Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04755


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Full Text
Anno XXVII
Qimta-feia 26
de Novt-iiibr > de 1851.
N. 268.
DIARIO DE PEMVMBICO.
PI\r.(JO DA SUHOaiPrjlO.
PiemKNro Aduhtaoo.
Per trimestre............
por semeitre .....
Por anuo ........ v. V*-
PiOO DIM.O DUtlIKMTH.
Por craartel.........
Para .... deNobr..Mlnai... i6de
M.ranhao 11 de dito S. P.ulo. 8 de
Oar.. ISdedllo. R. deJ., 14 de
P.r.hlb.. 21 le Nobr.|Bahia... 17 de
4/000
8/000
liuoo
4/O0
jetbr.
dito.
Notbr.
dita
Das da sEiwairA.
24Seg. S. JoSodaCrui
i5 Ter{.S. Jucunda r
36 y.iart. S. Pedro Ale-
xandrlno b. m.
2? Quint S. Margarlda.
28 Sen. S,Gregorio III
29 Sab. (Jrjun ) S. Sa
turalno in.
30 Dom. i. do drenlo.
S. Andr ap.
AUDIENCIA-..
Jallo da Orphr.os
2. eS. s 10 horas.
I. tarado civil.
3. e 6. ao loelo-dla.
Faunda.
3. eS.s 10 korai.
2* tara do civil.
i. e labadot ao melo-d.
Retorno.
Tereaie sab.doa.
cniainilDci,
Creicente i 30, a I hora e7miniitoida larde.
Chela a 8, as 9 horas e 1 mininos da t.
Mingoaole 16, as 7 horai e 2 minuto*da m.
Nova 22, ai 11 boras e 47 miuutos da lude.
miAHAn DE HOJE
Primeira s 7 horai e)2 minutos da tarde.
Segunda as s horas e "I minutos da manbia.
SB
riRTIDX Di 3 OOBBEIOl.
Goianna e Parabiba, ( segundas e seitaa-
feiras.
Rio-Crande-do-Norte, todas as quintaa-feira
aomeio dia.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Plore, 13 e 28.
Victoria, t quintaa-feira!.
Olinda, todas oa dlat.
NOTICIAS ZSTIlANGEIBAf.
Portugal, il de Ontbi
Hespanba. 8 de dito
Franca ... 8 de dito
Blgica... 5 de dito
Italia.. .. 3de Oulbr
Alemanlta- I He dito
i iiii-i.i ... 3 de dito.
Dinamarca 3 de dito
H 111-1.1... I de dito
Turqua. 24 de Selbr
Austria.. 3de Oulbr
Sulsaa. .. 3 de dito.
Suecla... I de dito
nglaterra 9 de Oulbr.
K.-Unidos 24 de Setbr.
Mxico... 15 de dito.
California 30 de Agosto
Chili 26 de Abril.
Buenos-A. I e Setk.
Montevideo 6d dllo.
OAHBIOaDE 25 DE NOTIMBBO.
Sobre Londres, a 28 3/4 c 29 d. p. 1/000 Frm c
Pars, 333 por fr.
Lisboa, sem transacedaa.
Ouro.Oncasbrspanholas.... a 28/600
ftoedas de 6/40n velhas. 16/000 a 16/200
. de 6(400 novas. 16/000 a 16/200
de 4/IK'O...... 9/000 a 9/100
Prala.Patacdes brasileiros.. 1/940 a 1/9_,n
Pesos cnliiinnarios... 1/920 a
Ditos mexicanos..... 1/740
i/o
1/750
EXTERIOR.
QUESTA'O AlICtNTINA.
Porque te sustenta liosas ?
Valparaizo, 3 de setembro de 1851.
< Rotas existe aps tantos annos de com-
bale contra ella, logo que'em-o, he aceito,
be apoiado pelo ptiz; he nencival.
Eis abi o raciocinio fatalista coro, qu a
preguica, a ignorancia dos actos e a fa-
tuioade dogmtica rompem de un golpe a
quosto do Prata e a assentam do un modo
irrevogavel.
o jiro he o verdadeiro modo de estabcle-
cer a quesillo.
Rosas be combalido ha vinte annos ? lo-
ga o paiz nSo o qaer, rilo o aceita. Km po-
ltica nao ba brigas de amor.
Eiis e aps tantos combates? I.ogo nSo
e souberam cdmbster. Eis ahi a solucHo do
problema de sua eilstencia.
Foi nial ataesdo, por pessoas Incompe-
tentes, por meios Inadequados em distan-
cia enorme do terreno ondo est o germen
do seu poder.
Os francezes nunca oataoram ; limila-
ram-se a bloquear Buenos-Ayos, isto he,
i mortificar pormoio da oscassez urna po-
plselo mortificada j pelo despotismo.
Queran) libertar Buenos-A yres por moio
da fotne e da nudez Rosas construa jar-
dins e palacios durante o bloqueio, e nelles
viva vida de prazeres e de opulencia rom
que inoslrava irnicamente a seus inimigos
o mal que Ibe fazia o bloqueio.
Sem movr-se do Buenos-Ayres, npresen-
lou batalha aos sens inimigos internos em
Corneles, em Entre-Rios, em Cordova, em
Tucuman, em Mendoza, islo he, a 200 o 300
legoas de distancia. E o peior he que seus
inimigos procuraram essa distancia, salva-
dora para elle.
Os chefes do partido unitario, reunidos
em 1828, nao comprehendendo a difTert-nca
de pocas, abrigavam o sesoticismo ou fal-
la de fe as massas que de ixam os revezes.
Afastavam-se de Buenos-Ayres paia for-
ma rom fortes exordios com a seguranza
que offerece a distancia ; e Rosas, aprovei-
lando-se dessa vaotagem, procurava-os no
seu solo a afastava a guerra do territorio de
Buenos-Ayreav Assim pelejou por dez an-
uos l oa tranquilldade dos seus lares, nun-
ca sssiltados pelas chamas da guerra.
f deracilo um fado e nBo un homem.
be-se a viJa de palacio ; venha igui
para todos. Acabem-se os govtrnadores
c mi poder de vida e morte, por vinte an-
nos e por toda a vida e tenhamos mandata-
rios de quatro ou de cinco em cinco annos,
como nos Calados-Unidos e em Chile.
A criada, lata) he, a fe leracSo lornou-se
respondona e assim devia ser. NSo senam
Argentinos os federtes seconsenlissem em
representar toda a vida o papel de eunu-
cos, o se deixasaem matar para que a rep-
blica argentina teoha um Alcorto e um
SultSo.
No da em que Buenos-Ayres, imilacao
de l'ii'is entrar as Tulherias de Palermo,
Ac- a Assim se previa, o assim surco leu no Ks-
Ida inflado Oriental. E nflo se diga que agora at>
fuma a theoria sobre o facto. Pelo contra-
rio, a theoria precedeu o ficto, angen-
drou-o.
Para proval-o em honra da America, pos-
so, gracas a um amigo, copiar aqu alguns
trechos de urna memoria apresentada em
abril do. 1851, pelo Sr. I). Andrea tamas,
ministro oriental, ao governo imperial.
Ei-los :
A paz he a neceasidade, o voto de to-
dos os homens nacionsea a estrangeiros no
Rio da Prata.
a No Estado Oriental todos os seus filh
em umeoutro campo, a desejam ardente
comprehender so-ha o fim desse palacio i intensamente; e da verdad*, da univercida
amihrbo, achaudn-seem vez do hroe urna de degse desejo ninguem pode terne.n re-
volha queso abriga sob a bandoira inglcza -
naa balitai exlirio'rts.
Buenos-Ayres dar esse dia de honra
America quandoo general Urquiza Imitan-
do Napoleao, se arroje como a aguia atrevi-
da do imperio, sem rodeios, sobre a rica ca-
pital, do Prala, que faz viver Rosas e que
por fim o far cahir.
(treurio )
________________(Do Jornal do Commercio.)
INTERIOR.
RIO DE JANE1UU.
AO AMIGO Al /.KM I
Corle, 25 de outubro de 1851
a Montevideo, dizia um poeta franco/,
no he somonte urna cidade, he um sym-
bolo ; nSo he smento um povo, he urna es-
peranza : he o rumblo da ordem, he a es-
peranza da civilisarjSo. >
Montevideo, o symbolo, a esperanca est
salvo. A nova Troya vestio as galas da vic-
toria ; suas ras, quo desde 1843 eram um
acampamento militar, converteram-se em
salas de festlvidade fraternal; seus sinos
que,""i annos deassedio,Javam e signal do
porigo e annunciavam ao povo que o dover
chamava ao combsto, agora dobrarSo festi-
vos para convocal-os aos templos, chelos
de harmonas, onde se caotavam hymnos a-
quelle que ludo p Je, que J a paz e a vic-
toria.
Eis ahi a grando noticia da semana.
O desenlace da quostSo oriental, puro da
menor mancha de sangue, do luto, das la-
grimas, he completo, honroso, glorioso pa-
Fez suaa campanhas em derredor de Pi- ra lodos os governos alliados fecundo pa-
lermo, islo he, do palacio mais bonito que ra a America e para a causa da cvilisa-
lem a America do.sul. Conslruio-o emquan- (3o.
to seus crdulos soldados derramavam seu Os dous colossos europeos tinbam nau-
sangue em cmbales renhidos. Viva vida Tragado na dilliculJade; petrificados ante
de rei, emquanto sous soldados psssavam essa cabera de Medusa que chamam Rosas,
vida de oo. | seu braco gigantesco no tinha podido sus-
Pelejando com tanta cotnmodidade, co-. tentar a espada que desembainharam arro-
mo podia cansar-so da guerra ? Procurou-a gantes, e suas bandeiras se enrolaran) anta
constantemente cmquuto leve tolos quo o sanguinolento tyranno ; declararam-o in-
a iizessem porana eonta veneivel; ainda mais, proclamaram que
Oannaes das auascampanhas seriam cu-|era um poder accommolalo ao cstadoso-
riosos. O capitulo dos riscos reduzir-ae-hia "
aodas apologas, que Ihe trouxeram vi-
da sedentaria, a obesidade o os prazeres.
Os padecioientos physicos so os da gota,
e isso be dizer ludo". Um general gotoso
he caitamente un general invejavcl. II
um militar que nSo militou. Militar he an-
dar. Durante suas tarriveis campanhas, nun-
ca se separou um so dia da sua querida Ma-
nuelita, das suas laranjas, dos seus e uvos,
dos seus bufOas.
Polejando desle modo, bem Ihe he dado
gritar, ilorram osselvagens unitarios. Para
que quar file a paz? que pode irazer-ltie ?
gozos ? A guerra Ih'os ofTereee em tal abun-
dancia que o tornaran) gotoso.
I.mquanlo deste modo o combaterem, ser
sempre victorioso.
lio boje em diante, porm, nSo ser Uo
feliz.
Iloje he combatido pelos federaes, isto
be, por aquelles que eatSo ao seu lado. Pa
lermo contm lalvez aquello que ha de dar
conla da sua pnssoa.
Alacam-o os seus discpulos, com os
n esmos meios, dente por dente, olho por
ulho.
Cansados de promessas e de esperances,
pedem-llie os federaes a realisafo, a ver-
dade dessas promessas e esperancasVe-
nha a fede'a5Sqdizem-lhe ; mas s-ja essa
FOLHKJI
OU
MEMORIAS DE UM MARIDO. (
POB EUCENIO SITE.)
III.
Passarei agora a fallar da mitra amisade que
oa,.iin no Sania Barbara, multo lempo depots
de niinli.i ligaco rom Jacinlho Durand ; este
outroamigo cbamava-se Jomo Rayinuodo; bem
como a maior parle de nossos cainaradas, elle
tinha o seu appellido -- obArnavain-no bruto.
Joao It.iyinunilo, o qual liaba dessete annos
incompletos, era um rapaa de mediana estatu-
ra, gil, robusto e de cor morena; sua pbysio-
nomla orgulhosa, teas grandes olhos pretos ao
mesuro teinpo altivos e pensativos, sua tacitur-
nidade, seu gosto pela solideo Infuodiam res-
pelto a lodos nos; ninguem Ihe conhecia um
so amigo, raras veies tomava parle em notsos
brincos, e quandoo fazia era para mandar nel-
les como soberano. Se ae trata va de urna con-
juraco, de urna revolta, Joo Raymundo era a
alma d' llus, bem entendido quando Ihe pare-
can) legitimadas por urna Inlquidade flagrante;
quando nao, elle refuiava o seu concurso. Se
a conspiraco era deacoberla, solivia sem dizer
urna s pilavraj ai punlcdes, mostrando se im-
penetravel a respeilo de seus cuinpllces. O
appellido de Bruto foi-lhe poslo, em virlude do
culto religioso que professava para com os re-
publicanos de Roma eSpaita, cujas (acanbas
traduiiamos lodos os dias.
Algnmas vezes cbamavain-no tambem Joao
Hajiiiundo, o Jf/ronno, nao porallusio domi-
nstao que exercia sobre nos, mas porque nao
podia fallar do Imperador Napoleao sem cha-
ina-ln tyranno, e amaldlcoa-lo: mas tarde eu
Uve o segredo delta averso. Cumpre que eu
o diga, Joao Raymundo nao era como os rapa-
zea de sua Idade; multo mais adiantado que
Dos lodos, elle devia la educarao primilliva
r a algumas circumalancias siugulares urna
maturidade de rasiio, um rigor de principios,
uroaauloridade de palavra c de carcter excep-j
(*J Fid o Diario n. 203.
cial, s~ necessidades sociaes do Rio da
l'rati!
Esta declararlo, que marcava com o fer-
rete da barbaria a urna grande parte da A-
merica Meridional, era um oppobrio para a
America ioleira ; mas, Dcos louvado, um
opprobrio no merecido.
Os puvosdo Rio da l'rata pedem e preci-
sam paz; mas seu estado social he inconpa-
tivel com o systcma de Rosas, com as de-
gollacoVs, com osconliscos, econsaguinte-
mente n3o ha paz possivel seno vencido es
sesystema, vencido Itosis, que o represen-
ta, lio exactamente o contrario'do que a-
creditivam, ou appsrcntavam acretitar a
Franca o a Inglaterra.
O predominio de Rosas (a Crib; no Esta-
do oriental era synonymo de Rosas) era o
nico obstculo a paz. Dominava mas sem-
pre em luta por ser o depositario do lerror,
por ess-'s fenmenos espanto,os que produz
um lal syslema e de quo ja haviam dado as
sombroso exemploa centoo viola millidas
da Francezos, que tramism a um gesto da
Robesjiere, deixando cahir aos ceios as
cabecas do genio, da vrluJe e da bolleza.
Compreheiidido o verdadeiro esta lo so-
cial daqueiles puvos, bistava dar-lhes a-
poio, b-slava equilibrara Torca do teiror
com urna Torca elTecuvs, para que desapps-
reessea causa da horrenda perlU'C^co.
eionaes e nuil nolavels quando se considera
que nao ilnha entio aeoao dessete annos.
Sem embargo de seu carcter selvagem, c de
suas frequentes revolias, Joao Raymundo era
um dos melhores alumnos do Santa Harbara<
de primeira Torca em malheinatica, alcancava
luliiliidlinente brilhantes Inumphoi no grande
concurso ; por lito nonos mestrrs moslravam-
se indulgentes para com seu carcter de cons-
pirador, elle era entre nos mais temido que
amado. Sua enereia, suacoragem, sua supe-
rioridade de intelligencla inapiravam-nos urna
drferenca involuntaria; mas ninguem procu-
rava sua amzade, nem elle a de niugueiu.
Tentado lalvez pela Jifflculdade da empreza,
procurei multas vezes travar com Joao Ray-
mundo urna cooversaco um pouco Intima;
mas a rigidez glacial desse estranho rapaz re-
peino sempre inhibas tentativas, esta sua or-
gulhosa reserva Tez que por inulto lempo eu
Ibe guardasse odio.
Um dia a codteceu que urna baila de gomina
elstica allrada com violencia por u-n de nos-
sos camaradaa velo dar no olbo de Jacinlho Du-
rand, a dor fol |lo viva que Uadamextlta deu
gritos agudos.
Joao Baymundo que passava perto de nos
levantou o hombros e com vos spera disse ao
paciente:
Com rasao te chamam Haiamulla. pols
s sensivel como urna muiher!
Euquiera ver-ie em aeu lugar, Bruto,
exclame! eu, para ver o que farias. Pemque
Bruto t gritarlas ainda mais do que Jacinlho,
se levasses como elle com esta bala no olho.
Pola apanba-a e experimenta, disse-me
Joao Raymundo com um ar de desalio despre-
sador, ein p olhando para inlns com os bracos
encruzados.
Em um primeiro movimento de colera, e tan*
topara vingar Jacinlho como para mortificar
este TanTarro, apanhei a bala, e allrel-a com
tanta Torca que ella Toi dar aobre o olbo de Joao
Raymundo ; quasi immedlalamente a palpebra
incou e lornou-se azulada; a dor Tol necesn-
riamente cruel. Bruto impasslvel nao prolerio
uina s quelia, e disse-me desdenhosainente:
Botao griter
Ao depoli voltou-me as coilas sem procurar
vingar-se, nao obstante ser la o bravo quanlo
robusto.
Contesso que nada achava de mais soberbo
nem de mais heroico em iniobas leinbmocas
classicas de Roma ou de Sparla. Joao Ray-
mundo pareceu-me eulo de eem covados de
altura; minba colera foi substituida por uina
son de admiraco fantica, e correndo apoz
elle, eu Ihe dlsse :
Raymundo, icnhu-ic Tello mal covarde-
I
mota duvida.
Ha seto longos annos que os Orientaos,
em um e outro campo, eslo condemnados
os que conservam alguma Tortuna, a vl-e
desapparerer de dia para dia, e os que a
penliam.que forman) a maior parte,s vege-
taren com suas familias na miseria e na in-
certeza, som meios nem paraadqmrir, nem
para conservar; e, o que he peior, sem des-
cobrirem quantee como se obtura a paz que
deve remirar tantos prejuizos, cicatrizar
tantas Teridas.
Se Tora dado interrogar aus Orientaos
de urna ede oulra divisa, tanto aos mais e-
levivios como aos mais humildes, sentir-se-
hia que o Togo das paiiOes e dos rancores
domsticos ost quasi apagado por essa
immensa torrente de singue e da lagrimas,
-sangue e lagrimas de todos,que cobrem
ln V a nuil, o I,ir commiim.
lie urna siluac.9o daquellss em que o
direitos polticos do cidado perdem a sua
importancia ante os direitos do homem,a
vidaa familiaa prospendade.
Salvar estes direitos, sem os quaesnSo
ha socielade ; salval-os pela paz, pela ver-
dadeira paz, pela paz duradoura, que he o
nico meio, a ultima tabua de sslvaco, he.
o que todos querem, o que todos necessi-
tam, o que todos pedem, sitiados e sitiado-
res, vencedores e vencidos, so he que os ha,
por fim, entre lilhos de um mosmo solo,
que trajam o masmo luto, que choran) as
mesmas lagrimas, cujos lares se lem con-
fundido as mesmas ruinas.
Sim, a paz, a paz que salvo a socieda-
de, a vida, a familia, a propriedade, esse he
o voto commum, e esse voto he um vinculo
mysterioso que rene vontades apparente-
mente desunidas.
Sel. Manoel Oribe sesublrshisse, pela
sua posi(So excepcional, a c.-so voto uni-
forme, se alguns poucos que se hSo man-
chado com as espoliares o acompanham,
se Argentinos que apoio e escravisam a O
ribe zombam da opiniao oriental, Oribe e
oa espoliadores e os Argentinos fleariam
sus no dia oru quo a baodeira da paz, da
bemdita paz, se arvorasse em sua presenc*
com a necessaria Torca para dar abrigo se-
guro aos que se acolhessem a ella, para dar
a todos abrigo seguro e igual.
Tudo isso se cuinpro ao p da letra, pa-
lavra por palavra. Como llrazileiro devo
ilo'iiorar-uio um pouco ueste poni.
A causa da civilisagSo nessa riquissima
parte da America Meridional necessitsva de
um apoo externo. A Franca e a Inglater-
ra ofTerecram o solemnemente. Augmen-
taran) as calamidades da guerra, carrera m
ros de sangue, e por fim declaran) invenci-
v.| a bassria e estenaeram a mSo a Rosas e
a Oribe.
OBrazil subslituio as duas graudes n-a
Oes no poslo de honra que dpsamparavam ;
toniou a santa empresa sob sua prmecf.lo,
como ISo oobremente diz o general Uiquiza
na nota que dirigi oo.Sr. Puntes, c poucos
me/es depois,
Montevideo est salvo.
A Repblica O'ienlal lvro e indopen-
dente.
Todos os 0 ientaos abracados e reunidos
em f imilia.
0 grande oxercito, o exercito aguerrido
de Rosas, todo o seu parque estSo em po-
der do general Urquiza, e marchan) com el-
le contra a fi-a do Parmello.
E nSo se dorramou urna s gota do san-
gue, no correo urna s lagrima, nSo liou-
aaa/
*e urna s violencia, um s insulte pessoal. le corveta, saliendo da capitularlo, denols promover a emigracSo de familias morige-
Oribe, oproprio Oribe, no he persequido, { le jaiittr, i
mandn escalares torra e reo- radas o industriosas, e solicitar dos poderes
Iheu quinto peralvilhoquiz embircar. Eram comptenles as garantas necossarias para
uns cincuenta e tantos, incluin lo urna bm- que os contractos enlre os propietarios de
dado inii-ir.i r i ni'l 11. torras e os colonos se facim oom mutua
No dia seguinte quiz cnnduzi-los para vantigom dos confractantes. Neate ponto a
Buenos-Ayres : nlo Ih'o consentio porm sociedade ter tamhem de convencer os
o almirante Reynolds, o qual Ihe man ion gran les propietarios de terna da conve-
dizer que, pnis tilfha recebido abordo tola niencia de hiivii larom-as a quem as apro-
aquella gente, nJo IDe era pcrinitii lo sahlr veite, em vez do deixa-las incultas s pela
do lunar em que eslava, e o que lia oeior, de- va idade de se dizerero senhores e possuido-
claniii-llie qu: sustentara a todos sua res da leguas de Ierra quo nada produz.
custi. O lord encont'ou no castiga orna con- 3.a Eusino Agrcola.A agricultura no
soiaciio ; os seos hospedes b'bein ... male, Brasil, geralmntefallando, esta na infsn-
e assim nSo Ihe esgotarSoa adega. cia Prepara-ss a trra, planta-se, colhe-se,
Nilose dir de mim que nSocumpro o que trata-se o producs de cerlo modo porque
prometi : coi) essa no loa h.Vi ticara ma- assim o faziam os nossos maiores, qua lam-
oiiln la a miiiua memoria. Pola ta uaia he n n.lotinliam oulra razo para faze-los
virtude hoje, que tanti geule cuno que assim. J se vcom que difTiculdado nSo le-
faz timbra em Tallar aq que promette. Se rSo lutado os lavra lores entregues a si pro-
i n/i'i -ni evm .lo-, leiiuii as circulares dos pnus, sem guia qu i os dirija, quaatos cipt-
csndidatos, e combinem Cornelias o quo el- ties se no perdern), quanto tempo se nao
les -,ii depois que apanham o que d-sejam: consumi improductivamente,
nada da interpretaefles forjadas, nSo Tallo O ensino agrcola he urna necessldado en-
dos nossos represeutintes,quesocavsllioi- tro nos; e a socie lade Auxilia lora est dis-
rus cmplelos. posta a crear polo menos uina escola do a-
Prometti oceupar-m" com a Sociedad* gricultuia, onde sa ensinem as doutrinas
Auxiliadora da Industria Nacional, o vou quecunstiluem a .-ciencia do agromono, e
cumnrir a promossi. Emsun vida modesta, se pratiquem tolos os processos experi-
e quasi desconhecida para aquelles que motitaes da agricullura considerada como
em bem ou m ils curlo das alias ques- arte.
toes do Estado, lem esta sociel lo presta lo *.* Animaes'o I.imi i-. o .i >-t i'o n-.> uiumi -
i m v.r.n mm-i o |, u i, o.io lanos quanfos to das nicas existeutes e a naturalisaglo dn
sa deveriain es icrar, mis aquelles quo es- novas ragas de anima s. s3o ubjectos de tal
tavam no circulo limita lissimo de suas Tur- importancia, que ninguem pode duvidar Ja
rjas. Sua utilida le fui 13o llmente reco- sua ulili lade e mes no de sua necessidade.
nhecida que os podaros do Eslado a lem au- A sociedade se eucarrega' de man lar bus-
xiliido para quo no desapparecessa essa car animaos de boas racas, a de os propagar
Tonta minguada e leuue, que ainda se tor- entieos mtoressadus Tornecenlo-lhes tojas
Dir rio un i.il .'ni qu' a i o lu-i' i n icio m I as instruccdas necessarias. Tambom tnanda-
v beber novas Torgas que a Isgam progro- ra buscar e distribuir animalmente seme.n-
dir em prosperidad'-, como tullo 1 lid de- tes de ar.ores, arbustos ce-eses, Qnalmonte
sejo. de todos os vogelaes que tiverem usos re-
Oconsellio director da sociedade reconhe- conhecilainente uleis lias artes ou na ali-
ceu o acannamento de suas Torgas, etimou mentaglo.
urna doiiberago que de corto s. ra appro- i.' Bancos agrcolas. Os ctpitaes sao
vada por lo los aquelles a quem olla respe- pr^stanlissimo agente di producgSo, mas
modoSr Carneiro l.eo, offerecom garan-'ti. Serflo convidados todos os fazeudeiios entre nos ainda uo esta estabolecido o cre-
liasdefuluro e de prosaeridade. Feliz oje agricultores da p ovincia do Rio de Ja- dito torritorial. Multas causas eucorrem
paizque pussue estadistas da tanta abne- ueiro para faz^rem parle da aocisdade co- para isso, e sem que ellas dasapparegam o
gigSo e desint-^resso. mo socios Ifactivos. A illusir.ig.io o o ,a- lavraJor no alcangura por prego milico
Aeompnnlia o Sr. Carneiro Le3o, na qua- tnotismo dos agricultores da i rovincia do sobre suas torras o dinnelro deque csrecor
lidsde de seu secretario, o Sr.Dr. Jos Mara Rio de Janeiro no so osquivaro a tal con- para proveita-las. He inlisoensivel remo-
da Silva Parauhos, lenta da escola militar,! vite; o bem entendido interesse dessi cas- ver essas causis, algumas das quaes esto
e um dos redactores do oraal di Commercio., se a aconselhara a proporcionir mios a so- na legislagAo, para se poderem estahelecer
Rotifado haver um anuo da vida publica o celadede m-liiormeiilee promover e aui- os bancos agrcolas, idi qua lodos reco-
Dr. Paranlios nflo pJe resistir a louvavel liara industria nacional. nhecam cirecedora dos mais ampios desen-
ambigSo de tomar parle nos negocios de seu O convita n3o imporla grandes sacrificios: volvimonlos, o que a socieda le Auxiliadora
paiz, ambiguo a que os seus recouhecidos um juia poquaua e urna nnuida le insig- ha do desenvolver com seguranga, veucen-
talenlos lliedo mdisputavel direito. Talvoz nificante liabililaroasocedide cornos fun- do os obstculos e convocan lo os capililis-
acluasse tambem no espirito do llr. Para- dos in lispensaveis para Tazer a Udas as in- tas para essa empresa i nportsnlissima aos
nhtpso desejo de grangear a affoigao ea es-i uslrias henelieos iguaes aos qnc n Euro- Tuluros destinos da ndiistrid agrcola en-
tinta de um homem eminente, que em mu- Pa e nos Esta los U.iidos I es fizein sociela- Ir nos.
las circumstancias lem mostrado qui Ihe das da mesma natureza. S3o amitos os ha- 6." O jornal da socio lado. Um dos resul-
nSosSo pesados os sacrificios qua iinpOoin ndicios quo do noin emprego dos capiUes lados do cumpriinanlo de algumas uu do
os deveres da amizade. qua assim sa accuiuularo.n pdem resultar tulas essas prumessas da sociedade aera a
Fosse porm o que fosso, o Dr. P.iruihos e lem om vista a sociedade. Resumirei aqui melioramenlo do seu jornal, que ha de ser
aceitou o convite quo o Sr. Carneiro Lodo em poucis linhasas inlenges do consollio conliaJoa esciiptoros bom retribu los. A
Ino Tez na segunda-Teira a brule-peurpoinl. director. titildada do peridico de urna sociedade
S. Ex. nilo po lia ter lembratiga mais Teliz '* Conservatorio de machinas A ex- desta natureza n3o podo ter contradictores ;
nem Tazer mais'acertada escolha. Espirito tiocgSo do Iraico de escravos lio hojo floto para aquelles qjMi3u tiverem possiblidade
analytico, reflecli Jo, pensador, sobaja ao consummado : o paiz convencu-se que dj- para 'requemar as escolas, seguir as ligos
Dr. I'aranlios em prudencia e modestia o via auxiliar os esforgosdu governo para sua oraos e praticas, o jornal Sera o mestre e o
quelhe Talla lalvez em vivacidaJe. Estu-, completa represso, e o governo apoiado na guia...
dioso, trabalhador, vido de saber, esc.'ip- opiniSo publica, acabou com a importagSo Masali eslou vendo aquella senhorita que
tor de talento e ao mosmo lempo modesto,' de oscravos. Dahi provira ioTallivelmciito veio saber noticias dos bailes e reunios
hideserum poderoso auxilio para o Sr.ifallade braco, para a lavours, principal- dansantese cantamos d semana,eso tem li-
Carneiro Le3o. i mente emquanto o paiz olfarecer recursos doRiodaPraia e sociedade Auxiliadora da
S me resta fazer votos pela Teliz viagein uns facis para ganliar a vida, e eniSo Tur-, ndustria Nacional, atirar pam a bandaoJor-
doministro e do seu secretario e estes os (oso he cuidar us meios desuppri-los, e nal,o dizer desdemiosa : Esta hoje muilo
o cordialmente, pedindo a Daos qua os -s mu duvida silo as machinas os que masj massanle !a Ah miulia senil
no ha insultado, submelte eo, como lo los
os demais cidadSos, s autoridades do seu
paiz, e lici em sua casa, t, e aban loriado
aos seus remorsos!
I Para nSo ver a immenM honra, a i mmen
*a gloria que disto resulta ao Brazil, ser
preciso Techar os olhos a luz.
Falta agora assafurar os resulta los obti-
dos e complelal-os; consummar a salvagSo
de todo o Rio da Pea te, firmar ali o triura-
pho e as bases da sociedade christa e civ-
lisada, propender para a organisagSo de go-
verno regulares e garantir os interessas po-
lticos do imperio o a saguranga das pessoas
propriedades brasileiras.
A esse !lm so encaminha sem duvida a
misso do Sr. conselheiro de estado llono-
erip Hermeto Carneiro LeSo.
O governo imperial, que t3o avisado tem
andado nos negocios do Rio da Prata, nilo
poda entregar a mSos mais habis tSo al-
tos interesses. O Sr. Carneiro Le3o, por seu
carcter firme, por sua illustrac3o, pelo os-
tudo quo tem feito dos negocios que agora
devo cneaminhar para dar-lli 'S o dosTecho
necessario, por sua potltjlo poltica no im-
[i-rio, oSr. Carn-iro loii he O estadista
rmlhor habilitado para desempenliar a ar-
dua missSo de quo Toi iucu'nbido.
Ha porm ein aeu comportamento um sa-
cilicio c abnegacSo tal quo no he possivel
deixar do recommenda-lo a gratidSo dos
Brazileiros. Senadores, conselheiro do os-
ado, muitas vezes ministro, o que haveria
que movosse n Sr. Carneiro l.eo a separar-
se de sua fiuiiiii, abandonar os gozos di
vida domrsli -a, o repouso do gabinole, e
sujeitar-seaos bales di calumnia vil e ma-
me que corlo no esquecer de ata-lo ao seu
poste, sen.i i Tora um rasgo de dedicagSo,
do aue alias S Ex tem dado tantas provas
a su* patria e a saus amigos '! Os partidos
que confiui emseuseio tantas notabilidades
quejen) emergencias semelhanles s daac-
tualrJade, enconlram homens do patrotis-
l'-c
ihora,quo sacrifi-
leve a salvamento, e proteja na empresa de convem adoptar. A sooiedaJe Auxiliadora cios n3o leria eu Teilo para dar-lhe um mo-
civilisagioe de paz de que vSo incumbidos, formara urna collecgSo de todos os instru- ment di iirazer,
mente.... tudeverias vingar-te....
Nao, rosnondeu elle speramente eu te
tinha provocado.
Dlzendo estas palavras, rellrou-se, eu o al-
cance! e accrescentei:
T lens sido generoso para comigo, pec-
le perdodo mal que ce n/ covardeinente, es-
tol! arrependido de o haver Teilo. Para provar-
te o que digo, peco-te que aejamos amigos!....
Amigo!! disse me elle medindo-me de
alio a balxo, como se minha pretenco Ihe ti-
vesae parecido exhorbitante, c accreacentou
leccamente:
Nao lomo amizades lio deprena,
h ntao o que he preciso faier para ter la
amizade ?
Ser o contrario do que t s.
E o quesou cuenlo;
Nada.
Nada?
_Ou antei s preguiemo, ignorante, leviano,
nao ten! carcter, nao leus energa.
Eu, que me batti ainda honieui duas ve-
les!
Sim, por colera ou por amor proprio mal
entendido. T nao recuas diante de uina pu-
nhiiia, in.ii nao lens cabeca neinUnneta; s
estourado e Tallador. No tempo da conspira-
cao do grande dormitorio ludo Toi dcicoberlo
por tua trahicao.
Eu trahidor!
T desle tramela. Em ta] caso fallir
he trabir. T s demaii mentiroso, e eu des-
prezo os mentirosos.
Que quere que Taca, he verde que minio
algumas vezei.... como outro qualquer.... pa-
ra nao ser punido, por exemplo.
He covardia, lu l alm dlaio vaidoio.
-- Vaidosodeque ?
De tudo. Quando sahes aos domingos, vea-
tei-le como uns hornera de 25 anups, tomas ares
de (dalgo; l o nico que leinaqul um relo-
glo de ouro com parendengues, e nao perdes
occaslode moslra-loa lodos, emfim nao lens
grande d'alma.
Jamis depois de sua entrada no Santa llar-
bara Joao Raymundo nao tlnba conversado to
tongamente com nenhum de nt, e com quan-
to eu Tone ento mullo mo obiervador, repa-
re! que Bruto a cada uiua das exprobacdei que
me laiia, pareca querer romper a conversacao
por quanlo a conlinuava como que a aeu pozar,
de todas as suas durezas a nica que me otTeo-
NSo terminarei esta ponto tern referir um montos que liverem ap.licagJo a nsdustria
Tacto em quo, alm do sal, ha urna revela- agiicola.
(So importante para lodosos Brazileiros, e Estes instrumentos poderlo ser mandados
principalmente para os nossos novelleiros, copiar pelos socios, ou a sociedade se in-
que querem pur Turga ver a iulerTerencia cutnbiri da us mandar Tabrtcar por conla
mgleza em Tavor de Rosas. dnquellcs qua os quizerein adoptar, sob a
Eslava Tundeada ooBuceo a coiveta in- dir.cgSo de pessoas habis. Esle segundo ar-
gleza Tweed, coinmandada por lo'd Francia bitrio ser porcerlo o mais couvenieuio,n3o
Russoll (irmSo do primeiro mini-tro de ln- s pela maior perfeicgSu na execugSo, como
gl.iii ii'a) qii.ui lij so iu .viu'e iyr peu! n iimiii- pelo menor cusi relativo. To lasas inacui-
po de Oribe, o llM i1'"1 'I ali eslava as e apparellios serio acompanuados das
aquelie navio era salvar a viJa a Onba se mais ampias inTuruiagas acerca do s.-us
elle pedase a protaegoa bandoln ingleza. usos e vanlagens.
Lord Francia rlussell por que (dizem, 2.* ColunisagSo.Anda a mesma neces-
aoda sempre com a razSo a juros, e que por sidade de bragus para a lavoura t.lo seulida,
sola mullos annos oipassa de capito Tara que a sociodada empraijuc sau zelu em
aj>(i9Sana^ajgaasp^a^S I '! "" I II
Miutia nova amliade uiio me fet eKjuecer
Jacintbo Uuraud uesse dia laetnnu eu dlse a
Joo:
Antes de ser teu amigo, eu eitava Iigadu
teceo a JaciaUo, lodo o muiid o baa, n es-
caroecia ui o lens defendido ; isso ao menos
anouncla um pouco de grandeva d'alma.
Bem vs.... lenho um pouco.
-- lie possivel.... mas eu quitera inuila grai
dea d'alma em meu amigo, dizeudo Isso Joo com madamtuUa ; se eu o abandonarse agora
Havmuiido deiaoii-iuu subiUmente. cllc s,'na mul Icsgracado, uo se queixatia, <
Apezar da rude franqneca das eiprobaces de chorara parle ; elle he liiuidu e medroso co-
Rmio eu crl ler em sua plnsionoiuia mais sym- '" "" '"* mas DC t;, allecluoso, 1.1 de-
palhia para comigo do que elle quera parecer dicado, principalmente lao recoiihcedo ao
testemuQhar-me Wo (im de nossa curta con- >or que se Ihe tem. que lu deves permit.r
versa, a mordentc aspereza de sua voz se tinha nuc *"" PMrtc c uossa amisade e nao or-
adocado, de sorte que quando elle me disse : car-me a aban Joua-lo.
ae Iki quo p intn dar pm-
zer as rabiscas de um .nbiev l'n que j
vai vvenlo de leinbranr;as e recorilac.Oes.
iN3o sei so houvt) biiieyesta semana; o
estado .iii.iii'ii da cidade do Ido do Jmioiro
lie hoje causa mais na usen bu n laque se po-
do imugintir; nao morro ninguem, mus leal
si o ataesja Una gente, e a molestia he
.'ur tal modo mexenquQi'j, que os mdicos
(iveram c m n'nm! ii< da cousa qne se aa-
davaocculUndo, e quizeraai explica-la.
Antes iio.m ja ella linha sitio explicada
por alguns curiosos de sibedoria, quo a al-
tribuidin. uns as aguas encanadas etfi tubos
decnumbo. uuiros a peste do g* ln. Forte
gente Vein um prirvo d sses, india as bo-
cnecliss, di do^iu-iiic iiiicNte quatro smi li-
I ii tena um pouco de graudea d'alma, eu crl
observar que em seu primeiro muviinento, im-
inediaunii'iite comido, dispoz-sc a apertar-me
a mo.
Lousacstraardinaria! asexprobacoesde Joo
me estimularan!, eu trabalhei com uiu ardor
de que elle me nao suspeitava capaz, obtive
alguns bous lugares; allroniel francamente
uina punico, coofessando urna falta occulta ;
batl-iue menos como ceg ; deixei meu relogio
A cuas palavras Joo rUymuudo eadaiuou
com um loin de exprobaco:
- tu fotjar-le aabaudonar Jaciuluo! serias
tu capaz desta ngradao?....
Nao, Jool nao ceruinentc... masen
fim.... se tosse absolutamente preciso cscolher
entre ti e elle.... eu.,.. eu....
Tu abandonarlas talref esse pubre rapas
que-suienie a ti tem por amigo,por apoo,alim
de lazer alarde de mmba amizade, como dr
e meus parendengues dentro do bolso, ein ves leu rclogio de parendengues, nao he assim ?
de fazer delles exhibices vaidosas. Hmliui no conliouou Joo com colera, nem te dizia eu I
tempo de urna famosa conspiraco chamada "" "" poderemos jamis euteuder-nos! J
dos caudiciros(DSUrreicco legitima, pois Bru- l,,l> oomeotl Onde ful cu buscar um amigo
to lomara a direceo della, e a dirigir com como tu'.
sua coragem e sangue Irlo ordiuario,. liz prova Alllicto pela viva rcprcbcncuo de Joo, cu re
de tanto segredo e resotuco que no dia limne- pliquei ;
diato ao da aeco, Joo Raymundo encerrado Fu mal em filiar-te de sacrificar Jaciutlu,
como eu na prlso do coegio, disic-me estn- be verdade ; mas ao menos meu pensamemo
deudo-me a no. era bom; elle te prova que eu nao esquecla
-- Fernando, se queres agora, sejamos ami- meu primeiro amigo.
go..,. Valha-me eos! exclainou Hay inundo um
A estas palavras tnlnha alegra igualou mi- pouco acalmado, mas levantando us hombros;
aba surpr^'/.i, c logo urna Uausfurma(o com- .sim1 leu primeiro peusamento era bum ; mas
pleta se operou em Joo Kayinuudo. Sua pa- tu o corrompeste, lu nao tiveste a coragem de
lavra, ao principio Imperiosa, acerba, toruuu- dizer-me atl'ot tai nenie : Lu serel teu amigo,
se chela de aQelcao; sua rude physlonoiola se mas quero permanecer tambem amigo de Ja-
enterneceu; esse pretendido coraco de brou- c'lntbo.
bro se einiim, eeu achei nelle tesouros de
delicadesa e de sensibilldade, dignos demuiia-
meulta. Eu uo poda tornar de mlnha admi-
raco e nao oceultei-a a Joo, perguntaudo-lhe
porque rasao tinha tanto tempo repel id o o of-
fereclmento de minba alleico.
- Tens rasao.....
-- E quando eu le exprobava o nao teres se-
no coragem para dar ou levar puuhadas, tl-
nba ou nao rasao?
ISo, Joo, cu nao temo a batalha; mas ha
urna mullidaj Eu no me senta attrahldo para ti, res- coin medo de afUigir ou de otfeuder.
pondeu elle sorriudo. Debalde luici, ced ao
encanto. ..
E porque uo cedeste logo, Joo ?
Porque a um terrlvel maioemaiico como
eu, mlnhas veleidades de
Pelo contrario, he com essas ceremonias,
com essas fraquesas de carcter que se offende
a gente.... Como a mliii ba pouco.
Ru offendl-le?
Certamente, crer-ine capaz \c exigir teu
tompimeuto com Jacinlho!
Perdoa, Joo, perdoa! eulo lu levars a
urna maduinezirh'u hcseiucuuiequencia.
Quando eu informei a Jacinlho de minha rc-
ceule amisade cun Raymundo, asseguraudo
(odavia a meu anligo amigo (fue elle farla par-
te de ii'jsso n ', o pubre rapas procuruu surrlr.
procurou parecer conleuic e respondeu-me :
Oh l laulo uKluor.' ... Seremos .res ami-
gos i' ni vez de dous e....
Elle nao pode acabar, as lagrimas Ihe vie-
ran! aos ulhos e elle ajuulou, teutando dlssl-
mular sua eioco:
Sim..., vale muilo mais ser tres..,, ein vez
de dous, he multo mais alegre, e accresceotou
com ar consternado : E demais tu sabes bem
aliual, Fcrnaudo, que eu nao tenho.... o direl-
to de ter vontades.... Ue j muilo ures amisa-
de a (iiiiti aquem todo o mundo repetlia.
mliade para ti oo
deu fol esta : -- T nao tens grandeza d'alma;' me pareciam lgicas, e cis-aqiii porque : eu le
por Isso eu Ihe disse com amargura: censurare! incessantemente tuas faltas, t oo
Eu.... eu nao lenho grandeza d'almal? te corriglrs e eu flcarel furioso por Isso ; dlr- bem que madamesefa nao fique s, nao he? que
Slu*... ou leus mullo pouca, accrescen- te-hel iulurias, nao deliando nunca de amar- elle venha algumas vezes lar com uosco duran-
tou Joao Raymundo parecendo lembiar-se de te. Eaafui de coaitas isso val mais do que vi- te as horas do rscreio.
urna cousa. T tomaste debalxo de tua pro- ver como lobo e sem amigos. hof respondeu-me Raymundo sorrindo, '
Jacintbo adiuitido em nossa inllmidade.
mosirou a maior discrlcao em suas relaedes
com iioco, por medo do importunarnos ou de
ter-nos pesado ; mullas ve fomus obrigados a ir ter com elle, a pega-lo
pelo braco c a faze-lo turnar parte em nossas
couversaces, em nossos passelos. EuUoaeu
olliartoruava-se hmido, e elle nos agradeca
cum ett'uso. Pouco a pouco seu teuiur foi des-
appareceudo ; frequenlemeute elle nos mauti-
hadebisdo cucauto de sua alma anglica;
um ii.ti i, um lusecto posto sobre uina ilorti-
uha, um raminbo de erva impedido alravez da
arela do pateo, luspiravam a Jacinlho os peu-
sainenttis os mais alfectuosos, os mais Urna-
mente religiosos Um dia elle nos disse :
(.mu Dos ae uiostra justo e paternal pa-
ra com os humildes epequeninotl elle deu a
este raininho de erva, a ete insecto urna vida
lo completa quanlo a das malores arvores c
das malores crealuras.....
Esse coraco excellente e resignado, sempre
sympathico para com o que era fraco e inoen-
svo como elle, acbava inesino em sua fraquexa
um i raso para beuidizer e glorificar a Dos,
Joo Raymundo tinha tambem um lostincto
religioso mul pronunciado; mas para elle Dos
siguificava JuiJiVa; como para Jacinto, Dos
signirtcavaymor.
Pela mluha parte, confesso que era uestas
materias o echo que repele o som; o espelho
que reflecte o objecto: eu me enterneca com
Jaelntho, indiguava-me com Joo contra a ln-
juatlca, e Uso sinceramente, e do mais profun-
do de meu coraco. -Nenes momentos eu le-
ria traduzldo ineus sentiinentos por actos ; to-
dava eu nao tioba nem amor a tudo e a todos
como Jacintbo, nem espirito de iolexivet eqsU-
dade como Joao Raymundo.
(Confiiuar-jff-ha.J
ILEGIVEL
+.


cae, contri que ss conspinm centenares,
milhires de fictos, equcr que su tenham
por certas e svenguidis a suis mveoces.
Muitis pessois J* meu conbecimnnto nlo
pdem passir uaM Pfle Pr ann0
ouanJo nSo ha, nventim-i.
Mo fui isento de pagar o trbulo, e as-
si tn adoenUdo, nlo era possivil coacorrer a
reuniOes. Faga idea...qual idea! Dio se de-
more nesla ponto ; tenho me Jo de alguma
iDconTenieocia.
Para miaba desculpa, basta dizer que es-
tivo doente, e to realmente doente, que
era ao meos fui ao arsenal ver o embar-
que do Sr. conselheiro Garneiro Lelo, e dar
mu aperto de mBo ao meu amigo Dr. I'ara-
nhos, que se fui para Montevideo sem ver-
me, sena dlzer-oie adeos 88o con tu qun
Invenios deajustar quindo elle vier, que
espeto sera breve.
Eslou-me preparando para o Campestre
sexti-feira, e para a Regata sabbado. A se-
mana promelte.
Atle.__________t
O Sr. senador Candido Baptista de 011-
veira. Sentimos ter deaununciar que se
aggnvou o incommodo deste cavalleiro. O
padecimento de S. Exc. nao provinha do
urna inflammagilo de intestinos, como a
principio se suppunha, e sim de u r-a her-
nia estrangulada. Ante-honlom foi chama-
do o nosso hbil operador j Sr. I)r. Antonio
da Costa, e conseguio fazer a reduego da
hernia ; mas o inieslino linlia soffrido una
to forte conipressSo e por tnnfo tempo per-
IDEM DO DA 3*.
Forana presos : ordem do chefe de po-
lica, os porlugoezas, Antonio Jos de Azo-
ved>, e Manoel Jos de Plnho, por briga,
l hernia/ Ventura dos Anjos, e Jlo da Cruz,
timbem por briga, tendo aqoelle'quebiadi
a oabeca deste ; ordem do subdelegado da
freguezia de San Fre Pedro Goncalves,
Antonio Jos Thomaz, por ser desertor de
primeira linha, os pretos JoSo, esoravo, e
Verissimo, escravo de Francisco da Silva
Sanii'go, requisiclo de seus senhores;
ordem do subelegado da freguezia de
Santo Antonio, o soldado do dcimo bata-
Ihfio de infantaria, Pedro Jos Barbosa,
por ler ferido rom urna bayoneta a um
preto; ordem do subelegado da fregue-
zia de San Jos, o preto Jos, escravo do
Joaquim Antonio dos Santos Andrade, por
desordem, Jo.1o Francisco, sea declaroslo
do motivo, e Antonio Das, por crime de
offensas physicas; e do subdelegado da
freguezia da Boi-Vsta, o pardo Manoel
Alexandrino dosPassos, escravo do major
Filippe Huirle Pereira, para averiguares
policiaes, os pretos Manoel e Antonio, es-
cravos, por ierem sido encontrados fra
de horas.
ERRIS.
Estatutos do banco.
Art. --lindas 6 onde diz completamcoto
Ieia-secompelenlemenle.
IJemlinlias 10 onde diz no apolicoleia-
fada, flzestes victima de vossa mordaz mi-
lidieencia a urna pesaos respeitavel por seu
estado, que foi por vos redicularisado ao ul-
timo ponto Lembrai-vos que esses em cu-
jas mos se ni ha o vosso arcabuz, se boj-
dellese servem para feriraos que vs jul-
gaesculpados s porque no pensam, como
vos, a ni a n lula vos mijarilo na escorva : to-
ma! o meu conselho, e nSo vos ir mal. Pro-
iii"tto-vos n.'io voltar mus a esta injusta
quesISo, que em nada interesas ao publico;
podis portanto dizer de nnni o que qui-
zerdes, o que vos dictar a vossa aguda ima-
ginaglo, seguro de que num urna s palavra
desperdigar coin vosco o
W. V. K.
Recife, 25 de novembrode 1851._________
V
Correspondencia.
se na a o I Ico.
Art. Olinhas onde diz hypolhecedas
to de seis das, que o estado doSr. Candido.. .|a-.r--liypolbecadas.
Baptista inspira grandes receios aosseusj Art. o-2lintias 3 onde dizdoci^o--loia- queentre o tal furriej eo Sr. pr n^otuvia
numerosos amigos. se decisSo.
Srs. Redactores. Como quer quo o Echo
Pernambucano, de I* do crrante mez, eo
Paladn de 17, puhlicassem que o furriel
Bolarmino Ferreira Lima, fugira roubando
ao Sr. capillo Marti.s Pereira 800/000 res,
he primo legitimo do Sr. Dr. Figueira de
Mello, o eu saiba de pura fonte que isso he
mentira, o que nenhum parentesco existe
entre riles, nao posso conter o silencio sem
dar um desmentiJo e mostrar quaes foram
as vistas desses tilo habis engendradares
do parentesco c cilumoia, quo fcilmente
sabem forjar.
Os escrevinhadores d'aquellos perioJicos,
como o publico ter notado pela intempes-
ti vula U: da occasi.lo em que tal parentesco
foi invena lo, n.i > i.:n >i avim, sem duvida,
CondecoracSo. O Sr. Ilr. Carlos von llo-
chkofler foi agraciado por S. M. el-rci das
DuasSiciliascora o habito de cavalheiro da
real ordem de Francisco I.
Etlrada de Bolafogo Todos sabem que a
Art. Sliona! 5 onde diz
leia-se--e c u una.
Art 28-linhas 1 bnde diz escrutadores
leia-seescrutador.
Art. 29flm oade diz ronovado-leia-so-
estrada macadamisadi de Bolilogo foi feita renovada.
por urna convinhia que se ohrigou a con-1 Art. 30-liuhas 9 onde diz direc-s3o-le.a-
i---------1.3- -j:.i .,.. i, 'seuirecgao.
Art. 31linlias a onde diz flmleia-se
fin.
sorva-la em bom estajo mediante una laxa
que pagam tolos os animaese vehculos que
por ali passan ; o todos sabem tambeni que
de ha anuos, por motivos quo nlo |cumpre
agora averiguar teni estado essa estrtds em
quasi total abandono.
Ha lempos ordenou o governo ao Sr. ins-1 -
pretor das obras publicas que exuminassea
estrada e marcasse co npanhia o concert \ iB--polUl.
que selhedevis fazer. Assim se pralicou,
mas nSo foram eumprlda as instrueges do
Sr.inspector,em consoquencia do quedeter-
TI I I i .- | -^ > i wviiwnjniiiivin ^ ->------------- |
minou agora novam-nte o Sr. ministro do lel1a1".8^""?:.." V,"'
imperio que o inspector das obras publicas
marcasse companhia um praso rasoavel
para concluir aquella concert, preven n-
do-a de que se dentro desse praso n3o esli-
verem coocluidos os reparos, se mandaran)
fazer pela ins.ecg3odasodras publicas.
Parece muito acertada esta determinacSo.
Mas as ordens do Sr. ministro do imperio
poderlo ser postas em execugao pela inspec-
i;Jo das obras publicas ? Teui ella geute pa-
I ioi.irin alguma de familia, como assim d
e om urna' amisade, e que nunca sj fallou em seme?
Ihmte cousa ; portanto o nico lim que
tiveram cm vista foi apresentar ao mundo
um prenle d'aquelle magistrado como la-
drSj, facto que consaguinteme ito nonh.i-
ma responsabilidade pode fazer recaliir so-
bre elle, pois que cada um rosponde pelos
seus actos; n i deixando, entretanto, de
envergonha-lo, muilo principalmente quan-
do he certo que em sua familia, gracas r
Dos e a sua boa educado, nenhum mem
.oro ha que tenha sido aecusado de haver
Art". 40 2--Iiuhas Sondo diz nomear-lbe praticadosemelliiute crime, como se pode
leia-se-nomear-lhe. correr as folhas do Cear, e todas as pessoas
dem i 6-linha 1 onde diz ponctual-leia- que nosta praca os conhecom, e com quem
tem ti lo i eliii;n ". de amisade e de commer-
cio, Mas clara lie a ntencSo desses malsius
da honra alheia, que n9o adundo acto do
Sr. Dr. para consular, em seu despeito, os
vflo invontando a seu liel-prazer, alim de
pascor seu gonio mui benigno, ainda por-
que lin-- ii.i'i pule esquecer o li une n que
no dia 2defevoreiro tanto concorreu para
Art. 3i-lm
anics.
ondo diz aiitessleia-se
Ait. I--linha 1 onde diz direc3o--leia-
sedirec?ao.
Ait. 42-linhas 2 onde diz 30 accoes
demliulias 10 ondo diz pelosleia-se
pelo.
Art. 52 1-Iinhas2 oiiJe diz diaector-
leia-sedirector.
debellar os seus correligionarios, que sem
ra isso ? I levemos crer que nao, a vista do
nin.ur.ivel evergonhoso esta.loem que con-
serva ainda multas das ras que descalcou
para assentar o encanamento das aguas.
lia cious ou tres mezes, oslranliando o Sr.
marecbal Anteroem urna ordem do da al-
Bnmas faltas que se repetiam a miudo, di-
zia : S o marocha I ter i I Mus para ver :' *
Se nSo receiassemos parodiar a pluaze de
S. Exc., pergunlariamos se tudos teui odios
para ver as uossas ras, menos o Sr. inspec-
tor das obras publicas i'
Corle. Esto de semana no paco impe-
rial : camarista, o Sr. I). Jos de Assis Ma- -
carenhas ; veador, o Sr. (roorio Cas-
tro Moraes e Souza; guarda roupa, o Sr.
Miranda Rogo; medico, o Dr. Torres Ho-
mero.
; h'inal do Commerci. }
Art. 525--linhas 7ondediz dezempe- respeito a propriedade, vida e as leis,
nharem--leia-se-des.iinpeiihar.-m. ousaram atacar esta bella cidade.
Art. 53--linhas 6 onde diz chaces-loia-se Sim, fazem multo bem ; um magistrado
chaves que sahe campo em possoa em vez da se
Art. 54Hutas 2 onde diz responsabill- oceultar em algum puro, he seuipre diguo
dade -leia-se-responsabilidade. de odio e de calumnia He preciso, sji
Art. 78-linhas 5 onde diz revoluc.es- porque meio for, oxecra-lo, e laucar fura
leia-serevelacao. do moio do revoltosos, luimigos jurados da
Art. 80 -lim onde diz proveJcncias-leia- consliluicSo e das le*; porque assim me-
llior po luan seguir t3o bella carreira !
He urgenlissimo, euiliiu, ate mes no que
se Dio d prenles ( graude poder I) e que
seprovidencias.
Art. 84liahas 3 onde diz conslarem
leia-secontrataren!.
Communicado.
ftuas palavras pela ultima vez ao Sr. V. que
e aseinao-l'ipilct-Cabrion: ou Arcabuz
Mo sendo o mou empenho sustentar po-
lmicas, porque nSo me nutro com mes-
quinlias intrigas, resolvi-mea n3o rospon-
der ao Sr. Pipilol-Cabiion, logo que o vi
deixar a tripessa, a sovela, o tirape, e o ce-
jrol do sapateiro, earmar-sido arcabuz do
soldado, porni mudei de resoluto ao ler
estes sajam ladres, porque s deste modo
ser atacadadol Bonita estrategas, hbil,
segurissima, que nao falda !
I'odem rjiiiinn.ir, que bo c9rto o trium-
plio .' .. .
Sou etc.
O Ventas.
PERMAIjgUCg___
BALA.NCETE 1)0 COFHE D\ ADMINISTRA-
CAO' DO PATRIMONIO DOS ORPIlAUS,
VERIFICADO 1)0 1. DE JUI.IIO A 30 DE
SETEMUKO DE 1851.
RECE1TA.
Kendiuiento do patrimouio i-h.iisn
Sobral do collegio dos orphos 100.801
Dito dllo daa orphaa 160,420
Repoal(0es e reslitu(cs 100,000
-------------- ma
Saldo om 30 de juuho de 18i
DESPEZA.
Adminittrpo.
Ordeuadoa aoi empregados
Diariai aos exmelos congregados
Serventes
Cunenos de predios
Deipezasjudiciaes
Eipedieole.
Collegio dos orphSos.
Ordenadoi aos empregados
Jornaea aos servemos
Diarias aoa orphaos c empregados
Houpaa e ulensis
Cvlltyio das oiplioi.
Ordenado at einpregadaa
Jornaes as srvenles
Diarias a> orphilaa e empregadas
Roupaie uleoils
Alugucldacasa
s.ldo em 30 de aelcinbro de 18I
6:847,90.1
2:223,157
OJANOTA
De todas as classes que compe a nossa
,o Diario de hoje, noqual se me altribuo fal- civilisaia socieJado, neohuma de meuos
, -a e pcllJamente esciplos, cm que n3o bem conteciJa e apraciada doquoa classe
I tendo a menor parta ; n3o deixo de estra- Jauotal : a inveja, e o despeito, por til arte
Indar que o Sr. V nao me couliecendo, a a tem calumniado, que nSo ha estravagan-
Iquem s ago.a condeco, nutra tantos, de- ca nem desordam, que se Iha n3o altribua,
Isejosdeme offender, e de mostrar-mi aos ea maldade chega mesmo ao exe.ssi de Ido
olhos do publico como domjn malvado: i nputar crimes. Se lie paia lamentar que
nao sei o que pense de um tal proceJI- assim se calumnie a virtude, nao de meuos
ni-r,i,,. para deplorar o indefferenca com queseob-
Sr. Pipilel-Cabrion, sapateiro, militar, ou serva esta flagante injustici; tem sa deixa-
logista, eu n3o ignorava que o dramaO! "o passar sem o menor correctivo, esse
Peregrino Branco-tinda sido levado a sce- montao de sandices c falsida les para eterno
na no edamado tdeatro de S. Francisco, opprobio da ras3o, e da verdade. Os inno-
asouvs u3u lestes com altcngao o que cenes calumniados, escrujulosos observan-
9:07i,otiO
312,500
202,400
24.018
295,040
J 00,000
55,240
943,137
451,440
1:739,300
771,340
450,000
2OU.080
1:380,000
033,245
137,500
7:732,170
1:338,890
cu disse, ou se lestes, me quuestes empres- Iles toloraucia e moderacao que como le
0i*ra*a
Alciudo saldo cima de 2:232*157 ra., oqual
be logo despeodido no priaclpio do futuro mez
com o pagamento dos ordenados dos empre-
gados da adminislraco, |diariai doa flme-
lo congregadoi, deapeza dos colleglosdus or-
ptn.os e oulros, flcou por nrrecadar al 30 de
junhoultimo aquanlla de 2:33i/932 ra. sendo
940/rs de rendas dos predios do palrimonio,
venc Jos at o lim do dilo inei; e l:'.i7ijti'M rs.
de foros de predios rsticos e urbanos igual-
mente vencidos at 3! de dezetubro do anuo
proaiuio pasaado.
M*noil Cltmcntiuo Carneiro da Cunha,
Secretario interino.
Barlholomtu Francisro de Soma,
Theaourelro.
;o da
Puiicia.
lo
iiepartigau
PARTE DO bll 21 DE NOVEMBRO.
Foram preof : ordem do delegado
piimeiro ditlcto deste termo, o guarda
nacional Victorino Piulo Bandeira, lequi-
siglo do respectivo commandante; do
subdelegado da freguezia de Sao Jos, A li-
na Joaquina da Cosa, para averiguaco s
polioiaes.
Osubdelegado da freguezia da Boa-Vista
participou, por offlcio da hontem, que na
manilla do dia 19 bavia-se suicidado, dego-
lan-lo-se com urna faca de mesa, a cnoula
Francisca Xavier, que morava em casa de
Joao da Cruz de Mondones ; e que passan-
do a averiguar este facto e a fazer o corpo
de delicio enlruu no conbecimentode que
a meania crioula fra a propria que prali-
cara esae allantado contra sua existeocia,
por se adiar das um pouco afectada do
cerebro. i _.. _.
DEM DO DIA 22.
Foram presos : ordem do subdelegado
da freguezia da San Fral Pedro Goncalves
do Recife, o liinamarquex V. Mollar, are-
lar um pensimenlo que n.io live, eu disse
que c.-se drama i.i.i ser pela primeira vez
representado, e se vos sois, como creio, ca-
paz de entender o que ledes, dovieis coui-
prehemler i,u U/ .nstini;.! i entre ser leva-
dos sena, e ser representado, haveis de
concordar comigo que um drama que he
mal, pessimainenle desempenhado, n3o se
pode dizer que loi representado, e sim en-
terrado, n3o ignoraes o estado da compa-
uhia desse inculcado tlieatru, a cirio tem-
po a o- la parle, sabis que as melhores pro-
duchos dramticas erain alli assassinalas,
e pode-se dizer que haviam represonta(es
dramticas em um tal thoatro ? n5o por cer-
to. Seeu dissera que pela primeira vez era
esse drama levado a scena, BOtfiO aceitara
a vossa aJvertuncia, ou acre censura, sem
que vos fosso preciso deixar os instrumen-
tos do vosso olllcio paia armar-vosde um
arcabuz, com o qual pujis fazer callar a
qnalqaer.
A consequencia que tarases da minlia ex-
"csc.i c sui gescris; a logea qoe vos
9:07"o60 'submniislrou os preceilos paja assim ra-
'___1___I ciocinardes, a nao ser a de Fr. Gerundio de
, i.imp.ici-, he por sem duvida do sapateiro
rom -n le, ou do alisa Jor de larimbss ; nao
direi de vara e covado porque na hnrala
classe los Srs. legistas ha muilos que pen-
sam, qus racionain, e que entendem bem o
que '. o, o t> 11 puncos onlie ellessJo Pi
pilcls-C ibrions.
Declaro-vosquea imputar3o queme fa-
zeis 110 vosso anuuncio de boje de muito
odiosa, por ser inleiramente falsa 1 nao cos-
tumeis a imputar a outrem aquillo de que
nao leii-l-'s certeza, se por saberdes que son
intimo amigo do Sr, Germano (noque vos
n3o engaaos) tudo quanto em seu abono se
disserdeve ser de minda lavra, enganai-vos
nao sou eu s o uuico amigo deste donrado
brnsileiro, o circulo dos seus amigos be
muito grande, muilo maior do que pensaes ;
elle conta inoumeraveis em todas as classes
da sociedadepernambocana, o Sr. Germano
gira em urna rbita immensa de a 1.1- ..I -,
que vos nflo podis comprehondor. Sabei,
pois, que nao sou eu o autor d sse com nu-
nicado, a que vos refers, e cujas palavras
foram por vos, pelos vossossoldados pr-
fidamente interpretadas ; sabei mais que se
fosse eu o seu autor, teria bstanle cora-
gem para franeamdiite vo-lo afirmar; nio
remana .liante do vosso arcabuz, cujas
balo de cebo, derrelidis ao fogo da plvo-
ra, nem um darn.no me causarSo mais do
que imporcalliar-moa casaca. AS miuhas
honestas occupac,es nao sao gmente es-
perar recostado ao balea > a viuda dos l're-
guezeS, em cujo tempo poderia rabiscar
grande porc3o de papel,uSo : ellas sao mul-
tas, e muito complicadas, e n&o me delxam
sulllcienle tempo despomvel pin me encul-
car de cscriplor profundo e elegante ; nem
todos tem a fortuna que vos leudes....
Concluo acousflliaudo-vos a que sejaes
um pouco mais verdadeiro, ou ao menos
lhes 1 ni 1 a i a sociedades que se acham liga-
dos, solrom pacilicamenfe, 9 cam resigua-
;3o as continuadas invectivas que a perrer-
sidade liles dirige. He pois tempo j de
romper 13o escandaloso, e reprehensivel si-
lencio, e de fazer patentes ao universo intoi -
ro as brilhanles qualidades, e subidas virtu-
des quo adorn3o os Janotas do nosso Rege-
nerado Portugal: e j que a Providencia nos
salvou da corrup(3o administrativa, procu-
remos lambem salvar-nos do corrupcao mo-
ral, combalendo a maleficencia, e prestan-
0 orcompantim at os eonflns deste vastis-
simo imperio, e alm dellea at historiara
e classica Lobios ; dahi, uns vio arvorar o
p'end(lo regenerador as muralbisda eidado
Ftcrjia, oulros cercam e rodeiam o Here, e
com nobre denodo fazem de seui corpos
um baluarte, para que nlo possam chegar-
Iheas envenenadas setta, com que 01 aor-
ruplos e corruptores procuram feri-lo : con-
summada a grande obra, e coroada pela vic-
toria a patritica empreza, novo campo aa
abre aos nossos Aootes, para novos sacriO-
cios, e sublime dedicacSo : iquellei que
com mimo placido encarramos perigos da
guerra, os tormentos da foine, as apupadas
do joinalismo assilariado, deviam anda
passar por um prova mais diflicil e cruel, de
viam afrontar aa suai proprias convicc.es, e
os seus solidos principios : despresadores
sensatos dessis honras v3s, e dignidides que
o dispotismo, e a ignorancia inventou para
destruir Igualdade eslabelecida pela natu-
reza ; ellos, s a be-n da sua patria, se su-
joitam a arrastar pomposas ttulos, a embo-
necar-se com multuosas insignias, a vergar
debaixo do pezo enorme de repetidas pro-
moces, e di responsabilidade de empregos
administrativos, judiciaes, diplomticos etc.
Sagrado amor da patria a quanto n3o obri-
gas estos nobres coraces Longo de no re-
manso desta paz venturosa que elles mos-
nios haviam llrmado, irem, no meio das de-
licias domesticas, conten ilar os imareessi-
veis louros que ldes cingiam as heroicas
frontes, 1 lie-, s pensando na nobre causa,
lulo abaodonam e lirmes no seu posto sSo
inseparaveis do immorlal chefe, espiam os
seus movi montos, interprelam os seus pen-
samen'.o, e dirigem a sua vontade : com
que ffan os n3o vemos sempre em actlvi la-
Jo a todas as horas do dia, e da noite cor-
rendo as ras desta capital, ondeos duura-
dos raios do sol, o o argnteo clarflo da la,
so refleclem em ureas agulhetas, e om pra-
teados placares de Hroes regeneradores !
Secarecessem is produzir documentos para
provar os distinctos e inimiUvci- servidos
por estes jovens campeos prestidos rege-
neraf 3o, nos citaramos milhares de diplo-
mas, qqe contem juslisstmas remunerafes,
o a mais explcita e sincera declarado de
extremados actos de valor e de fidelidade
pnticados pelos agraciados : deste insus-
peito testemunho s duvidar algum dege-
nerado portuguezque uu>e avanzar, que na
nossa trra as gracas e os empregos s ser-
vem para premaar poltres, e traidores, ou
quesSo extorquidus do Soberano pela vio-
leucia ou pela subrcp(3o!..
Os Jmilas con-i Jera Jos em relacSo Mo-
ral na 1 sao menos dignos da a Jin:r.ic o, e
de gratidao. A sua doutrina e aos seus
exomplos devemos a extirpado do muilos
vicios que infegtavSo a sociedaJe, a deslrui-
i;io de muilos prejuisos ridiculos, e impor-
tunos, e a preveni-ao do crimes alrozes que
ameacSu o socogo, e a tranquilidado das fa-
milias. Solcitos em derramar os verdadei-
ros principios da mais s3a moral,elles como -
.;ao por laucar assuas maissalutares semen-
tes na trra virgem, da nossa abandonada
mucilade, procurando com constancia ma-
ligavel arrancar della as raizes damninhas
que una cducacSo viciosa, e inepta lentava
arraigar : como he bello v-los conduzir
aos templos consagrados aos prazeres inno-
c-nle-, estes jovens imberbes que un pa
ij r mu >, e anarehronico sequestrava so-
ciedaJe, e c ni Jamo iva ao faslo, ao estudo,
e importuna pratica de reprovadas 00,0-
(es ou ouvi-las dar-lhes tongas, e sapien-
lissimas prelecfes om que se conlm as bi-
zes da moral! da literatura, e da Poesa, e
o niin de todas as scienciasqueillustrloo
espirito, e que h.bilitao o homem nao s a
ganhar urna reputado brilhante, mas lam-
bem a entrar as mais nobres e proficuas
empresas Como porm para moralisar a
sociodaJe basta s formar os espiritos juve-
nis, mas he lambem necessario destruir os
abusosecombaterosvicios ja por Untos an-
uos inveterados: os nossos virtuosos pdiloso-
pbos seo 11 iianda 11 a-si lilamenteueslenobre
mster, e por palavras o com oxemplos, el-
le* mostram o ridiculo daquelles, e os in-
convenientes destes.
Que lerriveis e fataes consequenciasse n3o
seguiam da inania dos duelos que por tanto
tempo exaltou as caberas dos Cavalbeirosos
p ir 11 ,u--/o;.: Contra elles pois so pronuuca-
ram desde logo os nossos civilisa lores, mos
crimes desle venerando areopago sihem as
mala provaitosai Insinuaces, 01 eiclareci-
mentos man imporlaotei, com queae rom-
po o fatal segredo preoursor de tarrifis at-
tentados, o com que prelen lom cobrir
tenebrosos planos. Nlo podido elles timbeo)
consentir que 0 sexo encantador eonlinulS-
e ni escnvlJflo que rabugaotos escrpu-
los e ridiculos prejuizos Ido impunds;
comba'e-loi e inuiquili-los, eii o seu em-
pando, e gneas as suis infaligaveis dili-
gencias, ja em grande parteo hfio consegui-
do, lnlroduzidos ni lia e biixa sociedade
elles tem ah levado novos ooslumei,
bem entendid liberdaie, que fiz is delicial
di convivencia intima efamiliar. Asdincis
maia engranadas e voluptuosas, os jugos
mais divertidos e livres,is conversis parti-
culares, e solidas ou no v&o de una jioel-
li, ou Jciiaixo da copada rama de uina arvo-
re frondosa, s3o huje prazeres permillidos, c
protegidos al pelis mais escrupulosas bei-
tis. Tilo rasoavel progresso he sem duvid
devido doutrina dos apostlos da morali-
dide, que mils que niuguem respeitadores
das virtudes dis nossas exemplares Jamas,
tribalham por torna-las mais salientese a-
prociaveis.tiri ndo-ldos os veos que as occul-
t neos, ciososda conservaefio destes salulares
meldoramentos.elles evitamque pelissed-
as|observicesou conselhos Je algum Tarlu-
rj quinhentisti.possim os seus preceilos sof-
frer slguma moJilicacao, o por isso, oom ef
flcicia nunca inlerrompda elles afastam do
lado das suis imaveis dscipulas osles
importunos peligogos, e es'.abellecsudo-
so junio dallas nos bailes, nos pisseios, as
visitas nos liusperenes e dovoces, nos os
vimos cingi-las com seus dragos na grave
Polka, percorrar com ellas os sombros bos-
ques Ja freses Cintra,nn Jo irJenle pasieio,
segu-lis ms elegantes loi as do Palais-Royal
Lisboense, e Analmente devotos e contric-
tos arco -i) pandar as suas fervorosas orifes
nos templos consagrados i divinJa le.
Nem os fros do ampiado outono, nom
o calor do sol dos Caniculares lhes servem
de obstculo, constantes'em sua tencJlo, el-
les tudo isto desprezim.e quando cheg 1
epochi dest'nada ao uso dos banbos do mar,
ei-los lirmes no sea posto, sem que ss-1111-
portumssezes.ou os impertinentesdQuxos
OS a ss osle 01. Vi si lomos os sitios ClaSSCOS
deste salutar remedio nos mezes de agosto,
sotembro e outubro; as praias, a outra ban-
da, o terreiro do paco nos olTerecom um
quadro encantador : equipagens brilhanles
e modestas se cruzam em todis as Jirecgoes
desde O elegante caleci: parisiense,ate o a-
narclironico car.-So do castro, um gracioso
b n lo do amaveis Janotas os aegus, ou a-
gnarJa de toJos os lados,outro nao menos
vistoso oceupa as margens do undoso Tejo,
qual oUerece a m9o a joven Nympba, que
salta do carro tirado por alvas pombas, qual
va em soccorro da outra que a onda amea-
(i en gol ir '
Esta cidade, fundada por Ulysses, he
lestemunha de que dizemos a verdade, e
lumbrada estara do engrifado rancho que
as praias apanhava lindas conedinhas, me-
nos lindas anda do que o anglico rosto
de urna das mais elegantes deidades que
l'izoin o nosso encanto, e o deum Janota
modelo, que a ingraldSo levou a remotas
ierras: nem menos Ido es juecorilo o bo-
nito ralo,-lio cor de canna, e o vasto carrlo
de variegadas cores, que uestes ullimos
annos mais que os seus collegas se dislin-
guinm ni prac do re D.Jos; rom ellos
occorre logo i lea um bello fraque es-
verdinhado, urnas tongas caigas amarellas,
e uju pequeo ponanle pardo, que, encai-
xado em agud e elevada cibega, Java ao
todo a apparencia de umi das phintismis
de Anm Ridcliff, e a curta e lustrosa quin-
zena azuloia, seguida de apartadas caigas,
m tilo tempore brancas, e precedida de alto
e branco chipo que seu pequeo dono
col I ni iva ao la lo para dar passagem so ne-
gro fumo de eterno cigirro Se alguns dos
nossos Janotas limitam o seu servigo im-
portuna espera, outros por JeJicagSo ou
por torga v.i-i arrostar os perigos do mar,
seguem s suas bellas nos fragois datis,
ass sio 11 aos o ala lo ilio. pormenores do um
desdabill que a cogutterie loma menos
resorvado : e se o vonto lovanla o veo de
brin pouco avaro, ou usado prego prende
a elegante tnica, ou mal alindavado bola 1
em escrever como un Ventura, em saber
lingual como Mezofinti, ou em fazer varios
orno Cimas, mal tambom om outros do-
tes equali Jadas.
Que importa a impericia dos primeirna
se ella he compensada porservicos relevan,
tesa patria? o pouco espirito do oulro so
elle ueriQeou a sui vida nos campos do
Torres Vedris e na praga do Campo de San.
ta Auna t quinto aos ltimos s diremos
que is esquiis de Liiboi, e a platea du
theitro de S. Cirloi slo vaslos campos da
SUI immor.tali.lide. Ciauamu* rioas s',
jam prata ftera-diza o nosso Virgilio
que timbem foi Janota l i modi do sei
tempo, s'gun lo referem suas clogas
e dos contraria, se ainda existlsse, o me-'
nio Alexis.
Bula de iccirrelar argumentos, idJu.
zir provis, e citar nomes pin demonstrar
o que por sui naturezi est demonstra Jo -
mas, se quizessemos cortar qualquer bice-
g.lo, remataramos declarando, qu* em Io-
ta a classo Janotal mo hi um s membr
que pnil-iig 1 ao partido corrupto e corrup-
tor, nem ao sebenlo carlismo paro, todos
sBo ou regeneradores, ou bravos patuleas
ou librrimos miguellstas, iodos sSo pais
da patria.
I Peridico dos Pobres no Porto. I
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 25 .... 7:183,085
Descarregain koje 28 de novembro.
Barc franceza Etisabelh mercidoriu.
Bngue inglez Rvbinson bacalho.
Brigue brasileiro Olinda gneros do
paiz.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1
dem do dia 25
a 24.
14:370,101
11923,857
16:294^458
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia 1
dem do dia 25. .
12*. .'1:431,118
94,008
1:525,126
RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'ERNAUBUCO.
Rendimento do dia 25...... 234,282
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 24.....952,665
dem do dia 25.........1:409,468
trram a opposig3o em que se acha com n'cahe inesperadamente, tem que solfrer im-
evangelio o dcrramamenlo do singue dos
nossos limaos,insinuaran! queao lOUCO furor
de n n adversario sanguisedeuto, s deve-
mos o.ipoi a mansidJo, eo sulfriment, e
que non "inia offensa ou injuria nos poJe
obrigar a empunhir o ferro homiciJi, e pa-
s que estes principios calassom mais nos
aniinos,ellesos corroboraram,e corroboram
com frequeutes oxemplos, dahivem tantos
dosillos recusados, tantos outros termina-
dos por abngos f.alernaes, e uo poucos
por tiros lanca los ao ar, aiula esti presen-
te na nossa memoria, o exemplar proceJi-
do domenagem verdade. E vos, rancoro- ment de um dos mais bravos e caprichosos
civaliieiros que era o encanto das Damas
Lisboenses, que provocado por imprudente,
e espa Jachi ni marido, depois de haver por
toJosos modos procurado acalmar a sua ir-
rilaga.i e furia, e visto que seus exforgos e-
ram baldados,tomou a Deroica resolugiode
sacrilicar luJo ao desempeuho dos deveres
que llio Impunha a Religiao, e a philosona.e
s para evitar um crime ao seu furioso con-
tendor, abandona a pat'ia, familia, e todos
maiileil, quindoesereverdes pira o publico
qo.iiclo do resioctivo cnsul; e do sud- miilleil, quando escre
delega*) da freguezia de Santo Antonio, a quem devemos todos
acalar, e nSo con
sos calumniadores, que pertendiis, com vos-
sos insipidos e injustos apodos, m ulnir
Iraqueza a que a vossa imioleucia vos tem
levado, janotas de outra poca, cdor.s d
grades de Freirs 1 ligunnos no minuete da
Corte 1 lembrai-vos di vossi mociJiJe, com-
[i i ra o que li/esles ontao, com o que elles
la/.i-iii hoje, e com o que vos inestnos feriis
se as Torgas vos nSo douvessem abandona-
do ; e n3o vos envergondois deconf.-ssir os
vossnn inenros pezares, e de oxcliimr Jo
fundo do vosso usado coragio : Si vieillesst
pouvatl !
Em quanto porum nao ch^ga o motlenlo
da vessa franqueza, ide houvindo, bem que
vos pze, verJaJes amargas, e contemplan-
do a Jisi. i un; lo do o liii'io da calumnia, que
ousais levantar sodre os alicercis da invej
e da fraqueza. Basta de exordio, entremoi
em malaria, o pira a M-guiruioa milli Jiea-
inente eslabeleceremos e provareinos tres
pro osigs, a siber. Que os Jinotas, coD-
si le a ios em i. Iig.io a poltica, sao bene-
mritos ds pitris. i_)n ; rin reiar.io a moral
sao os mais ardentes e zelosos propagado-
res dos principios mais sJus, e mais confor-
mes com a doutrina do Evangolho, e coma
felicidadade liuuiana Que considerados
econmicamente, a industria, o commerciof
e a fa/.en la publica Ibes devem os mais rele-
i o.iii-a jcirii.ii. Quem |io i i a negar iu-
fluencia que os Janutis tem exercido ni po-
litici intern desle paiz As gloriosas e ba-
nelicas revoluges com que elle se icda col-
locaJo a par das maiores nigijs do maulo,
sSo na sua mxima parteodn dallos; e seo
cirecermos ir buscar provas remotas, basta-
r fazer menguo da nos-a d loiraebema-
venturada regenengSo. Os Jinotas, e s el-
les. a prepararam cuita dos maiores lacri-
lieios, e tragaran! e desenvolveram o seu id*
mir.vol plano. Se objectos ioinimiloj ti-
vessem o dom di palavri, nos invocaramos
o testemunho das poli Jas paredes desse tem-
plo venerando e n que os incorruptiveis sal-
vadores do deflnhido Portugal se reuuiam
para forjaras rijai cadeias que deixam alge-
mir a mame corrupgSo,eagrilhoar os pre-
verlos corruptos e corruptoras : que vigilias
n.io sol eram que perigos o9o irrostjram
estes nobres Paladina da patria.
Nada da que possa iollDiir a sui constan-
cia, nem afrouxar sou flUlliiasmo vinte,
sempre avante, he a sus dirisa, o quando o
Jino delta occidental l'nia Lusilan
passiveis um espectculo que tanlo ofTende
a sua modestia e innocencia.
Gragas mil vos sejam dadas, nohres mu--
lyres, ilustres palladlas da moral e di ci-
v'ilis ig'io ; e nSo menos a vos, respeihveis
avs, Ilustradas mais, condescendenles
tias, .....>hrel o Jo Ilustrados pais que daveis
sacudiJo o jugo carunchoso de inveterados
prejuizos Grandes e importantes ni po-
ltica e na moral como vimos queeram os
Janotas, elles o nSo sSo menos om relacSo
industria e ao commercio. Se entre nos
possumos os mais hibeis artistas estran-
geiros como as Lavaillants, os Vougs, os
Godefroys e os Vitrys, he a elles que o de-
vemos; o seu zelo pelo melhoramento da
industria portugueaa os ubriga a prestir
protecgSo a estes habis artistis que vie-
ram plantar entro nos artes que nos cram
desconhecidas. OsconsiJeraveis interesses
que Jilo esses sobordos restaurantes, esses
poli los relegantes liiHiares, e essis bem
servdis emprezas theatraes, he tudo obn
sui, e izu lmente o ho o gnnde mmen-
os objetos mus caros, e entregan Jo-sa as to do commercio -Je iBMrUalo do? p-fl-
iras deNeptuno va. em remotos climas bus- cjosns proiuctos industriaes estrangeiros
car um abrigo quoo siIve da c.ua neceas!- de exporticSo do intil e superabun-
dado de quebrar preceilos que reverencia. | dle nu^erario existente no paiz, como
Quinto nos n3ote.nfe.to solfrer o orgulho e a Unto S9 tem elevado o readimento
disclisses-queseconsideram privilegiadas? J g,s aif4n)egas.
e q-iaalo nao lainontamosa cecueirndosque, ,
seentregama este hediondo vico? poiscon-l 1u"dro t'icido cora toda a verdade
ira elle la saliera a compo os nossos monli- histrica, e comarovado por (actos que
ha loras. Percorramos os passe.os, os bilha-i > fenado wept.cjsin pode rie-
res, e as vastas pngas da nossa populosa I W'f verlo os calumniadores co-n quinta
Lisboa, e la e em toda parlos veremos
ac o upan!.a tus d mu Jos desses entes inl'o-
lizes que os precouceitos da soccieJide com-
demnio a urna vida obscura e isolada ; com
que amavel condescendencia Ins nao rele-
Movimeiito do porto.
Navio entrado no dia 25.
Rio de Janeiro 25 din, barca franceza Di-
an, do 240 tonelladas, capilSo Dragn,
equipagem 13, em lastro; a Luiz Bru-
guire.
Navios saludos no mesmo dia.
Baha sumaca brasileiri Carlota, mestre
Jos Goncalves Simas, carga azoite Jo car-
ra pato e miis gneros. Passigeros, padre
Joao l'oncnio Jos Santos, Jnao Baptista
Carduzo, Aprigio Jos da Silva e sui fa-
milia, .\ntonio Francisco de Barros e Fi-
lippe Xavier de Almeda.
Alcobags -- soniiiM br.isilnira Cnnceiglo da
Junica, mostr Manuel Jos di Boa Mur-
i, carga bacalho c mais gneros. Pissi-
geiro, JosTentiliino Correia.
Observadlo.
A galeots brasileira Sinlissima Trindade,
vinda doAss, com destino para o Rio de
Janeiro, enlrou para o mosqueiro-
Declaraijoes.
--Pela subdelegacia da freguezia dos al-
calos, so faz publico, que foi ipreend.do. e
se ach recolhidoa cadeia um preto crioulo,
que diz edamar-se Luiz, e ser escravo de
Ju.lu (avaluante., morador ni ra di Pnii:
quemae julgar com diraito ao mesmo com-
parec na uiesina subdelegicia, que provan-
ilo o dominio, e posse lo.-al Ihe sera entre-
gue. Subdelegada da freguezia dos afogi-
Jos 25 de novembrode 1851. O subdelega-
Jo. Frincisco Luiz Hanoel Viinna.
Pela subdelegacia da freguezia dos
Afogados so faz publico que foi aprehendi-
da, e se aeda rocotn Ja a cadeia desta ci Ja-
le, i piola creoula que diz chamar-se Joan-
na, e escrava de Antonio Jos do limnliui,
fgida a qualro mezes : quem se julgar com
Jireto a mesma, compireca ni mesma uli-
dolegacia, que provando o dominio, e posse
legal. Ide ser entregue.
injustiga dirigem os seus tiros contra a mais
benementi e proveitoss clisse di lociedide
portuguezi, que debilde i uta rao conli-
nna-la a ferir, porque as suas armas flea-
r3o emboladas nos arnezes dajustici com
v3o os defeitos inseparaveis da fal.a de edu- 1"e os defendemos. Nem pretendam tam-
caclo, e da boa companha, edos vicios ad- De,n sob,Te e'le" n'"r d'J'culo, dlzendo
quiridos na frequeacil corr as ultimas das- I"9 os Janotas s3o uns-cabegas ocas, uns
,es 1 Se porm desta rma dio urna pro- ignorantes e crungolis.
ra da sua admirivel tolerancia pin tolas Ssbei, pois, miseros detractores, que n*
as flaquezas dos seus samelhantes, por ou- sociedade Janotil se icham inscriptos pen"
lia osteulain s a rigiJezapara tolos os ex- sadores profundos, os mais distinctos lite*
cessos e crfme, ratos, e famosos poetis, venorandos an-
0 bello sexo be o objjcto constante da caos, e altos funecionarios do estido:
sui benfica aolicitude, zelam com pater- queris provas? pois adi vos iniciamos no-
nal disvello a sua honra e reputagSo, e nSo mes respeilaveisun V. A. S., um II.....,
se podpam i esforcos para Ihe evitare prev- um P...... um H..... Quem nlo venarais
ntr os perigos que o cercam.consequentes e cas rispadas de um D. J. C 13o notavel...
constantes no leu proposito elles tudo em- pel elegmcii do seu tnge juvenil, e pelo."-''- f0,-1?6-1 agr ^"^.^^.W
preglo pira o levaJcbo cercara as da- ,W,rf.com que asares di, |P^Jj--.. ^fiS^
<">->**">'> Srami^rda^dr^X: -
rJo de abrilhintar esta noite lio cheia Je
mgicas sensages, como de veri ser a do tr-
un lao Sorra de Cintra.
Os bilhetea esUo denle j venda no
escriptorio do tdeatro.________
TIIEATKO DE S- IZABEL.
Em consequencia de ie nau poder pronip-
tiilcar convenientemente o dramao Ermi-
ta o da Sorra de Cintra annunciado pin
doje 26 do correte, delxa de haver espec-
tculo neste theitro, licauJo transferido
para quando lo. de novo annunoiido,
Theatro de Apollo.
18'. RECITADA A. S .SIGNA TU II A-
Hoje, 26 de novembro de 1851.
Depois de urna nova ouvertura executida
pela gnnde orchestri, subir pela primolra
vez a scena nesta cidade o magnifico e
pomposo drama original portuguaz ornado
de cantorias.
O Knnifao da Scrra de Cintra.
Acto priraeiro a recordarlo.
Acto segundo o encontr.
Acto terceiro o ErmilSo.
Acto qnarto a lestemunha.
Acto quinto a justiga de Dos.
Pertonagena e actores-
D. Rod igo de Aguilar -- o Sr. Senna.
D. Diogo de Alta Villa -- o Sr. Costa.
Alfonso de Menezes o Sr. A mo lo.
Francisco de Borji, o EnnlllooSr.Cyrllo.
Lopo, antigo servo de D. RoJrigo o Sr.
Miranda.
O padre Nicolao da MaU -- o Sr. Tellcs.
tiendo Aunes, o phisico -- o Sr. Jorge.
D. Ignez, lilda de D. Rodrigo -- a Sr.* D. Leo-
poldina.
Beatriz, velhaiia -aSr.' D. Joanna.
Fidalgos, Justtgas, povo ealabirdeiros.
Asuena t-ni lugar em Lisboa, quanto ao
1., 4.* 0 5.* actos; em Cintra, quanto 10
2,'er
A vista do i.' acto he totalmente nova.
Este drama, que hoje tanto avulta no
transparente da litteratura portuguezs, be
sem coiito.-tigilo digno de subido elogio.
A complicarlo do seu bem manejado entra-
dlo ; a belleza da linguigera all derrama-
da com lo la a lubliuiidado potica, encin-
ti, arrebata e extasa. O director empresa-
mas com os seus cultos e idoragas procu- suis apartidas
ram escrupulosaminte informar-so de lodos gavel civillo !
os seus pissos, sendenciis e inclinsges, e e buhares be a flor do Janotismo O impor-
logo quo descolire.il alguma que possa ter tante cargo de governidor civil ho quasi
consequenciis ainda asmis remotas, tra- propriedade Janotal, o principies distric-
biliiau, alliue ulaiii ;ut por deslrui-laoquan- tos o attestam, e n3o anda mullos das
do o nlo consigam.entlo dio ogrito de alar [ que a imprensa nos transmitlio eloquente
me, e dando conhecimento ao publico do* Speech de um respeitavel magistrado, que
crime que se premedita conseguem evita- muito so ufana de pertencer brilhaute
lo e prevenil-o : he ni verdido om esped-, classe quo faz as delicias e a venluri do
culo magnifico ver osle campeos da virtu- paiz. Se a par de lio venerandos membros
de reunidos em lomo de marmrea mesa, e se contemplara algus menos tilentosos,
Avisos martimos.
Paiao Itio f.nnde'.do Sui pretende si-
cercados doespesso fumo do odorfero pon- orno um L. R. M., um L. M., de cuja im- hir breve o bngue -Feliz llnilo por ler umj
i, para che queimado, e doi oharulos abaoos, dis-1 pericii na arle cilignphica Unto se tem pirte do seu carregimento promp'o. "
silvaroi portuguezei, se fez regonerar eis'correm sobre a desmoralisiglo do secuto, fallado; se se reconhece como pouco espi recebe cirga n rrete. Quem no mesmo qu'-
uuelogoveaseuladosetevaleniesJanolis.ldiremsemutuasinforaiageido resultado rltuoso um T. M.; se se fax zombiril de zer carregir pode entoflder-se comios cou
miaitrivez de incultas edarnecas, de em-idas suas indagages, e descutirem os meios um C. M. D. S., de'umR. edeum M. L., signatarios Araorim 4 Irraaos ra uaGaue.
""I" lrBu"" rf.-T,r.,>in mn tinuels a atribuir a alguem fictos de outro ; que itnvez de incultas edarnecas, de em- dissuas inuigicoea, e uescuuro... us meios um u. .-. o., .m., o uo uu. -. u.. ..
o escravo Ceido, sem declaragBo dom-|Mneu^um,,d;7VOSMSBaesenx,w maranhados bosques, e de ridos desertos.'de obvisrem consumacSo de premed.tidos he porque o mereetmeoto nlo consiste s o
30


Brigue Escona "Arcelina
sesoe em poucos dios pira o Para com es-
tila nelo Murnhflo ; ainda pode receber al-
ema carga miuda : trata-se com o consig.
Mtano J. B. da Fonaeoa Jnior, na ra Uo
Vigario n. 93, segundo andar, ou com o ca-
pitn na praca do commereo. __
_ Para o Aracaty ate o da 5 de dezembro
o oatacbo Aracaty a tratar com Mauoel
Diis na ra da Somalia Velba n. 130.
- Para o Itio de Janeiro, aegue com ore-
vldade por ter Pir}J*W\l\Zod*
Jo3o
voleiro patacho Clemenlina, pa
carga ou escravos a frete :d.riJa-se
Francisco da Crux, na ra da cruzo. i.
--Para Lisboa sabe imprelenve mente
no dia 7 de dezembro o brigue portugus
Conceiao d M.ria. *'**""*!
caras eousagoiros para oque lem excel-
hX commodos, ir.t.-se com seus consig-
natario, Thomaz de Aqu.no Fonstca & ti-
Iho : na ra do Vigario n. 19 pr.me.ro an-
dar ou com o capitiio na pra?a
Para o Rio de Janeiro sabe no dia.il
do correnta, o patacho Santa Cruz. Ainda
recebe alguma carga miuda, passageiros e
eicravoa a frete : a tratar ao lado do Corpo
Santo, loia de maaaamea n. 35.
- Para o R o Grande do Sul, seguir era
poucos das, por ter a maior parte do suu
carregaoiento prompto, o brigue nacional
neus lo Guarde capilflo Lauriano Jacintho
deCarvalbo, e ainda- recebe alguma carga a
frete: a tratar com Baltir&Oliveira, na ra
di Cideia do Recife, armazem n. 12.
U patacho bras.leiro Valen-
te,de que he capitao Francisco Ni-
colao de Araujo, segu imprete-
rivelmente para o Itio de Janeiro,
no domingo, 3o do corrente: para
carga miuda, passageiros e escra-
vos a frete, trata-se com o capitao,
ou com os.consignatarios Novaes
& Companhia na ra do Trapi-
che n. 3/|.
-- Vende-se o hiate aCaprichosD, de par-
to de *0 tonelladaa, excellontemenle cons-
truido e de muito superiores madeiras, ca-
hioao mareai Janeiro passado.e est prom-
tode ludo para seguir viagem ; os preleo-
dentes o po ierflo examinar dofronle do
caes do Ramos onde se acha ancorado : pa-
ra tratar na pra$a do Commereo n. 2.
Brigue Escuna "Laura"
Com brevidado seguir para o Maranhflo
com escalla pelo Cear ; para carga e passa-
geiros trata-se com o consignatario Jos Bap-
tiata da Fonseca Jnior ni ra do Vigario u.
23 2. andar, ou com o cap.Uo na pra$a do
Cominero...
Para o Rio Grande de Sul segu com mul-
la brevidade o patacho inte nove de setum-
bro.tendo jaa maior parte da carga prompta,
para o resto dinja-se a JoSo Francisco da
Cruz : ra da Crux n. 7ouao capitao Ma-
noel Jos Monte.ro Vianna, na Praca
Fara o Assu'
O bergantn, brasileiro Maria Libania, se-
gu viagem em poucos das para carga e
passageiros trata-so a ra da Cadeia, es-
critorio n, H
Para a llalli
Em poucos dias por ter parlede seu carre-
gamenlo prompto, o hiale Ligeiro forrado
e pregado de cobre para a carga, e passagei-
ros d.riiao-se a ru do Vigario n. 5.
FAKA A PALUHlfiA.
Sahe impreterivelmente at quar-
ta feira, da semana que vem, o bem
conhecidp hiate brasileiro Espa-
darte : para carga e passageiros,
pode dirigir-se a ra da Cadeia do
Recife n. a3, a tratar com A. da G.
Ferreira Estrella.
- Para o Cear o hiato N.OHnda : a tra-
tar, com Manuel Dias, na Senzalla Velba n.
134.
Para o.Uio de Janeiro, sa-
lar com a maior brevidade pos-
sivel, por ter parle da carga en-
gajada, a bem conhecida escuna
nacional Maria Firmina capito
JoSo Bernardo da Roza : quein
pretender embarcar carga na mes-
ma, ir de passagem, ou embarcar
escravos, pode entender-se com o
mesmo capitao, ou com o consig-
natario Luiz Jos de S Arrujo ,
na ra da Cruz n, 33.
Para o Porlo.
Sahe com a maior brevidade
possivcl, por ter parte de seu car-
regamento, a linda e veleira gale-
ra portugueza Bracharense tem
aceiados commodos para passagei-
ros : quem na mesma quizer car-
regar, ou ir de passagem, enten-
da-se como capitao Rodrigo Joa-
quim Correia, na praca do Com-
mercio, ou com Novaes & Compa-
nhia na ra do Trapiche n. 34-
Na primeira audiencia do IIIm. Sr. Dr. car, esim com a casa da mesma ra n. 32 so a quem habita as lojas dos sobrados das
juizdoa feitoa da fazenda irlo apraca por pelos mesmos penhorados a Feliciano lq*--duas quinas do mes.no becoo, que Pcrnam-
execucSo da fazenda provincial osbensae- quim dos Santos, a qual casa Ihj tocou por buco 1.3o se vende a porcada que se ajun-
guintes: urna casa terrea de madeira e bar- ifallecimeotodeseu lilho Feliciano Joaquim ta ; por issn que, he intil varrernm as le-
dos Santos Jnior. V tadas e ajuntar o cisco no meo da ra para
OITerece se um homem soltelro para fazerchelrosa binhacom aquellesagoas. Se
feitor de engenlio, ou sitio, do que tem os os sonhores Aseses deS.JoseS. Antonio,
conhecimentos precisos: quem de seu pres- lancasse as suas vistas para aquello pedaci-
timo se quizer utiliaar d.nja-se ao Hospicio, nho do ra, muitos servidos fariam a huma-
na loja da casa do Sr. desembargador Fi- nidade e aos incommodados.
guaira de Helio,. Q secretario da irmindadc
LeilSes.
- Eugenio Gallyot, tendo em Pariz feito
avultado emprego em ricos objectos do oais
apurado gusto, e da moda, paia adornos de
salas de,visitas, gabinetes e toucadores, e
para uso particular de senhoras e homons,
os quaes objectos forman, como que urna
linda, quanto admiravel exposiefio em pon-
to pequeo, que continua a franquear dia-
riamente ao publico entendedor e aprecia-
dor de taes galanteras, em su* casa da ra
da Cruz n. 1, segundo andar, desde as 11
horas da nianbaa at as 3t|2 da tarde ; e
tenclonando fazer sua viagem convem-lhe
fazer seu ultimo leiUo, qulnta-feira 87 do
corrente, por intervengo do corretor 01.-
veira,daslO horas da mauhSa em diai.te,
na mencionada casa.
- O corretor Miguel Carneiro, fara leilo
uo da sexta-feira, 28 do corrente, as 10 ho-
ras da manliaa no seu armazem na ra do
Trapiche n. 40, de diversos trastes novos, e
usados, urna mosa elstica nova, ricos lus-
tres, la..ternas, candieiros, loufs, quadros
com estampas, e oulros ntuilos objectos por
todo o proco.
Avisos diversos.
- Roga-se ao lllm. Sr. subdelegado da
freguezia da Boa-Vista, que se digne dar
suas ordens para que nSo contnuem a la-
var-se no rio da Capunga, perlo da estrada
nova, ce. tos malaudrinoa, que sen. respeto
aa familias que porali moran. nSo duvidaiu
porem-se us, e correrem por trra, pro-
nunciando pulavras obsenas, que s poden.
*-UftS?e Se urna ana secca forra ou presente annuncio.declaram que nSo sede
cr.va. par, srvieo de urna casa de pouca! ve entender com a casa terrea da ruada
famriu n., N.va n \ I Cu D- a3> P8ft*>cente a Joaqun Jos Cor-
-- F. CnchV e su Uobor. vfio a Baha.[ re.., o anuunc.o por elles mandado publi-
ro na ra deS. Miguel, do bairro dos Afoga-
dos d. 85, com quintal en. abeito, avahado
em 30,000 rs.: dita na mesma ra n. 87, de
madeira e barro por 50,000 rs dita na
mesma ra n. 95, de madera o barro por
70,000 rs.: dita na mesma ra n. 101, en-
caixSo de tijollo e cal, quintal grande em
aberto por 200,000 rs.: dita na mesma ra
n. 103, de barro o madeira, quintal em
abarlo por 70,000 rs. ; cujos bens vio se-
r ni arrematados por venda, por execuc3o
da fazenda provincial contra Joaquim Cae-
tano da Luz.Urna casa terrea n. 38, no
Hoco, do Quiabo' do bairro dos Afogados,
com 30 palmos de frente, e 4.1 de fundo,
quintal em aberto, sendo a dila casa a fren-
te de tijollo e o mais de bairro, avahada
por veuda em 100,000 rs., por execusSo da
fazeuda provincial contra Anna Maria da
Palxo. Lucio, crilo oom 30 annos de .dado
do aervico de casa, avahado em 400,000 rs.;
Luciana crila com 45 annos da ida lo, do
servico de casa avahada em 300,000 rs. ; 1
muloque com 6 minos de idade, avahado por
200# rs. 1 dito com 1 anno de idade, avahado
em 100,000 rs.; 1 carro de quatro rodas,
avallado por 200,000 rs. ; 1 dito de 2 ro-
dos, por 120,000 rs.; 1 ca.mp com as-
iento da pal lia (UsadoJ, por 5,000 rs, ; 1
duza de caderas de pao d'oleo assantos de
palhapor 19,200 rs.; 1 camap e 8 cadei-
ras de jtadeira de Jacaranda (usadas) por
22,000 rs.; 1 parda bancas da mesma ma-
deira por 12.000 rs.; 2 ditos da mesma ma-
deira por 20,000 rs. ; 2 pares de I a., ter as de
vido por 20,000 ra.; um par de mangas de
vidro lizas por 3,000 rs.; 1 lustro usado por
20,000 rs.; 1 marqueza de amarollo com as-
sent de pallia por 6,000 rs.; I duzia de ca-
deiras ordinarias por 24,000 rs. ; 1 cama de
ferro por C,000 rs.; 1 dita do amarello de
ai ni ..cao por 8,000 rs ; 4 ditas de vento usa-
das por8,000 rs.; 2 ditas de molla por 16,000
rs.; 2 bas usados por 4,000 rs., 2 ditos de
flandros por 1,000 rs.; I comnioJa de ama-
rello por 8,000 rs.; 1 aparador por 6,000 rs.;
1 meza de cusinba por 2/ rs.; 1 dita de jau-
ta r por 8,000 rs. ; 1 localor por 6,000 is.;
1 lavatorio e seus pertences por 6,000 rs ;
I guarda louca por 10,0(0 rs. ; meo appa.
reino de louca para moa de jantar por 16/
1 aparelho para cha por 5,000 rs.; 12 copos
para agoa por 2,000 rs.; 12 ditos po.|uenos
por 1,000 ra. ; 4 garrafas brancas por 4.00TJ
rs. ; e 4 compoteiras por 6,000 rs. ; pinhora-
dos estes bous por execu(Bo da fazenda pro-
vincial contra JoSo Uiptista Poreirj Lobo. -
In.i banca dd pinho para fabrica de cha-
rutos avahada por 2,000 rs.; urnas tabo.s
de pinho que forara do armacSo de loja por
1,920 rs. ; 3 fileiros env.dragados por 3,000
rs.; 2 saceos com fumo por 640 rs-; e
100 caixas vazias por 1,000 rs.; pinhorados
estes bina por oxecu^ao da fazenJa provin-
cial contra Antonio Joaquim Fernandos de
Aievedo. --Urna escrava de nome Mana da
nacSo com 40 annos de idade do servida de
Casa, avahada por 300,000 rs. ; aqual estl
penhorada por execucSo d.. i /onda provin-
cial a Alexandre Joaquim Satyro, como tes-
tamenteiro de Francisco Jos uarte.Urna
commoda de Jacaranda por 10,000 rs.; 12
cideiras da mesma madeira fusads) por 248
rs.; 2 bancas de Jacaranda por 20,000 rs. ;
1 armario de amorello por 6,000 rs.; 2 lan-
ternas de vidro por 4,000 rs.; o 1 meza de
jkntar de amarello por 6,000 rs.; pinhora-
dos estes bens por execofio da fazenda pro-
vincial contra Evaristo Mondes da Confia
Azevedo : 2 livros de recolta e despeaa do
imperio por 4,000 rs.; 28 ditos em broxura
fautor) Jos Ignacio de Abreu Lima por 14/
rs. ; 1 dilo Jess Christo peranto o seculo,
em broxura por 5,000 rs.; 1 dito intitulado
Solidao em broxura por 5,000 rs. ; 3 me-
zas pequeas d* abrir por 12/rs,; 12 cade-
ras de bracos com assentos de pallia, por 30/
rs.; 6 ditas com incoslo de palba por
12,000 rs. 1 camap com assento de
pallia 8,000 rs. ; 1 livro reparador pequeo
por 1,000 rs. ; 1 lavatorio por 2,000 rs. ;
4 mangas de vidro e 2 castigaos tatnbom do
v.dro, por 14,000 rs. ; e 1 burrada ferro pe-
quena por 10,000 is ; pinhorados esses bens
por cxecu(3o da fazcuaa provincial contra
Jo3o Baptisla l'i'ieira Lobo.
Antonio Jo-i' Itibeiro Bastos, remolle
para o Rio de Jaueiro o seu eseravo creoulo
de nome Justino.
Antonio Jos Itibeiro Bastos, remelle
para o Rio de Janeiro os seus eseravo, cie-
oulos de nuiios Jos e Angelo.
Acha-se justa e contratada a compra da
casa ea meiaagoa no fundo da mesma, na
ra Augusta n. 15 : quem sejulgar com al-
gi.n. ilireito ou iiypoih ca aniiuncie uestes
quatro dias por esta folha.
-- Precisa-se de um molequo para servi-
do de urna casa de pouca familia: na ra
Nova o. 36, loja do colileiro.
Quem precisar de um caixeiro brasi-
leiro para venda ou armazem de assucar ou
qualquer esUbelecimento, lano para a pra-
ca como-para o mato, dirija-se as Cinco
Ponas n. 100, quo informarSo a conducta,
ou no paleo de S. Pedro n. 1: a tratar com o
mesmo caixeiro.
Oa rs. mogos que nSo quizerem ser
insultados por aquellas a quem tem enxido
a barriga, queiram de hoje em dianle nao
dar mais 1,000 rs por hilhetesnem doSau-
ta-Izabcl, uem do Apollo. Um dos que
tcem a bonra do ser Calcanhar Redondo.
Pergunta-so ao autor do annuncio pu-
blicado no Diario de Parnambuco n. 267 de
25 do corrente, so a influencia do tlieatro da
Santa-lzabel, he devida aos ps redondos ou
aos ps quadrados, pois com sua resposla
talvez possa desfazer alguraas duvidas que
ae me oflrecem.O apreciador do ment.
Lu 24 do correito mez desappareceu
do silio da Tren pe o. 1, una preta de nome
Maria, de nac9o ussa; bem alta e gorda com
peitos grandes ecahidos, de idade28 annos
pouco mais ou menos, levou vestido bran-
cocom lislraa rouxas, (em urna costura na
munheca da n>3o esquorda, e os calcannares
rooheados de bichos, sahio com taboleiro a
vender huelas; roga-se a todas as autori-
dades policiaes eca,: iians de campo que a
virem, aprendam e couduzam ao mesmo si-
tio quo se pagai bem o seu traball.o.
0 abaixo assignado, previne ao publico
que ninguem faga negocio com urna letra
da quaulia de 147,000 rs., aceita pelo mes-
mo abaixo assignado no da 13 da nuvembro
a vencer-se uo da 13 de Janeiro de 1852, a
favor de Paulo Baslos, visto este ja ter rece-
bida no da 18 do correte 50,000 rs. por
coula.pois a dita letra se acti embarazada.
Joaquim da Costa Vieira.
Achou-so urna cbave de cofre no lugar
do Montero na margem do rio no lugar do
Cal Jeireiro : quem fr seu dono, dando os
sigoaes certos lheser entregue: na loja de
miudazas, na .iraca da Independencia u.4
Precisa-se da urna ama, que tentia bom
e abundante lelo : ua ra do Livrainenlo
n.35
Do sobrado da roa das Cruzes u. 22, ao
passar da procissSo do Corpo de Daos, cabio
na ra, do pesclo de u na menina um Es-
pirito Santo de ouro; a pessoa que o achou
quereudo-o restituir leve a mesma casa ci-
ma, que ser generosamente gratificado,
-- Franklim Beojamim Teolo.no Peixoto
e Genuino Augusto Teotonio Peixoto, pelo
Precisa-se do um preto para o servico
de casa: na padaria da ra de I) .mingues ue '' ><'.hoii da ( oiicckuo dos
Pires n. 44.
It.i'a-s an Sr. F. G.
P. G., morador
Militares, vista de
dos
o ait. 18
u.n- estatutos, que regem a dila ir-
tia de 102,980 rs. di fazendas qun comprou innn I ; !<:, convida a todos os ir-
para si, e outras de que abouou a diversos, mjos j mpsma nara nue enmna-
em Santo Amarinhoa pessoa que nao igno- s ua mesMd' para que rompa
rajeemquauto nflo o fizer ter de ver o seu recan no dia 3o do corrente mez,
nome repetidas vezes no jornal 'as 8 horas da manhaa, no consis-
-- Quem t.ver urna escrava desembaraza-1 r i r
da para o servico de urna casa, que saba tono da reienda irmandade, atim
soiTrlvelmenlo engommar e cosiuhar; o que- de se proceder a nome ic5o do pre-
renrto dalla dispor : leve-a ao segundo an- r
dar da casa da esquina da ra do 5ol com en
trada para a ra das Flores, onde se paga
bem.
- Na confeilaria da ra estreita do Roza-
aion. 43, precisa-so alugar um preto, pa-
gando-se 15,000 rs, o dasso o sustento.
Precisa-sa de urna ama forra ou escra-
va, para o servico do cosinha : na ra larga
do Rozario n. 21, venda da esquina que vol-
ts para o quartei de pol.cia.
Desappareceu no d.a 16 de novembro
desleauno, do sitio Serra do Gado, na fre-
guezia da Barra do Naluba, provincia da l'a-
rahyba do norte, um mulato de nome Sim-
plicio, ciin 24 annos de idade, estatura re-
uI ir. nariz adiado, com todos os denles da
rjot e limados, esta principiando a bar-
bar, lem mis pannos brancos no rosto, tra-
balha do sapateiro, e he muito hbil para
tofo se no.. Dizemque sahira no designio
de assenlar praca no exercilo : roa-se a
sua captura, nssim as autoridades policiaes
e militares, comeaos capitSos de campo, e
p:ometle-se urna generosa recompensa a
quem o outregar no referido sitio Serrado
Gado a seu senhor Damiao Francisco do
Piado.
Hoje 26 do corrento, linda a audiencia
do Sr. Dr. juiz do c.vel da segunda vara, vai
a praca a requer .nenio do Dr. procurador
liscal da fazen la provincial, una parte do
sobrado de tres andares, sito na mahi;;i
do Itozario n. 30, para pagamento de sello
de li uaiioi d. fazenda provincial do inven-
tario da lina la Francisca Miria da Concoi-
S3o Maya, como cansa do esCiiplo quo se
acl.a eoi mao do porle.ro.
?# 9 .38 "4 ffi8SB
% I. b. Volluia.er aliador de pianos i
t faz scienle ao respeitavel publico des-
$1 sa cidade,que se acha prompto a qual-
0 quer hora do d.a para exercer o seu 4)
& olllcio tinto na cidada,coma nos seus -j
iiri-. hlitos,a pr/oi- uiiiiiu favoraveis,
t PJo ser procurado na na da Cruz
^ n. 38.
Desappareceu uo dia 21 do correle 1
carneiro capado, grande, sein armac3o, cor
branca, com urna orellia maior do que a ou-
ira por ter sido cortada pira signal, e com
o lomillo ralado do cabralo : quom deho
der noticia certa, ou o trouxer a vonda do
leo d'ouro no Hospicio, ser bem recom-
pensado.
-- De 23 para 24 do novombro de 1851 de-
sippareceu do ungonlio On;a na freguezia
da liscada um eseravo de 25 annos do idade,
pouco mais ou menos, he conhecido pelo
uome de Manoel Jo5o, foi do Sr. JoSo Ribei-
ro de Va-ron ioi- i'.-s 111 desla praca : pa-
ga-so bem a quemo entregar ua ra da l'e-
nl.a, venda daesjuuia do Sr. JoSo Pinto
Kegos da Souza, ou oo mesmo eogenlio ao
dono do dito eseravo Aotanio Joaquim Ca-
valcanti do Alkuquerque.
-- Da 23 para 2i le novembro de 1851,
desappareceu do engenhoUnc,a na freguezia
da I a la. um mulo |u i do 18 a 20 anuos
do idade; estatura regular, cor bem preta,
creoulo, um; n'- do rosto altas, nariz chato,
i-ilioM e orellias pequonas; levou vestido
caiga azul desuotada, camisa de madapolao,
chapeo do pall.a novo, cl.ama-se Antonio, e
he piovivelque lema procurado lguarassu'
ou Pao d'Alho, onde tem mi entra escra-
vos Jo engenl.o Lavagem, ou mesmo o cn-
genho Abreus ua freguezia do Ndzarutfi,un-
ja lem parcairos : paga-se hamaquelo
lavar no ongeubo o.io. seu senhor Igna-
cio de II .llanda Cavalcanti Jnior, ou en-
tregar nesta iu ao. ao Dr. JoSo Lins Caval-
canti de Albuquerque, na ra Augusta, es-
quina do Dique.
No dia 28 do corrente, linda a audien-
cia do lllm. Sr. Dr. juiz do civel, ao ni un
dia se ha de arrematar a meior parle do so-
brado da ra do Livramenlo .. 16 em que
tem loja de fazeddas Andrino & Ir u3o, sen-
do o sobrado avahado em 3:400,000 rs., e a
parteque se arremata om 1:627,490 rs., he
a ultima praca, por execur,3> de Jos de
Mi: loros lavares, contra JoSo Francisco
Ferreira e sua mulher, escrivo Santos.
Urna mulher se offerece para ama de
casa de poucs familia : no paleo do Terso
n. 1, segundo andar.
Hoje depois da audiencia do juizo do
civol da segunda vara, tem de se arrematar
na respectiva salla a posse de diversos ter-
renos citos na freguezia do Poso da l'anellla
com o abale da quinta parte das avahases,
por execusSo de Joaquim Teixeira Poixoto,
contra Francisco de Paula Lopes Rais. Es-
crivo. Cunl.a.
Desapareceu no dia 15 do crrante, um
preto de nome Ad3o, com os signaos seguin-
tes : bastante alto, traz os cabellos muito
cressidos, tem dous golpes no pescoso por
sa ter degolado, quando eseravo de Candido
Jos de Salles : quem o negar conluza-oa
seu Sr. morador ua ostra la dos allctos casa
junto a o.ipolla do mesmo nomo, que sera re-
compensado.
Precisa-se de urna ama de leite que re-
coba urna i'-iaiio. para criar em sua casa : a
tratar na ra do Queimodo n. 57.
Precisa-se de um caixeiro, para tomar
conti de urna padaria por balanso, o qual
ii'nli i pratica do mesmo negocio, e d fiador
a sua conduela : na ra Direita n. 26.
-- Jo;1o Antonio Lopes Carneiro, retira-so
para (ora do imperio.
150 000 rs.
Na noile do dia 22 do corrente foram de-
senovniili i los, 3 -sera vos, se. lo um i prc
ta cr.ouia, do nome Florioda, preul.a, da
idade que representa 24 annos, lendo os sig-
na es aeguintes: denles limados, altura re-
gular,tem o ar desfareado.a qual foi do fran-
cas JoSo Lobato fabricante da chapeos de sol
da ra do Passeio, e o molato Bazilio de ida-
de quo represente 12 anuos, espigado, com
busso ; levou vestido calca e camisa de ris-
cadinboazul, e cbapo de couro, he natu-
ral do Ico, Antonio mulato de idade da 17
annos pouco maisou menos; lavou cal-
oi de ganga am .rolla de quadros, levan-
do tambem outra caifa de ganga azul, tem
os denles limados : pede-se as autoridades
policiaes, ou quem os apprehender de os
levar a ra do Collegio n. 4, que logo rece-
bor a quantia cima mencionada.
Roga- se ao morador da ra Direita, de
..ni dos sobrados que lica perlo do becco do
Serigado, que, baja de ter compaix&o dos
narizes dos seus visinbos, que nunca mora-
rao na praia, par isso nSo estilo acostuma-
dosa soffrer as aguas che.rosas quo manda
bular do noito na ra ; assim comoadverle-
siJe.itc, que ha deservir no anno
de i85j.
Joaquim Lobato Ferreira embarca para
o Rio de Janeiro o seu eseravo JoSo de nasSo
Angolla.he conhecido por JoSo Pedro.
-- Fernando Jos da Rocha Pinto espo> ta
para o Itio de ja moro o seu eseravo Francis-
co pardo.
Precisa-se do um caixeiro de 14 16
annos de idade, para veuda, dando Fiador a
sua conducta : na ra da Cruz do Recife
n. 37.
Esl justa a compra da casa n. 42 da
ra Direita dos Afogados: quem tiver que
reclamar sobre a dila casa, annuncie no
praio ile 15 das, ou entenda se com o
ci.u.p';. loi, na padaria do mesmo lugar, e
na mesma casa vende-se a taberna que ..ella
existe.
Furtaram 2 pranxes de amarello
na ni,'ii,ii do dia 22 do corrente que te a-
t'Yiv.io omarradosjuuto com mais madeira,
cm a barcassa quu os tiulia co iduzulo, os
pranxOes sSo um do 2 taboase oulro de 3
ou talvu .-i'j.'.i. ambos de 3 taboas, quem o
descubrir sera boa. recompensado, e quem
der noticia do ladrSo receber 50,000 : na
ra da Praia de S. Rita n. 23, serrara de Vi
cenlo Aives Machado.
U abaixo assignado, i .z scienle ao res
peitavol publico quo deixou de ser caixeiro,
do Sr. A' tonio Gomes Villar desdo o dia 22
do coi rente, o apruveita occasiflo i > ag a-
decer, o bom tratamento e eslima que sem
pre r.'cebeu delle o sua senhura, duraute o
iempo que na sua raza estivo.
Jos Sonre Correia.
P^ecisa-se de u a preto, pa-
ra o servico de urna casa ingleza :
a fallar com Miguel Carneiro.
-Tu 'o.lo ia Maria do Nascimento, faz pu-
blico, que leudo fallecido seu marido, Joa
quii Bernardo da Paz, tem de proceder a
inventario, e por isso pede aquellas pessoas
que teiilia. algum crdito e contss com seu
casal, l.ajam de apresonta-las no praso de 8
das.
Na ra Nova, loja de alfaiale ... 60, pre-
cisa-sa de um conlra-mestrc, e adverle-se
quo he para todo o anno.
-- Precisa-se de um pequeo de 12 a 14
annos, para caixeiro de venda i no Alerro
n. 24.
JoSo Antonio Peres, deixou de ser cai-
xeiro do abaixo assignado, desde o dia 15
de novembro do corrente anno.
Antonio Jjcinlho da Costa Soares.
~ Pedro do Almeida Cuimarcs o Jo.-
Joiquim Gonsalves, exportam para o Rio de
Janeiro, o seu eseravo Luiz, creoulo, de 15
anuos de idade, pouco mais ou menos.
Bilhees do Rio de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 vendem-se
bilhetcs inleiros, meios, quartos,
oitavos e vigsimos, a beneficio da
stima lotera dotheatro da impe-
rial cidade de Nictheroy, que ha-
via de correr no dia i5 do corren-
te; na mesma loja tumbn se ven-
dem bilhees inteiros, tneios, quar-
tos, oitavos e vigsimos, a bene-
ficio da segunda lotera do Hospi-
cio de l'cdro 11, que havia de cor-
- \nlon.o Ricardo do Reg, embarca pa- _. j: .c a i errente.
rao Rio de Jano.ro, os escravos Antonio, rer no mi wa 27 uo crreme.
cabra; Antonio, pardo; Maria, cabra, e JoSo Vende-se, por preco Com-
do ueos, creoulo. moJo, fumo em folha, para cha-
Prec.sa-so de um negro para o-servico ', .
de padaria no aterro da Boa Vista, casa nu- utos de primeira e segunda qua-
mero33. lid.es, macelia checada ullima-
3 mente do Porlo, c cal virgen, de
J.islioi tambern desembircada
poucos dias : a tratar no armazem
de Dias Fcrreia, no caes da al-
indega, 011 com Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche 11. 34-
Vcndem-se ancoras e amar-
legoas precisa-sa de um caixeiro ; a pes
soa que pretender esta arranjo dirija-se a
roa da Cadeia do R"cife n 55
Compras.
Compra-se um sehm usado : na ra
larga do Rozario n. 26, loja de miudezas.
-- Compram-se escravos e vendem-se de
commissao, para dentro e fra da provin- ip fPPFn ,, ..!., m rasa
cia: na ruada Cacimba, sobrado n.ti.on- ras de Ierro para navios em casa
de morou o Sr. vigario do Recife. de beo lienworthy & Companlua,
Compra-se o sexto volume do Paoora- na rua da Cruz n.'a.
ma publicado de iineiro a dezembro de 1842 ni *i j
e o segundo volume do Direito Mercantil Vendem-se reoslos de ou-
porSilva Lisboa: quem os t.var annuncie ro e prata, de sabonete e de vidro,
ou dirija-se a rua do Collegio, loja de en- .- j f.
cademasso n. 8. patente inglez .- em casa de Geo
Compram-se os suspiros poticos do Kenworthy & Companhia, na rua
Dr. MagalhSes : na rua oas Cinco Pootas,pa- ., '
daran. 63. da L-ruz n. a.
Compra-se um espadagSo do lempo Vende-se superior panno de
antigo, ainda mesmo emmo estido: na rua a|oJao para saccos e assucar :
da Praia, armazem n. 20. o I
'Compra-se urna negra do 30 annos de em casa de laeo Venvvorlhy OC
idade. sem vicios nom achaques; na rua (/oilinanhia, na rua da Cruz n. 3.
larga do Rozario n. 26, loja de miudezas. .
--Compra-se dous pares da cacbilhos para Vcndein-se relos para ca-
alcova ou saccada de varanda, estando em vallos de carro e cabriole!, chegl-
Ini.ii estado : na rua da Senzalla Velha n. __j.i'.. u T..
I00 dos agora : cm casa de beo ilen-
-- Compra-se um selim usado: na rua lar- worthy & Companhia, na ruada
ga do Rozario n. 26, loja de miudezas. ('i-iit n 2
-- Cuinpra-se uuia osuiava moja com ha- *-'"*
bilidades ou sem ellas, e que nao tenbo vi- V endem-se cabos de lindo e
ci o que seja liel; compra-se lambeni um ,|e manilhl: em casa de Geo Ken-
negnnho de 6 a 8 annos : na rua da Clona .
n. 60 wothy & Companhia, ua rua da
Compra-se a obrinha intitulada o (Jr>uz n. 3.
Moco louro e nao so repara o pnco : na .T .. _:ii __i -_..._
rua de Hurtas 142. Vendem-se silh5es de couro
Coii.pia.-se a pa dan. deS. Amaro, per- de poico, para montara descuhi)-
toncenteaSebastiSoJosdeOliveira: quem callenlas de couro
saachar com direilos a ella annuncie. ra> "em como canecas ue couro
^mmmi^a^mmmmm^^t^^^^s^^ branco : em casa de Geo K.enwor-
Vendas. thy & Companhia, na rua da Cruz
-----------------------------------------------------n. 2.
FLIIIA'NIS PARA 1852 n"^'"*"**w'>,**>y*v*$
\- i i lt-,t*' vender por preso commodo os seguales ob-
oahiram a luz as follnnhas un- jectoa cuezalos ltimamente: cbaposdo
nrr>ac nr-sl.i tvnnrrranlii.i srnrln chile interlinos, tinta para escrever, graxa
preseas nesta tjpograplita, sendo e(n polM p.,. cl|C,dj. lin.iaderoris. nioi
de porta a 100 rs e de algideira com iial.tos entenados e panno de linboia
a 3ao rs., coutendo todas as de al- u\iar uosmo escriptorio.
i i Vende-se couve flor : na rua da Cadeia
gibeira alem do calendario, a de- do Recjf., n. |5> |0Ja do Baurgard, e na rua
finicao dos corpos celestes, astro- da cruz, uvemade MartinsciirmSo.
U: ,. .nnt:n..nn?n A. Vende-se urna mulata de idade de
logia, cometaa continuacao da annoSi sem ter VICI0 algum qoier
chronologia principiada, ha annos, negociar, dirija-so a rua do Livramenlo n
juizo das mudancas de tempo pe- 35> loja de calcado.
L meteoros, .abela dos eL.u- ^J^Z^T"^^..
..lentos dos parochos em todas as das bichas de llamburgo, mais barato do
func9oes religiosas, e urnas colle-
cc5esde ancdotas,bonsditos,etc.,
outras a confissao do marujo e ou-
tras alinguagem das flores, fructas
e jogos de finezas de flores, e breve
sahirao as de almanak, muito acres-
contado e corrigido : vcndem-se
na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
que em oulra qualquer parte; penairas do
rame, condesas, castas e balaios, ludo
muito em cania : na rua estreita do Rozario
n. 13, padaria que foi do Sr. Cuoba.
Vende-se um eseravo de nacao costa,
moso e muito forte, proprio para simazem
de assucar : quem o pretender dirija-se a
rua do Cabng, loja de Joaquim Jos da Cos-
ta Fajozes
Na rua das Cruzes n. 22, so dir quem
vende urna mulatinlia de 14 annos de idade,
muito cariohosa para enancas, cozc costura
CbS e lava de sabio.
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^s ii ?s 3n
< = s--g> S 9
c a at m *r2 feo1-
Sii 3S2 3aa
Lspc
Vende-se urna negra de nasSo de bo-
nita llgura e mosa, engomma, cosinha, e ba
quitaudeira : na rua Augusta n. 22, casa do
Cabo.
Vende-se um cavallo russo muito man-
so e gordo, proprio para homem de capaci-
dado, sem achaques o multo mantido, e o
motivo da venda he por seu dono retirar-se
para fra do imperio : defronte do viveiro
do Muniz, sobrado da quina n. 38.
osi.;iio de ririuissimos vasos pa-
r, llores e perfumaras.
Venlcm-sa ricos vasos do porealana da
China de varios lmannos para flores e per-
fumarias, de todas as qualidade : na rua da
Cruz do 1 ii'cife defronle do Corpo Santo loja
de barbeiro n. 58.
Vonde-so urna secretarla de Jacaranda
com bons couimodos para l.vros e papis :
no miau da 111 iiu de Santo Antonio delron-
tc ii:i. catacumbas n. 12.
31uravillia .'
Historia do Brasil a 1,000 !!
Actiar em um s livro aquillo que seria
preciso procurar cm muitos volumos, ga*-
tando-se para isso aa duas couzas mais aprc-
caveis : lem jo e n.uilo dinheiro; be na
verdade desrjavel o ainda mais quando isto
se consegue fcilmente. A historia do lira-
zil redusida a 398 paginas om quarto, nti-
damente impriissa, contendo todos os i'.c-
tos com a maior ti lelidade; intermediada
por lindos versos de Caramur ; seguida de
iuteressantns ndices e de urna estilstica
dos bacharois formados em ..linda, quantos
conhecimentos nflo ministra a um tem-
po ? Da um s golpe de vista pode-se sa-
ber por e\ ni i 1.,, em 1614 : que Rei esla-
va no Throno de Portugal; quo Papa oc-
cupava a cadeira de S. Pedro; que gover-
nador geral governava o Brazil, que Bispo
existia na Uahia ; porque n o 1. ndice en-
contra.eis .-Kel.ppe III ae Caslolla ; no dos
goveroaJures geraes: Gaspar de Souza ; no
dos Bispos da Uahia : U. Marcos Teixeira ;
no dos Papas :Paulo V ; e isto com a maior
brevida Je. Quem por ahi uflo lera sua du
vida a respeito do anuo em que se formou o
bacharel 1 ulano, de que provincia era Albo,
e meslo seu verdadeiro nome ? Nesse
mappa o sabereis, e bem assim quantos ha-
chareis tem dado cada provincia na Acade-
mia de Ulinda ; e ludo isto, todos esses co-
nhecimento obtorcis mediante a quantia de
dez tostOes !' Kis o preco porqns se d
hoje esta iuteressante obra !... Cheguem,
que est-se acabando : na rua do Crospo loja
n. 16.
Vendo-so por metade (ou ainda menos)
400 formas d h e :i em libra para fabricar
vellas : na rua da Senzalla Vellia. n. 100, a
garrafas coa sement de cuentroa 200 rs.,
-- Vendd-se urna armasflo de venda na rua
da Aurora n. 32, quo faz conla ao compra-
dor por estar colocada em urna casa que pa-
ga 10,000 -s. e tem commodos para familia:
e canarios de Lisboa chegadoa ltimamente
pela barca Ligeira :11a mesma casa pre-
cisa.ge de um caixeiro pequeo nacional ou
estrangeiro.
-- Vrnle-seum pequeo sitio, com easa
do pedra cal o viveiro o peixe, planta de
capim, coqueiros e muito maisarvoredos de
frucla de diversas qualidades, bem cercado
e amurada, de urna banda, por preso com-
ino lo, por seu dono se retirar tratar da
sua saude : nos Afogados na rua do Catuc,
taverna de JoaoHcspauliol, a tratar como
mesmo.
Venda-se I muleque creoulo de idade
12 annos, 1 casal do escravos da todo aervi-
So decampo, 1 mulata mosa que coze e en-
gomma, 2 escravas c eoulas de bonitas figu-
ras, cos.nham e engomam, 3 escravos do
serviso de campo, 1 mulato moco bomear-
reiro, e 3 escravas de meia idade na rus
Uireita n. 3.
No aterro da Boa Vista, lojan. 18,
defronte do Tribunal do Com-
mereo.
Continua-se a vender nscado
escuros, muito fortes, ptima fa-
mda para roupa de escravos, e pe-
. diminuto preco de 100 rs. o co-
vado, e outras muitas fazendas ba-
ratissims.
^i-y Para finalsar.
Ni roa do Rozario n. 43, vendem-se latas
com mermelada peitoral pesando 3 libras
cada urna, pelo insIgniBcante preco do
40 rs.


M0B1LIAS DE FERRO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem eilc, e tnuitos ou-
tros objeclos de ferro : no arma-
zem de Ralkmann Irmaos, na ra
da Cruz n. 10.
Ra do Crespo n. a3. a
<>> Vendme-secortes de cambraia com 8 #
A vrs, e cores escuras i 3,000 rs.
# 99
leda se
Arados de ferro.
Ni fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendom-ae arados de ferro de diversos mo-
delos.
.. Veode-se um excellento sitio em Be-
beribe, perteneente ao Padre Francisco Jos
de Lira ; Tallar no mesino sitio, ou na
roa da Aurora n, 63, segundo andar.
Arftigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedia,
chegada ltimamente de Lisboa
Yinho de Champagne,
e superior qualldade : vcnde-se no arrr.a-
em Kelkmanu Irmaos Rus da Cruz, n. 10
Deposito de cal e potassa
No armazem da ra da Cadeia
do Recife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Casa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissSo, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
bilidades, assim como um moleque crioulo, r r______:._ _._i;~
de 9 annos. com principios de cozinha, e|o que se offerece multas garantas
quo saboservir a urna mesa, por ter tido a seusdonos : na ra da Cacimba
praticaemum hotel ; um sapaleiro crelo, _-:__ anl\nr
multo bom oQicial, que d 6*0 rs. dianos, P"e'r* *r\nrx nr>n
este para a preca, por ello assim o pedir e O0030003000000^
ser digno disso : na ra larga do Kozario n. ,' O Vende-se um grande sitio no lu- >
35 |0j,_ gardo Manguinho, que lica defronte Q
' Vendem-se e alugam-se bichas, chega- A dos sitios dos Srs. Carneiros, com q
das ltimamente de Hamburgo, por preso q grandecasa de vivenda, de quatro q
commodo: na ra de S. Amaro n. 28. Q agoas, grande senzalla, cocheira, ^
__jaevendem alguns terrenos alaga-
dos e parle beneficiados com tSO palmos de
fundoc com a frente que o comprador qui-
zer tanto para oSulcomo para oNorte a poen-
te e nascente na ra da Concordia travessa
do monteiro e do Caldeireiro, pagam 30 is.,
por paln.o de foro, os pertendenles podem
ontenderem-se com o Sr. Pedro Jos Texei-
ra Cuimares com armazem de madeiras, e
tnateriaes as cisas do Sr. Jos Conexivas
da Silva defronte do mesmo teireoo no qual
se estao edificando dous predios
- Vende-se um excellente terreno com
100 palmos de frente e 400 de fundo, sondo
parte murado no segu monto da ra dos Pi-
res : oa ra da Matriz da Boa-Vista n.16.
Vende-se urna bonita preta sadia, e
de moito boa conducta e com algutnas na-
;.'4,{:-
Novosgostos !! Vendem-se escravos bara- Vende-se na loja de Moreira &c cao arcaicade^UoMosinl
Na ra do Crespo n. i4. loja dejros, mocos e de bonitas figuras, ne- j Companhia qa ra Nova o. 8 tomado a d'reccaoj .'o'S'onit'o,
trros, molecSes e moleques, boni- excellentea bonetes pita homfns,
1 1 deirs palha d Italia, mullo propri
ri- tes mulatos, ptimos para pagens, ;campu; Unl0 pela eso^laitisse do
na ra'
segundo
Jos Francisco Dias,
vendem-se finisaimas cassas rranrszai de..
quissimes gostos e novoa oedrOes pelo ba- 1
rato preco de 700 rs. a vara, corte de Cam- ] negras mocas e bonitas
braia liza fazenda muito fina 9,2*0 rs., oor-1 das Larangeiras n. l4,
te ( metade de seu valor} ditas com silpi-, 1
eos a 6*0 rs, a vara, corte de cambraia'
POTASSA DA RUSSlA.
No armazem de Jos Teixeira
0
estribara, baixa de capia) que sus- n
lenta 3 a cavallos, grande cacim- ~
JS* ba, com bomba e tanque coberto s
Basto, na ra do Trapiche n. 7, 2 para banho bastantes arvoredos de Jj
, r '' V fructo :11a ra do Collegion. 16,se- X
ha para vender, nova e superior Q gUuoandar.
pintado de cor.de gostos modernos 2,200 rs,
o coi te, superiores chitas fraacezas cores
muito fixasede novos padrOec a 2*0 e 260
rs., o covado, ditas estreitas cotes de vinho
e de call e de ganga a OO rs., o covado.
Fill de linho branco e de cor propria para
mosqueteiro 6(0rs,a vara.lnns trancados es
curo e cor de ganga com listas miudinhas a
1,000 rs.. o corte, assim como outras mui-
tas fazeudas por baratos precos.
Aitilharla & cacadorrs.
? Vendem-se Superiores luvas de re- 9
C troz nido proprias para uniforme de 9
? arlilharia e catadores na loja de sir- A
? gueiro, no pateo da matriz. ?
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, em sac-
ras desembaicada do patacho
C'onceicSo, vindo do Rio de Janei-
ro, entrado em 36 do corrente mez
de outubro, por preco commodo:
nos armazens de Antonio Annes e
Dias Ferreira, no caes da Alfande-
a tratar nos mesmos.
ou com
ruad))
ga:
Novaes & Companbia, na
Trapiche n. 34.
Cheguem freguezes antes que se
acabe.
No armazem de Marital c Ir inflo, na ra
Mo se fia.
-- Antonio de Almeida Branil So e Souza
tendo vendido a aua venda sita em a ra
Nova n. 71 convida aoa seus freguezes para
Ihes continuarom a comprar, em o atterro
da Boa-Vista n. 13, pois vende-se tudo pelos
presos seguintes: al!anca-se,serem bem ser-
vidos lanto em precos como em qualidades,
mauteiga ingleza 6*0 dita 560, e *80 rs. di-
ta franceza 520, banha loo rs., cha do me-
Ihnr 2,000 rs., dito 1930, dito preto do me-
Ihor que ha nesto mercado 1920, a Ib. tem 3
embrulhos chinezes o embrulho 6*0, es-
permaceti' 610,carnauba 280, aevadinha 160,
ervilhas 120, letria, 160, anz branco 80 ra.,
tapioca 80 rs dita de ararula 130, chocola-
te 320, ch luneas *o rs., assucar retinado
polo diminuto preco de 80 rs. a Ib., afianza-
se a qualldade, milbo a 120 a cuia, anz de
casca 120, fejilo mulatinho 320, slpist*960,
paincoi60,azeite decoco*80, dito doce *80,
vinagre bom 80 rs. a garrafa, dito de Lisboa
1*0, queijos do reino 800 rs., carne do sertSo
verdadeira, 300 rs. a Ib., sendo de para ci-
ma, earetalbo3(0, linguicasdo mesmo 3*0,
bolaxinha ingleze 160, cafe de caroco 1*0,
e tudo mais por diminuto preto, e de tudo
se d amostras.
Vende-se o engenho Lagi Redonda,
no dislricto de porto Calvo, urna legua em
distancia dessa villa, de superiores trras^
tanto de canna, Como de mandioca e tudo o
mais ; he composto de grandos varseas.o do
melhor cercado possivel; acliam-sc desmoro
nados os seus edificios, por isso que tem es-
tado uns poucos de annos de fogo morto,
melborando assim cada vez mais es trras
da verda-
os para o
pu, tamo pea esquisitisse do moJello,
como pola duraefio e eommodidade d) pre-
90 ; a elles antes que teacabem.
Vende-so na ra do (jueimadn n. 19,
ricos corteada cassa de cor a 3,000 rs. o cor-
to, lencos de cambraia de linho puro a 500 Na tarde do da 91 do correte des.
ra o lenco, outraa mais fazendas por precor6Ceu a escrava ciioula, de nome Berfnoi!'
commodo. |a qUal he de bonita figura, de idadede 11
--Venae-sa urna preta erloula, moca e u annos, vind a pouco da eomarc do 1
'' moeiro, e por isso pouco, ou nada aaba j,
hiido dniln idlilo alia nn.tiin,^ ._._. ""
dSosinho azul tMn-
Suppe-se tar
seu antlgoSr. J0S0 P. Alves ex' a'ifri'resTa'nV
licia de quem anda he escrav mai do dii
moleque : roga-seas auloiidades haiam a
appreende-lo, e leva-loa casa de aeu Sr
major Antonio da Silva GusmSo. na ra im
perial n. 61. que ser generosamente recom
pensado,
potassa da Russia, chegada recen- Q&OQOOC OOQQQOQOOQQ
teniente. Agencia de Edwin Maw.
' J. .1 i. ,, ,, .. Na ruarte Apollo 11. 6, ItOHMI de lc. Cal-
IjOrlCS lie Cima e ld!>sa. montSt Companhia, acha-ae conalanlemeole
Continua a haver grande sortimento de nona aoriimeaioa de uia de ferro coadoe
cortes de vestido de chita, com 12 covados i balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
em um S pedaco, a 2,000 rs. ; ditos decas- eiras todasde ferro para animaea, agoa, etc,
sa de cores, filase bons pad.es, a 3,000 rs.: ditas para armar em madeira de todos o. ta-
inanhos e modellos o mala moderno, machina
na loja do sobrado amarello, na ra do
Queinudo 11. 29.
Sapatos de tapete.
Vendem-se os bem conhecidos cortes de
tapete, para sapatos, a 500 rs. o par : na
rua do Queimatlo, loja do sobrado amarello
n. 29.
Algodo para saceos.
Na loja do sobrado amarello, nos quatro
cantos da rus do Queimado o. 29, vende-so
al godSo para saceos, por preco multo com-
modo.
Casimiras baratas.
Vendem-se os mais modernes corles de
casimira, que. ha 110 mercado, a 5,500 rs.
cada corte, tendo grande sortimento para o
comprador escolticr; na rua do Queimado, 1 modelos, assim como americanos
hoiisuni.il para vapor, com forca de i caval-
los, coucos, passadeiras de ferro eslanliado
pira casa de pulgar, por menos preco queoz
i de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como em arcos folhas, e ludo
por barato preco.
Vendem-se velas deespermacele, em
caixas,de superior qualidade : em casa de
j J. Keller & Companhia : na rua da Cruz nu-
Iraero 55.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. \i.
Arados de Ierro,
Vendem-se arados de diversos
'o ni 111 ti i. 1 111 ni inaiiino ww iiiovi na iua <
da Cruz do Recife n. 62. chegaram ultima- P u> producen, voode-se a dinheiro,
loja do sobrado amarello n. 39.
Toalhas e guardanapos.
Na loja do sobrado amarello, nos quatro
cantos da rua do Uueimado n. -29, tem para
vender um grande sortimento de losillas de
diferentes tamaohos, e em peca que se ven-
de em varas ; assim como um grande sor-
limenlo de guardanapos de diversos lma-
nnos e qualidades, equetudo se vende por
preco de agradar ao comprador.
Vende-se um moleque de 18 a 20 an- jfundicao de Ierro.
Farinha de mandioca.
A mais nova e mais barata farinha de
jmandiocaque lia no mercado, vende-se na
111a da Cruz do Recife, armazem n.13, de
(com cambio de sicupira e bracos
da ferro : na fundicSo da rua do
Uriim ns. 6, 8 e 10.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba:
na rua do lirum ns. G, 8 e 10,
tan. 1*.
A os 9.0:000,000 ders
Acaba de cliegar pelo vapor S
Salvador, osbilhetes, meios, quar- :Ja crl6 Au"ust, da S|,|V8:
10, Olla vos e vigsimos da lotera ,. ^Psito de cal virgc.
11. 1 1 1 r j Cunha & Amorim, vendem barriscom cal
do Rio de Janeiro, a benelicio do em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
thealro de Nictheroy cuja lista na barca Margarida, .por menos preco do
, J aue em outra uualquer parle: na rua da La-
Chega pelo primeiro vapor, e ven- uieiadoReciren. SO.
dem-se na 1 ua do Queimado, loja Azeite de carrapalo da fabrica de
de ferragens n. 37 A, de Antonio I Arauju&Filhos, no Penedo.
Jos Rodrigues de Souza Jnior, Este azeite pela perreiclo rom que he
pelos muito baratos precos abaixo : [Mtleto nao l serve em lugar do azeite
_ .. ... doce c de coco, para qualquer qualldade de
candieiros por mais delicados que sejo,
como he muito prefirivel a qualquar oulro
Bilhetes inteiros
Meios bilhetes
(Juartos
Oitavos
Vigsimos
ACELNCIA
da fundicao Low-Moor.
KUA DA SENZALLA NOVA -N. 42.
Nestc estabeleeimento
ntia
33,000
11,000
5,5oo
a,800
1,.loo
por dar urna luz m^is brilhanti, ser mais
durativo, e seu custo ser mais barato ; nio
tem o cheiro desagradavel que exala o azei-
te de carrapalo commum, nem em nada
delleseassemelha. Vende-se em barriz de
16 caadas a 2,*00rs. a cauada, no armasem
ide J. J, Tasso Jnior, rua do Amorim n. 35.
Vende-se um carro de qua-
, tro rodas, muito leve, para um ou
__, dous cavallos: na cocheira do Mi-
a haver um completo sort- ; _
.___!-:_. iRuel oougei no aterro da JJoa
ment de moendas o meias moen- B-, o '
Vista.
mente os seguintes gneros .ie muito boa
qualldade : queijos lonlrinos, prezuntos
iuglezes e do Porto, conservas inglesas e
fiaucezas com diHereiiles frutas, latas de
salmiln, ditas de ervilhas e sardinhas de
Nantes, ditas com bolachinhss inglezas ,
marmelada de Lisboa, mosiaidl, o muito a-
creditadocb deS. Paulo, caixascom muito
superiores macas finas para sopa, gigos com
champanhc, vinho de Xerez, Madeira, Bu-
celias ePoito, garrafas com extrait de at>-
sinthe e outros mullos gneros, tudo pot
mdico preco.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-so velas do carnauba imitando
espermacete : na loja de saleircrda rua da
Cadeia do Recife n. 36.
Vendem-se barris de oitavos com vi-
nho tinto da companhia do Alto huiiro no
Porto: quem os pretender entenda-so com
Antonio Francisco deMoraes,ageoteda mes-
ma companhia,ou no armazem do Sr. Jos'
Joaquim Das Kuruandes. 0 mesmo tambom
tem para vender pipas, meias ditas, e barris
de quarto tambem com vinho tinto da dita
companhia a fallar com os mesmos cima.
Vende-se um sitio a beira do rio, com
escolenle casa, tendo de frente 70 palmos,
e90de fundo, com grande sala adiante, 2
gabinetes, e 2 alcovas, sala igual atraz, mais
3 quarto*, o cozinha ; com mais de mil
palmos de cumprimenlo e 800 de largura,
com granrio baixa do capim, terreno de boa
prodcelo, escolenle banho ao p de casa,
epertoda praca por ser antes da casa For-
te : a fallar com Nicolao Cadaull na rna do
Apollo n. 20, segundo andar, ou ni praca
da Roa-Vista, na casa que o mesmo ali est
edificando.
-- Vendem-so amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. *2.
Na Praia de Santa Rita, armazem n.
43, iie Manii.'i Jos Dantas, ha para vender
Jacaranda em cossoeiras o toros: a trat
com Joo Francisco da Cruz, na rua da Cruz
numero 7.
Venham ver.
Vendem-se na rua do Queimado, loja n.
17, chapos d sol de seda cor de caf, su-
periores a 5,500 rs., cortes de caaemiras de
cores escuras a 3,8*0 r., chitas francezas
finas e de coros lixes a 210 rs. o covado,
camnalas fraucezas de coros modernas a
560 rs. a vara, pecas de cambraia liza mili-
to fina com 8 1|2 varas a 3.500 rs. cada peca,
corles de cassa pinlada a 2,0)0 rs., e outras
fazeudas por preco minio barato. Dam-se
as amostras com penhores.
Vende-se vinho do Porto de leiloria,
de 21 anuos, de superior qualidade, tanto
em barris de quinto, como engarrafado, por
mdico preco, atlendendo a sua qualidade :
no largo do Livramenlo n. 20.
-- Vende se superior farinha de mandio-
ca de Santa Catharina, a bordo do patacho
Margarida, fundiado defroute do arsenal de
guerra : trala-se a bordo, ou na rui da
Cruz 11. 33, com l.uiz Jos de Sa Araujo, aon-
de tambem se vende saccas grandes com fa-
rinha do Cear.
ou a piazo, e mesmo em permurta de es-
cravos etc. : a tratar nesta cidade com Lino
Jos de Castro Araujo, na praca corpoSanto
n. 2, oucom Jos de Barros^Pimenlel do Re-
g nielo, junto ao passo de Camaragibe,
no seu engenho varsea de Souza,
Vendem-se corles de cassas de cores,
finas, a 1,800 rs. ; ditos de cambraias abor-
tas, a 3,800, 4,000 e 4,500 rs.; ditas de bar-
ras, a 4,500 rs. ; chitas finas, a 160, 180 e
200 rs. o covado; ditas para coberlas, finas,
a 200 e 220 rs. o covado, e outras multas fa-
zeudas, por precos muito comino.ios: na
rua do Queimado n. 93.
com habilidades, sabendo bem engomroar
na rua da Madre de Dos loja n st,
AttencSoao barato.
Na rua do Cabug, loja* nova n. 6, oxisle
um completo sortimento de quinquilha-
ras por precos muito coinmodos, como
sejan meias curtas muilo finas, e com lis-
tras a 3,500 rs., ditas de ditas compridas a
*,500 rs. a duzia, bicos de diversas larguras
muilo finse de palmo pelo barato preco de
800 rs. a vara, assim como um completo sor
tmenlo do luvas, sendo de pelica para Sis.
a 800 rs. o par, ditas de torca! a SOOrs.,ditas : -.
pretas de aeda a 800 rs.o par, ditas pardas lura regular, tem muito pequeo
de algudJo muito finas para homem a 330 e buco de barba e falla muito mana
480 re. o par, um lindo aortimento de fitas _, j j _-_.,____ ,
tanto lizas cmo lavradas de varias larguras quando anda P"ece qe nSo pisa
por precos muito commodos, linhas em car- bem com os calcanhares, costuma
rilis com 300 jardas a 880 rs. a duzia, di'es 1 K,m im 1
de ditas ns. 100 e 120 o mais fino que teman0ar calcatl0. e ?em vestido, le-
russ desta cidade, ella costumi indar ca
da : quem a apprennder, ou della livor J0'
ticia, dirija-se a rua da Matriz da Boa-Vi.i.
11,33, que se recompensar o trabalho
BOA GRATIFICACAO'.
Ausentou-se na noite de 27 de
outubro passado o mulato (Jle-
menlino, de ao annos. deidade
pouco mais ou menos, magro, ,,U
5,600 rs a duzia.babados de linho bordados calcado, um par de borzegnins par-
muito proprios para toalhas, pelo commodo '._ 8. ".
preco de SSO rs. avara, sendo de, palmo, e aos> c DOtoes de madreperolj
240 rs. sendo do dous palmos, meias de lis- braneos, e consta que levara um
tras muito galantes para meninos a 3,400 ___11. ...
rs. a duzia, ditas brancas muito finas para. cava" 1ae naquella OCCSSlio a-
meninos a 2,800 rs. a duzia, ditas muito su- I ligara, o qual tem OS signaes sc-
periores para meninas a 3,600 rs. a duzia, .,;,_ i_t. 1
um sortimento de g.ies raucos e emer.1- g,nl ~ castanho, barrigudo,
los pelo diminuto preco de 160 rs. a vara, cimas pretns, gordo e tem um la-
assim como rondas e espiguilhas, superio- ||10 em uma anca. he provavel aue
res pentes de bilea para alisar a 320 ra es-1 '- """" Mu
covas finas para cabello a 6*0 ra., a I fine tes queira passarpor torro, he boliei-
delato e de ferro, bengalas, brinquedos ro e escravo de Luiz Antonio Si-
para iiioninn.s,assim como diversas imagens
de ba'rro, obra muilo bem acabada, o por
Vende-se no Maranh&o, a fabrica
de bugias stiarnas e sabo.
Os administradores da liquida-
cao de Theodoro Chavanes, ven-
dem a fabrica denominada Mar-
alense, na rua do Fioponto, des-
la cidade ( porto dos remedios) ,
precos mais baratos do que em oulra qual-
quer paite.
Vende-se um mulequu de 18 a 20 an-
nos de idade, por precisSo: na rua larga do
Hozarlo n. 32.
Bellas parisienses.
Na rua do Crespo, loja n 16, ha um rico
sortimento de cassas intituladas bellas pa-
risienses, fazenda multo propria do tempo
presente, por servir para vestidos e roupOes
de senhora, e ven Jem-se por mdico preco,
assim como lindas cassas inglezas de tintas
seguras, a 240 rs. o covado.
* Deposito de tecidos da fabri
.-> ca de Todos os Santos, <"*
na Babia.
1 prensas 12 cifen.52, primeiro andar, algodS
I 1 A 'la. lra.nsl"'odaquellafabrica,muitopro
o
itopro-
prio para saceos e roupa de escra-
vos, assim como lio proprio para re-
5 des de pescar e pavios para relias,
ga> por preco muito commodo. <{
a A *0 I i t *
Bynheiros de xoque.
Vendem-se banheiros de xoque, em tudo
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Deposito la lubrica e Todos o
Santos na laliia.
Vende-se, em casa deN. U. Biabar&& ,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muilo proprio para saceos de
assucar e roupa do escravos, por preco com-
modo.
Para as escolas.
Vende-se no pateo do Collegio, loja do
Momlios de vento
00111 bombas de repuebo para regar hurtas
d bsixas de capim : vendem-se na fundicSo
de Bowman & Me. Callum, na rua do Brum
ns. 6.8el0.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o excellento e superior ri 11/10 fie Itii
cellan, em barris de 5.', he muito recom-
mendavel as casas eslrangeiras, como ex-
excellente vinho para pasto.
Taixas para engcnlio.
Na fundicSo de ferro da rua do Rrum,
uiiue-gu nu itaieu uu i.uiiegiu, luja uu i -- ---------,------------------- -------------,
litro azul a svnopsis do ceneral Abreu e Li- acaba-se de receber um completo sortlmen-
* Ja wna li 1 n D anliiiiic Hn finos an
mi, ltimamente adoptada pelo 1 \m. presi-
dente da provincia como compendio de Iti-
lura e historia do Rrasil as escolas prima-
rias da provincia,
Preco em brochura 2,560
Encadernada 3,200
ALCODAO' PARA SACCOS.
vende-se muito bom algodSo parasa- *'
eos de assucar, por preco commodo:
em casa de Ricardo Roye, na rua da
Cadeia n. 37. #'
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra, e tam-
bem de um tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & I'inheiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Principios geraes de economia pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 e8.
- Vende-ae um escravo bom bolieiro e
de boa conducta : na rua das Laraugeiras n.
14, segundo andar.
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco com-
modo, e com promptidio embarcam-se,ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio eprovado para
as aulas, em meia encadernaclo, a 500 rs ,
cada um : na livraria n. 6 e 8, da praca da
Independencia.
Vende-se farinha SSS muito
nova e de superior qualidade : a
tratar com Manoel da Silva San-
tos, no armazem do Annes, no
caes da alfandega.
Moe 1KI118 superiores.
Admiravel sortimento de louca vi-
drada.
Tanto do Porto como da Bahit, como se-
jam: panellas, tijellas, grandes escarolas
com cabo, fregidoiras, alguidares, talhas
para doce, jarros finos, quartinhas, gar-
rafas, copos, resfriadeiras, moringues; tudo
para resfriar agua, vasos finos de todos os
tamanhos prj florea, balaiospara meninos
andarem, ditos para costura, baldes para
compras, calungas para prezepio : na rua da
Cadeia do Recife n. 8.
Casemiras baratas.
Vende-seos mais modernos cortes de ca-
zemiraque ha no mercadoa4,500 cada coite,
nos, para fra da provincia, as habilidades
que tem a vista do comprador se Ihe dir e
tambem o motivo porque se vende: no ater-
ro da Boa Vista, sobrado n. 20, primeiro
andar.
Chapeos do chile.
* Vendem-se chapeos do chile peque-
*) nos a 4,000 rs. : na rua do Crespo
Jn.23.
#*+r**d>#3l*af)
31achinas de fazer caf a vapor.
Vendem-se machinas de fazer CBf, que
pela maeeira de trabalhar se tornam asme-
Ihoresque sa tem descoberto o pelo dimi-
nuto preco de 6,000 rs.; assim como outras
grandes de 16 xicras de caf, em tudo iguaes
as viudas de franca : na rua da Cadeia do
a saber: casa em que est mon-ff ,, ,
, ... i lf> Vende-se em casa de Domingos Al-
tada a lar-rica, com ao bracas de\ ves Matheus, na rua da Cruz do Re-
frente e 15 de fundo
hidrulicas, orisontaes de torca de
(oi),ooo libras, cada uma ; 1 dita
vertical de forca de 400,000 libras;
3 grandes caldeiras montadas, pa-
ra o fabrico do sabao ; t\ ditas pa-
ra derreter sebo; todos os perten-
oo ... r 1 1 Iguaes aosvindos de Inglaiorra, at mesmo
ees necessanos para o fabrico do ni pintura: na rua da Cadeia do Recite o.
stearina e s ha o ; g eseravos en-
tendedores do servieo geral da fa-
brica ; 1 terreno annexoa fabrica,
com 7 bracas de frente e i5 de
fundo ; 1 dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
a8 de fundo : as pessoas quepre-
tenderem comprar, pdem nesta
pra?a dirigirem-se a J. Keller &
Companhia.
Vcnde-se cera amarella, na rua do Hos-
picio n. 1, pelo barato preco de 560 rs. a
libra.
Vende-se umselim em bom uso: no
armazem da rua Nova n. 67.
-- Vende-se uma molata moca e sadia, quo
queira : quem o pegar leve-o a rua
da Cadeia do Hecife n. 21, quese-
ra recompensado.
Ilesappareceu o escravo crioulo de no-
me Venancio, de idade de 85 a38 annos, com
falta de um dente na frente, este escravo
foi da Madre de Deus, falla muito humilde, e
boje pertenee ao engenho Aguas Claras, e
rumo no dia 14 do corrente : quem o pegar
pode leva-lo a rua Direita n. 14, que ser
generosamente recompesado.
REPETigAO.
Continua a estar fgida a eserava parda
do nome Eufrosina, baixa, clima do corpo,
peitos grandes, olhos pequeos, com una
cicatriz no rosto proveniente de qaeimadu-
ra, e um dedo de uma das mSos estirado.
He de presumir ter |tomado para as bandas
da Paraiba, onde dizia ter prenles, e mes-
mo por ter ja sido prest no Brejo da Arsa
em outra fgida que fizera. Iloga-se portan-
to as autboridades Policiaes, e capitiies de
campo a captura della,. e a entrega na rua
do Livramenlo n. 35, onde se gratificar o
portador com 50,000 rs.
100,000 rs. de gratificacSo.
Roga-se as autoridades policiaes, que cap-
trenlo escravo Manoel, perteneente a So-
bastio Marques do Nascimento, fgido des-
de o dia 8 do mez de setembro. Foi
elle escravo do Sr. Gabriel Aflbnso Riguci-
ra, i quem foi comprado ltimamente : tem
38 annos da idade pouco mais ou menos, cor
61, loja deAntouio francisco torreia Car- fula, com falla de dous denles na frente, e
iu de cabellos do lado esquerdo da cabeca, que
Na rua da Senzalla Velha n. *8, em o (e torna bem visivel por parecer uma co-
novo armazem de vinhos,continua-se a ven- roa, tem olhos pequeos, beicos grossos,
derexcellenles vinhns de Lisboa PRR e Fi- sem barba, baixo, corpo regular, he ofllcial
guaira por 200 c 2*0 rs. a garrafa, 1,500 e de funileiro. Trajava jaquel de riscado
1,800 rs. por caada. azul, calja branca, camisa de madapoln, e
Commodas de folha. levou urna troux, contendo calcas ejaque-
Vendom-se com modas de folba de (landres u* quemo apprehender e levar ru di
piiilads, fingindo madeira : na rua da Ca- Aurora n. 62, recebera gratifloacHo pro-
dcia do Recife, loja n. 6* de Antonio Fran- meltida. Suspeita-se que fosse seduzdo, e
cisco Coneia Cardoso. Pr is>0 desde j protesta-e contra quem o
A...,., ,.-:_ I, 4 ;,, conservar em seu poder.
iH.lHdO HO UlliatellO .. Desappareceu na tarde do dia 13 do cor-
Na rua Nova n. 8 loja de Jos Joa- rfD,e um escravo por nome Joaquim tem os
M. V< ,. signaes seguintes: boa estatura, representi
oreira & Liompannia, ter 35annos de idade, falla desembancida,
Vendem-se fortes e flecxives chicotes ps grandes, tem lodosos denles da frente,
para carro, pelo baratissimo preco do 1,500 nariz chato, quando anda estala as juntas dos
ris, caixas de muilo boa madeira, feitas joelhos, levou camisa de algodiosinho brau-
sabe coser, cosinhar, e engommar bem: na com muilo Irabalhie gosto, destinada uni- co, calca do dito azul, esle escravo foi do
rua de S. Francisco casa n. 10 confronte o
theatro.
-- Veode-se uma eserava custureira, en-
gommadeira, e cosinheira para fora desta
provincia : na rua do Hospicio sobrado
u. 15.
-- Na rua do Queimado n. 4 existe um
completo sortimento de fazendas de todas
as qualidades a-sim como meios cortes de
cambraia do. barra a 1,500 rs. di los de crn-
eamente para preparos do barbas, pelo de-, mato: quem o pegar leve-o a typognpbi
minuto preco de 1,000 ris, chicotes do bor- imparciil a fallar com a viuva Roma que le-
racha para cayado, forlissimose de qualida- r recompensado.
de tal, que t vista os compradores pode-] Desappareceu no dia domingo, I-ido
r3o avallar, mesmo por seremos primeiros corrente, um preto que representa ter *5
que neste genero aqu tem vindo : o preco 50 annos de idade, de nacSo cacange, baixo,
dir-se-ha em segredo a quem pretender.
Bicos e rendas da trra.
Vendem-se 400 varas de bicos e rendas da
trra, (atacado^ por commodo prego : na
braia de cores, a 2,2*0 rs. a elles freguezes rua do Passeio pubiieo n. 9.
que se estao acabando. .. vende-se um braco de balance novo
- yenJe-sa a grandecasa terria, sita na do autor RomSo, e urnas conzas de balance
rua do Mondego, n. 56, perteneente a Riti
Maiia da PaixSo, Ha urna das casas melho-
res construidas nesta cidade, tendo grandes
accommOdacOes, feita com mu;ta seguran-
5 aceio e de gosto molerno. Tem cin-
co janellas de frente, com grande portao de
ferro ao lado, quatro salas, dez quarlos,
grande cozinha, commodos para creados e
escravos, estribarla e grande quintal mu-
rado. Acha-se hypolhecada aos Srs. Jos
Antonio Basto, e Doane Youle & Companhia
sendo que vende-se para pagamento destas
hypothecase com o consenlimento dos mes-
mos oro lores liypolhecarios. As pessoas
quo a pretenderem, queirSo dirign-so ao
Cadeia
compeloole-
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, necile, loja n. 6*, de Antonio Francisco Cor-
em S.-Amaro, acham-se venda moendas rcja Cardozo.
de canna, todas de ferro, de um modelo e
ojnstruccSo muilo superior
Cal virgem em pedra
Chegada recentemente de Lisboa, em anco-
ras muilo bem acondicionadas ; vende-ae a
preco muito commodo : no armazem de
Silva Barroca, na rua do Trapiche n. 19.
faRINUa de mandioca.
A melhor farinha de mandioca
que ha ni mercado, vende-se a bor-
do da sumaca S. Antonio, entrada
de S. Catharina ni dia 20 de no-
Vendem-se cortes de casimi-1 vembro,fundeada confronte a esca-
ra de bom goslo, a 4>400 rs-> por jdinha do Collegio: trata-se a bor-
cor'e, a dinheiro a vista : na loja Ido da mesma sumaca, ou na rua do
de 4 portas : na rua do Crespo, aoj Vigario n. 19, segundo andar, es-
pdoarcon. 3. criptorio de Machado &c I'inheiro.
o com
arreios, e lampiOei, tudo com muito pouco
uso : na rua de S.Fraucisco casa n. 10 com-
l'ronte o lliealro-
Na rua das Cruzes o. 22 segundo andar
vende-se duas crioulas engommadeiras, e
cozem cnaivM/iniiao o diario de u 1 a esa,
lavo de sih.io, e escravos da 18 a 32 an-
uos,san lo dous canuniros um li mi < e ele-
gante iDoito de 28 auiius proprio para lodo
o servieo e uma p o de meia idade.
Attenco aos habitantes da comar-
1 cade Goianna
-- Vende-se pelo barato preco de 1:000,000
ou Iroca-se por escravos um ds melhores
moradas do caza de pedra e cal da n a le de
Goianna, citas na rua do meio o. 33, com
2 salas, 2 ron. dores, 6 caaiaiinlias, 2 salas
do drlraz, cosinha puchada Tora, (.-cimba
de boa agua, e quintal guilde : quem pre-
tender dirija-Be a cidade do Itecife, rua do
Vigario, sobrado n. 20, primeiro audar, a
tratar com o seu propnelario.
Bataneas romanas.
Vendem-se balancia romanas para pe-
zar 32 libras, dulas para 25, dittas para 16,
sem se percizar de pezos, na loja de miu ie-
zas da rua do Collegio n I,
Vendem-se s patos de couro
de lustro de Lisboa, para senhora,
a 1,600 rs.: na praca da Indepen-
do latSo, e um lerno de pesos de bronze de
8 libras a meia quaita e um caudieiro pro-
prio pan loja ou venda: na rua Direila
n. 10.
Vendem-se ricos cortes de
vestidos de seda esco >sezes, sendo
da ultima exposicao de Londres ,
com 18 covados cada um, a 35,000
is. : na loja n. 3, ao pe do arco
de 8. Antonio.
Vende se a fabrica de charutos do pa-
teo do Terco n. 1*, a dinheiro, 014 a praso,
por seu dono querer retirar-se : a tratar na
mesma.
Escravos rugidos.
dencia n.
rantes.
i3 e
i5, loja do A-
Desappareceu da fabrica de caldeireiro
da rua do Brum n. 28, no dia 17 do corrente
mezde novembro o preto Antonio, de na-
can cabinda, que representa ter 45 annos de
ilade, altura regular, cheio do corpo, cara
abocetada, muito cabellado nos peitos c
com bastantes cabellos brancas na cabeca,
e um pouco carrancudo; he olllcial de cal-
deireiro, foi encontrado as Cinco Pentas, e
seguio o camioho dos Afogados, e he natu-
ral que seguase maisadiaote por ter levado
to la a roupa que tinha, e por j ler sido
pegado do oulra vez na freguezia da Esca-
da : roga-se portanto, a qum o pegar de
leva-lo na dita fabrica cima, que sera re-
compensado.
30,000 rs., de gratificacSo-
Desappareceu no dia 15 de julho do cor-
rento anno um muleque crioulo de nome
Paulino de idade de 10 aonos pouco mais
ou menos.cor amarelada por ter vicio de co-
mer Ierra,naris chato e feio levou camisa de
algodSosinho auja e calca de riscado, sem
chapeu, este escravo pertenee ao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de Un ; quem o pe-
gar love-o a rua da Cacimba n. II ou a
rua do Livramento n. 26segundo andar que
receber a gralificaQ5o a cima, o se prolesta
contra quem o tiver oculto.
Continua a oslar fgido desde o dia 13
cheio do corpo, sem deleito algum no corpa,
levou vestido, calca de casemira azul clin
de quadrose ja velha, colete de setim preto
velho, jaquela de hnm pardo,camisa de na-
dapolSo, chapeo de seda preto ; presumo-so
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezardeser do sertao nSo sejulga que te-
nlia voltado : roga-se portanto as autorida-
des policiaes e capites de campo, a eaplurt
do mesmo, levando-o a rua do Vigario o. II,
lerceiro andar, que se recompensar.
Auzentou -se na noute de 27 do correle
o mulato Ce me 11 ti no de idade 20 annos pou-
co mais ou menos, magro,altura regular, e
falla muito mansa, costuaia aoda calvada
e bem vestido ; levou uma Iroxa de roupa, e
consta que levara um cavallo que alegara
nessa occasiao, o qual tem os signaes se-
guintes : castanho, barrigudo, dinas pre-
tas, e gordo. He provavel que queira pas-
sar por forro : he bolieiro,e escravo de l.uiz
Antonio Siqueira : quem o pegar leve-o
rua da Cadeia-Velha n. 30 que se recompen-
sar.
No di* 12 de novembro do corrento au-
no, desappareceu de casa de seu senhoro
preto de nome Thomaz, de idade 40 annos,
com alguns cabellos brincos na caheci, do
nacSo Mussambique, bastante alto, magro,
pernas finas, andando sempre muito direi-
to, tem carocos sobre o nariz, sigoal pro-
prio da iiacojrecouimeuda-se a captura do
mesmo as autoridades e aos capites de
campo : quem o mesmo aprehender seri
generosamente recompensado pelo dito seu
senbor Luiz Gomes Torreira, no Mondego.
Desapareu no dia 9 do corrente mez,
uma escrava de nome Faosiina com os sig-
naos seguales: estatura baixa, cor fufa,
com falla de denles na frente da parle de
cima, tem urnas marcas braucas nos cal-
nhares, e quando anda abre es ps para os
lados ; levou vestido de cibla roxo, e *( de
Igodo azul e pao da costa Esta preta foi
do CertSo de Caruar; deseonfia-se que es-
teja oceulta em alguma cisa, pois desde J
protosts-se contra quem a liver : quem a
pegar lere-a Fra de Portas na ru do Pi-
lar n. 123 que aera gratificado.
Em dias do mez passado, fugio do en-
genho Juoqueira da Com marca do Cabo um
um negro de nome JoSo Monjope, de idade
de 60 annos pouco maisou menos, ho de es-
tatura regular, e nbeio do corpo,. No dia 17
do corrente, fugio do mesmo engenho urna
negra de nomeThereza.de ididede4550
annos; alta magra, cor bem retioU, costa-
ma 11111 lu lar-so forra : quem 03 pegar, lave-
do corrente, o moleque de nome Mamode, 'os ao dilo engenho, ou no Rajcife o pateo
crioulo, de idade de 15 a 16 annos, bstanle do Carmo n. 17, que ser b#n gratificado
esperto, secco do corpo, esUlura regular,'
pese mos grandes ; levou camisa de ris-
Ti'Y MATVl'. DI' M.'
Tr->r-


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