Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04746


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Full Text
de Novembro de 1851.
N. 259.
PEMIMBICO.
raspo ivmfmtpg^o.
PiOAMINTO ADUNTll.
Por trimeilre...........
Por semestre c..........
Por anno ........ .....
Pioo deniho oiamn'-
Por quartel...... i .'
OTicias zo WtniO.
pJr.....23 deOulubMinai... :5 de jetbr.
M.raohao 26 de dito S. Pialo. 3 de dito
Cear... 31 de dlio. 'R. de J.. 25dc Oulub.
PirihU. 3 de Nobr. Babia... 3l de dito
yuoo
i/aoo
DIAsDA SKMANA.
10 Seg. S. Andr Avel-
llno sacerdote ;
11 Terf. S. Martiolio.
12 Ouart. S. Marliobo
II Quint S. Eugenio b.
i i oral. S. Clementino.
13 Sab. S. Gertrudei v ;
i. Leopoldo.
16 Oom. S. Goncalode
Lago; Valerio.
AIJDUJfOlAs.
Jhiio de Orpkos
2. eo. s 10 horas.
I. varadocivel.
3. iii. ,in inelo-dia.
Faitnia.
3. e 6. ai 10 hora*.
2* varadocivtl.
\. c sbados ao inclo-d
Helarao.
Tercas -. libados.
inaniMn.
Creicente i 30, a I hora c 7 minutos da taro*.
Chela a 8, ai 9 horas e i mioutoa da t.
Mingoantc 10, ai 7 horas e 2 minuto da m.
Nova 22, a 11 hora e 47 minuto da tarde.
mua di no JE
Primelra 10 hora e 6 minuto da nianha.
Segunda H) huras c 30 minuto da tarde. .
PABTIDAB DO* OOBBEIOl,
Goianna e Parabiba, i tegunda e icxue-
felra.
Rio-Orande-do-Norte, toda a qulutas-fciras
aomeio dia.
GaranbUD e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vlita, e Flore, 13 e 28.
Victoria, s qulntas-feiras.
Ollnda, todo o dial.
arOTICIAS KSTRANOIIBAf.
Portugal. l\ de Ontb
Mcspaoha. 8 de dito
Franca ... 8 de dito
Blgica... 4 de dito
llalla.....3 de Outbr
Alemanba. de dito
Prussia ... 3 de dito.
Dinamarca 3 de dito
Russia... I de dito
Turqua.. 2< de Selbr
Austria.. 3de Outbr
Sulsia. .. 3 de dito.
Suecla... I de dito
Inglaterra 9 de Outbr.
E.-Unido 24de Setbr.
Mxico... 15 de di i.
California 30 de Agosto
Chill. 28 de Abril.
Buenos-A. .2 e Setb.
Montevideo 6de dito.
CAMBIOS DE U DE NO TIMBRO
Sobre Londres, a 28 3|t e 29 d. p. 1/000 Firme.
Par, 331 por fr.
Liiboa, sem transacefie.
Mili,
Ouro.Oncas hespanholas.... a 28/800
Moeda de 6/400 velhas. 16/000 a 16/300
de 6MO0 novas. lli/000 a 16/200
eifOCO....... 9/000 a 9/100
Prata.PatacOes brasilciro.. 1/910 a l/9<0
Pesos coluenuarios... 1/920 a 1/920
Dito mexicano...... 1/710 a 1/750
PARTE OFFICIAL.
TaiBUNrU. DA RELAGV'
SKSSA DE 11 DE NOVEMBRO DE 1851.
residencia do Exm. Sr. conselheiro Azevedo.
Ai 10 horas da manhS, estando presentes
os Sr. dasembargadores 'Villares, LaSo,
Rebollo, Luna Freir, Telles, Pereira Mon-
loiro, Vatio e Santiago; faltando cotn causa
os Srs. deiembargadores Basto, e Souza,
o Sr. presidente decltra aberla a scss3o.
JUL61HBKT09.
Appellante, o juizo ; appellado, Mathias, es-
cravo do Jos Francisco Ribeiro de Souza.
Mandaram a novo Jury.
ApjwHante, MimgUll 0uiaar pallado,
iioiislcy & Coapanhia.Confirmaran) a
sentenfa.
DIIOLEMCUS.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco
Joaquim Pereira de Carvalho. -Manda-
ran) com vista ao Sr. dSembargador pro-
corador da cora.
Appellante, o curador da heranca do Justino
Meroz; appellado, Antonio Comes Villar.
Mandaran) com vista ao curador goral
e ao Sr. desembargudor ptocurador da
cor.
Appellante, Alexindre Jos de Ssnl'Anoa ;
appellados, Vicento Ferreira Leat e ou-
tros.Mandaran com vista ao curador
geral.
DK9IGNC6BS.
Appellante, a fazenda; appellado, Jos Cin-
es I ves do Passo.
mvisOes.
Passsram do Sr. desembsrgsdor Kobello
ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guintes sppoliaCOes em que silo :
Appellante, Bento Jos da Costa ; appellado,
Jos Joaqun Dezcrra Cavslcauli,
Pas9aram do Sr. desembargador Luna
Freir ao Sr. desembargador Telles as se-
guintes appellacOes cin que silo :
Appellante, Joaquim Pereira Horneo); ap-
pellado, Jos Leopoldo da Silva.
Ao Sr. desembargador Pereira Monteiro
as seguinles appellaces em quesSo :
Appellante, Antonio Jos Pimenla da Con-
ceicSo; appellado, Joaquim Hartiubo da
Cruz Corro a,
Passaram do Sr. desembirgador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monteiro as se-
guinles ppellaeo 's em que silo :
Appellante, Calisto Jos da Kocha ; appella-
do, ojuizo.
Appellante, o juizo; appellado, JoSo Perei-
ra de Araujo.
Appellante, Jos Ferreira Albino ; appellado,
Jos Francisco da Paz Lima.
Passsram do Sr. desembargador Pereira
Mouleiroao Sr. desembargador Valle as se-
guales appollaccs era que sfio :
Appellantes, Manoel Rodrigues da Silva e
sua mulher; appellados, Azevedo & Ir-
mSos.
Appellante, Josepha Maria da ConceicSo;
appellado, Manoel Ignacio de Arroxelss
UalvSo.
Ao Sr. desembargador Villares as seguin-
les appellifOes emquesSo:
Appellantes, Antonio FabiSo de Meudonca e
sua mulher; appellados, Estovao Jos Paes
Brrelo e sua mulher.
Pissaram do Sr. desembargador Santiago
ao Sr. desembargador Villares as seguinles
ppellacOes em que sSo :
Appellante, Francisco Ignacio de AlImy.le ;
appellado, Domingos Antonio Comes Cui-
mrSes.
Appellaiile, o D. Abbade do S. Bento de
Olioda; appellado, o juizo.
OSr. desembargador Poreira Monteiro pe-
dio nova distribuido para a appellacao ci-
vel em que sSo:
Appellante, Pedro Jos Rodrigues; appella-
do, Carlos Jos Gomes deOliveira.
disxmbuicSbs.
AoSr. desembargador Telles os seguinles
aggravos em que sao :
Aggravante, Joflo Baptista Pereira Lobo ; ag-
gravada a fazenda.
Ao Sr. desembargador Pereira Monteiro
os seguinles aggravos em que sSo:
Aggravante, Joaquim Fraucisco Correia de
Araujo; aggravada, LuizaTeixeira Lima.
Appellante, o juizo ; appellados, Ignacio
Jos Gomes e outro.
N3o bouveram mais julgamontos por ter
faltado a sessSo os Srs. desembargadores
cima mencionados.
l.-vantou-se a sessSo depois do meio dia.
a memoria de dissencOcs intornas aosdeve- sua idea tancar de repente urna narjSo na do I). Pedro, como sincero respeltador da
res do citadnos? Nos, pudendo impelil-o, crises da reconstrucc3o poltica, entregando)
liaviamos deizal os assenhorear-se do poder a sorle futura do governo a urna constitua*
san a naQio Ib'o dar, e zo robando di nossa te indefinida e Ilimitada Dizei-nos agora
inercia, precipitar-nos comsigo no abysnio, sabios do minisierio : as eleitores negando
que nos a meaja ? Desde quanlo he vir- o mandato cooslituinte para entrar na lega-
tude similhante esquecimenlo da religiao; lidadeauthorisam alguen a usurpar poda-
res, que ella de antemSo recusa expressa-
mente ? I
Negaos i cmara dos deputados o dreitt
decassar o mandato conslituinte? LdeM
carta o tit. *. Do poder legislativoe n'el-
politica ?
Queran) a nossa demiisSo de cidadfios,
por que na tribuna e nos jornaes nos sopa-
ramos em artigos de governo das adminis-
traroas concervadoras, censurando-lhe as
molidas/ Antes de derramaren) tanto odio leo a>t. 15. 6 que elle vos dirclarame-
EXTERIOR.,
LISBOA i* DE SETKMinto.
A unifio do partido concervador ten sido
objeclo nlo de argumentos, mas de iojurias
da parte dos jornaes exaltados. Oseu zelo
pela liberdade da urna he como o dos anli-
gos iogusidores ; se poJessaiu qu.imavan
em cada parochia a mo, que levasse ao es-
crutrinio urna lista opposla decretada nos
seus comicios
Esta desesperacSo d'elles prova a influen-
cia das ideas moderadas. Para vencer, eon-
taram menos com a forea propria, do que
com a hesitacSo imbcil do governu, e com
a discordia dos defensores da carta. Esta
ultima, sobre ludo, ora a sua maior espe-
rauca. Perderm-a ; achsm diaule dos se-
us planos a resistencia legal, e o exfor^o
combinado de um grande partido ; e antes
de uutiai na iucta, os improperios e ultra-
jes, em quo se manchan), declaran j que
vao combater sem f, nSo esperando seno
derrotaa.
Deque nos aecusam ? Em que ofrende-
mos os principios Aondo esta a uovida-
de ou a perversSo do acto, que.praticamosi'
Niio he tflo nosso como d'elles odireito elei-
toral p A urna nilo dever exprimir o voto
de lodos os cidadSos' Rasgou-nos atgum
novo despotismo, d'esacs que estamos ven-
do a cada hora, a carta de homens livres '!
Se o aomos o nosso lugar be entro os eleito-
res; seo somos o nosso direilo ha-de ser
respeitado, e a liberdade do seu exercicio
sustentada. Renan as forjas lamben;
enipenhem as influencias; mas n.io cbamem
reacio ao direilo mais lgico, e honroso,
<|ue pode exerecr-sa em um governo repre-
sentativo.
I'ois quel Eiles em 1840, para derrubi-
an o ministerio R'drigo-Bomfim suspen-
deram as hostilidades con a opposicao car-
lista ; e em 1842 uoiram-se com ella, para
ludo, apesar da incompatibilidade absoluta
-e principios; e nos, haviimos deantepor
em injurias ealeives fariam bem se olhas-
sera mais para si,epara os dolos, que ar-
restaran) pelas ras, o lovam agora em pro-
cissSo nos patriticos andoros. Quem deu
a mSo aos devorislasde 1831 doria callar-
-ae / Quom enchu do notas infamantes a
carreira publica do conde de Bomflrn, e de-
pois foi para Almoida lavar-lhe as nodoas,
dovia callar-so Quem pedia as cOrtes e
nos thcatros o exterminio dos roalistas, e
com as rodas da sege sogloriava do Ihes pi-
sar o cadver, nSose Ihos lancou aos ps de-
pois, supplicante, na faosa colligaf3o,
eleitoral ? E ainda aecusam !
Quem do Coito, venc Jo em Torres Ve iras,
estendeu as m3os na angustia a esses mes-
los realistas, implorando o auxilio da sua
espada, eentregando-lhes os commandos o
os poslos, contra seus irniSos os liberaos,
capitaneados pelo duquo de Sal lanln, ( o
hroe de hoje! J nSo perdeu o direito de
perguntar as fracc.des mais imcompativeis
porquese ligam, quinto mais aos defenso-
res das ideas moderadas, cujos dissentimcn-
tos nunca foram sobre as bases da consti-
tuirlo ou dos principios conservadores?
Se liverem a honda le da se recordar da
sua historia, hao-de ver a unio enlista co-
mo natural, e dictada pela consciencia do
daver politico. Iiao-de reconhecer que sob
pena de morrer politicamente no atheismo,
rasgando-se a carta nos seus artigos essen-
ciaes, assistindo dissoluclo primeditada
dos elementos de orden, e vendo os gritos
da proscriprjSo esculados como conselhos
saudaveis pelo governo, que em continuas
filadas procura enlregal-o ao odio dos sec-
tarios republicanos, o partido carlista nao
tinha senSo esta caminho a Seguir. Sena
hora do perigo comuium crusasse os bracos
e sacrilicasse a causa commum a questOes
pessoacs entilo sim, tinbam rasSo os de-
tractores ; a sua existencia tinha aca-
bado |
Porque fallan do ratCOMarmada, quan-
do nos em toda a publici Jada so fallamos o
Irabalhamos no exercicio do direilo eleito-
ral ? Por que manda o governo, que urna
folha, sua confidente declarada, nos con-
venga com a brutalidado das calumniase
insolencias ? Os sabios do ministerio nun-
ca esqueceram as saturnaes do raio i* O
tutores do jornal julgam-se inclumes; a-
cham-se invulveraveis .* Iguoram, que ex-
gotada a paciencia nos ser fcil subir ao
lolonio dos tartufos, rasgar a farda bordaJa
de algum d'elies, o fazel-o chorar lagrimas
de sangue, com os documentos na mSo ?
No arrojo da ira nao fujam da vulpina astu-
cia. Mais circunspecc8o, senhores minis-
tros, ou Vs. Excs. teem desgosto .' O centro
eleitoral nilo se oeculla ; entrega os seus ac-
ao juizo da nafo; mas est prevenido; nilo
ha-de deixar que Ihe mellan proclamacAes
falsas no bolso para as irem denunciar por
um emprego publico.
Perguntaes o quo pedimos ? Ha clara i
Qreremos o que defendemos semino : o go-
verno constitucional conforme carta. Itis-
gasles o cdigo poltico; decretasles a re-
forma d'elle contra a sua disposicSo; ends
sustentamos que por esto acto subversivo
estaos fura da le; e o vosso logar nilo he
no terreiro do Paco, mas na calcada do Sa-
cramento. Perguntaes ainda, aonde legal-
menie havemos do annullar os effeitos ex-
orbitantes dos decretos de 25 de maioe 20
de jonlio que usurparan) o poJer consli-
tuinte ? A rosposta he simples. Nos col-
legios eleitoraes, primeiro ; no parlamento
depois!
Bem sabemos osophisma. IHo-dc res-
ponder : so o collegio dos eleitores pode
restringir o mandado, tambem pode am-
plial-o ; eo theor das procurar;Oes perden-
do a uuiformidade da logara graves con-
flictos, ll.li de accressentar : se urna
cmara de deputados p le cassar o manda-
to conslituinte, tambem outra pole assu-
mil-o : e em ambos os casos proclamaos a
onnipotencia eleitoral, e a omnipotencia
parlamentar, o nenhuma d'ellas esta na
carta.
O supinadla cabe por si. Ovivorio levan-
tado pelo duque deSaldanha nSoconslitue
a soberana nacional; nSo lie o voto ex-
presso da maioria do paiz para modificaras
instituicOes. O mov ment militar invocou
a carta, e nSo sa perjurou, anniquilando-a.
Se o vol do paiz nSo disse ainda nada a
este respoito, non foi consultado para o de-
creto, quo declarou a carta em reforma,
aonde est, mesmo segundo a vossa thao-
rls, a rasfio nacional das usurpaces do po-
der oostituinte? Qaal he a legal instan-
cia d'ellas s irem annulada.em primeiro lo-
gar, sean a consciencia dos eleitores, re-
conheccendo diante do cdigo poltico, que
Ihes peden um mandato que elle nSo per-
mute?
.vio jilguera que a rcstriccSo contitucio-
nal do mandato aos termos do cdigo poli-
tico os aulhorisava a usurparen a amplia-
rlo, como tlguram. Essa qneslSo nSo foi
indiffereute ao legislador; est prevenida.
O menos nao contera o mais. 0 artigo U2
da carta he terminante. Mi diz elle que :
ii Admitida a discusso, ( as corles j even-
cida a necessidade da reforma do artigo
constitucional, se expedir a le, que ser
sanecionada e promulgada pelo rei em for-
ma ordinaria, e na qual se ordenar ao e-
leitores dos deputados para as seguales le.
gislalura, que as procuraces Ihes coofi-
ram especial faculdadas para a pe tendida
alterae,ao ou reforma.
Vedes! O mandado be defloido o limitados
Os eleitores cooferem especial faculdade
para designadas reformas, mas nSo confe-
ren mandato ampio |e constituinte, porque
a carta sabiamente procurou evitar o que
vos praticastes, A carta, acceita a expe-
riencia e a necessidade reconhecidas como
rasSo da sua forma; acoaipauha os pro-
grassos da sociedade e do espirito publico;
mas n3o precipita o pacto politico nos con-
flictos temerosos da mais vaga e obscura es-
petado. Com ella podis aperfeicoar a nSo
destruir: esta longo porm da sus letra e da
s
te; quefazer leis, interpreta-las, suspen-
de-las e revoga-las he s da altrihuicSo dr
cortes. l.iVlo mais o 7. do mesmo art. I
o, acharis que ke dacompelencia d'ellas vi
lar na g'uaroTrTa conslitui(3o, e promover o
bem da nac3o. Passai adiaolc, e no tit. 8.--
DasdisposicOes geraes e garaulias encon-
traesoart. 139 que determina que; As
curtes geraes no principio das suas sess.'s
examinarSo, so a conslitui(3o poltica do
reino lem sido exactamente observada, pa-
ra prover como f." justo.-- EnlSo, duvidaes
ainda do direilo? Nagai que a dictadura
exorbitou fazeudo lei do reforma da caria,
rovugando-a ou suspendando-a nos arl. 140
a 143, e despojando as corles e a nac,3o dos
direitos e attnbuicO s conferidas pelo cdi-
go poltico 1 Negai mais, que tendo de velar
pela guarda da consliluic.3o as cortes nSo a
devam fazer cumprir no ponto mais essea-
cial o da sua conservado. Negai, depois,
que cumprindo-lbes examinar se ella foi
sua memoria A sombra dos soldados mor
los pela caita em Torres Vedras ba-da alien
coar o sacrificio do sangue que lito pediste
em nomo dalealdale! Marechal, nSo pas-
seis mais pela frente do exercito do 1840,
dissolvet-o de press, nSo vedes um remor-
so a urna apostrophe n'aquellas baodeiraa,
que desertasles '.'
__________ ( D'R'iMndart.)
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE l'ER-
NAMBUCO.
Varahyba, 7 de itoeembro de 1851.
Ja roe he precisa urna energa de vontade,
bastante forte, para afrontar os golpes que de
todos os lados me desfecham individuos, que
conbeco como ai pahuas de imnli.i inao, c aos
quaei me nao pennilte responder como convi-
oha, o respeito que guardo ao publico sensato;
c continuar cm minha misso de chronista cu
utn lugar onde a pobrea de aconlecimentos
importantes acaohain minha, j muito incs-
quinha, capa cidade epistolar porm para
nao dar gostos a esse, que, nada facndo, lu-
do dispresam, para nao priva-lo doconheci-
mento de noisos inesquinbos acconlecnnentos,
para nao deixar de prestar a mlnba provincia
os pequeos servicos, resultante de alguma
sensura dos actos reprovados, continuo c con-
liauarei, ainda que os inultos esforcos cuaprc-
gados para romper-inc o Incgnito, consigam
esse miseravel e pouco importante resultado.
Sei, por consciencia propria, que ate aqui
nada tcem os improvisados Mecenas consegui-
exactaioente observada, para prover como do, maii fecundos, como sao, cu recursos, tal-
fitriuln vor.Hr,.rac7d b ^eamecida. a!naa lenhain o satauic
fOr justo, e vendo-a rasgada e escarnecida,
Irahida e entregue a urna reforma illiinila-
da, a urna cooslituinte amplissim, nSo se
apressem em provor conlra o abuso, repri-
mindo a usurpafSo, a obrigando o governo
a entrar na legalidado.
Porque nos estranha o governo a prolissSo
sincera d'esta doutrina .' Nao preside a elle
o duque deSaldanha, e seccou-se-lho j a
mo quo lavrou a proclaenacflo do 6 e o de-
creto de 9 de outubrodo 1846? NSo oscro-
veu a duque do SalJanha na proclamadlo
que: a O dador da carta, elle mesmo, reco-
nheccu a necessidade de fazer as altera-
si (Oes, que o lempo e a experiencia mot-
Irasscm ser precisas; mas quo a rainha
rejeilava oexcesso de authoridade, que
lhc uo competa, nem por um simples
decreto furia alterar a loi fundamental da
o pr.i'ei' de apontar-
me, disendo Ei-lo; temos tac e tacs prava !
Pouco ibes importar que o publico sensato
ihes diga -- o que vos Iraportou dcscobrir o au-
tor dessas cartas ? Ser elle menos ou mais tolo,
menos ou mais verdadeiro con cssa discober-
fa? Dlsuiemisteis suas noticias, combaleatel
suas .mercales, eris juics competentes para
julgardcs da aceitaco de sua cartas ? Sin
pouco Ihes iuipoitara ; porque individuos, que
argumentara ad hoimnem, cuja torca syllogisti-
ca lie lirada do vocabulario condeinuado pela
moral, estiman tu lo em pouco e nada Ibes im-
porta.
Nao he sem proveito este exordio porque
com elle pretendo dar ultima resposta a todos
os crticos e satyricos futuros, que poderiain,
como agora, ainda uina, c mais vccs, arredar-
me de racu lim priucipal; porque pretendo
cm continuaco a este exordio ler, pela uliima
ve, ainda alguma poltica de aiteocao aoeaeat-
teiro e brioso correspondente da Uniao', a quem
Brevemente ten de funecionaro Jury do Pi-
lar, e nao sei se delta vez teremos justlca ou fa-
vor. Aquellc termo necessita de inulta a in-
llexivel Justica, em vista da posicao que ia to-
mando entre os de triste nomeada.
Eu Paltos (segunda commarca) o negocios
nio vao bous ; porque o actual delegado ; que
segundo dizcm nao he dos mal lisos, lem cer-
..-.,.. ....i4 ..... .i.. ..,.. ........i r..i,n '
Coire urna noticia, quo ainda nSo vi con-
firmada, bstanlo atroz, que fOra sssasi-
nadaem Pianc urna pobre senbora solteira
por um cabra, que tentara della abusar, a
qual dizem quo he de alguma considera-
co.....
Ainda nao sei sa ser verdica essa trage-
cadoe corrido caa de noite, araeacado e feito jj dia; porm se o he ser o segundo Tacto
violencia para vingar-e do agenciadores de I horroroso por suas circumstancias alli acon-
uu abalxo assigoado numerosiislino, que foi Mecido. J sucumbi alli una pobre me-
levado ao governo, representando conlra vio- njn, de u t0 victima de un tiro des-
\^sss^^n'^^^l^\r^'>---r.-.-Qu,ula mal,dw'
mar o governo; mis espero que teja a me- I ,9** perversilaae......
Ihor pelo cooceilo que dclle Tormo
>'iiiiii i vu em paz, e o aclual subdelegado
proieguc bem.
Corre que vai-se reunir extraordinariamente
o jury da A rea para sentenciar os asaassinoa do
infeliz Dr. Trajano ; como uotlciou o meu ur-
bano amigo; mas de passageiu o direi, nao
possocrer que seja delle a llngoagem ncisa no-
ticia empregada, pois nao vejo raso para elle,
liosiilisar aquellas innocentes victimas da per-
seguico da actualidade. He pena que o nosso
/ir is, que nao he moco fclo, tetina sempre
una mascara, que lhc cobre mcia cara, e anda
sempre inaranlia, com um p na estrada e
outro no mato. Reconheno, por experiencia
propria, que a franqueza arrasta ms conse-
quencias, e por isso o dcsculpo.
l.ii, com licenca da mesa de censura, enten-
doque oSaulos Leal est em maior seguranca
ua priso do quartel, cm que se ada, de pro-
posito concertada, di que na podre casa que
serve de cadeia nesta capital, na qual se achata
rccolliidot para maisdecem presos.
Madama Carlota, depois que fez testamento,
mais gordo do que um banqueiro, melhorou
de seus ataques, porcia creio que su car per-
NSo quero sor mais t-xteoso, abusando
assim da paciencia do pobre publico, quo
nestas occasiO^s sonpre servo de desculpa a
nossa puuca dieposi<;3o de continuar com
03 msssadas.
PERWAMBUCQ
CARIARA MUNICIPAL.
SBSSA'O EXritAORDI.NAniA, DE i DE KO-
VKlII lio DE 1851.
Prtjidfnca do Sr. Oliveira.
l'reientes os Srs. Marros, Mamede, Carneiru
M'ni le i ni e Franca, faltando em causa partici-
pada os Srs. Pires Ferreira, e Dr. Sousa, e cora
ella os mais senbore, abriu-c eieaaio, efoi
lida e approvada a acta da antecedente.
Foi lido o seguintc
EXPEDIENTE
Um ollicjo do fiscal do bairro do Recite,
apresontuudo a relcelo dos eslabrlecimen-
tos do mesmo bairro, suj itos ao imposto
do .. an-
fertanientc restabelecida depois que encontrar 1 no.-Quo fusso remetti Ja a couladoria.
um segundo Amonio Galdino, que com ella
monircliia ; assegurando qua havia de or- conbeco ate pelas M*la e fugir assim de"dar,
a donar aos miiiislroa qU3 promovossom a como dizcui, cabo ao machado para novaaV*-
revisSo, mas pelo melholo estlbelecido calcadsira, para nova rccoinmendacao de moral,
" na mesma carta / a muito boa nao lia duvida para algum padre ou
NSu asiiznou o duaue d8aldaillia a par fradc' P0"'" "uito impropria, e al ridicula,
d'esti proclan.co o decrSle 9 deoulu- Para mun, que nunca professcl o .agrados ca-
bro do mesmo anno, no qual se man lam Eu leria |lluil0 ca ai oldlde sc JcJSC
declrar sem etleilo o decretos de 27doju-de responder cirrespondcncia epistolar da
lbo, por sarem manit'ostamonte contrarias Uataa' n. 393, c commetteiia urna falta de leal-
carta constitucional da mouarcliia as suas dade, teuao defendesse o individuo a quem,
disposices,por estabelecerem a oleicao^ menos justamente, o correspondente attribue
directa e conferirn aos deputados poderos artas, que ao unicamcute minlia, assim co-
mo le delle a defesa, que tanto a peito loma,
di'fcsa que, como bem di/., he de direito natu -
ral; e por isso dedicar-lhc-hei, bem contra
minha vontade, alguma liulias delta minha
missiva.
Aquellc correspondcntccomo sc, maltratan-
do a ni 11, 11 pessoa na de outrem, liouvcssc de-
fendido a sua causa, ou de sua Dulcinea d'et Tu-
bivo, nao contente con a explicacoque di ao
meu pcnsaiuento da primeira epstola cu urna
dis subsequente, explicacao por elle mesmo
approvada, esquecido da inaaeira urbaua com
que respoadi a sua brusca censura, con o seu
reverendo e lindo olphalo entendeu ter dcsco-
berto a casa de iiiinha resideucia (se o consc-
guisse estara cu pela ra das amarguras) e all
rou-se a inim com corpo c alma, e depois de
me arremessar (quanta urbaudade ) sobre
eslcrqullinios e caes cabelludos e pellados (se
nao conhecesse o nobre cavallciro diria que
elle foi creado as materias cm que me quiz em
vao tancar) que vagueiain pelas ras, entrou a
dar-ine lices de moral, como utn leigo Fran-
ciscano, c reprovar ininhas lamenlacocs aule-
celibatarias fdoque mosira entender lauto co-
mo de Chateaubriand) coucluindo sua bem di-
glrida inciclopedia com os psalmos de Job e
David, que qul recoinmendar na leitura do
breviario, c depois de todo esse espalhalato,
cou, c|ual outro cavallciro andante, senbor do
campo, e cheio de si, sen recear a bem mere-
cida represalia provocaco tao injusta, o que
em verdade ihe succede salvo se quem servio
de alvo s suas sellas Ihe ajustar as conias que
eu sobranceramente despreso.
Antes que medispeca d'aquellc delicado a.ni-
go ou moco honesto, dir-lhe-hei que nao sou
autor do communicado do n. 71 do peridico
OroVm; e certo nao seria to tolo, que quies-
e louvar ininhas epstolas, cujos defeiios, em
parle iilhos da pressa e descuido com que as
escrevo, c cm parte de meu poucos couheci-
mcuto, sou o primeiro a reconhecer quaudo
de torna viagein ellas me chegam as mos em
leitra redonda. Islo o digo uo tamo para a-
quelle cominuoicanle como para o publico.
Os bomens do patriotismo acriiolado deata
provinciaes.avan contentisiiuioscoin uina no-
ticia de niela noite aquiespalhada, que o Ori-
be ii.n i sei o porque tantas sywpalhias tem) ti-
nha sabido a bordo de um vapor inglcz com
seu exercito! quaudo chegou o Vapor do suj,
e con elle a noticia de que aqucllecabecilha ti-
nha entregado as armas ao victorioso Urquita.
Nao ihe posso espressaro desaponlauemo, que
os possuio e nem querotocar uesta cspecic,quc
me pode render tres duda de apodos. Eu
como por mai de uina vci lhc leulio dito, nao
algo nenbum dos intitulados partidos pulunos,
porm me horroriso quando vejo un dcllcs
queimar podre inseuso quclles queprocuram
aviltar nossa nacionalidade, que nos cncbein
de insulto. Porque lilulos merece Oribe sym-
pathia de Hrasileiro ? Ser pela devastaco de
aoata propriedadea do aul, pelo morticinio de
nosso concidados, c pelas barbaridades con-
tra nos praticadas ? Sen duvida. E eiao ver-
daderamente brasileiros bomens que assim
pcnsiu.' Nao o posso crcr. Euteuiiia, e co-
inigo milita gente, que nossa dlsencc in-
teruas, nossas questes familiares, deviam ees-
sr, logo que um eztranbo nos insultasse; e
que todos em uina su vonladc deviamo repel-
llr c punir o aggreasor; porm agora vejo, que
o traidore sao mais coiuuiuns do que cu pen-
ava.
extraordinarios, que a mesma carta o3o re-
conhece, lulo isto em virtud) da obriga-
c3o que o governo tinha do cumprir a lei
fundamental do estado?
Como nos manda elle hoje insultar por
mi>ii:ii 11 mus os tnesmos principios, quo etn-
quanio carlista e conservador, defenJia no
campo com mo armada, e no gabinete pro-
fessava nos actos ofliciaesda su responsa-
bilidade ? Pois a carta be que mudou ? A
apostasia foi d'olla? Senlior duque, decre-
tando em 25 de maio do 1851, cinco ani.ns
depois da 6a 9 da oulubro de 1816 que
os deputadoc eleilos venliam muninos dos
poderes necessanos paia se reformarem
na carta constitucional aquelles artigos
que a esperiencia mostrou ser indispen-
s savol cirregir-- o ministro duque de Sal-
danlia n0o jusliflcou por confissdo volun-
taria a accusa(3o dos seus antlgos adversa-
rios, de quo sem I! iin creneis dosembai
libara a espada para ir procurar una cora
ducal ao fundo de um lago de sangue ? A
caria, entJo objecto da tanto rcspeil >, que
ii. i mi- fez recuar da responsabililade da
guerra civil, boje incorreu no vosso oJio, a
ponto de ser tratada como lei ordinaria, que
sus.endeis por mero arbitrio, o sogundo
mais apraz '!
Estadista de 25 de maio nunoa vos atre-
voreis a comparecer diante do ministro do
6 deontubro I Podiais derramar a avjrsSo
sobro as possoas, he indigno, mas he menos
alroz ,- puien ao menos devieis cobrlr os
vossos actos com o pudor da consciencia-
Sobre principios conslitucionaes nSo se tira
a espada pr e contra em cinco anuos sem
deixar aos outros o direito salvo devosjol-
garem severamente. Senbor duque, a his-
toria ha-do tralar-vos um da mal.
Estamos, aonde osteve o duque, aon le
lingia estar o Sr. Rodrigo, quando ein pie-
doso horror lamantava a profjnacSo da arca
Santa as memoraveis sessOesde 18(8 El-
le foram para aquelles quo tinham ferido;
nos ficavamos junto da nossa bandeira. Em
vista dos factos decida o paiz de que lado es-
t a rasao I He a rosposta quo damos as por-
guulis dos ministros.
Em Franca, em presenta da soberania na-
cional, e do sufragio universal, a revisSo da
consliluicuo estlsubjeita a rigorosos tra-
mites. Exige tres propostas em iutervallos
auceussivameoto approvadas : exige tres
linarias partes dosvolos presentes: exige a
convocacSo de urna assembla constituinte
especial, cuja existencia limita ao praso de
tres mezes! Entre nos, em diverso sysle-
ma poltico, o governo decreta de sua au-
thoridade propria a reforma; substitue o
capricho ao voto de urna legislatura opi-
ma i legalmento manifestada dos eleitores
o cria um poder eonstituinlo que a lei fun-
damental recusa!... Estes liberaos sSo mas
liberaos que os do Franca 1 l.a tomam-se as
precaufOes para que o vago e o provisiho
nao allerom o carcter de permanencia o de
immulauilidade, sem o qual a constituido
he menos que urna le ordinaria: c um gol-
pe de oslado rasga da caita u principio con-
servador, ontrega-a outilida ao acaso e s
criaos mais pengosas; a depois levanta para
maior olt'ciua a voz irrisoria de viva a
caria.
Nlo illudis ninguem desenganai-vos!
A caria ue 1. Pedro morreu, a que est he do
duque de Saldantia. Oque a lazia aqulla
um penlior de seguranza e de estabilidide
para todos no seu rgimen, arraocaste-lh'o
sem remorsos, Hoje sobreviv apenas urna
collocSo de preceitos, que o governo diaria-
mente infringe, emquanto nSoleva aos seus
ueira ir lomar ares ao certao; o que nao ser
dimcil se ganliar fama de capitalista como in-
dica o testamento. Hasta por hoje.
dem, 10 de novembro do 1851.
Tendo-llio escripto em 7 do correnle, nSo
pudo mandar a cirta, porque o correio levo
a impolidez de nao esperar por olla, apesir
dos elogios quo Ihetenho liberalisulo para
t-io mo ; mas, como ainda delle pre-
ciso, me nilo quero dar por agastado, mxi-
me leu Id liavido do minha parto alguma
indolencia ; vo, portanto, duas por este
correio, quo n3 lio m carga.
N3o estoj muito satisfeito com o resulla-
do das eleicfles, porque quer-me parecer
que ler -mu- inuitos deputadosanti-dan-
sinles,o que n3oeslava no meu program-
rn '. o so o rosultado total os lizer hoiar,
quoro dizer, subir, teremos perpetuo
pernisticiopara o anno futuro, e por
consequencia rheumatismos muito contra
o genio motriz das bellas.
N3o ha duvida, n3o sou susceptivo! de
emenda, eis-mo reincidindo cm minhas
exclimacG.s anli-celibatarias,cm vez de
enloar como os anligos protestantes a psal-
modia Mis emlim, o quo ma importa que
alguen mais cirranQa do quo en seescan-
Ja lis do ininhas innocentes rcllexes,
toe tacho de anti-celibatario? l'orventura
todos dovem ler o mesmo gosto.'
Alguem hecelibatario por indolo outros
por necessi lado, esto porque as bellas de
eiheii i liso nao gostam do mili ios com ei-
les ( cabellos ) muito cresoos ; squeiroulros
porqu9 ainda nao poderam combinar o bron
y.oado de sua tez asitica com a aiva culis
de urna europea cu pela iJade; e final-
mente cada qual pelo quo l'ir, sem que
imporU a caJa um entrar no que mo he
de sua jurisliccSo. Em vista disto, e do
mais que dos autos consta, sou e quero
s6-lo i- -iiba ma na pratic, apaixonado em
?li Mi'ia, alvo na cor, pardo nos cabellos,
e ornis que me couvier, porque a liber-
dade he garantida pelacoiistituic3o; e por
isso continuo.
Estamos, como ia dizendo, amoacados
do rbcumatisno epidomlco, o as bellas
muito mal salisfeilas com os eleitores, por-
que votaram em individuos anligos o mal
felos do corpo, com poucas excepcjG's, o
juran no altar do deus vendado isto eloi-
r a paganism > ) quo para as prximas fu-
turas oloicOcs ellis lomaran o negocio na
doviJa e in-i I MMe.ei. Eu lonlio um amigo,
que Ihes pJo s;r um bom servidor, o tem
para oleigdes e cabalstica seu geito, como
a pouco mostrou pralicamenle, quero p-lo
disposi(3o ilcllas, porque em verda le
muito hilo do uecesailar de un fiel roen-
sigeiro.
Assim, julgo quo obterci dellas algumas
rccoomnndac.6os, que mo dar3o urna das
vinteooito bem aventoradas cadeiras dos
4/000 diarios, quo fazem urna bda enchan-
sa as algibeiras, quo nlo forcm orno as
de Rotchild.
Ainda continan as celibatarias rotulas
ea, em ludo, eclibataria cmara a nada so
move, Dos a conservo comoum dos sete
dormento-, para que nSo percimos esse
d'eotro as sessenta duzias que contamos
nesto pequeo torran.
Recebi a pouco urna rccIamacSo daNa-
tuba, viuda pelo lelegrapho, por me haver
esquecido d'aquelle calcinhar do mundo;
n3o seria muilo admiravel sa assim aconte-
cesso, porquo em verdade a mer. o esque-
cimenlo pelas suas facanhas passa las ; mas
como javai-so mostrando mais contricto,
o na i tenho rsquecido, nem esquecere,
principalmedte emquanto l exislir urna
metra o um cafalange, aquella celebre por
seus f lirios romo a mangucira jastnimde
Itamarac, e esto pelos sius foitos como a
fama do 1). iLiMo, que Daos baja; portan-
tl e inluiil itel nnr elle. *
Aquelle lugar sempre infeccionado de
larriuoras, qua alli acharan apoio em al-
guna intitulados magnatas sarvia do horror
aos homens paciQcos, de sorle que, como
terreno infecto, s madravam millo hervas
trias, o animaes pefonhentos. n -u bastan-
tes cuidadosas administrarles, c mereceu,
nico, a honra de ter um subdelegado pa-
Ag'ora em seu dcapontamento voltiram a go. D'aqui conclua que tal era a joia. Io-
furlas contra o nobre general brasilciro, por-'je est melhorada, porque o actual mi blo-
que nao pode vencer achuva c motempo, e legado lem dispersado os malvados, e pron-
acbar-ae com Urquiu no destacamento de Ori-Jido outros ; e a mulla querida timeira,
be, coiuo se elle disposera do querer da Omni- ijrapa dos mos enchertos, progrido assom-
po'<:n1ci"' ,. _....._ brosamente, bemdizendo a mio que a po-
nida lem occorrido contra a cgurauca n- r
dlvidual. Chegou a esta capital o preso Aolo- ,, ,-,___ ,
uio Joaquim Ohavler norges, vindo dessa, i Ultimamonte foiipreso por aquella subde-
que val rcaponder aojurj- no Pilare loga, por legado o faccinoroso Joaquim Jos de Santa
crime poltico c de ouiras especie. Anua, que dura um tiro, no enganho Na-
Corre que o grande Caunayleira mandara di- tuba, na tarde de 26 do mez fiado, em
ter para a Independencia, que vinba tudo ar- Severino Caetaao, que oicipiindo do tiro
raiar, como diieu os matulo; porm nio ieTOU por Cootran'So umaformidavel cuti-
pats.in de hespanholadas do mesmo Canoa- |ajj j. qual iicot gravomJllte ferido; sen-
5S' l"^ffia5...V^i:^1^.r. doc.us.qdesso.tle,tido o haver desconf,.-
adiados a folha em uraneo, para selncarlCr iivradoao pobres Gorabirene deisc sus- do qua o Sovenno Ihe armara urna embos-
n'ella otustamento linaldo cdigo de 1826 .'] tos, e beque os leu, o que duvldo porque cada no mez de maio, o lha dera um
Gloria ao marechal, amigo tao fiel da obra i nio o peco. tiro.
Outro do fiscal da Boa-Vista, participan-
do ser a importancia das mullas do mez de
oulubro uliiiiiii de O:) rs., e pedindo se
mandasse pagar ao Dr: Hanoel Duarte de
Faria, a quaolia de 9J00de corridas sani-
tarias, que fez nos das 13 o 18 do mesmo
mez.Mandou-so passar mandado.
Outro do mesmo, pedindo se mirlasse
pagar tu Dr, Vicente Jeronymo Wanderley,
a quantia de 3/200 d'um oxame sanitario,
quo com elle fiscal fez no afougue publico
da mesma frfguozia. Mandou-so passar
mandado do pagamento.
Outro, do mesmo, participando haver en-
tregado ao procurador a quaotia de 12/ im
portancia do imposto de gado Suioo e ove-
Ihum, arrecadada no mez de oulubro lin-
do. InleiraJs.
Outro do fiscal de Santo Antonio, dizendo
nao poder comparecer sessSo de hoje, por
ter sido convidado pelo meoico do munici-
pio a assistiraos exames a que tem de pro-
ceder hoje mesmo.Inteirada.
Outro do fiscal deS. Jos, apreseutando o
mappa das rezos moras para consumo, no
maladouro desla cidade, na semana de 27
de outubro a 2 do correule (438 )..-lotei-
rada.
Outro do procurador, dizenJo que a vis-
ta do perigo que ameava acasinha, de pro-
priedade municipal, existente na ra da So-
lodade, mandara arrear a sua coberta e pa-
redes, conservan lo c material aproveitavel
para ser ompregado na reedificac3o da mes-
ma.Inteirada.
Outro do mesmo, aprasenlandoo balanco
dareceita e despeza municipal do mez de ou-
tub'o ultimo, e o mappa demonstrativo dos
enterramontos no comiterio, no mesmo lem-
po.A' commissao de polica.
Outro do administrador interino do cemi-
teno, remellen lo a folha dos vencimentos
dos respectivos e.npregados do mez de ou-
lubro GnJo. Mandou-so pagar.
Foi uoiiinado o Sr. Franca para a commis-
sao de posturas.
Concadeu-sa a demissSo, quo pedio, o
guarda municipal Francisco Sancho Ribeiro
do Auiiral, s nidu nomeado para substitu-
lo Manool Francisco do Salles.
Autorisou-seao procuradora comprar os
livros nacessarios para execuc,3o do Doc. n.
208 do 18 de julho do 1851, e a mandar pre-
parar eo ,n o uccessario, em lempo conve-
niente, a igreja inairi/. do Santo Antonio,
para a elen,ao do iljntad is pravincuos quu
ali deve ter lugar no da 3 de dezembro
vindouro.
Mandou-...! remoller a commisi<3o da edi-
lieagao a iietirao di Ir mandado dos Mar ty-
rios, no lio lo a tranfrencia para oulro lu-
gar do chafarizque se vai col locar em fren-
te da igreja do mesmo nome, eadeJo3o
ll>driguesda Silva Valle, sobre a constru
cao d u n csiailoiro do madeira no bairro
lo Recite junto ao do fallecido Manoel de
Souza (louto. A' commissao do peti; de Joaquim Pinto, vinda da prosidencia, pe-
dindo a confirmarlo da arrematarlo que
fezde talhos; e commissao encarregada
Jos negocios do cemitorio, a peticSo de ir-
mandade do S. Sacramento da matriz de S.
Antonio, pedindo terreno no inasino cemi-
lerio para construcc3o do suas catacum-
bas.
Daspacharam-se as petir;6es do Antonio
Ferieira da Annuuciac,3o,Arsenio Fortnalo
da Silva, Anselmo Ferreita Cmara, Domin-
gos (Jircia Parame, francisco doa Reis Nu-
nca Campello Jnior, Feliciano Augusto da
Vascoocellos, Joaquim Pinheiro Jacome, Ig-
nacio Manoel Viegas, Joaquina Claudio Mou-
teiro, l.uls Manoel Rodrigues Vsllanca, Luis
Jos da Cos Amonm, Manoel da Silva Ne-
v, Manoel Clementino Carneiro da Cunbs,
Maria da Luz Teixaira Couto, o ievantou-se
a sess3o.
i u Joao Jos Ferreira de Aguiar, secretario
a subscrevi, iiveira, presidente. ~ mamtac
franca.- Harros.Cirtuiro Monleiro.
AKIEPEmiBUCO.
Eciri, u amoviiiiuosi tasi.
AmaohSa (15 ) lera lugar a rouniuo dos
proprietarios, capitalistas o negociantes
desla prafa convidados pela presiden-
cia cu a circular de 4 do crrente, para
comparecerem, no palacio do governo, e
tratarem da itisUllarj3o da um baocode de-
posito a descont. Aproveitandoa oppor-
tunidade da occasiJo, as vamos submet-
lera Ilustrada coniderac3odosleitores as
succinlas reflexoes, que nos suggerio o as-
sumpto, segundo promeitemos em outro
numero desto jornal, o o fazemo no intuito
de concorrer por meio della para a reali-
sa(3o de um bem altamente reclamado pe-
las necessidade desla interessanto provin-
cia.
A soparacao cada vez mus profunda c
mais absoluta entro os dous grandes agen-
ILEGIVEL


teid produjo, ocaptlal eetrablhe. he
hule sem contri iireo o Neto dominante s
ciricleristlco di industria, porque ellt por
lo li parta M mn.ifosia igiulcnenta, e por
toda parta engrandece coro ella. Moque
esia seperacfio seji umi necessidide inda-
clintel da ntlurezi do hornera oti di do
trabalho, ma porque orginiaiefio toda
facticia da aociedade tifio poda pea natu-
rezi d Sem entrirnios laul na pe-quiza aoro-
Ihetes fiduciario!. A Ibeoria de urna tal opa-
relo he bem conhecida; mal ninguem
deiiar de confeesar que (u lo aqu est
dependente da prohija lo e prudencia da
direccSo do estabeleoimento, urna vei ti-
zada polo poder competente a somrou, a
que olio podera ellerar a emisslodo seu
papel.
Considerando os bancos om saas rolacOeg
com o estado, ou coro o publico om seus lo-
toreases geraes, entendemos que, se por
fundada das cansas efllcientes de un Tacto! um lado he do maior interesie e "da mais
tilo desastrado, gormi-u fecundo de todoa sabia prudencia evitar quinto for possivel
us miles, que pesaoi aobre o mundo iodos- a ingerencia dos governos como accionistas
tria I; aera repraduzir-mog as justas quei-fdos bancos, mesmo para dissipar recelos e
xas, que em rime do pai de toda produefio descoullmcas; por outro he indispona-
se tem ltimamente levantado contra asty- ve| queelles tonham urna certa superinten-
ranias do capital; assim como tamhem sem doncia om lies estabelecimentos, a qual
nos cnnstituirmos o echo da Traquea e i muito pode servir para coarctar abusos, nfio
inepcia daquMili's, que recoohecen 10 a tia- poden lo ninguem rasoavelmente sustentar
vidade do abuso, eutendem que ello a po-; qu, ero negocio do lana magnituda nao
de, ou autos deve, ser remediado pe* m
ralidade e seotimento de fraternidade chris-
Ua dos que eiopregam o instrumento op-
pressor, o que importa o mesmo que pre-
tender eliminar dos co iigos das ncOes as
penas cootra o ho ulejdlu, sob o bello fun-
damento de que no Declogo se acha in>-
e'inlopelo de 10 de Dostu nfio mataras--;
Us nos limitamos por ora a a-.slgnalar o-tu
estado funesto de abseoteism, em '|ue se
acham, em prsenos um. da 0,1 a, as duas
Classes, que devidem a sociedade a dos de-
tenlores dos instrumentos, do trabalho,
que descanca n, que nfio gabem ouofioque-
rcm o :>prega-los, e a daquelles, que nfio
tom senSoa Ion;. vital, e que seoltVr cena
para traballw ; para diste estado en tirulo
Dossarn elle exercer a influencia governa-
tira, a que alias esto sugeitas todas ss ou-
tras insiituicoes.
A historia dos bancos conten) cartamen-
t mais de urna pagina denegrida por abu-
sos escan latosos, quer da parte dos direc-
tores, quer da dos governos, gando por es-
tes Tactos desgranados que se tem creado
JH-.I is urevencOes contra estabelecimentos
lu) vamajosos a toda sociedade, preven-
id-s que o fim trgico do b as prevaricco-s. que elle deu lugar, virfio
aindamis l'uri licar entre us. Has quem
podara contestar que se poda abusar, e que
com efTcitose tem abusado ahila das me-
Itunes cousas?
Dos abasos smente se pode concluir pa
fistiam do bello, esta oeeasito.que Ihe pro-
porciona o Sr. Germano de lerem una noite
de innocente e completo prazer.
O Sr. Germano nao entra no drama, mas
pra o publico nfio flcir privado boje da
s'ia presenta resolveu-se a instancias de al-
guns amigos terminar o espectculo com a
muito applaudida comedia emumactoO
Dileclanle na qual elle Inimitavolmente
desempenha a parte deMarcello, paulista.
Antes da comedia, e logo depols do drama
leremos deouvirem um duelo da opera--
Anna Bolena-ts melodiosas vozes das Sni.
Lana e linda Carmela.
Continu, pois, oSr. Germano a dar-nos
bons dramas e espectculos sempre varia-
dos, que este publico Pernambucano quo
at hoje o tom seguido, e que cada dia mais
o admira, nunca o abandonar. Quanto a
nos que com o nosso contingente, ai bem
que muito frico, hemos concoirido para
annunciar gmenle quaes seus triumphos,
nfio recuare nos na earreira que incetmos,
e nfio nos intimidan! os relmios dos l'epi-
letsedos Cabrions; poden) mesmo ippare-
cer Mastres escolas, Bracos Vorraelhos.Cam-
betas, e Cburioadas, que para todos sera
Rodolfo o
W. J. K.
2
este regolamento he obrigada a faie-U, o
no priso de 10 diss depolf de dado 4 lu o'
COMMERCIO.
concluir.nos a necessldade de pur lodos Ol ra as reformas, e nfio pira a exiicao das
meiug, reumi os duus principies elementos! initi(uico>i, quau lo os seus b"ncllcios sfio
da prodcelo, cujo divorcio forjado tem superiores, e le uma ordem ellevada. Dis-
conduiido a humanidad atrevas de acerbas, currando de outra sorte seriamos logica-
ALFANDECA.
Itendimento do dia 14 5 302,706
Desearregam hoje I 5 de novembro.
Barca ingleza 11'. Hussell mercadorlas.
Barca ingleza Columbas -- dem.
Bngue sueco Sever farinha de trigo.
liuportacaO.
Brigue escuna nacional Laura, vindode
Maraniio pilo Ceara, consignado a Jos
pelo Ceara, consignado a
. Baptista da Fooseci Jnior, maoifeslou o
dores ate o pauperisno, que rnosla os pal-1 mente conducidos a tirar ao mesmo nomem pejllni(e .
zes os mais industriosos, a liberdade, porque nada ha, de que elle te- i oi4 gaccag arroz, 210 paneirog farinha,
O crdito be uidubiUlvameute um dos; nha tanto abusa lo, e porqu < he dos abusos, 4 ditos dita de tapioca, 20 ditos fejfio, I
cana rap, 31 ditas visna, t caixfio carne
ineoso.ais ifliczea, qne pudem dealguma que elle fazdella, que n-.se mi todos os ou-
sorte minorar o mal aponl"do ; e bem q ie tros, que exislem no mundo
osmios al i os beneficios gmeme se poaieio
es.erar deumi ba e completa organiza
secca, t caixinha velas de carnauba, t em-
efiu, i.cui por isso nos devenios privar d.s
Vantagens, queulTeicce o oa ou outra Ins-
tiluicfio isulada. .Vate cago e.-llo us bancos
Dotada pela Providencia de impos re- bru,no uoce ,0 mci0s barris manieiga,8
cursos n.turaes, de um po lar de vida e en- le4 rol 155 ,, 8ol, 100 ccus
g anlecimenlo, qua na la n le destruir ou orjaul
parausar, a provincia de Peruamhuco nfio
pn lia, sem culposa negligencia dos inters
4 paiiciroi farinha, 1 buifio azeitede car-
rapa to, S saccas arroz; a Fiiippe Janscn de
de descont ou de circularlo, cujo estbj- sados na sua prospanlade. cootniu.ra flcar ^,lro 8|bnquerque
IecJ..u.e"t0.cum.,,rep,?ID?.VHr- *..:,:.....' Prl.?*.dl_d'Jj'u.m.Br.? ..b!n.:Dci5*.(?-C.r?.J,.^l I caixa diversos objectos; a Manoel Joa-
seri
que
temores.
dar-se au trabalho dos fazer fu-iiliear, as livarsas condigOes dos industriosos; que
como tamhem ( e esta ho a principal tanta- em urna palavra, animasse o trabalho, e es-
ge n) facilita.n a aja acquiM(fio as cipac- t^udesseo campo da pro luc;3o,ainda tfio li- 'n_'r
dudes indugiriaes, qu- po leu .ni perder-se' mia.lo, pelo desenvolv nenio do poder im-
pela falta do insimlenlo indisponsavel; e menso da accumulaffio de fun los uor m-io
deat'arie reunindo os dous olamentus da da associacfio, quando a sua gerencia o des-
producco oll.-s p ovo am um augmento tribuico presidem a boa T, a prudencia, e
de riqueza, que de outra sorte nfio ten. a philanlropia.
lugar. Be u sentimos quanio tem de incompletas
Tem-sedito e repetido muitasveze<, com as consi eraccjss que levamos e^pend,,'...- ;
o fim sem duvidi de ..revenir abusse esp-, mas, alm de quo seria Tas idioso a ini^til
culazos rrisradas,queosb nem multialicam us capitaos ;oquo he urna te la tfio complicada, nos nfio poderiaroos
verdad-, so se entonte fallar de umi crea- Tallar dallas com vautagem para a applica-
efio directa ou de urna multiplicarlo quan- V"o occorronte, por i^so que .mi la nfio aa-
tocos exlst-iites; m-s. pergontamos, dan bemos, a que Ncarfio reduzilas d fi oliva-
do um lucro aos valores occiosos, per me-1 mente as oporagae- do banco projactado, e
11 ii iti emprego as capacidades inaciiva. lulo esta deoeudante dislo ; porque ha ob-
peladellicieneia dalles, .lando um salario ao vio quo um banco ba mais ou menos til,
trab ilho, imprimiu loa prulucffio un. ac Oi mais ou menos sujeilog a objeC(esse-
tiv da ja pro lidiosa pela circu.aflo rpida i gundo o numero o importancia de suas
dos inesmoacapitaes, que, pass ndo da mfio; oprateos, e as con.lir.des Tavoraveis ou
em man, iuiieei.in.ini mais vezes, n*o da u> onerosas com que os seus favores pdem
crdito, nfio dfio us bancos, que sao os seus) serobiidos.
agentes, lugar a accumula^fio oe novas eco- Parando por tanto aqui com o nusso pe-
nou.ias, de novos Valorea, qae sa pode n queno tranalho, faz-inus votos pela insta-
tran.Tormar em cajitaes aciivns? K nao laC/lo inmiediala do b.nco, sobre o qual
aluda tereuios, talvez de dizer alguma cou-
sa, quando ludo nellc so acbar urgani-
sa.lo.
coiisignitirio,
Uliveira Paiva el
Comp
t pnssas cabos de cairo ; ao capitn,
2i) barris tn CONSUUD CEKAL.
Itendimento do da t u 13.
dem do dia 14........
3:442,708
180,6)6
3:643,344
impotaisloo mesmo que seellesos creas-
in d.r. el .ni me, US in .11 iplie. .s-o u ?
Os bancos exercem tamhem urna influen-
cia booefjca sobre a taxa do juro, que hoj
oppnoie u Irabalhidor e cava a ruina da lu-j
Jusuia. l.-sa taxa compa-se, Cin>otudus|
sabem do aiuguel do ci,.ital prupiiamente]
dito, e Jo premio de seguro, que girante le
al.umi soila a solvencia do tomador, eque
ha seapre proporciona lo ao risco, que coi-, lignnleemprnzario da companhia d'ramati-
reuujulga correr o emprestor, qu.si sem ca.que Irahalha nosse theatro, de dia a dn
preem rasfiodasqualida les edi sit.iaQfioj nos da as mais convincentes provas do seu
pe-soul do tomador. Ora, facilitando os bui zelo, o do que s tem um Drn a conseguir, Un ue a reauorlm
eos peii minein expend la es progresso.-l o qul lio o II 1 desempenho desuas obnga- Coi.nanhia, Je hfio
da industria, dando por meio delles todos cOas nessi ardua tarefa, de que esta cncar- publica ort da
* filis um* nnua avhtiitf.it ar\ i>i'n., ,,, ,. ..J.___^ _________l_i-___' ____ r"*'*"*_ f" ~
Cufuuiunicadij.
Nao rc-la a menor dnvida que o Sr. Ger-
mano Francisco de uliveira, honrado admi-
nistrador do Ihoatro de Santa Izabel, iutel-
WVERSAS PIIOV1NC1AS.
Itendimento do dial a 13 241,167
dem do dia 14.......
HECEBEDOrtlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
RendimeotododiiH...... 260,310
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimootododii 14.....337,419
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 14.
Terra Nova 45 das, barca ingleza Ospray,
de 203 tonelladas,capillo Tilomas I1. Jost,
oquipagim 12, carga bacalbto ; u Me.
Calmont 6l Companhia.
New Bedford 40 das, galera americana
Nalchez, de 523 lonelladas, capilfio Whall,
equipagem 31, anda a pesca. ~ Veio a es-
to porto paiu desembarcar urna praca quo
i esta Jocote.
Ofticrrafdi),
No dia 13, nao entran, nem sihio embir-
!ca?fio.
ED1TAES.'
l'el i inspectora da alfandega so faz publi-
mento do N. O. Biebor &
de arrematar em hasta
da mesma reparlicfio, no
rccem-nascldo.
Art. 7. Sfio obrigados a fazer a parlicipi-
f fio do nascimento :
1.* O pai, sendo Blho legitimo o recem-
nascido ; e ni sua falta a aaSi ou pissoa por
ellas autorisada.
2.* A mili do recem-nascido, sendo elle
filho illegitimo, ou o pai que o reconbecer,
ou pesaos por cites autorisada.
3. Os funeciomrios du casis de canda-
da ou hospicios, quo tiverem essa incum-
bencia, se fr exposto o recem-nascido ; ou
a pessoa, om cuja caa fr deixado, ou que
tiver achado em abandono, ou que fr para
issu autorisada.
4. O senhor do recem-mscido cscravo,
ou o administrador de casa, faxenda, oa
qualquer estabeleciraeoto rural, ou pessoa
por ellos autorisada.
Art. 8. O cscrivfio livrir no livro com-
petente um termo, em que declare odia,
mezeanno, e lugar em que he eaoriplo; a
hora, dia, mez e auno, e lugar do nasci-
mento; o sexo, o nomo que tiver, ou que
liiiuvor de se dar ao recem-nascido ; os no-
mes dos pais, sendo filho legitimo, o nfio o
sendo, o nome da mili gmente, ou tamben)
o do pai que o reconbecer, ou deste lmen-
te, se nfio quizer declarar o da mfii; a pro-
flssfioe domicilio dos pais. Sea participa-
rlo fr feita por pessoa autorisada nos ter-
mos doirt. 7.*, ser tambem declaradoo
seu nome, profissfio e domicilio. Se o pai
ou mfii do recem-nascido fr in ligena ou
ramelo, far-se-ha mnncfiu dessa circuas-
tancia, com especiflca^fio da tribu ou nicfio
a que pertence. O termo ser assignalo
pelo escrivfio, e por duas lestemunhas, e
telo pai ou pessoa que tiver feitoa partlei-
psclo, estando presente. Se a pariicipaofio
Tr por eacripto, isso mesmo ser declarado
no termo, e ella ser reservada pan se re
metter com os livros Dados cmara mu-
nicipal respectiva i
i." Se o recem-nascido fr algum expos-
to, lar-se-ha dechracSo da idade provavel,
do sexo, do nome que tiver, ou que se hou
ver de Ihe dar, dos signaos que trouxer, e
de quaesquer circuioslancies de tempo e
lugar que possam concorrer para ser conde-
cido.
' So fr cscravo o recem-nascido, ser
declarado o nom; do senhor, o dia e lugar
do nascimento, o sexo, a cor, os no mes dos
pais, se estes forem casados, ou somante o
da mfii, sendo ella solteira. E se nesto arito
lr conferida lber Jado, isso mesmo sede-
clarar ; portaoto, o escrivfio por f iden-
tidadeda pessoa do senhor, queassignar o
termo coa duis testemunbis.
Art 9. Logo que fallecer qualquer indi-
viduo se far participadlo ao escrivfio, para
que este dentro em 21 horas lavre o termo
de bito.
Art. 10. Sfio obrigados a fazer essi parti-
cipado :
l. Ocabeca de familia, om cuja casase
der o fallec ment, ou i pessoa que Ihe suc-
ceder, se fr elle o fallecido.
2.* A pessoa que assislir ao fallecmento,
se o defunto morava s, ou o visinbo que
tiver noticia da morle.
3." Os mordomos, administradores o pro-
postos dos estabelecimentos pblicos, como
hospitaes e prises, e os superiores dos cor-
pos conectivos, como corporaces religio-
sas, conventos e semelhaotes, onde aconte-
cor O I.illeci-nenio
4.' Os generaos commandantes das ar-
mas, e i'onnnaodantes dos corpos ou desta
camentos, e gaa'rnices, pelo que toca aos
ofliciaes e pravas que fallecerem nos quar-
teis e acampamentos respectivos.
." Os escrivfies das execucOes crimes,
guau lo i'.tr punido algum reo com a pen
capital.
E para que chegus ao conhecmento de
lodos os habitantes deste districto mandei
lavrar o presente termo que ser alDxado
nos lugares mais pblicos do referido dis-
tricto, e publicado pela imprensi. E eu Joa
quii da Silva llego, escrivfio escrevi.
Juo Valentn) Villela.
lenlo, 13 de maiode 1851.
Come;ara al 8 batas.
Os bilhstai ichie-ie a venda do lugar do
costuma. ____
Theatro de Apollo.
16a. RECITA DA ASSICrtATI! R A-
Sabbado, 15 dt novtmbro 4$ 1851.
Extra do ictor Cyrillo Martina da Costa.
Depols de urna bella ouvertura subir
scena com todo o apparato o intoressintis-
simo drama
O FGIDO DA BASTILHA.
PersonagtH e adore*.
0 conde de Beiurepare, o Sr. Cyrillo.
0 marquez de Leyraie, o Sr. Senna.
Kersainl, C Sr. Helio.
I^fovre, o Sr. Costa.
La Revino, o Sr. Jorge.
Ranee e Rosmadec, conselheros N. N.
Hara de Beiurepiire, D. Leopoldina.
No intervallo do primeiro acto i Sn. D.
Carolina motar umi modinha bnsilelra.
Findo que sej o drama, seguir-se-ha a
comedia
O inglez machin.sta,
Fazendo a parte do inglez o Sr. Cyrillo.
Terminar o espectculo com o engrana-
do terceto em portugoez, cantado pelos Srs,
Cosli, Santa Rosa e D. Carolina.
Os bilbetes eslo desde J i venda no
theatro.
PtiiilitMca i HUeraria.
Publrcir-se-hi at o lim do crrante mez,
i obra intitulada obsorvacOea aobre
podem deixar da fazer baixar os dbus ele-i silo bem plausivo) e ja sabida do publico,
mentua, que compem aquella taxs. estas repalic)sse fazem ca lodos os tnea-
l'iamu muito longe se quizessomos en- tro*, o, po lomos^dizer sem medo do errar,
tnrno deseuvolvimeuto da oulras vanta-| que heno Sinta1ztbol, onde ellas tem sido
gens, que us bancos prup .rcionam io pu- menos Trequenles. O Sr. Germano tem sido
blicu em seus iuleressos paruiulares, e que; guerreado, he verdide, mas por quem ? por
tona depender mais ou menos de sua or-l iquelles qu guerreiam todo o qualquer
ganisac.Su, asgim cumo da boa ou ma ges- homem quo tem um merecimento real, por
laudas uperaiOes, queJje sfio .ss'goadas esses que Ihe nfio fazem guerra de artista
coal-n.au lo-uis vorlaWo com indicar as] para artista, mas que respirando vida de
priocjp.es, passamus a e ui-idera-lus
suas relavos com u! acei.j-.i-l.s.
g bancos uulisam principalmente os seus
aceinniaias, quau io Inea uff recam a des-
tribuif lo de dividen lus superiores, au juro
torpes especularles, na indigencia de pro-
prio mereciuioiito, querem a todo o tranze
marcadejar, uu antes mnnopolisar com os
theatrns de Pernambuco : se elle Tora
um autor Taudangueiro, se incorrossenos
uirrenie, conservado s gurue inviuhvel ul dcs.nr-.do dos ho nena de intelligencia, sa-
capilal j maguara que elleg poisam devida- ra indeosado por esses capungas, que s
menie preeucher os seus los favoieceudo acham bom o que lie repudiado, pelus que
to i-s as ni iiuuias, he iniatei que us inte-, nfiu ollia u para as cous sineulo com os
res.es dus accionistas nfio sejam obtidusa olnos da cara; loiaviaessa guerra s tem
cuata dus dua freguezes, e antes se comer-; servido para augmentar a gluria do distinc-
v. m eum estos em mu equ lib io rana.el, to arlhla hrasileiro, que a sufTre re,ignado,
de iiiaueira que tolos tennaio uossibili-! porque lie elh fail no sua pessoa, ..--,.,
dadeda depositar fundos cu n premio re-j i su i importancia e merec memo artstico }
guiar, ou oblar os do quo precisara com: zumb de seus gratuitos inimigos, enuoga-
prennog ma icos, e Sobro tu lo com prazos os ao despre.o, que merecen), descanga em
convenientes. sua consciencia, porque tem as sympathias
fiel.a.io deste ponto de vista os bancos'doshomensillustralos, oo lirmissimoapoio
do Rio de Janeiro iidi B hia ulTerecein| do pun co sempre iinp.rcial, sampre justo,
um contraste digno de ser notado ; por-, sempre r. munerador do vcrdadeiro mrito,
que, em quauluque aquello a procer os lliamo-nos desviando um pouco do nos-
interesaea dos accioniaus danJu-lh-s altos so intento que be noticiar io publico o
juros pelo ca.dtal empirgadu, foque nfio biilliauto espectculo que develer lugarbo-
lio isento de inconvenientes ) com g'ava- je no theatro do Santa Izabel. Sobe a scena
uiedoa depositantes a qucu. os paga inulto o muito inleressanie di ..na u \'cr:"/rmu
mdicamente e daixa por ouiro la.io a tironeo, ou o Menmoos da Mdeia m Pedimos
agricultura M-m proleciao, porque os seus licenea ao eioganle o Iheal'alente msiroi-
praioa dernaaiadiniente cmtos nfio podem' do Mr. Peptlet Cabrion para dizer que ho
serir sonfio ao com mere.o ; o da B.hia pe-
lo contrario contenta us seos acc oui.-t.s
com drvideildus m-nos avullados, paga aos
depusitan e um juro regular, e esleude o
b>Hatillo i todas as'inJuairUs pelos tungos
prazos, a que poJuui chegar us seus des-
coutoa.
Convel pois que o baoco, cuja installa-
i.fio se ac-ia prujeciada eulre us, saiba
Concillaros internases da geguranga do seu
capnal o dos devidendog Com o loteresse
dos freguezes de todas as in luetrias, a cujo
estado devera aecummodar asauaa opera-
cei, lauto quanto le perin-it-riaui agfor
casdoseu foudo ci.iul, iQm deque nfio
Jegeciare em um ealibelecimeulo puramen-
(0 -g.'latico.
Eiabora o commeruio seja nesti provin-
cia o rimo de indusina roiis desenvolv lo,
segundo parece, nem por is-o devemos i
elle io proporcionar os beoellcius do crdi-
to, muito mais oecessirio i in luilria agr-
cola, que seaa o loccorro do banco conti-
nuar ser p'eradi avidez doi usurarios da
praca, que coolia Joa no monopolio, e alie-
nando us longos prazos soccain o saugue do
lavrador.
Tudo he fieil ni orgmisic'o e direcgfio
de um banco quando este se limita aa sim-
ples operic,6e do deposito n descont, eso
comegam as dfflculdades e os perigos
quando a ellas se rene a da emlssfio de bi-
Alfandega de Pernambnco, 14 de r.ovem-
bro de 1851.O inspector interino,
Bento Jos Fernandos Rarros.
O Doutor Custodio Manoel da Silva Guima-
rfies, juiz de direito da primeira vara do
civel, e do commercio, nesta cidade do
Recite de Pernambuco porS. M. I. e C. que
Deus guarda &.
Taco saber aos que o presente ej tul vi-
ren), que a requerimenlo de llenriqua Gib-
son, credor de Ignacio Luiz de BntoTabor-
di se echa por este juizo aborta a Talencia
deste pela sentn?a do teor seguinte a
vista dos depoimenlosde folius nove a io-
Ihas qu mu i.', e documentos de folhas cin-
co a folhas sete, pelos quaes flea conuclden-
lom- ute provado, que Ignacio Luiz de Bri-
to Taborda ha commercianie, etem cessa-
do os seus uagaroenlos, eessaefio esta, que
resulta da falla de pagamentos das latirs
as dito. Tuinas cinco o folhas sete, julgo tal
lulo o referido co nmerciaoto Ignacio Lu
le B'ito Taborda, e declaro abena a saa
f-iilc.iLi i desde o da 13 de outubro passado
Ordeuo quo sa pouii.uu gallos em to los os
bens, livrose papis do fallido, e nomejo
Lpara curadur liscal o negociaute Jonis Pa-
tn, que devpr prestar juramento, expe-
dindu-se dag le ja o rospeclivo juiz de piz
a precisa participadlo, acompaohada de co-
pia aullientica desia semenc,*, afim de pro-
ceder a aposiefio dos -ellos, e cusas.
Recife, II de novembro de 1851. Cus-
todio M.noel da Silva Guimarfies Em
cuinprimenlo do qu, tolos os credo-es pre-
sentes do referido fallido, cump.recam em
casa do minha residencia no du 19 do cor-
rente pelas 10 horas, a lim de se proceder a
noineaco de depositario, ou depositarios,
que hfio de recebar e adminslrar provisoria
ajenie a casa fall la. E para que cnegue
a iiniieig de tolos mande! pssssr o presen-
ta, e mais tres do m smo teor, sendo um
publicado pela Imprenga, c og mais alisados
nos lugaras Jesignados no art. 129 do regu-
lamenlu n. 738 de 25 de novembro de 1850.
Dalo nesta cidade do Recife em 13 de no-
vembro de 1851. Eu Joaquim Jos Perei-
n dui Santos, escnv.io, o subscrivi. Cus-
todio Manoel di Silv Guimarfies.
O major Joo Valontiui Villela, juiz de paz
do primeiro anuo do primeiro districto da
freguezia do Senhor Saotisiimo Sacra-
mento do bairro de Santo Antonio da ci-
dade do Recife, etc. ele.
Faco saber, que por odelo de 24 do se-
lembro p. p. do Kxm. presidente da provin-
cia me foi enviado o decreto n. 798 do 18
dejuliio do correle aono, que contorno
regulamenlo do ragistro de nascimetilos e
bitos, para o fazer executar oeste districto I
le paz no primeiro de Jaueiro do aono pro-
linio futuro, u qual contera as disposicoes
seguiuies :
Art. 5. Os registros dos niscrreotos e
Declarafoes.
esta a pruueira voz que este drama no re-
presentado em Pernambuco, se pedimos es-
la lieeuga Mr. guirda-portfi i que nfio p le
deixar iu< da i....... quo se .|ui/. escudar com u
prestigioso nome do sapateiro remondfio
Pipil., he porque nao nos coosta, que o
Perijnno Branca i ten na sido representado
em algum dus sitios da passagem da Mag-
dalena.
Assislimog a um ensaio, e muilo nos -
gradou o enredo da peca, temos certezi, ou
au menos nutrimos espenucis de que ha
de agradar completamente a lodoi; o* pnu
eipaeg papis sfio os de Paulo e Justino ;
estos silo desenipenhados pelas Sras. I).
Hi ia Amalia Houleiro, al). Manela Caeta-
na l.ucci : ellas duas anuas cujo mereci-
mento pessoil o artstico osla toda pruva
icpr. seniaiu hoje ve.tidig de liomem.
Saliafaluiia e assag inleressanie deve ser
esta melamorfoie dag duas damas. D. Ma-
noela lio joveu, tfio bella, tfio linda e espi-
rituosa, ha da por sem duvila representar
. erfeitanionlo a parto do Justino, pequeo
tiaveaao, e 10 mesmo lempo timorato, ou
i poema ; nao Ihe ha de ser inferior iSra.
D. Amalia, que repres nila a parte de Pau-
lo, menino iguilm me tnvesso, corajoso e
intrepuo. Nfio perca m os amaines da scena,
o apaixoaados do theatro de Santa Izabel,
os que goilam do sublime, e nunca se en- lo vista da piriicipiffio da pessoa que por te de Paulista.
AVISO
De orJom do lllm. Sr. directora geral da
Instruco publica fago saber a quem coovier
liaven lo o mesmo lllm. Sr. representado
ao Exm. Sr. presidente da provincia a inexe-
quibilidado do art. 17combinado com o art.
18 do regulamenlo de 12 de uni deste au-
no relativamente as ferias, e exames das an-
tas publicas de mstrucefio elementar, houye
S. Ex. por bem alterar gmente nessa parte
o dilo regulamonto, mandando quo as re-
feridas escolas sejfio dadas as le ias no dia 7
de dezembro p. as qoaes termioarfio no
dia 3 de fevereiro. Directora geral 12 de
Novembro deI85l. O amanuense archi-
vista,Candi lo Eustaquio Cesar de Mello
REAL COMPANAIA DE PAQUETE INGLEZ A
VAPOR.
No da 20 deste mez ospera-se
o vapor Teviot dos portos do
Sul.o quil depois da demora do
cosiuuie,seguira para Europa,
pira passagem dinja-se em casa da lespccll-
va igencia,42 rui da AITandega-Velba.
AVISO
De orden) do Illa). Sr. director geral da os-
trucefio publica fafosaber a quem coovier,
que ja se icha imp'osso o compendio de
Gi-omoiria pntlc de C0U90 approvido pela
presidencia para escolas do ingtruffio elemen-
tar do 2." grao.
Directora geral 14 de Novembro de 1851.
Cindido Eustaquio Cegar de Helio.
Amanuense archivista.
varios irtUos do cdigo do processo crirai -
nal, e da lei de 3 de dezembro de 1841 pelo
Dr. Manoel Mendos da Cunha Azevedo.
.Nesta obra indica o autor, interpondo 1
sua opimo, as duvidas que ge peder agi-
tar sobre a intelligencia pratica de muitog
artigos, as numerosas antinomias, que re-
sullam doce tas Jisposicoos comparadas en-
tre si, e com outras da le de 3 de dazembro
de 1811, os eltoilos ordinarios de alguns ar-
tigos desta lei, e do regulamenlo respecli-
voem daino da juslica, e da liumanidade,
a necessidade de alguns esclarecimeotos,
0 declaracues interpretativas, que incumbe
ao legislador brasileiro, pan dar a nosga le-
glalafio repressiva um systema de unifor-
miilade com o direilo publico da naci, e o
plano anida mal comarelicnciido de noisai
1 iHiitoieo :s judieiarias, os abusog enormes,
que a ignorancia, e a illa le de llguns juizes
tem felo de guas melhores theorias no jul-
gamento doa crimes polticos.
0 autor demonstra as suas asserges com
argumentos tirados dos mesmos textos da
le, dos principios da jurisprudencia com-
muui, eautorididedosegcriptores, que mais
se tem oceupalo, e distinguido na sciencia
do direito punitivo.
0 mrito deataobra exclusivamente do-
duzidodesua miterii, consiste no interes-
se de animar os jovons ostudiosos, e os ami-
gos sinceros di verdide 1 urna investiga-
efio rell ctida das questes, que nella sfio
descutidas.
Nenhuma ootra obra deste genero nos
consta al hoje que tenba aparecido desde a
publicarlo do nossos cdigos crimanaes.
Este motivo, sindique fosse o nico, nfio
seria menos lisengeiro ao seu autor, nem
menos til aos que o quizerem imitar, ou
julgar o mrito de suas observaces. Assig-
na-se na lvnrii do elictor Bacharel Abreu
e Lima por 5,000 rs. cadi obn a pagar-ge
ni occisifio da intrega. Dapois de Iciclia la
assignitura cuitar 6.000 rs. cada exemplar.
ELEMENTOS
DB
Homaoptfkia.
Sihio a luz a segunda parto desta obra
composta pelo profossor homooopatha Gns-
ses Bimont. Recebem-se assignaturas pan
obra intein 1 5,000 rs., no coosullorio
homrjoopithicodi rui dis Cruzas n. 28. De-
pois da publicaefio da terceira parte, o pre-
oser olevaJo a 8,000 rs. para aquellas
quo nfio tivorem igtignado. No mesmo con-
su,lono, icha-aea venda tudo
necessario para o estu-loei pra
ou ir de passagem, dirija-ge a ra do Visa
rio n. 3. *
Para o Rio d Janeiro, sa.
hir com a maior brevidade pos-
sivel, por ter parte da carga en-
gajada, a bem conhecida escun
nacional Mara Firmina capillo
JoSo Bernardo da Roza : que,
pretender embarcar carga na mes-
ma, ir de passagem, ou embarcar
escravos, pode entender-se cora o
mesmo capillo, ou com o consig-
natario Luiz Jos de S Arrujo
na ra da Cruz n, 33.
Gear, Maranhio e l'ar.
Segu com brevidade, o brigue
escuna brasileiro Arcelina : quem
no mesmo quizer carregar, dirja-
se a Jos Baptista da Fonseca Ju-
nior, na rna do Vigario n. a3, se-
gundo andar, ou com o capillo na
Praca.
Pdra o Porto.
Sahe com a maior brevidade
po.ssivcl, por ter parte de seu car-
regamento, a linda e veleira gale-
ra portugueza Bracharense tem
aceiados commodos para passagei-
ros : quem na meama quizer car-
regar, ou ir de passagem, enteu-
tla-se com o capilar. Bodrigo Joa-
quim Gorreia, na praca do Com-
mercio, ou com Novaes & Compa-
nhia na ra do Trapiche n. 34,
Leudes.
- O CorretorOliveira fir leilfio, por or-
den) do siurio. capitfio di baroi america-
na altulha, e por couta e risco de quem per-
tencer, de775 barricas de farinha de trigo
variadas, salvadas di dita barca, naufra-
gad! na costa do Rio Grande do Norte, na
sua recente viagem procedente de Ballhmo-
re : segunda-Teira, 17 do correte, s 10
horas da mamila, no armazem do Arando
becco doGoncalveg.
Avisos diversos.
Preaando mala que tudo a inlnhi repuiiofio
eu venho persnle o publico narrar um relo
que acaba de dar-se entre iiiiiu e o Sr. lote
Jacome Tuso Jnior, ficto que, 1 nio ippare-
cer verdide, porla de um cario modo eui du-
vlda 1 probidade que presumo e capricho ler:
o lien he o seguale :
Tendo eu no da 18 deJulho do crrante an-
no comprado por 37/120 ra. 1
......!|ullii 1, como seja : livros impressos
para historias de doenies. regimens ipro-
priados para a provincia do Pernambuco, e
encarrega-so de mandar furnecer qualquer
encommenda de medicamentos homceopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Pathogeiuiia dos medicamen-
tos brasileirog.
Elementos de anatoma e phitioloijia com es-
timpas, pala os curiosos em lioinn- ipalhia
'") (loga-so aos seohores assigoantes o
obsequio de manjar receber seus exempla-
reg no congultorio homceopalhico di na
das Cruzas n. -28.
umi cala de quei-
joa em um leilan que fez o Sr. Joi Jacome
Taaso Jnior, auccedeu que d'ahi a sestela
diat aprisentaudo-ae-uii eonta para pagar,
tambem ae me exigia oais 3b>800 ra. de uma
outra cala, que a emita inenclonivi, como
com piada por mlm. Nao pondo duvlda em pa-
gar a primeira (que efectivamente paguei) to-
dava objectei e oppua-ine a eilgeucla, que te
me lua da outra; porque Uuha contcleocla
de nfio haver comprado, e nem ter reeebido.
Entretanto, nao obstante 1 neobumi reipoata-
inlid ido que d 1I11 me poderla resultar, e aern
intimo aer de 011 oh 1 obrigacio, alada e aupa-
ra ai redar de mlm qualquer eonjeclura torpe,
del-me ao trabalho e deapea de annunciar
pelo Jornal, lodafando ae algueu) por ventura
ler ia por engao licado com esta clin dequcl-
Jos, cuja loipoi laoea ae me exigia.
Quandopoit eu asiim l'aiia ludas as diligen-
cia para me aalvar de tal extoraao: quando en
de..mido a ouvido coatava oiccoutecido, c
procuriva deacobrir a verdade, era o me.un,
lempo, em que nao ceisava o Sr, Tatao de allll-
gr-me com Instancia eilglndo o pagamento,
sb a ai..- ve rae.10 de ter sido eu meaino o com-
prador da caia de queljoa, a ouja importancia
. me nao quera prestar: einriin, etgoUda a 111I-
ltM ,1. h nha P9sleoci*' e quando eu j.i eatava na arme
ihm ui uo- retolufao de pagar, porque quera 001
20.'
THEATRO DB SIZ1BEL,
l'.l.t. I 1 A DA AS SI l, h A I li K A.
Sabbado, i5 de novembro da 1851.
Depois que 1 orchesln tiver executido
umi das melhores ouverturas, subir a sce-
na o intercssaiito drama em 3 actos, iuti-
tulade
O PEREGRINO ORANCO
OU
Us Meninos da Aldeia.
Personagens.
O conde de Castolli Keis.
Abironezi de Castelti, lobrinlu do conde,
e genhora de baracoa cutello as torras se
nhoriies de Olival D. Julia.
Paulo e Justino, mmuebos abandonados
D Amelia Monteiro e I. Hmoelli Lucci.
Roland, mordomo da baroneza Bizarra.
Gervazio, um dus principies habitantes de
Olival Coimbra.
Marcellioi, rendeira de Olival -- D. Rita.
Jacquinel, aobrinhode Gervazio Monteiro.
Lui/.a, lilha deMircellini t promellidi es-
posa de Jacluinet -- D. Izbel.
Um goldado Cabial.
Soldados di bironeza e habitantes de am-
bos os sexos.
A scena passa-ge ni Aldeia de Olival na
Provenca, no inno de 1645.
No lim do drama as seohoras l.indi o Car-
malla, cantaran) o duelo da opera
Anna Bolena.
Avisos martimos.
Para Lisboa pretenda sahir com brevi-
dade a barca portugueza Ligeira,a para
carga ou ptgsiceiros trila-gecom o seu ci-
pilfio Antonio Joaquim Rodrigues ou com
Fraucisco Severino Rabello Jnior.
- .Sahe por eileg dous das pin Uacei, 1
bircissi 801 Espering -- por ja ter a
maior parte di cirga, puem ni mesma qui-
zer cariegir dinja-se ao Trapiche do algo-
dfio a tratar com o mestra Conrado Joaquim
de Lira Flores.
Pin Miceia venena sumaca nacional
Panguass, sahe por estes oilo diag i m-
pelinvelmeute, quem ni mesma quizer oar-
regir ou ir de paasagem dirija-ge a ra da
Cadeia do Recife n. 5:asiegura-gegero fro-
te miig barato do que em barcagsii.
Pan o Rio de Janeiro, legue com bre-
vldado por ler parte da carga angaojadi, o
veleiro patacho Clemenlini, pan o resto da
carg ou escravos a lele : dirija-se a Jlo
Francisco da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
l'ara o Para em direitura.
A escuna nacional aEmllia, da qual he
capito e pratico Antonio Silveira Haciel J-
nior, segu para o Para em direitura, com
possivele costumada brevidade : quem na
mesmi quizer carregar, ou lomar passagem,
entend-se com o capitfio, ou com Jofio
Carlos Augusto da Silva, ni rui da Cruz do
ue.-iic, iiiill-oiui li. 3.
Pin a liahia sahe com muili brevida-
de por ter parte da carga prompla, a Suma-
ca nacional Carlotaa mestre Jos Concalves
Sim.as para restanto da carga, e passageiros
a tratar com o mesmo mestre ou com Luiz
Jos de S Anujo na ra da Cruz n. 33.
Para o Hio de Janeiro.
Vai sahir com a maior brevida-
___om o ridi-
culo diipendio de 36(1800 ra, nao ad applacar I
impaciencia e as Iras do Sr. Tatao, como prin-
cipalmente aalvar meo uomc e repulacao do
labo e deiar que te Ihe lancava, eia que 8II1-
meule apparece oSr. Manoel Martina, que mo-
ra e tem taberna na ra do .Noguera, eom toda
a probidade denunciando-te como o compra-
dor desta, (para iniui fatal) caita de queljoa 1
Poli beui.igora que ludo eali ptente, por-
que emulo a verdade aempre apparece e tri-
iimpiia, agora que ja me acbo jn.ulicado, re-
ta-inc agradecer e louvar ao Sr. Manoel llar-
tina o aeu alzudo, e bonetto procediinento ; c
ataeverar aa Sr. Tuao, que fol pouco cavalbei-
ro, quando teve a friques* da auppor-me ca-
paz de aemeliunte Infimli 1 porque eu, tendo
com unios tacrilicioa tribilhido para adquirir
e firmar urna reputacao, 1 uao la jogar e eipor
por uma bailen. Oa meui prceedcuict me
abonam c garantem.
Era tambem agora a occaslfio bem proprla c
oportuna de recorrer aot inelot da le. para
deiaggravar-rue doa insultos e Improperios
que, uo da 8 do crreme, perante oa eenbure
Joao JnsGbavea. Joao Baptiau uimplaoo, ata-
noel doa .-.amos Pinto, Joao Varlloa di llanos
e Joao Antonio Freilat de Abreu, ene baralrou
o Sr. Jorge Testo, irinio do Sr. Taaao Jnior,
quando foi a mi u ha casa anda cobrar a celebre
caia de gueijos; porm de tudo prese)udo,(jue-
ra uietmo com espirito evanglico perdoar-lbe,
porque as palavraa Inaultnoaai, aa eipresset
Incivil, que me dirigi o Sr. Jorge Tatao, re-
perciitiud a aobre elle, de oario nfio podem
denegrir e mareara rapuiacao que ha untos
annos, lenlio graugeado e aabido autteotar II-
le/a <-m i'eriiainoueo onde auu bem conbecido
Esta aucinta, porm sincera narrar.au fot 0
que ae panou com o de Vine, comante leltor,
e afectuoso creado
MihuI Mar lint Lepes.
Recife, 15de novembro d iSai.
- Preclsa-se de umi criida, pira umi ca-
sa estrangeira de pouca familia : na ra da
Aurora n. 8, segundo andar.
-- Aluga-so o segundo andar de um so-
brado na ra do Rangel, com bistintes com-
modos o muito fresco : Ni padarla frincezi
do aterro da Boa-Viata n. 50.
Desapareceu nodii IS do correte, um
mole.1 ie de nome Mamede, orioulo, de Ida-
de de 15 a 16 anuos, bstanle esperto, sec-
co do corpo, estatura regular, epes gran-
des ; levou camisa de riscado azul, calca ds
algodfiosinbo azul trancado, e mais alguma
roupa. Supa-ie ler tomido a direcefio do
liouilo, onde mora o seu antigo Sr., de
quem aioda he esorava a mfii do dito mole-
que roga-se as autoridades liajam de ipre-
hende-lo, e leva-loa casa de seu Sr. o ma-
jor Antonio da Silva Guimfio, ni rus Impe-
rial 11. (4.
-- Tendoaaotual mega da Orden) Tircei-
00 n-
de possivel, o veleiro patacho bra- d <-"">o,resoivido fazer umi rneaic
' I poMvuum junta, no da 16 do correle, para dalibe
Termioar o espectculo com a graciosa
bitos ostarfio cargo do escrivfio do juiz comedia em 1 acto,
de paz do respectivo districto. O DILETANTE.
Art. 6. O registro do nascimento ser fei-il Ni quiloSr. Germano desempenha apar-
siieiro Valente : quem no mesmo
quizer carregar, embarcar escravos
a frete, ou ir de passagem diri-
ja-se ao capU5o do mesmo Fran-
cisco Nicolao de Araujo, na praca
do Commercio ou a Novaes &
Companhia na ra do Trapiche
n.34.
-. Para o Cear o hiate N. Ollnda a tra-
tar com Manoel Dias, na Senzilli Velbi n.
13*.
Para Bibil, o hiate Ligeiro, por j
ter algum carga: quem quizar carrogar ,
a factura de suas catacumbas no eemitenu
publico desta cidade : o sbaiio mignido
convida, alm dos irmfios que tem sido con-
vidados por cutas, mais alguns que nfio o
forem, e que j lenham servido em meza,
a lim de traannos desso negocio de tinta
transcendencia, e que i todos perlenoe ; cu-
j mega ter lugar pelas 10 horas di tnanbSa
do dia 16 do correuto. becife 14 de novem-
bro de 1851. O prior,
Francisco Baptista de Almeida.
Precisa-se ilugir um andir, ou casa
terrea, e que tenbi commodos pin familia,
e que nio aej em rui muito retirada: quem
a li ver, lera a bondade de annunciar -para
ser procurado.


V
Na
aliga padtri di otmboa do Cir-
n"i mesma pessoa conllnnsa apromptar
.uiiiuerencommendade bolos, como se
'U 2.1... .ou.ilil inolaZU. DJim. boli
"Vljuerencommeuda de bolos, como sa-
,.i> bolos sevados, inglezea, podlm, bol-
'h04 e bandejas conforme O goslo, mesma
Luo Incumoe-se apromptar janlaros pa-
facssas do negocio : omboa do Carmo
"'.- Page-se 40.000 rs. meosses por >'
fffos pM servirem no theatro dI Apollo :
oarn tiver anonncie. ou dlrija-ie i ra do
Apollo caaao. 87 segundo andar.
_ Precisa-se alujjar urna caaa
em Bebiribe. que seja na povoa-
cSo, nSo se olha a preso ; a tratar
a ra da Cadeia de S. Antonio n.
o casa da Viuva Cuaha Gni-
miraes.
AVISO OS AMIGOS DOS PA-
CEIUS A A VALLO.
Na ra do Gollegio loja de
miudexas n. 3 ha pura vender j
mantinhas de linho, chegadas ul
-. da roa do Llvrsmeolo n. tO tobado.
si dir que-n >1 dinh'lro juro, e au m
vende um aderado, 1 volla.5 pares de hun-
cos, 4 med-lhas, hutfl-s te punho, trsnce-
lini, anelfle, pulc-uras, ( roa, 3 telonios,
i dito para senhort a dudas de colheres
de prata outras obras le naro e prsli.
Aprei-ncSu! I
No di* 97 de nuluhrii pansido dettppir*-
oeu a prela Anna d< 40 irnos da Idade pou-
co mala ou menos, es'"tura ecorpo regelir,
roalocompndo, in Hetera! o man sorda ;
ha la vadeira, a quitaiid*ira,he conh cida por
ta Anna, inculca-sedefurra, foiaWum le -n-
po do Sr. M-gueltnho me nbro da familia
dos canastreirus,e ltimamente do Reveren-
do Goncalo Victorino Borges morador na oi
dado de Olin la : ruga-se perianto as aulho-
ri ladea polictaes e sos capillos do rampo
preodam a roenciunada escrava e conduzam
a ra do Queimada n. 19 o i a ra de S. A-
msro n. 2,em Fo'a de Portas, que se gratifi-
car ; proiestando-se usar do rigor da Lai
contra quem a liver oeculta.
Ao Santa Izabel.
Germanistas todos, hojea Smta Izabr-l !
O publico apreciador do ver lad-iro mr to
tem de apreciar a joven e inoantadora Sr*.
timamente do (uo de Janeiro, 89 D. Lucci na parle de um dos mininos da Al-
quaes sSo mu lo recommendadas a
todss as pesso is que sio calidas
pois
sao muito frescas e se usam
daia : a o eximio artista Sr. Ce-mano na de
Paulisla,onde he inumita vel;quem nao he por
nos be contra nos.
A clavinets.
Ns ra do Apollo n. 9, praeisa-se de
multo na corte rjeste imperio, e a nml ama secca : quem eadver nestas cir-
vista das tnesmas se poder fazer cumstanci urna ideia pela sua grande ut- }"TJUSSS^mm ai de sselaldada,
lidade. |para casa le puuca familia, ou homem sol-
Ra l P RATIFIf1' i'C Vfl' teiro, para engommar e coziuhar : na ra
DUAtinAiiriuiiiiu. da Florenli .a n. 3c
Ausentou-se na noite de 27 de Precisa se alugir urna escrava, pira
outubro paasado o mulato Ce- todo o servico de unta cas. de pouoa fami-
', .. lia: na ru do Trapinh-n. 4.
mentino, de 90 annos de alado 1 pra \poih,para ApMo.
nouco mais ou menos, magro, al- Sabbado 15, sobo sceua o drama-ofu-
gllivu da Bastna d-bulando na parle do
tura regular, tem mmto pequeo fuK|llV0 u Sr. oyrlllo. A.u.ntes de represen-
buco de barba e Ma muito mansa, tacOes dramticas id- apreciar o mrito des-
.,.',,I,> hhH 1 n-irpi-i' mu- ntn ma se novo attista o qual lamh'in sabe com-
quanao anaa parece que nao pisa prender optpr| que ,he fjl co.fiaio, q.e
bem coiu os calca 1I1 ircs, costuma euche e arrebata a quant >s o e.cutJo; esio
andar calcado e bem vestido, fe- gj*i^K,J5qUB,'""!,li uue,,eaioe
vou urna trocha de sua roupa, in- Ha quem qu'oira arrendar um sitio ppr-
clusive calca e aqueta de panno lodr praya, que le^ha bom pasioecapa-
_ i- 1 1 cidade paia 6 ou 8 vaccas de Inte, embor.1
fino azul, e aiem do mais aigum n9o tenna bo, C,SJ. qudm t,VBr e quiirr
calfado, um par de bor"gains par- arrendar, annuucie por esta folna para ser
dos, com botoes de madreperola prlCFuri8r*ao do cercado do eogenhoPsn-
brancoa, e consta que levara um torra, umcavaiior.issoponbo, grande ca-
ca va No, que naquella occasiao a- ''
lujara, o qual tem os signaes se- pouco cubano, os qutro cascos braucos, ig-
Sgnn'la-f-ira 10 do enfronte, lando
vendnr tai nocas. Cumu C'Sluun o affeic-no
do mime Aiit>nii<>, desa.'SrecHu levando ca-
niss de algo lOosinho, caiga azl ja com um
remend no lugar dojolh<>, o jaquel, bran-
ca : quom o pegar levt-o a ra Augusta casa
o. 17.
-- Quem quizer comprar boas vaccas de
leile parulas de novo : dinja-ae a oainpina
de Santo Amaro vindo do cemilerio para O
mesmn lugar segunda casa achara com
quem tratar.
Fernando Jos da Rocha Pinto, remel-
le para o Rio de Janeiro as suas oscrav is de
nomn lulisnna, e Anacleto, crioulos, de me-
nor idade.
o aviso. o
Adverte-se ao publico
O que no dia s5 do presente, q
O he o encerramento dos tra- $
Q balboa do eatabelecimento O
f Electrotypo. No trro da O
Boa Vistan 4.--Carlos D. g
55
Na ruada Cruz n. 38, pre-
cisase de um bom cozinheir.
Nos das 14,18. o 91 do crtente mes
do >qi da audie cu doSr. Dr juiz d i", vg.
ra d-i civi'l, trn, de ser ai rematado em praca
por ven la.ns liens mo> oi e simuveoles.cuns-
tea iloeacripiu em mo du porleiro do au-
ditorio Jo'o Jinuario srra Gran le, penho-
rados a Elias Coelho Cint-a, por execuco
da V-uv.i e Filhos de Agostinho Henriques
daSil.a.
Precisa-se alu
Sr. Redactor.--Gomo sou um pouco dedi-
ca lo a leilura murmeita do jornaes, pois
gnsto desabpr novldadel fresquinhas, e t-'
uno um amoroso 110 Maranh-)0,qu>* me re
melte por luduS os vaporrs periolicns da-
qu -lia provincia ; ie ums lemessi, q ie iiih
fez, muito me rrcu umen mu aleit ira d> n.
51, do Gorreio de AnuuiiCius,' uoqu il de-
pare con um aviszi aio com ssg>atu>a
aU N-riz de Papaga u Me ver>la le, q >u pe
la recommendafilo 10 meu amigo, uiiod
via deixar Oa morloriu tal n e iu^o que
rpcebl as gazct 15 l'oi o priinei'o, que ,ro0i-
re : l o tai avisoz'nh'i, e n3<> pu le ileu<;
de (inmediatamente ir iiidagarquemerao'.se
Dr. nequelta cllade pois que ne>t- l .cu o
110 precisu calar alguna anuos 11 -s jiiizolas,
de Giiimbra : fui- e dilllcil saber, mas a
muito cuslu me informal80, que era um
caixeiro muito rels da ra eu o ie<-java
comiecer; todava, dota ci lade Ibe t'ibuio
gran le amizade, e como amigo Ihe dou de
conselbo, qun nSo conllnue a pegar na peo-
na para labi-car avisos de tal quadae, e
<|uelenha juizo coinutiveram os uoussucios,
que o lal viso menciona; os quaas a res-
post 1 que I lio 'le hu fui o dnapieso.
Apauhe la esle piao a unba Sr. nariz de
papagio ; e tomo onselilO de bom amigo,
Queira S .Rcl cin .in-e ir as columnas do
(pam namjcoui'oituadu Joru.il, estas liuha.
que muito grato loe sera, o aeu AU. ver. 0-
brigadissimu er.
Um Peroambucsno.
euintes: -- castanho, barrigudo, "or.:-so '*rru do qu.no, quem o dweobnr
o. v O dinja-saa Hanoer Joaqun) do Reg Brrelo
(.litias preUs, gordo e tem um ta- a commarca du cabo quo gr.tilicra com
II10 em urna anca; he provavel que ,0'J>00
queira passarpor forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira': quem o pegar leve-o a ra
da Cadeia do Uecifd n. ai, quese-
ra recompensado.
Mscales e boceteiras.
0 arrematante do imposto dos mscales e
bocatelras, desle municipio do Recife, faz
cerlo aos mismos, que do dia 15 em diaule,
Jara principio a pssar as ditas liOMOaa, e
a quem ioteressar pol-ra* procura-I 1 na
mes 1 a easa das afohfOes, corlo da que n9o
arrUo atlendi los nos 1. nipos dascurridas,
sobre pretextos infuoda los, pois quo p.ra
liso .v faz publico o lugar competente de
ircui tirar a menaionada lioenca.
Audacia, como outra igual nunca se
vio, be a it lianoel Ribeiro da Gunba Olivei-
aruoseu enuuncio publica lo no Dian'ade II
do crrenle. K-le homem,ladrilo de pal. ule
eliorSo por mullos ttulos,o como lal trata
do rei'Stidas vezes pelos jornaes,o conhecido,
publico e notoriamente, rico cum os frutos
daseus crimes, feliz de seus Crimea, feliz a
cusa das lagrimas e miserias do seu prxi-
mo, suido as vnxea da consciencia que 11 .lo
tem ) e Analmente alTouio pela impunida-
d, ouza insullar-rbO, ouaa empregar urna
lingoagem altrovida, quan lo, se lemesse a
m-lica.devia andar liinerto,e abatido. Eis o
cazo. Pretende este in Jividuo vender a casa
desobradoda>uadasTiinxeirasn 44,umdos
furtos que eommetteo contra os herdeiros do
linao Juaquiii Gomes da Silva Azevedo,eo-
00 um daquelles herJeiros aununciei pelo
Ditrlo de 8 do conente, que ninguem con-
I'atasse sobro a dita casa, e eis, aeuSo quan-
lo, apparece o herois das ladroeiras, cna-
oinJo-me valen 18o, d 1 Uranio, eraivoao, as-
sagurandoque ja me vencen urna ves tela
juitioa. Ura.nSe ba despejo maior.Esla fra
com figura de homem,eslenypoerila com a
par versldade no coracio.esie egoisla ladrSe
uunco mo v-'iiccu em queslSo alguma. Urna
uoica queslSo sobre urna licitac,3o, que ne-
nhuma reanlo tem co n os aeus furlos, nilo
lem sigmQcacSo alguma. Saiba o 1 u-
blico, que quando esie hypocrita, quan-
do figurando de protacior dos her-
deiros do fallecido Joaquim Gomes da
Silva Azevodo, flngiu urna divida falsa pas-
ada a elle, dizendo aerpara evitar que os
bens nSo foSsem absolv io peta cx> cu^.io
do fallecido Caelano Pereira Goncalves da
l'unha, eu e alguin herielro mais nSo acre-
ditamos era suas latnuries, ndoassignamos
lal fal-a divida, que elle depois rtalisou
Cerno verdadeirs.pur naver apanbado as as-
signaluras do Uuns herdeiros crdulos, e
Por ellas be que frz aenhur e -dono
da caza que pretende vend r e dos bens do
lailecinn Joaquim Gomes da Silva Azeveao.
0 que interessa que se ssiba be slo : en-
tre os herdeiros ha quem pretenda ventilar
tste negocio e romper a mascara ao ladrSo,
o para que ninguem achame a ignorancia
que fac,o eale annuncio Fipue o perverso
com a sua arrogancia, que por miuha .. ar-
le, abrindo Os olhos para que alguma pas-
tea Incauta ii.lo se llluda, lenno pr, cu-
erudo o meu Jcver, e a peona (lea apa-
nda. jeiflo Evangelista Bello.
OSr. BeotoMaitins (.onsalves Lisboa,
guarde armazom de plvora uo arsenal de
guerra, queirg appsrccar na ra do Crespo
1.16 para reallsar cm ti negocio.
- Precisa-ae de homem portuguez para
cuxeiro de urna loja de ofllina,para tomar
cunta e vendcriquem esliver nestas circuns-
tancias annuncio para ser procurado
Declara-se que si acnam ja 1 quidados
09 negocios do Sr. Jofio Luis Vianna na ra
"oa n. 6, e consta que este seubor, nSo
m retira para fo
Pica aem vigor o aviso relativo
JoSu Luiz Vianna.para vir a loja de lir
Pr"S ua lodepennencia, por quauloo
noSr.ji se dirigi a mesma loja.
-Oao.ixo assigoade parlecipa ao respei-
>a>el publico que Antonio Jos da Cosa
u'ixou de ser seu caixeiro desdo 28 de outu -
O Fredricks & Companhia. o
QQQ9O009 3009(9 O0OOO
Hotel no Monteiro.
Domingo, 16 do correnle, abre-se esle
eslaoeleciiiienio com as seguinies pro-
pori;-s
Sala mobillsda e independenle, para as
familias, que indo a pauseio quizerem des-
cancar.
Quitos proparados para dormnla.
Esparjosa e bem arejada S'la do juntar ,
com capseidade de servir a 40 pessoas.
Sillo para recelo e passaio.
Estribara e arran|os para cavallo.
Co taroa epre/uitos, aluga-se louca, vidros ,
bandejas etc. t'
Tudu por prer;o muito rssosvel, e acon-
tento oos preten Inuies.
- ll-se socio lada em urna taverna, bem
sortula e afreguezada, a quB'n entrar com
maisou menos fundos, com tanto que saiba
bem dirigir o nenocio de balcao : noaleiro
da Boa Vista 11 7i.
Precisa-se alugar ums escravs, que sai-
ba fazer todo o .-.ervico de urna casa, p.ga-se
O.000 ra.-nensaes : na prac,a da Indepen-
dencia n. 38.
Por leu-se urna co'ren'e de ouro, com
Chave ua punta, para relugio, quem a adiar
equizer restituir, recebera p-lu adiado o
seu valur : na ra do Queimado n. 37, se-
gundo andar.
Ua se dlnheiro a juros em pequeas
quahtia, sobre penhnres de ouro, ou pra-
ta : quem precisar, du ja-so a ra da San-
ta Cruz n 40, lerroi.te da rib-ira.
Joaquim Frani'iaC da Cruz, relira-se
paraaciade du Para, quem aejulgarseu
credor annuiicie.
UiM de commissao de escravos
Va noel de Almei.ta Lopes, com casa
de consigaaqSo para comprar e vender es-
cravos tanto para esta provincia, como pa-
ra fura deila, mudou a sus residencia da
ra d Cadeia do Recife, n.5l, para a ra
da Cacimba, n. II, sonde morou o finado
Exm. vigario, Barreto.ondo continua, otTe-
receudu-se toda a seguranca precisa para oa
meamos e bom ira lamento.
ruma escra-
va, que sejs boa co-iuncir c com-
pradeira, : quem a tiver dirija-se
a ra da AssumpcSo ou muro da
l'enha n. 16.
Precisa-se alugsr urna casa com sitio,
OU sin elle, na Caauoga, ou ainda mais
peno, enm lano que lenha banho no rio
Capibarih*, esnja perto -(ella : oesta lypo- S
grapbia ~e dir quem pecisa.
A|uga-se um sino 11 estrada dos Af-
flelos junto a ta man Mi-ira, e di'froiile do ai-
lio ua senhora II. Marcelina, com urna boa
oasa com commudos para familia, O'oneira,
ealnbaija e quaitospara pelos ; tem mui-
loa arvurdos de eicellenles f-ui-las, U i>a
ba cacimba, de boa agua da beber euma
outra que serva para regar e lavar, com sua
enmp. tente bomba : qu-m o pretender di-
rija so a ra doRozarioda Boa-Vista, n. 20,
que la ach-ra cum q e n tratar.
O Sr. A. Lacaze tem a honra do levar
ao coiih ci ni nlo do respaitavel publico, que
acaba de abrir um novo eatabalecime lo de
relojoeiro, no aterro da lloa-Vista 11. II, a-
oi4'i se ada prompi para f /'! quaesquer
Cuhcertus, mesmo os iiais uifliceis quo se
oodeilo apresenlar, t.iito em relogios de
Igib-ira, como de mesa parede.
iiiiw!ji>ti)iMiwaitaaaB aas
* Consultorio horneo- .
pathico.
"Rita do Colegio ti. 25pW-*
meiro andar.
O Dr. I'. A.Lobo Moscoso,
J5 d consultas gratis aos po-
bres, todos os das da 8 as
la horas da manliaa.
I'ratica qualquer operaipSo ag
de cirurgia, ou de partos.
Recebe escravos doentes
para tratar de suas enfermi-
dades.ou fazer qoalquerope-
racao, por prrrn commodo.
^mhcaOdef:///^
Notioie..
The undersiened be lo inform the forei-
gn residentsof Ihis cily, thantiey havejusl
tak--n ni on their lardes! sizo piales, sume
superior vjewa of tne entrance of U bour; embrucing tne marine arsenal, the
lightbouae and reef, with O nula in the dia-
tance, wnich they areenablediofuroisbst a
very low price.
As these viewsare very valusblo on ac-
count of their eorrsclness, ao l heing tne
only onos ever taken, those wishlnR lo seno
a oopy lo Iheir fnends, which will give
them ao exact idea of Ihe formatiou of luis
celebrated harbour, wiil please spply be
forethe 25 ih. inslant, uoon wnich ilay Ihe
Gallerywill be closed. Also forsslea fe*
views of the Englisn Cburch.
C D. Freirlcks&Co.
A revista.
Peridico Iliterario e recreativo.
.saino o 9, n. e acna-se a ven la ua p-aca
da Independencia laja de enea iern.ic.io n.
12 e na livraria do Sr. Ilourado onde ta n bem
recebe-se assignalura por urna sene de lo
n s. a 1,000.
PropOe-se a administrar qualquer en-
aeoho, do que tem ba-tante prslica, un
lira ti le i o m lleiro, o qual emende pe f ola-
mente do ineliiodo da fazer assucer, e aabo
dirigir qualquer obra nereaaaria ao m-smo
eatahelecimunlo : quem do aeu piesli o se
quizer ut.lizar dinja-se a ra Nova luja
o. 49.
-- Do segundo andar do sobrado da ra
.Nova n. 65, logio um periquito bom talla-
dor, julga-se ler voado para algum quintal
dama uas flores, ou do puno dascao quemo titer equizer esiiluir, ple I va |u
no mesmo sobrado, que se pagara bem.
Nocarturio da proveJuria da ci lade do Re-
cife, existera aleen de outros ttulos os
seguimos :
Escnplura de doacfio de urna morada de
casa a Sanio Amaro das Salinas.
Titulo de um sino da igreja do Pilar atn
Ib marees,
Escriplura de ven la de urna sorle de t-r-
ras.chamaJas Mosleiiinno em 8. Lourenco
da Halla.
Dita, e acto de posse de urna surte de tr-
ras as cabeeelrasdo riacho Camiragiba.
DemarcafSu do engenho Bom Jesos, do
ennenho Curado do sitio das Can lejas.
Escriplura de veu la -le d >us sitios, o mais
trras oo engenho Gameleira em Ipojuoa,
do engenho Caber;a de .legib. do engenho
Santo Aono, ni frugu-si, d- U'ua.
DoacSode urna legua da ierras no Rio for-
moso, feta por Julo Pa-s. Iiaag.i i do ps-
trimooioda igreja do Itazarlud. Luz.
Sumario, poasee demarccAo >as trras
doCumbeemS. Lou-eug da U.tta.
Na ra Direita n. tl2.
Na ra da Alegra n. 42, precisa se s
'"nstmoias dinja-se ao mesmo hospital pa- lugar um molequo para tratar de nm ca-
r* tratar do ajuste, vallo.
-J diSo Joa de Araujo, remelle para o Rio' N taberna da ra do Collegio n. 85,
e Janeiro os seus escravos denomeFraa- aluga-se uji uo.u esuiavo para urna padana,
iliuo eRoberto crilos, de menor idade. ou uulio qualquei survicu.
br,
P.p.
. -Dezeja-se fallar com oSr. Ignacio Jos
'" Silva a negocio de seu interessa, anoun-
0,8 a sua moradia para ser procurado.
. O grande nospial de candade precisa
j_enferineiros; quan eaii fro te do becoo de S. Pedru n. 3. recene n-
se escravos de ambos os sexo, para se ven
terem de commissau, n-i l van lo i o
esse trahalh m.is do que 2 por cenio, sem
a- levar cuusa alguma do comedoras, of-
ferec-ndo-se para isio to la a seguransa pre-
cisa para o- ditos e-c a vos.
-- Jo.io Pereira Moutinho, ror ordom de
Luiz Gonzaga dos Sanios, ex-oila pane o
iiio ..eJaiiiiro, oseuesciavo r'ilippe, cri-
i'lllo UO llleuili i I me.
Compauhia do Bebhibe.
SSocoiivi a ios ossennores accionistas,
pa a rauniaosemest'el, em assemblea ge-
ral, no da 18 -lo crenle, pelas "O horas da
manla, no esciptono da mesma co pa
ulna. Ilecife, 15 de uovembio do IBM. O
dircct o, io.io l-iolo d-l.ei.ui-.
IJouip nhia do Bebiribe.
Usseuboies accionistas dacomp-"hii 1
Bebnibe, piom mandar recebar 07di-
videndo, ua razao de 2,500 -- O .baixo assigna 'O, nao he mais pro-
curador da exmela compatible de Puruaui
buco e Parabyba.e mora na roa do Apollo n.
20, onde pode Ser procurado Subre negocios
de recebimento de assucar.agoardenloooo-
lros quaesquer gneros de espo'tecSoque
ihe lorem cousiguadus a cjmnns>0o; loos
os dias ul- is das 8 horas ua mauliaa as 5 da
Urde, fra dialo no porto vellio da CaeUUga
junio ao perillo da Sra. viuva Lasserre.
Jos Antonio deSouza Machado.
J- J. Reller Cutileiro & Ar-
metro.
previne ao respaitavel publico desta cidade
que abri o sou estabolecloionto na loja n.
II no atierro da Boa-Visia( quu foi doSr.
Lecomple ) onde elle se acha pro upto para
concertar ou fa/er de novo quaiquor ai ligo
conceruante a sua BroflsalO, cojio tambe o
se oceupurem amular navallias, thesoura
etc., eesFera que gosara das iuteiras cou-
llanca de seus freguzes pels baratez-,
presteza com que laucioua aervi-lus, lain-
bem recomen Ja o seu grande soriimenlo dr
l'erramoulas para ma cineiros, lomeiro-,
eaculptores, ferreiros, e cauoeiros, marielos
para ourives, forros para fumleiros, para oapim, muinhos para c-f, buril, tho-
souras psra corlar laa de erneiros, crren-
les para amarrar cachorros, lar>os, lunas,
"le. um graudo soiliinento de cnicol s
bengalas, chlcous e bengalas de guia, par-
cha, de nova invencJo, espingardas, poiva
rinuua lliesouias para uiihas, cu5iur, e
j iislrn, caivetes, estojos de 1 e 2 navalna
garaoiilas, c.beo-das e re leas para canoa
de -ca vegetal, b- idas, ospurS ludo pelos
prec 'S mais barato' possiveis.
Ne rus estrella do Koiario, u. 18, se-
gundo andar, cozuha-ao par. fra, lodasas
qualida les de comeres, por prego mais Cotu-
rno lo do que em Outra qualquer parlo :
quem quizer, dniji-se ao duo sobrado.
Na cas., de modas franCeZaS de mada-
ma Millocliau Buessrad.as seunoias cii-r3o
para pasSar as {oslas, soriimenlo de tuda o
que com.ionna a toilette de bom gosto,t-.uto
^ara el la le.como par. o c-mpo, por pro-
cos uiaisrajoHveissendo daquali lado igual
ao que ha ooi uutra qu Iquer parle.
Vioi-ado mudas li'.me a-, uo mda-
me Millocnau Buessard, ieceb>u-se pelo ul-
timo navio viudo de Prauca, um gr.nJe
son i liento de cnapeus de todas as cores o
qualidsdes.e mantel- te- o capolmlios de se-
de de cores, e pela,Juntan,i-nlo Com alguOS
da catnnria bordada que todos se venderdo
mullo bario.
Precisa-se de um caixeiro para enge-
nho, dislaule desta ,rai;< nove leguas, pre-
l.-rindo .mi de 16 a 20 anuos: na ra da Cruz
do -'-i-ilo n. 31.
-- Deseja-ae fallar com oSr. Honrique Ju-
lio titulillo da Silva Puutes, ua ra du Hos-
picio n. 44.
Retratos.
O proprielario da nlli n ua, nstsbolecida na
roa .\ova u BI,t'-ndo de ielirar-se paia os
- Preci.-a sa de urna criada, smenlepa- BOWMAN &'|MC. CALLUM, engenhei-
ra o servido de cozinha e e.nn.r s, i ara ros mschinistss e fundidores do ferro mu
u na c do lio o ni da Boa-Visla, subrado n. 32. proprielarios to engenhos, fazendeiros, mi-
iNova tlnttirrii lranceza na ra nfli">si negociantes, fabricantes e ao res-
v peitavel publico, que o sou estabolecimento
V ilhn n.^4 de ferro movido por machina do vapor con-
Ahi tingem-se obras de qoalquer| panno, linaem efiectivo nxercicio, ese acha com-
eliiupdo secazacas queficam como uovas. plelamente montado com apparellios da pri-
ludo por preco c.....mu lo meira qualidade psra a perfeita confoccSo
.U .il.iiiiii Kosa Haidy modista bra- das maiores pecas de machinismo.
I Al 5a Habilitados para omprohender quaesquer
sueird ra nova n. o. obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
lem a s.ti-faccao de sci-nlilicar ao mui- desejsm mais psrticularmento chamara
lo respeilavel publico, edesiiuclamenie sos atleoco publica para a sseguintes, por
sBua^ogur-zes, queseu eslabiecimeiito de erem dellasgrunde soriimenlo j prompta,
novo se acha provuo de um espl n ndo e s uaeg construidss ns sus abrica pdem
vanavelsjriimeiitude ricas lazetidas fr.n- competir com as fabricadas em psiz es-
cezas, ajquaessa venden, por recomoli- trangeiro, tsnto em preco como em qua-
c.i, couiaiiii.o coiu ricusolupeos de seda e iijadeda materias primas o mo d'obra
gr ,< de naplea Irouzi io> e liaos, de fl>rea|e 6abr-
peii.ciio.b'ncos e de cores.rara s-nli-ua e Machinas de vspor da melhorconstrucSo.
menina, ditas du aeda e palli.ii.a Una, com Moendas de c,nIla para engenhos de lo-
abas laigaa do lindos ..lenes para meuma d umaobos, movidas a vapor por agoa
ecriauc. cnapeus de pallia lina, redondos QU aniraaes
Rodss d'sgoa,moinbos de vento eserraas.
Manejos indepeodentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilbOcs, bronzes e chumaceiras.
Cavilhfles o parafusos de todos os tama-
itos.
Ta xas,pares,cri vos e boceas de fornalha.
Moinnos do mandioca, movidos a mSo ou
por auinaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogto o frnos do 1'annha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas psra cacimba ederepuebo, mo-
para meninos uo uu a seis anuos cnapeii-
nbaa du p.iiiu lina eufeiladus em Pan, cum
Na ra Direita, sobrado te 3 anda e>, de- j., eSCvsseaie, briln .ule OapoUnnus, prelo
do mi 1.1 do groz do n.iple, furia-cores,
para senhora tiieu.ii.>, dtlos clwmalole
pr.-iu para senltura, neos cabei;0''S de b co
du liaho lino ; d i seda a nuil i,,l d" 'ilotl-
de, d bo>d do de praU para b iles ou thea-
tru, i; ,iiii e di- Com dellCa ios eul llnse
io goslo o mais iiiodenio, ricas lomeiras
guarnecidas de b cj de Hubo o lindissiinas
utas, Humus Caulsiolias do Catllbrala e
lito du liuliu boroadu para senhora, man
guitas O UHIlllllOa de Uto lili e CalU-
- Compra-se um litio feito ou torras pro-
priis para levinta-lo, o qual porm saja*
msrgem do Capibarabe, tenha baixa paia
capim, eoutrasvantsgeni: na rus do Ara-
gon. 12, segundo andar.
Compra se S soleiras de pedra : na rol
do Pstelo loja o. 13.
Comprao-se escravos de
ambos os sexos, para fra da pro-
vincia, mocos e sadios : na roa do
Vigario n. a3, segundo andar, das
9 as i a horas da manilla.
Compra-te urna escrava moca, que Mi-
lis engommar e cozlnhtr, e fazer tqdo
mais servico de urna casa a qutl seja de boa
conducta : oa ra do Apollo o. 19, primairo
andar.
Compra-sa Ui de frexa barreguda, ou
decarneiro: quem tiver e quizer vender.
dirija-se a ra Nova n. 28, loja de selim.qu
paga-se bem.
Vendas.
nial* borda .. do u.llmogusto p.ra acuno- vidas a mo, por ammaes ou vento.
ra, ricas loCaS d senhora de (i o Mullo,
ricas ea, eil ,s oe llores ara uoivaa < ni ni i i-
ohas de e,-a i, uto, ricas guarnKes io 11o-
loii'.ni' ',;i'.i vannos de casamento, ri-
'..,,iu',,- de u lliii eul,-ila,la- de braucu pe-
los mesuius, mcos cunes dase la e gruz de
tapies lavrado braucu para vestido -le nui-
Guindssles, guinchos e macacos
Prensss hydraulicas e de psrsfuso.
Ferragetts para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portOes.
Prensss de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mo e arados de ferros,
Vas.uui Ktandesurtliueuto de bicode blondo ''l0 '"te.
d. arguiadeuindeiuatum palmo, duus Aiem da superiondade das suss obras,,U
leseda largos ue.-toilo-, ditos de litii.O de eralmento reconhecida, Bowman & Me.
la garaU02a4jedo3,e3,aililno3depriuKra Callum garantem a msts exaets conformi-
jullidlde para seuiiorae meninas do idade dade com os moldes e dezeohos remettidos
.e7al2auos, ,icos leuucs Jo papel, peo- pelos senhores que se dignarem de fazero
tes tartaruga, lilas larga ue lo las as CorcS, '"e* eucommendas, a provcitan.lo a occasie
crope de lod-s as cores, luvas prca p .ra se- P" agradecerem aos seus numerosos ami-
tibora e meniius.dilas dopelica para homem B"S e Ireguezes a preferencia com quo teein
eaenhura.lm os .eos para nuivas.ncosclia- sido por elles honrados, e asseguram-lhes
peos uo monlana da p.lb. cl'eiudas o.ul'a- QU no pouparo esforcos e diligencia
rw para seuiiora, veos oe co es do gaze pe- para continuarom a merecer sua conhanca
los in,-sotos, rico assorltineulo de gros de
iiaples fui la-Cures para vosliJu que se veu-
ioa vuttlade do CompraJor gtos do uoples
corda i0aa,franjas c uaitci do seda prelas o
de cor, ,nansa ue .-oa branca, butu c.iaui i-
luie re,o para vusiuo ou capoiiiiiiu : na
masilla inj i | i/e,n-Ml Vestido de e -a.ll ni ,,
do baplis.oo, locas da menino e do sotihota
e .poiiulios do tu las aS qualida Jes.CO-n per
foiuo a pi ,'c,o coiiiiu i,i,i recebe o-se todos
os mezes Qgurioot muderuos,que impreal
uu freguesas.
*@< S##BS 99
ullltsar desua ait quei-a dignar-se pro-
cuia-lu al au lint io conente tu i
IT.-cisa te d 6.0.000 rs. a juros, di-ie
para gara lili a a Uf oa da una pesSia delt
p'a}a Oeui couhaot-la e acreditada : I que,
couv 0-, aniiuliciu pur esla fullll.
S Kuu.s Ciarros para ii i-seto! !
r
$ Na ra das Flores, defronte da co-
9 cnetra do sr.lose Mari i, abriu-se urna
jg oulra cum eslo letreiro ua ft culo do
f 0.1 Ii i ci u carros de aluguel In
a) acharuo bous freguezes, ricoa c.r-
9 roa, Cabriolis ol 61.por acC-Jill ilioda-
fS do pr c i.ali o de lo ioa po terem se re-
* Celar nos bellos passeos de uossos @
t, arrebaldeg, em a testa que apoila
a) nos bale.
ajl4# e*J6S!S
lili i du > Miguel.
Na freguezta dos I>' naaes do N Senho
ra da Luz, no lugar doSmllor dos Afllictoa,
na lina d.- S. Mtnuel; existe tres alqu>-ire,
le muilo boa viulia, e de muilu mni ii,n>
to,tH>re, e deaeubafaoada da qualquer du vi-
da, como IU Jo la podo aqu pn.Var, os quaes
tras alquenos de vinlia, se V lid I mu lo etn
cotila, e oor baralieSiuio prego, somante at
o dia 20 do coit ni,-, visto que a na > aa veu-
tei- aqu, alo oslo da, se maulara o d mu
para aquella ilha, pelo vapor lunlaz TeVtot,
que tem aaqui pasto nidia O para aii,
.ara la saro u van iidas : a ir ,la- ta iua do
Ai. c l u, pu dliM/. I. ra AU^USta, CiSa II.
S, as 6 huras da manilas, e das 3, as 8 da
* Paulo tiaignoiika deotlatst *
l'i-iince/.. otTereee seu prest
* ino ao publico pavra todos os #
* lulsteres le sua prollsso: _
pcleser procurado a quul- #
'Mu i hora em sua casa, ua *
1 lia lin-y-ii lid Uii/..u-io, u. 30, aj>
'8ifgiiudo andar.
Paga-se 481) rs do vendagum por ca-
ada de azeile na ra du Hozarlo eslreita
n 37 Na mesma casa vende-so u ma lazan-
na de car;a.
* **#*a*a)5#a*al**#*av#
g U-ii sacerdote q-i lem pratioa do a)
* ensillo da primeiras let'ae, gramma-
. .,;--_: ,MjaaH,::..
Compras.
- Compram-so escravos e vendem-se de
commissllo, para dentro o fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n. 11, on-
de morou uSr vigario do Kecife.
- Compra-se urna borra do ferro fundido,
de 3 l|l a 3 palmos de largura, o em bom
estalo: na ra do Trapiche ti. 44.
FOLINHAS PARA i85a.
Sahiram a luz as lietn conheci-
das folhinhas de porta, itnpressas
nesta typographia, as quaes sefi-
zeram muitos acressimos, sem com
ludo augmentar de prego : veu-
de-se a 160 rs. cada urna, e por
menos sendo em porrito, na livra-
ria du praca da Independencia n.
6 c 8. Hit ve scrao publicadas as
de algibeira.
Vemlo-so urna preta crioula de idade
de 16 annos, sabe bordsr e ranear, faz lav-
rtelo e engomma, o lava de sabio, tudo ilto
com mutta perfeicSo, e prefere-se psra fra
da provincia .- no aterro da Boi-VItta so-
brado n. 20, segundo andar.
Vende-seuma com moda em bom ozo
por preco commodo : na ra do Apollo, ar-
mazem n. 31 achara cam quem tratar.
Vende-se urna canoa que carrega 100
ti jlos de alvenaria grossa, em muito bom
eslado : na ra do Cibuga o. 18.
~ Veade-se urna escrava j idoss, que in-
tende de todo o servico de urna casa, e cosi-
ulia bem : quem a quizer dirija-seaobecco
do Lobato na ra de Santa Tuerezt n. 12.
Vende-se um sitio pequeo com caza e
multas plantas, de frutas, bom riveira e
tcelbor banhn;no manguinho u.3S.
Oh que barateza !
Vende-se na ra Nova n. 8, loja de J. Joa-
quim Moreir & Compinhia, vendem-se lu-
vas de pelica muito frescas, e novas bran-
cas e de oor, psra homem e senbora, pelo
diminutu preco de 900 rs. o par ; ditas de
fio de Escocia com um loquezinho de mofo
por 320 o par; espsrlilhos psra senbora, o
que tem apparecido de melhor neste genero,
por ti.oocun resto de stpsios demarroquim
preto, pos pequeos, a 1,000 rs. lenci-ihos
de re ledo meliior gusto pos-i ve!, a 1.800 rt.
ditos de seda o 72U, gollinbas de cambraia,
a 1,000 rs luvas do tnrc.il a 1,000 n., plu-
mas brancas que muito servem para toucas
e eii.ii cozinlios de menino, a 500rs. e outras
nuiles fazendas de gesto e qualidade qno
na mesma loja se venderlo por baralissiuios
presos.
- A prsso de 6 meses com garants, urna
exccllente machina de Darome para destil-
lai agurdenlo, espirito ele, por metade do
valor por tafcalgum uso na rus daPraia de
S. Hita o. IT.
-- 2 escravos sendo un cosinlioiro O
canoeiro, e outro de servico de campo ; na
botica da ra do Raugel se dir quem
vende.
-Vende-se urna taverna na ra direita des-
ta cidade n. 2l,em um dos melhores lugares,
por ser de quina para o beco ds l'onhs onda
transita muita genle.e timben se faz nego-
cio com urna pessoa que tome olla por ba-
tanele dando se sociedade entra comalguns
fundos faz-se este negocio pelo caixeiro cair
lente : a tratar na ra ra de Santa Rita n.
97 ou na mesmo.
- VenJe-se rap de Lisboa em frascos
rhegaJo agora na barca al.igeira.ahoo msls
fresco que ha no mercado, os senhores fre-
gueses que estuoacostumidos a tomar a boa
ptala n.lo deixarSo de manjar buscar ao
largo da Assemblea n. 4.
Vende-se um cabriol novo com cobor-
ta, e mui'o moderno na coxeira doSr, Mi-
guel,no alterro da Uos-Vista.
-- No escriplorio de Francisco Severino
llabello & filho vende-se bsrrls com cal rir-
gem de Lisboa ebegada agora na barca tU-
geiri.n pelo diminuto piuco de 4,000n.
MTQ((yj[]M[D)r
|g!TOTO.&E
DA
SALSA PARRjLHAiiEBR.STOL
SA LSA^MKmLT "TlcTsAeDS.
ponos do Sol, previne q .e.n ae quizer < tica Utina n fanceza, geomelria.mu- j
r .. r. ^. ._ ._.- ,.:.,.. -..-.i .. < .i n.. ui.iniiii.iiiiw im,
Zea vocal O de allulla I nstl olll'-lll ti-, 9
i -elusivamente de eiana, accmia a
cauol|ania .10 alg.nii eug'iiiio pro\i- %.
ino a esla praca aubjenandu-se a h> a>
zer sua resid- exnreer o eostno das referidas mate- t
Aluga-se o S'-gun I andar do sobrado a) ras: a pessoa que com o mesmo qui-
da ra uas AgOas-VerleS n. 48, bstanlo a> zer contratar, II ija-saa rus Nova ii. %
fresco, e cun uu to-p.ra qo I tqer familia: 4 8, onde sera infutmido.
uu aruiaze.u da ra Nova u. 7. ; # *
A s ilsa parrillia deBristol data desde 1832, e lem constantemenlo msnlido sua reputs-
fl", sem necossidaJo do recorrer a pomposos snnuncios de que as prepara(r}es de ma-
nto pdem de-p Mt-ir-s'-. O sucesso do Dr. Brislol tem provocado inllnitaa invejai, a
entro outras, as dos Srs. A. H Ii. Sin Is, de New-York, preparadores e proprielanos da
salsa pamliia conhecida pelo noite de Sands.
' Estes senhores solicil r3o em 1812 a agencia de Salsa psrrilha deBristol, e como nlo
o pu le.-,-'-ni obter, fabricarlo urna imitarlo de Brislol.
Eis-aqui a carta quo os Srs. A. H. D. Sands escreveram ao Dr. Brislol, no dia 20 de abril
de 1812, e que se acha em nosso poder :
Sr. Dr. C. C Brislol.
Bfalo, etc.
.Visa 1 api ,-Clavel SMlllOr.
En lodo o auno passsdo temos vendido quantidades co-,si,lera veis do extracto da
miIs mu i riih.i de vm. e pelo que ouvimos dizer de suss virtudes iquelles que a tem usa-
do, julgaaios que a venda da dita medicinase augmentar multisstmo. So Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultarla multa vanlagetn, tanto a nos
como a V n. Temos muito praier que Vm. nos responda sobre este assumpto, e le Vm.
vier a esta cidade daqui a um moz, ou cousa semelUanie, loriamos muilo erizar em o
ver em nossa bolica, roa do Kultoo n. 79. *
rica o asrdeos de Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
OOITCLSAcD.
I." Aantiguidade da sslss psrrilha de Brislol, he claramente provaJa, poil quoella
data desde I8J2, e que a de Sands s appaiecau em 1842, poca ua qual este droguis-
ta mo ple oblara agencia do Dr. Brislol.
9.* A superioridaJe da salsa parrilha de Brislol he inconlestavel, poil que nfo obe-
lante a concurrencia da de Sands, e de urna porfo de outras prepararlas, ella tem men-
tido a .- i.i ieputac.au em quasi lo la a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todas as ul'ermidi-
des oi i-.ni i las pela impureza do sangue, e o bom xito oblido nesta corle pelo lllm. Sr.
Dr. SigauJ, presidente da academia impeiial de medicina, pelo [Ilustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos Peixoto em sua oliuica, e em sua afamada casa dessude na Camboa,pelo lllm.
Sr. lir. Saturnino de Oliveira, medico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
mitlem hoje de uroolamaraltamente ts virtudes efflcazes da salsa parrilha deBristol.
Ven ie-s.1 a 5.000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara Goncilvos Ramos, ra
dos QuarUU pegado ao Quirlel de Polica.
i\. Ii. Tem saludo estes das o annuncio da salsa parrilha de Bris-
lol, cm r.izao de se estar esperando, ecomo j tenha vindo, se pre-
vine ao publico, que continuadamente haver este precioso reme-
dio, e que nao haver mais falta, assitn como se pede desculpa, as
pessoa que o tem procurado.
.-i______


A elles antes que se acabem.
Ni rui do Queimado. loj de ferngem de
Antonio ot RodriguB de Spuzi Jnior n.
37 vendom-e bilhelosda lotera do Rio de
Janeiro, do thealfode S. Pedro do Alcnta-
ra ooj lisl deve cbegir pelo primeiro va-
por no dii 19 ou SO do correntc, e se vendem
pelos presos mais baratos que ha no merca-
do, sendo buhles inteiros 22.000 rs ruej-
os, 11,000 rs. ; quartos, 5,500 rs.; oitavoa,
2,800 rs.; e vigsimos, 1,300 rs.; elles
que se estsm acabando.
Para es amantes da Testa.
O caf fraocez da ra Nova, recebeu utn
variado sorlimeato de conserva, como se-
jam : champignom, arlichaul, choux lleure,
saucisses Iruff, carrol-ujus, fevs accomo-
de, perdiixdout sux-chaux, alluetes, becas-
so, becassinez, asperges, trufez purs, pal
cailltruff dilo cm bierre, dilo herr de
Deposito de cal e potassa.
No arniazein da ra da Cadeia
doKecife n. ia, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis
l'iaQa da Independencia n. 17.
&> Yende-so riISo de ouro e prala de
O superior qualidade tanlo para devizas f
0 como para bonetes e chapeos de pa- jjj
(> geas. Na mesma loja so volido toda a ?
0 qualidade de uniformes miniares tu- 4)
i* do porprcQo maiscommodo do queem 0
? outra part^.
Lasa de commissao de escraves.
Vendem-sc cscravos e recebem-
porc, dito pluvier, dito de veau, dilo de foi
ilozo stnbourg, saucisse do aubees em libra, ]
rooustard., orviiii.s, pointer d'asperges se de commissao, tanto para a pro-
oieilles, cpes, julienne, sardinhas, fructas | yinci l como para Tora del la, para
cm conliaque, rnanteiga fresca, sem sal, vi- .iv. ... miiilna rrai-anlins
nho de diversas qualidades, ezoito doce, O que se olteiece multas, garantas
veimouthe, Kieschet francez e suisso, ab- a seus donos : na rita da Ciacimba
timbea garrafas muilo em conta, porler; primeiro andar.
erando sorlimento, vinagre e connaquo. *> r ,
muito bom em garrafas, e barris, concer- Cheguem Jreguezes a lazcnuas
vasinglezas,cerveja fraoceza, e charutos de baratas.
diversas quilidides, ludo vende-se o mais cambraia con. lislras de cores
em conta poss.vel, o cafe todos os d.as, *! varaJ( por 3200 r>> curles dudila
_ horas em uiame. com salpicos i 2,800 rs., ditas de cassa ptn-
Vcnde-se a taberna no neceo do, tai]a com 5 varas a 1,600 rs., cassas de cor
Peiio Frito n. 5, bem afreguezada, com escura por 240 rs o covadu, ditas prctas a
poneos fundos,para quem quizer principiar: I ioo rs.o covado, idem para babados ecorti-
a tratar com o sangrador Jos Anetelo da nados a 2,400 rs. a pessa, cortes de chita
m
I
:


Silva, ou na mesma venda, coa Antonio do
Espirito Santo Lima.
mmmwmmmmmm mmwmmmim
Vcllasde espermacele.
Vendem-se caixas de esper- S
mcete: em easade Ricardo (8)
Royle, ra da Cadeia Velba, jj
n. 3t.
mwmmsmmmsm wrett &
Vende-se urna casa terrea, sila na ra
da l'raia, n. 40, defronte do deposito do car-
vo, por mdico preso : na botica do pateo
do Carmo, se dir quem vende.
Lotera do l'.io de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs., na casa feliz.
Dos quatrocantos da ra do Queimado D.
20, vendem-se os muilo afortunados bhe-
les, quartos, oitavos, vigsimos, da decima
oilava lotera do thealro de S. Pedro de Al-
cntara, cuja lista chega ale o dia 20, a el-
les que eslo no resto.
Superior vinlio de champagne.
Yeude-se por preso comntodo no arma-
zn) da ra da Cruz n. 40.
Vendem-sc escravos mocos
de bonitas figuras, molecdes, ne-
gros mocos, mulatos bonitos, ne-
gras mocas, molecSes e outros mu"
tos cscravos, por prego rasoavel :
na ra das Larangeiras n. i4> se-
gundo andar.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA X 42.
Ncstc estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para cngenbo, machinas de
vapor, c taixas de Ierro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa
ra dito.
Para as escolas.
Vende-se no pateo do Collegio, loja do
livro azul a synupsis do general Abrcu o Li-
ma, ullimameuto adoptada pelo Lxm. presi-
dente da provincia como compendio de lei-
lura e historia do Hrasil as escolas prima-
rias da provincia.
Preso em brochura 2,560
Encadernada 3,200
Vende-se nnarmazein da ruada Cruz
n. 48, o seguinto a presos rasoaveis.
l.alas com bolaxinha de Alonianha.
C.arrafOescom sovalinhi.
Frascos de vidro boca la i ra do todos os
lmannos.
Sag muito fino.
Alvaiadelino.
ZarcSo esrcjnlo,
Verde l'rancez,
om 12 covados a 1,800 e 1,920 rs
do Crespo n. G.
Vinlio de Champagne,
esuporior qualidade : vende-so no arma-
em Kalkmann Irmlos Ra da Cruz, n. 10
Simante fino da Cacboeira.
Vende-so o verdadeiro simonte da Ca-
choeiraas libras, muito superior em quali-
dade, assim como os verdadeiros charutos
de S. Flix; viodos por encommenda da Cl-
chooira, lugar de S. Flix, vende-sc tudo o
pelo mas barato preso do quo em outra qua-
quer parte : na ra do Collegio n. 25, la-
berno de Manuel Antonio dos Santos Fontos.
Agencia de Edvvin M'aw.
ra ra de Apollo u. ti, arinaem de Me. Cal-
inontSi i n ni i-uilii i, acna-se constantemente
bons aorliinenloa de laina de ferro coado e
batido, tanlo rasa como fundas, luoendas In-
eiras todas de Ierro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar cm inadeira de todos os ta-
maitos c modellos o mais moderno, inaehina
horisontal para vapor, com orca de 4 eaval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que o
de cobre, escovens para navios. Ierro ingles
tanto em barras como em arcos toldas, c ludo
por barato prejo.
1 ai inlii de mandioca.
A mais nova o mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, vende-se na
ra da Cruz do llocife, armazcm n.13, de
Joan Carlos Augusto da Silva.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na ra do Brum ns. C, 8 e 10,
fundico de Ierro.
.Monillos de vento
eom bombas do repudio para regar borlas
d ha i xas de cap m : vendem-sena fundirlo
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8 e 10.
I'.ni cu a lie J. Rcllvv & CoM-
paulna, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da ooxcellenloe superior tluhe fie Bu-
(i llus, em barris do 5.*, lio muilo recom-
mendavel as casas estrangeiras, como ex-
excellento viulio para pasto.
DEVERES DOS 110MENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, cm meia encadernac,3o, a 500 rs. ,
cada um: na livrari n. 6 e8, da prisa da
Independencia.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prala, patente inglcz : na ra
da Senzalla Nova n. 4a-
Vendem-se velas de espermacele, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Kcller & i.....pauna: na ra da Cruz nu-
mero 55.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
Deposito da rubrica lo Torio o i modelos, assim como americano
a Sw?s '"i1 V,a,l>,i!!' i. *r 'comcanibSo de sicupira e bracos
Vonde-se.emcasa deN. O. Bieberoi C., ,. r ,. J ___r4-
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella fabrica, muilo proprio para saceos de
assucar e roupa de esclavos, por pre(ocom
modo.
-- Vcndcm-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa c no Pxio de
Janeiro, em caixas de too libras
;;ui lidas, de i a G em libra, e t.im-
bem de um s tamanbo, por me-
nos pre^o do que em outra qual-
quer parte : trata-se no cscripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Principios geiaes de cconomia pu-
blica e industrial.
Vendo-se este compendio, approvado para
as aulas de primeirat letras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 e 8.
0 ALGUDAO' PARA SACCUS.
< vende-se muito bom algodSo para sa- v
0 eos de assucar, por preco coinmodo:
^ em casa de Ricardo lloylc, na ra da fj
m Cadeia n. 37.
Pecbinxa.
Vende-se na ra do Crespo na loja da es-
quiua que volta pata a cajea, cuites de
cambraia cor de rosa e de outras cores do
ultimo gosto a 3,000, 3,500, 4,000, e 4;500 ;
da ferro : na fundico da ra do
lirum ns. 6, 8 c 10.
0 iapato de tpele. $
%; Vondcm-se os bem conhecidos cor- Q
aj les de lapele para sapatos a 500 rs. o 4
a-, par : na ra do yueimado, loja do so- 4
a> lirado amarellu 11. 29. ?
TniXU para CltgCllllO.
Na fundi(;So de ferro da ra do Brum,
acaba-sc de recebor um completo sorUincn-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
[ii. 1,i- acham-se a venda por preco com-
modo, c com promplidao embarcam-se,ou
carregam-se om carros sem dospozas ao
comprador.
Deposito de cjI virgem.
Cunha & Amorim, vendem barris com cal
empedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos preco do
que em outra qualqucr parle: na ra da Ca-
deia do Recite n. 50.
Azeite de carrapalo da lubrica de
Araujick Filbos, no Pencdo.
-- Este a/.eilo pela perfeicSo tm que lie
fabiicado nilo s serve em lugar do azeite
doce e de coco, para qualquer qualidade de
caodieiros por mais delicados que sejao,
como he muito profirivel a qualquar oulro
por dar urna luz nnis brilhante, ser mais
durativo, eseu cusi ser mais baralo ; nSo
tem o cheiro desagradavel que exaia o azei-
te de carrapato commum, nem em nada
delleseassemelba. Vende-se cm barriz de
du
ditos do cassa-chila a 2,000 ; ditos da exio-i 16 cnidas a 2,400 rs. a canada, no armasem
sicBo a2,210; cortes d chila com 12cova-jde J. J. Tasso Jnior, ruado Amorim n, 35.
dos a 1,800 orles de fusto a 560 ; cor- 1 j. rnnim,a a vpnrlpr-se barato
tes decalca de b.im escuro 800,960,1,120; naa continua a venaer-se uardio.
ditos delrim marello do puro linho a! Cortes do casomira prcla por 5,000 rs., di-
1,440,1600; lencos de cambraia muito finas i 'os de brim escuros de lislras a 2,000 rs e
proprias para roo a 320 ; e outras muila .600" ditosde castor 1,120 rs., riscados
l'.zendasquesetornaorecommendaveispe- }<> "godSo a 180, e 200 rs., nscadinhos
la boa qualidade. 1 francezes a 120 rs. o covado, e mullas mais
. j r fazendat por baralissimo preco na ra
Arados de ierro. I crespo n. 6.
Na fundico da Aurora, em S. Amaro,! Farinha.
vendem-se arados de ferro de diversos mo- j Vende.ge superior e muit0 nosa farinll
. ,.m TPilBnin sliinm Mo dcS. Calharina : a bordo do patacho Va-
^iStinU?. ."VldVFAndsco ,ose | 'ente, ou na ra do Trapiche, arm.zem nu-
de Lira; fallar no mesmo sitio, ou na mc.rov"'ndem-soamarras
ra da Aurora n, 62, segundo andar.
Antigo deposilo de ca
virgem. jnova e de superior qualidade: a
Na ra do Trapiche, n. 7, ha tratar com Manoel da Silva San-
muito superior ca nova empedra, tos, no armazem do Annes, no
chegada ltimamente de Lisboa I caes daalfandega.
de ferro: na rus
I da Sciizalla nova n. 42.
Vendc-se farinha SSS muito
Novos gostoa !! !
I Na ra do Crespo n. i4. lrjrj^ de
Jos Francisco Das,
vendem-se Rnissimas cassasfrancezaaale ri-
quissimi's gostos e novoi padrOes pe* ba-
rt lo pre^o de 700 rs. a vara, corle de Cam-
braia liza fazenda muito lina 2,240 rg,, o cor-
le ( melado do sou valor) ditas com salpi-
cos a 640 rs, a vara, corte de cambraia
pintado de cor,do gostos modernos 2,200 rs,
o em le, superiores chitas francezaa cores
muilo lisas o de novos padrOec a 240 e 260
ra., o covado, ditas estrellas cores de vinho
e de call e de ganga a 200 rs., o covado.
Fill de linho branco o de cor propria para
mosquolciro 6t0rs,a vara.lirins lranc,adoses
curo e cor do ganga com listas miudinhas a
1,000 rs. o corte, assim como outras mui-
Ub fazendas por baratos precos.
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muilo leve, para um ou
dous cavallos: na coebeira do Mi-
guel Sougei-,* no aterro da Boa
Vista.
;.f, Vende-se om grande silio no lu- O
Q gardo Manguinho, que lica defronte Q
(, dos sitios dos Srs. Carneiros, com q
n grande casa do vivenda, dequatro q
q agoas, grando senzalla, cocheira, q
~'. estribara, baixa decapim que sus- n
'' tenia 3 a 4 cavallos, grande cacim- ~,'
' ba, com bomba e tanque coberto V,
v para banho bastanle's arvoredos do ^
9 1 nielo : na rus do Collegion. 16,se-
O gundo andar. "
Padaria.
Vendo-so urna padaria, no largo das Cin-
co Ponas : a tratar com J. Tasso Jnior,
ou com Joaquim Lopes de Almeida, caixei-
ro doSr. JoIoMatheus.
Lencos.
Lencos de cambraia aberlos, proprio para
senhoras e meninos a 360 rs ditos com bi-
co a roda o palmas as pootas a 400 e 440
rs., ditos de cambraia de linho para homem
a 400 rs. : na ra do Crespo n. 6.
Vendem-se 2 cscravos moros
proprios para todo servico na ra
de SantaThercsa n. 42.
Moc lirias superiores.
Na fundico do C. Slarr ti Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas du ferro, de um modelo e
03nstrucc.So muilo superior
Aos amantes do bom e barato.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a cadeia, vende-se casnmira prela,
a 5,000, 5,500, 7,500 c 8,000 res o corlo ;
ditas de cor, a 5,000 e 6,500; panno lino
preto, a 3,000, 3,500, 4,000 e 4,500; dito
verde, a 2,700, 3,000 o 5,000 res ; dito azul,
a 2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 ruis; dilo cor
de rap, a 2,600 o covado : e outras muilas
fazendas por prec.o commodo.
Presuntos de lamgo, cebo do I'or-
lo cm velas, pomada cm caixas.
Vendem-se em porclo o a rclalho.por me-
os do que em outra qualquer parle: na
ra da Cadeia do Hecife n. 24, armazcm.
Vende-se superior farinha
de mandioca, muito fina, em sac-
cas desembaicada do patacho
C'onceicao, viudo do l'.io de Janei-
ro, entrado cm a(i do corrente mez
de oulubro, por preco commodo:
nos iirmazcns de Antonio Aunes e
Dias Fcrreira, no caes da Alfandc-
ga : a tratar nos mesmos, ou com
Novata & Companhia, na ra do
Trapiche n. 3.-J.
Hua do Crespo n. a3.
Vende-se pecas de chita para vestilo a
4,500, ea 120 o cvodo. corles de casemiras
modernas a 5,000 chita laiga para coberta a
160 rs., o covado, lencos do Ifla o seda a 180
chales da mesma fazcuda por proco commo-
do, lil de todas as cores e modernos para
vestido a 480 rs. a vara, corles de castor es-
curos para calta a 640, meias pura menino
muito linas a 320 cuulras muilas fizendas,
muilo baratas.
Cal virgem cm pedra
Chegada recentemente de Lisboa, em anco-
ras muito bem acondicionadas; vonde-se a
pieco muilo commodo : no armazem de
Silva Barroca, na ra do Trapicho n. 19,
Aos Srs, marcinsiros.
Carros dourados para pesde mesas, para-
rusos para camas franeczas : na ra Nova lo-
ja n. 16, de Jos Luiz l'ereira.
Vende-se no aterro da lioa-Vista,
lojan. 78.
Muito bom cuuru de lustro, a 2,800 e a 3^.
rs. a pello : livelias para sapalus, a grozia a
700 rs. ; sapa loes de couro de lustro do Ara-
caty, a 2,000 rs.,bolins de dito pelo diminu-
to p'reco de 7.00J rs. ; c outras muitas fa-
zendas que vista do comprador se far ne-
gocio ; cera amarclla, a 640 rs. a libra.
Vende-se urna prcla boa cosinheira, la-
vadeira, c boa para arranjos de casa por
J50.UOO rs. para liquidaran : na ra larga
du I; '/ H 10 n. 35, loja.
Vendem-se paneros com farinha fina
igual a de muribeca a 1,600 rs., com um al-
queire novo, saccas da dita com um alquei-
re velio a .oijo r- : na ra da Cadeia de
Sanio Antonio 11.15.
Novo trem para cusinha.
dulcirs, frigideiras, panollas e cacero-
las de fro furradas de porcelana,facas com
garlos muilo linas, colheies de metal prin-
cipe que se confundem com as de prsta,car-
relillias e boeetas de faia para doce, grellias
para torrar pSo, machinas para caf, mul-
nhos, almofarizes e mais pertences de cu-
sinha : na ra Nova n 16, loja de ferragons
de Jos Luiz l'ereira.
4
=-
No aterro da Boa Vista, loja n.
18, dcfronle do tribunal do com-
mcrcio,
continua-se a vender riscados es-
curos, muito fortes, ptima fazen-
da para roupa de escravos, e pelo
diminuto preco de 100 rs. o cova-
do e outras muitas fazendas ba-1
ratissimas.
Vende-se no Maranh&o, a fabrica
de busias sliarinas e sbelo.
CIDADE DE PARS.
YtvV)V.v\c,C\\U\t j 4AI .> ^V,
Em cas* de. J. Keler &
Companhia, na ruada Cruz n. 55
vendem-se marroquins superiores'
i'Tndos de Franca pelo ultim
navio.
Cadeiras.
Vendem-so cadeiras para meninas; uo ir
'mazem de Kalkmann IrmSos, na ra di
. Cruz n. 10. M
Escravos fgidos.
un .rio Collegio 11.
Novo sortimento do chapeos de sol, para
homem e senhora, a sabor :chapeos de
Os administradores da liquida-o de sed., armacao de b.leia, J4.500m.
- a rri 1 r-i. I para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000 .
cao de Itieodoro Lhavanes, ven- rs. paracima; ditos de panno lino, de ar- os signaes seguintea : baixa, cheia do cor-
dem a fabrica denominada Mar- macJo debalela e de ferro, del,600a 3,200 po, com falta de dente na fren le, e com
, rs. ; dilos ditos de armado de junco, de ambos os pleos dos bracos sicatrizados
niiensc, na ra do I loponiao, aes- 200a 1 goors., todos limpos: grande sor- proveniente de queimadura anliga ; levou
- Na Urde do dia 9 do corrente met, dV
sapaieceu da rui do Collegio, urna cscrayi
por nomo alaria, de nacBo benguella, com
*
ta cidade ( porto dos remedios ) ,
a saber : casa em que est mon -
tada a fabrica, com ao bracas de
frente e i5 de fundo ; a prensas
hidrulicas, orisontaes de torca de
(100,000 libras, cada urna ; 1 dita
vertical de forca de 400,000 libras;
3 grandes caldciras montadas, pa-
ra o fabrico do sabo ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo; todos os perten-
ces necessarios para o fabrico do
stearina e sibSo ; 9 eseravos en-
tendedores do servico gcral da fa-
brica ; 1 terreno annexoa fabrica,
com 7 bracas de frente e i5 de
fundo ; 1 dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
38 de fundo : as pessoas quepre-
tenderem comprar, pdem nesta
praca dirigirem-se a J. Keller &
Companhia.
0j) Corles de vistiiiu ta ultimatnoda. 4
? iirlcs de vestido de cassa seda com 4
^ lislras e quadros de seda,lindas cores :'
? e modernos gostos: ditos do dilo do 4
? cambraia com barra de ricos borda- ?
te dos o os competentes figurinos : ditos ?
de dilo de cambraia aberla com flores 4
Q> adamascadas o do bonitas cores : di- i
ir tos de dito de garca.flngindo blondo, 4
tr de dilicadiisimos gostos e o mais mo- 4
derno que ha no mercado : um com- 4
I


timenlo de sedas e pannos, empacas para vestido de algodSo de listra larga ja nzado,
cubrir os mesmos, baldas pira vestidos e e panno da cosa: roga-se a lutorididw
espartllhos de senhoras. Concortani-se to- policiaes a fassa apreender, ou mesmo os
das as qualidades de chapeos de sol, tudo capitSes de campo, e a levem ao Passein Pu-
com perfei(9o o por menos preto do quo cm blico loja n, 11 de i'irmiino Jos Rodrigues
outra qualquer parte. Kerrein, que gralilicara.
- Desaparoceu no da 8 do corronta o
esenvo de meto ingoli.de nome l^ouren-
(o, representa ter 30 innos pouco mus ou
menos, ilturi regular, grosso do corpo, cor
prela, olhos pequeos e ifumacados, por be-
ber muito, falla um pouco alripilhida, le.
vou calca e camiside riscado americano, a
bon de panno j uiado : quem o pegar la.
ve-onaruada cacimba o. II. quesera bem
recompensado.
-- liesipparecou no dia 5 do corrente do
engenho S. Joodo Cabo,o escravo Valerio;
alio, cheio do corpo, e espadaudo, cara cur-
ta o larga, nariz chalo, ladino, um pouco
gago, com uns taliohos na cara por ser di
coila; lambem tem urna marca de ferida
em sima do peito do p esquerdo junio ios
Vende-se, multo em conta, dedos. Ser muito bem recompensado qusm
um bonito sobrado sito na ra o levar o dilo engenta, nu noMondego em
,. Q i-, casa do llm. Sr. commendador Luiz Gomes
do jlleio, n. DO, avallado em Ferreira, ou ao engenho Fragoso, ao Dr.
aiOOOooo, emo qual tem parte Miguel Joaquim Carneiro da Cunhi.
Ui" m 1.. O!. .,..1 100,000 rs. do gratlueaolo.
rsulaMiria das Virgens e sua, noga-se as autoridades pohciaes.que cap.
irmSa Joaquina Alvesde Paiva na turemoescravo Mmoel, pertencente 8e-
importancia de .o7,473 rs. ^^fiT^^STS^ti
pretender dirija se a caza de lv al- elle esenvo do Sr. Cabriel Alfonso iiiguei-
kmann IrmSos, ra da Cruz,!.* luem foj compradouliimameate :lem
, i28annosdeidadepoucom|isnu menos, cor
n. 10. fula, com falta de dous denles na frente, e
Charutos de Ha vana de cabellos dolido esquerdo da cabeea, que
Deposito de tecidos da fabn
ca de Todos os Santos,
na Babia.
Vende-se em casa de Domingos Al-
p- ves Matheus, na ra da Cruz do lie-
^ cifen. 52, primeiro andar, algodSo
" iransidodaquellafabrici.muitopro-
prio para saceos e roupa de escra-
vos, issim como llrfproprio pira re-
des de pescir e pavioa para veilas,
{). por proco muito commodo. ^
(fcAA A*fl!w!li!t)WOT AA MHlHMNHI
Sobrado em Gola una.
Cruz n. 10.
Vende-se una lavcriia,com poucos fun-
if pelo sorlimenlo do cortes de vestidos i dos: a tratar na roa do Molucolombn. 24.
(r de seda.brancas, de coros e Turta co- % | Veodem-Se miudezas por to-
do o preco, pira liquidar : na ra
dos Quarteis n 16.
Vende-se umi prcla da Costa boa
iquitandeira, que paga um selo diario: na
i ra da Guian. 9,
BOM NEGOCIO.
e; res, e outras muilas fazendas de gos-
to.quo se vendem por procos do agr-
t dar ao comprador : na ra do Quei-
? mailo. loja do sobrado amarellu, nos
quatro cantos n. 29.
sem barba, baixo, corpo regular, he ollicial
de funileiro. Trajav jaqueta de riscado
azul, caifa branca, camisa de madapolflo, e
levou urna trouxi, contendo caifas e jaque-
tas : quem o apprebender elevar i ra di
Aurora n. 62, recober.va gratlflcacilo pro-
meltida. Suspeila-sc que fosse seduzido, o
por isso desde j protesia-se contra quem o
conservar em sen poder.
Desappireceu na tarde do dia 13 do cor-
rente um escravo por aome Joaquim tem os
Vende-se o resto de urna factura de signaes seguintes: boa estatura, rapresenti
\cnde-se 1 dinbeiro.ou a praso, urna das;vei(s d8 cera de carnauba, das alvas, de tor ssmnos de idade, falla desembaricada,
primeira qualidado, dasquevem para essa pg grandes, tem todos os denles da fenle,
____.t-.t. ....,,!.. a C .m llh,. mi. oiiVDG : .-'.. _i_ .._ __ J ^ _^ A- --_ <____t.__...a
melhorestivemis da ra do Rangel : a Ira-
lar na ra da Praia, armazem n 10.
Chcguem ao barato, chitas finas
a 6,oou rs. a peca, e a 160 rs. o
covado.
Vendem-se chitas linas, de cores lixas e
de bonitos padrOes, a meia pataca o cora-
provincia, sendo de 6 em libra, em caixas nariz chato, quando inda ostaliasjuutisdos
de arroba, a 300 rs. a libra : na loja de fa-jj0elhos, levou camisa de algodSosinho bran-
zondas da ra do Queimado n 45. ico, cal(a dadito azul, este escravo foi do
I Vende-so um muito rico bercode jica-mat0: qUem o pegar love-o 1 typognpbii
i randa, de muito moderno e oxcellenle gos- jmpircial 1 fallar com a viuva Roma que se-
to, o com um rico cortinado pira o mesmo,: r recompensado.
_ ou sem elle ; tudo muito barato: quem pre-i Desappareceu no dii domingo, 12 do
do, e a 6,000 i peca : na ra do Queimado tender, annuncie por esta folha, ou deixe li- correnle, um pftlo que representa ter 45 a
cir scu nome na loja de livros do Sr. non ra- 50 annos de idade, de naco cafinge, baixo,
do, no largo do Collegio n. 6, para sor pro-! cne0 do corpo, sem dofeito algum no corpo,
curado. levou vestido, calca de casomira izul clara
n. 8, loja defronle da botica.
I.oteria do Rio de Janeiro.
Aos mi:000,00o de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4> vendem-se bi-
Ihetes inteiros rucios, quartos,
oitavos e vigsimos da 28. lotera
a beneficio do Monte Pi, que se
espera a lista no primeiro vapor.
Na Praia de Santa Bita, armazem n.
43, ii.-Mi noel Jos Dantas, ha para vender
-- Vende-se urna pirelha d embonos 'e 0 cuadros e j velha, colele de setini preto
na ra da Cadeia do Recite, loja Velho, jaquela de brim pardo.camisi de oa-
cedro :
n. 20. [dapolSb, chapeo de seda preto ; presume-se
Vende-sa cera do carnauba, da mclhor ;||U1, anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
i|ualida.l', om porrao e as saccas : na ra apezir de ser do sertao nSo se julga que te-
da Cadeia do Recife, loja n. 20. nhavoltado: roga-se portanlo as aulorida-
Vende-so-urna proticriouU, de 22 an- I des policiaes e capilSes decampo, aciptun
nos, por pro^o commodo: a tratar na ra do mesmo, levaodo-o a ra do Vigirio n. II,
Nova n. 20. ; lereeiro andar, que se recompensiri.
-- Vende-si um vestido de seda branco, j Auzentou -so ni noule de 27 do correnla
lavrado e seu uso, proprio pira casamentos, 10 mulato Clementino de idade 20 tonos pon-
baptisados, etc.; assim como urna cama do co mais ou menos, magro,allura regular, e
armac.no do angico, lambem quazi sem uso, ra lia muito mansa, costuaa andarcalcido
ludo por muito menos do seu natural va-'e bem vestido; levou urna troxa de roupa,e
lor : no largo de S. Jos n. consta que levara um cavallo quealugra
Chegaram do Rio do Janeiro oachain- nessa occasiao, o qual temos signaes se-
sea vendims lojas delivroidoSrs. Iloura- 'guintes : cistanho, barrigudo, dinas pre-
. como vendem-se e cortam-se v'idros jdu no Ptodo Collegio, e Antonio Immin- i.s.egordo. He provavol que queira pas-
para cax.lhos do todas as dimeocOes, at 5 I j""8 na '" ,do, CreiP0' un8 "iiportanloi fo-; sar por forro : he bolieiro.c escravo de Luiz
palmos : na ra do Arago 11 8 Ihetos intitulados --Verdades Etlncas-Poli-; Antonio Siquoira : quem o pegarleve-oa
ticase Ecconomicas, pelo diminuto pre?o do rua di Cadeia-Velha n. 20 que se recompen-
. (sari.
Aos amantesdos lindos passarinhos 100,000 rs. de iratificiolo.
[Sarna da Aurora n. 32 vendem-sc cana- DesapirSonodi 12 de agostodo corrento
nos vuelos de Lisboa pela batea Ligeira, o allno o cabn Romoaldo porem he de supor
vende-se por preso commodo urna anua rao que troque o nome, representa ter 45 a 50
do venda sondo composta de balc0o feixado,' anuos pouco mais ou menos com alguna ci-
1 caixSo iiividraeido, o oiin parteleiras j bellos brancos, e o reslo muilo pretos e es-
guarnecidas, e vende-se urna caza le rua j tirados, falla descincida.he barbado, quan-
com cmodos para familia, bom quintal o do fugio foi de barba feiti, ho grosso do
cacimba na rua da Guia em chito proprio, corpo, altura, regular levou vestido camizi
querenlo 10,000 rs. mensaes.
- Vende-seo silio de Sania Anna, que
lica defronle da taberna de Niculo llodri-
jtcarand em cossociras e toros : a tratar
com Joo francisco da Cruz, na rua da Cruz
numero 7.
-- Vende-se cal prcla o branca, de Jagua-
ribe, muilo alva e por pro^o commodo ; as-
sim
A 2,000 rs., cortes de vestido de i500 r
i cassa.
Vendem-se corles de cassas pintadas, de
lindos padioe-, a 2,000 rs.: na rua do Quei-
mado, loja n. S, defronte da botica.
Vende-se.
Sal de Maranlio, em panciros a commodo
preso, no armazem do Sr. Antonio Annes :
no Caes da Alfandcga, ou tratar c >m J. R. da
Fon saca jnior, na rua do Vigario n. 23, se-
gundo audar.
S. Flix.
Vendem.se os melhores charutos de S. ne d Cunha, o qual tem casa com bas-
Felix na rua do Queimado n. 9.
Vende-se urna prela perfeita engom-
madeira, e cozinheira, com urna cria de um
anno, urna dila sem habilidades porm do
boa conducta, oquese8fiansa,3 pretos bons
tra lia I Madores de cuchada, 2 moleques er ion -
los de 16 anuos, 1 molecote bom cosinhei-
ro, I pardo bom trabalhador de enchada :
na rua do Rozario n. 22 segundo andar.
Vende-se 2 moleques crioulos mor;os
de bonitas figuras, sendo um de iJado de 9
innos e oulro de 12;quem quizer dirija-se a
rua da Cadeia do Recifo loja n. 51 do JoSu
da Costa M'agalhSes *
Na rua das Cruzes n. 22 segundo andar
vonde-se urna escrava de 27 innos bonita fi-
gura perita engommadeira, e custurcira,
cosinha, e lava, duas ditas do meia idade e
3 molccoles do 18 a 22 annos bonitas figuras
e um dclles he um oplimo meslre de assu-
car, estivador, o canueiro, e um molequetle
10 annos ptimo para aprender olllcio e um
escravo ptimo canueiro.
Vende-se a loja de calcado da rua lu-
mia n. 33 : a tratar na mesma, c dir-se-ba
n motivo porque se vende.
Vende-se urna casa torrea com bons
commodos e propria para se passar a festi,
cita no Arrombalo,uma diti cita nos A Roga-
dos rua de S.Migucl.e um subradinho na rua
de Hurtas com terreno pan edlficir-se duas
moradas de caza: na rua Augusta sobrado
n. 15.
- Vende-se umi negra do meia idade de
minio boa conducta a qual lava e ongomma
por preso 350,000 rs ; quem a pretender di-
rija-se a rua das Trinxeiras n. 12.
Vende-so umi preta do nasSo, bonita li-
gnra idade 26 innos, cosinha muito bem e
engomma sofrivel, ensaboa muito bem, faz
todo serviea de casa : o motivo da venda se
dir ao comprador;vende-ss para o mato ou
para fora da trra na rua do Amorim n. 25.
Vendo-se urna morada do casa terrea,
lita na rua qo Padro 1'loriano desla cidade
n. 68 em chos proprios, cuja venda so faz
para me romir umi hzpotheca que na mesma
tasa lia, os pertendentes dirij3o-se ao car
ario do Sr Tabeliim Guilherme Pataicio
Bezerra Cavalcinle, rua dasTrinxeiris, que
Chapeos do chile.
Vcndem-se chapeos do chile peque-
0 nos a 4,000 rs. : na rua do Crespo
*J n. 23. a
(ilttili8^8'ltf^tfl^li^,M^J%ft
Cheguem freguezes antes que se
acabe.
No armazem deMarlins & IrmSo, na rus
da Cruz do Recife n. 62, chegaram ltima-
mente os seguintes gneros ue muilo boa
qualidade : -- queijos londrinos, prezuntos
inglezes e do Porto, conservas inglczas e
francezas com difTerenles frutas, latas de
salmio, ditas de ervilhas e sardinhas de
Nintes, ditas com bolachinhas inglczas ,
marmelada do Lisboa, moslsrda, o muilo a-
creditado cba de S. Paujo, caixas com muito
superiores masas finas para sopa, glgos com
chimpanhc, vinho de Xerez, Madeira, Ru-
cellai ePorto, garrafas com extrait de ib-
sinlho e oulros muitos gneros, ludo por
mdico preso.
Vendc-se urna prela crioula, de boa
figura, quitandein, la vadeira e lambem co-! achara com quem tratar,
zinha, sem vicio e muito sadia, o motivse' Vende-se urna negra de meia idade,
diri 10 comprador: na rua di Cadeia do sem achaque algum, por preso muilo com-
Rcifen.20. [modo: na rua do Livramento, vendan. 38.
tantos commodos e cupiir fjra, e diversos
pos de alvorcdos com fructos : quom o pro-
tender comprar dirija-se a rua do Livrameti-
to, taberna n. 5, que achara com quem Ira-
lar.
Fareilos de arroz
Recentemente chegadoem saccas, a preso
commodo, no armazem do Sr. Antonio Au-
nes, no Caes da Alfandega, ou a tratar com
J. B. da Fonseca Jnior : na rua do Vigario
n 23, segundu andar.
Superior rap a 5oo rs. a libra.
Vende so muilo superior rap em boles e
meios boles, a imitisSo do de meuron, om
calas de 50 libras,' fizndose alguma def-
ferencaaquem comprar de 100 libras para
cima : na rua dos Quarlois loja n. 24.
Mobilias de ferro.
Vendem-se ricas mobilias de ferro, como
seju: sophas, mesas, cadeiras de braco e
sem ellos,muilo proprias para casa do cam-
po, e bancas para corredores; e muilos
oulros objectos, em casa de Kallkniann e
irmSos, na rua di Cruz n. 10.
- Vondo-sc milho a 2,000 rs a sacca, pi-
ra acbar : na rui da Cidela de Santo Anto-
nio 11. 15.
Vende-se um sitio a beira do rio .
tf:} com excelente casa (en Jo de rrenl %
% 70 palmos e 90 do fundo, com grande
+ sala' adtante, 2 gabinetes, e 2 aleo- 4
o vas, sala igual atrs, mais 3 quartos, '.?
f e coziniia; com mais de mil pilmos ?
de 0111 pnnclito e 800 de fronte, com 0
0 gran le baixa decapim, terreno de ?
tboa producfSo, oxcellenle bauho ao &
p de casa, e pertu da prasi por sor '.
f antes da Cisa-I'orle : a fallar com !
Nicolao Cadaultna rua do Apollo 11. 4
iv 20, segundo an Jar, ou na prisa da
aj Boa-Visia na casa que o mesmo abi #
t,i est edifican Jo. m
m casa de .). Keller~&
Companhia, n rua da Cruz n. 55,
ha para vender um piano forte ,
chegado ltimamente da Enropa
e com excedentes vozes : trata-se
na casa dos mesmos.
de algodozinho o cilca de brim brinco su-
jas, e chapu de palhe, levou urna troxioln
do 1 ni pa, e seduzto um mualo acaboucula-
do de nomo Francisco de idade 18 innos que
foi em companhia doli e levou chapeu de
couro, he seco do corpo,a lio, cor do canda
boca pequea, beicos roxos, cabellos esti-
rados e pretos, ps chatos e os dedos 1 her-
ios,quando falla afeta qnerer ser inglezado
he muito pronostico, levon vestido carniza
de ilgodSo riscado americano e caifa de ca-
zemiraazul com listraao lado, porem he de
aupor que lenha mudado do trage.o Romoal-
do veio do Rio Grande do Norte para onde se
desconfa ter fugido.qum os pegar leve-os
a rua da Cacimba n. II ou 1 rua da Ca-
deia defronle de S, Francisco casa do Sr.
Bento Jos Fernandos Barros, que recebera
a graliHcasHo a cima, e sa protesta contra
quom os tiver ocultos.
30,000 rs., oc gratilicisSo'
Desappareceu no dia 15 de julho do cor-
rente anno um muleque criuulo de nonia
Paulino de idide de 10 annns pouco mus
ou monos,cor imarelida por ter vicio de co-
mer Ierra,naris chito e feio levou camisa de
ilgodSosinho suja e calca de riscado, sem
chapeu, esto escravo porlence ao Sr*Anto-
nio Jacinto da Silveira de Um ; quem o pe-
gar lave-o a rua da Cacimba n. II ou a
rua do Livramento n. 26segundo indar quo
receber a gratificado a cim, e so protesta
contra quem o tiver oculto.
No dia 2 do corrente, sihindo de m>-
nlia urna negra 1 vender binhi, de nonio
Citharina, cabindi, al hoje 10 nlo he ap-
parecida, constando que tem andado por
Campo Grande, Be le m o Casi-Forle : he
baixa, nSo he magra, cara redonda, olhos de
cachasseira, tem os signaos di ni(lo ni pi
esquor Ja, pisa como quem padece de bicho,
ou rheumalico: quema pegar p Jo leva-la
1 casi di rua da Santa Cruz n. 66, defronle
di nboira, que ser recompensado.
No dia 12 de novembro do correnle tu-
no, desappireceu de cisi de seu senhoro
preto de nome Tliomaz, de idade 40 annos
com alguns cabellos brincos ni cabefi, "e
na rilo Mussambique, bstanle alto, magro,
pernas linu, andando sempre muito direi-
to, tem carosos sobre o nariz, sigml pro-
prio di nacao; reconmenda-se I captura do
mesmo as autoridades e 101 oipItSes da
campo : quem o mesmo aprehender sari
generosamente recompensado pelo dito seu
senhor Luiz Gomes forrein, noMondego.
I ri'v. vaTyI' dk x! **.rr \'
t
"na1!1


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