Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04754


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auno XXVII
Terga-eira 2b

de Noveiubro de 1851.
N. 267.
DIARIO DE PEMAMBUCO.
pringo a soncaipglo.
PiOlHINTO ADUIITADO.
Por trimestre..........'
Por umeilre ;..........
Por' nao ........-'
POO SIMIO DuTaiMeal.
iy>w
Para .... 8 de Novbr. Minas... 18 de oetbr.
Maranhao 11 de dito
Ceari... > de dito.
Parahiba. H "le Nobr."
S.Paulo. 3 de dito.
R. del.. H de Novbr.
Bahia... i7de dito
mas da irniu.
24 Seg. S. Joo da Cruz.
5 Tere. S. Jucuud. v.
26 Ouart. S. Pedro Ale-
xandrlno b. m.
3T <>ulnt 8. Margarlda.
28 Sen. S.GregorioIII,
29 Sab. (Jejuo )S. Sa.
turono m.
30 liuni. i. do drenlo,
S. A odre ap.
AUDIENCIA*.
Julio de Orphaos
2. e9. s 10 horas.
I. vara do civil.
3. e6. ao melo-dia.
Faienda.
3. e0.il 10 borai.
2' vara do civel.
i. e iabadsi ao mclo-d.
Ktlaeo.
Tercas e sab.dos.
irHMIBtlDII.
Crescente 30, a I hora e7 minutes da Urde,
Chela a 8, ai 9 horas e 2 miuutoi da t.
Mingoan te i 16, ai 7 horai e 2 minutos da m.
Nora 22, ai II horas e *7 minutos da tarde
HBAMAB Bit BOJI
Prlmeira s n horas e minutos da Urde.
Segunda s 7 boras e 18 minutos da raanfaSa.
nuriDii dob cobarios.
Goianna e Parabiba, s segundas e sextaa-
feiras.
Rio-Grande-do-Norte, todas as quinlas-friras
aoineio da.
Garanhunse Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, i 13 e 28.
Victoria, s quintai-friras.
Ollnda, todos os das.
NOTICIA! HTBANOEIBAl.
Portugal. 14 de Onibr;Austria.. SdeOutbr
lietpauha. 8 de dito Suissa.... 3de dito.
Franca ... 8 de dito iSuecla... I de dito
Blgica... & dedico Inglaterra 9 de Outbr.
Italia------3 de Outbr E.-nidos 24 deSetbr.
Alemania. f> de dito
Prussia ... 3 de dito.
Dinamarca 3 de dito
Russla... I de dito
Turqua.. 21 de Setbr
Mxico... lAdedtlo,
California SOdeAgosto
Coi. 26 de Abril.
Hueoos-A. 2 de Setb.
Monterideo t de dito.
CAMBIO! DE 2* BE NOTZHBBO.
Sobre Londres, a 28 3/4 e 29 d. p. 1/000 Firme.
Parla, 333 por fr.
Lisboa, sem banaacedes.
SSBTAM.
Ouro.Oncas bespsnholas.... a1
Hoedas de 6/100 relhas. 16*DO0 a Id
de 6H00 oras. 16/000 a 16.
de4/D00....... 9/000 a 9/100
Prata.Palacflea braaileiros.. 1/840 a l/0'O
Pesos columnarios... 1/920 a l/B'O
Ditos mexicano...... 1/740 a 1/750
PARTE OFFIC1AL
Commando das armas.
Ottrtil gintral na cidade di) Rtcift, 14 dt mov ni-
tro d< 1851.
OIDEM DO OA 1. 31.
U marocha I de campo graduado com-
mandanle das armas, em isla da commu-
mcacSu quo orn data de 12 do crranle I tus
fez a presidencia dista provincia, refern-
do-se ao aviso do ministerio da guerra de
30 de agosto ultimo, publica para conhe-
cimento da guarnidlo e devido efleilo, que
por decreto de 3 do dito mez de agosto, e
nos tormos do art. 12 da lei n. 585 de 6 de
setembro de 1850, forarn classiilcados as
difforeotes armas do exercito os Srs. olli-
ciaesdos corpos aqui existentes, pela ma-
neira seguinte :
Corpo de engenheiros.
Major do dito corpoJos Joaquim Rodri-
gues Lopes.
Arlilbaria a p.
BatalbSo n. 4.
Tenente coronel graduado de artilhara--
Innocencio Eustaquio Ferreira de Araujo.
CapitSo de artilhariaCarlos de Moraes Ca-
misSo ( para a primoira companhia.)
DitoAlaxaodre Gomes de Argolo FerrSo.
DitoJos Lzaro de Carvalho.
CapitSo de artilhariaAITonso do Almeida e
Albuquerque.
Primeiro lente de artilhariaSeveriano
Martios da Fonsecs.
DiloJoSo Mana de Almeida Fej.
DitoFrancisco Primo de Souza Aguiar.
DitoBenedito Mari no de Campos.
Segundo tenenle de artilhariaManoel Deu-
dora da Fonseci.
DiloCaetano da Silva Prannos.
DitoJos Ignacio Coimbra.
DitoManriques de Ainorini Bezerra.
DiloAyres Antonio de Muraos Ancora.
DiloJos utios Marques.
DitoFirmino llerculano de Momos An-
cora.
Dito-Jos Angelo de Moraes Reg.
DitoBazilio de Amorim Bezerra.
DitoFeliciano de Souza Aguiar.
lu"Paulino de Almeida Brito.
Companbia de artfices de Pernarobuco.
Segundo lenle de artilharia Trajano Ali-
pio de Carvalho Mendonca.
Cavallaria.
Companhia lixa de Peruambuco.
Major graduado de cavallaria SebastiSo
Lopes Gui martes.
Alteres de cavallariaLuiz de Albuquerque
MaraohSo.
DiloJos Joaquim Coelho Jnior.
Infantera.
BaUlhlo n. 9.
Coronel graduado de artilhariaJos r'er-
reira de Azevedo.
lente coronel graduado do antigo esta-
du-inaior de primeira ciasseJu3o Pedro : pos n armas para que forem transferidos,
lembergue de Almai Ja (para o batalhSo
n. 19.)
CapitSo do quarto batalhSo de artilharia
Francisco Carlos Bueno Deschamps (para
a primoira companhia do corpo da guar-
nido lisa deGois.)
Dito-Nabor Dellim l'ereira ( para a sexta
companhia do baUlhSo n. 6 )
Dito do segundo batalhSo de artilharia a p
em commissSo no corpo de polica desla
provinciaJoSo do Reg Barros FalcSo
.' para a terceira companhia do batalbSo
n. 5.)
Tenente do batalbSo n. 9 de infanUrlaJoa-
quim Crrela dol'arias ( para o batalhSo
n. 6.) u-
Tenenle do batalhSo n. 10Carlos Cyrillo
de Castro (para o batalhSo n. 6.)
Dito-Jos Ferreira da Cusa (para o bata-
lhSo n.8.)
Alfares ditoEugenio Luiz Franco (para o
batalbSo n. 5.)
DitoAntonio Joaquim Ferreira Pinto (para
o baUlhSo n. II. J
Alfcres-Leopoldino da Fonseca GalvSo (para
o batalhSo n. 12.)
Segundo tenenta do quarto batalhSo do ar-
tilhsria-Jos Feliciano de Figueiredo Cir-
valho {para o batalhSo ti. 2 )
Faz publico outro sim o mesmo marechal
graduado commandante das armas :
1. Que na conformidade do dsposto no
artigo 23 do regulamonto que baixou com o
decreto n. 772 de 31 do marco do correle
anuo que segu transcripto, dovem ser con-
siderados addidos ao quarto balalhao de ar-
i Mu ii ii a p, os Srs. olllciaes desle bata-
lhSo, que em virtude da classiflcicti ci-
ma passaram a portencor aos corpos do In-
finitara, ou do ostaJo-inaior da segunda
ciasse.
2. Que o Sr. primeiro tenente Benedito
Jorge de Fana.da companhia de artilices,
que (icou pertencendo aoestido-maior de
segunda ciasse, entre no commando interi-
no desla companhia, na qual deve-se con-
siderar addido, visto estar actualmente na
corteo segn lo tenenle Trajano Alipio de
Carvalho Uanlonca, e ter feito passagem
para o sobredito batalhSo quarto de arlilha
ra a p o respectivo capitSo.
3. Que tendo o Sr. tenenle do dcimo ba
talhSo de infantaria Carlos Cyrillo de Cas-
tro sido classilicado no batalhSo n. 6 da
mesma arma lica sem effeilo orden) do'da
desle quarlel general do 3 do outubro des-
la crranle auno sol) o n. ti, quo o conside
rava ausente por excesso de licenrja, art. 23
do regulameuto citado.
.........................Os officiaes de artillnria,
porro que passarem para o estado-maior
de segunda ciasse, ou para a cavallaria e In-
fantara, conserva-se-hSo addidos aos cor-
pos daquella arma em quaalo nSo liouver
sol': cuto numero de ulliciaes. theorica-
mente habilitadas para prehencliimento das
vagas, sendo com ludo promovidos nos cor-
vel,entretanto que elle Ira/ no corarjSo lo
dos os elementos de urna iafallivel dissollu
(Jo. O odio dos povos, a inveja dos go ver-
nos e a banca rota permanente, eis aqui o
que Ihe teem valido os homens de Estado,
ofterecidos ha trinta annos nossa admi-
radlo.
Esta sitjacSo 13o ameaesdora e tSo pouco
honrosa he o resultado de um enorme con-
trasenso. Maria|Thereza escrevia impera-
Iriz Catbarina : Di mSa affectuosa, porm nlo desejo ser vossa
visioha. b Esta phrase encerra tudoemsys-
tema que os ministros da Austria teriam in-
das infainea, depois de se ter humilhado inen- mar meu juizo, para mim muito compe-
digaodo o soccorro da Russla, a AustriaesU re- lente.
?PU,.d',,,Ci "''"'que ""-""aJ,ue "u"ca der Importa a tal forca urna terrivel satyra
nZtZ%ZZTlZ0t!:. """ """- os capil.aes-mo.es. e Importancias do malo,
Eque terroilsmo! o terrorismo do exerclto, Pro'OCtoraA deassassinos.apresentando com
que opprime o proprlo goreroo. O mlnhlerio Distante Mturalidado os coslumes, vlstua.
baxareis, um velhaco e manhoso, outro ma-
noquim, e quixoteiio Com tal esquadrlo
eu vencera a propria Inglaterra em tudo
quanto ella tem de grande.
A cmara municipal anda da salla para a
cosinha com urna execuasSo, que Ihe movo
leve um momento a Idela de levanur o estado rio, e vida dos nossos matulos. Clieia.como o responsavel do finado Reformista polas
de sitio em Vienna, os omciaoa oppuzeram-se Mi, de passigens imminoolemente ridcu- [custssde um presso, que Ihe moveu a pro-
aistoi elle mostrouquerer applicarLoinbar-'-las mnvau o riso e agradou muito, para o motoria publica por crime de responsabili-
za algumas das reformas tantas vetes proinel- que umbem concorreu bastante o bom de- dsda. Quer aquello responsavel, que ella
t?>Mrt7wT!K sempenho dos actores. Urna f.rc.a n.quelle Ihe pague at canto e laoto. mil res que
queui unto se llsoogeou no da do perigo, nao
genero, anda que mais acre fosse, nSo po-
reeonheceinoutrog'overnosenioo'dcteusche- "iadeixar de muito agradar ao publico.que
!fes. e o verdadelro imperador para ellea he Ra- , datiki e nio Francisco Jos. He verdade que tuados e ridiculos, em suas perversas incli-
Radettkl lie valbo e que em Vienna espera-se uacOes de protecfSo aos criininoaos-para os-
por aua morte para rebaver-se a auloridade tentar, val moni u e intimidar aos mais fra-
fue elle-a exerce hoje. Outra illuso; por- eos, nSo por sua propria coragem, porm
jue urna soldadesca acustuinada a domiuacao, pelos bracos dos perorsos, que se Ibes as-
l5.Wl^o"r.rud."^ s.l.namVUm talI .? um segundo
pliui e de obediencia por u'n governo fraco, iguel. rcenlo, Barauna, e quijandos, que
stin consideracao e sem ueubum pouto de """' 1""'il '' protec;So do tenenle-coronel,
de Araujo Aguiar.
CapitSo de infantaria--JoSo dos l'assos Ne-
pomuceno.
DiloJos Muniz Tavares.
Dito-I.uiz de Frauca Leite.
Dito-Guilhermino Jos da Silva.
DitoGregorio Antonio da sil ven .i.
DitoRicardo Jos da Silva.
DitoJoSo Antonio Car lo/o.
CapitSo de artilhariaAnlonio Mara de Cas-
tro Delgado (pata a quinta companhia.)
Tenente de infantera JoSo Gongalvcs
[Vello.
DitoCandido Francisco da Carpes.
DitoFrancisco l'ereira Bastos.
DitoJos dos Santos Nunes Lima.
DitoMalinas Vieira de Aguiar.
DiloJoaquim Cardozo da Cosa.
DiloJos Joaquim de Barros.
Primeiro tenente de artilharia Candido
Leal Ferreira.
Alteres de infaulariu Ignacio Gomes de
Queiroz.
DitoManoel Ferreira da Fonseca Lima.
Dilo-.Aolooio Mattozo de Andrade C-
mara.
Dito-Francisco Jos amasceoo liosado.
Dito-Manoel Sabino de Mello-
DitoDomingos Alves Braoco Muniz Bar-
roto.
DitoCaetano Gaspar Lopes de Azevedo Vil-
las-Boas.
Alferes de infantaria .Manoel Joaquim
Bello.
DituPompeo Capristano do Reg Lobo.
DitoJoaquim Caetano dos Res.
DitoJos Frsnclsco de Moraes Vascon-
celos.
Dito-Manoel Joaquim Ramos.
DiloAngelo Carlos Mara.
Dito-JoSoda Silva Nazareth.
BatalhSo n. 10.
Tenente coronel de infantaria Antonio
Mara do Souza.
Major de infantaria-Joo Nepomuceno da
Silva Portella.
CapitSo de infantariaFemando Antonio
Rauzaura.
DitoSalustiano Jeronymo dos Hcis.
DitoDomingos de Lima Veiga.
lulo- JoSo li ipti.-l i de Souza Braga.
I n tuA iiton io Jos dos Pasaos.
DitoJos Teixeira Campos.
DitoManoel Jos daSotedade.
CapitSo de artilhariaJos Antonio lid i bu-
za (para a segunda companhia.)
Tenente de inlanlaria -Jos Antonio Ferrei-
ra AdriSo.
DitoManoel de Campos Leite Ponteado.
Dite--Beraldo Joaquim Correa.
DiloManoel Claudioo de Oliveira Cruz.
DitoAntonio Manoel de Oliveira Botas.
Primeiro tenente de artilhariaManoel Joa-
quim de Barros.
DiloLeopoldioo da Silva Azevedo.
Alferes de inlanlaria Joaquim Antonio
ias.
Alferes de infantaria-Viconle de Paula liis
de Oliveira.
DiloArcenio de Santa Anna LeitSo.
DitoManoel Carneiro Machado Freir.
DitoManoel d'AssumpcSo Santiago.
DitoTheolonio Joaquim de Almeida For-
tuna.
Dito-JoSo Antonio LeitSo.
Segundo lenlo de artilharia Epbifanlo
Borges do Menezes Doria.
I >i loJoaquim Fabricio de Mallos.
Dito-Manoel de Azevedo do Nascimnuto.
I'icaram peftencendo a arma de infan-
taria e a corpos nSo exislootes nesta pro-
vincia os Srs. :
Tenente coronel graduado do antigo esta-
do insior da pruueira ciasseManoel Itu-
qusndo do direito Ibe purtencer. SenSo
houveretn vagas para todos que devem ser
transferido, passarSo os que sobrarem, e
que forem mais modernos, para a segunda
ciasse do exercito, conservando-se todava
addidos ao estado-maior de segunda ciasse,
ou ios corpos das crinas de cavallaria o in-
fantaria, onde ni .io o servicu que Ihes i'or
doterminado, al quo baja vagas em que
possam eutrar por sua auliguidaJe nos pus-
tos que livorem.
Anlonio Crrela Sera
EXTERIOR.
ESTADO DA EUROPA,
n.
Ha trinta annos, quando os res forma-
vam sua santa alliauc,a contra a liberdade
das naces, ter-se-hia podido dizer aos po-
vos o que JoSo Jaques Rosseau escrevia aos
Polacos, fallando dos llussos ; Deixai-ot (a-
zer, elles podero engulir-voi, mas nao vos Hilo
de digerir. A orgii do despotismo foi gran-
de, porm a digestSo nSo se fez.
O congresso de Vienna que devia rcorga-
nisar a Europ, transtornada pelas conquis-
tas de Napoleo, u.io fui se nSo urna coinbi-
n a i, Su de intrigas om proveito da Austria, da
Prussia o da Russla. Promessas, direitos,
constiiuic.0 s, nacionalidades, ludo foi es-
quecido, violado, rasgado, calcado aos ps.
O reino de Italia consagrado e garantido por
muitos tralados, foi destruido; debaixo
do nome de Confederarlo Germnica, fez-se
um iiiontSo de povos sem laco e que nao li-
nham do ConlideracSo se nao o nome : a
Polonia, que a Europa tinba Unto interesse
em oppor ambicSo da Russia, nSo foi re-
constituida ; tomaram Franca sua frontei-
ra natural no Rheno; aSaxonia e a Dina-
marca foram desmembradas ; a Turqua foi
abandonada rivalidade da Inglaterra e da
Russia ; com a llollanda e coa a Blgica
reunidas formaram um reino postico dos
Paizes Uaixos ; a Suissa, poupada em apa-
roncia, foi neutralizada a ponto de nSo ser
considerada sonSo na carta geographica.
Quanto aos povos, suas vontades, suas oe-
cessidades, sous direitos foram por toda a
parte esysteraaticamente descouhecidos. Os
governos monarchicos esiavam emn urna si-
luacSo admiravel para transigir cm a revo-
lu(3o. Se tivessem eulSo francamente adop-
tado o regimem representativo, ler-v-iiioo
assegurado por jongo lempo ; mas nSo llze-
->ni i.-.-..', prefoririiui aules luslabelacor o a-
a Italia que a execra, e onde ella n.iu conse-
guir osUbelecer um poder solido o respai-
lado, a Autria deveria, no interesse dos es-
tados quo c jiisiiiuoiu verdadeirameote o im-
perio, lanzaros uliios sobre as provincias
orientaes e assegurar para si o livre curso do
Danubio at ao mar Negro. A oornpacSo da
Bosnia, da Servia, da Bulgaria, da Valacllia
teriasido mais segura e mais ulil do que a
posse violouta e sempre iacerU do roine lom-
bordo-veneziano.
Como potencia militar, a Austria augmeu-
Uva deste modo sua for(a e arraucava es-
tas provincias ambiguo da Russia, a quil
l o i;a v i a parar as rnargens di Prulli. Como
potencia commercial ella abria a seus pro-
ducios as mais importantes vas de exporla-
Ces. Sealiora do porto de i.ul.it/. olla neu-
tralisaria o dedessos, tomara em Tace da
Europa urna posicSo temivol e viria a ser o
aib.tro dos destinos do irpperio oltomano.
Os beneficios o a gloria desla poltica leein
sido irrevocaveimente perdidos, porque a-
prouve ao gabinete de Vienna conservar, om
Vutiezs, em Mil io a oo Estrdo Romano, urna
posie.io que he a cbaga da Austria, o flagel-
lo da Italia e um pongo permanente para a
paz da Europa. INada resume inelhor o todo
da poltica austraca do que esta odiosa
phrase atlribuida a Mr. de Talleyranl : He
mais que um crime, he urna falla. Desde 1814
principalmente, o gabinelo imperial nSo tem
feilo um acto no qual a inepcia nSo seja ao
menos tSo grande quanto a iniquidade. No
congreeso de Vienna todos, pouco mais me-
nos, foram de oainiSo que convinha restabe
e aem ueubum ponto de
apuio as populaces. i delegado, subdelegado, e mais sucia de m-
Obitlnando-se em conservar sua poslcao na portancias do lugar, entenleu do quer. r
Italia, t Austria nao teve smenle por Um dii- obstar um casamento, que devia euectuar-
putar-nos a inueucia politica: ella quii tam- se e para isso usou de tod-S as bravatas, O
m.'51.,',rt"'a er.,err* "" PrePUBje"ne'"'-! alicantinas do olllcio ; porm o casamento
ine'cial no Mediterrneo. Outro erro mejpl ',.,,,,. .. '-v ,:........
cavel. A Austria tem u,n i.umens territoVlo, 'luou-se, e no meio do indispensavel
oriiioiideestaooselMiientosquelhcpermit- f'1""1.0 (| noivalo, apresenla-se e valen-
tatn luur coutra urna grande potencia inariii- to, feito cabido d'armas, alira, faz CJrrer
mar Nao be com quatro ou cinco fragatas,, a uns, esconder a oulros, mas sempre ap-
una meia duna de corvetas, urna duzia de pe-; pareceram algumas almas caridosas, j;ue o
Henos navios, eiiidin com urna esquadra que j pozeram fra da combate.
S2f I'' frou sarda, iim ningueui se, O en c lo, como v, nal t^m do impor- oscScsa' nSo comenam, 13o ruiro tem sido
aSS 1. \0li, <.),u'"llo"'lauslr,'la tanto porem agradan, as circumslancias, n'eitet dias,
rVquTiireste^ 'Z'p^i%"^'all^nar tt. 1"" ** '** '- Oizom-no'quo ja esl concluid, a eslr.d,
quena que aquolle ensaio mova a penna de Podras de fugo, em que Ihe fallei. So
despendeu na (anca para nlo ir visitar o
FerrSo.
Eslou a espera dojresultado para apren-
der mais esta, pois eu julgava que as partes
nSo tnham execativo contra as cmaras po-
lis cusas de processos crmes,favor que eu
entondit, quando li urna cousa chamada
Reforma, serunira monto concedido aos jui-
zo-.escrivaes, e cfliciaes dejuslica.
Disse que estava a cmara em tallas, a
com ra-.Su segundo me informara ; porque
toudo-se exgotado a quota consignada pela
assembla para aquella despesa, ella nSo
esl auctorisada a continuaf-a ; entreun-
to porem que estS soffrendo execuasSo.
SSo cousas d'este mundo, o cousas nossas.
NSo sei 'quando a nossa cmara abrir os
olhos sobro os maUdouros, e marchantes.
Julguei que com o contracto das caries n'-
essa provincia, esta gozasse milbor carne;
porem, ao contrario, nunca a livemos tSo
ruim, e julgo que, se a deitassem ao compn.
teiuivel concurrencia.
A Hungra nao tem estradas, a Galicia, a
Croacia e a bsclavonia sao paites agrcolas, e
iiinio ,i Moravla c a Bohemia, pases inanu-
actureiros, pOde-se vrno palaciu de vidro que
elles nao brilhain nem pelo goslo, nem pela';
KttsjftRSt^
fa, ao, da Inglaterra e aos da Suissa ; e nao he "." ,Ula ?", Iu8" JolOltavel C
nesta situarao de luferloridade que ella pode! Pictoresco. Quasi em lodos os anuos tm
mais aparada a oceuparem-se daquelle ge
ero do lilleratura, e cubnrem da eterno
ridiculo os improvisados valentos de cora-
gem comprada.
A atlengSo pollino acha-se hoja oceupada
eu advinbo a mais lempo Ihe fallara ; por-
que a mais estara prompta.
Com esU Ihe envo um govornista Para-
liib.ino.no qual achara a lista dos depuUdos
pruviociaes, para publieal-a, se entender
convenisnle. Eslou salisl'eitissimo, porque
sahio eleila toda a rapaziada dansanle, a
cunsla-me que ja se insaiam quadrilhas, e
aspirara vir a ser, no Mediterraueo principal- I al1 lugar, com toda a pompa consentiuea quanta .naneira ha de estender as pernas
lecor o reino da Polonia e oppWo como uml"'; ella abl matarla o governo.
La i a* & a __ |. f i ...........I 1 i k i ilk^nliki .
ente, urna poteucia commercial d primeira i com o lugar, aquella fasta, que faz reunir
ordem. He para o lado domar Negro que a oaquelle lugarojo a maior parte da popula-
Atistriamelhor inspirada se teria voltado, po- ^So desla cidade. lie ella urna das feslas
rm, uiesmoasslm, quando ella tlvesse no Ua- popularas do reconcavo, ou lalvoz a mais
so pelo immenso concurso, como pela bel-
leza topographica. A capeila acha-se collo-
cada em um alto, donde so discortina o mar
o praias a longa distancia, offerocondo as-
sim a mais bella, e variada vista.
ncao
urna adiuinistraco viciosa, com liuancas ciu
desordem, e principalmente na ausencia de to-
da a lnatitul(o liberal nao ha grande com-
uerciopossivel. Ora, a liberdade, dcbaixo de
nenhuma forma, nao he mais poasivel ua Aus-
baluartei Russuia. O imperador Francisco
oOereceu para essefJm, reuunciara Gallicia,
Esta iiupossibilidade absoluta ein que est
de boje em diante o governo austraco de viver
-icom as nstituices que sao a conquista a mais
porm o mperador Aiexandre exigi que pCiosa e de necessidade a mala IrUslsuvel da
elle abandooasso tambem as provincias lom-
bordo-venezianos ; foi para conservar a Ita-
lia que a austria, malquislando-se com a In-
glaterra, preprarou os acoolecimenloa que a
poseram intimamente a merc do impera-
dor Nicolao.
Tres vezes, em oito annos, a Auslria tem
roconhocdo solemnemente a independencia
da Lombardia e de Vetiza pelos tratados de
Luneville, om 1801, de l'resburgo oa, 1805 o
de Schwnbrunn, em 1809.
Cinco annos depois, em 1814, sem moti-
vos, sem direito, sem consultar as popula-
uossa poca, he a expiacao de um grande cri-
me poltico. A Austria que devia ser o escu-
do da Europa contra a Russia, nao be mais se-
nt a guarda avanzada dos Cosacos contra a li-
atcr'dade e a Independencia das naedes. Ella
he u porU-bandeira do absolutismo e da bar-
baria.
Para conservara integridade de seu territo-
rio, ella he forcada a viver em um estado con-
tinuo de guena contra seus puvos, os quaea
nao goverua uiaij seuo por meio de bastona-
das, de conselhos de guerra, de prisdes e es-
piugardeamenlos Para snUocar momentnea-
mente a revoluto, ella devastou provincias
. inteiras, arrulnou a Lombaidia, tez da liun-
taUO -_, ,,, rt-.-j-,.. I,........ .... m-IbmI* .Mala .lu 'III
idos intoressadas. ella destruiu um esU grU um deserto, lancou na miseria mais de 30
regularmeute estabelecido.e consttuiu com IBihaes de habitantes, augmentou a divida de
elle oulro que nSolemcessado depois de go-1 mais de 200 mllbocs, esgoiou seucominercio,
vernar despticamente. Esta usurpacSu Ihe paralysou sua ludustrla, irritoua Prussia, ex-
tern custado caro. Ella tem sido rnin causa altou a Russia, e no tin de comas, iodos estes
permanente de illusdes, de temores e de actos de crueldadee de extravagancia, inspira-
embaraco. De 1815 a 18*8 todos OS docu- do' Pe, ,neao u democracia, nao tem lido
montos ofliciaes nos mostram o governo aus- U'I"'e!ullado. t,fuf11,orn,r lrlul"Pno u de"
tnaco sempre agitado, em un tr.b.lho cons- '^STTmSSSS: mm su. poltica de
lana de repressSo e respondeudo as mais compressao, systeiuaticamcute applicada du-
juslas reclamaces dos povos pelos actos raote mai. de 30 annos contribuio certamente
brulaes de urna soldadesca insolente e de mais que uiuguem na Europa, para as revolu-
uma polica corrupta. He deste modo que cesque era 1848 agitarauaAllemanbae a Ita-
ella fomenlou, durante 33 anuos, urna luU Se por acaso alguma revolu(io maia ter-
subterranea quo devia terminar em urna ca- rlvel inda rfbentar cedoou tarde, os suct.es-
t istrophe sores do Sr. de Metternicb poderao bem duer :
J?2ft. i: uTr-W-it. l&SS Fr.de ffussrs!:
__j,./a__,_*_______, _......,_ '_.,_, oe/0U a 800,000 homens, porem sabemos o que
pedir a Sileaia, com a qual
nlii incoinmoda
grandeceu; ella Ihe
que .o joi ao raesino temp
i Prussia, sua Vial"
. ..'.r.7. i .,,(,,. ..,., vem a ser os exercitos no dia em que os povos
L t "S,f^n.t5^.;,H.l..' 'evanuin equ-ndo a machina do governo se
inV?.,P,Vodeu^.P;r^^^
uuico apoio tli
in-iLTiil. O udcu elementu de conserva*
ellente do lado da Franca', e um elemento con- Juu* po"a
s.deravel de influencia na AUemanba i elU Ibc -
dorante de toadas as relaces da Allem.n'ha'con, fSS8U^iJttE& ""'
Depois da revoluco d l848 ella podia ainda }p2Zl \
reparar a falla cominetlida eui ISI4, dando-*e
ao mesmo teinpo o presligin < .- yantagens de
um grande acto de generosidade. Abandonan-
do suas provincias italianas, as quaes se tehaiu
ou annexado ao Pieinonte, ou constituido eui
repblica, ella pouparia mais de 200 luilbes
de que se augmentou na divida j to enorme*
e oitenta mil hoincns que tena podido concen-
trar no Interior do Imperio ameacado. Com
estes oiteuta mil boineas.todos bravos e velbos
(Prase.)
INTERIOR.
E PEH-
CORPiESPONDE.NClA 00 DIARIO
NAMBUCO.
Pai .1 li i ha, 21 de novombro de 1851.
Depois da ultima, que Ihe escrevi, nSo ti-
soldados, ella Impedirla a revolU9ao de Vienna, ve mais nolicia do barco de africanos, que
por esses centros, lios os traga, o me d
saude para aprecial-os, como des'jo.
O bello sexo esta satsfeitissimo, e desa-
jando o mez do maio futuro, embora para
la esteja mais velho, o que em verdade nSo
be bom.
Nj.Ii mais occorre, que mereja men;3o.
Saude, patacos, e diulioiro.
P. S. liizem-me, que foi preso no termo
do Pilar Soveriuo Carneiro, que matou a
A pa,,i, iino lica dominada por ella, lio JoSo de tal no lugar Cmara d'essa Provin-
bastante povoada.e choia de viejos >s coquoi- cia^____________________________^^__
ros, que ollcrecem aos devotos, com o seu
diuheiro bem entendido, sous saborosos
iroctos para mitigarem a sed, o sua sombra
para gozar a fresc vii.u.o >. Us fesleirus
costumam ulVoo-cr cm urna grande casa de
rumeiros, quo ha na (rente da capeila, um'
opparo janlar, que, segundo me nfnrmairi,
nesloaiiuo n.iu ser dos menos oxpletili-
dos. i\lo Iba prometi no primeiro crralo
descrever o quo por la vir.pois tambem pre- ,u J"Banco de PernamOuco -ser de depo-
leudo la apre.-eut ir mou lardo, -, como nSo sito e descont, e podor vir a ser deemis-
teohocavallu, devo irap, e por isso ce- sSo se para isso obliver autorisasSo dos po-
gando un .ia iu n.iu posso lalvez oscrever- dores do Eslado.
Ine no correio de -\ ; tn >s no outro, so fr
vivo at la, dir-Hie-liei quanto vir o obser-
var, com a dcvida liceuca de iniuha uiea de
censura e ordem.
PERNAMBUCQ
l'ROJECTO DE ESTATUTOS DO BANCO
DE PERNAMBUCO.
TITULO I.
' Do Banco.
Artigo I. O Banco organisado com otitu-
paralyaaria a da Hungra, e coudu.iria os in- ju|g0 a esU Qora efUr toaiando mul |',ciu.
8Ur14eo"blreig.idal"dtar ^SSXL^Jt C"a "' P0rl ? > "
eia, chamando a Russia cm fstrangeiro, a despe o das
a lancar m.io dos expedlco- lantropicas ordens de lor
justilicavcl que consiste em das furias bntannicas; ass
gredo deiua fraqueza, chamando a Russia cm estrangeiro, a despeito das enrgicas e phi-
o dos expedicu-
inc consiste em
emear a'diviso eenlreler os odios entre Sla- fallante dos vivos cat'ves do Gui eslar
seu soccorro, nem a
tes desla poltica inj
d Palmerslon, e
assim como a carga
e Magyares, entre Mogyares e Allemes, oceupada em suas llego s de portuguez para
'tllanos. Ellafaria da Italia sanar aos ollios do mundo os vicios do con-
trabando.
Deixemosos tralicaates de carne humana,
e passemos ao quo esta sol minha alfada,
por cabqr na capacidade do meu horisonte
vizual.
Em minha ultima esqueceu-tne, o qitobe
tra veaMilao, Veneza, tresela e Vlcencia; po- raro, noliciar-lhe urna representacSo, que
- nem os |Temos no theatroApollu-Parahybano,
entre Allomaos
seoaouinaalllada, ao menos um estado neutro;
licarla livre de toda a preocupado do lado da
Gallicia, da Transylvauia eraesiuo daliungria,
ondp mu coocesso feita a lempo terla sido a-
ceita como ura benelicio.
solutismo. que devia conduzi-los, leotamon- Em vea dlsao, ella pretorio por o p no pea-
le sem duvida, porm infallivelmente re- cojo dos Italianos e o conseguio. Tomouou-
publica. Ira ves Milao, Veneza, Ureacla e Vlcet
Koi a Austria principalmente que empe- r,e"' n reconquistou os Lombardos
dioessatransacSo, he a ella timbem que a Venezianos. Ilebalde ella o.esuiaga, sente-os no d|a 15 para quando tambem estiva an-
^-,r.do:..podinco"u ****** passadas, odaquellasi que ameacam-na atn- 0 exilio, a prlsao e a morte, sustentados pela rahybana-que, felizmente para os aprecia-
da. Esta potencia nSo tem sido menos fa- esperan; de uma desforra Iafallivel. Ella ven- doies, gorou, por questfies no campo de Ag-
a I aos governos do que aos povos. Seus es- | ceu, porm sua victoria e faz viver em transes meoou. Como Ihe disse foi a sceoa naquel-
tadisUssSo os mais afamados por sua hab- contluuos; e Ibe iinpe a conservacao de ura le dia no Apollo do Varadouro a tragedia o
lida Je, desafiamos a que se encontr algum exercitoque a extena. Ella triuiuphou em poeta, ea inquisifSo -cujo principal papel,
om nenhuma parte, cuja conducta, mais Custoza, ein Navarra, e afogou no sangue a in- nosdous primeirosacto*', foi soffrivelmente
constaotementr '
tSo deploraveis
truoso tracU
1756), o qual destruiu ein urn instante a s"com?"lletd"es,~os e'mbaracos'Teein ugine- to dos que ali estavam por fazer vontades,
obra consummada durante tres seculos, por tado. Inventaram-se novos Impustos, aug- eproveilodomada>nismo(perdoea lembran-
nossos ministros os mais habis, a Austria inenlaram-ae os amigos, o numerarlo dcsappa- fa ante selibalaria)a prazer dos apreciadores.
lem desconesrtado todos os inloresses, con-
fundido lo Jos os systamas polticos, e torna-
do para sempre impossvel todo o equilibrio
entre os estados. Se a duplicidade tradi-
cional do gabinete de Vienna, livesse podida
ligar-se a um grande pensamento poltico, a
Austria com a perseveran^ que a distingue,
tinha cliogado a um grao de podor formida-
Vi ha poucos dias urna correspondencia
do Sr. Jos Luiz do Egypto, impressa tiesta
provincia, em que reclama contra a noti-
cia, que em uma do minhas passadas Ihe
dei, de que fora o preso Jos Calo, quem Ihe
alirara, c como goslo de andar com a ver-
dade, faco esta errata, acrosconlaudo quo
ello na mesilla correspondencia atlribuea
brincadeira a um tai catafange, nSo sei so
ho esto o nome, que para ali ha. Como soja
negocio particular la se avenham.
Os Ihuggs descubriram um novo mothodo
de mandar para o oulro inundo, sob calcu-
lo malhomatico.
As 11 horas da noitc de 15 do corrento
desfoxaram uma bacamarlada na port do
quarto supplento do subdelegado ii'Alhan-
dra,:Manoel Baptisla lio Ingues. I'arecer-lhe-
lu estronha urna tal maneira de atirar, po-
rm u.io he o tal subJelegaJo cisluma
dormir em uma cama da vento dafrontea
porta; e oassassino tomou 13o exactas me-
didas, fez lo be. o seu calculo, que, apezar
de oslar a porta fechada, a carga do baca-
marte passou poucas linhas acimi do pobre
Rodrigues. Sem duvtda o eugenheiro thugg
nSo deu o descont ao levantasnento d'ar-
ma com a carga mais reforjada para rom-
per a porla.
A tres mezos pouco mais ou menos o Sr.
Chaves, tambem subdelegado do Pilar, levo
uma remassa igual, e pela mesma forma,
pui cu tnais.xscla,pois se elle est na rede,
onde costumava desciucar, era boje de-
fuuto.
Nada consta que indique o motivo daquel-
le atteotado,bastanle enexparado visto quo
aquello subdelegado, humom multo pacato,
uno lo ai no lugar intrigas, antes algumas
syinpathias. Unioameute ruruorejatn os
advinhos. quo nesles casos nSo taita.n, que
a prisSo ell'octuada por elle cu um clmelo
para averiguacos Ihe rendara aqnolli vi-
sita. Seja como i.ir, o tempo descubrir a
verdade, so quizor; eolrelanlo lijarei a
espera de miihores tntormafOas.
O Argos o ni nina na mesma: dentada
aqui, ali, acola, esta como se pode esperar
Jeuin laivoso. Da urna noticia, contest**-
se, n.io da pola corda, volta para outra par-
to, Calumnia aqu, respuaJo.T.-ie, valla-
se contra oulro. Em poucas palavras, vive
jogando a cabra-cega. Eis o porque elle me
alira furibundas dentadas ao capole, fallo-
llie a ngoagein da verdade, 1'ac.o-lhe sea-
tiro papel pouco honroso a uma opposifSo,
que elle reprosenla ; mas eu laco-llie uma
negar;, e deixo-o sempre ladrando ao escu-
ro, ou muriendo a outrem.
Ale agora elogiava ao Exm. S como fez a
todos os seus antecessores, para unir lol-u
ao depois do decreto de dimissSo, como
tem feito com o Sr. Bezerra, a ordem tinba
seus siumes d'esses elogios, que ella enten-
da perlencerem-lhe ; mas em uma das las
mais forleso pobre foi violentamente atlaca
do das caseiras do padre Chico, e noacoes-
so do furor zas deu urnas dentadas no
Exm.; a ordem bateu palmas, e entrou a
com montar o negocio, eis o mizero, coju-
do, a dar mil e mil satisfacaos, e a morder
j a quantos encoqlra. Pobre Argos NSo lite
e o papel, oada vez mais desacreditado, Apresentaram uma forca, composic.no,
tem chegado ao descont de mais de 30 por diiem, de onoel mecha, intituladao casa-
Pe?loe"e!le eSl,tUO,",f.omb*ardl.0 'eufvienV "o p!mpreciar o mrito da obra, le
fn. I;.ga. lZ^~%,h,,sVpt *"" ?o PJe ser grande, ombor. o autor eceira, dous portugueze, de Braga mu.to
burgo, em toda a parte. Depois de sacrilicios seJ Bom armeiro, por quanto me uSo cons- habilidosos rn maiiipularjo, um relorma-
Inaudltoa de saogue, de dlnbeiro e de indignl- U que Vulcano livesse muita amizade com do na milicia pacilica, um Irado dos cara-
dado, depois dse ici deshonrado por eruelda- Appollo ; porm procurarei le-la para for- mellos com seu inseparavel llauli ji, c dous
Art. 2. O fun lo capital do Banco ser
do mil cunto, doris, divididos em cinco
mil acedes do duzenlos mil ris- Este fun-
do podera ser augmentado a dous mil eoli-
tos por del i beraco da assembla geral dos
accionistas, oo Banco pode dar principio s
suas opcrac/i \-, logo que hijam subscriptos
duzenlos o citicoonta contos da ris.
Art. 3. As entradas das acc.es que esti-
verem subscriptas al ao acto da inslallafSo
do Braco, serSo realisadas em tres paga-
mentos, sendo melado vista, uma quarta
parte a dous mezes, o outra quaru parte
aquslro. Porm depois da installarjSo do
Raneo a subscripgSo deacciJasser realisada
vista. ;
Art. 4. lio permiltida a subscripto de ac-
c 's dentro dos limites de mil contos do
ris al poca em que livor lugar o pri-
meiro dividendo do Banco, mas se al essa
data nio se noli .rom subscriptas todas as
cinco mil acfoes, nSo serSo admiltidas mais
assignalurassem ilolili racjlo da assembla
gsral dos accionistas sob proposla da diroc-
co, sendo nessecaso cada accSo que resUr
vendida pelo pre;o crrente na pra(i.
Art. 5. Os remissos na realisaSo da pri-
meira entrada, art. 3, perdom o direiro de
accionistas i aquellos porm que, leudo ve-
ificado a primeira presUr;3o, deixarom de
verificar alguma das outras, com que mais
devam entrar, nSo pnrceberSo dividendo al-
gum da parte ja entrada, em q.ianto a nSo
verilicarem. nanlo porm a vericaclo
livor lugar dentro do decurso do semestre,
smentrasa IhscontarSo os dividendos do
semestre immediaumente seguinte.
Art. 6. O Banco durar liauuos, contados
da data da sua inslalla^So. Findo este pra-
so, podor sor prorogada a sua duracSo por
dolerminacSo da assembla geral dos accio-
nistas.
Art. 7. O Banco poder ser dissolvido por
deliberarlo de sua assembla geral mesmo
antes de MnJarem os 15 annos marcados no
art. 6, se se conhecor que a sua conlinuacjlo
he prejudicial.
Art. 8. O Banco ser dissolvido defacto,
e ontrar em liquidaculo, logo que ti ver sol-
Indo prejuizos que tenham absorvido o seu
fundo da reserva, e 10 por cento do seu ca-
pital effectivo.
TITULO II.
Dos accionistas.
Ar. S. O Banco, considera seu accionista
toda a pessoa, cor,oracSo, ou associagSo
que possuir acedos seja como primeiro pro-
prietario, soja como cessiouario, com Unto
que neste ultimo caso as accOes estojam
compietamenle averbadas no livro dos re-
gistros. O averbamento para ter lugar a
transferencia ser feito vista das actes, a
das parles contraanles por si, ou porsaus
procuradores, sem que baja endosso no a-
police.
Art. 10. Os accionistas uo responden
por mais do que o valor das suas aceites, as
quaes pdomser vendidas, cedidas, bypo-
thecodas, doadas, legadas, ou por qualquer
modo transferidas na forma do artigo ante-
cedente, mas o seu capiul nSo poder Mr
retirado antes da exliuccSo do Banco.
Art. II. No caso dse juslilicar perante
a direccSo peda, ou extravio do qualquer
acc.So, enlregar-se-ha ao accionisU urna
nova apolice prestando ellees devidas ga-
rantas.
Art. 1:2. Os accionialas de5 ou ruis ac-
edes sSo os habilitados para volar em assem-
bla geral, e para exercarem os cargos de
presidente e secretario da mesma assembla,



TT"
e membros da commissio de exame. So-
monte oa accionistas poderio ser rleilos directores.
Art. 13- Os accionistas lorio i preferencia
sos emrregos. ," .
Art 1*- Havendo accionistas cnm flrmaa
scoiaes, podarlo lo los os socios qus as r*-
presenlom saaistire discutir as reuni 'S da
asamblea eral dos accionistas, votando
porm am so.
Art 15. lie permiltido aos accionistas,
depois de concluida a revislo pela comnus-
sio de ezame, verificar o balando a vista
doslivros qui Ibes estarSo para isso paten-
tes por tres dias, seni comtudo poder-se ex-
trahir copias. He prohibido o exaoie as
TITULO IV.
Da comminno dt exame.
A't. 31. A commissio de >>xa nc, logo que
fr convidada pela d i recebo (rt, 30), devera
examinar escrupulosamenta o estado ds es-
crlpturagio ds caixs, da correspon lencia e
compui tamont'i dosempr iga lo!, fiscalisan-
do se os presentes estatutos e as decisOes
da assembla geral tem sido restrictamente
executados, psra o que todo o ealab ileci-
ment i lii') ser franqueado, e a direccio I lie
dar lodos os esclarecimentos que forem
exigidos. O exame dee terminar tres dias
sntessds reuna,i ds assembla gara).
A't. 35. Concluido o exanit, a commis
lo far un relatorio circumstancitdo, no
conlss de deposito eiegistros das letlras, qosl emtltir* suiopiniio sobre o estado do
' banco, e manelra porque tiver sido admims
tra io.
Este relatorio ser registrado em o livro
das actas da assembla geral, e impresso
cnm o h ilamo, para seren distribuidos pe-
los accionistas.
TITULO V.
Da volaban.
Art. 36. Os votos em assembla geral se-
rio contados da maneira seguinte :
De 5 at 50acc0es, um voto por cada 3
aeces.
A-i accionistas de maior numero do ac<
cOes conlar-se-ha mais u u voto por cada
que s serlo patentes commissio de
exame.
TITULO III.
Da assembla geral.
Art. 16, A lotalidade Jos acciouislts ser
representada peta assembla geral.
Art. 17. Formar assembla geral a reu-
nllo legalmentc convocada (art. 18) dos
accionista de 3 ou mala acgOes
Os de menor numero de aec s poderio
assislir s dcliberages e discutir, mas nio
votar.
Art. 18. A convocado da assembla ge-
ral ter lugar por convite da direegio, em
cdilal firmado pelo presidente e pelo secre-150. nio i>o leu lo todava nenhum accionists
tario da mesma assembla geral, allixado ter mais de 12 votos, qualquer que soja o
porta do Banco e na praga de Commercio, e numero de aeg-s que raprezento
publicado tros differentes vezes em os jor-
naes de maior publicidaile.
Art. 19. Chegado o dia'e hora marcados
parareuniio na assembla geral, esta se jul-
gara constituida cnm os accionistas presen-
tos, (art. 17) que tomario decisoas por
manira absoluta de vutos.
Cun ludo, nenhuma doliheragio poder
ser tomada na primoira convocado, mo se
achan.10 reunidos, pelo menos, tantos accio-
nistas qusntos representen) Va "o capital
effectivu do Banco, inclusive os que se aprc-
sentaiem por procurarlo.
Art. 90. Qnando a assembla geral oSo
poder deliberar por falla de votos su lucien-
tes, ser feita nova convocarlo coin as for-
maliledes marcadas no arl. 18, cun a de-
clararlo do motivo da nova reuuiao, e ties-
ta se tomario as decisOes com qualquer nu-
mero de votos presentes.
Art. 21. As deliberares tendentes a aug-
mentar o fundo do Banco, a decrelarsua da-
solucSo ames d. s 15 annos, a prO'Ogir sua
duragio.e a reformar os presentes est tutos,
s poderSo ser tomadas quando em assem-
bli geral se reunir o votos concordes de
tantos accionistas quanlos represoiilam a
maioria absoluta do capital effeclivo do
Banco.
Art. 92. AsreuniOes extraordinarias te- fican lo todavia dependente da apprnvaijio
ro lugar quaudo a direegio as convocar por definitiva da assembli goral dos accionis-
Art. 37. Os accionistas agentes ou impeli-
dos poderOo ser representados em assembla
(oral por um'procurador lambo acciouista,
e esle nl'in dos seus votos, n moa poderar
ter melsquet2qiialquerquforo numerode
accOes ou accionistas porqui represente co-
mo procurador, e quando o sej de mais
de um accionista pnglobar-sn-ilo os volos
da 'todos os constituintes seguindo-se na
VotacAo a regra do art 36.
Arl. 38. rYenhum accionista ter direito a
votar em assembla geral por aceces que
nio tenham sido devidamente registrada un
livro do ln ie i, pelo menos dous mezee
ant >s da reuniao; exceptuam-se as trans-
ferencias por hernc'S.
TITULO VI.
Va directo.
Art. 39. O banco ser dirigido por um
conselho de 7 membros, e administrado pur
um gerente.
expediente do bauco.
5. Conservar rigorozameqle em dia a os-
cripturagio do banco, bom como velar na
conducta de lodosos empregados do mesmo,
propondoa demissfio dosquedelinquirem,
ou forem .nenos aptos, bim como as grati-
ficagesque se davam dar aos que zeloza-
menle dezempenharem os deveres de que
forem incumbidos.
6. Expedir a correspondencia que exija
o expediente ordinario do banco, que ser
rubricada ou assignada timben pelo direc-
tor que estiver de semana.
Art. 53. O gerente ter a seu cargo a the-
zouraria do banco, e poder nomear sob sua
responsabilidade os fiis de que necassltar.
Os fundos que nSo osnvorem em giro sern
guardados em um cofre separado, fecli. do
com duaschaoes, urna das quaes guardar o
director de semana, que verellcar as quan-
tias existentes no dia em que entrar de ser-
vico.
Art. 51. O gerente ter em compensarlo do
seu trabalho, e rosponsabilldade urna com-
missio de 5 por c nto depois de retirado o
fundo de rezerva sobre os lucros liquidos.
O servico Jos membros da diregio he gra-
tuito.
Art. 55' O gerente nSo pode negociar por
conla pro.in nu empregar-se em qualquer
nutro servigo ilorant o tempo em que exer
ceresse cargo.
TITULO Vil.
e nio dos portadores ou en lossa lores, que
nenhuma lefia, salvo ae a qulzerem tomar,
e expressamenie o declararem.
Art. 68. Os vales serlo pagos no banco
em moeda corrente nacional, apenas forem
presentados Nenhuma emisslo, p nem,
si far, sem que seja autorisada pela diree-
gio, do que se lavrar acta, designando a
s iiniiia a eniittlr, e a qualidade dos ttu-
los.
TITULO VIII.
Art. W. S3o attrihuicis da di recio.
1. Organisar o regiment interno do ban-
cn, que ostabelecer o modo pratiro de se
enecluarem as operacOes, e marcar os do-
veres que compelem a ci la emprega lo,
bem como os ordenados, que deverio pnr-
seber e ns flaneas que devein prestar.
Esle regiment entrara logo em execugi
tas na sua piimura reuuiao.
I Propor o renle deque trata o artigo
39, e h 'ni is-ini li.ea is ir a -nuil ura porque
oceuneiicias de casos, para Cuja decigio el
la se nSojulgue competente e quanJo llie
l'Or isso requerido em ropresenta^So indivi-
dual.iienle ssignada por acciouislas que'o mesmo desempenlia os deveres, que Ihe
possuam pelo menos urna ter$a paito do ca-^So incumbidos, nomear-lbe substituto du-
pilal ill'i divo do Banco. rante impe.iimenlo temporario, -us uude-
Em virtude de taes representarles dever lo, c mesmo demitti-lo do exercicio de suas
a direc;Su convocar a assembla geral den- functOes, o que porm, s po lera ser deci-
tro dos oito das utuisquo se segunemao da di lo em reumao da direc(9o, estindO pre-
entrpga.e que serilo contados da data que zentes lodos os membros, convocanJo-se
nellas houver inscripto o secretario do llau- suplentes se algum estiver impedido,
co, depois de ter averigua lo e recoubecido 3. Escolher, e demittir sob proposta do
a sua legalidade.quanto poreflo de capital, gerente os empregidosdo banco,
que devem compietiender. *. Prupr a ssombla geral dos accionis-
Art. 23. si' nito das i!e, os de u na tal tas ssalierafOes, addir0#s ou supressQes
representacSo ( ait. 22) a dircccSo nSo bou- que fr necessano fazer os estatutos para
vercouvucado a assembla geral, poder3o que obti nliain aprovarjilo dogoverno.
osrequeronles faze-lo por anuuiicios publi- 5. Promover por lodos os modos a pros-
eos por todos assignaJos com a designadlo pendade do eslabeleciinenlo, solicitando
do numero de actes de cuta um,o dudaran- mesmo dos poderes do estado os melhor-
dOnSo ter suo allenlitla a suaexigencia pela memos que houvere n mistar as leis do paiz
direccjlo. para meinor assegurar as operaces do ban-
Arl 2. Asassemblas geraes, reunidas co> bem como procurar obl"r prcrilegios
na forma do artigo antecedente, s pJoro e iuimuii.;dadcs a que o mesmo posia as-
tomar decisOes reunindo os votos requer- Pirsr.
dos no art. 21; e n3o podero admittir dis- '' Finalmente velar na pnnetual exeeu-
DtfeMlO alguma allieia ao objecto da convo- ^o dos estatutos, e rogimento interno do
cac,ao. rdein co.n ludo nellasapreaentar- banco.
so quaesquer indicares para serum decid- Art. ii. Cada um dos membros da dire-
das na primeira reun o ordinaria. K~>' i"" seu tu- no eiitr.ua de semana para
Art. 25. A assembla geral tera um pre- tomar c inliecimento dos negocios, e rezol-
sidonle e duus secrtanos, todos eleitos an- verde unirlo com o gerente acerca das
iiiialmente na sessSo do 31 de julho por oporaijOos da ias.
maioria relativa de volos, em escrutinio se- Arl. 42. Os disectores devem ser accio
crio, e om urna s lista, dculre usaccionis- "islas pelo menos de 30 aic's ("ni. u ,.
las que teem voto ; se osle Jia for impelido serSo eleitis annualmeiiie pela assiiiibla
ter lugar a eleii;Jo no que- oppurluuame- ((oial em 31 da julho ; excaptuim-se os pri-
toseseguir. meiros selle nouieaios que por motivo de
Art. 26. Il.iv en Jo impedimento do presi- terom doorg.nisa'o banco, e po-lo em r-
dente e secretarios, ser3o substituidos: o rjular andamento sserao renovados na for-
pre>idento pelo primeiro secretado, este ">'do art. 31, se na epoc da primeiraeloi-
pcloseguudo, eesle pelo imuiedialo em vo- ?3 ordinaria, em 31 dejilno tiverem ser-
tos, atea primeira reuuiao de assembla vido pelis menos 9 mezes; alias serao con-
geral, em que tera lugar a cleie.ln do que laltai. Ai. 1:1. Os directores serio obng dos a
Arl. 27. I'ertencc ao presidente: abrir e sonservarem deposito no banco 25 acedes,
fecnar as sessOes, conceder a palavra, man- de que-ej un propnelarios, uas qunes ni,
ler a boa ordem e regularidad as discus- I1' ''' "' ilispr durante o tempo que servi-
ses, e fazer eiecular as resulu^os da as r,:'"'
sembla geral. Art. 41. A dirocc3o noTiearannualmen-
A nenliiiui accionista ha permittido, mes- le- enlre oss-jus memb.'os, um presidente
mo para explicar-se, fallar mais do duas ve- um secretario, e este escrevar circums-
zes sobre o mesmo assuinplo : excepluam- tanciadamente os trabalhus o decisOes da
se a direci'.io ei commissSo deexamo. que, direegao e n um livro de aclis quoserao as-
por um de seus membros, pdenlo respon- signadas por tolos os membros presentes,
der as intei-pellay} que Ihe furem diri- Art- *s- llavera reuui lo orJiuiria da di-
gidss. rer;ao urna vez por semana, o extaonlina-
Art. 28. Pertence ao secretario ler, ere- r.'* Qi""do Ha julger necessario, ou quan-
petirss leiluras quaudo o presidente o de- "fr convoca la pelo director de semina,
termtoar, redigir as actas, apurar os votos Arl- *6- Pctonce direccaoa inteira ad-
corao escrutadores, e fazer a corresppnden- mioistracilo dos fundos do banco, que re
ciae o expediente, quedeverserassiguado Sera cin^inJo-se aos preseules estatutos, e
polo presidente o primeiro secretario. rogu'amenlo que hoaver de organisar.
Art. 29. .Na primeira reumio da assem- Art. 47. En todas as doliberacOes da dl-
bla goral, u logo depois de eleila a mus, j^S'"^ deci lir-io-h3o os negocios pluri-
se proceder a numeacao por escrulinio se- ''dado de votoi. Sa nio eslivarem presen-
creto, e a maioria relativa de votos, de tres 'es '"doi os membros, serio necessirios
membros habilitados, na f ma do arl. 17, qualo direciorosconfor ues para tornir va-
para formar a comuiissSo de exame, que de- husa a dolibara(3o. Os membros vencidos
vera servir al a seguinte reuuiao ordinaria Pde So declarar seu vutona acta.
da assembla geral, om que ser reno- A is- A* ordens, orresponiencias e
vado. resolucOes importantes ario assignadas,
Occorreudo no intervallo impedimento em nmada direegao, pelo seu presdanle
de a gum membro ser substituido pelo im- e secretario, e os objectos da expediente;
mediato em volos. ludo quanlo so expedir licar registrado.
Art. 30. As reuniOes ordinarias da assem- Art' *9 Os directoras e mais empreg idos
bla geral terio lugar em 31 de Janeiro e 31 do banco serio individualmente responsa-
de julno de cada anno, as quaes a iiirece.fi i V"LS quando infnngirem os estatuios eore-
apresentara os halmcos semestraes do Um- gulamento intarno, ou commette em quaes-
co fechados em 31 da dez.mbroe 30 de ju- 0ucr abusos.
UuO,C S CQSiiamQ dS SaulC G ". lOiiu do ***''' *"- uttndc uigi dos direcLon
astado do mesmo Banco, para o que daver ,c''ir impedido de sarvjr por mais de um
ter sido previamente chamada pela direc- mez, a direcgio, pormaiode seu piesiden-
Sio. A vala dos ditos bataneis e relatorio l8es cretino, chamara substitulu paraser-
a assembla discutir, e pronunciara o seu v" 'durante o nn.m n .nenio, legulando-se
juizo sobre as contase administrarlo. '"-'' ul lei" ''"s mais votados. E'u qum-
Art. 31. Na assembla geral de 31 de ju- lo Prm, existirem qualro directores
Iho depois de discutido o relatorio da com-.enl xeicicio uo tera lugar a substituirlo,
misaio da exame, tera lugar por escrulinio 8*!vo occorreudo negocio urgente em que
secreto, e a maioria absoluta de volos a i SPJam pr.cisos qualro votos conformes (art
eleic.Su da nova direccio, podendo ser rce- l7 > "o qual caso sordo cnimadosossubsti-
leits os membros ameriurmente Hornea-
dos, e em caso nenhum deixarao de ser
leeleilus tres dos meamos directores, para
este Om se proceder primeiramente a ree-
leicSo dos tres dentro os seto existentes e
depois soguir-se-ba a eleieao dos qualro
que faltam. Em seguida proceder-se-ha a
oleicSo da mesa e commissSo de exame, que
tem de servir no anno seguinte pela forma
marcada nos arts. 25 e 29.
Art. 32. Pertence assembla geral lixar
os ordenados aos empregado, a nomear o
gerente sobre proposta da direccio.
Art 33. Depois de approvados pela as-
sembla geral os presentes estatutos, s ella
poder afiera-lus, do modo que marca o art.
21 ; mas qualquer innovadlo nunca ter lu-
gar na sessio em que fr groposta.
tutos.
Ait. 51. A direccio, logo que estejam con-
cluidos os IniUue.is sn.nu-traes de 30 deju-
ntio e .11 de dezembro, (o que nao devara
exceJer de 15 de julho e 15 de jan iro ) o
participara aos Iros membros da commissio
de exa ne para vircm verificar o estado do
banco nos iulervallos de 15 a 26 dejulDo e
16 a 28 de Janeiro.
Art. 52. S3o deveres do gerente:
1. Execular as ordens da dlrecg.lo, rela-
tivas exacta observancia dos estatutos e
do regiment interno do banco.
3. Realisar com assiltencia e saucedo do
diaector que estiver de servido as operaces
aulborizadas pelo titulo Vil dos estatutos.
3. Reprsrenlar a direccio sobre quaes-
quer estorvos ou inconvenientes que possam
D/is operaqOei do banco
Art. 56. As operaces do banco serio as
seguintrs :
1 Descontar letras de cambio e da tr-
ra, quo tiverem pelo menos duas firmas
de reconhecido crdito, das quaes urna,
em todo caso, ser de pessoa residente
ncsla cidade.
S 2. Descontar bilhetes d'alfan lega, e
quaesquer uniros ttulos do governo, pa-
gaveis em prazo fixo.
3 Emprestar diuheiro sobre pinhores
de prata, ouro e brilhantes, mediaute as
cautelas marcadas nos arts 59 e 63.
4. Ernpiestar sobre apolices ds divida
publics, pela forma que conviar direc-
c8a.
5. Emprestar por meio de letras at
tres mezes improrogaveis, sobre gneros
uo corruptiveis depositados em armazens
alfanJegados, quaniias nSo excedentes a
2|3 do valor que tiverem no mercado.
1. Heceber graljilamaiile dinlieiros de
qu i. s inei- pessoas para liles abrir cantas
correnl'S, e ve idear os respectivos paga-
mentos e lian le, ocias ur uieiu de cau-
telas cortadas dos t i0 s que devem existir
no banco com a assiguatura do propieta-
rio na tarja, com tinto que laes cautelas
uo sejam de quautia manos de cen mil
ris.
f. Receber em deposito ouro, prata,
joiase ttulos devalor, mediiute a commis-
sio de um por cenlo, a qual se repetir
cada vez que exceier a um anno o lempo
do deposito. Exceptuam-se quaesquer t-
tulos do bauco que se guardan! i gratuita-
mente.
8. Cobrar, por cunta de terceiros,
quaesquer valures, e fazer delles remessa
om i mi i. n ou letras, mediante a commis-
sSo dorstylo.
9. Eucarregar-se, na praca, da cobran-
za de letras periencentOa a individuos que
ja tenham cicabeita, mediana a commis-
sio do l|4por canto.
10. R-ceber, emquanto convier, di
ntioiro > juro, que nSo exceda de s-is por
cent,i o anuo, a pra seis mezes, e por quaolia maior de cem
mil ris inclusive.
11. Emitir letras e vales, com tanto
que o prazo nSo seja menor de cinco dias,
nem a quautia menor de cem mil ris, nSo
podendo jamiis a somma em ciiculacSo
exc der a 50 por cuto do fuudo elTacuvo
do banco
Arl. 57. 0 prego do descont de letras
da trra e de cambio ser fizado pela di-
recgSo de 15 em 15 das, e publicado
porta do banco. 0 prego predito nuuca
poder excedor a 9 por c nto
Arl. 58. Nenhuma transaego poder ser
feita seno por meio de letra a prazo nSo
maior de 6 mezas, com a declaragSo de ven-
car o juro de 18 por cauto ao anuo por todo
leui i qua exceder ao dovencimento at
real embolso. Poder com tu lo ser reforma-
da por 3 mezes mais por urna, s vea, pagan-
do-se o premio adiautado.
Art. 59. So em qualquer letra, ull'c eci la
a descont, vier a firma da algum dos directo-
ras, DlOSe contar uo numero das exigidas
para garant), e nenliuma letra ser descon-
tada tr izeu lo a firma de algum dos diroclo-
ros de s-rvigo.
Art. 60. Sa qualquer letra proveniente de
omp estimj sobre penhores nio for paga, ou
rescatada uo venoimento,far-se-ha vanda del-
les em ei'o meictulil, procedundo annun-
cio do oito diasafiaJo na porta do esla-
bali-oimento o publicada em jornaes; po-
dando com ludo seu dono resgata-los at
o mom>ntoda combar o leilSo, pagando
as despozas que tver oreisionalo.
Art. 61. Fica ao prudouto arbitrio da di-
recgJo laxar os limites do quantitalivo para
a rospousabilidide de cada lirma, seja como
o.igiiiaiio deveior, seja como garanta, nio
se comprelien leudo nasse arbitrio os em-
prestimos feiios sobre penhores.
Art. 6z. As lalras e ttulos a cobrar por
conta Je toicairos, que nSo forem uontual-
nente pagos, serSo entregues a seus donos,
depois da fetoo protesto a respeito dos qua
della carecarem. Em naiihuui casoob'n-
co se encanegar de questes ju Helaos
straiihas, assi o como nio responder por
engao de vencimoutos, proventenles de
cantas erra las nos mes nos documentos.
Wo penhores.
Art. 63. Os emprestimos sobro penhores
de ouro, prata ejoias terio logar qu'an lo
os qua osofierecarem aprasentarem a ava-
liagio dos contrastes approvados pela diree-
glo, e alm disso moslrarem que os penho-
res silo seus, n que esli livres de todo e
qualquer ODDI, ou encargo; devendu as -
signar tarmo de responsihilidade nesta ri-
dade, e de obrigagio dase suhjeitarem ai
flispnsigas dos estatutos, ordens e usos do
banco.
Arl. 64. O pra'0 sobre penhores nSo ex-
ceder a 6 ni ves ; mas poder ser refr-
malo. A i| ii a i i ia que sa emprestar sobre
penhores de ouro ou prati nio exceder a
2|3, e sobre joias a1|3 do valor dado pelos
contrastes.
Art. 65. Quando se offerega em penhor
gneros armazenados em depsitos allui-
degados, o banco exigir da parte urna or-
dem para que os administradores das casas
de depsitos os poobam sua disoosigio,
a qual se mandar logo verificar.
Art. 66. A venda dos penhores de qual-
quer natureza, para solugio de letras ven-
cidas, ser feita em leilio mercantil, na
forma do eslylo, em presenga de um dos
directores do banco; e liquidada aconta
das despezas de leilio, juros venc los o
commissio de 1 por cento, sa entregar o
saldo, s o houver, a quem pertencer.
Da letra e vales.
Dos dividendos o fundos de reserva.
Art. 69. llavera um balango todos os seis
mezes, que ser fechado em 30 de junho
e 31 de dezembro, a.nbos spresentados Im-
pretorivelmente assembla geral em suas
reo iioos ordinarias. ( Art. 30. )
Art. 70. Do lucro liquido de cada semes-
tre, sededuzirio 6 por cenlo para fundo da
reserva, e o resto ser o lucro dequesa
far dividendo nos mezes de Janeiro ju-
lho.
Art. 71. A debito do fundo de reserva
serl) levadas as dividas que furem reputa-
das inteirsmente perdidas.
Art. 79. Na dissolugio do banco, o fundo
da reserva que houver, ser accumulado
ao oapital, e dividido polos accionistas exis
lentes proporcionalmeote ao numero de
suas scgOos.
TITULO IX.
DisposieSes geraes.
Art. 73. O fallecimenlo do auciouisla nio
ribriga-a a liquidar o banco; os seus lier-
deiros ou representantes nio podero de
forma alguma por embaraco ao andamento
das operages do mesmo banco, os terio
dlreito percepgSo dos dividendos, e
transferencia de suas acgas, ae liles con-
vier.
Art. 7*. A direegio procurar sempre ul-
timar por meio da arbitros as conlestages,
que sa possam suscitar durante a sua a imi-
nistracio.
Art. 75. 0 banco poder requerer dos
poderes polticos quaesquer privilegios,
ou medidas favoraveis ao crdito, seguran-
ga e prosperidade do estabelecimento, e
particularmente requarer que as acc-'s
ou fundos do binco pertencentas a estran-
geiros sejam em quaesquer casos, mesm
nos de guerra, 13o nviolaveis como os dos
nacionses.
Art. 76. O banco nilo pn lora negociar
por sua conta em mercadorias ou bens de
raz, e quando os venha adqoinr, por trato
com seus llevadores, exeeuges, ou adjudi-
ca co"s, de vera ven te-1 os no menor prazo
pos-ivel
Arl. 77. O banco poder comprar e pos-
suir os edificios que forem nocessarios pa-
ra seu stib declnenlo.
Art. 78. As operages do banco e espe-
cialmente as que disserem respeito a parti-
culares, sSo objecto da agredo para os seos
empregados. Aquel.e que o revelar sera
reprehendido, se da revolugas nio resul-
tar damno. Sa resultar, sera expulso.
Art. 79. Tola a passoa qua faltara boa f
nos seus tratos com o banco ficar exclui-
da de negociar com elle directa ou iodirec
lamente.
Art. 80. Havondo tres dias santos suecos-
sivos, em lium delles vira um dos directores
com o gerente o po na e externa do estabelecimento,para verili
car se ha molivo de descoofianga que exija
provedencias.
Art. 81. A direegio fica autorisada pelos
prsenles estatutos a do nandar, e 8 ir de-
mndala, e a exercer, com livro e geral ad-
rninistragSo, plenos e positivos poderes
enmpreheodidos e outorgados, todos, e
sem r serva d'aigum, i esnio os poderes
cm causa propria.
TITULO. X.
Di'sposcM transitorias.
Art. 82. Fici a direegio autorisada para
requererao Covonio Imperial a aprovago
dos presantes estalutns, e seu beneplcito
para a installagSo do banco, bem como pa-
ra verilir.il.a logo que esta possa ter lugar
regularmente.
Art 84. As pessoas quocontratarem com
o banco, pagario a laxa do sello dos ttulos
por que constarem.
Art. 84. Ao banco compotir o direito de
accionar seus llevadores, e obrigados, no
foro do contrato, sendo sullicieiile para
comprovar este direiloo lugar da dala dos
ttulos.
a, sendo que a audacia leste
assassmoehagrs a um ponto tal da dispa-
rar dos mallos outro tiro sobre o Juix da
paz, inspector dsquarUirSo outras pes-
soas, que (inmediatamente so haviam reu-
nido no lugar docrime, para fazerem o res-
pectivo corpo de delicio. O mesmo delega-
do supplen te declara, que alm das diligen-
cias s que ha procedido o respectivo sub-
delegado, para deacobrir e prender o reo de
semelhante crime, alie ha da sua parte feito
o qua be poasivel, para o mesmo fim; asaim
como ordenava, que se inilaurasse quanto
antes o respectivo prooesso
Correspondencia.
S-nitores redactores. Serla a maior in-
gralidio se au nio desse um lestemunho
publico ao Sr. Dr. Moscozo pelo grande be-
neficio qua acabo d receber de S. 8. Desde
4 de abril que me achava sulTrendo do pei-
to,donando ao principipio grande quantida-
de do saiiguo pela bocea, e depois tonda fe-
bra e fro quasl todas as tardes, os escar-
ros que deitava eram de puz em grande
quantidade, misturado as vezes com sangue.
Em julno acoiiselliadi pelo Mdico eom
que me receitava, Uve de recorrer aos ares
do serian, onde contava obter algum alivio;
mas em agosto vendo que nenhuma melhu-
ra obtinha, antes omeu malameagava che-
gar ao termo fatal, voltei para esta cidade,
ondo chegado O Exm. Sr. harao de Capiba-
ribe, nuil protector vendo omeu lastimoso
estado levou em mlnba casa o mesmo Sr.
Dr. Moscozo, e logo com os dous primeiros
remedios que medeu prineipiei a sentir
grandes malhoras pelo que diminuio a toase
e osescarros, e desapparaceu-me logo a fe- O conslhoda admiuisliagio naval om
bre, e com o quarto remedio sent urna dif-'do coutractar a cam-pra da 60 alqueires de
ferenga tal que em poucos das fiquei ou- familia de mandioca, de primeira qualidi-
de. para fornecimenlo dos navios armados
pelo que couvida-se aos ioteressados em
dita venta, a comparecerem as 12 horas do
dia 25 do crranle com suas proposias e
amostras, na sala de suas sessOes.
do mesmo tribunal, nos das acims mencio-
nados polo meio dis, competootemenle ha
bililadoi.
E para conatar so man lou afiliar o pre-
sente, publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vinciil de Pernambuco, 19 de novembro de
18S1.OseoreUrio,
Antonio Ferreira da AnounciagJo.
Clausulas especiaos da arrematagio.
I.' As obras dependentes desta arremi-
tagflJ, serio feilas de conformidade com o
orgamento apresentadoao Exm. Sr. presi-
dente da provincia, pelo prego de 642,400.
9.a O arrematante comegar a obra no
prasn de um mez contado da data da part-
ciuagSo que Ihe fr feita da approvag3odi
arrematagio pelo governo, e os concluir
no praso de qualro mezes, ambos contados
da mesa a participagio.
3.* A importancia da arrematagio ser
paga em duas prcstagOes iguaes; a primei-
ra depois de ter feito melada da obra, c a
segunda depois de lavrar o termo do rece-
bmento difinilivo.
4.a Para fu lo mais quo nSo est determi-
nado pelas presentes clausulas, seguir-se-
na inleiramente o que dispfle o regula-
mento. Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciagio.
A cmara municipal desta eidade con-
trata comquem por menosfizeraconducgSo
do lixodaaruaada cidade em oarrogaa oo ca-
vados, sendo o contrato por freguezias: os
ioteressados podem apresentsr, na casa di
mesma cmara, suas propoitas em carta fe-
diada. Pago da cmara municipal do lieci-
fe em sessaode 18 de novembro de 1851.
F. A. de Oliveira, presidente. Manoal Fcr-
reira Accinli, secetario interino.
Declaracoes.
tro.
Davendo eu a minha salvacao de urna mo-
lestia constantemente mortal, nio posso
deixar da tributar ao S-. Ur. Moscozo, e a
homoepathia os meus sinseros agradeci-
mentos assm comoao Exm. .Sr. bario de
Capibaribe, que concorreu lio directamen-
te para meu restabelecimenlo.
Queirio senhores redactores, incirir em
seu jornal estas toscas linlias fillias doagra-
decimeuto para com esses senhores, quo se-
r temo em meu coragao.
Francisco SimOes Alves.
Publicaco a pedido.
39700
nbiade Beberlbe ; assuii como du seu lucro
liquido, e a que raso por cenlo eat o capi-
tal, ou valor da ncfo, em o semestre prxi-
mo fiado.
Sfiimo semestre.
Valor intrnseco da accao em o
stimo semestre, decorrl io deade
o primeiro de malo ao ultimo de
outubro de iSl.
Lucro da aeco durante o menino,
semeatre cima referido
A aeciio perde todo o aeu valor In-
trnseco em o praso de 55 aonos,} 38l /
perde logo em cada semestre
Tirada do lucro a perda da ac-1
cSo ca liquido I
Tendo ris 39.709 (,, em sel
mezes ris 2,118 I,, de lucro est
por cento na rasao de
Ae. C.
';
2/500
2118 '/
889 /ais
COMMERCIO.
ALFANIIEGA.
Itendimento do dia 24. 10751,963
fetcarregam hoje 25 de novembro.
Barca franceza Elisaheth mercadorias.
Escuna brasileira Olinda dem.
fliate brasileiro --S. Cruz- gneros do paiz.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dial a 92. 13:168,057
dem do dia 24........ 902,544
14:370,601
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dial a22 1:333,358
dem do dia 94....... 97,760
BALANCETE DO COFRE DA ADMINISTRA-
CAO' DO PATRIMONIO DOS ORPHAOS,
VERIFICADO DE 9 |DE ABRIL A 30 DE JU-
NHO DE 1851.
RECEITA.
Rendimento do patrimonio
Cobras das despcias do collegio dos
orphoa
Dito dito daa orpbaas
Diaria de urna pencionisla do dito
collegio
RapoalfOes
6:916,287
I
67,770
115,520
43.200
559.867
Saldo in 30 do abril de lH.'n
DF.SPEZA.
/fi/'niniitracuii.
Ordenados aos empregados
Diarias a dous tinelos congregados
Kesllluicea
Collegio dos orphaos.
Ordenados aos empregados
[om es aos serventes
Diarlas aos orphaos c empregados
Collrgio das orphaos.
Ordenado ns einpregadaa
Jornaes as serventes
Diarlaaaa orpiulas e empregadas
Alugucl da casa
Saldo em 30 de junho de 1851
5:570,950
7:794,107
Main! Clemente C anuir o da Cuarta,
Secretarlo interino.
Bartholomtu Francisco d Svum.
Thesoureitp.
Art. 67. As letras ou vales que o banco
emitlir nio serio de valor menor de cem
Repartido da Polica.
PARTE DO DI 19 DE NOVEMBRO.
Foram prezos : a ordem do cnefe de poli-
ca, o portuguez Joaquim JosLuizdeA-
breu eJoaquim Moreno da Costa, por have-
rem feriloa um outro portuguez, cujo no-
mo nio me fui declarado ; a ordem do sub-
delegado da freguezia de S. Fr. Pedro Con-
galves, Pedro Antonio deCarvalho, porin-
fraegio de postura municipal ; e a do sub-
delega lo da freguezia da Boa Vista, Joanna
Mara da Conceigio por crime de feri-
asen to.
DEM DO DU 90.
Foram prezos : a
-- O Ulna. Sr. Inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cnmprimenlo da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia de
ordem do subdelega lo 15 do corrente, manda fazer publico, que
da freguezia da 8- Fr. Pe 1ro Gongalves do nos dias I, 3 e 4 de dezembro prximo vin-
Recife, olnglez James, por ebrio, e a preta douro, ir a praga para ser arrematado pe-
Antonia, porbriga; e a do subdelegado ds rante o tribunal administrativo da mesma
freguezia de S. Antonio, o preto Joaquim, thesouraria, a quem por menos fizer a obra
escravo de Goveia dt Leite, para correegio. dos concertos supplementarios da ponte,
O delegado supplente em exercicio do sobre o rio Sirinhaem.avaliados em 642,400
termo de Olinda, communicou-me emofll- A arrematagio ser feita ns forma dos
ci desta data, que o subdelegado da fre- arts. 24 e 27 da le n. 286 de 17 de mam do
guezia de S.Pedro Marlyr, Ibe havia part- corrente anno.
cipado que, as 6 horas do dia 18, fra assas- As pessoas que sa propozerem a esla ar-
sinado no logar de Bebiribe, com umliro, rematag!o, comptregam na sala das sesses
TIIEATKOIJE S- IZABEL.
22.a RECITA DA ASSI (i MATURA.
Quartafeira, 26 de novembro da 1851.
Depois da execugio de urna das melhores
ouverluras pela indiestra, subir a scena
pola primeira vez neste theatro, o grande e
excellenle drama original portuguez em 5
actos, representado em Lisboa a S de junho
de 1819, no theatro de D. Mana II, compo-
-^ sigio do hbil escriplor dramtico, o Sr.
Conta deinonstrativi do alternado e Intrlnaeco Antonio Xavier Pinto de Campos, que tem
valor, lucro e perda de urna ac(io da coinpa- i por titulo
O Ennitiio da serra do Cintra.
Denominagio dos actos.
Primeiro A recordagio.
Segundo t) encontr.
Te: cu o -- O Ermitlo.
Quarto A leatemanha.
Quinto A justiga de Dos.
Personagens.
D. Rodrigo de Aguilar Reis.
D. mugo de Alta Villa -- Bizerra.
Alfonso de Menezes -- Silvestre.
Francisco de Borja o ErmitSo Germano.
Lopo, amigo servo de D. Rodrigo--Pinto.
O padre Nicolao da Maia Alves.
Mendo Aunes o thysico Coimera.
D. Ignez, filba de D. Rodrigo D.Manoella.
Beatriz velha aia D. Rita.
Fidalgos, justigas, povo e alabardeiros.
A scena tom lugar em Lisboa, quanto ao
1., 4 e 5." aclos, em Cintra, quanto ao
2. e3.o
EPOCH.V 1640.
No fim do drama a senhors Linda cintsr
urna cavatina de sua escolha.
Terminara o espectculo com a graciosa
farga
O Recrutamento na Aldeia-
Come;ar as 8 horas.
Os buhles acham-se a venda no lugar do
costume. _________________
Theatro de Apollo.
18*. RECITA DA ASSIGNATURA-
Hoje, 25 de novembro dt 1851.
Depois de urna nova ouvertura executada
pela grande orche-lra, sub i a pola primoira
131,118 vez a scena nesta cidade, o magnilico e
pomposo drama original portuguez ornado
de cantonas.
O ErmitSo da Scrra de Cintra.
Acto pri neiro a recordagio.
Acto segundo o encontr.
Acto terreiro O lv milito.
Acto (liarlo a teslemuiiha.
Acto quinto a justiga de Dos.
I'ersonagens e actores*
D. Rod'igo de Aguilar o Sr. Stnna.
D. Diogode Alta Villa o Sr Costa.
Alfonso de Menezes o Sr. Amoedo.
Francisco de Burja, o Ermilio-oSr.Cyrillo.
Lopo, autigo servo de D. Rodrigo-- oSr.
Miran la.
0 padre Nicolao da Maia -- o Sr. Telles.
Mendo Aunes, o plnsico o Sr. Jorge.
D. Ignez, fllha de D. Rodrigo ~ a Sr." D. Leo-
poldina.
Beatriz, velha aia a Sr.' D. Joanna.
Fidalgos, justigas, povo e alab A scena tem lugar em Lisboa, quanto ao
1 4.' c 5." actos; em Cintra, quanto ao
2.e3.*
A vista do 3.a acto he totalmente nova.
Este drama, que hoje tanto avulta no
transparente da litterarra portugueza, he
sem contestagSo digno de subido elogio.
A cnnii heieao do seu bem manjalo entra-
dlo ; a billeza da ling tagem all derrama-
da com tola a soblimidade potica, encan-
ta, arrebata e extasa. O director empresa-
rio, que so almeja agradar ao publico, tem
empregado todo, que he mister para com-
pleto desempenho desta bellissima produc-
gSo ; e a vista de seus exforcos, espera que
os amadores da ai te dramtica, nio deixa-
rio de abrilhantar esta noite lio cheia de
mgicas sensages, como devora ser a do Er-
mlioSerra de Cintra.
Os bilhetes eslo desJe j venda no
escriplorio do lueatro.
Publicafdes Iliteraria.
Publrcar-se-ha at o fim do corrente mor,
obra intitulada observages sobro
varios artiiios do cdigo do processo crimi-
nal, e da le de 3 do dezembro de 1841 pelo
Dr. Manoel Mendos da Cunha Azevedo.
Nesta obra indica o autor, inlerpondo a
sua opiniio, as duvidas que se podem agi-
tar sobre a intelligencia pratica de muitos
arligos, as numerosas antinomias, quere-
sultam de certas disposiges compradas en-
tre ai, e com outras da lei de 3 de dezembro
de 1841, os effeitos ordinarios de alguns ar-
tigosdeita lei, o do regulamento respecti-
vo em damno da justiga, e da humanidade,
- a necessidade de alguns esclareeimenloi,
e declarages interpretativas, que incumbe
ao legislador brasileiro, pra dar a nossa le-
gislagio represaiva um systema de uuifor-
midade com o direito publico da nagio, a o
plano ainda mal oompreheodido de nossa
instituigOes judieiariaa, os abusos enormes,
que a ignorancia, e a m f do alguns Juizes
tem feito de suas melhoros tbeorias no Jul-
gamento dos crimea polticos.
O autor demonstra aa suas asssrsOes com
augmentas tirsdos dos mesmos trextos da
lei, dos principios da jurisprudencia com-
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 94...... 431,138
Movimento do porto.
.Yni'ius entrados no dia 24.
Aracaty pelo Ass '13 lias e do ultimo por-
to 6, hiato brasileiro Anglica, de 72 to-
nclla las, mestre Jos Joaquim Alves da
Silva, equipagem 8, carga algodSo, sale
mais gneros ; a Tbeulfo Save & Compa-
nhia. Passageiro, Antonio Poreira do Val-
le e 3 escravns a entregar. -- Ficou de
quarentens.
Parahiba 18 horas, hiato brasileiroExha-
7:702,844 la> de 37 toii-ll.nlas, mestre Antonio
9i 463 Manoel Alfonso, equipagem 5, carga toros
.-'___ de mangue; ao mestre.
7:794.107 Rio de Janeiro-20dias, brigue portuguez
-. Maris, de 169 tonelladas, capilio Caetano
I Gaspar Pestaa, equipagem II, em lastro;
a Manoel do N 3l2,ji0 para Parahiba.
asVtMSt Idam--2V das, barca franceza Saphir, de
io,9! J7S tonelladas, capilio Gimi, equipagem
912 492 em '"slroi '* O. Biabar & Com
45M40 P?nhia.
1:632,540 Assu 15 das, galeota brasileira Santissi-
ma Tiindade, de 223 tonelladas, capilio
325.000 Joaquim Gongalves Maia, equipagem II,
206.080 carga sal; a Francisco Alves da Cunha.
*!5Jg!B Veio largar o pralico e sezuio para o Rio
13VO0 dfl lneiro.
/Vaco sahido no mesmo dia
2223 157 lllu de Janeiro pelos portos intoi medios
.1___!___ vapor brasileiro Paraense, commandante
L. C. de Mello. Con luz a seu bordo : des-
ta provincia, Dr. Pedro de Athaylo Lobo
Moscoso, Dr Flix da Cosa Moraea e I es-
cravo, Serafim Muuiz Birreto teuente
Jnaquim Crrela de Faria, 1 saldado 8 4
ex-ditos, Luiz Jacintho de Abreu, Thomaz
Teixeira Bastos lie,lenco Augusto de
Almeida e 1 escravo, Antonio Vicente Gar-
caz, Pedro Crisologo da Costa e Abreu ,
Verguo Silvestre deFaria, Joaqun Jos
Vieira e 3 escravos, Joio Pedro Alves de
Lima Gordilho e 1 escravo, Fenando da
Silva Dura, Alexaodre Coelho Messeder, 1
desertor, 9 recrutas e 11 escravos a en-
tregar.
UJLHTAES.




-
, e autoridjde dos escriptorea,que ma s
lomoccupafo, edistinguido na scieiicia
do dlreito punitivo. -
Omento desiaobra elusivamente do-
uziJo de sua materia, consiste no interes-
,e de animar os jovens estudiosos, e os ami-
gos sinceros da verdade a urna investiga-
do refl-ctlda das questfles, que nella s8o
discutidas.
enbuma outra obra deste genero nos
consta ate hoje que tenba aparecido desde a
publicasSo de nosaos cdigos crimanaes.
fcsie motivo, anda quo fosse o nico, nflo
seria menos lisungeiro ao seu autor, nem
menos til aosque o quizerem Imitar, ou
iulgar o mrito de suas ubseivacOes. Assig-
na-se na llvraria do ediotor Baoaarei Abreu
e Lima por 5.000 rs. cada obra a pagar-se
ua uccasio da inuega. Depois de foiciiada
aaaianalura cuatar 6,000 rs. cada exeuiplar.
8 ELEMENTOS
DE
Homaopathia.
Sabio a luz a segunda parte desta obra
icomposta pelo professor homcoopatha Goa-
sl llimonl. Rrcebem-sa assignaturas para
a obra inteira a (,000 rs., no coosullurio
Domcoopatmco da ra das Cruzes n. 28. De-
pois ua publicacSo da terceira parte, o pre-
50 sera elevado a 8,000 rs, para aquellea
que ofio tiveremastignado. No mesmu con-
sultorio, acha-sea venda tudo quanto he
necessario para o estudo a a pratica da bo-
oiccopatliia, como neja : livros imprcssos
para nisturias de doenies, regimens apro-
prlados para a provincia de Pernambuco, e
eucarrega-se de mandar furnecer qualquer
encommenda de medicamentos homceopa-
thicos, lauto avulsus cuoio em caitas, em
glbulos como em tinturas.
No piulo : l'uthogtiieiia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elementos de analomiae phitioloijia com es-
tampas, para os curiosos em humcoopathia.
Roga-se aos seohores assignanles o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio bomceopalhico da ra
dis Cruzes n. 28.
TRATAiUtifllU HUMEO-
PATH1CO.
DAS MOLESTIAS VENREAS,
e consolhos aos uoentes para se curarem a
si mesmo, sem precisarem de medico;
pelo professor bomceopatba
Gotiet-Uimont.
Sabio a luz e aetia-se a vonda no consul-
torio homcejpalhico da ra das Cruzes n.
38, pelo pre$o de 1,000 rs.____________
PARA A PAR A HIIU.
Sahe impreterivelmente at quar
ta feira, da semana que vem, o bem
conhecido hiate brasileiro Espa-
darte : para carga e passageiros,
pode dirigir-se a ra da Gadeia do
Recife n. ?3, a tratar com A. da G.
Ferreira Estrella.
Para a Baha sahe com muits brevida-
de por ter parte da carga prompla, a Suma-
ca nacional aCarlotaa mestre Jos Concalves
Sitn.as para restante da carga, e passageiros
a tratar com o mesmo mestre ou com Luiz
Jos de Sa Araujo na ra da Cruz n. 33.
Para o Cear o hiate N. Ollnda : a tra-
tar eom Manoel Das, na Senzalla Velba n.
13*.
Para o.Rio de Janeiro, sa-
hir com a maior brevidade pos-
sivel, por ter parte da carga en-
gajada, a bem condecida escuna
nacional Mara Firmina capitn
Joao Rernardo da Roza : quein
pretender embarcar carga na mes-
ma, ir de passagem, ou embarcar
escravos, pode entender-se como
mesmo capitSo, ou com o consig-
natario Luiz Jos* de S Arrujo ,
na ra da Cruz n, 33.
Para o Porto.
Sahe com a maior brevidade
possivel, por ter parte de seu car-
regamnnto, a linda e veleira gale-
ra portugueza Rracharense tem
aceiados commodos para passagei-
ros : quem na mcsma quizer car-
regar, ou ir de passagem, enten-
da-se como capitao Rodrigo Joa-
qun. Correia, na praca do Com-
mercio, ou com Novaes & Compa-
nhia na ra do Trapiche n. 34-
Leildes.
Precisa-e de ama ama forra, bem de
zembaracada, que aaiba bem cosinbar e
engommar, para urna casa de familia, e que
se afiance a aua conducta, do Passeio Publi-
co lojan 11.
Ao 8 Izabel 1
Eu como primeiro marujo das tripuladles
theatraes, declaro desde ja a todos os calca-
nhares redondos, que, so nflo forem ao S.
Izabel, meto a pique as ditas embrce-
osles !. Depois nao sequeiiem do maru-
jo da Panlhera.
Advertc-se encarecidamente aassenho-
res calcanhares redondos, que so nao quize-
rem, que se Ihe prodigalise semelhantea e-
pilli tos, e se quiserem ser considerados co-
mo homens intelligenlos, vflo ao S. Iza-
bel I!! I O Truao.
Que fogo Que og !
0 justo, e magnnimo Rodolfo,
Juslica fez, a PipilelCabriflo ;
Coocedeudo-lnes oque tanto desejtva,
Que era nSo sor oais um remeodflo!
Com sua influencia, o com dinheiro,
Adiquino-lbe por flm o tal galflo.
Como fosse elevado ao posto de Alferes, a
esteja alguma couza ao facto ras manoblas
militares, por Isso muito me admirou o Tac-
to que presenciei e que vou contar. Hala -
1 lulo sentido fogo a caladora I escorvar, e
carregarl fogo! ....(a OS soldados ficarSo
qnedos!) Ejitflo nflo ou vis?! fogo
di / ni o comniandante do EaquadrSo de S.lza-
brll A quem havemos nos fazer fogo?
responde um soldado mais afuuto. A quem i*
diz o comman danta indignado .... Mal li-
tos pois n.Vi sabem a quem hflo de fazer
fogo ? ... Nflo vem voces, por este Per-
3
-Da-so 100,000 rs. a juros, sobre plnho-fque abri o seu estaheleclmento nalnja|n.
fes : na ra do Padre Ploriano n 22. jn no atierro d Boa-Vista ( que fui do Sr.
- Adverte-seaoSr. Joflo Luiz Vianna que L-cumple) onde elle seacha prompto para
emquanto nflo pagar o aluguel que deve do, concertar ou fazer Je novo qualquer artigo
casada ra da Alegra, tora a honra de ver 1 concernante a aua proflssflo, como tambe 1
seu nome nesta f0|ha. se occupuri em amolar navalhas, thesouraa
etc., e espera que gnsara daa inteiras con-
fianza de saos fraguares pela baratez, e
-Precisa-sede um bomamassador: na ra
Imperial n. 37.
-- Precisa-se de um negro pira o servico
de padaria 00 aterro da Boa Vista, casa nu-
mero 33.
- Faz-se almoco, jantar eseia, para fu-
ra, com muita limpeza e acrio, e manda-se
levar em casa se fr preciso: na rus da Praia
bec o do Carioca n. 9. Na mesma casa lo-
ma-seconla de rou a, para lavlr e engom-
mar, tuto com multo eceio epe.rfeic.flo.
Tiram-se passaportcs para
dentro e lora do imperio ttulos
presteza com que tenciona servi-lot, tam-
ben) recomend o seu grande sortimento de
Tarramentas para marcineiros, torneiro,
esculptores, ferreiros, e cauneiros, martelos
para ourives, f rros pira funileiros, ditos
para capim, muinhos para efe, buril, the-
souras para corlar 19a de c -rneiros, corren-
tes para amarrar cachorros, taos, limas,
te. um gramlo so'timento de chicolis, e
bengalas, chicotes e bengalas do gula, pef-
cha, de nova invencSo, espingardas, polva
rinnos thesouias para unhas, cusluras, e
de residencia e despacham-se es-'jardn, caivetes, estojos de 1 e2 navaloss
cravos, com presteza e por commo-
do pirro : na ra da Gadeia do
Recife, loja n. 9.
Aluga se o primeiro andar da casi 11.
51, da ra da Cadeia do Remfe, de cinc 1 va-
raudas do frente, 9 sallas, aala de jantar cin-
co quailos e cosinha fora, aaaim tambem
do i:.n 1 icflu n. 7 da ra do Brum : a tratar
na ra da Cadeia dp Recife o. 49 primeiro
andar.
Fernando Jos da Rocha Pinto esporla
para o Rio de Janeiro o seu escravo Francis-
co pardo.
A revisla.
Peridico litterario e recreativo.
Sahio o I. n da 2a serie e acna-se a venda
Avisos martimos.
Krigtic Escona "Arcelina"
Segu em poucos das para o Para com es-
calla pelo Murnhflo ; anda pode receber al-
guma carga miuda : trata-se com o consig*
Ditano J. B. da Fonseca Jnior, na ra do
Vigarlo n. 23, segundo andar, ou con o ca-
pil.lo na praca do commercio.
Para o Aracaty at o dia 5 de dezembro
o pataobo Aracaty a tratar com Manoel
Das na ra da Senzalla Velba n. 130.
-- Para o Rio de Janeiro, segu com bre-
vidade por ter parte da carga enganjada, o
veleiro patacho Clemenlina, para o resto da
carga ou escravos a frete : dirija-se a Joflo
Francisco da Cruz, na ra da Cruz o. 7.
Para o Para em direitura.
A escuna nacional Emilia, da qual he
capiMo e pratlco Antonio Silveira Maciel J-
nior, sego para o Para em direitura, com a
possivelecostumada brevidade: quem na
mesma qolzer carregar, ou lomar passagem,
enlouda-se com o capitflo, ou com Joflo
O correter Miguel Carneiro far Km 1,1.1
no da lerc,a-feira 25 do correte so meio
dia em ponto de uina poreflo da vasos de
vidro, os mais elegautes possivel para llo-
res, cojos 11 uo a 1 -ilao em lotes sonidos, ou
c 1,110 doiormioarem os pretndanles, o urna
pureflo da charutos da Baha.
Kalkmann & Irmflos farflo leilflo, por in-
tervengo do corretor Oliveira, de un com-
pleto sortimento de ferragens flnas,e miu lo-
zas muito apreciadas dos seus freguezes :
torca-felra, 25 do correte, as 10 horas da
inanii.l., no si u armazem ra da Cruz.
-- Leilflo que faz Jus Jaquim Oas For-
nanlesdeuma poreflo de pipas de viubo tin-
to de Cotte, boje 25 do crreme ou caes da
Alfandega, em lotes avonlade dos compra-
dores, as 11 horas da mannfla,
^"^""aaasana^aaaaa^
Avisos diversos.
O scrolaiio da irmandade de N S. da
L'onrnQSo dos militares, avista do art 18
dos estatutos que regom a dita irmandade,
convida o todos os minios da mesma, para
quecomparecam no dia 30 do currme inez
. as 8 horas da manhfla no consistorio da re-
Carlos Augusto da Silva, na roa da Cruz do ferida irmandade, fim de ae proceder 110-
necifo. arma/cm 11.13. I meavao do prasidente, que ha de servir no
Pai a o Rio Grande do S il pretende sa- 'anRode1852.
bir breve o brigue .Feliz Uniflo. por ter urna I P-ecisa-se do um caixeiro delta 16
parle do seu carregamenlo prompto, inda annos de idade, para venda, dando ador
recebe carga a frete. Quem no mesmo qui-'sua conducta : na ra da Cruz do Recife
zer carregar pode entonder-se com os con- n. 37.
signatarios Amorim & Irmflos ra da Cadeia Desappareceu do engenho Lavegem no
11. 39 I dia 5 do correte um cabrinha de nome Jo-
Para Lisboa saho impreterivelmente s, de idade 12 annns pouco mais ou menos,
no da 7 de dezembro o brigue portuguez em procura desta praca, que fui visto at o
Concei(9o do Maria. Aiuda recebo alguma engenho Pao da Cuia, com os signaes se-
carga e passageiros para o que tem excel- guintes : camisa de inadauol9o, seroula de
lentes commodos, trata-se com seus consig- algudfiosinho, cabera comprida, nariz cha-
nitariosTbomaz de Aquino Funsrc. & Fi- to, beicosgrossose curtos que faz estar sem-
"0: na ra do Vigarlo n. 19 primeiro an- pre de bocea aberta, denles sumados, pos
q
t^nlia lido o Expicaior n. 7. para estar
13o mal informado, pois he nelles queeu
mando fazer fogo .'.... Sim fogo. em qual-
quer parte que os encontrares, e principal-
mente no iiicurrigivel e contraditor de
communicados. Pipilet CabriSo.
Aviso em tempo.
Estas palavras rapasiada de mangas ar-
regazadas e calcanhar redundo- que se leem
no n. 7 do Expecludor nflo so enlendem com
lodos os estranguiros frequeuladores de am-
bos os theatros e sim com meia duzia de ur-
sosqueos nossos leitoios nflo desconhecem.
Alguern tem por ahi adulterado o nosso peo -
smenlo, por isso fazeinosissa decUracfio,
e lembramos ao publico o titulo do nnvo ar-
tigo. O Redactor do Expecludor.
Precisa-se de u 11 preto, pa-
ra o servico de urna casa ingleza :
a fallar com Miguel Carneiro.
Lstou autorisado pira em
tide sua mu le.
O abano assignado solicitador dos audi-
torios faz sciente a lo los os seus constituin-
tes, e mais pessoas que de seu prestio se
quizerem utilisar.q'opodcm procurar na ra
de Santa Tnereza, casa terrea n. 28, para
oudo mudou sua residencia.
Theodoro do Almeida Costa.
Quinteiro& IrmSoacabam de receber
no vauor S. Salvador ricas eslampas de Nos-
sa Senhora da ConceifSo, e oulias mullas
estampas proprias para quadro, assim como
o incendio do Iheatro de S. Pe iro de Alean-
tara, a ent da do duque do Sal lanha, no
porto de Lisboa, nao vasco da gama; os mea-
mos recebem qualquer encommenda ten-
dente a litnograpliia havendo Lio smenlo
a demora de 20 das.
Despedida,
Os aliaixo assiguados so dispedem d seus
amigos, olferuceudo ao mesmo lompo seus
sinceros prestimos para o sul. A galera a-
chasoaberla so arnanha (domingo) e se-
me di commissao encarregada gunda-feira. Cailos u. Fredricks &com-
, ._."._- panhu, professores de retratos a eleclroty-
da revisSo do projecto de estatutos J0> no,,arro da Boa-Vista n. *.
do banco de PernamltUCO, COilVO- Precisa-se de uina-prela cosinhera
________1.1'___._ i j__ ...;-_:_ parao servico de urna casa de pouca fimilia:
car a assemblea geril dos accionis- ^0 i(erro Bjl.villU lf ^
tas, para O da 26 do cirrente, a-I Anda est por allugar (em razio de ter
fimdeserem os mesmos estatutos si'? necessaria fazer alguna reparos) a ei-
' ., cellente caza nova de pedrecal,com gran
discutidos, devendo a reuniao ter |g8 sitio, muitas arvnros de frucio, oxtensa
lugar em um dos saldes do palacio '"; o ,0illjmo ba,'"u,. capibanbe, no
. 1 1 j corredor de S. Joflo da Matriz da \arzca.
do governo, pelas 11 horas da ma- o re .aros precisos estflo concluidos, e a-
garaoiiJas, cabef.das e releas para carros
de s la vegetal, bridas, esporas ludo pelos
precns mais baratos possiveis.
Precisa-se alugar urna ama forra ou ca-
tiva, para f.zer todo o aervico de urna casa :
na ra da Cadeia confronte ao theatro Ve-
Iho.
Precisa-se alugar urna casa com sitio,
ou sem elle, na capunga, ou aiuda mais
perlo, com tanto que tenlia banho no rio
Capbaribe, e saja perlo deile ; nosla lypo-
graphia se dir quem piecisa.
Preciza-se de um port iguez que seja
perito em plantarles de sitioj e saiba ti-
rar formigas, quem estiver neatas circuns-
tancias e quizer trabalhar no sitio na tr.ves-
sa do Remedio n. 21 entenda-se com aeu
proprielano, o Horleiro da Mtandeg desta
ri lacl-, na ni. ,-m.i repa tifflo q le a vista da
prova que der desatiero que cima se desa-
ja, e da sua boa conducta &. &. tralar-se-he
do ajuste.
Mascates e boceteiras.
O arrematante do imposto dos mascates e
boceteiras, dc>le municipio do Reoifo, faz
ceno aos mesmos, que do dia 15 em dianle
dar principio a p-s-ar a-, di'.is licengas, e
a quem iuleressar po lera prucura-lu u
mesma casa das al'ericOes, certo de quu nflo
serflo atleudi los nos lempos das Corridas,
sobre pretextos infunda los, pois que para
isso se faz publico o lugar competente de
irru tirara mensionada licen;a.
Nova lintur.ri. lranceza na ra
Velha n. 74.
Ah lingem-so obras de qualquer panno,
e limpflo-secazacas que fleam ci.no novas,
ludo por preco commodo.
Precisa-se alugar urna escra-
va, queseja boacosinlieirac com-
praleira, : quem a liver dirija-se
a ra da Assumpcao ou muro da
l'enlu n. 16.
dar ou com o capitflo na praca
Para o Rio de Janeiro sabe no dia 31
do cpenle, o patacho Santa Cruz. Anda
recobe alguma carga miuda, passageiros e
cicravosa frete : a tratar ao lado Uo Corpo
Santo, loja de massames n. 25.
Compra-se um selun usado : na ra
larga do Rozar io n. 26, loja de miudezas.
Para o Ro Grande do Sul, seguir em
poucos das, por ter a maior parte do seu
carregamrnto prompto, o brigue nacional
Drus te Guarde capillo Lauriano Jacinlbo
de Carvalbo, e ainda recebe alguma carga a
frete: a tratar com Hallar & Oliveira, na ra
da Cadeia do Recife, armazem n. 12.
U patacho brasilero Valen-
te,de que he capto Francisco Ni-
colao de Araujo, segu imprettv-
livelmente para o Hio de Janeiro,
no domingo, 3o do correntc: para
carga miuda, passageiros ecscra-
apalhetados, e nflo tem unbss nos dedos d ,s
mesmos, equando tenha sio tortas, e por
isso pede-se as autoridades policiaes eca-
phflesde campo a captura ueste escravo:
qusm o pegar leve-o ao engenbo Cumbe de
baixo a seu senhor, o uesla praga a Autonio
Jo q 111 11 de Almeida Cruz que ser bem re-
compensado.
- O abaixo asslgnado senhor do engenho
Itapessurema, na comarca no Nazareth, avi-
sa segunda vez que no seu engenno est um
preio creoulo, que se domina Manoel, alto,
grosso, de 25 annos de ida" ic, confessa an-
dar fgido, e ter viudo do Piauhy, do silio
Mulungu', onde mora seu senhor. O abano
aasignado co n este aviso pretende prevenir
ao senhor du referido escravo para qne o
procure com lempo, visto que nenhuma res-
pons>biiidade sobre si loma a respailo da
seguraufa do escravo.
Alexandre Correia de Crasto.
Est justa a compra da casa n. 42 da
rus Direita dos Afogados : quem tiver que
reclamar sobre a dita casa, annuncie no
o
I '"viaiiiai ow* ti m un w*"oj *,w
VOS a irete, trata-se Com O capitao, [ praso de 15 dias, ou entenda se com
OU com 08 consignatarios Novaes comprador, na padaria do mesmo lugar, e
o <-. 1. 1 m na mesma casa vende-se a taberna que nella
\ Lompanhia na ra do i rapi- existe.
che n. 34- Continua a estar fgido desde o dia 13
--Vende-se o hiate Caprichos^, de per- do correte, o moleque do nome Mmele,
to de 40 tonelladas, excelentemente cons- crioulo, de idade de 15 a 16 annos, bastante
truidoede muito superiores madeiras, ca- esperto, secco do corpo, estatura regular,
I110 ao mar em Janeiro passado.eesla prom-
tode ludo para seguir viagem ; os preten-
dentes o po.ier.to examinar defronte do
caes do Ramos onde se acha ancorado: a-
ra tratar na pra(a do Commercio o. 2.
Brigue Escuna "Laura"
nhaa. Jos Jernimo Monteiro.
--Theodoria Maria do Nascimento, faz pu-
blico, que ten lo fallecido seu manilo, Ja-
quim Bernardo da Paz, tem de procolera
inventario, e por isso pede aquellas pessoas
que tenham algum crdito e contas com seu
casal, hsjam de apresenta-las no praso de 8
dias
cna-se hoje prompla, o pintada de novo :
trata-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
41 preferindo-se quem a tomar em arreuda-
menlo.
O Expectador,
Publicarlo theatral, critica e Iliteraria
Samo o n 7, e vende-so n ra do Colle-
glo n. 9, no pateo do mesmo, loja do Sr
-- Na ra Nova, loja de alfaiale n. 60, pro- oourado, na ra do Crespo n, II, no aterro
cisa-se de um coiitra-mestre, e adverte-se ja Ua. wj>u n_ 7a,f 0 na ruB 0 Hoiario.ioja
que he para todo o anno. je encadern.cflo u. 8.
Precisase de um pequeo de 12 a 14 >0 dla j 8S t hor>s j, t,rije( ge |l3o
annos, para caixeiro de venda : no Aterro Je irr8mi,r, na ra das Flores, na porta
n-24. d0sr. D'.jj de ausentes, os despojos per-
Joflo Antonio Peres, deixou de ser ca- ieuceiltes a0 (na lo Grangoiro.
xei-o do abaixo aasignado, desde o da 15 .. A pesso, que annunciou querer com
de novembro do crrante anno. 'prar urna refinaeflo: dirjase a ra Direita
Antonio Jacinlho da Costs Soares. ,t 76
Offerece-se urna mulher para ama de preci8a-se de urna ama de leite: na ra
casa de pouca familia, ou homem solteiro, joCabuga, botica n. II.
para cozinhar o engommar : na ra dos Pi- No dj, 25 do corrente na sala das au
res n. 7 dieueiasdojuizocivel da primeira vara tem
~ Podro do Almeida Cuimaraes e i Jo rqui 11 Gonralves, exportara para o Rio de leg casa9 sjlall na rU) lla Alegra da Boa-Vis-
Janeiro, o seu escravo Luiz, creoulo, de 15 ta, as de ns. 4 e 24 avalladas em 120,000 rs..
pese mos grandes ; levou camisa de ris-
cado azul, cilca de algodflosinho azul tran-
cado, e mais alguma roupi. Su (i- 1 s t"r
tornado a direcijo do Bonito, onde mora n
I seu Sr. Joflo Pacnrco Alves ox alferes de po-
I licia. de quem anda he escrava mfli do dito
I moleque roga-se as autoridades hajam de
Lorobrevidado seguir para o Maranhflo appI.eende-lo, e leva-loa casa de seu Sr. o
com escalla pelo Ceara; para carga e passa- ,(, Antonio da Silva GusmSo, na ra im-
geirostrata-5ecomoconai|aUnoJoseIlap- pe,u| n. 6. que sera generosamente recom
tista da Fonseca Jnior na ra do Vigano o. ,..,i
23 2. andar, ou com o caplUo na praga do
Commercio.
Para orno Grande de Sulsegue com mui-
ta brevidade o patacho vinte nove do setem-
bro,tendojaa maior parte la carga prompla,
para o resto dirrja-se a JBo Francisco da
Cruz : ra da Cruz n. 7ouao capiUo Ma-
noel Jos Monteiro Vianna, na Praca.
Para Lisboa pretende asbir com brevi-
dado a barca purlugueza Llgeira.a para
carga ou passacoiros trata-se com o aeu ca-
pillo Antonio Joaquina Rodrigues ou com
Fraucisco Severino Ra bello ti Filho.
Para o Assu'
0 berganlim brasileiro Maria Libania, se-
gu viagem em poucos dias : para carga e
passageiros trata-so ua ra da Cadeia, es-
critorio n. 14.
-- Para a Babia sahe no dia 23 do corre-
le impreterivelmente a sumaca brasileira
Lr uta, u.cslre Jos Gon(ilvts Simas, s
tode receber alguna passageiros: a tratar
com o mesmo meatre ou com o consignata-
rio Luiz Jos de S Araujo, na ra da Cruz
0.33.
Pira a Babia.
Em poucos dias por ter paitede seucarre-
8mento prompto, o hiate Ligeiro forrado
11 Pregado de cobre para a carga, e passsgei-
so dlrijlo-se a ra do Vigario o. 5.
pensado,
-- Na larde do da 21 do cor renta, desapa,
receu a escrars erioula, de nome Herencia
a qual he de bonita gnra, de idade de 13 a
14 annos, vinda a pouco da comarca do Li-
moeiro, e por isso pouco, ou nada sabe das
ras desta cidade, ella coatume andar calca-
da: quem a apprendei, ou della tivo<% no-
ticia, dirija-se s ra da Matriz da Boa-Vista
n. 33, que se recompensara o trabalho.
i-uiinran 2 pranxOes de amsrello
na inania i do dia 22 do corrente que se a-
Chavflo amarrados junto corn mais madeirs,
em a barcassa que os linha couduzdo, os
pranxOes sSo um de 2 taboase oulro de 3
OU talvez sejflo ambos de 3 taboas, quem o
descobrir sera bem recompensado, e quem
dar noticia do ladrflo recebar 50,000 : n.
ra da Praia de S. Rita n. 23, serrana de Vi-
cente Alves Machado.
O abaixo aasignado, faz sciente ao res-
peitavel publico que deixou de ser caixeiro,
do Sr. Autonio Gomes Villar desde o dia 92
do corronte, o aproveita occasiSo da agra-
decer, o bom tratamonio e estima que sem-
pre recebeu delle e sua senhora, duraute o
tempo que na sua caza eslive.
Jote Soares Correia.
Precisa-sede 800,000 rs. a premio sob
anuos de idade, pouco mais ou menos.
-- Antonio Ricardo do Reg, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, os escravos Aotonio,
cabra ; Antonio, pardo; Maria, cabra, e Joflo
de Dos, creoulo.
Attencao.
O arrematante dos imprstosdas
ali-ncoi's, das lia:..c\is dos mscalos o boce-
teiras, mudou-se para a ra das Agoas Ver-
des n. 25.
O l)r. Pedro de Alhayde Lobo Hoscoso,
tendo de retirar-se boje no vapor Paraeme
para a curte, e nflo podando, pela precipi-
tacflo da sua viagem, oespejir-se das pes-
soas que o honra 01 com sua amisade, pede-
Ihes por meio deste desculpa de semelhante
falta, que nflo he IIlha de sua vonlade, mas
d-s ciicumslancias de se ver obrigado a
embarcar dentro de 24 horas Adverte s
pessoas que seachim curan-ln no seu con-
sultorio, que os livros de sua clnica licam
no poder uo seu diatincto collega, o lllm.
Sr. Dr. Sabino, a quem poder-se-hSo di-
rigir durante a sua ausencia. Apurovei-
ta a occasiflo para ufferecer aos seus amigos
o seu diminuto preslimo, om qualquer
parte, ondo o conduza o sou destino.
Na cus. de modas francezas de madar
me Millochau Buessrad.as senhoras acnarflo
para passar as festas, sortimento de tudo o
que componha a toilette de bom gosto,tanto
uara cidade,como par. o campo, e por pre-
sos ans rasotveis sendo de qualidade igual
ao quo ha em oulra qualquer paite.
**'.* a*-Vf\ * Paulo Gal^noux, dentista *
francez, offr.rco.e seu prest-
9 nio ao publico para todos os *
* mlateres de ana proflssao :
? p6de ser procurado a qual- -*
* qner hora em sua casa, na .
ma larga do Rozurlo, n. 36, #
tt -i-iiiiiln andar.
* ***v 4 a)j>0atf)j)l99W
Franklin Benjamn Theotonio Peuoto,
e Genuino Augusto Theotonio Peixoto, de-
claram em lempo an comprador da casa
terrea da ra da Guia n. 32, ou outra qual
quer pessoa que a queira comprar, que a
uta casa se acha penhorada a Feliciano Ja-
quim dos Santos, herdeiro de seu Doa lo
lidio, Feliciano Jo.quim dos Santos Jnior,
.oos annunciautes, para pagamento do res-
to de licr.uic.1 de aua, tambem finada, tia,
D. Maria Joaquina Possidonia de Jess, oa
qual alo berdeiros, e o mesmo Saotos les-
umenteirq e inventariante ; oque ludo se
p re ver nos autos que exisiem no cartorio
de orphSos, escrivSo Brilo.
Ero um engenho distante desta prarja 3
legoaa precisa-se de um caixeiro ; a pes-
soa que pretender este arranjn dirija-so a
ra da Cadeia do Recife n. 55
Andrade & Irmflos embarca m para o Rio
de Janeiro o seu escravo erioulo do nome
SebastiSo, 11 annos.
Jos Viaira de Mello remella para o Rio
bypotheca em duas moradas de casa ter-[de Janeiro o aau escravo pardo de nome
reas: no pateo da Penba n. a. Concillo.
a de n. 8 em 96.0UO rs., a da n. 10 em yo/
js.,o s de ns. 16, e 18 em 8ig por execu(So
do bacharel Luiz de Boa-Ventura Salerno
contra Antonio Pereira por foros que se a-
cha a dever.
-- Aluga-se a loja da ra dos Quarteis n.
16, com grandes fundos para mil -m i de
marcenarla, armazem, ou mitro qualquer
estabelecimeoto a tratar na mesma casa I.
andar.
-- Joaquim Lobato Ferreira embarca para
o Rio de Janeiro o seu escravo Joflo de nasflo
Angolla.he conhecido por Joflo Pedro.
Foi entregue ao Sr. capitflo Joflo Bap-
lista de Souza Braga, antes da chegada do
vapor do Nort-i urna folha corrida, que o
mesmo Sr. maudou correr por Jorge Rodri-
gues Si ireira.
A pessoa que tem annunciado por osle
jornal querer fallar com Ignacio Jos da Sil-
va dirija-se a sua loja ra do Crespo n. 2.
No pateo do Hospital, casa n. 9, hypn-
Ih-ca-aeum escravo por seu valor, ficando
os seus servicos pelos juros da quantia lo-
mada, pelo lempo de 8 mezes.
Aluga-se o segundo e le ceiro andar da
casa da ra do Queimado n. 40.
Maihias de Azevedo Vilarouco embarca
para o Rio de Janeiro o escravo pardo dn no-
me Basilio, reinelti lo da ci la le do IcO pro-
vincia do Cear, por Jos Joaquim Ozorio.
Tira-se passapoites para dentro e fra
doimporio, tirulo de residencia, e folhas
corridas, por prerjo 13o commodo que nflo
achara quem tire por prec.o maiscooimodo :
na ra oas Triucheiras u. 12, achara coai
quem tratar.
Aluga-se urna casa terrea com sotflo,
no sitio do Cordeiro, mirgem do rio Capi-
banbe, com commodos para grande familia,
cosnlia lora, cocheara, estribara para 6 ou
8 cavatina, o qui.O para crauo ; ums dua
mais pequea no nn-smo sitio, tambem com
commodos para familia, cosinha Tara, e es-
tribara para 4 cavallos : para ver no mes-
mo sitio, e pra tratar cum Gabriel Antonio,
no pateo do Carmo n. 17.
Adverte-ae ao Sr. Bernardo de Albu-
querque Fernandos Gama, que o seu corres-
pondente nesta prar;a, nflo tem pago a subs-
cripto do Diario.
Aluga-se urna sala de um primeiro an-
dar na ra do Livramenlo n. I : a tratar
no segundo andar do mesmo sobrado.
uuem'iver para alugar, um piano: di-
rija-ga a ra do. Livrameuto n. 4, ou an-
nuncie.
-- Hanoel de Almeida Lopes, com osa
lo consignado para comprar o vender es-
cravos, tanto para esta provincia, como pa-
ra fura della, mudou a sua residencia da
ra da Cadeia do Recife, n.5l, para a ra
da Cacimba, n. 11, aonde morou o finado
Cxm. vigario. Brrelo, onde continua, offe-
receodn-se toda a seguranza precisa para os
mesmos o bom tratamenlo.
J- J. K.eller Cutileiro & Ar-
meiro.
previne ao respeitavel publico desta cidade
Hotel no Monteiro.
Domingo, 16 do corrente, abre-se este
eslabolecimenlo com as seguioies pru-
pnrc/i -s :
Sala mobillada e independente, para as
familias, que indo a passeio quizerem des-
cantar.
Quartos preparados para dormida.
Espacosa e bem arejada sala do jantar ,
com capacidad de servir 40 pessoas.
Sitio para recreio e passeio.
Estribara earranpis para cavallo.
Co ni la mmisa I e avulso, preparani-se jan-
i ir. e pi-e/ii iios, aluga-se louca, viJros ,
bandejas, ele fio.
Tudo por prego muito rasoavel, e acn-
tenlo dos pretenJemes
Na casa du modas francezas do mada-
mo Milloc'iau Bu-'ssard, iccebeo-so pelo ul- *
timo navio viudo de Fianza, um grande
soni ni'iilo dechapuus de todas as crese
qualidades.n manleUdes e capotinbos de se-
-ic de cores, e preta,juntamenle com alguns
da camua burdada que lodos se vendern
muito barato.
-- Precisa-so de urna criada, sminle pa-
rao vi vico de coziuba e compras, .ara
urna casa de minio pouca familia : na ra
do Itotario da Boa-Vista, sobrado n. 32.
-- O abaixo aasignado, nflo be mais pro-
curador da exmela compauhia de Pernam-
buco e Parahyba.e mura na ra do Apollo n.
20, onde pede ser procurado sobre uegucios
de recebimeuto de assucar,agoardente e ou-
Iros quaesguer gneros de eiporlacfloque
Ihe loreai consignados a CJinmissfld; toaos
us dias Uleis das 8 huras da manlifla as 5 da
Urde, fra disto no porlu velho da Capunga
junto au purtflu da Sra. viuva L>sserre.
Jos Anlonio de Souza Machado.
avav*a>avav***********v *
tras alinguagem das flores, fructatr
e jogos de finezas de flores e breve
sahirfioasdealmanak, muito acres-
rentado e corrigido : vendemvse
n* lvraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
\o aterro da Boa Vista, lojan. 18,
defronte do Tribunal do Com-
mercio.
Continua-se a vender riscados
escuros, muito fortes, ptima fa-
zenda para roupa de escravos, e pe-
lo diminuto preco de loo rs. o co-
vado, e outras militas fazendas ba-
ratissimas.
4-^r Para fnalisar.
Na ra do Rozario n 43, vendem-se latas
com marmelada peitoral, p -mndo 3 libras
cada urna palo insignidoanle preco da
610 rs.
Na ra do Rozarlo n 43, vendem-se latas
enm bolachinhas do aramia do Rio de Ja-
neiro, pelo commodo preco de 1,600 rs.
lata.
Grande pechincha para urna casa
de familia.
Vende-se um mulata p-rfeila coiiuheira,
lavadeira, engomma e faz doces, por preco
nuito commodo, por nflo sr bonita figura :
1 tratar na ra do Crespo, loja n. 16, da
esquina.
Ven le-se a fabrica de charutos do pa-
leoduTerco n. 14, a dinhel-o, ou a praao,
pur seu dono querer retirar-se : a tratar na
mesma.
Vendem-se ricos cortes de
vestido* de ceda esco sezes, sendo
da ultima exposi ao de Londres ,
com 18 covados cada um, a 35,000
'S. : na loja n. 3, ao p do arco
ile S. Antonio.
Vendem-se cortes de casimi-
ra de bom gosto, a '1,400 rs., por
cor e, i diiheiro a vista : na loja
p do arco n. 3.
bicos e rendas da trra.
Vendem-se 400 varas de bicos o rendas da
trra, (atacado) por commodo prero : na
ra do Passeio vubiieo n 9.
Vende-se um pequeo sitio, com casi
lo podra e cal e viveiro de peixe, planta da
capim, coqueiros e muito mais arvoredos de
frucla de diversas qualidades, bem cercado
e murado de urna banda, por preco com-
modo, por seu dono se retirar a tratar de
-ua saude : nos Aloga los na ra do Catuca,
taverua de Joflo Hespanhol, a tratar como
mesmo.
Vend-sel muleque creoulo de dada
12 annos, 1 casal de escravos de lodo servi-
co de cam.ro, 1 mulata noca que cozee en-
cornla, 2 escravas o eoulas de bonitas figu-
ras, co.inham e engoman), 3 escravos do
servic/odecampo, I mulato moco bomcar-
reiro, e 3 escravas do meia idade : na ra
Direita n. 3.
!
g Um aacerdute qo tem pratica do
> ensino de primeiras letras, gramma- :
a) tica latina e franceta, geometra, mu- a)
,9 zica vocal ede alguns instrumentos, ?
inclusivamente de piano acceiia a *
4 capellana de algum engenbo proxi- v-
a) mo a esta praca subjeiando-se a fa- e
a) zer sua residencia aonde livor de 1$$
) exnrcer o eusino das referidas mle-
at rias: a pessoa que com o mesmo qui- 1
a) ier contratar, unja-so a ra Nova u.
a) 8, onde sera infoimado. -,
(^uiiiiias.
-- Compram-seescravos e vendem-sede
c ii-.-iiuisslo, para dentro e-fira da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado 11. II, on-
de morou o Sr. viga riu do Recife.
-----Compra-se o sexto volume do Panora-
ma publicado de j .neiroa dezembro de 1842
o o segundo volume do Direito Mercantil
por Silva Lisboa: quem os livor annuncie
ou dirija-se a ra do Collegio, loja deen-
c 1 le nielo 11. 8.
Compram-se os suspiros poticos do
Dr. MagalnSes : na ra uas Cinco Puntas,pa-
dana n. 63.
Cuupra-se um espadsgfla do lompo
antigo,, anda mesmo em meo estado: na ra
da Praia, armazem n 20.
Compra-se urr.a negra da 30 annns de
idade, sem vicios nem achaques; na ra
larga do lio/ano n. 26, loja de miu lzaa
-- Compra-se dous paro d 1 cacbiihos para
aii o.,1 i saccada ud v.ranua,, .l .i.ii; cm
bom estado: ua ra da Senzalla Velba n.
100.
Vendas.
FIILIimilS PAIIA 1852
Sdhiram a luz as folhinhas im-
pressas nesla typograpliia, sendo
de porta a 160 rs e de algibeia
a 3 >.o rs., coutendo todas as de al-
gibeira alm do calendario, a de-
finicao dos corpos celestes, astro-
logia, cometas continuado da
cbronologia principiada, lia annos,
juizo das mudancas de tempo pe-
los meteoros, tabela dos emolu-
mentos dos parochos em todas as
funeces religieeas, e urnas colle-
ccOes de ancdotas,bons ditos,etc.,
outras a confissao do marujo e ou-
Hua rio Crespo n. a3.
. Ven Ime-secortes le camhraia cnm8
I #8 'O*
Vende-so urna secrotarla de jacaran
com bnns commodos para livros e papis :
no oitflo da matriz de Santo Autonio defron-
te da- catacumbas n. 12.
__Ven le-se um moleque crioulo ptimo
para pac,em : na ra da Cadeia de S. Antonio
n. 14, 2. andar.
Maravilha !
Historia do Brasil a 1,0001 !
'Achar em um su livro aquillo que seria
preciso procurar em muilos volumos, gas-
tan lo-se para isso as duas couza mais pre-
cavis :lem 10 e muito dinheiro; ha na
verda-le ios jawi e anda mina quando isto
se consegue fcilmente. A hiatorla do Bra-
zil redusida a 398 paginas om quarlo, nitl-
d 111 en 1 c impressa, enmend todos os fac-
tos com a maior 0 lelidade; intermediada
por lindos versos da Csramur ; seguida da
mteressant-s ndices e de urna estatistica
los hachareis formados em Olinda, quantos
conheoimentes nflo ministra, a um lem-
po ? De um S golp" de vista pnde-se sa-
ber por examplo, om 1614 : que Re esla-
va no Thmno de Portugal; que Papa oc-
cupava a oadeira de S. Pedro; que gover-
nador geral governava o Brazil, qua Bispo
existia na Bahia ; porque n o i." iQdice en-
c .niraieis :Kelippe III le Castalia ; no dos
governsdores ger-es: -Gaspar de Souza ; no
los Bispos da li liia -. I). Marcos Teit>ira ;
10 dos Papas :-Paulo V ; e lato com a maior
ti e vira le. Quem por ani nflo lera sua du-
vi la a respailo do anno em que sa fur1"0"
bacharel Tulano, de que provincia ara liinc-,
o mesmo seu verdadero nome nesaa
mappaosabereis, e bem assim quantos ha-
chareis tem dado ca la provincia na Acade-
nia de Olinda ; e tu lo Uto, lo loa osses co-
nhecimento obtoeia me lame a qu miada
lez tustdes! I! K's o preqo porqne se
hoje esta inter-ssa ile obra! .. Cheguem,
que esta-se acabando : ua ra do Crespo loja
n. 16. ..
Vende-se pnr matada (ou anda menos)
400 formas do 6 e 9 em libra para fabricar
vallas : na ra da Somalia Velha. n. 100, a
garrafas con sememe da cuentro a 200 rs.,
Venda-ae um armacSo de venda na ma
da Aurora n. 32, quo faz conla O compra-
dor por estar colocada em urna casa que pa-
ga 10,000 rs. e tam com no los para familia:
o canarios de Lisboa chegadoa ltimamente
p^la barca l.'gei i :n mesma o.sa pra-
cisa-s de um caixeiro pequeo nacional oa
eslrango.ro.
Vende-so umsam ui um uso. &o
armazem da ra Nova o. 67.
Vende-se um braco de balaoqa novo
lo autor KomSo, e urnas oonxaa de balanca
de lato, e um terno do pesos de bronze da
Slibraa a moia quarta e um candieiro pro-
pno para loja ou venda: oa ra Direita
u. 10
PaKINUA de mandioca.
A mellior farinha de mandioca
que ha no mercado, vende-se a bor-
do da sumaca S. Antonio, entrada
de S. Catharina no da ao de no-
vembro,fundeada confronte a esca-
dinha do Collegio: trata-se a bor-
do da mesma sumaca, ou na ra do
Vigario n. 19, segundo andar, es-
criptorio de Machado 8t Piuheiro.
Vonde-secera amaralla, na ra do Hos-
picio o. i, pelo barato preso de SSO ra. a
libra. ....
Vende-se um escravo bom bolieiro .
da boa conducta : na ra das Laraugiiras n
14, segundo andar.


Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
VnnJo-68 esto compendio, approvado par*
as aulas do primeiras letras, 480rs. : n
prega da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Arados de ferro.
Na fundigBo di Aurora, em S. Amaro,
vondom-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se um excellente sitio em Be-
beribe, porteneente ao Padre Francisco Jos
de Lira; a fallar no mesmo sitio, ou na
ra da Aurora n, 62, segundo andar.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, lia
muito superior ca nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
ooooooooooooooooo
Q Vende-se um grande sitio no lu- O
0 gardo Manguinho, que tica defronte Q
Q dos sitios dos Srs. Carneiros,com Q
n\ grande casa de vivenda, de quatro vj
q agoas, grande senzalla, cocheira, q
~ estribara, baixa de capim que sus- q
5? lenta 3 a cavallos, grande cacim- q
j* ba, com bomba e tanque coborto _.
r para banlio bastantes arvoredos de ~Z
- fructo : na ra do Collegion. 16, se- 2
este para a praga, por elle assim o pedir e q guudo andar. v
ser digno disso : na ra larga do Hozario n. QQC OOOOOOOO^OO
'- Vendem-se ealugam-sebicbas, chega-i VllllO de Champagne,
das ltimamente de llamburgo, por preso e superior qualidade : vende-se 110 arrr.a-
commodo: na ra de S. Amaro n. 28. em Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. 10
POTASSA DA KUSSlA. Oeposito de cal e potassa.
No armaiem de Jos Te.xe.ra, ^ armazein da rua -
Basto, na rua do trapichen. 7 !do Uecifc n. 13, ha
ha para vender, nova e superior
MOBILIAS DE FEURO.
Vcndern-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c seni elle, e tnuitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irmaos, na rua
da Cruz n. 10.
--Inda sevendem alguos terrenos alaga-
dos e parle beneficiados com 150 palmos de
fundoe com a frente que o comprador qui-
zer tanto para oSulcomo para o Norte a poen-
te e nascente na rua da Concordia travessa
do monleiro o do Caldeirelro, pagam 20 rs.,
por palti.o de foro, os pertendentes podem
cutenderein-se com o Sr. Pedro Jos Tcxei-
ra GuimarSes com armazem de mideiras, c
tnateriaes as casas do Sr. Jos Concalves
da Silva defronte do mesmo le reno no qual
se eslSo edificando dous predios.
~ Vende-se um excellente terreno com
100 palmos de frente e 400de fundo, sondo
parte murado no seguimooto da rua dos P-
rea : na rua da Matriz da Boa-Vista n.16.
Vende-se urna bonita preta sadia, e
de muito boa conducta e com algumas ha-
bilidades, assim como un moloque crioulo,
de 9 annos, com principios de cozinha, e
que sabe servir a urna mesa, por ler tido
praticaem um hotel ; um sapaleiro crelo,
muito bom ollicial, que d 6t0 rs. diarios,
4
Aos amantes do bom e barato. Vendem-,
Na rua do Crespo,loia da esquina que vol- Jos, mocos e de bonit
ta para a cadeia, vende-se casemira preta, I 1__- __
a 5,000, 5,500, 7,500 e 8,000 ris o corle ; |groa'n
ditas de cor, a
preto,
verde,
a 2,600. .
de rap, a 2,600 o covado : e oulras muilasjan(jar
(azendas por prego commodo. I
Novos gostos !! !
Na
potassa da liussia, chegada recen-
temente.
Cortes de chita e cassa.
Continua a haver grande sorlimculo de
cortes de vestido de chita, com 12 covados
em um s pedaco, a 2,000 rs.; ditos de cas-
da Cadeia
muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis
Casa e comniissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
o que se olVerece muitas garantias
a seus donos : 11a rua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua ile Apollo 11. 6, armazem de Me. Cal-
iiimii Companhla, aclia-se couiianleiiienlc
bons lorlimentos de taixa de ferro coado e
sa de cores, lisas e bous padrOes, a 2,000 rs.:
ua loja do sobrado amarello, na rua do vincia como para (ora delta, para
Qucimado n. 29.
Sapatos de tapete.
Vcndem-se os bem couliecids corles do
tapete, para sapatos, a 500 rs. o par: na
rua do Queimado, loja do sobrado amarello
D.39.
AlgodSo para saceos.
Na loja do sobrado amarello, no quatro !batido_ tant0 rasa C0I110 fundas, moenda iu-
cantos da rut do Que'mado n. 2ll, vende-se :eiras todas de ferro para auiuiaea, agoa, ele ,
al godSo para saceos, por prego multo com- ditas para armar em madeira de lodos oa la-
modo. manhos e inodellos o mala moderno, machina
I'.asiiriil 'ix li ir il as horisontal para vapor, com orca de 4 caval-
Uasimiras Uaiatas. ^ COUCOSi pal,sadciraa de ferro emanhado
Vendem-se os mais modernos cortes de ipara ca, de pulgar, por menos preco que 02
casimira, que ba 110 mercado, a 5,500 rs. ;dccobre, cacuvens para navios, ferro ingles
cada corle, tendo grande sortimento para o tanioem barras como em arcos folhas, c ludo
comprador escolher: na rua du Queimado, I por barato preco.
loja do sobrado amarello n. 29. Venderu-se velas de esperncete, em
ToalhaS e euardanapos. caixas, de superior qualidade : em casa de
iuaui(,uuoipira. 'j.Kellert Coinpan na: na rua da Cruz nu-
Na loja do sobrado amarello, nos quatro |_2 55
cantos da rua do Queimado n. 29, lem par. | __ vencm-se relogios de 0U-
I
vender um grande sortimento de toallias de
diferentes tamanbos, eem pega que se ven- r0 e prata, patente mglez : na rua
de em varas; assim como um grande sor-'. S0,a||n Nnva n /.*
tmenlo de guardanapos de diversos lama- senzalla ova n._ ja.
Arados de Ierro."
Vendem-se arados de diversos
1 guardanapos
nhose qualidades, e que ludo se vende por
prego de agradar ao comprador.
Vende-se um moleque de 18 a 20 an-,
nosdeidade, bonita figura : na rua uirei- modelos, assim como americanos
tan. 1. com cambio de sicupira e bracos
Aos 20:000,000 de rs. J.da ferro na fundlcao da rua do
Acaba de ebegar pelo vapor S.
Salvador, osbilhetes, ineios, quar-
tos, oitavos e vigsimos da lotera
vendem-sefinissimas cassas Trncelas de ri-
quissimrs gostos e novos padrOes pelo ba-
rato prego de 700 rs. a vara, corle de Cam-
braia lizafazenda muito fina 2,240 ra., o cor-
te ( metade de seu vslor) ditas com salpi-
cn a 640 rs, a vara, corte de cambrais
pinlado de cor,do gostos modernos 2,200 rs,
o corte, superiores chilas francezas cores
muito Hxasede novos padrOec a 240 e 260
rs., o covado, dilasestrellas oores de vinlio
o de call e de ganga a 200 rs., o covado.
Fill de linho branco e de cor propria para
mosqueteiro 640rs,avara,brins trancados es
curo e cor do ganga com listas miudinhas a
l.OOOrs.. o corte, assim como outras mui-
tas fazendas por baratos pregos.
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, em sac-
cas desembarcada do patacho
Conceicao, vindo do Rio de Janei-
ro, entrado cm a6 do corrente mez
de ou!tibio, por pceo commodo:
nos Hrmazens de Antonio Anncs e
Dias Ferreira, no caes da Alfande-
ga : a tratar nos mesmos, ou com
Novaes & Companhia, na rua do
Trapiche n. .'5 j.
Cal virgem cm pedra
Chegada recentemunte de Lisboa, em anco-
ras mu!'i bem acondicionadas ; veude-se a
prego muito commodo : nu armazem de
Silva Barroca, na rua do Trapiche 11. 19.
Cheguem freguezes antes que se
acabe.
No armazem de.Marlins & Irmflo, na rua
da Cruz do Recite n. 62, chegaram ultima-
mente os seguinles gneros ue muito boa
qualidade : queijos londrinos, prezunlos
inglezes e do Porto, conservas inglezas e
fraucezas com dilVerenlas frutas, lalas de
salmSo, ditas de ervilbas e sardinhas de
.\ a 11 tes, ditas com bolachinlias inglezas ,
marmelada de Lisboa, moslaida,o muilo a-
credilado cb de S. Paulo, caixas com muito
superiores magas linas para sop, gigos com
champaolie, viubo de Xerez, Madeira, Bu-
cellas ePuito, garrafas com extrail de ob-
sinlhe e oulros muitos gneros, tudo poi
mdico prego.
Vendem-se taboas de cedro,
proprias para forro de sala cobras
de marcineiro; oleo de liuhacaem
botijas; remos de faia; cimento em
barricas e meias ditas, tambem se
vende em pequeas porcoes de ti-
nas : atrs do thcatro, armazem
de Joaqtiim Lopes de Almcida.
i
NSo se (i
Antonio de Almcida Brand So eSouzar-o
commodo.
na, muilo propnos para o ; -_____ o 01-
a esquisitisse do modello, tura regular, tem muito pequeno
.modulad do pre- buco de barba e falla muito man.,
yueimado n. 19, quando anda parece que n5o f\H
ricos corteado cassa de cor a 2,000 rs. o cor- bem com os calcanharc.s, costuma
te.lengosde cambraia de linho puro a 500 ._dar calcado e bem vpr<4
lengo, outras maia fazendas por prego onaar cai^aao e aera vestido, ie.
rua do Crespo n. i4. loia de toodoveVd'do"Vu7%eno^ jvou urna trocha de sua roupa, n.
lnP Franriarn riian Nova n. 71 convida aos seus freguezes para --Venue-so urna preta cnoula, moga e clu,ve calca eiaqueta de nann
Jos Irancisco Lilas, lhes continuarem a comprar, cm o alterrowm habilidades, aabondo bem engommar : *;,u',r ,4j a.e Pfno
' na rua da Madre de Dos loja n 34, lino azul, e alcm do mats algum
da Boa-Vista n. 43, pois lende-se tudo pelos
progosseguintes: aiianga-ae,sorom bem ser-
vidos tanto em pregos cerno em qualidades,
maulaiga ingleza 640 dila 560, e 480 rs. di-
ta franceza 520, banha 400 rs., cha do me-
Ihor #.000 rs., dito 1920, dito preto do me-
llior que ha nesto mercado 1920, a Ib. tem 3
ombrulhos chinezea o embrulbo 640, es-
perilla cele 610,carnauba 280, aevadioha 160,
ervilhas 120, letria, 160, anz branco 80 rs ,
tapioca 80 rs dita de aramia 120, chocola-
te 320, chourigas 400 rs., assucar refinado
pelo diminuto prego de 80 rs. a Ib., adanga -
se a qualidade, milho a 120 a cuia, anz de
casca 120, fejao mulatinho320, alpista 960,
paingo 560,azeite de coco 480, dilo doce 480,
vinagre bom 80 rs. a garrafa, dito de Lisboa
140, quoijos do reino 800 rs., camodo sertSo
verdadeira, 200 ra. a Ib., sendo'de 4 para ci-
ma, c a retalbo 240, linguigas do mesmo 240,
bolaxinba ingleze 160, caf de carogo 140,
e tudo maispor diminuto prego, e de ludo
se d amostras.
Vende-se o engenho Lagoa Redonda,
no districto de porto Calvo, urna legua em
distancia dessa villa, de superiores trras,
tanto de canna, como de mandioca e ludo o
mais ; he composto de grandes varseas.e do
melhor cercado possivcl; acliam-sc desmoro
nados os seus edificios, por isso que lem es-
tado uns poucos de annos de fogo morto,
melhorando assim cada vez mais as trras
para sua producgSo, vende-se a dinheiro,
ou a prazo, e mesmo em parmurla do es-
cravos etc. : a tratar nesla cidade com Lino
Jos de Castro Araujo, na praga corpo Santo
n. 2, ou com Jos de Barros Pimentel do Re-
g KalcSo, junto ao passo de Camaragibe,
110 seu engenho varsea de Souza.
Vendem-se corles de cassas de coros,
linas, a 1,800 rs. ; ditos de cambraias aber-
1.1., a 3,800, 4,000 e 4,500 M. ditas de bar-
ras, a 4,500 rs. ; chitas finas, a 160, 180 e
200 rs. o covado ; ditas para cobertas, finas,
a 200 o 220 rs. o covado, e oulras muitas fa-
zendas, por pregos muito commodos: na
1 ii.i do Queimado o. 23.
Vende-se no MaranhUo, a fabrica
de bugias stiarinas e sabo.
Os administradores da liquida-
cao de Theodoro Chavanes, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
Attencoao barato. [calcado, um par de boraegains par
NaruadoCabugi, loja nova n. 6, existe ] dos, com bot5es de madreperoli
um completo sortimento de quinquilna- "pcroia
risa por pregos muito commodos, como orancos, e consta que levara um
sejam meias curtas muito Anas, e com lis- cavallo, que naquel a occasiSo a
(ras a 3,500 rs., ditas de ditas compndas a J ,1 "V"*0,do a"
4,500 rs. a duzii. bicos de diversas larguras tugara, o qual lem os Signaes se-
muito fluose de palmo pelo barato prego de'guintes : castanlio, barrigudo
800ra. avara, assim como um completo sor 'i-. __j. ,. *
timento de luvas, sendo de polica para Sra. c,ln" Prct88> gor<10 e tem um ta-
a 800 rs. o par, ditas de torgil a800rs.,diUa, I lio em urna anca; he provavel qne
pretas de seda a 800 rs. o par, ditas pardas nra naaar nnr fnrrn k. k_l-
de algudJo muito linas para hornern a320e 1ueira Passar por lorro, he bohei-
480 rs. o par, um lindo sortimento de litas ro e escravo de Luiz A ntonio Si-
tanto lizas como lavradas de varias larguras quera : quern o pegar lcve-0 a rua
por pregos muito commodos, linhss em car- .. .^ rs""irua
rilis com 200 jardas a 880 rs. a duza, ditas :aa Cadeia do necile n. ai, que se-
de ditas ns. 100 e 120 o mais lino que tem r recompensado
de muito bonitas core's, superiores facas ca- ^lo meno 'de'nome fle'ne "to b.r
bodeosso ebalaugo pelo barato prego de An hiSSl- ..." ",_."".' .
m
prego
240
r.'"dQ.Dd"i".branc4. m'u'i'to"fins Jl
meninos a 2,800 rs. a duzia. ditas muito^u-1 }tf \?%^ ^
per.ores para meninas a 3,600 rs. a duza. C(,dej d despeL
um sortimento de galOes brancos e amarel- s ffg ronralvM Tnrr.
los pelo diminuto prego de 160 rs. a vara, .. .^p^o.*?. Sol"^d 0
assim como rendas e esp.gu.lh.s, super.o-1 me Venancio, da idade de 25 a 28 annos! Z
de barro, obra muito bem acabada, o por
pregos mais baratos do riue em outra qual-
quer paite.
Vende-se una escrava creoula de 82
minos de idade, do eloganle figura, e nimio
robusta, propria para todo oservigo, e alli-
anga-se a conducta, avista do comprador
dir-so-ha o motivo da venda : na rua do
Caldeireico n. 92.
Vende-se um mulequu de 18 a 20 an-
nos de idade, por precisSo: m rua larga do
Rozano n. 32.
Bellas parisienses.
Na rua do Crespo, loja n 16, ha um rico
sorlinenio de cassas intituladas bollas p.i-
Ardlliaria oc cagadorrs.
Vendem-se Superiores luvas de re-
troz prelo proprias para uniforme de 9
ai 11 lliai m e cagadores ; na loja de sir-
gueiroj no paleo da matriz.
Velas de carnauba em libras.
VenJem-s'. velas de carnauba imitando
Mi-un ns. G, 8 e 10.
ombas de Ierro.
Vendem-se bombas de rcpuxo,
doHlO de Janeiro, a bcnehcio do d t cacilba ,este-macto :na lojade saleiro da rua da
theatro d. Rietheroy cuja lista Ja rua do ^ ^ 6j 8 e .o.j^'^^tarri. d.rtu. ,1-
chega pelo primeiro vapor, even- fund -0 de (e,.ro
dem-se na rua do Queimado, loja Farnha de mand0C(i.
de ferragens n. -] A, de Antonio A mais nova e ttais barata farinha
Jos Rodrigues de Souza Jnior, mandioca que ha no mercado, vende-se
, 1__._______^1 rua da Cruz do Recife, armazem n. 13,
pelos muito baratos precos abaixo : i0 Car|os Au?usl0 dH Sllva.
aa.000
Bilhetes inteiros
Meios bilhetes
(.huirlos
Oitavos
Vigsimos
AGElNCIA
da fundico Low-Moor.
KUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
I 1,000
5,5oo
a, 800
i,3oo
Deposito de cal virgem.
Cunha o; Amorim, vendem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente do Lisboa,
na barca a Margarita, por menos prego do
queein outra qualquer parle: na rua da Ca-
deia do Recife 11. 50.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujuck Filhos, no Penedo.
Este azeile pela perfeigo tm que he
fabricado nSo s serve em lugar do azeile
ment de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
Wcste estabeleeimento COnti- doce e de coco, para qualquer qualidade de
ma a haver nm comnli-ln snrti- candieiros por mais delicados que sejSo,
1 ,como he muilo prefirivel a qualquar outro
por dar urna luz uns brilliants, ser mais
duralivo, e seu custo ser mais barato ; nao
tem o cheiro desagradavel que exala o azei-
le de carrapato commum, 110:11 em nada
COado, de todos os tamanhos, pa- delleseassemelha. Vende-seembarriz de
d 16 caadas a 2,400 rs. a cauada, no armasem
ll- de J. J. Tasso Jnior, rua do Amorim o. 35.
##?<< >#### vendeA-seGmmt0o'bom 1ilgodo p'.r.sa- 2 [tro rodas, muito leve, para um ou
eos de assucar, por prego commodo:
9 em casa de Ricardo Itovle, na rua da ?
m Cadeia n. 37. #-
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei n no aterro da Boa
#*,3*8 Vista.
Deposito da rubrica lo Todos os Aloinhos de vento
Suatos na II11I1 la. bombas de repuebo para regar borlas
Vonde-se.emcas deN O. Bieber&C., d bajxas decapim rvendem-sena fundigSo
amada cruz 11. 4 algodSo UaMadoda- L eBowol,0 & &. CallaovJia rui do lirum
quella rabnca, muilo proprio para saceos de 6 10 '
.ssucar e roupa de escravos. por pregocom- ;_ ^ ^ e j Kc,ler fc (:om.
Para as psrnla* panhia. na madaCruz n. 55, acha-soa ven-
rara as escolas. J OPXCB||euto e superior vi-hoitc Un
Vende-se no pateo do Collegio, loja do celias, om barris de 5.*, lie muilo recom-
livro azul asynopsis do general AbreueLi- nieniavel as casas estrangeiras, como ex-
ma, ltimamente adoptada pelo Exm. presi-
dente da provincia como compendio de lei-
lura o historia do Krasil as escolas prima-
rias da provincia.
Prego em broebura 2,560
Eacadtnuda 3,200
Fechinxa.
Vonde-s : na rua do Crespo na loja da es-
quina que voltt para a cadea, coites de
cambraia cor de rosa e de outras cores do
bltimogoslo a 3,000, 3,500, 4,000, e 4,500 ;
ditos de cassa-chita a 2,000 ; ditos da expo-
sigflo a 2,-210 ; cortes de chita com l 2 cova-
dos a 1,800 ; cortes de fustfio a 560 ; cor-
tes de calca de brim escuro 800,960,1,120;
ditos de brim amarello de puro linho a
1,440, 1600; lencos de cambraia muito finas
proprias para mflo a 320; e outras muita
fazendas que se tornSo recommendaveis pe-
la boa qualidade.
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra, e tam-
bem de nm tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
excellente viubo para pasto.
Taixas para engfcnlio.
Na fundigilo de ferro da rua do llrum,
acaba-se de receber um completo sortlmcn-
lo de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaes aciiau-sM a venda por prego com-
nbo linio da companhia do Alio ouro no
Corlo: quern os pretender cnteuda-se com
Antonio francisco de Moraes,agente da mes-
ma companhia, ou no armazem do Sr. Jos
Joaquim Dias Kernandes. O mesmo lambom
tem para vender pipas, meias ditas, e barris
de quarlo lambein com vinbo linio da dita
companhia : a fallar com os mesmos cima.
Burros.
Vendem-se burros muito cm conta : a tra-
tar na rua do Queimado n. 14.
Vende-se um sitio a beira do rio, com
excellente casa, tendo de frente 70 palmos,
e90de fundo, com grande sala adiaote, 2
gabinetes, e 2 alcovas. sala igual atraz, mais
3 quaitos, o cozinha ; com mais de mil
palmos de cumprimenlo o 800 de largura,
com grande baixa de capim, terreno de ba
producgSo, excellente baubo ao pe de casa,
e peito da praga por ser antes da casa For-
te : a fallar com Nicolao Cadaull na rua do
Apollo n. 20, segundo andar, ou na praga
da Roa-Vista, na casa que o mesmo al i esl
edificando.
-- Vendem-se amarras de ferro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
- Na Praia de Sania Rita, armazem n.
43, dellanoel Jos Dantas, ba para vender
Jacaranda em cossoeiras o toros: a tratar
com J0S0 Francisco da Cruz, na rua da Cruz
numero 7.
Vcnham vr.
Vendem-so na rua do Queimado, loja n.
17, chapeos de sol de seda cor de cafe, su-
periores a 5,500 rs., corles de caaemiras de
cores escuras a 3,840 rs., chitas francezas
finas e de cores lixes a 20 rs. o covado,
cambraias francezas d cores modernas a
560 rs. a vara, pegas de cambraia liza mui-
lo fina com 8 1|2 varas a 3.500 rs. cada pega,
cortes de cassa pintada a 2,000 rs., e oulras
fazendas por prego muilo barato. I)am-se
as amostras com penhores.
Vende-se viuho do Porto de leiloria,
de 21 anuos, de superior qualidade, lano
em barris de quinto, como engarrafado, por
mdico prego, allcndendo a sua qualidade :
no largo do Livraniouto n. 20.
Vendc-se superior l'anuha de mandio-
ca de Santa Calharina, a bordo do 1 alacho
Margarida, fundiado defronte do arsenal dn
guerra : trata-se a bordo, ou na rua da
modo, e com promptidao embarcam-se, ou 10ru2 Q 33 com Luiz Jose de Sa rauu, aon-
carregam-se em carrossem despezas ao, de laaibem se vende saccasgrandes com fa-
comprador. rinha do Ccar.
DEVLKES DOS llOMENS, 'fi#!tf*j|f)
a 5oo rs. i Chapeos do chile. -4
Vende-se este compendio aprovado para Vendem-se chapeos do chile peque-
as aulas, em meia encadernagSo, a 500 rs. ; nos a 4,000 rs.: na rua do Crespo 9
cada un: na livrarian. 6 e8,da praga da fi n. 23. m
Independencia. +***+**+****.***tt,
Vende-se farinha SSS muito Admiiavel sortimento de louca vi-
nova e de superior qualidade: al drada.
tratar com Manoel da Silva San- 1 Tanto do Porto como da Baliii, como se-
tos, no armazem do Anncs, no:Jam: P"". "J"" *Md?' "sfr10',s
' ., 1 com cabo, fregideiras, alguidares, talhas
caes da allandega. para doce, jarros linos, quarlinhas, gar-
MuriKlu- superiores. rafas, copos, resfnadeiras, moringues; ludo
Na fundigSo de C. Starr & Companhia, para resfriar agua, vasos tinos de lodosos
em S.-Amaro, acbam-se venda moendas ; tamanhos para flores, balsios para meninos
de canna, todas de ferro, de um modelo e
oaostruegto muilo superior
Para Mosquiteiros.
A 2,000 rs. I! !
Vendem-se na rua da Queimado, loja n
andarem, ditos para costura, baldes para
compras, calungas para prezepio : na rua da
Cadeia do Heolu n. 8.
Casemiras baratas.
Vende-seos mais modernos cortes de ca-
risienses, fazenda mullo propria do lempo
nhensc, na rua do I loponto, des- j presente, por servir para vestidos e roupOes
ta cidade ( porto dos remedios) 'desenhora.eveniem-se por mdico prego,
. vr .assim como lindas cassas inglezas de tullas
asaber: casa emque esta mon-|Seguras, a 240 rs. o covado.
tada a fabrica, com ao bracas de frente e 15 de fundo a prensasi^antois Pailhet& Companhia.8
h- ir ? Conlinua-se a vender no deposito *
idrauhcas, orisontaes de torca de geral da rua da cruz n. 52, oexcel- 1
(100,000 libros, cada urna ; I dita i 5 Hatee bem conceituado rap areia M
vertical de forca de 400,000 libras;
3 grandes caldeiras montadas, pa-
ra o fabrico do sabio ; 4 ditas pa-!
ra derreter sebo; toJos osperten-j
ees necessarios para o fabrico do
stearina e sabBo ; 9 eseravos en-
tendedores do servico geral da fa-
brica ; 1 terreno annexo a fabrica,
com j bracas de frente e i5 de
fundo ; 1 dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
a8 de fundo : as pessoas quepre-
tenderem comprar, pdem nesta
piara dirigirem-se a J. Keller &
Companhia.
Vende-se um bonito escravo muito
posssnto com 20 annos, bom cozinheiro, e
bom canoeiro, som vicio ncm achaques,
vende-se por precisSo na travessa do Veras
n. 20.
-Vendc-se urna molata moga e sadia, que
preta da fabrica de Cantois l'ailhet&
Companhia da Babia, em grandes e
pequetas porgues pelo prego ostabe- jf
lecido. 4,
mwmmmummimmmmmmmmm
Bvnbciros dexoque.
Vendem-se banReiros de xoque, em tudo
Iguacs ao.- viudos de Inglaterra, at mesmo
Di pintura : na rua da Cadeia do Recife n.
64, loja de Antouio Francisco Corris Car-
dozo.
Na rua da Senzalla Vellia n. 48, em o
novo armazem de vinhos, continua-se a ven-
der excellentes vinhos de Lisboa PRR e Fi-
gueira por 203 e 240 rs. a garrafa, 1,500 e
t,800rs. por caada.
( mu 111 odas de follia.
Vendcm-secoinmodas de follia de (landres
pintadas, (ingiudo madeira : na rua da Ca-
deia do Recife, loja n. 64 de Antonio Fran-
cisco Correa Cardoso.
Escravos rugidos.
100,000 rs. de gralilicag3o.
Desaparonodia 12 de agosto do crranle
sabe coser, cosinhar, eengom'mar bem:'na nnoocabra Romoaldo porem he de supor
rua deS. Francisco casa n. 10 conlronte o1ue troque o nome, representa ter45 a 50
theatro. .annos pouco mais ou menos com alguns cs-
-- Verjde-se urna eserava custureira, en- b.ellos bf'fsos, e o reslo muito pretos e es-
gommadeira, e cosinheira para fora desta radoa, falla descangada.he barbado, quan-
provincia : na rua do Hospicio sobrado do fu8io r' 8 barBa eil,i he grosso do
u. 15. corpo, altura, regular levou vestido carniza
--Na rua do Queimado n. 44 existe um "Igodaozintio'e c completo sortimento de fazendas de todas J'- chapu de palhp, levou urna troxinha
as qualidades asim como meios cortes de \d,e r.0UP." seduzo un; mulato acaboucula-
cambraia de barra a 4,500 rs. ditos de cam- I'} e nomo francisco de idade 18 a unos que
braia de cores, a 2,240 rs. a ulles freguezes .fo1 em companhia delle e levou chapeu de
queseestilo acabando couro, he seco do corpo,alto, cor decanella
-ir. 1 1 boca pequea, beicos roxos, cabellos esti-
Vendem-se sapatos de couro rado/e Jreto psvchal08 e, dedos aber.
de lustro de Lisboa, para senhora,
a 1,(100 rs.: na praca da Indepen-
dencia n. i3 e i5, loja do A-
rantes.
~ Vende-se a grande casa terria, sita na
rua do Mondogo, n. 56, pertencenlc a Rita
Mara da PaixSo, He urna das rasas melho-
res construidas nesta cidade, tendo grandes
accommJages, feita com muita seguran-
ga aceio e de gosto moderno. Tem cin-
cojauellas de frente, com grande portSo de
ferro ao lado, quatro salas, dez quartos,
grande cozinha, com nodos para creados e
escravos, estribarla e grande quintal mu-
rado. Acha-se bypothecada aos Srs. Jos
Antonio basto, e Deane Youle & Companhia
sendo que vende-sa para pagamento destaa
hypolhccas o com o consenlimento dos mes-
los,quando falla afeta qnerer ser inglezado
ho muito pronostico, levou veslido carniza
de algodSo riscado americano e caiga de ca-
zemira azul com lislra ao lado, porem he de
.-mini que leuia mudado de trage.o Ruiuai-
do veio do RioCraDdedoNorte para onde se
desconfa ter fugido,quem os pegar leve-os
a rua da Cacimba n. 11 ou a rua da Ca-
deia defronte de s, Francisco casa do Sr.
Rento Jos Fernn les lian o-, que receber
a gralilicagao a cima, e se protesta contra
quern os tiver ocullos.
Desappareceu do engenho Caxang da
freguezia da Escada no dia 10 do corrento
n>ez de novembro um prelo escravo de no-
me Francisco Cariri, quo a pouco lempo foi
vendido por os herdeiros do fallecido ten-
te- Coronel Antonio Francisco de Carvalho
Cordeiro,. do brejo da Madre Dos e tem o
mesmo escravo os signaes seguintes : alto
.pegas de cambraia branca de rede, Ou- zemira que ha no mercado a4,500 cada corte,
udo fil, proprio para mosquiteiros a 2,000 tendo grande lortimeulu para escolher na
rs. cada pega com 8 1|2 varas.
rua do Quoimado 11,19.
mos credores hypothecarioi. As pessoas mrOlfeig0esVeguT.TeJ.Wemo'ii.osVeq'ue"-
2? i'-Va,nin t .?ael!;'.0,1.d.,r,f "r*. espanladosf l,c de Angola? porem veio
do Rec o n Sau se' ac,.a comneten n,uit" peiuen0' *"> frcca^cnoln. de idade
nlite autorisada Wa o ZstC0,Dpel0nte- pouco m.i* 0 menos de 25 annos, ja nSo he
mente a uior.sada para onusta.^____ a pri.iieir/rex qua foge, o he provavel que
procure a casa do seus ulicos senhores a
quern encarecidameute se ruga bem como a
todas as autoridades policiaes e pessoas do
povo de o prenderein, e remetieren! ao
mesmo engenho Caxang a seu senlior, o
ini'jor Marianno Xavier Carneiro da Cuaba
ou nesla cidade pragt da Boa-Vista casa
n. 32 segundo andar, qua em qualquer des-
tis partes ser recibido despezas com gonerosidade.
Desappareceu da fabrica decaldeireiro
da rua do Brum n. 28, no dia 17 do corrente
mez de novembro o preto Antonio, de lia-
ran cabinda, que representa ler 45 annos de
idade, altura rogular, cheio do corpo, cara
abocetada, muito caballado nos peitos c
rom bastantes cabellos brancos na cabega,
e um pouco carrancudo; he ollleiai de cal-
deireiro, foi encontrado as Cinco Penlas, e
seguio o caminho dos Afogados, e he natu-
ral que seguisse mais adianto por ler levado
tola a roupa que tinha, o por j ter sido
pegado do outra vez na freguezia da Esca-
da : roga-se porlanto, a quern o pegar de
leva-lo na dita fabrica cima, que ser re-
compensado.
BOA GRATIFICADO'.
Ausentou-se na noite* de 27 de
Veude-se um cabnolet descoborto com
arreios, elampiOes, tudo com muito pouco
uso : na rua do S.Francisco casa n. 10 com-
fronte o ItWalro.
Na rua das Cruzo* n. 22 segundo andar
vende-se duas crioulas engommadeiras, e
cozam chSo.cozinhao o diarlo de uoia casa,
lavan de sabio, e 4 escravos de 18 a 22 au-
nos,sendo dous canueiros, um lindo e ele-
gante molato de 28 annos proprio para todo
oaervigoe urna p.eta de meia idade.
Attenco aos habitantes da comar-
ca de Goianaa
- Vende-se pelo barato prego da 1:000,000
ou 1 roca-so por esciavos urna das melhores
moradas do caza de pedra c cal da cidade de
Goianna, citas na rua do meio d. 23, com
2 salas, 2 corredores, 6 camarinbas, 2 salas
de detraz, cosinha puchada fora, cacimba
de boa agua, e quintal grande : quern pre-
tender dirjja-se a cidade do Recife, rua do
Vigario, sobrado n. 40, primeiro andar, a
tralar com o seu proprietario.
Balancas romanas.
Vendem-se balangas romanas para pe-
zar 32 libras, dittas para 25, dittas para 16,
sem le percizar de pezos, na loja de nuude-
zas da rua do Collegio n 1.
pode lava-lo a rua DireiU n."l4, quesera
generosamente recomposado.
REPETICAO.
Continua a estar fgida a escrava pm Ja
donme Eufrosina, baixa, cheia do corpo,
peitos grandes, olhos pequeos, com urna"
cicatriz no rosto proveniente de quelmadu-
ra, e um dedo de urna das mSos estralo
lio do presumir ter Itoma lo para as bandas
da Paraiba, onde dina ter prenles, e mes-
mo por ter ja sido presa no Brejo da Arsi
om outra rugida que lizera. Roga-se nortan-
to as authoridades Policiaos, e capiUes de
campo a caplura della, e-a entrega na rua
do Livramento n. 35, onde se gratificar o
portador com 50,000 rs.
100,000 rs. de gratificagSo.
Roga-se as autoridades policiaes, que cap-
trenlo escravo Manoel, pertencentea Se-
bastiSo Marques do Nascimento, fgido des-
de o dia 8 do mez de aetembro. Foi
elle escravo do Sr. Gabriel AITonso Itiguei-
ra, quern foi comprado ltimamente : tem
28 annos de idade pouco mais ou menos, cor
fula, com falta de dous dentes na frente,e
de cabellos do lado csquurdo da cabeca,que
se torna bem visivel por parecer urna co-
ra, tem olhos pequeos, beigos grossos.
sem barba, baixo, corpo regular, ho oRiciil
de funileiro. Trajava jaqueta de riscado
azul, caiga branca, camisa de madapoln, a
levou urna trouxa, contando caigas ejaque-
tas : quern o apprehender elevar rua di
Aurora n. 62, receber-a gratilicagSo pro-
met ida. Suspeita-sc que fosse seduzido, a
por isso desdo ja protesia-secontra quemo
conservar em seu poder.
Desappareceu na tarde do dia 13 do cor-
rente um escravo por nome Joaquim tem os
signaes seguintes: boa estatura, representa
ler 35 annos de idade, falla desembaragads,
ps grandes, tem lodosos dentes da frente,
nariz chato, quando anda esta la as juntas dos
joelhos, levou camisa de algodSosiobo bran-
co, caiga do dito azul, este escravo foi do
malo: quern o pegar leve-o a typograpbia
imparcial a fallar com a vi uva Roma que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12do
corrente, um preto que representa ter 45 a
50 annos de idade, de nagJo cagange, bailo,
cheio do corpo, sem defeito algum no corpo,
levou vestido, caiga de casemira azul clara
de quadros e j velha, colete de selim preto
\vi lio, jaqueta de brim pardo,camisa de ma-
dapoln, chapeo de seda preto ; presume-M
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezardeser do serUo n&osejulga quete-
nha voltado : roga-se porlanto as autorida-
des policiaes e capitaes de campo, a captura
do mesmo, lovando-o a rua do Vigario n. II,
terceiro andar, que se recompensar.
- Auzentou -se na noule de 27 do corrento
o mulato Clementino de idade 20 annos pou-
co mais ou menos, magro,altura regular, e
falla muito mansa, costuma andar calgado
e bem veslido; levou urna troxa de roupa,a
consta que levara um cavallo que alugara
nessa occasi3o, o qual tsm os signaes se-
guintes : castanho, barrigudo, cimas pra-
tas, e gordo. He provavel que queira pss-
sar por forro : he bolieiro.c escravo de Luiz
AuLouio Siqueira : queoa o pegarleva-oi
rua da Cadeia-Velba n. 20 que se recompen-
sar.
-- No dia 12 de novembro do corrento an-
no, desappareceu de casa deseuseohoru
preto de nome Thomaz, do idade 40 annos,
com alguns cabellos brancos na cabega, de
n a cao Mussambique, bastante alto, magro,
peruas finas, andando sempre muito direi-
lo, tem crneos sobro o nariz, signal pro-
prio da nagao; recommenda-se a captura do
mesmo as autoridades e aos capitaes de
campo : quern o mesmo aprehender ser
generosamente recompensado pelo dito seu
senbor Luiz Gomes Forreira, noMondago.
-- Desapareu no dia 9 do corrente mez,
urna escrava de aome Faustini com os sig-
naes s minus: estatura baixa, cor fufa,
com falta de dentes na frente da parle de
cima, tem urnas marcas braucas nos cal-
nliarcs, o quandoanda abre os ps para 01
lados ; levou vestido de cibta runo, e saia de
Igodao azul e pao da costa Esta preta foi
do CertSo de Caruar ; deseonlia-se que es-
teja oceulta em alguma cisa, pois desdej
protesta-se contra quera a tiver : quema
pegar lere-a Fora de Portas na rua do Pi-
lar n. 123 que ser gratificado.
-- Em dias do mez passado, fugio do en-
genho Juoqueira da Commarca do Cabo um
um negro de nome Jofio aioojope, de idade
de 60 annos pouco mais ou menos, ho de es-
tatura regular, ecbeodo corpo,. No dia 17
do crrenle, fugio do mesmo engenho urn
negra de nomeTbereza, do idade de 45 a 50
annos; alta magra, cor bem retinta, costu-
ma inlitular-se forra : quom os pegar, leve-
os ao dilo engenho, ou iu Recite ao paleo
do Carmo n. 17, que ser bem gratificado.
-De bordo do briguo nacional Carlos, an-
corado junto a ponte do Recife, fugio um
escravo preto por nome bernardo, de esta-
tura ordinaria, rosto redondo, cabellos cras-
cidos, e barba no queixo ; trajava OjIC
camisa de algodn nacido : quom o appre-
hender e leva-lo a rua Ja Cadeia do Recife
n. 12, ou a bordo do mesmo brigue, se.a
bem gratificado.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ER9Y9B69K_PV0AFB INGEST_TIME 2013-04-13T02:31:24Z PACKAGE AA00011611_04754
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES