Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04753


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Full Text
Anno XXVH
Segunda-lira 24 o
de Novembro de 1851
N. 2G6.
DIARIO DE PERMMDma
freoo u 8VBOKIP9X0.
FlOiHENIO AoliHTIDO.
Por trimestre......... .
Por semestre e *..........
Por auno ........'
PiOO DXNTIO DUialSIElTSI.
P0T ot1;.-D-0-IE-Bo.
P.....23 de OutubjMln! 5 de
M.r.ohio 26 de dito S. Paulo. 3 de
Oar 3t de dito. m. del., 11 de
prVhb.. .7,'eNobr.^.hia... .7 de
4/500
jetbr.
dito.
Novbr.
dito
I BU-DA seiuana.
inSeg. S. JoaodaCrui.
|5Terc.S. Jucunda .
< Ouart. S. Pedro Ale-
xandrlno b. m
27 Quint. S. Margarlda.
28 .'eit.S. Gregorio III.
29 Sab. (Jejun ) S. Sa-
turnino in.
30 Dom. i.' do drenlo.
I S. Andr ap.
AUDIENCIA-.
Jiiisodr Qrphr.oi
2.e5. as 10 horas.
I. vara do eivel.
3. .e 6, ao meio-dia,
Faten&a.
3. e 6. as 10 horas.
2* vara do civel.
\. c sbados ao raeio-d.
Rtlaco.
Tercas e sabidos.
rrammilDii.
Cresccnte i 30, a I hora e 7 minutes da Urde.
Cheia a 8, as 9 horas e 2 minutos da t.
Mingoante ili, as 7 horas e 2 minutos da m.
Nora 22, as 11 hora e 47 minutos da tarde.
nilHlIBIRO
Primelra s a horas e l'< minutos da tarde.
Segunda s o horas e 30 minutos da manbai.
rAltTIDAS DOS COBBBIOf.
Goianna e Parahlba, is segundas e'seitas-
felras.
Rio-Crande-do-Norte, todas as qulnlas-feiras
aoineio dia.
Garaobuns e Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, c Flores, 4 13 e28.
Victoria, s quintas-feiras.
Olinda, lodos os dias.
NOTICIA! MiniIlOCIBAl,
Portugal, i i de Ontbi: Austria .. Sde utbr
Hespanha. 8 de dilo Sulssa.... 3de dilo.
Franja ... 8 de dito Suecla... I de dilo
Blgica... S de dilo Inglaterra OdeOulbr.
Italia.. .. 3de Outbr E.-Unldos 24deSelbr.
Alemania. 5 de dilo Mxico... 15 de dilo,
l'russia ... 3 de dito. California SO de Agosto
Dinamarca 3de dilo |Chili. 28 de Abril.
Russia... I de dito Muenos-A. 2 ue Setb.
Turqua.. 24 de SetbrjMontevideo 6de dito.
CAMBIOS DE 22 DE NOVIMBRO.
Sobre Loadles, a 28 J; i c 29 d. p. 1/000 Firme.
Pars, 333 por fr.
Lisboa, ni transacedes.
ma.
Ouro.Oncasbespanholaa.... a 28J600
Hoedas de 6/400 reinas. 167000 a IB}*
. de 6*400 oras. 16J000 a 16/200
* de ^OCO....... 9/000 a 9/100
Prata.Patacfles brasllelros.. 1/9*0 a l/9">
Pesos columnarlos... 1/920 a 1/9IO
Dilos mexicano)..... 1/710 a 1/710
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS E5TRAN-
GEIROS.
nF,i:nirrO N. 835 de 8 de hOVeHdho-J
Kegularra is dsenrjOes e attribu1
agentes consulares estrangoiros,
perio, e o molo porque se hfln.devh.iver
na arrecadacSo eadministracflodas he-
rancas de subditos de suas n aces. dado o
caso de reciprocidade.
llei porbern, em virtude do art. 102,
t-2, da conslituieflo, e do art. 46 da le de 28
do outubro de 1848, e tendo ouvldo o pare-
cer da respectira socr.no do conselho de es-
tado, ordenar que se executo o rcgulamen-
to que com este baixa, regulando as isen-
c5es eittribuices dos agenten consulares
cstrangeiros no imperio, e o modo porque
se hflodeharer na arrecadseflo e adminis-
tracflu das herancas de subditos de suas na-
edes, dado o caso de reciprocidade, assig-
nado por Paulino Jos Soares de Souza, do
meu conselho, ministro o socrolario do es-
tado dos negocios ostrangeiros, que assim
o tenba entendido e faca ejecutar. Palacio
do Rio de Janeiro, em 8 de novembro de
1851, trigsimo da independencia c do im-
perio. Com a rubrica do S. M. o Imperador.
-Paulino Jos Soares de Souza.
Hegulamento a que so redir o decreto n.
855 do 8 de novembro do 1851.
Art. 1. Os agontos consulares, isto lio,
os cnsules e vico-cnsules estrangeiros ao
imperio, tondo ohtido o excqnstor impe-
rial para as suis nomeaces, exercitar3o li-
vremente s funecesde naturoza adminis-
trativa p-oprias do scu cargo, que, sem of-
fenss das leis do paiz, lites forem iucumbi-
das por seus governos.
Compele-Ibes favorocero promover na-
vogacjlo e commercio legal dos seus nacio-
naes : protgelos contra medidas illegaes ;
assisli-los em suas justas pretencOes pe-
rante as autoridades locaes ; recorrer, no
caso de denegaeflo de justica da parte dol-
as, aogovernoimperial por intermedio do
agente diplomtico da sua naci, ou di-
administradores no caso do art. 6.*, pode-
ro pagar divida alguma dodefunto, sem
autorisagflo do juiz, que nflo ordenar pa-
gamentos sem audioncia do agente consu-
lar, ou dos administjadores.
Exeeptua-se as despe7as do funeral, as
quaes sorSologo aulu'isadas pelo mesmo
juiz, sendo possivel, ou pela autoridade po-
licial do districto, com ittencflo s forjas
da heranca
Art. 9". Quando oeslrangeiro fallecido ti-
ver sido socio de alguma sociedade commer-
cial, ou tiver credores commerciantes de
quantias dignas de attncflo, proceJer-se-
ha na formados arls. 309 e 310 do cdigo
do coraraercio. Ao juizo dpi ausentes ao
respectiv agente consular somonte fjnm-
pelir arrecadar a quota liquida que licir
perlencerido heranca. Poder* porm o
agente consular, nos tormos dos ditos ar-
tigos, requerer o que for a bem da misma.
Arl. 10. Nos casos em que, segn lo o art.
6. desle regulamenlo, forem nomeados
administradores is herancas acontes de
esirangeiros, perceberflo elles, se o re-
quererem, a porcenlagorn que as leis do
imperio liverem estabelecido para os cu-
radores de sementantes herancas; e os
emolumentos do julzo serflo contados do
mesmo moJo.
Art. II. Quando fallecer um agento con-
sular eslrangeiro, a sua heranija ser arre-
cadada pelo mesmo modo pelo qual osflo
as dos mombros do corpo diplomtico, ex-
coplo se o agonto consular tiver cxercido
aiguma industria no paiz, porquoneslc ca-
so proceder-se-ha segundo a regra geral.
Art. 12. Quando um navio eslrangeiro
naufragar as praias do Brasil, e em lugar
onde baja agento consular da respectiva na-
eflo, poder esto praticar ludo quanto jul-
par conveniente para a salvarlo do mesmo
navio, dos seus pertencos eencarrogamen-
tn, salva a interveneflo das autoridades ler-
ritoriaos para soccorror os nufragos, man-
ter a ordem, garantir os intoresses tanto dos
propietarios do casco e carrngamento co-
mo os da fazenda publica, para legalidade do
inventario, autenticiilade dos objectos nau-
fragados, seu deposito na alfanaoga, e par
INTERIOR.
rectamente, se onSohouver; representar ic-dos os'inci lentes qui possam tornar sus-
pelo mesmo modo sobre as medidas adop-1 pej[0 0 proceiirnont0 j0 capitflo, piloto,
tidas, que
aflectemou tenflam a projutti-1 ou qaesquer outros coniuctores do navio
caro commercio e a navegado do seu paiz ;
clinal mente praticar flutros actos adminis-
traliros, taes como recober as declatacOcs,
protestos, termos o outros documentos que
Ihes apresentarom os capitfles de navios da
sua uafflo; legalisa-los, passar certifica-
dos, fazer escripturas do contractos mar-
timos, de casamentas entro os seus nacio-
naes, e outros desta nalurezn, segundo seus
regulamentos, ou ordepanr,as dos seus go-
vernos.
Art. 3. Logo quo fallecer um eslrangei-
ro domiciliado no Brasil, intosladn, quo nflo
lenlia conjugo na torra, ou herdairos, re-
conbccidamenlo taes, presontes, os quaes,
conforme o direito, portones licaremposso
o oabeca do casal para proceder a inventa-
rio e dar par til lia ; ou mesrro com testa-
mentlo forem eslrangeiros.os horleiros
cestiterem ausentes, o ausentes timbern os
testamenteiros, proceJcr o juiz dos defun-
los o ausentes com o respectivo agenta con-
sular arrecadfo da heranca, cuja guar-
da ser confiada ao mesmo agento, dando
loco o dito juiz principio ao inventario ex-
ollicio. no qual proseguir em presenta do
referido agente consular.
Nflo lera lugar essa ingerencia dos agen-
tes consulares quandp algum berdeiro, ro-
tonhecidamentc tal, for cidadflo braslleiro,
ainda que osleja ausente.
Art. 8. Concluido o inventario, serijo os
ieusda heranca condados a admnistrac,.1o
e liquidac/io do agento consular, que nflo
podera dispor dos mesmos, ou de seu pro-
ducto, nom devolve-los aos seus legtimos
berdeiros, ale se reconbecer, precedendo
annuncios publicados nos jomaos, immo-
diatamenle depois da arrecada^flo, quo nao
naufragado.
Art. I:). Os agentes consulares cstran-
geiros exercerflo a autoridado de juizese
arbitros as questddS relativas aos silarios
das tripularlos, e em todas ascivois que so
moverem ontre os sous nacionaesque as
compuzorem, entre os capilfles da diversos
navios dosui ncelo, e as causas di com-
mercio entro os seus concidadflos, quan-
do estes nao preliram recorrer s autori-
dadei do imporio-; o ufl se nchem envolvi-
dos em taesqueslOes direitos doqualquer
li.iliiiaul'' do Imperto do diversa naciona-
Itdado.
Art. II. Aos agentes consulares perten-
ce tomar conhfciniPnlo, segundo os seus
regulamentos, dos dolilos commettidosa
bordo dos navios de sua naeflu por indivi-
duos da iripulaeilo, uns contra os outros,
durante a viagem, comanlo que nem o of-
fensor nom o oflVndido sejam subditos do
imperio, porque em tal caso, nflo obstante
fazerem parte da msmi tripularlo, com-
petir exclusivamente s autoridades ten i-
toriacs conhecer do taes deliclos.
Ait. 15. Quando os navios mercantes es-
trangeros so acharen! dentro di qualquer
dos portos do brasil, a JuritdiOQlO criminal
e policial dos respectivos ag-iil3s consula-
res nflo se eslendera aos delictos graves,
ou quo por qualquer modo possam pertur-
bar a tranquillidado publici, ou allectar
particularmente a qualquer habitante do
paiz.
Arl. 16. Os agentes consulares estrangei-
ros serflo auxiliados requesitan lo-o, pelas
competentes autoridades tenitoriaei, nflo
s quando liverem necessidade da interven-
eomparece. dentro do um anno, credor al- ?flo eapoio do las para o oxerctcio de suas
guma mesma heranca, ou emquanlo pen-l [""SOes a bordo dos ditos navios, mas lam-
deralguma questflo judicial sobre ella, ou,bemi quando pretenderem prisa, oentre-
nllo furem pagos os direitos a quo esteja!8 d* marinheiros o soldados qua dcllos
desorlarem, ou dos de guerra, cando os
sujeita pelas leis do imperio. Para se veri-
licar se lom ou nSo lugar o pagamento de
direitos, dever o agente consular mostrar
por documentos suliicicnles edevidamente
legalisados qual he o grao de parentesco
entre o fallecido o seu herdeiro ou ber-
deiros.
Art. 4. Decorrido o anno de quo falla o
mesmos agontos consulares obrigados pelas
despezas que laes individuos fizerem as
prisdes.
Arl. 17. Os agontos consulares ostrangei-
ros sflo sujeitos, nos negocios civeis e nos
deliclos individuaos quscomineterem ju-
risdicOes das autoridades do imperio, quer
artigo antecedente, nao pendcnlo questflo so trate de um negorio que lites sja direc-
judiciana sobre a heranga, pagos os direi- lamente relativo, quer perlonca a terc-'iro,
tos (iscaos, ou vorilieado que nflo tem lugar
o seu pagamento, o agente consular poder
dispor da mesma heranca, e remettero sou
producto a quem de direito, segundo as tns-
IruecOes quo tivoi, sendo entilo considera-
do pelos tribunaes do paiz como represen-
tante do herdeiro ou berdeiros, para com
os quaes ser o nico responsarel.
Art. 5. Se apparecorem divida?, ou pon-
derem questOos '|ue alTeclem smente urna
parte da heran;a, podor, decorrido um an-
no, e cumpridos os requisitos do art. 3.',
execular-se a disposicflu du artigo anteco-
e so torne a sua ntorvencflo como simples
particular necessaria, guardando-so, porm,
para com os mesmos agentes todas as atlon-
c,0es usados no foro quando as citares, ni
timaces se dirigein pessoas que exercem
cargos pblicos de elevada categora, dando-
se-lhcs, nllo sendo reos em materia crime,
assonlu ao la lo da autor-da le ou presidente
do tribunal perante o qual liverem de cu n-
parecer, salvo quaudo forem tiogociantesou
oxerecrem alguma outra industria no paiz,
o a questflo versar sobre objoclos de seu
commercio ou industria; porque neslc
denle, a respeilo da parle liquida o Jesem- caso observar-se-ha para com ello os
barajada da heranfa, foito o deposito pu-i mesmo procedimento qui a rospeito de
blico de quantia coirespondenle iaipor- qualquer outro individuo particular,
tancia da divida ouTjuostflo pendente, ou Art. 18. Somonte nos dlcos que c
reservado o objecto da mesma quettOo
Art. 6. Se fallec.T algum ostrangeiro do-
comme
ter co no comnterciante, ou nos de tal g a -
vidado que n.niii.i i irm fian;a, su poder
miciliadn no Brasil, as circumstancias do proceder prisflo de urna gente consularsim
art. a.'deste regulamenlo, em lugnr ondelautorisacSodo govemo imperial, o qual o
nflo exista a genio consular de oua nacflo,! fara julgar pelo tribunal competento, quin-
o juiz dos dofuntoi e ausontes proceder \ do entender que, ou em razflo das circuns-
airecadacflo e ao inventario da heranja om
presenta de duas testemuobas fidedignas
da nacionalidado do finado, e, na falta des-
tas, em presenta do dous negociantes ou
propietarios de coii(lane,, sendo aquellos
ou estes os administradores e liquidado-
res da heranraat que se proveja sobre o
deslino do producto liquido e nao contra-
vertido della.
Art. 7. No caso do artigo anlecaden'.o
dever o juiz remettor dentro de 15 dias,
depois que tiver noticia do quo fallece1.! al-
gum eslrangeiro em eu districto as cr-
cumstinciai do art. 3., ao ministro dos ne-
gocios estrangeiros, com a c-irli 13o de bbt-
to, urna informicflo sobre a ida le, residen-
cia, lugar do nsseimento, profissllo, e o quo
constar acerca dos bens e parentes do mes-
mo eslrangeiro, alien, de qua o dito ministro
se enlenda com a legarlo ou agenta consu-
lar respectivo sobre o destino do liquido da
heranQs.
Art. 8. Nem o gente consular, num os
tauciasdeque o delicio lio revestido, on por
motivo ponderoso, nllo dove entregar o
mesmo agente ao governo do qual he sub-
dito, para que o faca julgar, eu que nflo bas-
ta expelli-lo do imperio,ou cassar-lhe o exe-
qutur.
Arl. 19. Oi archivos, docu nontis e cor-
respondencia nlucia l dos consulados e vice-
consulados estrangeiros sflo tsentos de bus-
cas, e i i toda o qualquer investigado e exi-
me por paito das autonda losdo imperio.
No caso de prisflo ou cxpulsflo de um ages-
te consular, sem It iv.-r que n o sabstilu no
lugar, deverflo sor os ditos archivos, docu-
mentos e correspondencia cuidadosamente
conservados, sendo lacrados e selados pelo
dito agente, e pela primeira autor! la lo ju-
dictaria que residir no termo.
Arl. 80 Os brasileiros qun exercerem as
fiinccdcs de cnsules, ou vice cnsules es-
Irangeirrrs no Brazil, nflo deixSo por isso
de estar inteiramenie sujeitus jm n licfln
ordinaria do paiz, e serflo processados e pu-
nidos pelos seus tribunaes sempreque orn-
metlerem algum crime, qualquer quo sejt
sua gravidade. Taes runcedes tamb'.m no r,1I,F,pr.vnPN,.I. ntl ,,,., ., ,,KK.
os isenUo dos encargos pblicos e do serv- i.JHiiMPO^DtNCiv uo ihahio ui, i tu
(odaguara nacional, quando por motivo NAMBUGO.
especial nflo obtenhfle isengSo ou dispensa Ceard, 16 denomabro Je 1851.
delle.
Art. 81. As casas em que residom os Nfloha novidade importante que iho om-
agentes consulares estrangeiros no gozfio munique, ese nflo fossa ] ter doixaJo de
do direito de asylo, nem obslflo s citacflei, escrever-lhe pelo vapor passado, nem mes-
prisOe, eexecugflode quaesquer manda- mo lltnescreria hojo i vista de tanta estn-
dosdasjusticas do paiz, guardadas asdevi- liaada de noticias; mas emGm vamos* ver
das attenqOes, e as garantas o formalidades e, a pesar de me adiar boje com oljuizo
esUbelecidas pelas leis. ual Pouco pesado, ou bronco, posso pro-
Art. 21 Um decreto Ao governo resig- <>"' algunn cjqsa que sirva para encher
nar os pontos do imperio em q .'esSo, o,U"S columnas,
serflo admitidos agentes consulares. Anda nflo se aclta extineta complelamen-
Art. 83. As disposi{fles dos arU. 1 13, te a febre amarella nesta cidado, pon ss
14,16, 18 el desle regulamenlo deixarflo pessoas vindas de fura ainda nflo gozam de
de aproveitar aos agentes consulares, o sub- immunidade, mas sflo atacadas mu benigna-
ditosdaquelas nacOes1 entro as qnaes os a- mente, o qun nflo acontece nos outros pontos
gentes consulares o sub litos braztlciroi nSo onle ella oontina a fazer victimas, como
encontrarem reciprocidade, declarando o na nova villa de Marangnape, 5 leguas dis-
governo Imperial qual ou quaes daquellas t ilisposigO devflo por semelhante motivo tantos os infelizes que all teem desctdo
deixar de ter execuefo. sepultura por Torc do tal flagello. O Cas-
Art. 24. Os artigos. 2", 3 *, 4, 5.", 6.', cavel, outra villa qua se acha enllocada
qua ron dizer. Todos sabom que em todos
os lempos servrram-se os governantes da
relisiflo como do meo mais poderoso para
conter os governados em seus deveres e
mais fcil >e tornar o progresso e melhora-
mento social, urna vez que um povo reli-
gioso he naturalmente obediente s leis e
mi v -| i iv"! de adoptar com facili lade aquel-
las medidas, de que o governo laoca inflo
paraprespendade gerali: assim, pois, seo
governo emproganlo meios repressivos,
como, por exemplo, o de urna polica ac-
tiva, o de prisOes seguras, ele, conseguc
que pnucos crimes se commettam, muilo
tnelhor resultado conseguir se a par dos
indicados meios directos de repre'Sflo do
crime, contar tartlbem com os indirectos,
como por exemplo com um cloro Ilustrado,
zeloso e bem moralisaJo, q te inspiro ao
povo horror ao crime, obediencia as leis
amor ao traballto, etc., etc. Ora si o ac-
tual governo tem incontostivrlmenic pro-
curado melhorar o nosso clero, j mencio
nanlo na falla do Himno na abertura das
cmaras este anno a Rrando necessi lade
quo soll'ro o paia Je um tal melhor-imcnto ;
ja fazendo passir as camas algumas ino l-
menlo para al-
7.% 8. o II.*, smente terflo vigora respelsjtod',|qi> leguas no ciminho que commu- das di protoceflo e mellior-a
to dos agentes consulares esubditos de utnarnic'*l com a cdadedo Aracaly, al pou- gunsdos so.ninarios do imperio; ja procu-
na$flo depois que, om virtude de accordo, eos dias se achava isenia da epidemia, e|rando obtT lidiis o virtuosos pregado-es
for a reciprocidad
do notas reversaos.
ca, mandados execular a respe
Palacio do llio de Janeiro, ern 8 de no-
vembro de 1851.I'aulinho Jos Soares de
Souza.
u:n viriuuu ue acuumu, -"* "* *" = ..... ->-.----------- ---..-- .....-.- .... .^- ,-. -n
ie estabelecila por melW,n"Iua"l a1u' e no Aracaty liavta a mator capuxinlios, ele, etc.; por oulro la lo tem
s, e sendo cu consequen- mortaidade, era ella,como por milagre, pro os principes di ijreja brasileira rigomsi
ecular a respeilo de tal na- servada do mal; agora, porm, fui tecom- obrigaijflo de caadjuv.ir quanto l'ur possivel
inettida delle, e consta-tno j ter feilo tres ao govern tiestas suas boas intences ; e
viclitn s. (como par isso nada posst influir tflo dir'C-
No meo, porm de to losesles sofT.itnen- it motile, como a escollu qu quasiannunl-
losadla s.-inpre a alllictt populacflo linili
vo a seus miles, recorreado uo presidente
r. Reg, que com a maior aclividile da
providencias, mandudo aos mais necesi-
tados botica c medico, por cujo importan-
te servido dirigi a ase nbla provincial ao
ommando das armas.
Quartcl general un cidarle do Rccife, 12 de iiooiii-
Dro da 1851.
ORDEM oo DIA n. 29.
O Sr. manchal
Ionio Cor>a Seara, v
mas, manda Iranscrcver na presento ordem lo em salvar seus givernados.
Por fallar naassembiei provincial, devo
quo continua ella os seus t'aba-
t'in determinar no lim di cor-
ment'! frzem os sauiWes btsp is dis seus
visita lores lias provincias, tus (|ines estes
fazoudo em multas cousis a< vezes dos
mesmos bispos, o estn to em contacto
com os diversos sacerdotal, po lem milliu-'
mente lisealsar suas conductas n dar-lhes
sau lavis cottscllios; aproveito este ensejo
agora que so aproxima o temao di nova
nomeai;flo do visitador desta p ovittcia,
para supplicar ao nosso tlxm. prelado que
a faca recahir sobre algum de muitos sacer-
dotes virtuosos, que exislem ir..'. para
quo nflo continu a acontecer, como at
luje, que os visili lores, de quo tenho sido
contemporneo nc-da provincia, mais cui-
dan) de satisl'.izer seus libidinosos appetites
carnaes, do que em promover o esplendor
do cuito de nossa religiflo, sen lo tolos sa-
cerdotes que vivem escandalosamente aman-
do campo graduado-An- mon, r. Itago uma fehcitacao,ou antes
, comm.ndartte das ar- um voto de agraJec.mento por este seu ze-
rever na presento ordem lopBm fsa. v"
para sciencia da guarnirn, e devida ob- |,a
servaucis a imperial provisflo de 16de ja- ,'28r" ','
neiro desle anno, que Ihe enviou por copia Inos, que
cmdata de 8 do cofrente o Exm. Sr. presi- railt. mel< ,e niI ll,e do" cont,, Mlt* mi"
dente da provincia. nudosamente, porque como ns projectos
Dom Pedro, por graca de Dos, e unani- 3uf me parecam mais importantes amia
meacclamasflo dos povos, imperadorcons- rjltam pasrpola terceiri discussao, resir-
titucionale defonsor perpetuo do Brasil: v-mB, para Ihe dar conta de t tdo no lim,
faco saber aos que esta minha provisflo vi- QunJo Ja ell(,S es iverom_convertidos em
rem; que, leudo subido a minha augusta '. e Por ora s0 "1,B J,rel 1u r'" P;1-
presensa urna consulta do conselho spre- 'lo ni roquer.mento para se representar cebados, e que mais parecs.n b.mei.s en-
mo n
tubro
dei
ClTTIPu i i ni ni i tiln n tv; HUOIIIIU ii n n*
da corto do 16 do setembro do dito ann., necer toda a carne verde do consumo dessa gam a influencia de sou c.rgo sobre os pa-
vonando sobro aduvidaemqueseachava, capital com exclusao de outro qualquer rochse .nats sacerdotes da provincia antes
de deverem sor ou nflo lavados om cotila foruecedor. encarando o autor desse roque- para vencor urna cleicflo, do que para mo-
trozonto o sei dias quo oitov doento o rmenlo um UI conlralo como projuiicul ralisa-lo; antes par preiegar um candi
hosp
lici
d
Ni/ %j % -. .... i i ....... .-^ ,..... _
quefora candemindo; o confirmiu lo-mo crei n"1 na apparecerSo, ou antes que razer urna nomeacno que Iho nflo laca hon-
inteiramonte com o parecer do conselho : lican1u no esquecimento, cirno alias julgo ra, so for illajuea lo em sua boa le ; apro-
hei por bem, por minhi immediata e nnpe- mul1""- Por!l.u" ca Pela m,n ','. Pfrte 'nfit0
rialresolucaodet>3,ioso')rcditomezdeou- m"VnM <|"Vilas, se a assemhlci tem diret-
tubro, mandar declarar, que so dove com- Je pedir a rev.igacao des-a le pernam
putar ao ico o le Jipo que esteve doente uo bucana a que m i tenho referido ; porquan-
hospital; nflo s purque durante ess, lem- to anda mesmo quo esta le dtllicilte por
poell.i conlinuou a eslar preso, como por-1 >8um t0'nPu a *aa* dos nossjs gados,
que se assim senflo praticusso viria o mes- "l0 lle. dc lu8ar a oaixa do proco desl-s,
moroa sofTrer maior pena do que a que emquanto os nossos sertanejos nao so con-
Ihe loi Imposta pela sentencia. Pelo que
mando a autoridade a quem compc'e, e m lis
pessoas a quem oconliccimento desla per-
tencer, a cumpram o guardem Iflu inloira-
mente como dovem, e nella so conlem.
S. M. o Imperador o mu loo pelos mein-
bros do conselho supremo militar abaixo
assignados. Joaquim Feli Conrado a fez,
nfesta corta ecida le do Rio de Janeiro, aos
16 dias do mez do Janeiro do anuo donas-
cimento do Nosso Setihor Jess Christo, do
1851. I", eu o conselheiro Manuel da Fonseca
l.imae Silva, marecbal de cimpo, vogal o
secretario do guerra fiz escrever o subs-
crevi.Joflo Cnrisostomo Callado.Antonio
Elzeario de Miran la e Bnto. Coofoima
Joflo Baptisla Ferreira. Conforme. -- 0
ollical-maior,.Joiquim Pires Machado l'or-
tella.
Candido Leal Ferreira,
Ajiidante de ordeus encarregado do dctalbe.
Quarlel general na cdadedo Recift, 13 de no-
vembro de 1851.
ORDEM DO ])\k N. 30.
O marecbal de campo graduado comman-
dante das armas, em presenca das commu-
nicaciias qtio pela presidencia desta pro-
vincia llio foram foitis as datas.de ti e 12,
do corralo mez, com rcfirencia aos avisos
do ministerio daguerra de 18 e 30 d* agos-
to nltiuio, declara para conhecimento da
guarniQflo, e elTeitos necessarios, quefica-
i'.io perlencendo ao estado maior de pri-
meira e segunda classes do exercito, oa
-S'.s. ofliciaes existentes nesta guarnieflo a-
baixo mencionados, aquellos em virtude do
decreto de 24 do julho, o esles de 2 de agos-
to do presenta anno, nos termos do arti
go 12 da le- numero 585 de 6 de selembro
de 1850.
Kstado-maior de primeira classe.
Tenente-coronel, Barflo da Boa-Vista.
Alferos, Francisco Raphael de M-dio llego
Eslado-maior do segunda classe.
Coronel graduado. Trajino Cezar Bur-
maquo.
Tenante coronel, Jos Mara Ildefonso Jaco-
iii da Veiga.
Dilo, Auio ii i Gomes Leal.
Dito graduado, Joaquim Caetano de Souza
Cousseiro.
Major, Anlonio Alfonso Vianna.
Capitflo, Antonio Francisco de Souza Maga-
Ihles,
Dito graduado, Salvador Coellto de Dru-
mond.
lente, Jos Ignacio de Medeiros llego
Monteiro.
Dito, Joflo Marinbo Paes Brrelo.
arlilharia, Bonodilo
vencerem deque sendo a comtanhia obri-
gadi a abastecer nfallivelm.'iite o mercado
de toda carne precisa, maular necesaria-
mente comorar-lltes sous gados por muito
hom ,'re.; i nos nossos sertes, ou ai menos
nos lugares de solas mais prximas de l'c-
dras-de-Fogo, se por acasi os mesmis ser-
tatfjos liverem o acord de nlo manda-
rem accumular sius gados em Pedras-de-
Fogn, onde nicamente pode a companliia
impor-lhes a lei, taxando-lliis o precoque
a ella approuver ; ain la m :smo, di; i eu,
que baja por momentos essa baraleza om
nossos galos por nflo hiver ilito accordo
entre os vende lores, e d'ahi resulte algum
prejuizo para esli primeiro ramo da rique-
za desta provincia; com tulo, como o acto
addicional eslabelecndo as regras que do-
rem guardar as assemolas de urnas para
as outras provincias, s lites d o direito
($ 9 do arl. 11 ; de representar a assem-
bia e ao governo geral contra as leis de
outras provincias, quando estis olTenderem
os seus direitos, d'aqui resulla que s lom
a assembla do Ceara direito de represen-
tar contra urna lei de Pernambuco, que in-
directamente concorre para a diminuido
dos lucros ou dos tnteresses dos criadores
ceirenses, sa ni3 provarem qu9 esles cria-
dores leem um direito rigoroso, ou exigirel
a taes lucros e intoresses, o que nflo julgo
admissivel, tanto porque Peruambuco tem
incontestavel direito de comprar gados a
outra qualquer provincia que nflo o Cear,
do mesmo modo que esla lem o de vnde-
los a outra qualquer sem ser a Pernambu-
co; como ta ni be n porque ci para mim a
axpicsaodireilosde quo usa o acto ad-
dicional he i uns i muito dislincla da expres-
sflointeresses desta provincia qua o au-
tor do requer ment suppOe proju liea ios
pola referida lei pernambucana, pois em
verdado supponbo quo os termos -direitos,
e interessoss so cunfun lem o cons'.iluein
urna e a mesma cousj para a escola de Bcn-
than seguida por tod i aparte por tilo nu-
meroso conejo de discpulos nmpre promp-
tos a proclamar que o int rosso deve sor
a uiiH'i mola das aeges huminas '
veito, repilo, esta ensejo do loinbrar a S
F.xc. a nec 'ssiea te quo tem o Cear de quo
o sacerdote que for noineado visitador, teja
virtuoso, eeslej no caso desarvir do es-
pelho aus do ma s parodies e sacerdotes
desta importante parle do bispado pernam-
bucano.
Adeos : saude, ilinlteiro e paz do espirito
aos scu pas leilores.
RIO DE JANEIRO.
1110, 3 DE NOVEMBIIO DF, 1851.
Entrou henlcm de montevido o vapor
de guerra Colllnlio. llc-J'bemos por elle
l'olhas o Carlas daquella ci lade ato 21 do
passado.
Noeslado oiental eslava complolainanto
reslabeleci la a paz e a tranquillida le. To-
dos os deparlain lotos liaban reonheei la a
autoridade do governo o lodosos Oriontaes,
sem urna s execaeflo, su achavam reuni-
dos sob a bandeiri da liberdade, da civili-
saijao e do progresso.
O goverindor l'rquiza eslava ainda em
Montevido, maso scu uxcrcito achava-se
j em movimeulo para continuar suas ope-
raQes alm do Paran, u iiiustre general
marciiava cheio do conliani;a, o contava que
o segundo acto desle drama loria umdes-
enlance ain la mais breve do que o prli-
meiro.
Sobre estas opences e sobre o pona-
ment do governalordrquua diz o Comer-
cio del Plata do dia !9oseguinte :
O grande oxercilo libertador apresura-
se a mover-seo a fazer a D. Joflo manoel Ro-
sas o insigne servico de ofTerecer-lho a mais
brillianlo occasifli de s-ignalar sua capa-
cidade guerreira, de descnvolvora immcn-
ci lado dos sous recursos c de ostentar es-
plndidamente seu valor pessoal, pois sup-
pimos se enllocar resolutamente a frente
dos sous ex'rcitos. E bofe que a gravidade
Ja siluaejio exige todo o emprego do seu
poler o do seu genio ; exige.... D-'ixomoa,
porm, d lado osles gracejos, o oceupe-
monos da positiva rcalilado, dessi realida-
de material e pabavel que boje se apreson-
la liiminojimcnte a vista de todcs.
O exercito libertador, composto de mui-
tos milheiros do guorreiros experimenta-
dos e decididos ; guiado por um general do
reconli i a tiiteigoncia, bravura o auda-
cia; possuidor de ibundantes elementos de
niohilidilo tiirrestres e martimos; prec;-
di lo do gran lo prestigio quo conqiitstou
Eslou fatigado da I inga estirada que ac-1 sua inolvi lavel rampa ti lia do oilonta das no
Primoro lonente de
Jorge de Farias.
Primeiro tenente, Jos Alvos Pinto de Al-
meida.
Alferos, Luiz Comes Ferreira.
Dito, Manuel Marques do Amara!.
Dito, Alexandre Augusto de Fras Villar.
Aggregados.
Coronel da infinlaria
Oliveira Villas Boas.
bo de escrever: uielli-me em urna encami-
sada superior aos poquenos rcursis de
minha acanbada iutelligencia ; aquellos de
seusleitores que pescam do dircita mo des-
culparflo este meu arrojo : passomos a ou-
tra C0U3I>
Tenho a satisfafflo de commuoicar-lhc
,,quedesdo que llio escrevi a minha ultima
Sat boje nflo chegou a meu conhecimento
Estado Onenlil, o chamado pelns votos e
symprlhias dos povos quo anciosamento li-
liio nelle suas vislas, o exercito libertador,
diz'amos, assemelha-sea um gigante veloz
o vigoroso, capaz do derribare de pulveri-
sar com um doJo o aerio edificio do podrr
de Hosas.
A iMiiliuic-i di iiiustre general t'rquiza
uo xito da mi i em irosaeonlianc-i reflec-
lida o raciocinadahe completa e absoluta
Nflo ha ainda 40 horas que llio ouvimosos-
a noticia de um s assassin-to pralicado
nesta provincia, grabas ao acert com que
opatnoliro gabinete actual tem sabi lodarjitas palavras texluaos :
s provincias habis e bem intencionados! a minha campanha ser rpida. I.evo
administradores, que com cnergii tem con- 'una grando torra das tres armas, o advirta
seguido por lodo o imperio ou por dobaixojv. que nao levo todas as que poderia levar,
de oo berta enchuta os maiuros bebedores de so para pro va r pra ticamente quo sao reaes
sangitu humano, ou ao menos afugcnta-los je positivos nos povos, cuja causa represen- j
Vicente Itibollo de do ihoatro do suas facanhas, para descanso lo, o poder o a vontade de a acabar com
dos cidadflos pacficos ]Kosas so para dar ao mundo um ruidoso dos
Coronel de arlilharia, Jos Vicenta do Amo-: N3o gosto do saltos morais, o por issolmenlido as imqosturas do llosas. I.evo
rim Bezerra. quorendo passar do elogio quo acabo dCiessa lo i, mas nflo teret de empregar
Capitao, Francisco Camello Pessos de l.a- faier polica de minba provincia para um activamente senflo urna pequea parle, com
cerda. negocio da igroja, devo antas mostrar a la qual me a duntarei pessolmente o ga-
Anlonio Correia Sera \ relaglo quo existe enlre o quo fica dito o o i lope.
Rosas est j om trra ; nflo duvido
do que Iho digo : respondo-lhe por isso
I! o general enlrou por este motivo ern
pormeuoroa o explicates quo a prudencia
Iho permittia dar o que nflo devenios repe-
tir, mas que realmente nflo dciiam a este
respeilo a menor duvidi.
Pergunlando-se-lltu depois se poderia,
sem inconvenienlc enunciar alguma coli-
sa sobro suas inteiic's e ideas polticas pa-
ra depois da sua victoria, tova a bondado
derespondoriminediatamente puco mais ou
menos, o seguinte :
Creio nSo ter inimigos alm de D. Joflo
Manoel. V como mecomportei aqu. Das
massas nflo culpadas que hoje obedacem
I). Joflo Manoel por terror c por habito, pa-
ra quo he de fallar ?
Quanto a cheles e individuos que sa-
bemoquo fazemoo sustentara, creta quo
eu conheco bem ss uocossidades do cortas
posices, e quanto aos mashorqueiros isso
mo causa asco ; agora quanto ao tyrano, a
essosimhe preciso pcrsegull-o do mora o
som misericordia, ainda que seja no in-
forno : cumpro esmagal-o para sempre ;
ha isso nma necessidade e urna obrtga-
efio,
Quanto ao mais ah ost o moa >ro-
nunciamcnlo do maio. A que mais posso
aspirar, a qua gloria maior do que deso-
pultar a lyrannia e contribuir para o esta-
bolecimento do verdadeiro systema federal,
que he o voto dos povos ? Quero que lodas
as provincias gozum das suas respectivas
vantagens e direitos, que a nacflo so consti-
tu livretnento e que concorram para essa
obra todos os Argentinos indistinctamenlo,
pois sabe V. perleitamente qua a muflo, a
concordia o a paz, he a minha idea favorita.
O mais lal -o -'i i o congresso.
Muito so ostendeu o genoral acerca des -
les ponlos. Nflo queremos aventurar-nos
a repettl-os, porque como nos liamos nica-
mente em nossa memoria, recaamos aprc-
senlar com inexactidflo algunt conceilos
notaveis Julgomos, porm quo basta o
quo levamos dito para dar urna idea do scu
pensameuto, pensamento de que nao faz
misterio algum o que repeto incessalemen-
te a todos. Hoje nada mais fazemos do que
enuncial-os. Esses conceilos encerrSo um
programma, um porvir ; a ollcs voltaremos
opportunamovte.
o Jornal do Commercio de 24 da passado
trattscrevomos as concessrlps fettas ao gene-
ral Oribe pelo govnrnidor Urquiz, bem
como o ollicio qui esta dirigi ao encarre-
gado de negocios do Brazil em Mentevido,
pedindo a aciuiescencia do gotorno impe
>ial a ess8S concesses. No Comercio del
Piala do dia 14 adiamos transcriptas ofli-
cialmenle as mosmas oucesses, acompa-
libadas de mil oliiaMO dirigido pelo general
Urquiza ao prest dente da repblica oriental
pr lindo igual acquiosenncia da rarto da-
quolle governo. He om ludo semelhante ao
ofllcfO que receucu o Sr. Pontos o que j pu-
bioamus.
O presidente ila repblica respondeu nos
termos seguinte:
.Montevideo, 14 de outubro do 1851.
llccebi com su-u.ii i satisla^flo a nota
que V. Ex. me dirigi com data do hon-
tom dando-me emita das concessSos que V.
Ex. leve por bem fazer ao general D. Ma-
noel Oribe, e dos motivos que o enllocaram
no caso dd assim proceder.
A presso-me, pois, a manifestar a V.
F.x. que conlirmoe approvo, na parta quo
rae toca, tudo quinto V. Ex. oltereccu ao
general Oribe, o consta do documento i que
V. Ex. se refere em sui citada noli.
Satisfeitos tssim os desejos manifesta-
dos por V. Ex., seja-mo pormtltindoexpri-
mir-lhe a sincera gralidflo que me anima
pelo nobro o genoroso intoresso que Iho ins-
pira a ir i o i do mou paiz eos inolvida-
veis servicos com que V. Ex. acaba de at-
trahir-se o respeilo o as symralhias desta
povo 13o virtuoso como bravo.
Uueira V. Ex. aceitar osles scnlimentas,
ecuntarcum os do alta eonsideraco, ami-
zade o apreso com que sou de V. Ex.
ltenlo o seguro servidor,
loar/uim Soares.
Manuel Herrera y Obei. a
Como cima dissemos, o oxercilo do go-
neral l.'rquiza estava j em marcha para o
Paran. A'o dia 21 sanio de Montevideo rio
cima a divisan Correndna; no dia 22 se-
guii urna divisflo de 5,000 Entrnanos, e no
da 24 sahiria o general Urquiza com o res-
to das Torgas que vflo por mar.
Ao c > .,,.........nova i .ni,..c,h. publi-
cou o general L'rquiza is seguintes procla-
mages dirig las aos Orientaos c io scu
exercito :
(IgovernaJor ecapitfli general da pro-
vincia de Enlre Rios, general em chef j do "
sou ctorcito|e general da vanguarda dos
exercitos alliados de oporaces.
-los hahiltinlc da Repblica Oriental do
Uruguay,
Oriontaes! Pro-uelli -vos combatir por
vossa liberdade o sobcrinia nacional, o cum-
pri minha palavra.
Asea leas com quo vos opprimia o ty-
ranno da ininlii patria estflo feitas em pe-
damos, e s me resta quebrar as queoppri-
mpm o desgranado povo de Bttenos-Ayres,
onde ainda impera o abominavcl opprcssor
dos Argentinos quo os soldados da liberda-
de d.ivem combator.
s pani-iiio de vos, mas qualquer quo
fr o lugar oo lo me levar o destino, seja
aos campos da balalh, ao socego da vna
privad), ou a velar pela tranquilidade c glo-
ria de minha patria, het do sampre fazer vo-
tos pela vossa prosperidade, e para que sai-
nis conservar os preciosos bens quo aca-
bis de reconquistar dopois de urna larga <
desastrosa luti quo assoiou vossas ricas
campias o tiugio-is com o singue dos ros-
sos guorreiros e irmflos. Estes preciosos
bens sflo os da vossa libordade o indepen-
dencia.
Orientaos /-- Seris lirros, obedecendo
aos mnn lados do cidadao que a lei e sufra-
gio constitucional lovarem a cadeira da nn-
meia magistratura, o acetando as leis pro-
tecloras da rtda o da propriedade. Seris
independentes, virondo unidos ao abrigo
da gloriosa bindeira que he o symbnlo de
vossa nacionalidade, para que as naces a
os governos que vos obsorvam, vos respei-
tem, o para merecerdes a admiragfo dos
quejitraram o exterminio da sanguinolenta
lyrannia das Bopublicas do Prata, estihele-
condosolidamont) o imperio di Itberdide o
da le.
T


Orientaes INi unIJo est a for^i; na o Exm. Sr. ministro de S. M. Britannica o
paz a proaserld.de da voss. patria a felt- Jcavalheiro llerique Southorn.
cidade de vomos (litios: no esquociraento 3. I)eclara-se igualmente qua os rea re-
dos rencorescivis e no exercicio das virlu- sentantes tom.m a ai todo* as consequen-
dos republicanas a consoliJac,8o das vossasetas, sojam quaes forem, di declaracflo que
inatitiiic";,a nacionaes
tOrioutars.'UniSo, paz O fra temida Jo
para con todos, he o que tos reoommenda
aquelle que leve a gloria de contribuir para
reconquistar vossa liberdade e indepen-
dencia.
a Quarlel-geoer.1 no Pantanoso, 21 doou-
tutiro do 1851.
Justo i de Vrquisa
O governador e capitao-general da provincia
de tre-Hios, etc., etc., ao exercllo do teu
commando.
Soldados --Vamos regressar ao soio da
nossa patria, porque a gloriosa campanha
dos exercitos sitiados neste territorio est
acabada.
A liherdade ea gloria condu2iram-no9
a Repblica Oriental, para combaler por sua
soberana nacional, onca liada a ambicio
do tyranno dos Argentino, o eali ella ga-
rantida rom a rcconciliar-o sincera de todos
os Orientaos, eaem ha verso derramado o
sanguo desuus lilhos,
c Soldados 1A liberdado c a gloria cha-
m3o-nos hojea novoscanpos do batalha,
chamilo-noso c<5mpl'tar agrande obra da
regeneracSo social das Repblicas do Prata.
Eia, pois soldados : vamos combalor o
sanguinolento tyranno do Uuenos-Ayres,
libertar os povos opprimidos da fjonfeder.-
c3o Argentina quo geraem ha vinto anuos
sobo pesado jugo lia I y ranina de llosas.
Vamos proclamira nrganisacodo nos-
sa paliia sob o rgimen federativo sanecio-
nado pela victoria c pela vonliJe soberana
dos povos cerno o mais|conveniontepara fa-
zcr sua fclicidade.
Soldados!Km Uuenos-Ayres como na
Repblica Oriontal a nossa missSo be s-
menlo a de destruir o brbaro systema de
1). Juan Manuel di Kosas, que he o nosso
nico initnigo, que he o nico obstculo pa-
ra a coastituco de nossa patria, o nico
autor das calamidades pubpcas destes pai-
zes, e que fez correr o sangue dos Argenti-
nos e dos Orientaes as gu"rras susetla las
pela sua ambleo ou polo sou capricho, nos
cadafalsosou as ras da desgranada llue-
uoa-Ayres, sacnlicando a lolelliqeocia, as
virtudes e patriotismo de seus lilhos
Soldados !Esiou contorno comvosco,
porque nesla campanha cumprisie com os
vossos deveres como dignus c;dad3os das
provincias de Enlre Rios e Corrientes, e os-
peroquo continuareis a ser pola vossa su-
bordin.r.i i e disciplina os vordadeiros sol-
dados da liberdade.
Quarlel general no Pantanoso, 21 de
outubro de 1851.
J. J. de Urquiza.
Como he de suppr ignoravo-so absoluta -
monteo ponto ou pontos escolhidos pelo
general Urquiza para descirbarcar na pro-
vincia de Bu-nos-Ayres. Sfbia-se smente
que tencionava pos'iar domlo tal tola a
sua fine,-!, que dentro de poucas horas os-
tivesse sobre Bueuos-Ayres no ponto indi -
cadop.ra que o ataque losse simultaneo,
rpido o seguro.
Alguns das cartas,que vimos dizem que
o grosso do sorcilo brazileiro eslanciur
sobre o rio Uruguay, emquantu durarein a-
quellasoperaces. Ma dala i.i ultimas no-
ticias, eslava p .re o u Durazno, e parte so-
bre o Santa Luiza.
OSr. con I o de Caxias, que se separara do
seuoiercilo as margeos doslc ultimo rio
para ter urna conferencia com o geuerai
Urquiza, avislou-se co'n 01 Srs. Ponles o
Croiilcll no Ora IV, o no dia '5 chegou ao
quarlel geuuial do govornaJor da Entre
Rios acoiupanhado por mursquadro ilo ca
vallara. Ali si reuniram no ia 16 os mi-
niftroAorienitM, os Srs. Herrera c Batiie,
o segundo refero o Commrrclo del Piala, a
conferencia que houvo entre estas quatro
personagens, e na qoal so tralaio pontos
importantes, deu o resultado mus satisfac-
torio para todos os intoresses.
O Sr. conde co Canas chegou a Montevi-
deo na manila do dia 17. Antes de ent'ar
na cidade visitn ao Sr. almirante Grenfell a
liur.lo do Af/onso, e rocebeu as salvas e hon-
ras devidas aoseu elevado posto. 8. EX. lu
alojar-so u casa do Sr. Villaca.
Por decreto, com data de ti, tnandou o
governo orienlal cessar eni to los os sous el
feitos as dispos cues goveruaiivas dictadas
pelo general Otilio, c dec arou nullas e do
uculium effeito todas as que foram expedi-
das em opposiciio a coustiluicSo e as leis do
Estado.
Por outro decreto da nvsma data loi fe-
chado ao commorcio o porto do Ruceo.
Os batallies de liona compostos de orien-
laesque aerviam as lileirasdo general Ori-
be foiam issolvidos e incorporados aos ba-
Ulhesda guarnican de Moniividco.
Segundo tudas as noticias linba-ie aggra-
vado a enfermidade do general Oribe, c ne-
nhuira esperanza havia do seu restabelcct-
mento.
As dalas de Bucoos-Ayres alcancao a 17
do passado; O que ha Ou inais importante
lie oque diz respito aos dabalhos da sala ue
representantes do geuerai llosas. Como sa-
hem os leitores, esses dignos commissutus
da polica portenha nada maisfazem do que
representar as comedias de circunstancia
vompostas pelo dictador. Agora I boa fez elle
ili'-poin oih.ir o papal de fanfarrn mandan-
do-lhos assignar no da 20 do passado as al-
guinios resolucOes :
coolem o ai ligo interior ; exonerando, co-
mo exoneran), de todas as ennsequencias
ao Exm. Sr. governador geral D. JoSo Ma-
nuel de Rosas, porque p voto unnime da
provincia e da nacilo he que antes so sepul-
te ludo entre gloriosas ruinas do que se dei-
xem impunes a Ira icio lio lonco selva ;nn
unitario Urquiza, e os gravissimos ultrajes
que o Brasil tem feito e faz honra e i so-
berana dos Argentinos.
4. Decrela-se, como um testemunho da
profunda gratidSo dos representantes do
puvo, um vol do grabas ao Exm. Sr. go-
vernador e capito general da provincia,
hrigadelro D. JoSo Manuel de Rosas, pela
sua patritica desistencia u pela re.siilue.1o
tnui conformes com o que elle faz, em qum
to 0 tyaanno grita.
-" General Urquiza Avante' Esses alari-
dos desesperados ta tora, de Palermo sin a
mls inequvoca revelagflo da profundidade
alangaila que lile desles. Avante, avante !
Crile elle, insulte, clame muito embora :
que
i All en el Mito,
Suoleel tostado habitador dar voces,
Y al astro hermoso en que se inllama el dia
Frentico insultar. La injuria vana
llave a perder-e en la anchurosa esfera ;
Y Feb i enl.nlo derramaodo lumbre,
Sigue en silencio su eterna! carreara.
quellas prnvincias,quc por sua posicSo gco- coinpeinac.o. O mlnliterlu cencebeu'quc era al o Din doanno e.lcjao a approvacifii 'e
graphica ou elementos de riqueza natural nccea.arlo ofierecer ao bichad que qultc.se vendo em todo o caso o banco fuocclouar en"
meieooin toda aanlmacJo do goveroo garal, servir em laei lermoa mtlborea veoolineotoi, Janeiro proilmo. "'
oque por outro lado, em consoquencia de que pelo meos o poie.tem acoberto dasne- Rendeua alfaodega da 17 a 22, 105:300 6*1
circumatancaslocaes. estSo muito qoem ceialdadea da .Ida, nene Iniulio pedio ai ca- rli.
da civllis.cno do Rio de Janeiro, Baha, Per- m.. quef.culu..em meto.de f.zer.a.e auK-| Enj,m *;;^4 Jiw,,
nambuco, eoutraa provinciasido imperio. A Opposltaopara logobrabou, oquaeque- 1 carne aece. e as oulrat diversos m2t*
hsperamos que a provincia de Saula Ci- ria era ,er melos de melhorar tone dos aral-
tharina lera de colher algum beneficio da goi, de galardoar dedicacAea, eaiabelecer maii
visila casual que acabada receber de una uin.vinculo He dependencia contra esaeajutiei,
personagem que tanta induencla exerce conaer.ar mel de corrompe-loa. He fcil
Asnoticias do desenlace da questfloorien- nos conselhos de S. M, Imperador do ^'^^fSSu^ .?..?.!:
tal produzram em Buonos-Ayres mtis Brasil. ... Ynuaa aasratado oor esse camlnba.
profunda sonsaca. A perd. do exercito -. S6 hontem qu.si noite, apezar i-^^^^^^^S^ n0 ml.
confiado ao general Orlbo he um golate mor- maiores instancias di S. tic., pOle o pa- nlj,er|0i rol,rain oque elle pedio, e o Eira.
_ tal para o dictador. No sitio de Montevideo quete Imperador acabar de recebar o carvSo ministro da Juillca acaba de deilribulr ene
altamente honrosa e eminentemente ame- estavam seus melhores soldados o o mate- Je que careca ; o hoje pela madrugada lo- augmento de conslgnacno de modo acorreipon-
ricana adoptada as sues memoraveis notas rial de guerra que com tantos sacrificios vantou o ferro e seguio para o seu destino, der perfeltaraeote a confiaoca do poder legisla-
de 18 de agosio ultimo. Ireune ha dez mezes. N3o nos esquejamos conduzindo a seu bordo o illustre conse- tlvo.aiail.fa.er aeaaaanece.aldades da adml-
. 5. Importando tanto a heroica desis- deque todo esse exercito e todo esse mato- Ineiroe a, pessp.sque p acomp.dh.m. Os ';' Xl%Z^?Zw*
tenci. da renuncia de S. Exc. como a su. ] rial estari.m boje en. Buonos-Ayres se a ventos Ihes sej.v propicioii. > [^'^X^S^iVo^^^
resolut;.1o adoptada as citadas notas de 18 nossa esquadra, o s ella, n3o livcssem im- [Jornaiao Commercio.) |amigo?.
de agosto dous grandiosos acontecimentos pedido sua sabida notsladoOrientsl. -------- | Foram especialmente attendldoi, como a ra-
de immensa e mu gloriosa transcendencia I A soguinto carta cripta em Ruonos-Ay- o NORTE E SUI.
para os Argentinos, decretam que se cele*] res no dia 16 do passado, e transcripta no
astro.
DARO Dfi PERKAMBUCjT
HKCIFS, 33 D MOVaatBBO DE ||5,
Recebemos hontem pelo vapor Parame
entrado do norte, gazetas do Par com data*
al 8 de crrante, do MarauhSo al 11 ,ln
Ceara e Parahyba al 15 ao
No Bar tmba sido de novo prorogada a
assembla legislativa provinoial ateo dia 12
do crrente mez.
Nodia-ae do poasado armou-, unil griB.
do tempestado sobre a cidlde de Belom.o
brom com toda a solemnidade posslvel, com Comercio del Plata, d noticias de algum in- I Se ha urna nacao que tuao mai
tres salvas do 21 tiros, que se darfloao as-, teresse: tro de untd.de, queI tudo uniformice que pois ,naquelle. a qucu, erara olierecidos, e que bem mlnfl wpeMS,_ 11c. 11 lo urna dellasein
i FiiSBFr.iruMKNTflSna So aconaelbava. os termos que. por distante. h!7,,TnT,, S j" tle Bel.
Jhov?RNO<>aa cidade. raarlllma., pe. e.c.ce, do. seu cho ao nue tudo chame a um cen- recurso., encootr.Vam repugnancia Invencivel e? de llldoro Ferreira da CosU, o qu.l fu|.
do que luau cnailie a Ulll cen- .--------,,_--------------------_a-->..-- ------------[minniilra, naaanD, h.'^.i i.. ..-.1 jln..
que tudo unlforinl.e que pois
d.va aer, como da repblica
u a con.encao. una e lodlvlsi-
.comp.0h.dss as ditas salva s de repiques ajndanta de Maza, que fo levado logo por I^/^eamoto^ o,m^
gexaes do s,nos, embandeiramento e illumi- Jimeno praa.DC. de Rosas. ;.V^,'?'^S^, rudoemUocora
nag.1odestacidado note. "N3o podoV.TIC. formar Idoa exacta da p|elamenie confundido os lir.silelro. do norte
cerdo sol, ao meio di., e tarde, no dia No dia 1* chegou o Wfleman, ebontom necesariamente dava .er, como da repblica
cmque se promulgar osla loi, devendo Mr a fVnin. No primeiro velo o major Mayar, francesa decretou a conveneao una e Indivl.i-
, r -. ',., .__* ,_^_ "___vr hp il.' ctietrt n mrvrwi ,1. lira, 1 n mpainn
6. Esta le sera communicada pelo Sr. fatal impresso que produzo no animo de
presidente a tojas as honradas legislaturas lodos os partidarios de Rosas a noticia do
e governos das provincias da confederacSo. j dcsenlaco da questo oriental e o modo por
7 Os representantes da provincia as-! que Oribe foi voncido. Falla-so muito mal
lignario I prsenle lei, que ser levada s jdesle por nSo ter sabido aproveitar todos
supremas mitos do Exm. Sr. governador ge- os elementos de resistencia que tinha sua
noral JoSoManool de llosas por urna com-. disposiQflo.
missao composL dos Sis. presidcnlo e pr-1 O major Mayar veio dar conta a Rosas
meiro vice-presi denle, de dous Srs. deputa- 'de tudo que linhs occorrido, e dizer-lho
dos que o Sr. presidente nomear, e dos Srs. que a lodos os chafes e offlciacs que estilo
cora os do centror -com o. do sul, que diflicil
depulados secretarios
"\liguel Garda
"presidente da honrada junta.,,
(Seguem-se as assignaturas dos do-
mis reprcseatanlos.;,,
refugiados na corveta 7'Mi5d querem obri-
g.r a presta! juramento de nilo tomarcm
parle contra Urquiza, na guerra iniciou e vai levar por diante contra Rosas.
" Accrescenta que o almirante Roynolds,
r tanto pela manoira porque foram embarcas
Viva a ConfederacSo Argentita 1 Morram os ', dos pelo commaudante da 7'weed, como po-
selragmsaiqucrosos unitarios: Morra o/ou-'las justas reclamaces do governo de Mon-
eo, traidor eelvagem unitario Urquiza jlevidoedo almirante Grenfell, nSo qunr
Buenos-Ayres. 20doselembrodel851,;P8r>n''"--lhos que venlum a esta cidade,
anno 49 da libord.de, 36 da indep.n leticia P'r julgar.que desso mo lo faltara a neutra-
c2->du Cauro iararSoAneiiUua Ildadequo tem ordem de guardar, amenos
< A honadi TXtplantantes da q.ue oSr. Southern Ufo ordene e lome sobre
provincia, usando da soberana ordinaria e sl respousabilid.ee o as cons^quenctas quo
extraordinaria de quo se acba revestida, rosultem da vtnda dessos homens.
sanccouou tiesta data com valor c forca de xem-me agora que Jtmono e Torres
le o quo se sjsue asseguram que, doputs Je duas conferencias
" Att.' I. Declaram-secrimes do alta trai-'.q^ Southern leve com Rosas, resolvou pe-
c3o patria e escndalos, tnlracco do tra- !.<,'l' e e tomar sob sua responsa-
tado de de marco de 1831, quo rrma a al-1 bilidade a vtnda dessa gente. A mnguom
llanca federativa das proviucias litoraes, i sorprende este procedimento, porque, ees-
sustentado por t idos os povos quo compOe.B lelro 1ue faz um cesto faz um cento. Assim,
a cjnf.-deracSu argentina, como a sua base : Pis, esperamo-los brevemente,
fundamental, to los os actos commetlidos i .tste P"'" do Sr. Southern n3o servir
POlnvanJaloselvagaminitario Justo Jos ,scllS P demonstrar a altilnde tiijuslili-
deUrquizs indigno governador da provto-i c,vel 1^0 otisa tomar om negocios que tilo
ca do Eiilre-liios, com tendencia para dos- fervem sen.lo para pBtonloar sua patxio pa-
COnhecer a auloridada su. rema nacional lo <"*> clicfa supremo (Juanlo a Urquiza,
que dignamente exorce o illuslrado genoral i5 bomons que esloa borlo da Tieeed ttSo
O. J iflo Mauoel de Rosas. siloum esorco de temer, e na la importa
"2. Baclara-se igualmente anarchica o 1U!> venham.
atlentalona soberana da naco.eportanto ,Po1' u a "ml8 provinciano que hontem
a particular da uruvineta de Buonos-Ayres, i 'eccbeu cartas deSilta, acabo de sabor que
toda a reuna.) do torcas argentinas oxocu-. s'overno do Juqui sa pronunciuu no senli-
l.da.ou queso exoculo polo traidor Justo ''o da circular de Urquiza, e que em S-lta
J. de Urquiza com o lim do invadir qualquor,se esperava igual pronuticiamento a cada
das provincias da Coifodeacao Argentina ""omento.
ou a lledublica Oriental do Uruguay. I As lev,s cotilinuam aqu cada voz com
" 3. I'ica prohibidoeui lo los os netos pu- '"ais vigor. iodas partidas de S. Isi loro. S.
tilicos da provincia dar a denomniac.lo de 'ruando cCoucbas ruramarr.batadasestes
-(. 'tietal ao traidor Justo J. do Urquiza, dl8S umas 8f, pessoas que lizeram marchar
a quoms tratar com o merecido oppro- Par a *-u'da de Lujan. Ja llie dtss) quo cm
bruso Ululo de louco, traidor e selvacotu l'!',05 os oalr"s (">"'"* J. campanna se tt-
uiiitario. una fotlo o mesmo Reunir, pois, esto ho-
" Ap|oviociadeBucnoJ-A\resdesco-i"'cm'!onU'ma!, nSo soldados, ecteio que
nhece no louco, trai lor o selvagem unitario : """eral Urquiza nSo demorar sua pas-
JusloJ. deUrquizoocargo de governador Is,Bem pata el-i lado, anida quo nao traga
ecapilSo general da provincia do Entro- ,6r"nu,B lorca, o deseul.ee ha di ser m.is ra-
idos iptlodoquu loi nesso Estado. He esta a
" 5 Todo o pacto ou tratado que celebro ou |conviC(!ao de lodos' cessidade do paiz e
lenba celebrado o louco, traidor e selvageml* sua vonlade.
unitario Justo I. de Urquiza com o intitula- I '"iern-mo agora qne JoHo Rosas
do governo de Montevideo, com os selvagens icl"1 par" *'* D. Vicente Gonzalos; que
squerusos Unitarios, ou com o prfido an-i CJ""nandante Arana sera mualo bem
ti-amerioano governo do Brasil, declara-sai como. AK'ir,.Larrazabal e Jimeno no com-
erimed ilesa naciio emergente di sua al- ndo da milicia activa, porque nad
llanca punivel com os diios Intitulado eo- bc cumo militares.
___-. -.......' I I. ,i v un1 ri i- a.1
verno de Montevideo, selvagens asquerosos
Unitarios e prfido anti-a.nericano gabinete
do Brasil.
6. louc traidor e sclvagem unitario
Os exercicios so agora quasi diarios,
o que augmenta o desgosto o o nial eslar em
todas as classes. Nada se vende nada se com-
pra, ea necasidade de sabir desta situacflu
JusloJ. do Urtjutza.alliadoao intitulado go-1 vlu|eQtissima todos a reconhecom e de-
verno do Moni'Video e aos selvagens asque-i SC;J'10' .,
rosos untlaitus, e vendido ao perli lo anli-' '""le Pera suspendr3o-so ate no
va rosulugSo.
Parece que o major Mayar regressa no
Rillcman com a resposla do Rosas; e segun-
do nuco disse na capitana que lova a ordem
do Sr.Selhom para que o almirante ltynolds
mande para aqu Maza e companheiros, e
03o para fura da Cabos como dizem exiga
o almirante Grenfell.
Os da quinta de Palormo, echo do V.hefe
Supremo, fallatn muito mal do almirantcl.e-
prc luur, porque dizem que dopois de mui-
auiericano governo do Rrasil, lica fura da
protecc,3o das leis.
" 7. Todos os que cooperom ou lirerem
cooperado para a lraQ3o e venda ignomtuo-
sa do louco, Irapior e sclvagem unitario
Justo Jos de Urquiza, licam proscriptos co-
mo icos que sito de all traicSo ao Es-
tado.
"8 Excepta m-so do disposto noartigoan-
teccJoule os que a juizo do Exm. Sr. gover-
nador c capitao general da provincia, chele
supremo da Confederae3o Argentina, illua- tas lisonjo.raa offerlas, quanlo vio que a
tra.lo brigadiro I). Jo3o Manoel de llosas, | alluasjao sa dosenhava clara, responden ter
u Viva Confederando Knjentina '. Morro os
selvagens atgiterosot unitarios I
dfWrrio louco traidor sclvagem miliario l'r-
quiza.
Buenos-Ayres, 20 de srlembao de 1851,
anno 43 da liherdade. 36 da independencia,
e 22 da Coiifederacilo Argentina.
Possuida a honrad. representacXo da
provincia do justo enthusiasmo que inspira
o acto eminentemente paliolicodo Exm Sr.
governador e capii'3o general da provincia,
brigadeiro U. Ju. M.iiio. I de Rosas, desis-
lndo hoje da renuncia do mando suuremo, o
dando cun esse acto m.is um lesteoiunho
sobre os mu relevantes que tem d.do d. fir-
mo e inconlestavel decisSo em que ests.
Kxc. o5r. brigadeiro generai i>. Jo3o Manoel
de Rusas de sacrilicar-se dla aua patria,
sumpra que a defesa desta contra os selva-
gens asquerosos unittros, ou contra qual-
quer aggreaslo ou injusici esirangeira o
pnc.jComu o pede hoje a guerra aleivosa e
pirtica quo sem piecedente declarar,u> faz o
governo brazileiro ; sanciona, usando da so-
berana ordinaria eexlraordiadria de que s
acba investida a seguinle lei:
1. Os representantes do povo, possuidos
do tn.-iis intimo jupilo, aceilam a desistencia
que faz o Exal. Sr. governador e capilSo-ge-
iicral da provincia, brigadeiio D. Jo3o Ma-
noel de Rosas, da renuncia que reiterada-
mente havia dirigido a esta honrada junta, e
nos termos ero que a propOa.
2. Correspondeodo os representantes do
povo, at ondo Ibes he possivel, a case acto
eminentemente patritico de S Exc, decla-
ris aileonameate que todos os fundos da
provincia, as fortunas, fama e futuro dos re-
presentantes dalla e dos seus comiiillentes
licam, sem limitacSo netn reserva alguma, a
disposic.no da 8. Exc. al dous annos depois
de terminada-gloriosamente a guerra contra
o loueo, traidor, sclvagem unitario Urquiza,
e a que S. Kxc sabia c enrgicamente deca-
rou ao Brasil alas tuas memoravel notas de
Mide agosto do presante anno, cm resposta
tiverem Sido induzidOS por violencia, erro
ou cugjiio a seivir ou a cooperar para a
traicfiu e venda iguominosa do louco, trai-
dor e solvagem unitario Juslo Jos de Ur-
quiza.
" a Esta 1 i sera assignada pelos depulados i
que concorreraui a presente sjss3o.
" lOCuinmuniqtie-se ao poder execulivo.
--' Seguein-ic as mentas aisignaturai. )
.\. pmneira destas rosuluces, o quo ha
de mais nolavel he a noticia que se da do
que o general Ilusas declaruu a guerra ao
Brasil om 18 de agosto prximo passado,
om urna nota que dirigio'ao Sr.Soulhern,
ni. iiii i o da i.i.'ia-lini mil, em Bienos-Ay-
res !... Seria esto por coito um meio novo
de declarar a guerra ; mas temos a vista a
nota a que e reforo resolucSo, o nao en-
contramos ali semelliaulo declara;3o.
A segunda resolu(3o, que revela clara-
mente a agona do tyranno de Palermo,
aprsenla lambn urna novidade. A sala da
Buenos-Ayres decreta solomiienionto os ti-
tulo! e designares quo se devem dar ao ge-
neral Urquiza 1 Era o fljr.o que l'.lUva
coros legislativa dos represuutanles de
Rosas.
O Comercio del Plata, ao transcrover es-
tas resoluQes, faz, entre outras, as seguin-
les observares:
*' O intitulado chafe supremo, o redigir
o te. decretos, quo minJou, assignar pelos
seus referidos commissarios,e coui os quaes
julga quo pode impor ao general Urquiza,
andou loo acertadamente como ha um anuo,
qu.in l.t.i- mi p.lavras c vozerias, julgou que
impunlia ao Brasil.
" lleduzio a mais palpapcl impotencia,
ao mesmo lempo que se jacta da universal
ardenle decisao do paiz, emprega as mais as-
peras violencias para arrestar aos acampa-
mentos luda a pupnlaclo rural. FanfarrSo
desconceituado, julgi encobrir ossa impo-
tencia com sanecOes absurdas e de saugue,
com gritse doeslos dirigidos ao hoiiiem
que o faz tremer.
" Entrel.utu, csso homem que o faz tre-
mor, rindo-so, como ns, das conlorsOes de
um tyranno agonlsaole, coneluio jan m.is
arduo da sua tnemoravel tnpresa. J dis-
temos en oulra occasiSo' que estovamos
reccliido ordem para guar lai completa neu
tralidade nestes assu'nplos.
Sabadoii estiveram as ongas do3IZ a
316, o do uoitea 30. Segunda-luir do 330
a 351. Ter?a I come^aram a374ob.ixa-
ram a 338. No da ti tornaram subir a
35, e hoja esUo de 319 a 315. Estes
procos n3o podem lomar-se senSo cjiiio no-
minaos, pois nao lia Irans icces-, nem que n
se atreva a fazor negocios om moeia metal-
lica. -
O Sr. conselheiro Garneiro Leo chegou a
Santa C.tliarina no dia -26 do mez passaUo,
eso na madrugada do da 28 pode seguir
para Montevideo. O Conciliador Calhermcnse
dando conl. da chegada deS Exc, uxpri-
me-se nos seguimos lermos :
Esta ci lade leve ante-honlem c hontem
o prazar de ver em seu seio um dos primea-
ros estadistas do Brasil, o Exm. Sr. conso-
llioiro de esladado llonon liermeto Garnoi-
roLaSo. S. Exc. val ao Rio da Prata encar-
regado de urna ou. m especial, e ante-hon-
lem ao meio da eulrou ueste porto a bordo
do paquete de vapur Imperador. Acompa-
n lio ni a S. Exc., na qualidade de seu secre-
tario, o Sr.Dr. Jos Maria da Silva Prannos,
lente da escola milirar, e o Sr. Carlos Pinto
da Figueiredo, na qualidado da addido.
Apena! desemb&rcou, acompanhado de
alguna empregados desta culo le, a quem
chegou a nulicia a to n o de irem receber a
S. Exc. no porto de desembarque, o nobio
conselheiro dingiu-se para o palacio da pre-
sidencia, Ah pouco se demorou e, recusan-
do os offerecimentos do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, foi hoipedar-sa no hotel
desta cidade. S. Exc. quiz talvoz por este
meio mostrar que os altos empregos que
tem exercido e exorco no paiz o n3o tem
inhabilitado para co nmissOas eon que he
preciso renunciar os couioio los, andar r-
pido e escolelro.
A tarde de aoU-hontem eam.nhade
hontem S. Exc. euipragou em vera cidade
do Desterro, visitar saus principaes eatabo-
leeiui -nUis, o inl.iiiii.ii -se do oslado mural
o maleriil da provincia. Nesses passeios e
visitas, foi se.mp'u S. Exc. acompanhido
pelo Ilustro senador de-la provincia o Sr.
Hito.
ser ao poltico conceber uina diviso. noj
plau.ivel, mas slmplesmcnte possivel entre os
diversos ineinbro. da familia brasileira: aFrao*
ca, o p.z o mais unitario, e regido pela maior
conccnlraco de poder, compe-.e de provin-
cias, cujos habitadores sao de diversa orlgeru,
de diversos hbitos, de diversa rellglo, e, ala-
da nao ha setenta aaoos, at de diversa orgaol-
sacao poltica e administrativa, at de diversa
legislaco e de diversa liogoa ; e aetn embargo
de todas essas diversidadese opposices as pto-
viucia. de I-" 11..- > tem tanta cohesao entre sl
I nuando em i.M houve entre o. afilados
vencedores o desejo de relalhar o territorio
d'essa oaco, cassini acabando com ella, punt-
udo critne de su., tongas victorias, elle, os
vencedores, frente de uiilhde. de soldado.,
senliore. momentneos da aua inluiiga, nao se
atrevero.... reconhecero que es.a lei do ven-
cedor seria ioeiequivel, que Carla reacede. bre reacedes al iiue e junlassem de novos
membros d'esse vasto corpo, e reconstruis.em
casa bella c gloriosa Franca.
>'o Brasil ha homogeneidades etn todos o.
pontos em que a amiga Franca tlnha divergen-
cias ; au ha entre os ttrasilciros do sul e os do
mu te um s intere.se opposto que lucte con-
tra essas homogeneidades, e neutralise as.ym-
p iiln.i que deltas nascetn; e entretanto, em
tudas as pocas, o. nosso. revolucin.nos,
i|u nulo lera obtidoacooviccao datinpo.iiblli-
dade de reallsarein suas esperanzas cora quaes-
quer recurso., qu.udo .e eonvencera que o
nuil leu.o publico Ibes balda todos oseaforros,
que todas a. baudeira. que haslelain a nio-
gocra deslumhrara, vo esbarrar contra a uoi-
dade do imperio, e pensara que, porque uina
repblica lideraliva llorescc ua America, po-
derao acbar que Ibes corresponda u.n .enti-
uento de separacao, de aoifiuillaco da gran
de uoidade brasileira. e a elle scdlrigem.
Lde tuda essa papelada anarchica que se
iinprime na. provincias do norte, e veris que
ii.io creamos phatilasmas, que nos nao illudi-
iii.i cora chimeras, quando dilema, que hojeo
especial trabadlo dos conspiradores se dirige
separacao. A constliuinle, a repblica, todas
as mal. questes revolucionarias, todos os a*f-
vanrioi com lauto cstudo compendiados no pro-
grama da Venda, viro depois, tero lugar ne-
cesariamente depois de couseguido ease pon-
to : esse ponto purin he o esse.ucl.1. A estu-
pida leiiiiM in, i da contideraco do equador be
anda boje a spiracao uiauileaia de ludo, es.es
aoarchistas que peusaui que les he dado ma-
caquear o que lizeram os seus paes, e nem ao
meaos lera aproreitado viole e tanto, aunos de
esperlencia, para inventareui alguma cousinb.
mais nova, mal. apresentavcl.
O grande, o nico fundamento das declama-
ces cora que preparara o terreno, e procurara
Irritar os espirito, he semprc a eaphalica rep-
llelo de que as provincias ao aacrtrlcadas ca-
pital ; de que be cora o fruclo dos ituposlus
pagos no norte que se suslenia o luzo da corle;
que pois esse. recursos que aqui se despeu-
dera, .c as provincias liisseiu e fossera ap-
plicados por ellas propria. ao que .Ihes fosse
conveoicate, dar-lhcs-hiam una opulencia,
um progres.o, inulto aqun) do qual boje ae
acbain.
He i,.i absurdo; a capital do imperio llore.-
ce gracus ao b mi einprego dos seus recursos
(o uin ios, graf as acliv.dadc da .na produeco,
a iraportaiicia do seu porto; e uo que he de
despeas geraes. a bem de iodo o Imperio, eu-
tra ella cora uraa paite muito superior cada
um da. mais provincias, uina parte corres-
pondente ao seu progresso, ao aeu adlauta-
uieniu : a alfaudega do Rio de Janeiro rende
mensalmeate ui.u. uc rail coulos! He iso ab-
.urdo; porque a renda geral arrecadada as
provincias rellue toda para ella., seno mate-
rialmente ao ni no. valores iiiimaterjac nue
lana importaucla tem para as naces. Sao
de.se genero a .eguranca inlerna e externa, a
consideraran e o re.pcilo, uiii i a liniuislr.ir.au
que deaeuvolva oa germen, de prosperiJade
territorial, que cure asstdua dos progres.os
moraes, etc. Mas absurdo ou nao, esse argu-
mento, dirigindo-se infelizmente a paixdes tao
teua.es como a ioveja, suscitaudo lodos esses
velos precooceilos do bairrisino ou do provin-
cialismo, pude adquirir baslante Torca, nao
para triuinpbar, que h iss irapossivel como
bora sen.o e a lealdadc brasileira, ina. para
causar alguns embaracos, eutorpecer ainda al-
gum lempo a prosperidade dessas iiicsraas pro-
vincias do norte ; e |>oia, cuinprc atlender-lhe
a nao .i. n i. escapar OCCMIS de rcfuld-lu, de
refuta-lo pereiiiptoriauente, cornos factos.
A. provincias do norte sao encolas, a corle
lhc.be madrasta, lodos os seds favores ao pa-
ra a. do sul, a quera como rilhas prdellectas
at enriquece com a forluaa das enleadas.
Hasta atteuder um pouco nossa leglalaco,
nossa admiulstraco para verquautos desmen-
tido, apresentam ellas a es.a assevera(o da
aoarebia: para todo o Brasilciro que peusa,
para os poderes do estado, o uorte e o sul nao
.ao dilt'erente. seno era geographia, norte e
sul merecera todos as mesinas atlcucdes, ou an-
te, a alleoco hadada a quem dclla mais ue-
ces.ita, e au aorte mais do que aosul.
Ha uina secca ao Gear, aa Parahyba, nn Rio
Graude do norte; a fo.ne victima a. sua. po-
puta^Oe.: o governo craprega cora a mais Ino-
ra ve 1 acllvidade de lodo. o. recursos do sul pa-
ra acodir ao norte ; e a populaco da capital do
imperio, sempre prodiga, quaado li i graades
acto, de fratermdade poltica, de caridade
rin i-i.i.i que exerce, cottsa-sc, c auxilia os re-
cursos do citado com os dos particulares. Er-
gue-.e a aoarebia em i'n u uniiuro, eeateaa.
de vicliiu.9 .uccuinbem; as ln.titulce. ao
.alvas, a ordem se restaura ; mas da lucia lloa-
rara inultos .oltriineuios, inuias lamilla. Jatea
ao desamparo da viuvex c da orphaodaUe: a
populando da capital io imperio .ente o. no-
bre* estimulo, da sytnpathia, Improvisa urna
siibscriprou, e aln maiida alguns recurso, que
auavi.ein o p.decimeoto dote, mi.ero..
Hontem J mostramos, oceupaudo-no. com o
regutaincuto acerca dos semiuarios, como pro-
ceda o governo no deslribuir os dinbeiro. pu-
blico. : do. vinle conloa d.do. p.ra seminarios,
so o l'ara liuii i ab.orvido perlo de uietade, e
ao Rio de Janeiro nada Hulla sido dado* mos-
tramos que nisso nao tlnha b.vldo um cortejo
do nimsimo s proviucias do aune, masque
era por ccrlo ura tcsieiuuuho de que, conside-
rando a todo, os Hrasileiros cm una .6 e vasta
coiDuiunbo, o governo alteudia s nece.slda-
desaquetluha de prover, nao era atteaco a
posicao geograpbica da provincia em que ella,
appareciam, porni smeme era allenco su.
urgencia. utro regulameato do governo ao.
farnece Igual exemplo.
Sibe-se que era geral nao he muito de lave-
jar a .orle do. nos.o. juiae. muaicipae., redu-
aldo. a ''o nie.quinbo. vencimento.; termos
ha no imperio que >2o verdadelros degredos.
Ks.e. termo., por li.o me.rao que raai. atraza-
do.i mais falho. de recurso., ttiaii pobre, sao
calculavam que, cuinprlado com o. seus ar-
duo, c perigo.o. devere., nem ao menos con-
.eguiriain o necesario para aua parca existen-
cia : para ea.es termo., e s paradle, houve o
augmento. Qualquer que fo.ae a provincia, li-
ca.se ella para o norle ou para o sul, o minis-
terio a Is.o nao allende u, .itiendeu exclusiva -
nenie Imperto., nece.sldade o termo, .
suas coodlcdcs. Accoaleceu o que era de pre-
ver, que foram a. provloclas do norte aquellas
em que mais avultar.m termo, que c.reel.m
desses mellior.mento. e o miui.lerio o decre-
tou.
Desaliamos oppo.icao, quer a anarebi.
do norte, quer es.a que aqu declara nao eslar
em anlagoni.mo, e >o .iin era meras divergen-
cia, com ella, que analy.e e.ae decreto do
governo, que aponte un desvio de..e prin-
cipio., ura s augmento que nao fo.se duipo.lo
pela, condiede. inherente, au proprlo termo,
que fosse lilho do abuso, do de.ejo de patroci-
nar alguem. Deaafiamo-Ia a que ofaca....Ma.
oo he a no.sa opposico que se oceupa com ca-
la, coma. ; ao deu eHa f dea.e decreto do
governo, nem agora o Ir procurar para lr : o
que ella quer he Insuar a. pal.de. a. mal. ce-
gas, he diltamar o. ministros, na raso inesma
do. servico. que prc.lain ao pas, e para laso s
um cainiahn tem, c esse faciliinu; nao estud.r,
era ao menos lr oa actos do governo, e amon-
io ir declamarles.
Mas ciiilim Oque mata esta prova do e.plrilo
que inspira o. acto, do goveruo: nem um mi-
ai.terlo levou mais longe dn que o actual o te-
lo pela regularidade do servico, especialmente
pelo que dit reipeltO administraran da ju.ti-
ca, ue ni um mais se corapenctrou de que a con-
n a in, i t.i i explcita e completa, que Ihe votara
as cmaras, Un: impde deveres mu .crios ; nem
um indino provou que para elle o Imperio,
uin c nico, nao tinha para a politica norte
nem sul; era todo um,
Contine elle assim, e quac.quer que tejara
oa esforco. e esperanca. da propaganda anar-
chica, quae.quer que srjaui o. preconceito. e
paitei que ella invoque, o boiu enso bra.l-
leiro tera mil recursos, rail provas cora que Ihe
resista, a palila brasileira nao ser dilacerada
pela loucura c pela ambico ; uina e uulca pa-
ra todo., cuiiliuuar elerua.
(Crrelo da Tarde.)
PERNAMBUCO
RF.CIFE, 22 DE WJVEMBRO DE 1851.
as 6 nor.as o.l i-a.l-.ur..
RETBOSPEOTO SEMANAL,
perigo de vid., e Tez ulguns estragos no dito
predio.
Em a imito do 2t falleceu repentinamenls
o lenente-coronel Jo3o Roberto Ayres C.r-
neiro, quo all servir por Interinidade o
cargo de commaudante das armas.
Lc-se no Trcxe de Mato do primeiro do cor-
rente :
Em um dos di.s da semana passada re-
gressou a eate porto o vapor de guerra Gao-
plassu', vindo de C.yennt, onde tinha Jo
levar o Sr. A Ira oches, nosso cnsul despi-
chado pa'a aquella colonia. Trouxeaseu
bordo vinto o cinco colonos, n.turaes di
ilha da Madeira, que para all tinhatn par-
tido depois que foi abolida a escravidSo nis
colonias francozas, os quaes baldos do tra-
balho, emqua podessem adquirir meios de
subsistencia, alcancar.m pass.gem p>r.
esta provincia, aonde foram bem colhiJos
nSo s do governo provincial, que logo Ibes
deu agasalho, e offereceu trabalho as obras
publicas, emquanto no obtivessem molho-
ros vantsgens, mas de muitos proprieta-
rios, que tralaram de os engajar para seus
servteos particulatesdebaixo de favoraveis
conditOes. Consta-nos, que all ficaram
mais uusquaretita e tantos tlleos espera
de occasiSo opportuna para se transporta-
rem para aqu. O futuro daquella colooii
he lamenlavel; a sua l.voura tem dellnba-
do progressivamente depois da em.ncipa-
(io dos escr.vos, o qu.es b. muito custo
se sujeitam ao trabadlo, e assim mesmo por
grandes jornaes ; do forma quo nao he raro
vr hoje grandes fazendas ruraes, outr'ura
florescenies, e lucrativas, condemnadasao
aban lono, e sem valor algum real : o com-
inero n esta mu decadente; sentase falta
de quasi todos os objectos de primaira tte-
ccssidade, e esses conservan) um alto proco:
o sooego he appareme, e sustentado por
urna forca de perlo de duas mil bajonistas de
tropas e nopeas, mu disciplnalas.
Foi ltimamente eleito representante do
povo por aquella colonia u n preto, o quil
ja tinha partido para Franca tomar assen-
to na assembla nacional. Por um dos pas-
sageiros do vapor, pessoa de crdito, e por
ooinmunioariVs particulares do dito oosso
cnsul sabemos, que os escravos desta pro-
vincia, refugiados no territorio daquella co-
lonia desde 1850,3o apenasdesono,sendo
alguns da comarca deat. capital, havendo
ne.-so nuiocro quatro pretas. urna escrava
do Sr. Vicente Antonio de Miranda, Esla
No domingo 1(3 do crreme, na acadctnla Ju-
rdica de Oliuda. loi conferido o grao de du-
:rqruaedbeaCSlout,1, tr;v?nJdVdrc"p.ld0rrin,nlonn.,,cen: *& ?-<" tiT""* ^ ^
remoma o doutor Francisco de Paula Bap- pfrereccr aos terroristas, que por vezeslen
lista. figurado a comarca da Macapa prestesalt-
.\odiais pelas cloc hora, c niela da tarde car sem um escravo, pelas fugas constantes,
foi atro.mente as.aa.inado na povoaeo Je Be- que se tem operado para Ierras de Cayena.,
bcribe, no tugar denominado Uautienga, um Pomos inforaiados, que os dtlos esclavos
individuo branco de nurae Antonio Rabello ali refugiados eslfio mui desconteutes, tau-
'"iL"*"'?, p"d0 .cl'"!.iadK P"i'0;" I"', d"- to pelo mo trato, que tem recebido das au-
Seru'h^edTtrne6 %?" WS'Sti m^fe *"? ?". ""
evadindo-se depoi. com| a maior commodida- I mo Pels grle IM Jo sustento, que expe-
de, sem que losse perseguido. O ...a.sino, e- rimonlain.
giindo no. Informara foi mandatario de oulro. luonto ao estado sanitario da provincia
No da 20 eon.ir un do sul o brasileiro S.- nada encontramos destl vez nos j>riiai)>|'
SafMdaf c o IVeiol inglei. Tudo por all val pe-' respeito.
!.,.'n.?lhI:.-* f?.'.'? -do.-,U? S. i? 5!'e.!* I No MaranhSo foi igualmente prorogada
un- pecmlmente por albor de um projecto do
que lei, que conlinha providencias cere, do
pelo que licarain algn, redutldos a diplou
tisar na propala Ierra, onde ali, ditera q
nlnguein he profeta. (Jm dos objectos, que mo- tecolhinv nto de >'. S. da Annnnciaclo da
nopoiisou por algum lempo uiienc.io do. cor- cidade de S. Luiz, a que deixou do ser laoc-
tesaos. e enireievc com diseu.sSe. a. colu.n- clonado por falla de utilidade, eporataotor
na. do. joroae. llura nen.es, foi uin recreio d j ordinario rospeito, esperan-
..VdferraWSJV^ 'qaVa.! 1-.tari.m a mosm. ,oPrteoulroPs pro-
sesteriara SS. MM. II., que para ee liinti. jacios mais. ... ,
uham de honrar cora suas augustas presencas a E n 21 do mez passado foi assassinado
ca.a do Exm. visconde de branles. Por ou- nos campos de Anaj.tuba, districlodo Mea-
no lado a mais cruel das fltha. de Erebo con- rim, COin um tiro, Turqu.to Fernandos da
linuava na tarefa, que .obre .ltomou.de re- Silva, voq tetro da fazenda Boa-vista, pro-
novar o senado, efa.erdeste modo calar aquel- prBt|Ja deJo0 Alve Pereira da Esper.ll-
1^tt%m&3ffiR. ? -"'oo.sssssin.lo commettido dentro
as noticia.as.nal. li.ongelras. Montevideo es- da Pr0Prl cas d faienda, e na occasi3o
t completamente pacificado, e Oribe que o v e,n .I"8 eslava o pobre homem celando,
cora petar acha-.e de mal. a mal. por mal de, Tinham havido dous incendios na capi-
peccadot gravemente enfermo, e na impo.si- tal, um no dia 13 o outro no dia 20 do pas-
bilidade de fater mal. alguiua travesura. O sado.
general Garzn, a quem era proinettlda a pre-| Achava-se designado odia 2 de fevereiro
sido,,:,a,I, repblica na p.ox.ma eleicao, tara- ()o anl|, j reuniSo dos eleito-
ttEBSL TeTr rae^oTe'', Jj VxF "l**" S d"UtidM D"
obler nao succurabi.se s molcslias, que o op- assoiDDIca maraohause.
priinlam, e que se exarcebaraiu com as fadi-
ga. da campanha
Plida mors quo puliat me ele.
O que quer diter que, tanto Oribe vencido
corno Garton vencedor e.lo-se vendo as der-
radeira.
Ao que refere o nosso correspondente
no Ceara, em sua carta transcripta em ou-
tro logar, resta-nos acrescentar o seguinle:
No da 10 do correnta respondeu Joaquim
Bautista do Mello Oxal perante o jury da
raiieiras. _. ca pital pelo crime do calumnia irrogada em
na u.s'nivLn^-hVatr." t$JS3E acarts a rr't .po,,cu Dr-Vieira
de lloenot-Avres. qual servir, .egundo nos. Rodrigues, e fot absolvidO.
parece, de auxiliar o no.so exercito. Porin Segn io O Ceareoso, constsva achar-se
eremos que desta vet o destecho do negocio, no ne.do sacrotarto do governo daquella
se ebegar a tr comevo. uo .era era lao fa- provincia o Dr. Francisco de Arattjo Lima,
cil, nem lo rpido como o promette o gover-
nador enir e-i i mo, e fatemos votos para que o
aome e a honra do imperio nao sejara com-
prometido., como alias presumimos que o nao
serio.
No vapor r>to( velo de pa.sagem o Exm. e
llcmi. Sr* D. I.uduvieo Resi, blspo deCanopo,
e legado de S.Ja.ulidade no Rio da Prata. 8,
Fie. aaltou aqu incgnito e recolheu-.e ao
hospicio de ti. S. da Peuha, d'onde .ahio no dia
al para ver a cidade e embarcar no dito vapor,
sendo acompanhado al o porto peto Exm.
bi.po dure-ano, rcerenditilmo. prefeito da
i'.oili i, provincial e prior do convento do Car-
ino, e pelo Sr. Elias Bipltsta, cnsul do.e.ta-
dos pontificios nesta cidade. Consta-nos que S.
Etc. nada pode concluir de aua ini.so ao
Prata, porque o dictador Rosa., actualmente
iiicap.it para negociar, nao deu a.icoliinento
rasoavel a. tuas proposiedes.
Hoje chegou do. portus do norte o vapor Pa-
ratnse, deixando toda. a. provincias dei.e lado-
em trauquillid.de, e no Cear quasi exlincla a
leiire amarella.
O reverendo mlssionario capuchiohoFr. Se-
baallao de Me.iiua coacluioa su mi..ona ca-
pital do Rio Grande do norte, com uot.vel
proveilo para a moral e par. rellglo, Hou-
verara all trinta quatrocasaineutos de aman-
cebados, multas reronciliaces e resiituicdes ;
e ao reiirar-.e da cidade do Natal, deixou o
meritorio capuchinbo os seus habitantes chelo,
de laudadas e reconbecimeato, pelos benefi-
cios, que, com o auxilio da palavra evanglica
acoinpaohada de salutar exemplo, Ibe. .oube
oulor n.
Nao ha duvlda que vai adiaute a In.talla-
codo bauco coinmerclal ; porquanlo .abeino.
queja existem assignaturas que chegam qua-
si a 400:000,000 r.. A cotuiuisso dos e.Uluto
juit municipal do Ico, sendo revogada a no-
inaac.io da onlf i.
O mesmo jornal refere que os habitantes
da comarca de Cranje* exasperados coma
noticia da suprossSo da dita comarca, aca-
bavam de en lerecar juntamente com a res-
pectiva cmara uiuuiciual duas representa-
giijs a assembla e ao presidente da provin-
cia, pe lindo a conservadlo dola.
Lu-se no Pedro II do 5 do correte :
ii Foi preso, e acha-se recolhido cadeia
dosta cidade Vicente Alves de Altr.eida, fot
haver no lugar Ju, termo do (Juixeramo-
Ihiii, ass.sstnado a Miguol de Freitas no
dia 25 do mez prximo passado. Semelbin-
temenle foi remeltido pelo delegado da vil-
la de Santa Cruz, e lica trancado as pn-
sies d esta cidade o criminoso de tnortc Ua-
uoel Moieira, que so acba ali processado e
pronunciodo,
Na Parahyba nada havia de extraordi-
nario.*
Correspondencia.
Senores Redactores. Esta carga para
i cidade do Porto, a Gallera Bracharence
da qual he mui digno commiodanta o Sr.
Rodrigo Joaquim Correia.
Offer.'oe-se pois agora urna bella occasiSo,
quem quizer, ou liver, de ir i Europa,
aproveitando nSo s os oxcullentes comis-
los doste mui velleiro navio, como tamben
o delicado, e zelloso tratameulo, prodiga"


i viagem polo seu exinio com- Escunadinamirqueza--/7s,wm cimooto.
Escuna braslleira -- Olinda merca lunas.
ImporlacaO.
Brigue escuna braslleiro Olinda, rindo do
Rio de Janeiro, consigna lo a Michado & l'i-
Pinlieiro, manifeslou o seguintn :
1 caixao chapeos de sol; a Jos Falque.
S caixas mercadorias a M. Carneiro.
1 caixao chapeos; a Olrveira Paira i Com-
panhia.
4 voluntes cha ; a Niws & Companhia.
1 calite cartas de jogar; a Carvalho &
Ir mos.
50 saccas plmenla da India; a C. Alberto
Sodio da Molta.
I barrica drogas; a Vicente Jos de Brito.
20 pe(as cabos de manilhi-r I caixa livro,
26 ditas cera, 10 saccas farinha, 1 caix4n
leroy 7 caixotes laminas de chumbo, 3
canas cha oleroy, 21 barricas e 10 meias
farinha de mandioca, 11 caixaa rap, 262
saccas caf, 3 caixotes typos, 1 caixSo cha-
peos, 10 barricas caf, 1900 caixas sabflo, 100
ditas reas, 5 ditas cera em reas e 1 caixo
quarlinhas; a ordem.
Vapor brasileiro Paraense, rindo dos por-
tos do Norte, consignado a agencia, mani-
festou o seguinle :
I sacco dinheiro ; a Antonio Martios de
Carr4ho.
1 dito dito; a Carvalho & Irmo.
Barca franceza Sainte Elisabeth, vindado
Marseille, consignada a He. Calmont & Com-
panhia, manifeslou o seguinle :
218 barricas, farinha de trigo, 18 fardos,
20 barra e 100 caixas especies medicinaos,
20 ditas e 20 fardos especiarlas, 50 birria
oleo de liohaca, solitos e 100 caixas azeite
de Olireira, 0 ditas velas, 2 ditas 75 far-
doa papel; aos consignatarios-
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 21. 12:978,937
dem do dia 22........ 489,120
zido em toda
"o capltao Rodrigo, bem conliocido entre
o sius col-gas pela aua pericia, econheci-
monlos il'arte, he aindi maia as diversas
oracas que tem visitado, pela sua probids-
V o desinteresssdo proceder. Os passa-
geiros que por rezes tem conduzldo fazem
nul elogios ao seu cavalheirismo, e s ma-
neiras polidas, e sfaveis, com que t'ata a
bordo, laburnos que se passa a bordo do
seu navio-(qualquer quo Iba aeja confiado)
com as maiores commodidades que em taes
lugares se podem oblar: un serviey promp-
to e decente, abun lancia e vanedade, fran-
queza eagrado, alm de um doivello de pai;
eis no que tem seopre a mira o Sr. Rodrigo.
N3o he nosso iotuito ofrendar a suscepti-
bilidadedosdignoa coll-gaa do Sr. capitao
Rodriguo, porque declaramos reconhecer
om todos, muiloa mereciroentos ; e nom te-
mos em vista fazer mais oonkacido o Sr. Ro-
drigo, porque elle o he auulcientemente,
queremos apenas dirigir-lhe por este meio
um voto de gratidfio que Ihe devenios, por
seu mrito incontestavel, e por suas quah-
daJes pessoaes :.desculpe-nos a sua modes-
tia esta justa retfjbuicSo.
Dezejaraoios tambem concorrer para que
o Sr. Rodrigo obtenha a preferencia tanto
om f'ete como em passagens, porque sem
duvida o merece, e seguindo em breve ao
seu destino fatemos votos ao Co pan que
os mares eos ventos oaccolham sempre com
benigaidsde, daodo-lhos viagons felizes e
prove losas.
Somos senhores redactores.
? *
Srs. redactores.Como sou amante do
nien Paiz, e dezojo-lne toda a prosporidade
aqual s pode piovir do augmento da nossa
industria, u3o posso deixar de partilhar a
satisfecho que tere o publico pela installa-
c3o de um banco comercial nesta provin-
cia por ser o canal que iri derramar a vida a
nossa industria aggricola, s artes e ao com-
niarcio, e que se dignou promover o oosso
sabio presidente o Exm. Sr. Victor d'Olivei-
ji, com tanta perioia eutilidade, pelo qne
Ihe sao devidos com toda ajustiga os mais
sublimados encomios. Assim tambem ti i
gne-se elle proteger aos nossos agriculto-
res empregandoos meios para promover
iostalacSo de urna sociedade agrcola, no-
meindo um directorio para o ti n indicado.
Srs. a ulilidade desta rrea;3o he immensa
pelo oncalculaoel desenvolv ment da nossa
industria agrcola Un espesiohada infeliz-
mente na nossa Ierra, e digna por cario d
melhor so.'te, pois que ella lie, e nem poda
deixar de ser a principal Ionio da nossa ri-
queza alienta a ferlilidadede nosso slo, e
sua variada prodcelo.
Srs. a i ra da administaac, 3o do Sr. Victor
he pira esta provincia urna era ussignalada
por beneficios.O com andamento quo deu
ao i'rem, a installacSo de um banco, e como
espero, a de urna sociedad agrcola serQo
provas sobejas do que digo, e verdadoiros
padres de gloria immoriaes para sua Ex.
aquem Pernambuco inleiro dove consagrar
o mais enlranhavel amor, polo desvelo in-
cessante, e engrandec ment. Os cos ga-
lardoem tambem a sua Ex. tSo relevamos
servieos, e prolonguem para o nosso bem a
sin administradlo, que em abono da verda-
dolemsidoa todos os respeilos a mais il-
lustrada.como se deve dezejar de quanlos
presiden! os destinos de urna parto da grei
da cominunlifu Brazlleira.
Joaquim Jos de Carvalho Sigueira Varejo.
13:468,057
Arroz pilado 2 arrobas um Alqueire 4,400
Arara..........Urna 12,000
Papapaios ........ Um 3,200
Bolachas.........Arroba
Biscoitos.........
Cafe I...mi........ a
Di>o restollio.......
Dito com casca......
Carne scoca....... a
Coucos nom cosca.....Cenlo
Charutos bous...... -
Ditos ordinarios......
Di'o rolagia e primor ...
Cera de Carnanba.....Arroba
Couros de Boi salgados Libra
Dito espixados......Um
Dito do onca......
Doces do calda......Libra,
Dito de ,,oi.ili.-i......
Dito secco........
Estopa nacional......Arroba
Farinha de mandioca. Alqueire 1,600
Feij3o......... 3,500
Fumo bom........Arroba 7,000
Ditorestolbo....... *."
Gomma.........Alquciro 2,000
Gengibre........Ar oba 2,800
Lenlia de aebas......Cento 1,600
Dito de toros....... 9.000
Prancbasdeamar.de 2 oust, Um 22,000
Ditas de louro.....
Colado do amarello do 35 a
40 p. dec. o 2 la 3'do I. aW
Dito dito usuacs ..-, <
Cosladinho do dito.....
Soalbo I dito......
Forro do dito....... "
12,000
3,200
3,500
5,000
4. ion
3,600
-1,800
2,880
4,000
1,600
700
4,000
5,800
115
145
14,000
400
240
500
1,200
1) .i-i.i

Costado de louro ....
Cosladinho do dito .
Soalliodedito......
Forro de dito......
Ditos de cedro.....
Toros de tatajuba ....
Varas de pirreira ....
Hilas do aguilbados .
Ditas de quiris.....
Rodnsde sicupira para carros
Eixos de dita para ditos .
Mol nm pipas.......
quartolas.....
harirs.......
Milho.........
Podras de amolar ....
Ditas de filtrar......
.... Cento
Publicago a pedido.
Illm. Sr. brigaleiro MagalnSes. ~ Como
V. S. por minha felicidade fosse um dos
meus defensores na occasio do lirneotave.1
successooecorrido a 20 do mez pascado na
academia de Olinda, e deparasae eu em um
dos nmeros do Mercantil uma correspon-
dencia, em que se atlirma que eu fra de-
fendiJo por negros cativos, vou rogar-lho
que por amor da verdade se digno de decla-
rar ao pdecta, se V. S, que se achou ao
uieu lado, assim como o commandante
Amazonas, vio algum negro defondendo-
me, e se nSohe verdade que os proprios es-
tudantes tomarama minha defeza. V. S. me
permittir dar ao prlo a sua resposta, que
lio pode ser laxada de suspeta por ser V.
S. pessoa conceituada, e de malsa mais ami-
go da familia do fallecida Vasconcellos. Sou
de V, S. atiento venerador e criado.
Pedro Autran da Malta Albuquerque.
Resposta. Illm Sr. Dr. Pedro Autrau da
Malta Albuquerque. He cerlo que em
defeza de V. S. no da 20 de outubru prxi-
mo passado na academia de Olinda nao vi
negro algum, mas sim estudames e oulras
pessoas de probidade. A esta minha restos-
la pode V. S. dar publici Jada como Iho pa-
recer conveniente. Sou de V. S. etc.
Manoel de Souza Pinto de Magalhes.
Eslava reconhecida.
Itesposta do cumulan lauto Amazonas
nutra carta de igual theor. Illm. Sr. Dr.
I'elro Autran. Em resposta a sua carta su
Pra bei a dizer que eohum negro cativo vi
Da academia de dimito no dia e acto a que
se refere, no qual s o vi rodeado dos esto
dantes, e mais algomas pessoas gradas que
haviam concurrido ao acto de um esludante.
He i|iiinto me occorre dizer por liaver bem
presenciado, e por isso o authoriso a usar
dosla minha resposta, que nSo duvidarei
sustenta-la com juramento em tribunal, se
for preciso.
Lourenco da Silva Araujo Amazonas.
Eslava igualmente reconhecida.
Ilio de Janeiro, 13 de novembro de 1851
Entraran) neale porto desdo 20 a 30 de ou-
tubro prximo passado tres carregamenlos
com 16000 barricas de bacalhao; tendo en-
trado anteriormente duas cargas que se ven-
deram de8,800a 9000: com o novo suppri
menlo ludo ficou na expectativa do que fe-
ria a companhia quo ha nesta corlo deno-
minada Companliia do Uacalho. Esta
companhia tem queri lo monopolisaraquel-
lo genero, pondo a corda ao pescoco dos
vendedores, para depois o retralliarem co-
mo Ihes aprouver ; alguna negociantes in-
gle! n9o tem querido sujeitar-se ao ca-
pricho e preco que essa companhia Ihes
tem querido impr, po- consegrante a casa
dos Srs.!'. Le Bretun & Coiupauhia, fez sa-
bir para a Babia em 9 do crrante um carre-
gaoiento, e os Srs. Pbipps Irmaos & Com-
panhia venderain outro a negociantes nilu
lertencentesa essa companhia ; em disfor-
ra desta divergencia a companhia retalhou
periodo 3000 barricas a 6,000 rs., e conti-
na a retalhsr pelo mesmo prego todo quin-
to t ver, que n3o sor menos de 6000 barri-
cas. Os possaidores da carga dos Srs. Phip-
Ps tiveram de recolher o seu at que o mer-
cado melhore, no entretanto consta que o
*r. Joflo Jos dos Reis, um dos gerentes da
compaubjB, he passageiro do vapor Teviot,
0 dizem leva ordens para Pernambuco para
ss comprar este genero por couta daquella
companhia.
_________(Carta particular.)
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia I a21 1:333,358
dem do dia 22....... >
i-'.\pii-iu:ii>.
Lisboa, galera portugueza Margari la, de
427 tonella las, conduzio o seguinte : 99
caixas, 2cunhetes, 36 barricas e 1908 sac-
eos com 13,116 arrobas o 22 libras de assu-
car, 400 saceos com 200 arrobas de caf, 1
calxa ospanadores, 36 tiboas de amarello,
539 couros salgados o I volume tabicas.
Alcobafa, sumaca brasileira Conceif3o da
Jo-nica, conduzio o seguinte :- 4barricas
farinha de trigo, 1 arroba de a?o, 1 pacoli-
nho diversas fazendas, 18 barricas bacalhao, I pontai de hoi
1|2caixa queijos e 6 sollos, 2 bacas Jo lavar passaha.....
o rosto, 8 libras de mantoiga, 2 arrobas en "g0||a
xofre, 30dltas de carne secca, 2 barnqui- Ljiii",'
nhas com 9 arrobas e 30 libras de assucar, 2 ?"r? I,jrlllla
quintaos de ferro da Sucia, 1 pacotinho di- P'oca .
versas miulezas, 3 pecas da algoJ3ozinho,l Unhasdoboi. .
par do mangas de vidio, 8 libran de espar- Couros de cobra .
mcete, 150 alqueires de cal, 2000 lijlos do A/.cilo de carrapato
alvenaria groga e6 caixOes doce degoiaba.'
Parahiba, biate brasileiro Pirahibano, do
37 tonelladas, conduzio o seguinte: -- 300
barricas bacalhao, 1 pipa vinagre, 4 gigos
louca, 1 pipa vioho e 200 arrobas carne
secca. ,
Baha, suma ftrasileira Carlota, de 64 1|4
tonelladas, conduzio o seguinle I caixa
medicamentos, 2 ditas linhas, 1 caixole es-
panadores, 40 caixas com 864 velas decir-
uauba, 147 barns e 2 roelas ditas azoite de
carrapato, 18 caixas diversas l'izoudas, 200
mollios palha de carnauba, 1 caixoto livros
improssos, 21 quartolas e 21 pipas azeila de
carrapato.
RECEUEOORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
1UKS U PKH.NAMBUCO.
Rendimento do dia 22...... 281,080
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 22 .
28,000
16,000
10,000
8,000
-1,500
6,400
5,200
3,800
2,500
3,200
.Quintal' 1,600
1,250
1,600
Par

Uma
Canad
11 iini
2,080
40,000
18,000
34,000
190
6,800
Alquciro 1,440
Mllio
Moio
1,200
1,000
3, '200
180
2,200
Manoel Joaquim de Miranda.
Jo8o Antouio dos Reis.
Dr. PoJro de Atbsyde Lobo Moscoso.
JoSoSargio i:ezar do Andiade.
Joflo Jos do Miranda.
Francisco Manoel da Cruz Couto.
Joaquim Coelho Cintra.
I.uiz de Piuho Borges.
Bernardo Jos Lopes.
Jos Moreiri da Silva.
Dr. Joflo Antunes Corrola Wandorley.
J ij ruin l'rancisco de Torres Galmdo.
Joaqun ItibeiroPnntes.
Clau lino do Rogo Lima.
Dr. Canudo Autran da Malta Albuquerque.
Ir. Antonio Annos Jacomo Piros.
Sebastiflo Jos de Barros Brrelo.
Manoel I.uiz de Mello.
Caniido Thomaz Pereira Dutra.
Joflo Marques Corris.
Joflo Francisco Teixeira.
Joaquim Mondes da Cunha Azevedo.
Jacintho ElosbSo. '
Manoel Joaquim Pascoal Ramos.
Francisco da Silveira Mailins Leal.
Os quaes h3o de servir durar.lo a refe-
rida sesflo, pra oque a3o pelo presente
conviJados devenio comparecer aesirrr
comoosiuteressados, no da e hora designa-
dos, sub as penas da le,
E p>
mande
do pola imprensaealixado nos lugares mais
pblicos deste termo.
Dado o passado nesta cidade do Recife, ao
22 de novembro do 1851. Eu Joaquim
Francisco de Paula Estevas Clemente, escri-
vao o escrevi.
______lose Uaymundo da Costa Minezcs.
-- Para o Aracaty at o dia 5 de dezembro
o patacho Aracaty a tratar com Manoel
Das na ra da Scnzalla Velha n. 180.
Leildes.
Eugenio Calliot tendo em Psris falto
avultado emprego em ricos objectos do mais
apurado gosto, e da mola, para adorno de
salas de visitas, gabinetes e toucadores, e
para uso particular de senhoras e homens,
os quaes ubjeclos formam como que uma
linda, quanlo admiravel oxposioao em poni
pequeo, uue continua a franqoeltr diaria-
mente ao publico entendedor e apreciadur
do taes galantarias om aua casa na ra da
Cruz n. 1, segn lo andar, desde as II horas
da manhfla ateas 3 l|2da tarde ; a tonclo-
nando fazer sua viagem co.nvaoi-lhe conti-
nuar outro leilSo do restante da dita collec-
eflo, o qual lera lugar por intervengo do
corretor Oliveira, segn la-feira, 24 do cor-
rete, das 10 horas da manhfl.i em diante na
mencionada casi.
- Ocorreter Miguel Carneiro far le I o
no da turga-feira 25 do corrate so moio
dia eiu ponto do uma porgflo da rasos de
vidro, os OMh) elegantes possivel para flo-
res, cojos irSo a leilao em lotos sonidos, ou
como doicrminarem os pretendemos, o uma
para qn chegun a noticia de tolos POI^o d-> charutos da Bahia.
le passar o presente, quesera publica- Kalkmanu 6 IrmSosfaroleilao, por in-
teYvemjio do correlor Oliveim, do um com-
pleto sortimefito de ferragens linas.e miude-
zs muilo apreciadas dos seus freguezes ;
icrga-refra, 25 do crrenle, as 10 lloras da
iiiiii > i, no su armazem ra da Cruz.

eclarayoes.
A revista.
Peridico Iliterario e recreativo.
Sahlo o 1. n da 2* serie e acha-se a renda
na luja de encadernarjSo da praja da inde-
pendencia n na lirraria do Sr. Dourado.
Sr. Cynllo Martina da Costa.
Lia correspondencia do V.S.transcripta 00
Diario de Pernambuco n. 265, le 22 do corra-
te, sin os ns. 7 e 8 lo Exptctador a melhor
resposta qua nos meus alfarrabios encon-
tr! para eoderer;ar a V. S.
O Redactor do Expeclador.
Francisco Dias Forte, cidadSo portu-
guez, rotira-se para fra do Imperio a traUr
tide sua saude.
Antonio Ferreira Gomes, subdito por-
uguz, retira-se para fra do imperio.
Gouveia & Leite, embarcam para o Rio
>ie Janeiro, o seu escravo prelo, creoulo, de
norne Joaiinm.
Caompras.
- Compram-se osera vos e vendem-sede
Oonamissao, para dentro e fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n. tt, on-
de ni o roo o Sr. viga rio do Recife.
~ Cornpra-sa uma escrava moca, ama
da Cadea de Sanio Antonio n. 14 segundo
andar.
Vend
as.
Avisos diversos.
O Dr. Pedro da Alhsyde Lobo Moscoso
tendo de retirar-se hojo no vapor Paraenu
I'or mil un do Exm. Sr. presidente da I para acorte, o n3o pudondo, pela precipi-
proviuca foi tiansfonda a sahida do vapor'tacflo da sua viagem, dospeJir-se das pes-
Parasnta, para osportos do sul para hojo 24' soas qua o honram com sua amiaade, pede-
do crreme as quatro horas da tirde. Ibas por meio deste desculpa de semelhanto
Pola administrai;3o do Crrelo so faz falta, que nSo he lilha do sua vontade, ma
publico para coniieciincnio de quumconvior
o ullieio do administrador do correio goral
da curte, e declarado abaixo transcriptos.
Correiude Pernambuco 24 deNoveubru
das ci'cuinstaiicias de s? ver obrigado
embarcar dentro de 24 horas Adverte
pessoas que -. a liiui curan lo no sou con-
sultorio, que ns livrus de sua clnica llcam
de 1851. -No impedimento do administra- no poder do seu di.tinelo colleg., o I
. Arroba 22,000
. 1,600
. Cento 200
. 32,000
. Canad 720
MuvirneiUo do porto.
PIUCA DO RECIFE, 22 DE NOVEMBRO DE
1851, AS 3 HURAS DA TARDE.
Revista lemanal.
Cambios- Aa Iranjaccoes da semana va-
rlaraia, segundo a qualidadc
do pagamento da troca das le- |
tras; obieve-se 28 3|4 d. por
11 rs. a 150 dias de praso ; a 29
d. a 30 das; c de 2'J I|4a29
3|4 dlubelro de contado.
Assucar A safra ollerece pouca enlra-
tem vendido
\iiio.a entrados no dia 22.
Para o portosinloruiedios 14 dias e6 3|4
horas, paquete do vapor brasileiro Para-
ense, ommaudanln I.uiz Corroa de Mel-
lo. Traz a sen bordo para esta provin
cia, Jos Uaymundo do Carvalho e 2 es-
cravos a entregar : para o Sul, Dr. Tris-
13o do asnear Araripr-, com sua raroilia.
Candido Martina dos Sanios Vianna, Jos
Augusto de Azorado n 1 escravo, o segun-
do cadete Jos Benedicto do Espirito San-
io, primeiro cadete Jo3o da Guerra Pas-
sos Jnior, E luard Willer, Marina Post,
3 soldados, 22 recrutas para o ejercito, i
dito para armada, 2 menores para o arse-
nal de guerra i> Hescravosa entregar.
644,708 p,j0 je Janeiro-- 27 das, briguo escuna bra-
dor, Domingos dos Pasaos Miran la, aju-
dante.
Illm. Sr.I'asso s maos do V. S. os do-
cumentos quo acompaiiharam o seu olliciu
de 23 do uiez proximu passido, om cujn
ollicia V. S. exige o recibo ou a carta nossa
admiuislracao segura por Jos Joaquim de
Sr. Dr. Sabino, aquem po lor-se-hSo di-
rigir rlurante a sua ausencia. Approvei-
ta a occasiao para ull'erecer aos sus amigos
o seu diminuto presUmo, em qualquer
parte, onde o cnndnza o seu destino
Franklin Benjamn Tneotonio Paixoto
e Genuino Augusto Tbeolonio Peitoto, do-
Miransa Hurta, para nesta corte ser entre- 'claram om lempo ao comprador da'casa
gue a Joariuim Ferreira do Uliveira, expo-||errea da ra da Cuia n. 32, ou a outra qual
1850, pela ni i i,i i||.-r |i".s-nj que aquejia comprar, que a
siloiro Olinda, de 182 tonelladas, capitao
Manoel Marcimo Ferreira, equipagem 10,
'carga caf e mais gneros; a .Machado&
Pinheiro. Pasaageiros, Joaquim Izidono
SimO-s, Clara Mara da ConceQao e 1 es-
cravo a entregar.
Valparaizo -52 das, barca ingleza Chusan,
de 482 tonelladas, capitao Jos, h Prico,
equipagem 16, em lastro ; a James Crab-
tree & Companhia.
.Vinos sahidot no mismo dia.
Algod.io
da, c apcn.s se ..
para eiportajo eatranirelra Liverpool -- escuna ingleza llenry Marga-
algum inaacavado a 1/500 ra. I reif Capit3o Meyrick Ellis. carga algo 13o.
por arroba do enaaceado. | I(jein la pra|,ia briguc inglez Waltor
ao---------Vieramao mercado aJOsaccaa ( Capil3o Archibald Brown oru
que forain vendidas de 4/700 a """ '
(800 ra. por arrobado pr-
meira lorie.
Alfaiema Vendeu-se a 2/800 rs. por ar-
roba da roma.
Aloisia_______Idm a20/ rs. por barrica.
Ainendoai-------dem a 7/rs. por arroba com
casca iiioic.
Azeitc doce dem a ifrJOO rs por galao do
do Medilerraaco,
Bacalhao- O mercado est prvido com
2.000 barricas, que boje lica-
l.i-h 11 galera pnrlugueza Margarida, ca-
pitao Silverio Manoel dos Reis, carga es-
sucare mais gneros. Passageiro, Fran-
cisco l Parahiba -hiato brasileiro Flor do Brasil ,
mostr llannque de Souza Mafra, carga
varios gneros. Passageiros, Thom Ar-
canjo Teixeira Cavalcante c Jos de Sou-
za Vieira.
rain em ser :
_ COMMERCIQ.
AI.KANDECA:
Rendimento do dia 22. 8:028,526
Deicarretam Aoja 24 de novembro.
f,rca franceza tlisahilh mercadorias.
"r|gue inglez Boblnson bacalhio.
Brigue americano General Worlh Jari-
nha e bolachinbas.
/SOO a 7/500 ra. por barrica
Ganella Vendcu-se a 700 rs. por libra.
Carne secca A do Rio Grande fol vendida
de 2|i00 a3|i00 ra. por arro-
ba, e a de lluenos-Ayres de
1,600 a 2/500 ra. por dita; l-
cou em depoaito da primeria
28,000 arrobaa e da segunda
18,000 ditas.
Par, de trigo- Fe-ae venda da de Marselha
a 13/ por barrica, da de Rl-
cbcinond a 15/rs., da de Tri-
aste de 17/500 a 18/ ra., e da
de fhiladeipliia de ljalo/
ra.; u ha da de Baliiinorc;
e toda a existente monta a 8000
barricas.
G-arrafdes------Venderaiu-se a 050 rs. por ca-
da um ernpalhado.
Manteiga dem alUrs. por libra da lo-
flea.
Jema 1/600 rs. por galo em
cascos grandes.
dem a 2/200 rs. do de peso,
e a 800 ra. o de embrulbo.
O de Cele tinto e branco foi
vendido de 80/ a 85/ rs. por
pipa.
Letras ----- O disconlo de letlras a prazos
de 30 a60 dias l'ui eOeituado a
um por cento ao mez.
Ficaram no porto 74 enibarcayes: aendo
4 americanas, 42 brasilerraa, 3 dinamarqueaa,
5 francezas, I hamburguesa, i despalillla, 10
Inelezas, 7 portuguesa! c l sarda.
r'-ulhou-sc de I iem hiato brasileiro Tres Irm3us, mostr
Papel
Vinos.
Jos Duarte de Souza, carga varios gne-
ros. Passageiro, Manuel Pereira ue A-
r ujo.
Navios sahidoi no dia 23.
Parahiba -- hiate brasileiro Prahibano ,
mestre Victorino Jos Pereira, carga b:-
calho e mais gneros. Passageiros, Ma-
noel Joaquim de Souza o Manoel da Silva
Medeiros.
Aracity -- hiate brasileiro Capibaribc, mes-
tre Antonio Jos Vianna, carga fazendas e
mais gneros. Passageiros, Jos Joaquim
Leite e 1 lilho, e Joo da Rocha o silva.
S.Tilomas Wistlndies barca ingleza Chu-
san, capjlo Joseph l'rce.co n o lastro que
trouxodo Valparaso.
Rio Grande do Sul brigue brasileiro Juno,
capitao Antonio da Silva Sanios, carga as-
sucar e sal-
uida a II do selembro de
que trouxe o vapor Haitiana; e en resposta
ao seu dito i IIi -i i envo a V. S. a declaras]o
queassiguou orel'erijo Ferreira de Olivei-
ra, em consequencia de ler-se deseucami-
nhado o e nih ciin Mil i que acompanhou a
carta segura em questflu.
Ii ns guarde a V. s. Corroio goral da
corte, 5 de noremb o do 1851.illm Sr.
admiuistraJor do corroio do Peruambuco.
O administrador,
Jos Mara Lopes da Costa.
Conforme.O ollicial papelista, Galdiuo
Je3o Jacintho da Cunha.
Declaro quo recebi da administaa^ao do
correio gcral da corto uma caria sngura no
corren de Pernambucu por Jos Joaquim
du Miran la Ilota, cuja caria chegoii a osla
capital 21 de siembro de 1850, o veio em
mala expedida dosobredilo corroio de Per-
nambuco, om 11 do roferulo mez e anuo,
cuja mala trouxe o vapor Uahianu. E por
tor-se desencaminhado o conh-cimonlo que
acompanhou a mencionada caita, assigno
esta declaracflo.
Rio do Janeiro, 5 de novembro de 1851
Joaquim Ferreira de Oliveira.
Conforme.O oflieial papelista, Galdino
I" i i I ii" ni mi il.i I.u nli.i.
Pela administrado do correio so faz pu-
blico que as malas que devo conduzir o v i-
por paraense paraos portosdo sul, princi-
piam-so a fechar hojo 2tj ao me o da, e de-
pnis dessa hora ate o momento de fechu
recebo-seas corresponJencias com o porte
duplo.
A carta quefoi deilada na caixa do cor-
reio para os Srs. Tinoco 6 Medoiros, do Rio
de Janeiro, com o sello ja servido liea retid*
na administrado para ser consumida como
prescreve o regulamenlo, o que se faz pu-
blico para connecimenlo de quem a deiluu
na mesma caixa.
- O conselhoda administniclo naval om
de contracta!' a compra de 60 alqueires de
farinha de mandioca, de primeira rjualida-
de. para fornecimonto dos navios armados,
pelo que convida-se aos inleressados em
dita ven la, a comparecerem as 12 horas do
dia 25 do correnle uoik suas proposlas e
amoslras, na sala de suas sessOes.
O vapor brasileiro Paraen-
se commandanle A. C. do
Mello, deve cllegardos portos
do Norte at 24 do correte
mez, e seguir para Macelo Baha e Rio de
Janeiro no da seguinte.
FIILII!MIaS PARA 1852.
S iIiiimiii a luz as folhinhas im-
pressas nesla typographia, sendo
de porta a 160 rs e de algibeira
a 3ao rs contendo todas as de al-
ED1TAL.
Pauta
Um precoi torrente* do assucar, algoddo, e
mais gneros do paiz, que se despachao na
mesa do Comulaio de Pernambuco, na se-
mana de 23 o 29 de Novembro de 1851.
Assucaremc. branco l'qual. Arroba 2,000
'2' 1,600
(i < mase.... 1,300
bar. csac. branco 1,800
n mase...... 1,400
refinado........ 3,040
Algodio ota pluma de 1* qual. 4,200
Dito.......2 4,500
Dilo.......8" 4,100
Ago'ardcnto caxica20 fjros Pipa 34,000
, Dita.........Canad 220
Diladocanna.......< 52,000
Dita.........Canad 300
Dita restilada.......Pipa 42,000
Dita.........Canad 240
Genebra.........Canad 420
Dita.........Botija 180
Licor...... > Canad 420
Dilo.........Garrafa 180
O Dr. Jos r. iy un nilu da Costa Meuezes, juiz
municipal supplente da segunda vara em
exarcieio nc-te termo, por Sua Magosta-
da 0 Imperador, que Dos guarde, etc.
trien saher, que pelo Dr. Manoel Jos da
Silva Neiva, juiz dedireito Interino da pri-
meira vara criminal da comarca do Recife.
me foi participado ter convocado para o dia
5 da dezmbro prximo vindouro, a sexta e
ultima sessSo ordinaria deste termo, cujo
sorteamento leve hojo lugar, e para aqual
sahiram sorlea los os 48 juizes de fado que
seseguem :
Joaquim Jos Vianna.
Joo di Silveira llorges l'.ivoi i.
Jos Filippe Nery da Silva.
Jos Francisco Carneiro Monteiro.
Alexondro Jos da Roza.
Jos Joaquim Botelho.
Francisco Martina Rapozo.
Antonio Fernandos Padillia.
Dr. Jos Flix de Brito Macedo.
Antonio Luiz Goncalves Ferroira.
Victorino Jof de Souza Travasso.
Caelano da Costa Moreira.
Antonio Francisco de Paiva.
Jos Filiciano Portella.
Joo i.uis Cavalcanti de Albuquerque.
Joaquim RoJrigues do Almeida.
Manoel de llollanda Cavalcanti do Albu-
querque.
Mtnoel Alves Guerra.
Joaquim dos Santos.
Inao Baptista Fragozo.
Dr. Pedro Camello Pessoa.
Dr. Caetano Xavier Pereira do Brito.
Carlos Augusto de Araujo.
THEATRO DE SIZABEL.
22.' RECITA DA \SSIG NATURA.
Quartafeira, 26 de novembro c/ 185> 1.
D'poisda execu(3o de uma das melhore<
ouverluras pela urdieses, subir scena
pola primeira vez neste Iheatro, o granito e
OSCelleilte drama origina! pul'luguez 0111 5
actos, representado em Lisboa a 2 do juuho
de 1819, no thaatro de I). Mara II cumpo-
siq3o do hbil escriptor dramtico, o Sr.
Antonio Xavior Pinto de Campos, que tom
por titulo
O Ermit3o da serru de Cintra.
Denominarlo dos actos
Primeiro A. recordoslo.
Segundo O encontr.
Tercoiro O ErmitSo.
Quarto A testemanha.
Uuinto A justifa de Heos.
Personagent.
I). Rodrigo de Aguilar Reis.
D. Hiogo de Alia Villa -- Bizerra.
Alfonso do Menczes Silvestre.
Francisco de llorja o ErmitSo -- Germano.
Lupo, amigo servo de li. RodrigoPinto.
O padre Menino da Maia Alvos,
Siendo Annes o thysico Coitnbra.
D. Ignez, lilha do D. Rodrigo D.Manoella.
Beatriz velha aia D. Rita.
Fidalgos, juaticas, povo e alajjardeiros.
Ascenatom lugar em Lisboa; quanlo ao
I.*, 4 a 5. aclos, em.Cintra, quanlo ao
-ve 3.o .
EPOCnAlilO.
No lim do drama a senhora Linda cantar
uma cavatina de sua esculla.
Terminar o espectculo com a graciosa
faros
^ Kecrutament na Aldeia.
Couiev.'ir.i as8 horas.
Os billieles acham-se venda no lugar do
costume.
Avisos martimos.
Brigue Escuna "Arcelina"
Segu em poucos dias para o Para com es-
calla pelo Miirnhao ; sin Ja poJereceberal-
guma carga miuda : trata-so com o consiga
' oatario J. B. da Fonsaca Jnior, na ra do
! Vigario n. 23, segundo andar, ou fon o ci-
! pililo na pracado commercio.
gibeira alm do calendario, a de-
linirao.iios corpos celestes, asfro-
Ingia, cometas contintiacao da
chronologia principiada, ha annos,
l'ii/.D das mu lain; is de lempo pe-
los meteoros, tahela dos emolu-
mentos dos parochos em todas as
tuneces religiosas, e urnas colle-
cc5es nutras a conlissao do marujo e nu-
tras aJinguagem dus flores, frtelas
e jogos de linezas de flores e breve
sabirao as de almanak, muito acres-
centado c corrigido : vendem-se
n livraria da pra^a da Indepen-
dencia d. 6 c 8.
Bataneas romanas.
Vendsm-se balanzas romanas para po-
zar 32 libras, diltas para 25, dittas para 16,
sem so percizar de pezos, na loja de iniude-
zasda ra do Gollegio n 1.
cVttenrao aos lia hitantes da comar-
ca de i, ii.ui i.i
-- Vende-so pelo barato preco do 1:000,000
ou Iroca-se por esc avos um das molhores
morarlas do caza do podra c cal da cidade de
Goianna, citas na ra do meio n. 23, com
2 salas, 2 corredores, 6 camarinhas, 2 aalas
do detrsz, cosinha puchada fura, cacimba
de boa agu, quintal grande : quem pre-
tender dnija-se a cidade do Recito, ra do
Vigario, sobrado n. 40, primeiro andar, a
tralar com o seu proprietario.
Vonde-si a grand* casa terna, sita na
ra do Mon logo, n. 56, pertencenle a Rila
M n i i da Paix3o, He uma das casas melho-
rps construidas nesta cidade, tendo grandes
i eco m mi) la (des, feila com mu la seguran-
51 acaio a do gosto mo lerno. Tem cin-
co janellas da frente, com gran le porlSo de
Ierro ao lado, quatro silas, dez qu-rtos, V
grande eozinlia, com nodos para creados e/
iscravos, estribara agrande quintal mu-!
*ado. Acha-se hypothecada aos Srs. Jos
Antonio Basto, e beane Youle & Compauhi.i
sendo qua vende-s i para pagamento destas
hrnotbecas e con o conscnlimento dos mos-
nos ere lores hypolhecarioa. As pessoas
quo a preteulerem, queir3o dirigii-se ao
r. Jos Antonio Bisto, na ra d Cadeia
do Recife n. 34, qual se acha compeleate-
uienle autonsada para o ajuste.
Veudo-se um cabriolel descoborto com
arroios, e lampios, ludo com muito pouco
uso : na ra de S.Francisco casa n. 10 cum-
I ron te o thoalro.
Veode-se uma escava cuslureira, cn-
gomma leira, o cosiuneira para fora desta
provincia : na ra do Hospicio sobrado
u. 15.
Na ra doQueimado n. 44 existe um
co npleto sortimonto de fazendas de todas
as quali Jados assim como meios corles de
i-ambraii de barra a 4,500 rs. ditos de cam-
braia de cores, a 2,240 rs. a elles freguezes
queseeslo acabando.
Oh que bartela!
Vende-sena ra Nova n. 8, loja de J. Joa-
quim Moreira & Companhia, rendsm-se lu-
vas do pelica muito frescas, e oras bran-
cas e de cor, para home o e senhora, pelo
diminuto preco de 900 rs. o par ; ditas de
fio do Escocia com u n loquezinho da mofo
por 320 o par; esparlilhos para sinhora, o
que tom apparcci lo de melhor neste genero,
por 6,00c;um resto desapaios douiaiiuquim
prato. pos pequeos, a 1,000 r. lenciohos
de roJe do melnor gosto possirel, a 1.800 rs.
ditos de soda o 72J, gollinhas de cambraia,
a 1,000 rs luyas de lorcal a 1,000 rs,, plu-
mas brancas que muito servem para toucas
e chapeozinhos de menino, a 500 rs. e outras
umitas razendas de gosto o qualidale que
na mesma loja se veaderao por baratissimos
precos.
Veiidem-se si patos de couro
de lustro de Lisboa, para senhora, .
a 1,600 rs.: na praca da Indepen-
dencia n. i3 e i5, loja do A-
rantes.
K Casemiras baratas.
Vende-seos ms! mndernnc cortes de ca-
zemiraqueha no mercado a4,500 cada corte,
tendo grande sortimenlo para uscollier na
ra do Queimado 11 19.
Veode-se um bouito escravo muito
l'O'S inte com 20 .iiinns, bom cozinhciro, e
bom c iimcno, som vicio nem achaques,
vende-so por precisSo aa trivessa do Veras
n. 20.
Ven Je-se uma molata mor,a e sadia, que
sabe coser, cosinhar, e engommar bem : na
ruadas. Francisco casa n. 10 confronte o
theatro.
Na ra das Cruzoi n. 22 sagundo andar
rnnde-se duas crloulas engommsdeiraa, e
cozem chSo.cozinhao o diario de u oa casi,
lavSo de ssbSo, e 4 escravos de 18 a 22 an-
nos.s'iiJo dous canueiros um lindue.ele-
gante mualo de 28 anuos proprio para lodo
osorvicoo uma p ota de meia idade.
Vendo-se na ra douaimado n 19,
ricos cortesdn cassa de cor a 2,000 rs. o cor-
te, landos de cambraiu de linho puro a 590
rs. o lenco, oulras mais fazendas por prec,o
comtnodo.
Vonoe-sj una prota crioula, moja e
dila casa se acha penhorada a Feliciano Joa-
quim dos Santos, herleiro de su fioailo
lilho, Feliciano Jonquim dos Santos Jnior,
rolosannunciantes, para pagamento do res-
to do lieranr;a do sua, tambem finada, lia,
I). Mana Joaquina Possidonia de Jess, da
qual .-lo hordeiros, e o mesmo Santos les-
tamenteiro o inventarianto ; o que tu lo se
p 10 ver nos autos que exislem no cartorio
do orphSos, cscriv3o Brito.
Srs. retadores. ~ Milito surprehendeo-
nin a leitura de u m annuncio inserto em o
seu Diario do 18 do crrante, em o qual no
o meu nomo levado 110 pulilicos em necessi-
dadoalguma, sendo desssorle|o meu carc-
ter 1 xposto a iiitorpetracOes diversas, e bem
desairozas, a minha dignidade; e para arre-
lar de nnm o querquo soja, quepnssa dahi
resultar, vejo-mn na rigorosa obiigacilo de
dizr o quo sei relativamente ao objt-cto do
annuncio. Goustou-uiu que alguns Srs.
acadmicos do quinto anno, em signal de
rocoiiliecimento' pelas boas maneiras, por-
qun os lile como devera, na qualidade do
bedel do respectivo anuo, so dispunhan a
moofTerlarom uma joia, pira cujo lim se
iutavim entre s. Semelhanto attengo roe
penhorou, bem quo me julgassc pouco me-
rece lor, entretanto, rocebo do Sr. I)r. Mar-
cos Antonio Rodrigues de Souza uma caiti
com 40,000 rs quo moeram olferecidus; en-
len lendo-me com o Sr. Dr, Marcos peJi-lbe
|ue tivesso a boiidade da dar-mo us nomes
dis pessoas, que Io g-nrozameiite hou-
veram concorndo, allm dodirigir-m^a cala
qjn c agrad'Cer-lhes, mas uo poli, nem
le a entendor quo exigia uma declararlo
pela I lihn publici, e por tanto llquci admi-
rado quan lo vi osupracitdo annuncio, fal-
lando em finta em m ni favor, sem lim de-
terminado, o pcdindo aus que por esqueci-
nento nao fossom contempla los que o de
clarassem, o que eu tamban) nao exige,
porque nunca foi esta a inioia mlenei,
nem jamis maniteslei esto penaamenlo.
Eis aqu o que acontocoo, o do que devia dar
urna explicarlo uo publico, alim de uo ser
victima do calumnias e dosfavoraveis iuter-
pretaces. Rogo-Ibas o favor de admillir
am Beti conceitu ido jornal estas linhas Oliu-
da 20 de 1111 v Miiliro do 1851.
ioaquim Bernardo de Souza Riingel
- 1 iil'eie seu na mulherde moia idade
para uma do casa,a qual sabe fosero preciso
de porlas para dontro : na ra Velha segun-
do andar do Sobrado 11. 77.
1. n um engenlio distanto desta prarja 3
logoas precisa-si de um eaixeiro ; a pes
soa que pretondor esto arranjo dinja-so 1
ra da Cadeia do Recito 11 55
Audrado & IrmSos embarcimpara o Rio
le Janeiro o seu escravo crioulo de iio.n
Seba.iti3o, II anuos.
- Da-se 100,000 rs. a juros, sobre piubo-
res : na ra do Padre Flonano n 22.
Francisco Tavaros Correia embarca pa-
ra o Rio do laen o o seu escravo de nume
Henrique.
Jos Vioira do Mello remelle para o Rio
de Janeiro o sou escravo pardo do nome
Concallo.
--Adverto-so ao Sr. Jo3o Luiz Vianna que
emquanto n3o pagar o aluguol quo dovo do-
casada ra da Alegria, tora a houradover
seu nume nesta tulla.
Precisa-sede um bom amassador: na ra
Imperial n. 37.
Precisa-se de um negro para oservirjo
de padaria no aterro da Boa Vista, casa nu-
mero 33.
-- 1 1/-.- (iliiuii.'o, j.int 11 eseia, para lo-
ra, com ruuita limpeza e aceio, e manda-se
levar om casa so fr preciso: na ra da Praia
bec!o do Carioca n. 9. Na mosuia casa lo-
iiie-sj canta de rou a, para lavar c engom-
mar, ludo com muito aceio e peifaicSo.
Tiraui-sc passaportcs para
dculro e fra do imperio ttulos
de residencia c despacbatn-sc es-
cravos, com presteza c por comnio-
do prco : na ra da Cadeia do
llecife, loja n. 9.
A mesa regedora da irmau-
dade do Sr. Bom Josus da Cruz, erecta na
igreja do Rozano da B 1a Vista, faz sciente
aos seus devotos, que por inconvenientes
uo pOde ter lugar a Testa do mesmo Soulior,
no da 23, ficando transferida para o dia 30
do correnle.
Aluga-se o primeiro andar da casi n.
51, da ra da Cadeia do Rooifo, de cinco va-
randas de frente, asaltas,sala do jantarcin-
co quartos e cosinha fora, assim tambem
do BarracSo 11. 7 da ra do Brum : a tratar
na 1111 da Cadeia do Recife n. 49 primeiroi
andar.
Fernando Jos da Rocha Pinto esporta
para o Riu do Janeiro.0 seu escraw Francia- com habili Jados, saben lo bem engommar :
co pardo. na ra da Madre de Dos loja a 34,
"9nm


Bom e barato.
Conloa-se vender mantciga Ingle-
... 72o t-* libra, dita fr.nceza n 580 ra.,
loucinhoaSOOrs., farinha (Jo remo a 80 ra.,
ssucr refinado e tranco a 80 rs., aovada o
joo rs., caf de oroco a 140 rs., velas do ea-
peroiacete a 730 ra., ditas de carnauba de 6
e R em libra a 300 rs., chouricss novas a 410
ra queijoa novos a 1,4*0 rs., vmho de Lis-
boa a 810 o 280 rs. a garrafa, sebo do Porto,
aerveja patente ingleza, garrafas e ineias
ditas, bolaxinha ingleza,passas novas, figos,
cha hyjon. arroz alvo e graudo, ludo do
bom mellior, palo menos preco do que em
outra parle, e multo bem posado : ua venda
do pateo do Carmo que vira para o becco
da Bomba, por baixo do sobrado de um
andarn.13.
I'ommatcau culilleiro, no aterro da
Boa-Vista n. 16, tema'honra de prevenirao
publico, quo vende na aua loja, calichadas
de seda vegetal, pelo mdico preco de 6,000
rs. ; esporas que venda por 4,000, a 3,000
rs.; e as de 3,000, por 2,000 rs. s alca de se
acharoni todas as fazendas de boas qualida-
des, e garantidas tambem vende mu boa
pomada para conservar tada a qualidade de
ferro ou i(o polido, para que a fenugem os
nSo destru : pelo prego de 200 rs. a caixa.
-luda se vendem alguns terrenos alaga-
dos e parle beneficiados com 150 palmos de
fundoccom a frente que o comprador qui-
AGENCIA
da fundigfio Low-Moor.
HU I>A SENZALLA NOVA N. 42;
ISeste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
tnento de moendas o mcias moen-
das para engenho, -machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
f* ALCODAO' PARA SACCOS. /
A vende-se muito bom algodo para sa- tU
0 eos de assucar, por proco com modo: <
0 om casa de Ricardo lio; le, na ra da 0
0 Cadeia n. 37.
m!zW
Depsito da rubrica lo Todos os
Santos na Huilla.
Vende-se, em casa doN. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella rabrica, muito propno para saceos de
assucar eroupa de escravos.-por preco com-
moao.
Para as escolas.'
Vende-se no pateo do Collegio, lojidoj
livro azul a synopsis do general Abrcu au*
ra, ltimamente adoptada polo Kxm. preii-
. i m
Bombas de ferro. "Velas de carnauba era libras. Vendem-sc eseravos bara-elusive caiga ejaqueta de panno
Vendcm-se bombas de repuso, Vendem-se velas de carnauba imitando tos, mogos e de honitas figuras, ne- fino ozal, e olm do mais'alwm
, .. .' espermacete : na loja de saleuo da ra da i i u _; I i ._____i u,Bl"n
pndulas e picota para cacimba 'cadeiadonecifon.36. gros, molecoes e-moleques, boni- calgado, un>par deborzegninspar.
na ra do Brum ns. 6, 8 e io, Vendem-se barra dnoitavos com vi- tos mulatos, ptimos para pageos, dos, com botcs de madrerir-ml,"
fundigao de Ierro. j.t0,^"^^^^^^.^^^ -egras mogas e bonias na ra
Farinha de mandioca. |Antonio Francisco de Moraes.ageote da mes- das Larangeiras n. i4, segundo
ma companhia, ou no armazem do Sr. Jos anrlar
Joaquim Dias Fernandos. O mesmo tambem H"ur*
lem para vender pipas, meias ditas, e barris Vondem-so caixas com vidros polo di-
de quarlo tambem com vinho tinto da dita minuto preso do 6,500 o 7,000 rs., e bota-se
companhia : a fallar com os mesroos cima, vidros em vidracaa por preco commodo r ""
1).,.., I ra Direita, loja do pintor n. 39.
xiurros.
Vondem-se burros muito em conta : a tra-
.....-11" "'".........' 'i ,v" "- i---------- ^ .-------- ,-^ i ,*, i n tBiiaus o i,,u i,. o varios
zertantoparaoSulcomoparioNorteapoen- denle da provincia como compendio de le-'. xasso Junior. ruado
tee nascente na ra da Concordia trtvessa tura e historia do Hrasil as escolas prima-1 Vpndi so um n
do monteiro e do Caldeirelro, pagara 20 rs., ras da provincia. c,,uc .ol- "" ca
por pala.o de foro, os pertendenlcs podem Preco em brochura
cntenderem-se com o Sr. Pedro Jos Texei- Encadern.da
ra Guimares com armazem de nudeiras, e
materiaes as cisas do Sr. Jos Concalves
da Silva defrontc do mesmo terreno no qual
se ostSo edificando dous predios.
~ Vende-se um excellente terreno com
100 palmos de frente e 400do fundo, sendo
pars murado no geguimonto da ra dos Pi-
res : na ra da Matriz da Boa-Vista n.16.
Vende-se urna morada do caza, com
quintal e urna meia agoa no fundo lambem di," .,* i"
com quintal e cacimba sita na|rua Augusta ;
n. 15: a tralir no pateo do Carmo venda '";,'".'..
n. 1.
Vondo-sc urna cscrava moca de bonita
figura, recoihida, e com muitas habilidades :
na ra da Concordia casa do vigario de San-
to Antonio.
Pechinxa.
Vcndc-se na ra do Crespo na loja da es-
quina quo volta para a cades, coites do
cambraia cor de rosa e de outras cores rio
ultimogosto a 3,000, 3,500, 4,000, e 4,500 .
ditos de cassa-chita a 2,000 ; ditos da exp-
sito a 2,210; cortes d chita com 12cova-
dos a 1,800 ; cortes de fustn a 560 ; cor-
tes de caifa ric brim escuro a 800,960,1,120;
m amarello rie puro linho a
lencos de cambraia muito lints
proprias para mlo a 320 ; e mitras minia
fazendas quo so lorno recommendaveis pe-
la boa qualidade.
Veridem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa c-no Iliode
A mais nova e mais barata farinha de
mandioca que ha no mrcalo', vende-se na
ra da Cruz do Roeife, armazem 11.1:1, do
J080 Carlos Augusto da Silva.
Deposito de cal virgem.
Cunta & Amorim, vendem barris obra cal
em pedra, rhegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por monos preco do
queein outra qualquor parle: na ra da Ca-
deia do Recifcn. 50.
Azeite de carrapato da fabrica de
Ai-iinj:i & I' 'ilhos, no Pcnedo.
Kstn azeilo pola perfcicilo can que he
fabricado nSo s sorvo em lugar do azeile
doce o de coco, para qualqucr qualidade de
candieiros por mais delicados que sejSn,
como he muito prelirivel a qualquor outro
por dar urna luz msis brilhante, ser mais
iliir.it 1 vii, e seufuslo *er mais barato ; no
(em o cheiro desagradavol que exala o azei-
te de carrapato coinmum, neni em nada
.delleseassemolha. Vendo-seem barriz do
16 caadas a 2,400 rs. a caada, no armascm
Amorim n, 35.
carro de qua-
2,56o| tro rodas, muito leve, para um 011
'dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
Moinhos de vento
oom bombas de repuebo para regar hortas
d haixas decapim : vendem-sena fundir;."10
de liowman & Me. Callum, na ra do.Brum
ns. 6, 8 o 10.
Km cusa de .1. Kcller &. Com-
panhia, ua ruada Cruz n. 55, aclia-se a ven-
da oexcollento e superior finito fie Bu-
celia, em barris de 5.', be muito recom-
mendavel as casas cstrangeiras, como ex-
excolleute vinho para pasto.
Taixas para mg;cnIio.
Na fiiiiilic.'iii de forro da ra do r.rum,
Deposito de tecidos da fabn
ca de Todos os Santos,
na Babia.
Vende-se na loja de Jos Joaquim Janeiro, em caixas de 100 libras
Moreira & Lompanhia, na ra sorlidas, de 1 a 16 em libra, etam-
Kova n. 8, bem de um s tamanho, por me-
coitosdecambraia branca do seda, Imada. os pre0 Q em outra qual-
de gosto o propria para casimenlos, bailes 1 f
otheatros, o assegura-se quo o prego he o quer parte : trata-sc 110 escripto-
maiscommodopossivol ; cortes de sedas li- r0 ,jc {Hachado & l'inheiro, na
sas de furia coros, padres lindos e boa fa- ... ,
zenda, e outras mais (azondas, chegadas de "ua do Vlgano n. 19, segundo
prximo e que se acham a venda na mesma andar.
,O,'MOBlL.AS DE fBRRO. | Principios gcracsjjconomia pu-
Vendem-se ricas mobilias de fer- Vnndo.so es'[Ceacomplennd?o8, ."prvido para
10, como canaps, mesas, cadeiras asaulasdeprimoiras letras, a 480rs.: na
com brago o >em elle, c muitos ou- !> Ua Independencia, livraria n. 608.
tros obiectos de ferro : no arma- I Arados de ferro.
, V i, 1 .Na f.inilii-." 1 da Aurora, om S. Amaro,
zem de lialkmann Irmaos, na iuaivrendem.scargjOS(ieferrodeiIversos mo.
da Cruz n. 10. dolos.
Na ra da Cuia n. 12, vende-souma es- Vende-se um excellente sitio cm Bc-
crava moca, sem vicios e nem achaques. ; boribe, portencente ao Padre Francisco Joso
'de Lira; a fallar no mesmo sitio, ou na
ra da Aurora 11, 62, segundo andar.
Antgo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
lar na ra do Queimado n. 14.
Ricos sinteiros.
Vendem-se ricos sinteiros achamalotados,
ultima moda de Paria : na ra do Queima- -
don. 16 loja de miudezas, e da-so amos- Vende-se em casa do Domingos Al-5
tras. ves Matheus, na ra da Cruz do Re-
Meias de seda. I ? cite n. 52, primeiro andar, algodSo
Vendcm-se muito superiores meias de' 2 trjisadodaquellafabrica,muilopro- ^
seda, tanto cor de carne como preta, a 2,000 JT P"o para aaccos e roupa de escra- ^
rs. o par : na ra do Queimado n. 16. loja a> vos, asiim como lio proprio P1"/6" 48
de miudezas.
Luvasde pelica para liomom.
Vcndem-so luvas de pelica poni ingloz
para hornern, a 1,700 rs. o par: na ra do
Queimado 11.16, loja de miudezas.
Luvas de pelica para senhora a 800 rs.
o par.
Vendem-sc muito novas luvas de pelica
para senhora, 800 rs. o par: na ra do
Queimado n. 16, loja de miudezas,
Ligas de Lprraclie a 200 rs. o par.
Vendem-ssjna ra do Queimado n. 16,
loja de miudezas.
Ronitas luvas de ti ocal a 800 rs. o par.
Vendem-se luvas de trocal para senhora,
a 800 rs. o par 1 na ra do Queimado n. 16,
loja de miudezas.
Ricos cachos de flores.
Vendem-se ricos cachos do llores, a 1,500
rs. ; ditos a 1,000 : na ra do Queimado n.
16, loja de miudezas.
Luvas de seda a 500 rs..
VcnJem-se luvas pretasde seda, a 500 rs.
o par : na ra do Queimado n. 16, loja de
miudezas.
Vndese superior farinha de mandio-
ca de Santa Catharina, a bordo do patacho
Margarida, fundiado defronte do arsenal de
^. des de pescar e pavios para
jf, por proco muito comnio lo
AitencSo ao barnteiro
Na ra Nova n. 8 loja de Jos Joa-
quim Moreira & Companhia,
Vendem-se fortes e flecxives chicotes
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquella occasio a.
lugra, o qual tem os signaes se-
guintes : castanho, barrigudo
dinas pretas, gordo c tcm um ta-
ino cm urna anca; he provavel qi.e
queira passarpor forro, he boliei-
ro e cscravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a ra
da Cadeia do Itecife n. ai, quese-
ra recompensado.
DesappaAceu oeicravo crioulode no
me Venancio, de idade de 25 a 28 anuos cb
falta de um denle na frente, esto cs'cratu
., foi da Madre de Deus, falla muito humildo
vollas, 4; hojo portenceao engenho Aguas Clira.<'g
8; fugiono dia 14 do corrente : quemo prg*r
k pode leva-lo a ra Direita n. 14, que sera
generosamente recompesado.
REPETICA.
Continua a estar fgida a eterava parda
donme Kufrosina, baixa, cheia do corpo,
peitos grandes, olhos pequeos, com 111'
para carro, pelo baratissimo preco de 1,500. cicatriz no rosto proveniente de quelmidu-
ris, caixas de muito boa madeira, feitis e um dedo de urna das rallos estirado.
com muito traba Un e gosto, destinada u ni- He de presumir terjtomado para as bandas
camente para preparos do barbas, pelo de- da Paraiba, onde dizia ter parentes, e mes-
minuto preco de 4,000 ris, chicles de bor- mo por ter Ja sido presa no Brejo da Ar;a
radia para c va lio, forlissimoso dequalida- em outra fgida que ilzera. Itoga-se portan,
de tal, que s vala os compradores podo- lo as authoridadea Policiaea, e capila de
r5o avaliar, mesmo por sorem os primeiros campo a captura delta, e a entrega na ra
que neste genero aqu tem vndo : o preco do Livramento n. 35, onde se gratificar o
dir-se.-ha em segredo a quem pretender, portador com 50,000 rs.
rndese noMaranhao, a fabrica) :^tZcZy!'^3doco76n\t'm
1 1 moleque de nome Mamede, cnoulo, de da-
rte bllgws Sliarmas e saliilo. de dela 16 annos, bastante esperto, sec-
S administradores da liquida-i0,0 do corpo, tstatura regular, eps gran-
. rri 1 r-L des; levou camisa de riscado azul, calca do
gao de Iheodoro Lhavanes, ven- igodsosinho azul trancado, e maja algn
dem a fabrica denominada Mar- rouPf- SupOa-seier tomado a direcqfio do
Bonito, onde mora o seu anligo Sr., da
nhense, na na do Piopont5o, de-
ta cidade ( porto dos remedios) ,
carregam-sc om carros sem despezas ao
comprador.
DE VERES DOS 1IOMENS,
a 5oo rs.
Vondc-se este compendio oprovario para
as aulas, em meia oncadernar;ilo, a 500 rs. ,
cada um: na livraria n. 6 c8, da praca da
Independencia.
Vende-se farinha SSS muito
nova c de superior qualidade: a
tratar com Manoel da Silva San-
ios
Vendte urna laverna na Soledado ,
com poucos fundos, ua estrada de Joao Fer-
nandes Vieira u.28 : a tratar na mesma la-
verna.
Vendem-se duas camas em bom eslado,
urna de amarello para casal o outra para sol-
teiro de Jacaranda, por preco commorio : a
, no armazem do Annes, no
caes da alfandega.
Moflidas -upi rioii -.
Na fundico de C. Man & Companhia,
em s.-Amar.1, acham-se venda moendas
de canna, todas ric ferro, de um modelo e
oanstruccSo muito superior
Aos amantes do bom c barato.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vende-se casemira preta,
a 5,000, 5,500, 7,500 c 8,000 res o corto ;
ditas do cor, a 5,000 e 6,500; panno lino
preto, a 3,000, 3,500, 4,000 o 4,500 ; dito
... ------,-. -------, guerra : trata-se a bordo, ou na ra da.
acaba-sede receber um completo sortimen-l Cruz n. 33.com Luiz Jos de S Araujo, aon- a saber : casa em que esta mon
to rie tai\a: do 3 a 8 pnlmos de bocea, as '
quaos acham-se a venda por preco com-
modo, c com promplidflo embarcam-se, ou $$S>A@#*fl)*$nf$9940t$' frente c i!> de lundo ; 3 prensas
Chapeos do chile. 4 hidrulicas, orisontacs de forgade
Vcndem-se chapeos do chile peque- *iGoo,ooo libras, cada urna : 1 dita
*: nos a 4,000 rs. : na ra do Crespo f* 1 1 r j / 111.
^n>23. jTj vertical de forga de 400,000 libras;
***A4.*****'.i*.^^*.*>jvt> ,'- grandes caldeiras montadas, pa-
-- vende-se um sitio a beira do rio, com ra 0 fabrico do sab3o : ditas pa-
cxcellente casa, tendo de frente 70 palmos, I 1
coode fundo, com grande sala adianto, 21 '"a derreter seuo; todos os perten-
gabinetes, e2alcovas, sala igual atraz, mais ees necessarios para O fabrico do
3 quarlos, o cozinha; com mais de mil 1 1 _
palmosdecumprimentoo 800 do largura, 'steanna e sabao } 9 eseravos en-
com grande baixa do capim, terreno de boa tendedores do servico geral da fa-
prodaecto,excellentehanho ao p6 do casa, '1 ,_ ._ (>!..;,.,
e parto da pftea por sor antes da^sa For- brica i t^reno annexo a fabrica,
te : a fallar com Nicolao Cadault na ruado com 7 bracas de frente c i5 de
T^^,T^^^mSllW{^i Id'il0 f"ntei~ amesraa
edificando. fabrica, com 18 bragas de Irente e
-- Vcndem-so amarras de ferro: na ra a8 de fundo
da Senzalla nova n. 42.
tratar no Ora do becco Largo do Itecife, le- multo superior cal nova cm pedra, verde, a 2,700, 3,000 o 5,000 res ; dito azul,
Iheiro da lahoas 1 1 1."___. 1 1 -i,., a 2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 res; dito cor
muro ui lanoas. Cbegada llllimamcilte de Lisboa I ',.' ., filin rnv l n nnlras mnllai
__Vende-se urna bonita preta sadia, o ,,y r |ue rape, a j,ouu o tovajo. e outras muuas
de muito boa conducta e com algumas lia -
lulidados, assim como um molcque crioulo,
de 9 annos, com principios de cozinha, e
que sabosorvir a urna mesa, por ter I ido
pratica em um hotel ; um sapateiro crelo,
muitu bom ofiicial, que da 610 rs. diarios,
i, .._ lauo tull J ,,i,3u I ,iiuu .a,, vnaaoa uv \,u<
este para a praS., por elle assim o pedir e escura por 240 rs., o ova Jo, ditas prclas a
ser digno d.sso : na ra larga doltozarion. |,00 rs.8 cov.rio, dem para abados ecorti-
Cliegtiem fregueses a fazendas i fazendas por preco commodo.
baratas. Novos gostos!! !
Pessas do cambraia com lislras decores ru rn,-i ,J0 (Vrsno 11 i4 loia i\p
com 8 varas, por 3,200 rs., curtes de dita I1 ra u, ,, rtsP. "' ,0Ja ae
com salpicos a 2,800 rs., ditas de cassa pin- Josc francisco Das,
'tada com 5 varasa 1,600 rs., cassas de cor
as pessoas quepre-
quom anda he escrava a mSi do dito mor-
que : roga-se as autoridades hajam do apre-
hende-lo, o leva-lo casa de seu Sr. o ma-
jor Antonio da Silva GusmSo, na ra Impe-
rial n. 64.
100,000 rs. do gratificaco.
Roga-se as autoridades policiaes, que cap.
turem o escravo Manoel, pertencente a Se-
lasli.lo Mirquos do Nascimento, fgido des-
de o dia 8 do mez de sotembro. Foi
elle escravo dd Sr. Gabriel Alfonso lliguci-
ra, i quem foi comprado ullimamenle : tem
28 annos do idade pouco mais ou menos, cor
fula, com falta do dous denles na frente, n
de cabellos do lado esquerdo da cabeca, que
se torna bom visivel por parecer urna co-
rOa, lom olbos pequeos, beicos grossns,
sem barba, baixo, corpo regular, he ollicial
do fuhileiro. Trajava jaqueta de riscado
azul, caifa branca, camisa de madapolio, o
levou urna (rouxa, contando calcas e jaque-
tas : quem o apprehender o levar ra da
Aurora o. 62, receber'a grali(c;icao pro-
meltida. Suspeita-ae que fosse seduzido, a
por issodesde j protesia-se contra quemo
consorvar cm seu poder.
Desappareceu natardodo dia 13do cor-
Ciraentu
e na^To Queimado, loja n. HltmamentC &&*** vendeil-
17, chapeos rie sol rie seda cor de cafe, su- se por menos do que cm outra
penores a 5,500 rs., cortes de casemiras de uualauer narte : na ruada Cruz, | recompensado,
cores oscuras a 3,840 r., chitas francezas I Desappareceu
linas o rio cores llxes a 210 rs. o covado, n
cambraias francezas do cores modernas a *
560 rs. a vara, pecas de cambraia liza mui-
joclhos, levou camisa do algodSosinho brau-
co, caifa do dito azul, osle escravo foi do
mato: quem o pegar leve-o-a typograpliia
imparcial a fallar com a viuva Roma que so-
lo.
35, loja.
- Vendem-se e aluRam-se bichas, chega-
das ltimamente do llamhurgo, por proco
commodo: na ra do S. Amaro 11. 28.
Vonde-se a taberna da ra Augusta n.O,
ua esquina riovivciro, a qual vende muito
para trra ; so vendo pelo dono ter de fazer
urna viagem c nao ter a quem deixar cu-
tregue : a tratar na mesma.
FOTASSA DA KUSSIA.
vondem-se finissimas cassas franeozas de ri-
quissimes gostose novoa padres pelo ba-
rato preco de700 rs. a vara, corto de Cam-
braia lizafa/.onda muitolina->,-240 rs., o cor-
te ( melado de seu valor) ditas com salpi-
cos a 640 rs, a vara, corte de cambraia
pintado de cor.de gostos modornos 2,200 rs,
o coito, superiores chitas france/.as cores
muito lixasede novos p^drcc a 210 o 260
rs., o covado, ditas estrellas cores de vinho
'Deposito de cal e uotassa. "*{ p11 6"s aoors.,ocovado.
I ., Filio do linho branco o do cor propria para
nados a 2,400 rs. a pessa, cortes do chita
lom 12 covados a 1,800 o 1,920 rs. : na rul
]do Crespo n. 6.
Yinlio de Champagne,
e superior qualidade : vende-sc no arma-
em Kalkmanu Irmaos Ra da Cruz, n. 10
No armazem da ra da Cadeia mosquetciro640rs,avara,linnstrancadbses
No armazem de Jos Teixeira do Hccifc n. 12, ha muito supe- curo c cor do ganga com listas miurimhas a
,, 1 m 1 1 1 l j 1,000 rs o corte, assim como outras mui-
Hasto, na roa do U-apiCho n. 17, riM cal de Lisboa, em pedra, as- taf fazendas por baratos urecos.
ha para vender, nova e siijierior sim como potassa cbegada ultima-
potassa da liussia, cbegada recen- mente, a precos muito rasoaveis.
tcmente. Casa de commissao de escraves.
Cortes de chita e cassa. Vendem-se eseravos e recebem-
Conlinua na ver grande sortimonto do se de commisso, tanto para a pro-
cortes ric vestido de chita, com 12 covados i f j' n. -_
om um s pedaco, a 2,000 rs.; ditos do cas- vlncia cou,, lara fora della> Para
sa de cores, fixasebons pidrOes, a 2,000 rs.: oque se offerece muitas garantas
_. 1.1. -i- .Ahu a scus uonos i na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Agencia de Edwin Alaw.
Na ra de Apollo n. 6, arma/ein de >lc. Cal-
moni & Companhia, acha-ae coDalanienieDtc
na loja do sobrado amarello, na ra do
Queimado n. 29.
Sapatos de tapete.
Vendem-so os bem conhecidus corles de
lapete, para sapatos, a 500 rs. o par : ni
rna do Queimado, loja do sobrado amarello
n. 29.
Algodo para saceos.
Na loja do sobrado amarello, nos qualro
cintos da ruado Queimado n. 29, veude-so
al godao para saceos, por preco muito com-
modo.
Casimiras baratas.
Vendom-ae os mais modernos cortes de
casimira, que ha no mocado, a 5.501' ,'.
cada corle, tendo grande sormcnto'para o
comprador escolhcr. na ra riu Queimado,
loja do sobrado amarello n. 29.
. Toalhas e guardanapos.
Na loja do sobrado amarello, nos qualro
cantos da ru do Queimado n.29, tem para
vender um grande sortimenlo de toalhas de
nos de idade,
U n. 14.
Aos 20:000,000 de rs.
Acaba de cliegar pelo vapor S.
Salvador, osbilhetes, meios, quar-
tos, oilavos e vigsimos da lotera
do Kio de Janeiro, a beneficio do
theatro ds Niclheroy cuja lista
checa pelo primeiro vapor, e ven-
dem-se na ra do Queimado, loja
de ferragens n. 3? A, de Antonio
Jos Rodrigues de Souza Junior,
pelos muito baratos precos abaixo :
liilhetcs inteiros 22,000
Meios bilhetea n,000
5,5oo
(Joartos
Oil-ivos
Vigsimos
2,800
i,3oo
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, cm sac-
cas desembarcada do patacho
(.'onceigao, vindo do '.io de Janei-
ro, entrado cm 26 do corrente mez
de outubro, por prego commodo:
nos armazens de Antonio Aunes e
Dias Ferreira, no caes da Alfande-
ga : a tratar nos mesmos, ou com
IHovaea& Companhia, na ruado
Trapiche n. 3/,.
Cal virgem em podra
Chegada recentemente do Lisboa, em anco-
ras muito bem acondicionadas ; vende-se a
pieco muito commodo : no armazem de
Silva liarroea, na ra do Trapiche n. 19.
Chegucm ireguezes antes que se
acabe.
No armazem de Martins & IrmSo, na ra
da Cruz doRecife n. 62, chogaram ltima-
mente os seguintcs gneros de muito boa
qualidade : queijos Ion Irinos, prezuntos
inglezes c do Porlo, conservas inglesas e
fiancezas com dilTercnlas frutas, latas de
salmSo, ditas de ervilhas o sardinhas de
Nantes, ditas com bolachinhas inglezas ,
marniclada de Lisboa, mostaida, o muito a-
crediladoct' deS. Paulo, caixas com muito
superiores macas linas pura sop, glgoa com
chanipanhe, vinho de Xoroz, Madeira, Bu-
cullal ePOItO, garrafas com extrait de ai>-
sinllie c outros muitos gneros, ludo poi
mdico proco.
Vendem-sc taboas de cedro,
O gundo andar. OI proprios.pana forro de sala c obras
Ot>OOOOrOOO0OOOOidemarcineiro; oleo de liuhacaeni
Vendcm-se relogios de ou- botija?, remos de t>ia; cimento cm
ro e prala, patente inglez : na ra (barricas e meias ditas, tambem se
da Senzalla Nova n. 42. j vende em pequeas porgocs de t-
Inda continua a vender-sc barato. na8 ai,s do Ihealro, armazem
Cortes do casemira preta por 5,000 rs., di-
tos de brim escuros de lislras a 2,000 rs e
1,600 rs., ditos de castor 1,120 rs., riseados
de algoJSo a 180, e 200 rs., nscadinhos T Artilharla & cacauorrs. 9
frncezes a 120 rs. o covado, e muitas mais Vendem-so Superiores luvas de re- 9
fazeuda por baratissimo preco na ra do 9 troz preto proprias para uniforme de 9
Crespo r.. 6. artilharia e caladores : na loja de sir-
Arados de ferro. gueiro no pateo da matriz.
diversos
bous aorliinenlos do uixa de ferro coado c
batido, tanto rasa como fundas, moendas :n-
eiras todas de Ierro para aniaaei, aoa, ele,
ditas para armar cm madeira de todos os ta-
inanhoi c nudillos o mais moderno, machina
horisonlal para vapor, com forca de -i caval-
los, coucos, paas^eiras de ferro csianliado
para casa de pugar, por menos preco quco
de cobrc7 cscovciis para navios, ferro ingles
tatt'Cfh barras como cm arcos folhas, c ludo
por barato preco.
Vendem-so velas de espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
I. Keller & Companhia: na ra da Cruz nu-
mero 55.
<>OQ(G0QO0<2 0 Vende-se um grande sitio no lu- 4
Q) gardo Manguinho, que lica defrontc Q
to fina com 8 1|2 varas a 3.500 rs. cada peca,
cortos de cassa pintada a 2,000 rs., o outras
fazendas por preco muito barato. f)am-se
as amostras com penhores.
Vende-se vinho do Porlo de fcitoria,
de 21 anuos, de superior qualidade, tanto
em barris de quinto, como engarrafado, por
Eseravos fgidos.
Desappareceu do cagenho Casanga da
froguezia da Escada no dia lo do enrrento
mez de novembro om preto escravo de no-
mo Francisco Cariri, quo a pouco lempo foi
vendido por os herdeiros te- Coronel Antonio Francisco de Carvalho
de Joaquim Lopes de Almcida,
Vendem-se arados de
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
da ferro : na fundigSo da ra do
Brum ns.' G, 8 e lo.

l'ara Mosquileiros.
A 2,000 rs. I!!
Vendem-se nn ra lo Queimado, loja n.
17, pecas de cambraia branca de rede, lin-
indo fil, proprio para mosquiteiros a 2,000
rs. cada peca com 8 1[2 varas.
iiaoeiio limo vende-sc barris com cal vir- l vTEtVjSFE jT. t-----i""i-
gem de Lisboa ehegad. agora na bTrca .Li- "S-P esDa,,Udo8' ho de Angola porem veio
ffpir* ni.|n,Um .,.., B Z.. i muito pequeo, que parece crilo, de idado
geira. pelo diminuto preco do 4,000 rs. | pouco mas 0 B,e,no, de 25 annos, ja ..0o ho
AdmiraVCl SOrtimentO de Iotica vi aprimeira voz que foge, che provavel que
,|,al|a procure a casa do seusantigos senhores a
Ti... .,,, ., 'quem encarecidamente se roga bem como a
i.j. nJ.ii.o .C0,m0d* Bal,"1' corDO 8fl- todas as autoridados policiaes o pess.as do
'Z'/.!!' T- Brands cacerolas; povo do o prendere.n, e romelterem ao
S doce* l* i"*' aluldaros. ; mesmo engenho Caxang a seu senhor, o
Zel,J ? nS ,luarlln,,as. 8;-'mjor Marianno Xavier Carneiro da Cunha
FHuEt *?>- -5"S IrasSatC %&$ Z>. ~ ^^ .-se>ecomPe,
Deslppareceu no dia domingo, 12 do
f correle, um preto quo reproseola ter 45 a
50 annos do idade, de nacSo cacange, baixo,
cheio do corpo, sem defeito algum nocorpj,
levou vestido, calca de casemira azul clan
de quadrose j vellia, oolele do selim preto
velho, jaqueta de brim pardo,camisa de 01a-
dapolSo, chapeo de seda preto ; presume-so
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezardeser do sorUo nSo sejulga que lo-
nha voltado : roga-se portanto as autorida-
dos policiaes e capules decampo, a captura
acs soauintes Mto do mesmo' levana- ru' do Vi8ar' "
uorem o hos neaue- ,ercoiro ,ndar- ^ 80 recompensara.
- Auzentou -se na noulo de 27 do corralo
o mulato Clementino do idade 20 annos pou-
co mais ou menos, magro,altura rogular,
falla muito mansa, cosluma andarcalcido
e bem vestido; levou urna troxa de roupa, o
consta que levara um cavallo quealugn
nessa occasiSo, o qual tem os signaos se-
guinles : castanho, barrigudo, dinas pra-
la.-., e gordo. He provavel que queira pas-
sar por forro : he bolieiro.e escravo de Luiz
Antonio Siqueira : quem o pegar leve-o a
....... r _....... v,s parles sera recibido e pag
^.?*.d P"ra C08tur"' balde* P"! despezas com gonerosidade.
compras, calungas para prezepio : na ra da '
Cadoia do Itecife n. 8.
N3o se fa.
Ibes continuirem a comprar, em o atierro
da Btia-Vista n. 43, pois rende-se ludo pelos
precos seguintes: alianca-se,sorem bem ser-
vidos tanto cm precos como em qualidades,
mauteiga ingl7a ro dito sko, e 480 rs. di-
ta franceza 520, banha 400 rs., cha do me-
Ihor 2.000 rs., dito 1920, dito preto do me-
Ihor que ha neslo mercado 1920, a Ib. tem 3
embrulhos chinezes o embrulho 640, es-
permacete 60,carnauha 280, sevadinha 16o,
ervilhas 120, letria, 160, anz branco 80 rs ,
tapioca 80 rs., dita do ararula 120, chocola-
te 320, chouricas 400 rs., assucar refinado
pelo diminuto proco de 80 rs. a Ib., altane -
se a qualidade, milho a 120 a cuia, anz de
casca 120, feijilo mulatinho320, alpisU960,
pa 1 nc.1 560,azeite de coco 480, dito doce 480,
vinagro bom 80 rs. a garrafa, dito de Lisboa
140, queijos doreino800 rs., carne do serI3ii
verdadeira, 200 rs. a Ib., sendo de 4 para ci-
ma, c a rcl.iino 240, linguic-is do mesmo 240,
bolaxinha ingleze 160, cafe do caroco 140,
e ludo mais por diminuto preco, o de tudu
se d amostras.
Vcr.dc-se o engenho Laga Redonda,
no districto do porto Calvo, uina loua em
distancia dessi villa, de superiores trras,
tanto de canoa, como do mandioca e ludo o
mais ; lio composto de grandes varseas,e do
melhor cercado possivcl; acham-se desmoro
nados os seus edificios, por Isso que lem es-
tado uns poucos de annos de fogo morlo,
melhurando asaim cada vez mais as trras
para aua producen.1, vende-se a dinheiro,
ou a prazo, o mosmo em permurla de es-
eravos etc. : a tratar nesta cidade com Lino
Jos de Castro Araujo, na praca corpo Santo
n. 2, ou com Jos de Barros Pimentel do Ro-
go Falcao, junto ao passo de Camaragibo,
no sou engenho varsea de Souza.
Vendem-se corles de cassas de cores,
finas, a 1,800 rs. ; ditos de cambraias abor-
tas, a 3,800, 4,000 e 4,500 rs.; ditas de bar-
ras, a 4,500 rs. ; chitas finas, a 160, 180 e
200 rs. o covado; ditas para cobertas, finas,
a 200 e 220 rs. o covado, e oulras muitas fa-
zendas, por pregos muito comino los: na
ra do Queimado n. 23.
Charutos de llavana
De superior qualidade : vendem-se no ar-
mazn) de Kilkinatin IrmOos, na ra da
Cruz n.10.
-: Desapn-r n no, desappareceu de casa de seu senhor o
da ra
J,eld8, nacSo MussambiqL..
roas finas, andando sempre muito direi-
, tem cjiocos sobre o nariz, sigoal pro-
com bastantes cabellos brancos na Mbia 1 prio da "o; reMnmeod a-se .captura Jo
cura pouco carrancudo; he ollicial de cal-!mesmo ,s utor,dajM e a0 "!"".
Desapareu no dia 9 do corrento me*,
n,ar>r.a,Sc da M-iea de caldelreirn no, uesappareceu ue casa ua seu somiui
do 'rm n 28 no da 17 d corrente ',rel de nome Thon,tI' ,lc id,de "T
.hovera""-? p"r.to Anionlo",T'*0 'fi"* Ca!ell0S ^'t "Vn'^m
--Antonio de Almeida BrandSo e Souza 'cocabinda, que representa ter 45 annos de! n*c!i0 ssambique, bastante alto, ni gro,
tendo vendido a sua venda sita cm a rui idade, altura regular, cheio do corpo, cara ; Pel
ROM n. 71 convida aos seus freguezes para abocetada, muito cabelludo nos peitos o.10'-
urna escrava de nome Faustina com os sig-
naos seguinles: estatura baixa, cor fufa,
com falta de denles na frente da parte d
cima, tem urnas marcas braucas nos ral-
libares, e quando anda abre os pe para 01
lados ; levou vestido de cihta roxo, e saia de
,i -if. JL ,?^* 1 POkCO I lgdS azul e pao da coala lista preta foi
SSSSln Z J! Vb" U CertaodeCamJt; deseonfia-se que os-
rtiZi r."fJ- occ-IU em algum. esa, pois desdej.
tola a roupa que tinha, e por j ter sido
pegado de outra vez na freguezia da lasca-
da : roga-se portanto, a quem o pegar de
leva-lo ua dita fabrica cima, que ser re-
compensado.
-- Desappareceu no dia 20 do corronto um
preto de Angol
maisou m
do, he cosi
Vebrlll0 ${.!?' hr? ?feUr' ""'' b/an" Protesta-so conlr. quem a livor : quem
?J, ,. pST.EJ u0"**' su?p0e-se i pegar lero-a Fora de I-orlas na ruido Pi-
tesaludo emalgiimu barcaca ou eslcj 1 oc-1 |Marb m qu0 ser gratificado,
culto omalguma casa: roga-se as autor -1 n, ,, da senrilla VuUia n 111 casi
30,000 Se^ta"1 > "ual '.* fta rueos di"' la'ou fit
Desappar'ecou ji.f. do cor- ^udo %^Z^VtX
idada da'.o.Snr "n0nl-8 tem u lbio superior bastante grosso,
oumenos,cor'.am.%fa0d.,por7o"v7c?odeT compr.da.nodia sexta-feira 14 do cor-
ionio uni um
Paulino de
r Te ra rriVch t o lio ui U T rent0' Jo'1u'm n'b8lr0- boticario, e por
rlianrui. este osc.ravn norien-o .^ K. .. na ra Ailguaia. ... __
Em dias do mez passa lo, fugio do cu-
chapeu, este escravo pertence ao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de Una----------
g.r live-o a ru
ra do Livrame
receber a g
contra quem o ti ver oculto.
_ do crrenlo, fugiu do mosmo engenho urna
BOA GRATIFICACAO'. \aegrt do uomeTnoreza, de idadede45a50
Auapnlnii e .,.;,' j- 1 annos; alia magra, cor bem relila, costu-
Alisentou-sc na noite de 27 de m, itui,r.so forra : quem os pegar, leve-
outituro passado o mulato Ce- os ao dito engenho, ou no Recife ao p""
menlino, de ,0 annos de idade ^^^^^t
pouco mais ou menos, magro, al- corado junto a ponto do itecifo, fugio ""
tura regular, tem muito pequeo f=ravo preto por nome bernardo, de ti-
l j 1. 1 mi rc,luo,,u tura ordinaria, rosto redondo, cabellos eres
buge de barba c lilla muito mansa, cidos, e b.riw no queixo; tr.java c.lc
quando anda parece que nao nisa c,mis>dealgodSo riscado: quem o appf-
, ., i i ,' hender eleva-loa ra da Cadeia do Kecii*
bem com os calcanhares, cosluma n. 12, ou a.bordo do mesmo brigue, sea
andar calgado e hera vestido, le- ''em gratificado. t
vou urna trocha de sua roupa, in-


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