Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04750


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXYH
Qiiinta-feira 20
DIARIO
de Novembro de 1851.
N. 263.
PERY4MBIIG0.
raxqo da suoniri?io.
Pkkhinio AoimtDO.
Por trimestre............
Por semestre c *..........
Por nno........'.J-i,.'" *
Piso Dlirr'O auTamasTai.
Po, ^-.ViibIo' '
pr.....23 de Outulj Minas, 5 de ortbr.
Manobi J8 de dito
91*8 BA SEMINA.
AUDIENCIA.
Ceara...
Parah iba.
SI de dito.
10 de Nobr.1
9|l7S*g. S. Gregorio] Jm'iad. Oryh&oi
Taumaturgo b. ; '2. e5. s 10 horas.
1S/W0 ig Tere. S. liorna., in. I I. varado citel.
19 O'i.irt. S Izabel ral-3. c(i, ao nielo-da.
nlia de Hungra f ; Fatenia.
20 Qulnt. S. Flix. 3. t6.ii lo horas.
21 .Seit. Aprsentacao de 2' varado eioel.
S.Paulo. 3 de dllo. Nona Senhora. 4. eaabadoa ao nielo-d.
R. de I., 25de Outub 22 Sab. S. Clcilia v.m. Rtlacto.
Babia... 3l de dllo 23 Doni. S. Fellcidadc. Tercas e sabidos.
4/>O0
EPHMIBEIDEa.
Creicente i 30, a l hora c7 minutoa da larde,
Cbcla a 8, aa 0 horas e 2 minutos da t.
Mlngoanta 16, as 7 horas e 2 minutos da m.
Nova 22, as 11 horas e 47 minutos da larde.
PBEAIKAn SB HOJI
Primelra i 2 hora e (3 minutos da tarde.
Segunda ? hora e 30 minutos da manhaa.
FABTIBAI DOI CORBIIOS
Soianua c Parahiba, s aegundas e seilai-
feiraa.
nio-rande-do-Norte, toda) as quiotas-felras
.. aomeio da.
Baranhuns e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, a 13 e28.
tas-reiras.
dlat.
yictoria, s quint
Ulni'l i, todos os .
KOTICIAI ISTniHOIIRAS.
Portugal. M de Onlbilaulrla.. 3deOutbr
llespaoba. 8 de dito Suissa. .. 3 de dito.'
Femcs ... 8 de dllo Succia... I de dito
ReJaica... 5 de dllo 'Inglaterra 9 de Outbr.
Italia.. .. 3de OulbriE.-Unldos 24deSetbr.
Alemania. 5 de dito Mxico... 15 de dito,
Prussia ... 3 de dito. California 30 de Agosto
Dinamarca 1 de dito ctiili 26 de Abril.
Knsfia... I de dito Hucnos-A. i de elb.
Turqua. 21 de SetbrVtQntevideo 6de dito.
CAMBIO! O 1 9 BB MOTKMBBO.
Sobre Londres, a 28 3;t e 29 d. p. i|000 Firme.
-Parla, 331 por fr.
a Lisboa, semtransaccdet.
ZTAU.
Ouro.Oncas hespanholaa.... a 28/600
Moedas de 6/400 relhaa. I6/D00 16/200
. de 01400 oras. 16/000 a 16/200
de4/uu0...... 9/000 a 9/100
Prata.Patacfles brasileiros.. 1/940 a l/9>0
Pesos coliimnarh-s... 1/920 a 1/950
Ditos mexicanos..... 1/740 a 1/720
PARTE OFFICIAL.
TRIBUNAL DA BELACA'.
giiiiiteiapp.illaccs em quesSo i l lancia, ultrapasa-indo assim ns funcgdes que
Appellantes, Francisco Pereira Piolo Caral-jpor >eu regiment Ihe compelen!. Pelo
canli e outro; appellada, i fazenda na-
ciunal.
Appellaiite,o juizo; appallado, JoSo Pereir
de Araujo.
PassararndoSr. desembargaJor Valle ao
SESSA0 DE 14 DE NOVEMBRO DE 1851.
^.J.e..^^^ desBmb.rg.dor Santiago" as seguintea
A 10 horas da manl.Si, estando presentes appo,coes em quo sSo.
Appellantes, Manoel Rodrigues da Silva o
aupollacdea em quo s9o :
osSrs. desembargadores Bastos, LeSo, Sou-
i,, Rebe'lo, Luna Freir, Talle, Pereira
Monleiro, Valle e Santiago, faltando com
cauta o Sr. derembargador Villares
Sr. presidente declara abena a sess.lo.
JOLCA1IBNTOS.
Aggravo de Jo3o Bsptisla Pereira Lobo; ag-
gravaJa, a fazenda provincial.Negaram
provimento ao aggravo.
Aggravo do Joaquim Francisco Correa de
Araujo ; aggravada, Luizi Teixeira Lima.
Darm provimento ao aggravo.
Appetlaces civtis.
Appellanle, Jos Fernandes Tenorio deAl-
buquerqueTiririca ; appellados, Jos Bar-
boza de Messias e outros.Confirmaram
a sentenca.
Appellanle, a fazenda; appellado, Jos Gon-
calvs do Passo. Confirmaran! a sen-
teuca.
DincEKCUS.
Appellanle, Jlo Antonio Soares do Abreu ;
appellado, Msnoel Gonsalves Valenle.
Msndaram com vista ao Sr. desembarga-
dor procurador da coros.
iii!Sii.'->i.oi-;-.
Appellantes, Estafan Jos Paes Brrelo c sua
mulher; appelladus, Francisco Paes Bar-
reto e sua mu ln- r.
Appellanle, o cnsul francez interino; ap-
pellado, Diogo Baptista Fernandes
Appellanle, o Eim. bario deSuassuna ; ap-
pellados, os herdeiros de Gervasio Piros
Ferreira.
Appellanle, o D. Abbade de S. Bento de
Olinda ; appellados, ftanoel Gamillo Val-
cicer e sua inulber.
Appellanle, o juizo; appellado, Jos i.on-
(alvesdu Passo.
Appellanle,ojuizo; appellado, JoSo LeilSo
da Silva.
aivisfies.
Passaram do Sr. desembargador Bastos
lo Sr. desembargador Leo as seguintes ap-
pellacdes em quesSo :
Appellantes, Amaro Conexivas dos Santos e
outros; ai pellsdos, Marcelino Antonio Pe-
reira e outros.
Appellanle, D. Gandida Aguslinha de Bar-
ros appellado, Jos Candido de Carvalho
Medeiros.
i'sssaram do Sr. desembargador Leo ao
Sr. desembargador Souza as seguintes ap-
pellacQesem qu sSo
Appellanle, o juizo appellado, Candido
Ferreira de Olireira.
Appellanle, Joaquim Ferreira ; appellado,
Jrronymo Joaquim Fiuza de Olivaira.
Appellanle, Manuel Jos Soares de Avillar;
appellada, Manoela Francisc Monleiro
Regadas.
Appellante, Antonio doi Smtos de Siqueira
(.'avalcanli; appellado, EstevSo Jos Paes
Brrelo.
Appellantes, Francisco de Assis de Oliveira
Miciel e outros ; appellada, Florinda Ma-
ra de SanfAnoa.
Passaram do Sr. desembargador Souzi ao
Sr. desembargador Rebelloaa seguintes ap-
pelbcfles em que sSo ;
Appellanle, Jos Andr Pereira do Albu-
querqne ; appellado, JoSo Ferreira do
Prado.
Appellante. Francisco Antonio da Gama; ap-
pellada, Mara da Paz.
Passaram do Sr. desembargador Rebello
io Sr. desembargador Luna Freir as se-
guintes sppellaces em que silo :
Appellante, Domingos Francisco Cavalcan-
ti; appellados, t. Ignez Mana das Neves
e outros.
Ampollantes, os indios de Arronclies; appel-
lados, os herdeiros de JoSo da Coala Al-
bino.
Passaram do Sr. desembargador Luna
Freir ao Sr. desembargador Telles as se-
guidles appellaces em que silo :
Appellanle, Manoel Gamillo Pires; appella-
do, Jos Pires Vianna.
Appellante, Manoel Alvea Cuerra; appella-
do, Gaapar de Mcnezos Vasconcellos de
Drumond-
Passaram do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monleiro as se-
guintes appellacO "8 em que silo :
Appellanle, Jos Alexandre Crrela de Me-
nezes; appellado, Antonio Ferreira Lus
toja
Paissrain do Sr. desembargador Pereira
MonteiroaoSr. desembargador Valle as se
FOLHETIM.
sua mullier; appellados, Azevedo & lr-
mfios.
Appellante, Josepha Maria da ConceicSo;
appellado, Manoel Ignacio de Arroxella
GalvSo.
Passaram do Sr desembargador Santiago
ao Sr. desembargador Bastos as seguiutea
appellaces en que silo :
Appellante, Florencio Jos Garneiro Mon-
leiro; appellados, Manoel Caetauo Soares
Carneiro Monleiro e outros.
DISTRIBOICES.
Ao Sr. desembargador Bastos os seguin-
recursos em que s3o :
Recurrente, o juizo; recorrido, o juiz mu-
nicipal Manuel Firminode Helio.
AoSr, desembargador Souza as seguin-
tes appellacO s em que s3o :
Appellante, Marcelino Jos Lopes ; appella-
do, Fraucisco Jou Garneiro da Cunha.
Ao Sr. desembargador Pereira Mjnteiro
as seguidles appellaces om que sSo :
Appellante, Jos Francisco d Silva Amaral;
appellados, Joilo Baptista Vianna tit Gum-
psuhia.
Ao Sr. desembargador Santiago os seguin-
tos iggravos em quu sBo :
Aggravante, JoSo Vieira da Gunha ; aggra-
vado, Francisco Jos da Costa.
.Vio foram julgados os de mais l'eitos com
dia assignailo por haver faltado a sessSo o
Sr. desembargador cima mencionado.
Levantouse asessSoa t hora da tarde.
que: mando aautoridade a quem compe-
te, e mais pnssoas a quem o conhecimen-
to desta pertencer acumpram e guardem
tilo inteiramente como doren), e nella se
conlem.
S. M. o Imperador o mandou pelos mera-
bros do conselho supremo militar abaixo
assinados. Joaquim Flix Conrado a fez,
neata corte ecidade do Rio de Janeiro, a >.-
10 das do mez de Janeiro do anno.do oas-
cimento de Nosso Senhor Jess Christo, de
I8M. Eu o conselheiro Manoel da Fonseca
Lima e Sil*a, mirechal de campo, vogal i
secretario de guerra liz escrever e aubs-
rrevi.--Fi-diici.se > de Paula e Vasconcellos
JoSo Paulo dos Sant is Brrelo.Unifor-
ma.- Jn.ui Baplista Feneira.--Conforme.
O onicial-maior, Joaquim Pires Machado
Porlella.
Candido Lial t'irrtira,
Ajudante de ordens eiicarregado do delalhe.
EXTERIOR.
ESTADO DA EUROPA. (*)
I
OU
MEMORIAS DE UM MARIDO. D
POB EUGENIO aOB.J
11.
Minha av, com quanto Ibe custasfe mullo
irparar-sc de lulm, pols me creara mal ein to-
da a accepeo da palavra, mandou-uie para o
collrgiode Sania harbara.
I-i uve dous amigos cuja existencia acbnu-
se estreitamenle ligada ininha; por isso fal-
larel delles com alguina miouclosidade*
I.'in dealesamigos quaside inioha Idade, cha-
mava-se Jaclotbo Duraud; magro e doenle,
sua debilidade o tornava tmido. No lempo de
iiinili.i entrada em Sania Barbara elle servia de
palito, quasi de mrtir a nossos camaradas .
cliorava aempie qu.udo o baliain, nao se de-
frndendo Jnuais e chainava-se Jaclotbo (noine
singular para uin homeui), por isso o chama-
vnii ordinariamente madamezella. Sua carinba
redonda, aenSo agradavel, ao menos chela de
docura ede melancola ; a delicadesa exquisita
de seus sentimentos, aua profunda seniibilida-
de, todas estas cousas eraui com elleito leme-
ninas.
1 em como eu, elle era orphao, mas nao tinba
como eu a mais benigna a maia amorosa uas
avi. Se Jacinlbo va um de nossos camaradas
correr alegre e apressurado a este chamado :
~- ^ ulano, san
"pira, suspirava
nais niogucm o
Commando das armas.
(Juaitel general na cidade do Reeife, 10 de novem-
bro di iS.'n.
dl-.liKH DO DIA H. 27.
Manda o Sr. marecbal de campo graduado An-
tonio Gorria Si-.ira. cmnmandanie das armas,
para conhecimenio da guarni, e llns no-
cessarios, publicar a imperial proviso de
10 de Janeiro do cerrente annoabaixo trans-
cripta, que por copia Ihe fol enderogada
pelo Exm. Sr. presidente da provincia em
data de 8 do correnle
iDota Pedro, por graca de Dos, o unni-
me acclamaco dos povos, imperador cons-
titucional e defensor perpetuo do Brasil:
faco saber aos que esta minha provisSo vi-
rem; que, ten lo subido minha augusta
preaenca urna consulta do oonselho supre-
mo mili'ar, datada do 18 de novembro do
anno prximo passado, a que mandei pro-
ceder sobr-1 o oflloio do ch-fe de esquadra
enesrregado do quarlel general da mariuha,
datado de 27 de setembro do referido anno,
sob numero 918, e papis quo o acompa-
nli irn ii, versando sobre o facti de havor
sido publicada a sentenca do conselho de
guerra, a quo responder na provincia do
Para o segundo lente da armada Manoel
Joaquim Je Castro e Costa, antes da subir
superior inflancia. E alt-n lendo a que 0
Tit. 8." da ordenanca de 9 de abril do 1850
determina que, quanJo voltarem ao regi-
ment as senlencas dos conselhos de guer-
ra decili las pelo consellio dejust'f, d-
verSo logo ser publicadas a ordem, para que
por este meio conste o crimo do reo, e a
pena que Ihe ful imposta, dispondo igual-
mente o assento da casa da supplicacAo di
26 de marco de 1811, em geral, que as sen-
tencas licaro em segreJo em quanto se-
ndo pulilien, e.n : o qce ludo" me loi ponde-
rado na mencionada consulta pelo referido
conselho, com o parecor do qual inteira-
mente me conformando, hei pur bem por
minha immediata e imperial resolucSo de
20 do sobredito mez de uovembro, quereti-
iln lixar regra ; mandar declarar : que nSo
deve ser alterada a pratica ateo peseme
ihalteravelmente seguida ; por quanto, per-
millindo a referida ordenanca fazer-se a
piilihrarn das sentenQas so depois da de-
cisSo definitiva do tribunal superior, e do-
vendo ellas licar em segrodo at a sua pu-
blicacSo como exige o dito assento, he evi-
dente que lica excluida a possibilidade de
qualquer publicaco anterior a esta ; sen-
do por tanto incompetente e abusivo o pro-
cedimenlo que tivera o auditor da gente de
guerra na provincia do Para em fazer pu-
blicar a senten;a proferida no conselho de
guerra, contra o segundo lente da arma-
da Manoel Joaquim de Castro e Coste, an-
tes da decisSo do conselho de ultima ins-
Enlre os grandes acontecimentos que tem
mudado a face do mundo, a revolucSo de
1818 aprsenla o pheiiomiuo tal vez nico
ni historia da dissulucSo instantnea de lo-
dos os po '.cros cousilealor como ns mais
Mili lo. A .....He. i i.- ie i ilos governos l-ni
si. o inuitas vezes mais rudom.nl' castiga-
rla, por.ii jatnais ella u > > f'l couerta de Uo
-em ie C1111111S.H. 11. ministros "
madosporsui experiencii fora
dos de noile por exploros quo pe
dt-clararain .mpeosiyeis. U Sr. de Meller-, ^ rflj.
11 rii inili- annuuciadoque teriamoa o Jilu- ...,.,,. ._t.
mais ala-
mu dilferenle Elle aoflVem e vigiao ; idas lulas quo um futuro proxitio nos reser-s por briga, o preto Jos, escravo de Anto-
llej instruom-S! na escolt da desgracs el va talvez, he bo.n conhecer a forfa dos ad-l nio Luiz Pereira Palm-, a requIsicSo da
historia appreciara por exemplo, a ener-j vera mosquea revoluci.i ple de noao porUou senhor; Antonio Joaquim d'Alm, o
glaea abenegaeSo desses Rali n is a quem|em presenca. Antes de cuitar as batalhas1 Jos Gomes Diarte, por hoverem espanca-
tconllsuacOis, o exilio, a prisSo, o cada-1que tem decidido da sorte dos imperios, osdo a um prcto, Luiz da Costa, e Franciico
falso, as torturas, a perda das mullieres elbistoriadorescostumam de.tcrever a posico^xavier, sem; declarafao do motivo; or-
dos lilhos, a quem nada lloalmento tem po-jresuoctiva dos exsrcitis, os recursos de quo dem do subdelegado da freguezia de Santo
litio abalar m sua resolucSo de ser Ihrsi dispem, seus maios du ataque e de defe einlependenles. Em Franca, em Allem-1 de modo que o l^ilor possa apreciar o nie- para averiguacOes policiaes; i ordem do
Obi, em Hungra, por tod 1 a parteo povo rito dos generaes e dus saldados, o as cau-'subdelegado da freguezia de San Jos, 01
I o mesmo exemplo de sabedoria e delir-lsas que tem decidido a victoria. He isso o pretos Julio Pinto, Maria Benedicta, e Olim-
tfeza; como em fogo subterrneo que ajque queremos tentar fazer laucando urna; pi Mariel Monleiro, por desordem, Ma-
ulla lula ponuaiienlo que devia lindar em
unja revolucSo.
Idconsuiiio do Sr. de Metlernic'", as po-
tencias cnuidro netteram-se a nio iratisigir
J 1111 ii> r 1 )i u 11 p......-u -l > dos lo en-
idu eai,i. pul moiaa llBo tem folio nutra cou-
que transigir, quasi seuipre sem dignidad -,
111 1 Ibes
carrega- st""Pll nimiamente larde, o que 1
" all,,aa. lom piiitnellilo gusar do benellcio do'suis
IconcessOis. U.na primeira reroluelo icbcn-
vio depois de sua moric ; o diluvio o sor-
pos
rechscado a ioviiiue."n nos trila anuos de
compressSo paia algumas cabecas e para
algumas sociedades secretas; hojo no fun-
do de seu retiro, reconbeee, segundo dizern
que a revolusSo faz corpo com a Europa,
que ella se lem enraizado no solo, e lem pe-
netra lo no saugue dos povos.
A I i ;.i-> he completa, mas tardia.
Destacadamente o abalo do I Mis sorprc-
hooJeo tanto os governos como os povos;
ta della como lembratiga c como resallado a
'dependencia da Grecia, recutihecida e.,i-
prehendeuvivoeengoUo-lhenflosoo cor- ^ sam emb| d dir01l0s m.
er ciaes do sultao.
Un ataque- nioito nais grave foi feilo aos
tratados de 1815 pela iev-i.ue.1 dojullio; a
dynaslia que as potencias ligadas linham
feilo voltar a Franca foi dulli oxpellida, e
os governos que n3o deviam ja man transi-
gir con, uma InturreicBo deram-so pressa
ein recoohecer a Icgilimi lado da de 29 de
julho e o direilo quo laui os povos de mu-
dar seus goveruos. Lugo depois e a Blgica
A. Peyral.
( Preste, i
co-upresaSo irrita, e que de lempos em vista lie olbos sobre o esta lo da Europa,
taro pus escapa-si alr-vez das fendas de um
olo calcinado, ello fatiga a vigilancia e
halda lubelidade d'aquelles que procuran*
suB'ocalo.
0 esltdo dos espiritos na Europa nSo lie
pois de nalureza propria a animar os pro-
jectos da re.cc.3o ; o mundo escapa visivel-
mento ao absolutismo que, ha trinta annos,
nSo tem cessado um s dia do perder terre-
no. As potencias reunidas no congresso de
Viouua liiinsm declarado guerra uos prin-
cipios que a revolucSo Irauceza inliltrou
uos povos que eiilu se Cria uoder des-
truir. Esla empreza insensata leve em re-
sultado pri.neiratneuta forQir os governos
a inanler um lempo do paz, exorcitus que
esgutavam seus recursos, ao depois crear
entre o poder absoluto e as i.leia liberaes
noel, escravo da vi ova Anna Pastora da
i Je-us, por andar fgido, Ao'onio, escravo
I de Cosme das trovas Teixeira, a requisi-
cSo de eu senhor, e Viiluosa Maria dos
'Prazeres, para cotpqIo ; ordem do sub-
' delegado da freguezia d< Boa-Vigla, Manoel
PERNAMBUCQ
OlllTimo DF IS? MEZ|guezi. dos AfoK.dos-, o preto Domingos,
Db OUILBIIO DB Wl. [escravo de Gui'herma Augusto Rodrigues
65 200
3:112,500
311,750
21,003
76,000
sds i-cu licin>. Ninguem se achou dotado
do um espirito asss g-anle o de um braco
asssas firmo para guiar o dumiuar os acoi-
lecimentos. Os rnetoricosabutidram, dis-
cursos e proclamacOas ciiuveram, mas os
c.ius I-ios poderosos, e as grandes medidas
foram raras.
A reaciloeo absolutismo aproveitaram-se
hbilmente do (racciouamento e da inex-
periencia do partido democrtico; deoois
dealguus mozes de desfallecimetilo, clies
r -r iiniiirr.ii,! n a lula. A revoluto armada
foi vencida em Paris, na llalla, na Alldma-
uli 1, r ii.-i ll.in ni ; o l'iuoipno dos gover-
nos, levado a excesso om 1819 e 1850, he
actualmente completo; mas este irium-
pho, puramente material n3o lom aballido
a democracia. Ella ho no momeuto presen-
te como um joven guerreiro, cabido nu
campo da baUlha, o que enlretanlo que
pensa suas rri las, estuda a arto da guerra
e prepara-se a vir a ser um graudo capito.
Aaveria que desesperar du futuro, se os
povos desacordados, venc los pela dor e
pela colera, se comprouietlesseiii em mi
milenio, irreflcctidos : mas sua conduela
aquellos a quem cliamSo conspiradores, de>j violentamente uoid a llollanda, separou-
magogos, facciosos nao sao os autores dss.'s d'l Pr um" revolucSo e as potencias.
do mais alto e do m.is longo. Para con-l '""les da legitnnidado monarcliina lom rei-
vencr-nos disso, basta molirmos os pre-'.w omoo ctoque leva o antar Uo lenlwr ;
tnndidjs pais pelo tamanho da lilha, bast vn > 0j P"Vos arrancar cida da uma nova
recordarmos a emocSo que ella produzol PJina ao tratado de Vienua, pozeram-se a
na Euroja c a humildj alliludo om que com viola lo por sua propria cotila. A Rsala do-
mui raros excepcoes manteva tolo o muo-, P" = ueler calcapo .os pes a nacional lade
dodiuntedisi noda do seu nasciineiito.|Pl|>i'e':. estabellec-u-se sobre o Vstula
Seus pirtida ios nSu estarem mais ptcpa-jPUfa vigiar a Allemanha, o lom estn 11 lo
rados uara elle que s.-us inlmigos, por isso; "* influencia sonre as provincias dauubia-
foi enl'Ogue sem direcc3o as pailes as a propria Austria quo tinha tantas ra-
cegas que disputavam entre si sua gloria ou S""S para respoilar e Tazer respailar o trata-
- do que ora obra sua, o rasgou acoderndo-
se de Cracovia.
Por isso a revolucSo de l'evereiro n3o a-
chou em sua passagem, de urna parte senSo
governos minadus sem c.inlianca em si mes-
mus, sem appoin nos povos ; da outra sen31
um volho dlleito publico incessanlemente
ultrajado a inteiramento Inconciliavcl com
1 nova silu ir.io da Europa. Era esto um es-
lado de cousas admiravel e do qual o gover-
no nascido la revolucSo de fovereiro poda
tirar uma vanlagon iucalculavel.
NSo pensamos que o que falhou enl3o so-
ja irrevugavelmonte per.lido ; a Franca de-
pois do 89 he a Encelado que tem imprimido
a Europa os movimcntos que a liansfor-
mau. Apezar dos estreos o dos maui de-
signios dos partidos que a fattgam com suas
intrigas, ella nada tem perdido de seu ar-
dor o de sua Toteado cxpansSo. Tudooque
o absolutismo trama contra ella neste mo-
mento nSo podo ter outro resultado quo
augmentar seu poder. Em 1815 a mouar-
chia cortou a arvore, mas raiz.'S quo nSo
eslava em poder dilla arrancar, multiplica-
ram-se o doram troncos mais vigorosos : 89
deva emancipar o mundo, elle o emauci-
pou ; 1818 deve completar a obra ; ello a
completara I pacificamente, se o partido de-
mocrtico se ligar inabalavelmento a sem
rcslriCySo ao principio da liberdad.-; o se
os uiimigos da revolucSo nSo Ihe oppuzc-
rem dessas resistencias insensatas e dess-s
ataques cr.minosos qua imposeram a nossos
pai tin dolorosos sacrificios.
I. n todos os casos e c im a prespocliva
Rcctila.
Saldo verificado em 30 de setembro
p. passado
Imposto do mscales e bocelei-
ibs, ns. 1 a 11
i lem de cordiales e licenc's,
ns. 1 17
dem daaflcrisJo das med Jas,
11. I.
dem ie medidas do l'arinlia, ns.
1 e2
dem sobre l'oo aililicia1, RS,
I 1 \1
Uult s p'lo fl-cl da f eiUPZil
do Herir partencentei ao
amo lina iciir j do 1831 a
ISJ, n. 1
I lem pelt do Sanio Antonio,
pe lotcenles ao anuo do 1830
1851, ns. 1*7 149
Idcm dito dito, de 1851 a 1852,
ns. 1 e 2
Idcm dito da freguezia de San
Jos, perlenc mies ao anno de
1850*1851, nsl.'il 152 29,000
I lem alilo dit 1 da Boa-Vista, de
1S59 a 1851, n. 118 8,000
dem diti dito de 1851 a 1852,
n 113 37,000
Mein ;iclo t 1 iin ntii n. 120
de 3 de Janeiro de 1842, ns.
1 5 282,000
lliboira da freguezia da llui-
Vista, n. 1 150,000
dem da freguezia do San-Jos,
n. 1 200,000
Prarja do mercado, dita, n. 1 2 147,000
|0i536,i38
gusto Rodrigues
s ir, a requisicSo de seu senbor.
5:908,4361 'Oi.fi DO DIA 11.
Foram presos : ordem do subdelegado
24,000 'da freguezia. de San Fre Pedro Goncalves,
os pretos Luiz da Costa, sem declara ci
do motivo, e J ,1 ', escavo, por andar f-
gido ; o do subdelegado da freguezia da
Bod-Visia, Jacintho dt Souza, por ebrio,
Aiii'ini 1 FrancisCJ das Chagas, para a veri-
gua(0es pulicia-'S, o escravo Gregorio, por
anlar fgido, < o portuguez Jacintho Jos
Cibral da C inha, por desurd i o o ebiiO.
I t- 111 sino -.h el gnd 1 r mu mu e 11,
em ollicio do lio Heui, q o 111 da 9 do
cu:.culo luvii tido lugar uma reuuiSo
de pretos geulius, que acompanharam a
procissao que sahira da igreja de Nussa Se-
nhora do lluzario d'aquella frrguezia, biin-
e.na 11 seguido o uso das respectivas 111
C0o*, e des.snvolveram-se sem que flzes-
S 111 desordem I 11 '. .1.
83,000
16,000
Correspondencias.
;*) Oestado aclual da Europa be diversa-
mente apreciado pelos escritores dos dill'e-
rentos partidos em quo se acha dividida sua
populacho para que pois nossos leitores
leu. 1.io cunhecimuuto das mais DOlaveia
de-i.is .ipi 1 r .irii >, as iremos IranscrevonJo
successivamenle, bem que n3o adoptemos
exclusivamente ucntiutna deas,
Os R. II.
uma das visitas pelo menos hebdomadarias de forte para moha idade; lome! a delesa de Ja-
mnha av, cu a acoinpanhav a atravrssaodo os cintilo e d'abi por diaute sua traiiquiilidade foi
paleas; no momento de separar-nos, ella abra-! assegurada. Mullo admirado de urna prolcc-
cou-ine minias vezes e eu paguei eslaa caricias cao lo imprevista, nao comprehendeudo ines-
comeiruso. Jacinlbo que achava-se alguns 1110 os motivos della, nieu nuvo amigo os pro-
pasaos distantes de i.oi, voliou-se repcotina- curou ao principio ein urna supposicao que me
mente occuliaudo entre as mos seu rosto ba- allligio; inuias vezes no collegio um rapas
libado de lagrimas, 1.10 crueimeute aenlia elle mais forle cobrla com sua proiec(ao um mais
a privaco deslas ternuras inaieruas. Seu lu- i'raco que elle com a condujo do protegido eie-
tor, empregado na reparticao do iuierior, era eular passivaiiieute as ordens assiin lorinu-
uin hoiiiein avarenlo, duro, atrabiliario; elle ladas.
Uiivesi.
Com o calcamcnlo das ras,
n. I
Com o expalionlo, n. 1 e 2
Com a folla do pagamjnto
dos empiogados, ceirespon-
denlo ao mez do setembro
prximo passulo, 1
Com o tribunal dos jurados, 11.
I 82
Com as custas criminaes, u.
i 6
Com luzes para a cadoia desla
n I le. II.I
Com limpeza das ras, n. 1 II
Cotn negocios forenses, ns. I
Com ovenluaes, n. I a 10
Com extraordinarias ( Kras pa-
gas lliosournria proviucial!,
u. 1 e 2
li il uro a favor da receita de 31
de oulubro de 1851
80,000
49,500
815,786
21,590
775,391
27,000
171,200
20,560
98,680
2:580,103
d:40,010
5.896,126
10 536.136
Sr. Redactor -O homem que vive somon-
te absorvulo emse us trabaltios, e dalles co-
ln algum fructo, minias vezes he alvo da
inveja.c torna-se victima da perseguico :
eis o quo tem succedido cummigo, desde
1812, quo mu le -:11o para o engenho Ibura,
lendo procurado adquirir nicamente algu-
ma fortuna, nessa minha propriedale, todo
dedicado a minha i.iu.mIi i, vejn-me cercado
pela maior parte de pessoas mal intencio-
nadas, hei soirrido o que ninguem pode
imaginar. Por urna visiuha, tres vezes fui
arrastrado perante os Iribunaes, com dous
prucessos crimes por suppostos dainos, e
uin tceflo civel de manuiencSo, os quaes
felizmente teem complelamente baqueado,
grafas is lusticis do nosso paz, cujas sen-
lencas lurain publicadas nos Diarios de 14 e
17 do crreme (luiros hroes nio cessatn
d iin-M 11 .-o 1 n--ii.., ora destruindoas m-
nlias lavouras com os seus ga-Jos, ora ar-
r.iiidnido-as ; o por ultimo o nobre fiscal
dos Afogados, que esta intoiramente rela-
cionado, e convive com essa gente, se cons-
titu ineu gratuito inim'go, surgi tam-
ben) com a sua porsi'guic.1,1, dando u.na ca-
lumniosa denuncia a cmara municipal de
haver eu obstruido o rio I i.-ipi, iiifnigin-
do assim as pusturas da mesina.
Eui verdade, nimio so tem experimenta-
do a iniiiiu paciencia o resignacSo, e devu
ao menos procurar algum desabafo! He
mister, que to.ios con liega m o zelo desss
funcciunario publico, para se poder aquila-
tar o peso da sua accusacSo, a julgir-se-tna
imparcialmeiite.
Logo que comprei o dito engenho man-
dei abrir profundar o rio Tjgipjo, no que
gaslei para mais de dois contos do ris, c
construir uma comporta, dallando alias
livre passagem para baicacis embonadas,
que por all navegam, e grandes uaooas quu
carrega ai para mis de viule carros docau-
CEMITERIO PUBLICO.
Riatffa,
Por salpo om 30 de setembro
Despeza foita no rnTue ontubro 2(15,216 ^^*!?^lV^^A'':
Cmara municipal do Recite, 3 de novem
.,- ,,,,. ua ou Icuba, 110 valor de 48,000 rs., lijlos,
' cal, el t, para as propried >das da Estiva,
bro de i-mI .
No impedimento docontador,
Joaquim Tavtree Rodovalho.
Conferido ciu 5 setembro de i85l,
Franca.
O procurador.
Jorja Fi'clor Ferreira Lopes.
Repartigo da Polica.
PARTE DO DI lODEiNOVEMBRO.
Foiamrrrsos: a ordem dojuiz munici-
pal da primeira vara iiest-- lrmo, a criou-
la Domingas Mana Francisca da ConceicSo,
por se achar pronunciada ; a ordem do
subdelegado da freguezia de San Fre Podro
Concalves, o Americano Samuel Emneson,
liel.nl 1 lie para pasmar, que exorceudo
paia mais de oito annos o Sr. Bello o e 111,.re-
goda fiscal dos Afolados, so agora visse
essa obra, passando quasi lodos os das por
all. Mal isso explica-se, altcaleodo-se
t que s depois, quo obslei a algumas pes-
soas de sua familia de arrumar as matas do
tneu engenho com cuites de lotihas, baque
lembrou-su esse senbor de considorar-me
contraventor da postura municipal, e do en-
redar-me em mais um processo. Se al o
presente nao bouve a iniuiiu queixa dos
habitatiles daquelle lugar pela obra quo
z, com grande dispendio, sobre ludo para
utili Jada publica, seoSr. I', lio no e gueu
a sua voz contra mim, 11.11 que.endo ser
i.ivnl.i .1 ueg i;c ni- no cun.ni.lenlo .los
inspiravauma tal averso a Jacinllio que esle
eslimava mais passar no colleglos os domingos
e os das de ferias do que sabir (como diseiu os
..111 1111 ir-. para a casa deale tutor intratavel;
dril, ns elle n.io toiiiiva ocnbiiui cuidado de seu
pupilio, 1 i. 1. is .-.. citi iiinniinii abandono.
N. siuente Jaciutho nao gosava de neiibuuia
Btcravo..... vai buscar ineus livros.... af-
craco, apara minha pena, ele.
Jaciulliu disse-ine pois com sua tmida e do-
ce voi:
Fernando, ha dous das, gracis a li, nin-
guem me atormenta mais; sciu duvida nielen
defeudido conlra uossos camaradas afim de que
iMiipregando um 1 tulla quaudo um quirio me
leria bastado. Um da achei em Hilaba estan-
te mu .(ni tr.i'lo desse papel grosso como ear-
1.1.1 sobre o qual uo meio de um gracioso bor-
dado feilo com lima eucarnada e preta, eslava
i-scripio com una lettra inaravilbusa.nenie re-
gular a seguiule aspele de aplogo que sem-
ine teuiu uouaci'v*ado .
A'.A.UW<;\ K ufalcaO.
Urna pobre tarrifa sem pai ncm m.ii, pe-
quea e iraca .como um. verdadeira carriya,
era objeclo de etcaraeo para un bando de pas-
saros graodei, gritadores, maligno* e molado-
ra, retidos como ella em um viveiro.
Se a carrica apparecia, gaios, verdelhdes,
inelros lan^avani-ie logo sobre ella, pertc-
]gulam-na com bicadas, inaii por iravessura
cao Jacinlbo passva de io ein mo cauto um -- Miuha amisade.... me respondeu elle c*- que por malvadcza. Goiuo quer que a Carri-
joguelc, st; elle quera eatudar, cus livros, seuj tupefacto, minba a amitade e para que ? j ca nao ousasse jamis gnu.-, os passaros grau-
caderoos serviam de projectis; foise descon- Para ter um amigo.... sem duvida. :desaJocriam ulve fuer-Ihe mal; e domis
llanca de ai mesmo, fu>se desguato, loase deseo* Td! Feroando! t a quem todos faiem a avezioba liuba peunas ta pequeas quepa-
rocoameoto causado por estes continuos mos fesia' tu lio felu. to rico, segundo tenbo ou- rece que nao devia seutir que Ih'as arrancas-
ira lemeotos, Jacinlbo nao tiuhauenbuuiadiau- vldo dlier; t a quem todo o mundo ama, que se.... pensa va un sem duvida tambem os passa-
taiueuto as aulas; elle passava aos olhosdos neccasidade podes ter de um amigo como eu? ros graudes do vivetro.
professores, por um pregulcoso. por um estu- hmliin.... couvem-te isso t ( \ carnea sollria com passiencia c espera va
pido; todava mais tarde eu tive a prova de No|sei. .. me disse elle com besitacao, emDeos, diaeudo cjinsigo mosma:
que Jacinlbo uma vei certo de que nada tinba adiando seinpre a cousa inverosiniel.... isso' Uom como elle be, uo creou as carricas
que temer e que seriaeacutado com sympaibia, parece-me.... inuito extraordinario. para permanecercui trmulas e oceultas emaU
niosirava raras qualidade* de espirito e urna Pota bem, ineu pobre Jacinlbo, procura guia canto, sdb pena de seren depennadas vi-
clevaco de pensamenlos uotavels para sua habtuar-le com esla Ideia; no entretanto obra- vasse delle sabirein!
idade. rei sempre como amigo. A pe xa r de ser pequea, a carrica Tolgaria
fcste pobre rapaz sem familia, sem amigos, Cuuipn a minha palavra, Jacintho conven- de esvoacar como os passaros graudes por bai-
dessas pequeas docuias accesslvei* al aos eusejs du enravo, coucinto nlsio de boa vonta-
meninos pouco sibaslados, seno tainbem mu- de; antes quero issodo que servir dejoquete
las vezes careclr das cousas inais ljdispensa- a todo o inundo.^ Nao aejas nimiamente duro
veis, e gracas srdida avareza de seu tutor, paraconiigo; nao etijas de inim seno opossi-
jainals elle n.io trajava ouira roupa que a rou- vel. eu procurare! contentar-te.
pavelbadesie homem. Jacintho, disse Ibeeu, lenho-tedefendido
Era para ver o ar grotesco do pobre rapazas- porque iuipnclentei-me de ver todo o muudo
fin einbucado; Dos sabe que dlcboles qne obsllnar-se conlra t que nao tens defensa o.
perseguices Ihe vaa ate ridiculo trage sem- tat recompensa de miuba prolecfao, peo-le
pre em tu as por quanto quasi em cada recrea- smenie tuaamiade.
Jaciotho Durand passjva, segundo iciiho di- I mu triste a vida que passa esta pobre carrica
to, Jwr um eiccravol alumno ; esprobsivam- I fa pena v-la, lennamos d delta.... Divirta-
Kie entre outras fallas, sua horrivel escripia, I mo-noa com oulra cousa.
eiprobaco que coofesso apeiar de minha par- Q Os passarns graudes iam sem duvida pen-
cialidade de amigo, me pareca fundada. Eu aar isso, quandu um bello dia, um falcao, pas-
mesentiacuin muio gosto pelo deseoho, mi- saro corajoso e nobre, que babitai
uba av davame tuio com prufuso, eu me
servia mesmo para meus estudos de um sober-
bo papel orn, que eu estragava, como se dii,
(*j FW o Diario n, 262.
tiuba cuo quiaxc aunos e meio, era grande c leinbro-mc deste fjelo que lie significativo, baro por diter comsigo mesmos Deve ser
rajoso e nobre, que babitava tambem o
viveiro. lomou o partido da carrica, cobriu-a
com suasazas, defeudeu-a com seu bico, e co-
mo tinha as azas lories, c o 'cu duro, a carnea
foi llvre de seus tormentos.
- Um falcao livrar urna carriea! Para que se-
no para come-la ?
Tal era o peusameuto da avezinha, desde
que se vio s com sru valente salvador.... mas
ella eslava mullo engaada, o falcao longede
'(ii- i come-1j, in :-! c ni um amigo.
* Um fileao! o passiTo orgulliaso, cor ij no
([iii' vo i a p rder de vista c cucara o sol face
lace....; um falcao.... amar a carrica tmida que
vive narelvac uo v quaudo muilo seuo al
o ramo alto de urna roseisa brava t
> Sun, ofako, o passaro orgulhoso e cora-
joso .uitt.it a carrica.
l'.. i. 11j, entao .'
-. Porque a carrica era fraca, iuollensivae
atormentada.
E de que modo provavaa carrica seu reco-
ulirciuiento ao amigo ?
Amaudu-o de todo o corafo de carrica,
to graudc para o amor como o coraco da
aguia.
Todava algumas vezes a carrica se entris-
tece e diz:
O falcao he um passaro de caga c de luio
estimado dos senhores e das damas, as quaes
Ibe estendem sua luva bordada, portanto cedo
ou Urde o falcao ornado de cascaveis de ouro e
de litas de purpura deliar o viveiro, voar e
desapparecer para sempre aos olbos deslum-
hrados da pequea carrica, para quem urna
ooiie be um mundo Intelro.
< Quesera pois da carrica quando for para
sempre separada de seu amigo ?
Obi posto que pequenlno este passariulio
be grande mgico.... ba de balde o falcao co-
rajoso se elevara a perder de vista nai campi-
as aerias, debalde elle voar de mootanba em
inoDUDba, de castclio em castillo, debalde ad-
mrala os seubores e as damas por sua graca c
audacia, elle nojer todavia jamis separado
da carrica, destinada por sua parle a viver e a
inorrer ein sua mouta.
Sim o lu iili me e corajoso falcao debaldc
estar la embalso.... elle estar sempre aqu.
Onde pois ?
Vi coraco da carriga.
Jamis eu uo leria acreditado que meuami-
go, o preguicoso o estpido, fosse capaz de es-
crever nada de scmelbaoie ; eu lique ainda
mais commovido por ess* nova pruva de sua
aUecfo. Jaciotho era todo coraco, tolo amor,
mas sua debilididc physlc e sui extrema iiu-
pressinu abili lade uervusa toruavam-no pd-
Irio; lu ii vi Ju is un lioso* empalli lecem a va-
la do saugue, o pobre madam txella eiupallide-
cla t trema de lodos os seus membros a vista
de mu lula de pugilato; a contraern das fei-
coes do dous adversarios, a eipressao de odio
que os aoima, suas imprecaedes, seus gritos
causavam em Jacialoo tama dor q,uaulo terror;
elle arratava->e em lagrimas, e luacboaliueu-
te fechava os olhus para escapar a asta viso
borreuda; por iisose eu eslava cmpubado em
um combate desigual, JaclulUo seutiudo se m-
capas de vir em meu auccorro ; cb va, tre-
ma ; mas se eu era derribado, elle pedia gra-
ca e misericordia a ineu vencedor, ouerecen-
do-ieaieu> holocausto afim de- ser batido em
nitu lug versario.
Coulradlcao estravagante, a coragem de ac-
co faltavaa Jacintho, e havia alguma cousa de
estoico, de heroico inesmo em sua passiva re-
signagio aoaolrmenlo moral ou phvslco; elle
me dizia gemeudo de ser asss poltrio para
nao ousar vir defender-me :
Nao he o medo dos golpes que me rellena,
Feroando, juro te isso.... lie a vista destes ros-
toa arribados, desses olbarcs furiosos, deaac
labiose^nbranquecidos pela colera.... Eniao a
lii.'U petar, o corarn lain-me,.........
(mi(ir-5f-a.)"
m-r-
-



?w


O Conlratadores.
seu llevare, he eondudenU.que so o dA-,bonddede fuer publioir estas linhn do
peiloeaniroadverrfo, qu elle me vota, po-!sous assignsolea
de>ia arrstralo perseguir-me desi'arie.l
fszeado a*sim coro mu escandaloso com
aqu-Hfs seus prenles e amigos intimo*,] Sri ndactoru.Ko lermos hoje, 9 do
quenlo ce-sBo da incommolar-me aoffeu- crrenle, o iteu Diario, ileptramos sam que-
der-me. Has, convena se o Sr. Bello, que r-r com urna das babuzeiras iheatraes, que
= <
codicio dos seus Mos, hei de demostrar
ao publico a solicilu le e impsrcialidade,
queell* inc lea ler no deiempenho diasoa
ohrigacOes, aasm como com toda a fe nos
tUbunaea, perante os qu-eaelle por sua vez
im< rr >ir hei d justificar o meo poce-
dimenlo, e cumplo ament c nfuii ii-l-i, em
una palavra conllo, que a sin caprichosa
vontade, e torpe vuig.nga, nSo banda pie
dominar em uienoscahp da i i.
Sirm-M', Sr. redactor, de admillir do seu
Bfm conceiluado Ulano estas linhas nial
trabadas, por quam dedicado sinento m-
Irabaitios agricolo*, nao temoinbilo deea-
crever para o publico, e so v coagido a sa-
bir do sci retiro, para bradar contra lauta
oppresslo.
Diniz Antonio de Moraes e Silva.
Srs redactor Ten lo eu lido no Eche
Pernambucano de 14 do correlo, urna cor-
respond niie, em que se nsrra um acto ir-
religioso, platicado por um cadete qne no
da 11 desla mez fazia parte da guarda prin-
cipal sobo meu comnundo ; o como, aiem
de n.1o ser fiel aemelhante narrai;3i>, se me
increpa de Inver menos prsalo e ro licula-
riaadoa representac,3o quo me fez o Sr. pu-
dre Ma noel Florencio, cumpro-me em res
peno au publico, em dasaggravo a religiSo
e a bem da dignidad miulia e da nouio
classe, a que me ulano perleucer, provar
que o autor da correspondencia, supradila,
Ou 1 vado por um ceg fanatismo, ou lalvaz
nial informado por alguem faliou eui parle
i ver ide e fui ba-laute injusto.
lie ceno que o Sr. pa ir Matioel Florencio
passara pala guarda principal, conduzndo
a Santa ncao; lie tambera certo que o ca-
dete oso tirara o bou l he inda certo que
esse sacerdote a mim sedirigira e queixara
do procedimento do referido cadete : puim
poler-se-ia por isso affinnar qne esse c>-
dele commellora em consciencia urna irre-
ligiosidade, e adrede desrespeitars! Te'J"f Ct J-aa pcir .Igumas embarcares eu opaa
g.odeJeausChrntu? eis oque pr'meira-.,,ari.ce l s0 acliam indicadas num
mente mister he prov.r. Imap.ui Menor ao seculo dcimo s ptimo,
Osr. padre llauoel Florencio vinha apa- en0,,Illrado a uorj0 da um B,, ,ao beapanhol
asacoaipandado por um soldado, sem Ira-1
todos os diss nos ecoommettem, e para logo
mi puz a rir, mesmo autes de acabar a sua
I. llura, Tralava o tal aviso, mi.unci, uu
como lue quizesaem chamar, da Sra. Mathil-
de Emilia, ou Emilia Malhilde, quous Ger-
manistas perlen h .111 por meio de um eli-
do escriptnrar no thealro de Santa Izabel, e
a que a mesina senliura, rodarguio com>ou-
Iroaouuncio, 1. cusan lo semnlhaule favur:
e re natava o escripto como um vg t 011 le se
1.1 lava do ultimo re doA'garveque ha lanos
sculos morreu, para Mato na e para o mun-
do. O m 11 rrii 11 co vi 11 lia assignado por 001
punce lambemdo A'garve por nome Ahen-
I al,1 ia, ou Falula que lu 10 venta s-ru mes-
uto, 1' a iniiraiuos-uos que lendo visto ha
pouco em acea esta personagnm com o rei
do Algarve em lauta paz e harmona, os fog-
semos hoje encontrar entregan 10-se em
cartel de desali, s-m podermos adviuhar a
coma. SwSo islo Intrigas? serio malque-
rencias? ou sera a II lona da fbula, que 1II-
cogiuila pelos basledores de Santa Izabel,
lie o nobre cavalleiro,... digo o nobre
diclo em emediyUo, e de batalha em bata-
llia c >ns< g liu sujeitar so seu poder todos
os dominios hereditarios de sog visinhoi.
tnrmiido-sc o nico soberano do archi.e
lago. Aleotando-lhe estes triumphos ico
ragem, tractava serian) as armas at Tellf. Fora curioso ospeca-
culo o ver este guerrero aventurlo ir com
a sua frota de canoas devsasar ierras deco-
nheridaa a mil legoas de dialancia. Com
um golpe excedera rste selvagem insular
a audacia de Aleiindree de N'poleJo. A
morte lli fruslrou os ambiciosos projeetns.
Se 1180 leve a glo'ia de ieilisar as longtqoas
conquista com qua sonhar, leve ao menos
a de consolidar, esabiamonle governar as
quefizera em torno de seu prinvlivo domi-
nio. Para obstar a qualquer tentavivt de
revolia conservou junto a si os chafes que
vencer, e confiu o govemo de seos dis-
tnclos a homens emquem po lia mullir.
Estabeleceu como principio que todas as
leras Ihc pertenciam, o, qual oolro Gui-
Iherme de Norman lia, dava-a*a tit'flo de
fu los aquelles da soussorvidores cujoj ser-
vicos quera recompensar. Regulou elle os
impostos, e fez um esaecie de cdigo dos
antigos coslu nes judiciaes do paiz.
Ao passo que orgonis iva o governo inter-
no do arc'iipelago, entab ilou relacOes com
os eat'angeiros, chaman lo o a si, e trac-
0 porto de Ho-
aaaa-
iinp ...------------------------------.- -
principe de tslomDar a guerrear oAimansorIlaudo-os generosamente
que oulr'ora Ihe Jera a mlo ?.. qmz -ramos! nolulw, on lo as embarcaefles mercantes a
advinha-lo porque diriamos enUo: O rciuo^s b.leei ss ach va m segura prolecco e
Algaive raptando a MorenaR.Branci.rrince-maniiincnios lornou-se u n dos mais fre-
sa livree in lependentea quem peitendiam|quenta los do Ocano Pacifico K ameha-
ocr^visar, s tiuha em mira salisfazer em meh< pelosyslems queseguiu nsssuas con-
desejo e quera sabe se um cipricho .. ms quistas, pelo renjimento dos dominius que
Ab-'ii Falula uBo acouleceu assim... qual para si reservara, pelo producto dus impos-
ouiro Tlieseo disceu aos infernos e deulre tos, e beneficios do commorcio, de que Oze-
o negrusc.rvOus Brdenles chamlas rap-ra monooolio, dispunha te grandes recur-
tou a"proserpina Virginal que tem sido
companbeira do seu viver. V0IU1
lar preciso.
unios se
O Zarollio.
VARIEDADES.
AS ILHAS DE SANDWICH.
Antovda rtiegida ue t.ook as llhas Ha-
wsienes (1778; ja ellas tinhatn sido reconhe-
sos, e osempregava hbilmente em fortale-
cer o seu poder, e melhorar a condiySo
pbysica do seu reino.
Creou elle urna milicia plo molde das
tropas europeas ; conslruiu fortes canses,
e ca'eid.H ; e conseguio formar urna esgua-
dra ue oito excellentes embarcifjOes, apasar
de ser um ro selvagem tambem deumpo-
vo s-lvagem, que viole annos antes con'era-
plava com uduiiracio a cmharcatjfio de (;o-
ok, se proslava ante os seus maiinheiros.
Man lou elle a China urna esedes carregada de pao -sndalo, vendo-a
regressir c un productos do celeste impe-
rio. Como Pedro o Gran le edecou-se ara
aoosl depois educir o seu povo ; informaya-se
ral empregadoom objectes que mais '-|eclu nus n.bilautes da liba mcnvel adnii- gou na enchada, cultivou e regou o can-
mas relacOs tem couj a sua existencia so- ra 1o pos, e os habitantes de ll.waii ulham ainla
Cial Tanto he verdade que nflo liaviam sig-| Colll,m 0, c|Konisl,g do paiz, em termos com resu-ilo para esto canto da trra, ci-
naes dislmclos .10 Santo Mioisteno, Que; jnglluos quH ao avistir-se aquelh grande mo os moH/ielu olham em S. Petersburgo,
nessa orcasiAo eiercia esse ministro de: s< Ouciuanle co.u os seus masl os, se para a chalupa construida pelo seu gluriuso
Dos, que aie a proprt. sentinella deiXOU de !.,..,, atv ttumt IVre de descummunal Czar.
Chamar as armas. Para um sacerdote que '",, .
chama
tem restricta obngafSo de saber, mu.
que qualqu t homein de outa classe ou es-
tado, s menores panicolariJ nSu baveria ccrlnuieiita decu!pj Iguna,
se n.in reconbecesse homo natameute a
Santa U e,'i >, mesmo mo sendo ella ceicada
de apparalo algum : porui n3o sera ao me-
nos desculpav. 1 esia ignorancia najuell',
qne nAnsedidicou a igreja ? no sera urna
injo.siiea ou quando uiuilo sevendade em
exltemo o accusa-lu de irrrligiosidedi ? O
CaUeteconl'eS-ou pe ule essu Sacerdote que
ii.iu recunlucraa Santa t'o(Jo. NSo seria
hastaute o-s' laoingeuua.coulissJoparades-
culp.r, ou pelo met is ailonuar o prooedl-
meulo do Cadete pAppello p-ra justa reblo
do pruprio Sr. padie Manoel Florencio ap-
pe lo lambem para o jo zo impaiciai do res-
peitavel lUblIco desla capital,que Calou Cei-
lo,i' 'iicnid .ra Comulgo, llirn.aililo que ota
se pdeaaseverar que em ouscieiicia o ca-
dote commeltera urna ineltgiosi lade e
adrede desrespetlara a religiSo de Jess
Curalo.
I'asiemoa agora segunda parte da cor-
1 espiui leticia.
Diz nolla o seu autor que o comraan-
Ja nte oe guarda longe de iirender o cadete,
ou repietiende-lo, ao cont ario mofou da
represeiilatjin do digno sacerdote liem
apeaar mou vejo-me forca lo a leclamr iu-
blicamente que nesla parte o autor da oor-
respon lencn faltou de todo a verdade, pois
qoe nada netla existe que falso nto seja. f)
que provo a'innan lo qoe receb o S'. padre
Manuel Florencio com toda a urbanidadee
resp ito, que a minia educaqS 1 e posi;So
social me iuipunliain e que prend o cadete,
O qual aiuda uoje se acha preso, e que o re-
prehend, dizetno que elle hava obrado
mai, se, tundo recontiecido a Santa I -.-'
nlo tirara logo o seu bonet Como assevera
euiSo o autor da correspondencia, que ou
nao reprehend netn prandi o cadete, se es-
teatnda 1180 fui solio ? Como afiinna que
nioi'ei do digno sacerdote, tendo-tlieeu d
do e a religtao t3o g andesalisfaqo, nSo
obstante ser a acejn do cadete uiv-iluntaria?
Anida eata ve/, ap,-ello para o jutzo impar-
oa! do publico desla capital.
Supponhu ler um deferencia ao publico,
om uesagravo ieh-i "m, e a hem da dlgoi-
dade oiiuba e da nonreclasse a que me uta-
no piule ice provado exuberantemente
que o autor da correspondencia,a qnem nao
tenbo a honra de conbecer, faltou em par-
te a verde le, narran 10 o faci em quodo
Cumpre-meagor, aniei de linalnar, a-
gradecer cordialmeute aoExm. Sr. getical
cooiuiBii lante das armas nesla provincia, a
quem me dingi, por me haver conced lo a
permissao de, por intermedio da imprensa,
re.edir o ferrete com q sem justos mo-
tivos, se qoeria no ion a classe militar, in-
Vectivaliuo-ae contra mim e esse c^drfle.
Joe ahoi i'o dt Moraei Hcyo,
3.* lenle do 4.a bwihBo de nrltlharia ap.
A uns poneos de misslonarios ame'ics-
ii"S dove aquello paiz as escolas e impren-
sa que po*sue, as^im cunto parte da sua
convarsSoao chnstiaiiisno. Porm os bous
dos pregadores no meto da sua Israfa n3o
su es ni t'iiim da seus tnteresse*. A' medi-
da que a sua obrs creara, i<-se tambem
ni o,restando o seu animo calculador. Au
principio timi los e desconfiados, inclina-
va n-se com respeilo ante os principaes
funrciouario', fallando com brsndura aos
pobres; mas com o andar dos tempos vie-
ran a exercer ssbre os chafes dos dislrictns
e sobre o paiz o maior predominio. Um
lelles chamado Bingham lomou sobre Ka-
ni li ni h 1 III, joven principe de espirito
assaa fraco, utn imperio que assogurava no
arcnijielago a 111 ais completa- libeidade de
ac(3o a sena confrades. Estos b>ns mis
sionarios Irabalhavam sem obstacnlo eri-
va id ido na pro^agacSo de suas doutrinas
apara melhor o cons-guirem empregavam
um syslema de penitencia de que tiravam
honesto proveito. A un de sena prosely-
los, apanhido no flagrante delicio de tra-
balhar no domimto, impuzeram a mulla de
um dolar que piadosamente recebiam. A
oulro pe liam para expiacSo do algum pee-
calo venial um esbaz da peixe. A este
tantos metros de esleir, Aquella tantos dias
de Irabalho no sou jartim. (*)
Satisf it is da su< situacSo, e muito dese-
josos de a conservar, uto deviam, em cons-
ciencia, ter grandes sympatnias p os que pul mu ucscobrir o abuso della.
Em 1827 poMaram as li-s de Sandwich
al.Mii-. missionarios calhulicos, que nin
impunham muitas sos seus neophytns, que
viviam modesta e pobremente como ImmililHS pessoas da tribu, a quem ensttia-
vam a lei da h 1 mil la le ovangelica. Ou
porque os ministros americanos se persua-
dtasem de que nada tinham que recelar des-
la 1 ivalnl ele, ou porque nflo ous'sseu) com
bate-la abertament1*, he ceno queoapos-
t dado cithilico continuou a ser tolerado,
i'.i/eiido rapi loa progressos. O clero pro-
testante revollou-se entSo; lii ig'iaui amea-
cou el re com a calera de Daos se o ensino
da Vuti ni 1 papal mo fnsse pruhbnlo no
archipelaao. Chegou a Honolul urna cor-
veta dos Estados-Unidos com prsenles para
os cheres, e um reforco de pregadores me-
tilo listas.Pouco t 01 10 no,mis fecha rain-
se as capellas c le prohi i lo o ex'rcicio desla culto. Este
succ'sso deu bros a Bingham, o qual pedio
qua us dous padres, cuja vi -1 n ti mea o I ra
e umi 1 lava, li-sem ban los os dominios
da seu dcil discpulo Kamehameha, leudo
a bou lado de inlicar a liii inhspita e
deserta do Mo ton-.Manon, como local de
degredo muito Conveniente para elles. Mr.
Hchelo!, um d'aqieiies pnlres, era fran-
cez, eaccrescia a esta circumslancia o nfio
venda, Prncuram-no as tavernas em casa
nos especieiros como osa bottoas. Nos das
de feira, os habitantes dos arrabaldes Pro-
vem-sa rieste comruolo das milis quando
compram suas proviaei.
Em M menester, venlcm-ie por auno,
2,000 gallOes, ('9,086 litros) de cordial de
Godfrey.
As mulheres a quem os operarios confiara
seus filhos, silo ou lavadeiras, ou mulheres
velhaa. Quanto mais mesinham aa crisn-
eja de que coram, tanto miior numero po-
dem tomar. Esta considerado obra como
um u.itimulante aclivo no uso dos drogas.
resultado ordma>io deste trata metilo
--a morte.--est ampiamen'e provado.
Em Proston a mortaliladn dos meni-
nos abaixo de cinco annos, ho termo me-
dio de:
Para a classe rica 1* 0|0
Para a classe media 38 0,n
Para a classe operarla 55 0,o
Ctiegsm a ida lo do um anno:
Sobre 100 meninos.
Na classe rioa 91
Na > media 80
Na m operaria. 68
Astaboas estilsticas da mortalidadeem
Preatoo, durante um periodo de seis annos,
provamque mormerram, antes da ter cha-
gado A idadede cinco annos 3,031 meni-
nos, osquaes teriam excedido este cidade,
se tivess-m pertencido a familias abas-
tadas.
Porm de todas as localidades apontadas
no relatorio do conselho de sau le, Ashtoo
he a mais fatal. O termo meti dos meni-
nos morios nesse antro de Godfrey he de II
por Ojo i em Notlingham, he de 33 por O10 ;
em M incio-ter, de 32 por 0|0 ; om Bo ton,
de 31 porOio ; em Leicester e Liverpool, de
Su p ir iipi. Estas cjda les podem ser consi-
deradas como os quarteis generaos dos tra-
bajadores.
As mAis estilo ahi.s 'paradas deseus filhos
desde o nascer do sol al A noita. Rm Lon-
dres,esln termo medio hade 2IO|o; em l'yl-
mnntt,Bath,Shre)Vshury e Rea liuzda 2t 0|o
Neslss cidades as milis cuidam geralmente
ellas mesmas do seus filhos. Em Hanchester,
a mortalidade he maior nos meninos que
n3o tem anda a 1 I re exigida para traba-
Iharem as fabricas. Nusta niesraa cidade
m ni em 4g meninos sobre 800, antes -de 5
aonos de ida le, '25 antes do 10 annos. Nos
distnctos puramente ruraes, o termo me-
dio nSo se el -va a mais de 33 por 0|0-
Temos adquendo pro vas sulli oent-'s para
ali'ni 1 dous factos importantes, a saber;
qua 11:1 syslema extenso de cuidados ne-
gligentes a da melicacflo criminosa be ap-
plica 10 as cidades manufactureras da In-
glaterra, e qua a nortalidade ente as cas-
ses que tumi delle, na trinta eoito vzes
111 ter o poderos > soberano de Sandwich nada onde os meninos s,1nconvenientemente yes-
que temer oe esta lo tSo pequano como a lldos, nutr los e pensados
Franca, que 1180 cunta soldados, nem ma-, A fal'a de precausoes hygienioas, urna nu-
rinbeiros A cliegada da llonilt ao poilo tricSo insulllciente, e em muitos casos, a
de Honolul poz em algum omharac) oen- natureza mesmi de suas oceupaedes, aug-
genlloso Bingham El-rei e a gante do paiz,' mentam o computo da mortantade as
ven 10 esta bella corveta, omucaram a en- classes operaras ; porm, segundo as infor-
lender que a Franrja n8o era remo 13o mise- manflas autenticas q ie tomos A vista, estas
ravel cuno se Ihes dizi; no entanto os ciusss de morlalidade s3o de pouca impor-
dous .adres, coudemnados por Bingham, tancia, comparadas com as ondas de luila-
nfau-
tii m mo. us indgenas iane,na n se ao na i'oi- pequeo que seja um povo he samare
para a observar, a conlaiaiu que tinham curioso ubservar os seus pnmeiros desea-
neil 1 visto entes vivos de forma iiileirainun- volvimenlos, porque elle he um dos freg-
te uuva as3o,diiam,elles,iiguras brancas, mentos da humaujlade; e quanlo pelo pu-
co m dous nuiles, a guisa duscresceules da dardo um homem este povo passa de re-
lua : t mi cobertoo orpo, e trazein na boc- pente das trevas da baroandi le para a luz
e i pequeuus > oleo 8. As abas dos cnapos, da civilis eo h este um espectscnlo a que
as algibeiras do lato, os cigarros dos na- bouem algum po le ser in lilturenle.
riuheiros, he que produziam uestes bonc. Sentimos ler que accre.-sentar que Ka-' Ja haviam silo degrelados para a Caiifoi- nume de ail que intorpeom sua
insulares I3u engeulmsas concep^Oes. I mehanielia, a d -speito ha sua intelligente e na -Voltan lo em 1837, foram logo presos, ca.
No miz dojaneirode 1779 dirigj-se Cook fructuosa activicadn,con>nrvnu mnis de um eonluziios A forca para bordo de urna Muito se ten escipto, nestes ltimos
abahiadeKealakeku, aondu causou ames- usocrueldos seus antecessores. Era mui-; emba-caedo, cujo capit3o recebeu ordem lempos sobre a degenar-clo das ricas em
maaimiracflo, I'essantedel5,0u0pessoas, to respeitrlo deseus subditos, mas n8o se, i" os conservar presos alo serem uovaraen- nossas cidades manufacturaras, tluilos es-
dizum amigo nsloiialor, se reunir a uas contentando com o predominio moral que' le b'a>'" Por esti occasiSo chegou Mr. crilorestee iialriuuidoestaenfraquecimento
pi aiasp^ra o ciiilempUrom, amis de 3,00o oel-es exercia, manteve e aguravou ainla Dupetji Thouars, que, apesar das astucias pbysico ao Irabalho que ellas oxercem, po-
cauoas llie cercaram a embarcicSo. Cor- i mais o tigor oas leis da etiqueta de queja de Bingham, obteve quo os pairos fossem reui he maisju>to attribtii-lo as drogas com
reuem breve o boato de que era o volbo Miamos. Nenhum insulano poda, sob posl"S em lilierdaJe. Ilepois da partida do as quaes os operarios lee:n sido amameu-
rei Lona.Eile rei, lindo niorlo sua rau-| pena de morte. passar em frente da sua ca- almirante, fui Mr. Bachelol, por aegunda J'dos. As formas delinha las, as faces pal
luer partir para estranhas regiOes, e se si, ou da de alguma que elle tlvessehon- vez. obrigado a retirar-se do paiz, filie- "das, os membros enervados que se encon
-chava d ii il o pela supersin;3o popular. |rado rom a sua presencii, sem descubrir a cen lo a boruo do navio ou le embarcara. tram. nos gran Jes cent ros manulactureirus-
Uuando Couk pela priioeira vez dcsemba- cabera, e os Hombros. Os seus criados Tornou-se naceuario miniar para o por- da F-ang e da Inglaterra, devem ser ra-
e o lo i iv.uiii. en o profunda veucrasJo. hiam buscragoa para seu usa varias mi- lo lie Honolul urna frag.ta como a Arteml- cionaim -nlo altribui las ao baro abaodo-
Arauloslheauuunciavaui a chegaJa, e Iba Ibas de distancias : e lodos erara obligados *r. e ura bomem de inte.licencia e energia "alo autes que ao trabalho da fabrica,
abriam cami..ho, Grande quaulidale de aaj.iolhar quando elle passava. Admiran- como o contra-almirante Laplac, para por Mr. J. G. Ilumisu >, u n dos inspectores
pessuas occupavaui os lcaos do transito, do a simplicidad) dos trajo* europeus, con- termo ao syslema de vexac/Jes, aconselha- sanitarios das manufacturas, descreve do
euoriu lo una a taco quauJo ello passava, e sevaa todava, os hbitos e luiu nacional, do, o em coito modo imposto pelos padres modo scguinle os effeilos do syslema do me-
proslrando-se-lhdoulios nos ps Alguus e pira a ellis sali uouveiqja para u verem mais a geito sub- sub litos pesadas contribun;Oes. dm de desviar das ilbas de Sandwich quan- A cousoquencias deate syslema s3o os
i.iii a ivores, esos telhados dase as. Os historiadores indgenas contam que no lovn.lia ua Franca derramamentos no cerebro e um grande
Cuok foi cooduziloacasa do cnefe da tri- seu reinadose aca'iara o ma'avillioso man- GraCaS ao tratado celebra lo om 1839 por numero dn molestias mescnterioasai grao-
nu, o depois solemnemente apresenladu aos to, no qual se lluvia trabilhilo pelo espaco Mr. Lapl.ca, e renovado em 1842 pelo dis- dularus. O menino salle em um estado de
i lolus. Collucaram-noein frcnl'i da divn- de nove gerae s daris. Este manto, de tiacto ollicial, Mr. Mallet, conmandaule da torpor e toma o aspecto deum esqoelelo,
d.de principal, a.ib cuj i ali.r estava um qual'O pos de altura, e onze de largura, era Embuieade, a preg-(3o e oculto do calho- excepto o ventre qua tornase enorme,
porco, redundo a putief cg3o. s padres,'um tecido fino tolo cobeito de delicadas liciamo, esto plenamente aulonsados as Quando os meninos sobrevive n a esta tra-
proniinc.araui oiaiitedelie u ua extensa oa-1 perillas an.arelas, disposlas con tanta ar- ilhas de Sandwich, ponendo os padres es- lamento, licam fracase nnguir;ados toda
(So, Irazeulo logo depois um lio hoip um te que nao deixavam apparecar parto algu tabdecer ah uscolas, e gozando os seus sua vida, lio a estesystama de m'dicac3o e
,i.rco de dt'scora.uunal la naiiiio. Um Uus ma lisa. As bordadoras erara l'oilas com as discpulos de piivilegios oulr'ora exclus- A falla decuididus, sem Collrario neces-
padres iov.'sIiu Couk de u as vestes oucar- m sn.s paunas, lira las do uus passarus Vaineuto reservados aos protestantes Sanos, enSo aos eftbitos preju uciaes iiiue-
ua las, e immolou o porco em honra dello, mu o selvagen*, que vagueavain lias mou- Os americanos teera esc iplo violentas reules ao Irahalno das man if.duras que
ao p.vsu que os outros euluavam cnticos tuili ,i|..i,,i. en duas dellas. Julgue-see quinta.-, rX- S.uiv. eli, e rml a o-, m,i rasoavais Ira- m" dos iiieii.uos Oas cuales m uiiifielu -
Ui habitantes da jlna foram convida los a cursOes, atravez da precipicios, os pobres, tadus qie teai dellas resul'a lo. Para Ihes retrasa
proveras ueeessi la les deste uovo I)'os, e hawiianos foram con leinnados, e quantas Calar a bocci I'na necessario MSier silen- Aqu Kes que contemplam comlerroro
de sius coinpanheiros, e todos aco'itiram redes larli preciso armar para reunir as cjsos as liajuii do soberano de Hawai, Augmeutu da populacho, aquelles qua se
entrar com sua liceuca especial no "Zoin propagandistas de todo syslema que
1 I tu i Li aa eijlaii..iiri n !._..! .1 .*_ I < .
Slos, 1 pacote a i embrulho amostras, i far
o tecldoa de 13a ; a i. Kelier el Companhia
5 fardos papelAo.i caixa retratoseponnus
de nrjri, I dita charape, 1 dita doce, 1 dita
charutos, I dita ditos e obras de ouro, I dita
i erlencea para chapeos, 5 ditas couros da
Inslro {sordera.
I ditas Otase botoes a J. r F. Soares,
3 ditas tecidos de ISa ; a Crocco & Co'g,.
panhia.
2 (11 tas couros da lustro, 1 dita tecldos do
seda ; a N. O. Bieber & Co npaania.
I dita sapatos e livro; a J. Prager.
2 duas couros de lustro ; a Manuel Joa-
qun Ramos e Silva.
3 caixas tecidos de algodgo, 3 ditas ditos
de seda, 1 dita livros, I pacota letras em
branco, 1 dito amostras ; a Kalkmann Ir-
mSos.
3 caixas diversis marcadorias; a L. Schu-
ler ii Companhia.
4 eeixaa perlenoes para chapeos, 1 dita
gomma lacea, 9 ditas canas da ferro e 9 di-
tas vinho ; a Cnrlstlan IrmSos.
CONSULADO GERAL.
ilendimeiito do da I a 18. 6:909 683
dem do dia 19........9:710,208
9:619,891
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 18 .
dem do da 19.......
738,689
965,914
1:004.633
RECEBEDORIA DE nENDA.S INTERNAS CE-
RAES DE PEH.NAMBUCO.
Rendimenlo dn dia 19...... NMM
ONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da 19.....il:937,592
Movimento do porto.
A'nuio* enlradoi no da 19.
Csmirsgitie8dias, hiate braaileiro Ca-
pr eiio.ii, de 35 tonelladas, oiestre Hypo-
1 it i Jos da Silva, equipagsm 5, carga ai-
sucar, arroz e loros de mangue ;' a Luiz
Jos de Castro Araujo. Passageiros, Anto-
nio Leal de Barros, com sua familia, Jos
Alves de Moura, Jos Nolasco Pimental,
Jos Alexandre da Silva, Antonio Caetano
Martina Vieira e Amaro Professor da Silva.
Terra Nova 35 dias, bngue inglez C T.
Su ion, de 197 tonelladas, capilSo John
Le Id un, equipagem 19, carga bacalluo ;
a Le II.clon Se ira nm Corapannia.
Santa Cal inri na e Baha 44 dase do ulti-
mo porto 18, sumaca brasileira S. Antonio
Vencedor, de 193 tonelladas, mostr Jos
da Campos MagalluVis equipagem 10,
carga fariona de mandioca ; a Maebado &
Piulieiro.
Rio de Janeiro -- 17 dias, brigue portuguoz
Viajante, de 390 tonelladas, capilSo Mi-
noel dos Santos, equipagem 10, em las-
l ii ; a I Imiiiaz de .quino Fonseca & Fi-
Iho. Passageiros, Jo3o Evangelista Peres
e a miilnm docajitlo.
Buenos Ayres 38 das, escuna dinamir-
queza llolslein, da 170 tonelladas, captao
P. M>yer, equipagem 7, car:a carne secejj
a Amoro & IrmSos. Passageiro, Joaquim
Machado
Navio sahido no mismo dia.
Havre escuna brasileira G la nte alaria, 01-
piulo Jos M 'ii i i de Souza, carga algo-
dfln, as- ir n e cou-os.
EU11AL.
Srs. reil'n in .1: -- Leudo o Relrosfclo se-
moi'if, pulil r iln i'in a n. 260 desla folha
deparamo, com um tiechu em que se di cla-
ra que na visita dos >n. u.iu's desla cidade,
l'aita pela respeni a comunssSo, cnmrosla
dos Srs. Ura. Pe'eira do Carnio e 8a Perei-
ra, encnntrou-se no centro do da Bob-Vis-
ta algoem, quo so achava vndenlo carnea
doza patacas, suppondo se que talvez isto
tenha acontecido por descuido ou falla de
vigilancia da noss parle ; e como be do
nossodever esciarrcer o publico sobre se-
ineiiianle ubjeclo, e i 3o consenlir que sub-
sista qualquer equi>oco, que posaa por em
iluvid a li-ura e smeende le, Com que pro-
cura os cuoaprir o nosso contrato, apressa-
ino-nns A declarar: que quem ven lia al I i
carne i el ireco cima indicado, no era
petaos pe teiiceiilc ao contrario, mas o Sr.
Joaquina tyiulo. que prev.leceoio-ae da fa-
cul lad- conced ua pelo govemo da provin-
cia, auj-itou-aea pagar a inJemnisa(3o de
8/ ti. pra poder ven er a carne pelo preco
que qoizetae ; o que todava nSo adiamos
raso vi e pelo contrario nos parece uppos-
to ao fia do conliecto. Eutreantu, conse-
guindo nOe, Cuino conseguimos, o arreuda-
n enlodaquelle e dos oeuiaisacouguus, nSo
SO Ja Bw-Vista, como da rbeira de S. Jos,
podemos 88 gurarquej nellessenao v
o leferidosenuor, nem peaaoa alguma ven-
dando carne por mais do preco contratado,
visto que nos esmeramos em preeneber Bel-
mente as condicOei do contrete; qne n-
zamoe. ...
Com o que Cea dito, temos moslrsdo que
nenhuma censura so nos deve fzer, pelo
que se contem naquelle trecho do Retroipec
to semanal eso nos resta pedir, cerno pe-
dimos eos Srs. redactores, que leoham
A cmara municipal de-ta cidade con-
trata rom quurn por menos fizara condurr;flo
do lixodasruaadaeidada om ci rocas ou ca-
vatina, sendo o contrato por freguezias os
niterea-ados polern apresentar, na caaa di
irs un caara, suas propnttas em carta fa-
chada. Paco da cmara municipal do len-
le em sessode l8doiiov.imbrodel8.il.-
F. A. de Oliveira, presidente. Hanoel Fer-
eira Accioli, sec ni..... interino.
m
l)('clarH;ocs.
guslosos sinulliaule convite. Todas as ma-, materias da real vesle?
olidas viam os inariulieiros eucher-se-lha o' No lim da vida de Ktmohameha cameca-
navio de producios do paiz.O proprio rei ram os d igmas do cbristianisino a derra-
ani se dirigiu co a os seus padres, e priuci- nu -s i no archipelago. Elle meamo o quiz
i H'- idlii i o'-, I a urlo alu as candis car- abracar; mas, ou por quo oseu pens-men-
regauas de diversos objeclis. Tirouelleos 'o si uilo quizesse suj \.r aos graves pre-
seus faclus para os dar a Cook, poz-lha na C'ilosdo iV r ii'i'yi o seu ca. acete, e as inSos um leque cullodos-ius avs mais apuio ao seu despo-
uiii, tico, couv dauJo o, liu.Intenta, a mu- tiimo, be certo que afTasloude si, sem co.a-
dar de nume, o que ara, segundo os Costu
porto de Houloulu.U. Narmir.r.
I CoHslilulionntl )
( o Diario do Govemo da Lisboa. 1
leude a reslnugir o oirculo da g/aole.fa-
ni li i humana, quererSo si. duvid i laucar
um yo sobra esta matanza dos innoceniBs
e deixar a este systama morillero to la a la-
tilude de riv i tu ir urna vasta emigi ac io de
almas deste mundo para o oulro ; purm
aquelles cujas entumas se commovem a
classes operara-.. surt dos me-
ninos.
(Inglaterra.)
Olilho de ura operario de Lancishire ou n"ac3o deum crime social horrivel. par
,. tu lo a condoiiiiiar, a nova religio, conser- de Yorltshire vem ao mun lo crcelo de lo- peir^do sobre meninos sem defesa; aquel-
nes da lha, a uiaisalla prova de amisade. vandoal o ultimo dii as prticas Ji-ji das asci'cumstancias deafavoraveis qua po- ^8S.C1U cunfessam altamente a inviolabili
Todos sabem que to grandes teslamu- idolatra. Os padres ihe celebraran) os fu- dem embaraar seu crescimanto a enfra- dado da existencia; aquelles para quam a
unos de Htficfljae con.enerara em reac?3o neraes, immulandua Seus deoses trezeulos queoer sua intelligencia. Elle acha-se desir- consideracSo da vi la excede a toda outra
violenta no ani no dos insulares, u'uma ba- c3es. mado, pa'a lomar parle na batalha da vi- coiisideracao humana, para estes o sysle-
.alnasiiijutnuljnla, ono iiassin i do Couk Di oxaltacao ao liiruuo de seu lilla > Li- da, no lamiar mesmo de sua existencia. '"" u0 medicac3o que acabamos de i-.no-
ao principio adorado como um D.'os. Por lioliho.que lomou o nome de Kainenaniilis, Seus membrossSo, paralysados pelas dro- "' parecer ummale urna vergonha p-
dranla quo seja o respeito qua devenios cui- ditaa conversao deliuiliva au clirslianis- gaa o desfigurados por cui latos negligeo- blica, que cumple fazer desapparecar a lo
servar pela ineuioria deste graudo navega- mo das ilhas da San Iwieh.Em 1820 fui a- tes, alguraas vazes mesmo por cuidados cri-
dor, cuui, raque digamos, que as suas re- blido o paganismo noaichipelago, destru- mnosoa.
UiO.'S om os indgenas crdulos e lunora- dus os antigos dolos, e substitu los tem- | A necessidade dn sustentar a familia ohri-
loa u3o se mostrava assas iiacioiue nem bAs- pos ensannuantadus por cap. lias evangu- ga a mSi e entregar-se A manifactura o e
tanta gene, oso, o qu i p los suus malos de licas IH9J eslabelecao-sa urna mprensa cunfiar seu lilbo a urna guarda mercenaria e I
rigor a ex c^ -s perder o prestigio que ao na liba llawan, como^ando pela publicarlo Ignoranle, a qual para ganhar com mus
piiucipio o cercava. doabeedanue umlivrode leilura em da- commodl lade s- u salario entra na botica e i
Apesar do trisie renome que se annexou lento indgena. Erei, a r.inua.e os prui- cotnpa ahi o cordial de Godfrey. Ella volta '
as iluas de Sandwich, quanlo se annunciou cipaes cnefes pozeram-se, oomo creauras, a entSo para junto do menino que Iba foi con-
ua Europa o eu de->cobrimenio, nem por estillar o alpnabeto apr n leram a ler 0 liado, adormenta-o cora esta admirsvel po-
issodeixaram ellas de sor, alguna anuos de- escrever, e oseu exemplo foi seguido pelas cao e ganha deale moJo o pSo e o repouso.
do o custo.
Charles Dickens.
( PrttH.)
COMMERCIO.
ALFA^DEGA.
Rendimenlo do dia 19 91:599,688
Ducarregam hoje 90 de novimbro.
Barca ingiera Ospray b'Caliao.
l>ois da expedido de Cook."visilidas por oulras classes da povoacBo. As ilhas de Em b'eve ella v que o cordial alo produz Escuna americana Genefal Wortk -- fari-
d freronlesembarcacrtes.-Diuscapil'iS, de Sandwich teem buje a sua gazeta e suas mais elleilo, que o3o he ja bstanle forle. I nba e bohchinh.s.
navios mercantes ingle/es, Urs. Porllock e choiiioas. Para remediar este inconveniente ella ajun- Brigue inglez Jnne Eisaoie bacalnio.
Uixon, ah aporiaram em 1786, sen lo oiui- Kamehameha 2., seduzdo pela intelli- a-lhe um pouco de laul.num, ou mesmo Escuuadinarnarqueza tspress mrca-
lo be.u receb dos I, pryrousa arribou fe- goncia dus-estrangeros, anda mais do que um pouco de opeo puro, e e crianca quo es-
lizmenle aquellas ilhas. Vancouver nellas seu pal quiz ver a lonniuqua regiaodeln- ta encarrezaia de utir, torua-sa 13o pa-
se demorou algumas v / .-, em |i9,i e 1791.-gl'larra, que dera aos hawaian s as piimei- cilios como a raorte. Ella augmenta un 3o
tsclaiecido pelo que acouleceu a Co >k, con- ra uo(es da crVi.isacAo.Em 18J3 embar- sao eslabelocimeiito, recebe para pensar oi-
aerveu na sua m in.r, i tal disciplina, e cuu no uavio inglet/lijUcom a sua in .Iher to, ou nove meuiuos, e vem a ser urna
liouve-se tambera com os indgenas, que valida, a quatru dos seus oousolhairos. To- excedente freguezia para o visinho boii-
graugeou a ana plena coufiauca e amor, cou no Rio, aonde o imperador Ine fez ma- cario.
Alguna chefi'sd'disiriclo, movidos de seu gnilico acolhimento.e dalli se dirigiu en Fados iocontestaveis provam que este
leroso procader, e arrestados pela pin- liuha recta a T'ortsmoulh. syslema esta adoptado em urna iramensa
ue stravessardes Muicli sier e
Tura que ihes lizera do poler nutannico, O governo inglez preveoldo da sua clia-
peilirain iicar suj-itos a tutela da prot CCSo gada oilcinu que ella fosso tratados
iugleza. Esta >ciode voluntaria submiscSo expens s -o estado, u como um hospede
riic.iiu a i' lisn-v ii'uiua das ilh .s. O le- da disliucgSo. Joiga IV o recebeu urb.a-
uante da Uiscovery desembarcou, arvorou a menta em Wnlaor; e a aristocracia ingle-! o boticarios abl fazem bom negocio, que
han leira da Gram-Brelanha, e lomou posse za maoife-l .u Ihe lude e casta de aiteucOaslas moradas pacificas dos pobres sSo abl in-
da ilha em nome de seu soberano, El-rei de Sandwoh recetieu, pelo espaco! fect'das pelos narcticos. O relatorio '
EropO e i
rmingliaii, os aiiiiuuciosd i repuUto das
m3 8, du xarope Calmante atrabirao vossa
l le n gil o a cada passo. Ha fcil de ver que
Vaneouver, quando se reliou deixon em de alguns mezes, as m. i o s honras, us
Sandwicn um padre inglez que lancoo as clubs se oceuparam muitudelle, aasgaze-
, rlmeiras anmeutes do clinslanismo nesle tas reg straram em suas columnas os acou-
arrhipel'go. Oiliuslra maiioheirupromet- tecimenlos de High-Life. Por infelici iade
leu voliar, mas laileceu alguna annos depois a temperatura queme da sua lena natal
do seu regresso a Ingiateira, e maia de um nao o linha preparado para as fras cerra-
dos ehefes com quem man Uvera aa medio- co-s do Tamisa. Enfermou e apesar dos
roa reacjs o esperis com impaciencia aeloaos cuidados dua mala illustres me li-
pa ra Ihe pedir canselho e solicitar o epoio. eos, fallecen. A rainha moireu lambem
Houve um humen), que goveruando n'um na mesma semana, chorando, ao recordar-
pequenodistrictoda lha de Hawai, chegA- se da sua querida lilha.
ra adominal-a toda, roalisaudu as suas mi- A ordim estabelecda dis ilhas de Sand-
ras ambiciosas por meio da guerra. Era wich por Kamehameha n3o se alterou
kamehameha, o Carlos Magno, e o Cesar com a sbita morte de seu filbo, nem tao
de Sandwich. Apenas acabava umi con- poueo se mterromperam os progressos reli-
quia logo empreheodia ouira, e de cipe- giusos e inieliectuaes do Archipelago.
do
conselho de aaude foruece sobre este ponto
lioinvis ni-ti nenes.
Era Presin, 9t boticarios veoderam em
urna semana 68 librea ( 30 kilog. 698 gr. ) de
narcticos quasi lodos desunajos para cri-
eocas.
A quanlidade do cordial de Godfrey ven-
dida nesla cidade da, termo medio, por fa
milla, e por samaos, meia ouga(o kilog 0
14). Ordinariamente o cordial de Godfrey
contom urna on(a e meia ( 0 kilog. o 49)
de ludano puro em uro quirto de libreto
k. 113/ Quanto mais forle elle he, mais so
f*) Visgem da fragata I* Vtnus, tomol.*
pag. 369.
dorias.
liuportacno.
Escuna dinamarquez Express, vinda de
Ha uburgo, consignada a Itolhe & Bidoulac,
manifeatou o seguinto :
3 barriciM zmeo en folhas. 35 ditas Un-
as 50 .lilas alvnal ', 100 barns alc>lrflo,
100 ditos pxo, 50 ditos pnl-issa, Idilopin-
ceis, 100 ditos cimento, 5 caixas lonas, 10 i
ditas geoebra, 19 ditas ferragem, 100 gar-
lafes ulo de linliarja, 520 ditos vasios, 1
fardo rolnss, 9 linas sangue-sugas, 29 gigos
garrafas vasias, 90,000 botijas ditas ; aos
con-ignatarioa.
18 canas objectos de vidro, 5 ditas gom-
ma lacea, 4 duas perlences para chapeos, 1
ditagraxa, 4 ditas raiulezas, 49 ditas e9
barricas farragens, 4 ditas areia; a J. D.
Wulfliopp.
I oaixa garrafas vasias, I dita iecidos de
algudfio, 5 ditas drogas e 1 dita miudezas; a
C K'Uger.
9 barricas e 8 ciixas miudezas, I dita cha-
rutos, I fardo tecidos de algodSo ; a F. F.
Timm.
9 caixas brinquedos ; a Scliaietlor.
1 dita obras de ouro j a I. C. Raba.
9 ditas ouro em folbas e agoa de colonha;
a J. Tegetmeyer.
I ditas couros de lustros, 1 dita tecidos
deilgodSo, 4 ditas miudezas, I dita freios,
1 dita papel, 1 dita espelhos, t dita relo-

-- Pela sub lelegacia de Santo Antonio se
faz publico, que foi aprehend lo na noite do
dia 14 do crrante um quarto russo com
cangalha, que vagava na ra da Paz.
REAL COMPANAIA DE PAQUETE INGLEZ
VAPOR.
No da 90 deste mez ospert-se
o vapor Teviot dos porlos do
Sul.n qual depois da demora do
Cos iime,s'gira para Europa,
para passagem dinja-se em casa da respecti-
va ag meia,42 ra da Alfandega-Velha.
lio .tem seriam 8 horas meia, da noite
foi conJu/idoa asta subdelegada, um preto
de nome Domingo, pAo ferro, por estar en
urna taverna ne-ta freguesia oflerecendo
urnas p'fas de roupa faita para v n ler, e
um par de sapatos uzado, a roupa c.m-t i,
te3 coletas 1 caiga, o I palito, ludo quasi
aovo, o dito preto be escravo do Sr. tenante
cironel Pairo Cavalcanti, arrematante do
lance da astea la em Mara Simplicia, disse
que a roupa Iha a drao dito seu Sr., e por
isso a quor vendur, pare nSo constrangir o
Sr. foi o preto para casa, fenlo para hojs
ser interroga lo, como foi. e disse qua a rou-
pa Ihe hava dado um sea Sr. que mora ni
Capunga, mas san lo tu lo mal cont.do, por
isso faz-se se ente para qu"n se julgar com
d roito aos ditos 0>'jeoTus, Iba seren eulre-
gues dando us signaes. O preto foi r col In-
ri > em custo lia na cadeia lo.la c lade, para
oulras averiguado 'S. Subdelegada de poli-
ca da freguezia da S nesta cidade de Olra-
da, 18 da novembrode 1851. O subde-
lega io supplenle Miguel Jus Telxeira.
TIIBATKOES ZIBEL.
91.' RECITA DA ASSIGN ATURA.
Sabbado. 99 de novtmbro de 1851.
Subir a acea depois da urna escolhicla
ouverlura, pela o'diestra, o muito nteres-
ainte e spplaudido drama em 3 actos
0 Peregrino Branco
ou
Os Meninos d'Aldeia.
No lim do drama as senhoras Landa e Cir-
meiia cantaran o exceltente dueto da
opera
Anna Bolena.
Em seguida a aenhors D. Manoella eos se-
nhoras Monlciro e Raymunlo, executaro A
muito pplauJida~Tonadilha HespanbolA
intitulada,
O Poeta e o Muzico.
DarA lim ao especlaoulo a graciosa come-
dia em l acto
A CMARA DE MI.MI A MLLHKK.
O hllheles scham-se A venda no lagar do
costume.
Cotnecariai8horM'
Pnblicaci) Iliteraria.
Publroar-ae-ha aleo fim do crrante mez,
a obra intitulada observacOes sobra
Varios ainos Uo cdigo do processo crimi-
nal, e ds lei de 3 de dezembro de (84i P'0
Dr. Manoel Mendos da Cunta Azevedo.
Nesta obra indica o autor, interpondo a
sua opniSo, as duvidaa que se poda agi-
tar aobre a intelligencia pratica de muitos
artigos, as numerosas antinomias, que re-
aullara de certas disposleoos comperadas en-
tre Ai, e com oulras da lei de 3 de dezembro


mi-
Ha
aOo
nos
...gii.QS.tTeitosordinsrlosde lign sr-
l'iJ.mno da ju.tig. e d. humanidad.-,
"fnecesaidade de.iguns Mclarec.mentos,
rdVlVrcoes inlarpr tslivss.que incumbe
.if Hidor br.sileiro. pan d.r nosss e-
rial.cl' represaivs um syatem de """0'-
g da.iecom o d.reito publico d. *
Sano aindt m.l comprehendido de oosaw
?> t u.cO' judicia.ias, os lioso enorme,
mieauuor.noia, o n f* de.lgun jone
cimento do crlmes polticos.
6 O utordemonslr. aao. ?" B
irEumento. li-.dos do mesmo textos da
le? dos principio da Jurisprudencia com-
1 .utorid.de do. escriptorea, que ms;s
,Tt.moVwi-o.ed.snguido na sc.euc.
do dlreilo punitivo. .
Omento desiaobr exclusivamente
duzi 10 de ua m >teri, consiste no interes-
M de anim.r o joen estudiosos, e o ami-
8,. sinoero da verdade a um. iuvet
jjo red elida d.a questOes, que nella
desculida. .
fiennuna ootra obra deste genero
consta t hoje que lenoa sp. publicacfto de noiao cdigos crimana."
Esie motivo, ainda qua tosse o nico, n
seria menos lisoiigeiro o sea autor, nem
menos un ao que o quize em imitar, ou
jujear o mrito de sua obse.vagOe. Assig-
ni-sa na livraria do ediclor llac aa.el Abre"
e Lima por 5,000 r. Cada obra a pagar-a
na occasiao da int.es. Depoia de fecnad
asignatura custars 6,000 r. cid. exemplar.
ELEMK.VTO
M
Homaoputhta.
Sahio a lu a aegunda parte dest obra
composta pelo profeasor homceopithi Gos-
.. Hiioont. R cebem-se assignaturaa pa
a oh-a inteira a 8,000 r.., no eoutollor
hornee ipil" icoda ru. das Cruzcs n. 28. De-
pot na publiocSo d. terceira par, o pre-
go ser. elevado a 8,000 ra. para qu ;ll
que So tiverem astignado. No mesmo co
sultono, schs-sea venda ludo quanlo I
necesaario par o esluJoe. praiica da ho-
maopathia, como seja : livroa impresso
para nistori de doemes. regimens spir-
miados para a provincia de Peruambuco,
eocerrega-se de mandar furnecer qualquer
encommenda de tnedicamoulus Iio.hum, a-
thicos, tanto avulsoa como ero caita, era
glbulos como em tintura.
No prelo : 1'oMuye/ieaia do medicamen-
to braallellOS.
tintenlos dt anatoma e phitiologia com es-
tampas, pera o Curioso em lioinu) ipatliia.
Rugs-se ao seohorea assixuanles o ob-
sequio de man lar receber seus exempla-
n-s no cousultnno bumceopathico da roa
di cruzas n. 28.
Avisos marilunos.
Vende-seo hiate aCaiiriohosD.a de per-
lo de to tooell'd.s, excedentemente cons-
tru do e de rouilo superiores madeirs, ca-
bio ao mar em jsneiro passaio.e est prem-
io de lulo para seguir viagem j os pretn-
danlas o poierflo eliminar Jerronia do
ces do Rsmos ondo se cha ancorado : pa
ra tratar na praga do Commercio o. 2.
Brigue Kscona l'*rcelinu"
Segu em poucos dias pira o Para Ciro es-
clla pelo M.mnao; inia pole receber al-
gum ca'ga ii.iuda : trata-e cora o eontiga
natno J. B. di Fonseci Jnior, n. ra do
Vii.rio n. 33, segn lo andar, ou coji o ca-
pillo na praga do commercio.
Brigue Escuna "Laura"
Com brevidade seguir para o MaranhSo
com eac-lla pelo Ceaia j par carga e 0.SSS
geiro trata-ae com o consignal .rio Jos Bap-
tiata la Konsac Jnior Da roa do Vigario n
832andar, ou com o capitSo na prega do
Commercio.
Para oRioCrandedcSuliegne com mul-
t hrevidade o patacho viola nove do setam-
bro.taodojaa maior parte da carga prompla,
par o reato dirja-se a Joo Francisco da
Cruz : ra da Crui n. 7ouao capitSo Ma-
noel Jos Montniro Vianna, na Praca.
Para Liaboa pretende sabir enm brevi-
dade a barc porlugueza Mgeira.a para
carga ou pasaareiro lrals-se com o geu ca-
pitSo Antonio Joaquim Rodrigue ou com
frauoiaco Severino Rabillo & Filho.
Para Maceia velleira sumaca nacional
Paraguaa., aahe por estes oito das i'n
P"ti 11 vi Inu'iit -, quem na inesma quiler car-
regar ou ir de pas IVIeia do IH'Ci'e n. 5:asseguia-seaero Tre-
ta mais bsalo do que em barcaaaas.
Para o Rio de Janeiro, segu com bre-
vldade por ter parte .'a c-rga anganjad, o
vi'.eini patacho Cl.-m-nmia, par o r.-.-lo da
Carga ou ascravo a l'i -te : dirija-se a JofiO
Frarico d Cruz, na ra da Cruz n. 7.
.'ara o Para em dtreitura.
Aes-una nacional Emilia, da qual he
eapioe pratico Anion>oSilveira Maciel J-
nior, aguo para o Para em direitur, com a
pussivel b co-tumada bn-vidade : quem na
meama quizercarregar, ou lomar passa^em,
eiilend-ae cora o oapilSo, ou ruin Joo
Carlos AugualO n Silva, Da ra (a Cruz do
ReciTe. arma/em n. 13,
Para a Bhia sabe com muit brevida-
de por ler parte da caiga prompla, a Suma-
ca nacin il aCarlota mesire Jos Conexivos
sim.a para reglante di carg, e pss^ageiro
.tratar com o mesino meatre ou com Lu/.
Jote de S. Anujo na ra da Cruz o. 33.
Para o Kio de Janeiro.
Vai sahircom a maior brevida-
de posaivel, o veleiro patdcho bra-
sileiro Volate : quem njinesmo
rjuzer car regar, etnbnrcarcscravos
a frete. ou ir de passagem diri-
ja-se ao capitSo do mesmo Fran-
cisco Nicolao de Araujo, na praca
do Commercio ou a Novaes &
Companhia na ra do Trapiche
n.34.
Para o Ceari o hiate N. Ollnda : a tra-
tar com Manuel Das, na Senzall. Velha n.
13*.
Para o Rio de Janeiro, sa-
hir com a maior brevidade pos-
sive', por ter parte da carga en-
gajada, a bem condecida escuna
nacional Mara Firmina capitio
Joao Bernardo da Roza : quem
pretender embarcar carg 1 na mes-
ma, ir de passagem, ou embarcar
escravos, pode entender-se com o
mesmo capito, ou com o consig-
natario Luiz Jos de S Arrujo ,
na ra da Cruz n 33.
Para o Porto.
Sahe com a maior brevidade
possivel, por ter parte de eu ca-
regamento, a linda e velcira gale-
ra portugueza Bracharense tem
aceados commodos para passagei-
101 : quem namesma quizercar-
regw, ou ir de passagem. enten-
ds-se como capito Rodrigo Joa-
quim Correia, na praga do Com-
mercio, ou com Novaes & Compa-
nhia na ra do Trapiche n. 34
PAUA A 1'AltAlllIiA.
Sahe mpreterivelmente at o
fim da presente semana, o bem
conhecido hiate brasileiro Espa-
darte, spde receber alguma car-
ga mi uda : quem 11 pretender car-
regar, queir.i dirigir-se a ra da
Oadeii do Recife 11. q3 a tratar
com A. da C. Ferreira Estrella.
PN Lisboa a galera poriugueza Har-
garid, cipitSo Biliario Manoel dos Rei,
sahe no di 22 do crrante, e aind pode re-
CBjber carg a trete, bem como paasagei
rd, : quem pretender dirija -e o consg-
nala ios Oliveira e irmao, na ra do Apol-
lo n. 11 ______
aajajjaaaaajaaaaaaaaaaaaa
Leildes.
0 corrator Miguel Cirneiro, Tara leilBo
no dia tabbado 22 do coirente as to horas
da maniia.i no seu armazeni na ra do Tra-
piche n *0,de urna porfo de cadeiras amo-
rican is, com pouco uzo, e nutras de Jaca-
randa, meza, bancas, consollos com p:-
dre, piannos, novo e uzados lustres.cin-
dieiroa, lanternas, louft, vidro e outros
muitns objeclos por todo qu.lquer preco :
saim como urna po/flo de rap da Bhi a-
l* prnta PeJr2 ', e excedente lint preta
para escrever. .
Eugenio Galliot tendo em Pars 1*110
avultadoempregoem ricos objeclos do mai>
apurado gusto, e di mol, para domo de
salas Jo visilas, gabineli-8 e toucadores, e
para u-o particular de sen'iora e Domea, |
os qoaes objeclos rormao como que um>i
linda, quanlo admiravel expsito em pon.o
pequeo, que oonlinua a franqueiar diaria-
mente ao publico enlendodoi e apieciador
de la galantanas om sua casa na ra da
Cruzn. I, segundo andar, deade a II Dora
da manida al 3 1|S da larde ; e tencio-
nando razor ua visgein convera-lne conti-
nuar outro leilSo do retante d dila collrc-
cao, o qual lera lugar por intervenclo do
corr tor Olivira, aegunda-r-ira, 2* do cor-
rete, das in huras da mulla eui diante n.
mrncionada casi.
MWM^,HM^HavHHah-HHaaaaaaaiaab.aaaBM
Avisos diversos.
OSf. nenio MutinsGoncalves Lisboa,
guarda do armazem da plvora, no arsenal
de goerra: queira apparecer, na ra do Cres-
po n. 16, para realisar corlo negocio.
Aluga-se um sala de um pnmeiro an-
dar na ra do Livramento n. 1 : a tralar
no segundo andar do mesmo aobrado.
Precisa.ie de um contra-metre pr
cortar: na luja de adaiate da ra Nova nu-
mero iii
-- Aluga-se um mulato connueiro, sem
vicios, muilo fiel, para ca^a de familia: quem
precisar, dirija-as ao aterro do Afogu ios.
del' onle do viveiro do Muniz, sobrado da
esquo n 48.
-- N pr.ca do Cnrpo Santo n.2, etirte
urna carta e um 1 encommenda, vinda do
Kio de Janeiro, para a senbora ti. Florioda
Helena de Barros,
5
ppireceu no di i do correle 1 Retratos photogenioos, na ra No-
imne i.uuqiiIu, cara bixigusa, gros- WB fa o A lar
- Dea
pretode nom
so do corno e alto, ievou camiaa ja comas
estas rota, calf de algodlo, he ranorfro,
e tem trabilhado no porto na ra Nova : ro-
ga-seas .itonddea h jain do apreben le-lo,
va n, 61 segu < 1 > nnJar.
J. Pacheco, tendo de retirar-ie pra o
portoa do aul, previne a quem quizer pos
suir o retratocom perfnits semHlhaoca,quei
eleva-lo na travesdoVerasa. 20, quesera ra dignr-ae procora-lo al 23 do correte
Antonio Jos de Freita GuimarSes, re- TBasa par prelos, estribara grande, e muilo
recompensado.
Est Iratado a compra da casi de Lipa
na Cabanga parlrocente a Je'onymo Sebas-
1IS0 de AleocasUo, se alguem liver a red 1-
mar Jirija-se uestes 3 das, nas Cinco Pon-
tas n. 4.
- Arrenla-se, e limhem se vende, um
grande casa e litio, no lugar do Montoiro
m.irgeui do rio Capib 6 salas, e 8 grandes quartos, toda crculad
de-pateo, e varan as de ferro com .lgreles
p ira flores, grande quintal murado, com
Perdeu-se urna lelir da qnn'i de
1:765,120 rs., aaccid porllonrique Gibs>m,
rceiia por Fnneisco Alvea Lima, i-ndoea-
da ncl 1 ine-mii Henri^ueCibsoin, eo c bisla Manoel Joaquim Silveira. rebali la po'.
meu linado marido Jlo Porfirio da Molla :|
quem a liver actado, querendo ple e 'tre-
ga-la abaito assignada, viuv do dito Molla,
que sor* gratificad 1, pois j acli.m-si pre-
venidos o acceitanle, e eudoQanie d* a nlo
pagarem se nSo a abaixo assinada.Amia
I', o lina do Sacramento,
-- liesappareceu oescravo crioulo de li-
me Venancio, da ida le de 25 a 28 annos, com
falta de um denle ni fren e, eile escravo
ro da Madre de Den, ralla muilo humilde, e
hoje pertence ao engenno Aguas Cliras, <
rugi no dia 14 do crrante : quem o p g.r
ple leva-lo a ru Dneit n. 14, que ser
generosamente recompesado
Na primeir audiencia do Sr. I ir. juiz
los feitos da fazenda, depuig que esta se Un
dar e no mesmo logar, ge ha de arrematar
urna casa por venda, na ra dos 4 Cantos em
Ulin 'a, avahada em 700,000 rs pinborada
a Jos Joaquim do Al ueid< Guedes, uro om-
uibos por 350,000 rs., e um carro de 4 ro-
das por 150 000 rs., p inhura ios a F e lrico
II n-iMii, um terrouo no lugar dos Coelno.
Com 80 palmos de frente, o 120 de fui. lo,
p<>r30,000 rs. ; penhorados Krancisc Xa-
vier da Konsoca Coulinho; urna pren$a de
(Igodfio eseus perience por 90,000 rs. pe-
nnorada a Antonio J) Pe re ira de Men ton-
ca ; ludo por execuefio da f.zenla nacional,
contra seus devadoras : quem lies objecto-
pretender comprela no lugar indicado, as
10 huras d< mannaa.
Domingo 16 do crrante desapareceu
tendo sahi lo para o acougu, a escrava de
nome Gilrudes erlouli, pertenceiiie os
herdei'os do finado Francisco Joaquim Pe-
reirad'iCarvalno; cornos signaes seguin-
tes : idade de 50 annos, altura regular, al-
guns cabellos braecos, com dUSS esfolalu-
ras no rosto, pos cambado*, e c istuma em
briagar-se; levnu duas saas,uma d coila pre
t", e oulradedita Je ramigens azues eama-
relas, e panno fino v-dho : quem ap garou
della liver noticia, diriji-sea ra Formo
seliro cas ierre, qui sor recompensado.
--'Ka/.-se paules lo tartaruga d* moda,
lizs ; ditos de marrafas, e tirnbem si rz e
se conceita qaalquer ob a deste genero : no
paleo do Carino n. 2 loja de sobrado na es-
quina que volta para a ra das Trinchei-
rss
Apessoaquese quizor encarregar da
venda de um aeriodien, d-ixnlo-lha de ga-
nho cada n. 20 ra. dirija-se a ra da Praia
n.55 typogra^hia da onhor viuva Itomi
para tralar.
Honlem sahio do lugar de S. Am
a vender leite, a escrova crioula de
Victoria, de 22 annos pouco mais ou monos
com os signaes seguinles : es'alura regular,
corpolenia, bem parecida, cab dos nao mu i
carapinhados, pestaas bastantes tongas, e, por
viradas para lora,; cos urna vender leile e ni
verduras lodo o di"8, n como Dontnm dei-
xasse o tabol-iro ao i do Pombal e desa-
parcese al hoje, julga-se estar rugida ; serlo
por islo rogse as aulhondadrs policiaes e consta
CapiSes decampo, de a pegaren e levar a' U
seuSr.no sguodo sitio do mesmo lugar
tira-se para l' a do im e 10.
Aluga-si um pretocozohoiro : na ra
Hii'eiin n 32, segundo andar.
yui'iii 'iver para alugar, um niano: di-
rija-sa a ra do Livramento n. *, ouan-
nuncie.
A pessoa que lhe fallir um menino que
diz ser escravo, porm qua nflo publica
nome do Sr.: dinja-ae a ra da Gloria n. 75,
quedando os signes lhe ser entregue, islo
das 3 horas asSdi tarde, pois ufio responde
pela, fuga do m sino.
Aluga-e um boro, sitio no lugar do
Cordeiro a margem do Capibaribe com boa
casa, estiibaria para 3 cavados, casas para
preto e feitor,, pommir e jar lim assiro co-
mo baixas, como capim e muita ortalice :
trat i-so na ra do Queimado 11. 30 segundo
aoJar.
O Sr. Jlo Lins Vianna queira vir sal-
dar o que deve na ra do Queimado n. 30 2.
andar.
O juiz d rmaodado do SS. Sacramen-
to ila rreguesia de S Jos dcsla cidade cou-
vida por meio dete aos irmSos da mesin
irmandade para quedomingo 23 do crrente
couiparecao 00 consisloiio da lgreja de N
S. do Terr;o, as tO horas da mauliSa afim de
se Tazer a eleicSo da meza reg 'dora que tem
da luiii'i mar |i na o .iiri 1 vindouro de 1852 :
para cajo li u convida oc omparecimenlodo
maior numoro de iroios.e roga a to 10 que
bajo de comparecer 00 da, e hora raarcaJa
pelo presente.
-- A fesla est perto, os freguezes devem
se dirigir a loj 1 de fizn las da ra do Col-
legio para se smlirem do bom e lualo. I
Asfazondisdalija la ru do Collegio
s'.io-s vendo ido muilo biralas, cono se-
ju") 111 1.11. 1 ;1 > a 140, 160, e _uo rs .
bom ; chitas de 160 rs., que ricas chitas! I
cassas chitas a 2,200 rs. cortes de cambraia
de barra a 4,50d ditas con nstes a 4.U0O.
O rei do Algarve que lizerio, surgir do
turnlo, onde em paz eslava a tantos secu-
cos, rz scienteem pnmeiro logar ao publi-
lo, de que nao toma pait' alguma en intri-
gas de DiStiduros, nem loe imporllo es-
crivinnagOes quaes quer que elhs sejlo,
1 ua o lo i 11 la 1 somculo art<, unle niu-
guem lie eximio, e lo ios esto ao alcnce da
Critioaieau inesinolempda Iverttao principe
Aben a lu la, ou a pess ia que usa desto 110-
m ', 1 ue o actor dominio do publico.apena
o lempo que existe sobre a sceua, e que pas-
sados esses iuatiotes, lo lo aq ied) queacu-
beiti de um iiiscira lama Je aprecial-o e
mus ai -da, insu.t-l-o abusan lo da posiclo
do artista que Carece 11S0 conrjndir-se com
aggressores de til orlem, becovarde! he
1111-01 a el I
O Rei do Algarve.
dia em quepreteiiila parausar seu lrb-
lho. O mesmo vende urna mobilia de jac-
rand constando de 1 sofi, 12 esleirs, 2
dilas le brap,o, 2 bancas e I jardmeir para
O meio de sala, bem como 30 lelhas de vi-
dro, ludo porcommolo pra^o. O ai lista ter-
namenti agradece ao resp'itavol publico
de.-tu cid nlo o beoigno acolhi ment que se
digiiou da lia.
WSS "*)> #
* litnis Carros para pisseio! I J
Na ra das Flores, defonto da co- fJJF
cheira do Sr.losMarta, abnu-se urna #
outra cora este lelreiro na frente do fjj)
ediflicio carros de aluguel abi
adiarlo os bons freguezes, ricos c.r-
ros.cabriolels & .por accommuda-
do prefo,aflu de lo io poderem se ro-
creiar nos bello passeius de nossos
arrebaldes, em a lesla que a porta
no bale.
commissffo, para dentro e fra d provln
cia : n ra da Cacimba, sobrado n. II,on
de nuil un o Sr vigario do Recife.
-- Co.npra-ie um sitio reito ou tama pro-
prias para levanta-lo, o qual porm saja a
margem do Capibaribe, teuha baila par*
capim, eout'asvantagens n ra do Ara-
g&o, aegundo andar.
-- (aimpri-si urna rnlinaclo, ques'js bs-
lante afreguezada : que 11 a ti ver annuncie
por osle Diario, par er procurado.
Compra-sa om diccionario de Welkeri
na ra do Azeite de Peixe n. 19.
bpa baiza de capim, e mais commoJidade :
iratar com Amonio Jos Teixeira Bastos,
eaixeirodosSis. Jlo Pinto de Lomos t li-
dio.
AttencSo.
O abaixo assignado, morador nas Cinco
I'.miI is n- 4, Taz publico a lodas as pessoas
que tiverem pennores em seu poder, seja
3ual iVn a quali la le, os resgale da data
este a 30 das, do contrario se ven lon para
pagainonlo. Manoel Joaquim Pinto Ma-
chado mimarles.
Faz-se publico queoSr. Jlo Raptist
de Araujo he sentior de umi escrava peda
de nomo Mirla, cab lio cortado, e 2 nenies
lirados na frente, grossa do c^rpo, estatura
regular, a qual pailence a sou casal, e da perito em planlacoes de sitio,
dar partidla a seus lilhos orpliSos, rar formigas, quem estiver ns.st
*
i
Vend
as.
qual deve d
porlanto n3 1 ple ser veudidi, nem hypo-
lecUi ; e quem fizer algn negocio com
a rerenda escrava nlo lie u i com tile v-
Iiusj. Declara-se que o Sr. Jlo Baplisla de
Araujo he morador em Pasmado.
Jus Fernandas Povoas, vai a Macei
tralar de s.:u negocio, le'ando em su cum-
pan lia a sua familia e deixau lo por pro-
curadores, em pnmeiro Antonio Jus Fer-
uan les doCaivalho, e em segundo Alexao-
dre Jos da 1; 1-1.
-- Precisa-s 1 alugar urna preta que cosi-
nhe, e eugomme : no aterro da Roa-Vista,
loja n. 58.
PARA PASSAR A FEiTA.
Alngi-sa urna 1 Ci.i casa no Manguinho,
pausando a ponte do ladoosquerdo, com 111 i
iojrcommodose moito frese, tem 3 janel-
lasajilelroule, e I pona, com boa s-la na
frente, e outra alraz ; 3.JU irlos sollo n co-
ilnba fon, com um pe uanu quint .1 e ca-
cimb, o por preco commodo : a l alar na
ra da Ca Inia do Recile n. 30.
-- Pftcisa-se alugar urna ama torra ou ca-
tiva, para r*zer todo o servico de urna casa :
na ruadt Cadeia concome ao tbeatro Ve-
Iho.
-- De bordo do brigue nacional Carlos, an-
corado junto a ponte do Itecife, fugio um
escravo preto por nome bernardo, de esta-
tura ordinaria, rosto re ondo, cabellos eres
cidos, e barba no queixo l>ajava c li;a
Manoel de Almena Lope, com c,sa
de consignadlo par comprar o vender es-
cravos, tanto para esta piovincia, como pa-
ra fura delia, mu lu 1 a sua residencia da
ru di Cadeia do K (:!, nal, par a ra
da Cacimba, n. II, anudo moiou o tiuad
Exra. vigario, Uaireio,onde continua, ode-
recou lo-so toda a seguranza precisa para os
mesmos e bom Iralaiueulo.
Paga-se 40,000 rs, m ns .es por 2 11
ara sorvirem no Uieatro d'Apollo
'g'OS
iquem liver nunncie, ou di'ija-se ra du
Os abaixo assignalus,taze u saber ao pu- xpMl casa n 27 segn lo an Jar.
blioo, e principalmente ao Sr. Juiz de paz j Ca,nis,, je algodlo risotdo ; quemoappre-
-10 primeiro destlelo da freguuzi do S. Fr i hoii ter o leva-l ru< Ja Cadeia do ReciL
Po Iro G nicalves do H-cife que des le o dia ii) ou a nurju j0 mesmo brigue, so a
18 do curreuled Xaiflo de Sar olUciaes,e de boui g deiviro o naquello de.triclo, pelo que rugi 1 Proona se alugar um escravo pira ser
ao mesmo Sr. juit de paz, que maule o t-s- c Tr ein Csa (|a Doinem s lio 1 u quem tivoi
crivam risearseus nurnas em seq proticolodinja.g. a ra da Caaei Velha n. 48, pri-
visto nlo quererem coutiuuar mais a servir malr,j andar.
Bailar & Oliveira, expnrtam para o Ri"
de Janeiro os seus escravos,Domingos e Joa-
quim, creoulos.
(. 111 eia ,\ Leit?, emi, .re un para o Rio
de Janeiro, os .seus escravos,Jos, pardo, Fi-
hpp' o Franelas, preio creoulos.
Aluga-se icisa n. 1, da rus
da Cadeia de S. Antonio, propria
para algum advogado, ou socieda-
de : ti it.t-se na mesma ra n 9,
com Joao da Cuuha
irt' r~l l'S
-Alluga-se o primeiro andar do sobrado' lu"r uul mo
flk .1- ..-..-. miol.l I 1'. -.-i. A 0.1 O V4IIO.
Fai-se alm 150, janlo, e nandi-si le-
com muda lili pez. e seei : na ra di Pra
var em asa se fr preciso mesma casa to-
bceo do Carioca n. 9. Naa lavar n nngom -
m i-a conta de roup piro e perreicBo.
preciza-se de um port iguez que seja
e saiba li-
as circuns-
tanciase quizer t'abalhar no sitio na travs-
do Remedio n. 21 eutenda-se com seu
proprielano, o Porteiro da Adandega desl-
cidade, na mesma repa-ligio q.iea vista da
prova que der de saber o que cima se dest-
ja, e da sua boa conducta &. &. tralar-se-be
do ajuste.
Masca tes e boceteiras.
O arrematante do imposto dos mscales f
boceteiras, deto municipio do Recife, faz
corlo aos mesmos, que do dia 15 am diante,
Jara principio a pascar as ditas licnca, a
quem iuleiessar pul ia procura-lo na
mesma Casa da afarirjOes, cerlo d- que nlo
serio atleud los nos teinpos da Corrida-,
sobre pretextas infunda los, pois que par
isso se faz publico o Ligar ni ii| cenle ue
irem tirar a mensionada hceuca.
-- (I abaixo assignaJo, leu 10 precislo d
rail 1 ver- s paites desta provincia, e das
Alagoas, par tctivar as su is cobraogas,dei-
\ 1 por seus procuradores a seus caixeiios
e outros, durante a sua ausencia.
Ignacio Jos da Silva.
Nova tinturarii lranceza ua ra
Velha n. 74.
Abi lingem-se obras de qualquer panno,
. Iiui.il.i s (/. ,cas que licaui COUlO llOVas.
ludo por prego coinmoJo
Frecisj-se alugar urna escra-
va, que sej j boa cosiobeira c cont-
(ira leira, : quem a liver dirija-se
a ra da Asump9ao ou muro da
l'enha n. 16.
Precisa-so alugar urna cisa com sitio,
ou sem eile, na c-ipung, ou anda mais
parto, cim tanto que lenba banho nono
Capibaribe, e seja perto Jeile : nesla lypu-
graphia se dir quem p'ecisa..
Companhia do Bebmbe.
Sloconviaios osseniiures accionistas
pira a reunido semesl'al, em assemblea ge-
1 al, 110 da 18 do curenle, vela 10 llor-s da
mamila, no esc Iptorio da mesma co i.pa-
uhia. Itecfe, 15 de novembio de 18ol- U
directur, Jlo Piulo dsLernos.
Loinpinbia do Bebiribe.
ssenboies accionistas da compuiliia do andar.
Bebnioe, po-ieiu manjar receber o7 di-
videndo, na razSo de 2,5)0 por .plice.
.\a casa de modas liaiicazas de ilda-
me Milliicuau Buessard, lecebeu-se pelo ul-
timo navio viudo de Fianza, um grande
soriiuento de Cliapeus de lodas as crese
qualidades.e manlekes e capolmbo do se-
de de coies, e pieta.junlaiuenle cjiii alguns
da camua bordada que lodos se veudeiau
multo barato. ... ,
-- Precisa sede urna cnaua. somenle pa
rao servico de coznba e cambras, ira
familia : na ru
nuimAsriiviK.
S ilnt 1111 a luz as folhinhas im-
pressas nesla typographia, sendo
de porta a 160 rs e de algibeira
a 3io rs contenJo todas as de al-
gibeira iltm do cdlentl irio, a de-
fmico dos corpos celestes, astro-
logia, cometas coiil,miacao da
clironologia principiada, ha annos,
l'ii/.o il is mudanc.is de lempo pe-
los meteoros, tabola dos emolu-
mentos dos parachos em todas as
funecoes religiosas.e umas colecBes
de anee lulas, bons litas,etc., ele;
nutras a confissao do manijo e nu-
tras a linguagem das flores, fructas
e jogos de finezas de flores e breve
s ilnifi' 1 iisdenlniinak, milito acres-
enlado e corrigido : venJem-se
u livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 c 8.
Nlo 86 fl.
Antonio de Almeidi HrandSo e Soun
leu lo vo mi 1 a sua vnla sita em a ru
sova n.7l convida aos seus freguezes para
Dea coutinuirem a comprar, em o attirro
la B ia-Vista n. 43, ools vende-se tudo petos
reossegundes: aliani;a-s.i,serem bvti sar-
v dos lanl em procos como "in qualidades,
nautelga ingl Zi 610 dita 569, e *30 rs. di-
'. 1 france 50, banli 4O0 r-., cha do me-
Ihor 2.000 rs., dito 1920. dito preto do me-
ibor que ha neslo mercado 1920. a Ib. tem S
unbruilios chmez s n emlnuiho 6W. es-
1 a ni..,!! 1'1'iU ce u uba 2S0, sevadinha 160,
rvilhas 120. letria, 1110 anz bnncu 80 r.,
tapioca 80 rs dits -e -r,ru'a 120, choc da-
la 320, ch rica, 400 rs sSUJar relinado
,iOlo diminuto prego de 80 rs. a Ib., aflanga-
se a qu*lida le, mdho a 120 a euia, anl de
casca 120, fejJo mulati"hn320, aiiist960,
oalnco 560,zeite de coco 480, dito doce 480,
1 ua.'re bom 80 rs. a garraf,, dito de Li-boa
140, q iojos loreino8i)0rs.. carne do sertSo
v r ladeira, 200 a Ib., sendo de 4 pa'a Ci-
ma, u a relamo 2to linguigisdo mesmo 240,
b lanilla iugleze 16), Cafe de carogo 140,
a lulo mais por diminuto prego, e de ludo
se da amnstras.
Vendern-seaGadoies de navalha para
loja de bai bairo: na ra eatreita do Rozarlo
n. 21.
Ve .dem-se escravos bara-
tos, mocos e de bonitis figuras, ne-
gro1, ntolecoes e moleques, bo 11-
tos mulitos, ptimos para pageos,
negras mocas e bonitas na ra
das Larangeiras 11. i-, segundo
, um casa
,. de multo pouca
OOares IjUl- JU ||0 Na ra daAlegiia 11. 42, procisa se a-
equo paia trabar de nmca-
24 ru da Aurora muilo rresco, ecom,
n.
niuilos commodo : a Iratar na mesma ra o.1
a casa de modas francezas do madir
ad.as sennoias senario
mqueile juizo. Jo.quiui ias M.rtins, Pe-
dro Keiruira da Cii(s
ItBI'BlltAU.
Continua a estar fgida a escrava parda
de nome Eufrosina, baixa, cheia do curpo.
pedos graiiles, odios pequeos, com um
cicatriz no rusto proveniente de queimtdu-
a, e un dedo de urna das milos estira .
lie de presumir ter |toma 10 para as bandas
da Paraibi, oude oizia tir puentes, e mes-
mo por ter Ja si lo presi uo Brejo da Arsa
em outra fu toa-.autnoiadal.i-, Policiaes, e cspilile de
campo captura della, e a entrega na ra
lo Livrameuio n 35, oudese grat.llcara o
portador com 50,000 rs
A meza levadora da irmandate do divi-
no Fspinto Santo, convida a toJos os seus
pres
m
ta
ali
?u,"'..... ,gomm
-AmezreRelor da lrmand.de de N .mili.: no Manguiubo juuto a psJaria ao
S. di Conceigo erecta na Oreja da Congre- v.nr piras bnxa vene,
aaco Mga 11 t idos o IrmBo da meama, Alog,-s pelo lempo da fesla, umaca- eslsoelecnneiiio
SSXStUiSSri W .deI**-.* ranJfl sala> com a|cova gjl-. ooe ,040 a p.ase.o qu.erem Ues-
.^.dra,Sr..DrLuizLopesn.8leloBr.n-'.U.nqu.:.o,prop,M^h^ ^^XZ'V^Z '.Td.Vj.-Ur.
fua com cpacid.dede servir 40 pessoas.
na Sitio p.ia receio e passeo.
de estribara earranpis paia cavado,
que faz esquina. (;OJ,i a mensal eavulso. pieparam-sejan-
-- Preteule-S) fallar a urna Sra. viuva tares e prezuulos, aluga-se louga, viJrus ,
ennla da e.ra do Arc.buz -- n : Por nome[prece)qua Miria dos Cos, rinSa bandejas elo ^tc.
Tm a honrle ev.r a consignag-o d. Vicente I.va,,. da Silva Coutinno, so- TudJu por P-ego muilo r.soavel, e acon-
do muito lllustre--Enciclopedico-e amavel, "re uegucio do seo interesae. A inesmae- lenlo ,,os retenJHiiie
Senhor,
Vende-se um moleque da 18 20n-
nos de 1 la le, bonita ligura n. ra Direi-
tan. 14.
Vende-se superior l'arin'ig do Mrs-
nbAo, a 100 rs. edita de araruta a 169 rs.
Vende-se um molpque, de idada de II
annos, ptimo para sprender qualquer olli-
ciu : a li.iiai na roa das Fines n II.
Lindos chapeos para senhora.
Vendem-se cnapeos d-- pilhmlia, com
tranca e Cabello, muilo bem enredado: n.
ru d 1 Collegio n. 3, loj de miudeits.
Vende se um moin'io de p- ira, colo-
cado sobre u na m -si, por prego co.nmo lo:
na ru da Aurora n 62, loj de fumleiro, que
la/, -i 1 111 pai.o aterro.
Vood<-se urna muala sitia, moga de
bonita ligura. cose cha e engnmma son*ri-
vel : a trata'- na rua da Ca lea do Reode,
Hotel no AlonteirO. 200 rs. ocoviJ.; ditas pan cobems, Anas,
Domii.go, 16 do crreme, abre-se este a 201) o 220 rs. o c ivado, e outr.19 imito fa-
com as seguale, pru-
: -Os lllms.Srs.Dr Lui* Lopes Gstelo Brsn- "'" 1""; P'"i'" .-.....
K0,,,, co, T .eou.oFenelondeAlinei., Kmlnn.. H .cr.plur.o, ou mesmo par. pequ.Daf.
,ra e Kevm'Sr. Diogo Jos de Souza Lima, mida : quem pr-sUuder, dinJ.-S.. 1
nome* qo-rSo msn lar receber es. tas que din do Amornn. irmazam ,,. M, e par ^ ve-la .
"Xlfurao dirigid-s do U.r.oblo, e Ce.rs I" daSetizill Nova n. 42, subr.do gr.ud
ni rua do Vig.rio n. 23 segundo rndar.
' 1 11-, '" pr-go moito com no los:
rua du Queimadu 11. 23.
~ Vendem-se dou terrenos, par adiB-
1 ni i, ni ruada Prua ao lado de Jos Hygi-
no de Miran la : a iralar ua rua Direita, pri-
meiio andar da casi n. 32.
Vende se urna fr .111 de ebino, com
5 chaves do prala : ni rua Nova a. 63.
A pecliincba.
Ni rua do Queimaio. loj n 1. vendem-
se cortes de cisimira, lo nudo- e vanados
gustos, a 4,500 ,1 5,000 rs. o curte : ellas
que o le npo be prop 10.
V aul -so o engenho LigOi llodood,
no dislricto de porto Calvo, urna lu;ua em
cim.
Adverte-e ao Sr. aderes ds quart
classe, Jorge Rodrigues Sidreira, mande le
var na 5 ponas, o papel que nfto ignore ;
islo antes que venha a barca do Noite, pra
se iio dar mus exnllcagOes'
Segund-rira24 do correle, pelas 9
bo'as no dia, se Da de arrematar Mi leili
publico, pelo porleiro do juizo rmgaO
e gen-ros exisleule ns taberna, sita n,
rua da CcnCaigflO da Boa-Vista, avadada em
339,310 rs. : a requerimeuto de Joaquim
LuizKerreua, curador bical do fallido Ma-
nuel Marques Fernaodrs.
Os Sr. Luiz Jo- da Silv, Flix Gomes
Coimbra, Jos Mana Marcinein, Manoel Joa-
quim de Suuza, Tristo Francisco Torres e
ileurique Jos Brisne de Souz Rangel :
queiram laier o favor de i em atrs do IDei-
Iro, irroiX' m de tobuas de pinlio.
- Um mogo brasilero, chegalo ha pou-
ros disa, offerece-se para caixeiro : quem
precisar, dlnja-se s tiavosaa do Vigario n.
3, que se dirs quem he.
Adverte-se so Sr. Berasrdo de Alhu-
querque FernandesGams, que o seu corres-
pondente nest prsgs, nBo tem pago a subs-
cripcBo do Diro.
Aluga-se urna preta. boa cozioner ,
comprdeir e msis srrsnjos de casa : no .-
trro da Boa Vista, cis. n. SS; ns mesan es-
ss precisa-se de am negro psrs o serrlgo de
ptasris.
0^ MENINOS DV ALDEIA.
da Boa-Vista 11. 9.
Pede-se ao Sr. Stelita tenha
I11111 I., lu
da pelas Srs* Julia llosa, e Carolina VVar
/ercontrat.r, dirija-so a rua Nova n.
8, onde aera nii'oi 111 .iu.
meil: lindando o expectaculo com um no-
Cujis InfMaoU. put^. -_r*2U- u^^-^-X;^^; foiconia: {^"^-?t*
,. do para extr.hir u na copiaa pessoa da quem ^MAaQrtAiSO QQdQ Q
,,'lomou, e que della muito necessita. jju-w ,VIS(I <
,.i Na rua do Crespo, loja o. 23,exisle urna j> ft,lw" ... q
0lcaru de iuiport.ncia para o Sr. JoSo Paes O Ailverle-se ao publico a
! Brrelo, airemalinte da estrada do aul, e .- r nrpi,3n,c 5f
.1 como s ignora a sua morada, por isso se O que n0 aia a:> ao Prenlc W
do p.rs exlrabir u ns copia pessoa da quem
mo ; eomposto. } I i '-- l^J^TZ^^e urna
saiado pelo Sr. Joao Wanimed.
ra as 9 horas em ponto,
de drzemoro de 1812.
Malinas de Aievedo Villsrouca, em
bsrc >-an o Rio de Janeiro o seu esenvo
par 10, da nome Baziho, de ida le 18 annos
Desappareceu di cisa n. 56, da 'tu do
Rangel, um carauna (paasiro): quem o li-
ver penado, querendo o entregar sera re-
compensado, poJeiido-o fazer na mesma
casa acuna
--Luiz Frsncisco dn Bsrros Rogo, remel-
le paia o Rio de Janeiro os eus escravos de
no ue Luiz e Loureco, crioulos.
-- Precisa-so de um pa leiro, pira traba-
Ihar perto desta pr.ga, quem estiver nsstss
circunstancias dinja-se a rua da Cadeia Ve-
Iba n 40.
Quem annunciou querer comprar um
padari. pode ir na rua da Cruzas vend n.
42, que se Ibe dir quem vende um*.
-- Dezeja-se fallir com oSr. Ignacio Jos
ds Silva negocio de seu inieresse, annun-
cie sua moradia para ser procursdo.
Roga-se so Sr. Jos Rodrigues do l'u-
so,o fsvor de spp.reeer ns rua Nova, .veods
o. 50, negocio qns nlo ignora.
lue roga queira s*nds-l. procurar. 0 he o cncerramctito dos tra- Q
- Quem precisar da um rapaz br.zileiro, q ba|ilos do estabelecimento O
do 13 a 14 aonos pirs caixeiro de loja de """ _
miu lazas, do que j lem pratica : dinja-sc v Lleclrotypo. Wo aterro aa g
ruado Muudo Novon. 36. O uoa Vista n. 4-Carlos D. pv
-- Aluga-se um eicrao a moles para o w
servico de urna lypogWpliia: na rua es- q t redneks 6C L,ompnlU.. 0
iroila do Rozario n 8. QQQ9QQ9Q3QQ&3 939 -Eu abaixoassignado.declaroquedeixars ^j|)j>a>Bttr wi
de ser meu caixeiro deade o di 6 le dezem- S (jals;nouxi dentista *
bro prximo, em duite, o Sr. Joaquim M. m frallcez, olTe.rcce sen prest-
ti. do Mendong., sem que naja ouiro mol.- # o |lhco pilra todos os
vo, que eu nao precisar mal de caixeiro : # m,8tere, de pi-oflssao j
pois se tem comporUdo como deve, ear- ^ 1,-,eser procurado a anal-
ll.iigoa.su conducta, pelo lempo que me f hora e||, ga casa, na aj
tea aervido. Pommateau rua larga dn Roaarlo, n. 3tT #
- Paga-se 480 rs., de vendagom porca- J 8e_nnaS al,dar.
nada de azeite. na rua do Rozario estrella *M* a, *<*<**++*<*+*'**'*+'
11 37. Na mesma casa vende-se urna lazan- ^^^g^g^^gtmtmmmmmmmmmmm
na de caga.
- Quem quizer acabar da criar urna Cri-
mea com leite, em sus propris cssa, procu-
re ni rua do Csbuga,teroeiro andar n. 3.
Compras.
Comprsm-se escravos e vendem-se de
n. 2, ou com Jos do Birros Pitnenlel do lle-
gu Fatclo, junio ao pasio de Camaragiba.
no seu eogeuiio varsea de Souza.
-- N< loja de f.en las da ru t do Collegio,
vendem-se neos cortes de cainbrata e, sed
cnegadus uiii.ua jieut i pelo diminuto prego
de 10.000 rs.
Adniuavel sortimento de loua vi-
drailt.
Tanto do Porto como da Babia, cono se*
jsin : panada, lilaila., graudea cagarais,
com cbo, fregidnr, alquilares, tainas
para doce, jarros linos, qoaruuhas, gar-
rafas, cojos, resrudeiiss, monngues;ludo
para resfriar agua, v ,aa fleoi Ue todos o.
lmannos para flores, bUiopsra meninos
audarem, litos para costura, bailes pr.
comp as, calung p na prezepio: ns rua da
CaJeia do liedle n. 8. .
Vende-se azoiw de mimoo. perfaiu-
me ale punlicido, muilo tino ealv, como o
de Coco, a 400 rs. a garrafa; ete aleite alen
de durar mullo mais, d* urna luz clara o Dri-
lliaiito que o de cOco ou duce, e serve en
quslquer csndieiro por mais delioado que
aeja, uSo tem cbelro algum, e uem deila fu-
miga, Umbem he recoinoienlivel para is
lampidas de igrejas : ns rua cstreita do Ro-
sario tiverns n. 47 so volUr par. o pateo do
Carmo.


AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Ncste estabeleeimenlo conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa
ra dito.
Para as escolas.
Vende-ge no piteo do Collegio, loja do
litro azul a synopsis do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo Kxm. presi-
denta da provincia como compendio de lei-
tara e historia do Brasil as escolas prima-
rias da provincia.
Prego em brochura 2,560
Enea,tornada 3,200
9+ ????^ *
ALGODAO' PARA SACCOS.
9 vende-se muilo bom algodo parasa- *
Seos de as8ucar, por prego commodo :
em casa de Ricardo llovi, rta ra da ?
r Cadeia n. 37. *
eposlto ila fabrica Santos na Balita.
Vende-se, em casa deN. U. Bieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar c roupa de escravos, por pregocom-
iuojo.
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Biode
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de i a 16 em libra, e tam-
bera de um > tamanho, por me-
nos preco do que em oulra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inliciro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vendo-sorstecompen lio, approva'lo para
as aulas de pnmeiras letras, a 480 rs. : na
praga da Independencia, livraria n. 6e8.
Fecbinxa.
Vende-s na ra do Crespo na toja da es-
quina que volta para a caJea, coi tes le
cambraia cor de rosa e do oulras cores do
ultimogosto a 3,000, 3,500. 4,000, e 4.500 ;
ditos do cassi-cbia a 2,000 ; dios da exio-
sigioa2,2l0; corles d chita com licova-
dos a 1,800 ; cortes Je uslito a 560 ; cor-
tes de caiga de brim escuro a 800,960,1,120;
ditos de brim amarello de puro llano a
1,440, 1600; lengos de cambraia muilo finas
proprias para m5o 320 ; e oulras mulla
fazen las que se lornSo recommendaveis pe-
la boa qualidade.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
veadem-se arados de Trro de diversos mo-
delos.
Vcnde-se um excelleute sitio em lie-
beribe, pertencente ao Padre Francisco Jos
de Lira ; a fallar no mesmo sitio, ou na
ra da Aurora 11, 62, segundo anJar.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Lotera do fio de Janeiro.
Aos 29:000,000 rs., na casa feliz.
Uos quatrocanlos da ra do Queimado1 n.
'20, veniem-se os muilo afortuna
tes, quarlos, oitavos, vigsimos, da dcima
oilava lotera do tbealro de S. Pedro de Al-
cantara, cuja lisia chega at o da 20, a el-
lesque esiao no resto.
(Jheguem freguezes a fazendas
baratas.
Pessas de cambraia com lislras de cores
com 8 varas, por 3,200 rs., corles de dita
com salpicos a 2,800 is., ditas de cassa pin-
tada com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
escura por 240 rs o coya Jo, ditas prelas a
100 rs. o covado, dem para baba los e coi ti-
nados a 2,400 rs. a p'ssa, cortes de cliita
um 12covadosa 1,800 e 1,920 rs. : na ra
do Crespo n. 6.
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arn-.a-
om Kalkmauu Irmios Ra da Cruz, n. 10
Deposito de cal e pottissa.
No armazcm da ra da Cadeia
do Hecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Casa tie commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fru della, para
o que se offerece muitas garantas
a scus uonos : na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra le Apolla 11. 6, arnia/.<-in de Me. Cal-
moDtat Companhia, acha-se conslanleineule
boas aortiuientos de taixa de ferro coadu e
balido, tanto rasa como fundas, moeudas lu-
cirs todas de ferro para aniuiacs, agoa, ele,
ditas para armar cui madeira Ue todos os ta-
naulios e niodeilos o mais moderno, machina
horisunul para v3por, com torca de 4 caval-
loa, coucos, passadeiras de ferro estancado
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicSio de Ierro.
l'arinha de mandioca.
A mais nova e mais barata familia de
mandioca que ha no merca Jo, vende-se na
ra da Cruz do Recife, armazcm n. 1:1, de
Joio Carlos Augusto da Silva.
Moinhos de vento
eom bombas de repucho para regar hurtas
d baixas decapim : vendem-se na fundigao
deltowman&Mc. Callum.na ra do Brum
ns. 6. 8 e 10.
10iu casa de J. Keller & Com-
paiilna, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o xcellento e superior rluho lie t 11-
celias, em barris de 5.\ be muilo recom-
mendavel as casas estrangeiras, como ex-
oxcellente vinho para pasto.
TnlxiiM pura engrano.
Na fiiiidigo de ferro da ra do Brum,
acaba-sede receberumcompleto sorlimon-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acliam-se a venda por prego com-
modo, e com promptidio embarcam-se, ou
carregam-so em carrossem despezas ao
comprador.
DEVERE8 DOS BOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovadopara
as aulas, em meia encadcriiagio, a 500 rs. ,
cada um : na livraria n. 6 o 8, da praga da
lnJo,.cnJencia.
Panetela, urna nova fabrica de clia- *>
rulos de ilavana : na I0J1 n:2. da ra 9
9 Nova. 9
999999***f*S
Deposito iie c.il virgem.
Cunha & Amorim, vemlem barris com cal
em pedra, rliega la ltimamente de Lisboa,
na barca Margan Ja, por menos prego do
queein oulra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do lenle 11. 50.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujti & Pulios, no Penedo.
-- Efte azeile pela perfelgBo rom que he
fabricado no s serve em lugar do azeile
doce o de c ico, pi rn qualquer quali la,le le
randieirns p 1 ni. i< delic -iS que sejlo,
como ua muito prellrivel qualqoar ouiro
po; dar una luz nni, hrilliant', ser mais
duratiro, e si u cusios r mais biralo ; 11S"
tem o chairo desagralavel qu" esala o azei-
le de carrapato cummum, nem em nada
delleseassiMiiellia. Vende-se em barriz de
16cana,lasa 2,400 rs. a caada, 110 armascm
deJ. J. Tasso Jnior, ra do Amorim n, 35.
Inda continua a vender-se barato.
Curtes de casemira preta por 5,000 rs., di-
tos de brim escuros de lislras a 2,000 rs e
1,600 rs., ditosdo castor 1,120 rs., riscados
de algu.lio a 180, e 200 rs., nsesdinhos
francezes a 120 rs. o covado, e multas mais
fazendas por baratissiino prego na ra do
Crespo i. 6.
Farinha.
Vendo-se superior e muilo nova farinha
de S. Calhanna : a burdo do patacho Va-
lente, ou na ra do Trapiche, armazem nu-
mero 9.
Vende-se l'arinha SSS muito
nova e de superior qualidade: a
tratar com Manoel da Silva San-
tos, no armazem do Annes, no
caes da alf indega.
Xovosgostos 1 !
Na ra do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Dios,
vendem-se finissimas cansas francezas de ri-
josbliie-quissiniis gostns e novo cadiO.'s pelo ba-
4
No aterro da Boa Vista, loja n.'Loja amarella na ra do Cres-
18, defronte do tribunal do com-' pon. 4
nicrcio, vende-se kelvina de leda, fazenda da ulti-
...j._ j [ma moda, para vestido de aenhors, cortes
continua-se a vender rutea dos es-de Aiexandrinaadealgodoeaed, a 12,000
euros, muito fortes, ptima fazen- ", eoutras multas fazendas de gosto, che-
da par. roupa de escravos, epdo;^'^-^ de Stnll AnDa, qM
diminuto preco de IOO rs. O COva-'flca defronte da taberna de Nicolao llodri-
do !
ratissimas.
o mih-is 'mu las (auMiiiai I,!, guea da Cunha, o qual lem caaa com bas-
e ouiras mu.tas iazenuas dj r,nte,commodo8 e cupir fora, e diversos
Chapeos do chile.
Vendem-ae chapeos do chile peque- "
% nos a 4,000 rs. : na ra do Crespo a)
f n.23. 4
Vendem-se amarras de ferro : na ra
da Senzalla nova n. 42.
Na Praia de Santa Rita, armazem n.
ps de alvme los com fructos : quem o pre-
: tender comprar dirija-so a ra do Livramen-
lo, taberna n. 5, que achara com quem tra-
i lar.
Vende-se orna carro? nova, de aicupi-
ra, sem boi : trata-se ni Capunga no sitio
de Thomaz Antonio da Silva Alcntara, ou
no armazem de assurar, no largo do Pelou-
rinho 11 5 e 7, de RomSo & Companhia.
Vende-se graxa em bexigas, por prego
commodo : na ra da Praia, armazem 11. :i.
"" "".""" "*; -"-?'""" commodo : na ra da Praia, armazem o..1.
43. de Manoel Josc Dantas, ha para vender I .. Vende-se um moleque crioulo, de 12
. ........I .mi. 1 11. .i... r 1 v a lurns Irul.r ... .
annos de idade, um casal de escravos de
meia idade, 2 escravos de aervigo de cam-
po. 2 escravas mogas, que ongommam e co-
zinham e urna dita de meia idade : na ra
Hila n. 3.
Vendem se encerados de corea de 9
madeira, queservem para c ibrir pa #
nos e mezas dejantar : na loja n. 2, 9>
da ra Nova. 9
reto [ n go de TOO rs. a vara, corte de Ca.n-
hraia liza fazenda muilolina 2,240 is., o cor-
le ( metade de seu valor) ditas com salpi-
cos a 610 rs, avara, corte de cambraia
piulado de cor,de goslos modernos 2,200 rs,
o coi te, superiores chitas rrancezaa cores
muito lizas c de novos pidrdec a 210 e 260
rs.; o cova Jo, ditas estrenas coics do vinlio
e de call e do gnaa200 rs., o covado.
Fill e Indio branca e Je cor piopria para
mosqui'leirn 640rs,a vara.linns tiangaJnses
curo c cor do ganga com lisias u.i jdinhas a
1,000 rs o corle, nssiin cuino outias mui-
tas fazen las |4>r baratos pregos.
Vende-se um cano Je qua-
tro roda.s, muito leve, para um 011
dous cavallosi na cocheira do Mi-
guel Sougei t no aterro da Boa
Vista.
t<*9ll:99*&**v-+9>+*'m,999
aj> VenJem-se chapeos para pageos, ga- 9
? 10 '9de ouro c de prata, boles Je uic- rjt
9* tal branco, e amarillo: na loja de j
9 sirgueiro, no p'teoda matriz. 9
St99999
Moenii;i- Bnperlorea.
Na fundigao de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, lodas de ferro, de um modelo e
oaoalrucgSo muito superior
Aos Pillantes do bom e barato.
s, ngueiras, pito.obeiriiS, assafroeiras,
goiabioias etc., 1 bom tanque; e I um bom
pogo d'agua uxcellenle ; tambem se arren-
da por anuo fizar cunta : a tratar ua ra
da Cideia do Recife n. 51.
Atteuca .>.
Vendem-se magos de muas de huliu, li-
nas e gros9as : na ra da CaJeia do Recife
11. 32, luja de fazendas, por prego mais com-
moJo do que 0111 oulra qualquer parte.
No escriptorio de Francisco Severino
Rabello & liliio vende-so barris com cal vir-
gem Je Lisboa cliegaJa agora na barca Li-
geira, p^lo diminuto prego de 4,000 rs.
Vende-se urna tila 1 no lugar dos Reme-
dios, ao ( da ponte dos Afogados, com 2
vvenos, 2 excelfentei casas, muitos cu-
qo ii o-, e urna grande planta de capini, pur
todo o prego, 011 tambem se troca por al-
guma morada Je casa nesta praga: a tratar
na ra da CaJeia do Recife, n. 54. -
-- Veude-se una escrava crioula de boni-
ta ligura, que cuzinlia bem, e engomma al-
. guma cousa, e ha boa quilandeira, e faz lu-
Jitas de crtr, a 5,000 o 6,500; panno lino .ioomais servigo de uu.a casa : na ra do
preto, a 3.000, 3,500. 4,000 o 4,500; dilu Apollo 11. 22, segn Jo andar,
verde, a 2,Too, 3,000 e 5,000 reis; dito azul, Veude-ae um moleque crioulo de 17
a 2,600, 3,i)0, 4,000 e 5,000 reis; Jilo cor | annos, que po. sua boa couduola profere-se
Je rap, 2,600 o cova Jo : e oulras muitas vndelo para a praga;narua da Cadeia do lle-
jacarand em cossoeiras e toros : tratar
com Joilo Francisco da Cruz, na ra da Cruz
numero 7.
Vende-ae.
Sal de Maranhao, em panoirosacommolo
prego, noarmizem do Sr. Antonio Annes:
no Caes da Alfandega, ou Iratar com J. B. da
Fonseca j'.inior, na ra do Vigario n. 23, se-
gundo andar.
Vende-se urna preta perfeita engom-
madeira, e cozinheira, com urna cria de um
anuo, urna dita sem habilidades porrn de
boacouducia, oquosnafianga,3 pretosbors
Iraballiadores de enchada, 2 moleques criou-
los de 16 annos, 1 molecole bom cosinhei-
ro, 1 pardo bom trabilador de enchada:
na rus do llozario n. 22 segundo andar.
-- Vende-se urna inorada de ca'a terrea,
sita na ra qo Padro Floriano desla cidtde
n.681011 chitos proprios, cuja venda se faz
para me remir urna hzpotheca que na mesma
casa lia, oa peiten lentes dirijito-so ao cir
torio do Sr Til) liam (uilhermo Pataicio
i'. /101a Cavalcanto, ra dasTrinxeiras, q'ie
achar com quem t'alar.
Vendem-se taboas de cedro,
pi oprias para forro de sala e obras
1I0 111 nciiii.'iio; oleo de lindara em
botijas; remos de faia; cimento em
barricas e mcias ditas, tambem se
vende em pequeas porrSes de t-
11,.s : ati< do Idea ro, aimazem
de Joaqunn Lopes de Almeida,
Clirgaram do Rio de Janeiro oacham-
sna venda as lojas Je livrosdoSrs. Douia-
do no paleo do Collegio, e Antonio Domiu
g
lh(
ticas-e F.ccoiiomicas,pelodiminuloprogodej vendem-se lengos de fil de Iinho de
-1"" ,s- 3 ponas, proprio para assenhoras levaren
Vendem-se 2 escravos, sendo urna mu-| cebegaquando vSopara'a igreja, pelo di-
lata e um negro, proprios para todo oser-|miouto pre.0 de tooo r ru, No
vigo,a>siuicomo3 pegas de panno do ln>>>o, i0a n. 2, atrazda matriz,
muito lino, ludo sj vendo barato: na ra .. vende-se urna cabra (bicho) que d
doQueimario n. 14. bastante leite : na ra estroita do Rozario
Vendem-se barris de oitavos comvl^ln.8,
nho tinto da comp-iuhia do Alio Douro noj All^nran I
Porto: que 11 os pr.lcn ler cuten ia-se com iicuyao .
Amonio Fiancisco de Moraes.agenle da mes-1 Vendem-se 2 escravos do certao, de muito
ma companhia, ou no armazem do Sr. Jos bonitas liguras, proprios para todo o servigo
Joaquim Dial Fernandes. mesmo tamben :u mesmo para tora da terra.por prego mui-
lem para vender pipas, meias ditas, e barrisco commodo: na ra ireita, venda n. 76,
Vendem-se ditas bombas de
repucho, novas, proprias para ca-
cimba, por preco muito commodo
e mais barato do que em outra
qualquer parte : na ra Nova, lo-
ja de caldeireiro de Andrade &
Leal.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacete: na loja de seleiro da ra da
Cadeia do Recife n. 36.
Vende-se urna parelha debois, lilhos
do pasto de Pao Amarello, gordos e j a-
meslrados no servigo de carro e por prego
muito commodo : na ra do Hospicio, ven-
da do lefio de ouro.
Vendem-se saccas rom Cariaba muito
fina de mesa o boa melida, pelo diminuto
prego de 3,000 rs. a sacca : na ra do Col-
legio n. 21 e 25, venia.
u^" l'ara finalisar.
Na ra estreiiu do Rozara n. 43, vondem-
se presentemente latas com marmelada pei-
toral, pesando 3 libras cada urna, pi-lo
Vende-se ou troca-w
por um cabriolet,ou carro,
nio olhando-se a diffe-
ren$a, Um excellente cavallo, bas-
tante gordo e bom andador: a tra-
tar na ra da Cadeia de S. Anto-
nio 11. r>, com Joao da Cunha Soa-
res Cu i maraes.
Para Mosquiteiros.
A 2,000 ra. t! 1
Vendem-se na ra do Queimado, loja n,
17, pegas de cambraia branca de reda, fln-
giodo fil, proprio pira mosquiteiros a 2,000
ra. cada pega com 8 112 varas.
Vendem-se 50 palmos de Ierra de fren-
te, no lugar da Capunga ao p da baixa ver-
de, livres e desembargados: quem os pre-
tender dirija-se a ra da Santa Cruz na Boa-
vista n. 5, que se dir quam vende.
Vende-se 1 Virgilio primeiro e I fbula,
em muito bom oslado e por prego commo-
do : na ra da Senzalla Velha n. 70, primei-
ro andar.
Casemiras
de listas pretas, 4,000 rs. o corte, e de co-
res a 4,500, fazenda elstica e boa : na ra
da Cadeia do Recife n. 33.
Vende-se um selim inglez quasi novo
na ra da Cruz n. 39.
Alimono ao baratelro
Na ra Nova n. 8 loja de Jos Joa-
quim Moreira & Companhia,
Vendem-se fortes e flecxives chicotea
para carro, pelo baratissimo prego de 1,500
reis, caixas de muilo boa madeira, fetis
com multo trabalhoe gosto, destinada ni-
camente pera preparos de barbas, pelo de-
minuto prego de 4,000 ris, chicotea de hor-
radla para cavallo, fortissimose de qualida-
de tal, que s i vista os compradores pode-
ro avahar, mesmo por seremos primeiros
que neategeaero aqui tem vindo : o prego
dir-se-lta em segredo a quem pretender.
Molduras (lomadas
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a ru
da Cideia do Recife n. ai, que se_
r recompensado.
de todas os larguras: vendem-se no arma-
zem de Kallkmann IrmSos, ruada Cruz n' 10.
SALSA mili.
As numorosas experiencias feitas como
U90 da salsa parrilha em todas as enferml-
es na ru. do Crespo, uns importan.es fo- tSSTJXgS W tr^^^^T^X
etos intitulados -Vordades Elhicas-Poli-l !c_,r ellM raP,z,a(l8- *ue de "a"lls sr. lr. SigauJ. presidente da academia im-
- perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, e em
sua afamada casa do anude na Gunboa, pe-
to lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, permittem boje de proclamar altamente
as virtudes eicazos da
SALSA PARRILHA
PE
!
de quarto tambem com vinho tinto da dita
companliia : a fallar com os mesmos cima.
Burros.
Vcndem-ae burros muilo em canta : a tra-
tar na ra do UueimaJo n. 14.
-- Vendo-se um sitio a beira do rio, com
esquina do becco dos l'eccados Mortaes.
Peneiras de rame.
Vendcm-se ptimas peneiras do
na ra do Cabuga, botica n. 11.
Ricos siuteiros.
Vondem-se ricossinteirosachamaioiados,
excelente~cas:a~tendo de frente 70 palmos, ultima moda de Paria : na ra do Queima
c90de fundo, com grande sala adianto, 2 d 16 toja de miudezas, e da-se amos-
gabinetes, e 2 alcovas. sala igual atraz, mais 'ras.
3 quarlos o cozinha ; com mais de mili Meias de seda.
palmos de cuinprimentoe 800 de largura, I Vendem-se muito superiores meias de
com grande baixa do rapim, terreno de boa .seda, tanto cor de carne como preta, a 2,000
roducgSu, excellente banho ao pede casa, ra. o par : na ra do Queimado 11. 16. loj-
i> perto Ja praga por ser antes da casa Fur-
to : a Miar com Nicolao CaJault na ra do
Apollo 11. 20, segundo andar, ou 11, praga
da lloa-Vista, na casa que o uicsmoali est
edificando.
Vende-se ou troca-se por urna proprie-
da le Jo Casas nesta praga, um sitio na pas-
sageni da M ig lalena, com excellente casa
nova e muilo bem renartnli, tenJo2 salas,
2 gabinetes, 2 alcovas, 1 quiirto paia dia-
penga, t granJe copiar, coiinba tora, co-
< mol .1 para carro, e para 2 cavallos : terre-
no proprio, e com inultos ps de 1,1 auggi
de miudezas.
Luvas de pelica para homem.
Vendem-se luvas de pelica ponto inglez
para homem, a 1,700 rs. o par .- ua ra do
Queimado 11.16, luja de miudezas.
Luvas de pelica para senhora a 800 rs.
o par.
Vendem-se muito novas luvas de pelica
para senhora, a 800 rs. o par : na ra do
Queimado 11 16, toja de miudezas,
Ligas de borracha a 200 rs o par.
Vendem-se na ra do Queimado n. .16,
. toja de miudezas.
Bonitas luvas de trogal a 800 rs. o par.
Vendem-se luvas de trogal para senhora,
a 800 rs. o par : na ra do Queimado n. 16,
loja de inin.li'/.i-.
Ricos cachos de lloros.
Vendem-sa ricos cachos do flores, a 1,500
rs. ; ditos a 1,000 ; na ra do Queimado n.
16, toja de miudezas.
Luvas de seda a 500 rs..
Vendom-so luvas pretas de seda, a 500 rs.
o par : na ra do Queimado 11. 16, loja de
miudezas.
Vende-se superior l'arinha de mandio-
ca de Santa Catharina, a bordo do patacho
Margarida, fundiado defronte do arsenal do
guerra : trata-se a bordo, ou na ra da
Cruz n. 33. com Luiz Jos de S Araujo, aon-
de tambem se vende saccas grandes com fa-
rinha do Cear.
N1 ra do Crispo, leja da esquina que vo(-
a 1 ara a cadeia, venda-so casemira preuj
a 5,000, 5,500, 7,500 e 8.01)0 fis o corle ;
fazendas por prego commodo.
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, em sac-
cas descuida:cada do patacho
Conceico, vindo do Ro de Janei-
cife 11. S7,S. aiioar.
Vendo-se urna escrava de meia i Jade
que sabe rosintiar, cngointuar lavar, e fazer
o mais servigo de portas a dentro de urna
ca, a qo I se vende po sua Joa tor pre-
cisan do valor : 110 beco do Lobato, di ra
i'.e Santa Tereza n. 12 casa 0,0 .c morou o
Padre i:.n 1 vi, 1.
9999 *'^t* t$
* Nen ie-,e corle- Je casta chit 1 co 1 ?
$ 7 varas Je inuilo bonitor pa'rOca 9
2,00) is., o cono, na tua o Cio>po, *
9 n 211 -r
ift'*titet*
Karellos de arroz.
Recenlomeniechegadoem saccas, a prego
commodo, no armazem do,Sr. Antonio An-
nes, no Caes da Alfandega, ou a tratar cum
J. B. da Fonseca Juuior : na ra do Vigario
11 23, segundo andar.
-- Vende-so um escale!1 de 30 palmos de
comprido, e um bote, proprio para qualquer
ra do Auaoriin n. 36, ou no For-
em frente da assembla, aonde
O cundo andar. O! No armazem de Martina & Irmilo, na ra eslo patontes.
aOO*00 ^dVm-se reloios de ou-' ">">" eguintes gneros de muilo bo, ru da Cade.. Velha, loja do Bourg.rj n. 15.
fenaem-se reiogios Ue ou-( hdaJe. K. qumjus Ion Ihnos, prezunlos -- Vende-se vinho do Porto de fetona,
ro eprata. patente inglez : na rua|mB|ezes ,. do Porto, conservas inglozas eldeai anuos, de superior qualidade, Unto
rl Sporiilln Nova n. a. 'francezas com dilerentes fruas, latas de m }"<*dequinto, como engarrafa,to, por
da benidlla ova n ja. une ^ ^^ ^ s,rJDha9 de moJico prego, attendendo a .u. quahd.de :
Arados de ferro. N.n'es, ditas com bolacl.inhas inglezas, no largodoLivramenlon.20.
Vendem-se arados de diversos I marmelada de Lisboa, mostarda, o muito a-! Veadem-se cortes de casimi-
,n.t>ln. oBiim rnmo americanosediUdoch* deS. Paulo, ca.x.scom muilo je tres e me0 covados, a ,5oo
modelos, assim como uulcr"-au'j8Up0rjores magas linas para sopa, gigos com1
para caaa de pulgar, por menos prefo que 011 lllra.|0 m Q( ,| ciii I r lllr 111(7
de cobre, escovens para navios, ferro ingles j ro entrdUO tm JO UU correlato luc
lauliiioM barras como em arco folhas, e ludo Jg uutuhro, por preco COtlllllodo :
1>CI. v^rnoi'-se'velas de espermacete, em nos armazens de Antono Atines e
caixas, de superior qualidade : em casa de |),as fVi-reira, no Caes 1 a Alfamle-
mSoM* C<"np,0hi,: D" fUi d* trUZ "U |ga a Halar nos mesmos, ou com
OOii>00OOO00000'iNovaescii. Companhia, na ruado
Q Vende-saom grande sitio no lu- ti nr 1 0/
0 gardo Manguind, que lica defronte Q 1,0lm,
n dos aillos dos Srs. Carneiros, com ja) Lal Virgem em pedra
n grande casa de vivenda, de quatro /^ 1 Chegada recentemente de Lisboa, em anco-
~ agoas, grande senzalla, cocheira, 1 ras muilo bem acondicionadas ; veude-se a
Jz estribara, baixa de capim que sus- n
S? lenta 3 a 4 cavallos, grande cacim- X
Artllharla & cagadores.
Vendem-se Superiores luvas de re-
troz preto proprias para uniforme de
artilharia e cagadores : na loja de sir-
gueiro, no pateo da matriz. 1
niego muilo comoiOJO : no armazem de
Silva Huno'a, na ra do Trapiche n. 19.
l tunta m t.,.\,,,6,diiMo "i,ii- f K >\\ v,i ohi ni ,1, n 1 i .., ,1,1 iiapcni, 11. 1. 1 .
I ^^.^mnhbot:t.etrroredboesrdle -Cheguem freguezes antes que SgSf
fructo : na ra do Collegion. 16, se- acabe. te do Hatto,
com cambio de sicupira e bracos hmpnhe'," Viho " iH Ierro na fundico da ra do co11" p-"t0- *rrafas com exlrail do ab-l^ uatr0 portiS ao pdorcode
na ierro na iiniuiuu ua iua ulginlne e 00tros muitos gneros, ludo poi w ,; ^
Brum ns, 6, 8 e 10. 'mdicoprego
S. Antonio n. 3.
Vendem-se cortes de vesti-
dos de seda chinezes, a i5,ooo rs.
o corte : na loja n. 3, ao p do ar-
co de S. Antonio.
--Vende-seos pertencesda fabrica fran-
enza de faser phosphoros ; por commoJo
prego na ra da Aurora ven,la 11. 24 se dir
quem vende.
Bailes.
Asmis bellas edelicadas cimbraiss de
se la de cores el ras ptimas para noivas,
bailes, tbealros en dias de galla ; chegaram
a loja 11. 33 -11 ra da Cadeia do Re fe onde
se dio a mostrase S9 ven Jem por pregos coin-
modos
Venham ver.
Vendem-se na ra do Queimado, loja n.
17, chapeos dd sol de seda cor de caf, su-
periores a 5,500 rs., cortes de casemiras de
cores escuras a 3,840 rs., chitas francezas
Anas o de cores lixes a 240 rs. o covado,
cambraias francezas de cores molernas a
560 rs. a vara, pegas de cambraia liza mili-
to fina com 8 l|2 varas a 3,500 rs. cada pega,
cortes de cassa pintada a 2,1) )0 rs., e oulras
fazendas por prego muilo barato. Dam-se
as amostras com penhores.
-- Vendem-se 2 bonitos carneiros capa-
dos e mansos, proprios para montara de
meninos. Na mesma casa vende-se um bom
fagote para msica militar: na passagem da
Magdalena, casa lerroa do lado dlreito autes
de cli-gar t ponte granJe.
-. Veude-se um negro creeulo, com idade
23 nnos pouco mus ou menos, que cisi-
ona o diario de urna casa: quem o preten-
der dirija-se ao caes do Ramos, armazem n.
i, que se dir quem vende.
-- Vende-se um aderego de ouro de lei o
de bom gosto por prego commodo : na pra-
ga da Independencia n. 35, loja Jo calgjJo.
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, o a salsa parrilha de Bnalol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vendc-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Maria Gongalvos Ramos : ra dos
Quartois pegada ao quirlol do polica.
Deposito de tecidos da fabri-
i- ca de Todos os Santos, *
* na Baha. +,'
t> Vende-se em casa de Domingos AI- <
k> ves Matheus, na ra da Cruz do Re- <"
^ cifen. 52, primeiro andar, algodo *
* ti ansa Jo daquella fabrica, muilopro- *
s prio para saceos e roupa de escra- Jj
Z. vos, assim como lio proprio para re- ^
a,, des de pescar e pavios para veilas, ag
i> por prego muito commoJo. -9
km **A *>9k& A m AA *****
Gadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmann ii mitos, na ra da
Cruz n. 10.
Em casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55,
ha para vender um piano forte ,
chegado ltimamente da Europa
e com excedentes vozes : trata--e
na casa dos mesmos.
CRAXA ECONMICA EM MASSA.
Do insigne fabricante amencino, James
Masson. A sua composigo he feita de pro-
posito para lustrar cum agoa o conservaro
lustro, tanto de invern como de verSo ; a
grande vantagen que ha nesta graxa he a
conservago do calgado, alustraren-seos
patos ou botins ain la mesmo molhados,
e urna pequea lata aturar mais do que tres
boiflos, e costar menos doqueum. Vnde-
se em barricas, ou porgSo de duzias, no ar-
mazem de Vicente Ferreira da Coala, na ra
da aladre de lieos e na rui do Amorim 11.
35, armazem de TitSO Juuior.
Escravos ru << i tos.
Desapareceu nodia 13 do correte um
moleque le nomo M de de 15 a 16 annns, bastante esperto, sec-
co do corpo, estatura regular, e ps gra,,."
des ; levou camisa de riscado azul, calca j
algodiosinho azul trangado, e mais algum,
roupa. Supa-seter lomado a direcgSo do
Bonito* onde mora o seu antigo Sr., jB
quem anda he escrava a mSi do dito mole-
que: roga-seaa autoridades hejatn deapre-
hende-lo, e leva-lo casa de seu Sr. o m
jor Antouio da Silva GusmSo, na rui impc
Hal n.64.
100,000 rs. de graliilcaglo.
Roga-se as autoridades policiacs, que cip.
turem o escravo Manoel, pertencente a Se-
bastiSo Marques do Nascimeato, fgido des-
de o da 8 do mez de aetembro. Ko
elle escravo do Sr. Gabriel Affonso Riguei.
ra, i quem foi comprado ltimamente : tem
28 annos de idade pouco mais ou menos, cor
fula, com falta de dous dentes na frente, e
de cabellos do lado esquerdo da cabeca, que
se torna bem vilivel por parecer urna co-
ros, tem olbos pequeos, beigoa grossos,
sem barba, baixo, corpo regular, he olUcia
de funileiro. Trajava jaqueta de riscado
azul, caiga branca, camisa de madapolo, e
levou urna trouxa, contando caigas e jaque-
tas : quem o apprehender e levar i ra di
Aurora n. 62, receber-a graliflcago pro.
meltida. Suspeila-se que fosse seduzido, e
por isso desdo ja protesia-se contra quemo
conservar em seu poder.
Desappareceu na urde do da 13 do cor-
rente um escravo por nome Joaquim tem o
signaas seguintes: boa estatura, representi
ter 35'annns de idade, falla desembaragads
ps grandes, tem todos os dentes da frente'
nariz chato, qoando anda estalaasjuntis dos
joelhos, levou camisa de algodosiulio brin-
co, caiga do dito azul, este escravo foi do
mato: quem o pegar leve-o a typograpbii
imparcial a fallar com a viuva Roma que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
correte, um preto que represeuta ter 45 a
50 annos de idade, de afio cagange, baixo,
cheio do corpo, sem defeito algum no corpo,
levou vestido, caiga de casemira azul clara
de quadrose j velha, coleto desotiro preto
velho, jaquela de brim pardo,camisa de ma-
dapolo, chapeo de seda prelo ; presumo-so
que soda petos arrebaldes desla ci Jade, pois
apezar de ser do sertao no sejulga que te-
nha volt >do : roga-se portento as autorida-
des policiaes e capiles decampo, a captura
do mesmo, levando-o a ra do Vigario n. II,
terceiro andar, que se recompensar.
Auzentou -se na noute de 27 do corrento
o mualo Clementino de idade 20 aooos pou-
co mais ou menos, magro,altura regular, o
falla muito mansa, costo.na andar calgado
e bom vestido ; levou urna troxa de roupa, o
consta que levara um cavallo quealugra
nessa nccasio, o qual tem os signaes se-
guintes : caslanho, barrigudo, dinas pre-
tas, e gordo. He provavel que queira pas-
sar por forro : he bolieiro.e escravo de Luiz
Antonio Siqueira : quem o pegar leve-o
ra daCadeia-Velba n. 20 que se recompen-
sar.
Nodia 12 de novembro do correte an-
no, desappareceu de casa deseusenhoro
preto de nome Thomaz, de idade 4b annos,
com alguns cabellos brancos na cibeg, de
nago Mussambique, bastante alto, magro,
peroas linas, andaudo sempre muito direi-
to, tem carogos sobre o nariz, sigoal pro-
prio da nagoo; rere) iiiiioudi-.se a captura do
mesmo as autoridades e aos capiles do
campo : quem o mesmo aprehender sera
generosamente recompensado pelo dito seu
senbor Luiz Gomes Ierren 1, no Mondego.
Desde 14 de aetembro p. p. fugiu
do engenho Jussaiar a osa a va Mara Tlicre-
za deas annos de idado,e*tatura regulador
fulla, nios grandes e aboluados, tem de
menos niela lelo Je lo mnimo da nio es>
queraa ; ella inlitula-se de forra ecosiumi
vender peixe, anJa pela ribeira. e aoha-sea
coilada por traz do vivoiro do Muoiz ou suas
immediages: quem a acaplurar love-a ao
segundo andar do sobrado n. 22 atraz do
theatro que es gralilicara bem.
Desappareceu 110 dia 15 de jullio do cor-
rente anno um muleque crioulo de noma
Paulino de idade de 10 annos pouco mais
ou menos,cor amarelada por ter vicio de co-
mer trra,nsris chato e feio levou camisa de
algodiosinho suja e caiga de riscado, sera
chape 1, este escravo perlence ao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de Una ; quem o pe-
gar Ive-n a ra da Cacimba n. II ou 1
ra do Livramento o. 26segundo andar qut
reciera a gralilicaglo a cima, e se protesta
contra quena o ti ver oculto.
100,000 rs. de graliticago.
Ilesa par o no dia 12 de agosto do correle
anno o cabra Romoaldo porem he de supor
que troque o nome, representa ter 45 a 50
annos pouco mais ou meuos com alguns ca-
bellos brancos, e o resto muito pretos e es-
tirados, falla descangada,be barbado, quau-
do fugio foi de barba feita, he grosso do
corpo, altura, regular levou vestido camizi
de algodozinhoecaiga de brim branco su-
jas, echapu de palhp, levou urna troxiaba
de roupa, e seduzo um mulato acaboucula-
do de nome Francisco de idade 18 aunos que
foi em compannia delle e levou chapeu de
couro, be seco do corpo,alto, cor decanella
boca pequea, beigos roxos, cabellos esti-
rados e pretos, ps chatos e os dedos aber-
tos.qusndo falla afeta querer ser Inglezado
he muito pronostico, levou vestido carniza
de algodo riscado americano e caiga de ca-
zemira azul eom lialra ao lado, porem he de
sopor que tenhamudado de trage.oRomoal-
do veio Jo Rio Graode do Norte para onde sa
desconfa ter fugido.quem os pegar leve-os
ra da Cacimba n. 11 ou a ra da Ca-
deia defronte de S, Francisco casa do Sr.
Rento Jos Fernandes narros, que receben
a gralificago a cima, e so protesta contra
quem os tiver ocultos.
- Desappareceu no dia 16 de novombro
do correle anno de caa de seu senitor o es-
cravo de 1101111 Paulo, cabra, de iJa ie,que
representa 45 minos, a.to, cheio do c irpo,
um pouco descorado por ler padecido da
friildade ; e ain la hoja lem os ps um lauto
cuchados,bastante barbado, olha um pouco
baixo; levou caiga e cao-isa de algo-
dio azul e chapeo preto, alem disto urna
pequea troxa de roupa de seu uzo foi es-
cravo muitos annos da Si*. D. Mana Joaqui-
na de Souza Uacellar; que morou mullos
annos em Nazareln e hoja nesta praca, re-
commenda-se acaptura do mesmo as autori-
dades, eos capiles de campo; e alguma
pessoaparticular, que o mesmo aprehender
ser generosamente recompensado pelo di-
BOA CHATIFICACVO'.
Ausentou-se na imite* de 27 de
outubro passado o mulato Cle-
mentino, de ao annos de idade ,
pouco mais ou menos, magro, al-
tura regular, tem muito pequeo
buco de barba e fulla muito mansa,
quando anda parece que nao pisa
bem com os calcanhares, costuma
andar calcado e bem vestido, le-
. 1 >. (JiJIlClUflaillOHM ICVUUI)IOIIHUU ,.w.---
vou urna trocha de sua roupa, m-lio seu senbor Joaquim Jus Dias Pereira,
clusive calca e tiuela de nannn morador no atierro da lioi-Vista n. I*
se protesta contra quem o tiver oculto.
-- Domingo 16 do correte desappareceu
urna escrava de nome Laurinda, que a pou-
cos dias pertencia ao Sr. Joaquim Ignacio
Ribeiro,a qua tem os signaos seguinics: es-
tatura regular, olbos repuebados, beiool
grossos, uagio crioula, levou vestido de
la 1 la tana cor de rap, saia branca e 3 cami-
sas, e brincos de ouro de Magraua,represen-
la ter 20 a 22 annos, roga-sa as minorida-
des policiaes e aos capites de campo quoi-
ra captura-la e lora-la ua ra da Sonnalla
Volha 131, que ser recompengado.
fino azul, e alm do mais algum
calcado, um par de borzeguins par-
dos, com botSes de madreperola
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquella occasiSo a-
lugra, o qual lem os signaes se-
guintes ; castanho, barrigudo,
dinas pretas, gordo e tem um ta-
ino em urna anca; he provavel que'
queira passarpor forro, he boliei-j
v vaTyi'.di: Kf.r'.nF: "vi


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EM0I5R34M_0SVOMS INGEST_TIME 2013-04-13T02:55:38Z PACKAGE AA00011611_04750
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES