destapavam os bu-
racos Com toda a precisao que era de desejar.
O mesmo Vaucanson foi author do outro
automato nao menos admiravel era um pa-
to to bem f-iloque lodoso linham por na
tural. O animal levanla-se nos ps esten-
de milho que se Ihe apresentavam engo-
lia-os com precpitago e o que mais admi-
ra lancava-ns depois pelo anus mudados em
excremento (valha a verdaile ) D'pois be-
ba chafurdava na agoa e grasnava de urna
mancha completamente bem imitada.
Tudo sto admiravel; mas ainifl nao
para com parar-se com qualquer dos dous au
tmalos de Jacques Dr >z contemporneo Je
Vaucanson. Um delles pra um relogio em
cujo mostrador se vim os movimentos de lo-
dos os planetas lodas as phasses da la ,
e o naseimento e oceaso do sol que a a-
companhando durante o curso do auno todas
as nd cagues da folhinha. Alm disto ap-
pareeja om pastor que tocava flauta em
quanto urna cigana dancava; e esta depois
de ter acabado tornava urna pita la U-
zia urna cortezia aos espe la lores h relira-
va-so. Junto do pastor eslava um cao qu
Liia na va un cesto de f rucios. S- algii"m
tirava um fruclo de cesto enlrava o cAo .
ladrar com urna desesonraC;o exlram diara ,
e n3o se calava em quanto se Ihe nao torna-
va a por no cesto o fructoque se linha tra-
lo. Este relogio foi comprado p do Rei d<
Hespanha por 450 luizes.
O outro androide le Jaques Droz anda
maisadminarel. E' um menino de tres paa
quatro annos noque parece, que escreve
com toda a attenco possivel. Sse Ihe dula
o que deve escrever escreve o promplam"ii-
te ; se se Ihe pe diante um papel para co-
piar copia o com a mesma fcil ida le. Quan-
do n5o tem tinta na penna meitea no tin-
leiro que tem ao lado e se ve que a penn
trouxe tinta do mais. sacode-a para nao hor
rar o p*pel. Va i acompanhando com os olhos
o que escreve at chegar ao fm da linha de
pois levanta a mo e comeca a regra se-
.'Unt<\
O celebre AbbtdeMical, francez execu-
toir, quasi no fin do secuto passado duas
abejas de br-m/.o que pronuncavam pala-
vras e mesmo plirases inteiras Offereceu-
is ao Governo ; mas o chefe do polica Le
noir tendo recusado compra-las o desgra-
nado artisla quebrou-as em um acc.;sso de de-
sespera^ao, e morreu eheio de dividas cm
1789.
O mais famoso androide da poea de que
vamos fallando, certamente o jogador de
xa diez executado pelo Biro de Knoipelen.
AllemAo, que j se linha feito ce| -bre por
,u.n anJroide fallante, que chegava a pro-
nuncij>r phrases muito co*npridas comoes-
I la : Ich liebo Sie aus meinem ganzen ller-
I zeof eu vos amo da todo o nvm coraco.
O jogador de xadivz represenlava um ho
mea) vestido turca, sentado sobre una
caixa : qualquer peSSOa que se apres ntasse
para jogar jogava com elle a qualquer prcQo
pie fosse, e quasi sempre perda. Este pie
iiomeno deu longo lempo que fazor aos sa-
bios que nunca poderam explica-Io: alse
chegou a explicar a Colisa por magnetismo
que ora o mesmo que renunciar todas as es-
peranzas de explicarlo plaiisivel.
Finalmente, outro alie.nao, chimado Mari'
re, aturdiu Pars o a America com um enor
me androide que pode ter-se romo non
plus ultra de aulmatos. E' urna orquesta inteira que
executa symphonias e ludo quatilo quize-
rem ; os rabequistas mech-mi os dedos sobre
o hrago dos s-us instrumentos, e ferem re-
almenlo as curdas com o arco; os tocadores
lo II mas de clarnelas de oboes d
Iro'iibes e de violoncellos, todos executa ti
os movimentos correspond ules com preri-
sao admiravel e as posicoes ronveni nles
exectican d; cada um. Al ha um tocador
de zahunib. oulro de tifiib les, e oulro >|e
eampainhas. Est" andro'de gigante foi ven-
dido nos Estados-Unidos pelo prego de qua-
t meen los mil dolais !
O androide mus moderno de lo los < um
locador d" cirmela que aelu ilment "\is
te cm Bruxelias. Oauclor um iiislruui n
lisia de Rrcda, que gaslou dous anuos a con
cebe-lo e executa-lo.
;(OI5ecreo. )
W.1*.....! .1 III! i JBp
Pela maginac-lo do nosso ab-mo em 1837
lera a Franca ,d Dassar por alguma nova des-
graca essira pordiante.
PIBLICCAA'O LETERARIA.
Na Praga da Independencia loja de livros
n. 37 e 38 snhscr.ve-se para a Revista Me-
dica Bra/.ileira nqual aparece no Rio de Ja-
neiro huma vez por niez conten lo cada nu-
mero oG-paginss dj mpressSo. O prego da
subscricao contina a ser de Gy rs.-por anno
pagos adianlados e nao se recebem assigna-
turas se nao por anno, oqual cometa em
Maio recebendu as pessoas que subscreve-
rem dapoii deste mez os nmeros dos mezes
j publicados.
,U!MLUL.IO.
Um Alemo grande combina lor Je a ka ria-
mos e de pocas fe/ respeilo dos acontec
cuentos qu tem muda loo rgimen d Frai ca
oseeuintecalculo. A re()iih|iracxi screvend" perp-ndicularmenle o mesmo nu
meii sobre a sua exlr 'inidade direta i
AI.FANDEGA.
Rendiment do dia 23 de Agosto 9:682*139
DESCARRECA ROM 2(> DE ACOST.
Patacho 11 imburguez = Fortuna = Garra -
fea vazius e caixas com queijos
Brigue Portugu /. = S. Domingos = n resto.
Rana Ingleza W. Russ-ll =Fazenias.
il O VI.VIENTO DO PORTO.
NAVIO ENTRDO NO DIA 2 i.
Liverpool 3) dias. Barca Ingleza W. Rus"
sellde 298 Ion -I. Cap. 'tobelt Bruce,
equip. 13, carga fazendas : a Russell it.
di Compaiiliia.
Himburgo; 11 dias, Patacho llamburjju.z
Fortuna le 120 tonel. Cap. M I*. Krag ,
equip 9 carga gneros do pai : a N. O.
Bieber & f'ompanhia.
SABIDOS HO MESMO DIA.
Rabia ; Vapor de Gu-rra lnl'Z Growler ,
Commandante C. H. M. B.ickd r.
DEC LA RACOES.
vens collegas e depois de ter criticado al-
.'iins momentos os saraos da magistratura ,
nropoz-lhe acabar a noile mais agradavelm n
te e ir com elle casa de um n quenesse dia da va um baile e com oquaT
'inha intimidado bastante para poder apre-
sen la r-l he um dos seus amigos. Anlony a
ceitoiiedeu-se pressa a acompanhar o amigo.
Decammho perguntou o nome da pessoa
para cuja casa assim ia.
A baroneza Roger, foi Ihe respondido
A baroneza Roger Este nome nao me
descoiihecido.
E procurou recordar-se donde o tinha sa-
bido.
Ha grande numero de Roger respon
deu-lheo COCga : nao admira pois que est
nome despert em vos alguma lembraoca
Sem com isso mais nos oceup-rros, sab i s
mente que a dona da caso ch ia de graca .
amabilidad^ a que tem por filho um jovti
loura^a um dos fifules do dia que da
volta ao miollo de todas as mocas o a quem
j attrihuem nio poucas aventuras gilant. s .
na verdade mui lisngerus paia elle.
Qu indo isto acabava do dtzer ahrio-se .
portinhola da suacanuagem eem poucos ins-
lo en Uto a su soinma ; ou por outro-* l"r-
mos. addicenan lo aq>|e||e numero 1794 s
ahrarismos, que o ro>npO'm romo unida
I s ler-se ha a somma l8!.r> epoea res
taii'-acao rompida daipie||e reino. F /. n !>
igual calculo. sto h" sommanlo I8>3 com
! 8 15- lem-se 18^0 poca da ah lin<(o
la familia Rourbon : au.'-nent nulo linalnviit
1830 osalgarismos 1,8 3, O o resu'lado
li- 1842 anuo queja conta a morte do Du-
que de Orleans e contar pela maginuCAo do
Xlemaocalcula-lor urna nova era. Esaqui
i laho do calculo :
Rebublica 1794
= O Riigue Tentarn recebe a mala pa-
ra o Marii o, oje (2G) as 3 horas da tarde.
= 'Arsenal de Guerra compra poredtode
ton liadas de CalVo d- (i dra ; qumn o liver
l-m Ul- i appr'/'ili'-se com a amostra na Sallada Di-
r i loria do mesmo Arseud no dia 27 UO cor-
reiite as ID horas da muiliaa.
Reslaurar^ao
Luiz Felippe

1815
S
I8o0
--
oc
C
Morte do Duque de Orleans e suas con- ^^
sequencias.
AVISOS DI VER NOS
= Mimm'I Moreira Campos: suhlilopor
liuiiez, ndira-se para fora da provincia.
tsF Anen la-se altos e baixo do grande so-
lirado de liiuii andar denominado fundo, na
ra ila Gloria da Roa-vista junto a fabrica do
tinado G TVazio o qual tem muitus e exce-
I -ules commo los para qualquer familia por
maior, quesej.i, com seu meio sitio todo mu-
rado, bastante arvores de fruclo qua'ro pocos
enm boa agoa. qualquer d'elles porblo para
a ma're com porlo de embarque e estriba-
ri para quatro cvalos ; quem pertender di-
rija-sa ra velha na Roa-vista D. 33
Of" Miguel Mineiio, subdito Sardo reti-
ra se para fora da Provincia.
= Antonio Rodrigues d'Albuquerque t
comprou por conta e ordem do Senbor Pa-
ire Joaquim Xavier Prtela morador en
Jacuipe o meio hilhete n. 302 da Lotera
do Poqo da Paiiella que corre no primeiro
de Setembro cujo bilheto fica em poder do
anunciante.
tantas acharan se no meio dossalOes do baile.
Deppis de Anlony ter cnmprimenlado a
lona da casa langou rpidamente um olliar
S'ibrecssa sociedade brilbante pela riqueza
dos trajese bdleza das senboras. Sua vista
observadora nao se linha anda usado seno
as pessoa que ocenavao quando deu-lhe
n i vontade ver as que a valsa levava enlo no
eu redom'oinho.
De repente lanca-se para traz, alacado
n'alma de um fri glacial ; Maria que aca-
ba de passar por dianle d'lie Mara, que
ia sua rpida carreira orocoiicom as dobras
lo seu vestido Volteando ao vento. Esl pal-
uda te-lo-ha re onhecid essa pallid'Z
irovir do espanto ou do prazer Sua cintu-
ra est enlre os bracnsde um homem que ,
^egundo o esboce que Ihe li/ero nao p le
, t sftfta o tilh<> da dona da casa ; e sua mo
ipoia-se na dalle.
Anlony nao pode lanto : osla rcuniao de
pie Ihe fizerflo um royslerio esta danga vo-
upluosa qual entrega-se com tants ardor,
n lo o que v Iranslorna-lhf os sentidos .
feide precipitadamente a mulldo e esca-
ia-w do baile meio I .uro e miis agitado.
lo que se tivesse sabido dos miemos. Ape-
nas na ra voltou-se para 'an^ar urna vista
sobre esta cas i falal foi en to que a reco-
nheceu. Ali ha va quasi um anuo no lu-
gar mesmo em que se achav>> cheo de ansie-
dade cheo de ds**jos antes que o cora-
co de Maria se l i vase anda confundido no
s-u elle a esperava sem esperanza s para
a ver s "ara por o p onde ella tin >a posto
o seu, e volta va para casa ebrio de fdi.idade
e de amor. H je. senbor dessa mulher, uao
len-'o j votes a formar, pdenlo bvremento
ir espea-la em sua casa foge como um mal-
feitor e soffre una tortura mais viva do qu
jamis imaginara. Um veo, semelhanteaa
panno de un tbeatroque se abaixa quando
esl o drama concluido 'acaba de repente de
cahir 'mire essa mulher e elle Desde este
momeido seus destinos communs Ihe appare,-
cem debaixo de outra luz; oamor, paixo
natnnl nelle, e sem pre- is3o de alguma outra
nare. se alimentar nao Ihe parece rais em
Maia sei.o urna paixo ficlica coiifundin-
do se com a vaidade ; porlanto nao mais
fecidade : mister deixa-la fugr-lhe para
nunca mais a tornar a ver.
( Conuuar-se-ba. )


w
4
PI.LLAS VS6BTAES F. rN'IVKRS.VES AMERICANAS.
Estas piltilas j be ni conhecidas pelas gra li-
des curas que tem feto nao requerem nom
dieta e nem resguardo algum ; a sua com-
posic&o to simples que nao fazem mal a
mais lenra crianza : em lugar de debilitar ,
fortifico o sysfma purtico o sangue ,
augmento as secrecoes em geral : tomadas ,
soja para molestia cnronica ou somente co-
mo purgante suave; o melhor remedio que
le ni apparecido, por nfto doixar o estomago
naquelie estado de conslipacAo dcpois de sua
operaco como quase todos os purgantes fa-
zem c por serem mui facis a tomar, c nfto
causarem incommodo ncnium. 0 nico de-
posito dellas em casa de 1). Knolh agen-
te do author: na ra da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre preto.
== Quem tiver algum menino que queira
mandar ensinar o oilicio do alfaiale, dirija-se
a ra do qucimado quina do beco do paisa
Trito 1. andar ; na mesma preeisa-se do urna
anta para fazer o servigo de casa do pequea
familia.
os* No Pateo de S. Pedro D. 5 lado da ra
da Viracao conlinua-se a vistir anjos c de-
funtos e alugo-se cixes para os mesmos,
ecarrosas com pelos fardados, ludo por
prego commodo e com muito asseio e
promptidio ; o igualmente armflo-se Igrejas,
e alugao-sc os ornamentos necessarios de flo-
res galoes e volantes para as mesmas, tan-
to para feslas como para artos fnebres.
tsr Quem precisar de fe i lores para si-
tios ou engcnlios caixeiros e artistas, to-
dos chegados prximamente da Europa diri-
ja-se a ra da Cruz D. 12.
t* Pedro Aupper. subdito Prussiano ,
relira-se para fora da provincia.
tar Akiga-se Urna casa terrea no bairro de
S. Antonio, por |0.> ; (juem a pretender di-
rija-sea travessa do Rozario I). 12.
tsr Aluga-se urna caza terrea na ra da
senzala nova D. 12: a tratar na mesma.
taf A pessoa que annunciou no Diario de
Terca feira querer arrendar un sitio perto
la praca querendo una bom na estrada do
Rozarinho diriji-se a ra da Canceigao da
Boa vista a fallar com Ruiino Comes.
3r Aluga-se urna sala e alcova do primei-
ro andar de sobrado' do beco do peixe frito
proprio para escriptorio ou boinem soltei-
ro : a tratar na venda por baixo do mesmo.
tgr Precisa-se a fallar ao Sor. Manoel Joze
Duarte : na ra da Cruz do Recife n. 2S se-
gundo andar ou annuncic sua morada.
tsr Aluga-se o primeiro andar do sobra-
do em que morn o Snr. Joze Bernardino de
Sena no principio do atierro dos Affogados :
a tratar no mesmo.
t^ Alugo-se duas canoas urna de Icte
de 1100 lijlos de alvenaria, e a ontra de 600
dilos por prego commodo : na pracinha do
Livramenlo n. 29.
isr Precisa-se de 500j a premio de un
porcento ao mez dando-se urna Caza no
bairro da Boa vista, por hypotheca : quem
quiser dar annuncie.
= A pessoa que annunciou querer com-
prar at 12 arrobas de peso querendo 10
arrobas dirija-se a ra do Eivramento n.
22 primeiro andar.
. Aluga-se un preto quo cozinha o ordi-
nario : na ra da Florentina sobrado novo
prximo a mar.
= Quem annunciou no Diario de 2o do
correnle quuer vender um moleque de 12
annos dirija-se ao atierro da Boj vista Do-
cima 39.
=s Quem annunciou no Diario n. 182 que-
rer comprar duas conxas para balanga com as
competentes coi -rentes c um terno de pesos,
dirija-se a ra da Cadeia loja de fazendas nu
mero 43.
= Precisa-so de um caixeiro : no bote
quim junto ao llieatro.
= Joao Frede rico Maritz, natural do Ale-
mnnha relira-se para o Rio de Janeiro
Oflerece-se hum padeiro portuguez que
nzos?m fe i to bum par dermrtga do vl<-
dro : no largo do Corpo Santo N. 69.
t^" Urna caza terrea nova-, com quintal
murado e cacimba em chOs proprios no
bairro do S. Antonio sendo em boa ra j
annuncie.
^OT O primeiro volunto da historiado Bra-
zil impressa em Lisboa em 1817 : na praca
da Indepen lencia loja de livros n. 37 e 38.
tsr 10 ou (50 enchameis de louro tendo
de comprimento de 23 a 24 palmos a 2
rs. ca la um: na ruado Vigario n. T.
tsr Escravcs de ambos os sexos e tam
bem coro officios carpinas pedreiros e fer-
reiros para fora da provincia : na ra da
Cadeia do S. Antonio sobrado de um andar
de varanda de pao D. 8.
VENDAS.
= Na ra da Cadeia esquina da Madre de
Dos D. 21 ha para vender duas escravas
crioulas chegadas recenlemento da Provincia,
aonde se podem ver e tratar em prezenca
das mesmas as pertender quer para a tera
como para fura e do-se a contento.
e^~ Manoel Antonio da Silva Motta tem
urna porco de travs para vender de varios
comprimpntos e boa qualidade; assim como
compra 3 mi 4 caixoesque fossem do arma-
zem de nssucar.
tsr 12 sacas com arroz pilado branco da
trra de muito boa qualidade em alqueire
e por junto : na ra do Livramenlo armazem
de louga e mi libados D. 10.
ES" Coleges completas do archivo popular
e do archivo theatraldc Lisboa gomma ara-
bia superior, rebique agoa de colonia ver-
dadeira militas novellas em pnrtujitez, li-
vros de crurgia, medicina, cliimica phar-
macia dfC. em francez um faqueiro elegante
com 48 talheres de prata brilhantcs e mais
objectos : em caza de E. Schaeffer na ra do
Vigario n. 18 primeiro andar.
X3F" Meias sacas com farinba de Moribeca,
de superior qualidade : na ra do Colegio loja
do Menezes D. 2.
r* l'm berco de angico', novo e de gosto:
na ra do Arago tenda de marcineiro caza
pintada de amacollo defronte do escrivo Al-
canforado.
8jT Um cavallo russo bom esquipador e
passeiro em boas carnes proprio para pas-
sar a tesla e por prego commodo : na ra
Direita D. 41.
tsr 'laxas de fer o balido e coado, por
prego commodo ; um moleque ; um cabra
pescador ; e farinha de mandioca em sacas de
alqueire : na ruado Vigario n. 7.
HT Um violo de cxcellentes vozes : ha
ra doQueimado loja D. 2 do lado do nas-
cente.
tsr Agnlhas superiores para alfaites e cos-
tureiras : na ra do Queimado D. lGem ca-
za de Joze Joaquim deNovaes.
ty Caixas com 200 charutos da Baha .
muito bons a l,j rs. : na ra do Rangnl
Dcima 5o.
52^" Caibros de mangue descascados de
2o a 40 palmos de comprimento ; duas por-
tas de costadinho de amarello de O palmos e
meio de largura, e 15 de altura : no beco
ilo peixe frito D. 4 ou na caza nov por traz
da ra do Caldereiro.
tsr L'ma caxorra atravessada de filia pa-
rida d quintal : defronte de palacio da parte do pas-
seio publico.
ssy L'ma negra de bonita figura e boa
engommadeira : na loja do fallecido Antonio
Anuos se dir quem vende.
tsr Caixascol vellas de sebo do Porto ,
muito alvas : no armazem do caes da alfan-
dega.
tsr Por prego muito commodo urna bar-
caga quecarrega duas caixas prompta para
navegar ; e duas canoas ahertas proprias
para carregar familia : no estaleiro de Joo
de Brito Correia traz da ribeira do peixe.
tsr Urna negra com urna cria de pouco
lempo a qual cozinha engomma o coso ;
cipiodaruado Rangol indo da pracinlia do
Livramenlo lodoidireito D. 1.
tsr Presuntos ingtezes proprios para bam-
buc moito nsvos lombos de carne de por-
co a'80 rsi a libra toucinho de Lisboa e de
Santas a 1-60 rs. a Ib. paios eiingoigas mui
lo novas su/porior vinho da Figueira e de
Lisboa, gomma de araruta muito nova, sa-
g, farinha de tapioca muito alva e lodos
os mais gneros de venda por prego commodo:
na praca da Boa vista venda D. 9.
t^ Panno de Algodo da trra a 220 a
vara em porgo urna colegio de 6 quadros,
lindas pedras de marmore tendo em cima urna
flor dourada proprias para escriptorio pe
la delicadeza e serventa que tem de se bola-
rom em cima de papis, brincos imitando o*
da modade400a lj r. dilos ordinarios a
80 rs. : na ra Direita loja de fazendas D. 8
defronte do beco da enha.
tsr Lscrivaninhas de lato de novo mode-
lo ededifferentes tamaitos obra mui as-
seada c proprias para a i guia repartigao, ou
casos particulares, candieirosdito a moder-
na obra mui bem trabalhados, perfumadores
ditos, grandes e pequeos bandejas mu
finas do varias cores o differentes modelos ,
papel almasso azul de prmeira sorle, dito de
peso em meias resmas c outras mais miu-
dezas por prego commodo : na ra Nova loja
de ferragensD. 13.
tsr Papel almasso azul de prmeira sorle a
o# e a 5,)i200 a resma dito de peso em
meias resmas a l,>'400e 1 #500, dito almas-
so branco aparado a 2*400 a resma linha
de miada o masso a 2^700 pas de ferro
muito fortes a 300 rs. cada urna e a duzia a
5,>500 ferros de engontmar a 000 rs. o par.
e outras muitas mittdezas por piego mais ba-
rato do que em outra qualquer parte : no at-
ierro da Boa vista loja d miudezas D. 33 Jun-
io tintureiro.
CS Um venda na ra larga do Rozario de-
fronte do beco do peixe frito a dinheiro ou
a prazocom boas firmas : a tratar na mesma.
tsr Bichas violentas a 160: as ra das
Cruzes D. l.
syVcnde-se ou aluga-se urna canoa aber-
la nova que conduz fiOO lijlos por pre-
go commodo : a tratar com Marcelino Joze
Lopes.
Excedente taboadode pinito america-
no e da suecia ; muito boa fariuha america-
na a I8,v, 2I#, e 22ji rs. a barrica ; e um
cavallo de meio muito bom passeiro, de
bonila cor e muito esperto d-se por pre-
go commodo por nao estar muilo gordo: no
armazem alraz do llieatro da parte da mar.
mr Urna armago na ra Direita D. 20 ,
propria para qualquer eslabelecimento por
prego commodo : a tratar na ra do Livra-
menlo D. 6.
tsr Urna porco de barris de manteiga
vasios por prego barato : na ra das Cru-
zes D I.
t&" Navalhas inglezas de superior quali-
dade dando-se a contento a prego de o' :
na ra dos Quarteis loja D. 2.
tsr Per prego commodo um completo uni-
forme de guarda nacional de cavalana sendo
correias brancas segundo o figurino, e tam-
ben! os arreios e perlenct s do cavallo sendo
ludo quasi novo : na ra do Livramenlo D-
cima 25 primeiro andar.
reis 2,)-OO reis o covado villudos lavra-
lo preto a i,> Mis o covado dito com pou-
co modba 2,) 400 reis, dilolisoa 1>000 reis,
afarga de seda para vestidos a 520 reis o co-
vado, lencos de garga a52(), cagas pintadas pa
ra vestidos a 400 reis a Yara, dila de quadro
a 180 reis ; na pnnieira loja passando o ar-
co da Conceigo lado esquerdo.
crPcs de parreirasda Italia de varias qua-
iidtles a 200 rs. cada pe*: na ra da Cru* D. i.
tsr Polassa da russia nova em barris pe-
queos : no armazem de Machado & Basto ,
na ra a'Appollo D. 15.
= Um sorlimedlo do relogios patente e
borisontal ditos de parede com despertador,
por preco commodo : na rna das Cruzes caza
de relojoeiro francez D. 4
tsr Farinha de ooa qualidade a 4> a saca :
na ra do Cabug loja da quina que volla pa-
ra os Quarteis.
tSJ" Sement de nabos salsa rbanos ,
rabanales, xicoria al face coenlro mos-
tarda erviiha torta tudo chegado agora do
Porto : no atierro da Boa vista venda por
haixo do sobrado do Snr. Francisco Joze da
Costa D. 56.
tsr l na venda com poucos fundos em
Olinda na ra da Boa hora a tratar na mes-
ma, ou com Joaquim Francisco de Alem no
forte do Mallos tam bem se lira os gneros
que nao convier ao comprador.
as Um cavallo melado manteudo e car-
regador ; na estrada dos Afllitos no cilio da
Tamarineira antea de virar para a estrada do
Rozarinho do lado direito.
Na loja de furragens na Pracinha do Li-
vramento D. 34, ha para vender-se por mui-
to commodo pregos os livros seguilites, escri-
tos em Portuguez eom estampas assentos
ila suplicaco observagoes sobre a Conslilui-
go recre.igao moral e sienlitica ou a Biblio-
teca da Juveiitudo cartas de huma Mai a seu
lillio historia dos animaes dila de Affongo
Braz novellas escolludas tala de 2 salva-
gens no dezerlo, viagens de Antinor iusto-
loiia de Estevinho Gour Vietor ou o meni
n i da Selva Clara alba Dicionario da
Fbula D. Baimundo de Aguiar .Nimia
Pompilio col|egao d'Epistolas A Prince-
za de Babilonia ou a ave do vinle e oito mil
annos de existencia viagens de Guilliver ,
Aventuras e astucias de lazarinho de tornes ,
Gustavo ou a boa pega Cyprianno ou hi-lo-
ria de bum menino Orpbao o Benegado A
Fstrangeira Ipsiboc Emilia e Afongo o
amigo dos meninos a Torrente Yinga lora ,
Ismalia ou a morte o amor, D. Igm-z de
Lastro carias d" lliloiza a Bailard Al xi-
na ou a trra velba do tiaslellu de Holilbim,
0 solitario o segr-edo de triuni:,har das mu-
Hirese torna las constante* o B hisom de
12 annos, Guilberme Tell ou a suessia Liber-
tada e D. Quixote de lmancha.
tsr Urna conoa de carieua uzada por
prego muilo commodo : no primeiro andar
do sobrado delronte do llieatro que faz oi-
lao para o beco do ouvidor c a dita canoa
aclia-.>e no estaleiro defronte do Convento de
S. Francisco onde poder ser vista follando
com o meslredo dito eslaliiro.
= Um cavallo melado muito bom; e um
escravo cabra de I i anuos : no largo da pra-
ca da 111 dependencia das 8 lior-s da manli
em ruante.
tsr Galo largo e para divisa de capito ^ ,{ailis &mwra* salgada de vacca ,
o mais moderno no Rio, de2canutoes, um
par de adragonas modernas e novas para
lente, plumas para ofliciaes e guardas nacio-
naes, um par de adrationas para major, tran-
g a fina preta para fardas ; e vidros de Mano-
el Lopes ludo por prego commodo : na Dra-
ga da Independencia loja de Antonio Felipe
da Silva n. 11.
c tsr Um casal dn oscravos crelos, com 3
crias urna de 5 annos outra de 4 e ou-
tra de um anno proprios para o servigo de
campo : no ra do Livramento caza do fal-
lecido Joaquim Leocadio no primeiro an-
dar de manh at-- as 10 horas.
Huma canoa nova de carregar agua ej
est corlida cuja est no Porto da rita nova no
enlcndc de fornciro e tem grande pralica c> um negro de nago que d duas patacas poder de Joaquim .Marnlio ; ou mesmo aluga
dessa offeeiua quem precisar annuncie
esta mesma folha a sua morada.
por
COMPRAS.
por dia ; duas malas um babu e um me-
za dej-nlar: na quina do Livramento por
cima da loja do Bastos.
se : na ra do Rangel venda D. 41 a falar com
Luis Joze Marques.
Huma loja com poucas fazendas no opii-
t~j- 500 canallas de azeite de carrapato :
na venda da quina da ra veiha que bota pa-
ia a ra da Alegra.
Sty Para fora da provincia mulatinbas ,
crelas e irais oscravos de 15 a 20 anuos ,
da bonitas figuras pagflo-s hem agradando.'
na ra da C'ideia do Recife n. ; primeiro a-
ilar das l horafl as i da tarde.
tsr lu par de caslicaes do prata cm bom
tsr Um escravo de bonila figura trepa- mo lugarda pracinha do Livramento D. 25, la-
dor decoqueiro e dendeseiro corla carne ,do daescada ; assim como tam bem huma casa
caiador e bom forneiro : na ra da Conce- ; terrea com quintal murado, portao e cacini-
cao da Boa vista lado do Bozario D. 10. j ba a qual rende 12.* reis mensalmente : na
CT Urna crela de 2i annos, cozinha bem mesma lo;a a cima,
o ordinario, c muilo assiada lava devar- tsr Una venda rom muilo bons gneros e
rola o sabao engomma e cose, boa figura, livrede alcaides, cita em um dos mel llores
e disposta para todo o servico vende-se por lugares do bairro de S. Antonio cujoa fun-
motivos e pn foro se para fora da provincia: dos ebegarao a 7O,v sendo melado a vista .
na roa das Trinclieira D. 25 seguudo andar, e vende-se os gneros pelo estado actual : na
tSf Jarras viudas da Parahiba de diver- ra dos Quarleis loja I). 2.
sos tamaitos por prego commodo: no prln- ssr Panos finos azul O.v reis, dito 3i 100
barricas e meias ditas de farinba de trigo
aveia para cavallos, barricas abatidas paos
de pinho gangas amlelas longos de seda
pn la e de cor da India e cb preto : em
cazado Malbeus Austin & Companhia na
ra do Trapiche n. 12.
i:sen a v os fgidos.
tsr Fligio da caza de Manoel Lucas Evan-
gelista morador em um sitio ao p do eu-
genho Desterro da entrada de Goianna, urna
negra crela de nome Caetana representa 30
anuos estatura regular grossa do corpo ,
bragob e pernas grossas pos grandes tem
as mamas seceos e cbelos no peito ; quera
a pega, leve ao mesmo sitio que ser grati-
ficado.
tsr No da 25 do corrento desapareceo o
moleque Fehsberlo de nagau estatura bai-
xa corpo reforjado nariz -chato e com
alguinas marcas de Lechigas beigos bastan-
tes grossos levou calcas d panno preto ja
velha e camisa de algodflozinho ; quem o
pegar leve a Olinda uo .Major Joto Paulo Fer-
reira que gratificar.
C3- Stiro, rubra acabocolado, de 30 an-
nos, estatura baixa hioito rosto Irislo-
nho : quem o pegar levo a ra do Vigario n.
7 que scia gratificado.
RECIFE NA TYP, DEM. F. DE F.= 18i2


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