Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04774


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Full Text
Anno de 1842.
Sexta Feira *0
Todo sore depende de nos meamos ; 0 nossa prudencia modccac jo e energa. :
l"noemoi como principianioi e eremos ajionladoa com ailmi'aeAo entre as Najea
rulus.
con-
maii
Proelamacao da AueatiMa Geral do traiil.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
foianna, Paraib e Wio grande do Norte segundas e sextas feiraa.
Bonito : Garanlium 40 e 24 ,
Cabo S*rinhem Rio Formoio Porto Calyo, Macei e Alagoas nol. x 11, e 1
faje13. Sanie Ant3o quintas feira. Olind todo os dias.
DAS DA SEMANA.
4 fW, + Assumpclo dcN. Srnhora.
i"? r9. R"qe F- Rl. Aan do J- de D- ^ T"
\1 Qjart, Mamcde M And do J. do '. da 3 T.
1S Quii, i Clara de Monte Falco V. And do juii de D. di 2. V
.! Sext. a. Luii B. Aod. do J. de D. da i', t.
O Sb. Bernardo Ab Re. Aud.do J. de D. da 3. y.
*l I) >oi. t. Jonqntni Pai de N Srn.
2 _^__________________^__^_____
de Agosto.
Anuo XVIII. N. 17S*
O Diario publicase Unieses das qae nofor?m Santificado : o pteoo da .signatura lia
de tres mil res por qus.tel pajin adiantados. Osennuncio, Jos iw;,nin sao inseriiloa
(fralis e os d*s >ye O ti mi forem rau) le SO rei por linha. As ri'dan>a.;es deveni ser
dirime" aas'aTypograGa ra das Cuites *). 3, ,i a iraca a ladependencii laja de lirro.
' Numero 37 c 3S.
CAMBIOS xo da l8 MAGOSTO. comp a venda.
Cambio sobre l.nnilre 25 J nominal.
, Paria 3fiil re. p. fraaOo,
H .ithua 1;i0 | r 100 .ir pr.
Morda de cibre 4 pul loO il. desr......>.
Men. de letras de boa firmas le a 1 e .
Omo-,Y'nedad.6 4G V. id,IDO
. ,. N. 1.IMI/
. de 4,000
Paiaa&M
P.toa nlumnar.a
dilo Mexicanos
tiuda
Paira
D.00
.S70
1.S70
-1.S70
1,6'iO
16.V0O
1 100
'. 20
1.800
1.890
i.MM)
1,720
Pira mar rin dia 10 de Agosto
1. a 2 hnras )4 m. da m.nhi.
2. 3 horas e 1S m. da wn=-
PHSt> HA l.l'A [na Noti a fi As 0 Kataa e 20 m. Ha tanl
Qoart. uraaw. a 13 3 huras 4 m de manh.
La chai, a 2(1--Aa 11 ho a jfi m da tari.
Quart. aunR. a 20 a 1 horas e 3) m. da tnanV.
ms
imahio m;
PKIt\'r%llR|!<'.
PARTE OFFICUL
GOVERNO DA PROVINCIA.
BXRIUEMTG DO DA 13 DO CBRENTE.
Officio Ao Juiz municipal da 2. vara ,
dizendo-lhe que fica sciente de ter S, m.
entrado no goso da .cenca que Iho conce-
deo ; e ordenando que remata ao da 3. vara
os papis relativos 2. vara do Civel que S.
ni. eslava servindo.
Dito Ao Juiz municipal da 3. vara de-
terminando que ptsse exercer a 2. vara du
civel em quanto Jurar a supramencionada
1 cenca.
Dito Ao Exm. Rm. Bispo Diocesano_,
significando em resposta ao seo ofiicio de 2o
do passado que nenlmma duvida cnconlra
respailo das nomeaQOes de dous sacerdotes
extangeiros na falta de cidados do paiz ,
para servirem de coadjutores, m quanlo
elles adminislrar^m com os Parocljos repecti-
vos os sacramentos, e exercerem outros actos
inherentes cura d'almas nao podendo a-
nenas substituir s ditos Parechos as funges
civis e polticas q:e so estes chamados
pelas leis em virtii'e do seo cargo.
> Dito Ao Juiz Relator da Junta de Juslica.
scienlificandoo de haver disignalo o do crrente para reunio da mencionada Junta
em o lugar e horas do costume.
Ditos os Vogae* da referida Junta de-
terminando quo compareci em a snpraci-
tada sesso.
Dito Ao commandante das armas di-
zendo haja de mandar avisar aos vogara
militares da mencionada Junta para o fim su-
pi a-indicado.
Dito Ao Inspector le thesouraria da fa-
zenda devolvendo o requenmento doCapilao
do Corpo d'Engenlieiru Gustavo Adolfo Fer-
nan'ies Pinheiro da Cunha e intelligenciaii-
do-o de que a commisso encarn ga|a ao
dito ollicial se deve considerar activa.
Dito Ao Juiz de Direiio Manoel Teixeira
Peixoto nomeando-o para presidir o andamen -
todas rodas da I. paite da ti. lotera, conce-
dida f*vor das obras lo thealro publico
d'esta cidade que dever ter lugar no dia 18
do correute no lugar do coatumo.
Dito Do Secretario da Provincia ao Es-
crivo da suprar -ferida lotera pirlicpan-
do-lho a antecedente nomea^fto.
Illm. e Exm. Snr.Com este levo pre-
senta de V. Ex. o projecto do distribuidlo
da somma do duzentos contos concedida pe-
la le provincial numero 94 de 7 de Maio de
1842 para as despesas (Jas obras puopeas n-
anno financeiro de 1842 a 18-45, constando
o dito projecto tic. urna tabella geral compre-
hendendo nosomento todas as obras agora
principiadas como lambem as que mais ur-
gente he executar nesle anno financeiro ou
nos segnintes seja por arremataga i>or adininistraco. Pareceo-me convenin-
tfl obrar assim afim do que a classificaQV)
d-is obras proj^ctadas pod'sse sempre fcil-
mente se fazer por ord<*m de urgencia, quan-
ilo S distrihuirem os fundos entre ellas e
afim do que cada vez que se Iratar de pro
j^ctar ou executar alguma obra nova se
nossa vista da tabella geral julgar-se a o-
bra nva he realment* mais urgente do que
tal outra na dita tabella incluida. Alem precedente condicSo procurei tambem dis-
por c clasificar as diversas obras na or-
dem melhor para mostrar a unio mu-
tua e dependencia que ellas tem ; julgar V.
Ex. se tenhn "Icancado esse resultailo.
Para a segunda ralhegoria relativa as o-
hras as quatro columnas da tabdla com o
titulo : Fstnrlo da obra dAo todos os esc|a-
rt-cimentos financeiros precisos parase juka-
rem a import incia que aindaexig** para se acabar ; do mais pa-
ra as du is calhegonas a columna das oh-
s.-rvagf-s indica os motivos principaes e jus-
tifioitivus do* fund'iH prniidos o partendo-
me as eKol'*ac"S ennli I s nesta columna
geralmenle suflicientes limitar-me-h i a escla
recinientos particulares a resprit do prime-
ro capitulo da primeira cath2oria tratan-
do do pp.ssnal e desenvolvimentos geraes a
es'M'ito da segunda rath"goria.
Todos os eselareeim^ntos ndalivos ao pes-
soal acho-se contiilos na tabella explicativa
junta ; na primeira parte quo refere-so aos
Eng^nheiros ver V. Ex. que inclu o Snr.
Augusto Milet, que trabadla com autorisa-
Cfto ile V. Ex. no servigo das obras publicas
da Provincia desde o mez de Novemhro de
1840 e temi sido encarregado succ-ssiva-
mente do Ievanlam"nto da mor part da
planta desta cidade, dos'-stulos relativos as
estradas de Apipucos eTacaruna to levan-
lamenlo d'um mapoa le d-z legoas ti" cum-
primento para os estudos pr-lminares da es-
trada d Pao do Alho o de diversas outras
commisses qu todas l'-m precnclUdo com
zelo e intellij"nca achando-se agora en-
canefiadodo tapamenlo ta Thereza cujo projecto tem sitio por elle
formado porem uo t-nio a'ida o dito Sr
recebido de V. Ex. uma nomoagAo eir-clva
tem sido at agora contcmplaiio as ferias .
afim le que elle silua d^s coufli incerla rogo a V. Ex. do conceder ou
irdenados e outros veneimentos quena di-
la tabella marqu-i a este ag-nte, CUJoSCOtlIie
cim'Mitos tlieot icos e orticos ho d> ser mili-
to ut-'is ao servgo d*sta R 'parligao mor-
mehte na-s ciminslanci'ss finan .vi ras actuar
iue imperio le cuidar rnuit- na obra do I--
vantam'nto'lo mtppa da Pro-in'ia o qu-
!ia de exiu'ir militas peSMad halicii e activas :
com tudo julgo til para accressontar moti
vos do mais a'minha rogativa addicinnar .
lo | ue precede, a disignacAo dos diverso*
si'rvigos, qo t-nciono incunbir, com ap-
nrovago d" V. Ex. aos diversos En'genhei-
ras na sobredita ta >ella denominado? :
1. Engenheiio HerstingSi-rvigo da estra-
da de S. Anto.
2. dito__BiulilreauDireccao do thea-
lro trahalhos la Cima-a Municipal o li-
versas obras as vis;n'iangas desta capital.
* .JiloPoili-r- Estrada do norte es-
tados do Porto desta capital raparos do ar-
recife artificial, e outras obras que nelle se
fizerem.
A: dito Morel Estrada do Sul nont-
lo R eife e outras obras nos ai-redores des
ta eaoital.
fi. dito Bu.'S;ard Estrada de l*ao lo
\lho.
6. dito-MilflTrahtlhos geraps para <>
mapoi da Provincia obra da ca leia do Li
nvwirn, tap m^nto do arrombo de Sant-
Thereza.
A vista tiesta tabella s" V. Ex. dianar-s
ri'fi -clir nos numerosos trahalhos preparato-
rio!, que exiffem as quatro espadas provin-
cias para seapromntarem os proj-etos dos
diversos langos |emhrar-so que iiAc nrhei
na an t garepa i tigo geral das obras publicas
nrojneto alKiim s nem M mapnas ou naca*
rechnentos a laes assumntos relativos e qu
a mor parte losqu- estverao anteriorment"
or mim forma los referem-se a obras que
n:lo san la P'im-ira urs-neia ; emflm exa-
minar qu fa7endo-se a pont suspensa .le
Ctehan?!! S-r necessa'io ineumhiresta nhr
a hum Enrenh"iro sem nenhum oulro ser-
vido veriV. Ex. qilnd sr nec-ssano
mudo zelloe activlade para aleangar n>sl
anno tolos s resulta.l"S d-st-javeis sendo
mormente qnasi imnossivel arliar agent"*
subdternos inst-ui Ins e inle||itr-nt"S que
na falta de Engenheiros possAo substituidos
F@LfflITa
PEDRO ( ).
VI.
.Te suis un maicurenx qui roas sime d'anioar.
llolns '. je pense .~i tous comme t'aWangle u jour.
Madama, .Vontcz-moi. .I'aides n'ves sans nombre.
Je tous sime de loin, d'en bas, dn fond del'oftbrt;
Je n-ttaaraii touelier le boot de vire tbigl .
Li tous m'bloiiisse comme un ao-e qu'un soil!
( Vctor Hugo.Ruy Blas. )
No dia seguinte Maria veio como cos-
tumava respirar oarlivre e contemplara
natureza.
Neste dia eslava ella mais melanclica do
que nunca porque na vespera a f.bre hava
si lo mais ardente e a vigilia mais penosa.
Tinha o rosto abatido os labios desuotados
eosolhosnao Ihe reflectiao a luz da alma.
Quem a vsse assim cebarla de luto, sem cor e
sem niovimento, julgra ver unta antiga
N tyade de jaspe Cabula lias reivas do outono.
Era como saudade do passado ou esperanzado
fuluro apenas erguida nos sonhos destruidos
do present'.
Qnando eatava mais embebida em seu Iris-
"7 ?") >'id. Diario N. 468, elG9.
te refleclir um homem se approximou ld-
la. Maria ergueu os olhos c ao conhece-lo,
largou um grito mortal.
Horrorisas-te dsse Pedro que esse
eraomisf-ro, horrorisas-te ao ver este ho-
mem que desprezaste este que julgava a-
char em ti a mulher que ideara em seus so-
nhos mais doura.los o aojo que baixra do
Co para o abengoar o eneher lo felicidatle ,
mas que s achon a terrivel fahilidade ?...
Ah que lambem me fortes hem fatal!
murmu.ou a sem ventura.
Maria que m sina a nossa Cum-
pri-la-hemos at ao cabo Sers minha. Vi-
te pela primeira vez, quainlo essa natureza,
agora lAo tranquilla axonizava e quando
em minha alma s havia penas e tormentos e
desesperaeocs !... Tive esperanga. Amei-te
Desprezaste me ; amei-le mutto mais. Tive
esperanca ainda. Ouvi-le pronunciar o sim
Tatal dianle de Dos o desde cnlAo a loutura
e o chime me aferrro mente ecorago ; fiz-
me a sassiii' vi-te agonisant* sobro o cada-
Ver de teu esposo e augmentou-si'-me a es-
peranga. H.intem lui tesleniunln le tuas
novas conls.s3es de amor e uem assim a es-
peranga se me apagou da alma. Has de ser
minha. Irs agora comiso, levar-te-hd pa-
ra longe jara um ermosem soi onde nAo
haja outra vida alem da que eu b berem teus
labis outros astros qu- nao s d/io t.us -
llios j ali entAo, na solidao... n deserto...
sem n-m um raio de luz por testemiiciha im-
portuna... a felcid-.le... oCo...t--us macos!
E Pedno ealfilo aos ps da triste cha*
"a va osjorlhus na trra e roja va-so com de-
espero.
__ Piedade diz ella oh deixa-me a-
eahar em paz Sois causa d minhas tlesgra-
gas todas artaoCastes-me s v.mturas do
porvif ao amor vida e nem ao menos
na hora extr>ma m deixrs tranquilla.
Pedro Cabio com a fac no chAo
Perdna-me diz elle per loa-me. .
E lictu assim largo espago a solugar da al-
ma. Era um espectculo ao mesmo pass.
tocante e tremendo.
O misero ergueu lentamente o rosto livi
do e cavado e pros"puio :
__ Oh | se soub.'sses c.imo tenlio padeci-
| lo ... Os lias passo-os en a chorar em fio e
1 a gemer e a setuir-te por toda a parte h"i
jando a tena que pisaste e aspirando o ar que
I respiraras; por una s lagrima tua escaldo-
si-ja na diiveeAo las obras em antlamento ,
j i as operagV> grficas.
Na segunda patio V. Ex. achara somen-
ie us Empregados ja nom-ados excepto o
Vmanuense Joaquim Francisco de Mello
"santos leqiiein lemhro a V. Es. o presti-
o e merecimerlo insistindo novaoienlc no
pie declarei noolflcio qu-* tive a honra de
lirigir a Ex. a 11 do corrente ; propo-
iho para alguna d.-sses empregados cojos
rdenados nao tem sido ainda letertiinados ,
ilgumas aumnenUC'OeS de pouca importancia,
iu" poderiAo s-r consideradas como gratifi-
">'S e nao fariAo mais do que por os or-
i'enados lestes Empregados em relacAo al-
tuiM colisa mais justa com o seti mcreci-
n"iito.
Na terceira parte V. Ex. achara somon-
te o nome d'tres Emprt-gados actuaes da
Provincia, e o do Snr. Grito, que apesar de
icr sido despedidj, tem todava continuado
iiovisDiimiente a trabalhar nesta R parli-
ijao em virtude da autorisagAo especial do
V. Ex O deslino que eu tenciono dar a es-
l-s empresa.Jos cujfjs ordenados nao lera
si lo mollificados he o mesmo que elles ja
tem. O Sur. Joaquim da Fonceca Soares do
''igueredo ha de ficar em pregado em levanta-
.nento de plantas com a ondigo de comple-
te em primeiro lugar a planta tlesle muni-
pio; o Snr. Joaquim Ignacio de Barros
l.ima ha d Qear emprogado as obras da es-
Irada lo Pao do Albo debaixo las ordena do
Sor. Buertsard ; nr. Francisco do A-go
Rirri'to ha de ficar incumbido da vigilancia
especial tos atierros O ponte dos CaivaIhos ;
emfimoSnr. Grillo, agora empiegado em
trahalhos de desenlio hca dispoiiivel para
vitfiar n'aL'imias tas obia* que com o ve-
aose principiaren!, o trabalhar debaixo
las ordena de algum dos Eugenheirus em
iihraa grficas. Ni'> inclu in-.sla parte o Ins-
pector parcial da obra da cadeia do Uuioeiro
por nAo ?er cert > quo este agente preste ser-
vigus indispensaveis e ten ha a sudciente
tMpaciilado para o lugar que est oceupando,
o que tu-lo tenho de observar, quando
xamn ir as obras que Itie estAo cunfi idas.
Em qu-inlo ao P.rteiro, e continuo sao agen-
tes indisp-n.sHV-is |ue-u nouieei vm virtu-
leslo rtico 21 do R gulam-iiio de 2o da
I io Ultimo, conservaudo-lhes os ordenados
ue retvhio na exlincla reparligfto.
Passarei agora a segunda rath-goria re-
lirindo-se especialui'-nte as despesas das o
bras.
Examinando com altencAo os prasos con-
me is olhos as fontes de meu pnnto. V^s es-
tas faces -ncovadas i-sla fronte ond*s j nao
ha en- aillos de vida ... Se gemes h-us ge-
midos ii'in mil --los aqu ilrutro desta alma,
terriveis inim-nsns cortan lo-me a vida ,
esmagando-nirt o p -nsamei.to Se soltas um
suspiro nutro me sabe do peilo carregado
Je l)dasas lores, martyrisantc .mortal.
As nuiles., oh! essasso mais terriveis a-
inda '. Quadros de ciumes e de vinganga s?
me antollio, continuou ahioainorconfun-
de-secum o odio, a raiva com o sentimento :
s vezes julo ver-te em bracos de outro .. oh!
nto Maria travo de um ferro e lacero
e rasgo o p'itn profundamente. Mas nem
assim n-m com o sangue nem com as fe-
ridas consigo apagar o incendio que me lavra
nos mais ntimos seios do coragAo queme
requeima as eniranhas que me abrasa eme
devora !.. Maria anjo de Dos porque as-
sim me Puesto demonio !... Se lango a'guma
lloito adorm-cer instantes sonho tormentos
o o acordar < horroroso. Os deliries lo phan-
tasia vejo-OSquasi realidades tremendas ..
Em qu-abysnio de infamias me afundei! .
Eu n'uiitro" lempo bafeja lo de Dos, eu bem
quisto cu ouso di-wr-l'o aqu, Maris eu


p
"P'F
iirr^
agora em andamento ejulgando palo-esta-
do actual destss diversas obras da ep^ca re-
al do scu arabamento e da sua entrega che-
goei a tsojinvcer que todas ho de so acaba
provavelmonte neste anuo fin neeiro fiean-
dosomenle exceptuada a obra da cadeia do
Limoeiro cnjo pagamento completo poda-
ra se adiar at aoanno inanceiro seguinte ,
por ter sido esta obra demorada de modo es-
candaloso. Agora contando somonte para
esta obra o pagamento da mella le do que se
lhe dcra e para as outras o saldo completo.
acho a somma de..... 91:049623
que augmentada do total da
i. cathegoria..... 33 G8G>000
_ *........ 126:735*623
De maneira que fica sompnle ,
para se gastar em obras
.novas, a differanc* de 73:264,v577
que completa a somma marca-__________
da pela le provincial n. O. 200:00),>000
He possivol a fallar verdad* quu nAo
se verifique inteiraniente o que eu not i .
como send.t provavel a icsp.'ilo das obras
principiadas ; que o orcamento das obras publicas nesfa an-
no fihanceiroi aobre carregado pe|j liqui-
dago dos ejercicios anteriores que nao
he pos-ivd contar com mais d mienta eoli-
tos para as obras novas ; .le maneira que,
querendo V. Es. que se faga a obra da pon
te do Casanga que loma a melado da dita
somma, ftco somonte trinta tres cotilos
cortos e mais sette cotilos provaveis para
as outras obras. A visla destes resultados
tem sido necessario Qcar milito poupido na
distribuidlo dos fundos e consagrar .juasi
todosios desponiveis aos Irabalhos indisp-n-
saveis que sao os reparos das obras exis-
tentes o levanlamento do mappa da Pro-
vincia os csludos grficos dos projectos d'es-
tradas o pont-s e emliin algumas o .tras o-
krasde pouca importancia, porem de mui-
ta urgencia. Sendo deste modo lAo a-
partadamente limitado para as obras em ad-
minislragao ser necessario estender-se o
orJem que isto introluziria as despesas
que serillo tolas feitas e pagas da mesma for-
ma pela thesouraria o sendo este system
mais conform unidade teria de conseguir
outros bons resultados, assim como econo-
ma especial no-, agentes de direccAo &c.
Subm^tlo com toiloo respeito essa ideta a
t. %x. assim como tudoo mais neste rela-
lorio espendido e servir-se-ha V. Ex. de-
cidir cerca de todos os assumplos nelle re-
f-ri los o que nHlior esliver para o publico
servico. D-os Guard." a V. Ex. RepartigAo
las Obras Publicas 28 d* Jullio de 1842.
film, e Exro. Sr. Baro da Boa-vista Pre-
sidente da Piovincia.
Vauthier Engenheiro em rhefe.
fcXTEKIOR.
?kr *'s?oel Joa-prim C. da Cimba
Ur. Flix Peinlo de Arito
Dr. Manoel endes da C Azevedo
Dr. I'ianci-co loSo G di C
Dr. Agostioho da Silva ,\eves
Dr. Joaquim Mvtioel Vieia de Mello
IJr Joo .lo7.e Pinto
Padre Venancio H de escude
Major Antcklio (Jomes leal
D<- Joaquim Nones Machado
Dr urbano Sabioo P. de >ello.
Dr Antouio Aflonso Ferr! r
P. F. Antonio Joaquim de Mello
Dr. Caetano da Silva S. Ttiia-o
Padre Miguel doS. Upes Gama
Major Manoel Ignacio de C. Mtndoncn
Joaquim Joee da Costa
27!>
2fh
250
2l!>
221
222
219
212
205
203
10
179
1C
TOS
163
157
144
MISCELLANE4.
MORTE DO BUQUE DE t'RI.EANS.
O Armoriqtje ebegado ontem noiledo Ha-
vre traz a noticia da desgranada mortedo du
que de Orleans no .lia 12 de Jullio passa lo em
consequencia de urna queda da carroagem ,
da qual ficou tAo maltratado que veio a falle-
cer poucas horas de pds dola.
Nao temos ainda gazetas de Franca nem
-lias nos podan dar esta noticia por que o
Armoriqu traz 44 dias de viagem ; rnas ten-
ilo tocado na Madeira lond-traz 27 dias, le-
ve alli esta noticia que viera Madeira por
via de um paquete de vapor illglez.
I
IMTKIUMR.
das ficatldo todava sempre de alguma ma-
neira duvidoso para mim a visla do modo
de obrar dos arrematantes al acora que
elles se dem ao trabalho com alguma ener-
ga quando esliverem cerina de nao in-s
ser paga prestaco.alguma antes to principio
do anno inanceiro prximo vindouro. Com
tudo procurai.i os muios o m.-u alcance
paira serem promploscom a brevidade possi-
vel os principaes projectos que tem de hir
a praga.
Aqui limitara o pr. sent relatorio se nao
julgasse de meu dever expor algumas obser-
vagoei que me parecem necessarias para a
ordem e marcha regular do servico acerca da
companbia dos operarios engajados ; a dita
compinhia apezar de seren as suas >s-
pesas incluidas as das obras publicas tem
sido at agora idependent desta Iteparti-
go ; evidente he porem que sendo esta com-
panbia completa de trabajadores, poderia
esta repartigfto nielhor do qc.e outra qual-
quer lormr as precisas providencias (ara
o.-les trab.ilhadores, nunca seren desocu-
pados e presttem a Provincia os servigos
que ella re tribu e ; de m.nieia que seria con-
PARAHIBt.
A Assmbla Provincial da Parahibi acaba
le imitar o aclo d" dissolugAo espontanea da
doCear j o que sabemos por cartas parli
culares.
ALACOAS.
Por cartas que ti vemos das Alagoas sabe-
mos que obtivero votos para D-pulados na
maioria d'sCoIlegioseleitoraesdaquella Plo-
mis possivel em quanlo s obras arremata- vjneia os
Sen llores.
O Exm. Presidente Manoel Felizardo de Sou-
za e Mello.
Dr. J. Lins Vieira CansansAo do Sinimb.
)r. Ignacio do B*< r.,s Viir Caj in.
Dr. Antonio Luiz Dantas de Barros Leile.
Dr. J. Candido de Pon tes Visgueiro.
A lista trplice p.ra I Senadyr he por ora
composta dosSnrs.
Dr Manuel \nlonio GalvAo.
Exm. Aureliano de S. e O. Coutinlio.
Joze Clemente ereira.
As mismas cartas que sao de 1(5 do cor-
rente, diz-rn que aquella Provincia est Irn-
quilla e que o negocio da Palueira se con-
cluio sem que os partidos viessem as maoa
veniente ao meo ver que ella dependes-
se inteiraniente das obras publicas, Alem
virtuoso e CO:rendo tranquillo pida estrada
florida de metis dias SerenuS... agora tenor
dos homens e affiontas do Co .. agora mal-
dito econdemnado !... Mara ola noutoque
passei foi ainda peior que as outras. Quaii-
tas palavras de amor e ternura te ouvi lioil-
temdizer a Eduardo repetirao-se-ma no mais
fundo do corago cortatidu-aie p-da raz toda
a esperanga de urna ventura ... se soubcras
o que desespero olliar a vida e v-la por
toda a pirte rida e secca c j gasta e vellla
de padecer !... Tinlia pedido a morle a lon-
gos brado*. agora Mara agora pedia o
inferno !... as chamas eternas que a phanta-
sa me pintava embriagavao-me quizera po-
der bebe-lasa tragos. .No meio de minhas
ideas que jorra va i mangue cuidei ver Edii-
arJo... vio... e vi o amado. Mana ere-lo-
bas ? ... jurei inata-lo ...
Deus! .. clamoii ainfeliz escondendo
o roslo.
Deus repeli Pedro carrancu Jo e em
tom medonho !
Ol .' quem nao te amaldicoar puco
de enmes.' proseguo Mara.
Pedro nao respondeu encostou a face as
NOTICIAS E..EIIORAES.
Tem0d,llS!ud? Se.rinhrm 5 cuJa "? com a
dos colle-ioi ja puli.rados d o sef-ninlc
resultado s
^ar"o da tfoa-via
.onceli.ero .Sebasiiodo R Barros
r. PelroK de P C d'\|boqerque
once l...,ro Antonio P M .lor.teiro
>r. Alvaro B Cava lean te "
(ir. LlfideCa valho | de Andradc
lr Jo/e riiomm Naboco oc Aranjo
>r JoSo lo/.e Ferreira de Aauicr
.zcmli,.rfador llanuel Ignacio C. Laccrda
649
521
47
34i
14 a
292
28,
277
e Iras e d. svairado s-m tuiu e seni sis..
repeli dentro de sin alnu algumas de sua
trovas mais de fogo !
Mara nflo pode resistir tanto cahio des-
matada.
Erai ludo silencio ambos parecia sem vi-
da... Foi Pedro o primeuoquo voltou a si
"Ihou aquelln ojo cabido largo espago sem
Pj'slan. j..r... Ne.n una lagrima ll.e cha los
o hos nem um suspiro lhe ab-lava opoito
Ulli-u nimio, oh muilolempo. oVi.ois
aj-dhou ao lado della depois deu-lhe na
fronte um h-ijoardentissimoq fez tremer.
Era o pnmeire.
Pedro ftigi cobrindo o rosto com is maoS
e nao fugira o iniseravel .. ou niorr-ia
ou matara '
VII.
ASSOMBllOSOS E L'TILLISSIMOS INVENTOS.
Em Maio do anno passado fez-so na Esc>-
la Polytechnica de Londres urna experiencia
do Dr. Payern na presenca de varas
DPssoas de eminentes quallicagOes scentifi-
cas, para provar que -- possivel ao homem
o respirar dentro d'agoa tao bem como fura
della ; ecujos resultados obrigam a acredi-
tar que nao est longe o tempo de se poder
viajar pelo fundo do mar com tanta facililla-
de como pela sua superficie. Conservou-se
o Deiilor dentro do sino hydraulico, ( que
foi arriado ao rundo do tanque de agoa no sa-
lao da Polytechnica ) por esrago de tres ho-
ras sucressivas sem a menor conimunica-
cSo com n a- alhmnsnherico que eslava ex-
cluido n. r urna pelle que tapava effirazmn-
te a bo maquepoder estar acompanlndo porqual-
quer numero de homens no fundo do mar .
em maior neommodo, e pelo tempo que
fr preciso verb gi alia um mez ; t
lenciona applicar esta sua nvengoao salva-
reenlo de naufragados e outros trabadlos
submarinos: como, examinar o estado das
norias dos diques, o costado dos navios, os
alieercesdas pon tes, etc.', eso espera pe|
outborfa do'privlegio para romecar a tra
balhar. O modo de elle obter tlo extraorlu-
nario resultado inrallivelmeiile a repro-
iucgo d>.s {jazes necessarios conservago
a vida ; mas o como elle chega a este fim.
ninguem o saber em quanlo no privilegio
se nao vir adscripgo. As experiencias com
ludo j provam que o resultado nao pd-
pr-se em duvida porque no fim das tres
'oras mencionadas o Doutor appareceu fra
rigoa sem o mnimo signa! de ter padecido,
apezar d- ha ver levado para baixo eomsigo
algumas vellas accesas para prova de qu<
se nde alluminar as suas operagoes sulima-
inas quando seja necessario. Este Doutor
o mesmo que l conslruiu agora um enge-
nho da Torga do 40 cavallos capaz de trapsi
lar com grande velocidade nos caminh .s de
ferro sem vapor sem caldera sem tor-
nadlas e sem materia alguma perigosa, ex-
plosiva ou combustivel. A Associacfio IV
vtechnica prva nestecaso, o grande be-
"licio que lira o publico de establecmenfos
testa nalureza ; e eonvcm que seja sabido
oralmente que pelas Nberes dhposige
desta institiiigo podem os inventores faz^r
eonhecer a todo o mundo os seus descobri-
mentos, sem dispenderem a mnima quantia.
fc- observa-secom ppzarquanto o publico a-
"rccia o modo porque os directores de-
empenhara os fins da Polytechnica visla
da multidSo de pessoas que diariamente a
frequentam.
( Bev. -Universal Lisbonense. )
( Diario do Governo de Lisboa. )
\
Jai pris sur la plago
Lnefleui sauvag.- ;
Conima son visage.
Je la vois palir :
C'.slque toute planto ,
Fance el soufTrante
De sa tige absent ,
Doil bieiitdt mourir.
Ainsi mourra cello
Dont iamour fidle
Vainement m'appclle
La nuil el lejur.
Pauvre fleur do grOve
Plus palo qu'um rvo ,
Qui n'avait pour sve
Que mon seul amour!
( Alexandre Dunas.John Davvs '
Mana eslava recostada n'um soph. Os o-
Ihos vagavo-lhe ineerlos pelos objcclos que
ai cercavao e no rosto anglico rorriao-||.
a as sombras da morte misturadas com ex-
tremas despedida de melanclico sorrir e em
que II.,. ressumorava toda a Candura d'un.
espirito do C Eduardo, quasi to moribundo como ella
cstava de joclhos cobrindo de beijos e do la-
grimas una de suas mos.
Fmostando ao coragAo a cabega de sua in
reliz hlha o ronde Rodrigues ehorava e e
tregava-ae* deseaperacao e aos tormento.'
de urna dor sem remedio. Era pai e pran ,
va por sua lilha.
E do mitra lado da casa um sacerdote ora-
va por ella abracado com os ps do Crucifi-
cado.
PROGRESSQS DA PHRENOl.OGIA.
Quando pela vez primeira ora 181S a Phre-
nolo-ia foi introduzida na lu-laterra a m-
prensa e o publico a recebero com-unni-
mes bra dos decscarneo.
A Revista de Edinburgo tornou a dianteira
do abuzo dcno.iadamenlo encuicando-a co-
mo urna faran.lula o infame burla : colle-
code meros absurdos, destituidos'de verda-
de conexo ou congruencia e um Incido
decharlatanaria desde o principio at o fim.
Aseguintesenlengaapplicada pelo Dr. Chali
mers filo/olia de Sir Isaac Newtou pode i-
gualmente applicar-se Phrenologia : A
autoridade encaramonou-so, com ella, o gosto
desgostou-so, e a moda envergonhou-se fal-
la, etoda a linda especulago noprimeiro .lia
roi cruelmente destruida por este novo an-
nuncioda meior filo/ofia e espalhadn com
os fragmentos de urna vizfiO aeria sobre a
qual as geragoes passa las do mundo dormiao
profumlo e agradavel somno. ( Discurs
Astronmicos lom 2 pg. 55 i Os progressos da
Phrenologia p.rarAo Completamente, mas por
poucos annos- tendo porem o Dr. Spurzheim
publicado urna deciziva replica ao escriptor da
Bevista e convencido em suas licoens
mudos que a sciencia tjnha sido muito im-
perfoitamenie apprezentada comegarao logo a
estudal-acom todo o a Hinco em Edinburgo ,
e em outras partes da Gran Rretanha.
A Sociedada Phrenologica projectada pelo
Km.' David Wesh agora Professr da Histo-
ria Eccleziasticana Universidades Edinbur-
go foi instituida n'aquella cidade 22 de
Fevereiro de 1820, o em I82 diversos mem-
bros seus comegarfis a publeago de um peri-
o ico, que sahia quatro vezes no anno inti-
tulado Jornal e Mise Ihnens nhrenologiras ,
o qua! a ora em Julho de 1855 lem chegado
a 44 annos ou quazi 9 vol. em 8." Em 1824
a Sociedade imprimfu um voltnne de tradu-
coens. Oefr.ito d'estas e outras publica-
goens phrenologidS e das lic.oens do varios
phrenologos em difieren tes partes do Reino ,
especialmente do Dr. Spurzheim lem sido dif-
fundir a scienca mais rpidamente ainda do
que os seus mais zelozos campeoens se uba-
langaro a prognosticar a 50 annos. Em Prim-
ea um Jornal Phrenologico ahains annos
que he publicado sob a diregfio da .Soccdade
PhrenoloLica de Paris e om Outubro de
1853 appareceu em Rosten cidade dos Esta-
.los Unidos o pnm.'iro numero d um fierio-
dico intitulado =Annaes de Pin. nologia, di-
rigido p dos memhros da Sociedad.- Phrno-
logicade Boston cnjo pritneiro volume com-
pletou-se agoia. Aa Inglaterra a Prelo,
gia tem sido atlacada d quando cm quando
por algunaescrptores : poiem d'eata inves-
tidas as rezullas tem sernpre sido decidida ac-
celeracao dos seus progressos. A d.-ffeza dos
Phrenologos tem sempre levado a palma ao
lizer do publico, que se tem pronunciado
la maneira a mais explcita.
A lista seguinte Con lem todos os lugares,
ond me consta que se tem orinado Socieda-
des Phrenologicas.
Na Escossa em 1820 ; em Edinburgo em
820; eClascow Dundee, Kilmarnork -
I82.S em Diinrermline 1833 firec-
uork 1854; Alvlh Srlng.
Na Inglaterra 1824 L ndres, Wakefield,
Exe.r 1827; lull 1829, Liverpool M
Manchesler 1832 Porismoulh 1834 :
Warwick.
Irlanda1826: '^ifasl; 829 Dublin; "
Franga 1831 ; Paris.
India 1825; Ca.cutla.
E em roda de Mara tudo era penlos e lu-
tos. eso ella tranquilla sublime tas
margens da sepultura a todos consolara ,
laucando o extremo lampejar da vida alravez
das sombras da morle.
Meu pai disse ella nao choris ; sou
leliz : a morle um raio do esperanca pa-
ra as almas que comoeu, lem sofirirle tan-
to : e a separago de tima vi la onde vemos
8 mais ternas afeigoes s entre lagrimas ,
, ara outra onde por toda n eternidad as
veremos emolas nos esplendores da eterna
luz. Deixai-m." morreraqui com a cabega
ssim encostada ao vosso corago com essl's
amos pregado, m minha fronte o asentir
i vossa reapiraeo afat-ar-me o roslo. Essa
jragem extrema ser para mim um banjo de
**os. Ol (ieixai-meassim morrer Edu-
r lo esle) lo abi ?... Correm-te as lagrimas
urna a urna tao ternes tao mansas como
' la al.ua sobro esta mo que aperlas en-
"c as las. E' doce acabar assim !... E' a fe-
licidade possivel nestaterra de aegusl.ns.
Anjo aojo! diz Eduardo asolugar,
uorqueme abandonas lu l'...
Eduardo .'
Oh Mara Mara que assim me




Estajos Unidos 18-21; Philadeiphia
1826 Washington 1832.
Boston 1834 Hingham Nanluckct,
Brunswick, Andover Amherst Hanov^r ,
Reading, Leieester, Worccster, Providence,
Hartford o Oneida.
Oulras Sociedades Phrcnologieas de que no
tenho noticia lalvez lenhAo sido instituidas
cm nutran partos assim como algumas das
mencionadas podo ser que eslejo lioje ador-
mecidas.
Entre os memoras da profissfio medica a
Phrcnologia tem tido muitos deffensores e
admiradores talen tozos. O Professor Ellio-
tsan de Londres declara que Gall leve a im-
mortal honra da haver descoberto que. partes
especiaos do cerebro sao oassento dasdilTe-
rentes faculdadcs sentimentos e propen-
soens. > Mr. Ahernelhy diz Eu nao tive
difliculdade alloma em reoonlu'cer a minha
incapacidadeem apprezentar objerees razoa-
veis ao syslema Phrenologico de Gall e
Spurzheim o qua! na venlade explica satis-
l'actoriamente as aeges humanas. O Br.
Barlow Medico do Hospitil c Enfermara
de Bath diz : que oaohftzita, em con-
fessar que firmemente er na Phrenologia a
qual justamente avahada tem mais poder de
contribuir para o bem estar e Mieidade Jo
genero humano do que outra qualquer sci-
encia at hoje conhecida. 0 Br. Cnnolly,
um dos Profesores da Universidad* de Lon-
dres, e Hre/idoide da Sociedade Phrenologi-
zos que anda hoje existen contra ella re-
zulla da ignorancia do snu real carcter. Por
tanto quando o povo conhecer melhor a sci-
"neia, e a irrezistivel videncia que a susten-
ta hade meessariamente julgar d o outro mo-
ilo. ( Filosofa do somno seg. edicto pref. )
Outras passagens que tacs de escriptores tno
dicos guarniente estimados podara eu citar
porem hasta a3rescentar que Andral, nina das
m abres autoridades medicas na Europa lio
agora Pre/idente da Sociedade Plirenologiga
de Paris e que o Ilustre Broussais expoz e
defienden a sciencia as suas licoens : que a
Revista Medico Cirurgica que incontos
tavelmente oceupa um dos primeiros lugares
entro os peridicos de medicina amitos
anuos que adoptou a Prenologia como fun-
dada na natureza ; em Um bast dizer que a
conviooo da verdade. e a importancia da sci-
encia est diariamente triumfando de muitos
sugeitos, que antes de a ronhecerem, er/io os
seus mais azedos inimigos.
J. Combe Constilution of man :
Traduzido pelo Br. M. S.
que em si conten elementos nossivos san-
de huma voz que as goa9 se deraorem
nelles algum lempo esiagnadas.
~co\imer<;io.
A' PEDIBO.
Bos Bepossitos de agoa e;n Tanques de forro,
e torneras do mesmo metal.
Em todos os Paizes civiliza los se faz uzo ,
lesde que huma Ionga experiencia demons-
tran a eflieacidade do ferro para a consorvacAo
ila agoa, de depozilos daquclle mesmo meta'
ca e Warowick diz Nao posso descohrir mm para seu transporte em viajens lorigas b ni
merecimento e nem louvor ilozofico no
desprezo ou (Teclado ou real, que alguns a-
natomi'os e phis:o|ogistas voto seiervia
Pnrenologica. (Indicacoes daloucura p. 13o)
OBr. Macliintorh diz Com quanto cnnf.-ssn
que nao tenho tido lempo e nem oppnrlu-
hidado para examinar o systema d'esses dis-
timtos anatmicos e flziologislas, Gall, e
jpurzheim com aquelk cuidaiio e atfencAo.
que a importancia do assumpto pe le e que
me poderia habilitar para dar u:na opiniodi-
cidida a cerca da verdade de todas as suas par-
tes, com tudo a experiencia e a obsrvacAo
me obrigo a aflirmar quo muitas das suas
doctrinas me parecem verdadeirae equea
sciencia deve milito aos trabalhos dos senho-
res que se tem empenhado no sen estndo.
Mr. Nacnisli diz a Phrenelosia he urna soi-
como, nos lugares em que as agoas sAo raras,
e insalubres. Por as analyses qumicas sa-
be-so que a ajjoa he huin composto d'O'xi-
gonio o d'hydrogenio o que faltando-llio
principalmente o primeiro, ella se torna nao
s<' insalubre como pestfera ; c como o fer-
ro em si mesmo eontem htrna grande porcAo
le O'xienio pora sua Oxidaoao commu-
nica aquello liquido parte daqmdle mes-
mo gaz com pequea dfcsolucflo de ferro ; ex
o motivo por que a ai;oa se torna lmpida ,
potave| o preferivel a to las s que nos
vem em canoas e nelfas se conservAo ven-
da. Nao he nocessario citar factos aconteci-
dos nesla Cldadfl por ca tiza das agoas conser-
vadas em canoas ou mesmo depsitos de ma-
deira ; algumas vezes poder mesmo acon-
terer nAo ser po>* motivo das canoas mas
ALFANDEGA.
Rcndimento do dia 18 de Agosto 8:tH>27
DESCARRF.GA HOiB i O DR AGOSTO.
Brigue Bremense '= Lowiso = o rapto da
carga.
Brigue Portugus = Importador = o res-
da carga.
Barca Ingleza Elisa Johnston= Fazendas,
ferragens cobre, chumbo o sabao.
Patacho Americano = \riel = holaxinha ,
farinha han cas abatidas o com
lampos.
Brigue Porluguoz = S. Domingos = Vinho
vinagre azeile e fcijflo.
Barca Globo = Farinha de trigo.
Patacl'.o Ingle/. = Amicus = Tinla rico ,
graxa serveja cobre, e chumbo.
da dala dYste nAo vierom pagar. Roceliedo-
.a 18 de Agosto de l8.(2.
Francisco Xavier C.ivalcanto de Allniquerquc.
AVISOS DIVERSOS.
M O V I M E N T O IX)
NAVIOS E.NTItADOS NO DIA 17.
Philadclfia ; 48 dias Barca Americana Glo-;
A pozar de se n3o dever elegi nem
ngradechnento a actos que m tem ohrignQAo
de fazer, toda-via creio lambcm faltara a seu
dev-T quem na epocha presente dcixasso de
e|ogia!-os e agradi cel-os, mormente quando
estes actos sao tati.b.'in decmpcnhados co-
mo o serifio no lempo em que os homens
s cuidavao dos seus deveres o sobre-ludo a-
mavflo a v lude. Fallo do modo porque a
rcspcitavcl contraria da T. x Orden) da Peni-
lencia tractou ao seu confrade Bonifacio do
Medeiros Macii I in occaziao em que s a
virtud o c>z do nao desamparar ao ho-
niem necess 'a lo. Ghegando ao estado a quo
toda a humanidade tem de chegar o fallan-
do- Ido os me Los de meligar as dores quo em
j regra proceden a hora terrivel, recorreu ao
POR TfT Bospilal ' 11 rela me n lo a que tinlia direilo ; e que a
! confiara tem de obrigacAn dar ao seu confe-
! rente. Sendo recebido foi do lal maneira
amia cruzando.
Havre do Grace pela filia i;
a Mad
eir
i -di--
edeixarei de loiivar e agradecer em
mi lempo como oslo, lao poueo vulgar, o
exlraoididario procedimento Nao. A me-
sa que rege hoje a .". Ordein de Penilen-
as trazendodo ultimo porto26 dias, Bri-
gue Franccz Armonque de tl7> tonel. Ca-
pitaA Podro Benoul equip. 13, carga f.,-'ci reeba este signal de reeonhecimento ,
zendas : a L. A. Duhourcq ; do .m d|/ Uo f9ee*nd9 o offender
a s-..amodeSlia,ecreia, que nao sou s en ,
os os nonos con fr. des, lod o o
que lotiva to religiozo procedimento.
nci Vianna. T J C S
Val Paraso e Porto General ; fiOdias. Bar-
E.Vri!\IH)S NO !)IV i.
Parahiha ; 7 das Hiato Brasileiro S. Cruz, :'-'.,,
Cl J <- n I 3 11)0 0
ap. Joze da Lruz equip. 0. em l.i.slro : a muiui0
Joze da Silva Mendonei Vianna.
enca inteiramente de observacao pelaqualjsim das agoas que conforme as estacoens
deve medrar ou descahir o ser contrasta-
da. S o systema ph fonolgico pareee-me que
he o que capaz de dar fcil o razoivel expli-
cago dos fenmenos do espirito. He impos-
sivelassignar razSo dos sonhos do idiotis-
mo dasillusoep.s dos espectros da mono-
mana edos talentos parciaes, nao ser pe-
la Phr nologia. Por estas e outras ainda
mais fortes rases.c por terestudado a sciencia
alguns amios com animo mais hostil do que
favoravel estas doctrinas e ter adiado que
a natureza invariavt Iniente vinga a venlade
(i'ellas al nAo posso concluir sino que as
devo adoptar eempregal-as para a explica-
do dos fenmenos que s ellas me parecem
capazos de elucidar completamente e satisfac-
toriamente. O syslema de Gall vai ailan-
do terreno entre os sabios tanto da Europa ,
cmoda Anvriea e istocom assomhroza ra-
pidez. Alguns dos mais habis Phrenologos
em todas as qua tro parles do Globo t-ern ad-
mittdo amia harmona com a nalureza ; e
prrzenlemenle a Phtvtiologia vai fazendo
m.iior numero do prozelitos do quo nos ante-
cedentes periodos da sua carreira. Os prejuj-
deixassem alma... scui ti raio de luz tira-
do da aureola do Eterno o mundo tirar em
trevas : seni ti ano manuado ao mundo pa-
ra melhorar os homens que mais po lero
ver estes cilios que tcviro? ... liarle, pon-
i em que se concenlro todas as virtudes ,
vaso de pe fumes ente formado do alguma
lagrima aneada sobre os homens pela mai de
Beos. Ol! para que ficarei ueste ermo lAo
se to perdido ?.'..
Santo Dos murmurou Maria poi-
que o nao conheci eu mais cedo ? !...
Eduardo ouvio-a quiz fallar mas a voz.
morrcu-lhe nos labios ; depois urna convul-
sfto o igitou : depois essa convulso demi-
nuio poueo a pouco al que se trocou pela
insensjbihdade de urna estatua.
Silencio profundo succodeo a tantas agila-
ces e este silencio era s perturbado pelo
respirar alto e cansado da moribunda.
Foi Mana quetn fallou primeiio : o sau voz
trmula e abalada fez estremecer todos os
que a ouvro como se fora a voz de algum
finado que sbito mi- rrompesse o silencio <:-
temo ilo sepucllio.
Meu pai, diz ella urna cousa s te-
nho que pedir-vus ainda.
lissolvem mais, ou menos, rnatenas elerro-
gonias e nocivas e que altamente cont'i-
buem para varias molestias inflamatorias que
tanto atcAo os habitantes desta. Por experi-
encia mu bem se sabe que huma agoa im-
potavel o pode immediatamente ser ajuu-
tando-se-lhe huma pequea porcSo de dsso-
IuqAo de su'furelo de f.'rro calcinado e lixi-
viado resultando da lxviacAo mtida em
pequeas porcoens em a referida agoa cor-
rompida torna a dar-lhe as propriedades
primarias.
Oque se passa nesla operaco he fcil a
perceher por pessoas que tem algum ron he
cimento chimico: o acido sulfrico t.mdo ma-
is affenidade com os saes que pode contera
agoa apoderace dolas e larga o ferro que
achando-se iznlado conhinace com agoa .
entrecando-lhe parte do Oxigenio que cm si
eontem e que falfava agoa lornando-se
assim esla, potavel, excelente, o m-Ihor sem
comparadlo do que aqu'dla que nos trazem :
em rezumo os Bepozitos para agoa, cons-
truidos de ferro, cm hora sua Oxjdaco de-
vem ser preferidos a outros quaesquer&c. &c.
ca Hamhurgueza Pilot do 304 tonel. Gap.
F. M. Peterzem equip. lo carga cobre:
ao CapilAo.
'SABIDONO WESMO 5IA
Macei ; Brigue Inglez Fanny ("apito John
lldleii com o resto da carga que Irouxe
de Terra Nova.
F B I T A L.
Luiz Francisco de Mello Canteante Eseriv&o
de Administrador da Meza ile Rendas Inter-
nas Provinciaes desta Gidadeivc.
Quanto quizeres filha. Bize...iliz"...
Poderei euagradeoera Eduardo e seua-
mor?...Chamar-lhe esposo edepois de morrer?
O conde Rodrigues soltou um largo gem-
do depoz um beijo sobre a face do sua fi-
lha e su (Tocado pelas lagrimas o com os
olhos no Co cabio de joelhos.
O sacerdote que at entono tinfia ces-
sado de rezar, ergueu-se lentamente trazen-
do em urna de suas mAos a imagem de Gluis-
to pregada na cruz.
-- Soffre diz-lhe elle aponiando para o
crucifixo sufiVci com inugnaco e este vos
ab-ngoaicomoeu vos ahencoo e uuir-vos-
ha no Co, j q' o nao fost"8 na Ierra...SofTiei,
que lambem elle sofTVeu.
Entao o venerando auciAo abencoou a u-
niAo santa. Durant a ceremonia Eduardo
semelhava.sonhr. Era una visfio que Ihe
ahsorvia inleira as faculdades todas porque
uem despregava os joelhos do chao, senipre
iinninvel s ?mpre com os olhos cravados nos
la triste por quem levava ao sepulchro tama-
nlto amor.
E ella sorria e esto sorrizo que a prin
eipio dennuociara todos os fogos da vida e co
amor tornou-se pouco a pouco vacillante 1
Faz publico para que cheguc ao conheci-
mentode todos.os possuidores de predios nr- mesmatem divulgado.
hanos dos trez Bairros desta Cidade e Povo-
ac.o dos A (Togados que desde do da 8 do
corren te mez se principiou a contar o juro
de um por cento ao mez sobre a quantia
que estiverem a dever da respectiva Dcima
urbana e mais imposlos Provinciaes ; ludo
em eonformidade do art 58 da Le Provincial
n.Oide 7 de Maiodesle anuo. E npra que che-
gup a noticia de todos mandn alixar o pre-
zente e publcalo pida imprensa. Reciffel?
de Agosto del 8 i2.
Luiz Francisco de Mello Cavalcanle.
^y Madama Somjean parlei;a franceza ,
moradora no paleo Matriz de S. Antonio D.
S. la/, sciente ao respeitavel publico que se
alia prompla nAo s a exercer a faculdade
departeira, como do sangrar e varoinar pa-
ra o que as pessoas que se quiserem apra
veilar de seu premio a acharAo sempre promp-
! la a toda c qu ilquer hora que soja chamada
! tanto para a praca, como para o matto e mos-
; liar o grande conliccimenlo que tem do sua
faculdado do quo bastante prava tem mos-
trando para como as pessoas por quem tem
sido chamada s quaes tributa os mais since-
ros reeonhecimento pelo bom crdito que da
, D E G L A R A C A O.
= O Administrador da messa da ReceLe-
doria das Rendas internas avian aos mora-
dores do Borro do Reciffe Pregu-zia de S. Pe-
dro Goncalves para que venliao pasar o
cmporle do banco pena de se proceder a
executivo se no prefixo tempo d3 oito'dias
os olhos cerrrAo-se-lhe progres-ivaniente ,
o rosto fez-se [he pallido e as ultimas lagri-
mas gelrao-se-llKyias faces.
Eduardo ouvio o 01 pronunciado por Ma-
ra e aquella palavra foi acordar no fundo
fie sua alma urna lembranca do paseado...
Eslremecru ergueu-se rpidamente olhou
em roda do si como so tudo que o cercava
fora novo 5 depois soltou um gemido su (To-
cado e cabio..
F. cabio naetcrnidade
E Maria nem sequer suspirn ao ve-lo assim
cabido.
E expirou sorrindo a murmurar:
~ Eduardo ... Espozo !...
CONCLSAO'.
Dormeem paz, Trovador,
Cninprida est fu sina ;
Cumprida est la sina ,
Dorme em paz Trovador.
(Sii.vv LEAL JMIOR. O Trovador. )
Diasdepois a mesmalousa cobria douscaija-
veres. Quem bem attendesse vera ravados
na podra nua de ornatos dous nomos nicos:
Eduardo e hara
E osla era alembranca da amizade,
C7* Aluga-s" o primeiro andar do sobra-
do ila ra do Viga rio N. 21 : quem o porten
der diriga-se a atiaixo assiguado na estra-
da de Joao de Barros de fronlo do Senhor
Visconde de Goianna 011 na ra da Gloria
B. 34.
Jco Nepomoccno Ferrira de Mello.
c^r Perdeo-se huma chave de cofre j quem
a livor adiado e a levar na ra da Gadeia ve-
Iha no primeiro andar da casa N. 54, ser
bem recompencado.
F. da Silva Lisboa comprou por or-
len) de Francisco Radioh, da Parahiha o bi-
lhetcn. llOdal." parte da 11.a* Lote-
ra ,1 favor das obras do Thealro.
ta Qirm annuncio querer compra"" hu-
ma preiiea de copiar Carlas, entenda-se na
ra do Vigario B. 35., com F. dd Silva Lis-
boa : o mesmo lem para vender huma cauoa
aborta em bom estado.
So um veo de lagrimas nAo vendasse os
olhos do viandante que, ao lr aquelles no-
mes assim enlacados na morte soubessea
Iriste historia de seus amores malfadados ,
distinguira mais abaixo outto nomo 11A0
gravado escriplo e com san. ue.
PEDRO
Era urna cruenta saudacAo eternidade do
seus remorsos.
Era lgubre despedida ao mundo antes
inferno, donde o misero sal ira porque a
alma ali a dexra elle encerrada naquella
campa lAo simples.
E os dous nomos dos que adormecrAo no
somno do Co, recontados cm sua consci-
encia limpa e tranquilla, alvejaode inno-
cencia no marco ext emo (la vida.
E aquello nome de sangue do que o deses-
pero matara suffocado por ludo o que he
dr e tormento era o emblema do existir
do que nem ali na podra do sepulchro podo
acabar olhan lo o Co.
..................
Homens, contenplai-o !
Mina? chorai por elle., e orai!!
FIM.


PIIXLAS YECETAES E DNITERSAES AMERICANAS.
Estas pilulas ja bem conhecidas pelas gran-
des curas que lem le lo, nao requerem nem
dieta e nem resguardo algum ; a sua com-
posigao tilo simples que nao fazem mal a
mais tenia enanca : em lugar de debilitar ,
fortifico o systema purifico o sangue ,
augmenta o as sccreges em peral : tomadas,
seja para molestia chronica ou somente co-
mo purgante suave: o melhor remedio que
tem apparecido, por nao deixar o estomago
naquelle estado do constipado depois de sua
operago como qtiase todos os purgantes fa-
zem e por seren mu facis a (ornar e nao
causaren incommodo nenhum. 0 nico de-
posito dellas em casa de D. Knoth agen-
te do aulhor : na ra da Cruz N. 57.
N. B. Cada caixinha vai embrulhada em
seu receituario com o sello da casa em la-
cre preto.
jsy Perdeo-se na madrugada do dia 1 i do
corrente um ponleiro de ouro com urna
borla na aberta tambem de ouro na ra da
Cadeia velha e do beco lo Viga rio athe a
porta da lgreja da Madre do Dos ; quera o
tiver adiado ou Iho for oferceido baja de
o restituir na ra na Cadeia n. 3o que ser
recompensado. -
cy Alugo-se o primeiro lercciro andar
e aYmaz mu da caza da ra da praia que bota
para a ra to Fagundes com bastantes com-
modos para grande familia : na ra da Cadeia
numero 35.
tsy Aluga-se urna caza terrea com bom
quintal cita na Cidade de linda, ra de
Malinas Ferrera 11. 23, por Hit mensa!
tratar na caza mediata n. 24. ou no Recife na
ra larga do 'iozario botica D. 10.
Sy Aluga-se o primeiro andar do sobrado
11. 42 na ra da Cadeia do Recife onde tem
loja de chapeos : a tratar na mesma loja.
rs* Jo3o Felipe de Souza Lefio torna a de-
clara a quem convier que elle como berdei-
ro e inventaiianle do vinculo de N. S. da
Conceigao dos coqueiros da Boa vista he a
nica pessoa authorisada para recebar os fo-
ros e laudemios pertencenles no mesmo vin-
culo como ja se acha declarado por despa-
cho do Sr. Dr. Juiz de Orlaos, de 1,0 de Agos-
to do corrente.
ey Precisa-so de urna ama de leite que
seja dessembarassada e sem filhos : na ra
velha D. 57.
53T" A/aria Joaquina de Souza p Calharina
de Sena Souza professoras particulares do
Colegio do Espirito Santo propOe-se a en-
sinar meninas a ler, escrever contar, coser,
e bordar : tambem recebpm em sua caza al-
gumas meninas de pessoas que moro foro da
Cidade, ou que morando na Cidade, as quei-
rao confiar a sua educaco ; quem pretender
utilisar-sc de, seus prest mos dirija-se a ra
Direila terceiro andar da caza em que mora o
procurador fiscal o Snr. Antonio Joaquim de
Melh.
cy Precisa-sede urna ama de bnns costu-
ra es e de idade para unicamantese cncar-
regar da comida de urna caza de pouca fami-
lia : na ra da Cruz no cartorio do escrivao
Souza junto do Magalhes.
tsy A abaixo assignada faz scipnte ao res-
peitavel publico que mudou a residencia de
sua aula para a ra das Larangeias en-
trando pelo Rozario lado dircito defronte do
sobrado do fallecido Peixoto; na
se lesse cade i ras e marqu.-zas ;
recebe alumnos tanto uranios como pretos pa-
que saiba ou entenda alguma couza da arle de
foguot&iro para ir para a cidade da Parahi-
ba ; quem estiver nestas circunstancias diri-
ja-se a ra da Cadeia velha D. 39.
ssy Aluga-se urna caza terrea no bairro do
Recife na ra da senzala nova D. 12: a
tralar na mesma.
nr Prccisa-se de urna ama branca ou par-
da de bons costumes que saiba engommar,
o tomar conta de urna caza de pouca familia,
pagando-se rasoalvcmenle : na ra do Quei-
mado I. 16 sogundo andar.
O* OlTereco-se um rapaz portugus para
caixeiro de venda chegado a pouco lempo ,
e da fiadora sua conducta tendo ja alguma
pralica deste negocio, e sabe ler escrever e
contar : quem de seu prestimo se quiser uti-
lisar diiija-se a ra do Padre Floriano venda
que fica junto ao beco tapado n. 35.
s*y Aluga-se urna preta e um preto este
para qualquer servido e aquella para com-
prar e coznhar; e compra-se urna coleira que
sirva para cavallo puchar carroca um cairi-
nho de mode carregar entulho ja servido ,
e o livro escolla de bons costumes : na ra
Nova lado do norte penltima loja.
S^ Roga-se a pessoa que se achar de pos-
se de urna carta trazendo dentro da mesma
umaencomenda vnda do Maranho em Mar-
godo corrpnto para Raimundo Joze Ahnei-
fibrirade Rape', ou annuncie sua morada ,
que se Ihe car obrigado.
ssy A pessoa que annunciou querer saber
a caza de Kalkmann & Rosenmund dirija-se
a ra da Cruz D. 60.
tsy Precisa-se de um ofiicial de botica, ou
pessoa qu tenha alguma pralica : na ra No-
va botica D. 29.
HP Manoel Joze de Souza morador na ra
do Crespo, pede a qualquer pessoa que seja do
igual noine o favor do dirigir-so a mesma
ra D. 12 a fim dse tratar negocio, que
muito Ihe interessa 011 de annunciar a sua
morada.
ssy Precisa-se de dous bons serradores
para serrar urna pouca de madeira em pran-
xoes pagando-se o seu trabalho conforme o
ajuste que se fizer : na ra Nova armazcm
D.31.
ey Joze Antonio Gomes Guimarcs re-
tira-se para fora da provincia.
tat TenJo-se concluido no dia 14 do an-
dante mez oprasodado por os Srs. credo-
res e herdeiros do cazal do fallec lo Antonio
Marques da Costa Soares com aprovago
do Juiz d-i Orfos para liquidadlo do mes-
mo casal, equerendo os abaixo assignados
apresentarem o estado d'elle aos ditos inle-
ressados rogao-lhes que ten hilo a bondade
de comparecerem no escriptorio da liquida-
cao na ra da Madre de Dos entrada pela
ra do Encantamento primeiro andar, no
dia 50 do corrente mez pelas 11 horas do dia
por isso que morando em longo distancia des-
la Cidadealguns dos m.-smos Srs. interessa-
dos torna-se impraticavel o seu compare-
eimeitoptn mais breve termo. Tambera ro-
gAo ao Senhor Ignacio Marques da Costa
Soares queira lera bondade d comparecer no
indicado dia
ques da Costa Soares e Joo Mara Se ve.
O abaixo assignado Solicitador nos An-
illnos destu Cidade e Comarca do Recife a-
mesma caza j visa a todas as pessas, que estAo a dever fo-
lambm se ros atrasados ao Hospital de Loanda devem
comparecer a pagarem em casa de sua resi-
ra assistirem emeaza; assim como se ensina dencia na ra de Ae;oas-verdes D. 22 l.
a tesser a forros e captivos: qu-wn de seu pres-
umo se quiser ulilisar dirjase a dita caza
Decima 12.
Marianna Francisca deOliveira.
oy Joaquim Luiz Vieira partecipa ao res-
peitavel [u dico que desde odia 17 do Tor-
rente deixou de ser caixeiro da caza de u-
o Mara de Seixas.
cy Quem quiser arrendar urna olaria com
5 fornos caza de vivenda canoas c eve e
leva em lastro 6000 lijlos dirjr-sea ra
Dircita D. 36 sobrarlo de 2 andares ou na
botica do mesmo sobrado.
%3T Arrenda-se urna caza com sitio no at-
ierro dos Affogados na quina qnevolta para
1 ra nova da cabanga com duas sallas 4
quartos cozinha fora senzala estribara,
c o sitio tem alguns arvoredos baixa para
capim e viveiro com bastante peixo : na
ra estreita do Rozario loja de encadernador
%ST O abaixo assignado declara qu nao
se responsahelisa por couza alguma dada a
seus negros sera estes levarom
gnado por elle.
Manoel Alws Guerra.
__ 0 Senhor foAo Gomes Jasmim diri-
ja-se a ra da Cruz n. 27, para se Ihe en-
tregar huma cario,
Precisa-se de um rapaz porluguez ,
andar das 7 horas da manh t as 9 o das
2 da tarde t as 5 visto que o abaixo assig-
nado tem querido receber amigavelmenle e
alguns foreiros tem-se negado a esle dever tSo
recomendado na Lei c t com disculpas :
achando-se porlanto o abaixo assignado au-
thorissdo com Procurago bastante do Senhor
Joao Mara Sevecomo Procurador do Legado
dos foros do mesmo Hospital, para receber
dos foreiros e passar recibo tem o mesmo a-
haixo assignado marcado o prazo de 8 dias pa-
ra dita cohranga contados da data deste e
todas aquellas pessas que nao pagarem no
tempo marcado garfio chamados a Juiz, vis-
to todos terem cabido na pena de comisso.
Francisco Antonio Rabello de Carvalho.
t^~ scravos de ambos os sexos de la']
20 anns : na ra do Fogo ao pe' do Rozario
D.25.
tsy Urna negra de bonita figura que seja
moga per feita cozinheira e engommadeira ,
e que nao seja viciosa : na camboa do Carmo
D. 11 segundo andar.
tsy Para fora da provincia mulatinhas ,
crelas e crelos de bonitas figuras com la-
bilidades ou sem ellas de 13 a 20 annos e
se pagSo bem agradando das 9 horas as 4
da tarde : na ra da Cadeia do Recife n. 5
primeiro andar.
Nr O primeiro lomo da historia ecclesi-
aslica de Rerti o quarto dito do calhecismo
de Mont polier o 1. e terceiro dito do Fe-
liz Independente para completar obras a
que falto estes voluntes, ou alias vendem-se
os restantes; oulro sim compra-se a Geome
tria e Trigonometra de Rezoul idem a My-
thologia gi-Qga : annuncie.
VENDAS.
COMPI1AS
tsy Na praga da Roa vista n. 3 sobrado
por cima da botica do Sr. Couto continua-se
a comprar scravos para fora da provincia ,
biihete assi- ex\indo-so s serem mogos sadios o do bo-
nitas figuras, pagar-se-ho bem ( como he de
coslume) e nielhor se pagaiao sendo bons pc-
d re i ros ca pinas; e ferreiros ; c negras ou
pardas prendadas.
c-~ L'ma prensa para copiar carias an-
da mesmo tizada quem tiyer annuncie.
Compendio de DoutrnaChristl coor-
denado pelo Doutor Aulran ; o nome s da
pessoa que organsou este compendio seria
bastante para demonstrar aexcellencia d'elle,
e s temos acressantar que he recopilado
dos authores que mais nota tem merecido pe-
la pureza da doutrina : na prar;a da Indepen-
dencia loja de livros n. 57 e 38.
vr Por prego commodo um pianno pti-
mo para se aprender : em Olinda na ra No-
va sobrado defronfe do convento das fruirs.
cy L'ma venda de poucos fundos, no por
to das canoas do Recife ao p da caza de pas-
to : a tratar na mesma venda.
tsr L'ma negra crela de 18 annos com
dous filhos nascidos a dous mezes tem bom
leite para criar cozinha b'-ra engomma e
cose ; e um negro de naci angola de bo-
nita figura para todo o servigo : na praci-
nha do Livramente por cima da loja do Basto.
er Atilhos elsticos para meias, a 240 o
par, e sabonete para barba a 400 rs. a duzia:
no atierro da Boa vista loja D 21.
S^Acgoens da extinta Cornpanhia de Per-
nambuco e Paralaba : as 5 ponas venda
D. 16.
E9- L'ma preta de 18 annos para todo scr-
vigo : na ma da Moeda n. 151.
tsar Um rioo aparelho dourado com esca-
mas tnlim e pasta para ofiicial mo lado
de guarda nacional, ludo novo que ainda nu
foi servido, por prego commodo : na ra No-
va armazem D. 54.
cy Muito bom panno de algodo da trra,
em grandes e pequeas porcoens : na ra do
Crespo D. 12.
tsr Sacas com farinha da Ierra muito no-
va c de boa qualidade a 4,>500 a saca : de-
fronte de palacio da perle do passeio publico.
cy Um palanquim de rehogo novo e
cheado a poucos dias da Rabia : na ra do
Vigario D. 16
%ST Sapatos inglezes para hnmem che-
gados ultimanmnle por prego commodo: no
aterro da Boa vista D. 9, e na praca da Inde-
pendencia D. 1".
dr l'ma olaria bastante grande de peda,
e cal com um boin forno e tem barro pa-
ra toda qualidade de obra: na Magdalena a
fallar com Francis.o das Chagas Cavalcanti
Pessoa.
tST Sacas com farinha de mandioca com
pequeo defeito aoja saca o em porgo
por menos: no armazem de Machado & Basto
na ra de Apolo D. 13.
ti$~ Um compendio de Filozophia porGe-
ruzez oulro por Ponelle e a g"omelria por
Lacroix ludo barato : quem quizer annun-
cie.
BT L'ma morada de caza de um andar c
om chaos proprios tem quintal e banhei-
ro atraz de agoa doce no varadouro nico
sobrado que tem vaianda da pao ; adianto
da doSr. Joaquim da Lingocta: na ra do Vi-
gario armazem D. 27.
C7* Por proco muito commodo um caval-
linho com todos os andares : na ra da Cruz
Decima 3.
SST Urna negra de nago r.ambinda de 50
annos bonita figura quilandeira de ra
ensaboa bem e muito deligente ,' por prego
commodo a vista do comprador se dir o
m.tivo por que se vende : na ra por detraz
des Martirios D. 29.
vy Urna carro de qoatro rolas rico e do
gosto moderno, ltimamente chegado da
Franga na estribarla ao p do arco do Bom
Jt/ns: a fallar na ruada Ciliz n. 60
tiy Botes de osso grandes proprios a; 1
sobreca/.acas de brim ; e estampas de alf-u-
mas vislas de Lisboa : na ra dos Quarteis D.
de fronte do I eco da Pol.
t^r Urna llaula rica de quatro chayes com
pouco uzo com seu competente mothodo e
oslante o que se vende unta 011 separadamen-
te : na ra da Cadeia velha loja de Manoel
Gonsalves da Silva.
ssr Taxas de ferro batida e coado por pre-
go commodo um moleque um cabra pesca-
dor c farinha em sacas com alqurire ; na
ra do Vigario n. 7.
tS" Urna propriedade a margem do Rio Ca-
piharihfi : perto da praca contendo em si una
boa caza de pedra e cal olaria urna grande
plantadlo de capim o trras de lavoura ; lu-
do em muito bom estado vende-se este esta-
belcciment por prpco commodo : quem o
pretender dirija-se a ra do Crespo loja D 2
de Joaquim da Silva Castro que se Ihe daro
os esclarec mentes necessarios.
ssy Urna escrava boa hoce lei ra cozinhei-
ra e ensaboadeira : na ra do Calderoiro
Decima 5,2.
cr Urna escrava de meia idade do naci
angola sadia e sem vicios para o servigo
de urna caza : na ra velha I). 22.
tsy Vtnde-se e afora-se terrenos na estra-
da do manguinho e capunga tendo estes de
fundo 600 a 700 e tantos palmos, boa baixa
para capim ; e aquello com 200 c tantos pal-
mos de fundo plantado de xcellenles laran-
geiras a maior parle de embigo e algumas
nutras frutas a dinheiro ou a praso: no se-
gundo sitio do ladoesquerdo passando a pon-
te do manguinho.
tsr Sujierior ti rila de escrever a 380 rs.
a garrafa e sem a garrafa a 520 : na ra do
S. Rita Nova, ladoopostoa lgreja D. 17.
tss~ Um cavallo alazfio, manteudo : na
estrada dos Afilelos no sitio da matariueia ,
antes de virar para a eslraJa do Rozarinho
do ladodireilo.
5^- Putassa da Russa em larris grandes e
pequeos por preeo commodo : na ra da
CruzD. 60.
ssy Urna canoa de carreira com pouco uzo;
e em bom estado : na ra da Cadeia N. 55.
cy Urna prenga de espremer caj: na ra
Dircita venda D. 29.
SCRAVOS FUGIDOS.
CT No dia trez do correnlc nit-z fugio um
mulato de nome Manoel filho da Cidade do 0-
linda onde tem sido visto depois da fuga ;
foi eseravodo Juiz de Di re lo o Sur. Antonio
Baptista Gitirana elle reprezenla 16 annos
de idade cabellos coi lados de pon -o beicos
grandes e grossos denles da frente largos ,
com urna cicatriz rcenle Jo coi le de faca no
dedo ndex da mo bsquerda ; levou vestiito
de chita ; e chapeo preto de sed-i ; quem o
pegar levan ;o ao atierro da Boa-visla Cza do
medico ftrto sera .ratificado.
SZF Fugio no dia 16 do,frrente pelas 7
horas do da urna negra do nagAo cagaiige de
15 anos rosto seco os olhos grandes 5
eosliiras pequeas na tcsla e ma matea lias
costas, ps apalhetados, Jcvoii vestido de chi-
ta desbolado quem a pegar leve o Paleo do
Hospital na loj^ (Je um sobrado (!e un andar.
cy Roga-se aos Snrs. Deiegados ; Sub-
Delegados desta e mais comarcas auttio-
ndades policaca ; pessoas particulares a apre-
hensao da escrava Maria crela, baixa, sec-
ca do corpo nariz filado ps pequeos ,
a qual fugio no dia 10 de Moio do coirenle an-
uo o julga-se estar acoitada em cei la caza ,
por aso quem a pegar leve a ra de Ortascm
Caza ilo escrivao de Paz o qual pmteslu coin
"lodo o rigor da ley contra quem a tiv.r oeeul-
ta sendo a nao entregue dentro de 5 dias da
puhlicago deste : assim come pelos dias de
servigo a 610 res por da th sua entrega o
qual gratificar bom a quem a pegar ou
descubrir,
ssy De caza de Francisco Marques Rodri-
gues & Irrnfto : ra (lo Trapicho quina dos
Tanoeiros I). 12, fugio um escravq preto ,
de angola de nonio Manoel que reprezen-
la ler 40 anuos do idade estatura baixa de
corpo reforcado barriga grande corar a cabe-
ca quas toda pellada, e com a cicatriz de mu
grande tallio a cima dUCulcanhar doji direilo,
estando ainda em partes iberia por ser a fe-
fida feita a pouco lempo, levou capuza de
brim muito suja e caigas de bii 111 pardo,
sojas e rolas citj escrava lie destilador de
agurdenle e pe tenee a Felippe Rodrigues
dos Santos Moura apitfto do Patacho S. Joao;
quem o pegar leve-o a caza supraCitada q5
ser recompensado.
ssr No dia lo do corrente fugio o preto
Francisco de. nago mogamblque haixo ,
giH.'sso do corpo pouca bina sego de ""'
olho vestido de calca.-, de algodaO da Ierra ,
o camisa do mesmo de mangas curt-s :
quem ^ pegar leve a ra da Cruz no Recite n-
90 que s.'i gralQcado. ____
Rlc?E~ATyp. DfcM.F. Ut F.l845


Full Text
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