Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04748


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Full Text
AnnoXXVll
Terca-feira 18
de Novembro de 1851.
N. 26.
DIARIO DE mPEMAMBIICO.
4/000(
8>ooo
meco subo&ivoIo.
Pioimimto Aduhtado.
pr trimestre...........
Por lemejtre .c4.........
Por auno .......
P80 D1NTPO DUIIM"T.
Poi auirtel ......
itotxchii>oip*iiio.
Para .... 23 deOutubjMInaa... (Sde^etbr.
Maranbao 28 de dito S. Paulo. 3 de dito.
Cear... 31 de dito. ll.deJ. 25deOulub
Parahlba. 10 de Kobr.'Babia... 31 de dito
DI. Di SEMANA.
4/soo
17 Seg. S. Gregorio
Taumaturgo b. ;
18 Tere. S. Romao m. ;
19 Quart. S. Uabel ral-
nlia de Hungra f.
20 Quint S. Flix.
21 Vnt. Aprsentacaodc
Notsa Senhora.
22 Sil>. s. (.cilla v. in. ;
23 Dom.S. Felicldadc.
AnDirwciAv.
Juitodt Orphot
!. i-.'i. as lOhorai.
I. varado civel.
3. i i i. ao meio-dia.
Fatenda.
3. e 6. ai 10 hu i.
2* rara do civel.
. t sabido ao wclo-d,
Relacao.
Tercas abado*.
' EPHaiXBKIDEI.
Creicente 30, a I hora c7 minutes da tarde
Chela a 8, as 9 horas e 2 minutos da t.
Mingoante 16, as 7 horas e 2 minuto*da rn.
Nova i 22, as 11 horas e 47 minutos da tarde.
niAitinnr. hqji
Primcira s 0 horas e 30 minutos da tarde.
Segunda s horas e 54 minutos da inanbaa.
riETiois dos conmioi.
Goianna e Parahlba, s icguuda e sextas-
fei ras.
Rio-Crande-do-Norte, todas as quintas-feiras
aoineio da.
Garanbuns e Bonito, 8 e 23.
Bba-Vlata, c Flores, 13 e28.
Victoria, s qulntas-felras.
Oliuda, lodos os dias.
NOTICIA ISTBANOUBA.
Portugal.
Ilespanba.
Franca ...
Blgica..
Italia.. ..
Alenmnlia.
Prussia ...
Dinamarca
Russla...
Turqua.
II de Onlbr:Austria.. 3de Outbr
8 de dito mu,i.i. .. 3 de dito.
8 de dito iSiiecia... I de dito
5 de dito 'Inglaterra 9 de Outbr.
3 de Oulbr K.-Unidos 24deSetbr.
5 de dito Mxico... 15 de dllo,
3 de dito. California 30 deAgostu
1 de dito Chlll. 26 de Abril.
I de dito Buenos-A. ti de Setb.
24 de SctbrJMontevideo Ude dito.
CAMBIO! DE 1 DI NOYENBHO.
Sobre Londres, a 28 3/1 e 29 d. p. 1/000 Firme.
> Parla, 331 por fr.
Lisboa, sem traniaccdes.
ETAIS.
Ouro.Oncas hespanholaa.... a1
Hoedas de 6#400 velhas. 16/000 a 18
de 61400 novas. 16/000 a 16
de 4W0...... 9/000 a 9/IOt
Prata. Pataf Oes brasllelros.. 1/940 a 1/9'"
Pesos cotumnarios... 1/920 a 1/920
Ditos mexicanos..... 1/740 a 1/76"
PARTE QFF.CIAL.
(13
MINISTERIO DA J US TIC A.
DECRETO N. 83*.DE 2 DE OIJTUBRO DE
1851.
Da reijulamtnto para at correiijues.
llci por licm, usando da faculdide que
me conferc o irligo 102 12 da conslitui-
cSo, mandar que se observe o regulamenlo
das correices que com este baixa, assigni-
do por F.uzcliio deQueiroz Coitinho Maiio-
so Cmara, do mou conselho, ministro e se-
cretario de estado dos negocios da justica,
que issim o teuba entendido o faca exe-
cutir. *
Palacio do Rio de Janeiro, em a de oulu-
bro de 1851, trigsimo da independencia e
do imperio.Com a rubrica de Sua Magos-
tado o Imperador.Euzebio de Queiro* Coiti-
nho Milloio Cmara.
REGULAMENTO DAS CORREIOO'ES.
CAPITULO I.
Do tempo e forma das correices.
Artigo I. Os luizes do dircilo devem urna
vez poraono abrir coireiQSo em cada um
dos termos que tiverem foro civil especial, e
cooselho dos jurados. ( Decreto de 24 de
marco de 1843 n. 276 ). Os Juizes munici-
paes aiadaquando eslejam subsliluindo os
juizes de direilo u3o poderSo fazer correi-
cSo, alvo se a comarca esliver mais de 2
anuos sen juiz de dimito.
Ai t. 2. as comarcas mi quo houver mais
de um juiz do direito ser le la a correicSo
alternadamente por cada um dellos, las de
modo que uo haja mais de urna correicSo
annualmente.
Art. 3. A correicSo durar* ordinariamen-
te um me/, mas poder ser prorogada por
mais triuta dias se a allluencia dos negocios
o exigir, devendo nesse caso o juiz de direi-
to dar ao governo parte circunstanciada e
immediata dos molivos, queexigiam a pro-
rpga{Bo.
Art. 4. A correie.no poder sur aberta ou
immedialamento dopois da sessSo do jury,
ou em ou 11 o qualqucr tempo dentro do au-
no, como for mais conveniente ao servido
publico.
Ar. 5. Ojuiz de direito guando livor de
abrir correicSo mandar publicar p*or edi-
taos coin a conveniente antecedencia o da
tinque se ha Jeachar nacidadeou vil la,o Jia
em que devem comparecer ante elle na casa
da sua aposentadora os empregados sujei-
tos correicSo, levan lo os seus tiluios, e os
livros, autos e papis, que conforme esto re-
gulamenlo Ihe devem ser apresentados, su-
jeitando so no caso do faltaren.) a i e-pon.,,i-
bilidadeou as penas disciplinares commi-
nadas.
Art. 6. No dia designado, aberta a au-
diencia geral da correicao pelo toque da
campanilla, c prog.lo do porteiro, assenta-
dos direila dojuiz do direito o juiz mu-
nicipal, de orpidos, delegados, subdelega-
dos, juizea de paz, promotor publico, pro-
motor dos residuos, thesouroiro e curador
geral dosorpliSos e advogados, esquerda
os solicitadores, tabolli0es, escrivSes e de
mais pessoas iodistinclamente, e na mesa
em frente da sede do juiz o escrivSo da cor-
reoso, enllocados porta os ofllciaes de
1-111,8, comecar a audiencia pela cha-
mada das pessoas, que devem compa-
recer.
0 escrivSo do jury servir de escrivSo da
correicSo tanto no civel como no crimo,
c um i nudo alm das obrigacOes geraos com-
nuns a todos os escrivSes as eSpeciaes im-
postas por este regulamenlo, o as diligen-
cia de que pelos juizes do direito furem en
('arregados. '<
Art. 7. Ao juiz municipal,e onde houver
luals de um ao das execucOes criminaos,
compete a publicarlo do edital, eilaco das
pessoas, que devem comparecer audiencia
geral, e a prcparacSo da lisia pela qual so
deve fazer a chamada.
Art. 8. A referida relacao alm do mi-
mes dan pessoas mencionadas no arl. 25con
tara os nomes dos administradores das ca-
pailas, juizes, sndicos, thesoureiros ou pro-
curadores das ordens tercerras, irmandades
e confririas, ou quaesquer olliciaes dellas
comptenlos para representa-las.
Art. 9. Fallando alguma petsoa mencio-
nada no ait. 25 ojuiz lhe impor a pena
disciplinar que tiver sido comminada,e con-
tra as pessoas do artigo antocedeolo proce-
der alm disto como for de direito
Art. 10. Feila a chamada,e mencionados
ua acta, que deve ser laucada em 11 vi o pro-
prio, os nomes dos que comparecern), fal-
taran e foram condemnados, ou absolvidos,
seguir-se-ha a apresentacSo dos ttulos com
que servem os empregados, e logo suceess-
vamenle serSo apresentadosuu autos, livros
o papis, que devem vir correicSo.
Art. 11. Os autos, livros e papis que de-
vem vir correicSo serSo entregues com
urna lelacflo em duplcala da qual urna se-
r devolvidas pessoa, cuja for, assignadi
peloosciivSo da correicSo, depois de con-
fehda coj) os livros, autos e papis apro-
sentados.
Art. 12. Feita a apresonla(3o dos proces-
sos, quo seisuccinlameute mencionada na
acta, deiiguando-s i o numero o qualidade,
ojuiz de direito aprasari os das e horas das
sois audiencias ordinarias, e encerrar a
audiencia geral.
Art. 13. Finda a audiencia geral, ojuiz
de direito se dirigir as prisas, e ah pro-
ceder conforme o art. 31 6.
Art, 14. O juiz de direito lora sua dis-
posieSo lodosos ofllciaes de juslica de quses -
quer juizos, e requistar as autoridades lo-
caes, ou so governo na corle, e piesidenles
as provincias a forca necessaria para as di-
ligencias, que forem de mistor.
Arl. 15 as audiencias seguioles proce-
der ojuiz de dircilo conforme o regiment
do juizo couimum.
Art. 16. As colas, despachos, sentencas
prnvimentosserao escupios pola propria le-
da do juix de direito, sendo as cotas e dus-
pauhos sine.nle rubricados, o as senlenc,as
cprorimenlosassignados como nomo por
inteiro.
Ait. 17. As cotas, despachos e sentencas
seiSo escriptos nos aulos e livros, e lance-
os em resumo na acta ; os provimentos
regulamenlo 11. 120 do 1842. Ord, I, I Til.
58 $25 8 27.)
6- Visitar as prisOes somanta para se
informar do estado, economia e inspeceSo
d'el.'aa afim do dirigir ao governo na corte,
e presidentes das provincias, as represonta-
[ gamentos e para as emendas de nullidadesiro de 1692. Ord. liv. 1 tit. 62 ,18, tit.
[com comminacSo ou imposicSo de penas|6)-
, disciplinares, ou responsabilidade ; ospro-| 9. Os livros das fabricas. (C. R. do 20
vimentos para a inslrucc.lo dos empregados I de jolln del598 lalv.de 31 de agosto
eomenda dos abusos com ou semcommi-|de 1784.)
nac3n. 10. Os livros da recoita, despoza, con-
Art. 18. Os juizesde direito, apenas fe-jtas, tombos, inventrios, compromisos, cois convenientos, eoutro sim para darem
chada a correicSo, remettero copias dos I contra tos, termos o accord3os, equaosquer audiencia, aos prezos afim de providenciar
provimenlos a secretaria de estado dos ne-loutros das ordens terceiras, conlrarias, ir-.sobreoseu livramonto o concodor luboas
gocios da juslica.e aos empregados a quom 1 mandados, hospitaes, alb'rgarias, assim corpus aos llegitimamenli dtenlos. (Art.
ror nocessario o seu conhecimonto ou exe-jcomo as escripturas, testamentos e ioslilui-| 341 Cod. do processo crimlnsl. Cap. 5. Sec
cucSo cOes, aue estivorein avulsas, o ostitulos.7. regulamenlo n. 12 de 1842. Ord. L. 1..
- -ssim como Tit. 58 14.;
Art. 19. Das cotas, despachos, sentencas'porque possuem bens de raz, i
e provimentos contondo smenle adverten-|as dispensis deamortisac3o.
cia ou emenda de abusos ou despachos dosj 11. Os livros da dstriuic.ao. (Ord. liv.
quaes nSocoubesanno juiso inferior appel-[l tit.^850
lafSo ou aggravo,'rrVn havera recurso al-
gum, mesmo quando a emonda ivs-es casos
seja acmpanhada do comminar;3i) ou nn-
posicSo de penas disciplinares ou responsa-
bilidades. ( Art. 52 e 59.)
Art. 20. A correicSo ser encerrada por
urna audiencia geral para a qual snrSo cha-
madas por edital as pessoas mencionadas
nos arts. 8 e25, o sendo aberta a audiencia
publicadas as cotas, despachos, sentencas e
provimenlos, ouvidos e deferidos os reque-
rimentos das partes tera lugar a res(ituirSo
dos processos entregando s pessoas que os
receberam, a religan assignada polo escri-
vSo da correicSo.
Art 21. Os escrivSes dos diversos juizes,
recebendo os autos e livros os apreseota-
rao aos respectivos juites para prem o
cumpra-se, e executarem 04 despachos e
sentencas. que nelles so contiverem, nSo
Ibes sendo licito ajuntar aocumpra-soqual-
querpalavra ou obs-irvacSo.
Art. 22. OstabelliSes a r-seiit.ir.lo lam-
Imiii aos juizes peranlo quom servirem os
livros para ficarem iuleirados o cumprirem
e fazerem cumprir oque Ihes competir.
Art. 23. Ojuiz de direito nSo poder le-
var coinsigo os processos da correic.3o, e
nem mesmoatajuelles quo instaurar com ex-
ceptu dos de responsabilidade
Os processos instaurados pelojuiz de di-
reito enrcorreic3o ser3o remettidos ao jui-
so ordinario para continuar a proseguir
nelles.
Art. 24. Ojuiz de direito (indas as cor-
reices emtoda a comarca dar ao govorno
na corte e presidentes as provincias, conta
circumstanciada dos processos do respon-
sabilidade que instaurou, penas disciplina-
re-, que impoz, data da abertura eencerra-
mento das crreteles.
CAPITULO 11.
Dos empregados sujeitus correicSo.
Art. 25. Sao sujo i lo, correir;3o os jui-
zes municipaes e de orpliSoa, delegados,
subdelegados.juizesdo paz, promotores p-
blicos, promotores dos residuos, curadoros
geraes, e lliosouroiro dos orohSoa, solicita-
dores dos rosiduos, tabjlliSes, escrivSes,
distribuidores, contadores, pirlidores, ava-
liadores, depositarios pblicos, olliciaes de
justics, carcereirose porteiros,
Art. 26. A' respeito destos empregados
compele aojuiz do dueilo em correicSo .
1. Verificar os lilulos com que servem
seus empicaos eolli nos,e se dolles pagsram
os respectivos direitos ; representar a neces-
sidade deserem suspensos os juizes munici-
paes e de oplia).-, delegados, subdelegados,
e juizes de paz que osliverem servindo som
apresonlarem titulo legitimo ; suspender
desde logo, participan lo-o ao governo, o a
auloridajje competente os oulros emprega-
dos, mencionados no artigo antecedente,
que se acliarem no mesmo caso ; nomoar
ou fazer nomear pela auloridade compotcn-
to quem sirva interinamante pelos omprega-
12. Os livros do deposito geral.
13. Os do regislo dos nascimentos e bi-
tos. (Reg. n. 798 de 18 de junho da 1851
artigo 22.)
Arl. 28. Deve o juiz de direito examinar :
1., se os livros ostSo libertos, numerados,
rubricados e encerrados por autoridades
competentes ; 2., se est3o escriptos por
pessoa legitima o pela forma que a loi pres-
creve; 3., sa a escripturacSo est seguida
sem in'.i.'i i o 11; in oospaco em branco, quo
se faca notavel; 4., so tem rasaras, risca-
duras e borrOes, c se as emondas e ontre-
linbasestSo rosalvadas; 5.*, se estSo sella-
CAPITUI.0 5.0
DasaltribuicOes dojuiz do direito em cor-
ruii,1o niiaiil i ao civel.
n;lo q
si: \\ |.a
Do quo he relativo a tdmldistraolo das pes-
soas e bens dos miis, e outras pessoas
miseraveis.
Art. 32. Comppete ao juiz de direito em
corre ei i, al n do disposto no artigo ante-
cedente :
1. Rever ase Jutas dos lulores, curado-
ros, o Ihcsouieiros dos orfSos, o quaesquer
administradores, emendando e reformando
as nullidides, orros, o irregularida les quo
n'ollos acliarem. fO.-d, L. 1 Tit. 62
Tit. 88 40 o 42.)
e indevidas, quando n3 i for ella da sua com
potencia, o depender do acedas regulares;
sobre a entrega dos bens julga los para o re-
siduo na Torna do artigo 35, e sobro a dos
legados pos nao cumplidos aos hospitaes
do districto ou a administracSodos expos-
Ioh, aondo n io houvsr hospitaes (Ord. L. 1.
Tit. 62. i,3i do 6 do novembro do 1827 e re-
gulamenlo de 9 de maio de 1842 art. 3.
5. -o eslnnsivas e applicavois aos tes-
tamentos as disposieOei relativas aos orlaos.
(Art. 32 1,2.5, 6 o 10.;
Art. 35. Constituo residuo > t.i s^r entre-
gue 3 fazenda n u-tninl : (Le de 4 de de-
zombrodo 1775 o Alv. de 26 de agosto de
1801; 1, producto da vonda dos bens de
ra/ dos testadores, quo al 40 annos forem
adiados em po ler dos leslamaiiloiios (Ord.
L. 1, Tit 62 22; 2. O dobro da valia de cou-
S-is por le nc mi"; a i /.en la dos testadores,
que os teslamonteiros comprarem para si
ou para outrem : Ord. cit. 7)3. Duas par-
tes do tresdobro em que forem condeuina-
dos os teslamentciros, no caso d>i perjurio;
(Ord cit 21.) 4. a perda do premio quando
os lostamenteiros n3o accadircm a i iiac.lo
para a prestaco das canias, ou tccudmdo
29, o jfrein ellas glosadas poralgum dos tros mo-
tivos onnunciados no n. 1. 1. d'csle arti-
2. Tomar as contas nao tomadas pelos go. (Ord. cit. ;; 9. II, 12,14 e 23.)
dos; 6., se slennos, autos o escripturas juizes do orfSos, ou para providenci.r sobre | 1. Constiluc residuo para ser applicado
estao lanea lo, o lavrados com todas as for, I ellas, assignando com a cominacSo \i pe-|aocumprimenio dos testamentos : 1. as re-
malidades e doclarac,oes oxigidas pela loi- as disciplinares ou di respoiisaliilidide o posices e indemnisa(;oesa que sao obnga-
o assignados pelas pussoas que devem assig
na-los.
D.ive o juiz de direito emendar ou fazer
emendar os erros que adiar nos meamos
praso dentro do qual devom sor ellas loma-1 dos os teslamonteiros quando as despezas
bens in Iciidamenle alheados e-n poder do
pessoas, que os huuveram do administrador
por qualquer titulo, ouvido 'previamente ><
pos-ui lor antes da sen tincado sequestro, e
ficando-lhes salvo o direito contra o admi-
nistrador. (Ord. I.. 1*. Tit, 62 54.)
Fsla l lie nales feitas pelos eonuMilos oordensje-
gulsrcs sem lic-oica do governo. (I.oi de 9 de
dezombro de 1830.)
4. Removeros adniinislradoros illegal-
mente nomeados intrusos, negligentes,
ou prevaricadores, nomeando ou fazendo
nomear quem os substitua vencando o
mesmo premio. (Ord. I. 1. tit. 62$$ 90 o
55. )
5. Suprimir e anoular os morgados e
e.ipcli i- instituidas depois da lei de 7 do
oulubro de 1835, sequestrando para a fazen-
da publica os bens respectivos se licarem
vagos.
6 Providenciar sabr os ornamentos o
misteresdo servico, e encargos pos da ca-
paila, aforanioiiio o aproveitameoto pos bens
del la como for do direito.
- 7. Crear quando o mo baja um livio
proprio e espacial para o lancamento das
e i pellas existentes, abrindn para cada tima
um titulo no qual se especifique a sua insti-
luc3o, tombo, rendimento, o a onumerac&o
dos bens de qualquer especio, o deixaudo
margeni larga em branco para as necorren-
cias, que apparecerem ( Alv. de 23 de maio
de 1775! declarando aquellas respeito da
das. (Ord. L-1, til. 62 29 ) forem glosa los ou por llegaos, ou por nSo
3. Dar tutores o curadores aos orfSos e,conforinos ao teslamento, ou por terom
pesoassemclhantes que os nao tiverem.(Ord.: sido feitas depois da cilai;So para a presta-
livros, e determinar emeonrormidade com I. 1." til. 62j32e37.) cao dasconlas : Ord. I.. 1. Tit.62>,12, 14 sobro publico duas relaces exatas das c-
a loi a forma e modelo do escripturagSo. t. Remover os tutores o curadores sus- e 23) 2. mng parte dolresbobro em qui fo- pellas quo oxislirem nos termos respectivos.
quaes so liver procedido nos termos dos
2 e 3 do Alv. de 14 deJaneiro de 1807.
8. Cnviar no fias de coneicSo ao tlie-
Art. 29. NSo vir3o correicSo os proces-1 peitos, os illegalmento nomoados, os negli- rom condemnados os testinicnleiros se por-
sos lindos j vistos nclla salvo havendo ex-- gentes o prevaricadores, e aquellos quo n3o jiirarom. (Ordcit 21)
prossa orden do juiz de direito, e com ex-, liouvsrem prestado llanca nos casos em quo S SerSo dadas com diligencia a execu-
cupcSo dos processos em quo elle liver do-1 a lei a exigo (Ord. L 1.* tit. 62 28 e C3 assintencis perlonconlos aos residuo
terminado ou aprasado algum acto ou di- 33. ) son lo ven I i los os bons dos conileinii idos
lignncia o comminado algumi pena ou res- 5." Providenciar sobre os inventarios em liistn publica no lempo o ni muir esti-
ponsabilisado. u3o comeQados ou retardados, emendan- bolccida as leis pira a venda dos bens dos
Art. 30. O escrivSo de o phSos he ohri-; do, reformando ou suprimindo os erros, dovedores da fazenda nacional. 'Ord. cit.
gado, sob pena do mulla de 50 a 100,000 nuli Jados,ou inogularidaJes, so aind la nSo S 17.)
rs., on.li oulra pena disciplinar, quo con- tiverem dado lugai a parlilliasque lenliaui 3- A arrecadnSo do relilUOSOr ull'ec-
forme as circumstancias merecer, a apro- passado einjulgado, caso en quo deverSo tuada ni prev loria onde llavera um livro
sentar ao juiz do direilo em corroic3o duas limitar-so a resronsabilisar os quodelaes abeito, numerado, rubnesdo o encerrado
re cOes oni d.ipeatii .- a p.-Kiuiiri dos in-, erros, nulidades ou irregularidades forom pelo rupeclivo provedor, para n'ello so lin-
vontarios lindos ou pendentes com declara- culpados. carem os nonios dos testamentiios, eos
Cao do termo em que se acliarem, edosno-| 6. Sequeslraros bausdosorpli3os epes- das loealida les em que estes residen), o va-
mos do inventariado, inventarianle, tutor sias sementantes comprados ain la quo seja lor ds quanlns arrecadadas. romearlas, e
e orphos respectivos; a segn la dos tuto-1 em hasla publica, ou havidos direda ou m- -npplicidas ao cumprimenlo dos testamen-
res obrigadosa contas, seus nomos e rasjj. directamente, pelos juizes, escrivaes, tuto- tos com as dalas da arrecadacSo e sabida
dencias, orphos resp'divos, com declara- res e curadores, administradores o quaes- das ditas quantias.
c3o do lempo das contas, e do quaes os quo quer ofllciaes do juizo procedendo contra. SI. As quantias a que livor direito a fa-
as aproseniaram, e quaes nSo, o so oblive- : elles criminalmente. Art. 147 col. criminhl zenda nacional sor remeltidas s reparti-
ra prorogacSo de praso e por qusnlo ord. I. 1 til. 61 7 e 38 tit. 88 30. I coc-s Aseaos competentes, das quais se co-
tempo. i 7. Prender os tutores e curadorese ad- brara coiihccimento de entrega, qu: ser
. O escrivSo da proveloria, sob a mes-! ministradores, quo liouverem dissipado.B junto aos aulos.
um coinmiuac3o, dever a presentar : l.,' extraviado os bens e rendimentos dosor-' Art. 36. Consi leram-so legados pos per-
duas relaco.'s mu duplcala, a priineira dos phSos e pessoas semelhantes, e delles o3o tencentes aos liospitacs, quonlo nao cum-
testamenlos apresenlados para serem re- lizorom entrega no praso legal, so n3o livn- pridosatc ser o testamenten citado para
gisladosal a sua data, com declaracSo dos rem bens,por onde pnguem, ord. 1.4. tit.102 dar cuntas, lodss as estillas do missis e Of
nomes dos testadores e testamenleiros, e 9., devendo inmediatamente ordenar que 'icio; todas as disposieos duixadas pelo
se procoda a forjnacSo da culpa. | testador em poito o arbitrio do lostamonlei-
8. Providenciar sobre os inventarios n3o ro por sua almo, todas aquellas deslinadas
eo ueenliis ou retardados, subro a effectiva Para objectos pios, c obras meritorias. nSo
arrecadacSo o legal iipproveitamenlo, appli- sondo para pessoas determinad s, ain la que
e destino do dinboiro o bens dos or-sou nomo naosuja declarado, como viuvas
suas residencias, nome do tabeliiSo, data
em quo foram feitas e abarlos, o tempo de-
signado para contas ; a segunda dos tesla-
monteiros obrlgados a contas, contondo os
nomes o residencias dos testadores e tosla-
mooteiros, datado testamento e sua aber-
tura, lempo das coutas, e quaes os losta-
menteiros que as deram e quaes n3o : 2.%
QQfiQ
pidos ; sobro a educac'io, ensillo, soldadas
e casamontos delles, conforme sua quali la-
do e fazenda, sobre a anuullacSo de con
urna relacSo em duplicata das capollas exis- j tratos, o alhcaces nullas e lesivas, i|uando
lentes com os nomes dos instituidores o nSo for ella de sua competencia, e depender
administradores, declaracSo dos encargos
pios, titulo da inslituicSo, njta ou docu-
mento donde ella consto : 3", urna rolacSp
om duplcala das ordens terceiras, confra-
riaseirmandades, existentes, sotn excop-
do ai 'es regulares, sobro a cobranca dos
alcances dos tutores, curadores o adminis-
tradores, com os juros resjecllvos, sobre a
indemnisag3o dos damnos ciusados pelos
tutores, Curadores, adminislradoros.ou pro-
quo forem culpados por faltt de cumpri-
menlo de lei, o prevaricacSo.
10, I'i.m onteudide que ojuiz de direito
em correicSo uo podo tomar conhccimenlo
dos invenanos se uo para o oxercicio da
ou pendentes, que vierem a correic3o ar- jurislicjo, que neste artigo so loe reconhe-
ligo 26 1 da le de 3 de dezembro de 1811) ca, assimeomo que essa JarildigSo nSo he
loim ser.lo millas transcriptos por m-
teiro.
As cotia escripias margem sarvirSo co-
mo simples advorlencia para as emendas ou
remissGes; os despachos para ordenar qual-
luer diligencia ; n sentencas para os jul
para procedor na forma dos seguinies pa-
ragraphos.
2. Proceder ou man lar proceder cx-
oflicio nos processos pendentes, que lhe fo-
rem apresenlados. a todas as diligencias ne
cessarias ou para siuir qualquer nullidade
ou para mais ampio conhecimonto da ver-
dide e circumstancias que possam influir
no julga ment. iNos crimesem que nSo li-
ver lugar a aecu.-ac,! i por parte di juslica
s o poder fazer a requerimenio da parlo.
( Artigo 25 3 di lei de 3 de dezembro de
1841.)
3. ProviJeuciar a requerimonlo do pro-
motor publico, parles ou p-ssoas do povo,
sobro o andamento dos processos pendentes
que se acharem domorados, qualquer que
seja o termo om queestivarom. e a jurisdi-
e.i i a quo perleocerom nos casos em que
compete a -i.-.; lo da J n,li.;a.
4. Mandar proceder a novos processos
ji'na conhccimenlo do delictoe delinquen-
tes, em quinto o crime nSo prescrever (ar-
tigos 149 e 329 do cdigo do processo) nos
casos em que cabe a acc^o da juslc3, quan-
do ih- conslarem novas provas, ou quando
vista do processo lindo com despacho do
nSo pronuncia ou de corpo de delicio im-
procedente, conhocer que houve ; rel u .o
do alguma forma substancial, ou dedeli-
gencias necessanas para o doscobrimento
da ve .1 ole.
5. Tomar conliocimenlo dos despachos
que obrigSo a termo de bom viver e dosi-
guranca; que declaran) improcedente o cor-
po de delicio, que conceJom o arbitram ou
deuegam iiauei, ou julgam podida a quantia
afincadi, quejulgam improcedente i pres-
cripcao allegada, que pronuncian) ou u
pranudciam.suslentsm ou rovogam a pro-
nuncia ou nSo pronuncia : e oulro sim das
sentencas definitivas dos juizes munioipaes,
delegados e subdelegados para o effeito s-
menle de currigiroin ou responsabilisarem
aos juizes que as proferirn) contra a lei
pur prevaricacSo, peila e suborno, ou outro
motivo contrario lei, sem que possam ro-
dos suspensosjassignar nos que nSo tive- cao alguma, com declaracSo das pessoas. vnniento deculpadosjuiz.es. Ord.l. I.lil,
rom pago todos os devidos direitos praso,quo compOem as mesas regadoras. Para os- 881. 3. lit. 41 3 I. 4. tit. 102 8.
para os satisfazer. lo lim os secretarios ou escrivSes das mo-| 9. Averiguar so o dinboiro do cofre dos
2. Syndicare informar-so sobra, apro-'sas .omotterSo ao escrivSo da provodona 1 orphSos tom sido offectivamento rometlido
cediment delles, alim do saber iirobsr-; urna relacOo dis mesas novamonte cleitas, ao thosouro, ou thesourarias, pur ompresli-
vam os respectivos reglmenios, so exigem (cando na falta sujeitos mulla do 50 a mo na forma da le, e se depois do decrolo
on receben) emolumentos excessivos'ou 100,000 rs., imposta pelo juiz do dircilo. | do 13do novembrodo 1841,o piovisao do 12
gratificarles indevidas, e especialmente se (Arls. Ile33j : de maio do 1812 se lom emprestado o parti-
os juizes municipaes e de orpliSos, dp paz, > capitulo iv. cuines, alguma -onimi do mosmo cofro ,
dolegados o subdelegados, fazom audiencia Das altribuic is dojuiz do direilo om cor- promovendo a cffoctiva rosponsabilidadodos
esSo assiduosem deferir e administraOus- reicSoquantoao criminal,
tica as partes, se s3o diligentes e exactos Art. 31. Ao juiz de dircilo em correicao
em proceder aos corpos de delicio, prender compelo:
e processar os criminosos, e interpor os re- 1 Examinar as nullidade?, erros e ir-
cursos legaes: se os tabelliSes, escrivSes, e regularidades DividaDOI processos lindos
de mus olliciaes ruferidos servem com
promplilo is partes; ou se rctardam por
raltfde pagamento os processos, recursos,
autos e deligencias, afim do proceder con-
tra os ditos empregadjs como for de di-
reito.
3. Advertir, impor ponas, ou respnnsa-
bilisir as que achir em culpa, proceJendo-
se cx-ollicio contra os culpados.
capitulo 111.
Dos autos, livros e miis pipis que devem
ser apresenlados em correicSo.
Art. 27. Devem ser apresantados em cor-
reicSo e sSo sujeitos ella.
I. Todos os processos lindos e penden-
tes, guardadas as excepces dos arligos 57
0.58.
2. Os livros de termos de flaneas e os
roes de culpados. fCod. do processo arts.
102,103,146, 229, regulamenlo n. 120 de
31 de Janeiro de 1842 arligos 293 e 302. Ord.
L. I." tit. 29 pr. 6.*, 1. 5 til. 125 6 )
3. Os livros de notas inclusive os dos
escrivSes do paz. (Loi de 30 de oulubro de
1830.) Protestos de letras e regislo das hy-
polhecas. (Ord. I.. I tit 78 4 Cod. com-
mcrcial arts. 408 e 410 ReguUmelo D.
482 de 14 de novembro de 1816.)
4 Os prolocollot e os livros de termo)
em geral e especialmente os do concilia-
co. (Ord. I, 1 lit. 79 6 tit. -il v; ;i o 48
Alv. de 4 de junho de 1823 I cod. do pro-
cesso arts 121, 129 e 130)
5. Os livros de tutelas e cratelas, con-
tas dos tutores, curadores e quaesquer ad-
ministradores, as esciipluras, contratos o
quaesquer livros e papis existentes no co-
Iredos orpiiSos. (Ord. I. 1 lit 88, 3, 32,
33. Tit. 89 3 e 5, alv. da 10 de junho de
1754 dos escrivSes do orphSos.j
6. Os livros e inventarios do juizo dos
ausentes.
7. O livro do rogis'o das capollas e
tombos respectivos, assim como as contas
dos administradores, instituicijes avulsis,
e quaesquer autos, papis e livros respe-
tivos sos vnculos e capollas. (Ord.l. I lit
50 2 e 3.)
8. Oi livros do evanlo, os do regislo
dos testamentos o colicilos, os inventarios
c contas dos testamenleiros, os testamen-
tos e quaesquer livros e papis relativos ios
residuos. (Itegulamento de 9 de miio de
1842 arligos 5,9 e 45, rog. de "dojiuei-
exclusiva da que conpele lambeni e ordi-
nariamente ao juizo dos o.-pliaos.
Arl. 33. Os subdelegados, exiginio as no-
cessarias iiil'onnac/ios dos inspectores de
quarlcirSo, e dos escrivSes de paz ( decreto
n. 160 de 9 de maio do 1842, art. 13, decreto
n. 798 de 18 de junho de 1851, arl. 9, 10 e
11,) apresenlarSo em correicSo a relapso
annual das pessois fallecidas, quo deixa-
rem orpbaos, com declaracSo da residen-
cia dellas, Meando na falla sugoitos multa
da 50,000 a 100,000 rs., imposta pelojuiz de
direilo.
SECCCA 2."
Do que lio relativo a execuclo dos testa-
mentos.
Art. 31. Ao juiz do ditoilo em correicSo
competo alm do disposto nos arligos 31
e 32:
1. Ruvogar as prorogaedes concedidas
palos juizes da provedoria aos lestamentei-
ros, una.1 lo nSo houver letigio sobro os
bens dos testadores, ou outro qualquer im-
pedimento, que evidentemente [OOhl lo-
pOSSiblltldO I r V'eiiyoi doS I "-'..I lien [ o s,
nSo previndo elle da culpa, mora ou negli-
gencia dos tosa mentnos. (Ord. L. 1. Tit
62. 8, 9, II da lei de 7 de Janeiro do 1692
2. Providenciar sobre os testamentos
uo registrados, suspendendo e responssbi-
li-au lo o escrivSo, quo sonegar algum tes-
tamento ou doixar de registral-o, e imnon-
do as penas da lei 10 lestamenteiro, que
pobros, orf3os, ou para alguma obra certa
"designada cono caaella, ele 'Ord. I.. 1.
Tit 62, <; 14, 1 j o 16 da le de 15 de marco
de 1614, 5 do selemliro de 1786, a ;i de 110-
vombro de 1803.1
Art. 37. O premio quo ao teattmeiiteiro
compete quando o tostador lhe n3o deixar,
ou ello nao for herdeiro ou legatario he do
5 por cento dj importancia da terca, depois
do apuradas c d-iduzidas as despezas do fu-
neral, o bem d'alma, c ser imputado na tor-
ca do mesmo tostador. (Vlv. do 23 de jauei-
ro do 1798.)
Arl. 38, A porcenlagcm quo aos juizes e
olliciaes da provedoria compelo s tcm lu-
gar e lio dovida nos osos om que o tesla-
meiileiio porde o premio quo Iho pertence,
do qual a tnesma porcentagnm lio doduzda.
(Ord. | |, Tit. 1.2 12 e 23.)
Ar|. 39j O juit de direito punir com sus-
pensSo ou prisJo por 5 dias aos oiliciaos de
justic, que pretenderen) ou demoraren) as
diligencias da provedoria, que devem ser
preferidas a todas as outras.
Art. 40. O sello dos autos di piovuloria
sera avorbi.lo para ser pago a final pelo les-
lamcnteiroa quem se nSo dar quilac3o
sem a prova do pagamento do dito impos-
to; e de quaosquer oulros, que forem de-
vidos.
Arl. 41. Os testamentos originaos depois
do registrados sorSo guardados no cartorio
da provo loria, o cmassadoscom os do mes-
mo anuo com o rotulo respectivo. (Ord. L.
I. Tit 628 ele de 7 de Janeiro de 1692.)
So forom requisitados para alguma areno
crime ou civel do falsilla le, o escrivSo pro-
cedendo despacho dojuiz o remetiera dei-
xando traslado cm seu lugar.
Art. 42. SSo -menle sujeitos a cotilas os
teslamentciros at passarom vinla cinco an-
nos. (Ord. L. l.'Tit. 62 8.)
Art. 43. O juiz do direilo era correietlo
requisitar s reparlicjs liscaes competen-
tes urna relicao dos tcslamentos registrados
ou averbados, alim de mellior proceder
venllcscSo do registro dos testimonios.
(Arl. 34 9.')
Se da conferencia da sobredita relacSo
com o livro de registros e testamentos apre-
senlados, conliec o juiz que algum testa-
mento nSo esta averbado a repartico fis-
cal compelonte, providenciara para quo se
verifique o registro ou uve b.. 1 >, fazendo a
compelen!.' iiirlicipaco.
sessaO 3'
Do que ho relativo a adminislraco das ca-
pellas, hospitaos, ordens terceiras, man-
dados o confrarias
Art 44. Competo 10 juiz de direito emeor-
dentro do prazo legal o uo registro j, ou rcicSo, alem do disposto nos irtigos 31,32,
sendocitado pan exbibil-o n3o compare-je 34 :
ceu. (Ord. L. "1. Tit, 62, 8, 9, 11 da loi de
7 de Janeiro de 1692)
3. Remover os testsmentoiros suspei-
tos ainda antes de ser cliogsdo o tempo das
contas; os llegalmonie nomeados, os que
mal administrare 11 ou forem negligentes ou
prevericadores, encarrogando das testamen-
tarias os oulros teslamentciros nomoados
polos testadores, ou na sua falta Horneando
_ 1. Verificar-se se as capelias existentes
04130 registradla nos livros competentes, o
providenciar pira que sejSo efTectivamente
registradas, suspendendo os administrado
com as l.ieiaiaees exig Jas no tt do Alv.
de 23 do maio de 1775, de?lraudo aquellas
a respeito das quaes se liver procedido nos
termos dos 2 c 3 do alv. de 1S de jaoeirn
do 1807
9. Providenciar para que seja effectiva 1
entrega dos encargos pios n 1 eumprido-
aos hospitaes e casas de oxposlos ondo nSo
houverem hospitaes.
10. Estas dispusicoi conipruhouduili
todos os vicedis, com oxcepcSo dos m >i
gados, salvo quanto aos onus e oncirgos
lixos.
Sil. Mo extensivas e applicaveis s ca-
pollas as clispn.ieoe, do artigo 32 l., :'.',
5.", 6.0, u 10', o ortigos 39, 40 e
Arl. 45]. Quanto aos hospiliu* com-
pele :
I. Examinar o regiment e tombo do
seus bens, tomar ou rever as contas de sua
reccita e dspota ; o no caso de adiar culpa
as respectivas administracnes e olliciaes,
applic ir-lhes ,1- ponas da lUSlituicSo, la/01
restituir o mal dispendendio e o nSo arrec-
dado, o deslllui-los, fazendo eleger oulros,
so forom de eloicSo, c nomeando quem uo
iuterva-lo os substitu. iOrd.L. 1. tit.62
62, 6.1 e 64, o iilv. do 18 do oulubro do I80K
*.)
. 2. Examinar se os enfermos sSo tratados
como o devem s;r, procddendo contra os
olliciaes que nislo faltaren) ao seu dever.
na forma do art. 50deste regulamento.ilm
de o commuuioium A secretaria de oslado
dos nogocios do imperio para providenciar
como mellior eouvier. Ord. L. I. Til. 62
65, alv. de 13 de Janeiro do 1615, alv. de 18
do oulubro de 1806 1.)
3. Sao applicaveis aos liuspitues as dis-
posicocs do art. 32, I, 2, 5, 6 o 10, o arts.
39 e 10
Art. 46. No une diz respelo as oideus le
ceii'is, irmandades e confrariis ao juiz do
direilo em correicSo compele:
I. Verificar se as ordeos terceiras, cou-
1. .mas e irmendades eslSn lugalmenle ins-
tituidas ou orectas com lieenea do podor
competente, ose tem compromissos appro-
wi los ou confirmados, dissolvor aquellas e
- i-pe: 1 le estes al que apresenlem o com-
promisso approvado, nomeando interina
mente um administra lor. (ProvisSo de 17
de novembro do 1766 u 12 de setembrodo
1767.;
2. Providenciar sobre a arrecadacSo e
aproveitamenlo dos bens, sobre as despo-
zas dos oriianieiii as e dos objectos do culto;
sobre a cobranca das indomnisacos devidas
pelas mesas regedoras ou ollicfieMlellas em
razio das despezas llegaos, o damno que
fizerem. ,rd. I.. I. lit. 62, 62, 63 o 64.)
S 3. Reformaros accordilos e delibencfles
prejudieiaes, o anuullar os contractos lesi-
vos O millos, OU providenri.il' sobre a iiinul-
I ico delles, caso uo seja ella di sui com-
petencia, edepenla de ,....'..- regulares.
(Ord.l,. I.Tit. 62 54,63 o 64.)
4, Annullir e fizer renovar as eloifdes
felfas contra a forma dos compromissos.
5. Remover as mosas regedoras ou olli-
ciaes dellas, que forem suspaitos, negligen-
tes, prevaricadores ou idministnrem mal,
nomeaii lo quem interinamente os subsli
tua. e mandando proceder novas eleioQes
para a substituto das mesas, ou que eslas
nomeiem novos olliciaes om lugar dos re-
movidos. (Ord. L. 1. Tit. 62 j 62 e 63.)
6 Instituir e liscalisar o grande livro do
tombo dos bens de ludas as urdous tercei-
ras, confrarias e irmandades, em o qual de-
ve constar relacSo de lodos os bens com
os respectivos ciractaristicos, e declarc3
dos ttulos de icquisicSo, ficaodj margem
larga em brinco para as oceurrenciis quo
houvorem.
As despezas do custo, sello o escriptun-
C3o desle livro sorSo propoicionalmoate dis-
tribuidas pelas ditas ordens, er-mtrsrjas n
iruian lados, decidilo O juiz do direito as
Suesldes que forem de oaturezi temporal, e
a sua competencia, e prestando sua aulu
ridadee braco secalir para execuc&o das
decisii -s do ordinario, uos cisos quo lhe
e impi'.lireiii,
Art. 47. As di-pusicues dosta seccio com-
piehenJem todos os huspilics, fabricas c
quaesquer estabolecimeutos pios e associa-
(oes religrosis, com oxeepeo smenlo dos
regulares e clausttaes.
SBCCA *"
possua idnea que os substilua.
4. Providenciar sobre a conservacSo, pellas usurpadas, ou cujos ttulos se hajSo
vogar os ditos despschos e sentencas ou in- idministncSo.e iprovcitamonlo dos bousjsonegado, procedendo a esto respeito como
trometter-se no merecimunto do faoto e pro i do testador sobre elecliva arrecadacSo 'determina a,Ord. L. l.Tit. 62 51, e Alv.
vas concirneotes urna vez, que loohampas- dis indemmsacck's o penas pecumaras devi- do23 da maio do 1775 10 e II, e Alv. de
sado em julgado (Art. 26 da lei de 3 de das 10 residuo polo tests menteiro, sobre a,14de jineiro de 1807 9.* e 3..
dezembro de 1841, art. 200 15, 439, 448 do aonullas3o do contractos e alheicOes nullas 1 3. Soquestrar e restituir s capailas os
res, que nSo mostrarem as nstiluc0es.(Ord. Do que be relativo a irrecadicao e admiuis-
L. W Ti.. 62 5.j tracSo dos bans de ausentes e nerancas
2. Proceder a inquiricSo oinformacSol jscentes.
do pessoas antigs do lugar, ou que lenhSo Art. 48. Alm do disposto nos iris, ai, a2,
ra/.So de sciencia, e a quaesquer diligencias 34 o 44 compele io juiz direito em corro-
necessirias paraverificar 1 exislencia de ca- C3 liscalisar a execucSo do regulamenlo do
9 do maio de 1812 e 27 de junho da 1815.
sem todava exercer jurisdiccSo alguma
alm daquelli que se conten nos paragra-
plios seguales :
I. Providenciar sobre o mdimento dos
iuvenlarios, e effectiva remossi piraothe-


o condemnaJo sej estrangulado secreta-
mente, aem mesmo soffrer golpea vinos, ou
lo somonte dapols detersouildo uin,) tem-
se precedentemente constru lo debati do
csdafslso, no lugar ora que o padecente tim
a cibega, um molioeto composto de dais
couceiraa presa5 na parte dcima por baixo
do cadafalso, a em baixo na ierra, aa quaes
uera duas travesaas ; e no meio esti o mo-
liuele cun trez buracos como se v naa car-
retas o carocas, e urna corda passada como
grvala no paacoco do criminoso vai pren-
der-sea este molinete, o qual gyrando em
torno por meio de alavanuia quo dous ho-
111 [i abaixam urna apos a outra, aprrla vi-
gorosamente o puscoso do padecenlo e o os-
trangula immediatameufe. %
a Uapois do l 'i'.-i a oxecusSo, o corpo Uo
ciminosolie lovado ein urna pequea roda
de carro, da qual se lem serrado oc cubos
pela parte de f a, e que he collocada lio-
risontomente sobre um eixo. O executur,
depois de ler dobrado as cuxas do padecente
para baixo, de modo quo sous cilcanhares
toquem a cabe? pela parle de delraz, liga o
a esta roda, amarrando-o de tudas aa parle*
as cambas, o deixa-odeste molo osposto ao
publico por mais ou menos lempo. Algu-
mas vozesella he exposto assim em urna es-
trada publica pira smpro. t'(Les lois de
trance, por Muyarl do Vonglans, 1780, m-i".
Qitarla torea.
Ella he infligida om tods os casos em quo
a pena demorlo lio simplojmoote ordeaada
lupnlicio. oade se lem precedentemente palflel, sem se designar o genero; em-
construido f no meio de um parque cercado P'ega-so principalmente contra os plobeus,
de estaca la, baslante largo a li n de que os P osmestnos casos em quo a pena de de-
ravallos tenham urna praca sullieienlo para gollacSo ou da cabeca Curtido se emproga
correr ) um cadafalso de Ires ou quatro res 'para com os notares (I).
de altura sobro o qual o criminoso he eolio- tst" Pen' executa-se deste modo. Da-
ca lo deitado decostas, o ligado com lacos pois que se lem amarrado no pescoco do
defero, dos quaes um abraca-llio o peito |Crimiuoso Irez cordas .1 sabor, as duas tor-
ato ao pescoco, o outro o quadris aleo bai-'ou-^ xo ventre. Eslos lacos 3o presos na ma- ; mnimo, tendo cada urna um no corradlo, e
deira docaJafals), alim de que o corno do ioarremero assim chamado porque olla n3o
padecente n3o coda oo esforso dos cavallos, serve seuao de ajudar a laucar o criminoso
que o carrasco compra com urna souima i'""' d escada, fzem-no subir sobre a car-
que Ihe he dada, e lio arroiados como os |ruca do execulor, na qual ello esta assen-
cavallos quo puxa.n os balis. |tado em urna praucha de Iravessa Com as
O carrasco prendo ao depois na mSo do costas voltadas para.ocavallolendo oeonfes-
criminosoa arma parrecida de que se ser- sor a seu. ladoe o executur alraz de si. Gtie-
vio, e a queima com cnxofre. I8au* a forca, na qual esta apoinda o presa
Arramcam-lhe depois com lenazes peda- urna escada. o execulor sobe em pnmeiro
eos de carne nos peitos, as coxas e as luBar recuaudo, e ajuda por meio de cordas
barrigas das pernas e bjrrifam-lhe as feri- ao criminoso subi-la tambem.
ipacbar em culpa ouomiMoa proceder, cou- j com urna composicao de chumbo, oleo Sobe depois o confessor, e em quanto es-
forme o caso, ou advertiudo ou respo.isabI- Cera e cnxofrc fun lido iunlamente U exhorta o padecente, o execulor amarra
iando, oiinpondoalguioa daa penaa discipli- I" L,ra cnxoire lun nuo juntamente. ir,UKe. hrei> da torea n lata ,. n
nares sceuiutes- Amarram dopois urna corda em cala man- wome no praco u* rorca e logo que o
i. Adeiicncia com cominaco e censura. bro do pacionto a saber, as pomas .lesJo .coiilea.or principia a U.^scer, o execulor com
2. Jfuiia al ooyr. 'o joelbo ata ao p, e nos bracos desde o um empurrao dado com ojoelho e ajudadu
3. Suspenso ate doui meacs. i hombro al ao punho. ), com trez ns de '" arrawaco, faz quo o padecente deixea es-
A pena de suspenso Importa a ceisacao de |cn*aidamcnto que d3o na corda. cada, e llque susponso no ar, e entSo os nos
lodos o f encimantes do emprego. A ponta de cada corda prondeo lirante crf*Jl.t ua* u.r.lu.*! _"! aH"llI" .0.P!SE0"
souro ou theaooraria do producto dos baos
arreca Jados, asaigoando praaoa razoaveis e
peremplorios, ob a cominc3o de penas
disciplinaras ou de responsabilidad para a
concluaSo dos diloa inventarlos-
2. Sequestrar os beos da defuntoa e au-
sentes, que por omissdo ou ignorancia do
juizo de orphoe nlo leubsm sido arracada-
dos, eos que se tiverem sonegado, ou pas-
sado directa ou Indirectamente para os jui-
zes, escrivaes e curadores, a quaesquer uili-
ciaes, procedeodo criminalmente contra
elles (arU. 117 e 178 do cdigo criminal) e
providenciando para que sejam effectiva o
logalineutoarrt'cadados o poslos em admi-
nistra (So.
SECCiO V.
Do qu he relativo aoa Interesses da faienda
nacional.
Art. 49. Compete ao juiade direito em cor-
releo alm do diaposto uoi aicos 31, 32, 34,
44e48:
I. Fiscalisar a arrecadacao doa imposten
derldos em autos, tivros e quaesquer papcls
ujeltos a correicao, vcriHcando se loram pa-
gos o sello proporcional ou tiio, sita e meia si-
xa, dcima de herancas, legados e predios ur-
banos, dous por cento da chancellarla c quaes-
quer oulros, providenciar sobre o pagamento,
sebouve falla absoluta, ou participar ao the-
souro na curte c thesouraiias as provincias se
lili' parecer que lui indevidamentc cobrado^por
noser o competente. (Ilegulainento de I j de
marco de 1842 artigo 3b, de 1(1 de abril de i8i2
artigo i3, de < de maio de 1842 artigo ,1j, e 10
deJulho de 1850 artigo 8o.)
2. Averigoar e dar couta ao tbesouro se
descobrir que eiistcm bens das igrejas, reli-
gioes e maia corporaces de ino mora, pos-
auidoa al. ui de auno e dia sem liecnca. 11, .1
1.1. til. i8 ben nacionaes sonegados, e fura
dos proprios. (Iteg. de 17 de omubro de l.^lff,
cap. 4 J)94 e II.'), decreto de 24 de oulubro de
1796.? apellas vagas por coruproinisso ou por
qualquer oulro principio. (Alv. de 2 de deiciu-
bro de I7l, le de 9 de aeleuibro de 1795 18,
alv. de29 denialo de iT -t. 3 de roaio de 1775,
i, de Janeiro de IS07,) bens vagos. (Reg. de il
de malo de I8i2, art 3.)
3. ilever as cuntas dos depositarios, tomar
as que nao esliverem lomadas, e proceder ao
balanco do deposito geral em confonnidade
com o arligo 39 do regulainento de 0 maio de
]82, ou providenciar para que elle seja feilo
ein termo breve, que lixar com cominaco de
penas disciplinares ou de responsabilidade.
cariTULO vi.
Das penas disciplinares c da responsabilidade.
* Art.50. Contra a.judies que ojulz de direi-
cram defendidos antes da revolufBo de
1789 com os meamos argumentos que al-
guna horneas oasto allegar em oossos das
a favor da guilholina : como osles os parti-
darios da tortura, do esquartrj imento e da
roda bradavam mui alto que o terror salutar
que mspiravain estes supplicioseram a pe-
tira angular da sociedide ; que abolil-os
era soltar a rede i todas as ms paixes e
desencadeiar todas os crimes.
N;lo se derrama mais chumbo fundido o
reaina fervendo na chsga viva do paciente,
e todava a sociedade anda est em p. I'or
que i-a/.iii seria ella abalada mais profun la-
mete se a prac.1 de S. Jaqeos tivesse visto
a tcrrivel machina pela ultima vez?
as linhas seguales, nossa imaginacSo
o3o se comprouvcom exagerar o quadro da
dor, nSo somos nos que fal'aremus; uosso
papel se limitara a transcrever algumas pas-
sagons de um jurisconsulto omnente, de
um homem recommoadavel por sua alta po>
si;ao, de um membro do supremo conso-
Iho, o qual dedicou seu Irrbalho ao re.
Sua es:tontosa exteti 13o de minuciosida-
des seu ternvcl laconismo, san, finalmente,
mais exjre^siircsque a iovistigacjlo melhor
combinada para abalar.
As penas cipitics eram cinco.
Primeira o Esguarleamento
O criminoso daioisdetor sido sujeito
i quesillo ordinaria e extraor linaria o ter
feilo confissfto publica do delicio, he levado
om tamiza em um carro para o lugar do
3
lo juii de ilin.ii nao ha recurso algum
Arl. 53. Nao lerao lugar as penas disciplina-
res quando nos regimentos especiaos buuver
alguma pena para a omisso de que se trata.
Art. 54. 'i i .i..- de direito na imposijo das
peuas iscipliuires de respousabilidade obser-
var as regras srguintes :
1. liio poder delxar de determinar res-
pousabilidade, e instaurar o processo respecti-
vo nos crimes de prevaricado, peita, suliorno,
concusso, prculato, eicesso ou abuso de au-
toridade ou iulluencia do emprego.
2. Poder eiu va de responsabilidade im-
por smente as penas disci|dinares conforme
a ravidade do caso, as oinisses crlininoaas
previstas |>elo co go criuiinal, quando dessas
ouiissdes se nao srgnir provavelinenle prejuizo
publico ou particular, (Art. 339 do cdigo do
processo '
os tendeos o os ligamentos rosistaui e nao |i>decoiito. Ha pilrameutos nos quaes o
cedaiii apezar dos esforcos dos uuatros ca- I ""calador deixando as oroiis. niaiscum-
vallos, nem mestno do um nwior numero, P"dss. monta nos nombros do padceme o
ho-se llualmcnle obngado cortar os liga- a fora de golpes dados com o calcanhar no
montos na altura da junta dos ossos. En- '""""nsgo uu mesmo, ao qual Taz dar quatro
to os cavallOS arrestatn cada um seu mem- vullas lormina mais promptamente seu sup-
uro ; depois de separado da corda o do "''Co. ( esfon criminelles de trance, par
cadafalso os mombros s.lo lodos laucados '""vari de Vonglans-1780),
"davam-lhe Ire fortes laoudldellal em form
ile tratos de pol, de surte que iquelles aos
quaes estas penas train applicadaa per.llam
juaal seuipre os enndo. O parlamento de
Parla ordenou, ern 18 de Janeiro de 1697 que os
olliciaea deste bailado desseni a tortura da
agoa e das cunhas, parecendo a primeira mais
rigorosa. (Scrpillon, Gode criminal,tomo 2, pa-
gina 910.)
Na Jurisdi(o do parlamento de Dijon
ueluiavain-sc os ps do lurtuiad com aielte
ervendo, e quas seinpre q, padecente Qcava
estropeado para o resto de su vida.
O criminalistaOarnot. conselbeiro da rela-
co, advogado em llijon autea de 1789, refere o
laclo seguate: Uiu aecusado liaba sido appll-
cado tortura do azeite pelo juls criminal de
Aulem, e o f upplicio nao tendo podido arran-
car iiiiiliiiiu i coniso ao.padecente, leve em
resultado obriga-lo a corlar as duas pernas
Su iiiiln n infeliz auppliciado ealeve em estado
i andar com moletas, fol inorar na porta do
un/. <'iiiinn.il. Quando este sabia, o mutilado
saudava-o reapeitusainenle, e sem llie dirigir a
menor exproba^o acoinpanbava-o ao tribunal
ao passelo e por toda a parte, depois o torna-
va a trazer do mesmo modo para sua casa. De
mu i.' deitava-se em um banco em frente da ca
sadojulz. Nem o rigor das estaedes, nem os
rogos, nem as promessas poderam por termo a
essa silcuclosa viuganca, a qual prolongou-se
todava |ior inais de dez annos. O Juiz crimi-
nal inorreu, diietn, de pesar
No parlamento do Rretanha fazia-seo in-
terrogatorio por meio do fogo, no de RuSo
iuriuva-sn o dedo pollegar ou outro dlo
do p do acusado, com urna machina de
ferro ou barrilete; cortava-so dous dedos
para o interrogatorio extraordinario. (Ve-
do Jousso. Muyart, ele. )
N3o acabaramos so por acaso quizess'-
mos enumerar todos os gneros de torturas
referidas por Dimpoudcro,Praxis rerum
criminalium,por Lebruo,l'rocs civil*
etcriminis,por Brunoiu,Observalions
sur les matires criminis, etc.
Ouvi agora o narrador jurisconsulto li-
ten lo a apologa da tur-tura, que ello defen
de contra umaudacioso ; Il-ccari a) que en
um livro intituladoTraite des delicls et
peins, linha tido a singularido de ati-
ca-lo :
..... i'.i.loi-se tii i anda citar muilos
eiemplos nos quaes a experiencia tem mos-
trado igualmente i utilidide da tortura, se
osla utilidade 11.1.1 se achasse alm disto
sullicienlementa justiHcada, nao s pola
vanlaKcm particular que oella arha o pro-
piio aecusado,porque fazem-no por isto
juiz de sua propna causa esenhor de evitar
apena capital imposla ao crime de que he
.1 iwl.', seuao pela impossibiliJade em
que se est at aqu de suppri-la porqual-
quer 111 i" 15o elucaz e sujeito a monos in-
convenientes,e iinalmento pela antigui-
dale e univorsalidado dosto uso, o qual ro-
nionta s primeiras idaJes do muudo, o
que tem sido adoptado, como se sabe, por
os juizes devom tero cuidado de nSo or.le
na-la senSo oelo eapaco de urna hora quan-
do multo. Temo disto o exornlo do joven
irmflo da Cirlueh, o qual, sonrondo esta
pena por eapaco de duas horas, morreu.
Todava ilruneau refere um aenteot;a de
22 de dezombro do 183 que eondemnoa i
mesma pena por duas horas, um rapazinho
de Perl-Bernard, o qual nao morrea e fu'
eucerrido no hospital geral. (Loiscrimi-
nelles. )
.V.-na.'atuio pelar mas.
Tem singularmente lugar esl pena, se
gundo nosss jurisprudencia, contra o crime
de devasaidSo publica, como no caso de ter
alguem favorec lo a prustituifflo.
l.is-iijiu deque modo ella se executi:
Sa he um homem bigamo, depois que ello
iv-i.i preso golilha, pOe-se-lbe no peito
duas rocas com um lolreiro dizendo:bi-
gamo; e se he polygamo (isto he, se tem
muitas inulhei es ao mesmo lempo ) pde-se
Ihe lanas rocas quantas so as mulheres
que tem ; e Hca ueste estado durante o lem-
po marcado pela senteoca, o qual he ordi-
nariamente de Ires horas, durante tresdias
consecutivos em diflerentes encruzilhadas
da cidade. Esta pena he ordinariamente
seguida da pona de galles on de bmi-
nenlo.
Se he urna mulher bigams, ella he
igualmonle presa golha com o mesmo
letreiro par licir exposta o mesmo tompo ;
porm em lugar do rocas, pe-se-lha cha-
peos de palha, e em vez de galles he con-
demnada pena de binimenlo, ou de deten-
c;.lu em urna casa de conviv 1.
Em lm se he por crime de ter ajudado a
prostituido, o uso he oomo paraca, pela
ultima siiiiii'iir.i proferida em 17 de Janeiro
de 1756, contra Thereza I.egrand, conduzir
a crininosa montada em uui jumento, com
oroslo voltado para a cauda, com umcha-
peu de palha e um escrito, em todas as en-
crusilhadas da cidade, ondo ella he assou-
tada pelo carrasco, e depois banila ou
mandada para urna casa de correcd.
( Loii crim de Franca.)
Dcimo da golilha e da psloirin'u).
Estas penas teem primcipalmento logar,
a saber, a da goiilha para cri nos que, aem
serem capilaes, causaram todava um es
cndalo publico de maneira que importa
sociedade conhecar os autores, e a do pe-
lourinho para as banca-rotas fraudulen-
tas,
Apena da golilha executa-se destemo-
do : 0 cmi lonina 1.1 he conduzdo pe, com
as duas nios ligados para diante e presas
na' porte posteaior do carro do executor,
atao post plantado na praca publica, ao
qual esta segura urna cadoia em cuja extra-
midado pende um collar do ferro do trez
dedos de largura com urna charneira para
ah. I-i. oxocutor inlroduz
. oxocutor inlroduz o poscoco
tudas as nacOes e pelos proprios Romanos, Jo padeceni0 0ilo collar, o qual fecha d-
os quaes, anda que nos primeros lenuos u c)m u(n caJe,Ju. |sJl9(n a|Bumas
nSoativessim embregado ordinariamente'ozcg por di,ntl| por detraz um lelPejro
mslssimplesmenteexpor o systema de po-
nahdade que regia a Franca nSo ha m,i
0 annos. '
Seoletor tem estremecido ao ler alan
mas minuciosidades, se est indignado m"
aexteneflodo supplicio, lembre-SB au,y
carrasco funciona linda em uossas nrae,"
publicas, e que o coademnado tem u
mezes de agona. ""iioa
Beppolyl, lieguler.
( Preue.)
Barca
Barca
CQMMEHCIO,
ALFANDEGA.
Rendimento do da 17 /)cnrreoarnAo/l8 de Hovmbro
mgloza Columba mercadorias
amerioana Ion* Fanum i,,ufi
e bolachinhas. "Inh
Barca mgloza Oepray bacalho.
Urtgue inglaz Robiaion deiu
Brigue nudez Une Eiikine \.m
Escuna diUd.m.r8quez..-Vm..raera.
1 III III !( ;,,.,,
Barca americana John Farnum n.i. 1
Pin adelphia, consignad, a Mabeus AusU,
& Coinpanl.ia, man festn o eguSUe:
16 fardos e 15 caix.s tecidos de algodSo
300 bairiqu.nhas bolachinhas, U9t bfrVica,'
Surt1.'80'6''1"^""'*0"^
B'gue inglez Georgo (lobinsn, vindo do
Terra Nova.conslgasdoa Le BretonSchramm
2350 barricas bacilhio ; aos consiana
tarios. '
Barca americana Grey Hound, vindide
llichmond, consignada a Malheus Austin &
Lompanhia, manifestou oseguinto
2310 barrieas a 135 meias ditas farinhi de
tugo; aos consignatarios.
Brigue inglez Jane Ersltino, vin lo de Ter-
ra Nova, consignado a Me. Calmont & Com-
panhis, manifestou o seguate I
260O barricas bacalbao ; aos consigna-
tartos.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 15.
dem do dia 17......
4:280,273
:723,Wl
6:003,674
em .una foguoira que se acendo immediata-
mcnlc ; eqmando tudo esl redu'ido a cin-
za, lancm-na ao ar por meio de pas. O
Quinta. A degolaedo.
a enllocamos esta pena na ultima ord-m
das penas de morte, diz o conselheiro Muy-
lcio de Darmiens durou tilias huras, '-rldo VonglldS, nao s porque parece_
Sll'p
anda ello vivo (1)
Este supplicio, -- diz Jousse em seu
Traite de la Juslicc criminelle de Frunce ( Pa-
rs 1771), nao se apidica ordinariamente
sean nos crimes do leza megosUde contra
3. Hoder impor nos casos nio previstos pe-1 jjr0 cabeg3 aj,i, uo todava olio
..^ ..........I.... .. ....... d in 1. iiigr.i ha r. .. ^
lo cdigo criminal as |ienas disciplinares no ai -
tiio SO $# i e 1 conf.irme a gravidade do caso e
precedeudo Arl. 55. Seud > o caso de responsabilidade o
juiz de direito lorinar a culpa, ou durante a
correicao, ou sendo ella Onda; e quanto aos
crinicsque nao l'urein da sua competencia, de-
volver os documentos e rol de tcstemunbas,
que fuudamentam a culpa ao juiz competente
uu promotor publico.
CAPITULO VII.
Disposicoes geraes,
Art. b\ A emenda de nullidades, erro e ir-
regularidades, cousiste smente, em notar ou
declarar as nullidades, erros c irregularidades
com simples advertencia, cominaco ou impo-
sico de penas disciplinares, ou com decreto
de responsabilidade.
Arl. 57. Ajurisdicao do julf de direito ein
correicao se refere s jurisd9es inferiores, c
por coosequeocii uo pude o juis de direito,
salva a disposicao do art. II 4 avocar e lomar
coalieciinentodos processos.
I. Julgados pelos Iribunaes superiores ou
com recurso penitente c seguido para elles.
2. .Siibniliulos ao juiz le direito (ainda
que seja o nicsino que fas a correicao) ou por
meio de recurso ou appellacao, ou para julgar
anal ou por elles julgados.
3. Subineltidos aos cheles de polica, aos
jufzea de direito do civcl ao juiz de orphaos da
corte.
Art. 58. Nao pode tambem o juiz de direito
impe.liro curso dasjuris cando os processos subinetlidos aos juies 11111-
nicipaes, delegados e subdelegados (tara julg.i-
l'is aiinal, 011 preparados para serem siiuinet-
lidos ao jury, ua~f pelo juiz de direito. ou conclusos a ijualquer
juiz.
Arl. 59. Dos despachos e scnlenca proferi-
das pelo juiz de direito em correicao haver ap-
pellacao e aggravo, qual no caso couber con-
forme a legislacao em vigor (ai t. 19 e 52 )
Palacio do Rio de Janeiro, ein 2 de outubro
de 185i. Eutebio di Qwiroi CoutinkalUalHui
Cmara.
leulin sido emprogadii algum is vozespara
punir os allantados le tus a pessoa dos prin-
cipes de sangue, como nconteceu em 1582,
a Salce le, por ter attenlado cmilra a pessoa
do duque de Anj m, irmao do re ; e em
iiu 1, a Juan Polliros, por ler assassioado o
duque de Guise. Eropregam-no mesmo al-
gumas vezes contra chotes de conjuracilo,
assim como se pralicou 110 anuo de 1548
couira I.avergne, um dos principaes chele
da C'injui'iic;"10 de Brdeos.
Seyunda-Apena do figo vico.
Emnroga-so ordinarlamenle esta pena
ent'c nos contra os criminosos do sacrile-
gios (4), do parrecidios, de crimes contra a
nalureza ; contra os envenenadores o in-
cendiarios.... Quanto s maneira pela qual
esta pena lio executada segundo nossos
res; eainla assim applicaram a estes ul-
.timos em crime de leza inageslado.....
I'inalinoiite oexumplo de urna de duas
nacOes asquaos prelMidomque s I mi li un
apartado em ullimo logar deste mesmo uso,
s3o oxccpcOes que nao servor sonao de con-
irmar anda mais a regra garal sobro este
ponto; mas emlim se se tratasso de deci-
dir aqu por exe opios podcriamos oitar al-
gUOS qu polessen parecer menos suspei-
los e ao mesmo tompo mais respeitaveis aos
olhos do ii,t r, do que aquello quo Ihe
usos, planta-seno mein de urna placa um 'ser pendurado por debaizo dos bracos; 7.a as-
posle de seto a oito 1 de altura, o re lor slstir urna eiecucao na forca 1 8.' ser amata-
do qual, dcixando o lu
coi:
pos
miula, desellas e de pallni. Golloci-se Primeira Oilralos 011 loriara,
desto modo ao redor do p do porte, urna Dislingucm-se duas sones de tratos segundo
primeira ordem do
segunda do acnas,
deixar a asU logueira urna passagem para jurga,enlo c os tratos antecedentes, o. quaes
cu Mar ao JOSte. ,aao ordenados pclasentcnea de contlemnacao
I" al'1 chegado o [adecente ao logar do inortc, e teem lugar inuncdiataueute antes da
supplicio, o carras'o, dopois de o ter f.lito eiecu<;ao desla seuteuca. hales tem por Um
despir, veste-llie urna camisa do ensofre, e I descobrir os cumplices dos aecusado cmquiu-
depois o fnz subir sobre-carnada da feixes t0 1ue P'i'iieiros nao sao ordenados scoio
edeachssdilenhi, amarra-o ao poste Com poriub.r'R" cnini"' a fazer elle mesmo a
tres lacos diflerentes, um no pescoco, outro lco"ll,sau, de ,e-u "'."" !,ao se P<>de negar
_ .v___... ,_ rv'"u'.u que a tortura nao srja urna nova pena [cnoli-
nos ic> com cordas e o lerceiro no ii.eodo ,,!ua o mesmo autor aoqml vamos agora citar
menos rigorosa tem entro nos a nota de imfaioia, como as
precedentes, lia por isto quo ella he espe-
cialmente reservada para as possuas nobres.
Esta peoa, que era conhecida ein Roma de-
baizo do nome do gladio, he executada entre
nos do luodoseguinte: levanta-sc un cadafal-
so ou su.illni de dez ou dose ps em quadro, e
de seis ou sete de alto quando o padecente
o lem subido, tirani-lhc o vestido, halando
em camisa, com o pescoco dcscmberlo, e as
niaos ligadas para diaule, de jdelbos, o esecu-la mesma que he boje; smente era acom-
tor llie corta os cabellos, seelleos tem e Ibe faz
abaixar um instante a cabeca sobre uin sepo de
um p em quadro, da altura de quasi oito po-
legadas, bem peno de si alim de ver o |ioulo ;
depois, tendo-se retirado o confessor, elle toma
seu cutello, e de um golpe de rever, curta a ca-
beca do padecen .c. A'e erra o ijol/ie, acaba de
corla-la tobre uctvoa golpes de machado. (Lea
cri111ia.de Francc, liv. 4, til. 4.)
II.
Ai oiiic penas corporaes.
As peuas corporaes eram em numero de onze.
1.* U interrogatorio ou tortura; 2.* as gales;
3.B os .i'-uile. com signal ou inlainia ; 4.a a mu
corlada ; 5.a a liogua furada ou curiada : 0.a
A respailo do pelourinlio, entende-se de-
baixo deste nome um pequeo edificio
quadrado, murado al a metade da altura
do padecente, o restante he dcscoberto, nao
tendo si'ii.lu pilares do pau para sustontar
otelo. O polouiinho de Pars tem no coi-
tro urna Iravosiulu .jiii gira sobro seu eixo
a qual s jstonta umsoalho redondo, cerca-
do de urna especie do veranda, no qual ha
tres circuios para |l'azer passar a cabeca e os
ii;a ,-, do c ni I un 1,1 1. e lempos em
lempos faz-se girar o exoe o padecente
oslo de seto a olio fe U0 altura, ao re lor sisur a urna ezecutao na lorca ; a. ser uiiu-
oqual, dcixando o luyanle um homem, do sobre a grade; 9.a passear pelas ras sobre
>nslrue-se una fogueiraquadrada.com- !umjumcnto; 10.a a golilba c opclouriolio;
osla alternativamente de feixes de leohl '* a cnnBs.ao publica.
o de palha. Colloca-se Primeira Oilraloi 011 loriara,
dor do p do porte, nina Disllnguciu-sc duas sones de tratos segundo
Jo relies de lenha, e urna a le'''"' ")" cili",0' ""Jr ue Vouglans, os
s Inndn-SH o cuidado ,lo 'preparatorio assun chamados pirque elles tem
, lemio-sa o cukiauo f|irnccasonpropuo pau, e geralmeiite to-. praao p,|a etbe^ e ,, m vult, e
dos ospaizes que depen lem do seu impe- aprosent faco do lodos os lados. Este
M0..JJ. (Muy.it de Vonglars.-Roruuiiou po|ourinho csla ll0 lni)l0 (laj praQ1s Ul)
lu lrail des delicts el peines.-l'ans, oiercido de Paria, lia um pelournihose-
''so- Imolhante em lluo, oqual nSo lom lola-
cgundi.-Galles. vjj 0 eixo volloanle. (!) (os criminelles
Esta pena era antes da revolucuo quasi ,e Franca.)
mesma que he boje; smente era acom- Decima' primeira A confissdo publica
panhada outr'or de aeoites o signal de for- Di.tuiguem-se duas ospecies de coulissOes
ru quenli!. 1 publicas, urna que se fas publicamente e
lerceira.Pole com< signal. que n8 chamada cuulSj..o infigutis, por ciu-
Dlslinguein-se duas surtes *de poles, se do apparelho ignominioso que Ine esl
quudo nossa jurisprudencia, diz o Cense- unlJu. A outra que sefaz smente na sal,
Iheiro Muyart, urna que se inlligisso publ- ido consolho e com as portas rochadas, he
cntente pela m3o do carrasco ; a outra ap- conhecida nos termas de jurisprudencia de-
pilcada no interior da pnsao, pelas mos baixo do nome de conlissao honrosa acoca
do algoz ou. do carcereiro : esta que nOo porqueaquello quo a soflro he conduzido
sechamisenSo-pole em custodia-nao se pelo carcereiro, em vez de ser pelo car as-
ernpregava senSo para com os-memnos Co;naovai nem em camisa nem com os
abaixo da pubardade. Esta ultima sendo pej descalCDS, n3o tem nom ardilo na
por esta rasao, olhada nn-nos como unta ,;, ne,n CurJ, no pescoco ; em uini aa-
pena do que como urna simples corrocSo, ,,avra ei,, ll3o S laz publicamente, mas s
nao tras por conseguliite nota da inbfflla eo DraseaM dos juizes reunidas e parante
como a precedente, da qual ella difiere; las paHesoiToiididas.
,[ii .1 vamos ag
ao os a opinio sobre a materia), c mesmo urna pena
das mais rigurosas, porque a experiencia inos-
tra que ella cania militas t*X a Mirle dagaelli
'/He a sufre..,.
hmpiegau-se duas surtes de tortura as s
i 'oit<:.s><> 1 tile 11 ciu.
O peridico Echo Pernambucano em os ns.
21 e 32, tras umis comparavOes aluzivas a
R. G. Leite, e como csla llrma esteja em
commercio unida a miaba com a deiiotni-
oaco do Couveia & Leile, forcoso he que
eu appareca fazendo conhecor o engao dos
Ilustres redactores, e que aceito e devo par-
tilhar de quaesquer aecuss^es Teilas a II.
C. L'it" no carcter de comuierciauto. As-
severo serom falsas as accusac,Oes de abri-
mento de cartas, e desali a quslquer que
aprsente as proras, nem elle e nem eu con-
sentiramos em taes traficaocias, sendo que
attrbuo isto informacies falcas de um
sujeito, quo me n3o be desconbecido, admi-
rando sua audacia.
EmquInU poim a cambilhota,que os
illuslraa/edaclnres julgam elle dar na pra-
ca, etptTiS que lal sen3o rease, e pela par-
te que me toca, tarei tudo quanto estiver a
inuu alcance, para que sendo verifique I3u
terrivel profeci, e lemos mui fundadas es-
perancas do que havenios triumphar de ISu
vis calumniadores: appello para o futuro,
fallo para aquellesque me n3o conbecem,
porque aqu lies que me coohecem sabem
que sou incapaz do criticar actos reprova-
dos ; e quando 11S0 possa mais negociar,
e licitamente tirar dabi o sustento para mi-
nli.i numerosa familia, i re trabilhar com a
enxada ( se oulro recurso n3o tiver ) porque
meu lim be viver de meus recursos, sem ser
pesado a meussomelbaules. J eos e as coxas, amarra-o na cruz com cor-
gueiram.Sra. redactores, dar publicidade;jasenllod,s juncturas e colloca-lha a
estas linhs, como que milito obrigario(Cahec sobre urna pedra. .\este estado, ar-
jii euaianante L-lmido de um barra de Trro quadrada,
p""^,^!,I,,5,T^BRaII|j^^^^^^ IJa '"Tgura de urna pollogada o meia, arre-
\ \l\ 1 t'jiJ\ IH> dondada com um buido no punho, elle d
1 llura gol, o violento entre cada ligadura, no
MPPLICli.S E PESAS USADAS EH FRAN-1 lugar correspondente cada entalho,, e aca-
C.\ ATE A REVOl.UCAO(179). iba com d^us ou lioz golpos 00 estomago
I. Quando o padecente n3 1 deve ei que-
A( cirice ferias eapilaet. [bradoeitio, aegundo o retentum contido na
Os horriveis tormentos que se vilo ler, Isentenc ( e quo algunas vezes ordena qua
K&Saai
corpo com nina ca.leia do fono
carrascos s ivom-se ordinariamente, para
a consiruccao da foguoira de ganchos, cu-
j ferro em duas ;>ontas, urna direita e a
mu 1 letorci la, elles ajusta n urna dellas ao
fechar a fogueira, do modo que a ponta se (tenca dcaie parlamento (de Pars): una dvagoa
cholrontreiraaocoracSo do padecente outra de boriegunn.
logo que se tem posi fogo \ fogueira de \XZ~i S* f- PrCede "
todas as partes, um dos executores impel- i Payr. dar a tortura d'agoa, i'azem sentar o
le con forga o cabo deste gancho oqual aecusado (depois de ler lldo a senicnca que o',
passando alea da foguoira pjnetra apona jdena os trato) em urna especie de lamboreic
direita no coracii) do paleceule o qual mor- de pedra; ligain-lhe os punboi com dous au-
ra immeJiatameiit'. ]neis de ferro distantes uin do oulro, presos
noso seja antes estrangulado secretamen- roa c nado o corpo do criminoso come
. ..' .-...I II.. .. .. .. nll.B f.... .... ... ... ...
ca a
nao dilatai'-sc mais, passa-se-lhe um cavalletc
de pao por balso dosrins; depois eiliram-is
atada a> cordal al que o corpo iique bem esti-
rado. O verdugo tendo cnlao em urna das
naos uin como de boi forado, derrama com a
outra a ,, 1 no corno e fazo padceme engolir
duas caadas para a tortura ordinaria, e quatro
caadas para a ezlraordinaria. Um rnedicu, o
qual toma o pulso ao padceme, faz parar os
tralos por um instante, seguudo o sent enfla-
quecer; e durante csse inlervallo, interroga-
se o padecente.
Para dar a tortura de borzeguim, a qual be
boje mais usada, faz-se sentar o criminoso, c
dc|>ois de Ihe ler amarrado os bracos, faa-se-
le pelo verdugo. He o que elles fazem por
um retentum, que se F0e em baixo da sen-
tenca o do qual da-se nicamente conheci-
mento ao carrasco.
Feila a execuc3o, o logo que o executor
pode |i. roximar se do lugar onde foi posto
o indecente, el! loma um> p cheia decin-
za aqual lauca ao vonlo, assim como foi or-
denado pela sonlenca (Aej Sais criminel-
les de trance, por Muyart de Vouglans. In-f".
Paris, 1780.)
Tcrcetra. A reala.
Esta pena foi inlroduziJa em Eranca pelo
edilo do 1534 de Ira 11,1 1 t Para sui exe- 1,,
cuf i' ,roor t04 rMTnvum feras." &2tssr
cadelalsonomeio duqua osla ligada hon- perM da, boas, u,na pela pane de dentro c
sontalmente urna cruz do S. Andr, feila : outra pala parte de tora, as quaes apertam-se
com duas travs em for.m obliqua, unidas 'contra a perna ligando-as por baixo do jodii
no meio onde ellas se cruzam, sobre as quaes e por cima da cavilba. Pondo depois as pernas
lia enlallios que corresponden! ao meio das urna junta da outra, auiarram-ie ambas junia-
COiXis, dS pernas e a todo o braco. O en mente com cordas igua, amarradas uus mes-
minoso ornearais, hoestendido sobro esta I """' aU"- Introduzem-se depois cunhas de
cruz; com o rosto voltado par o co, o exe-1 '"**'"* eui" as llufs ul,oa,',^ 3S 'JZ~.
...... 1... .i.,.i.. 11,. .___:.. 1 i Ihos e por baizo entre os dous pes, as quaes
leulor, levanUndo-lh) c.m..a nos bra-|aperMl ta00 de cada perna. A tortura
ordinaria he de qualro cuuhas e a extraordina-
ria de olio. (Hujard de Vonglans.)
U modo por que se applicam o tratos va-
rinii liualinente segundo as Jurifdiydes. No
bailado d'Orleans, |>ara a tortura ordinaria,
tueltia-sc urna chave entre as costas das 'Ina-
nia, w do condemnado, ligadas com 1.1, .1 urna
a outra pelas cosas; depois, com uin cabo pas-
sado em uina roldana pendeote do soallio, ele-
va-sc o criminoso aa ultura de um p da trra,
tendo uin peso de 180 libras amarrado no p
direlio. Para a extraordinaria, Icvautavam-uo
at ao assoalho com um peso de 230 libras, e
alm disto em quo csla he sempre acoinpa-
nhala do signal 011 ferrete feilo com um
ferro quente, sobre o qual esl impresso
ou urna flor de lis ou algumas let como as de G. a. L. para oscondomnados
is galles, ea letra V. para oscondemnados
pelo cruno de roubo.
a Este signal Tazia-se out'rora sobre a
testa ou na faco..... Iloje contemlam-se
em appliea-lo as espaduas nuas, e das
quaes adormecem primeiramente a carne,
para quo os buracos que doixa o i'ii quen-
te enchenlo-se de sanguo pisado, deixem
tra.'is quo n3o se apaguem jamis. (I)
( Muyart de V ,u.,'i ns l.uis crimin.)
Quarta.Indo cortada. Quinta Lingua
cortada ou furada.
Estas ponas, as quaes se pronunciavam
como accssoriss as principacs contra us
sscrilegos, os blasphemos, os falsificado-
res e os parreciJas, eram sompro precedi-
das de c iiiiiss.i 1 publica... Primoiro, 1 da
lingua corlada ho feila polo executor com
urna faca; segundo, a da lingua furada faz-
se com um forro pont'agudo em braza, ou
com um cauivole, segundo a disposiclo
da 'ni'' 1 i ; torceiro, emlim a da mSo
cortada executs-s) deste modo: Pde-se a
nilii do padecente, estando elle dejoalhos,
sobre um cepo de p e meio de altura, e o
executor d um golge de machado ou da
ctelo, Ihe faz saltar a m3o eimmediita-
manle inlroduz o col do bra;o em um sac-
co cheiode farolo, o qual amarra para fazer
parar o sangue (Lois ciiminelles de la
Franca. )
Seda.Aiiiilir a urna e.racuco na [orea
Esta he ainda urna das penas corporaes
esnbeleci las em nossa jurisprudencia. In-
flige-se ordinariamente contra os cumplices
o um con lem nado a forca eque estariim
no caso de sofTer elles mesmos esta pena
sonao foasem certas consideragos tirada
di ida le ou da fraquaza.
a esta pena junta-se ordinariamente a
de galles ou de banimento. > ( Lois crimi-
nelles Stlima.Arranado sobr a gradi.
Esta pen, quo he tambem do numero das
estab decidas pela nossa jurisprudencia,
tem lugar singularmente conr* o cadver
dos suicidas. I'aci- ita-s" ella fazendo-se
arrastar o cadver pola ras, amarrado pe-
los pesa urna carro; ou carro, que o leva
pin o monturo'
Esla pena acha-se sempre scompanhada
da de condemnacSo da numorii da qual te-
remos brevomenle occasiSo de fallar. ( Lois
crimin de Franca. )
Oilaoa. Pendurado por baixo dos bracos
Esta peneque incluida tambem no nu-
mero das e>tabeleci las por nossa jurispru-
dencia, nSo se emprega sendo contra os im-
pberos e nao adultos que teem tomado
parle em crimes graves, pelos quaes esta-
nm no caso de sofTrer o ullimo supplicio,
so tivcssem urna idade mais avanzada ;
..* Quanto ao modo pelo qual se in-
flige esta pena, elle consiste, como todos sa-
bem, em ser o i'u.i le miad 1 conduzido pelo
carrasco, porta do urna igreja ou do au-
ditorip, otide em camisa, tendo os ps des-
Calsos, a cabeca doscoberta, urna corda ao
peseteo o na m3o urna tocha acosa, com
o poso de duas livras, devo declarar de joe-
Ihos, em voz alta o intellegvel, que falsa-
mente e contra a vor lado, fez ou disso al-
guma cuusa ( reforem-se aqu as causas de
sua condouinicjlo) contra a autondaJe do
roi, ou contra a honra do alguooi, e pede
..er.idii a H'os, so re, justic e pessoa
oeiidida.
Se o cendemnadi) recusa fazer a declara-
cao tal qual est na sonten^a, a lei.quer que
os juiz is depois de Ihe lerem ordenado isso
por trez vezes diirerenles, posssim condem-
ua-lo a maiores ponas.
ti Esta pena he sempre junta a outras, e
uin se prescreve se ido para crimes graves
taes como o de leza mageslade, de sacrilegio
eoutrosque tonham causado escndalo pu-
blico. ( Lois criminelles de t'rance.)
III.
As quatro penas aflictivas.
Antes do 17S9 centava n-so om Franca
quatro penas puramente a/flclioas, segundo
refere o conaelOeiro Muyait de Vonglans?: O
/anmenlo, a Heccuta'o em una casa \d corre-
ca'o, a prisa'o perpetua e a penada authentlca,
pronunciada contra as mulneres adulteras,
aqual consista em coi tar-se-lbe o cabello e
ser encerrada por toda vida em um om
vento. Os bens da adultera devolvlam intei-
ra menle ao marido.
IV.
As cinco penas infamantes de direito.
li.-iiim cinco penas infamantes de direi-
lo: a morte civil, a coudemna(9o da mimo-
ia, a censura, a degradando de nobreza, a
johabelitacfioporpetu a ou privat;ao de ollicio
e a mais ampia o procesto 111 iciiui lo. Esta
ultima pena ora imposta ao aecusado contra
oqual ".lo haviam provas suloienlese dei-
xava-o em um perigo continuo de ser con-
demnado mora. De sorle que o infeliz
po lia esperar durenlc muilos annos intui-
ros ser arrestados ao suplicio. Era una age-
iiiaiiidelini 1.1.
V.
Ai seis penas infamantes de fado.
Eiistiam lamhem penas simplesmente in-
famamos de Tacto, conhecidas de baixo do
nomo de admoestacSo, de abslenrjSo de cor-
tos lugares, do inhabilitac.30 temporario de
r.'ji ii'.ic.lo do honra, de probibi(3o de rein-
cidencia, o de ordem ex ressa.
Quanto s penas pecuuianas, ellas eram
quasi as mesmas que sdo boje, exceplo
cunlijcalisago o multa quedesaparecenm
de nosso c digo.
Pelo que se aciba do ier, lera-so notado
quo nossa intonedo n.la era graduar hbil-
mente os clfeilos de emotBo, pois que co-
Dl VERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 15 asi 905
dem do dia 17.......406601
658,10o
Exportaco.
Uihia, barc americana Grey Hound, de
302 touoila las, con luzio o segumte: 2330
barricas e 135 meias ditas farinht de trigo
Havre, escuna brasileirt Galante Mana!
de It9 tonelladas, conduzio oseguinle: --
1000 conros Hgados, 400 saceos com -2000
arrobas deassucar, 300saccas com it.,7 ,,,.
rolxs e mininas do algodSo 5000 ponas
de boi.
HECEBEORIA lE RENDAS INTERNAS GE-
RAES l)E PERNASIBUCO.
Rendimento do dia 17...... 321,382
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilendimenlo dodia 17.....976,605
Mivi -nenio do porto.
Navios entrados no dia 17.
Terra Nova 45 diis, brigue inglez Caroli-
na, de 186 tonelladas, capiao "i.l n
Nant, equipagem 9, carga bacalho; a or-
dem Seguio para o Rio de Janeiro.
II lia 'la Vs.ll ll|iCao U illas, b.ll'f.l lllllu/i
Duncan de 355 tonelladas, capit3o\V.
Congalton, equipagem 16, carga carnea
alcatrSo ; ao cspitao. Seguio par o
Rio de Janeiro.
Aracaty 18 dias hiate brasileiro Santa
Cruz, de 31 lonolladas, mestra Vicente
Ferreira Lopes, equipagem 4, carga cou-
ros, sol e sal; Manuel deSaAraujo.
Fundeou no poco para quarentea.
Navios sabidos no mesmo dia.
Iialna barca americana Grey Hound, ca-
pitao E. G. W'insor, carga a mesma quo
trouxe.
Em commiss3o, brigue escuna da guerra
brasiloiroOlinda, commandanteoprimei-
ro teneoto Bernardo Antonio Loureiro.
EDITA ES.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico, qun a requerimento de Joaquitn
Ferreira Mandes GuimarSes, se h.lo de ar-
rematar em hasta publica porta da mes-
ma reparticSo, no dia 19 do correte, 20
dazias de oculos com mol de metal no va-
lor de 50,000 rs., conforme a tarifa, sendo
arrematar;.'!!) livre do direitos SO rremi-
linta.
Alfandega de Pernambuco, 17 de noveui-
brii de 1851.O inspector interino,
Bento Jos Fernandas Birros.
-- Pela iospeclorii da alfandega se faz
publico, que a requerimento de Mooteiro *
Irmao se lido de arrematar om hasta publi-
ca a porta da mesma repartido, no di 19
do correte, 50 duziss de oculos com mol
de ni tal no valor de 125,000 rs., conforme
a tarifa, sendo a arramalacdo livro da direi-
tos ao arrematante.
Alfanlega do Pernambuco, 17 de noveai-
bro de 1851. -O inspector interino,
Bento Jos Fernsndes Barros.
Pela inspectora da Alfandega se faz
publico, que a requerimento de l.uiz Rru-
guiere, se h3o de arrematar em hasta pu-
blica, no dia. 19 do cnrrente.dnpois du meio
dia, porta da mesma reparticSo, 4 caixaS
com 100 pecas de chita com 3884 metras ou
2648 varas (4) a 350 rs. conforme a tarifa,
total 1:436,400 rs., sendo a arreoutacSo li-
vro de direitos ao arrematante.
Alfandega de Pernambuco, 17 de novena-
bro de 1851 O Inspector interino,
Bento Jos Fernn le Barros.
mas para que esta pena nao se torne mortal, mesamos pelo supplicio o mais lernvci,
Declaratjes.
De orden] du Tribunal do commercio
desla provincia, so faz publico, que a dispo-
sicjS 1 do art. 13 do cdigo do commercio
comeca *a obrigar do 1." de Janeiro Be 1852
em diante. Secretarla do Tribunal do com-
mercio da provincia de pernambuco 17 da
oovembro de 1851.Jos Jernimo Montei-
ro. [Secretario.
Oarsenal de guerra compra um ocuio
de ver ao longe: quem o mesmo tiver e
quizer vend ir, comparega no* da 18 do cor-
rente, traatndo sua proposla e o oculo para
ser examinado.
-- O arsenal de guerra compra livrosem
branco paulados de diversos tamnhos:quem
os mosmos se propozer a vender compiret
no di 18 do correle, trazendo sua pro-
posta.
AVISO
De ordem do lllm. Sr. directora geral da
Inslnic.lo publica fso saber a quem coovler
hav.'ii lu o mesmo lllm. Sr. representado
10 Exm. Sr. presidente da provincia a inexe-
quibilidade do ait. 17combindo com o arl
18 do regulamento de 12 de maio deite au-
no relativamente as ferias, e exames dss an-
las publicas de mstrucedo elementar, houve
S. Ex. por bem alterar sojnente nessa parto
o dito regulamento, mandando que as re-
feridas escolas sejSO dadas a ferias no di*'
jtviif -a 1 -


do dezembro p. as quaes terminarSo no
a, 3 de fevereiro. Directora geral 12 de
orembro det85t. O amanuense arehi-
.UU.Caodido Eustaquio Ceaar de Mel
REAL COHPANAIA DE PAQUETE I8CLEZ A
VAPOR.
No da 20 date Diez espera-se
,o vapor Teviotdoa portos do
Sul,o qnal depoia da demora do
costume,sguir para Europa,
pira pisstgen dirlja-ae en cesa da respecti-
va sgenca,42 ru da Alhndega-Velha:___
TI1RATR0 E S- IZABEL.
at.a RECITA DA A83IC H ATURA-
Quarta-flira. 19 dt novmbro di 185 .
Subir escena depola de uma cscolhida
ouvertura, pela orcheslra, o mu.to interes-
sante e applaudido drama em 3 actos
O Peregrino Branco
ou
Os Meninos d'Aldeia.
No lim do primeiro acto a Sra. Landa exe-
cular urna excellente aria.
Terminado o drama a raesma senhora e a
Sra. Carmela Lucci cantarSo o bello duelo
da opera
Anna Molea.
Dar lim ao espectculo a graciosa come-
dia em 1 acto
A CMARA DE MI.NIIA MULIIER.
Os bilhe'os acbam-se venda no lugar do
costume.
Come;ar ai 8 horas.
Theatro de Apollo.
17*. RECITA DA ASSICNATURA.
Quarta-flira 19 di novtmbro di 1851.
Depoia de urna bella ouvertura, subir
com todo o brilbantismo o magnilco drama
O PREVOSTE DE PARIS.
Bertonagent e actores.
Samuel Levy, oSr. Seona.
Simefio, oSr. Cyrillo.
0 Prevosto, o Sr. AmoeJo.
Erio, o Sr. Telles.
UmAbbade,oSr. Jorge.
Sara, a Sra. I). Joanna.
Rachel, a Sra. D. Soledade.
Cortezes, soldados, salteadores, ele, ele.
Terminar o espectculo com a jocosa
comedia em I acto
0 Judas em Sabbado de Aleluia.
O papis de Faustino e Maricota, serSo
eiecutados pelos Srs. Cyrillo e D. Joanna.
Os bilheles csl3o desdo j venda no
theatro.
Em consequenria de grande enfermidade
nasennora D. Leopoldina, a sonhora D. Jo-
anna Janusria, fin os papis que aquella
senhora ia executar.
Avisos martimos.
-- Para Lisboa pretende sehir com brevi-
daile a barca portugueza tl.lgeira, para
carga ou passaceiros Irsta-secom o seu ca-
pitSo Antonio Joaquim Rodrigues ou com
Fraucisco Severino Rabello & Fillio.
- Para Maceia velleira sumaca nacional
Paraguass, sabe por estos oilodias im-
petrvelment", quem na mesma quizer car-
regar ou ir de passagem dirjja-se a ra da
Cadeia do Recita n. 54:assegura-sesero fre-
te oais balo do que em barcassas.
Para o Rio de Janeiro, segu com bre-
vidade por ter parte da carga onganjada, o
veleiro patacho Clemenlina, para o resto da
carga ou escravos a frute : dirija-se a JoSo
l'rani'isco da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
Para o Para em direitura.
A escuna nacional Emilia, da qual he
capiloe pralico Antonio Silveira Maciel J-
nior, seguo para o Para em direitura, com a
possivele costumada brevidade: quem na
mesma quizer carregar, ou tomar passagem,
entonda-se cora o capiUo, ou com JoSo
Carlos Augusto da Silva, na ra da Cruz do
Recita, armazem n. 13.
Para Babia sahe com muita brevida-
de por ler parte da carga prompta, a Suma-
ca nacin I Carlotai meslre Jos Conga Ivs
Sim.as para restante da carga, e passageiros
tratar com o inu-m i meslre ou com Luiz
Jos de Sa Araujo na ra da Cruz n. 33.
Para o Hio de Janeiro.
Vai 8ahircom a maior brevida.-
de possivel, o veleiro patacho bra*
sileiro Valente : quem n > mesmo
quizer carregar, embarcar escravos
afrete, ou ir de passagem diri-
jase ao capilao do mesmo Fran-
cisco Nicolao de Araujo, na praca
do Gommercio ou a Novaes &
Companhia na ra do Trapiche
n. 34.
Para o Cear o hiate N. Ollnda : a tra-
tar com tiauuel Dias, na Seuzalla Velha n.
134.
Para a Babia, o biate Ligeiro, por j
ter alguma carga: quem quizer carregar ,
ouir de passagem, dirija-se a ra do Viga-
rio n. 5.
Para o Rio de Janeiro, sa-
lina com a maior brevidade pos-
sivel, por ter parle da carga en-
gajada, a bem conhecida escuna
nacional Mara Pirmina capilo
Joo Bernardo da Roza : quem
pretender embarcar carga na mes-
ma, ir de passagem, ou embarcar
escravos, pode entender-se com o
mcrcio, ou com Novaes & Compa-
nhia na ra do Trapiche n. 34-
PARA A PaIIAMBA.
Sahe impreterivelmente at o
fin da presente semana, o bem
conhecido hiate brasileiro Espa-
darte, s pode receber alguma car-
ga miuda : quem o pretender car-
rugar, queira dirigir-se a ra da
Cadeia do Recife n. x'S a tratar
com A. da G. Perreira Estrella.
Leiles.
Retratos photogenicos, na ru No-
va 11. 61 seguid > andar. -
J. J. Pacheco, tendo de retirar-so paraoa
portos do sul, previne a quem quizer pos-
suir o retrato com porfait semelhanca.quoi-
ra dlgnar-se procura-lo at 28 do crrente,
da em que pretende parausar seus traba-
dlos. O mesmo vende urna mobilia de jaca-
randa constando de 1 sufa, 12 cadeiras, 2
ditas de braco, 2 bancas e 1 jardmeira para
o meio de sah, bem como 30 Iclhas de vi-
dro, ludo por commoio preco. Oaitista ter-
nemente agradece ao respeitavel publico
desta cidade o benigno acolliiaieolo que se
dignou dar-lhe. ,
-Euabaixoassignado.declaroquedeixara
>te ser meu caixeiro desde o dia 6 de dezem-
bro prximo, em diauto, o Sr. Joaquim M
CdoMendonc, sem quo haja outro moti-
vo, que eu nao precisar mais de caixeiro :
puis se tem comportado como deve, eef-
(imcoasua conduela, polo lempo que me
lerr servido. Pommateau
- Na ra do Crespo, loja n. 23,existo urna
carta de importancia para o Sr. JoSo Pees
Barrlo, arrematante da estrada do sul, e
cumo se ignora a sua morada, por isso se
lu! roga queira manda-la procurar.
Ol.'QUE CAVACO !!!...
brandOes, estes, encardas, quadernes, se por ter estriado o sou sargento,
moitOes, cabos dt mauilha e outros, pegas, Remoraos o Churinada mil sinlia :
ferro grande, crreme, vergas, paos do cu- Tora bem que os raes nos ter devia,
tellos, mastareos, trancas, chapas de vergas Qna eleva o Uermano, a um grao portento,
escoveus.dous tunis grandes, e outros ar- ,
tigos miudos : quarta-taira, 19 do corren- o tlenlo nSo tenho do Aroii,
te, as 10 horas da manhSa, no Trapiche do Nsa tSo pouco possuoalla oloquencia;
Angelo. ^^^ Mas tenho cm alto grao a paciencia,
" Do amigo Pipifat do Cabrion. -
3
Fox Brothers rara leilSo, por inter-
viMir.1i) do rorretor Oliveira, de variado sor-
timento de fazendas inglezas. as mais pro-
prias deste mercado : terca-feira 18 do cor-
renle, s 10 horas da manhfia, no seu arma-
zem, na ra da Cadeia.
O corretor Oliveira tara leilSo, por con-
1 i e risco de quem pertencer,do grande por-
(3o de salgados da barca americana Kuth
naufragada em maracoji, na sua viagem
procedente de Baltomore, coosislindo em
quadernoes,
Deixei de responder a tempo ao cavaqui-
ho do interessanto W. V. K. por andar oc-
Avisos diversos.
Sr. Redactor.
Gomo me veja privado a responder (o cupado com negocios do alta importancia,
qoe repugna-me a naturoza ) a este infame Mas o diabo a dias me tem introduzdo nos
emiseravol que com a capa de-Anouimo coiros, ceita coiza ... cerlo desojo.. quo eu
teveoatrevimenlo de inserir as columnas n3o digo. A resposla do interessanle w
deate jornal o annuncio sob o epilhelo do V. K. s mo foi possivol Iraduzr dosla mi-
elogio que sem o meu concenco sahio a luz neira. A passagem da Magdalena, nao no
por issohemister que responda a esto in- em Pernambuco, certas e determinadas
sedo quem quer que elle seja : Sim ; tu familias que frequentam Ihaatros partcula -
miseravel (annimo) bem Ozestes em te res, nSotiequomam o publico, e por conse-
oecultar, pois que, logo vistes que teu lou- queucia Pernambuco, so iiicerra-se no gran
co annuncio, s servira do provocar a indo- de circulo em que se aeha collocado o njag-
lo das pessoas conscenciosas, das quaes niflco templo de S. Izabel. Bealus "Ven-
sou indulgente e me submelto, Dtl tu.... ler.'. Esta mesmo de padre meslre .. W.
tu nSo sirves nem mesmo para seres p, W. Y. K. ou nada enlenlo de potse medi-
tu es lama ('); nSo sabes ( por ignorante ) das ; apenas mal sei ajudar missa quanuo a
desculpar se es indignamente estudaute, vou ouvircomo mou balalbSO ; pesco sigu-
i que duvilo) faltas o daver para com na coiza das 19 nianoblas ; o IhlM nica
outro estudanle, aprende: sabe tratar com ambicio heolcancar um galSo. Pormcom
estima esequeresdiuheiro appsrece : pois ludo nao chupo macahibas por bollas quei-
corto estou que pessoas do teu calibre, qual madas, pois soi tambom meu bocado tO
quer moedinha o move, finalmente cm- geographia, razOo purque sou soldadinho
quanto os arcos de barris, meu papalvo, guapo na ponlaria ; eseV. S. quer verta
sou capaz de trocar, sa tu tornares, em vai Sentido!'... preparar!... puntar.,.,
outros de junco, que tu bem o mereces ; fogo I.... pum !! matoi o moreegO.
eu estou prom.to para ludo. Anda por esta vez nao duu liconja para
Queira pois Sr. Rodador dar publicado niuguem dizer queojnteressa^ite 1
a essas linliis e desculpo asfallasque Iho
licarei summamenlo obrigado.
Seu veodrador
Recita 17 do novembro de 1831
Matine/ Joaquim Alvet dol Sanios.
- Aluga-se pelo torrfpo da fasta, urna ca-:
Peregrino ou os Meninos da Al lea he
repretenlado pela primeira vezem Pernam-
buco ; pois existe quem o vio representado
notnealro do 8. Francisco e infelizmente
nSo ora partcula', e todos l podlam hir
comosiu pequeo contingento romos S.
cmcluiroi acon-
sa DO Pon daPanella, a margem dorio- va. hojenode S. l/abel!...
quem o pretender, dirija-se a botica da ra sainando aoSr. W. \. K. que qn *
doOueimadon 15 crever s^bre tlicalros proguo srtmento a ver-
.rAlTga-aeurn firande sala, com a.cova Je. P *<* sar ^^-oados -" Pi-
eumqarlo.prop.i.oara homem silteiro, dosgostosaos seus mu.lo afe.^ados. -%
ou1 escriptorio, ou mesmo para pequeni fa- piM ab""|;el l(rigues do Passo res
miha ; quom a pretender, dinia-so a ra sr< M 1,,,,.. .. n,,B s ni-
,lo Amorto., armazem n. 39, e para ve-la na ponde se quo uinguem mt-ll or do1"*^-
roadaSenzalla Nova n. M, sobrado grande POSf *^"r.!'.,J.?!i.li?0JJ!U i-uiIS
Segunda feira todo crranle asi da noi-. buco o Parahyba.e mora na ru do Apollo n.
tedese dietario furtados a titulo do alugue/
Scavallosda coieira junto do hotel commer-
cio porumInddividuoquo diz chamar-se An-
20, onde pode ser procurado sobre negocios I
do recebimento de assucar.agoardeoteeou-
tros quaesquer gneros de exportacSoque
Compras.
I
Compram-se escravos e voodem-sodo
ionio Jos Coelho emorar na ra d'Agoas Ihe lorem consignados a commisso todos eommisaflo, para dentro afora da provio-
Vnriino ...,ni----^___i._i____.__-___-____,_*_j:__...._i__ni____.. .. .... ..i 4. fill III mi .! I'.niniln cr.lir.rln fl 1 I- in-
quo faz esquina.
Pretende-se fallir a urna Sra. viuva
por nome(parcce)que Maria dos Ce os, irm3a
de Vicente lavares da Silva Coutiuho, so-
bre negocio do sou interosse. A mesma se- ,
nhoxfrou quem a representar, p le dirigir- do 13 a U annos para HUUN 08 wj
soaVu ireitan. 89, segn lo sobrado, to- miulezas, do que ja tem ortica dinja-sc
lasasmauliaesal omejodia, ou desde o aruadoMundoiNovon.il.
anoitecer al as 8 horas, que achara com ~ Aluga-se um oscravo i
neto publicado na Revista com as iniciaes
M. R. l'.;appllamos pua a sua prupna C00S-
cioncia..... ...
A redcc3o da Revista.
- Quem procisar de um rapaz ^""azildro,
quem tratar
(jompaixio!
Enciclopdico o amavel Sr. W. J. K at-
lendendo ao vosso d sala a Mr. Pepilet, em
quoassegurais que he a primeira vez que
se reprsenla om Pernambuco o dramaO o ooo
Peregrino Branco, ou os Meninos da Al-
mezos para o
s rvico de urna lypogra^liia : na ra es-
trella do Kozario n.8.
Pagaram os sonhores.
Sobral, 2,000, L. Kelippe.2,000, Albuquor-
que Machado, l.000,Nunes de Olivei'a,2 000,
perligao, 2,000, Claudino, 1,000, honlos,
, Joaquuim Ribeiro, 1,000, Ju'iqiicir,
S. Aceoli, 1,000, Maciol, 2,000,Moira,
o mesmo que agora asseverais, o fustes con- o'5u0'"mlis'OOO for3o por iroc) tota
trenado, eiivesles a coragem de. apresen- ^'ouo[ ^t, quanlia resultado da linta pro-
taruma miseravelescapatoria, esto drama m>y ,j em fdVOr do Sr. Joaquia Benurdo
que quizestes inpingir ser a plimer vez U8j0llla itangol.assi.n como o rosto das as-
que era representado em Parnambuco ja o signaturas ainJa n3o pagas por falta de pro
foi no Ihealro de S. Francisco em o mez de C(JBri) |,lfJ fi ei,ireiju i a 8 do c jrreuto por M
dezembro doanno de 1812; oulro ofltei, '. |, 'Jr s jc -jouza, se houvo mais al-
deixai-vos de lamuriar, quando n3b leudes, u0 pagasse; e por esquocimonto. n3o
de combater a carga do-Arcbus. i *il9- J Co.1te.nplaJo, leuda a bundade
--Jo3o Kernandes Prente Viamia parti-lj aaciarar por esto Diario, o ao dito
cipa a todas as pessoas quo compraram In- S|. ialll,0i
o na sua loja do ferragens do aterro da| f ,,:.- da uma mullier loria
Boa-.Msta n. 46 que o uuico aulnrisado para
receber laes dividas he o Sr. Manool Jos
da Silva Costa que actualmente ho caixeiro
do annuncianje na dita loja, e qualquer de-
vedor que pague a outra qualquer pessoa,
Acara com seudebilo emaberto,sendoallos
os recibos que pelo dito sej caixeiro n3o
forem passados ; roga-se portauto a tolas
as pessoas que Ibn deven) na dita loja, Mi
para ama de casi de portas a dentro, e para
lodo o servico : dirijr-se a ra dos tupia-
res ii. 3.
Raneo cominera*!. *
(* AcommissSo oncarrogada pelos so-
9 nhores accionistis do banco desla.
9 provincis, Instalado heje 15 do
Verdes ; este homem he branco o rouresenla
de 4",_;i 50 a uno-, a I tu r:i um pouro mais que a
reguiar.rostoc) o ^rido,sui(as oca bellos bem
pinta los,costuma (rajar de ctsaca calcas, de
riscido,chapeope(o,tudo bastante uz^duar-
ticulatiaixo muito serio : slnaes dos cavallos
u n russn com pintas amarollas castiado,sa-
bugo cortado.edenlesquebrados,uma sobre-
cana bem visivel, oja queimada na mo os-
lii 'i la por dentro, tem lodos os andares e
muito conhecido por serra branca,bo ardi-
go o bstanle gordo, espinhago rulico; outro
castautio de mciafrento aborta ps calcados,
muito bom carregados baixo, mas aspnro,
bem carnudo o grosso, denles intuiros o a-
berto do sima.orelhas pequeuas,u dura onde assonla o selim, um deltas ho
bem assiado o outro sem arrcios por assim
oterixigidoo conductor ilizendo quede
era para sua senhora ir montada, e quo pa-
ra esse lim linlia arrcios proprios o quo s
ehegaviloa muribeea a tralarem de uui bap-
tisa lo e voltavan no segundo da porom a
domora e muitas imlagai;i)os tem provado o
furlo: o nome e morada foi falca, e por isso
se roga-sc as autorida Jes j gente do povo a
puuicSo do conductor e cavallos e que ser
generosamente serSo recompensados.
Precisa-se alugarum criado para p servi-
co interno,e externo do uma casa d pouca
frmilia na ra di Alegra de Boa-Vista
n. 43.
Precisa-se de uma ama, que
engomme e cozinlie o diario de uma
casa, de pouca familia : na rua Bella
numero g.
lilia de S. Miguel.
-- Na freguezia dos Fennaes de N- Senho-
ra da Lux, no lugar doSonhor dos Afilelos,
na illia deS. Miguel; existo tres alqoeiro,
de muito boa vinha, e de muito rcndnions '
to, livre, e desenbarar;ada do qualquer duvi-
da, como tudo se podo arjui provar, os quaes
tres aluueires de vinha, se vendo muito em
conta, por baratissimo preso, smenle al
o dia 20 do crrente, visto quo a nao se ven-
der aqu, at este dia, so mandar ordom
para aquella 11 lia, pelo vapor inglez Teviot,
que lom daqui passas no dia 20 para ali,
para l serum vendidas : tratar na rua do
Alecrim, pordetrazda rua Augusta, casa n.
8, as 6 horas da manhSa, e das 3, as 8de
tarde.
Preciza-se de um portoguoz que seja
perito em plantarles de sitio, e saiba ti-
rar furmigas, quem estiver necias circuns-
tancias e quizer Irabalhar no silio na Iraves-
sa do Remedio n. 21 entenda-so com seu
proprietano, o l'ortciro da Altandega dosla
cidad', na mesma ropa ticao qjea visla da
prova quo dor dosabaro que cima so desa-
ja, e da sua boa conducta S. &. tralar-so-lio
do ai i-i
Precisa-so de uma criada, para unn ca-
sa otrangeira ,le pouca familia : na rua da
Aurora n. 8, segundo andar.
Precisa-so de homem porluguez para
cuxeiro do uma loja do olll 'ina,j>ara toaaar
conta e vendcr:quem estiver uestas circuns-
tancias annuncio para ser i rocurado.
--0 abaiXO assignade parlecipa ao respei-
tavel publico que Antonio Jos da Cusa
deixou do sor sou caixeiro desdo 28 de mil u -
bro p.|i. Francisco Antonio Mailius Miranda,
l)ezeja-so fallar com oSr. Ignacio Jos
da Silva a negoriode seu intoresse, annun-
cio a sua nionidia para ser procurado.
O grande hospital do candado precisa
de enformoiros; quom eslivor nestas cir
cjnslmcias dirija-se no aiosmo bospiUI pa
a tratar do ajuste,
.Na cas,> de modas fraocezas de nula
un.- M.I ir ia i Uuessrad.as senlioras Bcnara
para passir as fastas, sorlimcnto de tudo o
que i'iiui niiii.i a toilette de bom gosto.tanto
para cidade,comopara o campo, e par pre-
sos mais rasoiveis sendo dequalidado igual
ao que ha em outra qualquer parle.
.Na casa do modas francezas de mada-
oie Millochau Buossard, recebeu-se pelo ul-
timo navio vindo de Franca, um grande
soriimento de cha; ius de todas as eores o
|u ,li l.:,les,ii manteletes e cipotinlios de so
de de cores, o preln.junlamontu com alguns
da cambria bordada quo todos so vndenlo
muito barato.
.Na rua do l.ivramenlo n. 10 sobrado,
su dir quom d dinln iro a juro, e quem
vende um adoieco, 1 volta, 5 pares de liriu-
4 no,I
os dias uteis das 8 horas da manhBa as 5 da
tarde, fura disto no porto velho da Capunga
junto ao portan da Sra. viuva L cia : na rua da Cacimba, sobrado O. II, on-
de mnrou o.Sr. vigario do Recife.
- Compra-se um sitio feito ou trras pro-
Jos Antonio de Souza Machado. Pri" P"r levanla-lo, o qual poror sejaa
a. _. m ,r ii,.. -I "_n;i...:hn .k hait-a naffl
Companhia do Bebiribe.
S3oconvidados ossenliores accionistas,
para a reuniio semestral, em assombla ge-
ral, no dia 18 do crrenle, pelas 10 horas da
manh3,i, no escriptorio da mesma compa-
nhia. Recife, 15 de novembro de 185!. -- O
ilnvi't i, In.'i Pinto d l.i'uus.
Compinhia do Bebiribe.
Ossenliores accionistas da companhia de
Itebiiibe, plem mandar receber o 7.' di-
videndo, na razSo de 2,500 rs. por apolice.
* Pimo CialRiioiix, dentista 9
f frniui/.. offereee sen prest-
* mono publico pun lodosos
* niistercs de suii proflsso: 9
* pude ser procurado qual-
qner iioii; cm sua casn, na 9
* na larga do Ro/.ario, n. 30. *
a aegundo andar.
10 9vfe*!<|il J
l'afta-so480 rs., do vendagem por ca-
ada do azoilo. na rua do Rozario estreita
n 37. Na inesma casa vendo-so uma lazari-
na de caa.
f) L'iu aacordote que tem pratica do a|
ensino do pruneiras letras, gramma-
9 tica-latina h fianceza, geometra, mu- >
a> zisa vocal e de alguns instrumentos, <
i inclusivamente de piano accoita a #
capollania de algum engoiibo proxi- a
4.ni 1 a esta praija subjeitando-so a fa- oj>
zer sua residencia aonde tiver de *
r) exnreer o ensino das referidas mate- 4
,a| rias: a pessoa que com o mesmo qui- <
zer contratar, dirija-so a rua Nova n. fe
-J 8, onde sora informado. 9
^i'<**|lr? sjf $99999 f *
M.noel de AlmeiJa Lopes, com Cisa
deconsignac3o para comprar c vender es-
cravos, tanto para esta provincia, como pa-
ra tara dola, mudou a sua residencia da
rua di Cadeia do lUcifo, n.5l, para a rua
da Cacimba, n. II, aondo qioiou o fmadn
Exm. vigario, llarrolo.onde. continua, ofle-
receudo-se toda a seguranza precisa para os
inesmos e bom tralamenlo.
Aluga-so o segundo andar do um so-
brado na rua do Rangel, cun bastantes com-
modoso muito fresco : Na padaiia franceza
,1o atorro da Boa-Vista n. 50.
- Na antiga padaria da cainboa do Car
mo, a inesma possoa continna a apromptar
qual |uer encommeuda de bolos, como ae-
jam bolos sevados, inglezes, podim, boli
nlios e bandejas conforme o goslo, a mesilla
pessoa incumbe-se a apromptar jantaros pa-
ra casas de negocio : eaniboa do Carmo
n. 14.
Paga-se 40.000 rs. monsaes por 2 no-
gros .ara servirem no lliealro d'Apollo :
quem liver anniiucie, ou dirija-se rua do
Apollo casi n. 27 segundo andar.
Precisa-se alujar urna casa
em Bebiribe, que seja na povoa-
c5o, nao se ulba a pre;o ; a tratar
na rua da Cadeia de S.'Antonio n.
9 casa da Viuva Cuaba Gni-
nnraes.
a VISO AOS AMIGOS DOS 1>A-
UGIUS A C\VALLO.
Na na do Collegio loja de
uiiiidezas n. 3 ha para vender ,
mantinhas de linho, chegadas ui-
titnaincnte do Rio de Janeir., as
quaes sao muito recouimendaelas a
luds as pessois que sao calidas ,
pois sao muito frescas e se usam
muito na Corte deste imperio, e a
vista das mesmas se poder lazer
urna ideia pela sua grande uti-
lidade.
Mscales e boceteiras.
O arremata ule do imposto dos mscales e
boceleiras, dosle municipio do Recita, faz
cerlo aos meamos, quo do dia 15 em diauto,
lar principio a pasar as ditas licenoat, -
marg ni do Capibaribe, tenha baixa para
capim, eoutras vantagens: na rua do Ara-
gSo, segundo andar.
Vendas.
FOLLNHAS HABA i85a.
Sahiram a lur. as bem conheci-
das olbinhas de porta, impressas
nesta typograpliij, as quaes sefi-
zeram muitos acressimog, sem com
ludo augmentar de preco : ven-
de-se a 1G0 rs. cada urna, e por
menos sendo em porgo, na livra-
ria da jirara da Independencia n.
G e 8. Breve sero publicadas as
de algibeira.
Lotera do Bio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loj de miudezas da praca da
Independencia n. ', vendem-se bi-
lheles inteiros i-ios quartos ,
oitavos e vigsimos da 28. lotera
a beneficio do Monte Fio, que se
espera a lista no primeiro vapor.
Em casa de J. Keller &
Companhia, na rua da Cruz n. 55,
vendem-se marroquinssuperiores,
vindos de franca pelo ultimo
navio.
Vendem-se cortes de casimi-
ra de tres e meio covados, a 4-5oo
rs., a dinheiro a vista : na loja
de quatro portis ao pedo arco 2
S. Antonio n 3.
Ven le-sa couve fldr, em salmoura: na
rua da Cadeia Velha, loja do Boorgard a. IS.
Mti.'iii ,1 .
Venden-se marjos de meias de linho, II-
nas e grossas : na rua da Cadeia do Recifo
11. 3, loja de fazendas, por preco mais com*
modo ,1o quo em outra qualquer parte.
Vend '-so viuho do Porto de feiloria,
de 21 anuos, de superior qualidade, tanto
em barris de quinto, como engarrafado, por
mdico preco, aliendendo a sua qualidade :
no largo do l.ivramento 11. 20.
Vende-se um escaler de 30 palmos do
comp'ido, e um bote, pmprio para qualquer
navio: na rua do Amorini n. 36, ou no For-
le do Mat'n, em frente da assembla, aade
estSo patentes.
Ven le-so um moleque crioulo, de 12
annos de idade, um casil de escravos do
iiuaidale, 2 escravos deservido do cam-
po, 2 escravas mogas, que ongo .imam o co-
iMiiaiu o unn dita de meia idade : na rua
Kireita n. 3.
-- Vende-se uma carrosa nova, de sicupi-
ra, sem boi : Irata-so na Capunga no silio
de Thninaz Antonio da Silva Alcntara, ou
no armazem de assuear, no largo dol'olou-
rinhon. 5e7, de llomlo c Companhia.
Vendo-so graxa e:u lioxigas, por prec/i
commodo : 111 rua da Praia, armazem n. 3.
A a4o rs, o covado.
Venlem-se chitas francezas, de desenhos
mo lernos e cores fixas, a 210 rs. o covado,
riscadu de coros, para roup3o de senhora, a
2S0 rs. o covado, o oulras inultas fazendas,
por liaratissinio preco.
iNovos go^tos Na rua do Cres-
po, loja amarella n. 4 y
vendem-se linissimas cambraias de cores./,
dequadros o listras, mo lernas, a 360 i,7)
rs. o covado, corles do fil branco, '?arde,
amarello, cor de roza, preto eazwl.com 6
varas a 4,000 rs., e cortes de cassiu pintadas a
2,000 rs.
Loja umarella ,
po \rk,
vende-se kclvina de>/seda, fazenda da ulti
na/ua do Cres-
cos, 4 medallias, bulos do punho, trance-
lins, aneles, pulceiras, 1 coroa, 2relogios, a'"'q"uen""teressr poder procura-lo na1 ma' moda," para^slido de senhora, cortes
I dito para senhora 2 duias de colheres mesma casadas afarices, cerlo do que n3o jj Alexandrio/s de algodSo e seda, a 12,000
de prata o oulras obras deuuro o prata. ser3o attendidos nos lempos das corridas, M e outia/s muitas fazendas de goslo, cha-
Apreen?3o!! sobre pretextas mfuodalos, pois que pira gidas u|Ltimameiite.
No dia 27 de outubro passado desappsre-' s rtz publico o lugar comptenlo de __^Yendem-se duas bombas de
cou a prota Anna do 40 annos de idade pou- renl tjrar a mensionada licenga.
co mais ou menos, estatura e corpo regelar, .. y
Publicacilo Iheatral, critica e liltoraria,/'
rfa-sa
mandom pagar o mais tardar at o lito do, vembro de 1851, convida aos senoo- w
correnteanno. res que quizerum subscrevor para o
Digo eu aboaixo assignado que tenho 9 mesmo, a conparecerem na rui lia
nslituido nesla dala por meu baalaute, Cadoia n. 36, escriptorio do sr. Ma- ?
',9 noel Goncalvos da Silva, ai ao meio g
~ dia, dosdies uleis da prxima Boma-
na, aondo estar patonte a assigna-^
tura.

mesmo capitSo, ou com o consig-
natario Luiz Jos de S Atinjo ,
na rua da Cruz a. 33.
Cear, Maranhao e Para.
Segu com brevidade, o brigue
escuna brasileiro Arcelina : quem
no mesmo quizer carregar, dirija-
se a Jos Baptista da Fonseca J-
nior, na rua do Vigario n. 23, se-
gundo andar, oucom ocapit3o na
Praca.
Para o Porto.
Sahe com a maior brevidade
possivel, por ter parte de seu car-
regamento, a linda e veleira gale-
r* portugueza Bracharense tem
acetados commodos para passagei-
ros : quem na mesma quizer car-.
regar, ou ir de passagem, tn**.fiffiZ?X;X
ua-se como capit3o Rodrigo Joa-
l'LVIS ES, El" IN PULVERIM REVER-
TERIS.
Vende-so, ou Iroca-so por arcos de bar-
conslit
procurador ao Sr. Manoel Antonio Pinlo d
Silva, para este tratar de todos os meus ne-
gocios, na ilha deS. .Miguel, villa da Ribei-
ia Grande e reino de PortugalFrancisco
Murena de Medeiros.
-- Um moto porluguez quo pretende ar-
rumar-se, se offereee para caixeiro de ven
da por deste negocio ler muita pratica, as-
sim cumo de qualquer unta escripluracSo ris, ou tinas volhas, a excelente Nonia, ou
pertenccnto 10 uiesiiio : por isso qnem pre- elogio fnebre, fallo om o da 17 de selem-
tender dirija.se a rua dos Quarteis n. 20. I bro om occasiSo da morte do estudanto do
\1lvcrlp11iM 1 lycu, Ignacio Joaquim Peroira dos Santos.
Aiiveiiencia r^. Bmodia29do agosto, ludode 1831. O
Ao Sr. que mora na rua do Mundo Novo fSSSmSi exl?ac3o aos raros exem-
em sobrado que nao lenha lano cuidado J,aro;jMteubhmBouropeldo P em que
em tomar sentido do que sepas no lote- PQ9 havemo3 lornar en"oqua, vegeta seu
rior das casas alheias o qual deixando es- de0dado aulor. A elle, que o precinbo
las, alomando sentido na sua ha de aehar ".,, ,H r
muito em que vigiar; o na afirmativa da
continoacSo do seu mo costume, lombra-
se-lhe qual o producto dos espreitadores das
cesas alheias.
-- Piecisa-se de 300,000 rs. a juros pelo
lempo de anno o meio, daodo-se bom fia-
dor : quem liver annuncio ou dirija-se a
Forado Portas do lado uo mar grande n. 6.
D-ae pao do vendagem a pretos, res-
poustbilisando-so seus senhores : na pra;a
da Boa-Vista n.9.
~ Roga-se, a quem por engao levnu um
chapeo de maca inda novo com fumo de lu-
to no dia 14 do correnle, da casa da asso-
ciacSo commerciel dos logisles, que o man-
de restituir para entregar-so o quo est em
poder do annunciante: na rua do Queima-
do,loja de fazendas n. 45.
Pede-se ao Sr. Stelita tenha a bondade
de levar o livro borrador que Iho foi coi
do para exlrabir uma Cpia pessoa de q
lomou, eque delle muito neoessita. /
Julio Jos de Araujo, remeta natra o Rio
Fran-
idade.
rosto compndo, in lici ter si 10 uiais gorda ;
he lavadeira, e quitandeira.lie conlr cida por
lia Anna, inculca-se do forra, foi algum to 11-
po do Sr. Miguulinho niembro da familia
dos cdnastroirus,e ultimamaiito do Reveren-
do Goncalo Victorino Burgos morador na ci -
dadede OlinJa : ruga-so pmlanlo as autho-
I i lados policiaes e aos capilSes do campo
preudam a mencionada escrava e conduzam
a rua do Queimada n. 19 ou a rua do S. A-
maro n. 2,em Fora do Portas, que se gratili-
car ; proiesiando-so uz ir do rigor da Le
contra quom a livor occulla.
Ha quem quoira arrendar um sitio por-
to da praca, que tenha bom paslo o capa-
cidade para 6 ou 8 vaccas de faite, embira
nao tenha boa casa : quem tiver e quizer
II rondar, annuncio por esta folha para ser
llojo aomeio dia sahe o n. 6 : assitp-
na rui dotollegio n. 9, paloo do .-mesmo, (|Ual(|iier parte :
casa do Sr. Oourado, roa do Cr/.'spo, loj .
11.11 o na ru. escoltado Rosaj^ n 8. ja de caldeireiro de
-- Na ruada Guia n. 36, p'imeiro andar, Leal.
1 /|iiuiii), novas, proprias para ca-
fcimba, por preco muito commodo
e ma,s barato do que em outra
ni rua Nova, lo-
Andrade 6c
precisa-se de urna ama ;'.'ra o servico de
casa. f
Att>'U5ao.
O afliridor desu municioio gratifica bem
a quom Ihe ifaf' noticia de um roubo quo
soirouuan/si-te do dia 14 para amanl.ecor ^;"do Recife n?S6.
lo 15 do torrente ; coasislindo este em 4 ca- __ Vend.i-se uia pal
Vende-se um selim em bom uso : no
armazem da rua .Nova n 67.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba iuiilaudo
espermaceto : na loja de seleiro da rua da
parelha de hois, fltios
deiras-rtovas do assento do palhinha, 1 mar- fl (() dl) ,.i0"Atllare||0 gordos'e ja a-
co p/e'rteiicente a cmara municipal, o t ca
(uo pequeo com diversos ferros nocessa-
rios a alli ic3o: a possoa que dissilhoder
I noticia recebar a gralilica^Su offerecida, e
mestr.dos no servido de carro e por preco
muito commodo na rua do Hospicio, ven-
da do leSo de ouro.
Vondom-se saccas rom finaba muito
fina de mesi prer;o de 3,000 rs. a sacca : na rua do Col-
'Alagoas, para activar as su is cobrancaSjdei- __*", 'r ..
=* rara fiualisar.
procurado
-- Prec.sa-se alugar uma escrava nrra ,eg|wr(tara 80greilo.
todo o servico de urna casa de pouca,-nami- 0 abaxo as311{Iiaj0 lenJo preoisOo di
lia : na rua do Trapicho n. 44. ir a diversas partes desta provincia, e das
Sr. Redactor.Como sou um nouco dodi-|.,----- .Z.T..------- .....-----
cado a loilura mormeuto d^jornaes, pois,
gasto de saber novIdadesIV^squinhas c U- o oi(ro duranle 3US ausenca. ,\a rua estiei'a do Rozario o. 43, vondem-
1.110 um amoroso no Ma-'anl ao, qu1 me e- ic(( a%b ^ 8|,w 6fl preseulemr.Dte l,lu cot. marmeiada pet-
S^ov'incfa.-^ me *tt*?!l!? .oral.aes.n ,0 3 libras cada urna, pelo lo-
faz, muito me refJmmendou aleitura do n.
5i, do Correi"" do Annuncios. no qual de-
ii'ei com i"'m avlsuziuho com assignatura
convida...
mmaessmmammmmmmamm__
A viuva eu iruiao do iinsdo Manoel *f
^ l.uiz Vieira, vem por meio do presento'
h agradecer a todos os senhores que so I
'] dignaran! accompanhar o interno, e '.)
i\ assistirao ollloio no stimo rVia, quo I
$ se celebrou pela alma do nbesmo Ii- I
I nado. J_______ E
OSr. nno iiiuin-'.mi precisar de uma
pessoa para loja de Jllicina : dirija-se a rua
da Guia n 9. '
-- Est jusfa/a compra da cisa terrea na
rua da Guiay^32, quem liver quo reclamar
sobre a dina casa, dirija-se a mesma rua n.
6, que-chara com quem tratar, isto no pra-
zoifa"odias, lindos n3o se responsabiliza,
potreas, ou dividas que sobre a dita
sisla.
Aluga-se o 2. e 3.* andar da rua do
Queirnado 11 40
Napolen Gabriel Bez, embarca para 0
Rio de Jaucuo as sitas oscravasdo nome,
Joanna, Vlcencia, ambas cnoulas.
paral com w
U Nariz/oe Papagaio. He verdade, que po-, letreiro n
la recoVniniendacao do meu amigo.eu nao de-, 9
Ma -Heixai- o ai mortorio tal n., o logo que
r^cebi as gazetas foi o primeiro, que procu-!
re : Ii o tal avisozinho, o mo pude deixa.-
de iiiinii'dialaiiii-nte ir indagar quem era esso
Dr. naquella cidade ; pois que -este tlenlo
ho preciso estar alguns annos as argas,
de Coimbra : foi-aoe difllcil saber, mas
muito custo me informarSo, que era um
caixeiro muito roles da rua eu odosejava
conhecer; todava,desta cidade Iho tributo' qe seja |joa cosinheira C COm-
granie amizade, e como amigo lhe dou de, J ...
conselho, que nSoconijnue a pegar apen-'praaeira, : quem a liver dirija-se
na para rabiscaravitls de tal qualidade, e a rua a AssumncSo OU muro da
.un' I mli i un 'u i'ninn liwtT.tm US ilollS MU'ltlS. ..
"lions Jarros para passeio! '. 9 signilicaule preco de 610 rs., que he para
aJD ir .' Na.rua das Fl'ras, defronte da co- 9 charra do Sr.JosJliia, abiiu-se uma 9 Vende-se i Virgilio primeiro e t fbula,
em muito bom estado e por prego comoo-
0,1 lia 1,i carros de aluguel -- ahi < do : ni ruada Senzalla Velha 11. 70, primei-
Hclieroos bous freguezes, ricos car- 9 ro andar.
ros,cabriolis & i.pur accommuda- t) -- Vendem-se lenrjos de l de linho d
un pi-, i;ii,aiin do todos poderemse re- T 3 ponas, pro,rio para as senhores levaren
creiar nos bellos passeios de nossos na cabeca quando vfio para a igreje, flelodi-
a i-,-baldes, em a fasta que a porta (j$ minuto preco de 1,000 rs. : na rua Nova
nos bale. 9 Vendem se encerados de cores de 9
(*9 madeira, que servem para cubrir pia 9
I'recsa-se alugar uma escra-
quntonhajuizo comolivram os dous socios, .
------........ iPehlia n. 10.
uim Correia, na pnifa do Com- (*) Para nao faltar s'decencit.
'* nos o mezas de jantr : na loja n. 9, _
? da rua Nova. 9
~ Vende-se uma escra?a moca crioula,
quo o talaviso menciona; os qua-:s a res.ireniuu u. tu. lavadeira e yendedeira de rua coin taboloi-
poste quo Iho doram fui o dospreso. Precisa-se alugar uma cs-S com sitio, ro, por precizSo : na rua do Mundo Novo n.
Apantle la este piiio unha Sr. nariz de ou gam elle, na capunga, ou anda mais 58, e por preco commodo.
papagaio ; e tomo canselno de bom amigo, porto, com tanto que tenha banho no rio -- Vende-se uma cabra (bicnoj que da
Queira Sr.Redector.inse, ir as columnas do Capibaribe, e seja perto delle : nesta lypo- bastante leite ; na rua estroila uo nozerio
(para mim)coucoituado Jornal, estas linhas graphia so dir quem precisa. n.8. ra.aaaaka*iii
que muito grato le sera, o sou Alt, ver. o- -- OSr. A. Lacaze tem a honra do lovar ?^O****
brigad;ssimo cr. jaoconheclmento do respeitavel pHblico, que Panetela, uma uova fabrica de na- a
Cm Pernambucano. acaba de abrir uui novo estebelecimonlo de 9 rutos de llavana : na loja n. 8. da rua
Na rua da Alegra n. 42, precisa so a- relojoeiro, 00 atoaso da Boa-Vista n. II, a- Nova. ifc,1,aawame*ea^aa.iS
ugar um moleque para tratar do nin ca- onde so acha prornpto para fezer quaesquer >##*"itti
-Prcisa-sede umbomoliicialdacbaru-livallo. concerlos, mesmo os mais difllceis que se Vende-aa urna gazuia, seb.au, cnix-
leiro: trata-se na fabricado licores da Ira-, -- O abalxo assignado, nao he mais pro- poderSo apresentar, tinto em relogios de missal.e pedra, ludo eia bom uzoepor pre,
yessa da Concordia. curador da extincta companhia de Pernatn- algibeira, como de mesa e parede. 150 commodo : na rua das Cruzas n. 1.
/
>*


-
"___- __ __
i-
AmOMH
, AGENCIA
da fundicio Low-Moor.
Itl'A DA SKNZAI.LA NOVA N. 49.
Heste eslabeleeimento conti-
na a liaver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
Bombas de (erro. Vende-se superior larinha:
Vendem-se bombas de repuso,-de mandioca, muito fina, en uac-
pendulas e picota para cacimba : leas desembarcada do patacho
na ra do Brum ns. 6, 8 e io,|('onceic3o, vindo do Hio de Janei-
fundicSo de Ierro. .10, entrado cm a< do coi rente mez
Moinhos de vento [de outubro, por preco commodo:
SALSA PARRILII4
J)E
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Para as esc Jas.
Vende-se no piteo do Collegio, loja do
lino azul a synopsi do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo 1 \m. presi-
dente da provincia como compendio de lei-
lura e historia do Brasil as escolas prima-
rias da provincia.
Prego 1.M11 brochura 2,560
Kncadeinada 3,200
Vende-o no armazem da ra da Cruz
n. 48, o seguinte a precos rasoaveis.
Latas com bolaxinha de Alemanha.
eom bombas de repuebo para regar hortas! 08 Hnnazens de Antonio Annes e u,0, .* p"rnllla em
d baixas de capim : vendem-se na fundicSo | n. D ... dades. originadas pela im|
deBowman&Mc. Callum.na ra do Brum ,,las l'erreira, no caes da Allande- c o bom xito oblido 111
ea : a tratar nos mesmos, ou com Sr. nr. sigaud. presidente da academia im-
% ,, .. penal de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
iiovaes & 1 ompannia, na ra do Antonio Jos Peixoto om sua clnica, eem
l.arrafOescom sevadinha.
ns. 6.8e 10.
-- Km cnsn de .1. Keller & Com-
panliia.na ruada Cruz n. 55, cha-sea ven-
da o excellento c superior rinlio dr Bu- trapichen. .!'|.
relian, cm barris de 5.', he muito recom-
mcndavel as casas eslrangeiras, como ex-
excellento viuho para pasto.
O Vende-se um grande sitio no lu- O
0 gardo Manguind, que lica defronle :\
Q dos sitios ilus Sis. Ca neiros, com Q
0 grande casa de vivenda, de quatro q
n agoas, grande senzalla, cocheira, -
n estribarla, baixa de capim que sus- m
~ lenta 3 a cavallos, gr.inde cacini- ;
As nu.-iiorn.sas experiencia! feitas com o
uso da salsa parrilha em todas ta enfermi-
piueza dosangue,
.a corte pelo Illm. '
Sr. Dr. Sigaud, presidente da acaiomia un-
sua afamada casadosaude na Gamboa, pe-
lo Illm. Sr. Dr. Saturnino do Oliveira, me-
jBI Airgem em peura dico do exordio o por varios outros oiedi-
Chegada reccntcmenle do Lisboa, em anco- eos, permitiem hoje de proclamar altamente
ras muito bem acondicionadas ; vende-se a as virtudos cllicizcs da
CBAX4 ECONMICA KM MASSA.
cavallo, que naquella occasiSo a
.lugra, o qual tem os signaes se
! puntes : castanho, barrigudo
cimas pretas, gordo e tem um U-
lho em urna anca; he provavel qUe
queira passar por forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a ru
da Cadeia do Recife n. ai, que ge_
r recompensado.
Desapareceu no dia 13 do crrante um
de
SALSA PARRILHA
DE
O
9
X ha, com bomba e tanque coberto J
Irascos do vidro boca larr a de ludos os O para banno bastantes arvoredos de *(
tamaito. Sag muito tino. gundo andar. <*
Alvai.de bno. O? O
ZarcSo esec.nto. vv- ^f^XM pan enfullo
Verde fr.ncez,
Deposito Santos na Jlahla.
Vendo-se,emcasa deN. O. Bieber&C. ,
na ra da Cruz n. 4, olgodSo transado da-
quelli fabrica, muito proprio para saceos de
assucar eroupa de. escravos, por progocom
mojo.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas cm Lisboa e no Hio de
Janeiro, em caixas de ioo libras
8ortidas, de i a 16 em libra, e tam-
ben) de um > tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Principios geraes de econoraia pu-
blica e industrial.
Vendo-so este compendio, approva-Io para
as aulas de primeira letras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria 11. 1. i- s.
t **?<*?!*>> #)
t) ALCODAtl' PAMA SACCOS.
f* vende-se muito hom algodflu para sa- *
fl eos de assucar, por proco commodo : flh
cm casa de Bicazdo loylc, na ra da CJJ)
Cadeia n. 37.
*
i
Pechinxa.
Vende-si na ra do Crespo na loj da es-
quina que volta para a Cade*, coi tes de
cambraia cor de rosa e de outr.is cores do
ultimo gosto a 3,000, 3,500. 4,000, e 4,500 : .
ditosdocassa-ciuiaa^uoTt;,! tos dae.no- Azeile de carapato da fabricada
Na 11.mil.-.ni de Trro da ra do Ilrum,
acaba-se de receher um completo sorlimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaos acliam-se a venda por preco com-
modo, c com promptidilo embarcam-se, ou
carregam-se em carrossem spezas ao
comprador.
DEYLKES DOS liOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se esto compendio aprovado p^ra
as aulas, cm meia encadernag3o, a 500 rs ,
cada um: na livraria 11. t e 8, da praca da
Independencia.
~ Vendem-so velas de esperncele, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Conipanlua: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Arados de ferro,
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com l.mili ni de sicupira e bracos
da ferro : na fundicSo da ra do
K111 ni ns. G, 8 e 10.
Vendem-se 50 arede da companhia do
Beberibe : na casa de cambio do Sr. Silveira,
Vende-se um sitio pequeo na estrada
de Belemeom arvoresde frutos eoulras logo
a botar, com casa de taipa coberla d palha,
Iroea-se por unta rasa terrea : na rita da
l'iaia n. 58.
Deposito de cal virgen.
Cunha & Amorim, vendem barris com cal
em pedia, rhegada ultimamento de Lisboa,
na barca Margarida, por menos preco do
queem outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do liecil'e 11. 50.
pieco muito commodo : no- armazem
Silva Barroca, na ra do Trapiche n. 19.
Cliegitem freguezes antes que se
acabe.
No armazem de Marlins & IrmBo, na ra Nota. Cada garrafa conlem duas libras
da Cruz do Recio n. 62. chogaram ultima-1de liquido, c a salsa parrilha do Bristol he
mente os segointes gneros de muito boa garantida, puramente vegetal som mcrcu-
qunhdado : -queijos loitdrinos, prezunlos [ rio, iodo, potissium.
inglezes e do Porto, conservas inglezas e Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
francezas com dilTerentes frutas, latas de.Sr- Jos Ma Goncalvcs fiamos : ra dos
salinflo, ditas de crvilhas e sardinhas de i Quarlois pogada ao quirlcl de polica.
Nantes, ditas com bolacbinhas inglezas,' 31AHMELADA DE LISBOA.
marmulada de Lisboa, moslaida, o muilo a-1 pi.-__ j __ _:____...:. j .
editado c deS. Paulo, caixas'com muito ^"egada no ollimo navio, de BU'
superiores macas liiias para sopa, gigo com perior (jualidadc, em latas de dif-
ciampaohe, vinho de Xerez, Madei.a Bu- (renles tamanhos e por preco
celias ePorto, garrafas com exlrait de ab- r"1 |"=v"
sinthe e outros muito genoros, ludo poi commodo : vende-se na rita do
mdico preco. Collcgio. venda de Francisco Jos
Leite.
Vendem-se taboas de cedro,
proprias para forro de sala e obras
demarcineiro; oleo de Imitara em
botijas; remos de faia; cimento em
barricas e meias ditas, tambem se
vende em pequeas porcOes de ti-
nas : atrs do tbeatro, armazem
de Joaquim Lopes de Almeida.
Vende-se um molequo cnoulo de 17
annos, que por sua boa conduela profere-se
vndelo para a praca;mi ra da Cadeia do Re-
cife n. 37,2. aadar.
Vendo-se urna escrava de meia i iade
quesabocosinhar, engomaiar, lavar, e fazer
o mais servieo do 1 mas a dentro de urna
Do insigne fabricante americano, James 'moleque iie nomo Mamedo, criouio "d'!i'n
Masson. A sua composiclo he foita de pro-' de de 15 a 16 anuos, bastante esperto ser
psito para lustrar contagoa o conservar o co do corpo, estatura regular, e ps 'cr
lustro, tanto de Inverna como de verSo ; a des; levou camisa de riscado azul calca d
grande vantageo que ha nesla graxa lie a algo.lilosinho azul trancado, e mais aleum
conservaQlo do calcado, e lustrarem-seos roupa. Sup-se ter tomado* direcela i\l
espatos ou botins ain 1a mesmo molhados, Bonito, onde.mora o seu enligo Sr
e urna pequea lata aturar mais do que tres quem anda he escrava a mili do dito mola
boides, e custar menos do queom. Vende- que: roga-se as autoridades hsjam de acre
soem barricas, ou porcSo de duzias, noar- hende-lo, eleva-lo cau degeuSr o ma"
mazem de Vicente Ferreira da Costa, na ra jor Antonio de Silva CusmSo, na rus lmp
Chapeos do chile.
** Vendem-se chapeos do chile peque-
C- nos a 4,000 rs. : na ra do Crespo 4
m n.23.
No aterro da Boa Vista, loja n.
18, defronle do tribunal do com-
mcrcio,
continua-se a vender riscadoses-
curos, muito fortes, ptima fazen-
diminuto prrro de 100 rs. o cova-
do e oulras militas fazendas ba-
ralissimas.
Na Praia le Santa Bita, armazem 11.
43, dcManoel Jos llantas, bu para vender [casa, a qoal so vende por sua dona ler pre
Jacaranda em cossociras e toros: n tratar cs3o do valor : no beco do Lobato, da ra
com Joilo francisco da Cruz, na ra da Cruz de Sania Tereza n. 12 casa onJe morou o
numero 7. 1 Pudre Brrelo.
ao, a juanea m Vendo-secortes de cassa chita con
e sabao. \) ~ varas de muilo bonitor padres a
ile bugias s lia rias
da aladre de lieos.
%**mnmmnmmwwmwmmimm
'-(.aniois Pailhet ck Companhia.S
1 Continua-se 1 vender no deposito
geral da ra da Cruz n. 59, o excel- P
Itntee bem conceituado rap a rea
preta da fabrica de Ganlois Pailhet &
Companhia da Babia, em grandes e
- Na tarde do di. 9 do crrante mez, de-
sapaieceu da ra do Collegio, urna escrava
pornoroe Mana, de nac3obenguella.com
o signaes seguinte* .- biixa.cheia do cor-
po, com ralle de dentes ni frente, e com
ambos os pleos dos bracos slcalrizados
proveniente de queimadura enliga; lovoo
?j:ls.SiinqTp,gt'um *- ^'WWffl-0,08 **"-
Aos amantes dos lindo passarinho. .".?!S*Pf ""S06? ?0tai* 5 do C0rre"t8 do
Naru. da Auroran. 32 vendem-se can.- 2gu Cabo'cr"0 vIerio;
rios viudos de Lisboa pela barca Ligeira". e l52 n,rfz edn W^'""' CUrJ
vende-se por preco commodo urna armacSo L! Elf.55* "dlno' um "0UI!
de venda sendo composta de b.lc3o iiS f%u.t?nZl 'h' "' Ca" VJ s*rit
1 caixso luv.drac.To' a oito perteleir S2'.mbem,t8'n "" marca deferid,
15 em sima do pettodop esquerdo junto tos
dedos. Sera muito bem recompensado quem
o levar o dito engenho, nu no Mondego em
casa do llm. Sr. commendador Luiz Comes
na caza terrea
guarnecidas, e vende-se um
com cmodos pira familia, bom quintal e
cacimba na ra da Guia em chflo proprio,
queronjo 10,000 rs. mensaes.
Vende-se o sitio de Santa Anna.
sieflo a 2,210; corles d> chita coro 12cova-
dos a 1,800 ; cortes de fUStflo a 560 ; cor-
tes de calca de brim escuro a 800,960,1,120;
ditos de lirim amarello de puro linlio a
1,440,1000; lencos da cambraia muilo linas
proprias para man a :uo ; e outras muila
lazen las que se loruSo recommendaveis pe-
la boa quulrlade.
Arados de Ierro.
Na fundicao da Aurora, em S. Amaro, j
Araujo & l'illios, no i'cnedo.
Este azeile peU perfei(So rom que lie
fabricado nSo s serve cm lugar do azeile
doce c de coco, pan qualquer qualidade de
candieiros poc mais delicados que sejiio,
como lid muito preOrivel a quaiqur oulro
por dar urna luz m.is brilhant, ser mais
duralivo, e seu custo ser mais barato ; nilo
lem o cheiro dcsagradavel que exala o azei-
le de carrapalo conunum. uem ein nada
vendem-se arados deTcr'ro'de"diversos mo-1,lelle >0 f ssemellta. Vende-se em barriz de
de|08 116 caadas a 2,400 rs. a cariada, no armasem
-- Vende-se um excellenle silio cm Be- "<" J- Tss0 Junior' ruado Amonm n.35.
beribe, perleneentiiao Padre Francisco Jos, Inda COlllinua a vcnder-SC barato.
de Lira; a fallar 110 mesmo sitio, ou na
ra da Aurora 11, 02, segundo anJar.
Antigo deposito de cal
virgen.
Na ra do Trapiche, 11. 17, ha
muito superior ca nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Lotera do Ro de Janeiro.
Ais 20:00o,ooo rs., na casa feliz.
Dos qualrocanlos da ra do Queimado n.
20, vendem-se os muito afortunados billic-
te, quartos, oltivos, vigsimos, da dec ma
oilava lotera do iheairo de S. Pedro de Al-
cant.ra. cuja lisia ohega al o dia 30, a el-
los que esiao no resto.
Cheguem freguezes a fazendas
baratas.
Pessas de cambraia com lislms decores
com 8 varas, por 3,200 rs., Cartea de dita
comsalpicos a 2,800 rs., dilas de CSBs. pin-
tada com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
escura por 240 rs o covado, dilas pretas a
100 rs. o covado, idem pa'a babados ecorti-
nados a 2,400 rs. a pessa, cortes de chita
om 12 covados a 1,800 e 1,920 rs. : na ra
do Crespo o. 6.
Virilio de Champagne,
e superior qualidade : vende-so no arma-
em Kalkmanu IrmSos Ba da Cruz, n. 10
.Deposito de cal e potussa.
No armazem da ra da Cadeia
do Uecile n. 1 >, ha muilo .supe-
rior cal de Lisboa, cm pedia, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
9f fffff fWff VVvvi' v "v .
!t Praca da liuependencia n. 17. $
($ Vende-so galSo de ouro o prata i'e 0
superior qualidade tanto para devizas *
*> teiis. Na mesma loja se \endo toda a ^
(U qualidade de uniformes militares lu- a>
W do por preco maiscommodo do quecm 9
outra parte, (g;
Lasa e commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
sc de commisso, tanto para a pro-
vincia como para loro della, para
oque se offerece muitas garantas
n seus oos .-na rii.-t da Cacimba
n. lif>primeiro andar.
Agencia de Edwin Maw.
Ka ra de Apollo n. 6, arina/.ein de Me. Cal-
men! &l Companhia, ach.-ie conilanlemenlc
Cortes do casemira preta por 5,000 rs., di-
tos de brim escuros de listras a 2,000 rs e
1,600 rs., ditos de castor 1,120 rs riscados
de slgoJo a 180, e 200 rs., 'isc.idinhos
francezes a 120 rs. o covado, e inultas mais
fazendas por barslissimo preco na ra do
Crespo r, 6.
Farinlia.
Vende-se superior e muilo nova faiinha
de S. Catliarina : a bordo do patacho Va-
lente, ou na ra do Trapi.'he, armazem nu-
mero .
Yendem-so amarras de ferro : na ra
da Senzalla nova n. 42.
Vende-se faiinha SSS muito
nova e de superior qualidade: a
tratar com Manoel da Silva San-
ios, no armazem do Annes, no
caes da alfindcga.
.Novos gost03 !! !
Na rita do Crespo n. i4. loja de
Jos Francisco Dias,
><"ndem-se lini-simas cassas francezas deri-
quirsinus gostes c novos padiOes pelo ba-
rato prego deTOOrs. a vara, corteado Cam-
braia liza lazenda muito lina 2,240 rs., o cor-
le { metadt de seu valorj ditas com salpi-
co a 640 rs, a vara*, corte de cambraia
pintado de cor.uo goslos modernos 2,200 rs,
o cm te, superiores chitas francezas cores
muilo lixasede novo? padrOec a 210 c 260
rs., o covado, ditas estrenas cores do vinho
o de colT e de ganga a 200 rs., o covado.
Filio de I111I10 brinco e de cor propria para
mosquelciro 640rs,a vara,bruis Uancadoses
curo e cor de ganga com listas miudinhas a
1,000rs.. o corle, assim como outras mui-
tas fazendas por baratos precos.
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
Lenco*.
Lencos de cambraia bellos, proprio para
senhoras o meninos a 360 rs ditos com lu-
co a roda e palmas |i-s ponas a 400 e 440
rs., ditos de cambraia de linho para bomem
a 400 rs. : na ra do Crespo O. 6.
Mocutia ;:;; fiores.
Na fundicao de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaio, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, do um modelo e
ojnslrui-eii'i muito superior
Aos amantes do bom e borato.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
[ ta para a cadeia, vende-se casimira preta,
a 5,000, 5,500, 7,500 e 8.000 res o corle
Os administradores da liquida-1f j^0""/8-0 co,l' "a ""< cao de Thcodoro Cha vanes, ven- ?-'???????^????????'
dem a fabrica denominada 3Lara- -- Vende-se a taberna sita na ra das
1 1 ... 1__, Cruzes 11. 28, com osorlimento que lem, ou
Dhepse, na ra do I lopontao, dCs- s,8rmacao: a fallar na mesma taberna.
la cidade ( porto dos remedios) -- Vendem-se 2 escravos, sendo urna mu-
a saber rasa nn mip esl mon- hU "m ne"T0 ProPri09 Par* ll",c, '
asaner -- casaeni que tsta mor- v;Oiassim coolo 3 peas de panno de linho
lada a frrica, com ao iiracas de muito fino, ludo se vende barato: na ra
frente c 15 de fundo : a prensas I''0 Quoim.ado ,*- .
' .. j I 1 "" Vendem-se barris de oitavos com vi-
hidraulicas, orisontaes de lorca de nho tinto da companhia do Alto liooro no
fioo.oao libras, cada unta 5 1 dita Porto: quem os pretender cntonda-se com
.... ... 1 Antonio riancisco de.Moraes,agento da mes-
veilical de lorca de 400,000 libras; !ma companhia, ou no armazem do Sr. Jos
3 "randes caldeiras montadas, pa-Jo"luin'nis Fernandes. O mesmo tambem
,. 1 1, ... tem para vender pipas, meias ditas, e barris
ra o labrico do sabao ; 4 ditas pa-dequarto tambem com vinho tint da dita
ra derreter sebo; to-.ios osperlen-icon,Palll|ia : a fallar com os mesmos cima,
ees necessarios para o fabrico do Burros.
pe de al vote Jos com fructos : quom o pre-
tender comprar dirija-se a ru. do Livramen-
10, taberna n. 5, que achara com quem tra-
tar.
Farellos de arroz
Becenlemonte chegado em saccas, a preco
commodo, no armazem do Sr. Antonio An-
nes, no Caes da Alfandega, ou a tratar com
J. B. da Fonseca Junior : na ra do Vigario
11. 23, segundo andar.
Superior rape a 5oo rs. a libra.
Vende-so muito superior rap em boles e
meios boles, a uiuiacHo do de meuron, om
caixas do 50 libras, lazndose alguma def-
ferencaaquem comprar de 100 libras para
cima : na ra dos Quarteis loja n 24.
Vende-se urna laverna na ra direita des-
la cidade n. 2l,em um dos melhores lugares,
por ser de quina pan'o beco da Peona onde
bastiflo Marques do Nascimento, lUgido des-
de
o dia 8 do mez de setembro. Foi
elle escravo do Sr. Gabriel Aflbnso Biguei-
ra, quem foi comprado ltimamente : lem
28 aiiiins de idade pouco maisou menos, cor
fula, com falta de dou dente na frente c
de cabellos do lado esquerdo da cabeca, q'ue
se torna bem visivel por parecer urna co-
rOa, tem ollos pequeoos, bei^os grossos
sem barba, baixo, corpo regular, he ofllcial
do funileiro. Trajava jaqueta de riscado
azul, calca branca, camis.de madapolo, e
levou urna trouxa, contendo calcas ejaque-
tas : quem o apprehcnder o levar ra da
Aurora n. 62, receberra gratidcacao pro-
metida. Suspeita-sc que fosse seduzido, e
por isso desde j protesta-se contra queot o
conservar em seu poder.
Desappareceu n. lardedo dia 13 lo cor-
* rente um escravo por nome Joaquim tem os
para
stearina e sabao ; 9 eseravos en-
tendedores do servieo geral da fa-
brica ; 1 terreno aunexoa fabrica,
com 7 bracas de frente c i5 de
fundo; 1 dilo I.otilen o a mesma
fabrica, com 18 bracas de Irente e
a8 de fundo : as pessoas queprc-
tenderem comprar, pdem nesla
praca dirigirem-sc a J. Keller &
Companhia.
Vende-se.
Sal de Maranhao, em panciros a commodo
preco, no armazem do Sr. Antonio Annes:
no Caes da Alfandega, ou Iralar c >in J. B. da
Fonseca jnior, na ruado Vigario n.23, se-
gundo andar.
Vcndo-se unta preta peiTciti engom-
H....I na, c cozinheira, coiii urna cria de um
auno, urna dila sem habilidades porm de
boa conducta, oquo so afianca, 3 prelosbons
trabalhadoresdeenchada, 2 moloques criou-
los de 16 annos, 1 moleeote hom cosinhei-
ro, 1 pardo bom traballiador de ruchada :
na ra do Bozaiio n. 22 segundo andar.
Vendo-se uma morada de ca sita na ra qo Padre lloriano desta cidade
n. 68 cm chaos proprios, cuja venda se faz ;de 22 annos, ptimo canodiro.
para me rcinir uma hzpotbcca que na mesma Vende-se ou troca-so por uma proprie-
csa lia, os perlcndenti'S dirijao-se no car
lorio do Sr Tih-liam Cuilhermn Pataicio
Bezorra Cavalcante, ra dasTrinxeirjs, q;e
achara com quem tralar.
A praso de 6 mes-s coui garanta, urna
excellente machina de I) rume para destil-
lar agoardente, espirito ele, por metade do
valor por tar algum uso na ra da Praia dj
S. Bita n. 17.
Vcndem-se burros muito em coala : a tra-
tar na ra do Queimado n. 14.
-- Vende-se um sitio a beira do rio, com
excellente casa, leudo de frente 70 palmos,
e 90 de fundo, com grande sala adiante, 2
gabinetes, e 2 alcovas. sala igual atraz, mais
3 quarloi, o cozinlia ; com mais do mil
palmos do cumorimentoo 800 de largura,
com grando baixa do capim, terreno de ba
produccSo, excellente banlio ao p de casa,
e perto da praca por ser antes da casa Fur-
to : a fallar com Nicolao Cadnull na ra do
Apollo 11. 20, segundo andar, ou na praca
da Boa-Vista, na casa que o mesmo ali esl
edificando.
No bacco do Carioca armazem 11. 9, de
Antonio Pinto Soares, vendem-se os seguin-
les gneros muilo novos e mais om conla
do que em outra qualquer parte, como se-
jam : arroz pilado branco, e vernielho ; di-
to de casca, milho cm saccas e alqueires ;
farinhade Santa Calharina, edeS. Matheus;
esleirs do pepiri, e tapiocas do Maranhao a
1,200 rs. a arroba.
-- Venlo-sal caoia de armaco muito
forte, o com pouco uso j e 1 relogin patento
Miirn : na ra Nova 11. IC.
Na ra das Cruzes n. 22, segundo in-
dar, vende-se uma linda escrava.de nacSo
S. Tom, engomadeira, cozinheira e lva-
deira de sabilo ; e um lindo escravo criouio
loniianicniciiic j ditas de cor, a 5,000 e 6,500; panno lino
. mn-nd0.*. U," i Prt'l0> 3'0U0' 3'50- *'000 e *>500 dil
" I verde, a 2,700, 3,000 e 5,000 ris ; dito azul.
bona aorliinenloa de 1,1,1 de
balido. Unto rasa como fund
eiras lodaa de ferro para animaes, agoa, c,
ditas para armar em madeira de todo, o la- a 2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 res ; dilo cor
mauhus e inodclloa o mais moderno, machina de rap, a 2,600 o cova. lo : eoulras limitas
I10ris0ni.1l para vapor, com for(a de 4 caval- fazendas por preco commodo.
lo., couco, pa.aadeira. de ferro e.lanl.ado prcSuntOS fle-laillt-gO, Cebo do l'or-
para ca.a de pulgar, por ineno preco nue oz l,*-f""* >, uo "*
de cobre, e.covcn. para navios, ferro ingles
Uoloem barra, como em arcos folbas.e ludo
por bardo preco.
larinha de mandioca.
A

ma
.loo Cario Augusto da Silva.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
to em velas, pomada em caixas.
Vendem-sa em porco o a retalho.por me-
nos do que em outra qualquer parte: na
ra da Cadeia do llecife n. 24, arma2cm.
i mais nova o mais barata faiinha de I Cheguem ao barato, chitas finas
ndioca que ha no mercado, vende-so na 1 9. __ r
1 da Cruz do llecife. armazem n. 13, de' a M00 rs- P^ca, e a Go I'S. O
ln l'.arl.,s Aniuislo da Silva. ml-hiIii .
covado.
Vendem-se chitas finas^de cores fixas e
de bonitos padrOes, a meia pataca o cova-
do, e a 6,000 pega na ra do Queimado
11. 8, loja defronle da botica.
( Cortes de vestido da ultima moda.
fci Cortes de vestido de cassa seda com %
listras c quadros de soda,lindas cores )
J e modernos gostos -. ditos do dito do
; i-11. ii.na i'iiin b,u 1 1 de ricos borda- S
( dos e oVcompetentes figurinos : ilitos 4
0 de dito -.lo rr.mliraia aberla com llores
C- tos do dilo demarca,lingindo blondc, J>
(.- dedilicadissimo-gostos 00 maismo- j
til derno que ha no mercado: um com- m
pelo sortimentodccries de veslidos 4
de seda,brancas, de cores e furia co- 4
v res, e outras mullas fazendas de gos- 4
to.que se vendem por precos do agr- 4
Jar ao comprador : na ra do ijuai- 4
4- na lu. loja do sobrado amarello, nos 4
%) quatro cantos n -JO Z
2 escravos sendo um cosinheiro o
canociro, c outro de sirvico de campo ; na
botica da ra do Bangcl so dir quem
vende.
-- Vende-se um muito rico berco de jaca-
rando, de muito moderna e nxcellente'gos-
lo, e com um rico cortinado para o mesmo,
ou sem elle ; ludo muito barato: que n pre-
tender, aiinuncie pir psla.folha, ou dcixe II-
car seu nomo na loja do livros do Sr. Delira-
do, no largo do Collegfa u -6, para ser pro-
curado.
-- Vonde-so um vestido de seda branco,
la vi a I n i- s -o uso, proprio para casamento,
baptisados, etc.; assim como uma cama de
armaeflo do angico, tambem quazi sem uso,
ludo por muilo menos do seu natural va-
lor : no largo de S. Jos n.
Chegaram do Bio de Janeiro oachain-
sea venda as loja de livrojdoSis. lloara-
do no paleo do Collegio, o Antonio Dnmin-
guesna ra do Crespo, uns importante* f-i-
Ihetos intituladoVerdades Gthicas--Poli-
ticase Ineconmicas,pelo diminuto prcen de
500 rs.
dade de casas nesti praca, um sitio na pas-
sagem da Magdalena, com excellente casa
nova e muilo bem repartida, tendo salas,
2 gabinetes, 2 alcovas, 1 quarto para dis-
peq^a^l grande copi.r, cozmha fra, co-
cheira para ruin, e para 2 cavallos : terre-
no proprio, o com minios ps de larangci-
r.s, figuciras, pitombeiras, ass3froeiras,
goiabflras etc., 1 bom tanque; e 1 um bom
poco d'agua excellente ; tambem so arren-
d por auno so fizar cunta : a tralar na ra
da Cadeia do Bocife n. 54.
-- Vendo se por preco commodo uma ar-
macSo propria para taberna, e a casa be ba-
rata, pois paga 10,000 rs o lem commodos
para nella morar uma familia, tem gran-
de quintal, cacimba, cczinha fra com
fog3o,alm da arraacoinvidracada, h hal-
en) f- i -lni.il), e 8 parteloiras, e 1 fra, na
mesma taberna vende-se uma casa em chao
proprio, e que rende de aluguel 10,000 rs.,
por prego commodo : o he na ra da Guia,
n. 32.
Vende-se uma ilha 110 lugar dos Beme-
dios, ao p da ponle dos Afogados, com 2
viveiros, 2 excellcnles esas, muito co-
queiros, o uma grande planta de capim, por
todo o prego, 011 tambem se troca por al-
guma morada de casa nesta praca : a tratar
na ra da Cadeia do llecife, n. 54.
-- Vende-se umn escrava crioula de boni-
ta figura, que cozinha bem, e ongomma al-
guma cousa, e he boa quitanleira, e faz to-
do o mais survico de urna cas. : na ra do
Apollo n. 22, segundo andar.
= Vende-se uma cisa terreu por prego
commolo : quom a quizer, diriji-sc as Cin-
co Ponas, n. 84.
Vende 3e 40 Iraves do 34 pslmos de
comprido de boa qualidade, 40 ditas de 25
dito*, o 60 mos traversas, 30 coxami
do 20 a 26 c oulras madeiras por preco mui-
lo barato no arm.se m de m a de i ras 6)1ron te
do convenio do S. Francisco. y
-- Vondc-se superior marmelada deOtfii-
vlss, chegada na barca Ligeira : na ra dir-
Trapiche n. 40, primeiro andar.
Vende-se milho a 2,000 rs asacca.pa
ra acabar: na ra da Caduia de Sanio Anto-
nio n 15
~ No escriplorio de Francisco Severino
Hallullo & I1I111 vende-se barris com cal vir-
gem de Lisboa chegada agora na barca Li-
geira, pelo diminuto prego de 4,000 r.
ou na mesmo.
- Vende-se rap de Lisboa em frascos
chegado agora na barca Ligeira..lie o mais
joelhos, levou camisa de algodSosioho brin-
co, caiga do dito azul, este oacravo foi do
mato: quem o pegar lovo-o a typograpbii
^RSSZS&SSX Km^a.r*'^ Ro"5"-
ptala blo deixarSo de manjarbucaVa' n,esaPPareceu no di domingo, 12 do
emblean manjar uusclr a0 correte, um preto quo reprsenla ter 45 a
- nuil a 11. i. kn.nn^.a. i,i.a. 2 .,* .____i_- .
largo da Assem
.- Ven'i.. s. ,,, >auwi. ~ 1 50 annos de idade, de nagSo cagange, baixo,
azem o. a aguara cam quem Ira tar .1 de nn.rlrtuB i. .ln. rnl.io ,1. .ui. .i..
po
mazem n. -- Vende-se uma canda
, de quadros e ja velha, coleto de selim preto
alvenaria *m, ql I^uTh i veln0' Ja(>uela de brm P"Jo,camisa de ma-
sa, em muito bom dapolSo, chapeo de seda preto; presume-se
' que anda pelo arrebaldes desta cidade, pois
estado : na ra do Cabuga n. 18.
Em casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55,
ha para vender um piano forte ,
chegado ltimamente da Europa
e com excellentes vozes : tratae
na casa dos mesmos.
Gadeiras.
apezar de ser do sertJo nSo se julga que te-
lilla voltado : roga-se portento as autorida-
des policiaes e capitfles de campo, a captura
do mesmo, levando-o ra do Vigario n. II,
terceiro andar, que se recompensar,
Auzentou -se na noute de 27 do corrate
o mulato Clementino de idade 20 anuos pou-
co mais ou menos, magro,altura regular, e
falla muito mansa, cosluma indarealgido
e bem vestido; levou uma troxa de roupa, e
mazem de Kalkmann
Cruz n. 10.
Vendem-secadeiras para meninas; noar- consta que levara um cavallo que .logara
unaos, na ra da nessa occasiSo, o qual tem os signaes se-
i guintes : estanto, barrigudo, dina pre-
9 tas, o gordo. He provavel que queira pas-
sar por forro : he bolieiro.e escravo de Luiz
AnloniO'Siqueira : quem o pegar leve-o i
ra da Cadeia-Velba n. 20 que se recompen-
sar.
-*- Nodia 12 de novembrodu cominlo au-
Escravos fgidos.
103,000/. de gralilicago.
11. Mpu.ri un dia 12 de agosto do correnle
uuSYro'SVS'^ c>sa d'seusenhoro
annofpoTo m.?sou" SSoTSos. alguns ct.Prel fe o-Tl.o., de idade 40 annos,
1 com algn cabellos branco na cabeg, de
alante alto, magro,
sempre muito direi-
o nariz, sigoal pro-
do algodSozinho e cilga de brim branco su-
j.s, echapu de palha, levou uma troxinha
de 1 o apa, e seduzo um mulato acaboucula-
do de nomo Francisco de idade 18 auno que
foi em companhia delle e levou chapeu de
couro, he seco do corpo,alto, cor deca'nella
boca pequea, beigos roxos, caballos esti-
rados e pretos, ps ctalos e os dedos aber-
los,quando falla alela querer ser inglezado
he muito pronostico, levou vestido carniza
dealgodiio riscado americano e caiga de ca-
zemira azul com listra ao lado, porem he de
supor que tenha mudado de trage.o Komoal-
do veio do KioCrandedoNorte para onde se
desconfia ter fugido.quem os pegar leve-os
a ra da Cacimba n. 11 ou ra da Ca-
deia defronle de S, Francisco casa do Sr.
Benlo Jos Fernandos Barros, que receber
a gralilicago a cima, e sa protesti contra
quem os tiver ocultos.
30,000 rs., ae gialilicagSo
Desappareceu no dia 15 de jullto do cor-
renle anno um miilcque enoulo do imuio l" llls as pruviilcncias para omito e que nSo
Paulino de idade de 10annos pouco mais consta l estar : roga-se 1 todas as pessoas
ou menos,cor amarelada por ter vicio de co- particulares e autoridades policiaes a captu-
prio da nagflo; recommeodi-se 1 captura do
mesmo as autoridades e aos capitSes de
campo : quem o mesmo aprehender ser
generosamente recompeosido pelo dito seu
senbor Luiz Gomes Ferreira, no Mondego.
3o,000 rs. de gratificacSo,
Desappareceu a escrava l'ltereza, que re-
presenta ter 40 a 50 anuos de idade; estatu-
ra illa, sacca do corpo, edr fula, pe peque-
os e Iimpiis, rosto um tanto comprido, an-
dar espigado, falla um tinto atrivessadi por
ser d nagSo congo; anda quasi sempre de
sal azul, e panno da costa j usado, e tam-
bem com a testa amarrada com um leoco,
esta prela veio do serillo do Brejo da Madre
de Dos em Mus de fevereiro, esleve 111 pra-
ca oceupada, vendendo azeile de cerr.p.to
t o dii 4 de ibril do correnle auno que de-
aappareceu ; suppdo-se esta preta estar ero
alguma casa com oulras da mesma nagSo,
visto o seottor di mesma escrav. j ter dado
ra-la e lev.-la casa de-Joaquim Jos Fer-
reita no Furte do Mallo, ou ao seu seulior
Jos Antouio Pereira, no Brejo da Madre de
liaos, que recabar gntificagao cima
menciouadi.
No dia 9 do carrate mez desaparecen
uma escrava de nome Fauslioa con os sig-
naes seguiote .- estatura baixa.cor fula,lem
falla do dente na frente, quando anda ea-
palhi o pe para os lados, nos mesmo ps
tem urnas marras braocas,levoj vestido de
chita azul, e sai azul uzada, esta escrava
foi encontrada no dia 10 na Pa;sigm em
uma casa que esl razando o Sr Foaseca di-
zeudo ella que .11a comprar unanaz para ven-
pouco mas ou menos, magro, al- der.porlanlo desconfia-se que anda^pelo po-
tura regular, tem muilo pequeo l5" oucaxanga:quem a pagar leve-a a ruado
buco de barba e ftlla muito mansa, ^Mof0'" d P "' "' ^ ,M ""'
quando anda parece que n3o pisa' nde H do soiembio p. p. fogio
bem com os calcanhares costtima 'do ?"cnno''./ owrava Mara Tticre-
1 j :. tosiuma zado48annojdeidado,cstatura ragul-,car
andar cacado c bem vestido, le- fulla, olno grandes e aboiuaioi, lem de
mer Ierra,n.ris chato e feio levou camisa de
algodSosinho suja e caiga dn riscado, sem
chapeu, este escravo perience ao Sr. Anto-
nio Jacinto da Sveira de Una ; quem o pe-
gar lave-o a ra da Cacimba n. II ou 1
rui do Livrimento n. 26segundo andar que
receber a gralilicagSo a cima, e so protesta
contra quem o tiver oculto.
BOA GRATIFICARA(J\
Ausentou-se na noile de 2n de
outubro passado o mulato"tle-
mentino, de 30 annos de idade ,
9 ou meos, m
regul
Vpu uma trocha de sua rnnna in- lmenos meta jo do dolo mnimo da mao e
-i.\.:_. -i u"t'a'" jquordo; ella intitula-so de forra ecostuma
ejaqueta deipanno (von ler peixe, anda pola ribeira. o aolia-o a
ilm do mais aleum foilada Pr trz do vivoiro do MuoU ou ui>
cluVive calca
fino Oiul, e
<.-ii,-a,l< i,mil 1.1 icnmediagOe.: quem a acapturar love a ao
calcado, usniipar de borzeguins par- segundo anJar do sobrado n. 22air.zdo
dos, com BfltSes de madreperola tlietro que e gratificar bem.
brancos, e consta que levara um
Prt'V wTfr M.F.'tr ?<'


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