Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04756


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Full Text
T
Anno XXV11
Qnn(a>iira 27
DIARIO DE
de Novembro de 1851.
i\. 209.
FEMMBMO.
rmqo A nvnan.xrglo.
PlOlNINro AD1AHTADO.
por trlmetlre............
Por emeitre e...........
Por nao .......-
PiOO DENIHO BUTtmMI*.
Por qutrtel........ ;_*
OTioii no minio.
I'ir.i.... 8 deNovbr.|Mlna... tBde
Maranbio lldedlto g-Pf"'- f>
Cear. 15 de dito. R.deJ.. 14 de
Parahlb.. 21 d Nobr.*|Bahia... 17 de
/000
8/000
16/UOO
4/S00
jelbr.
di id.
Novbr.
dito
Di-Di scmt.
24 Seg. S. Joo da Cruz
25 Tere. S. Jucunds v.
SU Ouarl. S. Pedro Alc-
xandrino b. m.
27 Quii. S. Margarida.
48 Seji. S.GrcgoriolII
J' s.il). ( l.-jiin S. Si
turnino m.
30 Doin. i." do ail vento
S. Andr ap.
AUDIENCIAS.
Juiode Orpkaol
l.e.it lOborai.
1. vara do civel.
3. e6. ao melo-dia.
fatinda.
3. e6.il 10 hora.
2* varado eivtl.
4. e sabidos ao mcio-d.
Rilara'a.
Tercas e s ih oos.
-.'
ireiintion.
Creicenle i 30, a I hora e7minulos da tarde.
Chela a 8, ai 9 hora) e 1 minutos da t.
Mingoante i 16, as 7 horas e 2 minutos da m.
Nova a 22, as 11 horas e 47 minutos da tarde.
niAHB DZ nOJZ
Prlmeira s 8horas e Jo minutos da tarde.
Segunda s 8 horas e M minutos da manha.
MUTIDAI DO COUBIIOS.
Coianna c Parahiba, i segundas e sextas-
felras.
RIo-Crande-do-Norte, todas as qulntas-feiras
ao ni'-ni dia.
Garanbuns e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, c Flores, a 13 e 28.
Victoria, s qulntas-feiras.
Olinda, lodosos das.
NOTICIAS ZITBANOXJBAB.
Portugal.
Hespaoba.
Franca ...
Blgica...
llalla.....
Alemanli.
I'rus.ia ...
Dinamarca
Russla...
Turqua..
Auslrla.. 3deOutbr
Suissa. .. 3 de dito.
mi.ni... I de dito
nglalerra 9 de Outbr.
K.-Unidos 24 de Selbr.
Mxico... 15 ile dito,
California 10 deAgoslo
Chlll. 26 de Abril.
"uenos-A. 2 de Selb.
Montevideo 6 de dito.
CAMBIOS BE 26 DZ NOVKMMO.
Sobre Londres, a 28 3/t e 29 d. p. 1|000 Firme
Pars, 339 por fr.
Lisboa, sem transacede.
BIETACS.
Ouro.Oncas bespanholas.. a*
Hoedas de 6/400 velhas. Ifi/DOO a
de 8M00 novas. 16V<100 a
.' delTDCO....... 9/000
Prata.Patscoea brasileiroi.. 1/940 a
Pesos columnartos... 1/V20 i
Ditos mexicanos..... 1/7*0 a
9/100
1/9(0
l/BJO
1/7S0
MINiSTEHK) DA .lUSttCA.
DECRETO N 8* DE 18 DE OUTUBIH) DE
1851.
Determina o modo de preparar os proceisos em
5ue o Iribunaei do commercio lorem nomca-
M arbilroi, e de fater teijuir os seus re-
cursos.
Hei por bem decretar o seguinte :
Artigo 1. O preparo das causas em que os
tribunses do commercio forom nomoados
arbitros (Reg. n. 737 de 25 de novembro de
1850 *rt. 470) ter lugar perante juiz singu-
lar, escolhido eipressamente pelas partes
ou pelo tribunal, que poder designar qual-
quorde seua memoro*. So as partes nSoes-
colhetom juiz, ou nSn deixarem expresa-
mente sua escolha ao tribunal, o processo
preparatorio continuar perante o juiz da
causa, te j liver comogado, alias ser
instaurado perante o juiz de dimito docom-
rnorcio.
Arl. 2. Chegundo a causa, aos termos de
julgamentolinal, mandar o juiz preparador
que se faca o feito concluso ao tribunal,
que proceder ao julgamento na forma do
regulamenlo citado, art. 453 e seguintes,
podendo antes do proferir a sentenca man-
dar proco lerom sua presenca, ou na do juiz
da caust, como entender mais conveniente,
as diligencias do que trata u Hit. 451.
Art. 3. Proferida a entenca ( arls. 458 o
469) perante o tribunal ser intT.iosta a
ppellacSo, e M'a a avaliacao (salvo o a t.
650), recebimento o atempac.a'o.
Art. 4. Havendo necessidade do sentonca
para serexecutada, nos termos do art. 653,
ser exlrahida em nomo do tribunal, o exe-
quivel depois do assignada pelo presidente
o secretario.
Art. 5. Se nojuizo da execucSo o execu-
tado offerecer em lempo embargos infrin-
genles do julgado serSo remotudos ao tri-
imperadnr. Euseoio de Queiros Coulinho bast iiso para qu no se ache smenle in-
Haltoso Cmara.
Gommando das armas.
(Jaartcl general na cidadi do Rteifi, 21 di notvm-
tro di 1851.
OaDEM DO DIA R. 32.
llavcndo-so apresentado neste qusrtel
general o Sr. padre capello Joaquim Mau-
ricio Wanderley, quo pela imperial resolu-
to do consulta do 9 de agosto do corrente
anno passou a pertenecer a terceira classe
doexercito, o determinando o governo im-
perial em avisi> expedido pelo ministerio
da guerra em 5 de setembro ultimo, que o
mesmo Sr. capellSo exercesse o seu minis-
terio em urna ds fortalezas de|t provin-
cia, o marcchaldeoimo graduado co n-
rnandante das rras, om cumprimento
esta deliberacSo dogovnrno, determina que
liquoempreado na fortilezn do Brum, sen-
Jo exonerado o Sr. padre Manoel Florencio
lo Albuq uerque, que interinamente exercia
Ues funccOes.
Antonio Crrela Seara.
atar
EXTERIOR.
QUESTAO AKCElTrrU.
Vio hi lempo de conitiluir o pas,
ou antes
Aimla cedo para deixar o palacio de Palcrmo.
Valpaiaizo, 2 do setembro do 1851.
Rosas nunca negou a conveniencia de um
governo geral, a necessidade do una cons-
titu;,lo para a RepabllO Argentina. Pelo
contrario, confessou-o alto e bom som.
Ao procurar a pazo a ordem ( escrevia
elle ao general Quiroga ) argumente V. jun-
to dosses governos com o passo retrogrado
que deu a mc5o ifltUotO tristemente o
suspirado dia da grande obra da consttui-
i t;5o nacional...
Ninguem mtis do que eu o de qu? V.
bunal para os receber ou rejeiUr m iimine poder estar persuadido da necossidade da
i Arts. 586 e 743 do Rig. citado. Ord. Iiv. 3, organisacuo de um governo goral. lie o
til. 87, t)2.) nico meio de dar ser o respoitabilidada
Eusebio de Queiroz Coulinho Matloso C-
mara, do meu conseibo, ministro e secrota-
lio de estado dos negocios da justica, o le-
nlia assim entendido e faga executar. Pala-
cio do Rio do Janeiro, em <8 de oulubro de
1851, trigsimo da independencia e do im-
perio. Com a rubrica de Sua Magstade o
' tempestivo, senSo tambem criminoso o peo
samentode urnaconstituicSoque o substi-
tu no governo do paiz.
Oque he.porm, de admirar, he a pacien-
cia dos bons habitantes desse paiz, resig-
nando-sea vlver annos e annossem um che-
fe que os governe interiormente, som cma-
ras legislativas, sem um governo emdm, so
porque o homem que saapoderou do gover-
no Ihes persuadi ser esse o quo Ihes con-
ven), tornando-o seu patrimonio pessoal, e
declarando, como he natural perpetuamen-
te intempestiva a idi do priva-lo da ins-
pirada fortuua de sor amo e senh?rdos tan
compatriotas, de ser to dono do um paiz
formoso cono he dos sous bens particu-
lares.
Os argumentos com quo durante o longo
espaco de dezasere anuos i mi eludido a
sanccSo de urna constituico, sSo dignos da
forca mais jocosa e groleslesca.
Um dos priucipaes, segundo elle diz, he
a falta do um lugar para a reuniSoda um
congressq que seja sadio, hospitaleiro, e
cun mu Id, por isso que os deputados nec is-
silam de uiuilo lempo para suis trabalhos.
( Sflo palavras do Rosas. )
Jasevqto vela com a maior solicituile
pola saude dos deputados. Nao quer que li-
quen) ixposlos gripe, nem fumo ; ercoino
por agora no possue anda a Repblica Ar-
gentina um clima temperado e ameno co-
mo r iiivrii a deputados onstiluinles.cuin-
pre aguaidir que uro cataclysmu venlia dsr
a SMe paiz U'n lu^ursalubre para maoso do
seu futuro congresso.
Se nao existe lugar para alojir deputados,
menos oxistein homeus para depulados, se-
gundo tamb )tn diz llosas. Eis aqui o seu ty-
po i Jeal do deputado :
Os depulados ( diz elle) dovem ser fo-
deraes a loda prova ( para o selvagem unita-
rio nio ha raiuivs..., ii mi n- respeitaveis,
moderadas, circumspectos o Jo umita pru-
dencia c saber nos ramos da admiuistra(3o
publica, a
Ora, como em sua opiniiio he prematuro
o pensamenlo de um congresso, segue-se
que a sou vor nao tem ain la o paiz federaes
a toda prova para serem deputados, nem
homeus respoitaveis, moderados, circums-
pectos, etc.
O elogio be grando para o seu paiz e para
o seu partido. S o general Rosas, transfor-
mado em governo geral, he homem de mui-
to saber nos ramos da administraco-publi-
ca, o que imo deixa de ser modesto e minie -
nossa repblica.
Estas palavras sao de Rosas, por muito
que o nSo pare;am.
O que elle ngava fallando sobre isto, era
a onportunidado de tratar o de oceupar-se
de onstituicSo e da congresso. O lempo, o
, momento para tratar dessas cousas era mo
Imperador. Euzebio de Queiroz Coulinho, em sua 0pni3o.
Hatloso Cmara. Mas quo lempo era osse ? quanto lio que.
Ministerio dos negocios da juslici.RiO- r0sisescrovia eslas palavras, declarando in- do, como ello dizia aos deputados cousli-
do Janeiro, em 25de agosto de 1851. tempestivo o pensamento de um governo tilinte.
Emsoluoduvidapof V. S. aprsenla- Keral ? Era em 1834, em 20 do dezembro, Outro obstculo constitucional, segundo
da em seu ofOcio de 26 do mez antecedente, qUe elle diclava a sua carta ao general Qui- 'Rosas, boa falta de unido o de concordia,
acercada inlelligeociado arl. 184 d.> rcgu-!roga em Santo Antonio do Aseco. lMas porguntar-Ihe-mo, quem he que ha 17
- incaiisavelinente : morram os
di-
mo c
os ha, devo esta fttribuiCSO, relativa as que-| g6r,|. j pra quando espera a paz necessaria cons-
hras, entciider-se da competencia do juiz do Est.'ioscm meados do 1851, e ainda he Htuhjaol
civel. tSo promaluro como cm 1834, na opini.lo do
Dos guarde a V. S.Ensebio de Queiroz general llosas, pensar em governo geral pa-
acercada inlelligeociado arl. 18* u.) rcgu-jroga em Santo Antonio do Aseco. porguuir-iuo-iiiu, quom ua qUO
lamento n.738, lenho a declarar-lhe que.l ||a pois 17 annos que Rosas disse pela (annosgrita incaiisavelinente: = morr
pertencendo a ttribuiQfles civis dos juizes prime,ra vez : ntlolio e>le o momento He *elvaaeni unitarios ? 8e elle converleu
municipaesBosjuizesd) direilo civel, onde'pensar em bonsliluico nom em governo visao em principio de governo, cor
Coulinho Matloso Cmara. Sr D. Luiz de
AssisMsscarenhas,juiz mnnicipal da lercei
ra vara da corte. tnecessidade di orgaoisir;ilu do um governo
DECRETO N. 847 DE 20 DE OUTUB RO DE geral, e de quo lie este o nico meio do dar
I" ra a lte..uhlicu Argonlina, a nao obstanto suasanccSo, faz n
'-i ninguetn estar tilo iorsuadido como ello da (que o faz, deseo!)
O general llosas ruconhecendo a nocessi-
dade de urna constituicSo, e oppondo-se
faz mal ao seu pau ; sabetido
pectativa dos seus primeiros passos;todo
o paiz lem os ollios filos na marcha qun vai
imprimir a administradlo. Ojuizodosho-
meii, leus negocios, o commercio, o capi-
tal, tuto (icar suspenso nestes das para
observar o que faz o novo presidente.
Dos seus primeiros passos resultar, ou
um engao cruel para o partido conserva-
dor, ou a realisacao de suas esperanzas.
Dos seus primeiros passos, ou se formar
um partido de opposicSo ao seu governo,
ou se aiiKmeiitar.1i) as Uleiras do partido
conservador.
Dosieus primeiros passos depender, ou
accrescentar um dnseugano mais aos min-
ios que tem soQYido o universo quando a tu-
ga, da lu;ar do aconselhar, que he o seu
postopten) passado a governar, cousa para
que nuoca servio ; ou fazer urna honrosa ex-
ceptu em favor da prolissio a que S. Eic.
pariente.
Dos leus primeiros passos, emfim, ou faz
retrogsa lar o paiz, ou Iho d um impulso
poderoso na carroira do progresso a quo o
r.ni l;ii .i surte caprichosa do destino.
Nunca, pois, necessitar o novo presi-
dente ti i mais pulso nem de mais prudeu-
cia e sanedoria do que nos primeiros BJO-
uioiitn* iloseu governo. O anno de 1851
tem poneos pontos de contacto com o anno
de 1811.
Si ful nilicil a su i elaiCfl i, mais dillicil se-
r o seu giverno, diziamos nos ha pouCQfl
dias. Reeonheci nos a cada instante qfle
iii's^i icadameiito he isto urna vorda le.
Entre as medidas que se aconselbam ao
presidenlo esta a de mudar todo o icssoal
da aduiinistracuo para reconslitui-la Com
homens novos. Pensamos do modo inteia-
monle diiroreuto.
Julgamos que pata governar urna pro-
vincia no estado r.ctual di sociedade nSo
baslim modestia, bo.n sdnso, o boas intcn-
?0es.
NSo acreditamos que ni administrar;3j
art n 11 baj) bomenssem lcaldade o som dig-
nidale.
.Vio acreditamos, finalmente, que oVbn-
menLcollocados na ad n ni 11 traen i que aca-
ba, no tenham a probiJade e aptidlo( ex-
ceptf o governador do Constituigflo ) que
cadsfeargo requer, porque, a no ser assim,
merecera o ministerio aclual as mais gra-
ves eiprobicOas.
Por muita modestia e por muilo boas in-
lon{8,'s que se suppunharn, o homem no
versado nos negocios pblicos, sem esco-
la Jmiap(rativa, nli pode ser chamado de
gOBn aJcsompeiiliar dev.ves e a dirigir
(MuinptOS do quo no tem i'oah.'Oi m n'.ti.
A admlnistrasSo se converlena em esco-
la primaria, ondeuns comocariam a fazor
garatujai, outros pozinho3 e outros bar-
baridades. .No, islo no he possivel ; pan-
sai lieeo.
I'.ir muito sabio e muito capaz de sor um
excedente director de universiJade, como
suppomos he o novo >r-sideute, nJa so jul-
guulliesena possivel, na distancia em quo
estilo os nossos pnvos, o na quasi incoininu-
nioioo cm que vivem, mandar dianamen-
ricano, islo he, se com a entrada do cada
presidente se dovem mudar al os porteiros,
lie mui queslionavel que convenha isso ao
Chile, que nem esta preparado, neu quer
preparar-se para este syslorua opposto -
quelle^ne nos tem regido.
Queris que o novo presidente rompa
com as ti nln.M e se torne dellas indepen-
denlo? Se commeltessi tal loucura trai-
eoaria ao seu partido o marcharla isolado e
sem apoio ; e em que crcutnstancias na
gestilo dos negocios poblicos.'
No, meditai e bem. Km paizes goyerna-
dos com a regularidado e prudencia com
|iio tem sido governado o nasso, nlo polo
lancar-se um homem nos extremos se:n
provocar re-istonciss, sem ferir morlalmon-
te interesses creados, sem enxsr de difll-
culdadcso campo administrativo, sem con-
duzir ao dosgoveru e aoarchia.
SeD. Manoel Montt Dio quer ser conser-
vador declare-o com lcaldade com voz al-
ta. Se quer fazer o ensaio infructfero de
finio, ou seguir as pisadas do desventura-
do llivadtvil, podo preperar-se oChilo pa-
ra urna revoticao territel. Sa quer imitar
Rosas ou o l)r. Francia, ou u doutor, e de-
pois genoral Carrera ( da America Central ),
Ijci un) reaccSo, mudo lodosos en re-
gados, c ponha sobro o litoral urna colum-
na equivalen o aos Andes para encislilliar-
UO-. No foram estas, porm, as vistas do
piflido que o Sei seu representante e o
elevou.
II cordii-vos da historia di America, quo
leve si." a D0S81 esco a, >o q o a melllor ll-
eno a d a desgrana ; penui por um instan-
te nos homens q ib possue o pilz, e ju'gai
se podemos estar om estido do condeni-
nar cada cinco aniios uns para s bslitui -los
por outros.
Voie o q ue so as massas no Chile o as
domis naco 'S de-te continente ; sua tupe-
no iia :e nu nerici o sui ii$norancia, o ve-
ris se he possivel conter suas iiivimos s-
menle com ni ..leu i, bom senso e siucori-
dade.
A-itn.il. 1 i do paiz lie delicada ; a situa-
,.,iii i novo presidente dillicil. Se a pru-
! no. i e O tillo .1 v ,l ue-; h -0111,1 os
aclos administrativos, nunca isso nos foi
mus preciso do que buje.
[Mercurio)
(Do Jornil do Commtrcio.)
ceptibilidade do Sr. Salustiano d'uma mis
neira revoltante e injusta ; o nSo sabemo-
quala raslo de tanta ira, ou antes by.lro-
phobia d'esse peridico contra tilo distlncto
pernamburano, cujo piocedimonto he ISo
imprebensivel quo Iho servo de titulo para
garanta de sua reputac.lo : attingimos, po-
rcm somelhante desafeico do Echo Pernam-
bucano ao faci do Sr. Aquino Eerreira ven-
dor sem gauancia e n/ora os bilhetes das lo
terias do Rio de Janeiro, dos quaes formula
o uiiolis; pelo que altribuimos que a par-
cialidade de echo referido, he tSo revoltan-
te, que no se torne echo de si, e sim do al-
gum invejoso que nao podendo negociar
m semelhante ramo com honeslidade o
sem avidez de graudes lucros, quer offusesr
a gloria doSr. Salustieno, pela boa repu-
taco quo ha adquerido pelo seu bom com-
portamento; servindo assim de instrumen-
to ou echo alhein para oil.oidor o melindre
de quem, por todos os motivos, est alm de
pessoas sem criterio, c ver ladeiros nulli-
dades perante a opiniiio publica.
Aceite o Sr. Salustiano estas minhas II-
nhas, conodefezade sua repulafSo, pela
homenagetn e ugradecimento que llie deve.
O imparcial.
VARIEDADES
^ERNAMBUC9
re ma f e engano, e dios- te a ligfio escripia aos intendentes o aos go-
1851.
Horca o vencimentos dos carctreiroi de al-
numai caieas da provincia do lio Grande
do Norte.
Hei por bem decretar o seguinte :
Artigo nico. Os carcereiros de caieas
nos termos doS. ConQalo.ExIremoz, Coyan-
ninh, Acary, Villa-Floro Apody, na pro-
vincia do Rio G-ande do Norte, lerao o ven-
cimentoannual de 60/cada un, dependon-
do tal vencimento da approvaQiio da assom-
bli geral, na conformidad do art. 8 da lei
de3 do dezembro de 1841...
Euzebio de Queiroz Coulinho Matloso C-
mara, do meu consclbo, ministro e secreta-
rio de eslado dos negocios da jnstion, assim
o tenha entendido o fie. executar. Palacio
do Rio de Janeiro, em 20 do oulubro de
ser o icspeit abilidadea essa repblica.!
Chcgar oanno de 1861, viratras dolle o
do 1871, e o genoral llosas achala sempre in-
tempestivo o ponsamento de um governo
constitucional para a repblica argentin a
em quanto houver tolos que o acrediten!, e
que consintam em que assim se zombe dos
seus destinos.
I'or sua paite, longe est Rosas de 3'.r to-
tra somonte que quer governar indefinida-
mente a custa do seu paiz, o om proveito da
sua pessos.
; Uercurio
vernadores.
Al hoje, e de hojo em. diante; os antece-
dentes, os servio os a o merecimento foram o
-ni .i.i escalas de accesso.
Dissolva-seo espirito do familia, do com-
padrescoe de favoritismo, mas respcite-se,
como escala de accesso, os servicos, o me-
recimento, e os antecedentes. De oulro mo-
do no ha adminislraco possivel.
I o ai de u o golpe os intendentes o se-
cretarios, os governadores, subdelegados c
CHILE.
Valparaizo, 4 de setembro de 1851.
O novo presidente e a sua poltica.
Por Minios motivos lie necessario, e lie
de conveniencia publica, quo os agentes.
locmaU7prematuoo termo da boa vida! immediatos o aislados do poder eecuti- inspectores, os coinmanianies da guarda
oue leva Bem podoria river mais anuos vo apresentem ao novo presidente suas do- nacional o outros empregados amomeis,
queMatuzalm, nunca seria opporluno del- mis-Oes, especialmente S) o piincipio po- para chamar homens novos, e pon., sobro
ar vid"de Palormo -episodio da, mil Milico que levou ao poder o novo magistra-: o sol urna venda para que Chile lique na
uwni noieipara tornar a vida privada, a o for opposto quelle a que o agente lem escuridao.
obedecer em vez de dictar, a viver vida de servido. Alm disto he um acto ue corte- caminher
simples cidadoem vez de viver vida de so- zia quo importa, par "O ageoto, saber se, progredir ;
ihe.mns passo a passo se queremos
ir ; s a decadencia he rupi la ; a
absoluto como hoje vive. para'o presidente, rena a necessaria con- iiscnsBo lie sempie gradual. He contraii
Significa isso para elle organisar a repu-lian. le da naturezs pretender inverter esta
85"igesimo "da indepenpenci e do im-!blica, e lie isso urna verdado. Organisar a A situacSo em que [). Manoel Monltse vai m- mour-Se i ame.
perio.-Com a rubrica de Sua Magest.de o|reoublic seria deixar de existir para elle, o echar lie j.fllcil : todo o paiz esta na es- o ajjmim.tucao dove nioutn-se ,i .un
FOLHETim.
OU
fflEMORIAS DE UM MARIDO. (')
,roa zirczaixo sxrz.j
IV.
Urna circuinstancla caracterstica, aqual te-
ve lugar em um de nossos passcios collcglacs
pelos oon/ft>arrfif no anno de iSI5 depois da se-
gunda rrslauracio, acabar de mostrar quem
era Joo Itayinundo. A igreja de Santa Mara
Madalena que achava-se cutan cm construccao,
coullnba cm seu vasto recinto um acampamen-
to de tropas eitrangelraj; a nosso pedido o pro-
frssor que nos acompaiibava consenlio em que
fossemos vi/itar o acampamento, no qual se
achavam, se bem me lembro, courceiros rus-
sos e cosacos regulares.
Nos inaieh iv.nnos hombro a hombro, eu e
Joo Rnyinuudo, ambos precedido de Jaclolho:
chegmos sobre urna especie de plalaforiiia que
serve hoje de perislylo igreja; mas eolio co-
mo os (legraos nao estivessem posto, essa pla-
taforma elevava-se a pique doze a qulnze ps
cima dollo; Joao Haymundo linha deixado
seu lugar para Ir olhar de cima desla platafor-
ma ; de repente vi que elle se abasava, e que
apanhava com ambas as mos uuiapedra gran-
de c que a deisava caliir como sobre alguina
cousa, cando depois iininovel em seu lugar
com os bracos cruzados.
Apenas a pedrafoi atirada, ouvimos logogri-
los de dor e de colera; aproximel-ine vivamen-
te de Joao com Jaclnlho, e avistamos embalso
Reparti<;o da Polica.
PARTE DO l t r, DE NOVEMUItO.
Foram presos : ordem dochefe de poli-
ca, o preto Paulo, escravo do Francisco do
i.ai'vallio l'aos de Aadrado por andar fgido ;
ordem da subdelegado da iie^oeiauo S.
Fr.Pedro C uicalvosdo II cile,\ndre \v lio i
dos Santos son de -I n a o io do motivo ; u or-
dem do subdelegado da fregus a de S. Jus,
a creoulaMaria Antonia piran lar profer n lo
palavras nlxenas; e ordem de suUJeUga-
lo da tro o'/.ia .'i i Uoa-Visti, Uequilto
Maria do l.ivramenlo por sor dosor leira.
Communicado.
o. remondeu sluiplesmente cosacos, lerininou sua narraco por estas pa-me tambem de seu lio'irmao de sua mal) que
JoSo lavras: elle se lembrava ter ^lo duas ou t.cs vees
Oue dlsesP ciclamou o professor ajuntan-1 Um cosaco nao he um soldado, he urna em sua infancia e smente de noilc. Eese no
do as mos com espanto, c porque queras ma- besta dainada que se mata em toda a parte e \ habiuva em um paiz eslraogeiro, accrescema.
tar este soldado i ', como se pode, a pedradas, a pauladas, em falta ra Joio com einb.it ico. tu cri que algum mys-
forque he um cosaco, respondeu Joao ; e de espingarda. fe'' "gava existencia deste preme, e por
os cosacos na Lorrena mataram covardemente En participe! da indignacao de Joao, lamen- (Isso nunca mala depois disse ao meu amigo
luulhcrcs nienfnos e velbos! lando uo fundo d'alma uao ter atirado tambem urna s palavra a este respeito.
Mas. Insensato que s' os cantaradas deste ininha pedra sobre um cosaco. | Um domingo a noite Joao Raytnundo vollan-
soldado, dlisc o professor, virao vioga-lo; olha I Jaclotho estremeceu c disse tmidamente: do de casa, dtsse-me com ar muito alegre :
parabaixo, v comosobem a escada.... em lu- -- Joao.... he sempre matar um homem. | Fernando, minha mai deseja vcr-lc.
multo e com a espada na mao? | J te disse que um cosaco nao he um ho-, --Ue veras.
Deixa-ln vlr' responden Joao Rnvmundo, mem, exclainou Joao com os oaos sclotillante I Tenho-lhe fallado mullas vezes de ti como
eu os esperava. Se este cosaco esiivesse s, eu de colera. I de meii amigo, ella pedio-iuc que le levassea
nao teria procurado mata-lo, pols seria isso No, nao he um homem! exclamsi eu nao inerendardomingo que era., luirs, nao he/
urna covardla.... menos irado que meu amigo.Joao ja o disse, Ve la, disse eu a Joao uao menos alegre
Nos estovamos estupefactos e enthusiasma- um cosaco he urna besta dainada que se mata I que elle, como isso se encontra.
dos da rcsolucao de Joio; inultos oIBclaes rus- como se pode. I Como assiin '
sos, Informados sem duvida do accidente, vie- A estas palavras Jaclnlho pos as maos sobre ~ Mioha avo deseja tambem vcr-le; inda
rain plataforma acompanbidos de seu caval- os olhos tremendo, e balbuciou tmidamente : agora ella duae-ine: -- Traxe o leu camaradi.
Iciroa.uiu dciiesofBciaea.oqual lallava ofran- Malar.... malar.... he mui lerrivel.... meu KayinundO)a ecz, ncreuiilando onde eslava o professor que Jess! matar... porque se malou.... nao seria | iro teu am g5.... para virem janlar comigo do- ;
nos acompauliava, foi ler com elle e poz-se a melllor perdoar.... procurar fazer bons aquel- ; miogo ; dlxerlhes que nao tenbaui medo de
fallar-lhe cm voz baixa com animacao. Trata- les que sao mo.. umaav c eu promet, que vos 1"la-
va-se sem duvida de dar urna rude IteSo ao es- Joo deu uma risada sardnica, cu o nnilci -- fel ininba parle, aseste bem em promcl-',
ldanle imprudente, aiemorisando-o, por isso nlturalmenlce o pobre Jaclnlho balbuciou to- ler lu vas a casa de nimba mil, he mu nalu-
o professor rollando com os oIBclaes russor, do confuso : I que eu va a casa de loa avo masi lalvez
diLeaJooBayinuodocomarcoiislcruado: | He verdade, meus amigos, que o que vos nao Uvesses raaao de proinelier que levauas
Oue liiesies rapaiP estes senbores vao digo nao he de rapaz intrpido. Perdoa Joao.... Jaclnlho.
nrendcr-le e l tambem Fernando; mas... cu mo com- Porque entao?
E l'uzilar-te, accrescenlou o olllcial que prebendo aua na vlnganca; a culpa nao he -- Porque o pobre rapas, como sabes, he or-
fallava o fraucez ; futilar-te por Icres arrisca- nimba... Eu nao comprendido aeno o perdao. pbao Mua scusibilidadc heexlreuii.... I.evi-
do malar um de meus cosacos. accrescenlou a mansa e iugeuua ureatura com lo a nossa casa onde elle ouvira dizer a cada
Joo levanlou os hombros. uma tal espressao de bondadeque depois de ler iuslanle: nuu charo /l/ie.... m-u charo lilln-
Sim vaes ser fuzilados j e j, replicou o um Instante aules participado da selvagem ex- nho ... he expo-lo a comparar seu isolamcnlo
offlcial, solvo sepedires de ioelhos perdao do allacao de Joao, senil o coracao enlernccer-se, com as atleiedes de que somos cercados, e lai-
nueliseslel e se nao fosse a temor de parecer covarde e ri- vez ciusar-lne um pesar muito vtvo, porquanlo
Nao me norel de ioelhos, nao pedlrcl per- diculo a Hruto, eu terla nesse momento repe- ser secreto; nao pensas assim ?
do de nada, respondeu Jeao. tido as palavras de Jaclnlho. | O que dlses he verdade, Joao Agora
Pelo menos csis arrependido, disse o of- ~ 11* lens rasao, meu pobre ntadaawuKa, lembro-iue que urna vei Jaeiutlio licou uc tal,
ficial, admirado sera duvida da coragem desle respondeu Joo ao nosso amigo Sim, tua al- sorte cominovido ao ver minha avo abracar-
mancebo, dizc, nao ests arrependido do que ma mansa c lerna nao pode ... nao deve com- me que nao pode conler as lagrimas.
Ilzeiic prehender a vlnganca.... O mesmo Ihe accontccerla sem duvida, se
_, na i Sim, accrescentei eu com o tom o mais o levasscmos nossa casa; pois seria para elle
Ento ests dlsposto a repetir a mesma feros, importa dellar a vinganca aos caraclaces um aoffrimeuto; por isso cu nada qult decidir
lcco ? enrgicos, meu pqb/e Jaclnlho! sem nos consultar e respond a miulia mal que
daelevaco em que nos achavainos um cosaco
de farda encarnada proslado, o qual dava gem-
! Sin
pobre Ja
lo mu
lalvez eu nao levasse Jaclnlho.
O professore o official nao poderam tirar ou- Joo Raymundi^oi adiantado para sua Felliraenie nao Ihe del parte aindado
->..iu. cmv.....--,.-----.--.-----.-_--_- ,,'., j a ..miiniln idsde, era como se v, dolado de um carcter convite de nimba avo. m
do. dolorosos fregando o hombro ou rose," ^^^'^^X ^.io em oue foi en- de una tempera pouco commuin ; todava a Enl, Fernando, est decidido; nao falle-
vallelros russos vociferavam mostrando .um I "" cU(^odco,tod,as or causa iullexibilidaUe de seus principios, a exallafao mos de nada a Jacinlho, antes de termos anda
espada, a Joo R.ymundo, o qual permaneca cerradoipo -t.m *m,(0nJ^^c^. 7u de sua. opinies, revel.vam nutras in.luenc.as. rcllecido, pois Ulves seja u.be demasiado
iiiipa.sivel (iu cima da plataforma
Bm de alguna Instante nosso professor mostramos que srulimos e
.ado deludo velo ao lugar em que esla- m igo, nio tomando parlen
sueo ij'iaiiiuu c cu *- -i---------.----------------------------------------------------------- ----- ----- *.
os males de nosso outrosexemplos, outros ensiuos que os denos- escrpulo prlvar-mo-lo de mu ooin aia, a
(') VUe o Diario 51)8.
panha c n I-orena pelos Prussianoi e pelos ousci fallar-lhe n este respelro, Joo fallara- i Se poderes guardado.
No ha tljvi la algunu quio Sr. Salus-
tiano de Aquino Foireiru, he pessoa de nitii-
ta probi lade, cojo conc uto para com o pu-
blico he inconteslavolnieiilo um titulo de
sua maior gloria ; o por isso, longe de que-
rer viver por meios d ; gaiuucia o do agiotis
ni i, .lloara, coma ho notorio, nina vida ho-
nesta, e sem ambictlo de granjea lucros om
suas iia-o ios cuiiiinerciacs.
S -us dcscontos ato os mais mdicos o ra-
soaveis ; sua palavra puntual e geneosa ;
sua posiclo res .eilavol, cuja honestidado
falla ni a i s alto que as inissas exprossues ; o
finalmente sua o m-oioini i. puto, c convicta
do fazer bem a liumaiuda le : eis o lypo, o
verdadeiro lypo do Imnra quem esl liga-
do sua gloria.
No Echo l'ernambucano, eremos quo de 3
Je ootubro p. passado, foi off -ndida a sos-
-- Pelu que vejo, cri-iuc mu vaidoso, mui
paroleiro.
-- Sim, respondeu iirufo.
Eelle inili i raso.
Naquinla-feira passeavamos de braco dado
Jacinttio, Joo c eu. Mintia av inorava junto
da pi v i real, a mal de tirulo no Bul do bairro
de Sanio Amonio, l'assavamos eulrada da
ra deste nomc pela praca di HastiUia, quan-
do cu disse eslouvadaiuculca llayinuudo :
Sabes jue domingo lereiuos um lamoso
caminho para ir de toi casa casa de minha
av?
Rayinundo por pouco queme eslinga o p
dando-uic um golpe com o calcauhar da bola a
maneira de aviso, mas era mui tarde : Jaciutho
nu- i.ii'i i ouvido. Uc repente elle loruou-se
pensativo e triste, nao obstanie os eslbreos que
fez pira dissiinuiar seu penar debaixo dos ex-
tai na. de una alegra lidien que nos dilacc-
ravao coracao. O passeio acabou-sc silencio-
so ; i|ii ni I > recolhidos ao collegt i, acbamo-
nos sos, Joo c cu, elle me disse impetuosa-
mente:
Ferir to cruelmente aesse pobre Jacinlho
por la louea itiieuiperauc de lingoa! elle se
crer despresado por nossos pircles.
Ao depois Joan accrescenlou com uma indig-
nacao crescenlc :
T nao imaginas o que elle deve soli'rcr, pfle-
Icem su lugar e vers I
--Que queros que faca? eu deploro ininlia
imliscriciio ; mis ha um meio de ludo reparar,
he convidar a Jacinlho.
Joo levanlou os hombros.
iie peior aiuda cnnvida-lo depois de lu-
do dlsposto como que mudando de parecer c
porcompaixo! .l.it. huinilhacoes em ves de
uma; mas olha, ests vendo-o?
E do graudc palco eui que nos acliavamos
hora da mereuda, Rayinundo mosirou-me ao
longe o pobre Jaciiilliu sentado em um bauco
isolado com seu pao sobre o joelho c cboraudo.
Nao posso ver isso, exetamou loo ; nao
posso vedo assim desgranado; he preciso con-
lessar-llic ludo.... vcui c.
-- E ousas, cxelauei eu, causar-llic lano
pesar? ousas dl/.er-llic que....
A'lin, eu ousarsi ser sinscro. respondeu
Itiymun.lo, interrompendo-me e levantiudo os
humbros --sim, cu oiuarsi consolar a Jaciutho,
ii.'iiwiM acalmar sua dor; Unto peor para li
se nao leus esta coragem.... anda, t sers
sempre o mesuro.
E nruto sem esperar minha respe.u, correu
direito para nosso amigo, o qual eslava to ab-
sorto em sua dor, que nao nos vio aproximar-
mos de si; voz de Joo elle levantou-se es-
pautado c procurou voltar o rosto para occul-
lar-nos suas lagrimas.
Esls chorando, meu pobie Jacinlho. dis-
se Ihe Itayinundo com urna voz anecluosa ; cu
sei o que le allligc.
juc queres dizer com isso Joo.'
I.I EHIA.
( Artigo Ira loii lo do leglez. ;
I.'liona he sem cintra ligio una das mais
interesa nles expeticnc as que nos tem pos
modernos, (o n sido tentadas em grande es-
cala. Qoalquor quo seja a influencia que
seu incens ou sua derrota deva exercar
nao smente .sobro os negros barbaros da
frica, seniio tambem sbreos pragressos o
o deslino de 3 inilliOes do negros que tem
appreii lido a considerar a America como
sui patria, ella olforece e u sus marcha ma-
temos para a sulucSo da grande que-l.1i
que agita o amo n; i a eslabilidade da toi ,i i,
a libjrdtilc o o poder no novo mundo ; ella
faz uai appello para os mellioressoutimen-
tosda un o ,m humana, aluda mais qui
para seu amor do maraviluoso eda n .vi li-
le ; e-i i colonia de negros livres oceupa na
familia das nifoes uma posico, cujo inte-
resse depende mais de seu desenvolvimento
moral que di extensao do poder physico ou
do e-tali iloonnoiilo geographico. A inaxi
ma do osladista florentina que os Estadas
sSo notaveis nicamente om proporgao de
seu poder para fazer o mal ho falsa ueste
caso, -i-n.Vi em todos.
I.ilion i est preeis imenle na silmioo
contraria ; ella he notavel justamente em
proporcSo de sua aptido para fazer o ber.
Como lo ios sabem, ella foi fuuJa la por uma
s ii-io l.i io americana, amiga dos negros,
dehaixo da i oprpsslo d'-ti idea, que mui-
los escravos liberlos, smao lodos, preferan)
voltar pira a frica do que flcar em um
paiz que ihes refusav os direitos polticos
etralava-o cuino uma raja inferior. Du-
rante co to lenpi todas as circumstancias
foram dosamin idoras. Os agentes e os di-
rector s da emproza ilion r.iai sucessiva e
i-ipidamontc; poim sous lugares foram
logo prehoncliidos por outros cnthusias-
las. Apenas uma deslas nobres coragens
caba sobre a brecha, uma mil s ss precipi-
liva pansuh-lilui-la. Nos annies do he-
rosmo no conhecemos nada de mais bello
que a con lucia do,tos homens resolutos.
Como os sol lados de infantina russos que
se lincavam as tr.ncheiras afim do qu i
seus camaradas podessem marchar sobre
seus corpoi o dar oassalto, estes homeus
coinsentiinontos mais puros e com um fnn ,
mais eleva lo, abandunavam sua vida desJo
a vos ora da balallia, sem lor os primeiros
regozijos dn victoria, e muitas rezes no
moiu das duvdas do amigos tmidos e das
irrisO; dos i ni tingos declarados do sua em-
prsz,
Mesmo quanlo chegava a hora fatal e
quando os conibilenles orilo obrijadosa
abandonar sua obra, ellos n.lo desesperavam
leuibravatn-so provav dente que a primei
Eu vot jamar domingo em casa da avo de
Fernaudo, e tile deve Ir merendar em casa de
miaba mi; nossos prenles sabendo quanto
no. amamos, pediram-nos que te levantas.etnos
tambera....
Jacinlho fes, mo grado seu, om signal de
duvida.
Joo replicou :
Tu sabes que nao minio jamis.... Cre-mc
pois; repito-ie, nossos prenles te convida-
rain lambetn.
As feicdes de Jacinlho se dilatarara; Ray-
inundo coulinuou :
Agora viiii dizer-te o que nos impedio de
te i i.l u desle convite, accrescenlou Joo com
uma voz comiuovida ; nos lemeinas que vendo-
' nos acumulados em nossa casa dessas ternuras
que nao conheces, pobre amigo, Isto tetarla
i mal, porquinto conhecemos a la seusibilida-
|de; eniohesitando em dar-te parle desle con-
I vile, concordamos em nao le dizer nada antes
: te termos maduramente rellecti lo ; mas coma
! se euipedir ames uma mosca desunir do que
Feruaud de dar i i n .un.011, elle nao delxou
de faier logo allusSo no.sa sabida de domin-
go. Esla lie, meu amigo, a verdade, toda a
verdade., Repito, t me conheces c me cre-
rs ... Nao teoho necessidade de dlzer-tcque
sequizeres ircom usco a testa ser completa.
Muitos anuos sao passados depois que isso le-
ve tugar, parece-me anida estar vendo o ros-
to, ao principio to consternado de J.iciuiho,
lomara expressodo mais atlecluoso eolerneci-
meuto, lagrimas de prazer banliaram-lhe as la-
ces, elle exclimou com una vos palpitante de
emt.co, apenando nossa* lilaos OStl iu ;
Quinto sois bons para comigo.... Atil es-
tes so os nicos praieres que me convem....
Saber que sou amado, seullr-uie ainado como
o sou por voaiei; taes sao as minhas festas!
Confesso que me aligi por crcr-me abandona-
do por vosss; mas meus amigos discorreram
juuiaiiiente.... Vendo-vos lio amados por uma
mi, por uma av, cu nao terla podido deixar
de dizer comigo mesmo : Leu?
Ao depois, procurando sorrir, Jacinlho ac-
crescenlou inostraudo-nos seus vestidos velhos
c grotescos, recente espolio de seu tutor:
-- li ni o- vej un como eslou vestido.... pa-
reco um mascara! Se cu fjssc com vosss, os
garotos nos seguiran!.... Ouaulo estamos cm
uieir.i, Isso passa aiuda, niagueui repara em
meus vestido ridiculos, eu confundo-me na
inassa; mas s com vosss dous. he iuipossi-
vel... Sobre ludo no me lastimis, accrescen-
lou elle com um tom lerno, pois ao menos es-
tar! com vosss pelo pensamento.pelo cora-
5S0; quando vollarem, me conlaro est* pe-
quena festae cu licarei lio contente... lio con-
tente como se a ella tivesse asslslldo.
(Colmiar--iia.)



ri colonia que s' eslabelaceu em Roinnke 10 seu lido : lut conslituigao succombiu
foi du-trunla pela doenca, e quo todavi. t aosiceeisos Je unn febra africana, a qual
Csroina ralo a serum grande estado- que a nao ceilau a nenhum dos Soccorroa da vida
mota lo da populaclo ae Jameslntviie pere civilisala ; ella estafa em um canio >lo
ceu ao mestno lempo h que con tu loJemea- urna pessima cabana, deitada em urna es-
towne nSo foi abandonada; que quindoos laira toda in Iluda debatode um tecto le
emigrados de Plymouth foram redolidos, colma que a chura penetrara, pila entrou
pela doenca pelaa prvacos ao nu- eaiseu repouso eterno e Mr. Ashmum cou
mero de oilo homens validos, e as ra- s. 0 >pnni!do dehaixo do triplica pero
{Oeste limilavam a alguna graos de trigo dos cuidados da dor e da enfermidade, elle
torrado todos os das elles 1180 abandona- ficou durante seis semanas doilado sobres
rso sua empresa nascente. Ilecom t < es- esleir -en ir consciencia do que se pis-
piilode Indomavel perseveran?! que ellos sava em torno de si,
tem trabalhado na funlacSo da Liberia. i Nesta terrivel crise, quasi tambero mor-
O l)r. Ayres foi nomea 10 governador di re em seu posto, porem tendo-sn modera-
repblica que nSo exista ainda eeoS > em do tuas penas, elle comecnu a recuperar
proj-elo e se parti para a ifnci. Logo forcsi, o pode oceupar-se de novo dos ne-
depois de sua chegada em Serra Lioa, oca- gocios pblicos. Todava os selvagens ti-
pitJo 8toklon, commandante da n guerra Alliyatnr, veio a oosta, Irsenlo ns- o eslabeleci ment era infirmado dos pa -
trucOes do governo ame-icano alio de en- nos o dos debates de seus consellns de
tender-so com os agentes da sociedade de guerra. A 9 de novembro o agente foi avi-
colonisacSo para assegurar um territorio sado que ora preciso preparar-se para sus-
convenieute ao cstsbelcrimenlo dos emi- tentar um assalto naquelles quatro das.
grantes, llix-nuo oa negros entregues a1 Pode-se fcilmente imaginar o que foram
Mr. Willberger, o Dr Ayres accompauhou aqueiles dias de duvida e de auxieJade para
o capillo Siockton em urna exploracSo ao um punhado de homenes que espera va m de
longo da costa. A tt de dezembro, elles hora em hora ser atacados pelas topas
deitaram ancora na baha Mesurado Eis combinadas de todas ss tribus selvagens do
aqu o que nos convm, disse o capilSo 810- paiz Mr. Ashoum depois de tar visltsdo ss
cklon, mostrando a altura escarpada |do ca- fortificacO-s e passado revista de noite a
bo Mt-zurado; eis-aqui a que nos convem soas pequea; forjas, dingio-se sos seos
para eatabelecer nossa colonia; n.lo ha lu- com.isnneiro* eo o toda a solemnldade qu
gar mais belliem toda esta costa. Entao
Importa que o tenhamos respondeu o Dr.
Ayrescomumi energa todasaxoniu. Sa-
biam elles por ventura os obstculos que
devia aenconlrar urna resoluto loousada!
A liiglalorr.i e a Franca tinnam tenia lo Isso
mesmo durante cmannos sam successo;
seis metes antes liuha sido recus.ua posi-
tivamaote u-ua entrevista cum Mr. Andrus
e Mr. It.icon. e at seus presentes foram
desdenhosamenle mandados vollar pelo re
Peler. 11 ni que sojbessem do u:. > exct 1 de
1 mi.1 o que se liuha sido lenta 10 preceden-
temente paracnegar a uina nigocuco, e
a hostilidad*) irreconciliavel dus indgenas
para tuJo o qu se pericia com um esti-
belecuneulo .1 brancos, ules uto pensa-
ran! em retirar-se teinidaoientesem fuer
um esforco, ouao menos urna tentativa; e
cada n 1 vi 1 .1 -,.,!f o il '...i 1 cosa mo l'azia se-
ndo corroborar seu dezejo de apossuir.
Resulveram desembarcar.
Alguna cueles vieratn ter com elles na
praia: elles lucra m a estes chafes alguns
prsenles e leudo travado com elles urna
coutersacSo auiigavel, rican claram-nle
que iiniiam felosubre os mismos urna im-
pressSo favoravel ; expremiram entilo o de
sejo de ver o re l'eier. Euviaram menss-
gens sobre uiensageos a lio de pedir urna
entrevista a S Magestade; porem nao foi
5011.il) depois de ter uiuit-s vetes rejeitado
o engaado, que o re cons-nuo em umi
entrevista, eanda assnn f-io sob a mu-
dic^o de que elies iram vo-loemsua capi-
tal, aqual esta muilo no interior. Para is-
so era necessano deixar a costa atravessar
muitos mu-, atolar-se o* lama, penetrar
sombras florestas, em um paiz, inimigo,
com um acompannamento de selvagens cu-
jas paixOs fero'es tinham sido ent-elidas
pelo trauco dos escravos e qu* nao fazem
mus caso da vida de um hoinem que de
urna pallinha. Os intrpidos enviados de-
viam armar-se dus ps at cabera, e espe-
rar mes no issiiii a nd i instanteserenruu-
bados e morios.
mis in.1111 elles llV-inl ir laes perigos pa-
ra visitar o rei Peler? Encararan o leflo
em S"U covil? Sim elles resolveram aflron-
tr tu lo pira a eiecucSo de uina grande c
nobre em presa. Nos iremos a lal Fui sua
res.iosta. Para convenceren) os intigenas
de que seu tim era tolo paftifleo, quis'Tam
partir seii ir.11 as, escopeto de uui par d)
pistolas de algibeira que o capiio Stoi'k-
ton Irazia or liiiiriam-nte com sig". Ani-
maes ferozes, selvagens armados de espin-
as circunstancias podiam inspirar : a
guerra he nevitavel, disse elle, a Mnelo
de nessas propriedade, de nosso estabele-
ciment, de nussas familias, de nussas vidas
depende, adamo de lieos, de vossa coragem
e de vossa firmeza. Tenha cada posto, cada
homem urna firme confiauca 11 1 apoio de
to los os outros. Obre cada homem como
si toda defeta 11S0 dependesse senodeseu
braco ; nenhum cuvarde desbonie nossas -
Iciras, a
I 11 momo silencio reinoa na pequea
tropa ; os homeus vollaram a seus.jjoslos. e
l.icji.ir.i n sobro as armas, corados murrOes
accesos duratue as longas vigias desta noi-
le terrivel. Oininigo no apareceu. lie
repente um dos exploradores correu ,111111111
clan 10 quo o exercito inimigo passa
va o rio Mesurado, distante poucas milhas
do eslabelecimento. A' noite lodo o corpo
de tropas viera do acampar ao ojste, a puu
c menos do meia milha de dislancia. Ca
da homem marchou silenciosa e gravemen-
te para seu posto ; poder-se-hia 1er em ca-
da rosto ; A victoria ou a morle !
Passou-se outra noito sem quo o grilo de
guerra roinposse o silencio da Ooresta. A-
manheceu o oa. Os guardas do oeste quer
por erro ou por inadvertencia, quer por ne-
gligencia do llover, deixaram seu posto ao
romper do dia, em vez de esperar o nascer
do sol, como m.iiiil iva a ordem, e por con-
seguinte antes de tereui sido substituidos
por homnns descamados. Neste momento
de imprevi Jeniia, os selvagens que linham
oculto sua 111 iivh 1 silenciosa at a borda da
clareiri e eapreitavam com anxiedade hos
til cada ilumnenlo da pequea tropa, dis-
poseram-se a obrar. Um inmenso corpo
saino repentinamente da floresta, fez fogo,
e proci,iitou-se o n horriveis clamores, so-
breo poslo. Alguns iiom -rin foram morios
oesia surpreza, eniretsnlo que os outros se-
para los de sua peca sem ter tido tempode
disparar um s tiro precipitaram-se em
completa coiii uz3 1.
I 11 11 11 uiomei.to terrivel. Se os selva-
ge is 11 veis)ai avaucadoelles nSoteriam ti-
do tempode s-i reuuirem, e lulo estaria
per.iidu, mas em vot de proseguir em suas
vantageus ellos paiaram e cercaram algu-
iii 1S casas daquellc lado para saquearein e
dstiuirein. ai.'uuhs mulhu'res e meninos,
que ii. i obslaule a ordem que tiveram
se reiirareui, se deixaiam lio r em osa, ca-
i. i.1 n i i,i i.i n..1 nijii.s do mi nigo. Mr.Ashe-
nu-D correu ao lugar da accSo, e ajudado da
coiagem e smgue fro de I. .11 i.uiy, reu
lar em cato de ataque, nSo podando nin-
guem ditor qo us selvageng furiosos no
daran um ultimo assalto desesperado. Du-
ante a nuite, um rumor no mato intimi-
lou um dos postos exteriores. Deu-se um
tiro de peca e alguns homens dos araram
suaeespingardas ao accsai. Foi um rebate
falso, e oa pobres-emigrados nSo puderam
deixar de lamentar amargamente esta per-1
la de monicOes, quando ellas cr.nn lio
preciosas. sso tiro de peca, disparado no
moio da noite, resoou p-ia costa, e rspan-
tou as senlinellas de um navio solitario que
uavogava as aguns do Cabo. Um tiro de
peca, oque be i-to:' dissaram os olciaes
subindo coberta, oque he que se pasta
nesta costa selvagcnr Ser porventura
1111 signal il .illlccao' Bota a lancha ao
a
leiras da equipagam, com o fofo noa olhos
e com o rosto impressioaado de urna cora-
gem In lomavel. lito vos poder* cuitar a
vida, disse o governador allantan lo com
bondade para o mancebo. Que importa .'
jrei;tal foi sua respptU. Elleguardou em
seu seio um bilhete apressa lamente escrip
to ao coronel Johuson, e parti para sua pe
sigosa viagem. Os livres Liberianos obser-
vavam durante esse lempo, com anci.-. a escuna. Quando ella apareeiu ao anoiW-
cer, elles a Unliam saulado como trasendo-
Ines o soccorro promeltido. Eis aqui o so
corro .' disiam elles. uns ans outros com re-
gosijo e reconhecimento; Daui seja louvedo,
o socorro ahi vem I Por n quanto suas es
perancas nlo deveriam desvanecer-se, ao
descobrirem que o navio era o negreiro Eu
mar, roma para a costa, a Una scena es- fhrata\ Ja fatigados e trisies, em presinc
tranln e imprevista ferio os olhos da equi de um inimigo que se mulliplicava e de mu-
pagem quando, ao amaohecer do dia, cho- uiijO s que diminu a m, quanto nSo deve
gou perto da costa. Um punhado de bravos, riam elles desanimar, e que sombra pres
disputando suas vidas as privacOes, i pe- peotiva nSo se Ihes offerecia /O segundo bo-
nuria, a molestia, i morte, cercados de te afistou-se do navio. Elle foi visto por Jo-
tribus barbaras, vidas de seu sangue. Os husson. La vem, diz elle, o negreiro enlen-
generosos navegantes estenderanf a ihd dor-so com os indgenas para um ataque
aos colonos, e os animaran!. Este navio combinado, se elle sallar em trra, estamos
era urna escuna inglesa. perdidos, lio nacessario iinpedi-lu Ea f.eu-
A ignorsncia barbara e a cobija dos res de alguns homens, Johuson precipitou-se
indgenas no foram os nicos males con-P"a atica-lo, no| momento em que o bote
Ira usquaes a pequea colonia leve de df-
fender-se. Des le o primeiro dia de sui
existencia, os Liberianos comprebeaderam
que no sua influencia sobre seus com-
patriotas sem educacSo, seno seq titulo
sympallna e ao coocurso da n;ic-.s civi-
lisadas, dependeriam de sua energa em
reprimir, em lulos os seus territorios, o
trafico dos escravos ; porm pira vergonha
da Europa e da America, homem brancos
appareciim continuamente na co negreiros, e alguns d'entre elles faziam
guerra colonia para estabelecer seus di-
reilos de roubir os negro pela forca e cou-
duz-los para Cuba e para o Brasil. A nar-
rac.lo de um incidente desta natureza dar
urna ideia das difQculdades, apesar das
in >es a repblica negra chegou 10 grao
actual de prosperi lade em que saacba.
O governador Duchanan acabavstalo pres-
tar juramento para entrar no ctercio de
suas func;des, qusndo iminediatameilte sua
attencSo dingio-se para alguns movlmen-
tos sus.eilos em Bassa. DodFmercadores
teudo vindo costa, estab-leceram urna
feitora, offereceram commercio vmlajoso
aos indgenas e l/u am lodos os prapaia-
tivos para operar o trafico. Isto mi deve
ser e nlo ser assiml bradou o governa-
dor; o fogo, 1 fom o singue, as cu leas
-;io us elementos necassarios do coaimer-
rio dos escravos ; que numerosas miserias
este infame trauco inQige a es e desgranado
paiz! Convm que islo acate, a Elle tnan-
dou immcJiatamente aos mercadores ordem
de de i nnrein no uiesmo instante a cosa, sob
pena de suas propriedadet serem arraina
das, e suas follonas destruidas. A ordem
foi lecebida xom um gran le despfezo.
Partir 1 nSd. Ditei ao governador] Bu-
gardas, gyravam pelas llorestras; o no "'o as forcas dispersas dos collonos. Duas
obstante elles ch'garamsSos es-lvos ca- ^ P'C'S leaililhaiia foram imaiclialamenle
pital un le grupos de barbaros ns se en-
Cimioharam para elle olhando-os con es-
pauto. Conducidos salla derecencao, na
qual varias esleirs linhilo si loestan lidis,
um chefe adianlou-so e aueriou-llMS as
raaos, o annunciando a chgada de Sua
Magestade Quando o re entrou, no pr -s-
tou nenhuma atteucSo aos est'augeiros,
ditigio-se para a paite a mais relira la da
cabana, e alii sentou-se franzimlo as sobran-
celnascom um r de colara e lanQando um
olbar de desconflanca. Tendo-lhe um doi
chefes apreseiitaj) os estran^eiros, elle
perguotou-lnes speramente o que queram
e que negocios lenha trazldo aos seus do-
minios. O plano dos colonisadures Ibe foi
cuidadosa e minuciosamente ciplicido; el-
le sabia ja ludo por ter sido informado do
trazi lase com urna dobrada ca ga de balas
e uielralhas produtiran um elfeito promp-
tu e formidavel ; O inimigo eomegou a re
cuar, o niedo apareceu em mi is lileiras.
s colonos, v indo sua vantagem, avanza-
ran! e 1 1: u.i 1.1 in a ganhar o teneno perd 10.
Dingiramsua peca de modo a inliar toda a
linha innniga, cada ti o [i olu-n effuto;
ao.....s no 1 -ni o Johuton a frente de alguus
fusiloiros, volleou o llanco do inimigo e
aug neulou sua consteruaco Um grito
selvigem resou na floresta o encheu luds
as almis de terror.
No moni nio em que elle c issuu, a borda se
tuina retirado e ella desapareceu rpida-
mente lio il orlo.
Em trinta minuto a batalha foi ganlta I
As nove horas, foi dada a ordem do da do
chaan que Acaremos aqu todo o t mpo
quequizermos chavemos de fazer o iom-
mercio que nos convier. a respondeu I Ing;
e prepara-se para augmentar seus a na-
zeus, multiplicar suas habitafOes e izer
ludo o que iadica um eslabelecimento per-
manente. O governador ameacou-a segun-
da vet com hostilidades se por acciso suas
omItis no fossem obelecidas. O ai eos 1-
geiro foi rec-bldo como o primeiro, Ogo-
verdalor resolveu nao differir a execujflo
de suas am 111,'us.
objecto da visita que Mr. Andrus Ule fltera cerraras linhis deixando fora o quarlo das
alguos 111 os antes, e mais recentemente, as's.e cercando oresto de estaca la a prova
por ter silo advertido por um de seus che- ^e ua'a- Como lito era ndespensavel para
fesqunesta visita serla renovada pelo capi-
tn Storklon e pelo Dr. Ayres.
Todava maseas deinligenas conecavam
a suguranca, a obra fui feti com a maior
pres>a pussivel ; porquu ninguem poda d-
zer si um novo assallo teria ou n3o lugar,
a oslen ler-se em derredor dos visitantes, ne'" sooro que pane seria dnigido ; somen-
mas tudu pareca guirdar um aspecto paci-
fico, al que, no momelo da entrada de
um novo bando, urna exciacao extraordi-
naria agiloua 1 ultnlo. o uegocio tomava
um ar sombro o ameacador.
O capitfio Stockton lovantou-se e veio
M'nt 1 i-so junio do rei. Nesto momelo um
mulato adiantou-se e aecusou o capil-
lo Siockton de capturar navios negrej
Examinando as circunstancias con cal-
ma, vo-s que a situacSo era ettremamon-
te perigoaa. NJo havi.m mais vveres se
mo para q-jlnze das, e os homens nSo po-
diam sopportar por muilo tompo fidigas
extraor.lioarias recebando racOes diminu-
tas; o o qm era mais horrivel, nao havia
roa. Este homem quer arruinar o c"ini- raaniaos bastantes para susto ilar um as
mercio dos escravos, exciamou elle com'31'1" deumihora. 9 urna voz furtee encolerizada. Ha esta alc*ni''0 ""'re as mSos de um inimigo cruel,
gente que nos eslorva, emSherbo, bra Ion e esl" inimigo, nao suhjuga lo, mis s
lo no da siguile he que se leve lempo de
eulerrar os morios.
um outro. Um horvel grito deguerra
vaiiluu-;.. da iiiullidao, todos pozaram-se
de pe e pediram queso Imoasse viuganc
sobre us agentes. O o 1 (olio Slucktun, ven-
do perfeiiarnaote o exlreno engo da posi-
(So, levantou-se; Uranio urna de suas
pistolas apontou-a para a caheci do re e
crguendo a outra mao para o co, implorou
sol nneinenlo o socorro de luos nessi ter-
rivel crise
O re Petet recuou dianle da cilmi cora-
gem do I10111 'in brinco e os selvagens cahi-
ram com as face em trra ao verem o pengo
da seu cuele O capilo abaixou a pisto-
la ; a raiva destegselvageos eslava vencida ;
sunjugados pela energa e pela coragem de
seus visitadores, aiguns .lUiiram, enquanto
que seus chefes comecavam a eacutar com
respailo as pro)otaa que ihes eram feitas.
Eqaal foi o resultado ? O auccesso coroou
osles esfoico<. Dauoisde duasou Ires entre-
vista, o rei consentiu era vender urna
porcao de territorio aos colonisadores.
Os pobres negrosemigranlegforam condu-
zidos para as trras oblidaa desta maneira
Puiam elieg In enconlraram perigoa de to-
dos os lados. No fim da algumas semams.
seu governador morreuefoi preciso subs-
tiluil-o por outro. Os chefes visnhos, sa-
liendo que estes homens tinham vindo para
destruir seus maoa costumes, excilavam
mutuamente suas mais deteslaveis paiies -
un)lid) formaram um plano geral de deatruii
(loe Qseram preparativos para um terrivel
e aaaguiuojeulo assalto sobre o novoesla-
belecimenlo. Os colonas foram obrigados
todos a pegar em armas, a levantara toda a
presea rntrincheiramentos, e montar guar-
da durante a noite ea fazer reconheciman-
tos durante o dia.
No meio destes cuidadoso deslestraba-
lli is, Mr. Ashmuii, que era eoUo governa-
dor, leve a dor de ver sua mulner morrjr
ni oro disjerso, devia, sigun lo o que se
lnna toda a ras3o de crer, voltar com um
exercilo poleroso.
Pelas quatro horas o meia da manlia do
dia 2 de dezembro, justamenti no momen-
to em que Mr. Ashmum acabava de doitar-se
para dormir um pouco, depois de tantos
dias e uoiles de vigilancia e de trabaluo
se n descanso, os selvagens rom aeran' u n
fogo vivo e repentino sobre o posto do oes-
te. O canhSo respondou promptamente,
eos assaltant-s s- retiraram por om instan-
te, n: inri lo -, logo depois tentaram pas-
sar mais em cima o rio; porm foram
saifiinda vez repellidos. U na terceira teu-
laliva para tomar o posto foi recebi ia vigo-
rosamente, e o ioimigo posto em derrota
Uo lado opposto do estahelecim-nto a ba-
tilna eslava ainda em todo seu furor. Um
corpo ron-i leravel de in liginas que ti-
nham desello dos rochedos avancou at
alguns ps da guarda, Tez fogo uutflo e lan-
cou se sobre ella como tigres. A balara
jogou, e seu fogo foi ISo seguro quanto r-
pido. Quatro vezes o inimigo atsciu, e
qtlalro vezes foi repellido sobre os corpos
dos morios e moribundos. Cada homem
da pequea tropa consrvou-se firme e cal-
mo como velhos solados em seu poslo pe-
rigoso. Depois do hora e meia de combate
As milicias de Monrovia foram imme lia-
tamonle reunidas: elle exeoz-lhes os Tac-
tos e pedio quarenta voluntarios para mar-
Ciar e apoiar o gnverno. Quarenta noinons
P"garam de suas armas, e unsonos bra-
darain Marchamos! elle mandou pedir
trjnta e cinco homens em New-Ceorgia,
e 1 11 miel 1 1 in....... e||.-s respondern) a seu
appello. Esles ltimos foram postos sob
o c un 'liando do coronel Johnson, o velho
heruc do tompo de Ashmum, edirigiram-so
para a pequpna Bassa. Troa escunas, cneias
le vveres v de munifdes, lizeiam-se ao
mar ahm de ajudar e cuoaerar as forcas de
Ierra. Ilavja ao todo umi ce itana de ho-
mens, debaxo do commando do marechal
l" 1.1I1-. 11, Mr. Lewis; lodos estavam an-
malos da mesma resolucilo de linear lira
os traficamos de escravos, ou de morrerem
na empreza.
Tres di"S se Dissaram eos habitantes da
Monrovia esperavamcom anxiedade o resul-
la lo quando o governador Buchanan vio
com viva inquiotacao voltar sua pequena
froia, que debilde linha lutido contra um
vento violento e contra urna forle corren-
leza afim de conseguir dobraro Cabo. O
que ter* sido feito de nossis forcas de trra
privados do auxilio das escunas, lumia-
va elle choio de urna dolorosa previsao.
Foi esl) um momento de extrema e som-
bra anxiedade. Neste mesmo instante um
guerreiro mglez entrou no porto com um
navio negreiro, bello, ligeiro, hom vellei-
ro, o qual tinha sido r c-intemente caplu-
ailn, eque seu comnsandauto sabendo do
estado critico das cousas, poz disposicSo
do governador llucrunan. En um inter-
vallo de lempo inr v 'Iiiioii curto, o ca-
pital e sua equipagom saltanni em Ierra,
e o governa lor eslava bordo com homens,
armas, municOes e vivare*. Ao despuntar
do da, pouco mais de trina e S'h horas
depois de sua partida, o o negreiru Eup/tra-
te lancou a aora dantedi pequea Bisas.
A essa hora nada se poda distinguir na
costa; expelio-se immodiatioientu un bo-
te alim de sondar o estado das cousis em
torno das babitaces, quando amanheceu
o dia, urna scena de terrivel inleresss ferio
os olhos do governador o d sua equipa -
gem. Na distaucii, pouo mais ou menos,
de 150 jardas da costa, em urna pequena
ri.ir.01,1, no meio da floresta, elevavam-se
as habilacQ.es e algumas cabanas dos ind-
genas; par delraz dos muros ouviain-se
os estroudus da urna viva fuzlaria ; os bus-
ques r-s ion i am sella vigorosamente; o
fumo envolva as hibitacos de todos os
lados. A luta eslava ardeutemente empe-
ii'i.i la. 1,1 o mu ser .m os assaltantes, e quem
os asfaltados ? S-nan porvontura 09 m
gos ou iuimigos que oceupavam a floresta .'
Seiiam os amigos ou mimigus que comba-
liam aira/ das estacadas ? Kitigueai o po-
da dizer, ne n mesmo advinhar. us ho-
mens Bcaram sobre a coberta, .- 'guindo,
sem poJer quasi respirar, as vcissiludes
da luta. A volla do bote era esperada com
anxiedade, Soube-se que eram os Libara*
nos que oceupavam as casis; deste molo
as pequeas forcas estavam cercadas, sitia-
das da pcrio por um Inziigo selvagem,
furioso, e dez vezes mais num -roso e sden-
lo de aangue. Suas rauuicOes deviam em
breve acabar-se, e elles deviam defender
a todo o custo sua existeacia. Urna nova
difliculdade, um novo perigo se prsen-
la va. 0 governador eslava a bordo de um
etiegava em trra. O bravo mannbeiro a-
cnou-se cercado de inimigos de todos os la-
dos. Apenas tinha desembarcado quando
urna partida do Indgenas, oceulto as bro-
nnas, cercou o pobre mancebo. Vendo me
era um Liberiaoo, lim matal-o, quando a
tropa de Johuson, que vio neste mov ment
alguma cousade favoravel para s, fez 11 na
surtida vigorosa O selvagem que tinha o
cu le] i., aleado sobre o pescocodo mshohei-
ro foi logo laucado por trra.
Durante esse lempo, o governador e os
seus se aproximavam. Um bando do sel-
vagens se preparavam para lepeli-los logo
que dosembarcassem. Antes que elles po
dessem tentar isso, um fogo repentino e e-
nergico ferio suas lucirs,o reebafou-os pa-
ra a floresta. Que festivo acolhimento rece
beu o governador quan lo chegou aos en-
trincheiramenlos Por nin monelo,, es-
queceram o sibilln e a chuvi das balas, e os
homens, tirando seus chapeus, bradaram
vinal'e governador Buchanan '. Pediram im-
mediatamente rreli las. Algumas casas sem
estacada, as quaes tinham servido de abrigo
aos selvagens foram destruidas, lizcram u-
iii-i sortida ao bosque mais prximo para o
qual se liuha retirado urna Iropa coDsidera-
vel de inligenas. Elles foram logo postos
em il 'mil 1. e os sapadores'nivelaran! o ter-
reno. Os objeclos salvos polo marechal prm
Cipiaram a ser embarcados, e tolo o da se
passou a trabalbar com prudencia, e com
bravura. Fot um dia de urna tirefa vigilante
rude e semrepouso. No dia seguinte como
vio-sen dizer que Sang tinha reso.vido jun-
tar as suas forcas mullos principes do paiz,
e continuar o combate, a escuna foi expedi-
da paraMonzovia para buscar novos volun-
tarios, duas pecas de campanha, quatro mi
cariuchos e outros artigos necessarios. Na
sua volla o governador euviou urna mensa-
gem aos res indgenas, pediudo-lhes que
Ihe entregassem sem demura os escravos
que tinliilo em sua posse, e uiTarecendo-lhes
assignar um tratado de p mensageiro voltou uote trasondo a pro-
mensa de que os res viriam 00 dia seguinte
costa. Apareceu no oulro dia de mandil
um parlamentario com banJeira branca per-
lo dos inlncheiramenlos, annunciando que
Bah-Cay eslava na costa e tema aproximar-
se mais.
O governador Buchanan com urna escol-
la do 75 homens, marchou au seu encontr
Passou-se algum lempo antes que Ban-Cay
consentase em sanir das mallas; quand.
elle saho tremeu do medo, anda que esli
vesse cercado de urna guarda de 300 guerrei-
ros. Aiiio. de pronunciar urna palavra, en-
iregou os escravos que possuia, e roconhe-
ceu humildemente a loucura de fazer a guer-
ra aos Liberianos. As con iieo 's da |.n fo-
ram promptameule ajustadas, escripias e as-
siu nas sobre um tambor ; os principaes
artigos eram que elle Bay-Gay, n.lo tomara
mais escravos e nao se oceuparia mais de
oennum modo com o cummercio do tra-
fico.
Conforme lo los os documentos que teem
esclarecido esie objecio, esl-se convenci-
do que a cumpra e venda dos escravos nao
he na Liberia sancionada nem pili lei, non
pala opima 1 publica, lu.n quo se loniia fei-
lo esta accusaciio do estabeiecimeulo. Que
este abominavel trafico se faca em segredo,
ou por a ventura ros como esses, dijo casii-
ko se acaba de ler, islo be possivel em um
estado fraco e recentemente organizado;
porm he Incontestavel que toda a icnlaliva
deste genero he punida pela conatiluicSo
como um crime oJioso, e combatido pelo
goveroocom todo seu poder.
(Uoniteur.)
a saber : 1 caixi vasia, que troux bisas
por 320 rs. 21 dita com 101 libra de rap
ava>ia lo a 100 rs; total 10,100 rs., 8 caixaa
contundo 911 chapeos de ISa ordinarias, da
Braga, um 809 rs, ; total 731,(00 rs., I galo-
laa para paasaros, a 900 rs. ; total 609 rs., 4
eaixis cantando charutos saltse arruina-
dos, ecaixag paraos ditos, i ciixa 1,000 rs.,
total 4,000 rs. ; 9 ditas com ditos arruina-
dos, a 800 rs.; total 1,600, 90 fardos com 69
e t|9 arroba de raix de alea tado, a 9,000 rs ; total 195,000 U 9* canas-
tras com \i arrobas e 21 libras d'allios em
mao estado, a 610 rs ; total 97,360 rs., 1
gaiola para passiro, por 390 rs ,- I caixluha
com 9 lencos de seda estampados, a 1,900
n. ; total 9.400 rs 1 la>a om 9 libras de
corcuroo, a 160 rs ; total 390 rs., 1 embru-
Iho contundo 6 potes com tinta, por 480 rs. ;
t saquioho com espoletas, por 500 rs.; 1 em-
linilho com 8 caixlnnas da phosuhoros, por
320 rs;20 bairis com manleiga avariada, po-
zando 749 libras, a 900 rs. total 149,800 rs.,
t livro imjrosso em broxurs, por 320rs;
60 Mlielos sollos ejornaes, por 800 rs. ; 1
embrulno contando limo ledras, por 10,000
rs i I caixa vasia, que veio o n plantea, por
190 rs.; 3 ditas vasias, que veram com ma-
ca-s, por 380 rs. ; | barrica rom um resto de
cavada, por 300 rs.;l birril com 34 medi-
das de vinho de Lisboa, a 1,000 rs ; total 34J
rs., 4 rodas de rame de forro pesan lo 350
IlDras, a 100 rs ; tutal 95,0o0 rs., 80 feixea
de aldos cum 140 arrobas, a 1,900 rs. ; total
168,000 rs., 1 pote de I miga vasio, por 500 rs;
2 can.s com 157 libras de rap, a 9,000 rs. ;
total 314,000 rs., 1 Caixi vaza, por 160 rs.;
101-1 ivas com 422 medidas e meia de corveja
em mi estado, em 1690 meias garrafas, a
600 rs. a modula ; tutal 253,500 rs,. sendo a
arremataeflo livro de direitos ao arrema-
tante.
Alfandoga de "ernucbuco 26 de novem-
bro de 1851. O inspector interino. len-
lo Jos Fernandas Barros.
Faco saber que aciiandose vaga a ca-
llara de Nielo ic 1 do collegio das ai tes des-
ta academia jurdica de Olinda por falleci-
menlodo professor Luit Paulino Cu val.m un
Vellez de Cuivara, rsl posta concurso a
dita cideira.ciijo praso sera tres mezes con-
tados da data de.sla.
E para que cnegue a conheci ment de to-
dos mandei iiliior este nos lugares do cos-
lume e publicar pela imprensa.
Secretaria da academia jurdica de Olindi,
94 de novembro de 1851.
Visconde de Goianni.
Faco saber a quem convier que achan-
do-se vaga a cadeira da subslituicSo de in-
glez e francez doollegio das artea desta
academia jurdica, est posta a concursos
dita cadeira, cujo praso ser tres mezes
contados da dala deste,
E para que chegue ao conbacimento de
todos mandei aflixar este nos lugares do
costume, e publicar pela imprensa.
Secretaria da academia jurdica de Olinda,
24 de novo.nbro de 1851.
Visconde de Goisnna.
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria da
Tazenda provincial, em enmprimento.da or-
dem do Exm. Sr. presidenlo da provincia de
15 doconoiite, manda fazer publico, que
nos dias 1, 3 e 4 de dezembro prximo vin-
douro, ir a praca para ser arrematado pe-
rante o tribunal administrativo da mesma
liicsouraria, a quem por monos flzer a ob'a
dos i- meatos supplementanos da punte,
sobre o rio Siriniiaem,avaliados em 612,400.
A arrematacBo sera feita na forma dos
arta. 24e 97 da lei n. 286 de 17demaiodu
correte anoo.
___=
Exc. o Sr. presidente da provincia fra desta
cidade.e da de Olinda os exames de jn
t'ucso elementar serSo feitos em cada o
cola palo respectivo Sr. profeasor, ejunu
mente com alguma pessoa i Iones da co
(langa do S'. Inspector do respectivo circo
lo, que tem obrigacSo da presidir a t0dn
esses oxamea.
tem os individuos, que tem escolas par
tieulares, quer le insirucco primaria que
secuu laria,aio ultimo do prximo miz l
dezembro podem requerer suas licmicas-
mas de Janeiro viudouroem diente ninguem
sem licenca poder ler escuta sob as peoi
impostas no regulamento de 12 de maio de<
te anno.
Directora geral, 95 de novembro de igji
Candido Eustaquio Cesar de Mello, aminn
ense archivista.
-Pela sobdelegscla da freguezia dos iffl
gados, se faz pblico, que foi aprendido
se acha reculhidoa cadeia um preto criouL
que diz cdamir-se Luiz, e ser escravo d
Jo5o Cavalcante, morador na roa da Pn,
quemse julgar com dirsito ao mesmo com
parece na mesma subdelegada, que provm
do o dominio, e posse lenal Ihe ser enir"
gue. Subdelegada da freguezia dos a ro-
dos 95 de novembro de 1851. O subdeleu
do. Francisco Luiz Manoel Vianna.
-Pela subdelegada da freguezia dos
Arogados se faz publico que foi aprehendi-
da, ese acba recolhida a cadeia dosta cidi-
de,a prela creoula que diz chamar-so Jom-
na, e escrava de Antonio Jos do Bumfim
rugida a quatro mezes : quem se julgar com
direito a mesma, compareca na mesma iub-
dolegacia, que provando o dominio, e posse
lugal, Ido aera entregue.
THEATRO E SIZ1BEL. ~
GRANDE ESPECTCULO VARIADO UltAMA-
TICO E CANTO
EM BENBFICIO Da OASTOB*
Miuirlli l.i'ma.
Sabbado, 29 de novembro Se 1851.
Depois de urna escoihida ouverluri, sub.
r scena o muito interessante e applau-
mo drama em cinco actos
D CESAR UE flAZAM.
No fim do primeiro acto a beneficiada can-
tar a bella aria da opera
Ernn!.
Doranto o terceiro acto na scena do baile
a beneficiada e a Sra. Cirmla, cantara
o bello duetlo da opera
Norma.
No intervallo do terceiro ao quarlo acto
sera executada pela beneficiada as diOlcels
variacOes de
Rhodas.
Dando fim o espectculo com a muilo
applaudida cavatina intitulada
POLACCA DOS PURITANOS.
A beneficiada espera merecer a protecco
doilluslrado publico desta capital.
Os Infieles acham-se dosue ja vonda
em casa da boneficiada na ra da Uuiflo n 3,
e no dia do expeclaculo no tdeatro.
22."
COMMERCIO.
ALKA.MlEGA.
Kendimento do dia 26 5:219,496
Descarrega Hoje 27 de novembro.
Birca franceza ~ Elisabelh mercadorias.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dial a 95. 16:291,458
dem do dia 26........9 829,984
As pessoas que se propozerem a esla ar-
rematado, comparecam na sala das sessdes
do mestno tribunal, uos dias cima mencio-
nados pelo meio da, competentemente lia
Piulados,
E para constar se manlou aflixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial do Pernambuco, 19 de novembro de
1851.O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Clausulas especiaos da arremataefio.
I." As obras dependentes desta arrema-
tarla, serSo feitas de conformidade com o
orcamenlo apreaenlado ao Exm. Sr. piesi-
dente da provincia, pelo preco de 642,400.
2.' O arrematante cu uceara a obra no
praso de um mez contado da dala da parli-
ci.iago i|ue no lorfeiia da approvacSo da
ai rom il' vio pelo governo, o us concluir
no praso de quatro mezes, ambos contados
da mes.1 a parlicipacflo.
3.* A importancia di arremalacSo ser
paga em duas pro-tugues iguaes; a primei-
ra depois de ter feito motado d> obra, e a
segunda depois de lavrar o termo do rece-
lo n -iito difiuitivo.
4.' Para fudo mais que no est determi-
nado pelas presentes clausulas, seguir-se-
da inleiramente o que dispon o regula
menlo. Conforme.-O secretario,
________Antonio Ferreira da AnnunciacSo
Declarages.
19:124,442
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do di
dem do dia 26.
al a25
1:525.126
293,522
1:818,648
I \|>(irl:ic;io.
Liverpool, galera ingloza Columbus, de
411 tonelladas, eonluzo o seguinte: -- 1200
ecos cum 6000 arrobas de assucar, 1910
saccas com 6519 arrobas e 8 libias de algu-
ilo, 1 barril e 3 caixas vinho, 1 barrica dito
do ginga, I caixa oleo de cupahiba e 6 ditas
curtes de vestidos,
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DK PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 26...... 245,370
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 26.....1:728,842
encarnizado, os colonos fura n ainda victo- negreiro bem conhecido.
riosos, elles combaleram com bravura o: Os colonos crendo ver hespanhoes que
inimigo externo; porm linham em suas' vin lo para reforcara inimigo, faziam fogo
filenas um inimigo, o qual nao tinham es-, sobre a escuna, ou antes. nSo vendo outra
peranca de vencer: era a fome. sal vacio aenSo na ertrado, abandonaran]
Ha seis semanas nao tinham mais que: seus inlrincbeirimentos.tentariam abrir 'ca-
urna rac.au de pao e de carne, e esla mesma ; minho naifloreala. QuefazerPbe preciso com-
diminuia de da em dia. As queixas eos.municir com as trincheiras; he preeiso
sornmentos dos morihundos e dos feridos com a maor pressa possivel advertir os am-
despedacavam aeus ouvidos, e nao havia gos. Quem quer encarregar-se desta ms-
nenhum instrumento de ciruraia para dar- sao perigosa ? pergunlou o govrnador 0-
Ihas algum allivio. Acreicente-se a isso lhando em torno de si. Ira ou : bradou um
que nao lindara mais que tres tiros para joven marioheiro americano, sahindo das fi-
Movimenio do porto.
Kavloi entrado no dia 26.
Nova llollanda 92 dias, barca ingleza
MountStewart Elphnston, defill tonel-
ladas, capilSo lleury N'orney, qupagem
33, carga 13a, sebo e cuuros ; ao capitao.
Conduz 24passsgeiros para Londres para
aajde segu. Veio a este porto refrescar.
Ilha da Assumpcao--7 disijL, brigua inglez
JohnOrmerol, de 187 melladas, capit.lo
A. G. Ilartley, equipagem 13, em lastro;
ao capitao. Ficou de quareuleni por 6
dias, por nao trazer a carta desaude,
Auiiu sabido no mesmo Ha.
Parahiba -- dale brasileiro Espadarte, mos-
tr Manoel Figuairedo Lopes, carga fari-
nd de trigo e mais gneros
. 1 .
UDITAES.
-- Pela inspectora d'Alfindega se faz pu-
blico que nos termos do capitulo 18 do re-
gulamento de 22 de junbo de 1836, se bao
de arrematar em hasta publica, porta da
mesma repirtic8o, no dia 22 do crrante ao
O 8r. desembargador chefe de polica da
provincia, manda fazer publico para conlie-
oimento de quem pertencer o ofllcio que
abaixo se seguo, e bem assnu a copia a que
elle se refero.
Illm. Sr.Coma inclusa copia do ofilcio
do capitao do porto de 28 de outubro ulti-
mo, respondo ao que me dirigi o seu an-
tecessor eui 6 desse mez, referindo-se a
outro do subdelegado do Poco da Panella.
lios guarde a V. S. Palacio do governo
la Pernambuco, 13 de novembro de 1851
Vctor deOliveiraSr. desembargador cha-
fe de polica.
Copia a que se refere o ofllcio supra
lllm.'Exm. Sr.Em conaeqoencia do que
me ordenara V. Exc. em despacio de 91 do
correte mez, exarado no ofllcio do chelo
de polica interino da provincia de 6 do ci-
tado mez, acerca das madeiraa, cujos cortes
estavam prohibidos por lei, cuaipre-me,
devolveodo oscilados cilicios a V. Exc. in-
formar que esta prohibido por lei o cortar-
se is seguintes mideiras :tapinhoSa, pe-
roba amarella, dita branca, pao brasil, se
cnpira merim, jatahy amargoso, angelim
dito, pao de arcos, piqui, capucaya, jata-
ba, vinhalico, polumeiju', dito Jatahy, ce-
dros vorinelhos, em virtude do aviso impe-
rial de 14 de dezembro de 1850, de confor-
midade emquanto as tres piimeiras quali-
dides de madeiris, com a provisBo de 13 de
agosto de 1738, e emquanto as mais com a
carta regia de 18 de outubro de 1799.
Deosguardea V. Ex. Capitana do porto
de Pernambuco, 28 de outubro de 1851.
Illm. Exm. Sr. Dr. Vctor de Oliveira, presi-
dente da provincia.Rodrigo fheodoro de
Freitas, capitao do porto.Conforme.No
impedimento do ollicial-moor, o oflicial
Domingos Jos Soarea. Confer Mirtios.
Secretaria da polica de Pernambuco, 22
lo nuveiiibio de 1851, Antonio Jos de
Freitas, primeiro amanuense.
REAL COMPANAIA DOS PAQUETES INGLEZ A
VAPOR.
No da 1 de dezmbro es-
pera-se ovaporaTaey a com-
mandante Chafran da Europa,o
qual depois da demoaa do cos-
tume seguir para os portos do Sul; para
passgem drja-se em casa da agenci
42, ra do Trapiche novo.
ZlAs
RECITA DA ASS1GHATURA
Terqafeira. 2 de dezmbro da 1851.
Da de fe.sta nacional.
Em solemoidade ao feliz Annversirio Na-
talicio do nosso Augusto Monarca o Senhor
D. Pedro II.
Logo que o Exm. Sr. presidente da pro
vincia, se dignar comparecer na tribuna, 1-
brir-se-ha scena e perante a efllgie de S.
M. I., ai senhoras Linda e Carmela, acom-
panhadas dos artistas da companhla dram-
tica, cantaral) o
Hynino Nacional.
Depnis ter lugar a primelra represenli-
c3o da excedente opera brlsilera em 3 se-
tos, comuosicao do muito distiocto Itra-
lo o Sr. Dr. Macedo, que tantos aplausos ob-
teve nos thealros do Rio de Janeiro.
O FANTASMA IHAM.O.
Msica do maestro D. Podro Gircia.
Personagens.
Tiberio, militar velho Uontairo.
Galall, vellia canala U.Amalia Hdnlciro.
Basilio, fazendeiro Raymundo.
Francisco e Antonio, filos de Tiberio, Bi-
zerra e Silvestre.
Jos, estudanle de medecini Germano.
Mara D. Manoela.
Clara D. Rita.
Julia-D Julia.
Feiores, lavradores, camponezes, etc.
O? bilheles tantos de camarotes, como de
cadeiras e plateas serlo vendidos por tres
recitas.
Segunda recita no dia 4>
23.' DA ASSIGMATURA.
Subir scena o expeliente drama en 3
actos.
Pagem d'Aljubarrota.
A comeda em 1 acto
FALLIR VERUADE A MENTIR.
Terceira recita no dia 6,
24'. DA ASSIGNATURA.
Primeira representado do grande drimi
em 5 actos.
O Ermitao da Scrra de Cintra.
Farca o
RECRUTAMENTO N'ALOEIA.
Todos estes espectculos serSo intervala-
dos de cantura, que se annunciarto cir-
riimst inciadanieiiio pelo joraal.
Os samuros que enrommendaram buh-
les, pdem manda-los buscar ao escriptorio
do theatro.
Fublicaces Iliteraria.
ELEMENTOS
DE
Homceopilhia.
Sabio a luz a segunda parta desta obra
com posta pelo profeaaor homoeopalha Cos-
set Bimonl. II 'cehem-so assignaturas para
a obra inteira a 5,000 rs., no consultorio
homceopathico da ra das Cruzes n. 28. De-
pois da publicarlo da terceira parte, o pre-
go sera elevado a 8,000 rs. para aquellei
que n.lo tverem aseignado. No mesmo con-
sultorio, icha-sea venda tudo quinto be
necessario para o estudoea pratica da bo-
mcoopathia, como seja : livros impressos
para Historias de doenies. regimens apro-
pnados para a provincia de Peroambuco, a
encarrega-sede mandar forneeer qualquer
encommenda de medicamentos homoeopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : PatAogenetia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elementos de anatoma e fhieiologia com es-
lampas, paraos curiosos em homosopetbla-
Roga-se aos senhorea assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
iis 00 consultorio bomwopalbico da ra
dis Cruzes n. 28._____________
TRATAAlttNru HUMEO-
PATBICO.
DAS MOLE,TUS VISESEtS,
e conselhos aos doentes para se curaron) a
si mesmo, sem precisaren de medico,*
pelo professor honiceopatna
Gosset-Bimon.
Saho a luz e acha-se a venda no consul-
torio horneeipathico da roa das Cruzes n-
n. 128, pelo preco de 1,000 rs.________._
- De ordem do Illm. Sr. director geral da
.. InstruccSo publica, fico saber a quemeon-f
meio dia, as mercadorias abaixo descriptas, | vier, que por deliberado aprovada de S.l PaiaoRio Cnude do Sul protende sa-
Avisos martimos.


Iiir brete o brigue Feliz Dnilo por ter urna
parle do seu carragamento prompto, inda
recabe carga a frete. Quem no meamo qui-
jar car egar po 10 entonder-ae com os con-
signatarios Amorim A Irruios ra da Cadea
D. 8 ,
Para o Aracaty at o di* 5 de dezembro
o patacho aAraoatya a tratar com Manoel
Dis na ra da Seozalla Velba n. 130.
Para o Rio de Janeiro, segu com bre-
vidade por tac-parte >la carga enganjade, o
releiro paiacno Clem-niioa, para oralo da
carga ou escravos a frete : dirija-ae a Joao
Franriaco da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
Pare Liaboa aahe impreterivelmente
nu da 7 de dezambro o brigue portuguez
Conceicflo do Mara. Anda recebe alguma
carga e passigei'OS para o que lem exeel-
lenlescommotos, trati-se comaeus consig-
natario Thomaz de Aquino Fnseci & Ki-
lliD : na ra do Vigari.) n. 19 pnmeiro an-
dar ou com o capil.io na praija
Para o Rio de Janeiro sahe no dia 31
docorrentn, o paiacho Santa Cruz. Anda
recebe alguma carga miuda, passageiroa e
escravos a frete : a tratar ao lado do Corpo
Santo, loja de maasamea n. 25.
Para o Ro Grande do Sul, seguir em
poneos das, por ter a maior parte do aeu
carregamento prompto, o brigue nacional
Deus te Guarde cipilo Lauriano Jaclntho
de Carvalho, a anda recebe alguma carga a
frete: a tratar com Baltar & Ol voira, na ra
da Cadeia do Recife, armazem n. 13.
O patacho brasileiro Valen-
te, de que he capitao Francisco Ni-
colao de Araujo, segu imprete-
rivelmente para o Rio de Janeiro,
no domingo, 3o do corrente: para
O abaixo assignado, ratifi-
cando seus annuncios pelos jor-
naes da capital em 1847 e 1849 ,
pelo presente declara, que conti-
na a nao assignar e saccar ledras
de pessoa alguma,porque nSo deve
e nem tem transarles a fazer, por
cujo motivo ser e he falso qual-
quer papel assignado pelo annun-
ciante dessa natureza ; assim como
tarnbem declara, que toda e qual-
quer pessoa namesma capital e na
cidade do Rio Formoso, como j
annunciou, nada tem que procu-
rar do annunciante, por qualquer
divida que em seu nome se faga
por pequea que seja. Kngenho
Gindahi dafreguezia ueSeiinh'em
em lodenovembrode i85i.--Jo3o
Mauricio de Barros Wanderley.
-O Sr. Wolichar, que tem coxeira, dgne-
se de ir a ra Nova n. 42, saldar suas contas.
Aluga-se urna engommadeira, escra-
va, ou foira, para casa de familia: na ra do
Brum, sobrado de 4 andares no segundo.
Francisco Joaquim Cardozo, embarca
para o Rio de Janeiro, dous escravos creou-
los, Severi 10 e Bene licta.
Jos Paulo da Fonseca remette para o
Rio de Janeiro o seu escravo Paulo, preto,
de naeSo Angolla,
J080 Jos da Crus, embarca para o Rio
5'
- Franklln Benjamn Theoton 10 Paitlo. -Na primeira m. liareis do lllm. Sr. Dr., -Theodorla Mara do Nasci monto, fez pu-f -Na ruado Colletrlo o. rende-ae ae-
atoTlieoton.oPeiiuto.de- 4uizdos foito da fazenda Irlo apraca por blico.quetendo fallecido seu marido. Joa*. bolee mullo no., a 320 ra. cenlo. lata*
axncinjau da f.zenda provincial os beoaae-1quim Bernardo da Pz, lem de proceder eom bolarhinha de araruta mullo oova a
.uuiles : urna cesa larrea de madeira e bu-1 inventirio, e por isso pedo aquella* pesaos a 3,400 linguicas novas a 360 r. a Ib palos
1 'o.' *,l*uel io balrrodoaAfoga-jqua t-nham algum crdito e contat com s*u aSIOr., farinha doararula a 140 ra, mr-
usn'85-co'iiquiotalem aberto, avaha.1,1 casal, najam de a presenta-las no praao de 8 melada nova a 50 O a Ib.. lala de marmello
mn 3D.UU0 rs. : diU uame-ma ra n. 87, deldia*. 480. doce de goiaba mullo fino man lado
e Genuino Augusto Tlieotonio Peiiuto, de-
claram em lempo ao comprador da ca
terrea da ra da Guia n. 32, ou i nutra qo*l
quer pessoa que aqueira comprar, que
it esa se ach penhora.ta a 1' liei-nn Joa-
aiinri doa Santos, lierdeiro de su fina lo
ilio, Feliciano Joaquim dos Santos Jnior,
elossnnunciantes, para pagamento do r s
io de heranca de sus, tarnbem finada, lia.
I). Mara Joaquina Potsidonia deJeaug, da
qusl sin herde.ro, eo mesmo Santos tes-
um-oltiiro e inventariaiilo ; o que tu io l-
p-le ver nos autos que eaisiem no cartorio
i!e orphos, escrivdj Brilo.
*S9SS***SB*9S99*
. j. -.;^no a <>**.* d9 Janeiro suas escravas, Joanna a Catliari
carga miuda, passageiros eescra-,nacreoul,8 ,ilulina e ,oao paruos.
VOS a frete, trata-se com O capitn, I No dia 3 de dezembro, Onda a audien-
ou com os consignatarios Novaes^;^^^^^. i-. .m.
& Companhia na ruado lrapi- noel Joaquim Soares, por execue.3o de Joo
che n. O. iTavares Cordoiroescnv0o Motta.
' ,"' ., ,___. j. ... I Aluga-se um pequeo sitio com excel-
- Vende-seo hiate.Caprichosj de per- in,^,^ |u^(1;capu..ga, defronte do
o de 40 tonell.d.s, excelentemente cons- Sr-Deb J ^ na
ruido a de muito 8UPerlu;e? 'le/"V"" gunda casa, del-onle do mdfrdo hospital,
hioso maren.jane.ro pass.do.eesta.prora- Al e c, em3fmlU na l.dei-
tode ludo para seguir vi.gem oiiwlej- r da (niircord, n. ,2.Pro.Dta,l,mP.,c.i.
dent-s oroJero examinar defronle do ad illtad ril.r pira ver com sr.
caes do Ramos onde ae cha ancorado :pa- A V Lulz'Gon.,ga na rus de li.thlu
bro.tendo ja a maior parte da carga prompta,
para o reslo dr.ja-se a JuSo Francisco da Attencao.
Cruz: ra da Cruz n. 7ouao cintilo Ma-| O abaixo assignado com armazem na ra
noel Jos Monlbiro Vianna, na Praca. da Cruz n. 11, para avilar equvocos, d cla-
Para a Babia. ra em tempo,que nao he elle o di amar ,uez
Em poucos das por ter parte de seu carre- P. Moller, que da parte da polica de 32 do
gamento prompto, o hiato Ligeiroa forrado corrente, publicada no Diario de hontem,
e pregado de cobre para a carga, e passagei- consta ter sido preso requisito do res-
rosdirijao-se a ra do Vigario n. 5. Ipectvocnsul, e sim um marujo do pata-
-- Para o Cear* o hate N. Ollnda : a tra- cho llolstein, da mesnti nar5o di noue G.
tar com Manoel Das, na Senzalla Velba n. Moller. P, Moller.
J I' i. sacerdote que tem pratica do
4 ensno de prlmeiras letras, gramma-
% tica latina e francesa, geometra, mu-
4 zica vucal a de alguns instrumentos,
# inclusivamente de piano acceila a
*) capellana de algum engenho proxi-
9 mo a esta prsca aubjeiando-ae a fa-
f zer sua residencia aonde tiver de
9 exorcer o ensno das referidas mate-
rias: a pessoa que com o mesmo qui- _
zer contratar, dlrja-aea ra Nova n. #
a) 8, onde sera informado. #
Frecisa-se alugar urna escra-
va, que seja boa cosinheira c com-
-- Antonio Ricardo do Reg, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, o seu escravo Manoel, de
nacSo Angola.
-- Precisa-so de urna ama, que ten. lo bnm
por ter parle da carga en- leite, sendo asseisdae cuidadosa, queia a
> I.,,, pn.ilirriili i-sriina mmentar urna crianca de dous mezes
a bem conneciaa escuna mim nelM cjrcum,uncja3 (s,nJo
" forra), oir.ja.se atrs da matriz da Boa Vista
134.
Para o Rio de Janeiro, sa-
lar com a maior brevidade pos-
sive
gajada
nacional Mara Firmina capitSo
Joio Bernardo da Roza : quem
pretender embarcar carga na mes-
nia, ir de passagem, ou embarcar
escravos, pode entender-se com o
mesmo capitSo, ou com o consig-
natario Luiz Jos de S Arrujo ,
na ra da Cruz n 33.
Para o Porto.
Sahe com a maior brevidade
possivel, por ter parte de seu car-
regamento, a linda e veleira gale-
ra portugueza Bracharense tem
aceiados commodos para passagei-
ros : quem na mesma quizer car-
regar, ou ir de passagem, enten-
da-se como capitao Rodrigo Joa-
quim Correia, na praga do Com-
mercio, ou com Novaes & Compa-
nhia na ra do Trapiche n. 34
Para o Kio de Janeiro,
o bem conhecido brigue escuna na-
cional linda, capitao Manoel Mar
ciano Ferreira, segu impreteri-
velmente no dia 3o do corrente
mez, por ter o seu carregamento
prompto, pJe receber algumas
miudeza, passageiros e escravos a
frete, offerece.ido para estes os
melhores agasalhos : trata-se com
os consignatarios Machado & Pi-
nheiro, na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, ou com o capitao
na praga.
Frela-se para qualquer parte do Norte,
stao Ceara barcaasa Nova Espranos
grande nova e de boa construcSo, ou rece-
be-se carga a frete para o Rio Grande do
Norte e Ass: a tratar na ra da Madre de
Dos o. 34. ______
Leudes.
- Eugenio Gallyot, Urnlo em Pariz feito
avultado emprego em ricos objectoado mais
apurado gosto, e da moda, pata adornos de
salas de visitas, gabinetes e toucadores, e
para uso particular de senl.oras e Lomes,
os quaes objectos formam como que urna
linda quanto admiravel exposicfioem pon-
to pequeo, que continua a franquear dia-
riamente ao publico entendedor e aprecia-
dor de taes galanteras, em sua casa da ra
da Ciuz n. 1, segundo andar, desde as II
horas da ma.il.3a at as 31|2 da larde; e
tenclun>ndo fazer sua viagem convem-lhe
fazer seu ultimo leilSo, quinta-frira 27 do
corrente, por inte, vencao do corretor 01.-
veira, das 10 horaa da manbSa em dianle,
na mencionada caaa.
O corretor Miguel Carneiro, fari leilo
no dia sexta-feira, 88 do corrente, as 10 ho-
ras da manhaa no aeu armazem na ruado
T.apicne n. 40, de diversos trastes oovos, e
usados, urna mesa elstica nova, ricos lus-
tres, lanternas, candieros, louca, quadros
com estampa*, e outros muilos objectos por
lodo o proco.
'._. '_____u
Avisos diversos.
Precisa-se da urna ama de leite, que re
ceba una crianca, que lem 7 mezes e meio
de .dado, para criar em sua casa, e qued
conbecio.enio de sua conducta : no pateo
do Ter^o n. 33.
No dia 37, as 4 horas da tarde, se bao
de arrematar, na ra das Florea aporta do
Sr. Dr. juiz de ausentes, o resto dos despojos
do finado Grangeiro.
Urna mulher se offerece para ama de
casa de pouca familia : no pateo do Terco
" 1, segundo andar.
n. 16.
Preciss-se de um homem para faitor de
engenho, muito perto desla pra(a : na ra
Nova n. 67.
Aluga-se metade de urna casa, com en-
trada separada, constando de sala de visi-
ta, alcovs, sala de juntar, cozinha a um nx-
cellenle lerraco : a quem conv.er, dirija-se
a ra do Crespo n. 5, para ae trie ensillar
a ra.
AltengSo.
A mesa rege lora da n mandado do Divino
Espirito Santo, em consequencia da dilibe -
racjlo da mesa conjuncta, convida a lo los
os irmSos a cou.parecerem no consistorio
da mesma, 00 domingo, 30 do corrente, as
9 horas da mantilla, para reun.o de mesa
geral, e pede aos meamos i.So faltem, por
ser de grande interrsse a mesma irmauda-
de, o que so tem a tratar.
Napolen Gabriel Bez embarca para
o. Rio de Jsne.ro o seus eseravos se-
guintes : Jos e Bonifico, crioulo, Izabel
crioula.
Percisa-se do um caixeiro para venda
com pratica ou som ella, dan lo fiador a sua
conducta : nos quatro cantos da Boa-Vala
n.1.
-- Rogs-se so lllm. Sr. subdelegado da
freguezia da Boa-Visls, que se digne dar
suasurdens para que ...".o cputinuem a la-
var-se no rio da Capuugs, 1 orto da estrada
nova, ce.toa malandrinos, que sem respeito
as familias que po~ ali muram olio duvidam
porem-se us, e correrem por Ierra, pro-
nunciando |>. 1 ivr.is obsenas, que s podem
ser ouvidas por elles.
F. Blanchet e sua senhora vao a Babia.
Attencaj.
O arrematante dos impcslosdas
afen^Oes, das licencas dos mscales e boce-
teiraa, mudou-se para a 1 ua das Agoas Ver-
des n. 35.
Precias-sede um bomamassador: na roa
Imperial n. 37.
O Dr. Pedro de Alhayde Lobo Hoscoso,
lendo de retirar-so hoja no vapor Parotrue
para a curte, c nSo podendo, pela prec.pi-
tacjlo da sua v.agem, i'espe lir-se das pes-
soas que o honra ni com suaamisade, pede-
ll.es por meio deste desculpa de semelhanle
falta, que 0S0 hefllba deaua vontade, mas
das circumstancias de se ver obrigado a
embarcar denlro de 34 Lora.- Adverte s
pessoas que aeacham curando no s.eu con-
sultorio, que os livroa de sua clnica ficam
no poder do seu di Sr. Dr. Sabino a quem poder-ae-hSo di-
rigir durante a sua ausencia. Approvei-
ta a occssiSo para olTerecer ios seus amigos
o seu diminuto preslimo, en qualquer
parle, onde o cunduza o seu destino.
Na casa de modas francezas de madar
me Millocl.au Buessrad.as aenhoras acliarflo
para passar as feslaa, sorlimento de ludo o
que componha a toilette de bom gosto,Unto
para cidade.como para o campo, a por pre-
ces mais rasoMve.ssendo dequalidade igual
o que ha em oulra qualquer parte.
ntm99999m9999S9999S9
J Paulo Galffioiix, dentista 9
francez, offerece seu prest- 9
9 mo ao publico para todos os <9
9 mi-ir iis de sua proflssao: 0
9 pode ser procurado a qual- 9
9 quer hora em ana caaa, na #
# ra larga do Rozarlo, n. 36, asa
9 segundo andar. 0

Aluga-se um bom sitio no lugar do
Cordelro, a margem do Opihanbe, com boa
caaa, estribarla para 3 cavallos, casas para
pretos ef.i.lnr, poma, e Jar li n; assim como
baixa, com capim e multa ortalice : a tra-
tratar na ra do Quemado n. 30, segundo
andar.
Precisa-sede urna criada, somante pa-
ra o servico de cozinha e compras, para
urna casa de muito ponca familia : na ra
do Rozarlo da Boa-Vista, sobrado o. 33.
Acba-se justa e contratada a compra da
casa e a meia agoa no fundo da mesma, na
ra Augusta n. 15 : quem se julgar com al-
gum direito ou hypoiheca annuncie oestes
quatro das por esta folha.
pradeira, : quem a tiver dirija-se
a ra da Assumpcao ou muro da
i'enha o. 16.
Hotel no Monteiro.
Domingo, 18 do correle, abre-so esle
ealabelecimento com as seguiotes pro-
porches :
Sala mobillada e independente, para as
familias, que indo a passeio quizaren des-
cansar.
Quartos preparados para dormida.
Espacosa e be.n arejada sala de jantar,
com capacidade do servir s 40 pessoas
Soili para receio a passaio.
Estribarla a arranjos para cavallo.
Comida mensaleavulso, preparara -se jan-
tares e prezuntos, aluga-se louca, vidros ,
bandi-jas. etc rta.
Tudo por preco muito rasoavel, e acn-
tenlo dos pretenJentes.
Na casa de modas francezas de m ada-
me Millochau Buessard, recebeu-se pelo ul-
timo navio vindo de Franca, um gran le
sorlimento dechapeus de todas as crese
qualidades.e manteles a capolinhos de se-
de de cores, e preta,juntamenle com alguns
da cambria bordada que todos se vndenlo
muilo barato.
-- Amonio Jos Itibeiro Bastos, remette
para o Rio de J mono o seu escravo creoulo
de nome Justino.
Antonio Jos Ribairo Bastos, remette
para o Kio de Janeiro os seus escravos cre-
oulos de nomes Jos e Angelo.
-- Quom precisar de um caixeiro brasi-
leiro para venda ou armazem de assuoar ou
qualquer estabelecimenlo, tanto para a pra-
ca co no para o malo, dirija-se naa C.ncj
Pontas n. 100, que inlormarSo a conducta,
ou no paleo de S. Pedro n. 1 : a tratar com o
mesmo caiie.ro.
O abaixo assignado, previne ao publico
que ningUd.n faca negocio com urna letra
da quaniia de 147.0OJ rs., aceita pelo mes-
mo abaixo assignado no dia 13 de nove.nbro
a vencer-se 110 da 13 de Janeiro de I82, a
favor da Paulo Baslus, visto esle ja ter rece-
b.do no dia 18 do correte 50.U00 rs. por
cotila,pois a dila letra se acha e i.biracada.
Joaqui.n da Cosa Vieua
Acliou-so umicbavjdo cofre nu lugar
maoe.ra abarro pcr*SO,000 r.: dita pal Aluga-se urna caaa terrea eom solio, | f.zer de encommenda, queijos muito boos a
-In.,ru' n.- M' de madeira a barro por | no sitio do Cordeiro, a margem do rio Capi-jouiroa mu.tos genero por prego muito
bar.be, com commodos para Krande familia, feommodo :o proprietario desle eatabeleai-
cosinhs fra.cocheira, estribara para 6 ou menlo dezeja-seafreguesar e rremetaterrir
8 cavalloa, e quarlo para criado ; una dita t bem os frrgurzes.
mais pequea no msroo sitio, tarnbem com 1 Em fora de portas ra do Pilar n.135,
commodos para familia, cosinha fre, e ea-l ha para vender nmescravo cnoulo comoffi-
70.000 rs.: dita na mus .... ra o. 101, en-
caixflo de tijollo a cal, quintal gran la em
abe. to por 200 000 rs : dita na int-sma ra
n 103, de barro e madeira, quintal em
abarlo por 70,000 rs. ; cujos bena vilo ae-
r m arie.nal-dos por venda, por execucjlo
da fazen la provincial contra Joaquim Cae-
lano da Luz.Uma casa ler'ea o. 38, no
Becco du Quiabo do bairro dos Afoliados,
com 30 palmos de frente, a 4? do fundos,
quintal en abarlo, sendo a dita casa a fren-
te de tijollo a o mais do bairro, avahada
por venda em 100,000 rs.. por execucSo da
fizonla provincial contra Auna Maria da
Palx3o. Lucio, crilo eom 30anuos d-ni .de
do 8erv.r;o de casa, avallado em 400,000 rs.;
Luciana crila com 45 annoa de ilade,do
serv.co de casa avahada em 300,000 rs.; 1
'.mi | ie com 6 aunosdeidade, avahado por
200/rs, I dito com annode idade, avaliadu
em 100,000 rs.; 1 carro de quatro rodas,
avahado por 200,000 rs. ; 1 d.lo de 2 ro-
dos, por 120.000 rs.; 1 camip com as-
iento de palha (usado;, por 5,000 ra, 1
lu ,i de r.ni -i i as da pao il'ol -o assenti.s de
palliapor 19,200 rs. I ca.nap e 8 cadei-
ras de md-ni de Jacaranda (usada-) por
32,000 rs.; | parda bancas da mesma ma-
deira por 12.000 rs.; 2 ditos da mesma ma-
deira por 20.000 rs. ; 2 parva de lanternas de
vido por 20,000 rs.; um par de mangas de
vidro lizas por 3,000 rs.; 1 lustro usado por
20,000 rs.; 1 mar;ueza de amarello com as-
sentu depill.a por 6,000 rs.; 1 duzia de ca-
deirasordinariBSPQr 2t,O00 rs. ; 1 cama de
ferro por 6,000 rT;'1 dita de amirello do
armacSo por 8.000 rs.; 4 litas de vento usa-
das por8,0)0 rs.;2dilasdemolla por 16.000
rs. ;3 bal usados por 4,000 rs, 2 ditos de
Nandros porl.OOOrs.; 1 commoia da ama-
rello por 8.000 rs.; 1 a arador por 6,000 rs.;
I meza de cus.nba por 2/ rs.; 1 dita da jau-
la r par 8,000 rs. ; 1 toca lor por 6,000 ra.;
l l.iv.n.irii) ti seus pertences por 6,000 rs ;
I guarda I mea por u.OIOrs. ; meio appa.
reino de louca para muza de jantar por 16/
1 aparelho para cha nor 5.00o rs ; 12 copos
para agoa cor 2,000 rs.; 12 ditos pciueno
por 1,000 rs. ;4 Karrafas brancas por 4,000
rs. ; a 4 co-npoleiras por 6.000 rs. ; p.nbora-
dos estes bous por eX'CucSo da fazenda pro-
vincial contra JoSo Biptisti Pereira Lobo. -
Uma banca de uinho para fabrica de cha-
rutos avahada por 2,000 rs.; urnas tabois
de pinho que lo-.... ..e armado de loja por
1,920 rs. ; 3 flieiros envidracados por 3,000
rs.; 2 saceos con. fumo por 640 rs-; e
100 caixas vazias por 1,000 rs.; p.nhorados
estes b i.s por execuc.lo da fazenda provin-
cial contra Antonio Joaquim Kexpandes do
Aiavedo.--Urna escrava de noroe Hara da
naci Com 40 annos da idade do servici de
casa, avahada por 300 000 rs. ; aquil esti
con ...na. I,, p ir exocur,a i .1 f.zenda provin-
cial a AleXaii.Ire Joaqo... Saty.o. como les-
i.i...un'. o da Francisco Jos Duarle U.na
coin.ooda de Jacaranda por 10,000 rs.; i >
cadeiras da mesma madeira fusadaj por 2tg
rs.; 2 bancas de Jacaranda por 20,000 rs. ;
I ... ni .i io de amor.-Mu ,ior 6,000 rs.; 2 lan-
ternas de v. ..o por 4,0..0 -. ; o 1 nn./.a de
jantar de am.rello poi li.uu.i rs ; piuhora-
dos estes beus porexicuco dafazen la pro-
vincial contra Evansiu .tiendes da Cuulia
Aze.elo : 2 livros dd receita u desposado
imperio por 4,000 rs.; 2S ditos em broxu
tribaria para 4 cavallos i para ver no mes
mo sitio, < pra tratarcom Gabriel Antonio,
no pateo do Carmo n. 17.
Adverie-ae ao Sr. Bernardo de Alhu-
querque Pernandes Gama, que o seu corres-
pondente nesta praca, no tem pago a subs-
cripto do Diario.
-- Manoel da Almeida Lopes, com osa
de consignando para comprar e vender es-
cravos, tanto para esta provincia, como pa-
ra fura dlla, mudou a sua reaidencia da
ra da Cadeia do Itacife, n. 51, para a ra
da Cacimba, n. 11, aonde moroo o finado
Exm. vigario. Brrelo,onde continua, offe-
recendo-se toda a seguranza precisa para os
meamos e hom tralamento.
J- J. Reller Cutileiro 8t Ar-
meiro.
previne ao respeitavel publico deata cidade
que abri o seu eslabelecl-nento na loja] n.
II no atierro da Boa-V'isla( que fui do Sr.
Lucompte) onde elle se acha pronpto para
concertar ou fazer de novo qualquer artigo
concernanle a sua prollssHO, como tamba u
se oceupur em amolar navalhas, tliesouras
etc., o espera que gnsara das inteiraa con-
li.ni.'s da seus freguezes pela baratez', e
presteza com que tenc.ona servi-los, tam-
be n recomen la o seu grande aortimento de
lena nei.tas para ma cineiros, lorne.ro,
esculplorea, ferreiros, ecauoeiros, martelos
para ourivos, f-rria para fumle.ros, d.tus
para cipim, ......ni.os para efe, buril, the-
souras para corlar Lia da cirneiius, corren-
tes para amarrar cachorros, tar os, limaa,
etc. u.n graudo so timento de cii.ru. i:
bengalas, chicotes e bengalas de guta, per-
cha, de nova inencJo, espingardas, polva-
riti'.os tliasouias para uiihas, custuraa, a
jardn, cin.votes, oslojos de I e 2 navalnas
g iiami l,.s, cabecadas e re leas para canos
de se la vegetal, bidas, esporas ludo pelos
prec is mais barato< possiveis.
Precisa-se alugar urna ama forra ou ca-
tiva, para fazer lodo o servido de uma casa i
na ra da Cadeia confronte ao tnealro Ve-
I lio.
ci do pedreiro preferindo-se a quem com-
prar para embaruue,por motivos,sendo oro-
prio dos que se procura para tal destino
tanto pela perfe.cfln no seu iiflicio.cnm boni-
ta fwura. na meama casa ha um bo-iito es-
c 1er prqprio para diverttmenlo de qnern
for apaixonado, ou para algum capitao de
embarcarlo : he novo o construido de supe-
riores na lenas : qnem preclzar procure no
referido lugar.
~ Vaude-ae cazaes de gneos : na ra do
Collegio n. 5, se dir quem os vende.
Casimiras baratas.
Vendem-se os mus modernos cortas do
casimira, qua ha no mercado, a 4,500 rs. ca-
la corte, tendo granJe sortimenl para o
comprador escolher ; chitas franeezss de
linios pad'es, de crea fixas, a 310 rs. o
covado; ganga ..mar-lia pan jiquetas e pa-
utes de meninos, a 240 rs. o covado : na ra
lo Queimado n. 19.
Vendcm-se verdadeiros cha-
rutnsde llavana, os mais superio-
res que tem vindo a xta praca ;
prezuntos de Weslphalia, lingnas
seccas de Buenos Ayres e lentiliio
em garrales, tudo chegado recen-
temente: no armazem de YV.Baucli
na ruada Crut n. i5.
*>9999 ** 99 99
if Miinotdarxposlco. &
D Na loja do sobrado amarello nos qua- <>
I. i i-iui.i .la .... .1 i n ic'iii.idi) n. 29
t> lem para vender nova fazenda para
r vest los d^ seniora, denominada mi-
<* moa da ezposicSo, fazenda dediliea- #
fc) diasimos gustos a ceras muito llxas tt
ti pelo diminuto preco de to rs. oca- m
+ vado. 0
***++*+***+ib9999
Lencos de seda.
Vendem-se lencos de seda de um* ( cor
polo commodo preco de 1,280 ra., e meios
Precisa-se singar uma casa com sitio, I ditos para pescoco de homem a 640 rs. : na
ou sem elle, na capuoga, ou anda ruis I loja de miudezas da ra do Collegio n. 1.
i
do Moiue.ro na margem do rio no lugar do (iutor) Jos Ignacio do Abru Luna por I4#
Cal ieno.ro : quom fr seu dono, dando os rs. ; 1 olio J-sus Curalo peraiue o sec lio,
Biguaes cerlos mesera enlreguu : na luja de
niiulezas, ua praga da Independencia n 4
Precisa-se da urna ama, que teuiia ion
eabuuJaule leite: na la do i.manicio
o. 35
Do sobrado da roa das Cruzcs u. 22, so
passar da prucisiSo do Coi po de Djos, cabio
na ra, do pescoco de u na menina um Bs-
pir.to Sanio de ouroj a pessoa que o acliou
querendo-o restituir leve a mesma ca-a ci-
ma, que sera generosamente gralilicaJO,
Piec.sa-se de um prelo para u ssrvico
de casa : na padana da ra de Doiniugues
Pires n. 44
Itoga-se ao Sr. F. G. P. G., morador
em Aurora, queira mandar pagar a quau-
lia de 102,960 rs. di faz. ndas que comprou
para si, e oulras de que abouou a diverso*,
em Sanio Amaiiniio a pesaoa qud ..o igno-
ra ; e emquanto nao o lizer lera de ver o seu
nome repetidas vezas no jornal.
-- Quem tiver urna escrava desembaraci-
da para o servico de uma casa, que s.iDa
sullrivelnie.no engommar ecosiuhar; eque-|
rendo dells dispur : leve-a ao segundo sn-
em ii...xu.'i |. 5,uU0 rs.; I Jilo mutuiado
Sohdo- em brotara por 5,000 rs. ; 3 me-
zas pequenas da abrir pur 12/rS,; 12 cade.i-
ras de hraeu enin assenlos de palia, pur 30/
rs. ; 6 ditas cu.n incalo de pallu pur
12,000 rs. 1 camap com asseuto de
(..na 8,000 rs. i 1 hvro repa.adur : \ leni
por 1,000 s ; I lava o-io por 2,000 rs. ;
4 mangas de vi.ro e 2 caiticaes ta.nbom de
vidro, por 14,000 rs ; a I burra de ferro pe-
quea por lo, mu is ; ,01111.11 a loa esses bens
por cX''"ii.,o da I i/e i a provincial contra
Jo io iiaplisla Pereira Lobo.
a. I. b. Vollmaier aliador do pianos
aja faz scionle ao respei.avel publico des- 9
e sa ni .lado,.| ue se aclia promplo a qual- a)
ajj quer hora do da para exerc -r o seu >
. olllcio Unto na cidade.com > nos seus
0 ,n r h.il H'-.a prerjos muito favoraveis, s>
0 P le ser procurado na ra da Cruz 9
9 ii. 38. *
##^#IJ#aV##^##-G' -- Precisa-se de u.na ama de le.tu quo re-
ceba uma crianca para criar em sua casa : a
dar da casa da esquina da ra do 5ol cun eo iraiar na ra do Quaimodo n, 57.
lia la para a ra das flores, oude sa paga
bem.
Precisa-se de uma ama forra ou escra-
va, para o servifo de cosinha : na ra larga
do llozario o. 21, venda da esquina que vul-
la para o quarlel de polica.
-- No dia 28 do corrente, linda a audiea-
cia do lllm. Sr. Dr juiz do nivel, ao meio
dia se ha de arrematar a meior parte do so-
brado da ra do Livramenlo n. 16 em que
tem loja de fazeddas AndraJe & Ir uo, sen-
do o sobrado avallado em 3:400,000 rs., e a
parteque se arremata em 1:627,490 rs., lie
a ultima praca, por u60U{I du Jos do
Melenos lavares, coutra Julio Francisco
Kerreira esua inultier, escrivSo Sanios.
Ks a justa a compra da casa n. 42 da
ra Direita dos Afogados : quam tiver que
reclamar sobre a una caaa, annuncie no
praso de 15 das, ou eutenda se coai o
comprador, na padaria do mesmo lugar, e
na mesma casa vende-se a taberna que nella
existe.
P'ecisa-se do um caixeiro de 14 s 16
~ Precisa-se de um caixeiro, para tomar
cor.11 de uma padaria por balance-, o qual
tei.ha pratica do mesmo negocio, e d6 fiador
a sua conducta : ua ra Direila n. 26.
Juo Antonio Lopes Carneiro, retira-se
para fra do imperio.
Tiram-se passaportes para
dentro e fra do imperio ttulos
de residencia e despacham-se es-
cravos, com presteza e por com mo-
do preco : na ra da Cajeia do
l.ecile, loja n. q.
Alega se o primeiro andar da cos n.
51, da ra da Cadeia do Recife, de cinco va-
randas de frente, sallas, sala d i jantar cin-
co quarlos a cosinhi fora, assim tarnbem
do lirmelo n. 7 da ra do Brum : a tratar
na ra da Cadeia do Recife o. 49 primeiro
andar.
O abaixo assignado solicitador dos audi-
torios faz sciente a todos os seus constituin-
tes, a mais pessoaa que de seu preslimo se
annos de idade, para venda, dando liador a qUizerem tilsar.q'o podem procurar na roa
(conducta: na ra da Cruz do llecile e sauta xnereza, casa larrea n. 28, para
perlo, com tanto que tenha banho no rio
Capibar.be, e seja perto del le : oesla lypo-
grapliia se dir quem precisa.
Preciza-se de um port iguez que seja
perito em plantarles de sitio, e saiba ti-
rar formigas, quem estiver nestas circuns-
tancias e quizer irabalhar no aitio na traves-
sa do Remedio n. 21 eulenda-se com seu
proprietario, o Porteiro da Alfandega desla
ci lade, na mesma reparticHo q je a vista da
prova que der desaber o que cima se desa-
ja, e da sua boa conduela &. t.aiar-su-lio
do ajuste.
.Mascates e boceteiras.
O arreiualanle do imposto dos mscales e
boee.l-iras, deila municipio do Recife, faz
ee io aos m's.nos, que do dia 15 em dianle,
dar principio a passar as ditas licencas, e
a quem iuteressar po lera procura-lo na
mes na Casa das afaric/Ses, cerlodaqua nSo
serio nitandi los nos lempus das corridas,
Sobre preleal >s mruuda ios, pois quo pira
taso se faz puulici o lugar competente de
i n tirar a mensionada tcenla.
iNova tinturirit lranceza na ra
Velha n. ^4-
Ahi tingem-se obras de qualquer panno,
e liuipHo-se cazacas que licam como uuvas.
ludo por preco comino lo
Podro de Al i.-i la l,muanles o Jos
Jo i,|.ii o Goncalves, expurtaui para o Rio de
Janeiro, o seu escravo Luiz, creoulo, de 15
anuos de idade, pouco ruis ou menos.
- Miloiiio Hiendo do I! alo, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, os escravos Antonio,
Cabra; Antonio, pardo; Mara, cabra, o Joan
de Dos, creoulo.
Precisa-se de um nogro para o servico
do padaria uo alarro da Boa Vista, casa nu -
me.o 33.
1,70? rs. o
Compras.
n. 37.
O secretario da irmandade
de N- Senhora da Conceicao dos
Militares, vista do art. 18 dos
estatutos, que regem a dita ir-
mandade, convidi a todos os ir-
mSos da mesma, pira que compa-
recam no dia 3o do corrente mez,
as 8 horas da raanha, no consis-
torio da referida irmandade, litn
de se proceder a nome .cao do pre-
sidente, que ha de servir no auno
de i85a. ^
-- Desaparece.! no dia 15 do corrente, um
pretn de nome Adfio, com ossignaes seguin-
tea : bastante alto, traz os cabellos muito
cressldos, tem dous guipes no pesclo por
se ter degolado, quando escravo de Candido
Jos de Salles : quam o oegar conduza-o a
seu Sr. morador na estrada dos aflictos casa
junio a capella do mesmo nome, que sera re-
compensado.
Uesappareceu no dia 31 do oorrente 1
carneiro capado, grande, semarmacSo, cor
branca, com uma orelha maior do que a ou-
lra por ter sido cortada para signal, ecom
o focinho ralado do cabresto : quem dille
der noticia certa, ou o trouxer t venda do
l8o d'ouro no Hospicio, ser bem rocom-
penssdo.
oude mudou sua residencia.
Theodoro de'Almeida Costa.
~ Quinten., cv Irma 1 a.-.L ,111 de receber
no vapor S. Salvador ricas estampas de .\ .-
sa Senhora da Conceic,So, e oulras mullas
estampas proprias para quadro, aasim como
0 incendio do ti.eat, o de S. Pedro d Alcn-
tara, a .... 1 ma do duque de Sallanna, no
porto de Lisboa, nao vasco da gama; os mes
uios recebem qualquer encommenda ten-
dente a lilbographia havendo tilo somante
a demora de 30 das.
--Precisa-se de uma preta cosinheira
parao servico de uma casa de pouca familia:
--A pessoa que annunciou querer com-
prar uma refinayllo: dirija-se a ra Direita
n. 76.
Precisa-se da uma ama deleite: na ra
do Cabuga, botica n, II.
Aluga-sa a loja da ra dos Quarteis n.
16, com grandes fuadus para ofDcina de
marcenarla, armazem, ou oulro qualquer
eslabelecimeuto a tratar ua mesma casa 1.
andar.
No pateo do Hospital, casa n. 9, hypo-
Iheca-se um escravo por seu valor, flcando
01 seus servidos pelos juros di quantta lo-
mada, pelo lempo de 8 mezes.
Frecisa-se de um preto, pa-
ra o servico de uma casa ingleza :
a fallar com Miguel Carneiro.
N roa Nov, loja de alfaiate n. 0, pro-
cis-se de um contra-mostr, e drerle-sc
que be para' todo o anno.
- Compram-se escravos e vendem-se de
e.inimiss.1,1, para denlro e fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n. 11, on-
de morou o Sr. vigario do Recite.
Compra-se o sexto volume do Panora-
ma publicado de j neiro a dezembro de 1842
e o segundo volume do Direito Mercantil
por Silva Lisboa: quem os tiver annuncie
ou dirija-se a ra do Collegio, loja deeo-
0 1 lein.ie.il) 0. 8.
-- Conpra-se um espadago do lempo
anhgo, ... -i la mesmo em mao estado: na ra
da P.aia, armazem n 20.
-- Compra-se urna negra de 30 annos de
idado. san vicios nem achaquea ; na ra
larga do llozario n. 26, loja de miu lazas
Compra-se dous pares da cacblhos para
alcova ou saccada de varauda, estando em
hom eslado : na ra da Sonzalla Velba n.
loo. .
-- Compra-se um selun usado i na ra lar-
gado llozario D. 26, loja de miudezas.
Civnpra-se a obrinha intitulada o
Hoco louro e nao ae repara o preco : na
ra de Hurlas n. 142.
- Compra-se a padaria deS- Amaro, per-
tencentaaSebi>.t'!loJosdeOliveira : quem
s arli r ron lirehos a p'Ii annuncie
*
Vendas.
NLHRUS PARA 1852
Saliiram a lar. as folhinhas im-
pressas nesta typographia, sendo
de puita a 160 rs e de algiL-eia
a 3io rs couteodo todas as de al-
gibeira alin do calendario, a de-
inico dos corpos celestes, astro-
logia, cometas continuado da
chronologia principiada, ha annos,
juizo das mudancas de tempo pe-
los meteoros, tabela dos emolu-
mentos dos parochos em todas as
liinccoes religiosas, eurnas colle-
cc5es de ancdotas,bons ditos,etc.,
outras a conlissaodo marujo e nu-
tras alinguagem das ores, fructas
e jugos de finetas de flores e breve
salina > as de almanak, muito acres-
contado e corrigido : vendem-se
na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
-- Vende-seum preto da costa proprio pa-
ra armazem de assucar,ou para outro qual-
quer servido, na ra da madre de Dos fabri-
ca de clispeus n. 3.
Bataneas romanas.
Vcndam-se balanzas romanas para pesar
32 libras, ditas para 2S, ditas para 16, em
sa pi eci-ar de pesos: na loja de miudezas df
ra do Collegio n. 1.
- Vende-se uma mesa de amarello com
as suas competentes gavetas, com quatro
palmos de largura e sete de comprimonto :
na roa Bella n 16
Vende-se u n piano inglez, em bom ci-
tado, por 130,000 rs. : na ra do Cabuga n.
16, segundo andar.
Vende-se uma oscrava creoola com
muito bom talle, bonita figura sem vicio 8
nem achaquas, engomma, cozinha e lava de
sabio: na esquina la ra do Hozar.o, des-
fronte da igreja n 39.
-- Vende-se urna parda da 20 a24annos
de idade, bonita ("uura, engomma, cose e
cozinha, n3u i -m vicios e nem achaques: ni
ra da Concordia, quem vem da pontea es-
quer.ta, segunda c.s terrea.
(-'hita larga ranceza,"a a4 a"8*
Vende-se" chita franceza larga pa IrOe
modernos, escuros e claros, o cores fiza*.
plo bsratissimo p'er;o de 240 rs. o corado,'
lendo grande pirca> paraesculner: na loja
do sobrado amarello, nos quatro cantos da
ra do Qneimado n. 29.
Sedas lurta cores, a
covado,
por 15o diminuto preco, que mdci
xar de ter um vestido de seda pi-
ra a festa ? na ra do Queimado n.
io, vendem-se as melhores e bo-
nitas sedas furia cores, para vesli-
dosde senhora, meninas e mante-
letes, a 1,700 rs. o covado ; dam-
se as amostras, ou mandam-se as
pecas em casa para melhor o com-
prador e.scolher.
-- Vende-se um escravo do Jentio, de
idade 2S a 30 annos, he cslivadore sabe re-
mar em alvarengas : quem o pretender pro-
cure no becco da Lingocla, taveroa n. 8.
Bilhetes do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 vendem-se
bilhetes inteiros, meios, quartos,
oitavos e vigsimos, a beneficiada
stima lotera dotheitro da impe-
rial cidade de Nictheroy, que ha-
via de correr no da i5 do corren-
te; na mesma loja tarnbem se ven-
dem bilhetes inteiros, meios, quar-
tos, oitavos e vigsimos, a bene-
ficio da segunda lotera do Hospi-
cio de l'edro 11, que havia de cor-
rer no >lii a5 a i.-] .lo/zrrente.
Na ra da Senzaila Velha n. 48, em o
novo armazem de violtos, contioua-ae ven-
der ezcellenies viuhos de Lisboa l'illl e Fi-
gumra por 20J e 210 rs. a garrafa, 1,300 o
1,800 rs. por caada.
laicos e rendas da trra.
Vendem-se 400 varas de bicos e renda* da
Ierra, (atacado^ por com modo preco: o*
ra dol'asseio pubileo n. 9.
Vendem-se ricos cortes de
vestidos de t>eda esco sezes, sendo
da ultima exposic&o de Londres ,
com 1U co vados cada um,a35,ooo
rs. : na loja n. 3, ao p do arco
de S. Antonio.
Attencao aos habitantes da comar-
ca de Goianaa
-Vende-se pelo barato preco de 1:0O0,O00
ou irnca-se poreacravoa uma da* maifioraw
moradas do caza da pe Ira cal da Ci tade de
Goianna, citas na ra do meio 33, com
2 salas, 1 correduras, 6 namarinhas, 3 !
de detraz, cosinha puch la fora, cacimba
o boa agua, e quintal grande : quem prj-
Bnder dirija-se a cidade do Recife, ra do
Vigario, sobrado n. 30, primeiro andar,
tratar com o eu proprfeUrio.
C3T Araruta a 1,000 rs.
Na roa do lloario n. 43, vendem-se lats
com bolicuiphas de ararula do U10 de Ja-
neiro, pelo sommoJo preco de 1,600 rs.
lata.
__-


BIP"i
m
? Itua do Crespo n. a3. 9
Vendme-secortes de cmbrala com 8
O vaims, e cores oscuras a 3,000 ri.
| ** *Of> P999
. lod* se venden alguns terrenos alaga-
dos c parle beneficiados com 150 palmos de
fundoc'com a frente que o comprador qui-
ler tanto para o Sul como para o Norte a uoeu-
te e uscante ni ra d Concordia travessa
do monleiro o do Caldeirelro, pagan. 20 rs.,
por paln.o do furo, os pe tendentes pdem
entenderem-se com o Sr. Pedro Jos Texei-
ra CuimarSes com armazem de madeiras, e
materiaes as osas do Sr. Jas Goncalves
da Silva dcfroutedo mesmo te.reno no qual
se estilo cdilicando dous predi is.
Vende-se um excellento terreno com
100 palmos de frente e 400de fundo, sondo
parte murado no seguimooto da ra dos l'i-
Vende-se, por preo com- MOBILUS DE FERRO,
modo fumo em folha, par cha-! Vendem-ae ricas mobiliagdefer-
rutos de prime!ra e segunda qua- ro, como canaps, mesas, cadeiras
lidades, macella chegada ultima-'com braco c sem elle, e muitos oti-
mente do Porto, e cal virgem de tros objectos de ferro : no arma-
Lisboa tambem desembocada aern de Kalkmann Irmaos, na ra
poucos dias : a tratar no armazem da Cruz n. io.
de Drtta Ferreia, no caes da al-
fandega, ou com Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34
Vendem-se ancoras e amar-
ras de ferro para navios : em casa
de CeoKenworthy & Ctfmpanhia,
na ra da Cruz n. a.
Vendem-se relojios de ou-
ro e prata, de sabonete e de vidro,
patente inglez .- em casa de Geo
Kenwortuy & Companhia, na ra
da Cruz n. a.
Veade-se superior panno de
algodao para saceos de assucar :
em casa de Geo Kenworthy &
Companhia, na ra da Cruz n. a.
Vendem-se nrreios para ca-
vallos de carro e cabriolet, chega-
dos agora : em casa de Geo Ken-
worthy fk Companhia, na ra da
Cruz n. 2.
Yendem-se cabos de linho e
de nianiili.: em casa de Geo Ken-
worthy & Companhia, na ra da
Cruz n. a.
Vendem-se silbos de couro
de porco, para montara desenho-
ra, bem como cabecadas de couro
branco : em casa de Geo Kenwor-
thy & Companhia, na ra da Cruz
n. a.
-- No escriplorio de Novis fc Compa-
nhia, na ra do Trapiche D. 34, ten para
Tender por precicommolo ossogui tes ob-
jectos c'.icgadus Dltimioieotei chupos do
chile intcrlinos, hola para escraver, grax
em potes para calcado, liulia de roris, iliacas
com palitos enfe,lados e panno de linbo : a
tratar no iDesmo eaoripto io.
Vende-se couve or : ni ra da Cade:a
do Recife n. 15, loja do liaurgard, e na ra
da Cruz, t.venia de Martina & IrmSo.
Vende-s urna mulata do idade de 18
annos, sem ter vicio algum : qu tm a quizer
negociar, dirija-se a ra do Livramenlo n
35, loja de calcado.
Su bambrguezas.
Vendem-se e alugam-se as bem acreJita-
das bichas de llamburgo, mais barato do
queem outra qualquer parle; pen liras do
rame, condenas, c;sias o balaios, tudo
milito em conta : na ra ostreila do Itozario
n. 13, padaria que foi do Sr. Cunba.
Vende-se un escravo de ^ia<;iIo costa,
moco e muito forte, propiio pjra armaz'm
de assucar : quera o pretender dirija-se a
ra do Caboga, bija de Joaquim Jos da Cos-
ta Fajozcs
-- Na ra das Cruzes u. 23, se dir quom
vende urna mulilinbi de 14 annos de idade,
muito carinnosa para enancas, cozc costura
t lia c lava de salino.
4
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-so arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se um excedente sitio em Be-
berbe,A,crleiicenUi ao Padre Francisco Jos
de Lira; a fallar uu materno sitio, ou na
ra da Aurora n, fi2$egundo andar.
ntigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-'
em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. ia,-Hia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a preeos muito rasoaveis.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
res: na ra da Matriz da Boa-\ista D.le. _*__._ _
- Vende-se urna bonita prela sadia, e se de commissao, tanto para a pro-
de muito boa conducta e com algumas ha- vnca como para foro della, para
bilidades, assim como um moloque crioulo, nlTprere militas rarantias
de 9 annos. com principios de cozmha, o o que se oiierece munas garantas
que sabo servir a urna mesa, por ter tido a SCUS (onOS na ra da Cacimba
praticaemum hotel ; umsapatciro crelo, nrimeiro andar.
muito bomollieial, que d 610 rs.danos, E1'^ *fflM*ffl
este para a piaca, por ello assim o pedir o gQOOOOOOvv'SyOCJOe t-
ser digno disso : na ra larga do Itozario n. Vende-se um grande sitio no lu- O
q5 |R ,{) (jar do Manguinho, que lica defronte
'- Vendem-so e alugam-se bichas, chega- dos sitios dos Srs. Cameiros, com f>
das ltimamente do llamburgo, por preco Q grandocasa do v.venda, de quatro y
commodo: na ra do S. Amaro u. 28. > agoas, grande sonzUla, cocUeira, ^
Vendem-se escravos baro- poucomais ou menos, levou vestido br.n
, .. co cota listras roum, tem urna costura m
tos, mocos e de bonitas figuras, nq- munbeca da mao eiquerdi, eos cilcanharas
gros, molecSes e molequei, boni- rooheados do bichos, sihio com tiboleiro ,
0 1 n _. vender fruclas; roga-se a todas as autnri
tos mulatos, ptimos para pageos, dadesPoiiciie ecapitaas de campo,1 ,
?;t7p7eidV7o5ra.Vr.rcoe decam-jnegras mocas e bonitas : na ra 'viren, aProD^8/bcB0"XTlra.h!Ss,nosi-
.aiaP|,zafzedamuitofin.22ors.,ocor. das Larangeiras n. 14, segundo ^'^KS^Md.^Ibro'da'fe,,,,
te ( melado de seu valor J d.tas com Ip-landar. | sapp.receu doengonho OnCa na freguaz?,'
Novosgostos !
Na ra do Crespo 11. M. loja de
Jos Francisco Dias,
vendem-se flnissimas cassas francezas de ri-
quissimes gostose novoa padrOes pelo la-
Shlu'do'dS cor' d0,m^7.CmrodB^dnVaK ""--Vende-.e o engenbo L.gO, Redonda,' d.'fcid. um escravo de asinno, do T."*,"
rnte SuMiorS hltS S no districto de porto Calvo, urna, legua em pouco mais ou menos b.eonh-ci,b pe|0
1 -' 8 CCZ', ofio dislancia dessa villa, de superiores trras, nome de Manoel J080, TdTSr. JoSo nibei-
lanto de canna, como de mandioea e ludo o ro de Vasconcellos Pessoa desta praca : pa.
mais; be composto de grandejrarseas.o do ga-se bem a quem o entregar na ra da pe.
melhor cercado possivel; aclianf se dosmoro nha, venda da esquina do Sr. JoSo Pint0
nados os seus edificios, por isso que lem es- Reges de Souz, ou no mosmo engenho ao
lado uns poucos de annos de fogo morto, dono do dito escraro Antanio Joaquim c-
j muito fizase de novos padrOec a 210 e 2S0
rs., o covado, ditas estrellas cores do vinho
o do cafT e de ganga a 200 rs., o covado.
Fill de Moho branco e de cor propria para
mosqueteirn 640 rs,a vara, brins trancados es
curo e cor de ganga com lisias miudinhss a
1,000 rs.. o corte, assim como oulras mul-
las fazendas por baratos precos.
uiitai 11 \ IllISSIi ^ estribara, baixa decapim quo sus- /-
FOiASbA U\ KUU. tenia 3a 4 cavallos, grande cacim- g
No armazem de Jo.-e leixeira g ha,
iiasto, nartu do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da Hussia, chegada recen -
ten
'' para haulio has
tcmentc.
Cortes de chita c cassa.
couliuua a baver grande torlimento do
i bomba o tanque cobcrlo '--',
...tantos arvoredos de ^*
l'ructo : na ra do Colleglon. 16, se- *'
Q L'undo andar. *
099999C999O0OOO09
Agencia de Edwin Alaw.
r^a ra ile Apollo 11. arinazelaTde Me. Cal-
monl&t Couipanhla, acha-se conaiaiiteiueulc
bous aorliiuenios de UUa de ferro coado e
* Artilharla & caladores.
Vendem-se Superiores luvaa do re-
(f, troz preto proprias para uniforme de
111 ti Miara o caladores 1 na loja de sir-
fl guoiro, nopatuii da malri/.
&&&9W&&9&* **??' * Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, em sac-
cas desembarcada do patacho
Conceic3o, vindo do Rio de Janei-
ro, entrado em aG do coi rente mez
de outubro, por preco commodo:
nos armazens de Antonh Aunes e
Dias Ferreira, no caes da Alfande-
ga : a tratar nos msanos, ou com
Novaes & Companhia, na ruado
Trapichen. 34.
Clieguem 'reguezcs antes que se
acabe.
Noarmazom deMartins & IrmSo, na ra
da Cruz do Recife 11.42, chegaram ltima-
mente os seguintes gneros Je m.iio boa
qualidade: queijos londrinos, prezuntos
inglezes o do Porto, conservas inglezas c
1 mu- /as cun dilTerenUl frutas, latas de
ahilan, ditas de ervilhas o sardiuhas de
Nintes, ditas com bolacliinhas inglezas ,
niaruiulada do Lisboa, muslaid^, o muito a -
.a-a .iludo era do S. Paulo, caixascom muito
.OIIt KUa II lint* {llalli) r,/i 1111 i,^** nu uuim suiiiii.niif. ..^ *^. .... ...... .........
cirios de vestido de Cbila, COn U covados baUdo, tanto rasa como fundas, moendas lu- --npenores mecas fuus para lopa, giguscom
en UDI pedieo, I 2,000 rs. ; ditos de cas- ci.as .odas de ferro para Minees, agoa, ele -
1. ,.-.i.(.- ,1 onn r. diias para armar cm madcira de touoa os la-
s. de cores, (liai e bous pad _0 -, a -',000 ti.. "Jf e noMlo, 0 ,, 1110(leril, B,eWna
na loja do sobrado amarcllo, na ra do hori,ollla| para vapor> colll for5a de 4 caval-
yueimado n. 29. |0Sj coueos, passaileiras de ferro eslanhado
SapatoS de tapete. para casa de pulgar, por menos preco cjieo
Von lom n i> h.mi rniiheeidns calles do de cobre, escoveus para navios, ferro ingles
\endem-M) os bem COnOeClOM"OOriM ae barras como em arcos lolhas, eludo
tapete, para Btpatoa, a 500 is. o pa. : DI baral0
Ni do yueimado, loja do sobrado amarollo .. Vei,deni-se velas de espermacete, em
n. S9. (caixas, de superior qualidade : em casa de
Algodao para saceos. iJ.Kellor& Companhia: na ra da Cruz nu-
Ka loja do sobrado amarello, nos qualro mero 55.
canlos da ra doOueimado n. 29, vende-so I Veidem-se relocios de ou-
al godao para saceos, por preco muito com- j
modo.
Casimiras baratas.
Vendem-so 01 mais modernos co.tesdo
casimira, que ha no mercado, n 5,500 rs.
cada corle, tcnJo grando sorliuicnto para o
comprador escolhcr i na ra do Uueimado,
loja do sobrado amarello n. 29.
I (Killi i.s e guardanapos.
Na loja do sobrado amarello, nos quatro .
cantos da ra do Qucimado n. 29, fin para oflim ns. O, O
ro e prata, patente inglez : na ra
da Senzlla Nova n. 4a.
Arados de Ierro.
Vendem-se arados de diversos
I modelos, assim como americano*
com camb3o de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da ra do
e 10.
vender um grando sortimento de toalhas de I liombas de Ierro,
diferentes l imanhos, e em peca que se von- .
de en varas; assim como um gran lo sor- Vendem-se bombas de repuxo,
timento de guirdanapos de diversos lama-pndulas e picota para cacimba :
r na ra do Brum n?. (i, 8 e 10.,
fundicao de Ierro.
Farinha de mandioca.
A mais nova o muis barata familia de
mandioca que ha no mrcalo, v nde-so na
ra da Cruz do liocife, armazem n.13, de
de Janeiro, a beneficio do Ja (:,8vrlus Augusto da Silva.
lista Deposito uc cal virgem.
Cunlia & Amorim, vendem barris rom cal
-Vende-se urna negra de nac.Rode bo- Jc d a0 com(,ra,,or.
ma gura e mne, engomnia, casinha, e he k,bV" uo
quitiudeira : na ra Augusta n. 5, casa do A OS 20:000,000 de l'S.
cabo. Acaba de chegar pelo vapor H.
- Vende-se umcav.ilior.issomullo man- Salvador iisbilhcles meios onar-
coegordo, proprio pura bomem de capaci- oaivauoi, osniucies, meios, quai
dade, sem achiques e muito mtnti lo, o o tos, oitavos c vigsimos da lotera
motivo da venda he por seu dono retirar-sc ...
para fra do imperio : derunlo do viveiro
do Muniz, sobrado d> quinan. 39. thcatro dj SlCtheioy cuja
Lsposico de riquissimos vasos pa- chga pelo primeiro vapor, even- em pedia, chegada ltimamente dcLlsbo*,
ri, flores e p?rfumarias. dcni se na 1 ta do Qucimado, Loia na na rea Margari ta, por menos preco do
v......, .. ..; .jim ii,< nnreolam ila i r s_ j- Que cin outra qualquer parle: na ra da Ca-
Venlcm-se ricos vasos uo porcelana ua je (ei,.a,,ens n. l A, de Antonio .|p,a .lo Heeilen 50
China de varios tamanhos para flores c per- B / ue.a uu ecuen. ou.
rumanas, da lodasasqunii la lo: na ra da Jos noci< igues (le oouza Jnior, \zeile de carrapato da fabrica de
Cruz do ttecie deronte do Curpo santo loja pelos muito biralos precos abaixo : Arauii & Filhos no Fenedo
do barbeiro n. 58. i> n > i ** *
--Vend-se urna secretaria de Jacaranda Jillietes lllleiros aa,o..io liste azeito pela perfcicSo com que lie
com bous coi-modos para livros e papis : 31eOS l.llilCtCS I I.Ouo r"bncaclo no so serve em lugar do azeite
nooita-odam t.iz de Santo Antonio defron- n#. t c doce e de cuco, para qualquer qualidade de
te dai catacumbas n. 12. VariOS 3,300 cand.e.ros por mais delicados que sejilo,
Mciruvilha OiUvos a,8oo conjo "" mui| preOrivel qualquor outro
-1 pordar urna luz miu brilhanf, ser mais
Historia do lirasil a 1,00o! Vigsimos 1,000 urativn, e seu cusi ser mais barato ; 11S11
Adiar em um s livro aquillo que seria ACENCIA tem o cheiro desagradavel que exala o azei-
preciso procurar em muilos volumes, gas- ,. .. 'e de carrapato commum, nem em nada
tando-se paia isso as duascouzas mais apre- da fundicao Low-Moor. delleseassemelha. Vende-se en. barriz de
clavis :-lem 10 e muito dinheiro-; he na BA HA SENZ&LLA -NOVA N. 42. 16c*iiadasa 2,400 rs. a caada, no armasem
verdade desejavel e ainda mais quamlo isto Meste estabelecimcilto Conti- do J. J lasso Jnior, ra do Amorim n. 35.
se consegue fcilmente. A historia do Bra-! Vende-se um carro de qua-
zitredusida a 398 paginasomquarto, nit.-j oua a liaver um completo sortl-.rorolias muito leve nara um nu
.lmenle mpressa, coniendo todos os fC-! mento de moendas o meias moen-11,10r0Jas' nuil ,e>e>. Paia "m.P.u
los cem a naior filelidadc: intermediada .____ __. dous Cavallos: na COClieira do iUl-
por li*odos versos de caramur ; seguida de das para engenho, machinas de ,
interessantes ndices e de urna estatistica vapor, C taixas de ferro batido e y,. '
dos hachareis formados em Ulinda, quantos
conhecimentos no rr .ira a i ten- COado> ae ,odos 0S aanlios, pa-
po ? De um s golpe d vista pode-se sa- ra dito.
berpor exemplo, cm 1614 : que llei esta-1 Deposito la fabrica le Todos 08
vanoThrono de l'oilugal; que l'apa oc-{ Santos ua Baha.
cupava e cadrira do S. I'cdro; quo gover-; Vendc-so.emcasa deN. O. Bieber&C ,
nador geral governava o Braz.l, que Bispo na ra da Cruz n. 4, algodao transado da-
existia na Bahia ; porque n o 1. ndice en- quella rabrica, muito^proprio para saceos de
contrareis :Kelippe III de Caslclla ; no dos assucar e roupa de escravos, por preco com-
governadores geraes:Gaspar de Souza ; no mojo.
dos Bispos da Bdii 1 :--l). MarcosTeixeira ; I'ora as escolas,
no nos Papas :Paulo V ; e isto com a maior
breridaJe. Quem por ahi nao lera sua du- ..
v.da a raspeito do anno em que ae formou o l,Tro "ul a s>nops.s do general Abrcu e l.i-
bacharel ulano, deque provincia era filho, fa, ull.mamenle adopta la peloEXm. preal-
e mesmo seuverd.de.ro nomo? Nesse ie"19 }. P/oyinda como compendio de lei-
mappaosabereil, e bem assim quantos ba- lura e l'">to> do irasil as escolas prin.a-
chare.s tem dado cada provincia na Acadc- !',"'s da l'rovnuia.
ma de Ol.nda ; e ludo isto, todos esaes co- reS.em l'rochura 2,500
nl.ee.ment olitorcis medanle a quanlia de
dez tuslOes I Kis o pn ra porqne se d
no aterro da Boa
Vista.
Moinhos de vento
com bombas de repucho para regar hortas
d baixas decapim ; vendem-se na fundicao
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6. 8 e 10.
Km casa le J. Kcllcr & Coin-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-so a ven-
do o exccllenlo c superior ritiho lie liu-
cclla, em barris de 5.', he muito recom-
mendavel as casas estranceiras, como ex-
Vende-so no paleo do l.olleg.o, lujado |exBO||onlo vinho para pasto.
hoje esta interessante obra !... Clieguem,
que est-se acabando : na 1 ua do Crespo loja
n. 16.
Vende-se por meta le (nu ainda menos
400 uru.as debe 0 en. Mura para fabricar
vellas : na ra ua Seuzalla V'ell.a. n. 100, o
garrafas con sement de cuentroa200 is.,
Enea jornada ,200
B ALCUIIAd' PAIIA SACCOS. ti
3? vende-se ir.uitu Iiom algodfio para si- '
eos de assucar, por prego commodo: <*
em casa de llicirdu llovle, na ra da fg
Csdeia n. 37.
-- Vend
Talxn para ciigcnlio.
Na fandlflio de ferro da ra do llr.im,
acaba-se de recober um completo sortimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos do bocea, as
quaas acliam-se a venda por pre^o com-
modo, e com promptidito mi barca in-se, ou
carregam-se em carros som despezas ao
comprador
DEVERES DOS UOJ1ENS,
a 5oo rs.
Vende-se esle oompendio tprovedo psra
as aulas, em meia encadernaco, a 500 rs ,
cada um: na livraria 11. G e8, da pra^a da
Independencia.
charr.panlie, viulio do Xercz, Uadeiri, B11-
ccllas e i'uito, garrafas com cxlrait de ab-
sinllic e 01.Iros muitos gneros, ludo poi
mdico |i 1; 1 .
Velas de carnauba em libras.
Vendem-so volas do carnauba imitando
csreTinacete na loja de saleiro da ra da
Cadeia dollecife ... 36.
Vendeui-se barris de oitavos com vi-
nho tinto da companhia do Alto Douro no
Porto: quem os pretender enlenda-se com
Antonio Kiaucisco de Moraes,agento da mes-
illa companhia, ou no armazem do Sr. Jos
Joaquim lu s Kernandes. O mesmo tambem
len. para vender pipas, meias ditas, e barris
do quarlo tambem com vinho tinto da dila
companhia : a fallar com os mesmos cima.
-- Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Scnzalla nova ... 42.
Na Praia de Santa Bita, armazem n.
43, de Manoel Jos Dantas, ha para vender
Jacaranda em cossoelras e loros : a Iratar
com Joilo 11 ai,i-..-i-1 da Cruz, na ra da Cruz
numero 7.
Venham ver.
Vendem-so na ra do Queimado, loja n.
I", chapeos de sol da seda cor de caf, su-
periores a 5,500 rs., corles de casemiras de
cores escuras a 3,840 rs., chitas francezas
finas e do cores lixes a 210 rs. o covado,
cambraias francezas de cores modernas a
56u rs. a vara, pecas do cambraia liza mui-
to lina com 8 1|2 varas a 3,500 rs. cada peca,
corles de cassa pintada a 2.0J0 rs., e outras
fazendas por preco muito barato. l)am-se
as amostras com penhores.
<*- Vende-se vinho do Porto de fciloria,
dCSI anuos, de superior qualidade, lano
em barris de quinto, como engarrafado, por
modicu preco, atlendendo a sua qualidade :
no largo do Mvrameuto 11.20.
-- Te.iJe se superior f,riuha do mandio-
ca de Sania Calliarina, a bordo do j atadlo
Margari Ja, fundiado defronte do arsenal de
guerra ; trata-se u bordo, ou na rui da
Cruz 11. 33. coin Luiz Jos de Sa Araujo, aon-
da tamben so vende saccas grandes com fa-
1 IBlili d (.e.il 11.
Admiravel sortimento de louca vi-
drada.
Taolo do Porto como da llahi.., cono so-
jaoi : pancllas, tijellas, grandes cacerolas
cum cabo, fregideiras, alguiJarcs, talhas
psra doce, janos linos, quarlinhas, gar-
rafas, copos, esfriadciras, moringues; tudo
para resfriar agua, v!,os linos de todos os
lmannos para flores, balaios para meniuos
andarem, ditos para custura, baldes para
compras, calungas para prezepio : na ra da
Cadeia do llecile n. 8.
Vende-se um lindo moleque crioulo,
do idade de 18 anuos, pouco mais, ou mo-
nos, para fra da provincia, as habilidades
que tem a vista do comprador se Ihe dir e
tambem o motivo porque se.vende: no ater-
ro da Boa Vista, sobrado 20, primeiro
andar.
9999f99 9$ ^9&9^^Q9&&
Chapeos do chile. *
"^ Vendem-se chapeos do chile peque-
nos a 4,000 rs. : na ra do Crespo 4
# n. 23. 5
***"> .;*. i*. *** *<*&k
No aterro da Boa Vista, lojan. 18,
defronte do Tribunal do Com-
melhorando assim cada vez mais u Ierras valcanli de Albuquerque:
para sua produceflo, vende-se a dinheiro,. De aafcara 24 de novemhro do 1851
ou a prazo, e mesmoAera permurla de es- desappireWU do engenho Onca na freguezia
cravosetc. : a tratar oesla cidadecom Lino da Escada, um muloqui de 18 a 20 anuos
Jos de Castro Araujo, na praca corpo Sauto do idade; estatura regular, cOr bem prela
n. 2, ou con Jos do Barros Pimental do Be- creoulo, macaos do rosto altas, nariz chato
gn FalcSo, junto ao passo de Camaragibe, cabeca e orelhas pequeas; levou vestido
no seu engenho varsea de Souza. calca azul desbotada, camisa de madapolo,
~ Vendem-se cortes de cassss de coro, chineo de palha novo, chama-se Antonio, e
finas, a 1,800 rs. ; ditos de cambraias aber- he provavel que tcuba procurado IguaraasiT
tas, a 3,800, 4,000 e 4,500 rs.; dita de bar- ou Pao d'Alho, onde tem mli entre escri-
ras, a 4,500 rs. ; chitas finas, a 160, 180 e vos do engenho l.avagen, ou mesmo o en-
200 rs. o covado; ditas para cobertas, finas, genho Abreus ua freguezia do Naxareth.,00-
a 200 e 220 rs. o covado, e oulras muitas fa- de tem parceiros .- paga-se bsn a quemo
zeodas, por presos nuito commodos : na levar no engeuho On^a aeu sanhor Igna-
rua do Queimado n. 93. ci de llollanda Cavalcanti Jnior, ou en-
Vende-se cera amarelli, na ra do Hos- tregar nesla praca ao Dr. Jallo Lins Caval-
picio n. 1, pelo barato preco de 560 r. a canti de Albuquerque, na rui Augusta, es-
libra, quina do Dique.
-- Vendo-se um sul i.11 em bom uso: no -- Na larde do da 21 do correte, desapa,
armazem da ra Nova n. 67. receu a escrava crioula, de nome Uerancii-
Vende-se a grande casa terrii, sita na a qual bode bonita figura, de idade de 131
ra do Mohdogo, n. 56, pertencente a Rita 14 annos, vinde a pouco da comarca do la-
Mana da PaixSo, Ha urna das casas melho- moeiro, e por isso pouco, ou nada sabe das
res construidas nesla cidade, ten lo grandes ruis desta cidade, ella coslumn andar calca-
accommdacOes, feita com umita seguran- da: quem a appreender, ou della livor no-
t ae 10 o de gosto moderno. Tem'cin- ticia, dirija-se a ra da Matriz da Boa-Visla
cnjanellas de frente, com grande portao de n. 33, que se recompensar o trabalho.
ferro ao lado, qualro salas, dez quartos, pni CHlTIPIfir sfi-
grande cozinlia, couuaodos para creados e vu.\ unnnntj.vtrtu .
escravos, estribarla e grande quinlal mu- Ausentoil-se 110 noile de 2t de
rado. Acha-se bypothecada aos Sra*Jos 1 na<1,ajn -..i... /.i
Antonio Basto, eDeaneYoule& Companhia (,uluuro passado 0 mulato Ue-
sendoquo veuije-Si) para pagamento destas mentino, de ao anuos de idade
hypolhecaseeomoconsentimentodosuics- nouco mais 011 menos mairrn al
nos.crcJores hypolhecarios. As pessoas P0UCO ma S 0U menos>. "agro, al-
quo a pretenderen, queirflo diiigii-se ao tura regular, tem milito pequeo
Br. Jos Antonio B.sto, na ra da Cadeia buco de barba e f-lla muito mansa,
do Itecife n. 34, qual se acha competoote- '"'",">
nienieauoiisada para o ajusto. quando anda parece que nao pisa
A liencao ao barato. i bem com os calcanhares, costuma
Narua doCabug, loja nova n.6, existe'andar calcado e bem vestido, le-
um e iin,.|i'io sorlimenlo de quinquilba-j
de lustro de Lisboa, pora senhora,
a 1,600 rs.: na praca da Indepen-
dencia n. i3 e l5, loja do A-
rantes.
- Vnde-sefdiinln SSS muito
nova e de superior qualidade: a
tratar com Manoel da Silva San-
no
cra-se cera em velas ,
--Vende-se urna armacao de venda na r-ia fabricadas em Lisboa c lio Kiodc
da Aurora n. 32, quo faz conta o compra- ...
dorporestar colocada em urna casa que pa- Janeiro, em caixas de 100 libras
ga 10,000 ra. e Um commodos para familia:1 sortidas, de I a lGetri lilir.i, c ium-
c canarios de Lisboa chegados ullimamente
pela barca --Ligeir.-;na mesma casa Pre-, uem de ura Umanho, por me-, tos, no armazem do Ann.es,
cisa.se de umeaixeiro pequeo nacional ou' nos preco do que em outra quai->caes daalfandega.
estrangeiro. 'niipt'narte trala->u> no eecrintn.! Moemlas superiores.
- vende-seum pequeo sitio, com casa quer parie -trata se 110 escr.pto- ^ funjci,0 da r ]* & Companhia,
dcpedraecaleviveiro depeixe, planta de rio de JTlacliado fs t'inliciro, na \em s.-Amaro, acham-se venda moendas
secundo'de canna, todas do ferro, deummodeloe
oonstruccSn muito superior
Cal virgem em pedra
Chegada recentemente do Lisboa, em anco-
ras muito bem acondicionadas ; vende-se a
piec,o muito commodo : no armazem de
Silva Barroca, na ra do Trapiche n. 19.
Vendem-se corles de casimi-
ra de bom gosto, a 4>4 rs-> por
corte, a dinheiro avista : na loja
de 4 portas : na ra do Crespo, ao
p do arco u. 3.
capim, coqueirose muito maisarvuredee de A0 Vicario r
l'rucla de uiveraasqualidadej, bem cercado *> J
e amurado de urna banda, por preco com- andar.
modo, por seu dono so letirar a tratar de Principios geraes de economa pu-
ua uvernade Jo3ollesp.nl.ol, a tratar como blica e industrial.
meimo. Vende-se este compendio, approvado para
Vende-sel moleque creoulo de idade as aulas do primeiras letras, a 480 rs.: na
12annos 1 casal de escravos de todo serv- praca da Independencia, livraria n. 6 c8.
co de campo, 1 muala moga que cozee en-( Vende-se um escravo iiom bolieiro e
eomma, 2escravscreoulasdebonitasfigu-'de boa conducta : na ra das Larangeiras n.
ras, cosinham e engomam, 3 escravos do 14, segundo andar.
servico de campo, 1 mulato hoco *6m car- Veudem-ae 12 portas novas de cedro,
reiro, e 3 esclavas do meia ideed": na ra proprias par qualquer casa, pur preso com-
DireiU n. 3. I nodo : na ra do Vigario n.
mercio.
Continua-sc a vender riscados
oscuros, muito fortes, ptima fj"
zenda para roupa de escravos, e pe-
lo diminuto preco de loo rs. o co-
vado, e ouajras muilas fazendas ba-
ratissimas.
(9* Para fnalisar.
Na ra do Itozario n 43, vendem-se latas
com mai ai' la 11 peitoral pasando 3 libras
cada urna, pelo insignificante preco de
610 rs.
Machinas de fazer caf a vapor.
Vendem-se micliinas de fazer caf, que
pela maecira de trabalhar se tornam as mo-
Ihores que sa tom descoberto o pelo dimi-
nuto pre^o de 6,000 rs.; assim como outras
grandes do 16 ucras de caf, em tudo iguaes
as viudas do franca : na ru i da Cadeia do
Kecife, loja n. 64, de Antonio Francisco Cor-
roa Carduzo
FaKINH A DE MANDIOCA.
A melbor farinha de mandioca
que ha no mercado, vende-se a bor-
do da sumaca S. Antonio, entrada
de S. Catharina n > dia ao de no-
vembro,fundeada confronte a esca-
dinha do C'ollegio: trata-se a bor-
do da mesma sumaca, ou na ra do
Vicario n. 19, segundo andar, es-
criptoriode Machado & Pinheiro.
Escravos fgidos.
- Pesapparcceu da fabrica de cildeireiro
da ra do Brum n. 28, nu dia 17 do corrente
mez de novemhro o preto Antonio, de na-
e.au cabinda, que representa ter 45 anuos de
idade, altura regular, cheio do corpo, cara
abocetada, muito cabelludo nos peitos e
rom bastantes cabellos brancoi na cabeca,
e um pouco carrancudo; he olllcial de cal-
deireiro, foi encontrado as Cinco Pentas, e
seguio o caminho dos Afogados, e he natu-
ral quo seguisse mais adianto por ter levado dapolSo, chapeo de seda preto ; presume-se
tola a roupa que linha, o por j ter sido que anda pelos arrebalJes desta cidade, pois
pegadu do outra vez na freguezia da lasca-
da : roga-se portanto, a quem o pegar de
leva-lo ha dita fabrica cima, que ser re-
compensa lo.
Continua a estar fgido desde o dia 13
do crreme, o moleque de nomo Mmele,
minio, de Idade de 15 a 16 annos, bastante
apezardeser do surti nftosejulga que te-
lilla rollado : roga-se portanlo as autorida-
des puliciacs o capUes decampo, a captura
do mesmo, levaodo-o a ra do vlgario n. II,
terceiro andar, quo se recompensara.
-- Auzentou -se na noute de 27 do corrente
- ,0 mulato Clementino deidade 20 annos pou-
esperto, seeco do corpo, estatura regular, co mais ou menos, magro.allura regular, a
psemos grandes; levou camisa de ra- fall muito mansa, costuma andarcalcido
calo azul, calca de algodSosinho azul Irn-|e bem vestido ; levou urna troxa de roupa, o
cado,emais 1 Igumi roupi. Suppe se ter consta que levara um cavallo quealugra
toraado a direcvAo do Bjnilo, ondo mora nessa occasio, o qual temos sigoaes se-
seuantigoSr. Ju.lo I'. Alves ex alferesde po-!guintes : castanho, barrigudo, clines pre-
licia de quem ain tallo escrava a mili do dito las, e Rordo. He provavel que quaira pas-
mo'.equa : roga-se as autundades lujan de sar por forro : he bolieiro,e escravo de Luiz
appreende-lo, e leva-loa casa de seu Sr. o Antonio Siquoira : quem o pegar leve-o i
mejor Antonio da Silva GusmSo, ni ra im- ra da Cadeia-Vclha n. 20 que se recompen-
perial n. 61. que ser generosamente recom-' sari.
pensado, | No dia 12 de novembro do crranlo aii-
IbOOOOrs. Ino, desappareceu de casa de seu seuboro
Ma no.Ie do da 22 do correle foram de- preto de nomo Thomaz, de idade 40 annos,
semcaoiinhados, 3 rscravos, sen lo urna pre-'com alguns cabellos brancoi na cabec, do
(a criouia, do nome Flonnda, prenha, de nacSo Mussambique, bastante alto, mtgro,
idade que representa 24 annos, tendo os sig-pernas finas, andando sempre multo direi-
naes seguintes : denles lunados, altura re- lo, tem carocos sobre o nariz, aigotl pro-
gular.tem o ar desrarcado.a qual foi do fran- prio da nacao; recommenda-se a captura do
cezJoSo Lobato fabricante do chpeos de sol mesmo as auloi Liados e aos cipitSea de
la ruado Passeio, e o mulato Bazilio de ida- campo : quem o mesmo aprehender ser
deque represente 19 anuos, espigado, e com generosamente recompansido pelo dito seu
busso ; levou vestido calca o camisa de ris-'senhor Luiz Gomes Torreira, noMondego.
cadinho azul, o chapeo de couro, he nalu-1 .- Em dias do mez passado, fugio do en-
ral do Ico, Antonio mulato de idade de 17'genho Junqueirada Commarca do Cibo um
annos pouco maisou menos; levou cal- um negro de nome Joto Monjope, de idide
ga de ganga amarella de quadros, levan- de 60 annos pouco malsou menos, lio de es-
do lambem outra calja de ganga azul, tem |lalura regular, e nbeio do corpo,. No dia 17
os denles limados: pele-so as autoridades do crranle, fugio do mosmo engenho um
iiolic.aes, ou quem os ipprehender de os (negra de nome Thorezi, de idade de 45 a 50
levar a ra do Colleg.o n. 4, que logo rece- annos alta magra, cor bem reliot> costu-
bor a quanlia cima mencionada. ma inlitular-se forra : quem os pagar, lave-
lim 24 do corrente mez desappareceu os ao dito engenho, ou no Recife ao paloo
do sitio da Trompe n. 1, urna prola de noma ] do Carmo n. 17, que ser bem gratificado.
Mari, denacSo uss; bem alta e gorda com
peitos grandes e caluJos, de idade 28 a unos
vou urna trocha de sua roupa, in-
clusive calca e jupela de panno
fino azul, e alm do mais algum
calcado, um par de borzeguins par-
dos, com liotr.es de madreperola
ras por piceos muito commodos, como
sijam meias curias muito linas, e com lis-
tras a 3,500 rs., ditas da ditas compridasa
4,500 rs. a duza. bicos de diversas larguras
muilo fiuos e de palmo polo barato preco de
800 rs. a vara, assim como um completo sor
tinento de luvas, sendo de polica para Sra. ,
a 800rs. o par, dilasde torcal a800rs.,ditas i Dranc08) e consta que levara um
pretis de seda a 800 rs. o par, ditas pardas j cavallo, que naquelU OCCasiSo a-
de algudao muilo linas para homem a 320 e i' __ i ,
480 rs. o par, um lindo sortimento de litas l"gara> o qual tem os signaes se-
tauto lizas como lavradas de varias larguras guintes : castanho, barrigudo,
por precos muito cammodos, linhasem car-) rlnas nrpf o-nrdn r lem um tu
rilis com 200 jardas a 880 rs. a duzia, ditas J:lln8S pretBS, gorao e tem um ta-
de ditas ns. 100 o 120 o mais fino que tem | Iho em urna anca; he provavel que
apparecidoa 1,200 rs. a duzia, superiores qilera passarpor forro, he boliei-
capachos.tanlos compridos como redon los, f "
de muito bonitas cores, superiores facas ca-[ro e escravo de Luiz Antonio 61-
bodeosso e balai.co pelo barato preco de [queira : quem o pecar leve-o a ra
5,600 rs a duzia,babaJos de l.nl.o bordados j ,, r.#P
muito proprios para toalhas, pelo commodo ida Cadeia do Hecile n. ai, que ee-
preco de 200 rs. avara, sendo de palmo, c'r recompensado.
240 rs. sendo lo dous palmos, meias de lis-; .. Desappareceu o escravo crioulo de 110-
tras muito galantes para meninos a 3,400 me Venancio, do idado de 25 a28 annos, com
rs. a duzia. ditas brancas m.uito linas para flu de um jente na rrente, este escravo
meninos a 2,800 rs. a duzia. ditas multo su-; r0 da Madre de Deus faUa muitl> bamle B
penorespara me... as a 3,600 rs. a duzia, ;hnje perience ao engenho Aguas Cl.ras, e
um sortimonto de galoes brancos e amarel- fuglo no dia u do corrente quem o p'gr
los pelo diminuto preco de 160 rs. a vara,. podo leva-la a ra Direita n. 14, que ser
assim como rendas e espiguilhas, supeno-, generosamente recompesado.
ros pentes de balea para alisar a 320 rs es- ,...,. i .,;<,.
covas finas para cabello a 640 rs., alfinetes ,00'000, J*? **S*. ,
d.litio e de ferro, bengal... ^m^oi-J^^^^^^^^
rbaSo^ar^mr.^
ETJZ bara'03 d qUa ^ 0UU' ,U"-1 escravo8dodSr.rbri^ ASfi!S.b W
1, t '/ P C ; ra largado Mtt COm falta de dous denles na frente,e
ozario n. j de cabellos do lado esquerdo da cabeca, que
liellas parisienses. se torna bem visivel por parecer urna co-
Na ra do Crespo, loja 11.16, ha um rico 'roa, tem olhos pequeos, beicos grossos.
sortinenlo de cassis Intituladas bollas pa-'sem barba, baixo, corpo regular, he oflicial
risiunses, fazenda multo propria do tempo de funileiro. Trajava jaqueta de riscado
presente, por sorvir para vestidos e roupdes azul, calca brinca, camisa de midapolJo, e
de senhora, e vendem-se por mdico prec,o, levou urna trouxa, contando caigas e jaque-
assi.n como lindas cassas inglezas do tintas tas: quemo apprehender e levar ruada
seguras, a 240 rs. o covado. Aurora n. 62, receber'i grat.ficacSo pro-
Vendem-se a.patos de couro mettida. Suspeita-se que fosse seduzido.o
por isso desde j prolesia-se contra quemo
conservar em seu poder.
Desappareceu na tardo do dia 13 do cor-
rente um escravo por nome Joaquim tem os
signaes seguintes: boa estatura, reprsenla
ter 35mnos de idade, falla desembarazada,
!' ps grandes, tem todos os denles da frente,
nariz chato, quamlo indi estalaasjuntis dos
joelhos, levou camisa de algodSosiubo brin-
co, calca do dito azul, este escravo foi do
mato: quem o pegar leve-o 1 typograpbia
imparcial a fallar com a viuva Roma quese-
ra recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
corrente, um preto que representa ter 45 a
50 annos de idade, de nacilo cacange, baixo,
cheio do corpo, sem deleito algum no corpo,
levou vestido, raiga de cisenira azul clara
de quadros e ja velha, coleta de selim preto
velho, jaquela de brim pardo,camisa de ma-


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