Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04745


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Full Text
N. 258.
rsiqo ba sBcaiFglo,
PieiMNto AoimwDO.
Por trimeilre............
fot lemeilre ?....
Por nao ....*'
PlOO DENKO oTlimi*.
Poi quartel......-***'
MOTIOIAS O 1B1MBIO
piri ... 93 de Outub Minas... Sfldejelbr.
23 deOulub
Maranhao 28 de dito
Crari... 31 de dito.
Parahiba. 3de Nobr.
- ^-^=^
Mlnai..
S.Paulo. 3 de dlio.
R. deJ., Sude Oulub.
Babia... 3i de dito
9/000 i o Seg. S. Andr Avel-
W00| lino sacerdote ;
yUOO 11 Tere. S. Marlinl.o.
12 uart. S. Harlioho
13 c)uint S. Eugenio b.
i i o>st. S, Cleiiientino.
1S Sab. S. Gertrudei v ;
a. Leopoldo.
If Ihiiii. S. Goncalode
Lagos j s. Valerio.
4/500
Juiorfe Orphaoi
2. e5. s 10 horas.
I. tara do civil.
3. r(i. ao meio-dia.
Faienim.
3. e 6. a lo horas.
2' vara do civcl.
i. e aabadoa ao ineio-d.
RilaeSo.
Tercas abados.
Creicente 30, a 1 hora e7 miuutcs da tarde.
C'heia a 8, as 9 hojas e i inmuto* d t,
Hingoante i l6/'a7''norai e 2 minutoa da m.
Nova 22, as II horas e *7 minutos da tarde.
rBIMlB SI BOJB
Primcira s 9 horas e 13 minutos da manbaa.
Segunda s 9 horas e 42 minutos da tarde.
floianna e Parahiba, ia segundas
felrai.
Bio-C.rande-do-Norte, todas as quintas-teiras
aomelo dja.
Garanhuns c Honito, 4 8 c 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s quintas-lelras.
Olioda, todos os das.
Portugal* 1 de Onthi
HMpauha. 8 dadilo
Franca ... 8 de dito
Blgica... 5 de dito
Italia.. .. 3de Dutbr
al.' 11111 ni a. 5 de dito
Prusaia ... 3 de dito.
Dinamarca 3 de dito
ossia... I de dito
Turqua. 24 de Setbr
Austria.. 3deOutbr
Suissa.*.. 3 de dito.
Suecla... I de dito
Inglaterra 9 de Oulbr.
K.-Unidoa 24 de Se Ib r.
Mxico... 15.de dito,
California 30 de Agosto
Chill. 26 de Abril.
Huenos-A. 1 e Se ib.
Montevideo 6de dito.
CAMBIOS DE 13 DB NOVIM1BO.
Sobre Londres. 28 > Paria, 331 per fr.
Lisboa, sem tnnsacy'des.
METAES.
Ouro.ticas hespanholas.... a1
Hoedas de 6/100 velhas. 18/000 a 16
> de.J3J400 novas. 16/000 a 16.
de4/DC0....... 9/000 a 9/100
Prata. Patacfles brasitelros.. 1/940 a '/J*
Pesos columnarios... I/NO a JjBBO
Ditos meilcano...... 1/740 a 1/75
centja do ministerio da guerra nSo he per- mais ou mr-oo graves. Elodavia he tal o .lia liberar) f Morecmn-vos ciinuanca os ho- tabelecldaa para a alteraco pela lei funda-
'mellido aos militares do exercito acejta-1 horror, que inspira este, laclo inesperado, imens quesempreleem tentado svnlra^a so- """J1,1* je oi, dPSlc prirnero aitentado, severa-
mente styginalisado pelo mesmo duque de Sal-
i danha na proclatiiaco de ti, e uo decreto de
, I dissoluco das cortes de 9 de outubro de 1646.
EXPEDIENTE DO DA II DE N0VEMBR0 DE armas, ( ) e n.To so llm fizando applica- mente que possa ser ; porque repugna acre-1 mar patritica ; o n8o vos merece const- a luva eslava lancadi, e o ambicioso nao podia
Ig5l, ello do que se determina sobre seinelliante ditartolaa holiondez d'elli nos homous, IderaQSo alguma o partido moderado, em cu-, deter-se ja diante de nenhum escrpulo, mu
" que hoja c impem o gabinete. ;Ja? lileiras alguns de vos combateram j, na
Levado d'esU repugnancia, quebrar-sn contra as provas incontestaveis talha.os que bojeso vossos alliados!
do Tacto, aindaha quem, desejtndo ler-sa Dizei-nos, senhores ministros ; e reslrin-
enganado, porgunte no meioda sua almi-.gimonos agora a esta c nilhue 1 que ten les
PARTE OFFICIAL.
_____________.-------------------------------------- rom emprngos de oulras reparlictVs*|Vtpiej principalmente pelas circuuistancias d i quo berania do ch-fe. do estado; que aiuda hi
rlVFKNill PROVINCIj. Iporisso licindo de nenhum effeito.a-eon- fui rovesliclo, que se deseja descubrir um pouco proteitaram tirar, n'esse sentido, to-
l,UTLntiuin I cedida ao dito cadete pelo commanifcrrtB das meio de o explicar o menos desfavoravei-.das as vantagens que esperam de urna ca-
EXPEIENTE DO DI A II DE NOVEMBRO DE, armas, ( *) e n.lo so
1851 co iln quese detern
0fflcio...Ao Ex,. presidente da provin- g^^ .d
-JM":h/0rCrrmnr,b'd,e00nor- '.-ente, v.Exc.fa.
desta data, por quanto
lem que dada incompeten-
v. fu sentir-lhepelos divi-
ejo em que S. Exc. commumea que, P^ doj moio, que dever solicita-la esta se-
achar-se doenle naquolla provincia o se- cre[,ria de\slado> por intarmedto dessa
gundotenenledo qu.rtobatalliaode ar e rosolt;er-con,0 conTe.
Ihiria a pe. Jos Nunes Marques, deixou de ;jent(1 for v
recolber-se ao seo* btalhSo no da 26 110 ; Dco> guarde a v r.tc.lnoil PMusrdo di
agosto ultimo, em que expirara J prazo aa Soaiaello.--Sr. presidente da provincia de
licenca que eslava fruindo, e remetiendo ptr/lalui,uco.--Cuuipra sePalacio do cever-
por copia a informa co que'den O marecrM uo de Pcinanibuco, 3 de novembro de 1831.-
commandante das armas par occasiSo de Vctor de OHviira.
ser ouvido acerca do dito ollicio. I O mesao marechal declara, que o Sr. ai-
Dito.Ao confinando das ridas, remel- feree do batalbo n. 10 de iufantina, Ma-
londo por copia o aviso do ministerio da nool Carneiro Machado Freir, obteve da
guerra de 18 de agosto ultimo, communi- proside:icia tres mezos do licenga, segundo
esndo que por derato de 21 de junho desle a lei, e ordens em vigor, para tratar de sua
anno, no termos do artigad? da lei n. 585 saude.de conformidade com o parecer da
do 6 de etembro de 1850, deferminou-se junta medica cirurgica.
que fiquem pertencendo ao-^isUdo-maior | Antonio Crrela wara.
da primeira classe os ofllOMes do etercito Quarlelgtntralnacido.de do Hecift, 8 de no-
constantes da relacSoque tambem remello, ventero de 1851.
por copia.Vide a relaeSo publicada no Da
(IIIUKM DO lll.l N.
26.
rio de Pemambuco n. i 86 de 20 de agotlo dale
amio.-Remelleu-se copia da mosma relarjSo O marechal de campo graduado comman-
a pagidoria militar. [riante das armas, faz publico para conhe-
Dito. ~ Ao brigideiro Maooel de Souza ; cimento da guarnieflo, e devida observan-
Pinto deMagalliSes, acensando raeobido os ^ci', queS. M. o Imperador foi servido con-
dola oucios em que S. Exc. communica ha- ceder por aviso do ministi rio da guerra de
ver remettido ao marechal commsndante 30 do setembro ultiinn, licenca para resi-
das armas pira transmittir a presid'Micn, d r no interior desta provincia, ao Sr. ca-
um aulhUjjr.i..ho d-nlato io e mais P'pcis pillo da leiceira classe do exercito Jo A'-
relativos a in companhia lixa de Gavillara e a coinpanhia ci > da presidencia de 6 do crrente, e nu-
do artfices desta provincia. | tro sim que o mesmo Auguslu Senhor, con-
Dito.--Ao commfodante superior da guar- formando-se com o parecer do conselho su-
da nacional do munciniodo Kecife, inte
rando-o de liaver, vista de sua informa-
gao, dispensado do servico activo da mesma
guarda nacional a Luiz de Muraos Gomes
lerreira, que provou sercaixelro da casa
commercial de Luiz Gomas Ferreira.
Dito.Ao tenonte-"oronel commandan-
ledo presidio de Fernando, transmiltindo
a guia do sentenciado Francisco l'ereira dn
Goes, que vai alli cumprira pena que Iha
foi imposta pelo jury de Giranhuns, e bem
assim copia do um trecho de um ollicio do
juiz municipal da primeira vara, relativa-
mente ao modo porque deve 8. S. fazer-lhe
a communicacto do cumprimento das pe-
nas dos sentenciados existentes naquelle
presidio, ahm de que de ora em dianle pro-
ceda de conformidade com o que requisita
o mesmo juiz.
Dito.Ao juiz municipal dasegundiva-
ra, para prestir com urgencia as ioforma-
ces que lite foram exigidas por ollicio de
18de outubro' ultimo em satisfacSoao vi-
so do ministerio da justica de 18 de setem-
bro desle anno, acerca dos Africados livres,
cujos servicos lem silo contratados nisla
provincia.
Dilo.-A" Ihesouraria da azenda provin-
cial, recommendando, em vista do que re-
quisitou o Exm presidente da l'arahiba,
que, leudo em attencfloao que expoz o ins-
pector da Ihesouraria da fazenda no officio
que remelle por copia, expe?a suas ordeus
para que se proceda, nos termos de sua in-
furmafflo, a resprilo do assucir vindo da-
quella provincia para esta.
Informacdo a que te refere o officio cima.
I'lm. axm. Sr.Em cumprimento a or-
dem deV. Exc. exarada no olciodo ins-
pector da thesouraria da fazenda geral, que
devolvo com os documentos, que. o arom-
panharam direi a V. Exc, que me parecem
sullicienles as providencias lembradas pelo
mencionado inspector para bem destinguir-
se o asaucar da Parahiba que entra por tr-
ra nesta provincia, e poder o agente da-
quella cobrar os respectivos direitos; mas
lie minlia opiniSo, queo que for despacha-
do para consumo a tirado dos armazens al-
fandegados 11M0 deve fleariseuto dos direi-
tos provinciaes desta provincia quando por
ventura venba a ser reexportado, alienta a
possibilidade de poder ser substituido por
outro qualquer assucar.
heos guarde a V. Exc. Thesouraria da fa-
zenda provincial de Pemambuco, 19 de
mao de 1851-lllni. e Iaui sr. Jos Inde-
fenso de Souza Ramos, prosnenlo da pro-
vincia. -O inspector, Jos Pedro dafSilva.
Ncste sentido llzeram-se as convenientes
i'ommunicacOus
Uno.a* cmara municipal do Recife.
transmiltindo em aduitamento ao officio de
5 do crrante, o desenlio de aun trata o ofTI-
cio da mesma cmara do 29 de outubro ul-
timo, bem como a proposta que o acompa-
11 bou assignada pelos con tratado res das ca r-
nes verdes.
Portaria.O presdante da provincia, al-
tendendo aoque Ihe ropresenlou o direc-
tor geral interino da nslrocc3o publica por
ollicio datado de hoje, resolve que as f*-
rias para as aulas de instruc^So elementar
comcem no dia 7 dedezembro e ecabom
no dia 3 de fevereiro, licando neslaparte
(rnenle alterada a csposicSo do artigo 17
do regulamenlo de 12 de maio deate anno.
itemelieu se copiada portara cima ao re-
ferido directpr.
Gommando das armas.
Cuarlsl general na cidatte d> Recife, 7 de imwm-
bro da 1831.
oaoBM di da n. 25.
O marechal do campo graduado commsn-
dante daa armas, faz publico para coobeci-
menloda guarnicfiooavisu que segu trans-
cripto, expedido paje ministerio da guer-
ra a 17 de outubro ultimo, que por copia
Ihe foi remettido pola presidencia em data
dehontem.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios
da guerra, em 17 de outubro de 1851.
lilm. e Exm. Sr.Em soluco ao seu ol!-
ci, datado de 20 de selembro Ando, acom-
palibando por copia, o do commandanle das
rmas dessa provincia pedindo esclareci-
BJento sobre o destino que develero so-
(inido cadete do dcimo baUlliao do infaa-
J*na Innocencio Sersphico de AssisCarva-
jl;o,que achando-se frequi-nlindu o quin-
WantlO lectivo do r.lirsn iundien d lllin.
piemo militar, exarado em consulta de 22
de selembro ultimo, houve por bem por de-
creto de 10 de outubro prximo lindo, re-
formar nos termos do art. 3." do plano que
baixou com o decreto de II de dezembro
de 1815, com os respectivos sidos por in-
teiro pela tarifa actual, segundo foi decla-
rado em aviso da nipaiticdo da guerra de
15 do citado mez de outubro, referido em
ollicio da presidencia de hontem datado as
pracas dos differentes corpos do oxercito,
corjstanter> da relacHo que segu trans-
cripta :
Helar, io das praejs dos dilTorentes corpos do
exercito que por decreto de 10 do cr-
reme foram reformados nos termos do
art. 3. do plano que baixou coro o decre-
to del) de dezembro do 1815, as quaes
se refere o aviso desta data.
Segundo batalhflo de arlilhariaa pe.
CaboFeliciano Jos M ule na.
DitoJoflo Nopoiuuceuo Ja Silva.
Anspefjada-Manoel Gomes Pessoa.
SoldadoPedro Joaquim llernardo.
DitoJoaquim Jos dos Santos.
DitoAngelo Francisco Carneiro.
DitoSiverino Izidro da SMva.
Dilo-I'edro Antonio do Barros.
Dito-Jnfto do Castro.
DitoJ0S0 Jos Francisco du Olivoira.
DitoCypriano Gomes di Silva.
DitoGabriel Jos Pereira.
TamborJoSo Ferreira Chaves.
Terceiro btalhSo deartilhara a p.
Soldado-Hilario Marcos Antonio:
hilo-llene.lilo Lisardo.
Dito-Ignacio Gaetano.
TamborIzi Iru Antonio Monlciro.
Quinto batalhilode.infantaria.
SolladoAntonio l'ereira de Souza.
DitoThomaz de Aquino Pereira.
DitoIgnacio RaymunJo de Andradc.
Dito-Manocl Francisco Soares.
Iiiiii- 11.1 \ o.un lo Francisco de Salles.
Nono Imti-llnni de infantaria.
Primeiro sargento Manoel Joaquim da
Costa.
AnspecadaAntonio Francisco da Rocha.
SoldadoChrisandoario Bezerra.
DitoDomingos Antonio.
DitoJos Francisco de S -Auna.
Hilo--Jos PeJro Seleslioo-
DitoAntonio da Silva;
DitoLuiz Jos da Franc/a.
DitoManoel Jeronymo da Silva.
Dito-Messias de Couto l.emos.
DitoJos da Silva Duarte.
DitoFlix Das.
DitoFrancisco Domingos da Costa.
Dito J080 Baptlsta.
lulo--Jo,lo Baplsta I.
DitoDomingos Jos Ferreira.
Dcimo batalhSode infantaria.
Ansperaila- Audinin Jos de Azevedo.
DitoAlexandre Dias do Couto.
SoldadoAntonio Gomes.
DitoAntonio Jos dos Santos.
DitoJos Franoisco dos Rsis.
DitoCacimiro do Sacramento.
Hilo-Joaquim Pedro de Oliveira.
DitoCandido dos Santos.
DitoAntonio (onc-alves Rosa.
DitoAntonio Joaquim Baptists.
Dilo-Joaquim Moroira da Silva.
DitoAntonio Pereira da Costa.
DitoJoaquim Jos Ribeiro.
DitoSeverino Jos ln Con ha
DitoJos Pereira de Avillar.
DitoManoel dssCandoias.
Dilo.-JoSo Felippe. a
Decimo-terceiro balalhOo de infantaria:
Soldado-Josophino Jos da Cosa.
Sicrelana de estado dos negocios da
guerra, 15 de outubro de 1851. Ltbatiio
Augusto da Cunta Mallos.
Determina o mesmo marechal d> campo,
coiiuii.udsnte das armas, que o Hospital re-
gimonlaiestabelecido no edtdcio da Solo-
dade, passe a licar sob a admiuistrscao do
respectivo conselho do btalhSo n. 10 de
infantaria, deveodo pelo nono da mesma
arma ser justas as contas at o dia ultimo
do mez prximo pastado, e remeitido ao
quartel general o inventario dos ulensis,
roupas e mais arligos, a cargo do mesmo
hospital com declararlo explcita do esta-
do em quese acharo.
.__ Antonio Crrela Sera.
rac8o .
Ser* caso, que os nossos regeneradores
acreditem devras, que s3o sinceros o pro-
testos dos revolucionariossuppondo mes-
mo que riles antecedessem o pacto, celebra-
do entro uns e outros ? !
Pifio somos nos, pprem, do numero d'es-
tea. Se he ainda problemtica essa credu-
lidadepara alguma boa alma, 180 cheia de
escrpulos, quo nem o testemunho dos sen-
tidos ser* capaz de deixar tranquilla; para
mi he ponto assentado, e 'decidido, que o
ministerio nfio er em tal sinceridale ;
porque pomos conflanca no alcance do ra-
ciocinio.
Um partido sem precedentes, que pela pri-
meira vez sea presentaste em campo, has-
teando urna bandeira desconhecida, pode-
ra dar occasiao a um esludo pausado, a re-
flectido, para sor competentemente avalla-
do. A respoito d'ellesera mistir marchar
cauteloso; por isso mesmo que, sendo in-
justiga atroz suspeital-o sem motivo, nlo
raovossj seio' ini'migoa anlgos. e rre- poder coustltuintei chama o pas a decidtt*da
coaciliaveis,com eiclusSo absoluta dos ||j-:iqueiiSogravlssiina da sus organijaco poltica;
nos revolucionarios
1 Qual foi a prova que reesbestes da sua le-
aldade?
Qual foi a garanta^ que vos moveu a jun-
de nenhum dever. Goin o mesmo p, que lu-
sultava a carta e a memoria do seu augusto Da-
dor, carregou sobre o direito eleltoral e sutlb-
cou-o. De ministro fez-se chefe milita*; e de
agente responsavel orculo omnipotente, alau
don metiera urua no meio de um quadrado,
epor escarneo esclaniou com todos os naderes
naino: nahl tendea una cleicao llvrtfl a.
O duque devi) ser mais accordado, inals h-
bil, menos violento Pois S. F.sc. convoca o
vvisaiiiifiibiai v'iji vat tu.'iiv ai/juiiiu 1* ** j tiu ~,
mens do partido moderado, os qu.es pena- l^k&^SZX&'^Zt'.
guis, vexaes, e opprtmis, como despotas, se(Vava-se en. dictadura, continua scque
6 ly-rannqa ?
O que podereis respandor-nos ?
II)KM 7 DE OUTUBUO.
TEMOS KLEigOES OU DICTADURAS ?
Mo fabuloso programma de 29 de abril o du-
que de ^aldanha empenbou o seu noiiic e a
auahonra face do paiz, prometiendo a todas
aa opinies polticas a llberdade da urna, e
cora ella a independencia do voto e a neutrali-
dade do poder.
riingueui obrigou o duque a fazer a promes-
aa. Voluntariamente a lancou depois da hora
da angustia; e escrupulosamente a devia cum-
prir, uos dias do iriumpho.
Couioa executahoje?
Mandando proceder aeleirOes geracs no meio
tas
havia remedio sonSo admit'il-o no circo, e dasuspemao incoosiiiuciouil .ias garanta.
aa 'ersr dos f clos a de nonslr.cSo d i seu S^"*0 a ur'!'' "". e r, voto indepmhni,.
ana rila na Ueftaiso da coacrao da dicta iura: Temlu leclu-
cavalheirismo, ou da sua vilaina.
Estar, porem, n'esle casi o partido, re-
presentado pelos escriplores da revoluti! >,
patricia, e outros, ah conhecidos por sec-
tarios das suas opinies exaggeradas ; con-
socios na propaganda democrtica ; menes-
treis, mais ou menos acceitos pelas turbas,
dos hymnos patriticos, levantados pelo9
dois grandes luminares do republicanis-
mo i'
NSoesl porcerto."
E se o nfio esu, nfio pode presumir-se,
que o gabinete m entrega de boa f a urna
credulidade slulta.
Acaso nfio proleslam conlra essa preten-
dida sincendade, que nilo passa de ser umi
trai(8o, os precedentes d'esse paitiio ; a
julgal-o pelqs actos dos s?us mais distinclos
das na uio todos os poderes!
lie um eieni|iloeloqueute do ielo, cinqne se
abrasava oirdeute evangelista dos direitos ul-
trajados ; o defensor arma lo da dignid.ide ua-
cloual ecclipsadj. Para nos restituir as veida-
des constlluciouaes sequeslrou-nos todos os
poderes; e depois de os usurpar de faci vio-
lento leva o escaroco e a audacia ao ponto de
inanler a sua dictadura, contra a nafao chama-
da a julgar dos seus actos, e convocada para
pronunciar sobre a siguifleacao da sua poli-
tica !
Nunca se vio igual despreso dos principios.
Um arrojo to publico da prepotencia eslava
reservado para os nossos dias. A eleicao dos
deputados, feita cm circunstancias anormaei,
sob o dominio absoluto de poderes extraordi-
narios, s o duque de Saldaiiha era capaz de
a conceber e execular,
Em qual dos cdigos conslitucionaes da I o -
caracteres, e pelas opinies dos seus prin- ropa acbou o .nareclial doutrlna ou precedente
cipaes, e Iilimos orgos na imprensa? que autoriseui senfelhante attentado ? Nao Ihe
Quanto mais, que ha urna observaefio no- citamos de proposito a carta; essa para elle he
tavel, a qual he irnfiossivel quo oscapei re- "'" objeclo de odio, be como se naoexisiisse;
fleCCSo do oinguem. Nao he como tendo '>"- a autorldadc de lodoa os gover-
feito modificares essenciaes as suas I ..s, ^Z^^l^^o V^.""
ou renunciando designadamente a algumas dcre., ujadiviso he a garanta das libcrdades
das suas 13o reiteradas pertences, quese publicas; e usurpa-los uo momento, em que a
nos apresentam os representantes do parli- urna se abre, e o escruplineo deve declarar o
do democrtico, lia sim inculcando, quo-fr^aUmenio nacional. Que for^a espera tirar o
cxprimeni, cni nome d'elle, os seus ponsa- governo da eleifio feta pela omnipotencia de
menlos de longos annosde todo o tempo j$ler" 'raordinarius f (ue valor, aendo-lhe
da sua existencia. 1 5!0rav,' v. reof>e' .< Ul' coagida pela
Bata circumslanc. importante, porsi ^^^^51^.
EXTERIOA.
LlSBfiMLi 5 DR OUTUBRO.'
Ja hoje ninguem pc em duvida, que o
com o
deixou
fra motivo
que na
meiro caso abonava-os a franqueza ; pode-
rla presumir-se sincera attenefio. No sj-
gundo levautam apprehenses no presente
e no futuro, quanto mais so effo-cam por
justilicar-se do passado. *
Ecomeffeito; se n3o he'possivcl esque-
cer-Ihos precedentes, osqdaes n3o ousa-
ram negar, porque seria intil ; se rsses
preccJonies os mostraram smpre feroz-
mente hostis aos principios quo hoje all'ec-
tam admittir, que prolestam defender;
quem ser t3o insensato que Ihes de cre-
tito ? Quando he que elles foram sinceros
o loacs ? EntSo, quando invocuvam as tho
lias mais desorganisadoras ; quando cita-
v un da historia os exemplos mais frisan-
tes ; quando exallavam os acontecimenlos
mais temerosos ; quando se declaravam
seranos das doulriuas mais anarchicas ;
ou hoje, que se abracam com a cirta ?
Ou elles renunciaraut ssuas opinies;
ou nos toralos .de reouuciar evidencia
dos seus procedentes; com os quaes alias
quorem marchar em harmona, pertenden-
do que nunca foram diversos os seus senti-
mentos.
I'.viera entrar em duvida, qual foss a in-
tenr.io de tanto que Ir on feito; de tanto
quo L. c 111 esciipto? NSo era clara a lio-
guagem .' .N.o era natural, e lgica, a in-
terpretarlo que sempie se deu a esses fictos
do partido revolucionario Acaso pode-
riam elles explicar-se pelos pretextos, com
que os seus representantes querem hojejus-
lilicil-os; sendo, como foram, tao anterio-
res a esses motivos que agora se d8o como
causa de todos os excessos,. de todos os
horrores, e atrocidades, a quo por muitas
vezes lem estado subjeitt esla desgranada
telo?
Que nos respondis, senhores ministros ?
I.h leudes quem soja competente para us
tirar de duvidas. As tentativas de revolt 1
durante o ultimo ministerio do Sr. Rodrigo
da l'uiiseca Uagalfies, tambem se explica-
ranj pelos motivos, rjue sua excellencia ac
ceita hoja cbmo justificrjao plena do parti-
do revolucionario?
Que nos respoudeis, ministros da regene-
rac,3o Queremos saber, temos direiio a
CuiTheor, quaes loram as rasos qua de-
termina ram o governo a allisr-se cjm os
inimigos dos principio, querelle lem prin-
cipal ubrigagao de deen ler, e guardar. Vai
uiuito o'essa declarar;So a muralidade de
que deveis dar exomplo, n3o s como pri-
meiros funeciunanos do estado, mis parti-
cularmente como regeneradores, que pro-
meltestes moralisar o paiz
Precisamos licar saben.lo, sr havemosde
acres ir-vns de ineptos, que vos prestaes a
ser o joguete das esperlezas dos republica-
nos-carlistas ; ou se vos havemos de consi-
Lancados
ladalo iu-
con-
sequestraa-
do os poderea Indepenlentes? S. Exc, eav-
i|iianto c irrii o processo eleitoral, para man
ler a slnceridade do voto.proveu sobre aecusa-
edes diarias aos incidentes do receuseamenlo,
demitlindo por obra e graca da tolerancia as
autoridades nao progresslslas, trausferindo os
escrivea, desligando e deportaudo os olliclaes.
introduiindo a peste no Porto, e flagellando
com a diftainaco anonyina os defensores da
carta .'
Este mixto de prepotencias e de usurparles
he o governo moderado, ha o syslema represen-
tativo? O aduladores, mesmo, interrogados,
calam-sc e abaixam os olhos. Esta dictadura
posta uo recto diante da urna, de espada na
imin, douiiniadodas alturas do cominando em
chele e da secretaria da guerra, he a pratica
leg ti, he o respeilo devidn ao acU mais solem-
ne das 01011 ir. lilas 1 un.11 un na o- '
Quando o pala vai pronunciar a seutene.a do
poder eleltoral, c proceder formaba do ramo
popular do poder legislativo, a liberdadedo
volj, a diguida le da urna, a seguranca e a in-
dependencia da elcicao podem existir, exercen-
do os ministros urna omnipotencia corrosiva
dos priucipios, iuimiga dos direitos po"
c radlcalmeulc antipalliica existencia, da re
presenlacao parlamentar? O escudo la usur-
pacao armada ser acaso um protector possivel
I ir i a liherdadc? A espada suspensa e irres-
ponsavcl as unios de um soldado, ser o sym-
bolo d'essa tolerancia c neutralidade sem a
qual a urna nao lie mais de uina citada ?
Estes liberaes de retorno, que decretara inons*
truososidades taes, nao viein que he un vicio
insauavel que inlrma tudo de coraco cdcil-
Icgaltdade? lito he o Mxico ou Portugal ?
Ksle general que rema l govern-x, que legisla
e vota us itnposios,que deuillle e deporta, cha-
ina-su /tv.us ou s 1' 1 1..' i ?
Esta dictadura continua seuiprc, he iutermi-
navel, lica,' superior s corles como esl so-
brauceira urna, pesando sobre o poder elei-
toral; ouacjapor uiercc especial do canca-
co das suas perseguices, da vertronha do ridi-
culo que a enterra, e da nullidadc couiplela
das suas obras?
Se 10 menos, antes de se arremessar para
dar batalha ao Allissimo, ella tivesse dcixado
de si algum vestigio honroso, algum padro
memoravel, algum servido til. alera aa via
dolorosa aocrla a ferro c lo...: pelos abusos,
desperdicios, patrouatos, escndalos e uepulis-
mos.' Se como a de Konaparte no consulado
levautasse o pas, curasse as chagas mais viv.it,
A urna nSo deveconsiJerar-soaberta para
conseguir impossiveis, mus smente para
satisfazera necessidade que o paiz tem da
paz, de justica, d'economia, e de respeilo s
leise lber lado
A reforma da caita deve ser urna das ma-
terias mais judiciosamente consideradas por
aquellesquo o povo escolber para seus or-
gSos.
Urna experiencia, j 13o longa, lem pro-
vado, sem replica possivel, quo a reforma
pelos meios na mesma cirta estabelecidos
he impraticavel, por ser sempre soOsmada.
S urna hy. ocrisia, cuja mascara j de ha
muitoso rasgou, hequa p Je ainda querer
que o paiz considere Ilegal o aproveilamen-
to do ens 'jo presente, para se tazar o que
os hypocritas desviariam serapo em quaes-
quer outras occasies.
O paiz apoiou e apoii o moviuteiito do ma-
rechal Sabl.uili 1, porque desle movimenlo,
alm da queda d'uma farefio odiosa, resul-
tou para o paiz urna oatural opportunidade
de serem satisfeitas as mais justas precises
nacionaes.
O paiz tem mostrado e mostea que nfio
s3<> por elle involvidas na roforma da carta
a alteracfio essencial dos poderes polticos,
nem alguma ollaiisa dos direitos da rainba.
ConcidadSos do districto de Lisboa Na
occasiao solemne em que o paiz est prxi-
mo a usar do seu mais importante e mais
sagrado direito, a r miuus-a 1 eleitoral pro-
gressista desto districto devia patentear o
que lem colhido das suas commuucac<3es
com muit'is dVntre vos.
A r i-ii ni ss i.i ac iba de filiar a linguagem
que tem ouviJo le mui numerosas bur ms :
linjuigem co'ioeci lamonle til aos nego-
cios da nossa patria.
He de esperar que os actos eleitoraes e a
escolha dos representantes do povo sojam
huc'j"' collfor,nes com o que flca ponderado,
dar- Ea commissilo, coonecendo as disposi-
es da cor poltica que a elegou, faria urna
olTensa aos seus correligionarios,se julgas-
sa preciso recommeudar-lhes a traoquilida-
do e o respeilo aos direitos dos outros cida-
dos, assim como o zelo em correr i urna
110 dia da votaefio.
Lisboa, 27 de" setembro de 1851. Mr-
quez de Loul, presidente. Francisco de
Paula d'Aguiar Ottolini., vice-prosidente.
liaron de Castro Daire. Jos Mara Fra-
zuo. Manuel Anlunio Vellez Calde lello-Branco. Con le de Rio Maior. Luiz
DiogoLeile. Vital Jorga da Maja CsnhSo.
Msnoel de Jess Coellio. Antonio Ro-
K to Gromicho Couceiro. Lconol Tara-
res Cabra!, secretario.
(A revolando de setembro.)
UTO para prevenir contra o papel Wcaminl.od7spe^^^ gf,ae l^ThjTl)Zll\VJ"o"tX
actualidade representan,. No pn- se con. a propri, .oucura, e nofconsi,.e*r.ra \aTo*T>"o** mitor partead. ^1.. da
que a violencia ha de ler um termo rpido e 'uerr, fenoas meics em beneficio do dicla-
a guerra aos principias, e | Jor e ,, timXUn, seuo as promocOes dos seus
__i V isji uui caua uiiiiiid, autillo di muiiiuiun lav otwi
crcem que anda se poden, salvar I razein da 'adbcrenles.... emfim esse espectculo sem sc-
Invasao dos poderes, da auarcliia, a sua base; guildl) que 0nerou Portugal de mais inmi-
e scutindo-a vacilar derramam-se era impreca- ib3o de desBeia airuuiou a disciplina militar,
{Oes, porque a Ierra treme dcbaixo dos seus I c ,acrncou a llm |,o,,iem e seus caprichos a
pea. ai 1,1.1,11 -., da espada e do sceplro dos 50rlc ae uln poVo tuteiro!
res arrojain-se a usurpar a inassa do poder Ei, a d,ctaUura do duque de Saldaoha. Se a
legislativo; rsinain $ govcrnam;
""".' e l^mentam-sc calumniamos citem os seus
porque asolidao crescc a rodad'elles ; e nin- neg,.cm os seus erros. Agora perguntanioa a
lucrecltncnlos, e
gueu, invoca o seu nonic, objecto de irriso pa- a ,^doJ os alUllo1.
ra uus, e de do c piedade para outros/ Aonde 0 camiuho para
a urna, a sinecridade de
- .-----, T------- u viiiiuiid tala a un,, a giauuyaut m.
iinaginavainehegar pelo precipicio, que levou u,lia eleicao he possivel constllucioualmcnte
os Polignacs ao banco dos reos, como violado- durando a omnipotencia poltica e milita, do
reidas liberdades patrias T duque de Saldanba?
Eslo fra da carta; governara fra da lei e
conlra a lei. Era um da dcorgulho c de de- ,auer as rasdes'de estado que tornara jslo o
uque de Saldanba
Se nao he porque se tolera ? Se hederemos
lirio mcrarn-se os suberanos c os superiores despotismo at lerantdo uos degios do lem-
tudo. aeatyrannla he a concenlracao dos po d'oude reina a llberdade sera niaisforca
uircitu.s '' 'lu'' 1 .1... -'v ....... 1.. oiik^ *
IO Estandarte.)
poderes em urna so vonladc, elles nUe 0 direito !
sao I vi .111 nos; porque un, se reconheceui se*
nao a si. Se o absolutismo, he a desptica e
vilenla absorpeo do paii inlelro era qual-
quer iudividualidade, escravisaudo pelo ferro e ___ .... _i;i___1 _Jt_____:.,. 1 11
pela Corea; regendo sen lei c contra a lei es- A comillissilo eleitoral progresista do dis-
te governo he o absolutismo, menos a illuslra- n?to "'' Lisbi, aos cidadSos seus orre-
fao dynastica, ou a llluslrac,ao da gloria. Us
qualro reguos, commandandn os exercilos,
sem responsabilidade; cobrando os iinpostos
sera voto parlaracutar; suspendendo as leis e
derrogando-as sera o poder legislativo; sao a
li-'ion trios, a em geral a todus os que no
mesmo districto houverem do tomar par-
te nss prximas elnit; CONCIII.UiAOS !
O nosso paiz, subtnellido em 1842 s mal-
vontade do mais forte! c,)rreu ,nal8 de aml VBZ a '"'" Para se li-
A carta, esse cdigo que deixou de existir, rar das calamidades com que era atormen-
deadeque por uina usurpa;ao flagrante se com- lado por uma'afdmiustrasao da 13o mi in-
metteu o attentado de a mandar reformar pelo dol. .
poder conatimlnte; esse cdigoasiassinado de Mis o psjz, ora vencido, ora vencedor,
saugue fri nal ovafes tumultuarias do dicta- mostrou sem ore as'suas inlencos do estl-
dor, nao reconhece senao a divisao dos pode- belecer o imperio das leis, assim que Ihe fos-
fb^r. r r* !5" '-"""If fs "* seposiivelsacculir o jugo dos individuos
Mt^S.tn^t?*\X^\.m... q-fadespresavam co, t.nU impudencia
diarlos he um irapossirel que no seu or- tuses individuos porm, arrasta ios pela
ror nuocajulgou pratlcarel, como o parricidio natureza dos seus interessci illegaes, puse-
era omitiido ton certa leis penaes, reputan- ram sempre todo o sau empenho em mpe-
do-ie por uina sublime relicencia contra aua- '
turesa. Desde que foram creados os poderes,
Ihes descreveu a aeco, a carta fez tudo.
Uesdequedisse ao moderador nos arligos 71 a
71 eis as tuas faculdades I Ao executlvo nos
artigas 75 a76 eis a tua cspheral Desde que
conatltuioo poder legislativa em duas cmaras,
dir que o paiz viesso as leis soii lmenle fir-
madas, como regras inalieraveis.
\ urna, que deve ser a lingna do paiz, foi-
Itu) vedada pelas fradese pelas bayonetas
r os oppressoresjuntarMn s fiauJoi e s
violencias as calumnias Tnais fementidas,
----- j-^-.^ ivijiji.i>iivr i. us uuii \, lllisu 1 i 1 ... *
e Ibe marcou a iniciativa dizeudo to a tuas l"'' ugurareaf o paiz criminoso por querer
atiribuiycs; e ojudicial, collucando-o lude- ar cmessar para longo da si O veneno que
pendente e separado, iiiosirando-lhe o seu sa- Ihe roa as otitraiihas.
Os fictos tem provado a justiga do paiz.
11 1 o- .Ir lamoso tilo varia ios rodeos, de-
pois d lanos miles solIYidus pela aossa
turra, lora 11 ie,'un la vez derribados os auc-
lores do tantas d is,Tacas ; o a urna ah 1
cerdoclo: a lei das leis lioha fundado a 1110-
narebia constitucional, aonde iiiiit/nsm /wde lu-
da: c mili i-a fundado na dupla base da divi-
sao dos poileres i- ti 1 girautla dos direitof, niu-
cipio gerador fra do qual se cncoutra so o ar-
bitrio e a mamila '.
O duque de Saldanba achou o circulo legal rolla 11 ivam-nteao niel do pivo, com pro-
inuito estrello para a sua gloria, Ocollosso nao me si do quoelle ser livre uo s?u direito e
coubedeutro da carta! A fiscalisacao c a res- na sua ox.prcss3o.
poosabilidade, as duas seutuiellas vigilantes V-se porm que os adversarios do paiz
dos governos livres, erara importunas e odio- ad, prelendam arrebatar a urua d'entre
?!i"!i,gCn",d0r"" ""i ""'' fac"d"lrrr cidalSos, para que estes n8o possam Tal-
ludo do que envernar suieito as regras da le- ,.. .. ,' ,____*. ii_*. '
galldade;e ao respeilo das instituices. '", s"a ''nguagein legal.
O marechal decrelou reforma da carta an- Mas ", d0 esperar que os esforcos dos
derar homens de nenhumi lealdade; alta- tea da naci pelos aeus representantes, e eirt nossos adversarios fique desta vez bailados.
presenta do ilsudo examc das neccssldades po- Se o nil 1 lic.is.su 111, os acjulec;montos lor-
liiicas, ter votado a urgencia daalteracao. O nariamaindaa trazer-nos a esperanza que
marechal fea mais. Arrogando-se umexcesso temos agora o una vez por todas, os acon-
de poder, qnei6rej.de no pas segundo a lei, tecimontos cliegariam a consummar a vic-
l' I t M > > II til 1 ,1,111 llnr I ii.li.i al m 1-1'O I- fKffD- **
mente porigosos causa publica j aposta-
tas da religiilo que prol'essastes, e cujos
dogmas anida agora invocaes ; aleirosos
ioi'.i.igos do throuo e da caita.
IN'esla con lig.lt) indispensaveimento vos
collocareis, se nBo confessardes que a ere- reforinl u
ditaes sinceasasintenes d esses proles- dainenul, o que elle era concede s corles dopovas ludas.
tos particular dos demagogos, e dos que le- Igeraes. patria ensiuam a evitar que ellas venbam a
em publicado pelos seusjornaes, depois do Vlrou a autoridade conferida pela carta para occorr. r.
rosso placel, annunciado pelo orgSo semi- guarda e coniervacao da inonarebia contra os Conformar-so com esto onsino he obriga-
olliciai. principios que mantera a ordem e a estabilida- (jilo conaruum a lodosos que lem direitos
Mas n'esle caso. pergunUr-voa-hemo,Je-i.d^0J'ernJ1uaao6{|" *
e que a uiua legislatura pode exercer, decre- torisio miz t
tou, nao a reforma de designados arligos, masa ,. ;.:." 3T_ 1
reforma auiplissima, illimiuda do cdigo lun- M" P,a,z v com ''0"0r a possibilidade
A prudencia eo amor da
1 .------ -... .->..- ...HH.VH. ^v.... -. \.v.iwitNat-dt, w/1,1 gittj viiiiiiu llt
'principios que mantera a ordem e a estabilida- ijJocommuma lodosos que lem
perguntar-vos-homos, / do governo uinaagjlacJo permanente; po|itcos.
quaes foram asK^f^-^,"^^^^ -u.^de A # .
ates de dictado- rures u*;uina di.sidencia fatal; e o presente s conduzir-sede molo que do seu procedi-
''idocolleniod ,17"-------^77 fes em faccioso. Por que motivo aoredi- contingencias c caprichos de um poder coo,- mooto nflo venha alguma origem, nem ao
fej. .vf ,v''1 Cj O Sr. coronel-Jos Vicente de Amorim laes n'uns, e descreis -'"' ^~^j.n_n.,._.. -------------------.------^--------.------_......
oruera de S. M> o Imperado', que sem li-. Uezerra, rentes partidos em quo
ministros da regeneraS8o", quaes- foram MdiMotaci"!oc,0,lc,,B{f
perlubaces,: rases porque vos constituistes de dictado-jj[ore, a^uina d'iiiidencil ^"alVe'o'preaeie'ai conduzir-sede molo que do seu procedi-
jue motivo aotedl-lcontingencias c caprichos de um poder corn-
il outros dos diflo-'lituinte, tanto mais absoluto a lndelinldo, meuos algn pretexto de qualquer pertur-
que est dividida a fami- i quanto sabe das faculdades coustiiucioaaei ci- bajo.

Os presidentes dai Repblicas Americanas.
Vm. pede-mu informaciies minnciosas so-
bre os praaidenles das republicis america-
nos. Este desejo he fcil do satisfazer; s-
mente o ospaco estrello de urna carta n.io
me pertnitte dar-Ihe sonSo infoniiac -s mul-
lo limitadas.
l'.iiicipieu meu gyro pelo Chili. Esta
repblica, grac/is a uiui sabia orgaoisafSo,
inircha com ur lem para um futuro tojo do
prosperidade.
No tempo de minha primeira viagera a
Santiago, no da mesmo de minha ciegada
essa capital, encontroi no passeio da Ala-
meda om personagem a quem, todos siuJa-
v.'im com respoito. Elle tinha uina estatura
de seis pos, largas espadois e um rosto bel-
lo; sUl physiononfia era a de um simples
proprietario, elle dava ui bamamente o bra-
;o a sua mulher. Desejuso do saber seu no-
me, perguiitoi-oa um passeador < lio o il-
lustre generat fiom- Manoel Bulnes, presi-
dente da Repblica respondeu-mo orgu-
Ihosamente o chileno. Estas palavras aba-
laram-me; ropito-d, eu n.io acreditava quo
o chefe !9 una tapuhlici d j origen hespa-
nhola poJosso ctfmpraser-se em aprsente-
le em publico sem escolta, sem ajudan-
tes de ordens, sem uniforme sem a menor
llia na puilo da casaca.
O general D. Manoel Bolnos, eleito pela
primeira vez em 18i!,.preencuia com ap-
plausos do paiz, um seguudo periodo de
cinco annos permellijo pula constiluic,3o,
porm depois do qual una reoleiQo iinme-
dia he impossivel. No palacio da presiden-
eis, como no passeio encontrei no general
itulnc- a mesma aimplici lade de homo n lio*
nesto e sempre recetii delle a rooepcSo a mas
afTavel.
No Chili, na Bilivia, no Per e as un-
irs Repblicas hispanoamericanas, o ni-
co signal istenctivo da suprema magistra-
tura consiste em um grande cordn das co-
res nacionaes passado em aspa, ainda assim
esta decoracSo 1180 be usada scnJo uos ac-
tos solemnes,O presidente habita um vas-
ta edifisio qualilic idu do palacio, o qual en-
cerr tambem lodos os ministros. -- O Esta-
do n8o destina palacios para a habitacSo
dos ministros estes moram onde queroin
e nem uina santinella guirda mas portas.
Pela in.iiio 1, logo que se abrom as secre-
tarias, ellos dirigem-se para o palacio como
implesemprogados, e pela tardo, hora em
que linda o trahalho dos empregados, vol-
tura a p para seus domir luis.Os minis-
tros n3o lem o direito de assislir s delibe-
r.ir das cumias legislativas. Quando
urna questlo exige a presenta da um dellea,
:n 1 n 1.10-n 1 chamar; o dados os esclareci-
iiieiitos, vjlta para sua administrado.
i, >i i 3i iilozea u Chii., Qj^rito
este loui.io, ogoneral Bulins lUoJusentou-
sc s : ..io um 1 vez da c ipil u ; foi p rta ir ver
os le ilialoo. i.upor a il -i| 11 SO fiziain om
Valparaizo com o liin di tnelhorar o porto.
Acnava-me nesla cidtvle q jando s jubo pe-
las gazotas da chegada-do primeiio magis-
trado da Repblica : nfio* houvo um s tiro
de peca, nem um discurso, ollicial nem
urna s revista de tropas, porm a noticia
derramou-secom rapidez de um banco a
ouii" 1, o a bandeira mcioual fiucluou em
todas as varandas.
Bolivia nSo goza a tranquilidada de que
goza o Chile. Um mal profuado a mina, e
este mal tem nicamente por causa a parte
desfavoravel que aacircumsUueiss Ihe de-
raui na dastribuicao das augas prorincias
bespanholas.
Falla de um porta conveniente, esti Re-
pblica uo recebe saoao com muiio costo
as inorcidorias estraageiras e os productos
do seu territorio nSo Jem exportac8o. O
Per pelo contrario he rico em ancoradou-
10, entro outros bons porlos, elle contra o
de Arfca, que com rasso devia perleocer
Bolivia. NSoquerendo o Perabandona-lo
o governo de Chuquisaca esta fro cora n


governo de Urna, e por esta motivo eut-a- hesp'nho'a durante mi ha estada no ncio
tam un rx.TCiio mu iniiiil o qual manilos- ilos H icaons, pai-qm me lia imnossivet
t sua eiisieucia cousindo pe lurliacds no exprimir a e l<* s nhoras quanlo lbe sou
interior. gralo por lerern p ns-do era miui
ConiK-ci os troz ltimos presidente dvBe-L Traduzi calavra por p.i-vra est s gncin-
livia, B llivian, Velasco, Belu. To'los^rexpaseuri-ssuos as quies d-crisaian
nio > ub i ain govern-r senSo por tneio das
baiuiisias, a peor da raiOis ; as baiunelas
nSosustonlsm por mullo lempo unx c-im
puramente nessoal. li lliviau e Volasen
ualiirain, Brlu esta em tapera lo-; puioin oque.be notiv.lo itre estos pre-
silcii o., ne que u rneirJJos cmb reos da
mi pusicSu, semine se l-un muslreJo mais
fcilmente accessiveis do que quaiqoer los
prefii"S do nus.-us departamentos, o fra
do pal ci nada em se..s"trages, nada e.n
suas ciii.ttiv,s puJi. oHender a vista do
qualquer (ul nigu da eliq .*-1..
l'aia servir-me de urna expresso in li-
ana, u iv co lou delluitivaiiienie a arvoie
da guerra ; elle marcha bo cainiuh da paz.
[i ni ui deixei os-a Repblica, o grande ma-
recbal Don llamn Castilla locava o lern>o
de sua presidencia, Se urna reeleicAo im-
mediala fusse cousa pussivel, all reunira
todos o sull'ragios, po m opponio-se ais-
lo a c o 11 s l 11.11 <; ,'i i, iinii k.iiiiuii leve do do-
|or a insignia da --.n.. i. 111 magistratura ; ai-
ra dosceu di podor levando as saudades da
111(3,1. U goner.l de biigada Echuuiquo loe
suceoJ-u i ne um human de bem, que imi-
laia a uunucLa de sen predece&sor. Todos
luiidam mil.' bellas esperances.
Castilla he mal indio que haspanhol : pe
queiiu nial fallo, fro, trigueiro, inspira to-
dava una viva syropallna a ludo aquello
lio." o vi do torio, lie ouiqua a i a-. i>;. e
probi lado eslo iiii.n S5.is em son iosio. Ii.i-
rant -o metes, liveoocasio uoo ver to-
dos osdias, C l nlus os (lias a. ri'i-Mvu Cada
vez inais as qualiJades que o drstinguom
Uuia tarde ai passar pela ra da Victoria,
vi diauleda porta da presidencia urna mul-
lidlo Culisi itl'rvel. Apioximei-me, o vi
urna cen na du YunAces, os quaes p rlamen-
lea'uin com a .-counella. lisio li boa do
A'kunsa ou doOhis iam para a Callifomia,
! do passagem, qui-riam saudar o presiden
todo Peni. A seiniuella, aleinurisada p.iu
ounieio desles americanos de grandes bul-
las, oe chapeos largos o Je m>noiras gros-
seiros impeda a passagem, o< Vank es por
sua voz, aJiniravain-se Jeque hoincs livio.-
u3o padessoui ebegar al au clieic do um
-1 i ni republicano.
Sabondo logo Castilla o que so passva;
deu omoiii liara os ieuoss-m entrar e reco-
bo os America .os com sua (.anqueza ha-
bitual, y .iiJo saliuam do palacio, c-los
idadilns Jos E-laJos-Clll IOS | a i.ani en -
cunl dos '"O l'e Desos de janlar, Don
Kaiiiunl.asnlia ia com muda n-gulaii iade
O passelo Je KiniaC, ae'iii>re a po, a iais>-
na u ai'ompaiiiia iu udc menle do un a mi-
-,o uu do um ajudaute a ou.in vestido de
prelo.
.V 11-| uli'.ii Jo Equador, di Nova-C'a-
nada, do Venezuela, os picsi itnlcs viveni
cun a me mn siwpliridada q ie i.s jos E la-
dos di> Bul. Al c nislilun,oes que reg u
oata repblica* q uzi-rain f"Z--r magislra-
Ko : No da immedialo lo aconteci-
mento. foi o ra.'az, montado lercomigo, to
doesbafori'io, e disse-mo que tmliam ten
ludo Incendiar a canoa, e que o preto lluvia
sillo preso.
Jm's :'- 0 mu caixeiro Dto llie dase
quem havta incendiado rcanoa ?
Ro-t \9o, ai hor.
luis : fiaba eSTe^jiV
fv : -- Sim, spihor. -w
SEGU.NIK) REO.
Cono se chama
Manuel Francisco da Silva Bar-
!2

ias II i vi n'/ aa, jk 3Pdu.il s pelo acolbi-
u.enlo quo liaba.n recebido.
Oh ai-v Imtion ineonsi lera lamento
urna dellaa, a otis linda, duei-llie que eu
Jeaojava m to abraca lo.
N.lo ma alrevi a de.-oinpcnlur. -al coni-J lu
missS i d' licada porcm a louc i Castelli na" He
ai'i ii nenio i com i-lo; levau|pu-se reto.
-o1 h.iiii'ii'.i', e toman lo entre suas duas -iwz
maosa grussa un i do presiden t a pe lou a Ho
en n transpone. Conteni deste arrojo
muito hesaanh il, o velho upner I rstendeu
a in.lra uiHo a inen .s petulante Jas sus
dos Hiladoras, o ilma ne i|ii si um mi-
nuto linine entre os adons desla su-oia meida Lopea
uni i-l i, mu troca de palavras lernas fn : Sim, senhor.
6'n ioglez e em hospanhol, eump hou ii-( Inte: Sabe porque l'oi preso 7
das cada ii ii i smente da pesaos que as Reo t .NHu.seimor.
prononciava. 3Wm i No da 8 de gctamuro de 8491
in que vive?
. |)a ser caixeiro.
luis : De quem he Cixeiro ?
/(' :- l)e Mano. 1 Antonio dos Sanios,n
ra do Rosario.
Jui't.- J foi caixoiro de Biaaoel de Al-
Joa, Lulx J i-e ia Foneea por desor 'en ;e
Teotonio Jase Flix para averlguacOe* >o-
Iki n'-i; e 4 -lo snb lelegado d freguezia da
Roa-viaia, o prelu Jo j, eaeraro de Joiquim
Lobato da Silva or desor lem.
InEM DO niv 8.
Koram presos: i ordena do snbdMegado
da freguozu de S. Frei Pairo Goncalve, o
preto Antonio, escravo, sam duela aQa > do
motivo; e Jo sub telegado da freg ezia
da Boa-vista, c itimrin., que diz ser e>cra-
va no Antonio de tal por an lar fgida.
Por nUIcio desta data me p Jos llygi io de Miranda1 e Bernardo Jos di
Ca ara, ia ser insinuada urna socledada poli*Jc<,
que lem pur Oto discutir as reformas que
maisconveniente* forem a prosaendade du
pan, e que esta sociadade s ra.p iblica la, e
11 -in .i -si m que logo que a sua denominaba
se a.'inn a.s.'iiia.|., e os estatolos "stiverem
i'o'iel inio, ser tudo co nmunicado a esta
repartirlo.
DEM, DO m A 10.
I orniii presos: orlen do juiz munici-
A pon ic exigia que uno pro'.ongassemos acompanhado do preto Luurenn 0 Jo par- pal da primnira vara dNt termo, a ernoula
m is est! visit..ja luina naia o presi lente, do Gregorio, atacou rogo canoa doaulor ? Jimigas Mana Fr.icica da tiinc-icfripor
e muilo corta pa-a nos S u lamo, por- Ro : MSo, senhor f | se -char pronunoiada a orden do subde-
tanto o iteueral Taylor oqu-l anua qmz Jhis : Sabe que o preto Lourenco, foi; legado d. freguezia de S Fre Pedro (.on-
apertar-nos a m. sezumia vez. Comeca- pre-o tentado incendiar a canua? | calves, o americano Samu Emensun, por
perlar-nos a ffllii segunJa vez. Comeca- pre
vamos nosso muviment de retirada, quan- Reo
do, deten lu-n >s com uai i;eslo deexcessi- de meu patrao, quaudo OMRandO
fcstndoeu toma ido cha em casi hriga ; o peto Jos, escravo de Auto ifo
UECEBEIltRH DE RENDAS INTERNAS GE-
IIEs UKHEH.NAMBUC.
Keiidiinentododla 13...... 399,39
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilcndimontododia 13..... 712.617
mmm'editaes.
0 Dr. Cusiodin Mano-I la Silva GuimarBes,
juiz de direito da primaira vara Hel, e do
commercio, nesta clda le do Recife de Per-
innnliu'o por S. M I. e C. que Ocas guar-
de eic,
Farjo aaber aos que o prenta edital vi-
i.mu i]u",ten lo-se iot ella juizo Jo commer-
cio, e por execuc/lo de George Kuynvnrtna,
c ou,ia nIna procedido p-nhoraem &:8"1,5M)
rs. em diniieno, proveniente da arremaia-
c3> dos be>8 da lo.o A Junio Gomes Gui
inarSea, sendu 5:071,50) en de.msito geral,
e 810,000 rs. uo d'po.ito publico, pelo que
om co fo'mi lade d i ari. 5t7 do ilecrolo n.' carga nu eseravos a frete
m uortugnoi, canta lo pelos Srs
ta liosa e D. Carolina. '
dol'
Costa,
os biib-tae eslo desde j i
theatro.
0
vend
no
i de novembro d t850,*e faz scien-
Avisos maritimos.
.- Sabe por estes dous diis pan M'c>i ,
barcassa Boa E^peranga por js i(r' ,
maior p re da carga, puem na mesn qu.
zr carrgar dirija-se ao Trapiche do illtQ,
dfio a iraiar rom o mostr Conrado Joiquim
do Lira Florea.
Para M"cania volleira sumaca neion|
Paraguaas, sma por eslos oilo di.t l%w
pelu i vi lioent quem ni mesma qaiter cir.
regir o ir do pass-g.-m dn ij i--e a ra ,),
Cideia ilo Recife u. Stiass-gma-seser o fr.
tenais liM-at'i Jo que em barcassas.
Paranltiode Janeiro, segu com bre-
vidade por lar parle Ja c veleiro paiacho Cl-nvniina, pira o resto di
dirija-aea Joo
re lores lcenos lo mesmo ex CJla-
li),>ara>que dentro de 10 das cuitlos da
dala deSles.co npaiee.im nesle jlizo, o allc-
auem a prole une a inni liv'fen sobro are-
re.i,l. qii.nlia. sob a pena comm-nad. no n.or.s.gue py. o Para em ,r
mesmo citado artigo. E para eonUr man- fl^J^iL^
Jai .lass ir o pre-ente. o miis dois do m"Sino
Francisco da Cruz, na ra da Cruz n. 7.
benevolencia
nclla disse-mo, S' Manuel v
a palma l.uiz Pereira I-Ima, a requisujao Je i.-ii se- ieor, qoesarSo a.lx dos nos lug-res dele-
?*. !"! &**ZO!&r2 lt S! ""'?os no art. 538 do mesmo decreto* pu-
to, e o v Iho-ol lado nos cnnipaulioj com V: -Ouviodizerquom tinha mandado ces policlieg; orden do aubleleg.Jod.
um aorns.1 ato a nii-camara. imendiar a canoa ? .""1* ?J,S.- Josf',os Pre* '"ft "!*
L.iy Bliss, muiher du c.rooel Bliss, gen- Reo : NBo, senhor. i a ia Benelicta e Olimpio tlanoel Mouio.ro
roJoUr.'iTaV.or e sou chafe de estado J*: -**&*****" ""I %ttXlL'^?lSZ\ **>><*, < C1*- ?Ue
Antonio, escravo de Coame das Trevas Tei-f nos das ti, 12 e 13 de novembro prximo
cida ie
bro de
Santos
maraes.
O n. Sr. inspector da thosourana da
I ii'n la privii.cral em cumprnnento da or-
1-iru do Ex ii. S presidente da provincia e
maior, r-cebeu-nus com a mesma simplici- patrio eslava em casi ou lora ?
dada que-cu pan Vamos que a bondadee leo : Estiva fra.
a franqueza eram qulidjcs tradicionaes JajJa : l'roouroa a seu p itr3u nu dia ss-
nosla excelleutc fan.i i. gu'nie ao do faclu?
aspedindonos do la I y Bliss, o criado Ho : Sim, aenhor, a mandidu do nn-
veaiido ile preto, o qual desda nossi enta nha pilroa, que ma disso asse dar paite a
la em Wniieiiali preli-nclua as funches de Sr. Lopes ia prisflo do negro, ao que elle
camarista, nos perguntou, aenSo nos seria medisse queenlagasse quem havii prendi-
.gradavot laufannos uin< Vala de olhos ao do o preto.
grande s-iii lasreepiOesrilllciaes Jui; : .Na ocoasiUo om que fallou com
E-la sala di tltrono, viiti aaia ao roz do seu patrio, eatelhu disse, quem havia sido
cliau, lie urnada ao m-smo lempo com elle quem mandara incendiar a canoa ?
.iiinptiin-i nulo e e mi modestia. Os tapetes, fleo : Jilo, senhor.
is canaps, as caileiras je bracos, as arma- Juiz : Cninreciu por esse ficto na
(Oes, ludo isio ne muilo neo pela qualida le casa Jo subdelegado do Recife '
Jos eati'ffis; poiin lias lapecarias carme-
as ai .u- iieui u n mi pai-
xeira a r'equisicflo de seu senhor; Virtuosa (vio louro, ira a iraca paia ser arrematado
Mana dos Hrazeres para corroccao ; a or-, parante o t'ibun.l administr.livo da mes-
de u do subdelegado da fregoozia da Uoi- ma toes lurana, a quem por menos llter a
vista, Manuel Lourenco Pedro/.a, sem docla- obra de u n lance o caes no aterro dos Au-
racfloJo motivo; e a do subd-legado da gados na eXlencSo de 370 palmos avahada
freguezia dos Afoga los, o preto l) .mingos ein ':* "' '"
escravu de Guilneime AugustJ llodngues
Selle, a n quisii.fi i de sou senhor.
na forma dos
17 da niaiu do
Com municado.
n mi acertada foi a egcoiha que a lllma.
limara municipal faz do 111 o, r. M. L. VI-
}V;,;-S.oecaXeauefol ioterro-' ^J**^^*.!*^
A iioiiii'-i,.io ser faite
iris. 24 e 27 da lol n. 286 de
curenlo anuo.
As pessuas que so propozerem esta ar-
rematarlo, eojipaiecam ni sala aas sessOes
du mesiuu tribunal, nos oiis cima men-
cionados p lo meto da, competentemente
habilitadas.
E para constar so mandou afiliar o pre-
llfai cinxonUa o iico e-lull'j dos movis.
Acaii.da osl HiSpuCvH* loruei a tomar o
meo brrele, o al'.slauo-nos Je Wh.lohall.
U Amerioanoa Oatavam orgulhso. il lui-
pres3o qoo lodos nos l'aziamoj da nossa
a-.- _nal o meu nu nu muilo mal.
qaorque as irmaudides paguoin ao pedrei- orcao.entoe plnla approva lo mli Exm.
o mainlim lar 'o o lapimento dascat.cumbas. Sr. presidente da provincia, na importancia
lie de jUSlicaqueaHIiia. camarr. remu- ;e 1.338,755 rs.
o-, e ellas conceoom alpassagein em W-shingt ni.
dos e ai sobo
"-ses magisira los um su si iu que llios
pur ni n:e p ssir c >m mo'ta dec ncii, i^o-
rin s-" luiu,
I i uiiniTi mitinee, viagens alravvs das
icp.'b iras aoie.icaiias poias republicis doa
V.-udos Unidos. Em W shingtu i onde e-
via passi' duus das nenio, uu n.io tinbi
as minli s maiascomigo; urna casaca ui-
d i o um barrete oa ludo o quo poaaula.
Vcsiidod.sle mudo, e p >r peoldodos Ame-
rican s, i'Squaea oilniaui com lmenme,
atiavesjU' eu sua Capial sem Ir aportar a
mSo ao pie-ileiit' Ja reo bl>ca, preseil-
tei mu em casa do venerave general Tay-
lor.
lista'.- .mus a dous pas gunlo Jjante da entuda da C<8a-Uraiioi,
c para chegar ao ponto em qu* nos ach va-
mos, nao havl -ni s encontrado u u s func-
cionaijo, iiiiigoein nos ti li. f loa menor
( \tiuuiiaik loputaire de trance
l'IIHS-t. )
PERNAMBUC3
JUY o i.Etaii-'t;.
.aSESSAi/0rlliI ARIA KJJ10 DE NOVEM-
BRO l'H 1851.
Presidencia iu Sr Or. li it e Silva
Promotor, o sr. l)r. Auilio Joa lavares da
Sil-a
Aduayidos, do autor, o Sr. l)r. Kenelou
Alcanforaju, c lus leas, o Sr. I).. Joaquim
Jos a I onvea.
A's unza horas da mauh.1i, leita u cha-
mada ac'iam-se proseles 38 Srs. jjra Jos.
O Sr. Presidente abre a ses>3 i,
l'ro'C i'-se ao Curelo do consellio que
Um do julgar aos los Mino-I de Almeila
t uulica(;u a pedido.
p rgU'ti. pM'Cuei com a vista um poSlo L'.es, Mioo I FranciiCJ Ja Silva lUrreto o
mi llar, qualquer cuusa e nflm que ano ,n-: o escravo Lourengo, accusilos p.-lo ciroe
ci.s-o a r^sidenci. do p imeiro persona-.i-m 'de ^"taliva de ineendld : sabe sorteados
da re.ubici. a nSo de-cobn noiii um un- Manoeld.is Smios-Vzevedo, Caola-
form-, n m mesmo a Mor de um l.c io. 'no Gomes de Si, An'o 10 l.uiz do'A naral c
Nada n.stu b.via as apruxijiacd s de Whi- SilV, J >te Onniugues Colee na. Manual
t*-li II. Loiz de Mou a, Jo-i; G "igdves Turres, Ma-
Eutremns,
Levaolaram
consliu do pu
nlioi que aun m- o escravo Lourenco, accusilos p^-lo 0/
airo personai in iiciii um un-103 Sra.: Maiioel dos Smios \zevedo, Ca
de um lac o.' "o t.umcs de Si, An'o io l.uiz do'A nan
ioiacOs de Whi- Silv, J >s nniniiues Colee ira, Mal
l.oiz de Mou a, Jo- G "icdves Turres,
dis eram-nos rs Americano*.: noel Fernn .os da Cruz, liarme legildu Jos uva sent-do ni barril, quaVlo veios os reiw^eVossepral
o ropostei o do gu rla-venti ^e Ale ntira, Joso Allomo Gongalves de preto* do Sr. LOb-lo, e dissaram fii vosse priar-se Jo lerre
ra o inve no na piimeir. s la 'tollo, tranoisciiiJo-e Ki o, J .v mcio Au- mesmo que queim ni a canoa, o cutan ma l.nio sfiu e-tes o
o interrogatorio para vosse ouvir i
Ho : Nio, senbor.
J'ii. : Aasignou-o?
Wo : Assignci, sin), sonhur.
lula : Eassignou seo le?
leo i Eu mil so< as.-iunir mou nonio.
tlri:eiro beo.
Juiz : Como secuaiiia .y
leo : l.oureiiijo
Jm< : -. lie quem he escravo i'
lto : l)oSr. An uni Vieira.
Juiz : li u casa Je quem Sta i'
\Uo : Eu esiou ti .ih.lhauJo na Bita de
pasto do Sr. Fernandos.
Juiz :-- J esteveem casi do Sr. Lopes i'
Reo : Sim, -enhor.
Jais : Esse Lopes miudou-o a vosse
com o pardo Gregorio, tocar Togo n'umj
canoa ?
fleo : -- .NSo senhor.
Jn/r : -- Conliecd Mauool Francisco, cai- p0in,s deiermina'ias na segn la parle do
xeiro de L ipes i' arl. 207 do cdigo penal; o para prova de
Reo : Conheco, sim, senhor. sua queia oxnihio em joisoo manda lo de
Juiz : Essa Cixeiro na noite de 8 man- maiiuleiita i le II 5, visto na de fl 7. escrip-
dou-o inceiuiar a canoa do Juaquim Lo- tura den 74, e o depoimento de sele losie-
ll'? munnas. .Na especie vei tente mo se veiili-
lleo : Nao, senhor. Ca pur nenn*uma uas provas olfereeidas pela
Juit : Em que luzar lu vosse preso i qucix ,sa> u0e a 84a,nlnCacao cummetlida
Reo : iNo b eco Largo. pelo querella lo recamase e u objectos, que
J'ii : -- Porqu 'In preso .J servisseo Je deslinguir.a separar os lnni.es
lto :--Eu fui b..tir o desp-jo fora, e es- dapro..rielade, o que ella se julga com di
i.il I f| li-, .1 I i i : i llV ll.ili._- I |_ --.. ( *
ica la com i tullo de apro
eno da que x .sa ; e ntre-
os Jous el inenlos juriJicos
nereus vihoiosservidos d'Sle digno empro-I 2.a \s obras principiarSo noprasodeum
gado, emp-nihaii lose pi% que alcance a !niez cunlaudo-se da data em que fr rntre-
eiroelividade do emprego c augmenlu do guo o Ur no de arreuial ic.lu, o concluir-
urdeuido ; maslamhein he de juslifa que a se-nfio no do 4 meses.
n e-n I.I'ih, cmara alten leudo aodneilol 3.* o pagamento efTctuar-se-ha na for-
qoe assisto a-irinan lades 1 lie delira favora- ma determinada uo art. 39 da le provin-
velinentc, miniando ordeui oxpressa para cial n. 286.
quo seja obsarvado o dilo regulameuto em j i. para tudo o maisquonSu esl deter-
virtuJe Jo qual as corpoiaeOes religiosas se mina lo as piosentes clausulas seguir-se-
lai a n i ni io h oj^ilic^^ ijaiac millas. na iuteiramenleo quo dispOo a prediia le.
Coulorme 0 -c i tao,
11- 'o- ess'-s autus etc. Allegan lo I). An-
ua Joaquina do Natoimonto, que lien z An-
tonio Moraese Silva eululnara por diversas
vetes mn portoqoe la., parle di sua proprie-
iiade E-tiva com olim oeap opriar-so del la,
queix .-so delle,e peda que se piosiga ni for
macilo da c .Ipa par i serein-lhe impo-las as
A t oiio Ferren
\iiMn'ici,'iii'nlo.
eclaracoes.
0 genegal Jnigio-.-c para isiesalo Dig-
na -vos Bproxlmar-voa du fogo. Tal foi a
resjosla qoo nos l'Ouxo o c ialo depois do
una ausencia Je tres inmutes quaudo
mullo
De nz meu brrele sobro mili mesa di
anti-o*ma'a, e inui lamente reciiei a mar-
cha de no-sa pequei a uolumni, fin vel io,
Je uin ar sub raiiamcntc \eneravul, eslava
. 'na lo no ngulo Ja chaniin do aalBo que
arabavamos Jo invadir. Co o o suirisu nos
labios elle ape lou alTecluosameiita a nulo
a cada um du nos. agra.iecen lo-ous con
imlavras am veis a brta visita quo lbe fazi -
oos. Era o general Z.Caii s laylor, piosi-
d^iito da repblica dos E t>dos I los.
rruuxeram-nns assentos assenhoras b-s-
pai,h"l"S s'entaram se, e Como pur deferen-
cia, os Inglezrs, os Americanos e cu licas-
semos em p, o pr. si lente afaslou doce-
menie su cad i a de bracos o t irnou a to-
mar cunira a elimin o lunar em q je u
tullamos aullado qualldo culmino-.
Eu mu tuina posto ligciameula a part
iliin de pud r ubs rvar a meu itosto o hroe
fleo : Da i ..mi m.
Jais: Saba purqu i cuuipareca uossu tri-
buna i P
Ri>< Sei, sini, senho.
Juiz : Dina
lio : D zo ii, quo por ter l'eito tentati-
va ne cncenJi-r nina cinin, que o amor
diz-lnc pe tancar, porm quo no de miulia
prupnedade.
Jt/t : Coniu be sua esta canua ?
fleo : Purqoe me tooou o-n pirlilhas na
heranca du minia fallecida qulher; cuj
en'.' este humci te u em oupoJera7
para 8 aillos.
.i. : ESJqo ..i..u.na vez doauLor cssa
canua i'
Reo : Nao, sonhnr ; livunosuma ques-
t.lo para elle ni entregar o resto dos bens
que estavan em seu po lor, po cm a canoa,
tico i sempre nos fon tos do armazem do au-
tor c nunca lumei conla delta om timpu al-
II ni.
Jui: : Mandou uo dia 8 d* setombro de
1819 por seu cai.ei oManoal K.da Silva Bi|'-
i'io .o*o iipnoini i i Jos i s'i'.'vn- Lourenco o
do Mxico, e-te velho soldado cuudemuado.G egorio enrondiar e-s emoa .'
pelo amor de um glande povo a aceitar o
la do u ii.ii- pesado na I' .lo, e sub cujo
peso deiia ISo cedo ver paiiiiem-se *e mo-
las dn sua vi la. Sua cstaiuraca mdi.ua,
,'oiein u.n i cito largue embios lorl men-
te aC' niusdos llesiavam que dm ia nortuir
um vigor piiysco notavel.
puteu inclinada pea i la lo c pelas f .dinas.
Irminfiobre Salea la Jo rugas, urlada Je
i In.ili .-. caiJo- entregues ao capricho do
veniu, respira va, nio o genio, mas um loi-
fo bu i o do traballio, do calculo, da relie
Bo. .Sen olhar era o de om eXCelleiite p-i
de familia As Imlias arr. doima las Je s u
o ni/, suas fac s ii m eme ile enrularas,
tu U, ijto sua b. cea bol. too longo lempo
para o r mnu n lo, lujo ne le Jen..lava u na
cu is ionc i pu a, o humem de bem por
OXCeileii' 1 e nao u gu. n no. Veitido de
urna cumplida solo.-(.'.saca azul ao goslo
canipoiiez, da qual s hi-m duas gra..ds
o ,i s n.arcuas Cu ni o Cui.ho de una ionio
da tspeicza, nos O Un muios loiu.Jo por
um dt-stes ricos fezend Iros que encontra-
mos no iuio'ior da Aormandia e do Ai luis i
po m j*(i.ois o vi-itadof nfio preveni io nao
teiia Cuiisemido em r. conb. cer n lie o ma-
gistrado supiemu de um grande imperio, o
arbitro de alguma sote dos drslioos dos
vinto e sete islados da unfSo americana.
Depois de alguna eomprimentos trocidos
entre o (.residente e seus dous compatrio-
las, o puiitaiio Je Boston, nosso principal
iul-oduclur, apresentou as senbons hes-
paaola.
Siutu boje piii cipilmenlc, disse o ge-
neral Taylor, nao ter aprendido a liogua
fleo :--VI i. -eonoi ; a esse tempo acha-
va-me na matriz Ja Varzoa com algn* de
mons amgos, o que posso provar com ellos
meamos,
Jki's :--O ivio dizer se o sou caixeiro
acompanh'ido dos mencionados eseravos
Son fronte omltenliram incendiar a cmoi.
Hib : -- NSo sol dizer a V. S. porque me
ach va sui'-nte.
je/. : -- O preto Lonrenco e o pardo Gre-
gorio sao s.m- osciavos?
fleo : -- No, sanhor.
JvJs : II i Inimigo do autor f
Reo : Eo, i .o senhor. purm elle he
meu inimigo e me perseue a uilo para nove
anuos.
Juiz Ouvio dizer que linha tentado
inc -n liar a coma ?
Reo : Consta dos autos que fon um
rapan que si intitula mou dioiro o um
preto que tinha cm mmhi casa para ven-
der.
Jui' : Na noita cm que leve lugar a ten-
tativa de ini'OuJiu, u s caixeiro e ense
.socavo arli i m-sn cm casa ?
Reo :--aun, seiihur, ou tiohi-os deixi-
do em cusa.
Juiz : A sua casa lica pe lo do lugar on-
de eslava a canua t
Reo : Nessi occasio eu mora va na ru
di Cideia o meu sog.ro murava na ra da
Sanzalla, pnrc.n da ininlia casa avistava-se
o logar onde eslava a canoa.
Juiz : Logo que acuuleceu o facto do
incencio, o seucaixeiio ou escravo que li-
nha para vender foram dar-lhe parle do suc-
cedido?
preso
quem ti-
dizoudo
Jiiii! : Foi nessa uceisio casa dosub-
delagalo?
fleo : Ma prendaram dentro de casa e
no o jiro da mi lovaram i casi do subJo-
lega lo.
.i'/.;< : Em que parle csteve
tanto a n litei'
lio : Na c isa do Sr. Lobalo.
J/z :-- Disse ao subdelega Iu
nha tentado quei nar a canoa <
Reo : Eu dissa o que estou
aqu.
ti sr. I lias d.' Muiic,i ui'i'O'ininu in.is ao
io "ii qu- ligar bavia oslado preso .'
Reo ; Estive no trunco, e me bolaram
aoKnihos as oaos para confassar.
Finio.- us interrogatorios, s.lo llda as pe-
Ciado pruco-so o soguein-se as allognco s
pro e contra,
0 Sr. 'residente faz o relatorio ds causa o
cntreg ao couselho 33 quesilos e a vista
das resposlas por esie Ja las, absjlvo os
reos, mandan lo pagar as cusas o autor Joa-
qunu L ibato Ferreira.
1 ..lilla se a sissSo s 7 horas da noite.
Bepartigo da Polica.
PAlllE DJ 01V5 DE NOVEMBRO.
i o a n presos: a ni mi i o de n o preto
M ireulino, escravo de Arcenio Fortunato da
S Iva para cu "ci;o ; a nrdem do deloga lo
d p inieii'o Jistriclo dte termo, Francis-
co Pontos, por insoltar a urna f milia ; a
ordnm do subdelega Jo da fregno iadeS.
Fre Pedro GonqilViS do Recde, Jos Mana
Barc Los, por briga; e a orde n do sub le-
lega iu da froguezia de Santo Antonio, o
prelo Antonio, escravo do Antonio Ferreira
para c o ceo
DEM DO DIA t.
I o un presos i a urdem do derogado do
prim-iro dislnciro .leste termo, o pardo
Francisco, escravo de Jos Cuntido de Bar-
ros, i a preta Hita, escrava deJoaquimde
tal sem .eclaracilo do motivo; aoriemdo
subicegado da freguezia da Santo Antonio,
os prelos Francisco, escravo de Joaqun)
Ji- da Costa Fajozes por correccSo; eZa-
caiias, escravo de Carv-lho M eiai.ic.io uo motivo; o a ooaob talegada da
l'regueiia da Boa-Visla, .Manuel Gomes para
avonguaces policiaes
I ni:il DO DI 4 7.
Foram presos : i ordem do subdelegado
da freguezii da S. Fre Pedro Goucalvesuo
Kecife, o preto Itadrigo, escravo de Louren-
co Gavalcanli de Albuquerqu'e, e o pardo
Jos, escravo de Jos da Silva Noves a icqui-
sican de seus senbures ; ordem do sub le-
legado da freguezia do Santo Antonio, a
preta Maria, eserava, por an lar fgida ;
ordem do subdelegado da freguezia de S.
*
do coligo ni procoiso criminal, NSo oe
prova convenientemente o do nioio sobre a
proprie lade e n quoslSo, porque o man la-
do de mniii-'iic in co iceiido apenas pira
garanlia da posse, e desistencia da turnelo
uu* ii IIi. nao pude om direito ser reOebidu,
como pr.va Jelle, e ne n aprove ta a escrip-
lu a d II 71, p.o-ij lano seo io ella o con
liacto io vend de uma estrada de carro, e
porto de canoas le la a MauO I d'Araojo po
.1 i-e i.one ilv.-- I.ii.u, mo musir a queixo-
sa mn ineio- I 'gaes, que boje telilla SilCCl-
dido nos direitos por ella cedidos, o que
por cano nn -e leiiem falta i'aut as pro
vas do uepui.nento de tsslemunnas nesti
parte todas inconplelas, fugitivas, d'ouvi-
da vaga. Assim quaudo lia especio venen-
te podesse leco ihccer-se o daamo, e d s-
truic') prevista no art 266 do cdigo cnmi
nil, mo po iii prusoguir a presento acedo
que Je conformida le com a legislagao, s
ca o io p'Oprio nlfendi lo, que he por cello
o nulo da propiiedade. I'l.s rases ex-
pendidas, que lonlu em muilo, jolgo im-
procedente a queixa d jda contra Dainz An-
tonio de Muraos e Silva, pagas as cusas pela
quei tusa
R-cif-, '21 deoutubro da 1851.
M .noel Clemenlino Ca ueiro da Cuoha.
lie i por publicida em mSo do caen vilo,
Era utsupra.
Cirneiro da Cunta.
AVISO
De or.leij do Itlm. Sr. directora geral da
lnstruc.Su publica faco saber a quem convir-r
haven lo o mesmo IIIm, Sr. representado
ao Exm. Sr presid^n'eda provincia a inexe-
qillbili lade do ait. I7ei nlnia Jo Com O arl.
18 do regulam uto Je 12 le maio deste au
no relalivain-nle as fa ias, e exames das au-
las publicas de iu.ir.mi;in elementar, hnuv
S. Ex. por bem herar someuta nessa parle
o iilo regulameuto, mandandu quo as re
fon t-s e-colas S'jSoda las as lo i s no dia 7
do rlezembro p. s qiaes lerminarSo Qu
dia 3 Je foe i no. DireCturia geral 12 de
N'.vcinli'o del85l. O inianueuse archi-
vista,CsuJidu Eustaquio Cesar de Mello
20."
COMMERCIO.
ALFANDF.GA.
I'.en lmenlo do Jia 13 16 091,350
Descarregam koje 11 de ttnvimbro.
Bsrc inglazi -- Co'umOui mercidorias.
Barca inglezi ~ XV Hussell id i n.
Id igu sueco S-eer farinha de trigo.
Brigue inglez Watler [Saine bacalho.
CONSULADO GEKAL.
Ilendime itodo du t a 12 2:814,961
I Imn do da 13........ (vv.Vil
3:162,708
DIVERSAS PROVINCIAS
lleudimentodo dial a 12 76.213
Idomdodia 13.......161,921
211,167
TUBATRO UCSIZIBEL.
RbCllA DA AS >lii H A TU R A.
Sabb'tdo I5/ nootmbro de 1851.
Depo s que a orchestri liv r ex*cutado
Ullla das memores mi ve tura-, subir a see-
ua o interessania drama em 3 actas, inti-
tlale
O PEREGRINO BRANCO
OH
Os Meninos ti i Aldeia.
ftraenaeeiw,
O conde de CaateHl -- luM.
Abroneza deCastelti, sohrinba do conde,
o son hora de ha acoe eulellu oas torras Si-
rrioriacs Je Olival D Julia.
Paulo o Justillo, mancebos abandonados
0 Am-l.a Monleiro 0 n. Manoella Lueci.
Rolan I, mordomo da baroneza--Bizarra.
Gervazio, um dos priaci.jaes habitantes de
Oliv-I Coimbra.
Mai c 'Um i, ren leira da Olival -- 1). Rita.
J iciioionl. soto lutri il Gei''/ni Monteiro.
I.in/.i, lilna le Mu-eilliui e eromoitida es-
posa Je Jac |U'ii''l D. l/.aliol.
Um suldado Cabral.
Soldados da bironeza e habitinles de am-
bos OS Si'XOS.
,\-coua passa-sa n< Aldiia de Olival na
Prova.^a, no anuo de 1615
Noliin do ii'aiin as seunuras Linda c Car-
malla, cantaram o duelo da oaera
Anna Bolena.
Terminar o espectculo com agracise
comedia em I actuf
O DILETANTE.
Na qnil o Sr. Gormauo desempenba a par-
le de l'a il-sta.
(...un ai '.i as 8 horas.
0< biihaies aciio-se a venda no logar do
costume.
Tara o Para em.direitura.
A escuna nacional Emilia, d< qual |l0
capito e pratico AiminioSilveira Maoiel Ju-
o Para em Jireituri, Com a
nada lirevi la le : quem ni
mesma quizer cirregir, ou tomar passageni,
enleida-se com o capito, ou com Jo30
Carlos Augusta da Silva, na ra da Cruz do
Recife, iirni'i/om n. 13.
Para a Baha sane enm muila brnvi la-
do por ter parte Ja carga prompta, a Sum.
ca nacional Crlotai oiestre JosCoiiQalvcs
Sim.as pan restante da carga,c pas-ageirus
a tratar c un o nie-ino m'atie OU com L.UZ
Jus de Sa Arauju na roa d< Cruz n. 33.
(Vara o Itio de Janeiro.
Vai saliircum a maior brevida-
de possive 1, o veleiro patacho bra-
sdeiro Valente : quem n i mesmo
qu zer carregar, embarcar eseravos
a frete, ou ir de pHs.sigem diii-
ja-se ao capitSo do mesmo Fran-
cisco Nicolao de A mujo, aapraca
do Commercio ou a Novses &
Compnhia na ra do Trapiche
a. 34.
Para o Kio de Janeiro, sa-
hir com a maior brevidade pos-
sive', por ter parle da carga en-
gajada, a bem condecida escuna
11 icioniil Maria Firmina capilao
.!> id Bernardo da Hoza : quem
pretender embarcar carg na mes-
ma, ir de passagem, ou embarcar
eseravos, p le entender-se com o
mesmo capito, ou com o consig-
natario Luiz Jos de S Arrojo ,
na ra da Cruz n. 33.
Cear, Maranbao e I'ar.
Segu com brevidade, o brigue
escuna brasileiro \rcelina : quem
no mesmo quizer orregar, dirja-
se a Jos ls.i|iii-l 1 di Fonseca J-
nior, na ra do Vigario n. a .'.i, se-
gundo andar, 011 com ocapitSo na
Praca.
Para o Ceara o li ato N. Ollnda : a tra-
tar com Manuel Das, na Senzalla Velha 11.
134.
Para o Porto.
Sabe com a maior brevidade
possivel, por ter parle de seu car-
regamento, a linda e veleira gale-
ra portugueza lraclnr use tem
aceiados com nimios para pissagei-
ros : quem na mesma quizer car-
regar, ou ir de psssagein, cuten
di-se como capito rtodrigo Joa-
quim Correia, na prac-i do Com-
mercio, ou com Novaes fk Comp-
nhia na mi do Trapiche n. JJ.
Para a Bable, o hiato Ligeiro, por ja
ter alguma carga: quem quizer c.rregir ,
ou ir Je passagem, diiijl-se a ra do Viga-
rni o 5
Leiles.
- Eugene t.iliyot teodo em Pariz feilo
avuitalo emprego em ricos obj-cloa do
mais apurado misto, e da moda para ador-
no* df slas de visita*, gabinetes o touci-
dores, e para uso particolar de soohoras
hmneus, os quaes objectos forman) CO'O
qoeunalinla, quando admiravel ezposi-
1;.11 > em ponto pequeo, que continua a fran-
quear diariamente ao pobilco entendedor a
aprecialur de taes gilantirias em sua casi,
narui da Cruzn.t, segundo andar, 'le-
loas 11 horas da manliSa at as Ja tardo;
e tonel iiniinlo f.i/er uma v aneni, convein-
Ihe lazer um leil.lo do restante da dila col-
leccSo, o qual u-ra ligar, ar lidartrnelo
jo coneiii' 0'veira,sexia-f-i'a, 1* Jocor-
renle, das 10 bors da i.anhSa em dianle ni
meuciouada casa.
Avisos diversos.
11"
I .\|i(!i(acnii.
Ilio Crando do Sul, escuna brasileira San-
ta Cruz, de 115 tonetladas, conduzio o se-
guidlo : 66 clisas, 23 fardos, 1 caixo o 3
saccoifizenJis, 1000 ulqueires sal, 1 caixo-
te folhetos de arta pira viol.1o, 280 barricas
com 1900 arrobase I libra deassucir.
., O Sr. Joio Luiz Vianna ,
qneira antes de sabir para fra da
roviocia, dirigir-se a pr ndependencia, livraria n. 6 e 8.
He convocada a associacio
commeriial dos logistas, para a;s-
s3o, no da i4 do correte, sexta
feira, pel.s 3 horas da tarde em
assemblii gerai.
-. Na ra do Apollo o. 9, preeisi-se de
uma ama secca : quem estiver notas cir-
Icumslanci'S, dinja-se a dila casa para so
IraUr do negocio.
I Offerece-se uma a mi de meia wJade ,
para casa de pouca limita, ou homomsai-
toirn, para eugommir e cozinbar na ra
j di Florenliia n. 30.
I Precisa-se alugir umi escrava, P"
todo. servico de uma casi de pouca I""1"
lia : na ra do Trapiche n. 1.
--Precisi-sedeum homom solteiro, P'
' tomar conti do uma csa, dando nadora
sua conducta : na Cruz de Almas, touoa
juuto do anligo acougue.
Os credores do Sr. Ignacio
; Luiz de Brtio Ta borda, esUo con-
i vidados, para reunio, hoje, >4
ir. D.' do crrante, em casa dos Srs. De-
Carolina cantara urna modinha brasileira. ane \ i .ule oc Lonipinliia.
rindo que s-'ja o drama, seguir-se-ba e precisa-se alugir um andar, ou cisa
comedia. terrea, o que tenha com modos para famib'i
O inglez macliioist i, e qae nao seja em ra muito retiradi: qu*
Fizendo a parte do inglez o Sr. Cyrlllo. a tiver, tera a bohdide de anounciat
Terminar* o espectculo com o engrac- ser procurado.
Theatrotle Apollo.
16a. RECITA HA Av.H.N \TI!KA.
Sabbadu, 15 de novembro de 1851.
Extra Jo actor Cyrillo Martina da Costa.
Depois do uma beila ouverlura subirs
.-( ii. enn todo o apparalo o intoressanlis-
-i mu jrama
tfUGlO DA. B\ST1LHA.
l'i'rsuiiiiifis e adore.
O conde de Beaurepaire, o Sr. Cyrillo.
O marquez de l.-yi-.iic, o Sr. Souna.
K rsiiul, o Sr. M lio.
Lefavre, o Sr. Costa.
ta lie;me. o Sr. J il'ge.
Rince e KOsmadec, couselhey;os N. N.
Maria de Beauropaire, t. Leopoldina.
dadede
para


3
[lili, o fio de posse de umi sortede ter-
Para Kpollo, para *P- Q fu_ r8 ,, cabeceuas do rj.cho Camerag.be.
',, n, M,toda DemarracSu do engenno Bom Je*", do
,,,0 0. '""-- 7;?,& "erPreii- eoneoho Cundo do sitio das Candelas.
w!Uto o SrCyrilio *"";"", n"l0 d,s. E,crplUr. de venia da dooa aillos, e m-is
. ..m_ u.rx co engaito Cameleira em Ipojuca,
genho Cbei;a da Negio, do engolillo
...j Ano lio, n< fregueaii de U'na.
f>i>-.Qilu dfl urna 'gnu da Ierras no Hio for-
n.bbado 15. obe scen. o drama -
.udaBtlba-d-butan.lo ni paito .le
Precaa-se alagar um pequeo s'tioque aa do Remedio n. 21 entenda-so com leu
tenbi um> cu d>-cenle p.ra pourafa'i'ilia, proprietarw, o l'ortelro d. Alf.ndeg. desta
VV^nholom costme de andar com u.isa do algo iSos.nhu. cica azul ja cun u .ii
gi.i do chita "voo urna trooia de roupa remend no luga, duioelli. e jaquel, br.o-
d'o ,.. uso siu's.idos chita e earni- ca quoin o pegar levc-o a ra Augusta casa
^re'"^o.PdoU;.ng.rmc."rde'r- "Q.,lr comprar boa8 vaccas d*
t de"suia GuiaurBe*, que era gnlill- leile paridas de novo : d.r.j.-se a empina
noldeoou. uiiu h de Sanio Amaro viudo do cemiler.o para o
II, quem quere arrendar um sitio ppr- mesmo lugar a segunda caa acUaraacou]
toda pr.S.._qua te,.., _bo, P^ecapa- ^-''^',',0 Jos da Ro'cb, P.nto, r**t-
aluuns alvorodos de irurto e estribara, e
qu M-ja e i' algum do. lugares ''guint'S:
Soledale, Manguind, Capunita ou p.s-a-
Rem da Magdalena quem o nv.'r aununcie
ou dirija>ae a ra da Cruz o. 55.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra das Aguas-Ver les n 48, bstanla
freseo, e commu lo- p.ra qu I iqer familia :
no ano i Jo- Mondes da Silva Guim -rSes, ci la-
dilu purluguez, reli-a-si para fra da pro-
vincia.
Prrclsa-se embarcar par o Rio de Ja-
neiro, em alg un navio a sabir com brevda-
d 300 saccas com algudilu : a tratar na
ra da Cruz n. 2.
-- 1'iccUa-so de um rapaz de <2 a 14 ali-
os, quesi'ja eslrangeiro, para caix'i'o de
venda : na iravessa do Dique, deposito de
espirit.a
Nos dias 14, 18. e 21 do enrenle moz
.10 in'S da audie Ca duSr. llr jinz da Ia. va-
ra d > CiVel, lea de ser arreinul "I i 8 ii i>raca
rrond.r, annuncie por esta folha par. sor nome fulleaos, e Adelo, cr.oulos, de rae*
:..... uor id.de.
Pr".CNodia 2 do crrante, sahin lo de m.- QQQQQQQ&QOQQOQQQOQ
AVI&.
uhSa urna neg'a a vende' lianha, de nome
Calda ina, cabmda, at hoja 10 nao be a-
parecida, constan lo que tem anda lo po'
Campo Grande, Bel.n e Casa-Forte : ho
baix, nao he tnagn, era redolida, oMios de
cicn-sseira, lem os signaes da najo n. pa
os 41.1 t i, pisa como quem padece.de bien,
ou rneumatico i q iem a peg-r p lo iev-l .
a casa da ra da santa Cruz n. 8. doiroute
da nlo'iii, qu sera reoo n,ie isa lo
A d verle-se ao publico g
que no da a5 do presente q
he o encerrameuto dos tra- jj
ballius do estabeleciineato
* Eleclrotypo. No Ierro da
O
ci-i'-d -, na mesma repa ticBo que a vala da
fu ova que der de saber o que cima ao des.-
i, iili aua boa conduela &. &. tralnr-so-lie
do ajuste.
* Paulo GnJLgnoux, dentista <
* francez, olferece seu prest-
* dio no publico para todos os w
I mlsterea de sua proflssfto: *J
2 pode ser procurado a qual- **
9 quer hora em sua cusa, na *
ra larga do Rozarlo, u. 30, >
9 -<".; mi'lo andar.
Anliguidade e superioridade a
salsa panilha de Brislol sobre a
s;iI-i pan illi i de Sauds.
ATTEN(vO
A salsaparrilha deBri>lol data desdo 1832.
e lein conslantmiipiiie manti lo sua repula-
cB", sem necessida le do reedne' pompo-
m ra ti .
- i' i ven la.osliens nio'Ci-o slmovenles.coni- sos annuncios de que ai preparacoes do me-
es .lo e-er i.o.i em lio do portrtiro do au-'. rilo i'Odem despensarse. (ucesso do r,
'lorio Jlo J.nnario Serra Gran le, i euiio- | B'isfol tem [,r;voca'o ioflnilaa invejas, e
rados a Elias C ielho Ginl a, por rxceucSo enlioontras, aa'dos Srs. A. It ti. Sands, de
la Viuva o Filllbs de Agosiinliu lleuiiques New-York, ^reparadores e proprielanog da
Ja Sil.a.
Hrecisd-se alugar urna escra-
salsa pairilha conliecida pelo no.ne de
Hada,
E-l.'s senliores soliciliiriio cu 1812 a agen-
0U1- ciade Salsaparrilna de Brislol, como nSil
** lloa Visa n 4.Carlos t
I $!**-''** ta ai %-j W'
No dia 12 de novembro do corrento an- q Fredricks & Compmhl.i. Q
1,0. de,p.rec;u de cas. de seu aanhur o qqQQ009'^<>00^' OOOOO
pretod-nomeTliomaz.deid.de 4I> annos, v*v*ii i*.!!,.,,,,;..
oni alguna cabellos bAni-o* n. coec-, do Hotel no Monleiro.
pic" a1..ssaniuique, batanle alto, mag-o, Domingo, 16 do crrenle, aOre-se ene
peruas Quaa,andando sempre inulto dire- estaueiecnueuio coji assegutuies pro-
to, tem CaroCjO* sobre o nariz, sigual pro- porc-s:
prio da naci; reco omeoda-se a captura do Sala mobidada e independente, para as
niesmo aa auloiilalea e aos cipiifles de familias, que in lo a pajseio quizerem des-
cipipo : quein o ineamo aprehender aera cancar.
ge..erosam-uio recomp-ns .do pelo dito seu Qoartos preparados para dormida.
senliur l.u'ZGomes Torreira, noMoiidago. Espagosa e bem aiej.da a.I de jaular ,
U Sr. Jo'"' L.uiz Viaiina n.'.o p le sabir com capacid.de de servir a 4U pessoas.
uva lo a da p-oviucia sem liquidar aeusne- Siliopara rec eio e pai-saio.
rocos na luja da ra Nuva 11. 28. Estribara erraii|os pa.acavallo.
KurlarSo do cena lo do eogenlio l'au- Couiua meusaleavolso, preparain-sejan-
lorra, um eavailo rjsso po nbo, grande, ca- taroa e pre/u .los, aluga-se lousa, viJros ,
pido, ida le de 6 anuos, com |uma letra 8 no bindejas etc. rte.
queioesque'do. ao.ia baixo olinga 10, um Tudoporo'eco multo rasoavel, e acon-
pouco c bao, os qutro cascos braucoa, jg. tent dos preten leuies.
or -3e4rerrodoqjarlo, quem o descobrr .- D-se socio Jadi om urna taverna, bom
inija-se a M.uuel Joaquim do llego Brrelo sortida e alregueza la, a que 11 entrar coin
pa co.niaaica do cabo quo gr.libera con) maiaou menos l'unlus, com l.nli que saiba
(0,u00. bem dirigir o negocio de balcao : noaleiro
Sr. Reliclor Como sou um pouco dedi- da Boa Vala 11 72.
alo a leilura moroienla de jornaes. pois Praci^a-se alugar urna escrav,que sai-
Kislo do Saber novldadesfresqumhas, e lo- ba fazertodu o>ervisode unn cas-, paga-se
fino un amoroso no Harauhao, que me ro- lO.OOO ra. mensaes : na praca da ludopeu-
nielie por todos os vapore peno lieos da-
qu Ha provincia ; 00 orna lemess., q le me
fi, moilo me rrcu'ume.i mu aleit ira do n.
51, do ..Crrelo de AnnuuCios,a no qu .1 dc-
pare roo um avisozioiio com ass f .tura
i Nariz de Papagaoa lio ver.lade, qoe po-
li rrCoinmendacio do meo amigo,, u niio .1 -
va .loso o o .uorlorio tal n e togo que
recebl asgazetas i.n o priindiio, que i-.n- i-
rei: li o tal avisoz'nho, o nSo pude deixa.'
ileiinmedialameute ir indagarquemerae^se
Dr. ni. |iieiia ciJade ; pois que oe-t t-len o
ho preciso estar algons anuos n-s argolaa,
de Coimbru fui- 1 e diflicil saber, mas
uiuito custu me inTormarSo, quo era Un
Ciixeiro mullo reos da ra cu o ioa> java
cuiu.ecer; todava, desta ci lado II10 l'ibulo
gran amiiade, o como amigo Ihe dou de
toiiselbo, que n3o continu a pegar na pen-
11. pa.a iabi.-car avisos de tal quadade,
quetenhajuizo como liveram os oous socios,
que u tal viso meneioia; 03 quaes a res-
post. que ll.ederam l'oi o desp.eso.
A.'.iuh la este piao um. i Sr. nariz d'
pipag io ; e tomo imiim I 10 de bom amigo.
Quena S< .Red ci ,n>o ir as columnas do
y...i niiin .-ou. ciiu do Jornal, estas Imba-
que u:uilo giaio lue sera, o seu
Alt. Tur. obrigadisaino cr.
Um l'eiii.iiiibu.'iiin.
Nolicie..
Ihe un lersiaue.i be,z 10 inlorm tbe fore-
gn reaidents f Ibis city, thal they havejusl
tallen upon their Uiv-si aize pl.iea, aum-
suparjor viws of tne eutrance of ine hr-
liuur; rmbieeing tne marine ar.-en.I, Ihe
wii ho.i-e mu r. el withOlinda 111 the di-
lance. wiiich they are enabled lo furnisb ata
la.y lnw price.
As tbeae viewaare very valuabla on ac-
lu.ini 01 Ihe.r eon;cioc-s, and bemg t'.e
un'y onos ever t- ken, tbose wj-huiu 'O sen
i cu|.y to their fnenda, wuicn wili mv
lliem au exacl id. a of llie form Uon of luis
celebialed iirbuur, will please api I y b
foretlie 25 ib. instaiit, uoon vrnicb ilay Ihe
Galleiywiil be el ieil. Alao for sale,a Mv
fiews of the Englian Cnurcli.
C O. Fio.rcks&Co.
Jof Vieira oeF.guri.odo umbaica para
o Hio o Janeiro a *ua escrava de ua(So An
gola de nome Iza bel.
A revista.
Peridico Iliterario e recreativo.
Sahlo o 9. n e ac ia-se a ven la ua pac
lia li.doiiendoi.cn. 1 ja de cnca.iern-sIo n.
12ena livraii* dnSr. I)nijr)c"da la i.ban-
receoe-se aaaignalura por urna sene de 1n
na. a i, 11 oo.
Os encarregados de festejar o nincbo de
N. S. do IMioeinio parlecipam os d.voto-
da mesma imageui que no .lia 15 prlaa 4 ho-
ras da manhSa le o de I -vantar a bandoira
depoia do Simio sacr Scio da mlasa, no con-
venio du Cormoe proveitaa oeca'fio p convidar aos n.es.nos dtvulos para rssslir
> tilo religioso aCIO.
-- Osr. que em omez p. p. levou a ra
larga oo Hoz .no una docum. ntns em ingle/.
para seren traduzi los no nicsmo dia, quei-
ra ir busca-Ios, quanto antes ; pois a pessoa
que os lem pretendo retirai-so pa a foja da
Piaca.
lilm.Sr. Os devotos do Sr. B>m Jess
dos Mar-nos dos poln. s, erecta na igroja
de N. >. nn.na no Hoz rio, do bairn de S.
Antonio, H/.U acl-nte ao respeilavel pu-
blico, que nflo se pude fazer a festa no dia 16
do Crrenle, por o3o se ler recebado as rs-
nudla, e por isao tr.nsferem para o dia 23
do curente,
PrupOe-se a administrar qualqu 'r on-
senliu, do que lem ha-tai te pralica, un
braiileiiosulteiro, oqual emende peifeita-
un me du nictiiodo de f.zer assucar, e sabe
dirigir qualqoer obra oecessari. ao m. smu
'.'.-lu ele. (nenio : quem do seu piesli. o se
'"i/..r utilizar dinja-se a ra Nora luja
0. 19.
- no segundo andar do sobrado da ra
Novan 05, l'ngio um lenquito boiu il.i-
dor, jniga te l.i- vuatiu pura algum quintal
da iua uaa llons, uu ou porto daacau.s:
quemo liter e qmz.r esiiluir, p>e Uva-lu
noniesmotobradii, que se pagaia bem.
No carturiu da provaduria da cuade do Re-
cife, cxitlem alem de outios ttulos os
seguiutes :
Escriptura de doac,So de urna morada de
c!>a a Santo Amaro das Salinas.
Titulo de um sitio da igreja do Pilar em
Hamarac.
Escriptura de venda de urna sorlo do ler-
rs, chamadas Mosleniho em S. Lourenco
da Nata.
va, que sej i boa co iiraJeira, : quem a tiver diia-ae ol[leMem oblar, fabrw.ro una imitacOu
j > j, de Briafl,
aiua da AaaUlupCao OU muro da Ei^aquacartaqonosSrs. A. n.I), Sanda
j
<-
af
l'cnli I O. IO.
Precisa-sede um pequeo de Id a 16
anuos o que lenba i tica de venda : uo pa-
leo do '.anuo venda uuva ll. 2.
- Pioce-a-se alega' urna ana para servico
da u na c .aa de inuiio puuca familia : ua ra
dos UjuarleiS loja ll. Jl,
Prrcisa-M logar urna casa com sitio,
i'.-e ei ,io au Dr. B islol, lio dia i) de abril
de 181-2, 9 que s en i em nosso pe I -i :
' Sr. r. C. C Bn-lid.
Ilufulo, ele.
.\osso apr. ciavel S'nlor.
Em todo o auno lassado temos vendido
quimil.) dea co'.sideraveis do ext acto de
salsa airilha de vm. e p. lo que nuvunos .li
ou .su, elle, na chunga, ou anida i-is '"' <}*** v-lu.les quellesquo t-.n usa-
perio. Cin ..nlo que tei.oa anuo no .io &J^*VJ*5**!}j^S
Cap.b-r.li,. eoja e.lo >e.U : uesla lypo- e augmentar n,uit,ss,mo. Se vm. qu.zer
ar.uha-edira juem D e'isi I Zflr ul" Cu,,v,,nl" comnosco c-emos que
-- Nud,al5do cu. reniemez.se ha de ar-"" resultara mu.l vant.gem, tanto a no
rematar li i la a au lleuda 00 Sr. Ir. juiz
comea v ... l'.-mos muito i.raier qoe V u
ni.|.*l-' I. I II. a ,111 l lilil. I J l/U J. > .L...J-.*. ^..^ o.. U.n
monicip.l da segunda vara, un- esa terrea I res muda sobre este assumpl. e (a Vm.
Coa. J4 nalpjo,oaf ente, O 73e75,d ra vieraejlacidadedaqui- 0t"0' "
imp -nal, para paga, enlos de dcimas quo sa semelnanie, lenao.os mua pr-zer em o
a uiean* deve, i r%ue.ime..lo do. lloro, i- uussa botica.-ua dOarulloin. 79.
ros do falescdo Jos?da Co-taP.nlo, cujees I Fico as ordeode Vm. aeus seguros ser-
cripto acuo-seem in.u, do porten o, lie a ul- iVidores.
lima p.aca.
Aluga-se um sitio na estrada dos Af- I
Hielos jonlo a t.iinunnei a, e defrollle do ai-
lio Ja -loihnr.i ll. Uarcolina, com uina uua
casa com cuunnodus paia familia, c .cneira, '
"slnhni.. e qoaitospara pidos ; lem inul-
tos i. rv. lelo- do eicello iles f. udas, U.a
boa Cacimba, dd boa agua de brber um..
oulra que servo para reg.r e lavar, com soa
(Assignados) A. R. D. Sands.
CUiNW.US.VO
1 .* A ouliquidade da salsa panilha de Brs-
tul, lie claraniento iiio.-.i 'a. po.s que ella
data des lo iS t;!. o qoe a de San is ao appa-
lecen em \S\i, puC na qu-1 esto droguis-
ta 1.3o pode oblar a agencia do D'. II isiol.
2" A -np-u. ni.. le da salsapa.nllia oe
Bri-dol he incoul Slavel, po.s quo uiioolis-
compitoule bomba : qu.ui o prelendur di- liante u concurrencia da de ^all is, e de U n
rija-snaiua duRozarioda Boa-Vista, o. 20, 'po.<;3o de oulras prep.r.^O ella lem man-
que la ach.ra cum q e n listar. |l..lo a soa iepulca j em quasi to la a Ame-
l'ara se nassar a f'esla. 'ric*-
Alua-.euma c'sa com ba.t.oUl com- i As nuoierosas xpeneneas teitas com n
esln- oso da salsapanlba em lo las as infe.ail .a-
.o, qoem ach.r mlus -,,, gr,0jJ fl[Ilill Cocneira e esln- iuj0 daMlaapariliM em lo las as une,,... ..
ra p-lo adiado o baria, ,K0 aoficloso Caxa..ga : qoem prcieii- '"3 "*< fU >">"">" oo saug.ie.e o
.rnado n. 37, se-;der j,rij,.soa ru, ,. boamiwok ido ...s cao pelo lil ... S .
! U, A. l-acaze lem a honra de lovar "', S"-uJ. pre.i denle da .edema | njHM
deuca n. 38.
-- Perleu-se urna co-ren'e de ouro, com
chave ua punta, para relogio, qoem a a
e quizar .es il ni, recebera
seu valur : na ra do Que
gUlldo a,i.lar.
a-se dinheiro a juros em pequeas! a0 C0|,|,, cimento do respeilavel publico, qu-
quant, as, sobro penhores de ouro, o o pr- ;i,.;1il, ,,n m um novo estabelecimeotu ,le
la : quo.n precisar, di.ija-se a roa da suo-i relujoeiro, n i aterru da lloa-Visla n. II, a-
u, lliu/. 40, efroite da ribra. 'onJe se-aclia p rompi para fazer quaesqoer
-- Joaquim Franei-co da C'oz, retira-se. cneerlos, mesmo us ...ais .Huleis que se
par. ci lado do Para, quem se ju.gar seu to .; ,rrSenl l rHVSti correte, d.pol. da *A"+tt&XWff** P- T 'J^' Iff S.*5f1C ^?
lieoewdoSr.Dr.jundediraitodQ ciel.ia!rO Mrico de coiiuha o compr-a, ,ar- i'r- J"> Goncalve Ramos, ru. do
arime.ra vara, lem de ser arremata 1', por u,Da c,aa ,|.. i.>...i.i pouca familia : na ra
ser a ultima praca, urna ca-a terrea ll. 86, j Horario da Boa-Vista, sobrado n. 32.
... roa Imperial, pur oxec.cSo do p.d.eiA.- i j>jov tmtlir .r, lra,|Ceza na na
bino de Car. I no Lee", contra Fi u.icisco Ki-i
b no Pavilo e sus mulber.
C'isa de cotnmissao de escravos.
I do medicina, pelo llluslra .uSr. Dr. An
Ionio Jos l'.iloto ou. sua el inri, o on. Sua
.Lunada C.iSl deSaU le na Cambo., pelo lilil.
Sr. |). Sa.uru.no de Olive,ra, niel ico do
xerc to, a por varios outros mlico., per-
Velha ii. 74.
Ah lingcm-se obras de qualquer| panno,
HaeltlmaaT bi* Te 3 anda de- f mpao se cazac.s que lcam coj.o novas.
fiara ,,1,011 lfcT 1 FKMham. ludo pul'preco Commo lo
rro ledo becoo de b. l'eilro n. 3 recenom _^,JTl. jrJ"zri -mmm aiagia
scravosdeambosos sexo-, pan. se ven- <
lerem de commis3o, nSo a. I van 10 10' Bous Carros para p.isseio! !
esselrabalhom.jsdoq,ie2porceni0, aem r"
se lev.r cousa algum. de co.nedorias, o- J
fereendo-se para islo lo la a seguranr;. pre-
eisa para o.d.los escravos.
-- J11B0 Pereira Moutinho, for ordom de !
l.uiz C.nzaga dos Sanios, ex mrta pareo fl
Hio .:e Janeiro, o seu esoravo Filippe, Cn-
ule de menor i.laue.
Compaiilna do Bebiiibc. J
S3oconvi ,a ios os senbores accionistas, j
,,., a h reuniLi semest'al, om assen.blea ge-
ral, no da 18 do crrenle, pelas >0 Imr.s da
nanhta. uo esc iptonu da .nesm. co. pa-
Na roa das Flores, defronte da co- m
ene., 00 sr.lusc.Mara, abyiu-se u na "*
Oulra cuui osle leireiro na freute .10 @
cilicio canos do alugoel-- all n^
Hcli.r.n, os lios freguezes, ricos C.r- M
ru.-.Cibriulels & 6(.por aCCJ.Iimiida- ?
du pr. ,;. .,.,11 i, de lu .OS puiere.u se re- ir
Celar nos bellos passeius de uussos **
aii'eii.,1,1. s, em a lala que apoiL *
o.is bate. a
llliode S Miauel.
Qu-rl i. pog 'do 00 Qu .riel de P ..ica
.N. 1.. i fui aauilo usles dias o
annuncio da salsi panilia de Bris-
lol, em r.izo ,-le se estar esperan-
do, e como j tenha vindo, se pre-
vine no publico, que 1 mil 1 un ul ,-
ltenle hovera este precioso leme-
dio, e que nao liavi-r maisluli' ,
o.ssiui como se pede dcsculpa n>
pesso >fl que o lem procurado
iM .dama Rosa Uardy modista bra-
sileira ra Nova n. 3i.
Tem a s.li-faccSo do aeijntilicar ao mui-
jto respeit ivel publico, edesiinelamenleans
Ueu- freguezes, quSseu eslab leci'iiento de
novo se acha provi lo de um espl n ii lo e
..i, 1.iv. I ~ ,1 nuienio de ricas latendas fran-
cezas, as qu.es se vende-i. por recomol'-
n,.. .(.i N, Senhn- lOi Coiisisiinio com ricos ehapnus d" seda e
rr;;, t& Tumos0 i,^X zz^s";:z^zz, \** *>.. ^- -;*+
director, Jo3o P.uto "'^J- ,,,.'s. ,,, oxlo lrM i|q|pjr^ | pen.chos.b....cos e de corespara smll .ra e
Lomp nllia do BelliriDe. d0 mut0 bo, vi.il.a.e de multa renoimens menina, ditas de seda e pall.....a lina. con.
IHsenhoies accionistas Ha comp.nhn de lQ ,iVre edrt,ellbarBCad. d-eqnalquer duv- ,"b'" l'8as ""o lindos onleiics para n
Bebnibe, pic-n man ar receb-r o7di- Ja C01|11) miosepoia o.ui pmvar, os quaes e crian?. ; capeus de palli
.idendo, na razSo de 2.5,10 rs por polico. lrH!) a|queires dB vinlia. so v nd< mu.lo em .P"r ""-n1
|0, 11 18, se- conl lina, redon lo
anuos en 1 11
ineilteal "'H s de palba lina enl'eilados em Pan, Com
d do de prata p.ra bilesnu t'iea
enf ll es e
romeir.s
guarnec las de bco de linlio o liodiss mas
mcMilioeiui., Iluessr-d.a.seiinoras.ci-rflo A.,.Clll|l u0r detraz da rUa Augusta, casa n. i*1'. bo-d do da prala para tJ.He,
...r. p.-sar as feslaa, sorti.nenlo de lud o g j6 hjra3 da mnliaa, e das 3, s 8da l>i g..ar.ieC,d.a com d-hcios
qiieeomponhaaloileiledebom goslu.Unto >rJe lo gusto o 111a_1smode.no, ricas
rapo, por pr--i _. A|ug,.se uma uu ierrea Com sot3o, |u"5
qn.li lado Igual ,, b,Uo du creir0i a mt,^0 ,,0 r Caul- ]"<*
ir parte. baiibe. Com con.mudos par. grande famN I"10
nc-ias ue rnada- C0Zinlia fra, ocheire, ealribar.a p.ra IJ1'}
:rbe i-se pelo u U(,ClV||oa e q.i.rlo par. cria o urna '''
.ca, u.n granle (m4 ,,Pqllrna 110 mesmo si,io, taiub-m "
que enmponna i.iiieiie uu uu.n j.|.- re.
ara ci l.de.cumo par< o e.ui|,n, e por pr-- .. A|Uj{8.se uma ,..,,, terrea com sot3o, .
eos -ais raaoa.e.s sendo d-qu.ll lado igual u J creiri a mal(io n do ro C.pi- "'<-" c. ...is!.. I.ns c. .1. br .a e
u que ba em oulra qu Iqu r parle. ,,, m c,,,,,,,,,,',,,^ ,,.% r,ne r.- |f'd do Hnlio borlado p.ra seuhora, u.an-
-,v. casado modas lrnc-zas oe rilada- cozlnni for, c.lCheira, eatribar-a p.ra |""lsl o peitiinos de I110 liona o co-
mo M.llocnau BueaHird, .eerbe ,-se pelo u 6 'u 8c.v.||0i e 'no p,r. cria .0 u.na .?*- "rda 1. do ultimogoslo p-ra seu .o-
i.mo nav,o viudo de Franca, u.n gr-nle du pequen, no mesmo ai.io, taiiib-m !r"- nc.a loca d senhora do lio linio,
sorii nenio dec.ueus de todas as crese cmn).d0s par. familia, cozi.h. fr.' ;r"-asca,el|.s de florea .ara noivas madri-
Hi.lila.les.omantelelese capot.ui.os de se- eslllbHrja tcavallos: pa a ver no mes- '""? de casara, nto. ricia guaruicdes oe flii-
,c oe cores, o pret.,jnt.meiile c .m .Igoni mo bilio e,ar. ir.t.rcuui Gabriel Anto- i'aabr.ncs par. vo.iioos de casamento, rt-
da cambr.. bordada que todus se veiidero, c |7. | '-.aluva de p lica enfe.UIas de b. ancu po-
muilobar.to. -I Jl.noel de Al.ueida Lopes, com casa 'o* mesuios, -icos corlas desala a groz de
- Na ru. da Alegra 11 42, precisa se a-; ^ cau r, coaipr,, e vender es-i""'" lvr"Jo br.uco p.ra va,u lo de noi-
lugarum moleque pa.a Iraiar de nra ca- tnloparcsia p.ov.nc.a, como pa- \"um g'a,,.leorti,ne,.t. 1 de bicode blonda
va.lo. a. : ra lora dalla, mudo, a su. regencia ua Urgu'. de u. de lo ate um p-lmo. duo,
- Na taberna da ra do Colleg.o 1.. 2., ,.u, (iei, a llfClfBi n.51 u.rH rua losada largos ee.-treito-, d.ioa de l.nl.o de
aluga-se uu. loo, escavo para uma pad.ria, da c.cimba, n. II, aonde ...o.oo o liu.do |la'gir.do2. 4 ledus,es,.arl.lhosd- pniiKir.
-Naprlmelr audiencia do lllm. Sr. Dr
jniz dos fetoda f.7en.la, so ariemlr-r
porexecuefio da f.z'n la prnviacial. bei.
penhorados a J0.I.1 B 1 lista Pereira L"b >, o
quaes 83" os S'-auiutes : U n sitio no lu/'.
do Poco d Panella, avali do om 8OOO.11OO ,
d.as oasas terreas continuas ao mes no ai
Uo, uma avalia >a em liSOO.OnO, o nutra en
1:800,000; n um sitio no logar de Api m-
Cos, v-liado em 6:000,000 : a os ben an-
nuncad .sem o ..liiano .lel'eruambuco,* de
24 do cor en le.
f f ?*f f f f *f f f f *Vf *>
jj> O medico e ciru'guo \l- *
4> meidn, f tinado e piemiado
JJ pela academia do Porlo em
* todos os anuos da sua Ire-
^. quencia incluinrlo os de
? oper95ea e partos: p.le
a- ser p ocurado a toda a hora
^ < Smlo 11. i.'i pi'iineiro an-
dar, ta casa em que mora o
Sr. coronel Maruede. Pres-
ta-se a operar e receilar
gralis ptia os pobres, assim
como ir visita-Ios em aeus
domicilios.
,?*.??**. rttatatlli
4) CuKSULTOKIO C'MAl HoMceOPTHICO i>
>. DK .n.s\Mll,.i.w. %
u- Dcrvyao pelo Dr. Sobina Ulegario I.ud- e> yero Pinko. n
# Roa doTiapicne Novo n. 15. ?
O Tolos os das uleis se darn consultas *
i o reme los de grc> os pobres,desde
pela ,,, nh i, at as duas horas da lar-
2Ii de. As cnires.iondei.cias e imforma- #/
J "tfles podero aer di, laidas verbal- >
C mente, ou por escripto, levendo o aj
t, doi'i.i indicar pruMiro: o nome, a te
1i Idade, estado, pruliss3o, e constitu- *
# cSn ; segundo: aa molestias, q..et.in .4
i H lu, e os reniedius turnados; tercti- (0
Jj> ro : a poca ,tu pparectmeulo lamo- ?
# le.lia aciual, e de.cripfSo minuciosa, fJI
0 dos aignaesou syupluo.as quesofl* or #>
?a-* >**>!'r* *v*aV**a-*'
A lessSa que quizer c nsult.r 00 Ira-
dlr-se le molestias.gudaauuciironics, pode
isrigir-sn ,u. la ga do Hos.rio .,. 30, auu-
daes. r>z lindo o Cirugiilo Bernardo Pe-
reira do Crino, que est pro.npio e exercer
-11 I ni. id 1 le o quaiquer h ,r. i'.n.icn,,
as possoas pobres se pr.-staia graloa, a pes-
soa ,|Uo o queira consollur por -se i.-to do
qualqoer uso a qoe perleiifa, uevera em ter-
'losclamse pn ci os declararas segu;,tes
principis cIiCjiiiS a. Cas. -Pnmeiro su.
1 la.le, tem eraiuei.lo, eonatituido, dobil ou
valclu linaria.so vigorosa ou ad., hbitos,
orcopacJo, CC,eell lo. Si fr de S-XO fe-
111111 i o, a declararlo do eslado de suas re-
-ras, nomeio de fi,los que l,ve- ti lo, so Ihe
le .1 do ...amar ; 1,ico,,,,no.los ma.s nota-
ve, snosseos parios; se grvida, du quio-
los nieiea, qu.l o pa lechucio 00 mal qu-
inis a afiligia por se ncllia .le motivo. Se-
gundo o lugar lesui hebltacSo, so huini lo,
.ec :o,arcado ou ventoso, sojeilo a robres ou
outra inle.iiii la le. -- Teicei o se na fa nllla
leu. appareci.lo c .sos do molestias por laa-
poaicfio liered t,na ou adquen la. yua'lo
se lenle do ypbilis pela pri.neira. so, la uu m..is vezes, em que lempo o foi p.-l
P'imeira ver, o lempo 0,1 interven.> que me-
diou no >o ln,nenio do urna as o liras,
quaesos princ >aea ymnlomaa que enlilo
e\ .erioie.nta.-r, m mu ie ft. de que nso,
efTeitot 10 irril (io 0,1 ..comino lo do uso
do mercurio, 0,1 unto quaiquer remedio,
de quo se I.- r 11 t- 111 fd sibnimsir do, e
em que d .se. Quinto se o mal de que pre-
c-.l uto nenie se trl., fr p-ecedid ..a'com-
dpanba.loou seguido de algum nutro aec-
nt! o 1 enf rmi la.le. qu r da origem di-
-eis.,quer proco lente da mesma ayphil.s
- Sexto em lin. quaes os y,n lomas q.er
1 elfo, tivo padeennenlo de ,ml Venare,. 0.1
outro q.iaiqo-r ilrstppareeef.nl, modelica-
ram-se uu existem s.on aller.g.io apreciavel,
quo aua menos Importa quo a duclara-
9,10 do lempo da eolsiia, sua os .eco 111
qu.li lade e curso a o memeoio da consul-
ta, ConiplicacOc- sonre viudas o meios de
.10 que se l-m fallo uso.
Compras.
Jo lt. cife 11. 31. .
-- Deaej.-ae fallar com oSr. Honnque Ju-, w I^OllSUItriO
lio Caluimu da Silva Pouies, na rua do Hos- ., t ; _
picio o. 44. [H pai tuto.
letratos. Rua do Colegio it. pri-g
O proprelario da ufliema, entabelecida na J llieil'O I lilil l\
ru. Nova 11 61, tndo de relrar-se para os
porios do Sul, previne a q .e.n se quizer *
uiilisar de aua ai t -, quepa dign.r-se pro-,"*
eu.a-lo at .ni ii o 00 curenle in-z
Precisa so d 6,iO,oi)0 rs. a juros, d-se
m
t
Dr. I'. A.Lobo Moscoso,
d consultas gratis aos po- -
uaragaraulia a lir.ua ,1 uma pe.-so.-i desla
prar;. bem condecida e acreditada : a quem
couv.er, aiiuuucie por esta fulba.
iN.1 1111 do Un/ 11 38, pre-
cisa-se de um bom coznlieirj.
-- Prec sa-se du un caixeiro para venda,
da qual lenha pr.tica: na ni., de lloitas
O. 53.
-- Precisa-so de um preto captivo para
padaria, ain-la mesno sem pratic. ; se pre-
l'eic dar o mesmo ou mals que se di aura
honiein forro : a tratar na rua do Gotuvello
n. 29.
Precisa-se de um menino de 18 a 14 an-
nos de indade, destes chegalos ultiaamen-
le do Potto, para caixeiro de loja de miude-
zas : na rua larga do Rozario, loja de 111 i 11-
dazas.
lltlIllCll- y |0 senhor.,lin os eos para noivas.ricus cna-
* ;i.eosde monlaria de pallne ifeilad.S li Pa
na para aeuliura, veos de co es de gaze pe-
los meamos, rico assorluneulo de gros de
napias fuita-coros para voslidu quo se >en-
uea voi.ta.le do comprador g'os do liojles
,-i de io-a fr.iij.s olrai.c. do >,U prelas e
de cor s,u iins.i 00 se la b.'.uca.bom cliama-
l'iio 1 re 10 ni 11 vestido ou capuliuiio : na
- ni -s-na loj. f.zom-se veslido de c sam-nto,
bres, todos OS das das O as ^ de baptlH.oo, tocas d< menino a de seuhora
i-i lluras da man,fu. W capoiiobos ,laloi.ssquld.des,C)in per-
.... (M feicSo e preco c.,11.ni ido recebe ..-se todos
I ratica quaiquer operocao ; .nezesU^uriuosmuJeruos.queimprealaa
de cirurgia, uu Itecebe escravos (lenles ut\^^^^^^^^ff^^-0^sSBS^^''4
para tratar de suas enl'ermi- **aj Un sacerdote q.m leapratiuado .4
dades ou I zer aualuuerone- ** en!"nu d" P,""ei'" *' '""ma-
uaues.ou zerquaiquerope ^ t|C, |,lMla r,anceza, geometra, mu- .a)
4 zic. vocal ede alguna instrumenios,
f inclusivamente de mano accoila a
9 capellana de algum engenbo proxi-
a) 1110 11 esta prar;a subjeilando-se a fa- ^
a) zer sua residencia aonde tiver de *
m exercer o ensino das referidas mttu-
$ ras: a pessoa que com o mesmo qui- ;
4 zer contratar, dirja-sea rua Nova o.
an, onde seranformido. n
Compra-so 13 da fiexa barreguda, ou
de enlejo : quem liver e quizer vender,
dinj. se a rua Nuva n. 28, luja de selim.que
pag. se bem.
Ciimpram-Si) escrapos- o venilem-sede
cuii-iinissiii, pa.a dentro, e fra da provin-
cia : na rua da Caciinbaiaub'ado 11.11, ou-
demorouoSr vigario dn'BeCife
Compra-so um sitio feito uu Ierras pro-
prias p.ia lev.n'a-lo, o qual porm sej a a
margein do Capiba.ibe, lenha baixa paia
ca,..u, enutrs vantigens: na rua do Ara-
g-i 11. ii, segn lo andar.
Co.np.a s 3 s deiras do podra : na rua
do I'.sseio lufa n. 13.
USmp ao-se escravos de
ambos os*sexo^ para l'ia da pru-
vmcia, ifrb9os sidios : na rua do
Viguio n. ai,>s ound.i andar, das
g as 11 boras di mtnlta.
~ Compra-se uma oscav. moca, qoe sai-
ha engommar e coz.uar, e f-zer ludo o
mata -c vigo .1 uma casa a qual sej. de boa
conduca na rua do Apollo 11.19, primeiro
andar,
Compra-se uma burra da Ierro fundido,
de 2 1|2 a 3 palmus .10 largura, o om bom
esta iu : ua rua do TrapicUe 11 44.
3
.#
m
Vende-se uma casa te'raa com hnns
commndos a propria i'ara e paaaar a Tata,
cita no Arrombaln.uaia dita cita noa Auog.
los 'ua de S.MIguei.e um sobra linno na rua
I' II rta c ,m terreno p.ra edi4or- duas
n rads de caza : na rua Augusta sobrado o.
15.
-- Vemle.se uma negra de niea i lade de
muito ho< con 1 cta a qual lava a engomis
i>or preco 350,000 rs ; quem a pretender di-
'ija-sea rua doTriuxeiras n. 19.
Vende-se uma prela de nacSo. bonita fl-
,-ura idade 26 anuos, cnsinba mulo be n e
ii^ouiina sofrive, ensalma inulto bem, faz
o lo -.. vi.;., de cas. : o motivo da ven la so
ora ao co nprdor;vend -s para o mato ou
>ra fura da trra na rua do A no'm a. 95.
Vende-so u-na morada d ca-a tarrea,
i ti na rua qo Padre Kluri.no desla ci lade
1. 68 em c 'Sos proprios. coja ven la ae faz
para me rc-nir uma bzpotheca q.,e na meama
sa li., oa ."'lie 1 lames d'njio-se ao e.ar
'orio do Sr T.b ii.111 Cuilnerin. P.l.iclo
it -zurra Cavalcante, roa dasT.nxeiras, qw
achara com qoem t-.t.r.
Sj \ en I'--. mu siliu a baira do rio ,
M com exeelenie casa ten lo de frente
(9 70 palmos o 90 de fundo, com g,an le
t sala adi.nle, 2 gabinetes, e 2 ale 1-
f, vas, sala igual atrs, mai- 3 qua'tos, 1
eje cozinh.; rom oais d- mil palmos
ij dec inprimenlo o 80 1 de i ele co ,1
f gran le baila de c-pim, l 1 o ,0 de
f 1 lina pro lnc.-.in, exc-li -ule hauho ao
pe de casa, e peno da pi.-e por ser
f. antes da Casa.Forta : a Tallar com
aji Nicolao liada,lina rut do Apollo n.
r 2>, segundo an lar, ou na praca da
fj Itua-V.-.a na esa que o mesmo ahi 9
e* esta ed i finan lo. *
##**a.**laJ*4*##***#ll*
.. Veude-8e o resto de uma la.-iu a de
velas do cer de carnauba, das alv.s, de
p inieira qual.l. le, dasquevem para essa
provincia, sendo de 6 em libra, em caixas
de arruba, ,, :l 10 rs. a Mina : II" luja de fa-
zendas da rua do Ooeim.do n 45.
-- Vende-so u n mu.o ren bercode jaca-
randa, de muito moderna e nxc-llente gos-
lo, e com um rico corliu.do para o oo-iiio,
mi sem elle ; ludo mu,lo h .ralo: que n pre-
tender, aun inci- |i r esta fulha, ou deixe li-
car seu 110,1,0 na loj. de hvros do Sr. Iioura-
do, no largo 00 Collegio 11 6, para ser pio-
cor.do.
Vende-so uma parelha da embonos de
ce iro : na rua da Ca Jeja do Recife, loja
n. 20
Ven Ih-s .- o-., de carnauba, da melhor
qual,,lud -, ora por(3o o as saccas : na rua
.1, Cade,a d 1 liedle, loja n 20.
-- Veo'o se urna prei. cnou'a, do boa
figura, quilamleira, l.vadeira e lambemcn-
tiltlta, aem vicio e mulo sadia, o motivo ae
dir au co upra lor : ua rua da Cadea do
Kecife 11. 20
Vnd<-se uma p'e'a d Costa, boa
quitan lora, que p.ga um srlo diario : na
rua ,1a Coi. n 9,
\.....I --s 1 u n li ileii'-i, crinnl >, robus-
to es-mv'ios: II B la Villa, travessido
Ma t n<, amigo hecco ios Fe re os, n. 5.
Van le-se nina n-gra da meia il.de.
som cheque algum. por p'r{ 1 mulo c ,m-
1110 lo: n. rua do l.ivra.nenio, vendan 38.
Ve idem-se miudezas ,or to-
do o prec., p .ra liquidar : na rua
dos Quarleis n 16.
Vende-so uma preta crioola, do 22 au-
no., por pre*0 commodo: a tratar na rua
Nova .i. 20.
Ven lo si um vestido do sed 1 b'nnco,
lavra lo e s m uso, projno pira casuneiitos,
bapusadiis.ete.; asura cono urna cunado
... n 1. .".o do augic ., lamb im quazi s^m uso,
ludo por muito m n ,s do seu natural va-
lor : no largo de S. Jos 11.
O cautrlisia Salusliano de
Aquiuu Penetra !' r.sjieiiavel publico, que no da 20
do torrente mez, deve chegar do
sul o vapor inglezTeviot, conduc-
tor das listas d-i 18. loterid do the-
atro deS. I'edro de Alcntara, e
da 28. lotera do onlo l'io, e pa-
ga lugo que receber as lisias, sem
.irse.mili.. I ..um, todo e quaiquer
premio que sabir nos billieles ,
meios, quartos, oitavos e vigsi-
mos, vend los na pra9a da lude-
pendenciin. i3e i5, loja de cal-
cado to Arantes, e oa rua da Ca-
dea do liedle n. 4^, loja ,1 timi-
dez is : a elles que se esli aca-
bando.
liilli.-lcs
Meios
Quartos
Uitavos
22,000
11,000
5,5 ,0
Viocsmos
Vendas.
ijja racao, por preco commodo. j
l'aga-se 180 rs., de vendagom por ca-
ada de azeite. na rua do Rozario eslreita
n 37. Na mesma casa vende-so uma lazari-
na de caca.
l'reciza-se de um portuguez que seja
perito em planlacdes de sitio, e saiba ti-
rar fnrmigas, quem estiver nestas clrcons-
lanciis e quizer trabalhar no sitio na traves-
FL1NI1VS PARA i85i.
S.hiram a luz as bem conheci-
1,1- luHiiuli is deporta, iinprcssas
nesta lypo^rtphia, as quaes se fi
zeram ini/ilos acressimos', sem com
ludo augmentar de preco : ven
de-se a 160 rs. fct4a urna, e por
menos s-ndo em porc3 t, na livra-
ria di praca da lu lependencia n.
6e8. Breve serio publicadas as
de algibeira.
Ven le-se 2 moleqoes crinuliia'mocos
de li na .s figuras, sendo um de liada de 9
ai.nus e outrude 12 quem qoi er .11 i.o .
rua da C.Jeia do K.-cifu luja ll. 51 do I ..."
dd Cnsla .M'.g.lhSes
un iui. .Lis cru/cs n. 22 segundo anda,
ven I.--se um. escrava de 27 aouus li uiit, li
gura perita ongo orna lena, o cusiur-ira.
eosiulia, e lava, duas ditas de meia idade e
3 molucotes do 18 a 22annoabonitas figu'as
o um dalles ha um optiin mestre de assu-
car, oitivador, e canueiro, e um m duque de
10 annos ptimo para aprender cilicio e um
escravo ptimo canueiro.
Vende-se a loja de calcado da rua lii-
roila n. 33 : a Ir.lar na iiiosmu, c dir-se-ba
o motivo porquo se vende.
i
2,8oo
i,3oo
Chegaram do llio de Janeiro oaeham-
[hi venda as lojas oe livroidoSrs. Doara-
do no p.teo do Collegio, e Antonio liomin-
guesna roa do Crespo, uns meortanioi fo-
Ih.-to- inlitula.losVenadea Elhic.s-Poli-
ticase Eccouo:nicas,pelodimiiiutopro(odu
500 rs
Aos amanlesdos lindos passarinhos
y ru< da Ajo. n. 32 vende n-so cala-
nos vinlos de Lisboa pela ln ci .Ligeiri, a
vende-se por preco commodo u na armac.3o
de venda sendo cum josla de li.ilc.lo feix .do,
I cu vio l,,\id lie iln, O OltO |i' I l -luiros
guarnecidas, e vendo-sa uma caza terrea
com cmodos p.ra familia, bom quintal e
cacimba na ru> d. Guia em chSo proprio,
liiT.ii io 10,000 rs. inonsaes.
Vende-se o sit'o de Santa Auna, quo
flca defroute d. taberna do iuolao llodri-
gies da Cunha, o qual lem casa com bas-
i-Miie. i- i i ni i iii.s e copiar f ira, e diversos
i i de alvo.clos com fruetjs : quera o pro-
,0,1er comprar dinj.-sa a rua do .ivramen-
o, taberna n. i, que achara com quem tra-
tar.
Farellos de arroz.
Itecentemonle chega lo em saccas, a pre(0
comuodo, no arm.zera do Sr. Antonio An-
uas, nn Caes d. Alian lega, ou a tratar com
J. li da l-'onseea Jumur : na rua do Vigario
n 23, segoiido audir.
Superior rp a 5oo rs, a libra.
Ven le so o,uno supe- ior rap em botes a
iii.ii,. boles, a i 1111,1^.1.1 Jo de meurou, em
C ll.s do bil libras, faz ido se algumi def-
ferenga a qoem couprar de K0 libras para
cTma : na rua dos ijuai leis lu|. u. St.
.Uiibiltas de ferro.
Vendem se ncaj-taobilias io lerro^oemo
s ji.u ; sopli.s, m.-ss, cadenas de brajo
s ,-u ellos.inuuo piop i.s para c.aa do caaa-
pii, e baucaa para Curre lores o mullos
outios objectos, era casa do K.llkm.uii e
rmSos, na rua da Cruz n. 10.
Vende-so mi i lio a 2,0di)rs a sacoa, pa-
ra acabar: na rua da Cadeia de Santo Anto-
nio u. 15.
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-so no arma-
zem de Kallkiuann Irmtos, ruada Cruz u' lo.
- -i_


w
... i iJW.iJi
A elles antes que se acabem
Ni ra do Queimado, loj de fcrrigom do
Antonio Jo Rodrigues desonza Jnior n
37, veudem-se bilhetosda lotera do Dio de
Janeiro, do ihrai.ro de S. Pedro de Alcnta-
ra, cuja lisia deve chegar pelo pnmeiro va-
porno da 19 ou20 do correnlc, ese vendem
pelos procos oais baratos que lia no merca-
do, sendo bilhetes inteiros 22,000 rs roc-
os, i 1,000 rs. ; qunrlos, 5,500 rs.; oilavos,
l'.mio rs.; e vigsimos, 1,300 rs.; elles
que se estam acabando.
I'ara os amantes da fesla.
O cafe fra,coz da roa Nova, recebeu um
variado soilmenlo de conserva, como se-
i-iiii: cbaiupignom, artichsnt, cboux (leure,
saucisses irulf, carrol-ujus, fevs ccomo-
Deposito de cal p potussa.
INo armazem da na da Cadeia
dolfccife n. la, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, ctri pedia, as-
sim como potussa chegada olliwa-
mente, a precos muilo rasoaveis.
H Pisca da-Independencia n. 17.
Vende-se HlSo de nuroo pralade "T
superior quiilidadc lauto liara dovizaS $
% como para bonetes e chapeos de pa- ^
T* gens Na m s >n ii loja so \ enilo toda a *
? qualidude de uniformes militares lo- *
do por prego maiscoiomodo do que en
de, pordrixdouteux-chax, lindes, becas- u" M'iaii, iia *i**4A?
se, becossinez, asperges, trufez purs, pato (8tft.1lM Bn>^^J.J
cailltruff dilo em bierre, dito berro de Lasa "de cominissao de escravns.
porc, dito piuvicr, dito de veau, lito de fui, Vendem-se escravos e recebem-
doze strabourg, saucisse do aubees em libra,! _
muustarda, ervillias, pomter d'asporgesise de coniinissao, tanto para a pro-
osoilles, cepos, julienne, sardinlias, Inicias
em conhaque, nianleina fresca, sem sal, vi-
ii'io de diversas qualidades, azeito doce,
.ii ij-. i barris, concer-j (,lr"uem freeuezea u 1<
v i i:. ii111 -, Kieschet francoz e suisso, ab-
zlnth ex garrafas muito em conla, 'porter
grande sortimen
muito bom em ga
vas ingl,>zas,cerveja fraocez.i, e etiarutos de
diferas qualidades, tu lo vcude-se o mais
em contapossivel, o caf lodo, os dias, das
2 lloras em diante.
Vende-se a taberna no becco do
vinei i couiu para fiM della, para
o que se offerece militas girnnlias
a seusdonos : na ra da Cacimb.i
reguezea a iuzendas
baratas.
Possas de cambraia com listras decores
com 8 varas, por 3,200 rs., cortes do dita
com salpico? a 2,800 rs., Jilas de cassa pin-
tada com 5 varas a 1,fi00 rs., enssos de cor
Peixe Frito n. 5, hein afrc>tuezada, com escura por 240 rs ocovado, ditas prelas a
poucos futidos,para quoni quitor principiar:! |0nj rs. o DOVldo, ide n pa'a baba los ecorli-
a tratar com o sangrador Jos Aueclelo da nados a 2,400 rs. a pssa, cortes de chita
Silva, ou na mestna vend, co- Aiilouio do om 12 covados a 1,800 e 1,920 rs. : na ra
Espinlo fenlo Lima.
s
9


t?;
-..
Vcllas de espermaccle.
V'endem-se caixas de esper-
mcete : em easa de iticardo
itoyle, na da Cadeia Vellia,
n. 37.
Vende-se urna casa torrea, sila na ra
da l'raia, n. 40, defioule do deposito do car-
vSo, por mdico prego : na botica do pateo
do Calino, se dir quem vende.
Lotera do Kio de Janeiro.
Aos 20:000,000 rs., na rasa feliz.
los qualiocanlos il 11:1 do Cmcnna lo n.
20. vcndeni-soos muilo afortunados buhe
tes q lar tos, oitav-, vi.osunos, la deema
oilava lot;na do llieniro do S.l'ed o de Al-
Oinhr roja lisia rliega at u dia 20, a el-
leique esto 110 resto.
Superior vinbo de champagne;
Ven lo-se por prego commodo no arma-
zn da ra da Cruz 11. 40.
Vendem-se escravos mocos
de bonitas figuras, molocoes, ne-
gros mocos, mulatos bonitos, ne-
gras moc)s,molecoes cotillos inul-
tos esclavos por preco rasoavcl :
na rua das Earangciras 11. i4, se-
guudo andar.
AGENCIA
da t'undicao Low-Moor.
llt'A DA SENZALLA NOVA N. 42.
fes te estabeleeimenlo conti-1
alia a haver um completo orti-j
ment de moendas o meias moen
do Crespo n. 6.
Viudo de Champagne,
e superior qualidade ; vende-se no arma-
em Kalkmauu IrmSos Rua da Cruz, n. 10
Simoute fino da Cacboeira.
Vende-se o verdadeiro simonte da Ca-
choeira as libras, mu:to superior em quali-
dade, assim como os verdaloiros charutos
doS, Feliz; vindos por encommenda da Cs-
cliocira, lugar de S. Feliz, vende-so tudo o
pelo mas barato prec/) doquoem oulraqua-
quer parle : na-rua do Collegio 11. 25, la
beruode Manuel Antonio dos Santos Fontes.
Agencia de Kdwin Maw.
>a ua ilc Apollo n. t, armaein de Me. Cal"
inniil&t Companhla, aeba-se con^ianlemenle
buis soiiiniento.s de l.tixa de ferro crailo e
balido lauto rasa como funda*, moendas ll-
enas Indas de li-rro para animae, agua, ele,
ditas Dar aunar em inadeira de ludos us ta-
mandoa e modellos o mais moderno, luaeblna
borlsoulal para vapor, com lurga de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menos preco que 01
tic cobre, eacoveo para uavios, ferro ingles
tanto em barras como eui arcos folbas, c ludo
por barato preco.
l'arinlia de mandioca.
A mais nova o mais barata farinlia de
mandioca que ha no metalo, venle-se na
rua da Cruz do Recite, armazcm n.13, de
J0S0 Carlos Augusto da Silva.
Bombas de Ierro.
Vendern-se liombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na rua do lirtun ns. C, 8 e 10,
liindicao de (erro.
3J.oi.ihos de vento
eom bombas de repuciio para n-r. 1 borlas
d baisas de capini : vendem-se na tundigo
'" do r.owman Me. Callum, na rua do Urum
das para engenho, niacliinas de j"s. 6.8e 10.
vapor, elaixas de ferro batido c p^, '," ^ialcmz^w'w'ada-tea v"n-
coad, de todos os laiiiauhos, pa- da o escolenlo o superior riulioilc Vtt-
1:. celia, cm barris de 5., bu muito recom-
i.i 11 i'. jinendavel as casas eslrangeiras, como ez-
J'ara as escalas. ezcellente vinbo para paslo.
Vende-il no paleo do Collegio, lujado DKVEIIES OS UOMEiNS,
litro azul a synopsis do general Abieuol.i- ?
me, ltimamente adoptia pelo Ez.ii. prrsi- a joo rs.
dente da provincia como Compeu lio de lei- I Vunde-se este compendio ap'ovadi) para
tura o historia do Urasil as escolas prima- 'as aulas, em meia encadernagao, a 500 rs.,
ras da provincia. edauui: na livraria 11. 6 c8, da praca da
Prego em brochurt 2,500 j Independencia.
Enca-.ie n?da 3,20o| Vendlem-se relogios de ou-
,,^n"~s^:.Ja ^jroeprala putente ing!e2: na rua
Latas C1..11 biklXliilll do Alelllilill.i. dU bCAUU I il i\ 11', a I. | ..
CarrafOescom sevaJinba. VenJeni-se velas de cS|!ermcele, e:n
Frascos de vidro boca larga do lodos osjeaisas, de superior qi.alidade : em casa de
tamaitos. j. Kcller o Couipanhia: na rua da Cruz nu-
Sag muito fino. mero 55.
Alva.adelino. Al dos de ferro.
zarcilo eseeinte,
Verde fiancez,
Deposito da rubrica de Tollos os
Smito.i un Itnhiu.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americano^
c# f com canibao de sicupira e bracos
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da
quella fabrica, muilo proprio para saceos de
assucar e roupa do escravos, por pregocom-
inojo.
- Vcndem-se cera cm velas ,
lubricadas em Lisboa c no Rio de
Janeiro, cm caixas de 100 libras
sortidas, de i a 16 ea libra.,etan
bem de um s tamanbo, por me-
nos prer;o do que em outra qual-
quer parle : (rata-se no escripto-
110 de Macbado & 1'mlieiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Anligo deposito de cal
virgem.
I\a rua do Trapiclie, n. i-, lia
muilo superior cal nova em pedra,
ebegada ullimamcnte de Lisboa
Principios geraes de economa pu-
blixj c industrial.
Ven li-se este compendio, approva lo para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na
praga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
l*S
ALCOIlVO'PAHA SACOS.
*
da ierro : na fdndi$5o da rua do
Urum ns. (i, 8' e 10.
**"'- #*!>'?* !?
f Sopafoi de tpele. 4
ie Vendem-se os bem conhecidos cor- Q
le les de tpele para sapalos a 500 rs. o *,
v par : Da rua do Qucimado, loja do SO- 2
( brado ama-clin 11. 80. 4
*#->**> *.<,*&*
Taixii" para t-11 idilio.
Na fundig5o de ferro da rul'do Urum,
acaba-se de receber um complel6 sorlimen-
to de taixa: de 3 a S pilmos tlfl lincea, as
quaus acliatn-so a venda por prego com-
modo, e com pi omplidilg embarain-sr, uu
carregam-so em carros sem despezas ao
comprador,
Deposito de ctl virgem.
Cunha t> Aroorim, vendem barris com cal
em pedra, rhegada ltimamente do Lisboa,
na barca Margarida, por menos prego do
que em outra qualquer parte: na rua da Ca-
deia do Kecife n. 50.
Azeite de carrapalo da fabrica de
Arauj 1 & l'bos, 110 l'enedo.
Reta zeile pela perfeigo rom que he
fabricado no s serve em lugar do azeilc
doce c de coco, para qualquer qualidade de
csndieiros por mais delicados que scjo,
como he muilo prefirivel n qu -I u.ir oulro
por dar urna lu/. nnis brilhant', ser mais
diirativo, e sen costo ser mais biralo ; nBo
Novos gostos !
Na rua do Crespo 11. i4. loja de
Jos*. Francisco Dias,
vendem-se finissimas rassasfranrozasdo ri-
quiasitucs gustoso novui padrOes pelo ba-
rato prego de 700 rs. a vanr, corle de Catn-
braia liza fazenda muilo fina 2,240 rs., o cor-
te ( melado de seo valor ) ditas com si I pi-
cos a 640 rs, a vara, corte de cambraia
pintado de cor.do goslos modernos 2,200 rs,
o coi te, superiores chitas fraBcezas cores
muilo tizase do novos padrOcc a 340 e 260
rs., o covado, ditas cstreilas coics de vinbo
e de cafc e de ganga a 200 rs., o covado.
Fill de linlio braneo e de cor propria pars
mo9quetcirn 640rs,a vara,brins liangadosen
curo e cor do ganga com listas niiudinhas
1,000 rs o corte, assim como outras mui-
las fazendas por baratos pregos.
JYo aleo da Boa- Vista,. loja n
18, dtronle do tribunal to
comineado
Vendcm-se ricos cortes de cassa
a a.ooo rs., e chitas de pndres es-
curos e cores \as a no c 10 rs.
o covado!!!
i Vende-se um grande sitio no lu- Q
f& gardo Manguinho, que tica defronto Q
_.', dos sitios dos Srs. Carnciros.com q
q grande casa de vivenda, dequatro p\
9
e
J^ para banho bastantes arvoredos de J^
fructo : na rua du Collegion. 16,se-
O guudo andar. O
Q9QG0OC OOGOOGO
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muito leve, para um 011
dona cavallos: na coebeira do Mi-
guel Sougei 9 no aterro da Boa
Vista.
Padaria.
Vendo-so urna pa laria, no largo das Cin-
co Ponas : a tiatar rom J. J. Tasso Jnior ,
ou com Joaquim Lopea de Almeida, caizei-
ro do Sr. Jo3u Mathrus.
Le/il'Os.
Longos de cambrii ahertos, nropriopara
si Honras o n enioosn 3'iO rs ditos cun bi-
en a roda i; palmas n>s ponas a 400 e 440
ts., ditos do caoibiain de linho para houioin
a 400 rs. : m rua do Crespo 11. 6.
Vendem-se 2 escravos mocos
proprios para t-ulo servico na rua
de Santa Tbei esa n. t\2.
Mi. mili. superiores.
Na fundigSo do C. Starr & Companhla,
oro S.-Amaro, acham-se venda moendas
de caima, todas de ferro, de um modelo e
uonslruccSo muito snpt rior
A os aman tes do bom e barato.
Na rua do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a cadeia, vende-se casemira preta,
a 5,000, 5,500, 7,500 c 8,000 ris O corto ;
ditas de C0>, a 5,000 e 6,500; panno lino
preto, a 3,000, 3,500, 4,000 e 4,500; dito
verde, a 2,700, 3,000 e 5,000 rail; dito azul,
a 2,600, 3,500, 4,000 e 5,000 ris; dito cor
de rap, a 2,600 o cova.lo : e outras militas
lazendas por prego commodo.
Vcndem-se 50 saceos de estopa, novos,
com 2 varas cada um, a 32D rs..- na rua lar-
ga do i; / ,-10 n. 48, primeiro andar.
Presuntos de laingo, cebo do l'or-
to em velas, pomada cm caixas.
Vendein-s i em porgflo o a rctalho.por me-
nos do que em outra qualquer parte: na
rua da Cadeia do llecife n. 24, armazcm.
Vende-se superior farinba
de mandioca, muito lina, em sac-
cas desembaicada do patacbo
Conceicao, vindo do Kio de Janei-
ro, entrado cm aG do concille mez
de oiilubro, por preco commodo:
nos armazens de Antonio Aunes c
Das Ferreira, no caes >!a Alfandc-
gi a tratar nos mpsmos, ou rom
Novaes & Companbia, na ruado
Trapiche n. 34.
Cbcguem que lie pccliincba a 24o
rs. o covado.
Vende-so briol azul de quadrinlios cora
4 palmos do largura, para palitos c jaquetas
pelo barato prego de 240 rs. : na rua do
Queimado 11. 8, loja defronteda botica,
Tudo di primeira qualidade.
Ven letn-se superfinos luos a 200 rs. a li-
bra, bolixinha ingloza a 200 rs.a libra; mn-
ti-iga inglcta a 610 rs. alibra, franceza a 560
rs. a libra; cha brazilcirn lino a 1,600 rs.cb
yson superior a 2,240 rs. a libra; loucinho
de Santos a 160 o a 200 rs. a libra, ararula
nova a 160 rs.;sova'liiiha franceza a 160 is. a
libra, feijJo muito novo u alvo a 320 rs. a
cuia; gomma de matarana a 320 rs. a libra
curo resto dequartinlus grandes quenilo h
iguaes em parte alguina, a 500 rs. cada uma;
o outros mais objeclos pelo mais barato pos-
sivel: nos Ijuarlro Cantos da Boa-Vista ta-
berna da esquina do S. V, infalo, debaix.0 do
sobrado n. 1.
11 ua do Crespo n. a3.
"Vende-se pegas de chiti para vosli lo a
4,500, ea 120o envodo. corles de ra-e-niras
modernas a 5,000 chita laiga para coberla a
160 rs., o covado, lengis da 18a e seda a 180
chales da mesma fazcuda por prego commo-
do, fil de todas as cores e modernos para
vestido a 480 rs. a vara, corles de castores-
euros para caiga a 640, meias para monino
muito linas a 320 c outras muilas fizendas,
muito bsratas.

Chapos do chile.
AosSrs. marcineiros. Eatnjos para homem.
Carros dourados para psde mesas, para- 1 Ven lem-se estojo pira homem pelo con*
lusos para ramas francezas : na rua Nova lo- modo prego de 1,000 rs. : na loja de miu-
dezas da rua do Collegio o. I.
Lucas prelas de torcal.
ja n. 16, de Jos Luiz Pereira.
Vende-se no aterro da Boa-Vista,
loja n. 78.
Muito bom couro de lustro, a 2,800 e a 3/.
rs. a pello : flvellas para sapato, a grozia a
700 is. ; sapa les do couro de lustro do Ara- -
caty, a 2,000 rs.,bolius de dito pelo diminu- .^Oantois failhetez t^ompanliia
lo prego de 7,009 rs. ; e outras umitas f-
Vendem-se luvas pretas de trogal sem de-
dos, pelo commodo prego de 800 rs. : na lo-
ja de mmdezas dt rua do Collegio n. 1. i
Qm9*gmmmwwm-mmmwm*mmf
lendas que vista do comprador se far ne-
gocio ; cora amaiella,.a 640 rs. a libra.
-- Vendcm-se 2 moiecotes de dada de 16
annos, sendo um carreiro; 3 escravos do
servigo de campo, um cazal de escravos de
todo o servigo, e uma escrava de meia ida-
de : aa rua llireita n. S.
-- Vende-se uma boa propriedado de casa
terrea, sita na rua velha do bairro da Boa-
Vista n. 22 : a tratar ua rua AragSo 11. 40,
ou na rua do Vigarion. 4.
Vende-se uma prota boa cosinboira, la -
vadeira, e boa para arranjos de casa por
do II ./ano 11. 35, loja.
Vendem-se paneros com farinha fina^
igual a de muribeca a 1,600 rs., com um al
queire novo, saccas da dita com um alquei-
rc vclhoa 4,000 rs. : na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 15.
Vcndeui-se na villa do Iguarass, 25 a 30
bois de sola para carro: quem os quizar
comprar procure na mesma villa a Fraucis-
co das (.hagas Ferreira Duro, nos dias de
domingo, ousegunda-feira de qualquer se-
mana por seren estes os dias que o dito se-
nhor sempre so acha na mesma.
Allencao.
No atierro da Ba-Vista, loja de fazonda,
de. 4 portas n 60 vende n-s-i riscadinhos de
lindos padres muilo finse largos a 320 rs o
cnvalo, ganga smarela, lindas fasendas pa-
ra jaquetas e palits, a 240 rs. o covado,cor-
tantes de cassa para vestido.2,000rs.e 2,500
madapolSo muito fino 4,000 rs. a pega, ca-
misolas de a 11:0 1 o a 800 rs. cortes de caiga
de caslor 800 e 1,000 rs.chapeos de sola 1,280
lunillas de J de linho, bordadas, 320 lengos
com bico de cor muilo bonitos 400 rs., di-
tos sem bico2IOe 160, chitas finas escuras
a 160 c 200 o covado, o muita fazenda por
prego commodo.
?^?^??^^^?^?????^^^
Cortes de vsttido da 11 tumi moda. f
Curtes de vestido de cassa seda com *
4 listras e quadros de seda.lindas cores
ti e modernos gostos : ditos do dito de
Conlinua-se a vender no deposito 9
2g geral da rua da Cruz n. 52, o ezcel- I
V tantee bem conceituado rap areia M
m preta da fabrica deGantois PailhetAt tt
Companbia da Babia, em grandes e m
pequetas porgues pelo prego oslabe-
li",!1,-';.. ,.-- -.. i,.,,- -.rv-miM-tiriiii-m^ Pos'to para lustrar comagoa o"coiis7rP,?*
- Vendem-se urnas partes de urna casa grande vantagem que ha neatitrSiJ'
torrea na rua de S. Jos n. 43 : a tratar na conservagao do calcado, e lustrar
rua estrena do Rozano, sobrado da quina, sapatosou botins ain la mesmo innU,?a os
que entra para a roa do Fogo. e uma pequea lata aturar mais do que i?i'
rndese no Maranh&o, a fabrica boiOes, ecustar menos do queum. Vonda
CRAX4 ECONMICA F.M MASSA
lio insigne fsbricante amencino j,
on. A sua composigSo he feita de piV
vaoeira, eom para arranjos Ue casa por,. 1 --- .--1 hrrie nn nnri.Hn j 'oudo-
350.000 rs. para liquid.-gao': na ru. larga*" Je buguis sfianntu e sabao. ZS2SStJEE!8!* a!Mi.M'no ,r-
. *Os administradores da liquida- dT^dredneos Ferre'r* da Cost'' "' r
1 cit de Theodoro Cbavanes, ven- ,"N' ''"' te Santa Rita, armazem n
*dem a fabrica denominada Mar- &*! ftSft StCJO-
-nhensc, na rua do Pioponto, des- com JoSo Francisco da Cruz, na rua da Cruz
ta cidade ( porto dos remedios) nu",J2n!," nr... k
, ^r I' --Vende-se cal preta o branca, de Jaeua
a saner : casa em que esta mon ribe, muito alva e por piego commodo |V.
tada a fabrica, com 30 bracas de sim com,? wndem-ee e cortam-se v'idroi
i.o.i. .c 1 c j paracazilhos de todas as dimenges. ali-v
trente e i5 de fundo ; 1 prensas palmos: ni rua do Arago n. 8.
hidrulicas, orisontaes de forcade A 2,000 rs., cortes de vestido de
600,000 libras, cail 1 urna ; 1 dita cassa.
vertical de forca de 400,000 libras: ,. Vnndem-se cortes decassas pintadas, da
3 grandes caldeiras montadas, pa- K CK'^i'Vh.'K.f0 Quei-
ra o fabrico do sabo : 4 ditas pa- Vende-ie uma taverna.com poucoi fun-
ra derreter sebo; todos esperten- dos:alraUr" r.i.doMoiocolombn.at.
ees neeeasarios para o fabrico do 8.1deM.hnhlo?"n.ep"M.iro..eom(,0
Stearina c s-.Ij.io ; y eseravos en- prego, no armazem do Sr. Antonio Annes-
tendedores do servico geral da fa- 2^"!',ll,^'*lldeg,'0;l"ll,r<:omJ-n-d"
Vw B>-i 1 I-onserajonior, na ruado Vigarion 23 u
j 1 terreno annexo a fabrica, gundo andar. .--"**'
brica
com -j bracas de frente e i5 de
fundo ; 1 dilo fronteiro a mesma
S. Flix.
Vendem-se os melhores charutos de S.
. Feliz: na rua doQueimado n. 9
labrica, com 8 bra?as de Ircnte e Vende-se uma preta perfoita engom-
28 de fundo : as pessoas quepre- ""adeira, e cozinheira, com uma cria do um
auno, uma dita sem hab.lidades nor.n ,ia
comprar, podem nesta boa conduela, o qon se allano.. 3 preis b nf
tenderen!
? cm braia com barra do ricos bor'a- < I praca diriirem-se a J. Keller & traba Piadores deenchada, 2molequscriou-
%i dos eos competentes ligurinos: ditos *|l lomnanhi-i los de 16 annos^l moloooie bom cosinhei-
de dito de cambraia abena com (lores # ro,1 pardo bnTlrabilhidoj- do enchadt:
adamascadas o de bonitas cores: di- -1 AllCIlcSO aO Uill'attMl'O
fe tosde dilo de garga,fingindo blonde. MIm _0 tit ., 01 -, 1 %
(.- dedilicadissimosgostoseomaismo- |w rua JNova n. Slojade Jos Joa
fe derno que ha no mercado : um com- fe pelo sortimento de cortes de vestidos ?
fe de seda.brancas, de cores e furia co- |! par carro, pelo biratissimo prego de 1,500
fe res, e outras multas fazendas de gos-? I-ai. ~.....a------:.- .
quim Morcira 6k Companhia,
Vendem-se fortes- e flecsives chicles
na rua do Rozarlo n. 22 segundo anda
- Na tarde do dia 9 do correte mez, de-
_ sapareceu da rua do Collegio, uma escrava
-, rcis, caixas de muilo boa madeira, fe'itas Por.noal0 Maria, de nagSo benguella, com
fe to.que se vendem por pregos de agr- C*, com muito trabalhoe gosto. destinada Ui,. jos signaos seguintes : baix, chela do cor-
fe dar ao comprador: na rua do Quei- ,| camente para preparos do barbas, pelo de-' po'.com f'll, fle den,es frente, e cora
fe mado, loja do sobrado amarello, nos minuto prego de 4,000 rcis, chicotes de bor- iambos os Poicos dos bragos cicatrizados
fe qualro cantos n. 29. I mu>im.ii. r..i:>ii____j- "V I nii J~ -..-:_-....-
Novo trem para cusinha.
1 di.1-11,1.-, frigideiras, panellas e cagaro-
las de farro forradas de porcelana,facas com
garfos muito finas, colhoios de metal prin-
cipe que se confundem com as de prata,car-
relilhase bocetas de faia para doce, grelhas
racha paracavallo, fortissimosedequalida-'proyo,"e.ntedo lueimadura antiga ; lovou
de tal, queso avista os compradores pode- veslldo oealgodo de listra larga j uzido,
rSoavaliar, mesmo por seremos primeiros.e P?"no d,.cosl rogi-s as autoridades
que neste genero aqu tem vindo : o prego' Poll.clie "* apreender, ou mesmo os
retonder SP*UP de """'"> leve"i ao Passeio Pu-
" Klifir. I 11 1 n a< .1 DIKlaBa I___1 a 1
i-ara torrar pao, machinas para caf, mui-'Cruz n. 10.
dir-se-ba em segredo a quem pretond
Cadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
lazem de Kalkmann IrmSos, na rua da
nlios, almofarizes o mais portenecs de cu-
sinha : na rua Nova n 16, loja de ferragens
de Jos l.uiz Pereira.
blico loja n, 11 de Firmiano Jos Rodrigues
Ferreira, que gratificar.
Desapareceu uma preta crioula do no-
me Faustlna, com os signaes seguidles: cor
lula, baixs, ebeia do corpo, sem dentos na
frente, da parte de cima, tem urnas marcas
Oh! i|ne baratesa!
Vende-se na rua Nova n. 8, loja de J. Joa- fr. "?'* "0S c,lcanh"e3>, CUJ "<"'
\ n ir- i- 1uinl Moreira & Lompinbia, lindas romei- ir,m Lranca. q'Jo anda esparraltia os
.\o aterro da Boa Vista, loja a. Ae de flld; linho, mStm!mS^X^r^l^St!^^^^MM-
fita, pelo baratissimo prego del dV!!f.,.d' ,JBrdf V-'J* UMd p,D.no
Um i I M,a prtla (l comprada ao Sr.
",Jose da Fonseca Silva, vendedor de escra-
rua do Pilar
123, que ser
't coa de atsiicir, por prego cmimlo: <-]i|- oc ciriapalo commum, nom eui nada
m em casa de Ricardo lloyle, na ua da ( delleseassemi-llia. Ven c-se em barril de
S Cad'tia 11. 37. le ICcain asa 2,400rs. a ranada, no annasein
9>t<<< de'X.*. Tastoluoior, raido imorlm o.35.
'ci liinx 1. Inda continua a vender-sc barato.
Vende-sa na rua do Crespo na loja da es-,' Cortes do casemira preta por 5,000 rs., di
18, defronte do tribunal docom- ;e.bC0 6
mercio,
continua-se a vender riscjdos cs-
curos, muito fortes, ptima fazen-
da para roupa de escravos, e pelo
diminuto preco de 100 rs. o cova-
do e outras multas fazendas ba-
ratsimas.
O preco convida a comprar.
Na rua do (Jueimadoloja n. 19, vendstn-
se cortes de cassa de lindos padrOes, a 2,000
rs., o corle com 7 varas ; panno nreto muito
lino, a 2,800 rs. o covado.
Vende-se farinha de milho nova, e j
peneirada, o prompta para bolos, cangica,
epo de provenga, as arrobas o libras : na
rua doRangel n. 5, loja.
Ltivas de plica.
Vendem-se luvas de pelica para liomcm
brancas o de cores, pelo commodo prego de
1,000 rs. o par : na loja de miudezas da rua
do Collegio n. 1.
Vende-se um rclogio do ouro, patente
inglezenovo, por prego commodo: noar-
Mtea de M. Carneiro, na rua do Trapiche
-4,000 rs.; manguinhas do cambraia
. bem guarnecidas do bico e fita, po
o par; camizinhas mu'
"CJ'*, -:" uemVTe aV"ov^.a a
andu m.i. Sin em Fora de |,ort"i casan,
sudas mais, pordi- gr,liHcido
nr\(\ "' Desaparoceu no dia 8 _
Vende-se a dm"be'iro%u a preso, uma das I SSflM ',nngo1'' de ""
albores tavernas da rua do Rangl : a Ira- n0'pr 1, ler 3? a""US poU.C'
sr na rua da Praia, armazn n 10 I "2J*.f^"" re8ulsr> "' d
I,,...... 1. .. 1 n preta, olhos pequeos e afumagad
2,000 rs., e algumas fazendas
minutos pregos.
BOM NEGOCIO.
l'lii'.Mim,, n.. I.,..ni 1 c prel"i olhos pequeos eafumagados, por be
Unegoem OO barato, chitas finas ber muito, lalla umnouco alrapalhada, le
8 do correte o
nome l.ouren-
pouco mais ou
corpo,cor
gados, por be-
a 6,ooti rs. a peca, e a iGors. o
covado.
Vndem-se chitas finas, do cores fixas e
de bonitos padrOos, a meia pataca ocova-
do, e a 6,000 a. pega : na rua do Q'ieimado
11. 8, loja defronte da bolica.
^
n. 40.
Cartas finas para voltaretc.
Vendem-se cartas finas para voltarole, e
vou caiga e c imisi de riscado americano, e
bono de panno j uzado : quem o pegar le-
ve-ona rua da cacimba n. II. quesera bem
recompensado.
Ilesipparecei: no dia 5 do correte do
engenho S. JoSo do Cabo.ooscravo Valerio;
alio, Chino d,i COrpo, 6 ospadau Id, cara eur-
I ta c larga, nariz chalo, ladino, um pnuco
Si 11 1 n 1 W! Bago, com uns talinhos na cara por sarda
Blsapirrillia de linstol. costa; tambom tem uma marca deferida
As numerosas experiencias feitas |om sima do peitodnp esquerdo junio aos
com o uso da salsaparrilha em todas lodos. Ser muito bem recompensado quim
as enfermidades, originadas pela im- : levar o dito engenho, ou no Mondego em
puieza do sangue e o bom xito ob- casa do Ilm. Sr. commenilador Luiz Comes
liJo nesta corte pelo lllm. Sr. Iir. Si- (Jj Ferreira, ou ao engenho Fragoso, ao Dr.
gaud, presidente da academia impo- < Miguel Joaquim Carneiro da Cunha.
nal de medicina, pelo lllustrado Sr. #1 100,000 rs. de gralificaglo.
Dr.Aolonio Jos Poiclo em sua cllni- ? Roga-se as autoridades policiaes, quecap-
turom o oseravo Manoel, pertencente a Se-
bastio Marques do Nascimonto, fgido des-
de o dia 8 do mez de setembro.
quina que volla para a
cambraia cor de rosa e
catea, coi tes de 1
do outras cores do j
""' Vendem-se chapeos do chile peque- &
nos a 4,000 rs. : na rua do Crespo 4
fe o. 23. ,
Lal virgem em pedra
1 Iii-.m I.-, rec nteiiiciile da I.'Sboa, em anco-
ras muilo heji aconlicionadas ; veude-se a
. M-e-i muilo commodo : no armazcm de
Silva Prroca, na rua do Trapiche n. 19.
-s,ilini n segundo o ultimo vol. das msti-
iuig IS do direiio civil brasileiro formulada
segundo osystema do insignejuris-consulto
Mello Freir, to qual se colligiu ludo que
nos he applicavel de coufurmidaJe com o
nosso gnverno, addicion-indo-se todes as
disposiges das leis brasiioiras publicadas a-
Uitos de brim amarello de puro linho l v^nde-se sunerir e'muito nova farinha 1'-850 pelo l)c Lourengo Trigo do Lourciro,
1,440,1600; longos de cambraia muilo tinas de\wdhar a bordo do patacho Va- tb". hedo uma necessid.de incontes-
nrnnriaa nm-u rno a 320 ; o outras muila 1 e "' ln"rlna a noruo uo paiacno va- i,VbI, guia cara, segura e inalivel na scien-
?.ndMorsetrnora^ cia do ..ireilo.-No haver. de certoUgis,"-
i-, Ilui imali lado mero. idor, magistrado, nom advogado que possa
la boa qualidade. Vendem-so amarras de ferro: na rua!uisens,- ,ao ut obra : veiTde-se os 2 vol
Arados de ferro. j, Senz.ll. nova n. 42. -I por^ 10/ rs. no piteo do Collegio.c.sa do li-
Na fundigSo da Aurora, cm S. Amaro,! -- Venile-se I u 111I1 1 >>.> mu,tn VIo azul.
vendem-se arados de forro de diversos mo-nova e de superior qualidade: a Vende-se sola envernisada c
"--"vende-se um oxcellente sitio em Be-! tratar com Manoel da Silva San-J vaquetas, |)3ra coberta de carros:
bcribe, pe lencente so Padre Francisco Jos los n0 armazem do Annes, nolna rua da Cadeia Velha, armazem
de Lira; a rallar no mesmo sitio, ou nal I /?
1 ua da Auroran, 62, segundo an lar. Jcaes da all?ndega. tn.Oo.
.
1 tos de brim escuros de listras a 2,000 rs c
1,600 rs-, ditos de castor 1,120 rs., riscados
bltimogoslo a 3,000, 3,500, 4,000, c 4,500 ;" de algodAo a 180, e 200 rs., riscadinhos
ditos do cassa-cbila a 2,0110 ; dios da expo-jfrancezes a 120 rs. o covado, e multas mais
sigilo a 2,240; corles d* ciiila coa 12 cova- fazetidai_por baratissimo prego na rua do
dos a 1,800 ; cortes de fustao o 560 ; cor-:Crespo r. 6.
tos do calca de brim escuro a 800,960,1,120; Farinha.
,rrn amarello de puro linho a- Vcndo-se superior e muito non farinha
.; lengos de cambraia muilo tinas :deS#<;,lharina, ., bordo do Ucho Va.
t1&rwl'?!rua rua do ,rapichc'ttmm*nu-
por prego mais commodo do que em outra : m j. a PmC|
qua.qcr parte : na rua do Collegio n. 1, < efilcaics 1
loja ue miudezas. J ffi*
Clieguem freguezes antes que se
acabe.
No armazem deMarlins & Irmo, na rua
da Cruz do Recife n. 62, chegaram ltima-
mente os seeuintes gneros de milito be:
qualidade : queijos londrinos, prezunlos
inglezes e do Porto, conservas-inglczas e
francezas com dilferentes frutas, latas de
salmSo, ditas de ervilhas e sardiuhas de
Nantes, ditas com bolachnhas inglezas ,
uiarmelada de Lisboa, moslaida, o muito -
creditado cb deS. Paulo, caix.scom muilo
superiores magas linas para sopa, gigos com
champanh-, vinbo de Xerez, Madeira, Bu-
collas eP.itlo, garrafas cooi exlrait de ab-
sinlhe e oulros muitos gneros, tudo poi
mdico prego. ^v
-- Vende-se uma linda escrava crioula,
do 18 anuos, com habilidades : na rua da
Praia n. 43, primeiro andar.
- As pechichas abaico declaradas csISo
se acabaudoFreguezes a ellas ; chitas finas
do cubjiU a 7,500 rs, a pega, cortes de ca-
somiras do ultimo gosto a 5,500 rs., corles
do cambraia de barra a 4,500 rs., ditos do
listras de cores 11 4,500 o 4,000 rs., ditos de
cassa cilla a 2,240 rs., Case-nira preta lina
a 2,200 rs. ele, o muilas outras fazendas
que com a presenga dus freguezes se mos-
trar : na luja das pecliinchas da rua do
Collegio.
- Venle-se 11a livraria da rua do Crespo
n. II, dicciouario francoz de Napolen A-
land, dito de Roquete, dito fraucez, in-
glez e I. F prontuario de theologia moral
4volumos, cpmpondio da theologia 6 volu-
mes, historia do brasil 12 volumes. Na mes-
ma casa tom um sin lmenlo do livms ela-a-
sicos, e varias obras em trance/., mglez,
o latim; tambem se vende a UniSo folha po-
ltica, e o Exportador Tncatral.
- Vendem-se no caf francez da rua No-
va, Iiogoingas francezas muilo em conlaas
libras, vinagre muito bom a 1,000 rs. a ci-
nada, abziutbe muito bom a 1,500 rs. a gar-
Luvns de pelica para menino.
Venlom-si luvas de pelica para menino
pelo commodo prego de 1,000 rs. o par na
loja de miudezas da rua d '
ido Collegio u. 1.
ca,o cm sua afamada casa do saudc na *
fs Camboa. pelo lllmi Sr. Dr.Saturnino f
* do Oliveira, medico do oxercilo e por
* varios outros mdicos, permitem ho-
lamar altamente as virtudes
da
LSAPARRILHA DE BRISTOL.
Nota.--Cada garrafa conlcmduas li-
liras de liquido.oa Salsaparrilha do
9 brislol be garantida,puramente vege-
tal sem mercurio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 o vidro na botica
S doSr.JoollaiiaGuugalVos i, i nne,: rua
dos Quarteis pegada so Qnarlel de Po-
? licia.
Em casa de J. Keller &
Ciiinpaiihia, na ruada Cruz n. 55,
vendem-se marroquins superiores,
vindos de Franca pelo ultimo
navio.
Em casa de J. Keller &
Companhia, na rua da Cruz n. 55,
ha para vender um piano forte ,
chegado ltimamente da Europa
e com excellentes vozes : tratac
a casa dos mesmos.
Tinta <;m oleo
branca nvirde: ven le se no armazem de
kalkmann IraSos, rua da Crnz n. 10
Espellio de puede
com ricas moldurus : venlem-se no arma-
zem de Mk 111auu IrmSos, rua da Cruz n. 10
Cimento
ltimamente
chegado, vnden-
se por menos do que em outra
qualquer parte ; na rua da Crnz,
11. 10.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos ?.o:ooo.oou de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, vendem-se bi-
lhetes inteiros meios, quartos ,
oilavos e vigsimos da 28. lotera
a beneficio do Monte fio, que se
espera a lista no primeiro vapor.
o da 8 do mez de setembro. Foi
elle escravo do Sr. Gabriel Alfonso Riguei-
ra, quem foi comprado ltimamente 1 tem
28 anuos de idade pouco mais ou menos, cor-
fula, com falla de dous dentcs na frente, e
de cabellos do lado osquordo da cabega, que
se loma bem visivel por parecir uma co-
r, tem olhos pequonos, beigos grossos.
sem barba, baixo, corpo regular, he ofliciil
de fonileiro. Trajava jaqueta de riscado
azul, caiga branca, camisa de madapolSo, e
levou uma trouxa, enntendo caigas e jaque-
tas : quem o apprehender o levar rua da
Aurora n. 62, n cebera-a gratlllcaglo pro-
met na. .S11speiU-.su que fosse seduzdo, o
por isso desde j protesta -se contra quem o
conservar em seu poder.
Desappareceu n. tardo do dia !3do cor-
rente um escravo por nome Joaquim tem os
signaes seguintes: boa estatura, representa
ler 35 anuos de idade, falla desembaracada,
ps grandes, tem lodosos denles da frente,
nariz chato, quando anda eslala as juntas dos
joelhos, levou camisa do algodSosiobo brin-
co, caiga do dito azul, este escravo foi do
malo: quem o pogar love-o a typograpbia
imparcial a fallar com a viuva Roma que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
correte, um preto que representa ler 45 a
5u annos de idade, de na^Jo cagange, baixo,
cheio do corpo, sem dofeito algum no corpo,
levou vestido, csiga de casemira azul clara
de quadros ejvolha, coleto de selim prelo
velho, jaqueta de brim pardo.camisa de ma-
dapolSo, chapeo de seda preto ; presume-ie
que anda pelos arrebaldes desta cidada, pois
apezar de ser do sertSo nlo sejulga que le-
nha mil ido : roga-se portante as autorida-
des policiaes e capules decampo, captura
do mesmo, levando-o a rua do Vigario n. II,
lerceiro andar, que se recompensar.
-- Auzentou -se na noute de 27 do correte
o mulato Clemenlino de idade 20 annos pou-
co mais ou menos, magro,allura regular, e
falla muito mansa, costuuia andar cali; ido
e bem veslido; levou urna troxa de roupa, e
consta que levara um civallo quealugra
nessa occasiSo, o qual tem os signaes se-
guintes : cistanho, banigudo, dinas pre-
las, e gordo, lia provavel -que queira ps-
sar por forro : he bolieiro.e escravo de Luiz
Antonio Siquoira : quem o pegar leve-o
rua da Cadeia-Velha n. 20 queso recompen-
sar.
Tyrvfn-; M.F. nr Fmm \
KCI
**


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