Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04749


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Full Text
Anno XXVil
Quarta-feira 19

de Noven ibro de 1851.
N. 262.
DIARIO DE m PEM4MB11C0.
nr PlciNINTO AMiMTiDO.
tr trimeslre............
por semeitre e*...'**"
Por timo .......'.....
Pioo DBNTSO mil-
Para.....a3deOdtb|Mln..-. 18 de
M.r.obio Jo de dito |.Paulo, i da
Cetra... 31delio- R.deJ.. ZDde
PaVanlo*. oe Nobr. Babia... Jl de
4/000
8/000
ll/tto
4/r.oo
etbr.
dito.
Oulub.
dUo
DIAsSA 11)111(1
i"Seg. S. Gregorio
Taumaturgo b.
(8 Tere. S. Homo m. ;
19 Quart. S. Izabel ral-
nl>a de Hungra f
20 Qulnt. S. Feliz.
21 sm Aprienlacode
Nossa Senhora.
22 Sab. S.CIetlIav.m.;
23 Dom. S. Felicid.de.
ADDIKMClAs.
Jnisod Orphoi
2.e5. t 10 hora?.
vararlo eitel.
3. e6. ao meio-dia.
Fasenda.
3. eB.i 10 hora*.
2* vara do eivel.
4. e sbados ao tneio-d.
Kelfo.
Tercas ab.dos.
Creicente 4 30, a I hora e 7 minute da tarde,
Chela a 8, ai 9 horas e 2 mlnutoi da t.
Mingoante i 16, as 7 horas e 2 miouloii da m.
Nova 22, ai 11 horas e 47 minutos da tarde.
rnCAMAB DX HOH
Primeira 1 hora e 18 minutos da tarde.
Seguada I hora e 41 minutos da machia.
T1RTID1I SOI OOBBEIOl.
Golanna e Parablba, i segundas e scitai-
feirai.
Rio-Crande-do-Norte, todas ai quintai-felras
ao meio dia.
Garauhunte Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e28.
Victoria, s qulntai-feirai.
Olinda, todos os dial.
NOTICIAS MTBAiraiIBAt.
Portugal.
Hespanba.
Franca ...
Blgica...
Italia____
Alem.ulia.
Prussia ...
Dinam.rca
Hus.i.i. .
Turqua..
4 de Ontbi
8 de dito
8 de dito
5 de dito
3 de Outbrj
5 de dito
3 de dito.
3de dito
I de dito
2< de Selbr
Austria.. 3deOutbr
Sulna.... 3de dito.
Suecla... I de dito
Inglaterra 9 de Oulbr.
E.-Unidos 2 de Selbr.
Mxico... 15 de dito,
California 30 de Agosto
Chill. 26 de Abril.
Kuenoi-A. 2 c Setb.
Montevideo 6de dito.
CAMBIO* M1I1H MOTIMMO.
Sobre Londres, a 28 3;l e 29 d. p. 1/000 Firme.
Parli, 331 por IV.
> Lisboa, lemtraniaccSei.
METACI.
Ouro.Oncas hespanholaa.... a1
iloeda de 6/40O Telhai. 16/D00 a
de 61400 oras. 16/000 a
del/neo....... 9/000 a
Prata.Patacdei braslleiroi.. 1/940 a
Petos columnarios... 1/920 a
Ditoi meilcanoi..... 1/710
PARTE OFFICI AL.
"goveknoda provincia.
EXPEDIENTE DO DIA 15 DE NOVEMBRO DE
1851.
Ollicio Ao commando das armas, de-
clirando que para ter lugar o fornecimento
dos 11 p*rel do muletas, requisitidis para
o hospital regimenUl, I neoessario que te,-
melta o competente pedido,
Dilo -- Ao mesmo, recommendando a ex-
pedido de suas ordena, para que d'ora em
diaote ib patrulhas de trop de lioha ron-
dara smente t.mea noite, devendo des-
ta hora em vsnte fazer esse trabalho as pa-
Irulhai do corpo policial, cojo comman-
danle tiesta data oflicii reapeilo. Neste
aenlido offlciou-ie io referido comman-
dinte.
Dito-- Ao mesmo, pin mandar por em
liberdade orecruta Luiz Gonzaga da Cunha
Salles, por ter apresentado isencSo legal.
Communicou-se ao delegado do Brejo.
Dito A thesouraria de fazeoda, inteiran-
do-a de haver concedido um mez de licenca
som veocimenlo para tratar de sua saude,
ao iuiz muniripal e de orphSos do termo de
Nizireth, JoUo Francisco Duarte. Fize-
ram-se neste seotido as outras cooimuni-
cifoes.
Dito A pagadoria militar. ACCUSO rece-
ido o seu ollicio de 28 de outubro lindo, a-
companhado do que Ihe dirigi o tenente
coronel Antonio Mana de Sonza, comman-
dantedolO. batalhfio de infantaria, cobrin-
dn as cootas dos objectos pertencentcs ao
firdimenlo gran lo das pracis do extincto
oitavo batalhSo de caca Juros na importan-
cia de 1:302,480 rs e a dos (cilios e mais
aviimentos para fardas e caifas, per lotcen-
les ao dilo far Jmenlo grullo o s mesinas
fricas na importancia de 690,10b rs., e con-
jnctamenle a relacSo com o numero de
S36covados de panno para fardas o caifas
dss mencionadas pracas, e em resposta le-
Dho a dizer-lhe, que incluso remelto-lhe
nina copia do ollicio do director do arsenal
de guerra de 31 de outubro lindo, e bem as-
sitn da nota quo ao mesmo veio annoxa, -
lim deque mande V. S. que smente ton ha
lugar distribuirjao do panno pelas pracas
que a elle lenbam direito, cumprindo que
V. S. indague do tenente coronel Antonio
Mana deSouza, a razio da differenca entre
as 174 e is 131 pracas de que elle fall, e fl-
etado Bnilmon'.e V. S. na intelligencia de
ue vai ser submetliJa ao conhecimenlo do
im.Sr. ministro da guerra, a duvida quo ha
sobre i effectivi disliihun.au do dinheiro
actualmente, visto tor cabido a di vi Ja om
etercicios lindos.
Dito Ao director das obras publicas, in-
teiraodo de haver resolvido, cm vista da sua
informadlo, que i ob. a do concert das
ruinas, que appareceram na ponte do Anjo
em Serinhaem, seja fo.ita por arrematado,
servindo de base o preco, pelo qual se tinha
subjeitado a fazer i dita obra o ultimo arre-
matante, com as mesmas condic \s do con
trato anterior, visto nao se ter effec'.uido a
arrematifSo com o mosmo contratante, .se-
gundo parlicipou o inspector dathesoura-
rit da fazenda provincial, e declarando que
se no apparecar quem se obrigue a fazer a
mencionada obra por tal prego, devora ella
ser (eila por idmioislraffio. Olliciou-so
neste sentido ao dilo inspector.
Portara-- Ao director do arsenal de guer-
ra, para fornecor por impreslimo ao chefe
do quarto batalhSo da guarda nacional dos-
to municipio, cem armas do adarme 17 com
ba lonetas, para as marchas dos dias23do
corrent-, em que tera lugar a procissao de:
Corpus Chrisli, e 2 de dezembro prximo
vindouro, anniversario do natalicio de S.
M. O Imperador. -- Communicou-ieao res-'
pectivocommandante superior.
Dita O presidente da provincia, confor-
mando-so com i proposta do director do
censo provincial, datada de 14 do corrente,
resolve nomear directores do censo dos mu-
nicipios abaizo declarados, os cidadSos se-
guiste! :
Municipio do Recil'e luchare! Antonio
Epaminondas de Mello. .
dem de Olinda bacharel Herculano de
Sooza Bandeira.
dem de Igoarass-bacharel Jos lardoso
deQueiroz Fonseca.
dem Me Goiaona bichare! Joaqun de
Souza Reis.
dem de Pi d'Alh.o bicharel Joaquim Ca-
nuto dJJ7igueiredo.
dem da Nazarolli bacharel JoSo Francisco
Duarte.
dem do moeiro -- bacharel Jos Francis-
co da Coat Gomes.
dem do Cabo -- bacharel Duarte Coelho de
Albuquorque Mello.
dem de S. AntSo bacharel Luiz Correia
de Queiroz Barros.
dem do Rio Formoso bacharel Francisco
Gonfslvea da Mocha.
dem de SerioMem Goriolioo Velloso da
Silveira.
dem d'Agua Preta Ivo Pinto de Miranda.
dem do Bonito -- Candido Jos da Silveira.
dem de Cimbres Joaquim de Almeida
Catanho.
dem de Caruar bacharel Lourencp Fran-
cisco de Almeida Calanho.
dem de Garanhuns bacharel Jos Mara
de Albuquorque Mello.
dem da Villa Bella- bacharel Jo iquim Gon-
calves Lima.
IJom de Tacaratu' Luiz Jos Correia de
Si.
I lom da Boa Vista bacharel Miguel Gti-
ca I ves Lima.
dem do Ouricury Alvaro Ernesto de Car-
valho Graoji.
Communicou-se 10 mencionado director.
mar polticos, lio sem duvida manifest, da, elles a suberSo defender contra o mais
que a arle de administracSo desenvolven- valente exercito do mundo; masseforne-
do-sa tem contribu Jo para o aperfecoa- cessirio correr frontera, fazer 150 legoas
ment da arte militar. Que de aperfecoa-,em 15 ou 20 das com a mochilla e a arma
mentos no se tem operado ha 300 anuos a 4s costas, elles chegarSoao campo da b'ita- .
esta parte! A reforma religiosa commu- Iha decimidos pel fadiga, enfraquecidos, plmenle Paris, cujis forliricacOes nSo lar- p 1/7W
rja-lasem massa no ponto emqae ollas ho i- razdo acaba sempre tendo razio. Todava
vessem de decidir da victoria? istoser com a condlcSode que o material
Temos nm systema de defesa que consis- de que dispuzerem os caminhos de ferro pos-
te em um pequeo numero de grandes pra- sa realmente preslar-se ao immenso trans-
cas forte e arsenaes ; creio que so princi- poslc que o movimento de um exercilo sup-
'
EXTERIOR.
nicou aosespiritos um abalo universal: as extenuados, e mui prnvavelmentc serio
it,Micas tem sido destruidas a sciencia tem derrotados, a despeito da sua coragem, se
renovado os seus axiomas : as artes tem os nao sustemtarem tropas de flor! Por
mudado sous processos : todos ar ramas meio dos caminhos de ferro estes soldados
dos conhocimeotos humanos tem paseado sedentarios poderfto em algumas horas ser
por intnira ren.vac.io, O quadro do tolas transportados do centro extremidadedo
as modilicacoos que ae tem operado dunnle reino, chegarahi frescos, dispostoe em es-
este periodo he magnifico e immenso. Udo de ostentar a sua bravura e o sau pa-
l'oucas porm ha que seja.n 13o \>olun- trioli-mn.
dascomoa modificafilo que tem solTridoaj. Ain la repeti.-ei, s:nlioros, que nJo lenho
irte da guerra. Compiral, por exemplo, aiinlenlo de fazer aqu um curso de estrate-
armas de nossa poca com as do lemoo de gil, mas quando se pensa sobre este obj ;c-
Carlos V. e de Francisco I. Quem ha ah que tu, admira-se as numerosas relato qje
se queira hoje cubrir com a armadura que eiistem entre os caminhos de ferro eaguer-
traziam os paladinos?! As fortilicicoos ra. Eu assignalarei algumas.
tsmbem lem soffrido completa rcvolufio;
os seu relevos tem sido supprimiJos : ot-
Ir'ora os (rlese ascidadellas sa elevavim
lmaginai um paiz, como a Franca, encer-
rado de um lado por um rio qual o Rheno :
supponlequeo inimigo esteja da oulraban-
a urna altura gigantesca : hoje quasi qua os- da du rio com designio de atravessa-lo ;
tSo io rez do solo. A metamorphose o5o .coojunctura que se tem apresonlado mu-
he menor na arte dosassedios. J nao ha as vezes.principalinenteom 1813 eem 1815.
dar3o muito a concluir.sa; Lyb, podorosa- i Tratarei pois agora de dar conta de urna
mente fortificada lia alguns annos ; Stras- maneira precisa, mathematica, da forrja me-
bourg, e Matz. Supponho ser da ultima evi- canica, eem geral dos muios de transporte
denca que seria da maior ulilidade que es- que fornecem os caminhos de ferro taes co-
tes grandes contros de resistencia e de ig- moellec jsSo, abstracco feita do que se
gressio fossem ligados entre si por cami- Ihes poderia accrescentar, e de compafa-
nhos de ferro : ont3> poder-se-hiSo fazer as loa com os que exige a locomocSo de um
t'opas passar da umn para nutro destes re- exercilo.
duelos com a maior celeridade, vindo por Em mecnica designa-seo poder de um
comequencia estas pracas a apoiar-se urnas apparelho pela somma das unidades da Tor-
nas outras. | ca de cavallo que esse apparelho representa.
Tem-se eito, contra o eoprego dos cami- A forfa de um cavallo de carne e osso
nhos de ferro na guerrl? urna objeoco que he igual (termo. mcJio) quo seria nececsa-
se tem inculcado como irresponsivel, e lie ria para levaular um psso de 40 Kilogramos
aseguinte : que nada mais fcil do que a um metro de altura por segundo. as
nutilisar essos caminhos, pois pira islo 'machinas de vaporo que se chama ura ca-
bastar tirar alguns talhos (railt), ou des-(Vallo tem urna forca dobrada, isto he, um
truir algum ponte:--mas os campOes dos peso de 75 kilogramos elevado i meama al-
caminhos de farro responden!--que elles tura no mesmo lempo. Mas istonBonetu-
nilo os recommenJam para serem einprega- : do : um cavallo de carne e osso est sujei-
dos n'um campo de hatilha,onde cjm ] to, como lodos os ente da creacSo, fadi-
beis, senhoros, queos ollioiaes deengenhei- ""ite avantajar-se meio dia de jornada, simsiluados a suhlraccao de alguns tnlhos cavallo de vapor quoainda ha pouco vimos
ros annunciaram que o cerco de Antuerpia,lncr urna ponte, o que apenas exigo al- seria do nenhum elfoiio.-porquo so lie fa- que vaha por dous de_carne e osso, g
VAS DE COMMII.MClO,
Decima-guma lico ie Micliel Chevalier
Os caminhos di ferro, senhores, s3o pri-
meiro que ludo instrumentos de pmpererida-
de publica, agentes da paz, apparelhat desti-
nados a favorecer o trabalho pacifico, mas
lamben) pole servir para a guerra, e debai-
xo deste ultimo ponto de visla he que os
vou agora considerar, esforcando-me para
Ihcs fazer sobresahir a uliludale, pois nun-
ca serSo demasiados os argumentos qusac-
cumullarmos para demonstrar quSo provei-
toso ser que realisemos qusnto antes os
ditos caminhos de ferro.
tiio quero, por certo,longe de mim tSo
audaciosa piotencao expor aqu urna Ihe-
oria de estialegia e circumstanciadamenle
mostrar como se podam applicar estes pode-
rosos vehculos (os caminhos de ferro i a
arte de guerra. Nem sequerpela testa me
passou o desojo de esbocar o quadro das
mu laucas que elles poderiam causir na
tctica, ou dos servicos que poderiam pres-
tar a um exerciti ; o meu designio he tSo
smenle medir comvosco, senhores, a ulili-
dade que pode prestar ao transporte das
(ropas, a forca mecnica de que ordinaria-
mente se dispe nestas novas vas de com-
municacao.
A guerra, quaesqt'cr quesejam osjuitos
quo se lacn dos seus horrores, oceupa
grande espago na vida dos povos, e na orga-
nisaco poltica das sociedades : ella repre-
senta, e representar talvez ain la por al-
gum lempo, immenso papel sobre a torra ;
cuinpre, portento, prestar seria altencSo a
tudo quanto pode coulribuir para modili-
car-lhe as condicOes, A' priori somos le-
vados a cror que a este respeilo ha muilo
que esperar dos caminhos de ferro. Para
que esta verdade se evidencie basta reflec-
tir que esta admiravel invenc3o he um ins-
trumento de ion; i extraordinaria : a guer-
ra que he um dos modos pelos quaes a acli-
vidade do liomem se exerce, deve aprovai-
Ur-se tanto dusie, como se sproveila dos
outros instrumentos.
A arte da guerra no est miisdo que ss
outras cousas deste mundo, ao abrigo das
toudancas : pelo contrario passa por mees-
sanies metamorphoses, apopriando-se de
todas as descobartasque sSo creadanpelo
genio do liomem, aproveitando-se dos pro-
gressos da sciencia, das invencOas da indus-
tria, e dos aperfeifoamentos qu i so de o li-
tro dominio, e que bem se poJeriam cha-
rus anuiiuciaraui que o cerco ue Aiuutiruia *'y-" mi iuhic, u ^ui < j "'fl ----.........^......v.,--,., 4v --- ...... ,----------- ,------ -----," ha
devia durar vintodias, o que de feilo no vi- gomas horas, sem que possamos reunir no cil subtralnr tnlhos, Umbo.n lie di mesmi vemos que vale por sois. Anda islo nao na
gesimo dia a cilido fui obrigida a ren- ponto ameacado tropas sulllcicntes para der- faclilide subslitui-los por outros. Qaanto ludo. Os cavallose m pregados na tracijao
ucr.3e, rota-lo seuSo quando ja iiSofr imis lem- as ponles que o inimig pulerii destruir, em estradas ordinarias despendem^um^es^-
Ser'licito crer, depois deste lado, que J" Seliyessemos, e a agora temos, "m,"toc
tilo podorosa ioveoBo com as dos caminhos minn. > de ferro entre Bale o Strasbaurg ao miiili
de ferro nao luja da exercer influencia so- on? do no Por pequeo espaco, duas ou na,
bre e arte da guerra ? lre* le80as> Por e* !II>P|(>. Unto 1ua
e a agora temos, um, esto contra lempo he lano de temor nos ca-
minhos de ferro como nas estradas ordina-
e nuuca ouvi dizerquepor lal modo
iio sido destruidas pontos em paizes oc-
FOLHETLU.
ou
UIEItIORIAS DE UM MARIDO.
roa cucelo iuk.)
PREFACIO.
O aulsr dastas memorias j nao exilie: ten-
do-o conhecido de perto e por longo lempo,
coofesio que puucoi homcm tem sido inelnor
dotados pela natureza, raras vetes tenho en-
contrado coraedes uielbores que o icu, carcter
mais benvolo, mais franco e mais fcil; orga-
nlsaco mais delicadamente senslvet e mais ac-
cesilvel aos nensamentoi generlos: de uina
bravura eiperhueutada, de una imagioacao
viva, inuitai vezea potica, de um espirito i.....
e esseuiialuienle observador elle ajnativa a es-
tas vanUgenium patrioiumo conslderavel, um
rosto notavelmente bello..,, e o nao icl qae que
encanta e allrahe os caracteres mais diversos,
ale iquelle que ie acreditarla deverem aer ei-
sencialmente refractarioi sedueco.
Com tantas proporces de felieldide, nao s
o individuo de quem tallo fol durante urna
grande parle de aua vida extremamente desgra-
vado ; seno taiiibcm cauaou males tao horro-
roso! que quem quer que nao ponuisie a cha-
Te desse carcter singular, nao lentirfa por elle
seno averso ou desdem, entretanto que pare-
ce-nos merecer seno interesse ao menos coin-
paiajo, por quanto at ao da em que Ihe ser-
re us olboi esse homcm conservou preciosas
qualldadei de coracio.
A leitura deltas memorial explicar, segun-
do crelo, este apparente contraste ; a cepeo
de algumas inudancas de noine cde alguns des.
'arces de lugare luipoitoi por conveniencias
de inulta! lories, estas paginas forain eicrip-
'" por leu autor; dotado de urna memoria
prolgioia c por asilm dlier restrnpeotiva
Iquindo um ficto novo tinha sua raiznu sua
eiplicacio em um facto anterior) e possuldor
de numerosas notas coluidas durante a vida
deide os primo iros annos de sua adolescencia,
o autor pede fawr revlver urna inultldo de
personagens.
Mida nestas paginai annuncla o escrlptor;
nao he urna obra de arte i ha se lito ie pode
dlser, uina realidade muilas vezes brutal; mal
no pemamento do autor (e eu participo dellej
esta realidade deve ter leu enslno moral.
Tal foi pelo menos a ultima esperanca deaie
homein, o qual vi roorrer desgranado e arre-
pendido de aua vida passada, mas eitoico dian-
te da morte.
Eiti biitoria he urna eipiavil> que me te-
nho imposto a mlm meimo, disse-ine elle ;
oxal que ella possa ler tambem um ensinol
Eu tinha toda a latitude para operar o car-
tel ou ai mudanca necenarias; primeiramen-
te,j odiase, por atten^o para com certai
conveniencias, pois muilas personagens deltas
memorial ainda boje vivein ; ao depoli a fm
de tornar a leitura deltas paginas mais acil,
desembaracando-ai de toda a superlluidade.
. Use! o inelhor que pude deate dlrelto; a
maior parte dos accontecimentos me eraui co-
nhccidosem suas menores circuinstancias, al-
gumas veiei lubstitui os cortes de que fallo pe-
la narraco rpida de lacios referidos no raa-
nuicripto com demasiada estenso.
Ao principio eu tinha lido o pensamentode
contar deltas historias o que respelta adolei-
cencia do autor, e chegar logo a seu casamen-
to, mai crl fe o leltor talvez approve este pare-
cer) que mu Has vetes o carcter, o futuro do
homein revelam-ae desde os priineiros actos de
aua adolescencia ou de aua inecidade.
Eiuliin achando-ie a vida du autor uiiina-
inenle ligada de muilos de seus cantarada?
de collegio, leudo ja no principio destas me-
morias sua physiunomia particular e vivamen-
te accentuada, cri nao dever cortar esta especie
de prologo.
Sobre ludo nao ie espante o leitor de algu-
mas verdades um pouco duras, o todo da oDra
mostrar, repito, que ella he de urna alta mo-
rilidade.
Eugenia iue.
bordes, i. de iclembro de ia-1'J.
1.
Naicl no principio deite seculo; perd meu
pii, o qual era collector geral antei da revolu-
Eio, e minba mal tambem, estando anda no
er avu materna, madama de Francheville.
Pobre inullicr, parece-ine que vejo ainda
seu rosto rlsonho, e ieui olhoi doi quaei a (da-
de naoainortecia o brllho: ate ao ultimo mo-
mento ella trouie sempre seus cabellos urli-
cos encrespado! e empoadoi moda amiga,
netlidos em uina louc de rendas; com leteo-
ta e seis aunos de idade era ainda experta, Ha
sem oculos e ceiavaa far lar como ie diaia nei-
sa poca; quando ria, e Islo Ihe accoolecia fre-
qnentemente, ella deisava ver dentei que le-
riain felto Inveja a multas mocas.
Nada de mais amare!, de mal alegre que o
enncviiirar as forca-,
grandes massas, tSo rpidamente qnanlofor
forjo que he igual, termo medio, a 3 e meio
ou a 4 por cenlo do peso da carga.
Nos caminhos de ferro a resistencia be
dez vezas menor pelo menos ; isto he, con
esforco legal pode-se escindo ocarainhode
ferro em bom esta lo, e perfeitamente nive-
lado hypuio.se com cuja realidade uSo se
de,o c nilar ), o andando-so com Velocidade
de 8 a 10 leguas por hora, transportar um
peso d-z vezes mais conslderavel do que
Mi^aul sagem Jo iumigo. """.....'" I nao com os olhos. Liles nao iulercepUriam I.
Oulro exemplo Sunpoihamos que ar- os caminhos de ferro, assim como as nossas n'uma estrada capaes, ou macadami
Rheno. Os ultimas guerras n3o destruirao as ponles, "
ciroudoderender. Est. era a mxima da rw-" ". "" os wus'"P"r'l.o nos nossos armazens de
iNapoleo, que a desentranhou dos thesou- '"?"80 multas vezes; mas eailim ninguem P0''ora-
roai do mu cania frenie d,> exercilo di holaveneve. Re ocine.nos na peiordasl tu fui obrigado, senhores, a expor as em-
Z*%S&i&&5^& hypolheses; admitamos que o nosso exer-, .d,,?.?M.?.u.9..?r1?!!!? fe -SSTftS
ama RHHBf mmjoo, rav a auiuoiiioiiia ti uauu lu U i ------
possivel, sobre o panto que se trata de ata- rebenta urna guarra soore o Rh
cir ou do defender. Esti era a mxima de FrincezessSo bravos, tem vencido
Napoleo, que a desentranhou dos thesou- 'inmigos muitas vezes; mas eailim i
ros do seu genio frente do exercilo da no nivencivel. Riciocine.nos na f
Italia, e que nunca deixou de seguil-a. Nel- hypolhesesj admitamos que o nost
laesla o segredo dessas estupendas victo- cito que guardava o campo daquelle lt ri.s,cuja noiici. repercuta conootrovao da fronieira solTraum xique, urna derrota, opu lifli ui acreditada sob
alas extremidades da Europa ao lempo suppOsicSo que desgrasidameote jase "a- ososi lares qua esta aO
cous extravagante !j he
biela lo entre os
suupusicauquei ouio j ao '[-;---;.......-,,.--... admiravel inven-
ea.quesesuppunhaquoolmperaloranJa sou. Oexercito retrograda, marcha par. !3o nao poJen ser de ut.lidaJe alguma cm
eslava no palacio das Tulherias e os seus o interior, evemeobrir Pars. Nastas tristes "so de guerra, para aqual s os utopistas,
inepidos sodado^T nos ica ton a mentos' conjuucturas o que dever acontac^r, na! d.zem elles, podemsuppr que dellasa possa
Dem.il^ningue ignor que u,s o he que'*e-'Cia dos caminhos de farro? Oinimigo gtt menor vantagem. iNeslo p.rticu-
consisto arevoluco que o grande homem seguir o exercilo fraucez, coaao ello pone- r oscaminho, do Por'^m,.a
operou na tctica. Reunir nst.ntaneamen- trsr no coraco do paiz e tentar um as-|so[te de loJa,a?lnnovacdes, as quaesacpj-
So o exercilo francoz n >
pomo determinado; presopOa a poislblida- se reunir, e ha muilas probabilidades de; l* OB;^":f101ae,t'mrpr'.;
-"--------o possa fazer em um territorio novarlas causum inultos dosarrai
le urna missa respeitavel deformas n'un salto em Pars,
ponto determinado, presupdi a possibilida- se reunir, e h
de de transporlal-a com grande velocidaio; 1ue elleono p
niu nao concede o dirailo do ci lado soao
As m-
ujos I Os
de ferro vas de transporte de inaudita, de
prodigiosa c decida le, u i sera evidenta
que elles toc3o na estrategia por um lado
essencial e fundamental, e que por conse-
guinle he absolutamente impossivel que
mo exarca m grande influencia nas condi-
cOes da guerra ? !
Ha ainda urna conciderac^o, particular-
mente applicivel Franca, pala qual ss ve
que us caminhos de ferro podero ser, em
caso da guerra, da maior vantagem. Em
Franca, alem do exercilo, ha urna forca mi-
litar icspoii ivcl, |ue he a guarda nacional, a
qual he too brava como a lropa de lioha ;
sendo alias muito mais numerosa, a guar-
da nacional motel se compon de todos os
lio nons robustos, e na flor da idade que a
patria conta, nao fallando naquolles que
juraram lian lolia.i.
Mas o exjieilo da guarda nacional esta
como o exercito de linha, acostumado ao
ruda misler da guerra. GiJadSos prmairo
houvormos de sollrer,' no lora nacassina- movos esiuJos, renunciar ao-qua tem fei-
mente consequencias 13o perigosas. Batidos t0 "0l"a da sua vid i, tornar a comacar ue-
no prmeiro recontro -admitamos que se-' poisde ler cuegado a mota, as provengas da
melnante desgraca anda nos esleja reserva- j carreira, adiando porlanto mais commodo
da--nessa linha do Rheno, onde tantas ve- negar o progresso e contestar os seus tltu-
zes temos vencido, os nossos soldados po-llos' novas descobertas (1), inculcando-as
derSo ser transportados dentro de algumas' de intrusas, do que adop(a-las
horas a Slransbourg, ou Bfort, e acisiella-1 Em summa, seuuores, ha claro que ou se
dos nas formidaveis cidadellas qua ali hasa!tra'edo impodir u luimigode penetrar no
refarao.e daraoiaqueao oimigo porquanto a interior do territorio, ou seja uecessario con-
nSoser algum insensato, uilo havoragenenl centrar a vontade urna uiassa enorme de
algum quo queira marchirsobrePans.aven- lo'Sas n'um poni dado, ou s -ja mister por
turar-sa no interior, deixan lo nos Mancos' em campo o paiz iodo sob i forma de guar-
um exercito inimigo, que pude corla-lo, da nacional inovel, os caminhos de ferro sSo
isto ha, separa-lo dos seus armazens, dos chamados a exercer uina inOuencia immen-
seus parques, odas suas equipagms. sanas con JicO.'s da guerra, e porlanto hef-
Qne mil oulras obsorvacas nflo poleria : d,e ''V|J, 1uo U!D "UV0. lllulu so fccros"
apreseot.r-vos sobre esla materia alguem cent aquellas qui ja dulinguein esta ma-
r viluusa invoiicao .
Toloi.-lj me parece jiicontestavel, e nSo
tardar a ser reconhecido tal, porquanto a
mais hbil do quo ou '.''. NJo ser porcm
acaso evidente, por exemplo, que com umi
rede de caminhos de ferro parlinJo do to-
das as nossas fronleiras, e vindo enlcstar
que tudo, esses"soldados nSo tem habita-com Pars, poder-se-hia em um momanlo
do oseu corpo vida dos campos, a mar-Idurante urna guerra, chamar dc|toda a super- maiopalliia
chas forcadas. Sea sua cidade for ameaca-lliciedo reino tropis dosoccujisdas para lan-
di
Que c.irapui, i para os iiiimigos da ho-
o Traductor.
carcter de minba avo; poucas existencias tem
sido mais felizei que a la. Ella linha atra-
veisado, como por milagre, e i indo iempre,_as
pocas mal terriveii da primeira revoluco,
em jamis sabir de Paris que adorava, nem de
seu dlstricto, nem desua bella casa deMarais,
naqual nascera, caaa edificada por seu pai, um
das rico! prebostes doi mercadore de leu
lempo.
Assim como a saude vivaz de minba av nao
linha sido em nada alterada peloa annos, o
iminensos succeuoi revolucionario! accoote-
cidoi debalxo de leui olhos, nao tinham em na-
da mudado seu carcter ou modificado seus lia-
Ditos; ao seu ver eisa revoluco tinha vingado
a classe dos cidados da insuportavel Imperti-
nencia doi cortezaoi,... Nadademaii, nada de
menos. Todava, cousa eslranha, ou antei mu-
sa ordinaria cm tal materia, minba av aera
ter a sombra de orgulho pralico, era toglorio-
a de contar eulre seus antepaaiadoi vereado-
rei, pro' ostes dol mereadare, noiaveis, etc.,
etc., quanto a nobreza se gloria de contar entre
seus avs marecbac, cardeaei, etc., etc.
Em uina palavra madama de Franqueville
via natural e sinceramente entre a alta claiie
de cidados da qual fjiia parle, e o coinmercio
a rctaluo ou a plebe, a inesina distancia que os
grandes lidalgui viam entre si e os hdalgoics
ou os burgueies.
At ao Um de sua vida minha av permane-
ceu o que era quando entrara no mundo em
|70, una mulher da alta e rica clasie doi ci-
dados dessa poca. Bem como todas as mu-
lores de aua classe e de seu lempo ella bavia
formado leu eipirito na escola de Voltalre, de
Uiderot, de d'Alembert, maa aeu autor previ-
legiado era Voltalre: esse iceptico mofador to
esseocialinente burguez; a iroula audaciosa, a
philosuphia bullante, ligeira e fcil do autor
de Candial eucantavaiu madama de Franche-
ville e conservavam-na em paz e alegra, Joo
Jaques Rosieau Impirava-lbe pelo contrario
uina lorie de conilrangunento e de temor, elle
era sobre tudo, dlzla ella, (riita de Ur-se, e mui*
tas vezes al nao o comprebeodia.
Apeiar delta falta de intelligencia do que ha-
via de temo e de profundamente humano em
llosso .o, minha av linha um excellente cora-
cao; mai dava com mala liberalldade que ia-
gacidade ; viita de um pobre eifarrapado Ihe
era moral e pbiiicameote lnloleravel; ellasoc-
jamals o p em u.na igreja, e caprichava de | Em outros termos : Nao exijas jamis nas
inostrar-se tao esmolerein o nome dahumin- rolae-iios da vida icnao o que te senlire leal e
dad! quinto mui tus o sao em onouie dareligiai', rigorosaineute capas de pagar.
Eila lorte de anlagonimo perionificava-ic Nn facas jamis projectos muito tempo
principalmente emre minba av e uin de suas resolvidos de anlciuao para uau te creres obri-
visinhas de Alarais, a Sra. marqueza de Jireval, gado a eiecuta-loi, o que he quasi sempre bor-
inulber mui pledoia, mui austera, cuja! minie- rivelmente faatidinso.
rosas eimolai eram reiervadaa para pessoaa de Toma ao acaso a vida como vem e como
uina devoco talve ainda mais evidente que vai, segundo os accontccimeuios e nossa pro-
incera. Madama de Francheville applicando-1 prja inconstancia.
Resulta de todas oslas differenQis que um
cavallo de vapor, obrando sobre um cimi-
oho de ferro, vale para a traccSo, foitis to-
das as conlas, 60 cavallus de carne e osso
empregados em urna estrada ordinaria.
Islo posto, vejamos agora quintos caval-
lus de vapor as grandes lintus do uiminho
de ferro, quanJo ellas forera secutadas em
Franc.1, poJeriam por a disposifSO do go-
verno para o transporto de tropas no caso
de guerra. Seria diflicil dzer o numero
exacto. Mas podemos, por simples compa-
i a cao, fazer urna idea a p prxima ti va. Tenho
visla o extracto das machinas do que dis-
pde a com paiiina dos dous pequeos cami-
nhos de farro de Versailles (mirgem direi-
ta ), c de S Carmain. Este extracto d 51
machinas, cuja forja cullociiva ne de 5,060
cavallus, digain s 5,0005,000 cavallos so-
bre Juis pequeas lurias que f izoin apenas
nove leguas. Segundo o calculo que eu aca-
bo de expor, estos 5 000 cavallus da vapor
valein 60 vezes 5.000 cavallos do mangedou-
ra, islo ha, 300,000. Em outros termos.com
as machinas da cumpanhia em iiuoslilo, p-
de-sa em um caminho de ferro trausportar
um peso que nas estradas ordinarias exigi-
ra 300,000. Islo he possivel, repito, com as
nicas machinas necessarias .a cultura des-
sas pequeos caminhos que fazem por tudo
9 leguas de posta
Supponde agora, senhores, que as gran-
des linhas que acabam do ser voladas sejam
executadas: accrescentai de mais essa re-
do outra linha principal que as cmaras, eu
o espero, h3o de votar ua prxima sasso .
e teremos: 1., a linha do Havre ; 3.', a de
Lille e do Valenciennes; 3.*, a de Stns-
bourg; 4., a de Ly3o e Marselha; 5. a li-
nha do centro ; 6., do Bordeaux ; 7., cm-
lim, a de Bresl que os homens mais Ilustra-
dos icham indispensavel.
Para cada urna destas 7 grandes linhas
supponho um materid dobrado daquelle s-
mente de S i le iiaiu e de Versailles; isto
he, urna forca do 100,000 cavallos de vapor.
Sabei o numero de cavallos de mangedoura
que isto representa P 10,000 cavallos deva-
' pna
se pelo contrario a soccorrer de preferencia; Nao te persuadas lobre ludo que teus ou
aquellei que madama de iireval exclua como _ue deve5 ler la, ou u, caracler. tal ou tal opi-
iiuploa, ae linha appcllidado a pronaViwia das ao-porque enlo para parecer conaequenle
emuUmmdos; ella moitrava lobre tudo um fra- CJinlig0 ,lieno te Impera) uina inuliido de
particular pelas nparlgas soltelraiique erain constraiigimenlos, de reservas, de embaracos
mal, asquaeieramsempre deiapiedadamente ; au e bngacoes Iniuporlaveis com o andar
repellidas do palacio deblreval, exclusao que, do, [emp0, Sem con,sl. que ,e eIpoeJ ,.
minha av reprovava multo, pela raiaa de que cbar.,ecin perpetua contradic5r.o com estes ou
na Idade de quluie ou desasseis aunoi nada he co|n auc||ea. antei que resignar-te a cootradi-
maii natural, dina ella, do que ter um amante, I zer.,e a u lnes,n0i 0 ,,ue he wdavia muilo mais
principalinenie quando uina pobre rapariga cummodo c sobre tudo de muito inelbor com-
oao lem outro prazer.a pinhia.
.<"?p.rsrs^^ssssTSlt: a-. c-urssLir ara 2
taludas raice. de urna Joven e linda .pren- do pensar de leus ne este o u, ico meo
diz de costureir. nao repignava nada ,.ada- de agradar a todo de Mr iJe los amado, poli
n de Francheville | ella fa.ia as despeas do 1 "e ***eJ" l"J1"' a,,,a se,n-
enxoval. e do parto, aceitara o menino como P" aquellesa quem he agrad.vel.
alllhado (nao faltaudo a nenhum dos deveres Nao digas jamis a pessoa alguma nada de
delta tutella), procurava faier que o leductur offenslvo, nem mesmo aquellas que isso le pe-
rrnir.n.p ua falla, e nocao contrario como direin debilxo do pretexto especioso de fran-
fiel duclpula da phlloiophia de Epiouro, de queza; por ventura declarando a alguem que
Voltaire ede Ninon, minha av dina pobre he tolo, maoouridiculo o deseinbiraviras des-
victima: tes inconvenientes? Alem de que tua franque-
- Pelo menos, minha menina, pira outra nao obstante lolllelUda ser ptrleitamcntc
vez, faze urna escolba que le couipromelia I desagradavel ao sollicitador. o qual le licir
menos. amando inenoi.
A moral de minha avo, consequenle em taei i o, imperlinentcs privilegio! da nobrea
ecommeodacei, reduiia-ie a algum precei- foram abolidos, foi justiea. mas he evidente
tos religiosamente pralicados por ella i euoi \ que haver sempie de uuia parte pesioas ricas,
tenho conservado escnplo de seu proprlo pu- bem iiascidas, bem educadas, para as quaes a
uho em um de seuidus de phvlosopbia. Es- vida deve ser urna l'eita perpetua, e da outra
le preceltos com os quaea fui por assim dizer miseraveis, rsticos, brulaes, iem vintcm con-
emballado, teiu tido lobre mioha vida inteira^demnadoi ao trabalho e railerla e que nao
tem ah! leno prazeres to inesquinhoi quan-
to aua existencii.
Nao.he evidente que oiprimeiroi pela pro.
urna tal lulluencla que creio dever reprodu-
il-los.
Kilos :
a Dlverte-te tanto e por tanto lempo quanto! pria forra das cousas so e lero em lodos os
for possivel, tem causar mal aoi outroi j lempos superiores aos segundos T
Ama leus amigos tanto quanto ellos te i Importa que te compenetres bem des'
un un. verdade afim de nao esqueceres que quanto
Se furem ingratos, em vex de sentire dor, i mais a pessoa dependeu de nos, ou nos lo in-
corria generosamente o infuriuueo que Ihe as-! ou odio contra elles, esquece-os e lobre tudo I fcriore, mais devemos industriir-noi em igra-
lignalavam com a condico de nao ler jamis ama outros inui promptamente. dar-1 los, em ser-Ibes delicadamente agrada-
dlante doi olboi o espectculo allllctivo da mi-1 (N. B. lito pode tambem applicar-se pelos' veis aiim de fazer que nos adorem. Pobre gen-
lerla.e de escapar ao que chamava cnimden- hornelaluai amantes, pelas mulueret a leus te! Elle sao mu contente! dcitei tocamos
roiilireiiiiniij, as quaes dizia que Ihe faziaui von- amantes.) procedlmentos, s porque partem de alguem a
lado de chorar e einbaracavam sua modestia. a Nao exijas jamis nem esporos um lacrili- quem lo inferiores.
Minba av dava tambem nao menos por com- co grave da parle de ninguem, para nao expe- Do mesmo modo logo que lirereamlgo!
miicraco que por urna lorie de pundonor riinenlarcs decepcocs sobre tudo para nao se- poderosos, guarda-li dt nnuca thsi pediret Htda
pbvloiophico anas singular ella nao punha 1 res obrigado a sacrlflcar-le igualmente. elles ic alUiglrlam de crer intereiiada tua af-
IVicao,.. Esta duerccao he u luxo da amiade.
Cumpre que tejas indulgente para rom os ou<
(ros afim de liris o direilo di i-lo para comligo
mesmo.
Deves sempre perdoar o mal que te ii-
zercm, dizendo: Quem labe ie eu nao lena
obrado do mosmo modo em urna condico
igual.
a Ignoramoi, donde viemos, para onde va-
mos e porque existimos.
Nao ha moral certa: para convencer-nos
dino baita ler os moralistas c veros bellos re-
sultados quo elles lem obtldo desde que o inun-
do be mundo.
l lomemos pois simplesraente corno regra
de conducta o que n sociedad* em que vive-
mos: se fas ou nao se fas.
Pruneiro que se jamos amaveis e agrada-
veii, tenhaiuns, se for possivel conscieacia de
nao ter jnnaii fcito voluntariamente o nial.
pois assim morreremos mais alegres.....
Nao ambicloneinoi jamis as grandes vir-
tudes; primeiramenlc porque esta pretenco
he muito iinmodesia, depois por queaccoulecc
com as grandes virtudes o menno qne com os
grandes eiupregos na corte.... uina pessoa ar-
ruina-se com gastos de represenlacao.
a Couserve no-nos poli em alegra e boa lin-
de, porquanto quaii sempre os que paisana
bem, sao benvolos c os que passam mal sao
malvolo!.
< Usemos de tudo, nao abusemos de nada,
atlm de podermol gozar o mais longo tempo
possivel. Nao percamos jamis umaoccasio
de prazer e nao tenharaos seno um flirt:
Ser filis, porgue os felius fazem os outros fe-
lites.'
Se persilti em reproducir estes preceilos em
leu candido egosmo, em seu Ingenuo terror
de todo dever rigoroso, em sua ezpreno de
bondade amvel e sem conitrangiinenlo, que
val al ao sacrificio.... irctuiivamenit, be por
que desde minba Infancia al primeira Ju-
ventude (poca na qual perd minha av) fui
criado na pratica dcala theoria chamada ~ da
gente agradavtl.
Ha para o homem dual educicei:
A educaco da alma que elle recebe no lar
domestico pelo exemplo e pelo habito;
A educaco da intelligencia que elle recebe
-o collegio,
Deitai dual educaces a primeira be legu-
raineuie a que lauca e delia mal profundas
raiics no confo do homem ; ella o faz bom
ou mo, fraco ou forte diaulc de suas palxdes.
CnnliMiiar-if-aa.)


por nlen 60,000 civallo d* carne o o-
o trabalhando "> <""* estr*da ordiniri*.
Se tiverdes seta com artbia cida urna con
10 000 cavalloi da vapor, lereia conseguinle-
ilinle O equivalente de 4,900,000 cavallos
de carne e osso. Eis a forea inmensa qua
i'granjea linhaa podarflo algum dle por a
d,osir;So do governo para o transporte de
tropas, de artilhariae de muirles. O que
se nlo transportar, perguutarei en, rom
4,900,000 cara I loa? A opitiiSo mimsfestada
por alguna militare*, de que os ciminhos
de ferio oflo podero prestar servitos apre-
ciareis para o movimento dos exercitos, nSo
ten ncm sombra de fundamento Depois
delta demonstrado geral que acabo de
apresentar-vos, vou procurar outra que se-
ja maia precisa, e anda mals concludenle.
Ezaminemos quantas machinas serio pre-
cisas para o tranaporte de um exercito com-
posto, como boje sao lodos os exercitos, il i
infanlaria, de cavallaria e de artilhana,
A > onstruCQSo das machinas locomotivas
se aperfei(Oa de da para dia. O aeu poder
cada rez he oais forte, A compauhia de S.
Cermaine de Versailles possue urna mchi-
ca da forf a de 130 cavallos de vapor, loii-
cebe-se o peso enorme que semelnante ap-
parelhopde fazer mover. Km um caminho
constru lo com declives assas favoraveis, e
andan lo rom uma velocidad de 7 a 8 le-
guas por hora, urna machina desta forca
reboca fcilmente do 150 a 160 tunela las de
1,000 kilogrammos cada tonelada. Mas to-
mando termos mais precisos, eis qual aeii
a medida do efTeito de machina que tal, em-
bregada no transporte de um exercit.
Infantari.--Uma machina arraslaria 20
wagons conlendo cada um 40 homens de in-
fanaiia--por todos--800 homens.
Cavallaria.Ser preciso necesariamente
desmontar o cavalleiro, e p-los aparte doa
sous cavallos. Os cavalleiros serio trans-
portados na mes'na proporcSo que os infan-
tes. Quintoaos cavallos, a.iinittiii lo que se
puzensem 6 em cada wagn, urna machina
tirando 20 wagons transportara por consc-
quencia 120 cavallos.
Animarla --Uma*pecti de ai Miliaria de ca-
libre 8 (sao as mais usadas em campanlia}
pesa com a sua carreta urna e meia tonela-
da, 1,500 kilogrammos. Mas urna peca n3o
uia'Cha s in inuiiii,!! s : suppoi>ba-se pois
qne cida peea sej acouipanha la por 4 to-
neladas e meia (4,500 kilogrammos) demu-
Diges, o que he mais que sufliciente para
as necessidades de urna grande batalha, te-
riamos 6 toneladas do peso por Cada pega
Carrejando cada wagn com tres toneladas,
scinai ii'1'-j lo< oous wagons paia cada
peca com os seus accessurios. I' na machina
rebocara pin tanto, em M wagons, 10 pegas de
artimaa, e o seu trem.
Mas alm das pegas deartilharia s3o nc-
cessanos cavallos que as puxem, e as po-
nliam em batalha. lima pega com a sua car
reta, emais Ircscaizjsde munigOes, exi-
ge 24 cavallos. Para dez pegas senam ne-
cessanos20 cavallos. Suppuuhaiiios agora
quese traa de transportar umexercilo com-
posto de 20,000 homens de iufantaria, 5,000
de cavallaria, o lo bateras de arlilbaria.
Vejamos quantas macliiues senara pre-
cisas
lnfantaria. Urna machina
relioean ni sn.i homens, para
traospoitar 20,000 homens Wagons. SI di.
diligencie com toda a solicitude a eiecuglo
do caniinho de ferro de LyBo a Paria, o
qoal deve reunir os dous maior eg centros
de populacho e de torga militar qne ha no
reino. Se ao dopojs Lyfio for ligado a
Straibourg por urna linha que atravessar
a maior parte das nossag pracis de leste ou
que passar ni* auaa immediagOeg, l'aiis,
LySo e Strasbourg, (Icario ligadas entre
si". O caminho de Paria a Strasbourg, com-
niunic mdo c un Metz, completar* o noaso
gystema militar de eaminhos de [erro.
Eis, genhores, considcracljes bem sum-
mariig, bem incompletas sobre o papel que
og eaminhos de ferro estSo deslinadog a
representar em lempo de guerra, sobre os
gervigog militares quo elleg podem prestar
a nossa patria. Tal nao he seguramente,
como ja o disse, o seu destino esseiicial:
o seu grande lim he nimio mais impedir
a guerra, o loma-la, s mi.Vi impossivel, ao
menos muio mais rjifticil do que nos lem-
pos passados- Og eaminhos de ferro sSo
agentes de paz : os lagos que elles estaba-
lecem entra as nagOes devem afastarcada
vez mais as colisOes sanguinolentas que
Rio : 28 eieravoi ladinos que trabalha
vam comigo noa mastros.
Juiz:--Sabe que ba le no Brasil que
prohibe a introducgSo de Africanos f
Rw : U Jando nos sahimos da Baha, eu
nao sabia dessalei, nfio, seohor.
J'z : Em que lugar foi preso i'
t'.o Na Parahiba do norte.
Jui'z : -- Foi chimado peraate o chefe de
polica?
Rio : Sim, senhor.
Jan: yiaiulo foi inlerrogido, declaron
que os escravos que vitiham a borJo eram
Bugaes ?
Rio : Nlo, senhor.
Jui'z : Agsigoou o interrogatorio i'
!; : Assignei, sim, senhor.
lim : Ouvio 1er o interrogatorio :'
Reo : Sim, senhor.
Jus : Fe* alguma recia maguo ?
Reo : Nao, senhor.
luis : Sabeeicrever ?
Rio ; Sim, senhor.
Sao lulas as pegan do proco-so e seguem-
so as allegagOes pro e con lia o reo.
OSr. f residente faz o relatorio da causa e
2
at boje teta constornado a humanidaiie.', entrega ao couselho os quesilos, e vista
Dia vira talvez em que, gracis interven- das respostas por esle dadas, absolve aos
gSo dos eaminhos de ferro, e aos progressos! reos, appellando da senteng por ser con-
de civilisagao, ge deixar de recorrer a esle Irana evidencia das provea dos autos,
horrivel e eitremo expediente-a guerra.! Encerra-sea quinta aessao ordinaria do
Todava nos lempos em que vivemos, serii crreme anuo.
nconli stavclment) preslaiiam s-rvicus
ni i is destaque e d defesa.
( Tradusido pelo l)r. Moraes Sarment.)
[Jornal do Commercio.)
FERNAMBUCO
JURY DO RECIPE.
5."
SESSAO* ORDINARIA EM13 DE NOVEN-
URO liE 1851.
Presidencia do Sr. Ur. R'.is Silva.
Promotor, o Sr. l)r. Abho Jos Tavares da
Silva.
\dvotjado, o Sr. Ilr. Alcinforado.
A's onze horas da manh3a, feta a cha-
mada acham-se presentes 38 Srs. jurados.
O Sr. Presidente abre a sessSo.
Proce le-sn ao sorteio do conselbo que
I''in dejulgar aos icos Antonio Fernandes
l.oureiro c Antonio Congalves l.ima.aceu-
sidos polo enme de importagao de afri-
canos,
Sahem sorteados os Srs.: Simplicio Xi-
vier da Konseca, Jo3o Polycarpo dos Santos
Campos, Antonio Joaquim de Souza Ribei-
ro, Jos Joaquim Bezerra Cavalcanle, Do-
mingos das Nuves Teixeira Bastos, Jos
bernardo Ventura, Firmlno Jos de Olivei-
ra, Francisco de Mello Leal Seve, Ludgero
Teixeira Copes, Cliistov3o Guilberme Bre-
kenfeld e lo>k Cougalves Torres.
Prestado o juramento do eslylo,
O Sr. 'residente faz ao reo o scguinle
I.MERROCATORIO.
luis : Como se chama ?
leo : Antonio Fernio les l.oureiro.
Juis : Donde be natural ?
Da villa do Conde.
Qual he a sua proliss3o i'
Arle martima.
F.m que embarcagSo anlava l-
timamente ?
Reo : -- No patacho Hcrinina.
luis : -- Era mestre desse patacho
Rio : Era, sim, senhor,
Jus : De quem era esse patacho '
Os papis de Faustino e Maricota, serOo
executados pelos Srs Cyrlllo e I). Joanna.
Os bilhetes esto desde ji venda no
theatro.
Em consequencia de grande enferoiidade
na senbora D. I.oopoldina, a aenhora D. Jo-
anna Januaria, fari oa papis que aquella
senhora a execntar.
I'nlilicaca; i Iliteraria.
Publrcar-ae-ha at o lim do crrante mez,
a obra intitulada obiervagOei sobre
varios arligos do cdigo do processo crimi -
nal, e da lei de 3 de dezembro de I84i pelo
Dr. Manuel Mendes da Cunha Azevedo.
Nesta obra indica o autor, interpondo
sua opiniflo, as duvilas que se podem agi-
tar sobre a intelligencia pratica de muilos
urligos, as numerosas anlinomias, que re
su llam de certas disposices comparadas en-
tre si, e com oulrasda lei de 3 do dezembro
de 1811, oa (ilcitos ordinarios de alguna ar-
tigoade>ta lei, e do regulamento respecti-
vo emdamno da justiga, e da liumanidmle,
a necessidade de alguns esclarecimentoa,
e declaracOes ioterpr>talivaa,que incumbe
ao legislador brasileiro, para dar a nossa le-
gislagio repressiva um systema de unifor-
midaile com o direito publico da nag.io, e o
plano ainda mal compreheodido de nossas
instiiuigO.'S judiciarias, os abusos enormes,
que a ignorancia, e a ma f de alguns juizes
t o ni feito de suas melhores theorias no jul-
gamenlo dos crimes polticos.
O autor demonstra as suas assersdes com
argumentos tirados dos meimos textos da
le, dos principioa da jurisprudencia com-
17:606,767 mum, eauloridide doa escriptores, que mais
se tem oceupado, e distinguido na ciencia
do direito punitivo.
Omento degtaobra exclusivamente do-
ilu/.i lo de s ia materia, consiste no iuteres-
se de animar os jovens estudiosos, e os ami-
gos sinceros da verdade a urna investiga-
gao refliciida das queslOes, que nella sBo
desculidas.
Nenhuma outra obra deste genero nos
consta al boje que lenha aparecido desde a
| publicagSo de nossos cdigos crimanaes.
Esle motivo, ainda que fosse o nico, nao
serig menos lisongeiro ao seu autor, oem
menos un aos que o quizerein imitar, ou
mrito de suas obseivages. Assig-
livraria do edictor Baobarel Abreu
or 5,000 rs. cada obra a pagar-se
na occasiilo da intiiua. Depois de feicbada
, I assignalura cuitar 6,000 rs. cada exemplar.
6:003,6741 ELEMENTOS
899,009; DE
IlomaopitMa.
6:902,683 Sabio a luz a segunda parte desla obra
-------"*" composta pelo professor homoaopalba Cos-
DlVERSAS PROVINCIAS sasllimont. Recebem-se assignaturas para
Rendimento do dia 1 a 17 658,106 0Dla j,i(era a 5,000 rs., no consultorio
dem do dia 18....... 80,583 homccopathicoda ra das Cruzes n. 28. Da-
""""""" pois da publicag3o da terceira parte, o pre-
COMMERCIO.
prematuro para os governos collocarem-se
pralicamente oa hypolhese de nlo heverem
mais de ser travadas est^s lulas terriveis
em quea progperidade publica a as liberda- imiF("
des nacionaes so submergem em torrentes j *!..!,
desangue. Assim fra sem duvida, sea endimento do da 18. .
r;,s3o e a sabedoria diriginem o mundo ;' Desearregamhoje 19 de no'mbro.
desbragadamente, pgrm, oa homens obe- Bsrca mgleza Columbu, f^ro
dceem mu.tas veze!;ianto a suas paixOes, i americana J-A Parnum--t,noht.
como a rasao. E comquanto se devo esperar g IfiJjM Ospray bacal nao.
que a guerra deiXira algum dia deassolar Bngue inglez Jnne E.sbne "<">
o globo, todava, os que presiden ao gover- 1 ticuna diuamirquezi -- tspress merca-
no dos imperios, n3o devem negligenciar dorias.
interamente os preparativos para o caso tscuna americana -GeneralWortk ~ taer-
daappangSo desimelhinU Oagello. Ora, { cadorlas e larioha.
neslas conjuncturas, s eaminhos de ferro Iniporincao'
1 Bngue americano General Worth
viudo
l'i' M i'i mi 0.1 iiwo 1 -------a --------------------------------- -
muto importante*. O* homens mnenlos 'de Philadelplui, consignado a Malheus Aua-
que conlm o corpo de engenharia militar ;n Companhia, manifestou o "guint'-;
aasim como os que mineiam as redeas do '* bjrncas fannha delrigo 600,d,.,, _
estado, nao devem perder de vista esta con- 'bolachinhas, 20 fardos cravo 50 c.aixas ca- ju|g,r 1
sideracao, tanto as suas espcculaces Ipella, 81 meias ditas cha, 142 fardos tecidoi n,.SB na
theoricas.com na disaosiglo dos seus nealgod3o o 10 barriz carne; aos consigna- 8 Uaia p
tarios.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dia 1 a 17. .
Idom do da 18........
mcrcio, ou com Novaes ck C'ompa-
nliia na ra do Trapiche n. 34-
para a parahiba.
Sahe mpreterivelmente at o
fin da presente semana, o bem
conhecido hiate brasileiro Espa-
darle, s pode receber alguma car-
ga miuda : quem o pretender car-
rugar, queira dirigir-se a ra da
Cadeia do Kecife n. i'.i a tratar
com A. da C. t'erreira Estrella.
- Para Lisboa a galera portugueza Mar-
marida, cipitfio Silverio Maooel doa Res,
sahe no dia 22 do crrante, e amia pode re-
ceber carga a frete, bem como passagei -
ro, : quem pretender dinja-se aog consig-
natarios Oliveira e irmfioi, na ra do Apol-
lo n. 1*.
Leudes.
O corretor Oliveira far leilSo, por con-
ta e risco de quem pertencer,da grande por-
gSo de salgados da barca americana Kutli
naufragada em maracoji, na sua viagem
procedente de Baltemore, consist ndo em
brande--, estiles, encarcias, quadernfiea,
motlOes, cabos do manilha e outros, pegas
ferro grande, corrente, vergas, paos de cu-
tellos, mastareos, trancas, chapas de vergas
escoveus.dous toneis grandes, e outros ar-
ligos iiiiii'los: quarta-feira, 19 do crran-
le, as 10 horas da mantilla, no Trapiche do
Angelo.
O corralor Miguel Carneiro, far leilSo
no dia aabbado 22 do corrente as 10 huras
da manh3a no seu armazeni na ra do Tra-
piche n. 40,de urna porg.lo di c idoir.is ame
ricanas, com pouco uzo, e outras de jaca-
randa, mezas, bancas, consollos com po-
dra, piannos, novos e uzadog lustres,c ui-
lienos, lanleroaa, louga, vidro e outros
muitos objeclos por lodo qualquer prego
assim como urna porg3o de rap da Babia a-
ri preta Pedro 2 *, e excellente tinta preta
para escrever.______ _________
RECBBEOORU
Reo
luiz :
Reo :
lu:
Sabe que ha urna lei que pro-
inlroducgao de Africanos no Bra-
senam necessarius 5U0 25
CavalUria.--5,000cavallei-
ros desmontados exigiran. 125 6 1/4
120 cavallos il 111 11 :.i 11.I 1
20 wagons e urna niacliiua
5,000 cavallos oecessitaro
de......... 833 41 Vi
Arlilbaria. ~ 10 bateras
Lina balera se compe de 6
pegas ;lrata-se, porlanlo de
transportar 60 pegas, para as
quaes, sem contar os caval-
los, ser3o uecissanos. l'-i 6
tnili 111, urna pega com os
seus tres caixe* de muni-
gOes, oceupaudo 24 cavallos,
60 pegas suppoem 1,440 ca-
vallos, os quaes demandan. 240 6
1,818 90'Vu
Assim, pira tnnsporbr um exercito de
25,000 homens de iufantarii e cavallaria,
5,000 cavallos c 60 boecs de fugo, basta-
iiiin'.io poderosas machinas locomotivas
Supponhamos que para os accrssorios fos-
s-ni precisas mais dea, seria n por tudo 100
locomotivas.
As sete grandes liohll de caminho de
ferro que acabamos denomcar furn-'cer'i,
na lijp'iilic c desfavoravel que escolliamos,
sele veres este poder mecnico. Quando
estas linhas egtiverem em pleno exsrcicio,
ellas poderfio por consequencia, prir dis-
posigSo do governo urna torga -uilc ni
para transportar no mesmo instante, Qiir
para diversos pontos, quer em urna sodi-
recgSo, sele exercitos como o de que damos
a composigSo, isto he, um drses exercitog
ue pJem, nao j mudar a -mi de urna
Italia, ni. s conquistar o mundo inteiro!
Aos clculos precc lcnts far-se-ha talrez
urna objecgSo, e he qne se as corap'ohias
das seis ou sete grandes linhas que ^e irra-
diarlo em torno de Pars devem possuir as
machinas necessarias para o transporte de
um exercito como aquelle de que tenho
fallado, e de todo o seu material, ellas ca
recerSo talvez de wagons. Em primeiro lu-
gar, he evidente que essas compendias te-
rao uin 1 quantiado de earfOl BOUCO mais
ou menos em relacSo com o poder conecti-
vo das suas m chinas, mas se esses carros
fossem insullicientes (este be dos casos que
be pemiiii 11 prever) quem impedirla que
0 estado tivesse nos seus arsenacs um ma-
terial de transporte, assim como tem um
material de guerra de, toda a qualidadei1!
Nio se tem cquipagens de poules prepara-
das de anle-mHo ? Acaso em t'-mpo de paz
perde-se o babito de fundir pegas doirti-
lliaria, c de fazer espingardas? vio se
manufactura plvora que se deteriora, e
que se manipula de novo quando tem per-
dido parte da sua forga Y Porventura n3o
se fabricam obuzes e balas cuja superlicie
se oxida Y Emfim a administragao da guer-j
1 anuo tem por ventura em seus armzens
grande numero de carros ecarretas? Tu.lo
isto tem cusa.'0 e cusa diariamente muito
dinbeiro, e pouco seria niceasari > accics-
ceiilar para que seadquirissu um material
de tran-poite de-tinaio a completar, no
caso de neerssidade, o que fosse preciso
para o pleno exercieio dos eaminhos de fer-
ro; material cujo costeio seria pouco dis- da Rabia todos ladinos, com passaporleg da
pendioso. Bastara incluir no orgamento polica e entre elles 6 creoulos filhos da
urna verba especial para este objeclo. Egte trra.
artio nSo geiia demagiadamenle pesado :' Juit: -- Em que embarcago vinham ei-
5,000 wagons a 2,000 francoa urna um cus- aes escravos ?
tariam 10,000,000 por cada vez smente. Rio : No patacho Hermina.
Depois desla medida, ha outra cuja mi- jui'a : Era contra mestre desae pata-
clativa conviria que o ministro la guerra cho ?
tomasse. He da maior utilidade que se Reo : Era, sim, senhor.
possi. n'om momento dado, concentrar em luis : Quem ora o donoo desse pala-
urna s liuha o material de todos oscami- cho?
nhos de ferro que vierem iuteglar em Parg. Rio : Era um Fulino de Tal Cirvilho.
He para isto preciso que todos esses cami- Jei'i: O patacho sabio da Baha no da
oboe communiquem entre si por urna va 23 de junhodoanno passado ?
d* ferro Nada mais simples do que liga- Ro : Sim, senhor.
Im as mesmis iinmediagOes de Pars por luis : Com destino a que porto?
um caminho de ferro de ceinluro. Por este Reo : Vinhi tomar pratico aqu, enlre-
meio oiteagons e as locomotivas poderiam gar osegeravos e ia ao Ass receber um car-
passardeuma linha para outra sem dilli- regamenlodesal.
cuidad, e n'um volver de olhos.
Emfim, he para desejar, a vista dos ger-
vcos aue os caminhog de ferro poderiam
prestar-nos no caso de urna guerri, que se pretoa quait todos Bugaes ?
/ao.oo fosera elevado a 8,000 rs. para aquslles
"""""~ que na 1 tivci'iiui as\ij,-ii 1,10. No mesmo con-
tORIA )E RENDAS I NTfc.RISAS GE- 8U|,orlo> acha-se a venda tudo quanlo he
RAES DE PbRNAMBUCO. necessario para o estudoea pratici da ho-
Rendimentododia 18. 524,ol2 mo3opathia, como seja : livros impressos
CONSULAIK) PROVINCIAL. para historias da doentes, regimens apro-
diinenU)dodial^^^^^^779^943 pnados para a provincia de Pernambuco, e
^"^^^^ encarrega-se de mandar fornecer qualquer
JViVllTieiltO (JO pOrtO iencommendade medicamoulos homceopa-
------------------------------------------------ tilicos, tanto avulsoa como em caixas, em
lavios entrados no dia 18 glbulos como em tinturas.
Avisos diversos.
^
O abaixo assignado. diflnitivameote
responde a redaegao da iltevisla* que ae diz
Iliteraria, com exclusao do hbil traductor
do romance qu 1 se publica nease peridico,
que firmado em sua cansRiencia declara que
esaa cous de 14 linhas que em o n. 9 da
mesma Revista appareceu com o titulo de
soneto, nao 101 feito pelo abaixo assignado.
Oabaixu assiguado deve ser acreditado por
duas razes puderosissimas ; a primeira por-
gue, o seu tal ou qual eslylo nao secondiz
i.i.ie/.ar de sua curta intelligenciaj com as
phrazes bordalengas e capaduciasdesso poe-
ta improvisado; segunda, porque nenhuma
raz3o o forgaria a n gar ss alguma poesa
tivesse olTerecido > feito ao Sr. Cuimar3es.
Isto posto, o abaixo assignado roga a re lac-
gao da *Revista, que se entrelenha com
outros, pois lhe aconselha caridosamente.
Msnoel Rodrigues do Passo.
~ Roga-se a quem pour tiver, a remo-
gSo doscandieiros de cima dos batidos do
passeio publico, porque he lauto o azeile
Preciii-sealugar umi preta que coi!
nhe, o engomme : no aterrada Bua-vui/
I0J1 n. 48. "*'
PARA PASSAR A PESTA.
Alugaie urna boa casi no Mingojm,
passando a ponte do lado direito, com roui'
tos commodose muito fresca, tm 3 jsq.i
las dafronte, e 1 porta, com boa sala ,,.
frente, e outra atraz ; 3 quartos sot3o a co
loba fra, coni um pequeo quintil e ci"
cimba, o por prego commodo : a tratar n
ra da Cadeia do Recifo n. 30.
O abaixo assignado faz selente a tod,
as peaaoas que fizom obsequio de tratar
com elle sobre o seu unieo, e actual ojrn
de negocio, de dar dinheiro a premio j0
bre penhores de ouro e prata, e mais obiCc."
toa que nSo sBo de nenhum desses oietiei'
e ten actualmente penhores em sua m3n
que quanlo antes, da data deste a 30 uiiS
hajam de ir remir os sem penhores Bols
que o annunciante tem de se retirar desli
tpr a para lugar mmlo distinta ; e para in
eiro avilo das taes pessoas, e maior docul
ment seu, faz o presente annuncio. "
clfe, 18 de iiovembro de 1851. = Antoni
Teixeira Penlo.
Precisa-se alugir urna ama forra ou ca-
tiva, para fazer todo o servigo de urna casa
na ra da Cadeia confronte ao theatro Ve'
Iho.
De bordo do brigue nacional Carloi, an-
corado junto a ponte do Recife, fugio um
escravo preto por nome Bernardo, de esta-
tura ordinaria, rosto redondo, cabellos eras.
cidos, e barba no queixo; trajiva edga
ca misa de algodSo riscado : quem o appre-
hendere leva-loa ra dvCiden do h,.c-i('.,
n. 12, ou a bordo do mesmo brigue, sari
bem gratificado.
Proeisa-se lugar um escravo para ser.
vr em casa de homom solteiro : quem tiver
dirJa-sea ruada Cadeia Velha n. 48, M,
meiro andar.
Dallar & Oliveira, exporlam para o Ro
de Janeiro os seus escravos,Domingos e loa.
quim, creoulos.
Precisa-se do dous serventes para iS
obras da greja de W. S. do Livramento:
quem os tiver, rlirija-se a mesma igraja.
-- Gouveia & Leite, embarcan pan o Rio
de Janeiro, os seus escravos.Jos, pardo, P-
lippe o trancisa, pretos creoulos.
Altiga-se acasa n. i, da rus
da Cadeia de S. Antonio, propri
para algum advogado, ou socieda-
de : trata-se na mesma ra n. 9,
com Joao da Cunlia Soares Gui-
maraes.
Parahiba -- 18 horas, hiate brasileiro Para- I" ,\0 prelo : Palhagenesia dos medicamen-1 qus cahe sobre elles/que muitos estao inu-
hbano, de 37 1|2 lonelladas, mestre Vic- tos brasileiroi. i misa.ios, e mnguem se p le sentar: rogi-
torino Jos Pereira, equipagem 4, carga
toros de mangue ; ao mestre. Passagei-
ros, Manuel Joaqun de Souza, Jos Viei-
ia mas, Vicente Jos da Silva Lima, Ma-
noel Pereira de Araujo e .Maooel da Silva
aledeiros.
l'lnl ideii lu 42 das, briguo escuna ame-
ricano General VVorlli, de 188 tonelladas,
capilBo Jamos RacklclT, equipagem 8,
carga farinha e mais gneros; a Malheus
Auatn 4! Conipanhia. I'assageiro, W. ||.
Watwn,
Mais'all i 55 das, barca franceza Elizablb,
alimentos de anatoma e phisioloijia com es- j so maisao lllm. Sr. fiscal do Santo Antonio,
lampas, para os curiosos em boniccupathia. ] que d por alli seus passeios nocturnos.para
Itoga-se aos seohores USlgnantei o ob-
sequio de man lar receber seus exempla-
res o" consultorio homccjpathico da ra
das Cuzes n. 28.
Avisos martimos,.
Para Lisboa pretende sahir com brevi-
dade a barca portugueza Ligeira.i para
carga ou pissaceiros trata-s com o seu ca-
de 203 tonelladas, capilBo Heallo, equipa- pitao Antonio Joaquim Rodrigues ou com
gem 13, carga vnhos emais gneros; a Fraucisco Severino Rabello & Filho.
Me. Calmont & (.ompanhta. -- Para Maceia velleira sumaca nacional
A'at-i'o sahido na mesmo dia. Paraguass, sahe por estes oilo diag im-
ihia brigue sueco Suca, capitao B. An- petirivelmente, quem na mesma quizer car-
derson, carga farinha de trigo. regar ou ir de passugem dinja-se a ra di
i----- 111,a ^aa^a Cadeia do Recife n. 54:assegura-segero fre-
["" I ) I I AI le m*'s balo do que em barcassas.
Para o Rio de Janeiro, segu com bre-
vldade por ter parte da carga enganjada, o
Reo :--N3o me record o nome do dono. Jo |xouasruasda cidade om ca.-rogasou ca- "g.0"
Imc: -Sabio da Babia nessei patacho no va||s sendo 0 cuntrato por freguezias : os Francisco
da 2'Jdejunho do anuo passado? interesados podem apresenlar, ni casa di I
f.... C I I .11.. I ..I,. .1.1 ti:., IA I
A cmara municipal destl cidade con
Hala comquem por menosOzeraconduccfio veleiro '",ac" Ciernen .na para o reste- da
i. o....i....... j";.i.j~~ ..-.,...... r... carga ou escravos a frete : dinja-ae a JoSo
ac da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
ra o Para em direitura.
Reo : Sim, senhor, com destino ao mesma cmara, suas propuitas em carta fe- j A escuna nacional Emilia, da qual| he
Assu- ... u elud. Pago da camira municipal do Reci- ciptoe pratico Antonio Silveira Maciel Ju-
Jki conduza nesse patacho vu.tc e feem ae5s3o de 18 de novembrode 1851.-- nior.soguc para o Para em direitura, om a
oito protos :F. A. de Oliveira, presidente. Manoel Fer- possivel e costumada brevidade : quem na
Rio :Sim, senhor, conduza-os con reir Accioli, secel.rio interino,
passaporles da polica. jy^^^
J/a.A maiorpaite desses prelos,eram Irona runcs
Africanos Bugaes ? WCHH ayues.
/reo : Eram ladinos
Pela subdelegada de Santo Antonio se
I faz publico, que ful aprehendido na no i le do
e entre elles seis
ero mos.
luis -De quem recebeu na Bahia esses [JJ io orrenle u, quarl0 rujso com
prBA s De diversos, que os lov.ram a cangalha, que vag.v. na ru. da Paz.
bordo com passaporles. ... *:'*0.. ,
Ju/j: Sahe que esses Africanos foram Oe o^?01 Jo 'Um. Sr. directora geral da
importados no Brasil depois da le de 7 de | nslrugo publica fago saber a quem convier
uovemnro de 1831 ? Ihavendo o mesmo lllm. Sr. representado
Reo N3o sei, n3o senhor. .Sr- presdeme da provincia a inexe-
qubilidade do art. l7combinado com o art.
18 do regulamento de 121e mam deste au-
no relativamente as ferias, e exames das au-
las publicas de inalrucc3o elementar, bouve
luis : Sabe o motivo porque foi preso ? Io- Pur tei" Jler," ""''I" '' Ple
Reo : Por causa dos escravos. ? Jl regulamento. mandando que ...s re-
feridas escolas soj3o dadas as fe las no dn 7
de dezembro p. as quies terminar,e> no
dia 3 de fevereiro. Directora geral 12 de
Novembro de!851. O amanuense arebi-
Jwi;
hibe a
sil?
Reo : :\So sabia, nSo senhor.
J
luis : Que escravos sao esses de que
falla i
Reo : Os que eu trazia a bordo do pa-
tacho.
Mi : -- Em quo lugor foi preso ?
Reo : Na Parahiba do norte.
J.ii; : Os pretos que trazia a bordo fo-
ram i;ji' eli.'inii lo- '
Rio : Sim, senhor.
luis : O patacho trazia carga P
Rio : Ni ', senhor, viuha em lastro
.Im. : Sabe escrever ?
Rio : Se i, sim senhor.
SEGUNDO REO.
Jul; : -- lo no se chama ?
Rio :Antonio Congalves Lima)
Jiii : Donde he natural P
Reo : mi Porlo.
Jui;: -- Qual a sua profsso ?
Rio : -- A arte do mar.
Jui'i: Sabeo motivo porque foi preso
Mi Dizem que por trazer 28 esenvos
vista,Candido Eustaquio Cesar de Mello
REAL COMPANAIA DE PAQUETE INGLEZ A
VAPOR.
No da 20 desle me/, espera-se
o vapor Teviol dos portos do
Sul.o qual depois da demora do
costunie,seguira para Europa,
para passBgc n dirlja-sc em casa da respecti-
va agencia,42 ra da Alfandega-Velha.
mesma quizer carregar, ou tomar passagem, | pographia para B. V.
prohibir que se faga despejo; bem v que o
calor he muito, e com as miasmas qne exa-
la aquella despejo afugenta as pessoas, que
all procurara refrigerio a tanta calma : isto
Ibe pedeA palineira viva.
Precisa-sede urna ama moga para urna
casa de pouca familia, prefure-ae sor creou-
la ou parda : ua ra da Aurora n. 28.
Desappareceu no dia 16 do correlo 1
preto de non Concalo, cara bixigosi, gros-
so do corpo e alto, levou camisa j com as
costas rotas, caiga de algodao, he canoeiro,
o tem trahalhado no porto na ra Nova : ro-
ga-se as autoridad)! hajam de apreben le-lo,
e leva-lo na travessa doVeras n. 20, que sera
recompenslo.
Arrenda-se, e timhem se ven-le, urna
grande casa e litio, no lugar do Monloiro
margem do rio Cipibiribe, leudo a mesma
6 salas, e 8 grandos quartug, toda circulad i
de pateo, e varan las de ferro com algreles
para llores, grande quintal murado, com
casa para pretos, estribara grande, e muito
boa baixa de capim, e mais commojidades :
a tratar com Antonio Jos Teixeira Bastos,
iniviro los.i.s. lo o Pinto de Lemus Je Fi-
lho.
A possna que quer um caixeiro para
loja de ollicina procura urna carta, nesta ly-
entenda-se com o capitao, ou com Jo3o
Carlos Augusto da Silva, na ra da Cruz do
Recife, ail i/.'in n. 13.
Para a Bahia sahe com muita brevida-
de por ter parto da carga'prompta, a Suma-
ca nacional nC ululan mestre Jos Congalves
Mni,as para restante da carga, c passageiros
a tratar com o mesmo mestre ou com Luiz
Jos de Si Araujo na ra da Cruz n. 33.
Para o Hio de Janeiro.
Vai sahir cora a maior brevida-
de possivel, o veleiro patacho bra-
sileiro Valente : quem ni mesmo
quizer carregar, embarcar escravos
Quem anounciou neiso Diarij precisar
de um homem pira caixeiro de ofllcina, di-
nja-se a roa esfejta do Itozano, na venda
da quina da ra das Trincheiras.
OITerece-so uma mull t de idade me-
dia para reger e servir a qualiuer casa de
homem solieiro,Urnbam emende do cosioha
Desappareceu no dia 16 de novembro
do correte auno de cata de sau senhor o es-
cravo de nome Paulo, cabra, de dale qua
representa 45 annos, alto, cheio do corpo,
um pouco descorado por ter padecido da
fri ihl ule ; e ainla hoja tem os psum tanto
encbados,bastaote barbado, olha um pouco
baixo; levou caiga e can.Ua de algo-
dao azul e chipe, i preto, aleo disto umi
pequea troxa de roupa de seu uzo ; foi es-
cravo muitos annos da Sr". D. Maria Joaqui-
nade Souza Bacellar; que morou muitos
annos em Nizaroth o boje nesta praga, re-
commenda-se acaptura do mosmo asauton-
dadea, eos capitSes de campo ; e alguma
pessoa particular, que o mesmo aprehenier
ser generosamente recompensado pelo di-
to seu senhor Joaquim Joi Din Perein,
morador no atierro da Boa-Vista o. 14 a
se protesta contra quem o tiver oculto.
~ Alluga-se o primeiro andar do sobrado
n. 24 ra da Aurora muito fresco, e com
muitos commodo : a tratar na mesma ra o.
28.
--Domingo 16 do correnta desappareceu
uma escrava de nome I.aurinda, que apou-
cos das petencii ao Sr. Joaquim Ignacio
Ribeiro,a qua tem os aignaes seguinles: es-
tatura regular, olbos repudiado-, beigos
grossos, uagao crioula, levou vestido de
tarlatana cor de rap, saia branca e 3 cami-
sas, e brincos de ouro de Olagnoa,represeo-
ta t-ir 20 a 22 annos, roga-se as autorida-
des policiaes e aos capitaes de campo quei-
ra captura-li e lara-la na ra da Senzalla
Volha 131, que ser recompencado.
O abaixo assignaJo pede as pessoas que
cosluiiiuii a pagar os bilhetes premiados di
lotera do Rio de Janeiro, que nSo paguem
ao vigsimos de n. 1918 da dcima oitava
lotera do theatro de S. Pedro de Alcntara,
se sahir algum premio, por que o abiixo
ssignado opordo; cujo bilueti tem ms
costas dous nomes, Antonio e Eu-
zebio.Euzebio Baplsta da Silva Rom.
- Precisa-se de um caixeiro de idade 15
a 16 omos qui entenla de venda : em Fon
da Portas, na ra do Pillar n. 147.
Precisa-se de uma ama que siibaen-
gommar e c ismlni-, pin casa de pouca fa-
milia; no Maoguinho junto a padaria io
virar para a baixa verde.
Aluga-se pelo lempo da fasta, uma ca-
si no Pog da Panella, a margem do rio-
3uem a pretender, dinja-se a botica di ra
o Queimado n. 15.
-- Aluga-se uma grande sala, com elcova
estrangeira e o mais arranjos; quem de seu L "* *lufse uma_ grande sala, com alcova
presli.no se quizer Illa?, dlnj.-se a ?ua !" ^JrZl^'Z' 'i me,n "'"T'
Velha na Boa-vista n. 77, prime.o andar. Zll?-Z...iVnr" T "'/ V*"***f"
\li,.,,.-, milla : quem a pretender, dinja-se arui
VUeurjo.
O abaixo assignado, morador nis Cinco
Pontas n- 4, faz publico a todas as pessoas
quo tiverem penhores em sju poder, seja
qual fura qualidade, os resgale da data
deste a jodias, do contrarise ven le u para
a Inte, OU ir de passagem diri- pagamento. Manoel Joaquim Pinto Ma-
Jmis i Traiia carga ?
Rio : -- Vinbi em lastro.
Jai'z : Vinham a bordo
do mesmo 28
THEATRO DE SlZiBEL,
Achando-se a aenhora D. Maria Amalia
Monteiro bastante encommodada, deixa de
baver o espectculo annunciado para boje,
19 do correte, licando transferido para
sabbado22. __
Theatro de Apollo.
ir. RECITA DA ASSIGNATURA-
Quarta-feira, 19 Depois de uma bella ouvertura, subir
com lodo o brilbanlismo o maguilico drama
O PREVOSTE J)E PARS.
Personageut e actores.
Samuol l.evy, oSr.Senni.
Sime3o, oSr. Cyrillo.
O Prevosto, o Sr. Amoii lo.
Eric, o Sr. Telles.
L'ui Ahbalc, o Sr. Jorge.
Sara, a Sra. D. Joanna.
Rachel, a Sra. I). Soledade.
CorlezOes, sol Ja Joa, salleiJores, etc., ele.
Terminar o espectculo com a jocosa
comedia em 1 acto
O Judas em Sabbado de Aleluia.
ja-se ao capitao do mesmo Fran-
cisco Nicolao de Araujo, na praca
do Commercio ou a Novaes &
Gompanhia na ra do Trapiche
n. 34.
-- Para o Cear o hiate N. Ollnda : tra-
tar com Manoel Dias, na Senzalla Velba n.
134.
Para a Bahia, o hiate Ligeiro, porj
ter alguma carga : quem quizer carregar ,
ou ir de passagem, dirija-se a ra do Viga-
rio n 5
Para o Rio de Janeiro, sa-
hir com a maior brevidade pos-
sivel, por ter parle da carga en-
gajada, a bem condecida escuna
nacional Maria Firmina capitao
Joo Bernardo da Roza : quem
pretender embarcar carg na mes-
ma, ir de passagem, ou embarcar
escravos, pode entender-se com o
mesmo capitSo, ou com o consig-
natario Luiz Jos de S Arrujo,
na ra da Cruz n. 33.
Para o Porto.
Sahe com a maior brevidade
possivel, por ter parte de seu car-
regamento, a linda e veleira gale-
ra portugueza Bracharense tem
acetados commodos para passagei-
ros : quem na mesma quizer car-
regar, ou ir de passagem, enten
diado Cuimar3es.
Esta tratado a compra da casi de taipa
na Cabanga pertenceutea Jeronymo Sebas-
tiaode Alencastro, sealguem tiver a recla-
mar dirija-se uestes 3 das, as Cio Pon-
tas n. 4.
Hoga-se ao Sr. Jos Rodrigues do Paa*
do Amorim, armazem n. 39, e para ve-la na
ra da Senzalla Nova o. 42, sobrado grande
que faz esquina.
~ Preten lo-si fallar a uma Sra. viuva
por nome(parece)que alaria dos Cos, rm3a
de Vicente Tavares di Silva Continuo, so-
bre negocio do aeu interesae. A mesma ae-
ohora, ou quem a representar, poje dirigir-
se a ra Direita n. 89, segundo sobrado, to-
das as manhSes at o meto dia, ou desde o
anoilecer al as 8 horas, que adiar com
quem tratar.
-- Digo eu aboaixo assignado que tenbo
constituido nesta data por meu bastaute
so,o favor deappirecar na ra Nova, venial procurador ao Sr. Mauoel Antonio Pinto da
n. 50, a negocio qne ndo ignora. Silva, para este tratar de todos og meus ne-
-- Faz-se publico queoSr. J0B0 Baptista gocios, na ilha deS. Miguel, villa da Ribal-
do Araujo he senhor de una escrava parda Ka Grande e reino de Portugal.Francisco
de nome Maria, cabello corlado, e 2 nenies Moreira de Madoiros.
lirados na frente, grossa do cipo, estatura
regular, a qual partean* a seu casal, e da
qual deve dar parlilha a seus filhos orpbaus,
portanto na 1 pode ser veudida, nem hypo-
1 < 1.1.1 ; e quem fuer algum negucio com
a referida escrava nao flear com elle va-
!no. Declara-te que o Sr, J0S0 Baplta de
Araujo he morador em Pasmado.
Adverte-se ao Sr. Joao Luiz Vianna que
em quanlo nao pagaros aluguais que deve
da casa da ra da Alegra, tar a honra de
ver seu nome nesia fui lio.
A Sra. Emilia M.Unido, ou Mathilde
Emilia, appareceu no Diario de 17 de no-
vembro n. 260, declaran io que nSo inter-
-- Um mogo portuguez que pretende ar-
rumiir.se, se nlfer.-co para caixeiro de ven-
da por desle negocio ter muita pratica, as-
sim canio de qualquer uma escrrpturacao
partenceute ao mesmo : por isso qnem pre-
tender dirija-se a ra dos Quarteis n. 20.
-- P.-ccia-sc de-300,000 ti. a juros peiu
lempo de anno o meio, dando-se bom fia-
dor : quem tiver anuuiicie ou dinja-se a
Fra de Portas do lado uo mar grande n. 6.
-- i-se pao de veudagem a pretos, res-
ponsabilisando-se seus genhores : ua praca
da Boa-Vista n. 9.
Roga-se, a quem por engao levou um
chapeo de maa inJa novo com fumo de lu-
veio 00 pedido que flzeram os gormanlaias,'to no da 14 do corrente, di cna da asio-
para que Smc. fosse engajada novamente no ciacOo comuiercial dos legislas, que o man-
thealro de Santa-lzabcl, eu creio que uma de restituir para eniregar-se o que est em
aclns que foi Uo vivamente apptaudida to-
das as vezes que gelada apparecia em acea,
nSo ge rebaixava da sua elevada e puetica
pogicSo para pedir uma tal inaigniflcaucia,
be de crer que algum re, v. g. o ultimo do
Algarve lhe quizessecom este pedido recom-
pensar algum servido que a Smc nouvesse
feito a poelisada ictns, talvez no roubo da
Morena Branca.
Aben-Fabula.
Jos Fernandes Povoas, vai
eniregar-se o qu
poder do annunciante: na ra do Queima-
do.loja de fazendaao. 45.
Pede-se ao Sr. Stelita tenba a bondade
de lavar o livro borrador que lhe foi conna-
do pira extrabir urna cpia pesio* de quem
tomou, e que delle muuo nocesiila.
J aliio Jos de Araujo, remelle pare o Rio
de Janeiro os seus escravos de nome Fran-
cilino e Roberto crilos, de menor idade.
Esta justa a compra da casa terrea ni
a Macei ra da Guia n. 32, quem tiver qne reclamar
tratar de seu negocio, levando em sua com- sobre a dita cisa, dirija-se a mesma ru* n.
- panbia a sua familia ; edeixando por pro- 6, que achara coa quom tratar, isto no pra-
da-se como capitao Rodrigo Joa-|our\dor^mJtlLT"0 AntonJO,Jof F'- de8di*, fiados oSo se respoosibiliz,
"'. wj-iiavimuiiijuava I uande de CrvIho, o em segundo Alexia- por apotecas, ou divids que sobre diU
quim Correa, na praca do Gom-dre Jos d Ros*. 1 exist. a H


Rei.atos photogenicos, na ra No-
va n. 61 aeguado aniar.
, i pacheco, tendo de retirar-se pin o
Jr\': do sul, previne & quem quizer pos-
ft "'etratocora perfoita aemelhanga.quei-
;.diwr-e procura-lo at 98 do correle,
ataem quepretende parausar seus traba-
ES %.' ote'oignoSmeolo oue se
de ser meo '"Mote, o Sr. Joaqu.m M.
^^nSSi'osemqueh.ja outro moli-
*"?. N. ra do Crespo, loja n. 23,existe urna
carta da importancia par. o Sr. J080P.es
Brrelo! rematante da estrada do sul, e
ornignora aaua morada, por .sso se
fbe rosa queira manda-la procurar.
./Quem precisar de um rapar brazileiro,
do 1Sa 14 annos para caixeiro dailota de
u lazas, do que j lena pratica: dinja-ao
ruado Mundo Novon. 36.
Aluga-se um eacravo a meies para o
sarvico de urna typographia : na ra es
Ireits do Rozarlo n. 8. m^mma
aj# 999Mmw9W9wn
m Baen, commercial.
a> A commissSo encarregada pelos se* 9
* nhores accionistas do banco desta
provincia, inaulado boje 15 do oo-
vembro de 1851, convida aos senbo-
res que quizerem subscrevor para o
mesmo, a comparecerem na ra da
Cadeia o. 36, eacriplorio do Sr. ala-
noel Gongalves de Silva, at ao oieio
dia, dos dias uleis da prxima sema- 6)
na, aonde estar patente a essigna-'"
tura
a
- Na roa do Livramenlo n. 10 sobrado, Faz-se almnco, janlo, e mandi-se le-.pletamente montadocom apparelhos da pri-
sa dir quera d dinheiro a juro, e quem com muila limpeza e acei: na ra da Prala
vende um adereco, 1 volta, 5 pares de bro- var em casa se Cor praciso mesnia casa to-
cos, 4 medallas, buidos de punho, tranca- boceo do Carioca n. 9. Naa lavar e engom-
lins, aneldos, pulceiras, 1 coroa, 9 relogios, jmi-sa conla de roupa paro e perfeicfio.
I dito para senhora 9 duzias de colimes! Os Sri. Ldizria Marcineiro,Hanoel Jos-
de prata eoutraa obras deouro e prala. jcoimbrs, Jos Maristo Francisco Torres e
ApreencSo!! jquim de Suuza, Tnsne de Souza Rangol,
No dia 97 de outubro paaaado desappare- Henrique Jos Bori-em atrazdo tbeatro,
9
9
9
9
m
"Z. Aluga-se o 2. e 3. andar da ra do
fiU-Napolen Gabriel Bez. embarca para o
Bjo de Jauouo as suas escravas do nomo,
Joinna, Vicencia, ambas crioulas.
_ preciaa-se de um bom odlcial de charu-
teiro : trata-se na fabrica de licores da tra-
vesa da Concordia.
..Segunda feiralOdo crranle asIOdanoi-
UdeaUi'aforSo rurtados a titulo de aluguef
ocivallos da coieira junio do botel coinmer-
cioDoruminddividuoque diz cnamar-se An-
tonio Joa Coellio e morar na ra d Agoas
Verdes ; este homem he branco e represeula
de 45 a 50 annos.altura um pouco maisque a
regufar.rostocojiprido.euicasecabellosbem
piula loa.costuma irajar de casaca calcas, de
jic.do.chapeopreto.tudo bastante uzadoar-
liculanaixo muilo serio : sinaes dos cavallos
u o russo com pintas amarellas casliado.sa-
buso cortado.e denlesquebrades.uma sobre-
cana bem visivel, e ja queimada na mao es-
querda i>or dontro, tem lodus os andares c
muilo conhocido por serra branca.be ardi-
goe bstanlo gordo, espinhaco ruligo; outro
callando de mei afrento aberta us calcados,
muilo bom carregados baixo. mes osporo,
bem carnudo e grosso, denles inteiros o a.
herios do sima.orelhaa pequenas.uoia pella-
dura onde assenta o selicn, um delles lio
bem assiadoe outro sem arreios por assim
oler exigido o conductor dizendo que este
era para sua senhora ir montada, e que pa-
ra esse im linha arreios propnos e que so
cheijaviloa muribeca a tralarem do uu. bap-
lisaloe vollavao no segundo da porem a
demora e muitas indagares tem provado o
fuo: o nbme e morada foi falg*, e por isso
se roga-se as autoridades e gente do povo a
ponalo do conductor e cavallos e que sera
generosamente serio recompengauos.
- Dezeja-se fallar com oSr. Ignacio Jos
da Silva a negocio de seu interesal-, aouun-
ciaasua moradia para ser procurado.
-M.noe) de Aimeida Lopes, com osa
deconsignagBo para comprar e vender es-
cravos, tanto para esta provincia, como pa-
ra fura dola, mudou a sua residencia da
ra da Cadeia do Recife, n.5l, paraba ra
ceu a preta Anna do 40 annos da idade pon-
en mais ou menos, estatura ecorpo re'gelar,
rosto comprido, indica ter si lo mais gorda ;
he lavadeira, e qui tandei ra,he conhecida por
lia Anna, inculca-se de forra, foi algum lem-
po do Sr. Higuelinho inembro da familia
dos canastreiros.o ultimamonte do Reveren-
do Colalo Victorino Borgea morador na ci
dade de Olinda : roga-ae pnrtanlo as auto-
ridades policiaes e aos ca pililos do campo
prendam a mencionada escrava econduzam
a ra do Queimada n. 19 ou a ra deS. A-
maro n. 2,em Fora de Portas, que se gratifi-
car ; protestando-se uzar do rigor da Lei
contra quem a tlver oceulta.
Na ra da Alegra n. 42, precisa se a-
lugar um molequo para tratar de nm ca-
vallo.
- Oabaixo assignado, n8o he mais pro-
curador da extincta companhia de Pernam-
buco e Parahyba.e mora na ra do Apollo n
20, onde pode ser procurado aobro negocios
de recobimento de assucar,agoardento e ou-
tros quaesquer gneros de exportagSoque
Ihe forem consignados a commissSo; todos
os das uti'is das 8 horaa da manhSa as 5 da
larde, fura disto no porto voltio da Capuoga
unto ao porloda Sra. viuva Lasserre.
Jos Antonio de Souza Machado.
Companhia do Bebiribe.
SSoconvi la los ossenhores accionistas,
para a reuniSo semestral, em assembla ge-
ral, no dia 18 do crranle, pelas 10 horaa da
manilla, no escriptorio da uiesma compa-
nhia. Recife, 15 de novembro de 1851. O
director, JoSo Piulo do Lomos.
Compenhia do Bebiribe.
Ossenhores accionistas da companhia de
Bebiribe, pdem mandar receber 07" di-
videndo, na razSo de 9,500 rs. por apulico.
&H9&&9Q>9&9'*
9 Paulo alg;noux, dentista J
fi-ancez, olTcrcce seu prest-
moao publico para tollosos W
ni i-1< ri le sua proflssao: 9
9 pile ser procurado a qiial- *
uiier hora em sua casa, na *
ra largado Rozarlo, n. 30, *
9 segundo andar.
*#**.,* 5-a##,*tl*#W
Paga-se 480 rs., do vendagem por ca-
ada do azeite. na ra do Rozario cstreita
n 37 Na mesma casa vende-so urna lazan-
na de caca. __
15 Um sacerdote que tem pratica do 4
H ensino do primeiras letras, gramma- W
ttica latina e franceza, geometra, uiu- *
zica vocal ede alguna instrumentos, *
a) inclusivamente de piano acceila a
9 capellana de algum engenlio proxi- -
nioi esta praca aubjeitaudo-se a fa-
ja) zer sua residencia aonde tiver de 4,
exercer o ensino das referidas mate-
4 ras: a pessoa que com o mesmo qui-
4) zer contratar, oirija-se a ra Nova n.
8, onde sera informado. _____p
queiram fajar o favda pinho.
Consultorio horneo- ff
pathico.
'ZRua do Colegio n. 25 pri-m
metro andar. jj,
O Dr. I'. A.Lobo Moscoso,
d consultas gratis aos po- JJ
bres, todos os dias das 8 as #
laboras da manbSa.
Frtica qualquer operacao
la de cirurgia, ou de partos.
Becebe escravos doentes
para tratar de suas enfermi-
* dades.ou fazer qualquer ope-
5 raco, por preco commodo. t$
llWIWallalalallalWiilalitWii'i* *
Casa de commissao de escravos.
Na ra Direita, sobrado de 3 andares, de-
fronte do bocio de S. Pedro n. 3, recebem-
se escravos de ambos os sexos, pora ae ven-
derem de commissSo, nSo s livando por
esse trabalho mais do que 9 por cento, seo
ao levar cousa algunia de'comedorias, of-
moira qualidade para a perfeita confocefio
das maiores pecas de macbinismo.
Habilitados para emprebender quaesquer
obras da aua arte, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
attenQ3o publica para a sseguintes, por
"ni dellasgraude aorlimentojprompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
Irangeiro, tanto em prego como em qua-
lidade da materias primas e mSo d'obra
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstruccSo.
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos oslamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, moi nhos de vento eserraas.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilliOes, bronzes e ebumaceiras.
CavilhOes e parafusos de todos os taa-
nlos.
mentos doa parachos em todas as
1'tinccOes religiosas,e urnas eolecOes
de ancdotas, bons ditas,etc., ele;
otitras a confissao tras a linguagem iliis florea, fructas
e jogos de finezas de flores e breve
sabiro as de almanak, muito acres*
centado e corrigido : vendem-se
na livraria da piara da Indepen-
dencia n. fe 8.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4> vendem-se bi-
Ihetesinteiros mei os
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferrageos para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades eportoes.
I'rensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mSo e arados de ferros,
etc ,etc.
Alm da superioridade das suas obras, j
ferecendo-se para istotoJ. seguranc. pre- f*;fum,e^.','cr,,eci,la' RTa" r& JIC-
m>. ... n<,li!n*rravon i t-sllum garanlem a mais exacta conrormi-
cisa para os ditos escravos._ _..........;. dado com os moldes e dezeuhos remettidos
oitavos e vigsimos da 28. lotera
Taxas,pares,crivose boceas defomalba. a beneficio do Monte Pi, que se
Moinhos de mandioca, movidos a mao ou p,npra a I!ta no nrimp'irn vannr
por animaes, e prensas para a dita. espera a lista no primeiro vapor.
Chapas de fogao e frnos de farinha. Allencao !
Canos de ferro, torneiras de ferro e de Vendem-se 2 escravos do certSo, de muito .
bronze. bonitas lisuras, prop.ios para todo o servio .nieante preco de 610 rs.. que be para
mesmo para fra da terra.por pre0 mui- a?tb" i rapaziada, que
Vendem-se duaa bombas de
repucho, novas, proprias para ca-
cimba, por preco muito commodo
e mais barato do que em ouira
qualquer parte : na ra Nova, lo-
ja de caldeireiro de Andrade 6c
Leal.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacelo: na loj deseleiro da roa da
Cadeia do Recife n. 36.
Vende-se urna parelha de bois, filhos
do pasto de Pao Amarello, gordos e j a-
meslrudos no servico de carro e por preco
muilo commodo: na ra do Hospicio, ven-
da do lefio da ouro.
Vendem-se saccas rom fariabs muito
([liarlos rioa de mest e boa medida, pelo diminuto
preco de 3,000 rs. a sacca : na ra do Col-
iegio o. 21 e 25, venda.
<3" l'ara inalisar.
Na ra estreia do Rozario n. 43, vondera-
se presentamente latas com ajrmela la pei-
toral, pesando 3 libras cada urna, p-'lu
111-
ilumbas para cacimba e de repucho, mo- ou
na baralis-
to commodo: na ra Direita, venda a. 76, 8|nio.
esquina do becco dos Peccados Moraos.
Penetras de rame.
Vendem-se o timas peiteiras do aramo :
na ra doCabuga, botica 11. II.
Q09}99&& 9>99999;&9$}&99i
Vemlenv-Si' chapeos para pageos, ga- afj
Vendem-se lenco9 de fil de linho de
3 pontas, propno para as seulioras levaren
na cabeca quando v9o para a igreja, pelo di-
minuto proco de 1,1100 rs. : na ra Nova
loja 11. 2, atrazda inairiz.
-- Vende-se urna cabra (bicho) que d
bastante leite ; na ra estreita do Rozario
udezas, e da-se amos-
- Preciza-se de um portuguez que seja l~-'"""" ",U",BS B uezeunos remeiuuos vendem-se ricos sinl
perito em plant.cOes de sitio, e s.iba ".^'""0"* ?"e "dignaren de fazero 0|Uma moda de Paila I
rar formigas, quem estiver netas circuns-i>csencommendas, aproveitandoa occasiSe do n. ,6 |ojs de miu
tanc,-seuuizeUr.b.ll.arnosilonatraves-!PrRradecerem aos seos numerosos ami- lras.
sa do Remedio n. 21 eutenda-se com seu f" J'**"?*' Pre erenc,a com 1ue l,em Meias de seda,
propietario, o Porteiro da Alfandega deata i" Por elles honrados, e asseguram-lhes Vcndem-se muilo superiores meias de
cidade, na mesma repaiti'550 qaeavista da:Jue pouparao esforcos e diligencia seda, tanto cor de carne como preta, a 2,000
.' "_t------_A___ liara rnnl i n n r .i... m............. n ....... 11 ....! ,.
ra do Queimado n. 16. loja
les de ou ro e de prata, botos de me- 9 a. 8.
m lal branco, e amarello: ua loja de O'S$fJt#a)>90*9Wtt9999
9t sirgueim, nop.teod.i ma'riz. J 9 Panetela, urna nova fabrica do cha- !B
?f f f f****?**-* 'f *f f S rotos .1.1 llevara : na loja n. 2. da ra %
Ricos sinteiro. 0 Nova. 9
Vcndem-se ricossmteirosacbamalotados, >* i99im&99<9Q&9)999'9
na ra do Queima- IgWWtyiffVflp W^f ff*T'*
provaquederdesaberoqueacmasedesa- Paracontinuarerdamerecera sua conOanca. rs. 0'pir Iia
ja,edasuaboaconducU&.&. tratar-so-he COLI.EGIOESPIRITO-SANTO. de miudezas.
do ajuste. uirtclor, francisco ae Salles d wuquerqtie : Luvas
de pelica para bomem.
Deposito de tecidos da l'abri- ^
ca de Todos os Santos,
, na lialiia.
Vende.se em casa de Domingos AI- ^
ves Matheus, na ra da Cruz do Re- J
f> cifen.52, primeiro andar, algodao J
- Aluga-se o segundo andar de um so- Conti ocullegio Espirito-Santo, -sito Vendem-se luvas de pelica ponto loglez transadodaquella fabrica, muilopro-
bradona ra do Rangel.cum bastantes com- "" d" Moudego, do bairro da Boa- para l.omam, a 1,709 rs. o par: na ra do L P"o para saceos e roupa de eacra-
modos o muilo fresco : Na padaria franceza : Vista n. 44, um anno d3 existencia, e o seu Queimudo u 16, loj de miudezas. 09' s"" como Uo ProPno Pra re-
do aterro da Boa-Vita n. 50. director so compraz de haverro.lisado asa- .uvas do pelica para senhora a 800 rs. des depescar e pavios para vellas,
- Naauliga padaria da cainboa do Car- lisracSo de urna das mais urgentes necessi-
mo, a mesma pessoa continua a apromptar 'dades da paiz. c-ual seja a de um estab leci-
qual;uereucomme,idide bolos, como se- monto bom dirigido e regulansado, onde a
lambol.s sevados, iugbzes, podiiu, boli- 'Cidade rec-ha conveniente edueac.3o.
' ___ Rain ... : ii i ... .,..,,.,.!..,.. n i.......... .1
J
nhos e bandejas conforme o goslo, a mesma
Bem desanimado concebera o director do
o par.
Vcndem-se muito novas luvas de pelica
: a .i senhora, a 800 rs. o par: na ruado
i.iu miu I i ii 16, loja de miudezas,
Ligas de borracha a 200 rs o par.
Vendem-se na ra do Queimado n. 16,
Retratos.
O propnelario da oflicina, estabelecida na
ra Nova n 61, tendo de retirar-se para os
I orlos do Sul, previne a queai se quizor
ulilisar de sua art-, queira dignar-se pro-
cura-lo at ao im do corroote mee
Nos dias 14, 18, e 21 do concille moz
dopoif da audie. ca doSr. Dr. juiz da l*. va-
ra docivel, tere de ser arrematado ero pra^a
porvonda.osbena movis e simoventes.cons-
tosdoescriplo em m.lo do porteiro do au-
ditorio Joao Januario Sorra Crande, ponho-
rados a Elias Coclh Cintra, por exocuoSo
da Viuva e Filhos do Agoslinho llenriques
da Silva.
Aluga-se um sitio na estrada dos Af-
flictos junto a tamarineira, e defronte do si-
tio da senhora D. Marcelina.com urna uoa
casa com coinmudos para familia, coclieira,
eatribaria e quartos para pretos ; tem mui-
tos arvoredos de excellentes fru-tas, urna
da Cacimba, n. 11, aoude morou o ""fj'0! boa cacimba, de boa aguadobeber.eu.ua
Exm. vigario, Barrelo.onde conlinua, one- oulra sery(j r e |avari com sua
recendo-se toda a segura n^a precisa para os
meamos e bom trataiuonlo.
Paga-se 40,000 rs. mensaes por 2 ne-
gros ;ra servirem no theatro d'Apollo :
quem livor annnncie, ou dirija-se ra do
Apollo caaa n. 27 segundo andar.
O AV1SU. O
Adverte-se ao publico g
q que no dia a5 do presente, q
0 he o encerramento dos tra- $
^ balboa do estabelecimento O
Elcctrotypo. No aterro da O
O Boa Viata n. 4. Carlos D. g
Q Fredricka & Companhia. 0
Hotel no Monteiro.
Domingo, 16 do corrente, abre-se esle
estabelecimento com as seguales pro-
porcoea:
Sala mobillada e independente, para as
familias, que indo a paaseio quizerem des-
cancar.
Quartos preparados para dormida.
Espacoaa e bem arejada sala dejantar,
com capacidad de servir a 40 pessoas.
Sitio para reoreio e passeio.
Estribarla e arranjos para cavallo.
Coniiiia mensa I e avulao, preparam-se jan-
lares e prezuntos, aluga-se louca, vidrus,
bandejas, etc. etc.
Tudo por preQO muito rasoavel, e acon-
tento doa pretndanles
llhade S. Miguel.
Na freguezia dos Fennaes do N. Senho-
ra da Luz, DO lugar do Sonhor dos Afilelos,
que servo para reg
competente bomba : quem o prelendor di-
rija-se a ra do Rozario da Boa-Vista, n. 20,
que la achara com quem tratar.
JNova tinturara tranceza na ra
Velha n. 7/4-
Ahi tiogom-se obras de qualquer) panno,
e limp3o-se cazacas que fleam como novas,
tudo por prefo commodo. 1
Midama liosa llaidy modista bra-
sileira ra Nova n. 34.
Tem a satisfcelo de scientificar ao mui-
to respeitavel publico, edesllnctamente aos
seus freguezes, que seu estabelecimento do
novo se acha prvido de um esplendido e
vanavel sortimeuto de ricas l'azendas fran-
eezaa, as quaes so vendem por ,reco mdi-
co, oiisi.M 1 uno ro ni ricos chapeos de seda e
grozde naples franzidos e lisos, de flores|e
penachos,brancus e de cores.para senhora e
menina, ditas de seda e pallinha fina, com
abas largas de lindos eofeites para meuina
ecrianfa chapus de palha fina, redondos
para meninos de um a seis annos cbapeli-
nhas de palha fina enfeilados em Paria, com
Gta escossesa, briliuutes capotiuhos, ,...;
de seda e de groz de naples, furia-cores,
para senhora e mcuinas, ditos chamalole
preto para senhora, ricos cabeoOes de bico
de liuho lino ; do seda a imitacSo de blon-
da, e bordado de prata para bailes ou thea-
tro, guarnecidas com delicados enfritose
do gosto o mais moderno, ricas romeirss
guarnecidas de bico de liuho e lindissimas
litas, bonitas camisiolias de cunbraia e
fll de linho bordado para senhora, man-
i.iUis o peitilhoa de fil linha e cam-
raia bordada do ultimo goslo para seuno-
ra, ricas tocas da senhora de fil linho,
possoa incumbo-so a apromptar janlaros pa- collogio tspirito-Santo, uai lal proj C-
ra caas de negocio : camboa do Carmo lo, porque a todos os respeitos o considera |0ja de miudezas.
n. |i. superior as suas rorfis; mas confiado por Bonitas luvas de Irocal a 800 rs. o par.
_ Prpr-iui-se alurrar urna casa'I' p*irte D v ei de sua vonUdu0' nos Vendem-se luvas do troSal para senhora,
irecisa-se alagar urna casa dosoj.,s de seu coraclo, enos cunselhos de aSOOrs.opar: na radofjueimado n. f,
- amigos prudentes, n3o duvidara de o por |0ja de miudezas.
em pratica ; o boje suas esperances se r1C0S c,ch0s do nores.
acham ate corto ponto lealisadas, porque no Vendem-ss ricos cenos do flores, a 1,500
pequeo espaco do um onno lia o seu colle- rs. jlos ,i000 : a ra do Queimado n.
b'io colhido eicellentes resultados, sen lo jg loja de miudezas.
que nenhuin receio lem de offe-ecer re- [,UWI de 8di a 500 rs ,
commendaQao das pessoas que s3o capazos Vendom-so luvas pretas de seda, a 500 rs.
de apreciar trabamos desl< ordom. Ja por 0 pir nn ra do Queimado n. 16, loja de
diversos annuncios ha o director frito pu- miudezas.
blico, quanto inleiessa saber corea da .. Venie se superior farinha de mandio-
cconomia internado collegio.e ordem das Ca de Santa Catnarina, a bordo do i alacho
materias que nelle so ensinam, com a indi- JhrgariJa, lundiado dofionto do arsenal de
cac-3o de respeciivos professores, e dadas- Kuerra : trala-se a bordo, ou na ra da
sificacSo dos alumnos, e lal bu a conliauca ceui n. 33. com l.uiz Jos de S Araujo, aon-
quetememsi u em seu estabelecimento qu do tambeiu se vende saccas grandes com fa-
constauteinente ha convidado as pessoas rinha do Ccar
que o quizerem ve.ificar faz-lo por ins- ^,J9*9'99*t.9f)9s,9S$ peccao pessoal, visitando o estabelecimento v Ai tildarla & cacaaores. 9)
aqualquor hora do da llujo sobreludo o ^ Veulem-se Superiores luvas de re-
liriclorsedirigoaospaisderamilias mora- ^ troz preto proprias para uniforme de 9
lores fra da cidado, para quem muilo es- ^> artilharia e caoadores na loja de sir- >
na ilba de S. Miguel; existe tres alqueire,' ricas capellas de ores para noivas e madn-
de muilo boa vinba,ede muito rendimensl nhaade casamento, ricas guaruicOesde li-
lo, livre. edesenbaracada d qualquer duvi-l res brancas para vestidos de casamento, n-
da, como tudo se pode aqu pro var, os quaeal "aluvas de palica enfeiladas de branco pil-
tres alqueires de vinlia, se vende muilo em I los mesuios, ricos oorles do seda o groz de
cents o wor bsrstssimo proco somonte at noi-les lavrado hraneo para vestido de noi-
odiaStOdocorr'nte, vislo que'a nSoso ven- vas'.um gi ande aortimeulo de bicode blondo
der aqu, al este dia, se mandar ordem da largura de um deJo al um palmo, dilus
para aquella ilha, pelo vapor inglez Teviot, de seda largos e eUceilos, ditos de linho de
' largura de 2a 44edos,esparlilhosdepnmeira
qualidade para senhora e meninas de idade
de 7 a 12 anos, ricos leques de papel, pun-
tes tartaruga, litas largas de todas as cores,
crep de lodaa as cores, luvas prea para se-
nhora e meninas,ditas de pelica para homem
e senhora,lu .os seos para noivas,rioos cha-
peos de montara de palha onfeiladasem Pa-
ria para seuliors, veos de coi es de gaze po-
los meamos, rico assorlimenlo de gros de
naples fui la-cores para vestido que se ven-
de a vontade do comprador gros de uoples
edr de tosa,franjas c tranca de seda pretas e
do cui'.'s.tuiisa de suda branca,bom chama-
lole i reio' para voslido ou capolinho : na
mesma loja fazom-se vestido de casamento,
do baptisado, tocas de menino e de senhora
capotiuhos de todas as qualidades,ci>tn per-
fejBo e preco commodo reoebeai-se lodos
os mezes figurinos modernos,que impresta a
seus fregueses.
Quem quizer acabar de criar urna cri-
ante com leite, em sua propria casa, procu-
ro na ra do Cabuge, tereeiro andar n. .
que tem daqui passas no dia 20 para aii,
para la serum vendidas : a tratar na ra do
Alecrim, por detraz da ra Augusta, casa n.
8, as 6 horas da manhfia, e daa 3, as 8 da
Urde.
k Na casa da mod'is francezas de madar
me Miliochau Buessrad.as senhoras acnsrSo
Para passar as testas, sortimento de tudo o
4ue componba a toilette de bom gosto,taolo
Para cidade,como para o campo, a por pre-
tos mais raic-aveis sendo do qualidade igual
ao que ha em.oulra qualquer parle.
--Na casado modas francezas de mada-
ma Millochau Buessard, iccebeu-se pelo ul-
timo navio viudo de Franca, um grande
mmenlo de chapeus de tudas as cores o
Sualidades,e manteletes e capoliohos de so-
c de cores, e preta.juntamento com alguns
da cambrla bordada que todos se vendero
'"uito barato.
- Precia-sede urna criada, smenle pa-
ro servico de cozioha e compras, para
uoa casa de muito pouca familia : na ra
u Rozarlo da Boa-Vista, sobrado n. 32.
em Bebiribe, que seja na povoa-
cao, nao se olha a preco : a tratar
na ra da Cadeia de S. Antonio n.
(j casa da Viuva Cuaba Gui-
maraes.
AVISO AOS AMIGOS DOS PA-
CElS A CAVALLO.
Na ra do Collegio loja de
miudezas n. 3 ha pura vender ,
mantinhas de linho, chegadas l-
timamente do Rio de Janeiro, as
rimes sao muito recommendadas a
tod'S as pessois que sao calidas ,
pois sao muito frescas c se usam
muito na coi te deste imperio, e a
vista das mesmas se poder lazer
tima ideia pela sua grande uti-
lidade.
Mscales e boecteiras.
O arrematante do imposto dos mscales e
bocetoiras, deste municipio do Kecife, faz
cerlo aos meamos, que do dia 15 em daute,
dar principio a passar as ditas lcencs, o
a quem iuteressar poder procura-lo na
mesnia casa das afei icOes, certo do que nSo
serSo ;tiendi ios nos lempos das corridas,
sobre pretextos infunda los, pois quo para
isso so faz publico o lugar competente de
irem tirar a mensionada licenca.
Na ruada Guia n. 36, primeiro andar,
precisa-se de urna ama para o servico de
casa.
Attenco.
O afllrdor deste municipio gratilica bem
a quem llie der noticia de um roubo quo
soff'ou na noile do oa 14 para amanliecer
de 15 docoirenle; cousislindo esteom 4ca-
dairas novas de asseuto de palhinha, I mar-
co pertencente a cmara municipal, e 1 cai-
xSo pequeo com diversos ferros necessa-
rios a all iv'io : a pessoa que di-s i iheder
noticia recehor a graliflcscao offorecida, o
lhe guardara sogredo.
u abaixo assignado, tendo precisSo da
ir a diversas paites desta provincia, edas
Alagoas, paro activar as suas cobran(as,doi-
xa por seus procuradores a seus caixeiros
o outros, durante a sua ausencia.
Ignacio Jos da Silva.
guoiro, no paleo da matriz. *
9 ^9w9Ii9tVvvww9*9IS**S
Vende-se ou troca-se
por um cabriolet,ou carro,
n5o olhando-se a dille
#$S *)#44#9 9S^$*
Bons Carros para passeio! !
Na ra das Flores, defronte da co-
ebeira do SrJos alaria, abi iu-se urna

pecialmeuto foi o seu estabelecimento pro
jeciado. lio verlale inconteslavel, que um
dos embaracos com quo luta a eduCSQflO da
ni.. mI 'de nesta provincia, ne a falta de urna
casa de ensino, para onde sejam dc-vida-
ineni' enviados os (ilhos das pessoas que
haliilam fra da cidado. A ma direccAo dos
estudos primarios, a herda da moralidaue renca, un i-\i 11 111 c CiVallo, bas-
com que sao educados no lar palomo, a lal- on|0 |.oln andador- a tra-
ta dos disvellos que sao indisponsaveis ni ldn faoruo e om anuaaor. dir
primoia infancia, o descuido acerca da sa- tar na ruada ( .niela de S. Anto-
de dos meninos, sao obstculos quo dosa- n0 n< q C1)m Jo5o ja (Jimba Soa-
loiitam os pas de lamilla n& idea dse apar- .-, J
tarem do seus lilhos, om una Idade om quo r araes.
as primeiras impiossfli'S se porpetuam, e
doixam consequencias quo acompanliam a
existencia at a mais adianlada idado. lio
Vendem-se cortes de vesti-
do de seda chinezes, a i5,ooo rs.
sobreludo na renoofiodeasea embaracos quo o corte : na loja n. .'!. ao pe do ar-
lia peiuadu o director do collegio Espiri- o |nnn
to-Santo. Um methodo fcil adaptado
inlelligencia dos meninos, o respeito mais
a> por preco muito commolo.
CIDADEDE PARS.
\W*t*^u!uTts?
^ DE r.
xila lo Jolloglo n. 4.
Novo sortimento de chapeos de sol, para
homem e senhora, a sabor : -chapeo! do
sol de seda, ariiiac.no de huleia, de 4,500 rs.
para cima; ditosditos para senhora, de4,000
rs. para cima ; ditos de panno lino, de ar-
macJo de bu lem e de forro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos de armacao de junco, da
1,200 a 1,800 rs., todos limpos : grande sor-
timento do sodas e pannos, em pecas para
cubrir os mesmos, baleias para vestidos e
espartilhos do senhoras. Concertam-so to-
las as qualidades de chapeos deso, tudo
com perfeicSo e por menos preco do que em
outra qualquer parte.
inviolavel aos principios da religiflo, e da na rua da Cruz 39- .
moral, urna rogulandade de conduca n5o vende-se os pertencis da labr
prejudicida pela falla do refocillamouto ne- cla ,le faser phosphoros ; por c
Vnnde-se um 11 ni iuglez quasi novo
rica fran-
euto ne- """ commoJo
cessario as debis forcasda infancia, illimi- Preo inarM da Aurora veuda n. 24 se dir
tado disvello quanto salee tratamonto quem vende,
dos meninos, urna localnlade que prehen-l liailes.
cha todas as cundiereshygienicas, provi-l As mais bellas edelicadas cimbraias do
dencias acertadas e prudentes a respeito do 'sala da cores cliras ptimas para noivas.
alimento, dormida e mais-funcOes pliysio- bailes, Iheatrosem dias de galla ; ehegaram
lgicas nessa idade 13o impressionavel, eis a i..j, n. 33 da rua da l'adeia do Rsoifo onde
os pontos sobre que o directo tem appnca- se JSo amostras.e se vendem por precos com-
dotodoo seu estudo e cuidado; eajulgar modos
pelos resultados que ha coihido, elle se ani- (a-ciniras
ma uli uii'jr aos pas do familias, que llie ., _____, .
quizerem conliar a^ducacao de seus flhos,; <" ''" Pre,lns. a14'007 co.rle' ?? c-
.Jueocollenio Eapinto-Santo, he pro- res a 4.500, fazenda elstica e
prio para remover as duvidas que por ven
baa : na rui
di Cadeia do Recife n. 33.
tura cunservem aquellos respeitos". O di-! -Vende-se na rua do Queimado loja n
rector esoer. por tinto, que seus esforcos ?~,^fd?M^,Ide^g^,Sol?'
nao soi doprPec,.dos, e que o seu colijo -^lJS^^^^rio^Sl'mu^.o"^.?-'
honrado com a couihinca daquellas n a ,8"u, o ""O"
p win iori.Mii.,....-..--- ,tn lonrado com a couilnnca daquel as "".**.;"--------V, M,i, ,( .hi,
outra con este letreiro na (rente do peleas quo s.bem quanto vale urna educa- Pa'l-> a *222ttET?Z M
. edli, cu, -carros de aluguel ab. | Jao acurada, e que Uo progreaso o desenvol- do cores modernas 1,9,000r o corte, con
1 ld,""0.?t^lSr^r.SL[Tl^: ment d.ger.So n.scente, veemo ver- 7 varas e-taoqu.s, acabados
ros,cabriolis & &.por accommoda-
m do prefo.aui de todos poderem se re- ?
9 crclar nos bellos passeios de nossos ?
arrebaldes, em a festa que a porta $
A nos bate. SR
Precisa-se alugaruma escra-
va, que seja boa cosinheira c com-
pradeira, l quem a tiver dirija-se
a rua da Assumpco ou muro da
Fenha n. 16.
__precisa-so-alugar urna casa com sitio,
ou sem elle, na capunga, ou anda mais
perlo, com tanto que tenha banho noiio
Capibsr.be, e seja perto lolle : uesla lypo-
graphia se dir quem p-ecisa.
-- U Sr. A. Lacaze lem a honra de levar
ao conbecimento do respeitavel publico, que
acaba de abrir um novo eatabelecimeulo de
relojoeiro, no aterro da Boa-Vista n. 11, a-
onde se acha prompto para fazer quaesquer
concertos, mesmo os mais diQlceis que se
uodeiSo apresenlar, tanto en relogi.os de
algibeira, como de mesa o parede.

dadeiro gormeo de nosso engrandecmento
ede nosai futura prosperidn
BaaaaaBiBaoaBBiBBi
Caompras.
Vendem-se 50 palmos de trra de fren
te. no lugar da Capunga ao p da baixa ver-
de, livres e desembarcados: quem os pre-
tender dirija-so a ruada Santa Cruz na Boa-
vista n. 5, quo se dir qu-im vende
"~""-""""~^""" | Vendo-so um negro creoulo, com dade
Compram-se escravos e Vendem-sede 23 annos pouco mais ou menos, que cosi-
commissSo, para dentro o fra da provm- uha o diario de una casa: quem o proten-
cia; na rua da Cacimba, sobrado n. 11, on- jer dirija-se ao caes do Ramos, armazein n.
de morou o Sr. vigario do Recife. 'o que se dir quem vende.
- Compra-so un sitio feito ou trraspro-| Venham ver.
prias para levanla-lo, o qual porm soja a ]
Vendem-se na rua do Queimado, loja n.
margen, do Capib.ribe, tenha baixa p.,.' ~J-^-fg <%"^7..^M-
r .....n ,. mil alV.uiliuellS: IU tUi d Ara- ,7' C" .". ... ...__;' j
capim, eoutiasvautagens
:;'io, segundo andar.
-- Compra-si una reRnacao, ques*ja bas-
"m i mo aire :>ie.'i 11 : quo n a tiver aniiuiicie
por esle Diario, para ser procurado.
Compra-se urna palaria. que soja em
bom lugar, e esteja afreguesada ; e com-
pra-sea dinheiro i quem a livor aanuncie
por este Diario-
Vendas.
pe r i ores a 5,500 rs, cortos do casemirasd
cores escuras a 3,840 rs., dulas francezas
Basa a !'"- lUea 2V0 rs. 0 covadu.
cambraias francezas di cores modernas a
560 rs. a vara, pegas de cambrain liza mili-
to fina com 8 l|2 varas a 3.500 rs. cada pega
cortes de cassa piulada a 2,000 rs., e outras
l'azendas por prego muito barato, lum-.-e
as amostras com penhores.
l'ara Mosquiteiros.
A 2,000 rs. |'. 1
Venden-se na rua do Queimado, loja n
17, pecas de cambra la branca de red', n-
giodo l ., proprio para mosquileiros a 2,000
BOWMAN & MC. CALLUM, engenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro mui
respeitosamente annunciam aos Senhores
propietarios de engenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o seu estabelecimento
de ferro movido por maohina de vapor con-
| tina em effectivo ercicio, e ae acha com-
S.ilnraiu a luz. as iolhinhas im- rs. cada peca com 8 l|2 varas,
pressas nes.a typographia sendo' ^^^^T^tZ^^
de porta a 160 r.i e de algibeira meninos. Na mesma casa veule-se um bom
a 3ao rs contendo todas as de al- fagote para musiea militar na paasagain da
. ?/ i i j i Magdalena, casa terrea do lado direito antes
gibeira alem do calendario, a ue- uect,egar ponte grande,
finicao dos corpos celestes, astro-1 Vende-so um adereco de ouro de le o
, .* .. r de bom goslo por prego commodo: na pra-
logia, cometas, COIltinuacao uajada independencia n. 35. loja de calcado,
chronologia principiada, ha annos, Vende-se 1 Virgilio primeiro e I tabula,
:..:. j- j. .Ki.,,nn em muito bom estado e por preco commo-
uizo das mudancas de lempo pe- d0. n, rus d, SeuMlu vJhtBi 70# priaoi.
los meteoros, tabola dos emoltt- j ro andar.
CftAXX ECONMICA EM MASSA.
Do insigne fabricante americano, James
Masson. A sua composicSo he feita de pro-
nnsito para lustrar com agoa o conservare
lustro, lano de invern como de vento ; a
(rande vantaue o que ha nesta graxa he a
eonservacSo do calcado, e lustrarem-se os
sapatosou bolins ainila mesmo mulla los,
i urna pequea lata aturar mais do que tres
roldes, e costar menos do que um. Voode-
se em barricas, ou porcao de duzias, no ar-
mazem de Vicente Forroira da Costa, na rua
la Madre de lieos, e na rua do Amorim n.
35, armazein de T^sso Jnior.
[Gantoia l'.ullu-l \ Companhia.|
tt Continua-se a vender no deposito
'f geral da rua da Cruz n. 52, o excel-
!i Iinlee bem conceiluado rap areia i
vi prela da fabrica de Caotois l'ailhetai 1
Companhia da Bahia, em grandes e 9
i pequelas porces pelo prego estabe-
j fMWWiWMHfnM
Em casa de J. Keller 5c
Companhia, na rua da Cruz n. 55,
ha para vender uui piano forte ,
egado ltimamente da Enropa
e com excellentes vozes : trata-se
na casa dos mesmos.
Oh ijue barateza!
Vende-sena rua Nova n. 8, loja deJ. Joa-
quimMoreira *i Compmhia, vendem-se lu-
vas de pellos muito frescas, e novas bran-
caa e do cor, para horneo) e senhora, polo
diminuto prego de 901) rs. O par ; dilas de
fio du Escocia cim um loqueziulio da mofo
por 320 o par j espartilhos para seuora, o
que lemapparocido de mellior ueste genero,
por 6,00c;um resto de sapaios demarroquim
preto, pos pequeos, a 1,000 rs. leiici dios
do role lo m luor gosto possivel, a 1.800 rs.
dilos de soda o 720, gollinlias de o mo. aia,
i i,ooo rs uvas de iui* 1,000 r., p.li-
nas brancas quo muiloserva u para toucas
echapeoziobosdo menino, a 500 rs. e outras
muitas fazendas de gosto e qualidade que
na mesma loja se vendero por baralissiuios
pregos.
Tinta em oleo
branca e vordo: vanlese no ariuizoni do
k ill. ni um i, .no is, rua da Crnz u. 10
Ciinentu
ultimamente ebegado, vendeu-
se por menos do que em outra
qualquer parte : na rua da Cruz,
n. io.
Espelho de parede
com ricas moldurus: venden-so no arma-
zem deKIlcmaonlrmaos, rua daCruj n. 10
Charutos de Havana
De superior qualidade : vendem-ae no ar-
mazem de Kalkinann Irmlos, na ruada
Cruz n. 10.


AGENCIA,
da fundic"o Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Ncstc estabeleeimento conti-
na a Jiaver um completo srli-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa
ra dito.
Para as escolas.
Vende-se no pateo do Collegio, loj do
livr azul a synopsis do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo Kxm. presi-
dente da provnola como compendio de lei-
Urae historia do Brasil as escolas prima-
rias da provincia.
Prego em brochura 3,560
Encadernada 3,200
-- Vende-se noarmazem da ra da Cruz
n. 48, o seguinte a presos rasoaveis.
Latas com bolaxinha de Alemanha.
GarrafOes com sevadinha.
irascos de vldro boca larga de todos os
tamanhos.
Sag muilolino.
Alvaiade lino.
ZarcSo esecante,
Ve'de francez,
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Baha.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assocar e roupa de escravos, por prego com-
modo.
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no llio de
Janeiro, em caixas de ioo libras
aortidas, de i a 16 em libra, etam-
bem de um s tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se eslo compenJio, spprovado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na
praga da Independencia, livrana n. 6 e8.
#t#* !*"'- ?*** ? ? >
&) ALCOUAO' PARA SACCUS.
vende-se muito bom algodSo parasa- v
eos de assucar, por progo couimodo:
0 em casa de Hicardo lio; le, na ra da ?
# Cadeia n. 37.
9 99999999999999,9^999
Peclnnxa.
Vende-se na ra do Crespo na loja da es-
quina que volta para a cadea, coites de
cambraia cor de rosa e de outras cores do
ultimo gosto a 3,000, 3,500, 4,000, e 4,500 ;
ditos de cassa-chia a 2,000 ; d.tos da expo-
sigo a 2,210; corles d" coila com 12cova-
dos a 1,800 ; cortes de fusto a 5C0 ; cor-
les d? calca de brim escuro a 800,960,1,120;
ditos de brim amarello de puro linho a
1,440,1600; lencos de cambraia muilo Tinas
proprias para mao a 320; e outras muila
l'azen las que se tornSo recommendaveis pe-
la boa qualidade.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
-- Vende-se um excellenle sitio em Be-
berlbe, perteneenteao Padre Francisco Jos! de S. Catharina : a bordo do patacho Va
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
Da ra do firum os. 6, 8 e 10,
lundicao de (erro.
O Vende-se um grande sitio no lu-
Q gardo Manguinho, que licadefronte Q
q dos sitios dos Srs. Carneiros, com q
0 grande casa de vivenda, de quatro q
n agoas, grande senzalla, coenoira, m
A estribarla, baixa de capim que sus-
J? tenta 3 a 4 cavillos, grande cacim- X
~ ha, com bomba e tanque coberto 5?
jjj para banho bastantes arvoredos de Jj*
O fructo : na ra do Collegion. 16, se- 9
O gundo andar. v
qoooooc oooo&qqq&oq
Moinbos de vento
eom bombas de repucho para regar luirlas
d bailas de capim : vendem-se na fundido
deBowman&Mc. Calium,na ra do Brum
ns. 6.8 e 10.
-- i:m ea-n de J. Kcller S Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o excellento e superior ritiho fie Mlu-
cellan, em barris de 5.*, lio muilo recom-
mendavel as casas estrangeiras, como ex-
excellente vinho para pasto.
Taixas para engenho.
Na fundigSo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de rereber um completo sortimeo-
lo de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptido embarcam-se, ou
carrogam-se em carrossem despezas ao
comprador.
DE VERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernago, a 500 rs. ,
cada um: na livraria n. 6 e 8, da praga da
Independencia.
Vendem-se velas de espermscete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller 1 Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vende-se um sitio pequeno na estrada
de Belm com arvores de frutos eoulras logo
a botar, i un casa do taipa coberta de palha,
troca-se por urna casa terrea na rna da
Praia n. 58.
Deposito de cal virgem.
Cunha c Amorim, vendem barris com cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos prego do
que em outra qualquer parle: na ra da Ca-
deia do Recita n. 50.
Azeile de carrapato da fabrica de
Arauin & Filhos, no Penedo
Este a/.eitc pela perfeigao cm que he
fabricado nSo 6 serve em lugar do azeite
doce e de coco, para qualquer qualidade de
caudieiros por mais delicados que sejo,
como he muito prelirivel a qualquar oulro
por dar urna luz mii* brilhanle, ser mais
durativo, e seu cusi ler mais barato ; uo
tem o cheiro desagradavel que exala o azei-
te de carrapato coinmum
4
DA
SALSA PARRILHA DEBRISTOL
salsaIaril "DECANOS..
A salsa parrilha deBristol data desde 1832, e tem constantemente manlido sua repula-
gao, sem necessidade do recorrer a pomposos anouncios de que as preparagdes de m-
rito podem despensar-se. O sucesso do l)r. Bristol tem provocado infinitas invejas, e
entre outras, as dos Srs. A. II. D. Sands, de Ncw-York, preparadores e proprielarios da
salsa parrilha conhecida pelo nome de Sands.
EstessenhoressolicilraoemlSWaageocia de Salsa parrilha de Bristol, e como nao
o pudessem obter, fabricar.to urna imitseo de Bristol.
Eis-aquiacartaqueosSrs. A. II. D.Sands escreveram ao Dr. Bristol, nudia SO de abril
do 1842, e que seacha em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, ele.
Nosso apreciavel senhor.
Ea todo o auno passado temos vendido quantidides oo'.sideraveis do extracto de
salsaparrilha de vm. e pelo que ouvimos dizer de suas virtudes aquellos que a tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara muita vantagem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um mei, ou cousasemelliante, loriamos muito prazer em o
ver em nossa botica, ra do Fulton n. 79.
FicSo s ordensde Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. II. n. Sands.
CONCLUSA^.
1." A anliguidado da salsa parrilha de Bristol, he clarameute provada, pois que ella
data desdo 1832, e que a de Sands s appareceu em 1842, poca na qual este droguis-
ta nao pode obter a agencia do Dr. HrhHol.
.' A superioridade da salsa parrilha de Brislol he incontestavel, pois que n3o obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porgao de outras preparicoas, ella tem man-
tido a sua reputagao em quasi loda a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todas as infermida-
des originadas pela impureza do sangue.e o bom xito obtido nesta corle pelo lllm. Sr.
Dr. Sigaud, presidente da academia imperial de modicina, polo lllustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos l'eixoto om sua clnica, e em sua afamada casi de saude na Gamboa,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de liveira, medico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
millem hoje de proclamar altamente as virtudes emeazos da salsa parrilha de Bristol
Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na botica do Sr. Jos Mara Concalves Ramos, ra
dos Quarteis pegado ao Quartel de Polica.
JN. B. Tem .saludo estes dias o annuncio da salsa parrilha de Bris-
tol, emraxto de se estar esperando, c como j tenha vindo, se pre-
vine ao publico, que continuadamente haver este precioso reme-
dio, e que no haver mais frita, assim como se pede desculpa as
pcssois que o tem procurado.
Sobrado em Goiaillia. iquandaipda parece que nao p,a
Vende-e, muito em conta, DWn colfi os calcanhares, costuma
um bonito sobrado sito ni ra andar calcado e bem vestido, |e_
do Meio, n. 58, avallado em vou urna trocha de sua roupa, n-
aioooooo, emo qual tem parte clusive calca e jaqueta de panno
rsula Mara das Virgens e sua/"0 "'> e m do maia algum
irmaa Joaquina Alvesde Faiva na (cacado, um par de borzeguins par.
importancia de 107,473 rs. quem dos, com botes de madreperoU
pretender dirija se a caza de Ral-
lima mi Irmaos, ra da Cruz,
n. 10.
Vende-se milho a 3,000 rs a sacca, pi-
ra acabar: na ra da Cadeia de Santo Anto-
nio n. 15.
-- No escriplorio de Francisco Severino
boa
na
Cliegucm freguezes antes que se
acabe.
delleseassemelha. Vende-se em barriz de
16 caadas a 2,400 rs. a caada, no armasen)
deJ. J. Tasso Jnior, ra do Amorim n. 35.
Inda continua n vender-se barato.
Cortes do cascmira prcla por 5,000 rs., di-
tos de brim escures de listras a 2,000 rs c
1,600 rs., dilosdc castor 1,120 rs rispados
de algoJ3o a 180, e 200 rs., riscadnhos
francezes a 120 rs. o covado, o muilas mais
fazendaspor baratissimo prego na ra do
Crespo n. 6.
r'arinlia.
Vende-se superior o muito nova farinha
Noarmazem de Marlins & IrmBo, na ra
da Cruz do Itecife n. 62, chegaram ultima-
mente os seguintes gneros de muito boa
qualidade : queijos londrinos, prezuntos
nglczes o do Porto, conservas inglozas e
francezas com diferentes frutas, latas de
salm3o, ditas de ervillias e sardinhas de
Nan'.es, ditas com bolachinhas inglezas ,
mermelada de Lisboa, mostarda, o muito a-
creditado cb do S. Paulo, caixas com muito
nem cm nada I superiores magas linas para sopa, glgos rom
por prego commodo ; e he na ra da Guia,
n. 32.
Vende-se urna prela da Costa ,
quitandeira, que paga um selo diario
ra da Guia n. 9,
Aos amantes dos lindos passarinhos
Na na da Aurora n. 32 vendem-se cana-
rios vindos de Lisboa pela barca Ligeiri,*e
vende-se por prego commodo urna armigao
de venda sendo composta de baldo feixido,
1 caixSo uvidragado, e oito parteleiras
guarnecidas,' e vende-se urna caza terrea
com cmodos para familia, bom quintal
champando, viuho de Xcrez, Madeira, l'u-
ccllas e Porto, garrafas com extrait de ab-
sinthe e outros muitos genoros, ludo por
mdico prego.
*.
Chapeos do chile.
Vendem-se chapeos do chile peque- "
nos a 4,000 rs. : na ra do Crespo 4
u. 23. m
AUB1KLADA DE LISBOA.
Chegada no ultimo navio, de su-
perior qualidade, em latas de dif-cacimb* n* ra da Guia em chaoproprio,
i.,.,,, ., ._. 1 quoronJo 10,000rs. mensaes.
icrentes tamanhos e por prego Vende-se o sitio de Santa Anna. qoe
commodo : vende-se na 1 na do lil'' den-onioda taberna de Niculo Rodri-
'nllpifin in.iwl-i A* P>:. 1 1 gues da Cunha, o qual tem casa com bas-
uoiieglo venda de francisco Jos|f.ntcscommodos e cupirfora.e diversos
L"*lte. pes de alvoredos com fructos : quem o pre-
Vendem-sp laltna ,1,. r,.,l, I tender comprar dirija-se a ra do Livramen-
cnuem se taijoas de cedro, t0> l>bern, n. 5 que ,chari com quem tra-
proprias para forro de sala e obras ttar.
Farclios de arroz.
Recentemcnte chegado em saccas, a prego
commodo, no armazemdoSr. Antonio An-
S ditas, tambem se 'nes, no Caes da Alfandega, ou a tratar com
de niircinciro; olea de liahacaem
botijas; remos de faia; cimento em I
de Lira; a fallar no mesmo sitio, ou
ra da Aurora n, 62, segundo andar.
Anligo deposito de cal
virgem.
Ka ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior ca nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 26:000,000 /s., na casa feliz.
Dos quatrocanlos da ra do Queimado n.
20, vendem-se os muito afortunados bilhe-
tes, quartos, oitavos, vigsimos, da decima
oilava lotera do theatro de S. Pedro de Al-
cautara, cuja lisia chega al o dia 20, a el-
los que estao no resto.
Cheguem freguezes a azendas
baratas.
Pessas de cambraia com listras de cores
com 8 varas, por 3,200 rs., cortos de dita
comsalpicos a 2,800 rs., ditas de cassa pin-
tada com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
escura por 240 rs, o covado, ditas pretas a
100 rs.o covado, dem para baados e corti-
nados a 2,400 rs. a pessa, cortes de chita
om 12 covados a 1,800 e 1,920 rs.: na ra
do Crespo n. 6.
Yin lio de Champagne,
esuiernir qualidade : venae-se 110 arir.a-
eoi Kalkmanu lrm3os Ra da Cruz, n. 10
Deposito de cal e potassa.
o armazem da ra da Cadeia
doHecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a pieros muito rasoaveis.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
sc de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra delta, para
o que se offerece muitas garantas
a scusdonos : narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Agencia de Edwin Maw.
Pa ra (le Apollo n. 6, arinaiein de Me. Cal-
inont&c Coinpanhia, acha-se cotmantemeote
bons aortiinerjtos de i..i\i de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas moendas in-
elraa todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
dita para armar em madeira de todos 01 ta-
inanhos c modellos o mais moderno, machina
hortsonlal para vapor, com (orea de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para cala de pulgar, por menos pceo que oz
de cobre, cicovens para navios, ferro logle
tanto cm barras como em arcos follias, e tudo
por barato preco.
farinha de mandioca.
A mais nova e maia barata farinha de
mandioca que ha no mercado, vende-se na
ra da Cruz do Itecife, armazem n. 13, de
Joflo Carlos Augusto da Silva.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 4a.
Vendem-se 50 aegoes da companhia de
Beberibe : na casa de cambio do Sr. Silveira,
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambo de sicupira 0 bracos
da ferro ; na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
lente, ou na ra do Trapiche, armazem nu-
mero 0.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
-- Vende-se farinha SSS muito
nova e de superior qualidade : a
tratar com Manoel da Silva San-
tos, no armazem do Aunes, no
caes da alfandega.
Novos gostos !! !
Na ra do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Dias,
vendem-se finissimas cassas francezas de ri-
quissimrs gustse novoi padrOes pelo bu-
rilo prego de700 rs. a vara, corte de Cam-
braia lizafazenda muito lina 2,2*0 rs., o cor-
te metade de scu valor i ditas com salpi-
cos a 640 rs, a vara, corte de cambraia
pintado de cor,dc gostos modernos 2,200 rs,
o coi te, superiores chitas francezas cores
muito lixas e de novos padrec a 210 c 260
rs., o covado, ditas estreitas cores de vinho
e de cafT e do ganga a 200 rs., o covado.
Fill de liuho bronco c de cOr propria para
mosqueleiro 640rs,a vara,brins Irangadoses
curo e cor do gauga com lisias miudiulias a
1,000 rs.. o corte, assim como oulras mui-
tas azendas por baratos pregos.
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei ., no aterro da Boa
Vista.
Morulla -ll|H lioll -.
.Vi fundigSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
oonslrucgSo muito superior
Aos amantes do bom e barato.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vende-si casemira prela,
a 5,000, 5,500, 7,500 c 8.000 ris o corte ;
ditas de cor, a 5,000 e 6,500; panno lino
prelo, a 3,000, 3,500, 4,000 e 4,500 ; dito
verde, a 2,700, 3,000 e 5,000 ris ; dito azul,
a 2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 ris ; dito cor
de rap, a 2,600 o covado : e outras muitas
fazendas por prego commodo.
Cheguem ao barato, chitas finas
a 6,ooo rs. a peca, e a i Go rs, o
covado.
Venrtpm-se chitas linas, de cores lixas e
de bonitos padroes, a meia pataca o coa-
do, e a 6,000 a pega : na ra do Qjeimado
o. 8, loja defronle da botica.
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, em sac-
cas desembarcada do patacho
Conceico, vindo do Rio de Janei-
ro, entrado cm a6 do corrente mez
de outubro, por preco commodo:
nos Hrmazens de Antonio Annes e
Dias Ferreira, no caes da Alfande-
ga : a tratar nos mesmos, ou com
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34.
Cal virgem em pedra
Chegada recentemente do Lisboa, em anco-
ras muito bom acondicionadas ; vende-se a
prego muito commodo : no armazem de
Silva Barroca, na ra do Trapiche n. 19.
Vende-se um selim em bom uso : no
armazem da ra Nova n. 87.
So
vende em pequeas porgues de ti- '''' ^ooseca Jnior: na ruado Vigario
au >>.> j .u I n. 23, segundo andar.
ZU l a ?,' arT"m SuPeor "P 5oo rs. a libra.
de Joaqun. Lopes de Alme.da. vende-se muito superior rap em botes e
--cnegaram do Rio de Janeiro o acham- meios boles, a imitagiio do de meuron, om
sea venda as lojas de livroidoSrs. Doura- caixas de 50 libras. lazendo-se alguma def-
tr-rrn a "VaJa 7 22iS*. 0,,e,0 e Antonio Unmin- ferengaaquem comprardelOO libras para
aicrro da Boa Vista, loja n. jgues na ruado Crespo, uns importamos lo- cima : na ra dos Quarteis loja n. 24.
18, defronte do tribunal do com- hetos intitulados--Verdades Ethicas-Poli- i Vendem-se cortes decasimi-
ticas-eEcconomicas.pelodiminutoprcgode ,-aucu, se coriesaecasimi-
500 rs. ra de tres e meio covados, a 4.5oo
Vende-se
mcrcto,
continua-se a vender riscados es-
curos, muito fortes, ptima fazen-
ila para roupa de escravos, c pelo
diminuto preco de too rs. o cova-
do e outras muitas fazendas ba-
ratissimas.
Na Praia de Santa Itita, armazem n.
43, de Manoel Jos Dantas, ha para vender
Jacaranda em coisoeiras e lros : a tratar
com Jnn Francisco da Cruz, na ra da Cruz
numero 7.
Vende-se no Maranhflo, a fabrica
de bugius stiarinas e sabSo.
Os administradores da liquida-
cao de Theodoro Chavanes, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
nlii'HM', na ra do l'iopontao, des
ta cidade ( porto dos remedios) ,
a saber : casa em que est mon-
tada a fabrica, com ao bracas de
frente e i5 de fundo ; a prensas
hidrulicas, orisontaes de torca de
0oo,ooo libras, cada urna ; i dita
vertical de forca de qoo,ooo libras:
3 grandes caldeiras montadas, pa-
ra o fabrico do sabao ; 'i ditas pa-
ra derreter sebo; tolos os perten-
ces necessarios para o fabrico do
stearina e sabio ; y eseravos en-
tendedores doservico geral da ia-
brica ; i terreno annexoa fabrica,
com 7 bracas de frente e i5 de
fundo ; i dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de (rente e
a8 de fundo : as pessoas quepre-
tenderem .comprar, pdem nesta
praca dirigirem-se a J. Jieller &
Companhia.
Vende-se.
Sal de MaranhSo, em panciros a commodo
prego, noarmazem do Sr. Antonio Aones:
no Caes da Alfandega, ou Iralar com J. It. da
Fonsecajnior, na ruado Vigario n.23, se-
gundo andar.
Vcndfl-se unu preta perfeits engom-
niiiTiiu, e cozinheira, com una cria de um
anuo, urna dita, sem habilidades porm de
boa conducs, o que se alianga, 3 prelos bons
trabalhadores de enchada, 2 moleques criou-
los de 16 annos, 1 molecote bom cosinhei-
ro, 1 pardo bom trehalliador de eneli'da :
na ra do Itozario n. 22 segundo andar.
-- Vende-se urna morada de casa terrea,
sita narua qo Padre Floriano desta cidade
n. 68 em ctiSos proprios, cuja venda se faz
para me remir urna hzptheca que na mesma
Casa ha, os perlcridentps dirijlo-so ao Car<
torio do Sr Tabeliam Cuilherme PaUcio
Bezerra Cavalcante, ra dssTrinxeiras, i| ;e
achara com quem tratar.
Vende-so um muito rico bergo do jaca-
randa, de muito moderno e excellenle gos-
tos com um rico cortinado para o mesmo,
ou sem elle; tudo muilo barato: quem pre-
tender, annuncia por esta follia, ou deixe l-
car seu nome na loja de lvros do Sr. Doura-
do, no largo do Collegio n. 6, para sur pro-
curado.
Vende-se urna gazula, sebista, ctlix-
miss.il, o podra, tudo em bum uzo e por pre,
go commodo ; na ra das Cruzas o. I.
um molequo crioulo de
annos, que por sua boa conduela prefere-se j
vndelo para a pragajna ra da Cadeia do Re-' e 1ua,r0 pOTMi ao pe do arco de
cien. 37,2. andar.
~ Vendo-so urna oscrava de mciaiiade
que sabe cosinnar, engommar, lavar, e fazer
o mais servigo de portas a dentro de urna
casa, a qual se vende por sua dona ter pre-
Vende-se cortes de cassa chita com
7 varas de muito bonitor padrOcs a
2,000 rs., o corte, na ra do Crespo,
n 23- F '
cTslo do valor T. X'S'.r **! "'"' de 21 ,nnos- d8 8UPerior qualidade, tanto
de s,nu TereV n ,.. '?a''"" '"" em barris de quinto, como engarrafado, por
IMdrclarrclo 12 casa onde morou o mdico prego, atlondendo a sSaqu.lidide :
no largo do Liframento n. 20.
Vende-se umcscaler de 30 palmos de
comprido, e um bote, proprio para qualquer
navio: na na do Amorim n. 36, ou no For-
(te do Matto, em frente da assembla, aonde
estao patentes.
m ~ Vende-se un moleque crioulo, de 12
- Venle-se a Uberna si a na ru. das ,nnos de idade, um casal de escravos de
vigo, assi m como 3 pegas de panno de linho
muito fino, tudo se vende barato : na ra '
do Queimado n. 14.
Vendem-se barris de oitavos com vi-
nho tinto da companhia do Alto Homo no
Pono : quem os pretender entenda-se com
ma'rnmn.X^n0 1" Mor,e,'"8en'e d. ms: ".. veado^e-oma .rrga-nov-.rd icipT-
r.mnmP c' ."mzeln d0 Srosc.ra, semboi: irata-se naCapunga no sitio
Lm?. 11! nd"S,0mr0Ufem:dThm*nta da Silva Alcntara, ou
lem para vender pipas, meias ditas, e barris no armazem de assucar, no largo do Pelou-
dequarto tambem com vinho tinto da dita
companhia : a fallar com os mesmos cima.
Burros.
Vendem-se burros muito emeoota : a tra-
tar na ra do Queimado n. 14.
-- Vendo-se um sitio a beira do rio, com
excedente casa, tendo de frente 70 palmos,
830 de fundo, com giando sala adiante,2
gabinetes, e 2 alcovas. sala igual alraz, mais
3 (muios o cozinha ; com mais de mil
palmos de cumprimento e 800 de largura,
com grande baixa de capim, terreno de boa
producgSo, excellenle banho ao p de casa,
e perto da praga por sor antes da casa For-
te : a fallar com Nicolao Gadaull na ra do
Apollo n. 20, segundo andar, ou ni praga
da Roa-Vista, na casa que o mesmo ali est
edificando.
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquella occasiao a-
lugra, o qual tem os signaes se-
guintes : castanho, barrigudo
dinas pretas, gordo e tem um ti-
Iho em urna anca; he provavel que
Rabelio & (itrio'vende-se barris com cal vir-'queira passarpor forro, he boliei-
gem de Lisboa chegada agora na barca aLi- ...-. j- I .,:. .. B.
geira,. pelo diminuto prego de 4,000 rs. Iro e. escravo ae fuUiz Antonio >i-
Vende-se urna ilha no lugar dos Reme- [ quena : quem o pegar le ve-o a ruf
dios, ao peda ponte dos Afogados, com 2 j i:aA.;a An lt*f,\, n. _
vivei'ros, 2 excellentes casa., muitos co-1 d? tjaCleia a "*" n' 2I 1** M-
queiros, e urna grande planta de capim, por ra recompensado,
todo o prego, ou tambem se troca por al- Desaparecen no dia 13 do correnta um
guia morada de casa nesta praga : a tratar j moleque de nome Mamede, crioulo, de'ida-
na ra d Cadeia do itecife, o. 54. de de 15 a 16 annos, bastante esperto sec-
- Vende-se urna escrava crioula de boni-' co do corpo, estatura regular, e ps rau-
ta u'gure, qoe cozlnba bem, e engoman al- j des; levou camisa de riscado azul, caiga de
guma cousa, e he boa quitandeira, e faz lo- [ algodSosinho azul trancado, e mais algumt
do o mais servigo de urna casa : na ra do roupa. Supc-e-se ter tomado a direccSo do
Apollo n. 22, segundo andar. (Bonito, onde mora o seu antigo Sr., de
-- Vende-se 40 travs do 31 palmos de quem aioda he escrava a mSi do dito mola-
comprido de boa qualidade, 40 ditas de 25 que: roga-se as autoridades hajam de tpre-
dito% e 60 mos travessas, 30 onxams hende-lo, e leva-lo 4 casa de seu Sr. o mi-
do 20 a 26 e outras madeiras por prego mui- jor Antonio da Silva GusmSo, narua Impe-
lo barato no armisem de roadeiras defronle lial n. 64.
do convento do S. Francisco. ,-j Desapparecou no dia 5 do corrale do
Vende-se por prego commodo urna ar-" engenho S. Jlo do Cabo, o escravo Valerio-
maguo propria para taberna, e a casa beba- alto, ebeiodo corpo, e espadaudo, cara cor-
rata, pois paga 10,000 rs. o tem commodos ta e larga, nariz chalo, ladino, um pouco
para nella morar urna familia, tem gran-* gago, com uns talinbos na cara por sardi
do quintal, cacimba, cczinba fra com costa; tambem tem urna marca de ferida
logan, aleen da'armagSo invidragadi, ha bal-jem sima do peitodop esquerdo junto aos
cao feicludo, e8 parteleiras, e 1 fra, na dedos. Ser muito bem recompensado qu?m
mesma taberna vende-se urna casa em chSo., o levar o dilo engenho, nu no Mondego em
proprio, e quo rende de aluguel 10,000 rs., casa do Um. Sr. commendador Luiz Gomas
Ferreira, ou ao engenho Fragoso, ao Dr.
Miguel Joaquim Carneiro da Cunha.
100,000 rs. de gratiOcagSo.
Roga-se as autoridades pohciaes, que cap-
turem o escravo Manoel, pertoncente a Se-
bastiHo Marques do Nascimeoto, fgido des-
de o dia 8 do mez de setembro. Foi
elle escravo do Sr. Gabriel Affonso Riguej-
ra, quem foi comprado ltimamente tem
28 annos de idade pouco mais ou menos, cor
fula, com falta de dous dentes na frente, a
de cabellos do lado esquerdo da cabega, que
se torna bem visivel por parecr ama co-
rda, tem olhos pequeos, beigos grossos,
sem barba, liaixo, corpo regular, ba olUcial
de funileiro. Trajava jaqueta de riscado
azul, caiga branca, camisa de madapoln, o
levou urna trouxa, conlendo caigas ejaque-
tas : quem o apprehender e levar i ra di
Aurora n. 62, receber-a gratificago pro-
mettida. Suspeita-se que fosse seduzido, e
por isso desde j protesia-se contra quem o
conservar em seu poder.
Desapparecou na tardo do dia 13 do cor-
rente um escravo por nome Joaquim tem os
signaes segualos ; boa estatura, representa
ter 35 annos de idade, falla desembaragidi,
ps grandes, tem lodosos dentes da frente,
nariz chato, quando anda estalaas juntas dos
joelhos, levou camisa de algod3osinbo brin-
co, caiga do dito azul, este escravo foi do
mato: quem o pegar leve-o a lypograpbia
imparcial a fallar com a viuva Roma que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
corrente, um prelo que representa ter 45 a
50 annos de idade, de naci cagange, baixo,
cheio do corpo, sem defeito algum no corpa,
levou vestido, caiga de casemira azul olara
de quadrose j velba, colete de selim prelo
velbo, jaqueta de brim pardo,camisa de ma-
dapolSo, chapeo de seda preto ; presume-so
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezardeser do serto no se julga que te-
lilla voltado : roga-se porlanto as autorida-
des policiaes e capitSes decampo, a captura
do mesmo, levaodo-o a roa do Vigario n. II,
terceiro andar, que se recompensara.
Auzentou -se na noule de 27 do corrente
o mulato Clementino de idade 20 annos pou-
co mais ou menos, magro,altura regular, e
talla muito mansa, costuma aodarcalgido
e bem vestido; lovou urna troxa de roupi, a
consta que levara um cavallo que alugn
nessa occasiao, o qual tem os signaes se-
guintes : castanho. barrigudo, dinas pre-
tas, e gordo. Me provavel que queira pul-
sar por forro : he bolieiro,e escravo de Luiz
Antonio Siqueira : quem o pegar leva-o i
ra da Cadeia-Velba a. 20 que se recompen-
sar.
- No dia 12 de novembro do corrente an-
no, desappareceu de casa do seu senhor o
preto de nome Thomaz, de idade 40 annos,
com alguns cabellos brancos na cabega, de
nagSo Mussambique, bastante alio, magro,
pernas linas, andando sempre muito direi-
to, tem carogos sobre o nariz, ligoal pro-
prio da nago; recommeuda-se a captura do
mesmo as autoridades e aos capilSes de
campo: quem o mesmo aprehender ser
generosamente recompensado pelo dito seu
senbor Luiz Gomes Ferreira, no Mondego.
rs., a dinheiro a vista : na lo
S. Antonio n 3.
Vende-se couve flor, em salmoura: na
ra da Cadeia Velha, loja do ISourgard n. 15.
Vende-se vinho do Porto de feiloria,
Vendem-se encerados de cores d
madeira, que servem para cobrir pia
nos e mezas dejantar: na loja n. 2,
da ra Nova.
rinho n. 5 e 7, de RomSo & Companhia.
Vende-se graxa em bexigas, por prego
commodo : na ra da Praia, armazem o. 3.
Loja amarella na ra do Cres-
po n. 4,
vende-se kelvina de seda, lazenda da ulti-
ma moda, para vestido de senhora, cortes
de Alexaodrioas de algodio e seda, a 12,000
rs., e outras muitas fazendas de gosto, che-
g idas ltimamente.
Escravos fgidos.
100,000 rs. de graliticigo.
lies*.par, no dia 12 do agostodo corrente
anno o cabra Romoaldo porem he de supor
que Iroque o nome, representa ler 45 a 50
No becco do Carioca armazem o. 9. da
annos pouco mais ou menos com alguns ca-
arroz pilado" br.nco, o ver'melho; *]1^*%^^&S:&
de brim branco su-
. levou urna troxinha
de roupa, e acduzo um mulato acaboucul-
do de nomo Francisco de idade 18 annos que
jam: arroz pnauo oranco, c vermelho ; di- for,in llura nnhri
lo de cisca, milho cm saccas e alquei'res ; X'fftod oz'nhoe calca de
farinha de Santa Catharina, e-de S. M.theus I f,V, cha "d? Mina Im
esleirs de pepiri, e tapiocas doM.r.nhao ffl^fflSJKS I*
1,200 rs. a arroba.
Vende-se 1 cama de armago muilo
forte, e com pouco uso; e i relogiu patente
suigo : na ra Nova n. 16.
Na ra das Cruzas n. 22, segundo an-
dar, vende-se urna linda escrava de nago
S. Tom, engomideira, cozinheira o lava-
deira de satino ; o um lindo escravo crioulo
de 22 annos, ptimo canoeiro.
Vende-se ou troca-se por urna proprie-
dade de casas nesta praga, um sitio na pai-
sagem da Magdalena, com excellenle casa
nova e muito bem repartid!, tendo2 salas,
2 gabinetes, 2 alcovas,! quarto para dis-
ponga, 1 grande copiar, cozinha fra, co-
cheira para cirro, e para 2 cavallos : terre-
no proprio, e com muitos pos de laraugci-
ras, figueiras, pitombeina, assifroeiras,
goiabairas etc., I bom tanque ; e 1 um bom
pogo d'agua excellenle; tambem se arrea-
da por anno se fizer conta : a tratar na ra
da Cadeia do Rocife n. 51.
AttencSo.
Vendem-se magos de moias de linho, ti-
nas e grossas : na ra da Cadeia do Itecife
n. 32, loja de fazendas, por prego mais com-
modo do quo em outra qualquer parle.
foi em companhia della o lovou chapeu de
couro, he seco do corpo.alto: eor decanella
boca pequea, beigos roxo^ cabellos esti-
rados e pretos, ps chaios e os dedos iber-
tos.quando ralla afela qnerer sor inglezado
he muflo pronostico, levou vestido carniza
de algodSo riscado americano e calca de ca-
zemira azul com listra ao lado, porem be de
supor que tenha mudado de trage.o Romoal-
do veio do RioCraade doNorte para onde ae
desconfa ter fugido.quem os pegar leve-os
a ra da Cacimba n. 11 ou a ra da Ca-
deia defronte de S, Francisco casa do Sr.
Rento Jos FeruinJes Barros, que receber
a graliflcagSo a cima, e se prolesti contra
quem os tiver ocultos.
BOA GRATIFICAR AO'.
Ausentou-se na imite' de 27 de
outubro passado o mulato Cile-
mentino, de ao annos de idade ,
pouco mais ou menos, magro, al-
tura regular, tem muito pequeno | theatro quecsgrutilicarabe
buco de barba e falla muito mansa,
5o,000 rs. de gratiica^ao.
Desappareceu a escrava Thceza, que re-
presenta ter 40 a 50 annos de idade; estatu-
ra alta,seccado corpo, cor fula, ps peque-
os e limpos, rosto um tinto comp ido, in-
dar espigado, falla um tanto itravessida por
ser de nago congo; anda quasi sempre de
sala azul, e panno da costa j usado, e tim-
bem com testa amarrada com uto ieogo;
esta prela veio do scrto do Brcjo da Madre
de Dos em lins do feverciro, esteve na pra-
ga oceupada, vendendo azeite da carrapato
at o dia 4 de abril do correle anno que de-
sappareceu ; suppOe-se esta prela estar em
lguma casa com outras da mesma nago,
visto o senhor da mesma escrava j lar dado
todas as providencias para o mato e que Dio
consta la estar: roga-se a todas as pessois
particulares e autoridades policiaos a captu-
ra-la e levi-la a casi de Joaquim Jos Fer-
reira no Forte do Mallo, ou ao scu senhor
Jos Antonio Pereira, 110 Brejo da Madre de
Deoa, que receber a gralicagao cima
mencionada.
No dia 9 do carrenle mez desaparoceu
uina escrava de nome Faustina com os sig-
naes seguintes : estatura baixa,cor fula,le'"
falta do denles na frente, quando anda es-
pal lu os ps para os lados, nos mesmos ps
tem urnas marcas brancas,lovou vestido de
chita azul, e saia azul uzada, esta escrava
foi encontrada no dia 10 na Passagem em
urna casa que est fazendo o Sr. Fousoca di-
zeudo ella que bia comprar ananaz para ven-
der, puranlo descouliu-so i]oe anda pelo po-
go ou caxaog:quem a pegar leve-a a ru do
Pilar em Fora de Poilas n. 123 que ser
gratificado.
Desde 14 do sclombio p. p. fugio
do engenho Jussarar a oscrava Maria Tiiore-
za ile 48 annos do idade,catalura regulai.car
fulla, oliioi grandes e abotuados, tem de
menos inca jo do dlo mnimo da mo. es-
querra ; ella intitula-so do forra o costuma
vender peixe, anda pela ribeira. e acba-se a
coitada por traz do virciro doMuoiZ ou suas
immeJiagOes: quem a acapturar love-a ao
segundo andar do sobrado n. 22 atrae do
m.
v v\Tyj'
M.TVif: FV-.i


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